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Cartas de Minas

Na Marcha anti-golpista, pedido por frente única de esquerda

22 de março de 2014 às 19h08

Da redação (este post foi atualizado para acréscimo de fotos, vídeos e informações)

No olhômetro diríamos que havia entre 500 e mil pessoas. Foi a Marcha Anti-Golpista, organizada em resposta à Marcha com Deus pela Família, versão 2014.

A original, em 1964, aconteceu no dia 19 de março e foi uma das justificativas para o golpe desfechado contra o governo constitucional de João Goulart, menos de duas semanas depois.

As duas manifestações deste sábado se deram no centro de São Paulo. A direita se concentrou na República. A esquerda, na Sé.

As marchas não se cruzaram.

Na Sé, as palavras de ordem mais frequentes foram anti-golpe e pela desmilitarização da Polícia Militar. Falou-se muito nos golpes da Ucrânia, Paraguai, Egito e nas tentativas de derrubar Nicolas Maduro na Venezuela para argumentar que a direita está se articulando para retirar direitos sociais e implantar o ultraneoliberalismo: na ausência de votos, pode tentar isso por outras vias.

Houve mais de um pedido por uma frente de esquerda com os movimentos sociais e para que anarquistas e comunistas deixem de brigar entre si.

A passeata da esquerda foi da praça da Sé ao prédio tombado do DOPS, onde houve um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da ditadura, algumas das quais presas e torturadas naquele local.

O único incidente foi ainda na praça, quando uma senhora retirou da bolsa um cartaz e uma bandeira do Brasil e começou a sugerir, gritando, que os presentes se mudassem para Cuba.

Ela foi retirada da concentração e saiu numa viatura da Polícia Militar.

[Esta cobertura do Viomundo só é possível graças à colaboração de nossos assinantes. Junte-se a eles!]

Que as imagens falem:

Black Blocs participaram da Marcha; tropa da polícia acompanhou com escudos mas não interveio

“Pela vida, pela paz, militares nunca mais”, gritavam os manifestantes que foram da Sé à sede do antigo DOPS, no centro de São Paulo.

Durante o protesto, uma das palavras de ordem pedia o fim da Polícia Militar

A mulher que protestava antes de ser colocada numa viatura da PM

Militante conta que pessoas de vermelho foram hostilizadas na Marcha com Deus pela Família, organizada pela direita, que aconteceu no mesmo horário, também no centro de São Paulo.

Os jornais foram lembrados nos cartazes

“Fascistas, nazistas, não passarão!”, cantaram os manifestantes diante do prédio que serviu ao DOPS, onde houve um minuto de silêncio e leitura de poema em homenagem aos mortos, desaparecidos e torturados pela ditadura.

Trazendo de volta o antigo bordão

Cartaz colado na parede da Sé

Contra a impunidade dos algozes da ditadura militar

A escadaria da Sé lotou antes do início da passeata

Sincretismo: a bandeira comunista na porta da catedral

O pessoal de Vargem Grande veio protestar também contra as remoções

Mensagem singela

Relembrando o estudante Alexandre Vannuchi Leme

Cercados pela PM dos dois lados da rua

Quase um PM por manifestante!

A Revolta Popular

A PM supostamente protege o prédio que serviu ao DOPS

 

70 Comentários escrever comentário »

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XUKURU KARIRI

27/03/2014 - 09h49

MODERANDO MEU COMENTÁRIO SEM QUE O MESMO NA MINHA OPINIÃO ATINGISSE OU FERISSE ALGUM PRINCÍPIO ÉTICO OU CONTIVESSE OFENSA PESSOAL. PARABÉNS! LIBERDADE QUANDO SE QUESTIONA OU MOSTRA COISAS QUE APARENTEMENTE NÃO É DO INTERESSE POLÍTICO DESTE SITE SOFRE CENSURA. MAIS UMA VEZ PARABÉNS!!

Responder

    Conceição Lemes

    27/03/2014 - 11h02

    Primeiro, todos os comentários aqui são lidos; não há liberação automática. Segundo, não vetamos nenhum comentário que chegou até nós. Terceiro, letras minúsculas, por favor.

    XUKURU KARIRI

    30/03/2014 - 19h33

    HUMHUM. EU ACREDITO MUITO!!

Andre

25/03/2014 - 17h55

Análise semiológica da ‘terceira posição’: na foto da bandeira da ‘revolta popular’, ou seja dos anarquistas, há no canto direito abaixo um logo do Oi! Oi! originalmente era parte da cena punk mundial e paulista, ligado a classe trabalhadora de baixa renda. Mas hoje o Oi! é associado aos carecas e neonazis; veja o que diz a wikipedia:”No final dos anos 90, devido à cultura de gangues na cena punk e careca paulista, o termo streetpunk ficou associado a bandas formadas por punks, e o termo Oi! associado às bandas formadas por skinheads ou carecas, embora as raízes sonoras sejam as mesmas, ou seja, o streetpunk/Oi! do final dos anos 70.” Não é estranho que no video da passata fascistas tenhamos carecas gritando Oi!Oi!Oi! e nas bandeiras anarquistas o mesmo Oi! apareça? Me desculpe mas se alguem quer união com o pessoal da ‘terceira posição’ não conte comigo.

