VIOMUNDO
O VIOMUNDO só é possível também através de anunciantes, e detectamos que você utiliza um AdBlock, bloqueador de anúncios.
Por favor considere ajudar o VIOMUNDO desativando o bloqueador para este site.

Celulares na mão, jovens empurram Marina; a difícil tarefa diante de Dilma

26 de agosto de 2014 às 20h06

Captura de Tela 2014-08-26 às 18.37.51

pesquisa publicada no Estadão

por Luiz Carlos Azenha

Primeiro, as advertências: em 2012, por um bom tempo, Celso Russomano acreditava estar a caminho de se eleger prefeito de São Paulo.

Recuando um pouco mais no tempo, nos anos 80, em São Paulo, eu participei pessoalmente de um dos maiores vexames já dados no Brasil por uma empresa de pesquisas. Da redação da Folha de S. Paulo, na Barão de Limeira, anunciei pessoalmente, ao vivo, na TV Manchete, o resultado da pesquisa de boca-de-urna do Datafolha que dava vitória de Fernando Henrique Cardoso sobre Jânio Quadros na disputa pela Prefeitura de São Paulo. Jânio venceu com 4% de vantagem. Narrei este episódio aqui.

O que quero dizer é que os quadros eleitorais são altamente fluidos e que as pesquisas de opinião, pelo menos as que não são feitas de má fé, também erram muito. Para ler sobre um pesquisa maldosa, de encomenda, feita para influenciar as eleições na Venezuela, clique aqui.

Dito isso, é preciso considerar que o Brasil é um país extremamente provinciano. Todas as mais importantes emissoras de televisão do país estão sediadas no eixo São Paulo-Rio de Janeiro. Assim é com os grandes jornais. Com a academia, menos agora, mas USP, Unicamp e PUC do Rio continuam ocupando um espaço desigual na formulação do pensamento econômico. Os jornalistas dos aquários, porta-vozes dos patrões, formam uma imensa panela, que fica exposta quando a Veja publica uma resenha elogiosa do livro de um jornalista da Globo, que retribui convidando o jornalista da Veja para uma entrevista na TV.

Todos pontuam desde estes supostos centros irradiadores de opinião como se não houvesse mais Brasil. Outro Brasil. Muitos Brasis.

O ex-presidente Lula entendeu isso. Derivou da constatação a política adotada por ele de distribuir para um maior número de veículos, de todo o país, a publicidade oficial. Foi resultado disso, também, a ênfase dele e, posteriormente, de Dilma, nas entrevistas às rádios do interior.

O erro dos estrategistas do Planalto foi não considerar que havia e continua existindo uma matriz a partir da qual as notícias se disseminam em território nacional: Organizações Globo, grupos Folha, Abril e Estadão, muitas vezes atuando de forma conjunta. Como já escrevi anteriormente — nadando contra a corrente, diga-se — as redes sociais aumentaram, não diminuiram o poder destes grupos. Eles foram capazes, por seu alcance, de mobilizar milhões de usuários das redes sociais para reproduzir seu conteúdo, de graça. O contraponto da blogosfera também se fortaleceu, mas em menor escala.

Há mais de dez anos estas grandes corporações investem no discurso antipolítica. Este discurso as fortalece, na medida em que os barões da mídia podem extrair maiores concessões da iniciativa privada e de todos os poderes da República. Como? Por exemplo, atacando uma empresa que se negue a fazer campanhas publicitárias. Atacando um governo que contrarie interesses dos patrocinadores.Promovendo mutirões investigativos — como o que assistimos contra a Petrobras — com o objetivo de obter lucro direto ou indireto com a privatização do patrimônio público.

“Política é corrupção, todos os políticos são corruptos, o Congresso deveria ser bombardeado” — estas ideias foram incorporadas quase que naturalmente ao discurso dos brasileiros. O objetivo original do consórcio midiático era, naturalmente, tirar do poder governos voltados para reduzir a imensa desigualdade social do Brasil — ainda que cheios de defeitos, montados sobre alianças esdrúxulas e com uma boa dose de corrupção.

É fundamental, aqui, considerar o tratamento desigual dado aos casos de corrupção: os mensalões do DEM e do PSDB, hoje, nem parece que aconteceram, assim como o bilionário desfalque do trensalão em São Paulo, sem considerar casos mais graves e remotos, como a criminosa privatização da Companhia Vale do Rio Doce.

O fenômeno de Marina Silva é caudatário disso. Ela é a papisa da antipolítica, que inclui mas não abrange apenas o antipetismo. A essa altura, o fenômeno é semelhante à onda que levou Jânio Quadros a derrotar o favorito pelo controle da Prefeitura de São Paulo, que descrevi acima. Naquela ocasião, FHC contava com apoio majoritário e algumas vezes escandaloso da mídia. Jânio não dava entrevistas à Globo, por exemplo. Abertamente com ele, só a rádio Jovem Pan, que promovia pesquisas não científicas, com entrevistas de pessoas nas ruas. Pesquisas que, naturalmente, apontavam o petebista como provável vencedor.

Ou seja, foi uma onda do boca-a-boca, fora dos meios de comunicação convencionais, quase um protesto contra o partido que pretendia submeter São Paulo “ao candidato da Sorbonne”, como dizia Jânio, quando ele era produto legítimo do bairro de classe média baixa da Vila Maria.

Em 2010, eu estava em Manaus na véspera do primeiro turno das eleições presidenciais, quando ainda havia dúvidas se Dilma venceria ou não no primeiro turno. Estava em um lugar público quando testemunhei jovens engajados em levar a eleição para o segundo turno. Todos falavam em Marina. Era uma espécie de onda, de febre de última hora.

Em minha opinião, “fenômenos” como as manifestações de 2013 e ondas eleitorais como a deste momento continuam pegando de surpresa os próprios partidos, os “especialistas” e a “opinião publicada” por conta da desconexão entre os Brasis a que me referi acima.

A mídia que nos “forma e informa”, com seus repórteres e articulistas extremamente concentrados no eixo do Rio-São Paulo-Brasília, não conhece ou demora a reconhecer o país dos jovens brasileiros, conectados entre si por seus telefones celulares e facebooks, mas desconectados de partidos, sindicatos e outras instituições.

Cerca de 35% do eleitorado brasileiro tem menos de 30 anos de idade. É gente que não experimentou a ditadura militar na pele, tem vaga lembrança da inflação descontrolada dos tempos de José Sarney no Planalto, não viveu o desastre resultante da aventura de Fernando Collor e seu Partido da Reconstrução Nacional (PRN).  É gente que, ainda que tenha tirado proveito dos programas sociais do governo Lula — que reduziram a desigualdade e promoveram o consumismo — fez isso de forma despolitizada, em contato com as eleições quando muito através daquela “chatice” que consideram a propaganda eleitoral obrigatória, de dois em dois anos.

Estes jovens são politicamente voláteis, querem mudanças e, por conta da habilidade com as redes sociais, exercem uma influência sobre o eleitorado que nunca exerceram no passado. Na casa de dona Irla, em Itapajé, no interior do Ceará — modesta, de três cômodos, que sempre teve TV mas só agora tem geladeira de verdade — são os filhos conectados à internet que trazem as informações para dentro de casa, para os mais velhos da família. São eles que ensinam os pais a lidar com o celular e a montar uma página no Facebook. São eles que trocam mensagens, links, indicam vídeos e dizem que o filho do Lula é o dono da Friboi.

Estes jovens foram intensamente bombardeados pela propaganda “antipolítica” em anos recentes. Talvez não saibam absolutamente nada sobre os planos e projetos de Marina Silva, mas pouco importa. Ela é de origem humilde, evangélica — sinal, para muitos, de que leva a religião a sério — e, acima de tudo, “nova”, ainda não contaminada. É o voto de protesto. É o “Cacareco” do século 21, aquele rinoceronte do zoológico de São Paulo que recebeu um recorde de votos para a Câmara Municipal, no final dos anos 50.

O curioso é que, diante de tantas pesquisas qualitativas, milionárias, Dilma apareça com estes jovens de forma quase institucional em sua propaganda, separada por grades, embora rompa a barreira geracional com os selfies em que posa ao lado de muitos deles. Também é curioso que Aécio Neves, que se pretende candidato da mudança, tenha sido mostrado em seu primeiro programa de terno escuro, distante, oficial, como se precisasse antes de tudo provar sua seriedade.

Quando convidei petistas a refletirem profundamente sobre a irupção das ruas em 2013 — e não a criminalizá-la, atribuindo tudo a “coxinhas” — era justamente no sentido de tentar entender o que move estes jovens. Com certeza, é uma resposta complexa e repleta de nuances. Talvez nem a propaganda eleitoral, nem os debates entre os candidatos, nesta campanha de 2014, sejam suficientes para movê-los de forma maciça em outra direção. Duvido que muitos deles estejam na audiência.

A eleição de 2014, como alertei no primeiro parágrafo, está longe de ser definida. Quando muito, há tendências fortes: Dilma x Marina no segundo turno parece uma forte possibilidade.

Nos Estados Unidos, em 2008, quando Barack Obama se elegeu pela primeira vez, as novas tecnologias foram essenciais para promover a “mudança na qual se pode confiar”, especialmente com a arrecadação de campanha e a arregimentação de milhares de voluntários. Obama apostou quase todas as fichas no entusiasmo e no idealismo da molecada. Lembro-me que Obama fez mais de um evento de campanha em que se reunia num anfiteatro, cercado por jovens, para compartilhar ideias e sugestões com eles. Desceu da tribuna. Arregaçou as mangas. Ouviu. A ideia era se desfazer da tradicional hierarquia que tanto afasta os mais jovens da política institucional. Obama certamente frustrou muitos de seus apoiadores iniciais. Mais tarde, revelou-se mais do mesmo.

