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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Hildegard Angel: “O Projeto do Mal de 64 ganha corpo”

26 de dezembro de 2013 às 23h27

Stuart e Zuzu Angel, irmão e mãe de Hildegard assassinados pela ditadura civil-militar

A GENTE NUNCA PERDE POR SER LEGÍTIMO, MAS QUEM CONTA A HISTÓRIA SÃO OS VENCEDORES, NÃO ESQUEÇAM!

por Hildegard Angel, em seu blog, sugerido por Messias Franca de Macedo

O fascismo se expande hoje nas mídias sociais, forte e feioso como um espinheiro contorcido, que vai se estendendo, engrossando o tronco, ampliando os ramos, envolvendo incautos, os jovens principalmente, e sufocando os argumentos que surgem, com seu modo truculento de ser.

Para isso, utiliza-se de falsas informações, distorções de fatos, episódios, números e estatísticas, da História recente e da remota, sem o menor pudor ou comprometimento com a verdade, a não ser com seu compromisso de dar conta de um Projeto.

Sim, um Projeto moldado na mesma forma que produziu 1964, que, os minimamente informados sabem, foi fruto de um bem urdido plano, levando uma fatia da população brasileira, a crédula classe média, a um processo de coletiva histeria, de programado pânico, no receio de que o país fosse invadido por malvados de um fictício Exército Vermelho, que lhes tomaria os bens e as casas, mataria suas criancinhas, lhes tiraria a liberdade de ir, vir e até a de escolher.

Assim, a chamada elite, que na época formava opinião sobre a classe média mais baixa e mantinha um “cabresto de opinião” sobre seus assalariados, foi às ruas com as marchas católicas engrossadas pelos seus serviçais ao lado das bem intencionadas madames.

Elas mais tarde muito se arrependeram, ao constatar o quanto contribuíram para mergulhar o país nos horrores de maldades medievais.

Agora, os mesmos coroados, arquitetos de tudo aquilo, voltam a agir da mesma forma e reescrevem aquele conto de horror, fazendo do mocinho bandido e do bandido mocinho, de seu jeito, pois a História, meus amores, é contada pelos vencedores. E eles venceram. Eles sempre vencem.

Sim, leitores, compreendo quando me chamam de “esquerdista retardatária” ou coisa parecida. Esse meu impulso, certamente tardio, eu até diria sabiamente tardio, preservou-me a vida para hoje falar, quando tantos agora se calam; para agir e atuar pela campanha de Dilma, nos primórdios do primeiro turno, quando todos se escondiam, desviavam os olhos, eram reticentes, não declaravam votos, não atendiam aos telefonemas, não aceitavam convites.

Essa minha coragem, como alguns denominam, de apoiar José Dirceu, que de fato sequer meu amigo era, e de me aprofundar nos meandros da AP 470, a ponto de concluir que não se trata de “mensalão”, conforme a mídia a rotula, mas de “mentirão – royalties para mim, em pronunciamento na ABI – eu, a tímida, medrosa, reticente “Hildezinha”, ousando pronunciamentos na ABI! O que terá dado nela? O que terá se operado em mim?

Esse extemporâneo destemor teve uma irrefreável motivação: o medo maior do que o meu medo. Medo da Sombra de 64. Pânico superior àquele que me congelou durante uma década ou mais, que paralisou meu pensamento, bloqueou minha percepção, a inteligência até, cegou qualquer possibilidade de reação, em nome talvez de não deixar sequer uma fresta, passagem mínima de oxigênio que fosse à minha consciência, pois me custaria tal dor na alma, tal desespero, tamanha infelicidade, noção de impotência absoluta e desesperança, perceber a face verdadeira da Humanidade, o rosto real daqueles que aprendi a amar, a confiar…

Não, eu não suportaria respirar o mesmo ar, este ar não poderia invadir os meus pulmões, bombear o meu coração, chegar ao meu cérebro. Eu sucumbiria à dor de constatar que não era nada daquilo que sempre me foi dito pelos meus, minha família, que desde sempre me foi ensinado. O princípio e mandamento de que a gente pode neutralizar o mal com o bem. Eu acreditava tão intensamente e ingenuamente no encanto da bondade, que seguia como se flutuasse sobre a nojeira, sem percebê-la, sem pisar nela, como se pisasse em flores.

E aí, passadas as tragédias, vividas e sentidas todas elas em nossas carnes, histórias e mentes, porém não esquecidas, viradas as páginas, amenizado o tempo, quando testemunhei o início daquela operação midiática monumental, desproporcional, como se tanques de guerra, uma infantaria inteira, bateria de canhões, frotas aérea e marítima combatessem um único mortal, José Dirceu, tentando destrui-lo, eu percebi esgueirar-se sobre a nossa tão suada democracia a Sombra de 64!

Era o início do Projeto tramado para desqualificar a luta heroica daqueles jovens martirizados, trucidados e mortos por Eles, o establishment sem nomes e sem rostos, que lastreou a Ditadura, cuja conta os militares pagaram sozinhos. Mas eles não estiveram sozinhos.

Isso não podia ser, não fazia sentido assistir a esse massacre impassível. Decidi apoiar José Dirceu. Fiz um jantar de apoio a ele em casa, Chamei pessoas importantes, algumas que pouco conhecia. Cientistas políticos, jornalistas de Brasília, homens da esquerda, do centro, petistas, companheiros de Stuart do MR8, religiosos, artistas engajados. Muitos vieram, muitos declinaram. Foi uma reunião importante. A primeira em torno dele, uma das raras. Porém não a única. E disso muito me orgulho.

Um colunista amigo, muito importante, estupefato talvez com minha “audácia” (ou, quem sabe, penalizado), teve o cuidado de me telefonar na véspera, perguntando-me gentilmente se eu não me incomodava de ele publicar no jornal que eu faria o jantar. “Ao contrário – eu disse – faço questão”.

Ele sabia que, a partir daquele momento, eu estaria atravessando o meu Rubicão. Teria um preço a pagar por isso.

Lembrei-me de uma frase de minha mãe: “A gente nunca perde por ser legítima”. Ela se referia à moda que praticava. Adaptei-a à minha vida.

No início da campanha eleitoral Serra x Dilma, ao ler aqueles sórdidos emails baixaria que invadiam minha caixa, percebi com maior intensidade a Sombra de 64 se adensando sobre nosso país.

Rapidamente a Sombra ganhou corpo, se alastrou e, com eficiência, ampliou-se nestes anos, alcançando seu auge neste 2013, instaurando no país o clima inquisitorial daquela época passada, com jovens e velhos fundamentalistas assombrando o Facebook e o Twitter. Revivals da TFP, inspirando Ku Klux Klan, macartismo e todas as variações de fanatismo de direita.

É o Projeto do Mal de 64, de novo, ganhando corpo. O mesmo espinheiro das florestas de rainhas más, que enclausuram príncipes, princesas, duendes, robin hoods, elfos e anõezinhos.

Para alguns, imagens toscas de contos de fadas. Para mim, que vi meu pai americano sustentar orfanato de crianças brasileiras produzindo anõezinhos de Branca de Neve de jardim, e depois uma Bruxa Má, a Ditadura, vir e levar para sempre o nosso príncipe encantado, torturando-o em espinheiros e jamais devolvendo seu corpo esfolado, abandonado em paradeiro não sabido, trata-se de um conto trágico, eternamente real.

Como disse minha mãe, e escreveu a lápis em carta que entregou a Chico Buarque às vésperas de ser assassinada: “Estejam certos de que não estou vendo fantasmas”.

Feliz Ano Novo.

Inclusive para aqueles injustamente enclausurados e cujas penas não estão sendo cumpridas de acordo com as sentenças.

É o que desejo do fundo de meu coração.

 Leia também:

Lassance: Enquete mostra que vem chumbo grosso em 2014

 

131 Comentários escrever comentário »

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andré

04/01/2014 - 23h43

Como sempre um belissimo texto de Hildegard. Quem foi ou é vitima da truculencia da extrema direita sabe sentir de longe os seus sinais, percebe no ar o que outros não são capazes de perceber. Como disse recentemente o judeu Zimmerman – mais conhecido como Bob Dylan: “um negro é capaz de sentir o cheiro da KuKlux Khan como um judeu é capaz de sentir o cheiro de um nazista”.

Responder

ramiza

01/01/2014 - 14h21

Ah vá. Quer dizer que o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde(sic)? Não publicaram meu comentário por que? Garanto que não sou só eu que quero saber o que dona Hildegard fez com o vestido de Lady Di que comprou em leilão aberto. Foi uma nota preta, se bem me lembro. Daria, assim, para ajudar um morro inteiro no Rio de Janeiro.

Responder

Mardones

30/12/2013 - 13h46

Coragem no Ano Novo!

Parabéns à Hilde.

Responder

anac

30/12/2013 - 09h39

Ao contrario de alguns que, hoje, criticam o PT por não radicalizar contra a mídia, criando a lei dos médios, não sendo omisso quando o PiG conspira contra o governo divulgando mentiras para promover um golpe branco contra o governo, enfraquecê-lo fazendo sangrar para que se torne refém dos interesses (JUROS, ISENÇÃO DE IMPOSTOS, SONEGAÇÃO, DINHEIRO EM PARAÍSO FISCAIS) dos 1% que o PiG representa, eu votei em LEONEL BRIZOLA.
E o que defendia LEONEL BRIZOLA? Auditoria da divida que fazia o Brasil refem do FMI que exigia redução dos gastos públicos (educação, saúde, segurança, transportes, etc) para pagamento dos juros que remunerava os rentistas, banqueiros e FMI; anulação da PRIVATARIA, que Brizola chamava de crime de LESA PÁTRIA; REFORMA AGRÁRIA; cassação da concessão da GLOBO, criação do imposto sobre grande fortunas, educação integral para todos com os CIEPS, etc. Mais radical impossível. E Brizola teria cojones para fazê-lo. Os mesmos cojones que hoje se cobra de Dilma e Lula. Lembrando que Brizola rompeu com Lula porque não anulou a privataria e a auditoria da divida pública.
Alguém aqui votou em Brizola quando podia ou o chamava de dinossauro seguindo um dos mantras da Globo?

Responder

    Maria Motta

    02/01/2014 - 11h07

    Eu votei!!! E muita gente votou, mas o mal sempre ganha, como disse a sábia Hildegard.

PedroII

30/12/2013 - 00h35

Quanta discussão para dizer o óbvio!! neste país não tem mídia, mas sim uma quadrilha maldita que vem dando apoio total ao conceito de DEMOCRACIA criado pelos EUA logo após a 2ª guerra, ou seja ; governo que sequer olhar para o pobre e pensar em investir no social precisa ser decapitado pois é comunista. Jango foi deposto num golpe violento de estado esmagando já naquela época a nossa frágil democracia, porque a nossa elite, igreja católica, galéra da Fiesp, MÍDIA, militares principalmente os da ESG, foram aliciados pelos EUA para derrubar um governo que tinha planos para a nação. O brasileiro se mete a discutir coisas das quais não faz a menor ideia do que seja, se o Brasil voltar paras maõs da corja Demotucana a desgraça que se abaterá sobre esta nação será simplesmente incalculável. A corja de FHC de Cia não tem projeto algum para este país e seu povo, nunca teve, e estes partidos malditos só existem porque são protegidos por uma MÍDIA terrorista que protege esse vampiros de todas as suas falcatruas e canalhices, querem provas? ( Alstom, Siemens, ISS, manutenção de trens, propinoduto, helicóptero do Perrela aterrisando em sua fazenda com 450 Kilos de cocaina,e daí??….. a mídia mafiosa publica alguma coisa a respeito????. Leiam o livro do Palmério Dória ( O Principe da Privataria), ou Privataria Tucana ( Amaury R. Jr)ou O Brasil Privatizado ( Aloysio Biondi). E após lê-los perguntem a si mesmos, como é que pode esse canalhas continuarem livres sem serem molestados pela ” justissa” do nosso STF???

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Lindivaldo

29/12/2013 - 23h00

Excelente análise!

Responder

FrancoAtirador

29/12/2013 - 19h50

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United States of America

Neonazista descobre ao vivo em programa de TV que é 14% negro

Líder de movimento de supremacia branca não gostou da notícia que recebeu, ao vivo, em um programa de TV.
O resultado de DNA que apontou 14% de traços negros gerou risos descontrolados na platéia e o deboche da apresentadora.

Pragmatismo Político

Um supremacista branco que lidera uma iniciativa para transformar a cidade do Estado americano de Dakota do Norte em um “enclave branco” não gostou muito de uma notícia que recebeu ontem, ao vivo, em um programa de TV.

Craig Cobb era um dos convidados de um talk show britânico quando soube que ele não é 100% branco.

Um teste de DNA achou 14% de traços da África Subsaariana.

Quando a apresentadora [mulata] começou a ler o resultado, e falou que Cobb era “86% europeu”, a outra convidada, que era negra, começou a rir descontroladamente.

Trisha Goddard, a apresentadora, seguiu lendo o resultado do teste.

Para espanto do supremacista, ele ouviu ser 14% negro.
“Espera um pouco”, disse ele.
Como resposta, recebeu um “você tem um pouco de negro dentro de você!”.

Enquanto a convidada continuava se matando de rir, Trisha começou a brincar com Cobb.

Ela levantou da sua cadeira e disse:
“Hey, Bro!”
[uma gíria de saudação entre “irmãos”, muito popular nos USA,
algo como: -E aí, Mano!],
e fechou o punho para tentar cumprimentá-lo.

A plateia aplaudiu de pé.

Enquanto isso, a outra convidada tentava se recuperar do acesso de gargalhadas.

Assista ao vídeo: (http://www.youtube.com/watch?v=6tPs78ofDPo)

(http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/11/neonazista-negro-programa-tv.html)
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Responder

    andré

    04/01/2014 - 23h39

    Essa mesma criatura foi presa no final do ano passado ao ameaçar os moradores de uma cidade com um fuzil. O xerife disse que ele que fosse pertubar os presos e não os cidadão daquela cidade.

