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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Nildo Ouriques: Como os pensadores brasileiros reproduzem o colonialismo

11 de setembro de 2016 às 20h42

por Izaías Almada

Fui presenteado esses dias pela minha filha, que vive no Canadá, com o vídeo acima, que reputo sensacional.

Trata-se de uma palestra do professor Nildo Ouriques, de Santa Catarina, postada no YouTube.

Em parte,  ele explica um pouco sobre a intelecutalidade contemporânea do Brasil que, queiramos ou não, tem grande responsabilidade na visão política da nossa história mais recente.

A diferença entre um acadêmico e um intelectual é simplesmente brilhante.

Mata a pau a arrogância de alguns “pensadores” brasileiros.

Além de não terem lá grande conhecimento da nossa história, esses “pensadores” em muitos casos estão por trás do cenário criado nos últimos anos, particularmente de 2014 até os dias de hoje.

Concordando ou não com o professor Nildo, há que se refletir o que se passa no Brasil atual, governado pela escória política da nação.

 Leia também:

Paulo Teixeira: Exército e GSI serão cobrados pela Operação Tabajara

 

9 Comentários escrever comentário »

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Edgar Rocha

12/09/2016 - 13h35

Só discordo da conclusão de que o acadêmico brasileiro seja um completo idiota ou um ingênuo. Eu diria que ele é mau caráter mesmo. A academia entende, sim, o sistema e sabe muito bem a quem serve. E se lixa pra tudo isto. Mais do que inocentes úteis, são individualistas a serviço de quem lhe paga, sem nenhum compromisso social com seu próprio país. Resumindo, sabe um coxinha? Então.
O mais grave é quando o mesmo sistema se aplica justamente à área de humanidades. Não duvidem, isto ocorre.

Responder

    Mark Twain

    13/09/2016 - 11h15

    O mau caratismo é idiota e ingênuo, assim como o seu comentário Edgar. É idiota e ingênuo porque não enxerga a longo prazo, porque é tacanha. Tendeu?

    Depois que o ovo de Colombo tá em pé, fica fácil né enrustido?

    Aliás, genial a palestra, obrigado ao Viomundo.

    Edgar Rocha

    13/09/2016 - 14h53

    E qual é o resultado a longo prazo que o senhor espera que eu enxergue, senhor pseudônimo ilustre? De qual ovo de colombo o senhor está falando? Da idiotice acadêmica denunciada pelo feliz palestrante do video? O que exatamente eu estou enrustindo? Algum “coxinhismo” acadêmico? De onde tirou tantas frases de efeito desconexas? Do Google? Do que o senhor não gostou mais, do Nildo Ouriques ter dito e explicado que o acadêmico brasileiro é um idiota ingênuo, ou de minha discordância ao acreditar que ele tem lado próprio (o dele) e que ao entregar conhecimento às raposas empresariais o faça deliberadamente, sendo por isto, mau caráter? Seria a possibilidade de a produção acadêmica na área de humanas também ser afetada por este sistema que lhe incomodou tanto?
    A longo prazo, o que espera que aconteça com a academia? Há algum plano mirabolante que justifique sua indignação, ao qual nem eu, nem o Nildo Ouriques sabemos? Vão salvar o pensamento brasileiro com teses para laboratórios internacionais? Seria brilhante.

    Mark Twain

    13/09/2016 - 18h04

    Nem tenta inverter sua argumentação medíocre empurrando ela pra mim. A cria é tua, não quero, obrigado.

    Escolhe um lado Edgar. Escolhe um partido Edgar. Escolhe direita ou esquerda Edgar.
    Depois escreve. Assim é mais fácil do que ter posar de vítima mais tarde.

    Além disso nada garante que o teu nickname não seja também, um pseudônimo, Muito embora eu duvide disso:
    É que o anonimato, normalmente é temido pelos autoritários.

    Edgar Rocha

    14/09/2016 - 03h12

    Vixe… a última pessoa que conheci como você se chamava Evandro e estudava História na USP já por uns 20 anos no meu tempo. Gostava de lutar capoeira com uma tipuana perto do prédio. Será que aprendeu digitar?
    Em todo caso, como vai a dona Tipuana? Vai bem?

FrancoAtirador

11/09/2016 - 22h20

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Projeto dos Mendoncinhas Fardados

“Elimina o Radicalismo Político e Esteriliza
a Inclinação Crítica das Ciências Sociais
e o Compromisso Político de Todas as Ciências”
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Responder

    FrancoAtirador

    11/09/2016 - 22h36

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    Da Ditadura Militar de 1964 até os Dias Presentes, os Intelectuais Brasileiros,

    hoje Mortos ou Calvos ou Cobertos de Cãs, foram Gradualmente Substituídos

    nas Universidades por Máquinas de Produção Acadêmica da Escola Sem Partido.
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    FrancoAtirador

    11/09/2016 - 22h57

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    Daí se Possa Compreender Melhor as Palavras a Médica Social Fátima Oliveira

    quando Afirma, com a Propriedade que a Pesquisa e a Experiência lhe Concede,

    que “vivemos numa época que sedimenta uma Cultura em que se formam Médicos

    que Não Gostam de Gente e de Enfermeiros que Não Gostam de Cuidar” Enfermos.

    http://www.viomundo.com.br/blog-da-saude/fatima-oliveira-vivemos-em-uma-epoca-em-que-medicos-nao-gostam-de-gente-e-enfermeiros-que-nao-gostam-de-cuidar.html
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    FrancoAtirador

    13/09/2016 - 18h54

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    E há também que se destacar o Papel do Cartel de Mídia Empresarial
    na Propagação da Ideologia do Ultra-Liberalismo, já em Nível Global,
    que Colabora para a Formação de um Pensamento Econômico Único.

    Observe-se que somente têm Espaço nas Redes de Rádio e Televisão
    os Representantes da Corrente Doutrinária do Absolutismo do Mercado.

    Os tais Especialistas Convidados nos Programas da Globo, por exemplo,
    são Precisamente Titulados Acadêmicos, mas que possuem Vínculo Ativo
    com o Setor Privado, em Consultorias Financeiras e Corretoras de Valores.

    É a Promiscuidade Intelectual na Defesa e para Benefício do NeoLiberalismo.
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