Responder

LAERTE MOREIRA DOS SANTOS

25/03/2014 - 09h04

Azenha, eu também filmei centas da manifestação antifascista dividindo os videos por assunto. Eis link de direcionamento: http://bit.ly/1kX0L6V

Li seu texto. É isso mesmo que aconteceu. Vi também suas fotos e videos.

Responder

Adriano Medeiros Costa

24/03/2014 - 23h38

O que nos une é mais forte do que o que nos separa.

Responder

Maria Izabel L Silva

24/03/2014 - 21h45

ULTRAJE A RIGOR
REBELDE SEM CAUSA.
Meus dois pais me tratam muito bem
(O que é que você tem que não fala com ninguém?)
Meus dois pais me dão muito carinho
(Então porque você se sente sempre tão sozinho?)
Meus dois pais me compreendem totalmente
(Como é que cê se sente, desabafa aqui com a gente!)
Meus dois pais me dão apoio moral
(Não dá pra ser legal, só pode ficar mal!)
MAMA MAMA MAMA MAMA
(PAPA PAPA PAPA PAPA)
Minha mãe até me deu essa guitarra
Ela acha bom que o filho caia na farra
E o meu carro foi meu pai que me deu
Filho homem tem que ter um carro seu
Fazem questão que eu só ande produzido
Se orgulham de ver o filhinho tão bonito
Me dão dinheiro prá eu gastar com a mulherada
Eu realmente não preciso mais de nada
Meus pais não querem
Que eu fique legal
Meus pais não querem
Que eu seja um cara normal
Não vai dar, assim não vai dar
Como é que eu vou crescer sem ter com quem me revoltar
Não vai dar, assim não vai dar
Pra eu amadurecer sem ter com quem me rebelar

Responder

Leo V

24/03/2014 - 21h41

Excelente artigo de Matheus Machado sobre anonimato e uso de máscaras.

http://omexidao.com.br/em-defesa-do-anonimato/

Em defesa do anonimato

por Matheus Machado em 24 de março de 2014

Na última semana uma série de diminutas manifestações defendendo o Golpe Militar varreu o país. Mesmo com participação ínfima, eles receberam ampla divulgação da mídia empresarial e um bom espaço como denúncia nas mídias alternativas de esquerda.

Embora o Brasil tenha um longo histórico de manifestações conservadoras, a ideia de manifestações em defesa da repressão é uma novidade para quem, como eu, cresceu na Nova República. A verdade é que desde as Jornadas de Junho tenho visto várias novidades pelas timelines e ruas por aí, e devo admitir que ando um pouco perdido. Meus próximos posts no Mexidão são frutos das inquietações que tenho tido desde Junho.

Mesmo participando de manifestações há um tempo razoável, não foi até Junho que vi pela primeira vez, por exemplo, grupos grandes de manifestante inteiramente dedicados a impedir violentamente que outras pessoas se manifestem de acordo com seus direitos. Foi definitivamente a primeira vez que estive em uma manifestação onde a liberdade de expressão de direitos garantidos legalmente foi suspensa não pela polícia, mas por cidadãos.

Eu tenho consciência de que isso já ocorreu bem antes de eu sair às ruas pela primeira vez, mas já fazem 50 anos desde a última Marcha da Família e quase 80 anos desde que os Integralistas tomavam as ruas para defender a barbárie, não me lembro de algo nessa proporção desde a Constituição de 1988. Mesmo considerando que foram 21 anos de ditadura, o fato de que nenhum brasileiro com menos de 60 anos tenha visto esse tipo de situação nas ruas é um fato digno de nota.

Até Junho eu também nunca havia visto, em meio a repressão policial, um grupo de manifestantes tentando roubar e queimar bandeiras de outros manifestantes, inclusive partindo para a porrada. Ou pior, entregando manifestantes para a polícia porque eles estavam mascarados. Podem me chamar de conservador, talvez eu esteja ficando apegado a valores antigos, mas eu poderia jurar que era melhor quando a Polícia Militar tinha o monopólio dessa violência. E sim, antes que me perguntem assustados, eu não tenho nenhum amor pela PM, mas tampouco tenho amor pelo linchamento, e a democratização da repressão não é o mesmo que sua extinção, pelo contrário.

Não se enganem, eu já havia visto (e participado de) disputas ferozes dentro de manifestações, brigas mesmo, mas a coisa sempre perdia completamente lugar no momento em que a repressão chegava. O limite da disputa interna era a proteção dos manifestantes, e nessa hora não tinha siricotico, estava todo mundo junto contra a repressão. Junho foi a primeira vez que eu vi a repressão ser feita por outros manifestantes.

Foi tambem só depois de Junho que ouvi o termo “infiltrado” sendo usado contra manifestantes. Não que a ideia de infiltrados em manifestações seja nova, os infiltrados, ou agent provocateurs, são uma figura muito conhecida e você vai esbarrar no termo em qualquer leitura histórica sobre movimentações sociais. A diferença é que o termo se referia a agentes das forças de segurança, arapongas, espiões a serviço do Estado ou dos patrões para criminalizar manifestantes.