JURIDICO

29/12/2013 - 16h44

TEMOS DE ANALISAR A CONDUTA DO PRESIDENTE DO SUPREMO. 1 – APLICOU UMA TEORIA DESENVOLVIDA PELO NAZISMO. 2 ESTUDOU NA ALEMANHA COM DINHEIRO PUBLICO. 3 COMETE IRREGULARIDADE SEM REACAO DAS INSTITUICOES DEMOCRATICAS FILHOTE SENDO CRIADO PELA MIDIA GOLPISTA APOIADORA DA DITADURA PORTANTO POR ESSA CONDUTA FAZ O PAPEL HISTORICO DE DOMINGO JORGE VELHO (O NEGRO QUE COMBATEU ZUMBI DOS PALMARES. MAIS AINDA ESSE SUPREMO SERA PIOR DO QUE O SUPREMO DE OLGA BENARIO… AS INSTITUICOES DEMOCRATICAS SAO RESPONSAVEIS ATRAVES DO SILENCIO PELO ANDAR DO PROCESSO DE GOLPE NITIDAMENTE VISLUMBRADO NO ATUAL CONTEXTO POLITICO

Responder

Fernando José

29/12/2013 - 08h42

Lamento pela perda de seu irmão e o drama vivido pela sua corajosa mãe, Hildegard. Mas você está usando seu drama pessoa para justificar uma ditadura bolivariana que está estrangulando o Brasil aos poucos. Por acaso a “direita” (esse bicho-papão que a esquerda inventou) controla os sindicatos, os movimentos sociais, as universidades, a burocracia estatal, a PF, o governo federal, milhares de ONGs e os fundos de previdência privada. Quem indicou o JB e mais outros oito ministros do Supremo não foi o próprio PT? Me digam se isso é mentira. “Direita” no Brasil são uns poucos jornalistas da VEJA e olhe lá. Você são muito histéricos. No seu caso, Hildegarde, eu até entendo. Mas e essas pessoas que são pagas pelo PT para ficarem perseguindo as pessoas na Internet?
Em que país vocês vivem. Dona Hildegarde, você, que foi vítima de uma ditadura, está ajudando a criar outra muita pior, porque vem disfarçada de governo voltado para o povo. Graças a DEUS – sim ELE mesmo que vocês esquerdistas odeiam – aos poucos o Brasil está acordando desse pesadelo petista, onde o povo está sendo narcotizado pelo crédito fácil, enquanto os tentáculos dos revolucionários vão tomando conta de todas as estruturas da sociedade.

Responder

    anac

    29/12/2013 - 19h09

    Ditadura. O senhor não sabe o que é ditadura. Pois se soubesse não estaria acusando um governo eleito pela maioria dos votos do povo de ditadura e que respeita a liberdade de imprensa e de expressão ao ponto de tolerear mentiras sem ao menos retaliar as MENTIRAS e CALUNIAS da forma que era comum ao governo de direita de FHC, suprimindo verbas publicitárias.
    Aliás, se o senhor estivesse vivendo numa ditadura o senhor não estaria nem escrevendo isso que agora escreve. Estaria preso ilegalmente sendo torturado num pau de arara ou na cadeira de dragão.
    E rezando para sair vivo da tortura, o que infelizmente não ocorreu com o Stuart Angel, Vladimir Herzog e Rubens Paiva.
    Nomear JB que o senhor chama de Batman e é ídolo da direita e outros Ministros não é ditadura faz parte do processo de escolha para o cargo de Ministro do STF. Foi um erro a escolha pois TODOS estão ali unicamente para zelar pelo cumprimento a Constituição Federal o que não ocorreu. Mas a Historia fará Justiça a esses senhores.
    O PT tem origem nos sindicatos, mas não os controla a TODOS ou o senhor não sabe da existência do Paulinho da força aliado da direita? Quem é governo é erigido ao poder para GOVERNAR e comandar a PF, o governo federal, as universidades públicas federais, etc. Não faz nada de ilegal. Ao contrario da PF por exemplo de FHC não se armou contra uma concorrente (Roseana Sarney) para beneficiar o candidato tucano (Serra) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais de 2002. A operação da PF unica realizada em todo o período de governo de 08 anos de FHC visou abater a candidatura de Roseana Sarney( antigo PFL) que rivalizava com Serra para ir com Lula ao segundo turno das eleições para presidente da republica de 2002. Aqui http://www.istoe.com.br/assuntos/editorial/detalhe/16479_A+INVASAO+DA+LUNUS o senhor tem mais detalhes
    Agentes da Polícia Federal, cumprindo ordem judicial, invadiram a sede da empresa Lunus Participações e Serviços Ltda., de propriedade da governadora Roseana Sarney e de seu marido, Jorge Murad, está longe de ser debelado. “Durante a semana, o fogo reduziu a cinzas a aliança entre o PFL e o PSDB, atingiu as candidaturas de Roseana e José Serra e agora se aproxima do Palácio do Planalto. Na manhã da sexta-feira 8, o senador Carlos Wilson ocupou a tribuna do Senado munido de mais material inflamável. O petebista pernambucano mirou o fogueirão e disparou: “Não consigo entender por que um singelo delegado da Polícia Federal, em meio a uma operação de busca e apreensão, no escritório de uma figura notável da República, o empresário Jorge Murad, esposo da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, transmitiu via fax documentos – e não importa que tipo de documentos – para um número de telefone do Palácio da Alvorada. Como é que este delegado tinha o número da Ajudância de Ordens do Palácio da Alvorada? É no mínimo suspeito.”
    Aqui na UOL o senhor toma conhecimento das ilegalidades praticadas na operações:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1703200215.htm

    Recorde o senhor que se Lula foi reeleito e Dilma pode ser reeleita também em 2014, TUDO foi obra e graça de FHC que para cumprir a promessa feita por SERJÃO ( tesoureiro e Ministro de FHC das Comunicações) de que os tucanos tinham desejo de permanecer 20 anos no poder comprou deputados federais como Ronivon Santiago por 200 mil reais para votar a favor da emenda da releição. http://veja.abril.com.br/idade/corrupcao/reeleicao/caso.html.
    Reeleição que favorecia a FHC e seu partido, como ocorreu em 1998. A direita em peso e seus coxinhas foram a favor. A mídia tratou de fazer a lavagem cerebral em favor da reeleição.

    Lavagem cerebral que o senhor continua a sofrer pelo uso da palavra BOLIVARIANA que com certeza o senhor não sabe nem o que é, e muito menos a origem.

    PedroII

    29/12/2013 - 23h58

    Esse cara vive em outro Brasil, ou nasceu cego!!! somente assim para justificar tamanhas asneiras. Meu caro, ao ler os seus disparates fica claro que você e a história do seu pais sempre foram divorciados!!!

    Luís Carlos

    30/12/2013 - 13h02

    Fernando José
    Parece saudoso ditadura que matou o irmão e mãe da autor do texto? Ditadura que se perpetuou no poder por mais de duas décadas, sem se submeter ao voto (diferente do que fazem LULA e Dilma, que se submetem a escolha popular). ditadura aquela, que prendeu, sequestrou, invadiu casas, destruiu famílias, estuprou, torturou e assassinou milhares de pessoas (bem diferente do que fazem Lula, Dilma e o PT que cria comissão da verdade para apurar esses crimes). A ditadura da qual parece sentir saudades e defender é aquela que fechou o Congresso Nacional, fechou veículos de comunicação que não “liam a cartilha” da ditadura civil militar apoiada pelos EUA (bem diferente do que fazem Lula e Dilma e o PT, que mesmo sendo atacados, caluniados e desrespeitados com mentiras e ofensas não cassam concessões de TV e rádio, nem sequer tiram financiamento público desses veículos e mídia impressa). A ditadura a que se refere como sendo do PT, não é ditadura, pois se submete a decisão popular, amplia espaços de participação social, tolera inclusive exageros de veículos de comunicação e, mais que isso, investe em políticas públicas de inclusão social e econômica. Estamos longe de ser um país socialista, infelizmente, mas muito mais longe de ser uma ditadura como afirmas, felizmente, a não ser que as forças das quais parece ter saudades e ao que parece defendes (por ter se incomodado com texto de ANGEL) retornem ao poder, que espero que não aconteça, pois no que depender de mim, estarei combatendo permanentemente.

FrancoAtirador

29/12/2013 - 07h32

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29 de dezembro de 2013 | 06:45

Por Miguel do Rosário, no Tijolaço

Na entrevista de Carlos Araújo, ex-preso político e hoje famoso por ter sido marido de Dilma Rousseff por 20 anos, para o jornal O Globo, eu destacaria um trecho, em que Araújo faz uso generoso de ironia para criticar a mídia:

Araújo: (…) A mídia colabora muito com o PT.

Globo: O PT discorda.

Araújo: Mas está sendo infantil ao dizer isso. Porque é a mídia que elege o PT, ao ser tão radical e sectária como tem sido. A mídia fala durante seis meses que o Brasil irá à falência. Não foi. Depois o Brasil não exporta mais nada e tal. Ou então esgotou o mercado interno. Não acontece nada. Agora é inflação. De novo não acontece nada. A mídia esgota todos os temas e não acontece nada. O povo brasileiro, com sua sabedoria e sua esperteza, aproveita o futebol e as novelas que passam de graça na TV, mas para o resto não dá bola.

Araújo conseguiu, usando de ironia, fazer uma crítica dura e direta aos meios de comunicação, chamados de “sectários” e “radicais”.

Apesar da ironia, contudo, o pensamento de Araújo sobre a questão da comunicação social sugere o mesmo traço de pragmatismo de curto prazo que suponho ser predominante junto ao governo.
Como o PT tem vencido eleições, então é porque tudo está bem, e tudo pode ficar como está.

Acontece que o PT pode estar sobrevivendo e crescendo à sombra da mídia, mesmo apanhando diariamente, e tendo alguns de seus melhores quadros condenados injustamente num processo onde a mídia exerceu um papel essencial.

Entretanto, a principal vítima de nosso sistema midiático viciosamente concentrado não é o PT, e sim o Brasil, cujo debate político e cultural se empobrece.

O problema não está no fato dos jornais serem de direita, e sim a falta de pluralidade política.

Esse é um problema herdado da ditadura, que nos legou um mercado já devidamente limpo, pelo regime de força, de qualquer empresa de mídia estranha à santa aliança das famílias que controlam os principais meios de comunicação no país.

Íntegra em:

(http://tijolaco.com.br/blog/?p=12048)
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Responder

Mário SF Alves

28/12/2013 - 23h02

Ainda que devidamente atentos à informação sugerida pelo companheiro FrancoAtirador, e na intenção de melhor compreender a gênese e a engenharia da nova modalidade de golpe que já estão nos infingindo, talvez seja útil o estabelecimento de uma dada linha do tempo. Claro, as possibilidades linhas analíticas são muitas.

Ano I ao 73 DC [?]; Derrocada do império romano e início da monoteização do Ocidente. A evangelização dos povos torna-se o novo motor ideológico de reprodução e perpetuação do poder. Obs.: Evangelho nenhum, e nem mesmo a Bíblia, informam sobre as condições de higiene dos povos da época e sequer, superficialmente, comenta-se onde e em que circunstâncias seus líderes espirituais faziam suas necessidades fisiológicas.

A informação a seguir é baseada no conteúdo dos Manuscritos do Mar Morto:

“Os essênios, que estabeleceram uma comunidade religiosa em Qumram, a noroeste do Mar Morto, rejeitavam a prática comum dos beduínos de fazer as necessidades em qualquer lugar. O grupo determinou um local a cerca de 800 metros de sua comunidade, onde faziam suas necessidades e enterravam seus excrementos, acreditando que a prática fosse mais higiênica.

Fonte: http://www.insanus.org/mondoestudo/2006/11/cuidados_com_higiene_podem_ter.html
_____________________________________________________

Você pode estar se perguntado. Tá, mas o que isso [hábitos de higiene] tem a ver?
– Francamente? Não sei.

Mas, voltando à nossa time life [ops.: não confundir com a outra¹. ]

¹Time Life é uma empresa norte-americana, sediada em Fairfax, Virgínia. Foi fundada em 1961 pela Time Incorporated, como companhia especializada em marketing direto de música e livros, é controlada desde 2003 pela Direct Direct Holdings Worldwide. Sua sede em Nova York é o edifício Time-Life, no Rockefeller Center.

A TIME-LIFE e a GLOBO [ O Primeiro Escândalo!]

Em 1962, foi assinado um acordo assinado entre Time-Life e as Organizações Globo de milhões de dólares, o que lhe garantiu recursos para comprar equipamentos e infraestrutura para a Globo. Em troca, Time-Life teria participação em 30 % de todos os lucros auferidos pelo funcionamento da TV Globo. Como comparação, a maior TV brasileira na época, a TV Tupi, tinha sido construída com um capital em torno de US$ 300.000.

A inauguração da TV Globo ocorreu em 26 de abril de 1965. Dois meses depois, Carlos Lacerda denunciaria como ilegais as relações da emissora com o grupo Time-Life. Segundo o então governador da Guanabara, os acordos firmados pela Globo com a empresa norte-americana feriam o artigo 160 da Constituição brasileira, que proibia a participação de capital estrangeiro na gestão ou propriedade de empresas de comunicação. Desencadeou-se, então, uma campanha contra a Globo, que contou com a adesão do deputado João Calmon, presidente da Abert (Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão) e um dos condôminos-proprietários dos Diários e Emissoras Associados, um dos principais grupos de comunicação da época, do qual fazia parte a TV Tupi.
Fonte: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-rockefeller-center-e-a-time-life

Organizações Globo: evolução da logomarca:

1400/1500 [?]: Instituição da Santa Inquisição. Tem início a grande e prolongada caça às “bruxas”. Inaugura-se o uso em grande escala dos instrumentos de tortura e das fogueiras e demais instrumentos de tortura com os quais se fazia calar as bruxas, bruxos, sábios [inclusive Galileu Galilei] e demais divergentes.
______________________________________________
Pensando bem, pra que isso agora? Linha do tempo? Será que já nos bastaria o Ramonet para entendermos definitivamente a engenharia do golpe?

Ignacio Ramonet
Le Monde Diplomatique

1) O Observatório Internacional
da Mídia é a nova arma cívica para
enfrentar o novo superpoder dos
grandes meios de comunicação
de massa que impõem, em maté-
ria de informação, uma única ló-
gica – a do mercado – e uma úni-
ca ideologia – a do pensamento
neoliberal.

2) Existe hoje um confronto
brutal entre o mercado e o
Estado, entre o setor privado
e os serviços públicos, entre o
indivíduo e a sociedade
.

3) A globalização econômica
é também a globalização
da mídia de massa, da
comunicação e da informação.

4) É preciso criar um “quinto
poder” que nos permita
opor uma força cidadã à
nova coalizão dos senhores
dominantes
.

5) O caso venezuelano é exemplar
da nova situação, na qual
grupos da mídia assumem
sua nova função de cães de
guarda da ordem econômica
estabelecida
.

6) A liberdade absoluta dos meios
de comunicação só pode ser
exercida às custas da liberdade
de todos os cidadãos
.

