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Gripen “reforça empresas de base” do setor aeronáutico

publicado em 18 de dezembro de 2013 às 18:51

O noticiário da principal emissora sueca, a tv pública SVT1

18/12/2013 às 16h26 7

Brasil escolhe caça sueco Gripen NG; vitória beneficia Embraer e Akaer

Por Virgínia Silveira | Para o Valor

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – Depois de quase 17 anos de espera e muita especulação, o caça sueco Gripen NG foi o escolhido pelo governo brasileiro na concorrência para a aquisição de aviões de combate da Força Aérea Brasileira (FAB), no âmbito do programa FX-2, segundo o Valor apurou. O anúncio oficial será feito às 17h de hoje pelo ministro da Defesa, Celso Amorim e o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito.

A empresa brasileira Akaer e a Embraer serão as principais beneficiadas pela vitória do caça sueco Gripen na concorrência, que também envolveu as empresas Boeing, com o caças F-18 e a francesa Dassault, com o caça Rafale. A parceria entre a Akaer e a Saab, fabricante do Gripen, já dura quatro anos. A Akaer foi contratada pela Saab para projetar a fuselagem central, traseira e as asas do Gripen NG, nova geração de caças da Suécia.

“A vitória do Gripen representa o nascimento das empresas de base do setor aeronáutico brasileiro. Este contrato dará um grande impulso às pequenas empresas do setor e a Akaer está no centro disso”, disse uma fonte do setor. Toda a parte de estrutura do avião será produzida em uma nova fábrica que a Saab pretende construir em São Bernardo do Campo (SP). O investimento previsto é de US$ 150 milhões.

A Saab também adquiriu 15% de participação no capital social da Akaer. A operação, conhecida como empréstimo conversível em ações, poderá ser estendida até o limite de 40%, segundo informou a Akaer, na época do acordo.

Pela proposta da Saab, cerca de 40% do caça Gripen e até 80% da sua estrutura serão feitos no Brasil.

Cerimônia de cumprimentos de fim-de-ano das Forças Armadas, do blog do Planalto

Perguntas & Respostas sobre a definição do Programa F-X2

do site do Ministério da Defesa

Aquisição da aeronave GRIPEN-NG para a Força Aérea Brasileira (FAB)

1 – O que motivou a escolha dos caças suecos Gripen NG para a Força Aérea Brasileira (FAB)?

A motivação teve caráter técnico. A partir da análise realizada pela FAB, chegou-se à conclusão de que a aeronave sueca era a melhor opção, tanto do ponto de vista operacional quanto do ponto de vista de custo. Dos três finalistas da concorrência, o caça sueco apresentou o melhor preço. Pesaram também na escolha aspectos relativos à transferência de tecnologia e às contrapartidas comerciais (offsets) oferecidas pela proposta sueca. A propósito do assunto, eis o que dispõe a Estratégia Nacional de Defesa (END):

“Consideração que poderá ser decisiva é a necessidade de preferir a opção que minimize a dependência tecnológica ou política em relação a qualquer fornecedor que, por deter componentes do avião a comprar ou a modernizar, possa pretender, por conta dessa participação, inibir ou influir sobre iniciativas de defesa desencadeadas pelo Brasil”.

2 – Quantos caças serão adquiridos e qual o valor total da aquisição?

A oferta vencedora engloba o fornecimento de 36 (trinta e seis) aeronaves. Os investimentos são da ordem de US$ 4,5 bilhões, em um cronograma de desembolso que se estenderá até 2023.

3 – Como ocorrerão as negociações contratuais e quando se iniciam os desembolsos?

Com a decisão tomada, iniciam-se agora as discussões relativas aos contratos comercial e de suporte logístico. Também serão tratados os detalhes do acordo de offset entre a FAB e a empresa vencedora. Paralelamente, serão iniciadas as tratativas relativas ao contrato de financiamento, que cobrirá toda a aquisição. O prazo previsto para os acertos relativos a essa primeira etapa é de nove a doze meses. Portanto, não haverá desembolso imediato de recursos orçamentários.

4 – Quando deverá ser assinado o contrato de compra e quando a FAB receberá as primeiras unidades?

A primeira aeronave tem previsão de chegada em torno de 48 meses após a assinatura do contrato de financiamento que deve ocorrer em dezembro de 2014. Considerando que os prazos serão cumpridos, a primeira aeronave deverá ser incorporada à FAB no final de 2018.

5 – E até lá, como será feita a defesa aérea brasileira?

Até a chegada dos Gripen NG, a defesa aérea ficará, principalmente, a cargo dos caças F5-M que foram recentemente modernizados pela Embraer. Além disso, existe a possibilidade de o país vencedor do FX-2 colocar à disposição da FAB, como solução intermediária, um quantitativo de caças Gripen, modelo CD, para reforço da proteção do espaço aéreo brasileiro, em condições e prazos a serem definidos.

6 – O contrato de aquisição cobre apenas a compra dos aviões?

O contrato cobrirá também a logística inicial, o treinamento de pilotos e mecânicos e a aquisição de simuladores de voo. O contrato também contempla, como visto, os projetos de transferência de tecnologia e de offset, alinhado com o que dispõe a Estratégia Nacional de Defesa (END).

7 – O contrato prevê o desenvolvimento dos aviões de combate de 5ª geração?

A 5ª geração já existe em alguns países, mas os custos de desenvolvimento são naturalmente altos. O importante é que os aviões que estão sendo comprados no âmbito do FX-2 atendem, plenamente, as necessidades de defesa aérea do nosso País nesse momento. Obviamente, o Brasil estará atento ao desenvolvimento nesta área, inclusive no que se refere a potenciais parceiros.

8 – Qual a função dos novos caças no contexto da defesa aérea brasileira?