Mas desde Junho o Jornal Nacional conseguiu estabelecer um novo sentido para o termo, criando o fenômeno inédito, e inexplicavelmente onipresente, da tal “minoria infiltrada” de vândalos. Pra quem ainda prestava atenção a coisa toda fazia muito pouco sentido, já que um manifestante que responde a um chamado aberto para uma manifestação e que vai para se manifestar pelos motivos propostos, pode ser tudo, menos infiltrado. O mais provável, inclusive, é que a pessoa seja convidada de honra. De fato o termo “infiltrado” só faz sentido quando se refere a alguem que não deveria estar ali, que não foi convidado, como seria o caso de um policial trabalhando à paisana no meio dos manifestantes, mas nunca para um grupo de manifestantes, mesmo que minoritários.

E de fato houve vários relatos e provas de policiais infiltrados nas manifestações, os tais P2, mas isso raramente passou na TV. O discurso contra os “manifestantes infiltrados” do Jornal Nacional era tão surreal que até agora, admito, não entendi bem como colou. Mas sei que, de repente, num salto quântico argumentativo, qualquer um que estivesse com um pano na cara durante a manifestação passou a ser tratado automaticamente como um perigoso vândalo infiltrado na manifestação. Inclusive por outros manifestantes.

A coisa chegou a tal ponto de absurdo que começaram a pipocar projetos de lei proibindo o uso de máscaras. Inicialmente foram projetos de figuras historicamente comprometidas com o militarismo (o PP em Porto Alegre, um Sargento em Minas, um deputado do DEM no congresso), mas eis que de repente, não mais que de repente, fez-se do amigo próximo, distante, e até mesmo antigos militantes de esquerda passaram a fazer coro a criminalização das máscaras. Novamente eu via manifestantes se prestando ao papel ridículo de braço da repressão.

No início do ano o filósofo italiano Giorgio Agamben publicou um excelente artigo sobre como a obsessão por segurança muda a democracia. O filósofo demonstra como ferramentas da criminologia utilizadas originalmente para lidar com criminosos reincidentes e estrangeiros (como as digitais), técnicas para controlar nativos de colônias africanas (como o registro de identidade), ou para manter o cerco apertado em prisões (como a videovigilância) tornaram-se comuns e passaram a ter como alvo todo e qualquer cidadão: tornamos-nos todos suspeitos de crimes ainda não cometidos.

Vigilância e repressão são ferramentas utilizadas largamente contra o dissenso político, e os movimentos sociais sempre lutaram contra elas. No caso brasileiro, o livro Ministério do Silêncio tem bons argumentos para demonstrar como, para o Serviço Nacional de Inteligência, o problema era o povo, e como o SNI sempre esteve muito mais atento a greves e movimentos de repúdio à ditadura do que a espiões de países contra os quais estávamos em guerras.

E não é como se a luta contra o aparato de vigilância estatal fosse uma bandeira de vândalos e punks paulistas bebedores de cachaça paga pela PSOL. A identificação e registro estatal foram tradicionalmente utilizadas por estados autoritários contra pessoas marginalizadas, dissidentes e povos sob domínio colonial. Inclusive foi em uma manifestação contra a obrigatoriedade do registro obrigatório da população nativa na África do Sul que o vândalo Mahatma Gandhi foi preso pela primeira vez, em 1908 (aqui tem a cena no filme).

A paranóia com a segurança foi uma forma de deixar todo mundo com tanto medo uns dos outros que passamos a permitir que fôssemos cada vez mais tratados como criminosos em potencial. Tudo em nome de uma suposta, e nunca alcançada, eficiência da segurança pública. Não é preciso voltar à Segunda Grande Guerra, como faz Agamben, para demonstrar como um sistema de registro tão completo como o disponível hoje poderia tornar o Holocausto terrivelmente mais eficiente (mas se você tiver dúvidas, dê uma olhada no papel da IBM no regime nazista). No Brasil de hoje temos o extremamente eficiente holocausto das testemunhas de violência policial, por exemplo.

Acho realmente curioso quando surgem na minha timeline fotos de manifestações de 1968, das Diretas e outras com comentários sobre a coragem daqueles que não escondiam a cara. Oras, sejamos sinceros meus amigos, uma passeata em 1968 não passava por dezenas de câmeras. Aquela época em que os fotógrafos dos serviços de inteligência tinham que se esconder para fotografar lideranças acabou, hoje em dia a polícia utiliza não só as câmeras de segurança públicas e privadas, mas também uma série de câmeras portáteis. E não é uma questão de “ter algo a esconder”, como se privacidade ou a desconfiança da polícia fosse em si um crime.

A própria defesa do voto secreto é o exemplo de como a participação política pública e autenticada, mas ainda assim anônima, pode fazer maravilhas pela democracia. Inclusive essa forma de participação política pública é um dos pilares por trás da defesa da segurança de fontes do jornalismo investigativo. Pessoas em situação de fragilidade, como dependentes químicos em processo de reabilitação, também têm utilizado há anos o anonimato como forma de proteção e de auxílio mútuo. Os Alcoólatras Anônimos, uma instituição dificilmente chamada de baderneira e que já ajudou milhares de pessoas a retomar o controle de suas vidas, é baseada completamente no anonimato.

