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Luiz Eduardo Soares: A crise no Rio e o pastiche midiático

26 de novembro de 2010 às 18h32

quinta-feira, 25 de novembro de 2010
A crise no Rio e o pastiche midiático

por Luiz Eduardo Soares, em seu blog

Sempre mantive com jornalistas uma relação de respeito e cooperação. Em alguns casos, o contato profissional evoluiu para amizade. Quando as divergências são muitas e profundas, procuro compreender e buscar bases de um consenso mínimo, para que o diálogo não se inviabilize. Faço-o por ética –- supondo que ninguém seja dono da verdade, muito menos eu–, na esperança de que o mesmo procedimento seja adotado pelo interlocutor. Além disso, me esforço por atender aos que me procuram, porque sei que atuam sob pressão, exaustivamente, premidos pelo tempo e por pautas urgentes. A pressa se intensifica nas crises, por motivos óbvios. Costumo dizer que só nós, da segurança pública (em meu caso, quando ocupava posições na área da gestão pública da segurança), os médicos e o pessoal da Defesa Civil, trabalhamos tanto –- ou sob tanta pressão — quanto os jornalistas.

Digo isso para explicar por que, na crise atual, tenho recusado convites para falar e colaborar com a mídia:

(1) Recebi muitos telefonemas, recados e mensagens. As chamadas são contínuas, a tal ponto que não me restou alternativa a desligar o celular. Ao todo, nesses dias, foram mais de cem pedidos de entrevistas ou declarações. Nem que eu contasse com uma equipe de secretários, teria como responder a todos e muito menos como atendê-los. Por isso, aproveito a oportunidade para desculpar-me. Creiam, não se trata de descortesia ou desapreço pelos repórteres, produtores ou entrevistadores que me procuraram.

(2) Além disso, não tenho informações de bastidor que mereçam divulgação. Por outro lado, não faria sentido jogar pelo ralo a credibilidade que construí ao longo da vida. E isso poderia acontecer se eu aceitasse aparecer na TV, no rádio ou nos jornais, glosando os discursos oficiais que estão sendo difundidos, declamando platitudes, reproduzindo o senso comum pleno de preconceitos, ou divagando em torno de especulações. A situação é muito grave e não admite leviandades. Portanto, só faria sentido falar se fosse para contribuir de modo eficaz para o entendimento mais amplo e profundo da realidade que vivemos. Como fazê-lo em alguns parcos minutos, entrecortados por intervenções de locutores e debatedores? Como fazê-lo no contexto em que todo pensamento analítico é editado, truncado, espremido –- em uma palavra, banido –, para que reinem, incontrastáveis, a exaltação passional das emergências, as imagens espetaculares, os dramas individuais e a retórica paradoxalmente triunfalista do discurso oficial?

(3) Por fim, não posso mais compactuar com o ciclo sempre repetido na mídia: atenção à segurança nas crises agudas e nenhum investimento reflexivo e informativo realmente denso e consistente, na entressafra, isto é, nos intervalos entre as crises. Na crise, as perguntas recorrentes são: (a) O que fazer, já, imediatamente, para sustar a explosão de violência? (b) O que a polícia deveria fazer para vencer, definitivamente, o tráfico de drogas? (c) Por que o governo não chama o Exército? (d) A imagem internacional do Rio foi maculada? (e) Conseguiremos realizar com êxito a Copa e as Olimpíadas?

Ao longo dos últimos 25 anos, pelo menos, me tornei “as aspas” que ajudaram a legitimar inúmeras reportagens. No tópico, “especialistas”, lá estava eu, tentando, com alguns colegas, furar o bloqueio à afirmação de uma perspectiva um pouquinho menos trivial e imediatista. Muitas dessas reportagens, por sua excelente qualidade, prescindiriam de minhas aspas –- nesses casos, reduzi-me a recurso ocioso, mera formalidade das regras jornalísticas. Outras, nem com todas as aspas do mundo se sustentariam. Pois bem, acho que já fui ou proporcionei aspas o suficiente. Esse código jornalístico, com as exceções de praxe, não funciona, quando o tema tratado é complexo, pouco conhecido e, por sua natureza, rebelde ao modelo de explicação corrente. Modelo que não nasceu na mídia, mas que orienta as visões aí predominantes.

Particularmente, não gostaria de continuar a ser cúmplice involuntário de sua contínua reprodução.

Eis por que as perguntas mencionadas são expressivas do pobre modelo explicativo corrente e por que devem ser consideradas obstáculos ao conhecimento e réplicas de hábitos mentais refratários às mudanças inadiáveis. Respondo sem a elegância que a presença de um entrevistador exigiria. Serei, por assim dizer, curto e grosso, aproveitando-me do expediente discursivo aqui adotado, em que sou eu mesmo o formulador das questões a desconstruir. Eis as respostas, na sequência das perguntas, que repito para facilitar a leitura:

(a) O que fazer, já, imediatamente, para sustar a violência e resolver o desafio da insegurança?

Nada que se possa fazer já, imediatamente, resolverá a insegurança. Quando se está na crise, usam-se os instrumentos disponíveis e os procedimentos conhecidos para conter os sintomas e salvar o paciente. Se desejamos, de fato, resolver algum problema grave, não é possível continuar a tratar o paciente apenas quando ele já está na UTI, tomado por uma enfermidade letal, apresentando um quadro agudo. Nessa hora, parte-se para medidas extremas, de desespero, mobilizando-se o canivete e o açougueiro, sem anestesia e assepsia. Nessa hora, o cardiologista abre o tórax do moribundo na maca, no corredor. Não há como construir um novo hospital, decente, eficiente, nem para formar especialistas, nem para prevenir epidemias, nem para adotar procedimentos que evitem o agravamento da patologia.  Por isso, o primeiro passo para evitar que a situação se repita é trocar a pergunta. O foco capaz de ajudar a mudar a realidade é aquele apontado por outra pergunta: o que fazer para aperfeiçoar a segurança pública, no Rio e no Brasil, evitando a violência de todos os dias, assim como sua intensificação, expressa nas sucessivas crises?

Se o entrevistador imaginário interpelar o respondente, afirmando que a sociedade exige uma resposta imediata, precisa de uma ação emergencial e não aceita nenhuma abordagem que não produza efeitos práticos imediatos, a melhor resposta seria: caro amigo, sua atitude representa, exatamente, a postura que tem impedido avanços consistentes na segurança pública. Se a sociedade, a mídia e os governos continuarem se recusando a pensar e abordar o problema em profundidade e extensão, como um fenômeno multidimensional a requerer enfrentamento sistêmico, ou seja, se prosseguirmos nos recusando, enquanto Nação, a tratar do problema na perspectiva do médio e do longo prazos, nos condenaremos às crises, cada vez mais dramáticas, para as quais não há soluções mágicas.

A melhor resposta à emergência é começar a se movimentar na direção da reconstrução das condições geradoras da situação emergencial. Quanto ao imediato, não há espaço para nada senão o disponível, acessível, conhecido, que se aplica com maior ou menor destreza, reduzindo-se danos e prolongando-se a vida em risco.

A pergunta é obtusa e obscurantista, cúmplice da ignorância e da apatia.

(b) O que as polícias fluminenses deveriam fazer para vencer, definitivamente, o tráfico de drogas?

Em primeiro lugar, deveriam parar de traficar e de associar-se aos traficantes, nos “arregos” celebrados por suas bandas podres, à luz do dia, diante de todos. Deveriam parar de negociar armas com traficantes, o que as bandas podres fazem, sistematicamente. Deveriam também parar de reproduzir o pior do tráfico, dominando, sob a forma de máfias ou milícias, territórios e populações pela força das armas, visando rendimentos criminosos obtidos por meios cruéis.

Ou seja, a polaridade referida na pergunta (polícias versus tráfico) esconde o verdadeiro problema: não existe a polaridade. Construí-la –- isto é, separar bandido e polícia; distinguir crime e polícia — teria de ser a meta mais importante e urgente de qualquer política de segurança digna desse nome. Não há nenhuma modalidade importante de ação criminal no Rio de que segmentos policiais corruptos estejam ausentes. E só por isso que ainda existe tráfico armado, assim como as milícias.

Não digo isso para ofender os policiais ou as instituições. Não generalizo. Pelo contrário, sei que há dezenas de milhares de policiais honrados e honestos, que arriscam, estóica e heroicamente, suas vidas por salários indignos. Considero-os as primeiras vítimas da degradação institucional em curso, porque os envergonha, os humilha, os ameaça e acua o convívio inevitável com milhares de colegas corrompidos, envolvidos na criminalidade, sócios ou mesmo empreendedores do crime.

Não nos iludamos: o tráfico, no modelo que se firmou no Rio, é uma realidade em franco declínio e tende a se eclipsar, derrotado por sua irracionalidade econômica e sua incompatibilidade com as dinâmicas políticas e sociais predominantes, em nosso horizonte histórico. Incapaz, inclusive, de competir com as milícias, cuja competência está na disposição de não se prender, exclusivamente, a um único nicho de mercado, comercializando apenas drogas –- mas as incluindo em sua carteira de negócios, quando conveniente.

O modelo do tráfico armado, sustentado em domínio territorial, é atrasado, pesado, anti-econômico: custa muito caro manter um exército, recrutar neófitos, armá-los (nada disso é necessário às milícias, posto que seus membros são policiais), mantê-los unidos e disciplinados, enfrentando revezes de todo tipo e ataques por todos os lados, vendo-se forçados a dividir ganhos com a banda podre da polícia (que atua nas milícias) e, eventualmente, com os líderes e aliados da facção.

É excessivamente custoso impor-se sobre um território e uma população, sobretudo na medida que os jovens mais vulneráveis ao recrutamento comecem a vislumbrar e encontrar alternativas. Não só o velho modelo é caro, como pode ser substituído com vantagens por outro muito mais rentável e menos arriscado, adotado nos países democráticos mais avançados: a venda por delivery ou em dinâmica varejista nômade, clandestina, discreta, desarmada e pacífica. Em outras palavras, é melhor, mais fácil e lucrativo praticar o negócio das drogas ilícitas como se fosse contrabando ou pirataria do que fazer a guerra. Convenhamos, também é muito menos danoso para a sociedade, por óbvio.

(c) O Exército deveria participar?