A tarefa primordial da FAB no contexto amplo da defesa é manter a soberania no espaço aéreo nacional para defender o País, impedindo o uso desse espaço para a prática de atos hostis ou contrários aos interesses nacionais. Para realizar essa tarefa, a Força precisa dispor de capacidade de vigilância, controle e defesa do espaço aéreo, com recursos de detecção, interceptação e destruição. Os caças Gripen NG são aviões supersônicos multimissão que cumprirão tarefas de interceptação, interdição e eventual destruição de alvos que possam atentar contra a soberania nacional. As aeronaves são projetadas para emprego em missões ar-ar, ar-mar e ar-solo. Elas também são dotadas de um sistema de reabastecimento em voo que permitirá a realização da defesa do espaço aéreo nos pontos mais remotos do Brasil.

9 – A aeronave já existe? Quais outros países a operam?

O Gripen existe, hoje, nas versões A, B C e D. O Gripen NG (NEW GENERATION) é uma evolução tecnológica destas duas últimas consagradas versões. O desenvolvimento do modelo NG deverá proporcionar à indústria brasileira ganhos diversos advindos da transferência de tecnologia inédita para o setor aeroespacial. Um dos aspectos a serem destacados nesse campo é a abertura dos códigos-fonte dos sistemas de armas que serão utilizados na aeronave. Entre os países cujas forças aéreas já operam com o Gripen podemos citar a Suécia, Hungria, República Tcheca, África do Sul e Tailândia.

*****

Do Defense News:

Brazil Picks Sweden’s Gripen Fighter Jet

Dec. 18, 2013 – 05:59PM

By AARON MEHTA and wire reports

BRASÍLIA — Swedish aerospace maker Saab won a $5 billion contract to equip the Brazilian air force with 36 new fighter jets, Defense Minister Celso Amorim announced Wednesday.

Saab’s Gripen, a state-of-the-art multi-role fighter jet, beat its two rivals — the Rafale, made by France’s Dassault company, and US aviation giant Boeing’s F/A-18 fighter — for the lucrative contract.

“After analyzing all the facts, President Dilma Rousseff directed me to inform that the winner of the contract for the acquisition of the 36 fighter jets for the Brazilian Air Force is the Swedish Gripen NG,” Amorim told a press conference.

The announcement came after more than 10 years of discussions and repeated delays due to budgetary constraints.

The Gripen, which was said to be the cheapest of the three aircraft, is capable of performing an extensive range of air-to-air, air-to-surface and reconnaissance missions. It is in use in the air forces of Sweden, South Africa, the Czech Republic, Thailand and Hungary.

The Brazilian air force insisted it needed the new fighter aircraft to maintain an adequate air defense as it retires 12 Mirage jets in late December. Brazil bought the refurbished Mirage 2000 C/Bs from France in 2005 for $80 million to fly for five years. Brazil insisted on technology transfers so that the planes can be assembled in this country and give a boost to the domestic defense industry.

Rousseff postponed a decision on the FX-2 replacement contract in early 2011 for budgetary reasons, but air force chiefs have made it clear that it was an urgent matter.

Boeing had hoped to capture the market in order to prolong the life of the F-18 line, currently slated to stop production before the end of the decade. The American company partnered earlier this year with Brazil giant Embraer to market the KC-390, Embraer’s new competitor to Lockheed Martin’s C-130 cargo transport.

That connection, as well as a desire from Brazil for closer ties with the US, made Boeing the tentative front runner. But after National Security Agency (NSA) documents leaked by Edward Snowden revealed that American intelligence was spying on Brazil’s leaders, relations between the two nations soured to the point it likely impacted Boeing’s chances in this competition.

“Boeing is aware of Brazil’s announcement that it did not select the Super Hornet to meet the Brazilian Air Force’s F-X2 requirement,” the company wrote in a public statement. “While the decision is disappointing, it in no way diminishes the company’s ongoing commitment to grow its presence, expand its partnerships and support Brazil’s security needs. Over the next several weeks, we will work with the Brazilian Air Force to better understand its decision. Our participation in the F-X2 competition offered the opportunity to establish significant partnerships and collaboration with Brazilian government and industry, which will continue to expand regardless of the F-X2 decision.”

Incidentally, Saab’s defeat of Boeing comes just 12 days after the two companies announced a teaming effort on the US Air Force’s next-generation trainer.

While politics may have hurt Boeing, cost was the big reason Dassault was unable to stay in the competition, according to Richard Aboulafia, vice president for analysis with the Virginia-based Teal Group.

“The Rafale was always too expensive for most of Dassualt’s typical market, including Brazil,” Aboulafia said. “If you want something that gives you air space sovereignty, air patrol capability, interdiction, all the things Brazil really wants, Gripen’s a good choice. You’re not going to see a Middle Eastern front-line country go for it, but for Brazil it’s arguably just what they need.”

Dassault’s statement on the Brazil decision eschewed the typical language of runners-up in similar competitions, instead taking direct swipes at Saab.

“We regret that the choice has gone in favor of the Gripen, an aircraft provided with many items of equipment of third-party origin, especially US, and that does not belong to the same category as the Rafale,” the company said in a statement. “The Gripen is a lighter, single engine aircraft that does not match the Rafale in terms of performance and therefore does not carry the same price tag. This financial rationale fails to take into account either the Rafale’s cost-effectiveness or the level of technology offered.”

The 36-aircraft deal sets Brazil up as “arguably Saab’s most important export customer,” Aboulafia said.

“They came close to being an orphan aircraft, and instead they’ve had a series of panes that have expanded their export market presence,” he added. “They’re building something. They’re not going to be the next F-16 but they’ve been able to keep the line alive and reinvent the family — that’s a pretty good achievement especially since we’re talking about Sweden here, which isn’t exactly a major military power.”

Earlier this year, Luiz Carlos Aguiar, President and CEO of Embraer Defense & Security, told Defense News that he expected the long-running competition to come to a close soon.