No Brasil, o que me parece extremamente curioso é que nem Dilma, nem Aécio, que exerceram cargos executivos simultaneamente, tenham se dado conta das mudanças que, cada um a seu jeito, ajudaram a promover no país, mudanças que alimentaram o desejo do novo dos que foram às ruas em 2013. Como disse Lula, sabiamente, quem experimenta mudanças quer mais e melhor. É natural.

Às vezes parece que ambos, Dilma e Aécio, se acostumaram com ou foram consumidos pela política dos bastidores.

Temos, ainda, um longo mês de campanha pela frente. Quase com certeza, outro tanto antecedendo o segundo turno. Pelo menos hoje, Dilma e Aécio são candidatos a reviver, do lado perdedor, 1989. Para o Brasil, com os mesmos riscos envolvidos 25 anos atrás.

PS do Viomundo: Só agora, depois de ter publicado o texto, soube da promessa feita hoje por Aécio Neves. Segundo a Reuters, “em mais um gesto de popularização de sua campanha, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, anunciou um programa social que prevê o pagamento de um salário mínimo para que jovens de 18 a 29 anos voltem as escolas para completar os ensinos fundamental e médio. O tucano afirmou que há no Brasil cerca de 20 milhões de jovens com ensino médio e fundamental incompletos (11 milhões no fundamental e 9 milhões no médio) que precisam melhorar o nível de estudo para ter mais chances de ingressar no mercado de trabalho”. Pois é, brasileiros entre 18 e 29 anos de idade…

PS do Viomundo2: Segundo o UOL, “entre os eleitores de 16 a 24 anos, a candidata do PT enfrenta uma rejeição de 43%. A taxa cai para 34% entre os que estão na faixa de 45 a 54 anos e para 27% entre os que têm 55 anos ou mais”.

Captura de Tela 2014-08-26 às 18.38.03

Leia também:

O livro da blogosfera em defesa da democracia - Golpe 16

Golpe 16 é a versão da blogosfera de uma história de ruptura democrática que ainda está em curso. É um livro feito a quente, mas imprescindível para entender o atual momento político brasileiro

Organizado por Renato Rovai, o livro oferece textos de Adriana Delorenzo, Altamiro Borges, Beatriz Barbosa, Conceição Oliveira, Cynara Menezes, Dennis de Oliveira, Eduardo Guimarães, Fernando Brito, Gilberto Maringoni, Glauco Faria, Ivana Bentes, Lola Aronovich, Luiz Carlos Azenha, Maíra Streit, Marco Aurélio Weissheimer, Miguel do Rosário, Paulo Henrique Amorim, Paulo Nogueira, Paulo Salvador, Renata Mielli, Rodrigo Vianna, Sérgio Amadeu da Silveira e Tarso Cabral Violin. Com prefácio de Luiz Inácio Lula de Silva e entrevista de Dilma Rousseff.

Compre agora online e receba na sua casa!

 

61 Comentários escrever comentário »

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Cláudio

28/08/2014 - 22h13

Muito difícil, senão impossível, acreditar que os brasileiros queiram perder o que já conquistaram até agora nesses recentes 12 anos de governos progressistas apesar de até os blogueiros progressistas estarem embarcando nessa onda das pesquisas tendenciosas. Dilma, coração valente, força brasileira, garra desta gente. Dilma, coração valente, nada nos segura pra seguir em frente. O que tá bom, vai continuar O que não tá, a gente vai melhorar (2x) Coração valente! Com Dilma, a verdade vai vencer a mentira assim como a esperança já venceu o medo (em 2002 e 2006) e o amor já venceu o ódio (em 2010). ****:D:D . . . . ‘Tá chegando o Dia D: Dia De votar bem, para o Brasil continuar melhorando!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D . . . . Vote consciente e de forma unitária para o seu/nosso partido ter mais força política, com maioria segura. . . . . ****:L:L:D:D . . . . Lei de Mídias Já!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. ****:D:D … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …:L:L:D:D

Responder

Cláudio

28/08/2014 - 20h13

Um banco querendo tomar de conta de um país inteiro?! Que audácia lastimável! Dilma, coração valente, força brasileira, garra desta gente. Dilma, coração valente, nada nos segura pra seguir em frente.
O que tá bom, vai continuar O que não tá, a gente vai melhorar (2x)
Coração valente! Com Dilma, a verdade vai vencer a mentira assim como a esperança já venceu o medo (em 2002 e 2006) e o amor já venceu o ódio (em 2010). ****:D:D . . . . ‘Tá chegando o Dia D: Dia De votar bem, para o Brasil continuar melhorando!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D . . . . Vote consciente e de forma unitária para o seu/nosso partido ter mais força política, com maioria segura. . . . . ****:L:L:D:D . . . . Lei de Mídias Já!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. ****:D:D … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …:L:L:D:D

Responder

Pafúncio Brasileiro

28/08/2014 - 19h04

É pessoal, vamos aguardar mais um pouco sobre estes percentuais da Osmarina. Me parece claro que se trata de uma “bolha”, o sistema está no seu transitório inicial, há de voltar a um patamar bem menor. As explicações sobre esta “subida” nas intenções de voto, podem ser explicadas por:
1- Comoção pela morte de Eduardo.
2- Exposição francamente favorável na “grande” mídia à Osmarina.
3- A conversinha mole da Osmarina de que é novidade (antes, em 2010, foi ela quem levantou a questão do aborto e uma mistura de religiosidade conservadora, acabando “surfando” nisso, também acompanhada pelo Zé Bolinha, que viu oportunidade para votos).
4- Se houver competência, a imagem da Osmarina poderá começar a sofrer desgastes. Agora, o cuidado: ela poderá posar de vítima nesta “estória” e aí o pessoal vai ficar com peninha dela.
Muita coisa poderá ocorrer. Do casamento anterior da Cobra com o Jacaré, só ficou a Cobra.

Responder

Mário SF Alves

28/08/2014 - 13h25

E quem disse que não se educa politicamente um povo em 30 dias? Não mesmo; especialmente se este povo for por séculos e séculos condicionado a pensar unicamente pelos interesses de quem lhe quer politicamente alienado.
_________________________________________