Fonte: http://www.bancax.org.br/igc/uploadAr/FileProcessingScripts/PHP/UploadedFiles/voz_do_bancario_131.pdf.‎

Responder

wendel

28/12/2013 - 21h22

Lavagem da alma de Hildegard, muito embora divirja dela no quesito, do tempo! Naquela época, não existia a internet, e agora, mesmo controlada pela NSA, acredito que as formas de manipulação sejam mais dificeis!Pelo menos assim espero!!
Quanto aos que lutam contra injustiças, deixo meu Feliz ano Novo, e que possamos ser os porta-vozes de alertas, como tem sido vários outros, além é claro, da Hildegard Angel!!

Responder

Flavio Lima

28/12/2013 - 18h33

Por isso Zé Dirceu continua altivo e ativo. Ele sabe que esta “segurando” a sanha reacionária na sua pessoa, e sua luta vai estancar a reação nele, enquanto o Brasil vai andando em frente.

Responder

pierre

28/12/2013 - 14h38

Para viabilizar a possibilidade de segundo turno nas eleições do próximo ano, os candidatos da direitona e o PIG, principalmente a globo, não afirmam, mas demonstram quererem, deixam nas entrelinhas, que além da repetição da baderna do meio do ano, eles querem mais, eles necessitam, eles desejam ardentemente o surgimento de CADÁVERES. Porque sem eles, aécin carioca, dudu precatório ou bláblárina, que vivem no hemisfério norte, não passam da linha do equador. E aí meus amigos nem segundo turno acontece. Brasil segure as pontas que o pessoal vem quente, está fervendo.

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Elias

28/12/2013 - 14h28

O texto de Hildegard Angel é de um estilo impecável, literário, pode-se dizer. Mas com todo o respeito, prefiro ir na contramão da realidade que a jornalista expõe e, portanto, continuar otimista para crer que em 2014, com todo o caos que os desmilinguidos golpistas irão criar, iremos ver Dilma reeleita, com votação esplêndida.

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Zanchetta

28/12/2013 - 13h36

Teremos eleição ano que vem… se a situação ganhar teremos “O povo sabe o que quer” e “Ninguém engana o povo”. Agora, se a oposição ganhar, vai vir todo aquele papinho de novo: “Golpe”, “fraude”, “enganaram a classe média”

É sempre a mesma ladainha…

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Julio Cesar Montenegro

28/12/2013 - 11h48

vivi 1964 como pesadelo da classe dominante
ATERRORIZANDO dominados
PODEROSOS temendo perder os BENS (empreendedoramente herdados conquistados adquiridos)
para MAUS (que nem se preocupavam com o futuro)
como BENS SAO SOLIDOS CONCENTRADOS
sempre vencem maus interesseiros espalhados
imagino o quanto a hildergard sofreu
para aprender na carne
no corte de sua arvore familiar
o tanto que os BENS podem matar para se manter

coitados dos BONS profetas ezequiel e elias do VELHO TESTAMENTO
cujo projetado bem estar depende de tanta gente MA
para PERSEGUIR PRENDER MATAR
ESFORÇADOS justiceiros cristãos
sonhando com AJUDA de carniceiros exterminadores
higienizados acostumados as mãos
limpas do sangue dos animais que comem
são BEM herdeiros dos golpes assassinos 10fechados
pelos que nos desesperos sociais
AS VEZES EM PRAÇA PUBLICA
SAO LINCHADOS

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SEBASTIÃO MARQUES

28/12/2013 - 11h35

Confesso que tenho essa mesma percepção. Sinto que esses “fantasmas” estão ficando cada vez mais visíveis. Quem sabe esse pode vir a ser o diferencial nos dias correntes?! O texto me fez relembrar a leitura de “1964 – A CONQUISTA DO ESTADO”, de René Armand Dreyffus. Para mim, a melhor análise do golpe!

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Fabio Passos

28/12/2013 - 11h12

Responder

Fabio Passos

28/12/2013 - 10h50

A casa-grande está apavorada com a perspectiva dos pobres e pretos conquistarem e consolidarem seus direitos de cidadãos.

A “elite” branca e rica, que construiu o Apartheid Social, vai fazer de tudo para perpetuar seus privilégios indecentes… inclusive, como é sua natureza, tentar o golpe.

É dever da esquerda impedir o retrocesso e enfrentar a máquina de propaganda das oligarquias decrépitas, o verdadeiro partido do atraso no Brasil: O PiG.

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rodrigo

28/12/2013 - 10h44

Dona Angel que me desculpe, mas medo não resolve nada.

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clodoaldo

28/12/2013 - 10h42

E eu pergunto, esse governo é vítima? E respondo, é cúmplice, fraco, omisso, populista e demagogo. Quando olhamos as reformas que nossos vizinhos vem fazendo, percebemos que todos foram enganados e a maioria não sabe. São onze anos e nada, veja o Uruguai, a Argentina com sua lei da mídia, a Venezuela, até mesmo a Bolívia e suas reformas, e olhamos para nós e continua o mesmo papo, as mesmas discussões ridículas, o mesmo fla/flu e nada muda. Sinto muito, estou fora, não apoio mais o de maneira nenhuma e nenhum desses candidatos que estão ai. Chega.|Vocês se contentam com muito pouco, e ainda tem quem acredite que esse governo é de esquerda.

Responder

    Bonifa

    29/12/2013 - 01h37

    Tente você mudar, amigo. Proponha, discuta, argumente, vá em seminários e simpósios, escreva, comente… Mas comente com dados e fundamentos, não fique apenas chorando.

    Luís Carlos

    30/12/2013 - 13h13

    Os países vizinhos tem feito reformas sim. Ainda bem. Porém muitas reformas e iniciativas brasileiras tem sido referência para esses países, como o Bolsa Família, por exemplo. Verdade que algumas das reformas feitas por eles, não fizemos no Brasil. Por outro lado, temos feito reformar que sã importantes para nosso país, como por exemplo, o Mais Médicos, o PROUNI, a redução nas tarifas de energia, as baixas taxas de desemprego, o Luz para Todos, o próprio Bolsa Família já citado aliados a outras medidas muito importantes e necessárias como a Comissão da Verdade, a recuperação da memória de Jango, etc. Eu não estou satisfeito, diferentemente do que alude, pelo contrário. Quero mais. Por isso votarei em Dilma de novo, pois os demais candidatos não querem mais, querem menos e estão associados as forças do mercado que querem desestabilizar o país e avanços sociais.

Julio Silveira

28/12/2013 - 09h28

O que me irrita nos golpistas e nos seus idiotas seguidores, é saber que quando propõem o golpe, de alguma forma, o Brasil está melhorando. Ainda que não seja perceptível grandemente pela cidadania, culturalmente manipulada pelas oligarquias beneficiarias, mas justamente por que essa gente está sendo enquadrada e está esperneando. E isso, sua revolta, é a prova. Essa turma, golpistas, não sabem perder bocas e tetas, querem a secular exclusividade, com o poder de considerar forncecer ligeiras benesses a cidadania, que transferem como atos de grandeza, que se traduzem em migalhas, como sempre foi sob muita propaganda, no qual são mestres e detém todos os meios.
Sempre que partem para discursos radicais de golpismo, nada mais se trata do que esperneio, tentativas de renovar suas prerrogativas, para se perpetuarem na vanguarda da subtração dos meios do estado. Estratagemas para proteção dos seus e de suas estruturas e a continuidade de sua secular locupletação as custas da maioria.
Pior que tem gente que se acredita lucida que entre de gaiato nesses discursos sem se dar conta que ele enquanto cidadão estará fora dos benefícios e do contexto.

Responder

    Mário SF Alves

    28/12/2013 - 14h11

    Faz pleno sentido.

    “O que me irrita nos golpistas e nos seus idiotas seguidores, é saber que quando propõem o golpe, de alguma forma, o Brasil está melhorando.”
    _____________________________
    Claro. Se o BraSil melhora eles perdem poder. Um tiquinho só, mas perdem. E isso eles já perderam. E é só de pensar em perder mais, eles entram em crise de histeria. Aí, companheiro, neste estado de espírito, vão até pro tudo ou nada. Imagine, então, o se passaria naquelas cabeças CIA-coroadas: ah, um golpezinho… é só mais um golpezinho, facinho, facinho. Imagine reinstalar a ditadura e de novo ter o poder de fazer tudo. E de brinde, dar um basta definitivo nessa droga de liberdade que governos democráticos-populares insistem em conceder ao povão, já pensou? Já pensou, poder calar de vez a voz dessa gentinha defensora dos tais direitos humanos, já pensou?

    Julio Silveira

    28/12/2013 - 15h11

    Prezado Mario, minha maior critica ao PT vai nesse sentido, da falta de iniciativa para aprofundar os meios democráticos. De acomodação com a cultura atual que sempre favoreceu os maiorais, enquanto douram pílulas sobre a atual democracia que vem sendo instituída homeopaticamente.
    O PT também tem se beneficiado do sistema, ainda que sejam sentidos pelas oligarquias como um mal necessário, uma concessão ao politicamente correto feita ao exterior. Ninguém deve se iludir, e se o PT se ilude é mais um grupo de inocentes, ou não, uteis ou inúteis, dependendo de a quem possamos nos referir, útil se for ao conservadorismo, inútil se for a cidadania, sujeitando-nos a retrocessos. Por que não é a toa que essa turma conservadora manda no País a tanto tempo, para se manterem no poder eles fingem até que gostam do povo brasileiro.

pedro - bahia

28/12/2013 - 09h08

Apesar dos “críticos”, a Hildegard escreve bem falando de casamentos ou tratando de um assunto tão importante como esse. Eu acrescentaria apenas que, em 64 os fantasmas usavam farda e agora usam toga. O processo é o mesmo; notícias desencontradas, catástrofes inexistentes. Quem como eu, viveu aquela época – eu tinha 15 anos – conhece melhor a história.

Responder

sander

28/12/2013 - 06h56

Li um comentário de que os evangélicos apoiam toda essa artimanha do mal chamada PIG e que o aumento da bancada evangélica é um perigo para a esquerda. Por favor, não façam como eles. Não é a maioria dos evangélicos que se dobram as loucuras e mentiras dos que semeiam o ódio e querem o domínio de nossa sociedade. Sou Presbiteriano e assim como Calvino e Lutero não concordo com falsas verdade prontas e maquiadas que tem a finalidade de domar a sociedade leiga. Mais uma vez, sou evangélico, sou Policial Militar e me apego a maioria das doutrinas socialista, chamada de “esquerda”. Como eu, há um grande número de evangélicos que comungam como o nosso pensamento. Grande abraço a todos. O voto na maioria dos evangélicos será para Dilma em 2014. Podem escrever isto.

Responder

FrancoAtirador

28/12/2013 - 05h16

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02/12/13 11:15

Eufemismo até no lobby

Por Heloísa Villela, no Informe New York – Brasil Econômico

O título do e-mail me deixou os olhos arregalados. O remetente era uma organização respeitada, que produz informações confiáveis.

Mas as palavras estavam lá, taxativas: “o lobista morreu”.
Não um lobista em particular. Mas a “profissão” em si.
Portanto, TODOS os lobistas.
Era uma notícia bombástica demais para ser verdadeira.
Afinal, são eles, os lobistas e o dinheiro que investem, em nome de seus clientes, nas campanhas eleitorais americanas que dominam a política do país. Abri o e-mail imediatamente.

Um texto inteligente e bem-humorado recordou um pouco da longa vida do “lobista” morto. Ele tinha já seus 150 anos e, coitado, sempre foi vítima de piadinhas, acusações e abusos verbais. Mas entrou no século XXI com tudo! O governo passou por uma bela expansão e, com o país metido em duas guerras, não faltava trabalho. Em 2010, os lobistas faturaram, apenas em Washington, US$ 3,55 bilhões. Porém, essa fama de distorcer o sistema político, influenciar as decisões em Washington, trabalhar com dinheiro, por dinheiro e somente pelo dinheiro estava pesando. Foi então que surgiu a solução. Neste ano, os profissionais do ramo não se reuniram, como costumam fazer em todo fim de ano, em uma convenção nacional de lobistas. Eles participaram do encontro anual da “Associação de Profissionais de Relações com Governos”.

Piadinha boa do e-mail.
Me fez pensar nos eufemismos que deslizam do discurso do governo com a intenção de deitar raízes no vocabulário popular e assim produzir aceitação de práticas deploráveis, despertar simpatia por causas injustas e outras gracinhas.
As palavres têm o poder de atiçar imagens na mente de quem as ouve ou as pronuncia.
Cuidar minuciosamente do discurso, como faz a Casa Branca, tem justamente esta intenção: produzir a imagem desejada na mente da população.

Daí o “dano colateral” (collateral damage) no lugar de “civis mortos” ou “morte de inocentes”, que remete imediatamente a crianças dilaceradas, baleadas ou atingidas por bombas e mísseis.
Em uma prova de desfaçatez incalculável, o governo americano também adotou a expressão “técnica de interrogatório acentuada” ao se referir de forma genérica à tortura.
A “Guerra contra o Terror” de George W. Bush deu lugar às “Operações de Contingência no Exterior” de Barack Obama. Não existe guerra. Ao menos para os americanos já que mais e mais são aviões controlados por controle remoto, do conforto das instalações americanas na Virgínia ou em outros estados, que lançam mísseis e eliminam terroristas, com ou sem a produção de “danos colaterais”.
Obama, ao contrário de Bush, preferiu matar os suspeitos do que prendê-los. Guantânamo se tornou uma vergonha e um abacaxi. Os presos que mofam lá há mais de uma década, para Obama, estão em uma situação de “detenção prolongada”, não mais presos por tempo indeterminado, sem direito a julgamento.

Em um ensaio publicado em 1946, o escritor e jornalista britânico George Orwell explicou com clareza do que se trata toda essa neblina verbal.
Ele disse que o objetivo dessa linguagem política obscura é “fazer com que mentiras soem verdadeiras e o assassinato respeitável”.
Ou, como disse o também britânico Quentim Crip, todo eufemismo “é uma verdade desagradável com perfume diplomático”.

Os Estados Unidos não inventaram essa brincadeira.
A Alemanha nazista foi mestra no uso dos eufemismos.
Basta lembrar do primeiro grande ataque aos judeus na Áustria e na Alemanha, em novembro de 1938, que resultou na morte de 96 judeus e no envio de outros 30 mil para os campos de concentração.
Ainda hoje, a data, considerada o início do Holocausto, mantém o nome que ganhou na época: A Noite de Cristal, como se apenas alguns vidros tivessem sido quebrados.

Reinhard Neydrich, cabeça do escritório de segurança do Reich, se preocupou especificamente com o problema da disseminação de informações durante o nazismo.
Não queria que soldados e oficiais que voltavam do Leste falassem das atrocidades testemunhadas por lá.
Vários eufemismos foram adotados para substituir a realidade nua e crua dos campos de concentração.