Fazendo o trabalho policial, não, pois não existe para isso, não é treinado para isso, nem está equipado para isso. Mas deve, sim, participar. A começar cumprindo sua função de controlar os fluxos das armas no país. Isso resolveria o maior dos problemas: as armas ilegais passando, tranquilamente, de mão em mão, com as benções, a mediação e o estímulo da banda podre das polícias.

E não só o Exército. Também a Marinha, formando uma Guarda Costeira com foco no controle de armas transportadas como cargas clandestinas ou despejadas na baía e nos portos. Assim como a Aeronáutica, identificando e destruindo pistas de pouso clandestinas, controlando o espaço aéreo e apoiando a PF na fiscalização das cargas nos aeroportos.

(d) A imagem internacional do Rio foi maculada?

Claro. Mais uma vez.

(e) Conseguiremos realizar com êxito a Copa e as Olimpíadas?

Sem dúvida. Somos ótimos em eventos. Nesses momentos, aparece dinheiro, surge o “espírito cooperativo”, ações racionais e planejadas impõem-se. Nosso calcanhar de Aquiles é a rotina. Copa e Olimpíadas serão um sucesso. O problema é o dia a dia.

Palavras Finais

Traficantes se rebelam e a cidade vai à lona. Encena-se um drama sangrento, mas ultrapassado. O canto de cisne do tráfico era esperado. Haverá outros momentos análogos, no futuro, mas a tendência declinante é inarredável. E não porque existem as UPPs, mas porque correspondem a um modelo insustentável, economicamente, assim como social e politicamente.

As UPPs, vale dizer mais uma vez, são um ótimo programa, que reedita com mais apoio político e fôlego administrativo o programa “Mutirões pela Paz”, que implantei com uma equipe em 1999, e que acabou soterrado pela política com “p” minúsculo, quando fui exonerado, em 2000, ainda que tenha sido ressuscitado, graças à liderança e à competência raras do ten.cel. Carballo Blanco, com o título GPAE, como reação à derrocada que se seguiu à minha saída do governo.

A despeito de suas virtudes, valorizadas pela presença de Ricardo Henriques na secretaria estadual de assistência social –um dos melhores gestores do país–, elas não terão futuro se as polícias não forem profundamente transformadas. Afinal, para tornarem-se política pública terão de incluir duas qualidades indispensáveis: escala e sustentatibilidade, ou seja, terão de ser assumidas, na esfera da segurança, pela PM. Contudo, entregar as UPPs à condução da PM seria condená-las à liquidação, dada a degradação institucional já referida.

O tráfico que ora perde poder e capacidade de reprodução só se impôs, no Rio, no modelo territorializado e sedentário em que se estabeleceu, porque sempre contou com a sociedade da polícia, vale reiterar.

Quando o tráfico de drogas no modelo territorializado atinge seu ponto histórico de inflexão e começa, gradualmente, a bater em retirada, seus sócios –- as bandas podres das polícias — prosseguem fortes, firmes, empreendedores, politicamente ambiciosos, economicamente vorazes, prontos a fixar as bandeiras milicianas de sua hegemonia.

Discutindo a crise, a mídia reproduz o mito da polaridade polícia versus tráfico, perdendo o foco, ignorando o decisivo: como, quem, em que termos e por que meios se fará a reforma radical das polícias, no Rio, para que estas deixem de ser incubadoras de milícias, máfias, tráfico de armas e drogas, crime violento, brutalidade, corrupção? Como se refundarão as instituições policiais para que os bons profissionais sejam, afinal, valorizados e qualificados? Como serão transformadas as polícias, para que deixem de ser reativas, ingovernáveis, ineficientes na prevenção e na investigação?

As polícias são instituições absolutamente fundamentais para o Estado democrático de direito. Cumpre-lhes garantir, na prática, os direitos e as liberdades estipulados na Constituição. Sobretudo, cumpre-lhes proteger a vida e a estabilidade das expectativas positivas relativamente à sociabilidade cooperativa e à vigência da legalidade e da justiça.

A despeito de sua importância, essas instituições não foram alcançadas em profundidade pelo processo de transição democrática, nem se modernizaram, adaptando-se às exigências da complexa sociedade brasileira contemporânea. O modelo policial foi herdado da ditadura. Ele servia à defesa do Estado autoritário e era funcional ao contexto marcado pelo arbítrio. Não serve à defesa da cidadania.

A estrutura organizacional de ambas as polícias impede a gestão racional e a integração, tornando o controle impraticável e a avaliação, seguida por um monitoramento corretivo, inviável. Ineptas para identificar erros, as polícias condenam-se a repeti-los. Elas são rígidas onde teriam de ser plásticas, flexíveis e descentralizadas; e são frouxas e anárquicas, onde deveriam ser rigorosas. Cada uma delas, a PM e a Polícia Civil, são duas instituições: oficiais e não-oficiais; delegados e não-delegados.

E nesse quadro, a PEC-300 é varrida do mapa no Congresso pelos governadores, que pagam aos policiais salários insuficientes, empurrando-os ao segundo emprego na segurança privada informal e ilegal.

Uma das fontes da degradação institucional das polícias é o que denomino “gato orçamentário”, esse casamento perverso entre o Estado e a ilegalidade: para evitar o colapso do orçamento público na área de segurança, as autoridades toleram o bico dos policiais em segurança privada.

Ao fazê-lo, deixam de fiscalizar dinâmicas benignas (em termos, pois sempre há graves problemas daí decorrentes), nas quais policiais honestos apenas buscam sobreviver dignamente, apesar da ilegalidade de seu segundo emprego, mas também dinâmicas malignas: aquelas em que policiais corruptos provocam a insegurança para vender segurança; unem-se como pistoleiros a soldo em grupos de extermínio; e, no limite, organizam-se como máfias ou milícias, dominando pelo terror populações e territórios. Ou se resolve esse gargalo (pagando o suficiente e fiscalizando a segurança privada /banindo a informal e ilegal; ou legalizando e disciplinando, e fiscalizando o bico), ou não faz sentido buscar aprimorar as polícias.

O Jornal Nacional, nesta quinta, 25 de novembro, definiu o caos no Rio de Janeiro, salpicado de cenas de guerra e morte, pânico e desespero, como um dia histórico de vitória: o dia em que as polícias ocuparam a Vila Cruzeiro. Ou eu sofri um súbito apagão mental e me tornei um idiota contumaz e incorrigível ou os editores do JN sentiram-se autorizados a tratar milhões de telespectadores como contumazes e incorrigíveis idiotas.

Ou se começa a falar sério e levar a sério a tragédia da insegurança pública no Brasil, ou será pelo menos mais digno furtar-se a fazer coro à farsa.

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114 Comentários escrever comentário »

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Sebastião Arlém

05/12/2010 - 13h17

Esse é o cara!

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CarlosAugustoPereira

28/11/2010 - 11h28

Com excelente texto, Luiz Eduardo Soares nos ajuda a compreender o que se passa no Rio e no Brasil. É também louvável que se resguarde de exposição midiática neste momento. A pressa da imprensa e a necessidade de mostrar "tudo a todo momento" fragiliza reportagens e análises mais responsáveis.
Azenha, como sempre, botando a gente pra pensar, com textos como esse.
Grato ao Azenha, Conceição à equipe e ao Luiz Eduardo Soares.
Carlos Augusto Pereira, do Recife

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Nonato

28/11/2010 - 11h22

Prezadíssimo Azenha, sei que o texto não é seu, mas ao ser publicado no seu blog, que entendo como sendo uma referência na blogosfera livre e confiável, talvez tenha o seu aval. Assim, pegunto-lhe: o Estado brasileiro somente deveria agir quando tudo fosse perfeito? Deveríamos deixar os traficantes expandir sua ação, mais ainda, porque na polícia há corruptos? Para os habitantes dos morros é melhor os mesmos estarem ocupados por traficantes do que por UPPs?

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José Manoel

28/11/2010 - 11h16

Azenha: duas fora de pauta!!!!

– O comentário do tenente do BOPE ( do filme Tropa de Elite 2) dizendo que ele marcava o encontro de Deus com os criminosos foi tirada de um filme americano do Vingador ou do Jason Statham!!!! Portanto, não é original!!!! Ele deve ter visto o mesmo filme.

– O Cacciola vai passar o natal em Casa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Cuidado!!!!!! Ele pode fugir!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Marcelo de Matos

28/11/2010 - 10h28

(parte 2) Denunciou a existência da "banda podre" na cúpula da polícia carioca. A denúncia gerou uma crise que além da demissão custou a ele um exílio em Nova York para se proteger de ameaças de morte. Reconhecido como especialista em políticas públicas de segurança, ajudou a formular o plano do governo Lula”. O problema banda podre na polícia, porém, parece-me que é exacerbado em todos os seus pronunciamentos. Não deve ser colocado como prioridade, já que pode ser combatido ao mesmo tempo em que efetuam outros combates, como o atual no Complexo do Alemão. Em São Paulo a polícia acaba de prender o cabo Medina, que atuava no Gate, uma de suas tropas de elite, há dez anos. Medina matou uma jornalista e exigia o pagamento de resgate por parte da família. É assim: não é preciso desligar a TV para lixar as unhas.

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Marcelo de Matos

28/11/2010 - 10h27

(parte 1) O blogueiro Luiz Eduardo é, na verdade um antropólogo e escritor, autor de sete livros sobre segurança pública. Na administração teve passagens meteóricas: no governo Garotinho, no Rio, ficou 500 dias – essa passagem é descrita no livro Meu Casaco de General. “Após uma polêmica em que teria defendido a atitude do cineasta João Moreira Salles, que supostamente pagava mesada ao traficante Marcinho VP, Luiz Eduardo Soares foi demitido ao vivo no telejornal RJTV pelo então governador Garotinho”. No governo Lula foi mais breve: 300 dias. “Soares se demitiu do cargo de Secretário Nacional de Segurança Pública depois de ser acusado de irregularidades administrativas, incluindo a contratação de parentes. A atual e também a ex-mulher de Luiz Eduardo – ambas especializadas em questões de segurança pública – faziam parte da equipe dele. Soares ficou nacionalmente conhecido em 2000, quando coordenava o programa de segurança do Rio de Janeiro no governo Garotinho.

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Sandra Bitencourt

28/11/2010 - 09h42

Paulo Henrique Amorin, o criador da silga PIG, além de ter origem no PIG, se orgulha disso, pois em suas "palestras" (palestras??? de que???), pois bem, em suas palestras PHA, faz questão de informar que trabalhou na Glogo e na Veja, outra coisa, PHA foi o maior achincalhador de Lula num passado bem recente, só mudou de lado depois que Lula foi eleito e chegou ao poder.