LEMBRETE AOS JOVENS: ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS
Neste momento de discussão dos problemas nacionais, gostaria de me dirigir aos jovens que atravessaram a adolescência assistindo ao país caminhar de uma maneira bem diferente do que ocorria há doze anos. É preciso entender que as dificuldades políticas ainda são grandes, ainda há muito o que acontecer, apesar do PMDB, mas se verificarmos as curvas de indicadores sociais, de infraestrutura e da economia, elas são ascendentes, desconsiderando os efeitos sazonais.
Vou iniciar evocando o que foi feito do Brasil com FHC, cujo partido é o mesmo do candidato Aécio Neves. No governo Itamar Franco, foi implantado o Plano Real, de cunho neoliberal, idealizado pelo então ministro Ricupero, o qual foi sacado do governo quando se notou que o Plano estava surtindo efeito, após inúmeros planos, também neoliberais, mal sucedidos, desde a época de Sarney. Fernando Henrique Cardoso foi o escolhido para assumir a pasta, já que possuía boa base eleitoral, representava São Paulo e, acima de tudo, teria de se impedir a eleição de Lula de qualquer jeito, dado o estrago que este havia provocado na direita em 1989, quando saiu de 4% e quase ganhava de Collor no segundo turno não fosse a famosa montagem, pela rede Globo, depois do último debate eleitoral. Com Collor todos sabem o que aconteceu, mas já foi inocentado política e judicialmente.
Porém, voltemos a FHC. O seu maior mérito foi o Plano Real, dizem os seus saudosos defensores, pois controlou a inflação. Todavia, podemos examinar a que custo.
Nesse período, houve a criação de 5 milhões de empregos, mas o salário mínimo chegou ao máximo de 78 dólares, havendo até parlamentares que se elegeram prometendo trabalhar por um SM de 100 dólares. A este propósito, podemos acrescentar o caso do México, que escolheu a mesma política neoliberal, praticando um SM de 323 reais atualmente, um pouco mais de 145 dólares, compatível com um SM atual de 364 reais, no Brasil, se tivesse havido correção na mesma proporção do que ocorria nos anos FHC. Os servidores públicos, com exceção de pouquíssimas carreiras, como a dos fiscais da Receita, não obtiveram nenhum aumento salarial durante os oito anos. Tal arrocho repercutiu em quase todos os Estados da Federação, a exemplo do nosso com o governo Garibaldi. Sem falar da falta de renovação destes servidores pela ausência de concursos públicos.
Nas estatais, se a inflação era de 8%, os funcionários recebiam não mais de 3% depois de vários embates paredistas. Os sindicatos dos petroleiros foram praticamente fechados devido a multas astronômicas impostas pelo então governo. Ato condenado veementemente pela OIT. Todas as estatais pararam de admitir novos funcionários. A Petrobras permaneceu entre 1989 a 2001 sem fazer concursos, o que só ocorreu neste último ano por ter acontecido vários grandes acidentes, a exemplo do afundamento da P-36, vazamento de óleo gigante da refinaria REDUC na Baia da Guanabara, vazamento gigante de óleo da REPAR em rio paranaense e quase afundamento da P-34. Esta em 2003, mas ainda resquício da política de sucateamento das estatais de FHC. Para se ter uma ideia, os funcionários admitidos em 2002 tinham idade de ser filhos dos mais novos funcionários antigos, uma verdadeira prova de aniquilamento de qualquer empresa, tudo no intuito de facilitar a privatização. Além disso, as plataformas e navios eram construídos no exterior, a gerar emprego na Espanha, Holanda, Canadá, Singapura, Japão, etc.
Nesse sentido, conseguiu privatizar inúmeras empresas como a Vale do Rio Doce, que teve o preço de venda tão vil que o novo comprador, estrangeiro claro, conseguiu pagar com o lucro de um único ano subsequente. Houve a venda da Embraer, da CSN, de Furnas, das Teles e muitas outras, com repercussão também em todos os Estados. O descalabro destas privatizações foi bem descritos no livro de Amaury Ribeiro Júnior, A Privataria Tucana. Deve-se lembrar da entrega à iniciativa privada do restante das ferrovias ainda existentes após a extinção anterior da RFFSA, que, mesmo concedidas, foram aos poucos sendo sucateadas. Pode-se lembrar também das privatizações das Companhias Estaduais de Águas e Esgotos e as de Eletricidade, no mesmo modelo das que foram entregues no interior de São Paulo, Estado que vive hoje uma crise de abastecimento de água sem precedentes por falta de investimento do governo paulista e destas empresas privadas, apesar da blindagem da imprensa local.
Mas o que o Brasil ganhou com essas privatizações? Bom, neste período, mas a dívida externa só aumentava, chegando a mais de 200 bilhões de dólares, junto ao FMI, Banco Mundial e outros, descontando as míseras reservas cambiais, algo em torno de 35 bilhões de dólares em 2002. Quanto à inflação, no final do governo, já havia sinais de descontrole, chegando a 12% ao ano. A relação dívida líquida/PIB beirava os 60% em 2002. O desemprego atingiu os 14% pelo IBGE. O dólar chegou a valer 3,90 reais. O rico país bateu nos 2.443 pontos. Os juros básicos da economia alcançaram 26% ao ano. Aconteceu o famoso apagão elétrico de 2001/2002, período de seca previsível, mas por falta de investimento no setor, ocasionando racionamento nacional e aumento de tarifas (a semelhança ao que ocorre hoje em São Paulo com o abastecimento de água não é mera coincidência). Este arrocho foi o que o país ganhou com o modelo neoliberal e a entrega do seu patrimônio.
Por outro lado, o capital internacional fez a festa com a desregulamentação quase total da economia, o estado mínimo – a pregar a meritocracia – resultante da “famosa” política neoliberal, ou mais especificamente do que se chama de Estado Liberal, em contraposição ao Estado Social. Tudo com o objetivo mascarado de aumentar as margens de lucros e suas consequentes remessas para os países ditos centrais, os quais só são o que são porque retiram boa parte das riquezas dos países ditos subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. Assim, é bem fácil manter altos índices de desenvolvimento a custa das riquezas dos outros.
No bojo da desregulamentação da economia, vários direitos dos trabalhadores, que já eram poucos, foram retirados ou precarizados, a exemplo da redução dos depósitos a título de FGTS para 2%, feitos pelos empregadores nos contratos por prazo determinado e consequente redução da indenização nas despedidas (Lei nº 9.601/98); da implantação do fator previdenciário; e da redução das aposentadorias especiais, que foram quase todas extintas. Citam-se as aposentadorias dos professores de nível médio e universitários e dos trabalhadores offshore. No caso destes, de 1998 a 2003 – quando foi restabelecida – a contagem de tempo para a aposentadoria é feita como se trabalhassem em um escritório administrativo, mesmo trabalhando embarcados.
A partir de 2003, como já foi dito, a tendência foi de melhora destas situações, apesar do ainda conservador Congresso Nacional, fruto do desinteresse que se tem pela política e pelas eleições parlamentares – deputados e senadores. Houve ainda, como restrição, a crise do petróleo provocada pela guerra do Iraque, em 2003, e a crise econômica mundial de 2008, que ainda perdura.
Assim, com Lula e Dilma, há a tentativa de estabelecimento do Estado Social, dentro do que permite a Constituição e das referidas limitações do Congresso, em que se busca a valorização constante do salário mínimo, hoje em 724 reais, 325 dólares, com aumento real relacionado ao crescimento do PIB; implantação dos programas sociais, a exemplo do Bolsa Família, do Luz para Todos, do Brasil Sorridente, do Bolsa Atleta, do Mais Médicos, do ENEM, do ProUni, do Reuni, do Fundeb, do Pronatec, do Ciência sem Fronteiras, das Olimpíadas de Matemática, da construção de 18 novas Universidades Federais e expansão das já existentes, da construção de mais 422 Escolas Técnicas (Institutos Federais), da destinação de 75% dos royalties do petróleo para a educação e 25% para a saúde, em contratos do pré-sal assinados a partir de 2012, do Plano Nacional da Educação, etc.; implementação dos programas ou obras de infraestrutura, como a transposição do rio São Francisco, a construção das ferrovias Norte-Sul e da Leste-Oeste, a construção das hidrelétricas de Belo Monte, Jirau, Santo Antônio e outras de menor porte, a construção de diversas termoelétricas para apoiar as hidrelétricas nos momentos de seca, a implantação de parques eólicos, a aprovação do marco regulatório de energia, a duplicação de várias rodovias, incluindo a BR 101, a construção ou reforma dos aeroportos, a construção das arenas multiuso nas doze sedes da Copa do Mundo, as demais obras do PAC, o Minha Casa, Minha Vida, a Lei dos Portos, etc.; alcance da autossuficiência em petróleo, construção em andamento de duas grandes refinarias, o Comperj no Rio de Janeiro e a Abreu e Lima em Pernambuco, e contratação de mais duas, e a aprovação das Leis que implantaram o regime de partilha do pré-sal, em que o país fica com parte da produção de petróleo, além dos tributos, e impondo a Petrobras como participante e operadora em todos os blocos concedidos; soerguimento da indústria naval, hoje com mais de 90 mil empregos, com a construção ou reaparelhamento de estaleiros ao longo da costa brasileira, como o Atlântico Sul, o maior do hemisfério sul, em Pernambuco e o de Rio Grande no Rio Grande do Sul; concessão de direitos aos trabalhadores, como aos domésticos com a aprovação da PEC 72, regulamentação das Centrais Sindicais, aprovação dos Aviso Prévio Proporcional, etc.; manutenção dos dados macroeconômicos com taxas de desemprego se situando atualmente entre 5 e 6% pelo IBGE, geração de 15 milhões de empregos (Lula/8 anos) e 5,5 milhões (Dilma/4 anos), inflação dentro da meta estabelecida, relação dívida líquida/PIB, atual, de 33,8%, taxa de juros em 11% ao ano, chegou a 8,5%, reservas cambiais de 350 bilhões de dólares, zeragem técnica da dívida externa, risco país em torno de 220 pontos, diversificação das relações comerciais, incluindo o eixo Sul-sul (África, América Latina e Ásia), não só o Norte-sul, não adesão à Alca; enfim, distribuição de renda com a mobilidade social de cerca de 36 milhões de pessoas para as classes ditas médias e retirada de cerca de 15 milhões da extrema pobreza.
Do exposto, o que restou aos partidos que fazem oposição aos dois últimos governos foi levantar o problema da corrupção. Este terrível mal é social e endêmico que aflige o país desde o seu descobrimento e que, com a mídia fazendo a sua parte – infelizmente isto não ocorre sempre –, há a sensação de que este problema aumentou. O que aumentou foi a vigilância, tanto da imprensa como dos demais órgãos de controle, tais quais Polícia Federal, CGU, os quais foram reaparelhados, Força de Segurança Nacional, que foi criada, Ministério Público, TCU, etc., o que não ocorria antes de 2003.
Todavia, as elites nunca desistem e nesta eleição contam, para forçar um segundo turno, em caso de não êxito de Aécio, com um pano B, em que Marina Silva, antes petista e não alinhada às suas pretensões, seria agora a candidata salvadora de seus interesses, após a morte de Eduardo Campos.
Conclui-se dizendo: as elites brasileiras jamais perdoarão os dois últimos governantes do país por tais feitos e nunca desistirão de retirar do poder o(s) partido(s) que distribui(em) renda e dificulta o fisiologismo.

Fonte: http://mticianosousa.blogspot.com.br/2014/08/lembrete-aos-jovens-eleicoes.html#comment-form
___________________________________________

Agradeço muitíssimo ao autor.

Numa leitura transversal deste texto-relatório, vê-se claramente o que é a realidade e a complexidade política deste imenso, potencialmente riquíssimo e tão injustificavelmente vilipendiado País. História viva.

Parabéns!

Se a maioria de nós, brasileiros, tivéssemos essa informação e consciência, votaríamos com sabedoria, assim, o poder, de fato, emanaria do povo, e o Congresso, enfim, nos representaria; libertaríamo-nos das ditaduras midiáticas e econômica, e apesar de todas pressões contrárias [externas, sobretudo], finalmente, alcançaríamos a tão sonhada democracia plena, e, decerto, o Brasil se desenvolveria. Só assim nos livraríamos da influência perniciosa/desumana/anti-social de uma certa elite, cuja história a condena como a mais entreguista, sonsa e covarde do mundo. Só assim o Brasil superaria a terrível condição, pecha ou “sina” de ser um país eternamente vocacionado à eterna condição de colônia.

Responder

Mauro

28/08/2014 - 12h15

Impossível de discordar seja de uma linha,perfeito,acrescento apenas que este apagão político representado por Marina,favorece aos oportunistas ou seja grupos diversos que flutuam a busca de hospedeiros com o claro propósito de se fortalecerem,extraírem o máximo sem contribuir com nada ou seja o caos, e com certeza os despolitizados se consideram puros,imaculados formam um substrato perfeito para estes parasitas se desenvolverem.Mas acredito quer a pureza mariniana vai ainda se confrontar com o novo que os jovens buscam.