As câmaras de gás se chamavam casas de banho.
Reassentamento nada mais era do que o assassinato de judeus.
Liberar uma área, torná-la livre de judeus, significava matar todos os judeus daquela região. A lista é longa…

Mas os Estados Unidos entenderam rapidamente a importância de tomar as rédeas do vocabulário como forma de mobilizar a população ou tornar a realidade mais palatável.

Já no fim da Segunda Guerra Mundial, Tio Sam fez um ajuste importante. Transformou o Departamento da Guerra em Departamento de Defesa. A nascente superpotência não agride.
Somente se defende e abraça a causa dos direitos humanos pelo mundo afora. Daí, no afã de proteger mais alguns milhares, os Estados Unidos, com o apoio da ONU, bombardeou a Iugoslávia em 1999.
Como disse o professor de história da Universidade da Califórnia Perry Anderson, em “American Foreign Policy and Its Thinkers” (Política Externa Americana e seus Pensadores), “foi a primeira vez que um bombardeio aéreo foi declarado uma intervenção humanitária”.
Belgrado ainda tem prédios destruídos pela agressão. Eles foram intencionalmente preservados, aos pedaços, como lembrança.

Mais recentemente, foi a vez da Líbia de Muammar Kadaffi.
Em 2011, o “esforço humanitário” americano veio dos céus novamente.
Mas nunca foi tratado, pela Casa Branca, como um bombardeio.
Não houve “hostilidade”, explicou o governo, porque os solados americanos nem pisaram em solo estrangeiro.
Houve apenas uma “ação militar cinética”.

Como é que é? Segundo o dicionário Aurélio, cinético é o que produz movimento. Então está explicado.
Foi bastante cinética a participação dos Estados Unidos em toda a América Central e na nossa América do Sul.
Provocou mesmo um bocado de movimento. E levou tempo…
Em alguns casos, mais de 20 anos para reencontrar o rumo que a movimentação toda provocada pelo grande vizinho do Norte provocou nas nossas bandas derrubando governos democráticos e garantindo a permanência de ditaduras ao longo de quase toda a região ao Sul da Flórida.

(http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/informe-new-york-eufemismo-ate-no-lobby_137448.html)
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Leia também, da mesma autora:

> Paradoxos da desigualdade 23/12/13
> Bancários e banqueiros 16/12/13
> Mandela entre o ideal e o possível 09/12/13
> Fraudes das hipotecas não terão investigação criminal 06/12/13

(http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/inforne-new-york-paradoxos-da-desigualdade_137885.html)
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Responder

Liz Almeida

28/12/2013 - 03h01

Que texto profundo!

Parabéns a Hildegard pela inteligência, coragem e destemor. Estamos precisando muito de pessoas assim…

Responder

Bonifa

28/12/2013 - 01h56

Todas as fichas da direita estarão sendo jogadas na fomentação das manifestações que ela espera que aconteçam durante a Copa do Mundo. Toda a mídia conservadora vai ser convocada para trabalho árduo e concentração máxima em torno disso, e apenas estão talvez acertando detalhes: criando “slogans” que deverão ser soprados aos manifestantes; estabelecendo tomadas de vídeo que encubram aspectos que não queiram mostrar, e deem super exposição para cenas de seu interesse; maneiras de anular, talvez pela não-exposição e minimização, os atos de vandalismo que porventura acompanhem os “protestos”.
Mas há uma forma eficaz de fazer o grito retumbante das ruas servir ao povo e não a seus inimigos, de fazer o feitiço virar contra os feiticeiros: será uma forma de entrar-se no âmago dos protestos, já que não podem exigir identidade para que deles se participe (embora talvez hajam “seguranças” bem pagos com missão de “purificar” a participação), e colocar de maneira impossível de não ser vista ou ouvida, as palavras de ordem que interessam às mudanças estruturais – “Reforma política já!” “Plebiscito já!” “Reforma da Justiça já!”. E outras.

Responder

Jose C. Filho

27/12/2013 - 23h14

Eu rogo à presidenta Dilma, que se inspire no Senador Requião, e aniquile o inimigo antes que construa trincheiras. CORTE AS VERBAS COM PUBLICIDADES DAS ESTATAIS com globo, veja, folha, estadão e outros conspiradores. É um gasto inútil que poderia ser aproveitado em investimentos sociais. Acorda PT.

Responder

    Euler

    28/12/2013 - 12h04

    Caro Jose C. Filho, já pensei nesta hipótese também. Seria importantíssimo que a presidenta Dilma se antecipasse aos movimentos de protesto de rua e tomasse algumas medidas, como:

    1) cortar toda a verba de publicidade dos grandes (em canalhice) meios de comunicação e transferir esta verba para algum programa social, tipo: reajuste maior no Bolsa Família; ou redução no preço do transporte público com subsídio associado ao corte da publicidade nas grandes emissoras de TVs e rádios, etc. Seria importante ficar claro: menos verba para a Globo é igual a mais verba para o povo pobre.

    2) uma outra medida importante: assegurar o vale-transporte grátis para todos os desempregados, até que consigam emprego formal;

    3) uma terceira medida importante: transporte grátis para todos os estudantes, incluindo os universitários, especialmente os beneficiários das cotas sociais, ou que estudaram em escola pública no ensino básico, ou aqueles cuja renda familiar comprovada não permite bancar o transporte do estudante;

    4) por último, e ainda na área da mobilidade, baixar um decreto estabelecendo uma política nacional de tarifas, que exija transparência e controle social sobre as planilhas de custos, com subsídio da União, estados e municípios para garantir o menor preço, com com metas de redução gradual dos preços das tarifas até atingir, num prazo médio, a tarifa ZERO para todos os cidadãos brasileiros.

    Com isso, de uma só tacada o governo federal acabaria com boa parte do financiamento privado – caixa dois – que vem das concessionárias de ônibus, além de assegurar o direito constitucional de ir e vir, inscrito na constituição, mas que não é cumprido.

    P.S.: Mas Dilma teria que tomar estes atos em forma de medida provisória ou decreto-lei presidencial e comprar esta briga publicamente, pois seguramente a mídia vai partir pra cima, como fez com Haddad, até derrotá-lo na Justiça.

    Jorge

    09/05/2014 - 19h24

    Olá Euler
    Li hoje seu comentário na sequência do texto da HA.
    Poucas pessoas sabem que no processo de licitação das concessões, um dos itens que pontua é a quantidade de minutos destinados a informação. Ou seja, bastaria ao governo utilizar como critério na licitação a destinação deste tempo ou algo semelhante ao uso das informações de utilidade pública do governo. Isto seria suficiente para acabar com o fluxo de recursos oficiais para os veículos de comunicação.
    De maneira geral, todos os concessionários de rádio e tc reclamam do uso de determinados horários pelo governo, como p. ex. o horário eleitoral, como sendo algo que dá prejuízo. Ora, isso faz parte da regra do jogo. Se for assim tão ruim, basta devolverem as concessões.
    A questão de fundo é por que nenhum governo tem a coragem de mudar esta situação. Lula teve apoio popular suficiente para fazer isso no início do primeiro mandato. Vacilou, foi jogado às cordas e quase dançou. Será que nunca se aprende?

Regina Braga

27/12/2013 - 22h06

Nos EUA ,um general, convoca a população pra ir as ruas…No Brasil, serve pomba rola,tucano,demos e pigesgoto…Eu tbém vou pras ruas porque entre direita e esquerda …eu sou vermelha.

Responder

anac

27/12/2013 - 21h28

Sonegação de impostos: Ricos brasileiros têm 4ª maior fortuna do mundo em paraísos fiscais

Os super-ricos brasileiros detêm o equivalente a um terço do Produto Interno Bruto, a soma de todas as riquezas produzidas do País em um ano, em contas em paraísos fiscais, livres de tributação. Trata-se da quarta maior quantia do mundo depositada nesta modalidade de conta bancária.

A informação foi revelada no domingo, dia 28, por um estudo inédito, que pela primeira vez chegou a valores depositados nas chamadas contas offshore, sobre as quais as autoridades tributárias dos países não têm como cobrar impostos.

O documento The price of offshore revisited, escrito por James Henry, ex-economista-chefe da consultoria McKinsey, e encomendado pela Tax Justice Network, mostra que os super-ricos brasileiros somaram até 2010 cerca de US$520 bilhões (ou mais de R$1 trilhão) em paraísos fiscais.

O estudo cruzou dados do Banco de Compensações Internacionais, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e de governos nacionais para chegar a valores considerados pelo autor.

Em 2010, o Produto Interno Bruto Brasileiro somou cerca de R$3,6 trilhões.

“Enorme buraco negro”

O relatório destaca o impacto sobre as economias dos 139 países mais desenvolvidos da movimentação de dinheiro enviado a paraísos fiscais.

Henry estima que, desde os anos de 1970 até 2010, os cidadãos mais ricos desses 139 países aumentaram de US$7,3 trilhões para US$9,3 trilhões a “riqueza offshore não registrada” para fins de tributação.

A riqueza privada offshore representa “um enorme buraco negro na economia mundial”, disse o autor do estudo.

“Instituições como Bank of America, Goldman Sachs, JP Morgan e Citibank vêm oferecendo este serviço”

John Christensen, diretor Tax Justice Network

Na América Latina, chama a atenção o fato de, além do Brasil, países como México, Argentina e Venezuela aparecerem entre os 20 que mais enviaram recursos a paraísos fiscais.

John Christensen, diretor da Tax Justice Network, organização que combate os paraísos fiscais e que encomendou o estudo, afirmou à BBC Brasil que países exportadores de riquezas minerais seguem um padrão. Segundo ele, elites locais vêm sendo abordadas há décadas por bancos, principalmente norte-americanos, para enviarem seus recursos ao exterior.

“Instituições como Bank of America, Goldman Sachs, JP Morgan e Citibank vêm oferecendo este serviço. Como o governo norte-americano não compartilha informações tributárias, fica muito difícil para estes países chegar aos donos destas contas e taxar os recursos”, afirma.

“Isso aumentou muito nos anos de 1970, durante as ditaduras”, observa.

Quem envia

Segundo o diretor da Tax Justice Network, além dos acionistas de empresas dos setores exportadores de minerais (mineração e petróleo), os segmentos farmacêutico, de comunicações e de transportes estão entre os que mais remetem recursos para paraísos fiscais.

“As elites fazem muito barulho sobre os impostos cobrados delas, mas não gostam de pagar impostos”, afirma Christensen. “No caso do Brasil, quando vejo os ricos brasileiros reclamando de impostos, só posso crer que estejam brincando. Porque eles remetem dinheiro para paraísos fiscais há muito tempo.”
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/07/120722_ricos_evasao_brasil_rp.shtml

Responder

    FrancoAtirador

    27/12/2013 - 22h13

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    No alvo!
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    Ezequiel

    27/12/2013 - 22h41

    A esquerda quer pagar impostos? Para que? Vc sabe como o estado funciona? O estado hoje não serve para absolutamente nada a não ser explorar o cidadão eu conheço o estado estou dentro dele não funciona pois não é permitido funcionar, é uma ilusão basta ver a justiça. Criminosos hoje matam dezenas de pessoas quando pegos respondem geralmente por 1% dos crimes praticados não ficam nem 2 anos na cadeia possuem Ongs, movimentos “sociais” e os direitos humanos para defende-los as vitimas passam necessidade pelo resto da vida, isso é o estado e sua justiça ou seja palhaçada completa.

    FrancoAtirador

    28/12/2013 - 00h46

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    O Reizinho da Veja tá de férias, Ezequiel?
    .
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    Bonifa

    28/12/2013 - 02h02

    Ezequiel, você se enganou. Aqui não é o jornal Valor.

    Luís Carlos

    30/12/2013 - 13h45

    Em que parte do Estado você trabalha? No judiciário? Então deves saber que criminosos sonegadores não são punidos, como a Globo, por exemplo. O texto fala que estão entre os maiores praticantes desse tipo de crime, depósitos em paraísos ficais, a área de comunicação. Lembrando que impostos são para, inclusive, pagar teus salários. Se achas que não pode contribuir com qualificação dos serviços prestados pelo Estado à população, saia.

Elias

27/12/2013 - 21h24

De fato ganha corpo e tomara que acorde e retire a esquerda do Brasil, hoje o Brasil vive uma caos, 200000 desaparecidos por ano, 80000 mortos por ano, facções criminosas em toda parte, saúde publica falida, educação falida, e o pior um projeto subversivo gramciano tomando conta da juventude, a situação hoje é muito pior que a antigamente, precisamo de uma direita urgente que vise o capitalismo, alianças com grandes blocos mundias de comercio, leis que permitam armas para os cidadãos, prisão perpetua, pena de morte urgentemente.

Eu digo isso pois estou dentro do estado eu realmente vejo o Brasil de hoje e qualquer esquerdista que visse o Brasil real de hoje se ele tiver bom sendo se torna de direita ou se muda desse país.

Responder

    Vitor

    28/12/2013 - 00h38

    Desculpe, não sou esquerdista nem direitista. Na minha ideologia, penso no Estado como organismo que deve funcionar administrativamente pensando no bem de sua população e no desenvolvimento social e econômico. Acredito que idealismo político além da conta muitas vezes distorce nossa visão pois nos tornamos inflexíveis a idéias inteligentes e inovadoras de pessoas contrárias à nossa crença. Ocorre que acusar esquerda de todos os problemas do Brasil é um erro grotesco quando eles nunca estiveram no poder por muito tempo (a direita deu um jeito de expulsá-los no passado) e o tempo que estão não é suficiente para resolver todos os problemas provocados pelos governos civis e militares que nosso país teve (quase 100% de direita). No dia que meu país parecer um pouco com a sua visão, eu vou embora daqui pois não quero viver em uma nação que retornou à Idade Média.

    Bonifa

    29/12/2013 - 01h40

    No país de Joaquim Barbosa, o simples bom senso é de pura esquerda.

    Elias

    28/12/2013 - 01h11

    Eu sou de esquerda, nunca o vi neste blog e me obrigo a dizer em alto e bom som que este Elias (eu), não é e nunca será você.

    J Ferreira

    28/12/2013 - 08h00

    Tome seus comprimidos, moço, você não está nada bem.

    André LB

    28/12/2013 - 09h09

    O “Brasil real” da sua cabeça não vale as palavras que você distorceu para retratá-lo. Eu TAMBÉM tenho como ver dentro do Estado, e são pústulas golpistas como você que o tornam ineficiente, já que só sabem reclamar e deixam o trabalho para nós outros.

    O projeto subversivo gramsciano foi subvertido pela direita, haja vista as Globos e Vejas por aí, e você ainda tem a falta de decência de torcer pela ascensão de novo “espírito golpista”. Se este país é atrasado, VOCÊ não é apenas SINTOMA, é CAUSA. Como um povo pode aprender a ser democrático e a COBRAR DIREITOS se de tempos em tempos aparecem canalhas do seu coturno para desejarem (e justificarem) viradas de mesa, usurpação do poder popular, repressões?

