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Paulo Metri: Dilma ouviu o “mercado”, que agora quer Aécio ou Campos

27 de março de 2014 às 12h15

Víboras no salão

24/03/14

Paulo Metri – conselheiro do Clube de Engenharia e colunista do Correio da Cidadania

Sobre Pasadena, SBM Offshore, cláusulas “put option” e Marlin, e assuntos correlatos, muito tem sido dito e concluído, no sentido da manipulação da informação, para que só versões convenientes, verdadeiras ou fictícias, dos fatos sejam divulgadas. Sendo o predador um veículo da grande mídia, o interesse é repassar o que interessa ao capital, havendo pouco interesse social.

Adicione-se a isto que este ano é eleitoral e muito poder e riqueza futuros irão depender desta eleição. Junte-se, também, que estamos falando de petróleo, um recurso natural com imenso valor estratégico e incomensurável lucratividade. O resultado é este bombardeio de informações que deixa o cidadão comum perdido. Vejamos o que se consegue recuperar de alternativas mais prováveis do ocorrido.

Depois da posse do presidente Lula, em 2003, durante o esquartejamento da administração pública do país para entrega dos cargos a grupos políticos, que nossa cultura obriga, a Diretoria Internacional da Petrobras coube a Nestor Cerveró, que pertencia ao grupo do atual senador Delcídio Amaral, o qual foi, no governo FHC, o Diretor de Gás e Energia da Petrobrás.

Duas observações preliminares se fazem necessárias. Em países politicamente desenvolvidos, quando há alternância de partidos políticos no poder, são nomeados, em princípio, políticos para os cargos mais altos da administração e são reservados os cargos secundários para funcionários de carreira, não filiados a partidos. Algo como os nossos ministros e presidentes de estatais serem escolhidos do universo político e os chefes de órgãos da administração direta e os diretores de estatais serem funcionários de carreira.

A segunda observação preliminar é, na verdade, uma indagação. Como pode um cidadão servir a dois governos teoricamente antagônicos e, também, ser aceito por ambos? Ou o cidadão mudou de posição ou os governos não eram antagônicos.

Então, Nestor Cerveró, que está sendo crucificado agora, sem querer inocentá-lo, era um simples testa-de-ferro de um grupo, que não consigo detectar ao certo todos seus componentes.

O planejamento interno da Petrobras recomendou, em 2005, a compra de 50% da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, por US$ 190 milhões (outros US$ 170 milhões foram pagos para comprar a matéria prima existente na refinaria), apesar da Astra Oil ter comprado 100% da refinaria, sete meses antes, por US$ 42,5 milhões.

O preço da transação foi avaliado como correto por consultoria externa, que argumentou que os preços no setor de petróleo estavam aquecidos.

Além disso, pelas informações obtidas na mídia, a recomendação do planejamento fazia sentido, porque a Petrobras poderia ter acesso a uma refinaria já pronta, sem ter de esperar pelo período de construção de uma nova, conseguiria entrar no mercado norte-americano de derivados e poderia dar um destino para seu óleo pesado, se alguns investimentos adicionais fossem realizados.

Assim, quem acompanhasse a compra sabia, antes de o negócio ser fechado, que investimentos adicionais seriam necessários e o dono dos outros 50% da refinaria teria que concordar com estes novos investimentos.

Nesta situação, parece-me uma inocência fechar este contrato pela perspectiva de discussão futura. Podia-se ter trazido para dentro do contrato o compromisso da outra parte de realizar os investimentos adicionais futuros.

Para piorar a fragilidade da posição assumida ao se assinar o contrato, existia a cláusula “put option” nele, que aumentava a atratividade, para o outro proprietário, de um embate jurídico futuro, alegando simplesmente não concordar em realizar o novo investimento.

Raciocínios permitiam antever tudo isto. Consta que o relator da proposta de compra de 50% da refinaria de Pasadena na reunião do Conselho de Administração da Petrobras, em 2006, foi Nestor Cerveró.