Responder

Jose Mario HRP

28/08/2014 - 09h52

<a href="” rel=”nofollow”>
Na foto da esquerda, o da frente se foi, o de trás é o cara que quebrou São Vicente:
Marcio França, joga no time do Alck(vice) e no da Marina?
Que não politica é essa Marina?
E novo é esse?

Responder

Mário Henrique

28/08/2014 - 09h43

O plano “A” é Dilma vencer no primeiro turno.

Porém, temos que montar um plano “B” e esse plano “B” passa, inevitavelmente, por escolher o “melhor” adversário para enfrentar.
O Felipão usou o mesmo raciocínio do PT: Nós somos os bons!!! Vamos para cima deles !!! Ninguém pode conosco…Enfim, deu no que deu.

Se o PT tem pesquisas internas e essas pesquisas indicam que a Dilma estacionou nos 35% é inevitável que o PT monte um plano para o segungo turno.

O plano poderia ser: juntar um grupo de 5 petistas. Nesse grupo, 4 votariam na Dilma e 1 votaria no Aécio. Assim, cerca de 20% dos votos da Dilma iriam para o tucano.

Relembro, essa tática só servirá se o Aécio se recuperar e se aproximar da Marina. A diferença entre Aécio e Marina tem que ser de no máximo 5%, ou seja, ela com 26% e ele com 21%.

Se os dois chegarem a véspera da eleição com esse percentuam, Dilma terá cerca de 38%. Sendo assim, os eleitores de Dilma poderão “doar” cerca de 6% a 7% dos votos para o Aécio.

Chega de prepotência!!!

A Copa do Mundo foi um prelúdio…um aviso…vamos jogar com as regras do jogo debaixo do braço. Se a Dilma enfrentar a Marina no segundo turno vai dar Marina, pois não se educa políticamente um povo em 30 dias.

Responder

sergio

28/08/2014 - 00h34

Quem está feliz da vida com esta parcela da juventude são os banqueiros que, via Banco Itaú, vão comandar o Banco Central e estipular a taxa de juros que acharem melhor.
E o mercado financeiro nunca esconde a opinião que o problema do pleno emprego no Brasil são os salários elevados.
Já dá par imaginar o que viria por aí: juros altos, desemprego e arrocho salarial.

Responder

FrancoAtirador

27/08/2014 - 22h42

.
.
Globope e DataFrias não fizeram,

mas CNT/MDA fez o confronto

de MariNéca com Aério Naves,

na simulação de 2º Turno:

MariNéca (PAA) = 48,9%
Aério Naves (PSDB) = 25,2%
Branco/Nulo = 17,2%
NS/NR = 8,7%

Íntegra da Pesquisa MDA

Para Download:
(http://www.cnt.org.br/Imagens%20CNT/PDFs%20CNT/Pesquisa%20CNT%20MDA/Relatorio%20SINTESE%20-%20CNT%20AGOSTO2014%20-%20R120%20-%20FINAL.pdf)
.
.
Leia também:

Por que Ibope e Datafolha não pesquisaram 2º turno entre Aécio e Marina?

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania

(http://www.blogdacidadania.com.br/2014/08/por-que-ibope-e-datafolha-nao-pesquisaram-2o-turno-entre-aecio-e-marina)
.
.

Responder

    Mário SF Alves

    28/08/2014 - 13h47

    “Na simulação de 2º Turno:

    MariNéca (PAA) = 48,9%
    Aério Naves (PSDB) = 25,2%
    Branco/Nulo = 17,2%
    NS/NR = 8,7% ”
    __________________________
    É… se tal tragédia for despejada sobre o Brasil, eu, decerto, estaria entre os 17,2% que votariam Branco/Nulo em tal absurda eleição.

    Moral da estória: partindo da premissa de que merecem credibilidade científica os dados obtidos em tal pesquisa, concluí-se que neste imenso, potencialmente riquíssimo e historicamente tão injustificavelmente vilipendiado País, apenas coisa da ordem de 17,2% dos eleitores são politicamente desalienados.

Luís CPPrudente

27/08/2014 - 21h17

Temos que derrotar a Marina Itaú Silva, a candidata anti-Brasil, a candidata da direita reacionária.

Uma Ley de Medios é necessário para evitar o surgimento de “santas evangélicas” do pau oco. Vamos torcer para a Dilma superar o fanatismo e depois cobrar dela o racionalismo através da comunicação social e democrática.

Responder

    Frederico Zenga

    28/08/2014 - 10h44

    “Ley de Medios”? Isso me cheira a censura, ditadura, Venezuela e Cuba… Não, obrigado. Marina na cabeça. Chega da velha política!

    Mário SF Alves

    28/08/2014 - 14h02

    A estratégia midiática marinosilvista de 2010 veio a reboque do império econômico da Natura. Tudo, aparentemente, muito pertinente, e por que não, até coerente. Afinal, tratava-se de império surgido da capacidade empreendedora de brasileiro comprometido com a causa duma tal sustentabilidade ambiental qualquer. Porém, dessa vez o caldo entornou. A estratégia inflou/escandalizou, veio num jatinho sem dono, comprado por 8,5 milhões de dólares e a cavalo no Itaúúúú, outro império; só que dessa vez um império sob suspeita de uma dívida de 18 BILHÕES de reais com RF e legítimo defensor da plena e irreversível autonomia do BC.

    É… vai ver o joãozinho tinha mesmo razão.

João de Deus

27/08/2014 - 21h02

UMA LOUCURA MUITO LOUCA. CHAMEM MEU PSIQUIATRA

UMA LOUCURA MUITO LOUCA. CHAMEM MEU PSIQUIATRA.

qua, 27/08/2014 – 19:49

Até Ibope explica: povo admite que vai bem, mas noticiário enfia na cabeça que o país vai mal.

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/08/ate-ibope-explica-povo-admite-que-vai.html

Aquela história de votar com a mão no bolso, de acordo com a sensação de bem-estar social, favorece Dilma. Mas ainda não está refletida nas intenções de votos nas pesquisas.

Pelo Ibope divulgado ontem, o povo admite que sua situação econômica está boa e acha que vai melhorar. Mas acha que a economia do próprio país em que vive vai mal.

Como pode o povo se sentir bem economicamente, estar otimista com o futuro e ao mesmo tempo acreditar que a economia “do país” vai mal? Só o efeito do noticiário extremamente negativo sobre a economia, descolado da realidade, explica.

Para Dilma liquidar de vez essa eleição e vencer, seja no primeiro ou no segundo turno, é só colar as duas realidades.

Responder

Bacellar

27/08/2014 - 17h21

De fato.

Me preocupo já ha algum tempo com a ascensão da anti-política. Não apenas nacionalmente. Sei que é um saco mas assistam alguns trechos dos grandes blockbusters hollywoodianos dos últimos anos. Assistam aos mais dirigidos à massa trabalhadora (internacionalizada) principalmente grandes franquias…9 em cada 10 são libelos anti-política, anti-estados, anti-coletivismo, etc. Isso quando não flertam com um novo tipo de fascismo; aquele que desloca a figura do pai da pátria do lider político para os gurus corporativos e do Estado para as corporações transnacionais.

Responder

Mario Henrique

27/08/2014 - 16h21

Cheguei a uma conclusão, difícil, mas a única possível para o momento: irei votar no Aécio no primeiro turno, para forçar o segundo turno Dilma x Aécio.

Explico,…sou Dilma até o fim, porém, temos de ter sangue frio e saber jogar o jogo eleitoral. O cenário que se desenha, com Dilma x Marina, no segundo turno é temeroso, logo, o mais importante neste momento é garantir que a Dilma tenha, no segundo turno, um candidato que possa ser vencido. Este candidato é o Aécio.

Se existisse alguma possbilidade da Dilma ganhar no primeiro turno, ok…eu votaria nela. Porém, com o furacão de imbecilidade que assola o Brasil, chamado candidatura Marina Silva, o que nós temos que fazer nesse momento é TIRÁ-LA da disputa do segundo turno.

Sendo assim, com muita dor no caração, eu irei, pela primeira vez na minha vida…votar no PSDB. Nós apoiadores do PT temos que garantir que o Aécio vá para o segundo turno, pois só assim, voltaremos a ter alguma racionalidade nessa campanha. O engodo da campanha da Marina tem que ser combatido com inteligência.

Se a campanha tivesse mais 4 ou 5 meses, aí sim, haveria tempo para descontruir esta aberração chamada Marina. Porém, como não temos esse prazo, teremos que agir, nesse momento, com sangue frio e apoiados na razão.

Não há tempo hábil para desconstruir a tempestade de verão chamada Marina Silva, logo, o que deve ser feito é impedir a ida dela para o segundo turno e para que isso aconteceça, 10% dos votos da Dilma tem que migrar para o Aécio.

Apostar TODAS as fichas em uma vitória da Dilma no primeiro turno é temerário…pois se acontecer um segundo turno com Marina, as chances de derrota da Dilma são maiores. Não pela competência ou merecimento da Marina e sim, pela PTfobia disseminada pelo PIG ao longo dos anos.

Quem vota no Aécio, vota também na Marina. Porém, boa parte das pessoas que votam na Marina, não votam no Aécio.

Sendo assim, eu já combinei com a minha esposa, eu voto no Aécio e ela na Dilma. Dividindo assim os votos, podemos garantir o segundo turno entre Aécio e Dilma.

É arriscado eu sei…mas mais arriscado é deixar a Marina chegar ao segundo turno. Vamos fazer contas: Se a Dilma chegar a véspera da votação com 40% das intenções de voto, aí vale a pena arriscar e votar nela já no primeiro turno.

Porém, se os números da véspera da votação forem próximos de: Dilma 36% Marina 23% Aécio 18% Aí, o mais coerente é parte do eleitorado de Dilma votar no Aécio, para jogá-lo no segundo turno.