A perseguição a trabalhadores mais radicais sempre foi comum nas grandes empresas, mas hoje há toda uma série de outras possibilidades a considerar na hora de defender o fim das máscaras em manifestações. As primeiras Marchas da Maconha eram chamadas como “baile de máscaras”, e o aspecto carnavalesco das paradas LGBTT também sempre garantiu o aporte de pessoas fantasiadas, e isso sempre teve um caráter bem prático: as pessoas devem ter o direito de se manifestar politicamente sem se colocar necessariamente em uma situação de fragilidade ainda maior, expondo-se por exemplo para seus patrões, colegas de trabalho e etc.

Além do fato de toda essa tecnologia da identificação ter sido criada para lidar com criminosos, presos e nativos sob dominação colonial, há ainda outras razões históricas para se repensar a criminalização do anonimato e o pseudonimato (que não é necessariamente mais que um anonimato mais criativo). Sem os nomes falsos e a publicação anônima, grandes vândalos como Montesquieu não teriam publicado o melhor de suas obras (no caso, as Cartas Persas). Uma parte razoável do Iluminismo foi publicado com pseudônimos. Foram também com panfletos assinados com o nome Publius que vândalos norteamericanos do calibre de Alexander Hamilton, John Jay e James Madison publicaram seus textos, fundamentais no processo de constituição dos Estados Unidos. Na França revolucionária de 1789 as publicações apócrifas também foram fundamentais no processo de derrocada do absolutismo.

Não é segredo nenhum que no confronto com um poder infinitamente superior, os pseudônimos coletivos e o anonimato são armas recorrentes. São exemplares os casos do escravo romano Spartacus, imortalizado nessa linda cena do cinema, e do Subcomandante Marcos, do Exército Zapatista de Libertação Nacional em Chiapas, no México. Desde os anos 1960 coletivos de arte e política têm também experimentado largamente o uso pseudônimos coletivos como Karen Eliot ou Luther Blisset, e recentemente em Belo Horizonte inventaram uma versão pão-de-queijo, um tal de Omar Motta.

Ao redor do mundo os ventos tem mudado de direção e, especialmente após o Wikileaks, Chelsea Manning e Edward Snowden, a hipervigilância dos Estados e grandes empresas têm sido colocadas em questão. Recentemente o fundador do primeiro Partido Pirata, Rick Falkvinge, defendeu em um artigo que o estatuto do anonimato é fundamental para manter o governo em xeque, e Richard Stallman, presidente da Fundação Software Livre, defendeu que precisamos do anonimato para manter a democracia a salvo.

Enquanto manifestantes fazem coro às ordens da polícia e ao fim das máscaras em manifestações, a PM transforma em sigilosos por 15 anos os dados da repressão de Junho, mesmo já tendo dado parte das informações antes. E a mesma PM que filma os protestos mas nega ter as gravações é a que decidiu prender preventivamente 176 pessoas antes da Copa em BH só pra ver se acalma as coisas.

Quando George Orwell escreveu 1984, com todo aquele sistema sofisticado de controle através da idolatria ao Grande Irmão (Big Brother no original), câmeras de vigilância, teletelas, 2 minutos de ódio e etc. tenho certeza que ele não conseguia pensar em nenhuma forma de governo mais desprezível. Mas parece que após quatorze edições de barbárie, a Rede Globo finalmente conseguiu solidificar na imaginação política da classe média que o mundo super vigiado do Big Brother é sinônimo de festas com gente bonita e clima de paquera. Nas mãos do Pedro Bial a hipervigilância virou cool, assim como o abuso sexual e o extermínio em massa.

Enquanto a Rede Globo se esforça para transformar a hipervigilância em modinha, o ideal democrático onde a coisa pública é do interesse de todos e a vida privada da conta de cada qual, são invertidos. O ideal de opacidade privada e transparência pública tem sido distorcido, o que governos à direita e à esquerda estão fazendo é o completo oposto: transparência da vida dos cidadãos e opacidade do poder público e corporações.

Responder

    Roberta Ragi

    25/03/2014 - 10h49

    Caro Leo V,

    Esta matéria já saiu da página inicial de Viomundo, mas, mesmo assim, não me furto a comentar seu post.

    Li o texto que vc indicou e concordo em tudo com o posicionamento de Matheus Machado no Mexidão: a falácia contra o “anonimato” é um desserviço às forças progressistas que buscam mudanças de base para o cenário brasileiro. Tendo a concordar com o prof. Ricardo Antunes neste ponto: vivemos uma era de rebeliões, não de revoluções. As rebeliões, mundo afora, têm suscitado reações fascistas de toda ordem (vide Egito e Ucrânia). Sendo assim, não podemos acompanhar aqueles que, em contexto tão adverso, acompanham o discurso oficial, retrógrado, que condena todo manifestante em potencial pelo simples fato de cobrir sua identidade.

    Tal estratégia, longe de alinhar forças contra o declarado autoritarismo (perpetrado historicamente neste país), contrapõe e enfraquece forças significativas no sentido das mudanças institucionais de que realmente necessitamos.

    É lícito que, em meio a tantas prisões arbitrárias, entoemos o canto do “fim do anonimato”? É preciso ir mais devagar nesse ponto, para não subtrairmos a legitimidade das revoltas populares que gritam por direitos constitucionais.

    A alternativa que pede o “fim do anonimato” e, simultaneamente, deixa de reconhecer o poder nefasto do “discurso obsessivo por segurança” (a qualquer custo), como descreve Giorgio Agamben, facilita, e muito, a vida da direita. Não precisamos disso para diferenciar um nazista mascarado de um manifestante encapuzado que luta por sua dignidade frente à nossa PM de sempre.