“I think Brazil is going to make this decision. It is time to make this decision,” Aguiar said in March. They have everything in place. All of the contenders have offered their offset programs. It’s more than mature enough to go ahead, in my opinion. I think it’s going to be in the next months, this year, I would say. Our role in that depends — I cannot tell any details — depends on who is going to win.”

Aguiar added that his company had memorandums of understanding with all three of the contenders, ensuring that Brazil’s largest defense company will reap benefits from the finalized agreement.

Leia também:

A carta de Snowden que fala diretamente aos brasileiros

 

51 Comentários para “Gripen “reforça empresas de base” do setor aeronáutico”

  1. sáb, 21/12/2013 - 15:01
    Lafaiete de Souza Spínola

    Dentro do contexto, essa decisão pelo Gripen foi a decisão mais acertada.

    Território da Suécia: 450 mil km². O Brasil tem 8.5 milhões de km². Temos um território 19 vezes maior que a Suécia!

    População da Suécia: 9.1 milhões. A população do Brasil: 200 milhões. Nossa população é 22 vezes maior que a da Suécia!

    Nossos recursos naturais são infinitamente maiores que os da Suécia!

    Agora, o IDH da Suécia é de 0.916. E o nosso?

    Saiu, recentemente, o resultado do PISA, publicado pela OCDE. A Suécia está entre os melhores colocados. O Brasil está entre os últimos!

    Não é por acaso que a Suécia está fornecendo os aviões para o Brasil!
    São Paulo está cheio de indústrias suecas!

    A Suécia exporta produtos industrializados, principalmente, para países avançados, como a Alemanha.

    O que exportamos? Comodities!

    Nossos governantes, nossa classe média, não dão a devida importância à educação básica, desde que Cabral chegou aqui!

    Sem educação de verdade não construiremos um país avançado, justo socialmente e desenvolvido tecnologicamente!

    A educação é a nossa prioridade!

  2. sex, 20/12/2013 - 15:56
    silveira

    Acho a compra dos caças suecos um excelente negocio, já estão em serviço na Hungria, Tailândia entre outros países. Porém, para o pessoal guiado pelo ranço ideológico não é uma boa noticia, já que aproximadamente 50% do custo do jato é composto por peças projetadas e fabricadas nos USA, como a turbina, que é a mesma do F/18- Hornet,e boa parte dos avionicos, além de superligas especiais. Os misseis ar-ar e ar-terra geralmente são americanos como os Sidewinder.

  3. .
    .
    Mídia Bandida (MB) é bandida em qualquer lugar do mundo

    Pergunta de um repórter da TV sueca à Karin Enström, Ministra da Defesa da Suécia:

    MB Sueca: E sobre o escândalo NSA, é uma das razões que o Brasil escolheu a Suécia?

    Karin Enström: Hoje eu só posso concluir que eles escolheram o Gripen – e foi-me dito – que é porque é a melhor tecnologia e o melhor preço, e eu acho que essa é uma boa classificação.

    Íntegra da entrevista em:

    (http://www.svt.se/nyheter/forsvarsministern-mycket-gladjande)
    .
    .

  4. qui, 19/12/2013 - 22:23
    Lafaiete de Souza Spínola

    Das opções colocadas em pauta, essa foi a melhor.

    Porém, a principal medida de segurança para o nosso país está no investimento na educação básica como tenho proposto em UM PROJETO PARA A EDUCAÇÃO EM NOSSO PAÍS.

    Escola em tempo integral; investimento de, pelo menos, 15% na educação básica e federalização da escola pública.

    Escola com café, almoço, janta e transporte para as crianças a partir dos 04 anos de idade.

    Tenho sugerido, como fonte desses recursos: Auditoria da dívida pública, inclusão do bolsa família e criação de uma CPMF só para o ensino médio. Proponho, também, o pagamento de 5% do salário/entrada, por cada filho matriculado.

    Para iniciar esse projeto, com urgência, sugiro que se invista cerca de 40% das reservas, na construção inicial desses grandes centros escolares e na preparação de professores.

    Não serão 30 ou 100 aviões que irão garantir a nossa segurança. Seria melhor que se investisse em tecnologia para a produção de aviões nacionais, mesmo menos avançados. Temos que pensar no futuro!

    Precisamos, também, de uma cooperação mais estreita com os países latino-americanos.

  5. qui, 19/12/2013 - 20:47
    Chris

    Infelizmente, a maior parte dos comentários que se lê aqui mostra que os “especialistas” são contra ou a favor por questões ideológicas, não técnicas. Bem, é importante ressaltar que o caça sueco tem pouco de sueco… Por exemplo, a turbina é americana, a aviônica é inglesa, alemã e francesa, então quase que só a estrutura é sueca. Ora, nessas condições, qual tecnologia será repassada ao Brasil? Acredito que a EMBRAER já a detém.

  6. qui, 19/12/2013 - 16:57
    Leo F.

    Caças interceptadores por excelência e de grande raio de ação, com armas de longo a longuíssimo alcance tal qual o Sukhoi SU-35 BM, não podem ser operados como plataforma central da atual Estrategia Nacional de Defesa, por um fator fundamental : Inconstância orçamentária na pasta de Defesa.
    No atual quadro financeiro da FAB, a prioridade ao Gripen NG foi justa.

    Um caça de reduzido custo operacional e capaz de fornecer uma ABSURDA consiência situacional, graças à sua avançada tecnologia de datalink. Essa na minha opinião, junto à abertura dos códigos-fonte do software de barramento de dados, foram os fatores que pelo sentido estritamente técnico, pesaram na escolha pela aeronave.

    O problema todo, é o tempo até a entrada plena dos caças, em esquadrões operacionais. Um processo que é longo por natureza, e graças ao IMENSO atraso no processo de seleção concorrencial e definição política, teremos caças de 4.5ª geração ainda em desenvolvimento, quando a maioria das forças aéreas emergentes, estarão na primeira ou segunda atualização de meia-vida de seus 4.5ª geração, e finalizando o desenvolvimento dos seus caças de 5ª.