Os sonháticos que votam na Marina não entendem e não conseguem enxergar o mal que ela representa para os avanços que o Brasil conquistou.

O “PSDB+PFL+PPS+Partidos nanicos” têm muita culpa nesse processo de emburrecimento político do povo brasileiro. Eles criaram, através do PIG, a PTfobia e agora, o povo não quer o PT, mas também, a contragosto destes, o povo também não quer o PSDB e seus asseclas.

Marina, então, aproveita-se desse sentimento de rejeição do povo, com relação a política e se apresenta como a “Nova política”. Essa molecada que fica nas redes sociais disseminando a Marina, não tem qualquer noção do que seja política e o tamanho dos interesses que estão envolvidos nessa campanha.

Nova política ?!? Que nova política é essa que anda de braços dados com o coronelismo nordestino, os bancos paulistas e a mídia carioca ?!?
Marina trás com ela o que tem de pior no cenário político e econõmico-social.

Dois presidentes tentaram governar o Brasil sem base de apoio político: Janio Quadros e Fernando Collor. Todos os dois foram derrubados pelas velhas oligarquias, quando estas, viram que os seus interesses seriam contrariados.

Com Marina não será diferente…se for eleita, não terminará o mandato.
O Diogo Mainardi já cantou a pedra…o golpe contra a Marina virá a cavalo.

Responder

    Mário SF Alves

    28/08/2014 - 14h07

    “Cheguei a uma conclusão, difícil, mas a única possível para o momento: irei votar no Aécio no primeiro turno, para forçar o segundo turno Dilma x Aécio.”
    _____________________________________
    Kkkkkkk… bateu o desespero, cara?
    _________________________________________________
    Taí, prometo ler o seu “eu explico”.

henrique de oliveira

27/08/2014 - 15h58

Não podemos deixar que os coxinhas que antes não tinham nem o que comer ou a perspectiva de estudar e graças ao PT seus país chegaram a classe média , desconstruir através de uma louca desvirada governe o BRASIL.
Para as sininhos da vida e para os black bostas uma onda de violência e anarquismo que nem eles sabem o que é esse momento pode ser uma primavera brasileira , com a mesma desgraça que essa turma fez no norte da Africa , depois que o pau comer e nossa vidas forem arruinadas não vai adiantar chorar , apenas morrer.

Responder

Elias

27/08/2014 - 15h17

PIG (Partido a Imprensa Golpista) Manipula informação conforme seus interesses. Grosso modo seus interesses são os mesmos da direita dos Estados Unidos que só visam lucros escorchantes e os pobres que de se danem.

PIG 2 (Partido do Instituto Golpista) No Brasil temos dois: Ibope e Datafolha. Ibope ligado a Rede Globo e Datafolha ligado ao Tea Parthy brasileiro. Ambos egoístas e gananciosos, também só visam lucros altos e de preferência especulativos, embasados nos cassinos que eles chamam de bolsa de valores.

O povo deve ficar atento para que esses dois não elejam seus testas de ferro travestidos de candidatos bem intencionados. Na verdade são apátridas que almejam tomar o poder central para vender o Brasil.

O que acabo de escrever pode parecer algo panfletário, mas uma pessoa de bom senso notará que é apenas a indignação de um homem de mais de 60 anos que já viu esses grupos estropiarem não só uma vez o nosso país. Ninguém em sã consciência pode negar que nos últimos 13 anos o Brasil deixou de avançar em várias frentes. Não faltou oportunidade à direta fazer o mesmo que o atual governo vem fazendo. O caso é que a direita está comprometida com o capital internacional e por consequência age como cafetina diante desse capital e vende o Brasil por míseros trocados que nunca nos deram status, pelo contrário, sempre nos levaram ao FMI. Hoje que estamos com as contas relativamente em dia, que damos de ombros para o FMI, essa direita quer voltar ao poder e bagunçar tudo novamente. Arre! À m. patrícios!

Responder

Elias

27/08/2014 - 14h54

PIG (Partido a Imprensa Golpista. Manipula informação conforme seus interesses. Grosso modo seus interesses são os mesmos da direita dos Estados Unidos que só visam lucros escorchantes e os pobres que de se danem.

PIG 2 (Partido do Instituto Golpista) No Brasil temos dois: Ibope e Datafolha. Ibope ligado a Rede Globo e Datafolha ligado ao Tea Parthy brasileiro. Ambos egoístas e gananciosos, também só visam lucros altos e de preferência especulativos, embasados nos cassinos que eles chamam de bolsa de valores.

O povo deve ficar atento para que esses dois não elejam seus testas de ferro travestidos de candidatos bem intencionados. Na verdade são apátridas que almejam tomar o poder central para vender o Brasil.
O que acabo de escrever pode parecer algo panfletário, mas uma pessoa de bom senso notará que é apenas a indignação de um homem de mais de 60 anos que já viu esses grupos estropiarem não só uma vez o nosso país. Ninguém em sã consciência pode negar que nos últimos 13 anos o Brasil avançou em várias frentes. Não faltou oportunidade à direta fazer o mesmo que o atual governo vem fazendo. O caso é que a direita está comprometida com o capital internacional e por consequência age como cafetina diante desse capital e vende o Brasil por míseros trocados que nunca nos deram status, pelo contrário, sempre nos levaram ao FMI. Hoje que estamos com as contas relativamente em dia, que damos de ombros para o FMI, essa direita quer voltar ao poder e bagunçar tudo novamente. Arre! À m. patrícios!

Responder

Claudio Mesquita

27/08/2014 - 12h37

Eu acho esse assunto meio complicado. Eu tenho mais de uma dezena de sobrinhos com idade entre 20 e 30 anos, desses que passam o dia inteiro com o smartphone na mão, e percebo uma desinformação impressionante. Em geral, são simplesmente anti-PT. Não lêem jornal nem procuram se informar, a não ser pelo facebook. Um texto com mais de 2 parágrafos, simplesmente não é lido. Tudo fastfood.
Dia desses apareceu um sobrinho, que se diz de esquerda, num almoço de família, com a revista veja nas mãos, aquela falando das malas de dinheiro do doleiro youssef, dizendo com toda convicção: é por isso que eu não voto na Dilma. Por causa da corrupção, disse ele.
No que eu perguntei, qual corrupção, não que não exista, mas seja específico além das manchetes e clichês, ele respondeu simplesmente: todo mundo sabe.
Num contexto desses a Marina nada de braçada.
Nem abro mais o facebook, esses dias o filho de um amigo postou que o PT sabotou o avião do Eduardo Campos para beneficiar a Dilma, assim como mataram o Celso Daniel. É mole? Pior que o cara nem sabe quem foi Celso Daniel, simplesmente compartilhou o même, que recebeu um monte de “likes”.
E tudo gente que faz ou tem curso superior e se julga conectada.

Responder

    Laura

    27/08/2014 - 15h05

    E ouvem Beoncé. Podem ver as playlists da rádio uol.

    Paulo

    27/08/2014 - 15h30

    O volume de memes anti PT e particularmente anti Dilma nas redes sociais e suas velocidades de propagação é impressionante. Nunca vi um pró Dilma. São mensagens curtíssimas , por exemplo ( há tres dias atrás meu filho me mostrou) fotomontagem com a presidente chupando manga; a legenda dizia : cão chupando manga . no universo lobotomizado das redes sociais infelizmente , essa é a propaganda que funciona .

zepgalo

27/08/2014 - 10h16

Perfeita análise!

Resta saber se Dilma/Lula vão conseguir atingir os jovens e a classe média urbana. A nova classe C é Marina, sem nem saber direito o que ela quer fazer com o Brasil.

E Marina surge como a salvadora da elite brasileira, e como favorita nessas eleições. Torço para que Dilma consiga vencer esse retrocesso.

Responder

FrancoAtirador

27/08/2014 - 07h58

.
.
ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS 1989
RESULTADO OFICIAL TSE

2º TURNO

Fernando Collor de Mello (PRN, PSC, PTR, PST) = 49,94%

Luiz Inácio Lula da Silva (PT, PSB, PC do B) = 44,23%
.
.

Responder

Maria Carvalho

27/08/2014 - 01h47

Estou só esperando essa mídia e institutos de pesquisas, que hoje apresentam grande avanço da marina, daqui a algumas semanas começarem a divulgar qualquer notícia e/ou pesquisa que a “detone” e o ahéssim! ser “mais bem avaliado” e seguir para o segundo turno.
Afinal, pesquisa e mídia é para isso: dirigir, “momentaneamente”, o eleitorado indeciso a votar em quem desejam, e, próximo ao dia da eleição desconstruir “paulatinamente a inverdade”, apontando números próximos aos resultados.
Sempre foi assim!

Responder

andre

27/08/2014 - 01h29

http://tijolaco.com.br/blog/?p=20470
Globo mostra o canhão a Marina. De volta ao “vamos ver quem manda aqui”
26 de agosto de 2014 | 21:40 Autor: Fernando Brito
Mais importante que a pesquisa Ibope no Jornal Nacional de hoje foi a reportagem sobre os donos do jatinho que matou Eduardo Campos e transformou Marina Silva em sucesso eleitoral.

Fartamente abastecida – como sempre – pela Polícia Federal, a matéria começou a revelar o “laranjal” montado pelo PSB e pels empresários amigos de Campos para “comprar” o jato que acabaria por matar o candidato.

Até um peixeiro do Recife foi usado como “bucha” na transação.

O JN adiantou a pauta “malvada” da entrevista de Marina Silva, amanhã.

E nem mesmo citou o outro “megabucha” da compra do avião, Apolo Santana, processado por contrabando.

Vale a pena ler a matéria e ver o potencial explosivo do caso. E, querendo assistir em vídeo, clique aqui.

É impressionante.