    Engrossar o coro da resistência… melhor que subtraí-lo.

    Grande abraço!

Américo

24/03/2014 - 21h37

Eu estava lá, tinha muito mais de mil, muito mais .

Responder

    Zanchetta

    25/03/2014 - 08h48

    Eu contei… tinha 2 milhões, 364 mil, quinhentos e sessenta e nove…

abolicionista

24/03/2014 - 20h54

A direita que preocupa é a direita do capital rentista, da direita que entende de economia, articulada com o capital internacional, direita que muda de ideologia como quem troca de roupa, desde que se faça dinheiro com isso. As viúvas da ditadura são cortina de fumaça.

Responder

abolicionista

24/03/2014 - 20h48

Acho sempre bem-vinda uma proposta de criação de uma frente única de esquerda. O problema é que, para muita gente de esquerda, o balaio de gato da marcha da meia dúzia de famílias não representa uma ameaça muito significativa. Os reaças ficaram meses organizando essa marcha e tudo o que conseguiram foi criar uma atração de circo. A direita brasileira padece de indigência mental, pelo menos essa que saiu do armário na tal marcha. Não é ela que deve nos preocupar. Isso ficou bastante evidente, aliás. Os lunáticos direitistas não conseguem encher as ruas. O séquito do Olavo de Carvalho e do Reinaldo de Azevedo só faz barulho na internet. Sinceramente, não consigo pensar numa pauta que pudesse realmente unir a esquerda brasileira no contexto atual. De todo modo, esse é um problema real com o qual temos que lidar, não com o samba do crioulo doido dos reaças unificados. Quais as pautas que uniriam a esquerda brasileira?

Responder

Maria Izabel L Silva

24/03/2014 - 17h36

Mais um bando de “rebeldes sem causa”. “Não vai dar, assim não vai dar, como é que eu vou carecer sem ter com que me rebelar”.
Pelas fotos me pareceu bastante pífia, ridícula, primária, sem rumo mesmo. Nem democracia nem ditadura? Que merda que esse povo quer?

Responder

Quintana

24/03/2014 - 14h41

—NÃO PASSARÃO…. NÓS PASADENA… (Zancheta)

—Cara, que genial, saquei… pusta trocadalho do carilho! Me arruma um pouco desse treco que você tomou? Pô, tu é mesmo um artista, cara… genial… sóooo… (abolicionista)

—é por isso acima que não leio quadrinhos. Aqui tá bem melhor. Risos mil. (Quintana).

Responder

Quintana

24/03/2014 - 14h33

Diria Zé Simão sobre esta marcha direitosa: ” a marcha é a piada no país da piada pronta”. Pois não foi?!

Responder

Roberto Locatelli

24/03/2014 - 12h19

Os direitistas da “marcha” gritaram palavras de ordem CONTRA O PT. Silenciaram sobre uma certa “esquerda”, como PCO, PSTU, PSOL, etc. Essa é a esquerda que a direita gosta.

Responder

    Quintana

    24/03/2014 - 14h35

    Locatelli, vc está falando de qual das marchas?

    Regina Braga

    24/03/2014 - 16h27

    Pois é…essa é a esquerda que deveria estar de corpo e alma com o PT.

    mineiro

    24/03/2014 - 18h41

    pelo que eu vi o pco ta atacando o pt de ser da direita , em parte é , tem alguns ratos que sao da direita e manda e desmanda nesse governo junto com o pmdb. mas tem uma parte que nao é com certeza e a militancia é uma delas. deveria esta todos juntos , ai eu queria ver os tucanos do pt aonde iria botar a cara. otimo a passeata estao de parabens , tem que mostrar para turma golpista que o povo nao é bobo. acorda pres. e pt ante que seja tarde demais.

Roberta Ragi

24/03/2014 - 10h27

Linda (e fundamental) a reação das forças progressistas!

Mas o mais importante e significativo é ver esquerdistas, de matizes variados, ao lado de anarquistas, sindicalistas e manifestantes independentes. Já passou da hora de buscarmos uma agenda mínima capaz de enfrentar algumas de nossas questões mais centrais, como as Reformas Política e Tributária, por exemplo.

Não é preciso que pensemos de maneira idêntica. Isso, aliás, seria empobrecedor. Mas é igualmente empobrecedor que não trabalhemos, de forma articulada, para combater nossos inimigos comuns.

Responder

Paulão

24/03/2014 - 01h23

Muita gente participou, pelo que ví mais de 5.000 pessoas. É muito bom ver o povo paulista dar apoio a luta anti fascista. Parabéns.

Responder

Daniel A. Cavalcanti

23/03/2014 - 23h43

500 ou 1000 manifestantes? Tem muito mais. De repente foi contagem de militar, aí sabemos, tem a inteligência comprometida.