Eu pergunto, dá para confiar numa pessoa dessas???

Outra, PHA jamais vai conseguir uma entrevista com Lula, ele já tentou por mais de uma vez, Lula o odeia, o odeia em particular pela denúncia deste contra a cobertura onde Lula mora até hoje em SBC e que pertence ao seu cumpadre, pela qual nunca pagou.

Tem muito moral de cueca por aí gente.

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    Gerson Carneiro

    28/11/2010 - 10h40

    O pior é quando existe "muita moral" que a gente não sabe se usa cueca, calcinha, fio dental ou anda mesmo com o enrugadinho de fora.

    Como você sabe tanto sobre PHA e sobre a Globo, hein. Especialmente sobre a Globo.
    Que fúria é essa em desmascarar o PHA? Já está claro que você odeia mais o PHA do que o próprio Lula.
    Pega leve senão daqui a pouco não será possível disfarçar quem é teu patrão.
    Por enquanto o povo ainda não desconfiou.

    Em tempo: pôe tua foto aí porque não dá pra confiar em uma sombra.

    Marcelo de Matos

    28/11/2010 - 11h06

    Sandra, as pessoas mudam de opinião durante a vida. O Roberto Freire não era do PCB e agora é do PPS? Não se candidatava por Pernambuco e agora se candidata (e se elege) por Sampa? Eu sempre fui de esquerda – nisso nunca mudei – embora alguns amigos digam que tenho idéias de direita. Já mudei em outras coisas. Por exemplo: destestava jiló e agora adoro a frutinha. Tem gente que toma chá de jiló para emagrecer. Nos bares de Beagá (ou Belô) o jiló é o dernier cri. Vai muito bem com uma cerva gelada. Fica aí a sugestão.

Fabio SP

28/11/2010 - 08h51

Então podemos deduzir que quem tacou fogo nos carros e ônibus foi a mídia e ponto final

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mac

28/11/2010 - 05h52

Deus é a salvação responder | reportar abuso 1
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down PESQUISA
postado:
28/11/2010 – 04h33
PREFIRO O SANTOS DO QUE O CORINTHIANS
VCS ACHAM O BRUNO CESAR GATO? 1 respostas | responder | reportar abuso 0
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down Profeta
postado:
28/11/2010 – 04h32
Aonde existe preto existe desgraça e miseria…ex Rio de Janeiro 1 respostas | responder | reportar abuso 3
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down quero que o mar pegue fogo
postado:
28/11/2010 – 04h30
quero que todo mundo se exploda.
quando mais policia corrupta e bandido se matarem melhor.
ta faltando os politicos levar chumbo tb.

Responder

mac

28/11/2010 - 05h52

28/11/2010 – 04h37
Como o Terra deixa tanta msg racista?isso não é crime?
Os negros ajudaram a criar a bossa nova no rio,assim o chique gospel,jazz e blues nos estados unidos
E depois o Rio,não esta assim por culpa dos negros,ele está assim,pq.bateu de frente com os traficantes,não quis fazer acordo como o psdb,eles estão mostrando p/o mundo,quem manda no Rio 2 respostas | responder | reportar abuso 2
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down Profeta
postado:
28/11/2010 – 04h36
Pretos so servem para ser escravo dos Brancos responder | reportar abuso 1
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down Profeta
postado:
28/11/2010 – 04h35
Se matar todos os pretos do Rio de Janeiro ai sim seria a Cidade Maravilhosa.

Responder

mac

28/11/2010 - 05h52

ultimos comentarios no portal terra http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,O…

próximo
anterior 1 de 118 Profeta
postado:
28/11/2010 – 04h43
Preto é maldição…ex Haiti responder | reportar abuso 3
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down PAULISTA
postado:
28/11/2010 – 04h41
DEPOIS QUANDO FALO DE NORDESTINO ACHAM RUIM responder | reportar abuso 3
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down Profeta
postado:
28/11/2010 – 04h39
Quanto mais preto morrer melhor! Hoje seria uma dia sagrado!! Muitos morreram hoje!! responder | reportar abuso 2
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down Frase do dia
postado:
28/11/2010 – 04h38
Mata um preto por dia e seja feliz! responder | reportar abuso 3
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down Chelsea
postado:

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Edson

28/11/2010 - 02h34

Bela peça produz o mancebo, delírio estético orgasmico, . . . . . Mas tem uma coisa boa nisto tudo, ele afirma que nao vai falar nada . . . . isso é bom, muito bom.

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Marcelo de Matos

27/11/2010 - 23h57

Pastiche, ou pasticho, segundo o Aurélio, é obra literária ou artística imitada servilmente de outra. Fernando de Barros e Silva diz na Folha de hoje: “Mídia quer fazer a realidade virar um Tropa de Elite 3”. A crítica é bem parecida com a de Luiz Eduardo. Outro pasticho? Fernando diz que a mídia está apresentando o conflito como um acerto final – o Globo fala em “O dia D da luta contra o tráfico”. Lembra que em 2008 o Bope pendurou na parte mais alta da mesma Vila Cruzeiro a sua bandeira preta com a caveira no centro. Afirma que os fatos deverão se repetir. Muito bem, então vamos falar o português claro. Todos afirmam que a ordem para a baderna sempre parte dos presídios. Quando iremos mudar a Constituição para permitir que as conversas entre traficantes, mafiosos e outros criminosos de alta periculosidade sejam gravadas ou filmadas? Se isso não for feito, a história de fato se repetirá. E como dizia Marx, a história só se repete como farsa ou tragédia.

Responder

Fabio_Passos

27/11/2010 - 23h54

E o Leonardo Sakamoto continua mostrando como funciona(?) a cabeça da nossa classe média…

"Vale-tudo: o Estado pode usar métodos de criminosos?" http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/11/27/o-est

"Relembrar é viver: as batalhas do tráfico sempre aconteceram longe dos olhos da classe média e da mídia, uma vez que a imensa maioria dos corpos contabilizados sempre é de jovens, pardos, negros, pobres, que se matam na conquista de territórios para venda de drogas ou pelas leis do tráfico. Os mais ricos sentem a violência, mas o que chega neles não é nem de perto o que os mais pobres são obrigados a viver no dia-a-dia. Mesmo no pau que está comendo hoje no Rio, sabemos que a maioria dos mortos não é de rico da orla, da Lagoa, da Barra ou do Cosme Velho.

(…)

Ninguém está defendendo o tráfico, muito menos traficantes (defendo a descriminalização das drogas como parte do processo de enfraquecimento dos traficantes, mas isso é história para outro post). O que está em jogo aqui é que tipo de Estado queremos e o tipo de sociedade que estamos nos tornando. Muitas das ações que estão ocorrendo vão criar uma sensação de segurança na população passageira e irreal, que vai durar até a próxima crise.
"

Responder

Marcelo de Matos

27/11/2010 - 23h10

Esse texto do Luiz Eduardo agradou a gregos e troianos, tanto que se encontra transcrito, também, no blog do Noblat. Atribui a maior parte dos problemas do tráfico à banda podre da polícia. Como não sou especialista, vejo a questão por outro ângulo: o maior problema é a ampla defesa que a Constituição confere aos presos, inclusive aos traficantes. Eles podem falar em particular com seus advogados, sem filmagem. É evidente que os advogados podem levar ordem dos traficantes para seus soldados. A OAB não quer reconhecer isso e é inflexível na manutenção do atual sistema. José Dirceu anteviu o problema, mas não foi fundo na análise: “O secretário de Segurança Pública do Rio, José Beltrame responsabiliza a situação vigente no sistema penitenciário pelos ataques feitos por criminosos desde o último final de semana. Em entrevista à Rede Globo o secretário confirmou que todos os indícios de que dispõe indicam que as ordens para as ações saíram dos grandes presídios”. O jurista Walter Maierovitch também entende que o problema é agravado pelo sistema penitenciário.

Responder

vanraz

27/11/2010 - 22h44

Azenha,
Peço licença para fazer um convite.
Pessoal,
vamos continuar VOTANDO NO PHA, no site: http://www.whopopular.com/Paulo-Amorim
OBS, Pode repetir o voto varias vezes no intervalo de 1 hora entre os votos.
Colem, divulguem. Coloquem em FAVORITOS.

Vejam como a votação está neste momento. Cadê o pessoal do PH?
Pessoal esse é o Rancking do WHOPOPULAR, para o melhor jornalista.
De ontem para hoje o PH pulou para sexto. VAMOS VOTAR PESSOAL!
http://www.vanraz.wordpress.com
1. Alexandre Garcia 12315
2. Nelson Rodrigues11772
3. Bóris Casoy 11708
4. Evaldo Torres 7125
5. Luis Nassif 6385
6. Paulo Amorim 6234
7. Reinaldo Azevedo
O QUINTO LUGAR ESTÁ PRÓXIMO!!!!!!

Responder

    Marco Túlio

    28/11/2010 - 14h41

    "Pode repetir o voto varias vezes"

    Affffff

mpnge scéptico

27/11/2010 - 21h00

E A FÁTIMA HEIN? JÁ FOI DE ENDOIDARHEHEHEHEI
Li no saco de distribuição do globo; mais ou menos isso , escrito para informa-lo com o melhor.
Queriam dizer escrito para fazê-lo acreditar que o certo é errado e vice versa hehehehe.
O médico abdel……….. com… digo transou alguém da globo?Se interessam muito por ele.hummmm!!!
Os donos daquelas armas nas mão dos" fora da lei", são os narizes brancos de pó. Se o policiamente
podesse ser ou ter a massa de uma operação regular, aconstância da mesma, talvez desencorajasse
o aumento das fileiras do exército marginal.
Agora a sorte está lançada; não há retorno sem a desmoralização completa do estado. Os fora da lei
infelizmente, colocaram-se num pontro onde a solução é o desbaratamento do tráfico.

Responder

Gerson Carneiro

27/11/2010 - 20h51

Acabou o ultimato, hein. Interessante é que o pessoalzinho dos Direitos Humanos não deu as caras. Pensei que fosse aparecer por lá para adotar uma meia dúzia de anjos.