    Dessa famosa “direita que visa o capitalismo” eu e muitos já estamos de saco cheio: é salário achatado e repressão policial a movimentos trabalhistas, é favorecimento de amigos do rei de plantão, é abuso e corrupção bem escondida e bem conectada no exterior. Essa sua direita, dominante que foi por séculos, e é a grande responsável pelas dificuldades que passamos e que você, em sua canalhice pretensamente informada, quer vesti-la como “reformadora e regeneradora”.

    Um péssimo ano novo a você, com mais derrotas – eleitorais, porque meu amor À democracia é maior que meu nojo por suas ideias.

    Ricardo JC

    28/12/2013 - 11h57

    Que se mudem deste país…só assim prestariam um grande serviço ao nosso povo!!!

    anac

    29/12/2013 - 07h15

    Direito seu ser ignorante. Mas pelo visto não passa de um troll, que é sinônimo de ignorância e sabujice el alto grau. O que o senhor elencou ai não tem nada a ver com o governo Lula e Dilma, e sim é produto de seculo no poder da direita capetalista burra brasileira. De capitalista ela só tem a voracidade de lucrar. Mas é tão burra mas tão burra que não sabe que o capitalismo se faz antes de tudo com consumidores. E para se ter consumidores o povo tem que ter não so o minimo básico para sobreviver mas uma rendinha para repassar para os ricos ficarem mais ricos. Circular dinheiro faz o rico ficar mais rico. Se se concentra bilhões na mãso de uma minoria o dinheiro não circula. Mas vamos falar objetivamente. Pois de achismos basta o JB o capitão do mato. E vou utilizar um site que jamais poderá ser acusado de esquerdista: FMI. O senhor provavelmente sabe o que é o PIB. Se não sabe explico através do Wikipedia O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer sejam países, estados ou cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade econômica de uma região. Estamos falando em capitalismo eficiente portanto. Pois bem, veja o caso do PIB na era FHC e Lula. US$ 500 Bi – FHC e US$ 2 Tri – Lula. Não estamos comparando apenas números, a questão é que o PIB no fim do governo Itamar era US$ 590 Bi, 8 anos depois caiu para US$ 500 Bi. E 8 anos na era Lula subiu para US$ 2 Tri. FHC conseguiu encolher o pibinho do Itamar, enquanto Lula QUADRIPLICOU o pibinho do FHC. Por isso é tão difícil para a Dilma manter a mesma taxa de crescimento. Veja os dados no site do FMI – http://migre.me/fFZCv – Url encurtada do site do FMI. Vai lá checar depois volte aqui para dizer que isso é mentira.

    Luís Carlos

    30/12/2013 - 13h59

    Que vise o capitalismo? E quando nosso país deixou de funcionar de forma capitalista? Aliás, todos problemas que temos são exclusivamente causados pelo capitalismo mais oridnário praticado no Brasil, desde tempos imemoriais, onde apenas “eleitos divinos” e integrantes da “elite” podem ganhar, e roubam, saqueiam nosso país e nosso povo, quotidianamente. Globos, especuladores, e servidores públicos que não se submetem à decisão popular no STF mantêm essa vergonha imoral chamada capitalismo. Somente pulhas podem querer mais disso e afundar nosso povo em desespero e miséria. Pulhas que clamam pelo capitalismo sempre traem o povo em benefício da arrogância das elites. Se você é servidor, certamente é daquela elite de servidores que se aliam a burguesia para benefícios corporativos em detrimento da população.

anac

27/12/2013 - 21h24

É preciso entender quem são os golpistas e de que lado eles estão:
Segundo o TCU e os TCEs, a corrupção no Brasil envolveu cerca de R 40 bilhões em 7 anos. (http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5329821-EI7896,00.html).
Cerca de R 6 bilhões por ano.
A sonegação fiscal no Brasil é de R 200 bilhões por ano. R 200 BILHÕES por ano!! (http://www.ibpt.com.br/img/_publicacao/13649/175.pdf). 28 vezes mais.
– Por que a imprensa não fala na sonegação, também?

Responder

Francisco

27/12/2013 - 20h01

O que o campo progressista pode fazer por Genuino é uma Lei de Mídia.

No mais, nada.

Responder

assalariado.

27/12/2013 - 20h00

Sim, Hildegard Angel. A tática da burguesia capitalista para derrubar um governo de pretensões populares é sempre a mesma, desde o Brasil Republica.

Quem leu um pouco da história da luta de classes nos Brasil, sabe, e tem a clareza politica dos limites e a clareza do modo de operar dos donos do capital, quando ficam longe do poder, mais do que o previsto na tal ‘democracia’ burguesa, e seu hipócrita ‘Estado Democrático de DireitA’.

Sabendo desta tática histórica do agir da burguesia quando dos seus interesses histórico de classe dominante exploradora do Estado e do povo nação, nada melhor do que as ditas esquerdas se prepararem para essa eventual possibilidade. Ou é um processo certeiro da luta de classes? Aposto na segunda hipótese porque a história registra isto, justamente porque a burguesia não dorme, trama e manipula 24 hs/ dia através de seu veículos de lavação de crebros das multidões.

Sendo assim, não adianta o governo da vez ficar sentado no colo do capital se esfregando e vomitando a todo momento a tal ‘governabilidade’.

Seja Getúlio Vargas, seja Jango (João Belchior Marques Goulart), ambos golpeados pela burguesia e seus braços armados, este governo da vez, dito popular, não será diferente em sua história enquanto ‘governo com viés popular’. Mesmo administrando a cartilha do capital com ele deseja. Mesmo porque, esse partido dito dos trabalhadores e genéricos nunca conquistarão os corações ideológicos dos donos do capital.

O script é o mesmo, só que dessa vez, o próximo golpe de Estado poderá acontecer de forma diferente, via judiciário burgues, engrossados, pelos traíras das fardadas, como em 1964. Os lacaios do capital sempre vomitando manter a ordem, a ordem burguesa de sociedade, onde uma maioria produz e reproduz o sistema do capital e seus lucros enquanto uma minoria vegeta as custas do suor alheio.

A probabilidade de golpe sempre é grande, principalmente, quando os donos do capital estão em crise global e/ ou fabricam crises. Não passarão, não passarão, …

Rumo ao Socialismo.

Responder

Edgar Rocha

27/12/2013 - 19h18

Um texto comovente de quem sofreu as perdas reais impostas pela ditadura, atingindo diretamente o que há de mais íntegro na figura humana: o afeto aos seus. Esta sensibilidade lhe permite ver o prenúncio da escuridão, ainda que de tão óbvio, não seja perceptível à maioria. É preciso carregar as marcas de um sofrimento para intuir sobre sua repetição, como num sonho recorrente, um Déjà vu, o calafrio antes da picada da serpente, mesmo sem vê-la sob nossos pés. Não tenho muita simpatia pelo Zé Dirceu. Que me perdoem aqueles que o tem como referência, convenhamos, sua postura agressiva na política a qual me gera desconforto é a memsa que o isolou politicamente no processo do mensalão (me lembro do caso Eduardo Jorge, que lhe rendeu um “mea culpa” em público, depois da destruição da vida política e pessoal de quem ele próprio reconheceu a inocência (seja o dito cujo de direita, pra mim não pesa nada na avaliação). Mas, isto bastou pra ativar na autora do post o desconfiômetro e o senso de solidariedade, independente de proximidade pessoal, como ela mesma evidencia. Acho que está faltando um pouco disto na política e a parabenizo pela coragem de dar o exemplo. Contudo, a maioria dos brasileiros, menos inseridos nos círculos sociais dos que participam diretamente da vida política do país e, mais próximo do som das ruas e dos destroços deixados pelos primeiros movimentos deste “Plano” tão perceptível a autora por suas próprias vias, aqui embaixo também sentimos o olhar da jararaca fitando nosso calcanhar e, de certa forma, nos vemos paralisados pelo medo. Um medo pra lá de justificável. Nas periferias, o braço armado da repressão de 64 nunca baixou a guarda. Isto é um fato. E agora a polícia, o cão de guarda limitado pela corrente da democracia, parece ter achado um meio de se fortalecer, disseminando através da cooptação para o crime e o poder paralelo, aqueles que antes se achavam excluídos. O enaltecimento ideológico da sociedade de consumo nas classes menos favorecidas, associado ao discurso de felicidade e legitimidade de sua conquista a qualquer custo (não só da parte das autoridades policiais, claro, mas este é um discurso que surge nos meios de comunicação e é endossado por setores formadores de opinião e disseminado por todos os bolsões de juvantude pobre), tem cooptado um exército paralelo intimidador e manipulável, capaz de se erguer diante das instituições e lutar a favor das forças que os exploram até a morte, literalmente. Paralelo a este medo crescente causado pelo crime no varejo, a impunidade e os mecanismos de coação psicológica sobre os que se opõem ao poder paralelo, surge nas classe abastadas uma sede de sangue, substituta da indelével e pretensa defunta “luta de classes” (mais viva que nunca), tendo como mote a restauração da ordem e o desejo de justiça, estes legítimos, tanto quanto o medo ingênuo do “terror” comunista das senhoras católicas. Porém, canalisável enquanto justificativa para um lance final, um cheque-mate autoritário dado pelos hitóricos salvadores da nação. Somado a este contexto o discurso sobre os movimentos recentes, contra a corrupção e as instituições (contra tudo que taí)e posso concluir que, embora por vias diferentes, todos nós estamos unidos a Hildegard, tomados pelo mesmo silêncio horrendo que precede a tempestade. Saiba ela que somos todos solidários e sensibilizados igualmente, embora seja mais fácil a um petista perceber o cheiro de terra quando as primeiras gotas de chuva atingem aos seus semelhantes. Nós aqui debaixo já limpamos barro das primeiras enchentes há muito tempo, embora não se perceba sempre. A prova disto é que o PCC tem mais franquias no país atualmente que o Mc’Donalds. E este exército está do lado de quem? Abraço a Hildegard.

Responder

    Mário SF Alves

    28/12/2013 - 16h30

    “Saiba ela que somos todos solidários e sensibilizados igualmente, embora seja mais fácil a um petista perceber o cheiro de terra quando as primeiras gotas de chuva atingem aos seus semelhantes. Nós aqui debaixo já limpamos barro das primeiras enchentes há muito tempo, embora não se perceba sempre. A prova disto é que o PCC tem mais franquias no país atualmente que o Mc’Donalds. E este exército está do lado de quem?”
    ____________________________________
    Prezado Edgar,

    Se possível, dê uma detalhada na ideia expressa no “”Saiba ela que somos todos solidários e sensibilizados igualmente, embora seja mais fácil a um petista perceber o cheiro de terra quando as primeiras gotas de chuva atingem aos seus semelhantes.”

    Você quis dizer “embora seja mais fácil a um petista APENAS perceber o cheiro de terra quando…?

    É isso?

    Outra coisa. Você se refere àquele petista contemporâneo, às voltas há mais de uma década com questões de governo e governabilidade e/ou parcialmente anestesiado em razão da constante exposição a processos intrinsecamente corruptores ou corrompidos?

    Entendi bem?

    Edgar Rocha

    29/12/2013 - 00h51

    Mário, me desculpe, mas não entendi a sutileza do seu APENAS. Quanto a outra questão, refiro-me ao petista (filiado) em geral. Bem comparando, da mesma forma que, atualmente, não se pode falar em Policiais Militares sem se ver obrigado a generalizações (mesmo considerando a honestidade como um fator individualizado), dado ao fato de que PM’s não delatam, não denunciam e se submetem passivamente a uma instituição completamente degradada, amparados moralmente pelo único argumento de que “tem PM honesto na polícia” (e…?) e assumindo publicamente a defesa sectária de sua corporação, um petista, por mais crítico que seja, não vai além dos limites impostos pela sua condição de filiado, amparado de forma equivalente, ao único argumento de ter de manter a ética partidária em nome de uma “causa” (eleições? rsrsrs), ocupando-se de uma pauta pré-estabelecida internamente que negligencia os mais incômodos e sombrios temas de nossa sociedade e de nossa vida política. Como é que um partido que se diz originário da periferia não é capaz de discutir (nem internamente, nem publicamente) a questão do crescimento do crime organizado e sua capacidade de atrair a força potencialmente produtiva da juventude para seus serviços? Como desconsiderar que esta mesma juventude é alvo de mecanismos de aglutinaçao em torno de um discurso ideológico que se quer sabemos ao certo qual é? Como pensar num país pacificado, livre, democrático e produtivo sem priorizar a questão do avanço do crime organizado, a absorção de parcela da população economicamente ativa (que, aceitem os petistas ou não, parcela esta que compõem parte da chamada classe média atual, uma vez que movimenta no país um PIB equivalente ou maior ao da Argentina, baseado apenas no crime e na contravensão)? Há interesses (como o de evitar o clima de crise política imposto pela direita) que impedem de se fazer uma discussão destas. E não se pode culpar a direita por isto. Esta não é uma cobrança feita pelos setores conservadores, já que sabemos empírica e teoricamente que, assim como o judiciário, o poder paralelo se alinha com este mesmo setor. Portanto, isto não é uma cobrança da oposição, mas de alguém que mora na periferia e vê gente tombando à toa todo dia, seja por tiro, por overdose, por acidente automobilístico (que também é morte violenta). E esta gente está dos dois lados da moeda: é o bandido quase sempre jovem ou a vítima assaltada. E os valores que sustentam esta situação? Estão na pauta do PT? Se estão, não chegam a sair dos gabinentes ou dos diretórios. Por que? Por conveniência. E vai dizer isto pra um petista que ele vai vir com um discurso de pluralidade, de complexidade da questão, de contemporização, de contextualização (o jargãozinho de sociólogo uspiano de sempre). Sem contar os rótulos e agressões (fascista, conservador, reaça, etc). Não se marca um posicionamento, nem os que estão no governo, nem os filiados, nem os historicamente ligados ao partido. Neste aspecto o PT é como a PM: primeiro os interesses da corporação e do companheiro, o resto é só a sociedade. Desculpem por ser extenso. Sua provocação foi muito apropriada e, apesar disto, receio não ter dado conta.

    Mário SF Alves

    29/12/2013 - 19h02

    Prezado Edgar,

    Obrigado pela resposta. E só para efeito de esclarecimento, não houve de minha parte nenhuma sutileza. Pode acreditar. Pensei que você pretendesse dizer outra coisa. Ou seja, que os petistas envolvidos com o governo estariam de certo modo anestesiados em razão da convívio direto com processo ou procedimentos corruptores ou corrompidos e que, portanto, seria mais fácil a essa categoria de petista, assim anestesiados, APENAS perceber o cheiro de terra quando as primeiras gotas de chuva atingem aos seus semelhantes.