Marina terá 24 horas para explicar ou, como é mais provável, dizer que não tem nada com isso.

Talvez, até, pessoalmente, não tenha.

Mas fica comprometida a imagem do “São” Eduardo, que a beatifica como candidata da nova política.

Evai ter de ser “boazinha” com William Bonner e Patrícia Poeta.

Afinal, é preciso saber quem manda, não é?

Amanhã, o Tijolaço, que não tem acesso à Polícia Federal e nem faz chantagem política, vai mostrar mais “travessuras” dos homens a quem o PSB atribuiu o “contrato de boca” para ceder o jatinho a Eduardo e Marina.
Documentos indicam empresas fantasmas na compra
do avião em que morreu Eduardo Campos
O Jornal Nacional teve acesso com exclusividade aos extratos da conta AF Andrade – empresa que, para a Anac, é a dona da aeronave.

O Jornal Nacional obteve, com exclusividade, documentos importantes da operação de compra e venda do jato Cessna, que era usado pelo candidato do PSB à presidência, Eduardo Campos.

O dinheiro que teria sido usado para pagar o avião em que morreu o candidato Eduardo Campos passa por escritórios em Brasília e São Paulo, e por uma peixaria fantasma em uma favela do Recife.

“Rapaz, eu estou até desnorteado. Como é que eu tenho uma empresa uma empresa sem eu saber?”, questiona um homem.

O Jornal Nacional teve acesso com exclusividade aos extratos da conta AF Andrade – empresa que, para a Anac, é a dona da aeronave. Mas a AF Andrade afirma que já tinha repassado a aeronave para outro empresário, que emprestou para a campanha de Campos.

Os extratos que já foram entregues à Polícia Federal mostram o recebimento de 16 transferências, de seis empresas ou pessoas diferentes. Num total de R$ 1.710.297,03.

Nos extratos aparecem os números do CPF das pessoas físicas ou do CNPJ, das empresas que transferiram dinheiro para a AF Andrade. Com esses números foi possível chegar aos donos das contas.

A empresa que fez a menor das transferências, de R$ 12.500, foi a Geovane Pescados. No endereço que consta no registro da peixaria encontramos Geovane, não a peixaria.

“Acha que se eu tivesse uma empresa de pescado eu vivia numa situação dessa?”, diz Geovane.

Outra empresa, a RM Construções, fez 11 transferências, em duas datas diferentes. Cinco no dia 1º de julho e mais seis no dia 30 de julho, somando R$ 290 mil.

O endereço da RM é uma casa no bairro de Imbiribeira em Recife. Mas a empresa de Carlos Roberto Macedo não funciona mais lá. “Tinha um escritório. Às vezes, guardava o material o outro”, conta ele.

Tentamos falar por telefone com Carlos, mas ele pareceu não acreditar quando explicamos o motivo da minha ligação.

Repórter: Você andou depositando dinheiro para comprar de um avião?
Carlos: Tem certeza disso?

Já um depósito de quase R$ 160 mil saiu da conta da Câmara & Vasconcelos, empresa que tem como endereço uma sala vazia em um prédio e uma casa abandonada. Os dois lugares em Nazaré da Mata, distante 60 quilômetros do Recife.

A maior transferência feita para a AF Andrade foi de R$ 727 mil, no dia 15 de maio, pela Leite Imobiliária, de Eduardo Freire Bezerra Leite.

E completam a lista de transferências João Carlos Pessoa de Mello Filho, com R$ 195 mil, e Luiz Piauhylino de Mello Monteiro Filho, advogado com escritórios em Brasília, Recife e São Paulo, com uma transferência de R$ 325 mil.

Luiz Piauhylino de Mello Monteiro Filho disse que realizou, em junho, uma transferência bancária de R$ 325 mil e que esse valor é referente a um empréstimo firmado com o empresário João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho.

O empresário João Carlos Lyra declarou que, para honrar compromissos com a empresa AF Andrade, fez vários empréstimos, com o objetivo de pagar parcelas atrasadas do financiamento do Cessna.

A Leite Imobiliária confirmou que transferiu quase R$ 730 mil para a AF Andrade como um empréstimo a João Carlos Lyra.

Já o PSB declarou, nesta terça-feira (26), que o uso do avião foi autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira.

E que o recibo eleitoral, com a contabilidade do uso do Cessna, seria emitido ao fim da campanha de Eduardo Campos.

O PSB afirmou que o acidente, em que morreram assessores do candidato, criou dificuldades para o levantamento de todas informações.

Responder

Alexandro Rodrigues

27/08/2014 - 01h27

Tive a sorte de ter 20 e poucos anos no Governo Lula. Por causa deste, me formei, aprendi uma segunda língua e tenho um mundo de oportunidades a minha frente.

Nunca compartilhei desta fé e admiração que muitos dizem ter pelo povo brasileiro. O povo brasileiro é generoso, sim isto é uma realidade. Mas também é um povo incivilizado, mal educado, manipulável e extremamente covarde! Essas horas me dá uma inveja dos argentinos…

Acabo de ver o debate. Dilma exalava a derrota, sinto que a eleição já era! Para mim? Pouca coisa muda. A não ser o pesar de ver meu país mais uma vez ser sabotado por aqueles que querem submete-lo aos interesses privados nacionais e internacionais. Mas minha emersão social continuará! Vou me embora de Passárgada, os pássaros daqui já não gorjeiam como antes…

Que os jovens que caem no papo dessa vagabunda Jim Jones do Itaú que corram para as igrejotas sonháticas que infestam as periferias, para pedir cestas básicas no futuro próximo de desemprego nefasto. E que Lula tenha força para a partir do próximo ano reconstruir o PT e tenha ainda sabedoria de não entregar seu legado a uma covarde como Dilma Rousseff!

Responder

    Mário SF Alves

    28/08/2014 - 14h59

    “…covarde como Dilma Rousseff!”

    Êpa! Cê tá maluco?

    Covarde? De onde você tirou isso?

    Covarde? Covarde uma pessoa que passou por tudo o que ela passou; que enfrentou uma ditadura militar; que tendo nascido rica, em seio de família tradional mineira, filha de pai intelectual, que tendo estudado nas melhores escolas do País e que resistiu bravamente ao que há de mais brutal na face da Terra pode ser tachada de covarde? Como? Onde?
    ____________________________________
    E essa coisa aí de chamar a Marina de vagabunda? Lamentável.

MAAR

27/08/2014 - 01h01

A crescente propagação de factóides é tão gritante quanto vã, pois as pretensões evidenciadas são incompatíveis até mesmo com a limitada consciência política da grande maioria do eleitorado.

A retórica ilusionista relativa à pretensa imagem progressista da candidatura da rede é tão inverossímil quanto as absurdas insinuações de interesse dos partidários da reeleição na tragédia que vitimou o candidato do PSB.

Claríssimo está que a candidatura governista à presidência da república foi a grande prejudicada pela fatídica alteração da campanha eleitoral, e é óbvio que nem o mais equivocado observador da conjuntura política iria acreditar que pudessem ter sentido inverso as consequências da lamentável tragédia aérea.

Portanto, a pretensão de prejudicar a reeleição com estas falaciosas insinuações mostra, de maneira cada vez evidente, a inescrupulosa má-fé dos grupos que sustentam as absurdas acusações contra os governistas.

Por outro lado, fato é que a intensa promoção, explicita ou dissimulada, da pseudo possibilidade de eleição da candidatura de origem fúnebre é tão pretensiosa quanto tosca. Inclusive pelo fato da alardeada tese de que a onda de mobilizações de massa verificada a partir de junho/2013 não seria resultante de uma manipulação camuflada promovida pela direita golpista se mostrar incompatível com o entendimento já firmemente adquirido por amplos setores da população. E assim, a referida tese mistificadora é ineficaz para influenciar no pleito eleitoral.

Desse modo, resultam ineptas as estratégias de indução psicológica agora utilizadas para favorecer a nova candidatura preferida pelos direitistas, assumidos ou não.

Todavia, é um dever dos defensores da reeleição intensificar as iniciativas voltadas para a competente denúncia e demonstração das flagrantes contradições do discurso dos opositores, e dos indícios de suspeição da candidatura fúnebre, especialmente no que tange a possíveis práticas ilegais noticiadas e à incompatibilidade entre a verdadeira defesa coerente da ecologia e os interesses do grande capital financeiro, ligados de maneira estreita aos projetos da indústria de mineração e às práticas do capitalismo predatório.

Responder

Francisco

26/08/2014 - 23h54

Marina tem passado.

Todos, repito, todos os ministros do meio ambiente que passaram pelo cargo depois dela, reduziram mais os problemas ambientais que ela.

Se ela não é a melhor com a única coisa de que ela entende (um pouco), como pode ser a melhor para todos os assuntos?

Marina ganhar significa ou o PT ganhar ou o PSDB. Explico:

Marina + PT + PMDB + PSB = governabilidade

Marina + PSDB + PMDB + PSB = governabilidade

Lamentável é entrar numa equação dessas, nomes próprios…

Responder

Luiz Alberto Aguilar

26/08/2014 - 23h14

Ainda que a análise me pareça bem feita, acredito que, tanto alguns políticos como eu também, vão demorar para incorporar novos conceitos sobre esta juventude, pois existe São Paulo e a grande possibilidade de o PSDB de Geraldo Alckmin se eleger em primeiro turno. A dúvida é como conciliar esta teoria, interpretação do comportamento dos novos jovens, com o que acontece aqui em sampa?