Pois bem, a presidente Dilma ter participado da aprovação desta compra, na condição de presidente do Conselho de Administração, não me parece errado. Em primeiro lugar, os membros do Conselho desta empresa têm que tomar, no mínimo, umas 200 decisões de maior porte por ano e é humanamente impossível ler a íntegra dos 200 processos.

Por isso, existem os sumários executivos, que, no caso específico, foi preparado pelo relator já citado e tudo leva a crer que a compra não foi bem relatada.

No final do imbróglio da refinaria de Pasadena, ocorreu o esperado: a Astra Oil não concordou com os novos investimentos, alegou a cláusula “put option” para a Petrobras comprar a sua parte no negócio e ganhou na Justiça, fazendo a Petrobras desembolsar mais US$ 860 milhões pelos restantes 50%. Foi lamentável ouvir do ex-presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, que US$ 1 bilhão não era grande quantia para a empresa.

Não sei se, para ela, é desprezível, mas para qualquer trabalhador brasileiro é um valor que não se consegue nem imaginar. Espero que a Polícia Federal, o Ministério Público e o Tribunal de Contas da União mergulhem no passado e descubram os verdadeiros responsáveis. E, havendo dolo, que estes sejam exemplarmente punidos.

Entretanto, querer responsabilizar a presidente Dilma, por ela ter votado favoravelmente à compra de Pasadena no Conselho, é puro interesse eleitoral.

Acho até que a presidente Dilma não precisava ter dado explicação alguma, como deu, pois bastava dizer: “votei com o relator, uma vez que concordei com seu sumário executivo”.

Se o jogo é recriminar a presidente Dilma, acho melhor se dizer que o critério dela e de seu antecessor para escolha de auxiliares é falho.

Chega a ser hilário ver o presidenciável Aécio Neves dizer que quer reestatizar a Petrobras, sentado ao lado de Fernando Henrique, com quem ele sonha dividir a chapa para a eleição e que quis privatizar a Petrobras no seu governo (ver evento Petrobrax).

Quanto ao Eduardo Campos, pergunto-me onde ele estava quando a presidente resolveu entregar 60% de Libra para empresas estrangeiras ou quando ela resolveu leiloar blocos para produção de gás de xisto na região do aquífero Guarani. Ele ainda não era candidato e, portanto, não precisava criticar?

Neste momento, as oposições querem criar a CPI da Petrobras no Congresso, para averiguar este caso, Paulo Roberto Costa, SBM Offshore e outros.

Obviamente, o objetivo verdadeiro é ver “a presidente Dilma sangrar”, como se diz em política. A mídia do capital tudo fará para as candidaturas de Aécio Neves e Eduardo Campos levantarem voo.

As empresas petrolíferas internacionais devem estar eufóricas, pois querem abocanhar a Petrobras e já aparecem artigos dizendo que “a solução é privatizar a empresa, uma vez que, assim, vai acabar a roubalheira”. Este ponto merece uma análise.

O superlucro advindo do petróleo, quando a concessão é entregue a empresas estrangeiras, vai totalmente para o exterior e este fato não é caracterizado como um roubo, por estar dentro da lei, mas representa uma enorme perda para a sociedade, pois deixa de ativar nossa economia.

Não vou me ater à perda da possibilidade de comercializar este petróleo ao adotar a “opção privada” e, assim, deixar de usufruir da importância geopolítica dele.

Além do mais, é preciso acabar com esta irrealidade que, no setor privado, não há corrupção. Primeiramente, todos os corruptores de designados para os cargos públicos e de servidores são integrantes do setor privado.

Depois, lembrem-se do exemplo bem didático que, quando explodiu a bolha do mercado imobiliário, em 2008, nos Estados Unidos, muitos bancos pediram concordata, mas seus CEOs continuaram muito ricos. Ou seja, eles roubavam os bancos que os empregavam.

Tudo isto está em jogo neste momento. Gostaria de saber o que pensam os políticos Randolfe Rodrigues, Mauro Iasi e José Maria de Almeida, que também são candidatos a presidente, ou algum outro que esqueci.