Agora tudo que os militares devem fazer é: entrar no Complexo do Alemão, sentar o dedo, e amanhã cedo, nem precisa levar para o IML. Faz uma pilha, joga gasolina e taca fogo. Uma coivara.
Assim economiza com identificação e velório. Essa operação já está custosa demais.

Bem, o papo está bom mas tenho que sair com minha gata pra jantar e tomar um vinho.
Qualquer novidade me contem, hein.
Tiau, fui!
Ah, vou deixar o DVD ligado para gravar. Essa eu não quero perder.
Beijos.

Responder

    Conceição Lemes

    27/11/2010 - 21h05

    É uma gata, mesmo! Parabéns. Cuida bem dela, hein? Abração pros dois

    Gerson Carneiro

    27/11/2010 - 21h10

    Ela já estava impaciente… eu, no viomundo, atrasando a saída.
    Pedi pra ela ler esse comentário… Leu. Inicialmente emburrada, mas no final abriu aquele sorriso.
    Obrigado pela colaboração mais uma vez. O que seria desse baiano sem o viomundo?

    Conceição Lemes

    27/11/2010 - 21h14

    Gerson, desculpe-me. Eu fui acrescentar uma palavra ao meu comentário, acabei deletando o meu e o seu. Faço questão de repetir o que havia dito. A tua mulher é uma gata, mesmo. Eu vi a foto dela no encontro de blogueiros. Parabéns. Cuida bem dela, viu? Abração pros dois

    Gerson Carneiro

    28/11/2010 - 08h01

    Bem, chegando do jantar ela não me deixou mais ligar o computador.
    Ah, o amor. O amor nos deixa desinformados.
    Alguém saberia me informar como está o placar (militares x traficantes)?
    Espero que os militares estejam vencendo porque nada há mais na TV nesse domingão pra me divertir. Não tem nem fórmula 1, só o Faustão mais tarde. Tomara que alguma emissora exiba os melhores momentos da guerra no Rio.
    Ei, não sei o porquê que estão me negativando! Ficaram com inveja do meu jantar? Só pode, porque negativar sem contra argumentar dá a entender que é dor de cotovelo.
    Conceição, pode deixar desable a mãozinha pra baixo? Eu não gosto desse negócio de só eu argumentar e vencer e o povo ficar me negativando (essa foi em homenagem ao Smurf Ogênio rsrsrs…)

Pedro

27/11/2010 - 19h57

Toda verdade está sujeita ao tempo e ao espaço em que ela nasce e se desenvolve.

Responder

van

27/11/2010 - 19h52

Sorry, Sr Azenha!

Responder

van

27/11/2010 - 19h51

Sr. Nassif, favor fazer sinopse.
Obrigada.

Responder

Ramiro Tavares

27/11/2010 - 17h32

Não interessa ao sistema capitalista global que o grande negócio internacional que é o narcotráfico tenha prejuízos. Afinal com os exorbitantes lucros desse "negócio", financiam-se guerras, golpes suaves e PIGs em todo mundo cristão e civilizado.
Então a grande solução é o delivery! Desmantelar o tráfico, fazer prevenção do uso com seriedade dá em guerra.Mas não agir desse modo também dá em guerra. E aí estamos nós servindo de bucha de canhão por essa mania de imitar os hábitos e costumes dos States!
Tá danado! E vale ler: http://pedroayres.blogspot.com/2010/11/o-leviata-

Responder

J.L.Brandão Costa

27/11/2010 - 17h09

Luiz Eduardo Soares. Como, de hábito, bla, bla, bla e mais bla. É muito fácil ficar filosofando e tecendo teorias sofisticadas. A hora é de ação, e decisão. Depois, pensa-se em soluções e polícas de longo prazo. Ainda bem que não tivemos de aturá-lo, na midia, como de outras feitas, deitando abobrinhas.

Responder

    Haroldo Mourão Cunha

    27/11/2010 - 18h15

    Concordo que é hora de ação, mas não que seja mais um bla, bla, bla do Luiz Eduardo Soares. Por quanto tempo mais teremos que agir nos efeitos? Vamos combater as causas ou não? Esse, "Depois pensa-se soluções…" vai ser de quanto anos, décadas ou séculos? Vivemos isso de a muitas eras, a coisa se tornou insurpotável justamente por só se combater os efeitos. Acho até que proposital, pois assim chama-se mais atnção para o político de plantão, para o salvador da pátria. Rola muito dinheiro, prestígio e votos!!! As duas coisas devem ser feitas concomitantemente, como depreendi do texto, deixar escapar uma oportunidade dessas seria mais uma demonstração de estupidez, ou simplesmente a confirmação do que falei antes.

Pedro Zabaleta

27/11/2010 - 16h57

Parabéns pela matéria: ao autor e ao editor. Isto é Jornalismo (assim mesmo com J grande), e é também atitude política. Neste sentido a matéria transcende a questão da segurança pública. O mesmo raciocínio, desenvolvido pelo autor, vale para a questão da saúde (sistema econômico da doença x saúde pública), para a questão da corrupção na política, e para a educação. Para cada um dos grandes temas da construção da Nação precisamos diversas matérias educativas e esclarecedoras, como esta, para trocarmos o "achismo", tão característico de nossa cultura, pelo entendimento. Outras cidades, a maioria das grandes, inclusive a minha Porto Alegre, também tem problemas sérios, de relações de negócios entre polícia e criminosos, embora não tanto quanto o RJ. Dá tempo de salvar a todos. Mas a questão é POLÍTICA, e portanto é de responsabilidade de todo cidadão. Somente a sociedade civil organizada, na medida em que assume ser protagonista, pode comandar a transformação da sociedade, na direção do melhor proveito para a própria sociedade, e não para beneficio de alguns. A (r)evolução TEM que ser feita na educação, em um processo capaz de formar cidadãos livres, responsáveis, independentes e protagonistas. O que temos hoje é uma sociedade infantilizada, permanentemente buscando mãe e pai protetores, aceitando sempre a justificativa e versão do momento, incapaz de assumir a própria responsabilidade. A mim parece que o RJ, no tocante a segurança pública, comporta-se deste modo.

Responder

Marco Túlio

27/11/2010 - 16h26

Só falta aparecer alguém comentando que estava tudo planejado e que o Poder Público sabia que a transferência dos líderes para Catanduvas iria gerar os incêndios em série.
A primeira vez que se combate o tráfico de forma inteligente e efetiva (UPP's) e ainda aparece gente elucubrando frivolidades.
A polícia não é um exemplo…tudo bem…mas tá melhorando a olhos vistos…talvez aí da cadeirinha com uma coca-cola do lado vcs não vejam…mas está.
A quem importa se o Cabral é de direita, esquerda, centro ou a pqp ou se a Globo faz a acobertura assim ou assado?
Isso aí não é política. É crime organizado e dos grandes, polianas.
O exécito não é pra isso…tá…qdo sua casa tiver pegando fogo e o extintor esvaziar, não use água tratada…ela não é pra isso. Vá comprar outro extintor.

Vão lamber sabão.

Responder

Luci

27/11/2010 - 14h28

Li e reli o que escreveu Luiz Eduardo Soares, tem conhecimento do viés político da Operação. Supostamente é uma operação contra o tráfico ostensivo: aquele que a qualquer hora do dia ou da noite homens são flagrados exibindo armas, falando ao celular, nos rádios, aterrorizando moradores e, demonstrando um poder que eles não tem. Estão sendo expulsos, mas a matéria (excelente) demonstra o que vai permanacer, como vai permanecer e porque vai permancer. É o combate ao amadorismo e exibicionismo.Junto com os supostos traficantes estão sendo expulsos alguns moradores acuados e com medo. Some-se a esta a matéria "Festa das Olimpiadas no Rio não é Para Pobres".

Responder

Roberto Locatelli

27/11/2010 - 12h47

Esta é a melhor análise que já li sobre a situação no Rio.
Parabéns ao prof. Soares por elaborá-lo e ao Azenha por reproduzi-lo.

Na velha mídia não encontraremos nada que chegue perto dessa lucidez.

Responder

    Jairo_Beraldo

    27/11/2010 - 16h08

    Locatelli….vc está de brincadeira…."Na velha mídia não encontraremos nada que chegue perto dessa lucidez."?

    Eu diria assim….
    "Na velha mídia não encontraremos nada que tenha lucidez."

    José Manoel

    28/11/2010 - 11h10

    Lembrem-se todos: BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Marcelo de Matos

27/11/2010 - 12h43

Um belo texto e uma belíssima ilustração. Nada mais. Quanto ao conteúdo, penso que o Estado não pode prescindir da autoridade. Porque há policiais corruptos não se deve combater o crime? Claro que o combate deve ser nas duas frentes – contra a corrupção e o crime. O blog devia fazer uma enquete: quem é contra ou a favor do enfrentamento que ocorre agora no Rio? Seria o mesmo que perguntar – quem é a favor ou contra a pena de morte? Como dizia Machado de Assis – Há verdades que melhor se dizem calando. Tem gente dizendo que a direita é a favor da repressão. A esquerda não? Que eu saiba a China, Cuba e a Rússia (até hoje) não abrem mão da autoridade? E os aiatolás? Eles são de direita? Vamos falar sério – não dá para prescindir da disciplina e da ordem. Vocês já viram o que está acontecendo nas escolas públicas que já tiveram ensino de primeira qualidade?

Responder

Marcelo de Matos

27/11/2010 - 12h26

Eu fui lendo o texto até esta passagem: “Não há nenhuma modalidade importante de ação criminal no Rio de que segmentos policiais corruptos estejam ausentes. E só por isso que ainda existe tráfico armado, assim como as milícias”. Policiais corruptos há em qualquer parte do mundo. Não só policiais: o blog do Fernando Rodrigues informa que “De janeiro de 2003 a outubro de 2010, foram expulsos do serviço público federal 2.802 funcionários, segundo relatório da Controladoria-Geral da União.” Por essa razão o Estado deve ficar de braços cruzados diante do crime? Ou deve agir nas duas frentes, contra os policiais corruptos e o crime? Embora me considere de esquerda, alguns amigos dizem que tenho idéias de direita. Pouco me importa. Sou contra o democratismo e o anarquismo. Penso que o Estado não pode abrir mão da autoridade. Essa ideologia da plena liberdade arrasou o ensino público: não pode repreender, não pode expulsar. Aí os garotos acabam batendo nos professores. A escola é um microcosmo da sociedade. O que ocorre aqui ocorre lá.