    Outro problema, é que devemos fabricar mais unidades e criarmos ao menos, mais dois grupos de interdição aérea. Um centrado na Região Norte do país, e outro na Região Nordeste.

    Uma ótima solução, e aí concordo com muitos especialistas, seria a compra de caças tampão, sem transferência de tecnologia, que fossem direcionados ao 1º GDA de Anápolis, Goiás. Aí sim, poderiam entrar os Sukhoi, no lugar dos caducos Mirage 2000, pra finalmente realizarem a atividade de interceptação, durante esse tempo de transição tecnológica da Força.

    • qui, 19/12/2013 - 18:40
      Marat

      Leo, seu texto foi esclarecedor. Obrigado.
      Espero que nosso país acorde (de verdade, e não com manifestaçõezinhas fascistas) e trate de robustecer rapidamente a indústria militar, pois o Aquífero Guarani e todas nossas reservas de petróleo estão muito vulneráveis às aves de rapina de sempre.

    • qui, 19/12/2013 - 20:55
      Francisco

      Concordo contigo. Uns dez Sukhoys vão deixar a estrutura, do nada, arrasadora. È como se os caças da Saab fossem a plataforma, onde se acentam caças de maior custo e de uso mais raro e especifico (Anápolis, com certeza).

    • sex, 20/12/2013 - 1:17
      Zanchetta

      Porque a Índia descartou ele logo de cara?

  7. qui, 19/12/2013 - 15:06
    Urbano

    SSe o pessoal do pig em seu trabalho, em essencial o ardoroso, é ruim de serviço na pergunta, imagine-se então quando de toda e qualquer afirmativa…

  8. qui, 19/12/2013 - 11:50
    Júlio De Bem

    Do ponto de vista técnico não foi realmente a melhor opção. Mas se têm a transferência tecnológica e elevada economia em relação aos concorrentes, creio que financeiramente e estrategicamente foi a melhor opção. Eu que sou um fã da aviação militar queria mesmo os famosos SU russos.
    Em todo caso, gostem ou não, em termos exclusivos no que tange manobrabilidade e outros atributos aéreos, os caças americanos lideram sim nesse quesito. Porém com muito pouca vantagem sobre os outros. Como provavelmente nunca teremos uma guerra, os caças serão pra patrulha de fronteira ou interceptações emergenciais a aviões de pequeno porte turboélice (traficantes). Mas pra esse caso eu já considero um desperdício visto que poderíamos fabricar muito mais T27s bem equipados e espalhar pelas cidades e por quê não aeroclubes civis (obviamente pilotados por militares, dei a ideia de aeroclubes pois há muitos que ficam nas fronteiras e poderiam auxiliar na interceptação de invasores do espaço aéreo). Um T27 custa no máximo £7 milhões. No fim de tudo, sei lá se foi uma boa aquisição. Eu considero um desperdício de recursos. Mas isso de certa forma aquece o mercado aeronáutico o que é bom pra quem vive dele ou está se preparando pra entrar nele (meu caso). Queria mesmo era ver voando um SU35 full equip. pelos céus de porto alegre e pousando no V Comar. Nem importaria se meus vidros quebrassem se eles passassem ali em cima de casa :D

  9. qui, 19/12/2013 - 11:39
    Jose Saguy Tenorio

    Nada como um dia após o outro, né, não?

    Enquanto uns mostram um Grippen…

    …outos se esforçam para esconder um helicóptero

    A gente se esforça se esforça… dá tudo de si… e só se fode kkkkkkkkkk

  10. qui, 19/12/2013 - 10:49
    Tomudjin

    Fiquemos atentos, portanto, aos possíveis “cavalos de troia” que por ventura possam tentar “contaminar” este projeto. Não só os do mundo digital, mas sobretudo os do mundo animal.

  11. qui, 19/12/2013 - 10:10
    rudi

    Venceu quem inspira menos desconfiança. A espionagem da NSA desclassificou a Boeing. E a guerra das Malvinas derrubou os franceses. Para quem não lembra, a Argentina tinha os poderosos mísseis Exocet mas os ingleses conseguiram o código que os desativava. E os russos sempre foram muito pragmáticos. Espero que os suecos sejam os loiros de bons sentimentos que a TV nos impinge.

  12. qui, 19/12/2013 - 9:41
    João Ferreira Bastos

    Pode comprar trocentos aviões dos EUA, Russia, França alem dos já comprados.
    Pode fabricar trocentos porta-aviões e mais um balaio de outras armas

    Mas o que vai fazer a diferença é a BOMBA!!!

    Quando ela fica pronta?

  13. qui, 19/12/2013 - 9:10
    Ely

    comprar caças americanos é piada, eles vem com um programa que de EUA lá tem condições de desligar todos sistemas da aeronave eaí,,,,,Booommmmmmm
    AcOrDa Povo…………………………

  14. qui, 19/12/2013 - 8:31
    Levinson 7

    Se o nosso atual presidente fosse o FHC, adivinhem quem ganharia.

