VIOMUNDO

Patrícia Campos Mello: Brasil marcou um golaço ao financiar o Porto de Mariel, em Cuba

17 de dezembro de 2014 às 15h37

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Dilma e Mariel

Dilma Rousseff e o presidente de Cuba, Raúl Castro, durante descerramento da placa inaugural do Porto de Mariel. Foto por: Roberto Stuckert Filho/PR

Brasil marcou um golaço ao financiar Mariel

Patrícia Campos Mello, no UOL

Com o porto de Mariel e outros inúmeros investimentos em Cuba, o Brasil é um dos países que estão melhor posicionados para se beneficiar da queda do embargo americano à ilha, cuja negociação será anunciada hoje.

Alvo de críticas ferrenhas, o porto de Mariel, que recebeu cerca de US$ 800 milhões de financiamento do BNDES e foi tocado pela Odebrecht, está a apenas 200 quilômetros da costa da Florida.

Depois da dragagem, poderá receber navios grandes como os Super Post Panamax, que Dilma citou várias vezes durante a cúpula da Celac este ano, e concorrer com o porto do Panamá.

Mesmo sem a dragagem, já será concorrente de portos como o de Kingston, na Jamaica, e das Bahamas, bastante movimentados.

O raciocínio do governo brasileiro sempre foi o de “entrar antes da abertura para já estar lá quando caísse o embargo”.

Essa estratégia se provou acertada.

PS do Viomundo:  Agora que o Porto de Mariel vai bombar , o que a direita brasileira vai fazer depois de tanto criticar Lula e Dilma pelos investimentos em Cuba? Dirá, com a caradura que lhe é peculiar, que desde sempre defendeu Mariel e que nós é que não entendemos direito o que ela dizia? Romperá relações com os Estados Unidos?  Será que Obama virou “bolivariano”  e ninguém sabia até hoje?

Leia também:

Golpe do petróleo dos EUA visa perpetuar “reciclagem extorsionista” do dólar

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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Zorilda

20/12/2014 - 11h58

Parabéns governo brasileiro, tem que ter olho mágico e Dilma e Lula soube fazer. t Agora os coxinhas vão ter que engolir.

Responder

FrancoAtirador

17/12/2014 - 20h09

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17.12.2014
DW.de (Deutche Welle)
[Mídia Bolivariana da Alemanha]

Porto de Mariel indica que Brasil previa fim do isolamento cubano, dizem analistas
Para especialistas, megaprojeto em Cuba com financiamento do BNDES é sinal de que governo brasileiro apostava numa reaproximação entre Washington e Havana, antecipando-se a investidores americanos.

O polêmico projeto do Porto de Mariel, em Cuba, indica que o Brasil estava prevendo o fim do isolamento imposto pelos Estados Unidos à ilha comunista e o relaxamento do embargo econômico, afirmaram especialistas ouvidos pela DW Brasil no início deste ano.

Meses depois da inauguração da primeira parte do porto, o presidente Barack Obama anunciou a retomada das relações diplomáticas com Havana nesta quarta-feira (17/12) e disse que pretende ter um “debate honesto e sério” com o Congresso sobre as perspectivas de um total levantamento do embargo comercial que já dura mais de meio século.

“O Porto de Mariel é visto como uma maneira de se antecipar aos investidores americanos”, disse Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, na ocasião da inauguração do porto, em janeiro.

O megaprojeto contou com financiamento do BNDES, e a presidente brasileira, Dilma Rousseff, foi à Cuba para a abertura da primeira parte do empreendimento.

Segundo Stuenkel, já se tinha no Brasil a concepção de que numa Cuba pós-Castro a liberalização da economia prosseguirá mais rapidamente e poderia levar ao levantamento do embargo americano.

Para o professor, o modo como os EUA lidavam com Cuba era visto em toda a região como “nada construtivo”.

O Brasil se preparava para entrar no lugar da Venezuela como o principal parceiro do regime cubano, considerou.

“A Venezuela não consegue mais transferir, em longo prazo, ajuda de grande porte a Cuba, porque luta internamente com seus próprios problemas econômicos.”

A agência de investimentos alemã GTAI também já apostava há um bom tempo no relaxamento do embargo a Cuba.

Peter Buerstedde, especialista da agência, observou no início do ano que, como Raúl Castro quer permanecer na presidência apenas até 2018, existiam indicações de mudança em médio prazo nos rumos da ilha.

“O Porto de Mariel poderá se tornar um centro de logística no Caribe quando os EUA levantarem o embargo”, previu em declarações à DW Brasil.