Responder

renato

23/03/2014 - 23h35

Pessoas que tiraram vidas das pessoas do campo, grilaram propriedades, exterminaram com tribos indígenas,que venderam nosso país aos EUA, que beijaram suas botas, que soltaram psicopatas para servi-los, que desonraram famílias,que tinham entre si pedófilos, que reuniram um número grande de criminosos, que mataram soldados de verdade,que mancharam nossa bandeira de sangue de inocentes, que traíram, que roubaram,que mataram nossos jovens, desapareceram com pais de famílias……….
Não se iludam também nasceram no Brasil…..Sim o Brasil pode gerar anomalias, não podemos esquecer disto…ANÔMALOS…alguns deles dentro do GOVERNO até hoje..
Estão tentando se redimir com a História, tentando enganar-se para ver se enganam os DEMÔNIOS que os enganaram a muito…
Hoje o meu POVO, precisa Melhorar em muito a nossa Democracia, mas já estamos com os pés sobre ela…NÃO PASSARÃO..

Responder

Andre

23/03/2014 - 21h28

Muito boa a marcha, mas o preocupante é que a esquerda vive uma fantasia de união nas manifestações de rua. Quem participa de qualquer organização de esquerda ou é bem informado sabe que no nivel da organização a autofagia da esquerda continua.

Responder

Eduardo Raio X

23/03/2014 - 18h39

Essa gente que se diz defensora da democracia e dos direitos já mais amou o Brasil, pergunte a eles se vão nos desfile de 7 de setembro??? Eu tenho certeza que não, e vem eles agora querendo fazer das forças armadas de pau mandado, assim como foi feito em 64! Quebraram a cara, o número de psicopatas e bossais não passou em todo Brasil de 3000 micos de circo. E para complicar tinha até neonazistas, skinhead’s, Zé ruelas, zé dentro d’água, manés e o que sobrou da primeira marcha dos idos de 64 alguns um monte de zumbis de pijama!!!

Responder

Zanchetta

23/03/2014 - 18h39

Gostei da faixa:

NÃO PASSARÃO…. NÓS PASADENA…

Responder

    abolicionista

    23/03/2014 - 21h43

    Cara, que genial, saquei… pusta trocadalho do carilho! Me arruma um pouco desse treco que você tomou? Pô, tu é mesmo um artista, cara… genial… sóooo…

Marat

23/03/2014 - 18h24

E o PIG, representado pelo UOL, foi imparcial, como sempre: Mostrou 16 fotos da marcha dos golpistas, e seis fotos da marcha antifascista!

Responder

Lucas

23/03/2014 - 13h43

fato que deveria deixar muita gente repensando suas posições políticas hoje em dia:
na marcha anti-golpista tinha mais BLACK BLOC do que gente com camisetas do PT. Será mesmo um partido popular?

Responder

    luiz mattos

    24/03/2014 - 02h14

    Você trollando a mesma coisa em todo site e nem na marcha esteve.

    Lucas G

    24/03/2014 - 09h22

    isso nao eh trollar, eh um comentario. Trollagem eh tua resposta, visto que foge do assunto.

    francisco.latorre

    24/03/2014 - 16h07

    picareta.

    ..

    francisco.latorre

    24/03/2014 - 16h11

    e o g..

    assistente de picareta.

    patetas patéticos.

    ..

luiz mattos

23/03/2014 - 13h38

Ótimo trabalho do viomundo,arrepia a alma este momento pois assistimos esse filme e temos alertado a muito tempo que para a elitizinha demente o golpe é a solução visto que as urnas através da soberana e suprema vontade do POVO os repudiam por conhece-los.
Viva o POVO Brasileiro que nunca esqueceu do grito libertário:-Não Passarão!

Responder

FrancoAtirador

23/03/2014 - 11h50

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“DESCOMEMORAÇÃO” DO GOLPE DE 64

Informativo oficial da UNE traz especial sobre período nefasto da história do Brasil

A nova edição do jornal Nossa Voz, informativo oficial da União Nacional dos Estudantes, dos meses de março e abril, traz em suas páginas especial sobre a “descomemoração” do golpe de 64.

Com a chamada “Nossa mensagem de coragem”, trecho do hino da entidade, composição de Vinicius de Moraes, o jornal faz reflexão sobre o período que jogou o país em uma ditadura cruel que perseguiu, torturou e assassinou estudantes.

“Varrer esses resquícios de autoritarismo que ainda restam em nosso país é tarefa da juventude, que segue incansável nas ruas lutando pelo o que tanto sonha. Consolidar as reformas democráticas é fundamental para conquistar o Brasil que tanto se quer. Vamos em frente!”, diz a introdução do especial.

A UNE disponibiliza a íntegra do jornal Nossa Voz:

(http://www.une.org.br/2014/03/nossa-voz-tem-edicao-especial-de-%E2%80%9Cdescomemoracao%E2%80%9D-do-golpe-de-64)
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Responder

    Bode do lula

    23/03/2014 - 23h34

    O que a UNE deveria fazer era pedir desculpas e exige que Collor assumisse em triplo o tempo que deixou de cumprir por ter sido derrubado com aval dessa, posto que, isso agora é o que inspira um bando de estudantes safados querer derrubar governo democraticamente eleito na Venezuela, sem levar em conta que até Lula em palanque de Alagoas, enquanto chorava e beijava mão de Collor, reconhecia que se não fosse essa canalhice contra Collor o Brasil teria tido um dos melhores governos da história.