    • qui, 19/12/2013 - 9:59
      Julio Silveira

      Se o atual presidente fosse o FHC certamente teria ganho o Grippen, menos por seu conhecido colonismo plenamente identificado com os interesses Yankes, mais por que a mídia corporativa já vinha produzindo um trabalho em que se identificava claramente uma preferencia por este avião, aparentemente lobístico.
      Claro que a decisão já teria saído a muito mais tempo, mas a dificuldade deste governo nesta decisão era justamente a de esperar para passar a impressão de que sua decisão seria diversa da dos interesses corporativos.
      Estivemos ali, ali, para comprar o aparelho da Boeing, posição que certamente teria sido também preferencialmente adotado pelo FHC, mas devido a divulgação da espionagem até a Presidenta, a continuidade do processo com o grupo ficaria imoral. E depois que o Sarkozy por seu alinhamento colono e também politico, por que sim nos países considerados como primeiro mundo isso também existe, traiu o presidente Lula e a todos nós brasileiros, por se tratar de uma questão de estado, onde nosso representante desenvolvia uma pro atividade pouco vista dentro desta republica, na questão do acordo com Irã, também fez o negocio desandar muito sabiamente. Sobrou o caça de papel, que apesar de hoje até a mídia progressista exaltar, pouco trará para nós que nós mesmo não pudéssemos construir com recursos e vontade politica. E talvez a motivação para essa escolha seja por ai mesmo, o país por trás dessa empresa SAAB, a Suécia, tem demonstrado uma autonomia histórica, o que poderá trazer muita luz para nosso desenvolvimento politico. E essa pode ser uma parceria estratégica sob diversos ângulos, inclusive culturais e isso eu defendo.

  15. qui, 19/12/2013 - 8:27
    José X.

    Acho que ninguém ficou muito satisfeito com essa escolha (a não ser os suecos, claro). Mas nas atuais circunstâncias acho que foi a escolha menos pior. Enfim, urge aproveitar o máximo possível esse contrato, e preparar-se para que numa próxima oportunidade não fiquemos reféns do nosso amigo da onça americano (como teoricamente estamos hoje, já que o Gripen, assim como o Rafale, possui componentes americanos).

  16. qui, 19/12/2013 - 7:00
    Igitur

    (?)

    Eu não vi essa preocupação com a terceirização da defesa nem nos círculos militares mais histéricos que negam a versão da Comissão da Verdade sobre JK e já desconfiam preemptivamente da exumação de Jango.

    Eu só vi queixas quanto ao volume das compras. Para o militar, nunca é o bastante. Mas até aí… todo mundo quer 70% do PIB pra sua área.

  17. .
    .
    A presidenta Dilma Rousseff participou em Brasília, nesta quinta-feira (18/12), da sessão solene no Congresso Nacional para a devolução simbólica do mandato presidencial de João Goulart, o Jango.


    João Goulart Filho discursou na sessão solene.


    A presidenta Dilma Rousseff abraça João Goulart Filho.


    A presidenta Dilma ‘Mandela’ Rousseff cumprimenta
    os comandantes Enzo Martins Peri (Exército),
    Julio Soares de Moura Neto (Marinha)
    e Juniti Saito (Aeronáutica)

    18 DE DEZEMBRO DE 2013 – 17H49

    Vermelho

    Congresso devolve mandato de Jango

    “Jango, a democracia venceu!”,
    disse João Vicente Goulart em seu discurso de agradecimento na sessão solene que o Congresso Nacional realizou, na tarde desta quarta-feira (18), para a devolução simbólica do mandato presidencial de João Goulart.

    Na presença da presidenta Dilma Rousseff; do vice-presidente Michel Temer; ministros de Estado, parlamentares e outras autoridades civis e militares, o filho de Jango declarou que “o golpe civil-militar de 1964 não foi contra Jango, mas contra as reformas de base sugeridas por ele em benefício das camadas menos favorecidos e de um desenvolvimento mais justo”.

    “Ainda hoje necessitamos dessas reformas estruturais, como a reforma agrária, a reforma tributária, educação de base de tempo integral e a destinação, como fez Jango, de 12% do orçamento da Nação para educação”, disse João Vicente.

    Reforma dos sonhos

    Em seu discurso, o filho de Jango destacou ainda a necessidade atual do país de uma reforma política profunda, “que garanta a dignidade do exercício parlamentar”.
    E, dirigindo-se à Presidenta Dilma, acrescentou que “precisamos, presidenta Dilma, daquele plebiscito para discutir a reforma política que o país precisa.
    A reforma dos sonhos dos brasileiros, do fim dos privilégios, jurídicos, econômicos e políticos”, afirmou, encerrando com palavras de respeito “aos que caíram no caminho da luta pela restauração da democracia”.

    Após os discursos, o presidente do Congresso, Renan Calheiros, promulgou a resolução que declara nula a sessão do Congresso Nacional de 2 de abril de 1964, que cassou o mandato de João Goulart.
    O ato foi seguido por fortes aplausos do público em pé.
    Em seguida, foi feita a entrega do diploma de Presidente da República de Jango ao filho dele, João Vicente Goulart.

    A plateia assistiu a um vídeo produzido pela TV Senado, que mostrou em imagens a trajetória política de Jango, que foi enaltecido pelos oradores, mostrando-o como Pai do Pobre, herdeiro do trabalhismo e que esteve sempre ao lado dos trabalhadores e dos mais pobres.
    A execução do Hino Nacional pela cantora Fafá de Belém deu um brilho especial à sessão.

    Pedido de desculpas

    A fala de Renan Calheiro encerrou a sessão. Repetindo as palavras do presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), ele também pediu desculpas aos familiares e ao povo brasileiro em nome do Congresso Nacional.
    “O Congresso deve desculpas história pela inverdade patrocinada pela Nação brasileira com participação do Parlamento a um dos mais ilustres brasileiros”, disse.

    “Não podemos revogar páginas pálidas da nossa história, mas devemos reformá-las para iluminar as próximas gerações, principalmente se foram forjadas na falsidade”, avalia Renan, para quem “a verdade é a essência da democracia”.
    E anunciou a entrega a João Vicente também dos termos de posse e compromissos prestados por João Goulart no Congresso e a réplica do diploma expedido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    O historiador e a testemunha

    Os autores do projeto que anulou a sessão – o historiador e a testemunha dos acontecimentos, senadores Randolfe Rodrigues (Psol-AP) e Pedro Simon (PMDB-RS) – foram os primeiros a discursar.

    Pedro Simon informou que estava com Jango naquela noite de 1º de abril, na cidade de Porto Alegre (RS).
    E contou, com detalhes, todos os episódios que antecederam o golpe militar de 1964.