Responder

Eduardo

27/11/2010 - 11h41

A verdade é que ninguém quer, ou melhor, não consegue mexer nas estruturas policiais, assim como também não se mexe com a estrutura do Judiciário e do Legislativo, igualmente contaminados, inexoravelmente, pela corrupção endemica. São cartórios que vieram lá da época do Brasil colonia. As policias do Brasil são as mais arcaicas e desatualizadas do mundo em razão de suas estruturas feudais e divididas em casta: oficialato e delegados, e do outro lado, não ficial e não delegados. O famigerado inquérito policial é a maior fonte de corrupção e impunidade. Os governos brincam de fazer segurança, ou como nos governos demotucanos, desmoralizam as instuições, atirando-as umas contra as outras para governar o caos e deixando a população refém da insegurança pública.

Responder

Ernesto

27/11/2010 - 11h13

Amigos,

Na segunda-feira desta semana, meu filho Thiago Camelo entrevistou o Luis Eduardo Soares. Como depois disso ele tomou a decisão de se manter calado, só se manifestando através do próprio blog, esta é a única entrevista dada por ele desde que começaram os conflitos desta semana.
http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/o-t

Responder

Paulo Roberto

27/11/2010 - 10h57

"Em primeiro lugar, (as polícias) deveriam parar de traficar e de associar-se aos traficantes, nos “arregos” celebrados por suas bandas podres, à luz do dia, diante de todos. Deveriam parar de negociar armas com traficantes, o que as bandas podres fazem, sistematicamente."

Esse é ponto.
Só faltou acrescentar que o crime também tem seus representantes no poder judiciário e na política. Os verdadeiros comandantes do crime organizado não estão nos morros, lá só estão os soldados…

Responder

    Roberto Locatelli

    27/11/2010 - 12h44

    Acertou na mosca. Há os chefes da favela. Mas os chefes dos chefes estão em Ipanema e no Leblon, em suas mansões. São empresários, advogados e juízes.

    Jairo_Beraldo

    27/11/2010 - 16h08

    Bateu pesado, hein?

Marcelo Ramos

27/11/2010 - 09h43

Engraçado como, até em um texto, as pessoas têm o hábito de ler o texto recortado, só lêem o que querem. Falando como Fluminense que morou em Niterói até os 30, o artigo tece um quadro completo da situação. A mídia faz sua parte (negativa) amplificando e exagerando certas situações como se o tráfico estivesse em pleno poder, mas o que ocorre é exatamente o contrário. Como muito bem demonstrou o artigo, o tráfico está sendo vencido. E em nenhuma batalha, um oponente desiste sem luta.

Responder

Sandra Bitencourt

27/11/2010 - 08h00

Caraca meu, lendo o que essa turma escreve por aqui, parece que toda a culpa por tudo de errado que acontece no país é da Globo, eita gente de visão curta…

Só pra lembrar, o cara que inventou essa tal de siglga PIG, era da Globo, até aí nada de mais, o problema é que esse cara hoje que faz os comentários mais torpes e levianos, contra quem é contra o governo de turno, claramente a soldo, era o mesmo que achicalhava o Lula, num passado bem recente, foi ele quem denunciou que Lula morava numa cobertura duplex em SBC (mora até hoje), sem pagar que e pertence ao seu cumpadre, o mesmo que levou o espólio da Varig, pois bem, foi esse mesmo criador da silga PIG que achincalhava Lula e que idolatrava Fernando Henrique Cardoso… ou eu estou mentindo??? FHC levou a eleição no primeiro turno, certa vez, essse hoje blogueiro progressista (quem disse que são progressistas??? eles mesmos???), foi perguntado sobre esse fato e respondeu… "FHC venceria a eleição em primeiro turno de qualquer maneira"…. dá pra confiar num cara desses???

Responder

    Remindo Sauim

    27/11/2010 - 10h52

    O, meu. Vai lá para os blogues da Veja.

    Jotaroberto

    27/11/2010 - 12h47

    Ih… esse disfarce de mulher é manjado.

    Adroaldo Lima L.

    27/11/2010 - 16h44

    soh 60% eh culpa da globo. quem inventou PiG nunca foi da globo. muitos desciam o cacete no lula e depois depararam-se com gente pior que ele como fhc e voce. nao, voce nao estah mentindo apenas soh nao sabe o que fala. nao, nao dah pra confiar em ninguem a nao ser em si mesmo (sua mae nao ensinou-lhe isso?).

Gilson Cabral

27/11/2010 - 07h12

Terminando o meu comentário, tenho duas informações de extrema relevância, uma , digamos, péssima, e a outra também, digamos, que melhor, não há. Então, aquela famosa brincadeira.Qual, vocês querem primeiro?
Vou começãr, pela péssima, que é , a seguinte, pobre não é só aquele sujeito, que está andando pelas, ruas ao, relento, ou está morando, na favela. Pobre, somos, nós, Enfermeiros, Policiais, Professores, basta ver pesquisa sobre violência e criminalidade, no meio, sobre os nossos filhos, isso, é desespero, despreparo, de pais, em educar os filhos, e dos filhos, que cresce, vendo, esse mundo de " SUCESSO", é triste. E prá finalizar a notícia ótima, é que podemos , temos tempo de melhorar, tudo, pois o mundo não vai acabar daqui à três, dias, temos, tempo prá amar. Obrigado, tiau.

Responder

Wanderson Brum

27/11/2010 - 04h42

É uma piada triste mais parece que o crime organizado está acabando com o crime organizado…

Responder

    Jairo_Beraldo

    27/11/2010 - 16h09

    Sinal de novos tempos!

    Lucilia Wuillaume

    28/11/2010 - 10h41

    Pelo que entendi o crime organizado (as milícias) está acabando com o crime desorganizado (traficantes dos morros).

    José Manoel

    28/11/2010 - 11h11

    Ou seja, briga de cachorro grande!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! hhahahahahahahahahah

Cícero

27/11/2010 - 02h30

Concordo, em parte, com o comentário postado abaixo, onde se diz que a grande mídia criminaliza o pobre. Sei o quanto é difícil e, por vezes, amarga a vida das famílias que, a duras penas, buscam sobreviver em meio à deformação social dos morros e favelas das grandes cidades. Meninos que crescem em meio a tiroteios, a dor da exclusão social, sofrendo a dor da fome. Porém, nada justifica sair por aí matando, incendiando carros, levando pânico à população.

Há tantas pessoas nascidas no morro que sofreram, mas lutaram, venceram, não se fizeram bandidos. Há tantos médicos, engenheiros, professores, pedreiros, eletricistas, carpinteiros nascidos no morro! Cito, como exemplo, um menino de origem humilde, que não´nasceu no morro, mas que passou fome, foi vendedor de laranjas, caçador de caranguejo, ajudante de tintureiro, engraxate, torneiro mecânico e, finalmente, presidente do Brasil, Lula.

Portanto, valer-se da condição de pobre como subterfúgio para o crime, não justifica. Bandido é bandido, independente de sua condição social. O crime organizado tem de ser combatido com rigor, com todas as forças legalistas possíveis. A ação criminosa desses grupos põem em xeque o estado democrático de direito e a própria soberania nacional.

Responder

    Remindo Sauim

    27/11/2010 - 10h57

    O problema é que no mundo todo fica muito difícil identificar quem é o bandido e quem é o mocinho. Comparando as proporções, tem muito mais bandido com grana do que pobre. Agora, os de grana a sociedade acha bacana. O cara tem carrão, mulheres bonitas, barco.

    Jairo_Beraldo

    27/11/2010 - 16h11

    E altos cargos. Enquanto enforcamos os ladrões de galinha, batemos palmas para os grandes ladrões.

Leonardo

27/11/2010 - 01h16

Mas o que eu vejo por aqui? Uma guerra civil no rio de janeiro e todos os dias aqui só se fala em midia, atacando-se órgãos da imprensa como se isso fosse a coisa mais importante nesse momento.

Só se fala em midia o tempo todo, ninguém tem a menor preocupação com o que está acontecendo no rio?

Olhando esses comentários e os textos, fica parecendo que a guerra das pessoas aqui é contra a globo, nao contra os bandidos armados que aterrorizam o rio de janeiro há mais de 30 anos!

Cabral mandou o Bope, Lula mandou o exercito.

E aqui só se fala em globo?

Responder

    Gustavo Pamplona

    27/11/2010 - 01h40

    Leonardo… o inimigo maior se chama Globo.

    Ela é a ameaça terrorista deste país… digo até mais… é um câncer que deve ser extirpado… mas infelizmente a metástase já ocorreu faz tempo.

    Nós, blogueiros sujos e porque não, comentaristas sujos, devemos sujar a Globo com nossas imundícies

    José Manoel

    28/11/2010 - 11h11

    Aprovado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    dbacellar

    27/11/2010 - 03h19

    O que acontece nas favelas do Rio é uma operação policial com a presença de forças armadas estaduais (apropriadas, as polícias militar e civil) e federais (não tão apropriadas, Exército e Marinha – Aeronáutica também? – pois não têm o treinamento adequado).

    O que acontece na Globo, é uma peça de ficção, onde bandidos matam bandidos e todos ficam felizes no final. Nem no velho oeste de verdade era assim. Só nos filmes.

    O fato de a Globo glamurizar mortes 'justas' de criminosos é muito mais importante – e perigoso – que o fato de criminosos atuarem armados, seja para atacar a sociedade organizada, seja para defender seu 'local de trabalho'. Vi e ouvi pessoas de classe média, que trabalham em um escritório comigo, acompanhando notícias em portais de Internet e fazendo comentários do tipo 'por que deixaram esses aí fugir?', com a resposta 'é, deveriam atirar pelas costas mesmo, mas aí vem o pessoal dos direitos humanos e reclama'.

    Dá para perceber como o clima de 'assassinato justificado' é socialmente perigoso? Ninguém lucrou com a situação de assassinatos em série e por vingança no oeste americano do século XIX. Precisaram acabar com aquilo com uso de mais justiça, maior força policial etc.

    Justiça seja feita, entretanto, em relação a seu comentário: a Globo não é o grande manipulador de mentes. O processo é mais complexo: o conservadorismo da classe média urbana pauta a Globo, que, num processo de retroalimentação, incentiva este tipo de pensamento. Eles têm o poder e o conhecimento para quebrar este circulo vicioso, mas não querem. Por isso são o assunto deste blog.