    FrancoAtirador

    24/03/2014 - 11h22

    .
    .
    ‘MICO’ ASTRONÔMICO

    OS PATÉTICOS PATETAS DA “MARCHA DOS SEM GENTE”

    Por Fernando Brito, no Tijolaço, via Militância Viva

    Em resumo, gatos pingados.

    E com uma semana de promoção, nos sites, nos jornais,
    nas emissoras de TV.

    Mas, então, como explicar que, nas redes sociais,
    eles proliferem feito moscas,
    que vão infernizar todas as seções de comentários
    dos sites de notícia e, não raro,
    “trolar” os blogs progressistas?

    Porque a direita fascistóide no Brasil não está,
    além destes pobres coitados da “marcha”, nas ruas.

    Está onde lhes dão acolhida, repercussão, tolerância:

    Na mídia, com a mídia, pela mídia.
    A direita brasileira é ela.

    (http://militanciaviva.blogspot.com.br)
    .
    .

Fabio Passos

23/03/2014 - 08h50

Apesar da minúscula participação nas manifestações golpistas, precisamos lembrar que há interesses poderosos que desejam e trabalham por um golpe que impeça a ascensão social da maioria pobre.
Para enfrentar os golpistas a esquerda precisa estar sempre unida.

Responder

    Mário SF Alves

    23/03/2014 - 21h28

    Que papo é esse de esquerda? E desde quando a luta pela consolidação da Democracia no Brasil tem a patente da ou das esquerdas?
    Presta atenção, dotô!

Marcio Ramos

23/03/2014 - 08h08

… o Estado não deixou de comparecer com sua força bruta, mais policias que manifestantes, medo de que?

Responder

Jose Mario HRP

23/03/2014 - 07h15

Luiz Carlos Azenha, aqui para lembrar o golpe contra Chavez em 2002!
Não podemos esquecer , aqui e lá!

http://www.youtube.com/watch?v=MTui69j4XvQ

Responder

    Bode do lula

    24/03/2014 - 07h04

    esse foi o único golpe no mundo em que o preso fica com celular para articular com Fidel o contra golpe e depois todos os ¨golpistas¨ são promovidos

    abolicionista

    24/03/2014 - 11h26

    Interessante você mencionar isso. Porque Chavez só pôde usar o telefone porque os golpistas não tinham legitimidade no interior das forças armadas. Quiseram dar um golpe militar sem ter o apoio das forças armadas, apenas com a mídia. Pois é, a direita é burra a esse ponto. Felizmente, aliás. Os militares que mantinham Chavez sob custódia acenavam secretamente para a população, como quem diz “essa palhaçada não vai durar muito, logo o companheiro Chavez estará solto, como sabemos que é o anseio do povo”. Foi um momento democrático emocionante e de muita verdade histórica e que, imagino, deva arder mais do que sal em ferida na pele dos lazarentos da direita, cuja máscara caiu para o povo todo ver.

Jose Mario HRP

23/03/2014 - 07h06

O ar patético dos gatos pingados na manifestação pela pátria e familia de ontem em São Paulo deu dó!
Só faltaram gritar “Heil Hitler”!
os comunistas estão chegando…….
BUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!!!

Responder

sergio

23/03/2014 - 04h00

O pessoal da Marcha da Família (golpistas) esqueceram de passar na Globo e na Folha de SP, empresas de comunicação que adoram patrocinar golpes.

Responder

    Mário SF Alves

    23/03/2014 - 21h37

    Esqueceram? Esqueceram ou foram previamente informados de que o PiG não topou dividir o mico?

    O acordo foi claro e retumbante: só passem por aqui se a murcha arrebanhar pelo menos uns dez mil reaças e/ou bois de piranha.

Cláudio

23/03/2014 - 03h13


“Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer.


“Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X.



Ley de Medios Já ! ! ! . . .



Responder

SERGIO GOVEA

23/03/2014 - 01h45

Azenha. Eu me sinto orgulhoso de você.

Meus mais sinceros parabéns.

Sergio Govea.

Responder

abolicionista

23/03/2014 - 01h28

Só faltou chamar o povo…

Responder

lamarca73

23/03/2014 - 01h27

e o Jornal Nacional no dia 22/03/2014 com “dois pesos e duas medidas”:

https://www.youtube.com/watch?v=d6I0lRe_OJo

Responder

Marat

23/03/2014 - 01h17

Eeeeba…………. eu apareci no vídeo do Viomundo!!!!!!!!!!!!

Responder

    Zanchetta

    25/03/2014 - 08h55

    Fugindo da Colbert?

EUGENIO PEREIRA BATISTA

22/03/2014 - 22h14

SEU SEVERINO, MEUS PARABÉNS, APESAR DO NOSSO LADO TER DADO POUCA GENTE FOI MUITO MAIOR O QUE A DIREITA FASCISTA.

Responder

PRIMEIRO DE ABRIL!

22/03/2014 - 21h41

A passeata de homenagem ao golpe foi primeiro de abril! Antecipado :o)

Responder

anac

22/03/2014 - 21h12

A anistia geral irrestrita foi mais um jeitinho brasileiro que não solucionou os problemas criados pela ditadura e só fez remendá-los. Não se fechou o ciclo necessário para seguirmos em frente. Permitindo que permaneceram na ativa os ideólogos, os mandantes dos capitães do mato, os militares.