Relações de longa data
Brasil e Cuba mantêm uma cooperação especial, que se tornou mais intensa nos últimos anos.
Enquanto médicos cubanos desembarcam em território brasileiro, a ilha caribenha recebe produtos agrícolas.
E agora ambos trabalham juntos no megaprojeto do Porto de Mariel.

Há muito tempo, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro busca fortalecer os laços políticos com Cuba.

“As relações Brasil e Cuba atravessam excelente momento.
Por trás da cooperação existe uma visão compartilhada”,
afirmou o Itamaraty à DW, na época da inauguração do porto.

“Nossos governos acreditam que não basta crescer;
é preciso promover o desenvolvimento social
e melhorar as condições de vida dos mais necessitados.”

O Brasil se vê como um dos motores do desenvolvimento, ainda que lento, da economia cubana.
Em discurso na ilha caribenha por ocasião da inauguração do porto, Dilma não escondeu o desejo de reforçar a cooperação com o governo de Raúl Castro e chamou o bloqueio econômico a Cuba de “injusto”.

“Laços profundos unem os nossos países, um sentimento de amizade aproxima nossas sociedades.
O Brasil acredita e aposta no potencial humano e econômico de Cuba”,
afirmou a presidente.

“Mesmo sendo submetido ao injusto bloqueio econômico.
Cuba gera um dos três maiores volumes de comércio do Caribe. […]
O Brasil quer tornar-se parceiro econômico de primeira ordem para Cuba.”

Investimentos estratégicos
Não é coincidência que o Porto de Mariel, maior projeto de infraestrutura em andamento em Cuba, esteja a cargo de uma empreiteira brasileira, a Odebrecht.

O financiamento da obra também tem o governo brasileiro por trás: o BNDES aprovou empréstimos de 682 milhões de dólares para financiar a construção, que tem custo total de 957 milhões de dólares.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram o crescimento da parceria comercial entre os dois países.

As exportações do Brasil para Cuba aumentaram de 80 milhões de dólares em 2003 para 568 milhões em 2012.

De janeiro a setembro de 2013, o valor das exportações já atingia cifra próxima a 515 milhões de dólares.

Desde 1998, o BNDES garantiu empréstimos no total de 703 milhões de dólares a empresas brasileiras que investem em Cuba.

Em 2013, Cuba foi o terceiro maior destino de financiamentos do banco para exportação de bens e serviços do Brasil.

Para especialistas ouvidos pela DW, não há dúvida:
os investimentos são estratégicos.

Data 17.12.2014
Autoria Astrid Prange (rc/lpf)

(http://dw.de/p/1E6Wp)
.
.
MAIS SOBRE ESTE ASSUNTO

EUA e Cuba vão reatar relações após meio século
Obama anuncia fim de uma “abordagem ultrapassada”
e um “novo capítulo” nas relações com o país vizinho.
Anúncio é precedido de uma troca de prisioneiros. (17.12.2014)

Cuba anuncia vantagens tributárias a investidores estrangeiros
Nova legislação deve ser aprovada sem emendas.
Ela substitui a de 1995, posterior à queda da URSS,
e complementa reformas de Raúl Castro em busca de atrair capital.
Grande investidor na ilha, Brasil deverá se beneficiar.
(27.03.2014)

Brasil reforça influência em Cuba
Megaprojeto no Porto de Mariel confirma crescente interesse
de elevar cooperação econômica com a ilha caribenha,
como deixou claro Dilma em Havana.
Para especialistas, governo brasileiro já mira eventual fim do embargo.
(27.01.2014)

Cuba realiza reformas, mas não planeja afetar estrutura socialista do país
País entra em fase decisiva de reformas estruturais.
Concessão de empresa açucareira à brasileira Odebrecht
marcou abertura do agronegócio no país,
mas especialistas divergem sobre uma real mudança de filosofia.
(02.01.2013)

(http://www.dw.de/porto-de-mariel-indica-que-brasil-previa-fim-do-isolamento-cubano-dizem-analistas/a-18138027)
.
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(http://www.dw.de/about-dw/who-we-are/s-3325)
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Responder

FrancoAtirador

17/12/2014 - 20h06

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17.12.2014
DW.de
(Mídia Bolivariana da Alemanha)

Porto de Mariel indica que Brasil previa fim do isolamento cubano, dizem analistas
Para especialistas, megaprojeto em Cuba com financiamento do BNDES é sinal de que governo brasileiro apostava numa reaproximação entre Washington e Havana, antecipando-se a investidores americanos.

O polêmico projeto do Porto de Mariel, em Cuba, indica que o Brasil estava prevendo o fim do isolamento imposto pelos Estados Unidos à ilha comunista e o relaxamento do embargo econômico, afirmaram especialistas ouvidos pela DW Brasil no início deste ano.