    Pedro

    27/11/2010 - 04h13

    Nao é isso que ele fala, caro Leonardo. Ele diz que não se pode ficar sempre com essa visão pequena sobre os problemas de segurança do Rio; que deve se dever buscar uma política de longo prazo, não uma pautada pelas crises. Um dos fatos para que o tráfico aterrorize o Rio à 3 décadas, como você disse, é exatamente a falta de uma política verdadeira de segurança pública. Cabral demonstra que agora, talvez, estajam sendo criadas ações verdadeiras de combate ao tráfico. Pessoalmente, acho que o que estamos vendo no Rio é a reação da bandidagem exatamente contra isso.

    Ele cita a mídia porque ela continua a perpetuar a visão pequena só de crise, de não olhar para as diversas nuances do problema. É essa a crítica à mídia, que parece que a muito tempo deixou de informar verdadeiramente a população.

    Fábio Venâncio

    27/11/2010 - 06h30

    Leonardo ,oque aconteceu aqui em São paulo em 2006 foi mais grave que isto que está acontecendo no Rio.
    Em 2006 o estado de São Paulo inteiro ficou refem do PCC.Centenas de vidas foram perdidas em poucos dias.A polícia ficou acoada nos seus batalhões ,cias ,pelotões e nas delegacias.O cidadão de bem ficou trancado em suas casas ,inseguro e com medo,enquanto os marginais aproveitaram para aumentar o numero de crimes cometidos ,com a polícia ausente.
    Desde então o PCC ,que o governo de São Paulo insinua estar desarticulado,está presente em todas as cidades do estado,reinado absoluto .O consumo de drogas só aumenta ,não só nas grandes cidades como também nas pequenas ,que antes eram chamadas de pacatas.
    Na cidade de São Paulo existem muitos bairos e favelas em que a polícia não entra ,pois tem medo,quem dirá o cidadão de bem.
    Oque estamos vendo no Rio de Janeiro,é o Estado ocupando os lugares onde ele não estava presente e afugentando quem estava ocupando o lugar do estado com violencia ,injustiça e sem democracia.
    É isso que a globo não mostra .É isso que a globo não fala.
    Jornalismo marrom ,parcial que só explora a desgraça alheia ,que quer ver sangue e que espalha o medo e o terror entre a população.
    É esse o mal da globo ,é isso que somos contra .

    Leonardo

    27/11/2010 - 09h05

    Todos sabemos as mazelas da nossa midia. Só que a meu ver, nao existem santinhos nessa história. É tudo um jogo de interesse. Hoje quem critica a globo, na verdade, quer o seu lugar.

    Nesse momento eu nem entro nessa questão. O que acho estranhíssimo é que se cair um meteoro e destruir qualquer cidade do Brasil, aqui e em outros locais voces vao estar discutindo e criticando os meios de comunicação, como se isso fosse a coisa mais importante do mundo!

    Num momento como esse, com os acontecimentos que temos presenciado, causa-me estranheza total que algumas pessoas nao tirem a globo da cabeça.

    Cabral mandou o BOPE, Lula enviou os milicos. Mas a culpa das mazelas do mundo, é da globo, é da imprensa.

    Remindo Sauim

    27/11/2010 - 11h00

    É que o tipo de jornalismo que a Globo faz também é criminosa. Lembrem-se da eleiçáo do Brizola para governador.

    Jairo_Beraldo

    27/11/2010 - 16h14

    Estes que estão metidos nesta, como voce diz, guerra civil, é a geração Xuxa…cria e rainha das bestas "globais"…e isso é mídia…mídia como voce coloca, não é só jornalismo, é também as porcarias que a globo enfiou goela abaixo da molecada.

    Sonho?

    27/11/2010 - 17h23

    A Globo enfiou goela abaixo da molecada, o que a apresentadora indicava:"Corra atrás de seus sonhos", infelizmente o menino e o jovem pobre não tem direito de correr atrás de sonhos. Sonho é para meninos e jovens ricos, cujos pais bancam os sonhos.Pobre tem que ralar desde pequeno. Hoje o que vemos é o pesadelo de quem correu atrás dos sonhos e se esqueceu que é parte do grupo dos marginalizados e excluidos deste país, cujos governantes não lhes dedica esforço e tempo suficiente para integrá-los à cidadania.Hoje é bala e algema, este é o sonho.

    Jairo_Beraldo

    28/11/2010 - 16h00

    A globo enfiou o preconceito, a homofobia, a xenofobia, o desrespeito às instituições, a eliminação da ética, do caráter, da responsabilidade. Ela NUNCA fez algo bom para o país. Ainda hoje, aquela jornalista da velha guarda, Leilane Neubarth, mostrou o que eu exponho aqui…nós, na visão deles, somos um país de merda, feito por gente sórdida, que tudo de bom, é o AMERICANO, que eu chamo de estadunidense.São uma casta de mau carater, que tem na Xuxa a imagem que eles querem…uma pessoa sem escrúpulos, que se fez uma vaca de "alta linhagem", que escolheu o touro para reprodutor.

Cícero

27/11/2010 - 00h49

Excelente texto.

No que se refere a uma "reforma radical das polícias..", na minha opinião, há de contemplar sempre melhores salários para os policiais, criação de conjuntos residenciais exclusivos para moradia do policial e de sua família, além de transporte público para deslocamento de policiais do seu bairro ao posto de trabalho

Muitos policiais moram em comunidades dominadas por facções criminosas. E nessa convivência diária, acabam, por razões diversas, especialmente financeiras, engrossando as hostes do crime organizado.

A criação de conjuntos residenciais para os agentes que atuam na área de repressão e combate ao crime distanciaria o policial e sua família do seio das organizações criminosas, ao mesmo tempo em que reuniria os agentes da Polícia num mesmo espaço habitacional, possibilanto a formação de um vínculo maior de amizade, solidariedade e comprometimento entre os policias e suas famílias.

Todo os dias, ao me deslocar de minha cidade para a cidade onde trabalho, encontro ao longo da Rodovia Presidente Dutra, policiais pedindo carona, correndo o risco de serem mortos por bandidos ali mesmo, na beira do caminho; isso depois de trabalharem o dia inteiro trocando tiros com marginais. Faço esse trajeto há 14 anos. São quase sempre os mesmos policiais que todos os dias observo à beira da estrada. Às vezes, páro e ofereço carona, especialmente quando está chovendo. Pedir carona fardado, com a arma no coldre, na beira da estrada, deve ser, no mínimo, humilhante para o policial. Os governos estaduais deveriam disponibilizar ônibus para a polícia transportar seus agentes, da cidade onde moram até a cidade onde trabalham. Especialmente São Paulo, que participa com cerca de um terço do PIB nacional e, pois, o estado mais rico da nação.

Portanto, qualquer medida que vise a melhorar a estrutura e o desempenho das Polícias há de ter em conta esse trinômio: salário-transporte-moradia.

Responder

van

27/11/2010 - 00h00

Primeiramente, tem que cadastrar todo mundo.
Impossível? Por quê? Já que a polícia toda, tanques, tudo, situação de guerra tá armada, no mínimo têm que ter atitude, planificação. Cadê a logística?
Depois, tem que negociar tudo, entrega de armas, opções algum jeito há de ter. Uma bolsa recuperação. Internar quem estiver precisando por vícios os mais diversos.
Enfim tem que mostrar que a sociedade tá ligada. Que as medidas que vão ser tomadas não vão ser terroristas, alarmistas, uma verdadeira guerra armada pelas ruas, com criança DE COLO passando e a TV mostrando igual Sonia Abrão , datena o casal 45, dentre outros.

Será que os bispos do Brasil tão ávidos em defender a vida, na campanha, estão ZZZzzzzzzzzzzzZZZZZzzzzzzzzzzz e ronc, por que a sociedade não se manifesta de uma forma civilizada como gostaria de ser tratada.
Nem todo mundo que lá está é marginal. Não tô falando das pessoas que trabalham, estudam etc. To falando das pessoas que vivem na marginalidade por falta total de opção. E é todo mundo muito jovem.
Acho que a favela é a nova senzala.

Responder

Gilson Cabral

26/11/2010 - 23h24

Água, banho, dignidade, vai exigir, ordem?E os privilégios, alto salários, públicos e privados, agora já existe o mixto, nem público e nem privado, é terceirizado, uma forma de dizer que aquele bem público agora é particular, não há nenhuma regra para gastar o nosso dinheiro. Não lhes faltam nenhum tipo de mordomias, taí ó veja nas ruas, mendigos, e carrão de luxo, é cada um rapaiz! Valeu obrigado.Desculpe o português, gilsoneliascabral@ig.com.br

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Gilson Cabral

26/11/2010 - 23h20

Ela pede atenção , quer ser higienizada, precisa, de vitaminas, está hipotérmica, de um energético, de anti bióticos, sua infecão, é importante, o remédio? Amor ao seu próximo, não aquele seu parente, que vive ao seu lado, não, estou falando, daquele cara que está lá na cracolandia, ou foi levado, pelo samu, ao hospital, público, mais próximo, que vai lhe oferecer algumas das condições, básicas, e diganas de vida, pelo menos, por algumas horas , ou quem sabe, por alguns, dias, depois, ele é empurrado, porta a fora pelo s, social, sem solução, é a sociedade, mer mão, falta educação, respeito, e ajuda, o estado, que tem leis"humanas", no papel, dificulta uma vasectomia, uma ligadura de trompas, um aborto, que nega pão , cobertor, telhado,

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Gilson Cabral

26/11/2010 - 23h13

É a estupidez, o que sai da boca do homem , falta respeito, disciplina, não é ditadura não, é ordem no galinheiro mesmo, tém gente, que fica a noite inteira na balada, depois vai ao hospital, público, quebra toda a emergência, faz um show de puta, e ganha a maior atenção, aparece até a diretoria, prá acalmar, o setor, aquele bêbado, irresponsável, que usou cachaça, não foi trabalhar, bateu, destruiu um carro a mureta pública, não vai pagar por nada" ÁLCOOLISMO, É DOENÇA", e fica tudo certo, induto para estuprador, assassino, serial killer, é a estupidez, a ignorância e a violência em pessoa, é micro onda de pneus, corpos no rio dentro de auto, execução a bala, estupro, homofobia, pedofilia, a sociedade, está gramemente, doente…