    Para ele, “o que estamos fazendo hoje aqui é determinando nula a reunião realizada pelo Congresso em 2 de abril de 1964, em que foi declarada vaga a Presidência da República, então ocupada por João Goulart.
    Uma página da história do Brasil será mudada e os meus bisnetos vão estudar na história o que de fato aconteceu, que não foi o que meus filhos estudaram”, afirmou.
    “Hoje se encerrou um ciclo e inicia um outro, que possamos caminhar adiante”, disse, encerrando seu discurso.

    Randolfe Rodrigues, que destacou serem o historiador e a testemunha da história os autores do projeto que restabelece a memória, a história e a justiça.
    “Quando se esquece dos erros cometidos no passado, os povos voltam a cometer o mesmo erro. Este é o primeiro grande significado dessa sessão”, afirmou, destacando ainda como importante significado o pedido de desculpas ao presidente João Goulart e sua família.

    O senador acusou os militares e as forças que não queriam que esse país avançasse, que estava contra o discurso das mudanças de base anunciadas por Jango no comício da Central do Brasil, pelo ato de força contra Jango.

    “As forças conservadoras, aliadas ao capital estrangeiro e aos interesses do imperialismo americano”, foram apontados como responsáveis pelo golpe militar pelo senador Randolfe Rodrigues, que preocupado em recompor a verdade histórica, destacou que parte dos militares, precisamente sete mil militares, foram cassados pela ditadura.

    João Goulart morreu em 1976, durante exílio na Argentina. Os restos mortais foram exumados, em novembro último, por solicitação da família de Jango a partir de declaração de um ex-agente da repressão uruguaia de que ele havia sido envenenado.
    Depois de serem trazidos para Brasília para exames no Instituto Nacional de Criminalística (INC) do Departamento da Polícia Federal, onde foi recebido com honras de Chefe de Estado, foram novamente sepultados em sua terra natal – São Borja (RS).

    De Brasília
    Márcia Xavier

    (http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=231920)
    .
    .

  18. qui, 19/12/2013 - 2:03
    CarmenLya

    Mais uma vez o PIG ajuda o governo a manipular a verdade. O melhor avião seria o francês e iria transferir tecnologia. A espionagem americana atrapalhou o negócio entre Lula e Sarkozy. Esse avião sueco possui vários componentes americanos…essa compra envolve, é óbvio, os americanos e suas táticas de negociação baseada nas informações obtidas através da espionagem.
    Como ninguém consegue enganar todos todo o tempo vamos aguardar!!!!!! Mais uma vez o Brasil se curva e coloca o inimigo dentro de casa.
    Ingenuidade tem limite…

    • qui, 19/12/2013 - 9:03
      michel

      o francês é tão bom que nunca vendeu…

    • qui, 19/12/2013 - 10:42

      pra nao colocar o inimigo em casa precisava só comprar da russia.
      e ai vinha somente 10% da tecnologia junto,lia.E era afronta voce sabe a quem.
      O programa é grande, o desenvolvimento é longo.
      os nossos automoveis de 1959 eram apenas alemaes.
      A luta se empreende com a força que de fato se TEM. Bravata com a força que se sonha ter.

    • qui, 19/12/2013 - 11:44
      Gustavo

      A fabricante do Raffale tá tá quase falindo… seria lindo o socorro brasileiro à indústria de aviação da França

  19. qui, 19/12/2013 - 1:08

    17 anos pra comprar 36 caças…
    pra substituir outra 1/2 dúzia q já estavam quarentões
    Olha… sinceramente,
    graças a Ogum rs o Brasil não tem inimigos externos ou depende do modo convencional d guerrear pq olha… rs (Pq por melhor q sejam, 36 caças pingados servirem como poder d dissuasão contra potências militares …só se for poder d dissuasão pelo riso…)

  20. qui, 19/12/2013 - 0:18
    Davi Basso

    Esta máquina tem diversos componentes norte americanos. de forma que parte de sua tecnologia dependerá do aval do congresso dos EEUU. Os russos ofereceram ao Brasil participar do Pak-fa. 5ª geração. Mas é sabida as dificuldades políticas e de soberania dentro de nosso país. Os indianos aceitaram, pois expulsaram os ingleses de seu território a anos. Quanto às declarações da NSA, é puro jogo de cena. Os americanos estão nessa muito mais do que a matéria da a entender. Nao sou belicista, mas hoje a maior ameaça é a 4ª frota. E o Brasil sabe da importância de ser um pais alinhado… É um jogo difícil, e principalmente um jogo de propaganda. Gostaria de saber a opinião dos franceses. Estes realmente ficaram de fora da escolha.

    • qui, 19/12/2013 - 11:34
      zequinha

      A melhor opção seria os caças russos, mas aí a Dilma estaria provocando a ira de Washington, coisa que ela não quer, embora tente mostrar o contrário. Acho que fomos fisgados de qq jeito. Os suecos são amicíssimos do império.

      • qui, 19/12/2013 - 15:41

        Vdd, os casos sobre os interrogatórios itinerantes contra suspeitos d “terrorismo”, + o do PirateBay e Wikileaks, entre outros q o digam.

  21. qua, 18/12/2013 - 23:17
    Carlos

    Como fui militar durante 7 anos, acredito que os militares brasileiros lambe botas dos EUA (grande maioria), estão muito decepcionados, pois o sonho da maioria deles gostariam de vestira a farda dos estadunidenses.

    • qui, 19/12/2013 - 9:55
      Valmont

      É um fato preocupante, Carlos. Os americanos doutrinam nossas forças armadas há décadas, para que sejam ideologicamente subordinadas aos seus interesses.