Meses depois da inauguração da primeira parte do porto, o presidente Barack Obama anunciou a retomada das relações diplomáticas com Havana nesta quarta-feira (17/12) e disse que pretende ter um “debate honesto e sério” com o Congresso sobre as perspectivas de um total levantamento do embargo comercial que já dura mais de meio século.

“O Porto de Mariel é visto como uma maneira de se antecipar aos investidores americanos”, disse Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, na ocasião da inauguração do porto, em janeiro.

O megaprojeto contou com financiamento do BNDES, e a presidente brasileira, Dilma Rousseff, foi à Cuba para a abertura da primeira parte do empreendimento.

Segundo Stuenkel, já se tinha no Brasil a concepção de que numa Cuba pós-Castro a liberalização da economia prosseguirá mais rapidamente e poderia levar ao levantamento do embargo americano.

Para o professor, o modo como os EUA lidavam com Cuba era visto em toda a região como “nada construtivo”.

O Brasil se preparava para entrar no lugar da Venezuela como o principal parceiro do regime cubano, considerou.

“A Venezuela não consegue mais transferir, em longo prazo, ajuda de grande porte a Cuba, porque luta internamente com seus próprios problemas econômicos.”

A agência de investimentos alemã GTAI também já apostava há um bom tempo no relaxamento do embargo a Cuba.

Peter Buerstedde, especialista da agência, observou no início do ano que, como Raúl Castro quer permanecer na presidência apenas até 2018, existiam indicações de mudança em médio prazo nos rumos da ilha.

“O Porto de Mariel poderá se tornar um centro de logística no Caribe quando os EUA levantarem o embargo”, previu em declarações à DW Brasil.

Relações de longa data
Brasil e Cuba mantêm uma cooperação especial, que se tornou mais intensa nos últimos anos.
Enquanto médicos cubanos desembarcam em território brasileiro, a ilha caribenha recebe produtos agrícolas.
E agora ambos trabalham juntos no megaprojeto do Porto de Mariel.

Há muito tempo, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro busca fortalecer os laços políticos com Cuba.

“As relações Brasil e Cuba atravessam excelente momento.
Por trás da cooperação existe uma visão compartilhada”,
afirmou o Itamaraty à DW, na época da inauguração do porto.

“Nossos governos acreditam que não basta crescer;
é preciso promover o desenvolvimento social
e melhorar as condições de vida dos mais necessitados.”

O Brasil se vê como um dos motores do desenvolvimento, ainda que lento, da economia cubana.
Em discurso na ilha caribenha por ocasião da inauguração do porto, Dilma não escondeu o desejo de reforçar a cooperação com o governo de Raúl Castro e chamou o bloqueio econômico a Cuba de “injusto”.

“Laços profundos unem os nossos países, um sentimento de amizade aproxima nossas sociedades.
O Brasil acredita e aposta no potencial humano e econômico de Cuba”,
afirmou a presidente.

“Mesmo sendo submetido ao injusto bloqueio econômico.
Cuba gera um dos três maiores volumes de comércio do Caribe. […]
O Brasil quer tornar-se parceiro econômico de primeira ordem para Cuba.”

Investimentos estratégicos
Não é coincidência que o Porto de Mariel, maior projeto de infraestrutura em andamento em Cuba, esteja a cargo de uma empreiteira brasileira, a Odebrecht.

O financiamento da obra também tem o governo brasileiro por trás: o BNDES aprovou empréstimos de 682 milhões de dólares para financiar a construção, que tem custo total de 957 milhões de dólares.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram o crescimento da parceria comercial entre os dois países.

As exportações do Brasil para Cuba aumentaram de 80 milhões de dólares em 2003 para 568 milhões em 2012.

De janeiro a setembro de 2013, o valor das exportações já atingia cifra próxima a 515 milhões de dólares.

Desde 1998, o BNDES garantiu empréstimos no total de 703 milhões de dólares a empresas brasileiras que investem em Cuba.

Em 2013, Cuba foi o terceiro maior destino de financiamentos do banco para exportação de bens e serviços do Brasil.

Para especialistas ouvidos pela DW, não há dúvida:
os investimentos são estratégicos.