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    Pedro

    27/11/2010 - 04h17

    Sobre isso, não acho que a sociedade esteja rapidamente em estado de deteriorização, como proclamam alguns arautos do Apocalipse, simplesmente agora uma pessoa sabe mais sobre o mundo, com a velocidade de informação, do que antes. Óbvio que existem problemas, porém não são tão diferentes assim do eram os do passado,

Gilson Cabral

26/11/2010 - 23h06

Desespero drogas, mãe, transando com filho, como, li outro dia, professora, posando, de sexy, são os bizarros, termo chique para traduzir, obsceno, desgraça,não é mesmo! Tem jeito prá tudo, só não tem jeito é prá falta de dinheiro, amor, e compromisso com o cidadão, que mora lá no morro, no carnaval, aparece subsídio da prefeitura, é tudo, lindo, e vamos fumar um cigarrinho lá na calçada, da empresa, é um direito adquirido, aqui em São Paulo, SP, em frente aquele Instituto do Cancer, Otavio, , parece um rio de bitucas de cigarro , não é de se estranhar, que aquelas pessoas, seus familiares, estejam, com uma mortal, doença…

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marcelo mesquita

26/11/2010 - 23h06

me parece que beltrame é um secretário honesto e vem tirando os policiais corruptos do governo, o que é o mais importante. Ele (soares) é o "bom" e o resto é uma merda, sem política pra segurança. Complicado isso. Pergunto se soares assumisse o governo (obviamente, não toparia) o que faria? O contraponto é importante. Mas que discursinho é esse dele escrever aqui que não tem nada a dizer ou escrever, mas escreve… E eu e um monte leem. Saquinho… Parece que os viciados em crack estão sendo "contratados" pelos traficantes para incendiar automóveis (500 para ônibus e 250 pra carro). Fazer o que? Hoje vi duas matérias na TV de marginais presos antes de incendiar carros. As figuras presas eram cacos de gente, meio que confirmando a história dos craqueiros. O que fazer? Ler focault? Soares não escreve, mas pergunto: por que são paulo e rio não se unem contra a bandidagem? Na eleição, a cobrança vira demagogia. Será que alkmin aceitaria fazer acordos com o governo federal e o do rio pra botar pra quebrar contra a bandidagem? Duvido. Já está de olho em brasília 2014 e são paulo não precisa de ajuda, não é? É uma "máquina"… Coisas práticas são necessárias. Mas pouco se fala disso. E nossos sociólogos só reclamam. Êta, ferro! "A cidade foi à lona", soares escreve… Nem parece que mora aqui no rio, pois a cidade continua trabalhando. Além disso, hoje, o que mais a galera falava era a favor da ação da polícia; mas também reclamava contra a filmagem ao vivo da TV – o que todos me diziam é que a filmagem, além de assustar a população, num freak show, poderia atrapalhar a ação policial. Lembro que a globo mostrou, logo após a fuga dos bandidos, policiais se aproximando do mesmo lugar da fuga, na vila cruzeiro, um grupo explorador do bope. Pergunta: os bandidos não estavam vendo a mesma imagem? Nossos policiais não estariam em risco com aquela filmagem? Obviamente, para soares, esta é uma questão menor, pois ela é do presente e ele, soares, só pensa "no que pode acontecer". Saco… Lembro quando a equipe do Core, da policia civil do rio, prendeu elias maluco, o assassino do jornalista tim lopes, uma equipe formada na maiora por jovens recém contratados pela então governadora benedita da silva, comemorou como se fosse uma copa do mundo. Benedita foi a um rádio e contatou todos os policias, agradecendo o profissionalismo deles, numa cena bonita, pra levantar o astral da polícia e da cidade, por que não? Mas, benedita não foi reeleita; quem se elegeu foi rosinha garotinho, cujo secretário de polícia hoje está preso por envolvimento com a milícia. Êta, nóis. Soares detona tudo e todos. Pelo visto, todos são ruins. Mas ele também não diz quem é quem. Deixa pra lá…

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Fernando Marques

26/11/2010 - 23h04

Estão tentando levantar nobres bandeiras e elevados ideais para colar neste esfarrapado exército de brancaleones. Infelizmente não existem. Desatino é desatino e ponto final.

Quando o comerciante chefe do varejo do Vidigal sai do seu castelo para se esbaldar, madrugada adentro, no baile da droga na Rocinha com um comboio de vários carros pelas ruas do Rio, com a esfarrapada soldadesca armada até os dentes com bazucas de guerra não podemos ver, por trás deste rocambolesco desfile militar, nenhum nobre ideal embutido. Desatino é desatino e ponto final.

Infelizmente a cidadania não sobrevive com deslumbrados desatinados portando armas de guerra (privativas das forças armadas) pelas vias públicas, dispostos a abater quem se interpor em seu caminho.

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Gilson Cabral

26/11/2010 - 23h02

Qualquer intituição pública ou privada, com os seus chefes e subordinados, numa verdadeira enxurrada de lama , sem ética, todos querendo dar para o bonitão, o comer aquela secretária boazuda, ou vender aquele produto que vai sair, de produção. Falta educação, respeito, ética, filosofia, epistemologia, todas as logias, possíveis, Então prá que a surpresa, quem planta vento, colhe tempestade amigo, dá no que deu, desespero, carros incendiados, choro desespero, e como disse o autor do texto, chama o açougueiro de plantão, não há nenhuma necessidade, de especialidade, não,é vietinã, como dizem lá na empresa, é guerra, tudo contaminado, mesmo, salve-se, quem puder.

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marcio gaúcho

26/11/2010 - 22h56

Excelente comentário. Porém, faltou um detalhe: para acabar com o tráfico de drogas, precisam tomar consciência a freguesia cheiradora e a classe dominante carioca. Sem freguês – sem mercadoria vendida. Falência do negócio e recuperação da saúde das famílias.

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Gilson Cabral

26/11/2010 - 22h56

Como será então no outro dia hein?Eu digo isso porque a sociedade, está perdendo a noção de respeito, de hierarquia, não porque é impossível, mas porque os valores foram perdidos, vejam Berlusconi na Itália, vovõ transandos com várias meninas, de dezoito, e tá tudo bem, aqui á pouco o ex presidente Itamar, com uma mulher sem calcinha, agora o cara é senador, religiosos pedófilos, se metendo na saúde pública, ao lado do sujeito que pagou a reforma da igreja de Aparecida, para a visita do papa, é claro com o dinheiro, do povão, de todas as crenças.

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Gilson Cabral

26/11/2010 - 22h51

E no outro dia as coisas voltam ao normal, como será então o salário, o tratamento, será que vai dar um bom dia melhor prá quele funcionário, da limpeza que convive ao seu lado, será que vai enchergálo como um ser humano que está ali, por detráz daquele horroroso, uniforme que instintivamente, já diz esse sujeito, aqui,foi negligênciados, de todas as formas, por todos, até por sí mesmo,nem ele se deu valor, é por aí, da mesma maneira que torcemos, para os nossos filhos, serem felizes, terem sucesso, devemos, ter para os nossos semelhante,não adianta, eu me esconder em uma muralha, num castelo, farto, e lá fora a bala, a droga, a desgraça, corre a trezentos por hora.

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Gilson Cabral

26/11/2010 - 22h46

Combater a hipocrisia, as drogas lícitas, que enriquecem e até dão fama, "país da cachaça ", não seria mais apropriado, dizer dos acidentes automobilísticos, da cirrose, do cancer de pulmão, da poluiçaõ, do ar, dos carros. Vamos inverter, o empregado, vai por um dia inteirinho ser o patrão, e vice-versa, o patrão por um plantã inteirinho, vai ser o empregado, o moto boy, louco pela produção, ou o limpador de vidros, pendurado, numa corda, no abiçal edifício, todo molhado, ou aquele com a apasinha, recolhento o lixo, passando e torcendo o mop, o dia todo, o ano todo, calma, vai ser só por um dia, mas tem que ser inteirinho, do começo ao fim, inclusive, com aqueles lanches, tipo pão com margarina, que é servido, quando é servido.

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Gilson Cabral

26/11/2010 - 22h41

Um choque de vida, de respeito, ao próximo, não só entre pessoas, mas principalmente a vida, aos animais, o planeta, rios, ar, paisagens. Vamos começar essa luta, primeiro , inicialmente, contra a hipocrisia, que está atrelada ao capitalismo, temos que criar um meio termo, não dá prá viver, só de lucro, explorando, nos comerciais, da mídia que vendem tudo, enchem o mundo de porcarias, e derivados, de porcaris, produtos, e derivados , o plano b do que não serve prá nada, igual aqueles tapawer, que nem o original, nem o similar, não faz nenhum bém ao planeta, mas está aí, é prático, é barato, vamos, e o micro ondas, será que é saudável, eu uso.

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Gilson Cabral

26/11/2010 - 22h36

Tudo liberado, " ANDAR NÚ " é que nem índio sem maldades, do jeito que chegamos por aqui, sem nenhuma malícia, ou proibição, um verdadeiro sentimento de respeito, igual um filho, dando banho no pai enfermo, ou na mãe, vó, irmã, por aí. Andar de graça no metrô, e no õnibus, com direito a atravessar o planeta, ida e volta é lógico, se eu sei bem, acabou o plano, largam, o sujeito lá na Austrália, para os crocodilos fazerem um petisco do pobre, "num presta prá nada mesmo". faltar do serviço, sem desconto,no pagamento, comer de graça nos melhores restaurante, aqueles palmitões, ovinhos de codorno, champinhon, truta, escargô, o que quiser é só pedir,

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Gilson Cabral

26/11/2010 - 22h30

Meus caros leitores, se eu lhes dissesse que o mundo iria acabar lá pela terça feira, ou seja daqui á três dias, será que alguém nesse mundo, iria se preocupar com o dinheiro? Ou com roupa bonita? Carrões? Então é isso aí, o que o mundo precisa é de um dia de ação de graças, tudo liberado, igual leite na fazenda, em dia de sexta feira da paixão, os pobres, todos comem o seu arroz doce quentinho, com canela, é democrático, pelo menos naquele dia, todos são iguais, tem o mesmo direito, respeitado, considerado, como um ser que deve ser ouvido e respeitado, indiferentemente, da sua gorda sei lá até talvez muitas vezes desonesta gorda conta bancária.