      • qui, 19/12/2013 - 15:58
        Carlos

        É uma pena meu caro amigo internalta Valmont, mas é uma triste realidade, pois como diz um artigo da Folha (um dos poucos que prestam) que o povo mais “pobre” no Brasil é de esquerda do ponto econômico e de direita do ponto de vista político. Isso quer dizer, que não temos bases sociais para uma mudança estrutural, muito menos apoio militar. Talvez isso indica certo receio de integrantes do PT em propor mudanças, pois não temos bases para mudanças. Infelizmente.

  22. qua, 18/12/2013 - 22:48
    nigro

    Não entendo nada de avião.
    mas força aérea entende. (suponho)
    Eles queriam este avião. Lulla quase comprou o avião francês para fazer politicagem com a França. O Avião francês pode até ser bom, mas ninguém compra. Estranho.
    Precisamos reativar a indústria bélica brasileira, que já foi muito forte.

    • qua, 18/12/2013 - 23:11
      Marco Santo

      Caro, a industria bélica brasileira já está em pleno curso de reativação. Ninguém está dormindo de “toca”…..nesse assunto que trata da defesa da Soberania Nacional.

  23. qua, 18/12/2013 - 21:50
    simas

    Mto oportuna a reportagem, pq reforça a premissa de a necessidade de refazer nossa indústria voltada pra objetivos militares. Antigamente, trabalhava numa atividade q via se desenvolver essa área de conhecimento indl; entretanto, com o advento “colorido”, comecei a assistir ao desmonte de tudo q representava um Brasil desenvolvido, independente e próspero. Deprimente… E por último, vi minha atividade profissional desaparecer; inclusive, com a participação de colegas e companheiros de empresa. Por isso, posso falar, escrever e assinar, q uma determinada imprensa, não passa de organização mafiosa e q faz e sempre fez a vida, vendendo os interesses nacionais. Por isso, o empenho, o ódio q esse tipo de gente demonstra à Cuba e seus governantes; simplesmente, pq certamente, por lá eles todos já teriam sido passados no paredão, sem delongas… Enqto, em nosso meio, usam de nossa elite, corrompida, pra solapar a nacionalidade, a justiça e as verdades democráticas.
    Buenas

  24. qua, 18/12/2013 - 21:31
    Marat

    Ah, antes de mais nada… a escolha foi péssima! O menos pior seria o Rafale. O F-18 também seria uma boa escolha, se fosse feito por um país sério e não invasivo!
    Só restaria MIG ou Sukhoi, mas… há muitos mas…

  25. qua, 18/12/2013 - 21:24
    Marat

    Se ainda existem nacionalistas no Brasil (lembrem-se que muitos falam em fim das fronteiras, porém, os EEUU estão cada vez mais fortes, como um estado autoritário e ditatorial) eles devem aceleram vertiginosamente a pesquisa e a indústria militar. O tempo urge, pois o mundo é comandado por psicopatas, arrivistas e fanáticos desde Washington!

  26. qua, 18/12/2013 - 21:20
    Marat

    Só espero que os caças dos poodles suecos não engripem nos aviônicos estadunidenses… Certamente os escravos de pele alva embutirão aparelhos de espionagem sob mando de seus patrões da América no Norte.
    Tenho certeza que os Sukhoi seriam o melhor, mesmo sabendo que o idioma seria uma grande barreira.

  27. qua, 18/12/2013 - 20:46
    souza

    uma escolha de acordo com as necessidades do brasil.

  28. .
    .
    O mais importante, nesse negócio, é a transferência de tecnologia.

    Espera-se que o Brasil, como já houve, não desperdice esta oportunidade

    e saiba aproveitar os benefícios que este acordo pode trazer ao País.

    (http://www.saabgroup.com/Global/Documents%20and%20Images/Air/Gripen/Gripen%20for%20Brazil/GRIPEN_Brazil_Nascido_Para_Voar_portug.pdf)
    (http://noticias.r7.com/brasil/fora-da-copa-de-2014-suecos-celebram-compra-de-cacas-gripen-como-titulo-mundial-18122013)
    .
    .
    O Geraldo Vandré deve estar vibrando…

    Fabiana
    (Geraldo Vandré)

    Desde os tempos distantes de criança
    Numa força sem par do pensamento,
    Tem sentido infinito e resultante
    Do que sempre será meu sentimento;
    Todo teu, todo amor e encantamento,
    Vertente, resplendor e firmamento.

    Vive em tuas asas, todo o meu viver;
    Meu sonhar marinho, todo amanhecer.

    Como a flor do melhor entendimento,
    A certeza que nunca me faltou,
    Na firmeza do teu querer bastante,
    Seja perto ou distante é meu sustento;
    De lamentos não vive o que é querente
    Do teu ser, no passado e no presente.

    Vive em tuas asas, todo meu viver;
    Meu sonhar marinho, todo amanhecer.

    Do futuro direi que sabem gentes,
    De todos os rincões e continentes,
    Que só tu sabes do meu querer silente,
    Porque só tu soubeste, enquanto infante,
    Das luzes do luzir mais reluzente,
    Pertencer ao meu ser mais permanente.

    Vive em tuas asas, todo o meu viver;
    Meu sonhar marinho, todo amanhecer.

    (http://letras.mus.br/geraldo-vandre/83224)
    (http://www.youtube.com/watch?v=519eyCVEliY)
    .
    .

  29. qua, 18/12/2013 - 20:19
    Francisco

    O Czar e o Grifo

    Do ponto de vista estritamente bélico, não foi a melhor escolha. Mas a estratégia militar é uma coisa ampla, bem maior do que o combate em si. Há aspéctos econômicos envolvidos na estratégia, como a sustentabilidade (custo, logistica, etc.).

    Isso o Gripen tem.

    Ele é suficientemente mortifero para fazer pensar, antes de atacar e é suficientemente custeavel, para sustentar enquanto não há combates no horizonte.

    Como o Brasil não planeja nenhuma guerra para os próximos dez anos, então, tudo bem: o Gripen está de bom tamanho.