Os militares em 1964 cumpriam ordens, eram os meros executores. Alguns é verdade como Fleury cumpriam com grande prazer pela psicopatia que os acometia. Os mandantes, aqueles que se beneficiaram financeiramente com a ditadura e amealharam fortuna de bilhão saíram incólumes enquanto os militares levaram a culpa sozinhos.

Já os ideólogos mandantes saíram como democratas de primeira hora e bilionários continuam na ativa conspirando contra a ordem democrática e ameaçando com golpe o país, por qualquer medida que não seja do seu agrado ou que prejudique seus intere$$e$$, como o bolsa família, quantia tão ínfima, que eles mesmos chamam apropriadamente de bolsa miséria, para impedir que miseráveis morram de fome.

Acusar o governo do PT de estar instalando o regime comunista mostra no mínimo a enorme má-fé e ignorância dos coxinhas. Logo o PT quando nunca dantes no Brasil os banqueiros rentistas faturaram tanto com juros escorchantes e exorbitantes. Logo o PT, cujo governo não promoveu a reforma agraria que o Brasil necessita. Acusar o governo de comunista só pode ser brincadeira. Logo o Brasil do PT cuja elite bate recordes no numero de BILIONÁRIOS no ranking dos mais ricos do mundo.

A verdade é que a direita como não consegue vencer pelo voto, resta apelar para o golpe. E para isso são capazes de ressuscitar defuntos como o comunismo, quando nem a China mais é, pois capitalista dos mais eficientes mesmo que ditatorial.

Responder

    Marcos F. L.

    23/03/2014 - 18h36

    Análise perfeita Anac!!!

Walter

22/03/2014 - 20h34

Frente única de esquerda por um governo de esquerda.
Petranqueiros de coalizão e governo do possível com PTB, PP, PMDB e congêneres, tou fora.
O PT que está no governo é de direita.
A lei anti terrorismo é do PT.
Lembrem-se disso.

Responder

Urbano

22/03/2014 - 20h15

Os fascistas da oposição ao Brasil são tão cretinos e tão desprovidos da divindade do pensar, que um desses acéfalos fez um comentário bastante injuriado conta O Eterno Presidente Lula, a Presidenta Dilma e o INFRAERO, acusando-os de irresponsáveis por não terem dado assistência às famílias dos passageiros do avião da Malásia, que caiu recentemente.

Responder

    Urbano

    22/03/2014 - 20h26

    Precisam ver a multidão de cretinos que marcharam, a implorar o golpe fascista, por esse Brasil afora. Há casos (eu disse casos) em que essa multidão ficou entre cinco e doze unidades de ridículos.

    anac

    22/03/2014 - 21h24

    Vejo, pelas fotos, muitos velhacos e velhacas nessas manifestações. Saudades do tempo em que tinham escravos para os servirem.

    Vejo também jovens velhacos com saudades da boa vida, empregadinha de mesa e cama, que a mando da família, com seus favores sexuais, introduzia o menino nos prazeres da adolescência, servindo com sua carne à concretização rito de passagem do marmanjo. Gravida era obrigada a abortar ou jogada na rua sem as mínimas condições de sobrevivência.

    Na realidade a direita clama pelo retorno da escravidão, da senzala.

    Urbano

    23/03/2014 - 12h07

    Isso é obra dos fascistas decanos e seus descendentes, fartamente disseminados por certas regiões do Brasil, em face de situação do passado e bem conhecida. Juntou-se o sangue ruim com a idiotia e deu essa cadaverina moral.

Fernando

22/03/2014 - 19h16

Pouca gente, nas manifestações contra a Dilma em junho eram um milhão de coxinhas no RJ.

Responder

    Lukas

    22/03/2014 - 19h36

    Engano seu. As manifestações de Junho de 2013 nunca foram anti-Dilma especificamente. As pautas eram muito diversas.

    tiago carneiro

    22/03/2014 - 20h33

    ahhaha!!!!

    Qual era a marcha anti-Dilma??

    Creio que você anda imaginando um pouco além da conta.

    Lucas

    22/03/2014 - 21h29

    anti-Dilma?
    petistas são completamente surdos para escutar o que dizem as ruas!

    anac

    22/03/2014 - 21h30

    Fernando, leia qualquer coisa gibi, bula de remédio, etc., menos a veja, folha, estadão, globo e congêneres faz MAL A SAÚDE MENTAL E FÍSICA.

    Eles o tratarão sem qualquer respeito achando que não passas de um, Homer Simpson, um reles rola bosta.

    Mário SF Alves

    23/03/2014 - 21h50

    O bom conselheiro ainda vive.
    Valeu.
    Se comigo eu agradeceria. E, se fosse um fascista convicto nem tentaria contrargumentar, até porque seria puro suicídio. Aliás, fascista que se preza não argumenta, usa a tortura e força bruta. Isso quando não estiver ocupado lambendo as botas dos SPYstates.

    Bode do lula

    24/03/2014 - 07h07

    Eu apostaria ser coisa de docente e ainda de universidade publica, pois como tudo que faz imbecilidade, os alunos nem pode ler nada de fato, quanto o mais o exige leitura apurada

    abolicionista

    25/03/2014 - 12h47

    Manifestação anti-Dilma? Quando isso aconteceu que eu nem vi, menino? Será que você não está confundindo com as manifestações de junho?

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