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Preocupado-RJ

26/11/2010 - 22h23

…continuação..Nenhuma autoridade dos três poderes,personalidade públicas ou privada cobra dos responsáveis por estas arbitrariedades descomunal e vergonhosamente internacional no sentido de ouvir os jovens presos e injustiçados e seus familiares. A omissão é vergonhosa e covarde. O nosso Frei Caneca sempre diz: " ….quem morre todo dia, não tem medo da morte".Estes jovens filhos da pobreza, desde sua concepção vem morrendo todo o dia e por isso tornaram através do "vandalismo" um compotamento natural de sobrevivênica para mostrar a todo o Mundo que "Ele" também existe. E todos fingem desconhecer esta realidade. "..Se os fatos provam tudo isso, pior para os fatos" também diz Nelson Rodrigues.

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Preocupado-RJ

26/11/2010 - 22h22

Esta acusações levianas e perversas que estas nossas Mídias(Meios de Enganação de Massa) fazem criminalizando a nossa pobreza, pautando a política criminal e institucionais são antigas. Intensificaram estas campanhas após à guerra-frria sob o pretesto de combater: insurreições,terrorismos,traficantes e narcotraficantes et caterva. Por trás está o poder econômico financiado financiando estas calamidades . Espetacularizam suas campanhas fingindo estar combatendo traficantes. Ora,acusar sem provas rapazes descamizados, esquálidos, descalços e desdentados que nascem e crescem sem qualquer oportunidade para sobreviverem com um mínimo imprescindível a qualquer ser humano de "traficantes" é ter certeza que assim procedendo convencem a toda nós e o nosso povo.Sòmente imbecis são facilmente convencidos por esta Mídia suja.Tornaram-se vândalos e só deveriam ser tratados como tal…Este Luiz Eduardo Soares é mais um pândego e fingidor aliado a estas mentiras para também levar todos os tipos de vantagens
…contiua

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Olímpíada Sem Pobres

26/11/2010 - 21h51

Acabei de ler (disponível no Google) no blog A Nova Democracia "A Senha Para o Banho de Sangue Olímpico No Rio" .

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Fernando Marques

26/11/2010 - 21h22

Está claro que existem muitas coisas erradas para serem pensadas e corrigidas. Como dizia Betinho, quem tem fome tem pressa.

Quando jovens vêm para as vias públicas com lâmpadas fluorescentes, armas de guerra e garrafas pet com gasolina, para agredir a cidadania é óbvio que existe a necessidade que estas coisas sejam corrigidas de pronto. Quem é agredido tem pressa…

O que não impede que soluções melhor gestadas sejam criadas e colocadas em prática. O que não podemos é durante estes 9 meses de parição de soluções melhores, a única coisa que façamos é ir para a Av. Atlântica balançar bandeirinhas brancas para alcançar a paz.

Quase sempre antes de se conquistar a paz, infelizmente, muitas vezes é preciso ir à guerra…

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Fernando

26/11/2010 - 21h17

O texto é muito bom, e a Fátima Bernardes está linda na capa do Viomundo.

Faltou colocar junto a Ana Paula Padrão, afinal a cobertura da Record está ainda maior que a da Globo.

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Luci

26/11/2010 - 21h15

Quem ler sobre as Operações Deserto e Farol da Colina, verá que os que traficam toneladas não estão nos morros ou favelas.
É um sistema podre , carcomido, mentiroso e corrupto. Só não ve quem não quer.

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Luisa

26/11/2010 - 21h14

O que estou percebendo, aqui, também, é a tentativa de querer legitimar a ideia de que bandido bom é bandido morto. Ou seja, teve um maluco que defendeu, inclusive, que a lei mudasse, pois só assim os terroristas poderiam ser mortos sem problemas com os direitos humanos. O curioso, depois de fazer este discurso fascista, disse que ele mesmo era contra a filosofia de que bandido bom é bandido morto.

Estão aproveitando da lei de cão que é o código do tráfico e fazer crer de que isso irá terminar com as conquistas dos territórios. Ledo engano.

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Luisa

26/11/2010 - 21h04

Finalmente, depois de ouvir tanta besteira, irei para à cama com a mente tranquila, pois tenha a certeza de que a lucidez ainda existe no Rio de Janeiro.

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Gerson Carneiro

26/11/2010 - 21h02

E essa morena (que não faço ideia quem seja) na chamada do post?
Seria a mulher do Gambá, do Jornal Emocional?
É uma tentativa de sedução a ceder uma entrevista?
Não creio que alguém seja capaz de levar uma gaia em troca de informações exclusivas. Isso é coisa de filme do 007.

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    van

    27/11/2010 - 19h39

    Era uma bailarina do fantatástico.

    Gerson Carneiro

    28/11/2010 - 12h03

    E era bonita, hein.

FrancoAtirador

26/11/2010 - 20h41

.
Somente uma política habitacional de massas,

com planejamento urbano

e implementação de serviços públicos básicos

na infraestrutura das cidades brasileiras,

para evitar a ocupação desordenada

e o superpovoamento dos espaços urbanos,

e seus desastrosos efeitos

e trágicas consequências,

como aconteceu, ao longo do tempo,

na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo.
.

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PM x Narco | Blog dos Perrusi

26/11/2010 - 20h26

[…] Artigo da pesada de Luiz Eduardo Soares. Encontrei lá no Viomundo: […]

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Luci

26/11/2010 - 20h18

"A Banda podre da polícia continua forte.Cumprimento o blog pela coragem de expor o depoimento de Luiz Eduardo Soares, que traz a verdade sobre os fatos. Policiais unenm-se a grupos de extermínio, a milicias, organizam-se como máfias ou milícias, dominando pelo terror populações e territórios."
São tantas mortes, denuncias que realmente causa estranheza afirmar que é combate ao inimigo.
É uma situação desumana. Quem é o inimigo? Os pobres das favelas?

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Heloisa

26/11/2010 - 19h54

Ótimo texto! Finalmente, uma análise séria e histórica sobre o problema.
Pena que a maioria da população venha engolindo, anestesiada pelo glamour Global, as notícias dadas de forma superificial e alarmista, sem reflexão.
A grande questão é saber a quem interessa essa situação de pânico criada pela mídia tradicional…

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El Cid

26/11/2010 - 19h40

Traficantes não se procuram nas favelas do Rio ou de qualquer outro lugar. Procura-se nos bairros mais caros das cidades, é até fácil (valor imóvel cruzado com declarações de Imposto Renda é uma forma).

Chamar os que moram nas favelas de traficantes, soa como piada (e muito sem graça, por sinal). Isso tem que parar! Não somos tão imbecis assim !!

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Maurício Lourenço

26/11/2010 - 19h38

Considerando o que diz Luiz Soares mais uma vez a mídia está retratando uma realidade muito parcial e acima de tudo SENSACIONALISTA!!!!!!!!

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Gustavo Pamplona

26/11/2010 - 19h36

Agora perguntem para mim o porque eu estava aqui falando da quantitade de tempo desperdiçada para falar da "violência do Rio" no JN e outros telejornais noturnos quando poderiam muito bem ter dedicado o tempo para assuntos mais relevantes.

Mas fiquem felizes… os tempos estáo mudando… deem uma olhada nesta notícia. (uma das melhores que eu já vi)

[Casseta & Planeta' sai do ar após 18 anos]
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/11/prog

Detalhe: Não deveria nem ter entrado no ar.

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    Gerson Carneiro

    26/11/2010 - 20h55

    Querido Smurf Ogênio,

    Por que você estava aqui falando da quantitade de tempo desperdiçada para falar da "violência do Rio" no JN e outros telejornais noturnos quando poderiam muito bem ter dedicado o tempo para assuntos mais relevantes?

    Gustavo Pamplona

    27/11/2010 - 01h45

    Querido Presto, (*)

    A "ironia" é uma virtude! gostei de seu comentário… ;-)

    (*) do desenho "Caverna do Dragão"

Marcio

26/11/2010 - 19h34

Irretocável.

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    Rita

    26/11/2010 - 21h28

    Adorei

@otaviocnn

26/11/2010 - 19h22

A lucidez é o antídoto e a cura. Parabéns pela profundidade e clareza de ideias.

Responder

Fernando

26/11/2010 - 19h19

Ninguém se incomoda com o fato do suposto adversário ser favelado, negro, jovem, magro e descalço.

Impressionante como condenamos a guerra no Iraque e glorificamos a guerra no Rio.

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    Ed Döer

    26/11/2010 - 21h34

    Traficante é traficante, não importa a cor, origem social, vestimenta, etc.
    E no caso do Iraque é um conflito de um país invadindo outro após alegar a existência de armas imaginárias de destruição em massa, fora que esse país invasor durante muito tempo apoiou o governo (do Saddam) que foi derrubar.
    Já no caso do Rio o estado está (re)tomando um espaço que sempre deveria ter ocupado para evitar a contunuidade de um poder ilegítimo e paralelo ao estado.

    Otto

    27/11/2010 - 00h26

    Você não leu o texto pelo jeito. Sim, tá certo que traficante é traficante, isto é, bandido. Acontece que policial não é só policial, muitas vezes é o sócio do traficante. Aí a coisa fica mais complexa do que o mero polícia X bandido.

    edv

    02/12/2010 - 17h26

    Aí Otto, perdemos a objetividade necessária, já que o político pode ser sócio do traficante, o padre pode ser pedófilo, o judeu pode ser nazista, o presidente pode ser lobista, o prefeito pode ser ladrão, a assistente social pode ser viciada, a modelo pode ser prostituta, o fisiculturista machão pode ser homosexual, o homosexual pode ser machão bom de briga e aquilo pode ser aquiloutro.
    O mundo é complexo mesmo… e é com ele que temos que lidar.
    A entrevista é boa porque o entrevistado leva isso em conta.

Helmir

26/11/2010 - 19h12

Putz!! Um belo texto. Ainda hoje tinha lido um outro texto, q me foi enviado por email, q tb fazia uma análise trazendo para a discussao a complexidade dessa situação q toma conta do Rio. Esse veio a me trazer mais informaçoes… achar q la no Rio as coisas estao em meio a uma luta do BEM (POLICIA, ESTADO) contra o MAL (TRAFICANTES) q dentro da máxima cristã ou ocidental, no final o BEM vencerá e sabemos como será dita essa vitória: com a morte daqueles q dizem ser do lado do MAL.

Responder

João Luiz

26/11/2010 - 19h03

Rapaz, foi na canela, seco. É isso aí.

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