Responder

Cláudio

26/08/2014 - 23h13

O debate está sendo de bote… Pesquisa? Pesquisa?? Pesquisas são feitas, no Brasil (e em outras partes do mundo), para encontrarem o resultado que o seu patrocinador (delas, pesquisas) quer e são manipuladas de modo a tentarem influenciar artificialmente, com o viés que tal patrocinador pretenda dar à opinião pública, para justificarem um resultado que esse patrocinador quer alcançar. Como dizia a Sylvia Massari, através da personagem-marionete Maria Santa, no humorístico A Praça é Nossa: “Lá vem o Golpe! Olha o Golpe aí, gente!!”. Com Dilma, a verdade vai vencer a mentira assim como a esperança já venceu o medo (em 2002 e 2006) e o amor já venceu o ódio (em 2010). ****:D:D . . . . ‘Tá chegando o Dia D: Dia De votar bem, para o Brasil continuar melhorando!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D . . . . Vote consciente e de forma unitária para o seu/nosso partido ter mais força política, com maioria segura. . . . . ****:L:L:D:D . . . . Lei de Mídias Já!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. ****:D:D … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …:L:L:D:D

Responder

Bertold

26/08/2014 - 22h57

Azenha, muito bom mas exagerado como sempre. Tem jovens e jovens, alienados da idade mas também espertos e politizados que disputam nas redes sociais o futuro.

Responder

José X.

26/08/2014 - 21h49

Marina foi alavancada pelo PIG, que agora tem decifrá-la (desconstruí-la) ou ver seu candidato devorado por ela.

Não acredito em hipótese nenhuma em sua vitória no 2º turno, mesmo com apoio maciço da mídia: já vimos isso em 2010.

Aécio cometeu um erro fundamental em sua carreira (política): ter cedido a vez em 2010 para Serra. À época, ele parecia ser um candidato melhor que Serra. Hoje é visível que, inacreditavelmente, ele é um candidato menos competitivo que Serra.

Responder

    Mário SF Alves

    28/08/2014 - 15h12

    Nas luta da direita, neocons e cia contra a presidenta Dilma em 2010, Marina foi utilizada como estratégia política. Ali, ensaiaram, fizeram laboratório. Agora… a direita está dividida. Se a Marina se firmar como alternativa real, a opção será pela pulverização eleitoral do AhÉsim, e não lhes restará outra alternativa senão o apoio aberto à Marina. Mas, claro, não sem antes transformá-la num transgênico qualquer entre um tucano e uma águia careca norte-americana.

    Vai dar num bicho um tanto esquisito, mas… é a lei da selva.

Wladimir

26/08/2014 - 21h33

Pra se manter assim tem que provar nos debates….daqui a pouco tem um…

O problema é com quem a marina está alinhada….banqueiros (itau) e gente que elaborou o plano collor….
A menina se vendeu…até o nome do partido é o mesmo da Rede (empresa do itau de cartões de crédito, antiga redecard)….
Muita coincidência o partido ter o mesmo nome da empresa…
Vamos aguardar….e ver se ela se mantém neste patamar…

Responder

Elias

26/08/2014 - 21h30

O que é mais estranho? Marina passar 10 pontos sobre Aécio, ou Marina passar 20 pontos sobre Eduardo Campos, falecido há 13 dias? Sim, faz 13 dias que Campos morreu em acidente aéreo. (13 de agosto) (26 de agosto)

O que essa pesquisa nos diz? Marina como vice de Campos, não cheirava nem fedia? E agora ao tomar o lugar do morto foi ao píncaros da glória?

Na eleição passada, fiz comentário aqui no Viomundo, indo no bojo da sigla PIG (Partido da Imprensa Golpista), apontei a necessidade de criarmos o PIG 2 (Partido do Instituto Golpista).

Dilma com 34% de bom e 36% de regular, está com 70% de aprovação, porque “regular” é nota 7 na escola e com 7 passa de ano. Melhor para por aqui. Não é fácil lidar com tanta manipulação, o engodo midiático já virou uma epidemia.

Responder

    Wladimir

    26/08/2014 - 21h38

    Estranho….deram uma anabolizada grande nos números….

Fabio Passos

26/08/2014 - 21h24

A direita gostou tanto de velóriomício… que antecipou o do aécio neve.

A direita não quer perder novamente.

Se Marina tem potencial para derrotar Dilma e o PT… a direita vai de marina.

Responder

marco

26/08/2014 - 21h22

Ainda que concorde com a robusta análise acima exposta,e que sirva para algum ensinamento aos mais velhos,e particularmente para as pessoas que se submetem aos votos,e conveniente também,investigar que tipo de influencia pode ter no resto do povão,assim como foi explicitado em ralação ao sr.Jânio Quadros.Acho que os jovens,é verdade,estão alheios aos mais maduros,contudo acho que a juventude que ajudou a eleger Dilma,é quase a mesma que está agora,como eleitor.Gostaria de indagar,quantos jovens entraram para o rol de eleitores,desde então.Quanto as influências que tem sobre os mais velhos,todos sabemos das contradições entre o velho e o mais novo,e os mais velhos tem maiores pré-concepções em relação aos mais jovens.

Responder

Oswaldo

26/08/2014 - 21h20

O Brasil virará temas de estudos internacionais, com a juventude, inclusive a das grandes cidades, ajudando uma candidata quase fundamentalista a se eleger. Depois falam do Islã…

Responder

marcosomag

26/08/2014 - 21h18

Marina Silva não tem viabilidade. Ela tem pouco mais de 1 minuto no horário eleitoral gratuito enquanto Aébrio tem quase 6. Dilma tem mais de 11.

Sua candidatura é um poço de contradições que será facilmente esfacelado nos debates pelos adversários. Como uma “ambientalista” pode estar aliada ao agronegócio, atividade mais nefasta a natureza em nosso país? Como a “pura” pode estar aliado ao coronelismo nordestino (Heráclito, Agripino…) e a direita fascista encarnada em Borhausen? Como poderá negar que vai “arrochar” os trabalhadores quando tem como principais assessores econômicos neoliberais “conhecidos na praça” como Giannetti e Rezende?

Os “jovens com celulares nas mãos” (só puderam comprar celulares pelo fato de seus pais estarem empregados, o que não aconteceria em um hipotético “governo” Marina) vão debandar quando a “pureza” de sua candidata mostrar o quanto está manchada. Vão para o “bloco dos nulos e brancos”, o que elegerá Dilma no primeiro turno.

O único risco de sua candidatura ter fôlego seria a nefasta união do fundamentalismo religioso e a mídia corporativa. Ela já está sendo cobrada na televisão pelos Malafaias da vida em assuntos como estatuto do “nascituro” e legalização de drogas. Teríamos uma campanha delirante, com os púlpitos das igrejas transformados em palanques e a fundamentalista ecológica prometendo gerar energia elétrica da força divina,orações e talvez, duendes.

Uma possível (embora, muito improvável) eleição de Marina Silva levaria o Brasil a uma hecatombe econômica pelo cancelamento da construção de novas plantas de geração de energia, desemprego em massa, privatizaão da Petrobrás, doação do pré-sal para as petroleiras estrangeiras pois esta debilóide considera petróleo energia “do passado”, privatização e internacionalização da Amazônia via maior “autonomia” de “nações” indígenas, aniquilamento dos direitos das mulheres e cancelamento de todos os programas sociais da era petista pela tecnocracia neoliberal que comandaria a economia.

Com o caos instalado nas ruas pela política econômica de “terra arrasada” e pelos riscos a integridade territorial do Brasil causada pela política para a Amazônia, os militares seriam obrigados a interferir.

Como Marina está totalmente comprometida com governos estrangeiros (as “casas reais europeias”, como bem lembrou certa vez, Aldo Rebelo), ela clamaria aos EUA e OTAN para “defender a liberdade”.

Ela representaria um risco muito maior ao Brasil do que representaram Jânio e Collor pois estes não estavam “organicamente” ligados a potências estrangeiras. Seria um espécie de Boris Yeltsin de saias, impregnada não de álcool, mas de fundamentalismo religioso.

Mas, acho que não chegará ao Planalto.

Responder

    José de Almeida Bispo

    26/08/2014 - 22h05

    Marina Silva é o fenômeno Collor dois ponto zero, meu caro! O refúgio de todos os revoltados, assim tornados pelo pesado bombardeio negativo da mídia por 12 anos. Estão cegos!

Sagarana

26/08/2014 - 21h00

Ô Azenha, o que teve de criminoso na privatização da Vale? Que eu saiba ela foi vendida em Leilão Público, a luz do dia e levou quem pagou mais. Você sabe de algum ato criminoso no processo? Qual?

Responder

    cid elias

    27/08/2014 - 11h53

    Ô inocente…Não teve crime no leilão(DOAÇÃO) da Vale? Se informe melhor rapaz. Primeiro: a empresa responsável pelo edital era sócia de uma das compradoras noutro país – só isso impugnaria a doação. Mais: o valor apurado foi apenas das reservas em exploração, não computaram os BILHÕES que ainda estavam embaixo da NOSSA terra! Mais: existem mais de 1000 ações na justiça contra esta doação – devidamente esquecidas nas gavetas dos juízes PAGOS pelo dinheiro privatista dos éticos tucanos. A doação da Vale do Rio Doce foi o MAIOR crime lesa-pátrias imposto à uma nação na era moderna! Fomos roubados em mais de 90,000,000,000,00 – noventa bilhões! Mas tu deve ser daqueles que acredita que o Mensalão foi o maior esquema de corrupção da galáxia, né mesmo? ***quem bateu o martelo deste roubo foi o então ministro Serra. Sabias?

    Mário SF Alves

    28/08/2014 - 15h28

    Sagaz esse Sagarana, né não, Cid Elias?

    Sabe tudo de privatização; sabe tudo de neoliberalismo; sabe tudo de História; sabe tudo de Brasil; sabe tudo de corrupção. É gênio.

    Barbaridade tchê!