Porque a presidente Dilma, apesar de a sua preocupação social ser perfeita, infelizmente fez uma opção preferencial pelo mercado que não me agrada.

Fugindo à norma rígida da escrita de artigos, aproveito este para mandar um recado para a presidente: “a senhora ouviu tanto o mercado e, agora, este ingrato está mandando a mídia dele insuflar as candidaturas Aécio e Campos!”

Leia também:

Petroleiros: Turma da Petrobrax por trás dos ataques à Petrobrás

 

21 Comentários escrever comentário »

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observador

03/05/2014 - 21h22

Por que o mercado ouviu dilma e agora que o aécio?
R. É simples, além de óbvio. É porque a dilma/pt estão falindo o Brasil, trazendo, em conseqüência a falência do mercado.

Responder

José X.

29/03/2014 - 10h30

O título do artigo é bobagem.

Por qual motivo o “mercado” iria “agora” querer Eduardo Campos ou Aécio das Neves ?

Um não tem nada a mostrar (Campos), outro (das Neves) tem coisas (ruins) demais a mostrar…

Não seria nem trocar o certo pelo duvidoso, seria trocar o certo pelo errado.

Responder

Marcos Lima

28/03/2014 - 15h23

E agora, pergunto, ainda vai insuflar as candidaturas Aécio e Campos!”???????????????????????????????????????????
Um dia depois de o Tesouro brasileiro colocar títulos no valor de um bilhão de euros no mercado europeu, com vencimento em 2021, economia dá prova de força; contra expectativas que apostavam em prejuízo de até R$ 500 milhões, superávit primário atinge R$ 2,1 bilhões em fevereiro, recorde para o mês; confiança internacional de que Brasil é bom pagador e saldo positivo nas contas públicas desmoralizam agência Standard & Poor’s, que rebaixou a nota de risco do Brasil no início da semana; investidores não deram ouvidos e vida real se impôs.
Só no Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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ademar

28/03/2014 - 09h59

governo que não se defende merece cair.
Luiz Carlos Prestes:

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manoel

28/03/2014 - 09h17

aqui estão os maiores chorões. tivessem voces ganhado a eleição e já estariam impichados. mais fazer o que….? se o grande erro foi a carta aos brasileiros, melhor mesmo voltar ao efeagace. voces o merecem.

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Alexandro Rodrigues

27/03/2014 - 22h11

Dilma tera tempo de sobra para usar o seu controle remoto em 2015. Confesso que por mais que eu va votar nela em outubro (nao por suas qualidades, mas pelo PT, unico partido que confio) chego a pensar as vezes que ela merece perder e entrar para historia como a covarde que e!

Ainda da tempo… volta Lula!!!

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Maia

27/03/2014 - 21h24

Paulo Metri, nem os MERCADOS PÚBLICOS espalhados por Minas e Pernambuco acreditam nessa mentira inventada pelo PIG. Entretanto, os brasileiros que querem um Brasil cada vez melhor já estão desconfiando que Dilma, Lula e PT estão jogando a toalha.

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Julio Silveira

27/03/2014 - 18h27

A turma sem noção tá fustigando, fustigando a Dilma, daqui a pouco vão ter que disputar a eleição contra o Lula. Tomara.

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Mauro Assis

27/03/2014 - 18h21

Aos fatos:

– A compra foi feita a anos. Mesmo quando estourou a confusão, ou seja, o Brasil perdeu R$ 1.000.000.000,00, o Ceveró continuou diretor. De repente, quando a Dilma resolveu admitir que a decisão de compra foi um erro, ela manda o cara embora. Quer dizer: o Ceveró só foi demitido quando a sua demissão precisou corroborar a lambança da chefa. Ou ainda: um sujeito que, na opinião da Dilma, induziu a diretoria a provocar um prejuízo desse tamanho da empresa (e que se ela fosse privada, claro, estaria no olho da rua há muito tempo), merecia ser mantido na empresa ou até promovido, como de fato foi para a diretoria da BR Distribuidora.