    E, não obstante o desprendimento, a importância e a imprescindibilidade de outros valorosos companheiros aqui no Viomundo, fica a impressão de que, de fato, só temos um petista aqui. E as observações dele, Edgard, são observações que de fato contam, que ensinam, que esclarecem e que nos ajudam a caminhar em meio a esse pântano de lugares comuns e mediocridades que permeia a oposição no Brasil. Inclua aí, por favor, a suspeitíssima [e deplorável] oposição midiática.

    Quanto a mim, é como disse anteriormente ao Euler, ainda estou aguardando a promessa do Diretas Já e tinha e ainda tenho a convicção de que é exatamente o oposto da ditadura civil-militar. E é apenas isso.

    Abs,

    Mário.

    Luís Carlos

    30/12/2013 - 14h10

    Edgar
    Como todos os petistas foram reduzidos a mesma situação em sua manifestação apesar de provocantes, entendo ser improdutivo qualquer debate, visto partirmos de pressuposto de que o PT é monolítico em suas posições. Porém chama atenção sua análise de que nada é feito. Apesar de ser claro o massacre contra população negra no Brasil, só posso entender sua alegação como provocação à insuficiéncia das ações desenvolvidas.

    Edgar Rocha

    01/01/2014 - 18h00

    Luís Carlos, desculpe-me pelo atraso na resposta (foram-se as festas). Mas, se entendi bem, devo presumir que você seja um militante na questão dos negros e do massacare que sofre a população negra, tanto no tocante à exclusão social/institucional, quanto no embate genocida do qual são o alvo principal. Se for, tem meus respeitos e meu apoio. No entanto, uma das características marcantes das discussões sobre direitos civis é a compartimentação deste, enquanto reflexo da igual compartimentação das demandas sociais. Embora seja inconteste a necessidade de existência dos movimentos de luta de negros, índios, crianças, idosos, trabalhadores dos mais diversos setores, etc. etc… isto não poderia, em hipótese alguma se reverter em estratégia de reivindicação e atuação política. Vejo aí um enorme equívoco. Claro, não foi a isto que você se referiu no seu comentário. Mas, foi o que senti. Ora, pois se a questão do genocídio contra a população negra é uma demanda social pra lá de legítima, esta deveria ser de interesse não só dos negros, mas de toda a sociedade. Da mesma forma, o movimento negro deveria em sua busca por justiça social, estender a todos os otros setores a mesma pauta. Enfim, estão todos isolados, e o problema de alguns, passa a ser solução para outros, muitas vezes. Acho que a esquerda, a partir deste discurso de representatividade e organização social, esqueceu-se do conceito de povo. Cada qual puxa a brasa pra sua pauta mais dileta, mais imediata. E ninguém se junta pra nada. Ao contrário, muitas vezes há uma oposição ferrenha de grupos que luta por conquistas sociais. Foi o que percebi. A desconfiança e o individualismo são as grandes ideologia do momento. Foi o que pude sentir em sua intervenção, após defender o fato de que, na sua área específica, você luta pra mudar as coisas. Está tudo fragmentado, todas as necessidades, os anseios… Uma grande manifestação de junho de 2013, lembra? Enquanto isto não for superado, vai ter petista cheio de boa vontade dizendo que faz sua parte, mas se atém às regras do jogo imposto pela própria centralidade exigida por quem se auto defnie como liderança, diretoria, seja lá o que for. E, justamente por não subestimar a inteligência de quem luta e se deixa levar por isto é que pressuponho que há sim, uma percepção e uma crítica em relação a esta dinâmica de atuação social dos movimentos. Se ninguém questiona, se ninguém critica, se ninguém propõe, acho que é por puro comodismo, ou medo de ser execrado, de sofrer um fragoroso tapetão, um golpe no fígado que só uma conversa de bastidor é capaz de gerar. Esta é a técnica do PT pra calar os que percebem as contradições. Depois, é só engolir o sapo em nome da causa. Nem em “Crime e castigo”, se viu tanta subeserviência voluntária.

anac

27/12/2013 - 18h37

Um dos elogios mais frequentes lidos na mídia era que o povo brasileiro é um povo pacifico, ao contrario do Argentino que saiu as ruas para escorraçar do poder Raul Alfonsim e de outros povos, como o francês que promoveu uma revolução que mudou o mundo condenando a morte – decapitação – a nobreza.
Fiando-se nessa característica tão peculiar do povo brasileiro, tão admirada pela elite, esta não teve limites para continuar tripudiando o pacifico povo brasileiro, espoliando as riquezas produzidas com o seu trabalho árduo. Para tal, o importante era manter o povo na ignorância, negando a este o mais básico dos direitos, educação, quando poderia discernir por si só o certo do errado. Mas apenas manter na ignorância não era suficiente. Manipular mentes e corações era preciso. E para isso essencial ter o controle da mídia por meio do qual a “verdade” seria dita. O controle da informação era condição sine qua non para a manutenção do status quo.

Assim eles conseguiram promover o golpe de 1964. Golpe que haviam tentado em 1954, sendo impedidos por Getúlio com seu suicídio. A conjuntura politica – guerra fria – permitiu o sucesso do golpe de 1964. A ajuda financeira do USA e o fantasma do comunismo foram primordiais para que o o golpe vingasse por 20 anos.

A necessidade de se adequar a um mundo democrático obrigou o Brasil a fazer a transição da ditadura para a democracia, sob pena de se ver alijado comercialmente.

Os milicos, que não passaram de cães de caça e de guarda dos mentores da ditadura, tiveram que ser sacrificados e retornaram aos quarteis. E ainda com a pecha de inimigos da democracia e do estado de direito. Toda a culpa recaiu em cima como sempre do mordomo da big house, dos pau-mandados milicos, que saíram como os únicos bandidos da historia.

Os mandantes, os senhores do engenho, os mentores, os que enriqueceram com a ditadura saíram como defensores de primeira hora da democracia. O jeitinho brasileiro – anistia – permitiu essa situação. Que os mentores e mandantes da ditadura permanecessem conspirando contra a democracia usando a poderosa mídia para atingir qualquer governo eleito pelo povo que contrariasse os interesses da elite, 1%.

E assim estamos, hoje, com os mesmos que se beneficiaram da ditadura, os mentores dela, tentando mais um golpe, tendo agora como aliados, na condição de pau mandados, o Poder Judiciario, através do STF, e o Ministério Publico Federal, através da PGR, que atualmente fazem a função que os milicos fizeram em 1964.

Responder

Cláudio

27/12/2013 - 18h13


“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” * Joseph Pulitzer.


“Se você não for cuidadoso(a), os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo.” * Malcolm X.



Ley de Medios Já ! ! ! . . .



Responder

    Mário SF Alves

    28/12/2013 - 17h09

    Sempre nos lembre disso, prezado Cláudio. É a verdade. E o que é igualmente importante jamais esquecer: tudo isso em nome de um único objetivo; o da elevação ao infinito os ideais que a determinam. Ou seja, o objetivo é tornar absoluta a preponderância dos ideais e interesses que contemporaneamente determinam a existência dela.
    _______________________________
    A gente sabe no que isso vai resultar, ou até onde a coisa pode chegar. De mais a mais, 1964 é logo ali e 1939 não fica tão distante assim.
    _________________________________________________
    Imagine o que seria do golpe de 64 sem o papel preponderante da imprensa golpista. Imagine se a imprensa hegemônica à época fosse politicamente isenta ou minimamente compromissada com o desenvolvimento do Brasil. Cara, de certo o golpe não prosperaria. Talvez nem o tentassem. Nem com o descarado apoio financeiro e intelectual dos EUA.

Carlos Lima

27/12/2013 - 16h59

Uma coisa podem dizer o PT dormiu em berço esplêndido, deixou todo enfrentamento para o povo, e forneceu munição a mídia com muito dinheiro público. A Globo é a mesma de 1964, a Elite é a mesma, os casernas de pijamas também são os mesmos e hoje contam com um instrumento que derrubou o mundo inteiro, a internet, só o governo brasileiro não acredita nessa arma que é pior que todas. Só os blogs por ser a internet seu meio também não acreditam, na internet é só quem tem dinheiro o resto é gado que acompanham com o auxilio das tvs. A internet tem sim que ter controle, o Brasil não é diferente do das outras primaveras.

Responder

    Antonio Caldas Ribeiro

    27/12/2013 - 18h37

    E quem controla o controlador?

    nicola filardo

    27/12/2013 - 19h33

    O Governo Federal caminhou quilômetros nestes 11 anos! Isto não se faz dormindo e sim fazendo concessões.

    Luís Carlos

    30/12/2013 - 14h14

    O PT deixou todo enfrentamento para o povo? Todas ações e iniciativas do governo foram fáceis, sem oposição e ataques, sem enfrentamento?

Mauro Assis

27/12/2013 - 16h53

Eu me pergunto porque cargas d´água a tal de Zelite ia dar um golpe no governo que só lhe serve.

Se vida de pobre deu uma melhoradinha no Brasilsilsil Magavilha Fome Zero, imagina prá banca, pro grande empresariado, pros rentistas…

Coisa de Ubaldo, o Paranóico de saias.

Responder

    Apavorado por Vírus e Bactérias

    27/12/2013 - 18h37

    Na presidência da república eles ganham muito mais. Entregam muito mais. Roubam muito mais do povo. Humilham muito mais, pisam muito mais. A fome não é problema deles, é de quem passa fome. Vota neles, quem sabe a Chevrom nem precise de canudinho para roubar petróleo.

    maria meneses

    28/12/2013 - 02h19

    Por vírus e bactérias (vejas estadões e folha) e muita má- fé ou ignorância.Não estás apavorado, estás envenenado.

    Mário SF Alves

    28/12/2013 - 17h25

    Ô, prezado Infectado por Vírus e Bactérias, parece que alguém aí embaixo não o entendeu.

    Abraços.
    Mário.

    anac

    27/12/2013 - 19h27

    O pior cego é aquele que não quer ver ou se nega a ver.
    Se a zelite estivesse tão satisfeita não teria desde o primeiro mandato de Lula promovido terrorismo midiático sistemático contra seu governo e o de Dilma.
    Recorde-se que até uma reles TAPIOCA foi motivo de queda de Ministro. O acidente da TAM foi colocado na quota de responsabilidade de Lula que não drenou a água que se acumulou na pista do aeroporto de SP; a queda do avião da GOL foi outro desastre que tentaram colocar sob responsabilidade do governo petista.
    Dilma foi submetida a terrorismo midiático desde o primeiro momento de seu governo, caindo SETE ministros.
    Terrorismo apenas suspenso depois que se descobriu que a fonte dos escândalos era o carlinhos CACHOEIRA, um contumaz criminoso, corruptor e corrupto, que abastecia a Veja com os escândalos conseguidos através escutas ilegais e chantagens. O criminoso era aliado no esquema do senador DEMÓSTENES, capa da veja, tido e havido como o homem mais honesto da nação. Por conta disso o senador DEMÓSTENES perdeu o mandato de senador e impune se encontra no ostracismo politico, podendo entretanto voltar a qualquer momento.
    É certo, como o senhor disse, que, nunca antes neste país os rentistas e os banqueiros, 1%, ganharam tanto com a agiotagem legalizada. O que no minimo seria um grande estimulo para que deixassem o governo petistas em paz para distribuir o que a direita chama de bolsa esmola para que 70% do povo brasileiro tenham três refeições por dia. Mas estamos falando de gente normal que se contentaria com os ganhos bilionários e não de psicopatas, sociopatas. Para não é suficientes ganhar BILHÕES, tem que matar de fome o povinho sub-raça que habita este país. Pura perversão. E não poderia ser diferente pela Historia do Brasil país rico em recursos naturais cujo povo é mantido na miséria, sendo um dos mais DESIGUAIS do mundo, não obstantes as riquezas do país.

    Outra, os 1% não querem intermediários. Os 1% não confiam no PT. Vai que dá uma louca na Dilma e ela começa a baixar os juros estratosféricos que remuneram os rentistas e banqueiros. Nem pensar que isso ocorra. É inadmissível que isso possa ocorrer. Perder dinheiro, JAMAIS!!!
    A solução é promover o terrorismo midiático da inflação do TOMATE para forçar o retorno do aumento da taxa de juros. Com a força e a persuasão da mídia, até quem paga juros e está com a corda no pescoço para perder o que tem e o que não tem para os bancos credores, vai, se a GLOBO, VEJA, FOLHA, ESTADÃO, fizeram direitinho o serviço – terrorismo midiático – CLAMAR, SUPLICAR pelo aumento da taxa de juros. Não, eles não querem mais o PT no governo. Chega! Querem o retorno de alguém da turma deles, alguém confiável, alguém da big house, que, por exemplo, promova a privatização (doação) do PRÉ-SAL, que doe a PETROBRÁS, que promova um arrocho fiscal com redução dos gastos públicos com saúde, educação, transporte, segurança, etc. Dinheiro que será usado para pagamento dos juros que remunera os rentistas e banqueiros.
    Quem sabe até consigam fazer retornar triunfante ao Brasil o famigerado FMI? Seria a glória!

    Mário SF Alves

    28/12/2013 - 01h14

    AnaC, perfeito.

    Sei que a grandiosidade de espírito contida no seu texto dispensa elogios, mas, ainda assim: Parabéns. Espero que seu comentário saudável, lúcido e democrático tenha sido útil a todos, inclusive a quem levianamente o provocou.

    nigro

    27/12/2013 - 20h11

    Uau. Que texto longo. Muita paixão. CAlma, respira fundo.
    temos que concordar que ” nunca na história deste país” (SIC) os banqueiros e ricaços estiveram tão bem. Lembra da Dilma na cerimônia do Eike? Contando ainda com a presença desagradável do Sérgio Cabral:

    http://youtu.be/Nk8eGGmicBc

    Ora, privatizar é sim bom. PODE SER BOM. Falo de privatização bem conduzida, bem estudada. Não confundam com a privataria. A privataria do PSDB além dos já conhecidos efeitos colaterais, serviu para criar essa paranóia anti-privatização.

    Porque precisamos, para citar um exemplo, ter um correio do estado? Mais caro e PIOR que os exemplares privados? Para dar emprego para funcionários preguiçosos, na MELHOR das hipóteses.

    Banqueiro fatura alto em qualquer lugar. É normal. Precisamos é poder todos faturar bem também. Para podermos tomar bons vinhos, fumar cigarrilha, bebericar um uísque, se tratar no Sirio…. Igual ao Lula e ao Eike.