FrancoAtirador

26/08/2014 - 20h50

.
.
Globope Antipetista

ESPONTÂNEA

DILMA ROUSSEFF (PT) = 27%
MariNéca (PAA) = 18%
Aério Naves (PSDB) = 12%
.
.
Avaliação do Governo Dilma

ÓTIMO/BOM = 34% (+2)
Regular = 36% (+1)
Ruim/Péssimo = 27% (-4)

A APROVAÇÃO da maneira como DILMA
governa o País CRESCEU para 48%.

(http://www.dci.com.br/politica/ibope-avaliacao-do-governo-dilma-oscila-de-32-para-34-id411522.html)
.
.
Globope Antipetista optou por não fazer o confronto

de MariNéca com Aério Naves na simulação de 2º Turno.

COMETA G.A.F.E.* ainda aposta no candidato do PSDB.
.
.
PSDB de Minas Gerais está abaixo da cola do cachorro

CANDIDATO DO PT-MG AO GOVERNO ESTADUAL GANHA NO 1º TURNO

26/8/2014 às 19h05 (Atualizado em 26/8/2014 às 19h47)
R7

Pimentel (PT) dispara em pesquisa de intenção de voto para o governo de MG

Ex-ministro de Dilma,
candidato do PT aparece com 37%
[55,22% dos votos válidos],
contra 23% de Pimenta da Veiga (PSDB)

O candidato do PSB, Tarcísio Delgado,
aparece em terceiro lugar com 3% do total.

Cleide Donária (PCO), Eduardo Ferreira (PSDC),
Fidélis (PSOL) e Professor Túlio Lopes (PCB)
marcaram 1% cada.

Os votos brancos e nulos totalizam 11%,
enquanto os eleitores indecisos são 22%.

(http://noticias.r7.com/eleicoes-2014/minas-gerais/ibope-pimentel-pt-dispara-em-pesquisa-de-intencao-de-voto-para-o-governo-de-mg-26082014)
.
.
DILMA ROUSSEFF (PT) ULTRAPASSOU AÉRIO NAVES (PSDB) EM MINAS GERAIS
.
.
MARINÉCA É A NOVA ROSEANA.
.
.

Responder

    FrancoAtirador

    26/08/2014 - 21h39

    .
    .
    AGORA, MARINÉCA ESTÁ NAS MÃOS DO SERRA

    Por falar no Tucano de São Paulo…
    .
    .
    SERRA: “CARTEL É A COISA MAIS NORMAL DO MUNDO”

    “Você não pode olhar do ponto de vista moral.
    As empresas se articulam. (…)
    São empresas que combinam um preço, não que tomam o preço.
    Esse é um fenômeno super comum no mundo inteiro.”

    “Quando os jornais do interior combinam de aumentar e diminuir preço do jornal, há cartel aí, porque não é possível que se aumente e diminua no mesmo dia.
    De repente em estação de metrô, em obra pública, diz que se formou um cartel e parece que é roubo, mas é o mesmo que se dizer que se formou um monopólio, um oligopólio, um duopólio”

    SEG, 25/08/2014 – 17:49 ATUALIZADO EM 26/08/2014 – 06:34

    Para Serra, formação de cartel no transporte público é ‘super comum’

    Jornal GGN – O ex-governador José Serra (PSDB) disse na tarde dessa segunda-feira (25) que formação de cartel é um fenômeno super comum, que acontece no mundo inteiro, e que é natural que ocorra no transporte público.

    Serra foi intimado, na semana passada, a prestar depoimentos na Polícia Federal sobre o caso Siemens, mais conhecido como cartel dos trens paulistas.

    Segundo apurações iniciais, os crimes atravessam as gestões Mário Covas, Serra e Geraldo Alckmin, todos do PSDB.

    Segundo informações da Folha, Serra, candidato ao Senado este ano, afirmou que “cartel não é sinônimo de delito”.

    “Você não pode olhar do ponto de vista moral.
    As empresas se articulam. (…)
    São empresas que combinam um preço, não que tomam o preço.
    Esse é um fenômeno super comum no mundo inteiro”, afirmou.

    A frase foi declarada durante evento com empresários de comunicação.
    Serra usou um exemplo de articulação entre empresas do ramo privado (como meios de comunicação) para justificar que a formação de cartel transfira-se, também, para a esfera dos serviços públicos.

    “Quando os jornais do interior combinam de aumentar e diminuir preço do jornal, há cartel aí, porque não é possível que se aumente e diminua no mesmo dia.
    De repente em estação de metrô, em obra pública, diz que se formou um cartel e parece que é roubo, mas é o mesmo que se dizer que se formou um monopólio, um oligopólio, um duopólio”, sustentou o tucano.

    ‘A PF tentará descobrir se Serra, enquanto governador, atuou a favor das empresas CAF e Alstom numa disputa com outra empresa do cartel, a Siemens, como sugerem e-mails e o depoimento de um executivo à corporação’, afirma a Folha.

    (http://jornalggn.com.br/noticia/para-serra-formacao-de-cartel-no-transporte-publico-e-super-comum)
    .
    .
    Avisem ao Serra: Cartel é Crime!

    Por Flávio Tonelli Vaz, no Blog do Miro

    (http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/08/avisem-ao-serra-cartel-e-crime.html)
    .
    .

    FrancoAtirador

    27/08/2014 - 01h30

    .
    .
    SEMANA DE CONFISSÕES TUCANAS

    Aécio diz que, se eleito,
    terá Armínio Fraga
    como ministro da Fazenda

    R7

    Candidato do PSDB à Presidência da República,
    o senador Aécio Neves (MG)
    anunciou na madrugada desta quarta-feira (27),
    durante o primeiro debate dos presidenciáveis,
    que o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga
    será seu ministro da Fazenda caso ele seja eleito.

    A informação foi dada por Aécio
    no último bloco do debate da TV Bandeirantes.

    (http://9ets.com/brasil/aecio-diz-que-se-eleito-tera-arminio-fraga-como-ministro-da-fazenda-urandir-news.html)
    .
    .

    FrancoAtirador

    26/08/2014 - 22h42

    .
    .
    São Paulo, domingo, 24 de fevereiro de 2002
    Folha de S.Paulo

    ELEIÇÕES-2002

    Lula e Roseana têm empate técnico em 1º

    Petista perde 4 quatro pontos e pela 1ª vez
    divide liderança com pefelista;
    Garotinho está em ascensão, e Serra sobe

    PLÍNIO FRAGA
    DA REPORTAGEM LOCAL

    Pela primeira vez desde setembro de 2001, o pré-candidato do PT à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva perdeu quatro pontos percentuais e deixou de ser líder isolado na disputa sucessória.

    Pesquisa Datafolha revela que a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PFL), manteve sua linha de ascensão pela quinta vez consecutiva, passando de 21% para 23% das intenções de voto.

    Lula tinha 30% no levantamento anterior e agora está com 26%.

    Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos,
    o petista pode ter entre 24% e 28% dos votos,
    e Roseana, entre 21% e 25% -o que configura um empate técnico.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2402200207.htm)
    .
    .

lulipe

26/08/2014 - 20h46

Para os petistas e blogueiros progressistas, seja lá o que isso signifique, pesquisas só valem quando são favoráveis ao PT. Deveriam fazer uma pesquisa só com filiados ao PT, quem sabe os números não melhoram…

Responder

    Jorge

    26/08/2014 - 22h01

    Babaca! Tu deve ser beneficiário de algum programa social do governo mas te falta clareza, discernimento.

    Ricardo Rodrigues

    26/08/2014 - 22h23

    lulipe,ou seja lá o que isso signifique,não percebi isto que voce critica nos comentários que li nesta página,talvez voce (sr?)esteja fazendo seu comentário desprezando o que a historia já deixou de lição e provas em matéria de pesquisas eleitorais,coisa que os outros comentaristas não o fizeram.

    Não é preciso ir até JanioxFHC,o golpe global em Brizola,basta ir até a ultima eleição de 2010 para constatar o quanto as pesquisas se tornam mentiras descaradas quando as urnas se abrem.

    Portanto os cometários não me parecem clubisticos e sim comentários que levam em conta que gato escaldado tem medo de agua fria.

    Quanto a quem ganha e quem perde de verdade na urna e não em pesquisa,faz parte do jogo,é a vontade soberana do povo independente de aventureira,conservadora ou conformista,de midia ruim ou boa,em um país com tantas carências o estômago sempre vota e tem um peso decisivo enorme no nosso país ainda,olhar daqui do sudeste rico,prever e analisar é um exercicio capenga.

    E a culpa neste caso do “peso do estomago ainda existente” no voto, não é do PT e nem da Sra.Pers. Dilma.

    SDS.

    Carlos

    26/08/2014 - 22h27

    Para os antipetistas e blogueiros neocons, seja lá o que isso signifique, pesquisas só valem quando são contrários ao PT. Deveriam fazer pesquisa excluindo os eleitores do PT, quem sabe os números não melhoram…

    J Fernando

    27/08/2014 - 14h35

    Você é o Lulipe?

    L@!r [email protected]+35

    27/08/2014 - 00h32

    lulipe, o presidente do Ibope afirmou em 2010 com todas as letras que Lula não faria o sucessor e que Dilma iria acabar com 15%. Deu no que deu.

    Francisco

    27/08/2014 - 00h51

    Idem para a demotucanalhada e seus candidatos camaleões, tratam a vontade legítima da população como testes de laboratório ( cobaias)pensando q vão transformar 12 anos de mudanças e avanços em 2 meses de amnésia induzida.

    J Fernando

    27/08/2014 - 14h36

    Lulipe, codinome Carlos.
    Ou será o contrário?

    Mário SF Alves

    28/08/2014 - 14h45

    Desculpe-me, mas acho que você não entendeu o que disse o Carlos?

Deixe uma resposta