– Sempre se escreve que o FHC queria privatizar a Petrobrás, o que ele sempre negou enquanto estava no governo e depois que de lá saiu. Quanto ao episódio Petrobrax: o sujeito que propôs a maluquice foi demitido imediatamente.

– Quanto à privatização da Petrobrás: desde os anos setenta é sabido que o Brasil tem estoque de petróleo para ser autossuficiente. Contudo, cada vez mais importamos derivados. A empresa era a 12a. do mundo,agora é a 120a. Uma refinaria que era para custar 2 bi, agora vai custar 20 bi. Esses são apenas alguns desatinos acontecidos desde que o PT assumiu a gestão. Ou seja, se fosse uma empresa privada, pelo menos ela não estaria submetida a uma gestão tão incompetente.

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    Ricardo JC

    27/03/2014 - 19h36

    Mentira em cima de mentira!!! Incrível a cara de pau!!! Quer dizer que quem teve a idéia de mudar o nome da empresa foi demitido imediatamente? Onde estavam todos na hora que este “sujeito” apresentou a proposta, gastou o dinheiro da empresa para criar a logomarca e fez um evento com a imprensa para anunciar a novidade? Tem que ser trouxa para acreditar nisso. No mais, hoje, mesma com a queda das ações a empresa vale 10x mais do que em 2002, e tem lucro líquido cerca de 3-4 vezes maior. Emprega o dobro de pessoas, financia projetos em todas as áreas da vida nacional (ciência e tecnologia, meio ambiente, cultura, preservação, etc). E o que dizer do pré-sal? São cerca de 12 no de reservas provadas a mais… Se dependesse do governo anterior não acharíamos nem um litro de óleo, porque o que queriam era vender tudo, fracionado e a preço de banana!!

Roberto Gomes

27/03/2014 - 17h30

Calma pessoal, muita calma nessa hora, ainda temos o controle remoto, segundo Dilma é claro ……
Vou mais fundo, se não conseguir a reeleição, será bem feito, ela teve uma oportunidade de ouro de mostrar quem é quem nas manifestações, se deixou levar em nome da governabilidade e do rei mercado, agora segura.

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Flavio Duarte

27/03/2014 - 15h52

Azenha e Conceição, segue um ótimo post sobre a Petrobrás de FHC.

Acredito que uma nova entrevista com o Fernando Siqueira dê uma boa esclarecida no que está em jogo.

“Crimes sem castigo: Aepet denúncia dez estragos do governo FHC na Petrobras
Fernando Siqueira, via Portal do Mundo do Trabalho em 26/5/2009”

http://limpinhoecheiroso.com/2014/03/26/privataria-ano-a-ano-os-estragos-que-fhc-fez-na-petrobras/

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Alemao

27/03/2014 - 15h35

Alguém poderia me explicar o interesse social em se pagar por muito mais por uma empresa que opera no exterior?

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    marcio gaúcho

    27/03/2014 - 23h19

    Nada de interesse social, apenas comercial. O Brasil de Lula tentou de todas as maneiras vender a idéia do etanol brasileiro aos americanos. A forma encontrada foi comprar essa refinaria em Pasadena, com o intuito de abrir um flanco no mercado americano. Assim, também se deu no Japão – a mesma estratégia. Foi uma decisão de investimento para faturamento futuro. Não foi uma política da Petrobrás, mas uma política de governo. Assim, um dia se ganha, noutro se perde. Quem está no mercado corre riscos. Mas, as refinarias ainda estão lá, funcionando e de propriedade da Petrobrás. A estratégia continua de pé, valendo!

Flavio Duarte

27/03/2014 - 15h34

Pois, se vai CPI da Petrobrás, que se averigue a fundo a Petrobrás. Cabe agora à Graça e à bancada do PT organizarem-se para direcionar perguntas que tragam a fundo o tal “gerenciamento de cargos” a que os governos devem se submeter.