    Nada contra. Pelo contrário. Quero apenas que parem de encher o saco com burocracias fajutas, impostos malucos, lentidão, cópias autenticadas, firmas reconhecidas etc etc etc e nos deixe trabalhar. Empreendedorismo é o motor do mundo, não estadistas populistas de araque.

    anac

    27/12/2013 - 21h11

    Viche, má,
    Tantos textos longos e o senhor vem implicar logo como o meu.
    Pelo menos os meus textos longo e os erros(sic, surtiram o efeito desejado…
    Quanto a empreendedores são a salvação do mundo. Nem sempre, muito pelo contrario…
    A Europa em sua atual crise monumental que o diga. Os USA também. Quem manda deixar o bicho a solta na loja de louça? O mercado se auto regula é falácia.
    Não critico capitalista visar lucro. É da essência do capitalista o lucro. Não se pode é deixar sob o monopólio dos empresários capitalistas determinadas áreas que é obrigação do Estado. A saúde, a educação, a segurança, são exemplos.
    Mas nem tanto ao mar nem tanto a terra. Esse negocio de colocar culpa na ineficiência do estado em funcionário publico preguiçoso é coisa antiga, coisa do COLLOR, MARAJÁ, lembra? Vcs o criaram e o destruíram. Então essa historia de caçador do MARAJÁ já deu para o gasto. Melhor criar outra para emplacar um candidato da direita.A corrupção não é o desvio das regras das instituições de reprodução da sociedade desigual, racista e violenta, mas seu modo normal de funcionamento. Toda corrupção política tem duas raízes estruturais: a material, que é a desigualdade (não há corrupção possível numa comunidade de iguais) e a formal, que é a própria representação (onde quer que poucos exerçam poder em nome de muitos, sem que estes possam destituir aqueles a qualquer tempo, o princípio da corrupção está instalado).

    assalariado.

    27/12/2013 - 21h32

    Pois é Nigro. Pelo seu discurso, você deve viver nessa sociedade como parasita capitalista, na condição de explorador do suor alheio. Eu, como vivo na condição de explorado pelas elites do capital (vivo do meu suor, sou assalariado).

    Jamais concordarei com sua tese de “quanto mais capitalismo melhor”. Isso significa, mais miséria, mais violência, mais guerras, mais hipocrisia para justificar o injustificável, que é a sociedade e a sua falsa ideia de que, baseado na exploração de um ser humano pelo outro, a sociedade, o mundo/ planeta terra um dia, o povo será feliz.

    Socialismo ou Babárie!

    nigro

    27/12/2013 - 23h34

    ANAC e assalariado,
    Se vc tem esse micro, seu celular, sua lampada eletrica, seu carro, seu pneu de borracha, até esse site, não é por benemerência. É por que alguém fatura em cima. E não está errado, como vc mesmo disse.
    E ao assalariado, saiba que eu tambem o sou. Mas tenho empresa também, onde pessoas podem trabalhar. O que vc sugere? Sei peraí— Cuba? Coréia Do Norte? URSS??? Cê tá doido né…
    VC não uer trabalhar para conseguir as coisas? Não quer um dia ter sua empresa, seu negócio?
    E essa crise que vcs falam nos EUA, ela realmente existe, mas ao visitar o país vc não a sente, diferentemente da Espanha por exemplo. Lembrem-se que a Europa é um continente com ampla “socialização”, em especial da saúde. Pergunta para um jovem francÊs o que ele quer ser da vida. Resposta: funcionário público. Que dureza…..

    Ricardo JC

    28/12/2013 - 12h10

    E a África nigro? E os grotões da América Latina e sua pobreza extrema? E o sudeste da Ásia com sua enorme horda de miseráveis? São resultado do que? Seguramente da boa vontade do mundo capitalista é que não é…vai ver são um monte de funcionários públicos vagabundos não é? É cada um que aparece por aqui…

    anac

    29/12/2013 - 07h33

    Meu caro, nigro, como eu disse nem tanto ao mar nem tanto a terra.
    A crise nos USA e Europa é sim do capitalismo selvagem que vcs da direita através da nova religião, o MERCADO, o Deus que se auto-regula, impuseram a países que até pouco tempo eram exemplo de Justiça social. Pode colocar na conta dos neoliberais Reagan e Margareth, que devem agora estar queimando no inferno se satanás não os renegou. A crise é de toda Europa e não so Espanha, Portugal e Grécia, que por serem os mais frágeis foram os mais atingidos. Olha uma noticiazinha que o senhor não vai gostar de ouvir (por ignorância), mesmo se dizendo dono de uma empresa que provavelmente se Lula e Dilma tivessem adotado arrocho fiscal e reprimido (mercado) gastos teria QUEBRADO. Aqui vai um adendo: Um primo meu empresario capitalista MILIONÁRIO que tem o mesmo pensamento tacanha do senhor salvou-se da crise com a classe C consumindo produtos que passou a produzir e fabricar para ela. Mas continua com o mesmo pensamento preconceituoso movido pela ignorância e má-fé do piG.
    Noticia que o PiG tem odio de dar:http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/brasil-deve-ser-quinta-economia-do-mundo-nos-proximos-anos-diz-novo-relatorio-de-consultoria-britanica/
    “Apesar dos sucessivos “pibinhos”, o maior mercado da América Latina está destinado a crescer, e inclusive superar economias desenvolvidas, como Reino Unido e Alemanha, nos próximos anos. É o que prevê o Centro de Pesquisas Econômicas e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês), consultoria britânica, que destaca que, em 2011, o Brasil já havia passado de sétima para sexta economia global, mas perdeu o posto em função do crescimento baixo e da desvalorização cambial.”

    Nigro

    30/12/2013 - 14h09

    Vixe gente ¡que niervos!
    Seu primo se da bem lor que nao é otário. O mercado mudou e ele também muda.
    Ora quanto mais pessoas entrarem no mercado MELHOR!!!
    Sim a crise é de toda a Europa. Mas observe que os paise os mais crageis sao justamente aqueles com menor controle de gastos publicos. E agora. Ao ter que se ajustar para nao quebrarem!
    Como bem disse a presidente nao há sistema perfeito, mas o sistema de LIVRE MERCADO se mostra o melhor. Dilma e sua trupe não podem negar.
    Já falei. Sejam condizentes e nao usem mais windows mac iphone android, samsung, ford, gm, nissan, co a cola, filmes de hollywood e vejam o que vai sobrar pra voces.
    esse “deus”. Mercado é mesmo maquiavélico…

    Luís Carlos

    30/12/2013 - 14h21

    Migro é assalariado que defende o capitalismo. Usa Cuba como exemplo de algo ruim, mas é de Cuba que vem médicos para fazer o que médicos do regime capitalista brasileiro não fazem. Enquanto isso, esconde as mazelas do Brasil e América Larina, África e demais continentes capitalistas afundados em miséria e crise. Bom esse tal de capitalismo que pulula no mundo todo e não resolve coisa alguma, apenas matém tudo como está. Miséria, miséria e qualquer canto… …isso não é por força do socialismo, mas sim do capitalismo que tanto defendes.

Euler

27/12/2013 - 16h00

Nunca deixamos de respirar os ares poluídos do golpismo no Brasil, simplesmente porque não houve uma transição que representasse um acerto de contas. Pelo contrário, houve uma continuidade da ditadura civil-militar por outros meios. Os militares abandonaram o cenário principal, ou aparentemente principal, enquanto que os principais personagens da casa grande mantiveram intactos seus poderes.

O principal instrumento de poder das elites é a mídia. É esta mídia nacional, com seus associados regionais, quem faz o jogo sujo diariamente, reforçando preconceitos, destruindo imagens de lideranças populares, e atacando as formas de resistência popular. Considero um crime lesa-humanidade a omissão de sucessivos governos do PT em relação ao monopólio desta mafiosa mídia a serviço dos piores interesses.

Estes gangsteres são contra tudo que é bom para o povo da senzala brasileira – nunca deixamos de ter uma grande senzala e a casa grande, da elite dominante. E são a favor de tudo que atenta contra os interesses dos povos de todo o mundo. Atacam diariamente o governo da Venezuela, por este ousar contrariar os interesses do império; por ousar contratar milhares de médicos cubanos, muito antes do Brasil; por ousar enfrentar de frente a mídia golpista de lá e de desenvolver políticas sociais em favor dos de baixo. Só para ficarmos neste simbólico exemplo.

Estes gangsteres mafiosos que recebem rios de dinheiro público federal em forma de publicidade apoiam as criminosas invasões contra os povos do Iraque, da Palestina Ocupada, do Afeganistão, de tudo, enfim, quanto represente as políticas de rapina do império norte-americano e seus aliados europeus. São contra a unidade latino-americana, pois são serviçais da oligarquia financeira mundial, a qual serve de forma submissa, como empregadinhos lambe-botas bem remunerados, com seus tagarelas investidos na condição de “comentaristas” ou “especialistas”.

O Brasil deve ser um dos poucos países “democráticos” onde alguns poucos privilegiadíssimos cidadãos têm o privilégio de aparecer e de falar diariamente para milhões de brasileiros, sem que tenham tido um único voto como representantes do povo. E sem direito ao contraditório! Que democracia é esta?

Além desta mídia mafiosa, que o governo federal com o PT não teve coragem de enfrentar – que falta nos fazem muitos Brizolas! -, o Brasil dos de baixo tem que conviver também com um judiciário que é herdeiro das piores tradições, muito antes até que a ditadura implantada em 1964. O PT teve chance de alterar isso pelo menos por cima, no STF, caso tivesse indicado ministros comprometidos com os de baixo. Mas preferiu fazer média com as elites; e onde tentou diferenciar, escolheu critérios equivocados. Por exemplo: escolheu um ministro supostamente por ser negro, sem olhar sua história, seu perfil, suas possíveis ligações. E de lambuja, teve a infelicidade de indicar um Fux, que igualmente ninguém conhecia. E que brasileiro nenhum merecia ou merece.

Portanto, entre os grandes dilemas dos de baixo, além de enfrentar a roda dos moinhos diabólicos própria do sistema capitalista, e sobreviver a ela, é tentar romper estes elos de ligação com o que há de pior do nosso passado: a mídia golpista e o judiciário atrelado às elites. Mas, para isso seria bom contar pelo menos com a boa vontade e a coragem de um PT no governo que até então tem se mostrado frouxo, bundão, com complexo de inferioridade ante às elites, e deslumbrado ante os privilégios dos tapetes palacianos.

Um dos grandes desafios, portanto, além de combater os golpes em curso a cada momento, é pressionar o PT para que ele assuma de fato os poderes que lhe foram conferidos por milhões de brasileiros. E que enfrente os de cima, convoque o povo para isso, e terá respaldo. Ou que tenha a humildade de dizer que não tem coragem de travar esta luta e convide os de baixo a construírem outra alternativa eleitoral. Não merecemos viver cercados com este permanente clima de golpe – previsível por parte dos inimigos do povo -, e com a conciliação de classes por parte de um governo que deveria nos representar.

Responder

    Mário SF Alves

    27/12/2013 - 17h06

    Entendo, prezado Euler. Pois é, às vezes, eu me questionava sobre o que afinal havíamos conquistado com o estupendo vigor do movimento “diretas já”.

    Surpreendia-me ao constatar que havíamos conquistado muito pouco, relativamente. Praticamente nada, a não ser uma indizível indigestão de Shows da Xuxa na TV dos Marinhos. Os mesmos que consolidaram aquele apelido um tanto quanto emblemático dado às crianças. Todas delicada e mui amavelmente chamadas de baixinhos e baixinhas.

    A bem da verdade aquela democracia tão sonhada e que para mim era a ordem natural das coisas, apenas deu o ar da graça nos governos que sucederam aos FHC I e II.

    Tudo muito simplesmente bizarro, meu caro. É como se da noite para o dia toda a expectativa, sonhos e certezas, fossem magica e tragicamente transformadas em um pesadelo do qual jamais se pudesse acordar.

    Imagino que nem aos mais ingênuos partidários e simpatizantes das reformas de base iniciadas e em seguida arbitrariamente abortadas com o golpe que depôs o presidente João Goulart, tenha ocorrido pesadelo tão prolongado.

    anac

    27/12/2013 - 20h47

    Rupturas institucionais violentas nunca foi característica do povo brasileiro. Revolução como a francesa tem o condão de mudar radicalmente os status quo. No Brasil no máximo a mudança permitida é do romance Il gattopardo (O Leopardo) sobre a decadência da aristocracia siciliana durante o Risorgimento. É aquela sugerida pelo príncipe de Falconeri: tudo deve mudar para que tudo fique como está, frase amplamente divulgada em todo o mundo.
    A má educação que a elite destinou ao povo é projeto de século. Mantê-lo passivo e não pacifico foi o objetivo. Diuturnamente era submetido a lavagem cerebral: o subdesenvolvimento do Brasil era culpa do povinho de mestiço que atravancava o país. Uma mentira dita mil vezes tornou-se verdade na mente e coração de alguns.
    O povo, ao pouco que lhe era destinado, agradecia, como se senhor apenas de obrigações e não de direitos. As leis trabalhistas ajudou a mudar essa mentalidade. Senhor sim de DIREITOS e não mais ESCRAVOS.
    Não por acaso, Getúlio Vargas pela CLT, PETROBRAS e CSN foi levado ao suicídio.
    Quem pensa o Brasil, trabalha em prol do Brasil, é eleito inimigo da mídia e direita. Foi assim com Juscelino, que criou a indústria automobilística e Brasilia – Brasil 50 anos em 05 anos – chamado de corrupto. Foi assim com Jango, que tentou no curto período de governo a Reforma Agrária, chamado também de corrupto. Foi assim com Lula, BOLSA FAMÍLIA, ENEM, PROUNI, MINHA CASA MINHA VIDA, PAC, etc., também chamado de corrupto, tendo dois companheiros presos pela acusação de corrupção. É assim com DILMA, MAIS MÉDICOS, BOLSA FAMÍLIA, ENEM, PROUNI, MINHA CASA MINHA VIDA, PAC, etc, que teve SETE MINISTROS derrubados com a acusação de corrupção.
    Corrupção que a mídia não denuncia nem pede a condenação dos criminosos quando se trata de aliados da direita como no CASO ALSTOM, SIEMENS, propinoduto de São paulo. compra da aprovação da emenda da REELEIÇÃO com pagamento de PROPINA a deputados federais, como o caso de Ronivon Santiago que confessou o crime; mensalão mineiro,BANESTADO, PROER, CASO MARKA/CIDAM, LISTA DE FURNAS, PRIVATIZAÇÕES, etc, etc, etc, etc,

    Mário SF Alves

    28/12/2013 - 18h46

    Sim. E obrigado, anac.