Data 17.12.2014
Autoria Astrid Prange (rc/lpf)

(http://dw.de/p/1E6Wp)
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MAIS SOBRE ESTE ASSUNTO

EUA e Cuba vão reatar relações após meio século
Obama anuncia fim de uma “abordagem ultrapassada”
e um “novo capítulo” nas relações com o país vizinho.
Anúncio é precedido de uma troca de prisioneiros. (17.12.2014)

Cuba anuncia vantagens tributárias a investidores estrangeiros
Nova legislação deve ser aprovada sem emendas.
Ela substitui a de 1995, posterior à queda da URSS,
e complementa reformas de Raúl Castro em busca de atrair capital.
Grande investidor na ilha, Brasil deverá se beneficiar.
(27.03.2014)

Brasil reforça influência em Cuba
Megaprojeto no Porto de Mariel confirma crescente interesse
de elevar cooperação econômica com a ilha caribenha,
como deixou claro Dilma em Havana.
Para especialistas, governo brasileiro já mira eventual fim do embargo.
(27.01.2014)

Cuba realiza reformas, mas não planeja afetar estrutura socialista do país
País entra em fase decisiva de reformas estruturais.
Concessão de empresa açucareira à brasileira Odebrecht
marcou abertura do agronegócio no país,
mas especialistas divergem sobre uma real mudança de filosofia.
(02.01.2013)

(http://www.dw.de/porto-de-mariel-indica-que-brasil-previa-fim-do-isolamento-cubano-dizem-analistas/a-18138027)
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(http://www.dw.de/about-dw/who-we-are/s-3325)
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Responder

Ronaldo R Freitas

17/12/2014 - 18h55

É por esses e outros acertos, apesar dos erros, que a esquerda esta e vai ficar por muito tempo no governo. Onde e quando a direita teve visão de futuro.

Responder

Marcelo Faria

17/12/2014 - 18h48

De repente, os Estados Unidos parecem muito bons, não?

Responder

Flavio Duarte

17/12/2014 - 18h01

Azenha, embora vender o porto por US$ 100 bi?!!!
O Aécio certamente faria isto. rsrsrs

Responder

Sergio Pestana

17/12/2014 - 17h42

Parabéns aos presidentes Lula e Dilma pela visão estratégica e política nessa região importante para os destinos dos povos latino-americanos.

Responder

Fabio

17/12/2014 - 17h07

E o ministro da justiça, vai manter mesmo o verme Zé Cardozo?
E o ministerio das comunicações, vai mesmo continuar sendo dominio total do pig?
Acorda Dilma.

Responder

Abelaardo

17/12/2014 - 16h57

Certamente os derrotados dirão que a idéia foi copiada deles e convocarão as marionetes coxinhas a espalharem esse factóide pela internet.

Responder

Dennis Rodrigues da Silva

17/12/2014 - 16h37

Obama, esse bolivariano -bem que o Olavo de Carvalho dizia…

Responder

leo

17/12/2014 - 16h31

Temos que admitir. Realmente, pode ser um golaço. E temos que colocar as barbas de molho, pois os EUA não jogam pra perder!

Mas como será Cuba após a entrada do capital financeiro norte-americano?

Responder

Toga

17/12/2014 - 16h26

Dizem que tem “cláusulas secretas no contrato”. Secretas e ninguém sabe quais são, o que se sabe é que exigência de 82% de pessoal e insumos brasileiros na construção, e o dinheiro emprestado pelo BNDES ficou aqui com as empresas brasileiras.

Gostaria de saber o que teve de ruim nessa história afinal.

Responder

Julio Silveira

17/12/2014 - 16h06

Esse capitulo de nossa história é mais um daqueles que provam que a elite, dita, brasileira, se provará mais americana que a própria nativa daquele país. São excessivamente tacanhos.

Responder

Rodrigo Leme

17/12/2014 - 16h03

Hahahahaha, vamos fingir que o governo brasileiro já sabia do final do embargo? Que a intenção essa?

Que golaço da Mãe Dilma de Ogum, que vê o futuro, e da Odebrecht, o meio de campo que sempre arma as jogadas, distribuindo as bolas pro governo. ooops.

Responder

    Luís CPPrudente

    17/12/2014 - 18h52

    Rodrigo Sem Leme, agora vocês, tucano-pefelês e udenistas, vão dizer que o finado FHC sempre investiu em Cuba (pois os primeiros médicos cubanos vieram na “jestão” do finado FHC)?

    Anaximandro

    17/12/2014 - 19h45

    caro, o tal do rodrigo é bobalhão e coxinha

    Luiz (o outro)

    18/12/2014 - 07h59

    Corre marcar hora no cardiologista, porque o que vai ter de tucano infartando daqui pra frente…

    Luiz (o outro)

    18/12/2014 - 08h01

    E a tucanalha não consegue prever racionamento de energia nem de água quando são alertados décadas antes…

Wladimir

17/12/2014 - 15h53

Gol de Placa da nossa Presidenta! Parabéns!

Responder

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