    Falta, claro, “combinar com os russos”, como dizia Garrincha…

    No que tange a combinar com os russos, nada impede que os melhores caças do momento, os russos Sukhoy, sejam adquiridos, num número menor, tão logo a economia mundial se reequilibre.

    Uns doze Sukhoy secundados pelos Gripen (ainda mais fabricados quase que totalmente aqui) seriam uma respeitabilissima força dissuasória e até mesmo agressiva.

    Uma ponta de lança de altissima performance (ainda que adquirida no estrangeiro e sem transferencia) associada a uma lança de alto rendimento e de produção ilimitada são força realmente expressiva.

    Ficam, claro, questões dificeis a responder…

    O que faremos com o porta-aviões São Paulo? Nem o F-18, nem o Gripen cabem nele. O avião francês cabia (fator, confesso, que me fez apostar nele). A força Aérea comprará aviões diferentes da Marinha? A Marinha ficará com aviões de segunda linha que caibam na pista do São Paulo? A Marinha se conformará em ter um porta-aviões “surreal” porque vai receber submarinos novos? Ora, isso é politica, politica não é defesa. Que sentido teria um porta-aviões com aviões de segunda linha?

    Quanto fabricaremos aviões comparáveis ao Sukhoy aqui? Quando fizermos o dever de casa que a URSS fez, ou melhor que o Czar Pedro, o Grande fez…

    Ele importou bons equipamentos, bons projetos, bons projetistas e bons executores. Desmontou tudo, pôs esse povo estrangeiro contratado todo para ensinar aos russos como fazer e fez.

    No fim, a questão não é de qual avião será comprado, mas de quão grandes são os nossos czares.

    • qua, 18/12/2013 - 23:16
      simas

      Ora, o porta-aviões tem o seu papel definido em conformidade com o seu nome; aplicabilidade, nenhuma. Apenas completa a arquitetura de nossa Marinha. Serve pra treinamento. O q vc quer?… Nos tempos “redentores”, nossos governantes, por serem “nacionalistas”, pensavam em um Brasil grande; por isso, pegavam a grana q sobrava no mercado intl e aplicavam em Transamazônica, Embratel, Petroquímica, etc e etc… inclusive numa ind voltada pra sua serventia, militar. A atividade era tão importante, q veio e chegou o momento de isso, acabar… Veio, pq não era possível se assistir a própria grana do Poder Intl ser aplicada como estava sendo e chegou, pq a conjuntura intl obrigava – ou logo em seguida, não começamos a assistir a florescer o neoliberalismo? Então, na América Latina todos estavam endividados e perigava o não pagamento das dívidas e dos jurinhos, correspondentes; e masceu o neoliberalismo. É verdade q, antes, Washington já havia decretado o fim do militarismo, “pelaqui” – pq isso de conquistas democráticas é puro romantismo, pra envolver o povo, subvertendo a situação implantada pelo próprio Poder Transnacional… Cara, antes do neoliberalismo, colorido, nosso Pais tinha uma avançada ind voltada pra guerra… Nossos produtos eram testados com sucesso, nas guerras do Povo Desenvolvido, lá no Iraque; lembra, não? Pois, bem: Basta com essas ditaduras; agora é a vez do neoliberalismo, pra garantir o pagamento de nossa grana… E aconteceram o Collor e o Prof Cardoso… q acabaram com o Brasil Grande dos militares, “nacionalistas”. Ora, meu caro, o q temos, agora em nosso Pais? Uma grde favela, um Pais concentrado em São Paulo (o do porta-aviões), uma ind subsidiária das matrizes do mundo desenvolvido e um povo desprovido de saúde e escola… Estamos repensando nossa Democracia, reorganizando o Estado em sua estrutura física, institucional e economica. Assistimos, até, uma grde dificuldade em convencer mossa classe empresarial a investir… E vc quer q compremos um avião, avançadíssimo, pra fazer guerra contra quem? Nosso País não pensa nisso; nosso povo é pacífico e não pensa dessa forma. Com certeza entende q precisamos estar preparados e prontos pra nos defender… E estamos nos preparando , tratando de criar emprego, cuidar da saúde coletiva, criar condições pra melhorar nossas escolas e inventar nossas próprias formas de nos defender ou de desencorajar quem queira, novamente, nos subjugar… ‘Tá de bom tamanho, como já disse um companheiro, ai… Abraço, fraterno

    • qui, 19/12/2013 - 1:07
      Alisson Frazao

      Se vc não sabe cada esquadrão tem 04 caças, então 12 Su’s, ou seja, 03 esquadrões de su’s nos ajudariam em que? A principal vantagem do Grifo é que ele ainda pode ser bastante alterado, logo o desenvolvimento de uma versão naval, para ser usada em nosso porta-aviões é plenamente possível. Ainda sobre os sukhoy, não adianta comprar o avião e não ter pós-venda, as armas russas são ótimas mas eles são ruins em na reposição de peças e mesmo em entregar o prometido, vide a experiência do exercito com os (espetaculares) Mi-35 (aqui chamados sabre). A escolha foi a melhor diante de um cenário critico como é do da defesa. O caça sueco trará inúmeros benefícios e avanços tenológicos para a industria nacional, vide a experiência do projeto AMX.

      • qui, 19/12/2013 - 21:20
        Francisco

        Companheiro, você me fez pensar…

        De fato o Gripen pode gerar uma versão naval ajustada ao São Paulo… Realmente, tens razão. Mas continuo com o Sukhoy no juízo. Vá lá que não sejam tr~es esuqadrões, mas vamos precisar de qualquer forma de aviões para uso imediato. Celso Amorin aventou a possibilidade de adquirir o Gripen CD (a geração anterior do Gripen NG)…

        Talvez podessemos comprar uns dois esquadrões de Rafalle para proteger Brasilia

  30. qua, 18/12/2013 - 19:36
    Finetornos

    Muitas peças para desenvolver!

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