Algum senador do PT deve perguntar à Graça coisas como:

Quem é ou foi Ernesto Ceveró?
Qual é a história dele dentro da Petrobrás e da política?
Quem o indicou para o cargo e por que?
Que outras decisões ele tomou antes e depois de pasadena?
Qual foi o papel dele na Petrobrás de FHC?
Que contratos foram fechados por ele na época de FHC que o fizeram ser mantido no cargo quando Lula chegou?

Ou o PT começa a criar um forte canal de comunicação com o povo via um jornal (papel e TV) que chegue aos 4 cantos do país, ou sempre ficará refém destes picaretas que exigem o tradicional “toma lá – dá cá” nos bastidores mas que pregam a ética na nossa mídia oligopolizada.

Já temos tantos inimigos vindos de exterior que lutar contra os daqui de dentro nos cansa. Ou acaba-se com a Globo, com o PIG, ou nunca sairemos do lugar como nação. NUNCA!

Responder

    Flavio Duarte

    27/03/2014 - 15h35

    Corrigindo-me: Quem é ou foi Nestor Ceveró?

alfredo de pádua

27/03/2014 - 15h28

“No final do imbróglio da refinaria de Pasadena, ocorreu o esperado: a Astra Oil não concordou com os novos investimentos, alegou a cláusula “put option” para a Petrobras comprar a sua parte no negócio e ganhou na Justiça, fazendo a Petrobras desembolsar mais US$ 860 milhões pelos restantes 50%” Pergunto: de quem foi a iniciativa de levar a questão para a “American Arbitration Association”? É evidente que o principal fator que aumentou o preço dessa refinaria foi a decisão de não comprar os últimos 50% das ações em 2008.
Membros do CA da Petrobras: Além do então presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, que era a favor da compra, e do general Gleuber Vieira, ex-ministro do Exército, o Conselho de Administração da Petrobrás era formado por Fábio Barbosa (presidente do Grupo Abril), Claudio Haddad (do David Rockfeller Center for Latin American Studies e presidente do IBMEC – Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais), Jorge Gerdau Johannpeter (não apenas um dos beneficiários das privatizações, mas, entre outras coisas, membro do alucinadamente entreguista Instituto Millenium), Antonio Palocci (que dispensa apresentações), o atual governador da Bahia, Jaques Wagner, e o falecido empresário Arthur Sendas.

Responder

Urbano

27/03/2014 - 13h57

E a lei complementar 100 (vergonha) do aéreo never foi pra lixeira… Vão gostar de desrespeitar a Constituição assim na… deixa pra lá.

Responder

AT

27/03/2014 - 13h55

Excelente. Que Dilma agora o ouça, Paulo Metri. Farei torcida também para este e demais blogues sujinhos.

Responder

sergioa

27/03/2014 - 13h39

A Dilma, que tinha tudo para deslanchar pois recebeu o país em uma condição infinitamente melhor que seu antecessor, se curvou tanto, mas se curvou tanto ao mercado, tudo por causo do preço do tomate em 2013. Neste episódio não quis pousar de desleixo com a inflação se deixou pautar pela midia golpista, pelos rentistas preguições, pelos banqueiros inuteis e pelos especuladores nacionais e internacionais. Começou subir o juros de forma frenética. Seguiu a risca a cartilha neo-liberal e as ações do trombadini do BC. Deu no que deu.

Perdeu o controle sobre a economia, perdeu a blindagem de sua popularidade, uma vez que agora esta em franca decadência. Mais de 73% da população desaprova a forma como conduz a economia, a política de juros, o combate a inflação. Até em pontos que não poderiam reclamar a população reclama, pontos como desemprego e combate a pobreza, alias duas heranças benditas herdadas do LULA.

Agora se o PT não quer jogar fora de vez tudo o que foi feito desde 2003, só resta convocar o LULA para disputar a eleição já em 2014, pois se deixar na mão da DILMA, veremos ou um mauricinho ou um traíra na presidência do Brasil. Ambos entreguistas.

Responder

Quintana

27/03/2014 - 13h17

Bem feito!

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