    Euler

    29/12/2013 - 13h15

    Caros Mário e Anac, seria interessante se Viomundo produzisse um post contendo a síntese dos principais escândalos envolvendo os tucanos, como: a compra de votos na reeleição de FHC, a privataria tucana, a lista de furnas, o mensalão tucano, o propinoduto na prefeitura de SP, o trensalão tucano, o helicóptero do pó, entre outros, todos envolvendo dinheiro público e cujos personagens continuam impunes.

Sebastião Augusto Ferreira

27/12/2013 - 15h57

Companheira Hildegard, faz tempo que eu não chorava. Aqui vão os meus
temores:

tenho
medo
de coturno
e tudo
que
lembre
castelos
brancos
soturnos

Responder

    maria meneses

    28/12/2013 - 02h15

    A rondar noites escuras. De qualquer presa à procura.(cm as devidas desculpas) Abraços.

Fernandes

27/12/2013 - 15h25

Walter Benjamim, filósofo judeu-alemão, marxista, crítico da ortodoxia soviética, capturado por franquistas em sua tentativa de fuga da França para os EUA, momento em que viu-se obrigado ao suicídio, escreveu algo semelhante. Disse que sempre as elites representam para as novas gerações o povo oprimido que lutou e perdeu como bandido. Não bastasse a vitória querem perpetuá-la pela memória, recontando a história de modo deturpado, “banditizando” os nossos verdadeiros heróis. História e memória sempre serão campos de batalha. Vencê-los é apropriar-se talvez da maior arma contra os fascismos e o capital. Vencê-los é construir a hegemonia cultural e política.

Responder

Palmeira

27/12/2013 - 14h10

Deve ser um sujeito que não vale a pena e quer aparecer, mas faz comentário no Nassif. Ficar atento.

Caio Marcio Rodrigues

Responder

Mário SF Alves

27/12/2013 - 13h07

“Sim, leitores, compreendo quando me chamam de “esquerdista retardatária” ou coisa parecida…”

“Esse meu impulso, certamente tardio, eu até diria sabiamente tardio, preservou-me a vida para hoje falar, quando tantos agora se calam;…”

“Sim, um Projeto moldado na mesma forma que produziu 1964, que, os minimamente informados sabem, foi fruto de um bem urdido plano, levando uma fatia da população brasileira, a crédula classe média, a um processo de coletiva histeria, de programado pânico, no receio de que o país fosse invadido por malvados de um fictício Exército Vermelho, que lhes tomaria os bens e as casas, mataria suas criancinhas, lhes tiraria a liberdade de ir, vir e até a de escolher.”

_________________________________________________

Tem razão a Hildegard. E é algo ainda mais temeroso do que isso. Trata-se de um “projeto” alucinado e alucinante com o qual contribui, inclusive, a ação de parasitas intelectuais que se utilizam do esforço científico de inúmeros evolucionistas para criminosamente ou irresponsavelmente negar todo conhecimento legado por eles.
________________________________________________________

O que eles não admitem, no entanto, é que perderam. Mergulharam a Humanidade em uma das piores crises de todos os tempos. Tentam e vão continuar envenenando corações e mentes no desespero de fazer retroceder e apagar a história recente do nosso País. E em escala mundial, sabem que soou mal e precipitada a prepotência de decretar o fim da História. E tenebrosos que são, vão continuar absolutamente silenciosos quanto a isso.

Responder

    Mário SF Alves

    27/12/2013 - 13h22

    “Tentam e vão continuar envenenando corações e mentes no desespero de fazer retroceder e apagar a história recente do nosso País.”
    __________________________________
    Apagar, deletar a história recente do “nosso” País. É disso que se trata, e o mensalão do tudo [só] contra o PT, é a mais absoluta prova disso.

    nina rita

    27/12/2013 - 17h39

    E o que eram os burgueses atuais em suas origens remotas, no medievo, não eram eles piratas, traficantes de iguarias e depois de escravos ? Quais são os valores morais dessa gente ? Se aproximaram do poder monárquico, derrotaram-no, mas, ainda não tinham imposto seus valores. O estão fazendo agora, querem completar, no plano simbólico sua revolução, abolindo todos valores precendentes, que os da cultura ocidental. Valorizariam eles a Honra e a Dignidade, como os nobres medievais ? E a fraternidade e igualdade cristãs ? Claro que não. O “novo homem” que projetam é à sua imagem e semelhança, desprovido dessas que consideramos virtudes, e eles consideram romantismos, que não seriam inerentes ao Sêr Humano. Como se o Sêr Humano tivesse uma Natureza a ser respeitada, o que contraria a Antropologia. Começaram a elaborar esse “novo homem” com as experiências nazistas. Muitos personagens nazistas foram julgados e condenados, mas os princípios desse pensamento continuaram à todo vapor, e se impondo através da midia; e agora, acham que está na hora de impô-los.

    Mário SF Alves

    28/12/2013 - 02h04

    É… Nina é isso.

    A privataria – refiro-me à privataria histórica mencionada por você, e que os engendrou, inclusive e sobretudo, ideologicamente – ameaça jogar o mundo em uma crise sem precedente. Uma crise sistêmica, determinada pela volúpia de lucro rápido e desnorteamentos que marcam a criação do capitalismo neoliberal, movido a muito pó [póptero], prepotência, arrogância, experiência totalitária e um universo de zeros e uns. Enfim, um capitalismo movido a esquisitices, dentre as quais a chamada externalidades econômicas.

    Ah, se Marx estivesse vivo… imagino a festa que ele faria ao se ver frente a frente com tudo isso.

    Se tiver tempo, por favor, dê uma olhadinha nisso: Politics Can’t Fix A Systemic Crisis In Neoliberal Global Capitalism. [ http://www.businessinsider.com/author/charles-hugh-smith ]

    O Brasil é o carro chefe da independência na América latina e não é uma ilha isolada em relação ao mundo. Não bastassem-nos as condicionantes impostas pela geopolítica e a pior elite do mundo que localmente a sustenta, ainda temos de nos ater às relações de causa e efeito. O sucesso que obtivemos até aqui pode vir a ser espelhado ou reivindicado no mundo. O que pode ser considerado como verdadeira faca de dois gumes, pois a reação vem de algum modo. O linchamento político no dito julgamento do mensalão/mentirão talvez explique parcialmente isso.

Esmael Leite da Silva

27/12/2013 - 13h04

Cara Hildegard Angel, você não esta com caraminholas na cabeça ou vendo fantasmas, Em 1954 o EUA promoveu o golpe militar na Guatemala, Poucos anos depois foi a vez da Argentina,Peru, Brasil, República Dominicana, Bolívia, Uruguai, Chile. Países que foram violentados por governos genocidas, os mesmos que praticaram uma política de eliminação sistemática de opositores, massacrando mais de quinhentas mil pessoas em cerca de trinta anos, desta vez eles estão utilizando o Sistema Judiciário para conjuntamente com as forças armadas para implementar novas ditaduras de Direita, o primeiro golpe tentado foi na Venezuela, não deu certo devido a interferências regionais que obstaram (o novo governo que se instalava no Brasil no ultimo bimestre de 2001 e tomaria posse em janeiro de 2002 o governo que saia não sabia como agir e se isentou de interferir nos fatos.)A segui veio o Golpe na Guatemala com o apoio do STF e as Forças Armadas e mídias locais, foi o inicio de um novo ciclo e começou a se espalhar, a seguir foi o Paraguai, há duas tentativas importantes no Cone Sul, Brasil e Argentina cuja democracias vem sendo seguidamente desestabilizadas pelo judiciário, forças armadas e mídias locais, se qualquer uma destas cair, toda esta parte do continente cai, subindo daqui até o México. Portanto o que você vê é o mesmo golpe de 64 que vem agora com uma nova roupagem, o Judiciário tomando parte ativa nos golpes, o que acena com o piòr dos mundos.

Responder

    Mauro Assis

    27/12/2013 - 16h59

    Amigo Esmael, 500 mil massacrados pelas ditaduras na AL? Nem se vc botar na conta uns 300 mil vitimados pelo Fidel e sua turma…

José Souza

27/12/2013 - 12h54

Hildegard mais uma vez mostrou ao que veio. Faz jus ao nome de família que carrega e não podia ser diferente. Teve mãe e irmão do mesmo quilate. O hiato relativo à não participação deveu-se a dor interna, que às vezes parece que não vai passar. Parabéns pelo texto.

Responder

Mauro Assis

27/12/2013 - 12h21

Essa esquerda caviar não toma jeito…

Responder

    Mário SF Alves

    28/12/2013 - 02h25

    Difícil é saber o que é pior, se a esquerda caviar ou a direita movida a pó.

lukas

27/12/2013 - 12h18

Os russos estão chegando, os russos estão chegando!!!!!!!!!!!!

Responder

    FrancoAtirador

    27/12/2013 - 15h37

    lukas

    27/12/2013 - 17h23

    Você entendeu.

Fabio Passos

27/12/2013 - 12h18

Não há dúvida.
Nas eleições de 2014 a direita será varrida do mapa… e sabem disso. Vão tentar o golpe.
O PiG está descaradamente atiçando a classe média adestrada… incitando o ódio contra tudo que beneficie a população pobre.

Responder

    Matheus

    27/12/2013 - 16h20

    A bancada evangélica, aliada conservadora e fundamentalista do governismo, projeta um crescimento de 30%. A bancada ruralista, outra direitista aliada ao governismo, também projeta crescimento. Com a manutenção do financiamento corporativo de eleições, a expectativa é que a força do dinheiro continue a ser primeiro fator nas eleições. Os banqueiros, empreiteiros, mineradoras e agronegócio certamente financiarão generosamente as três principais “farinhas do mesmo saco” concorrendo para serem escolhidos como tiranos pelo povo. Qual é o risco de golpe? Por que a burguesia golpearia um governo que só a beneficia, talvez como nenhum outro anteriormente?

    FrancoAtirador

    27/12/2013 - 18h19

    .
    .
    Eles são vorazmente gulosos, Matheus.

    Sempre querem mais Estado Mínimo

    e muito mais da classe trabalhadora.

    Querem a Caixa Econômica Federal.

    Querem o que resta da Petrobras,

    do Banco do Brasil e do BNDES.

    Querem as verbas do SUS e do MEC,

    e da Previdência e Assistência Social.

    Querem isenção total de impostos.

    Querem a revogação expressa da CLT

    e do artigo 7º da Constituição Federal.

    Querem o Brasil afastado do MERCOSUL,

    da UNASUL, da União Africana e dos BRICS.

    Querem voltar à subserviência aos USA,

    ao FMI, à Comissão Europeia e ao BCE.

    Querem 100% do Petróleo do Pré-Sal,

    do Pantanal Matogrossense e da Amazônia.

    Querem a posse do Aquífero Guarani.

    Eles não se satisfazem com uma parte.

    Querem todo o País só pra eles.

    Para isso, precisam da Classe Média

    Reacionária, Fascista e Ignorante.
    .
    .

    A "elite" branca e rica está com saudades da ditadura. Atirou cidadãos brasileiros inocentes na cadeia... e agora se diverte produzindo tortura e sofrimento.

    27/12/2013 - 18h42

    A direita que não aceita sequer os avanços sociais dos governos Lula-Dilma.
    Os interesses reacionários que controlam o PiG.

    Mário SF Alves

    28/12/2013 - 02h14

    E aí, Matheus, a resposta precisa do FrancoAtirador o satisfez?

    Não? Então, manda mais. Quem sabe, se desse mato não sai um coelho verde-amarelo que nos mostre até onde vai a toca do coelho branco?

    Luís Carlos

    30/12/2013 - 15h01

    Mateus
    Já que não vais votar nas “três principais farinhas do mesmo saco para serem escolhidas como tirano pelo povo”, pergunto: em que farinha vais votar?

    lukas

    27/12/2013 - 18h02

    Por esquerda, entenda-se aqueles que não apoiam o PT. Neste sentido, Sarney, Collor, Calheiros e Edson Lobão são todos comunistas.

    anac

    29/12/2013 - 07h43

    Essa direita TRAIDORA DA PÁTRIA gostaria de ver varrida do mapa. Entretanto, torço que nasça uma outra direita, no estilo Claudio Lembo. Necessário que existam todas as vertentes para que ninguém se acomode no poder possamos caminhar para frente.

edir

27/12/2013 - 11h50

Triste. Sem palavras.

Responder

Rodrigo Leme

27/12/2013 - 11h38

Entre uma coluninha elogiosa a alguém da “elite” e outra, um libelo digno de uma Regina Duarte da esquerda. Ela se sai melhor escrevendo sobre casamento de gente rica.

Responder

    Adma

    27/12/2013 - 12h17

    Hildegard Angel é jornalista, é sua profissão. E coluna social, goste-se ou não (eu não leio) é uma atividade jornalística como outra qualquer.

    Prefiro Hildegard cobrindo casamento de granfino do que fazendo pregação golpista na televisão.

    Maria de Fátima

    27/12/2013 - 13h53

    Comparação das mais absurdas, a história de vida de uma e de outra dizem bem o porque das suas escolhas. Hildegard nunca viajou como damae companhia deuma primeira dama, as custas do dinheiro do povo e muito menos faz campanha contra demarcação de terras indígenas, pq precisa de pasto para seu gado de corte! No mais…

    André LB

    28/12/2013 - 09h14

    Por aí deduzo que você é defensor da democracia, mesmo que os partidos de sua predileção percam meritoriamente as eleições.

    Se não precisarmos defender o regime (não falo do governo), ótimo. Se precisarmos – e espero que nessa hipótese você não se revele um golpista canalha e estejamos lado a lado, não é ótimo mas já está de bom tamanho.

    denis dias ferreira

    28/12/2013 - 22h58

    Ou talvez uma exortação ao pior que ainda está por vir, à moda Urobóloga!

    Luís Carlos

    30/12/2013 - 19h35

    Regina Duarte, a “namoradinha do Brasil” fabricada pela Globo e seu medo, tão falso quanto suas interpretações sem expressão.Hildegard tem razões para ter medo, e reais, ao ponto de ter perdido parentes pela tirania da ditadura civil militar, intolerante às diferenças, recorrendo ao assassinato para calar a boca de quem discordasse.

Geraldo Andrade

27/12/2013 - 09h56

sua reflexão é mais do justa na verdade vem nos convidar a uma constante vigia…continuamos a sangrar no horto das oliveiras.

Responder

FrancoAtirador

27/12/2013 - 01h49

.
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LTI – A Linguagem do Terceiro Reich (excertos)

“Não, o efeito mais forte não foi provocado por discursos isolados, nem por artigos ou panfletos, cartazes ou bandeiras.

O efeito não foi obtido por meio de nada que se tenha sido forçado a registrar com o pensamento ou a percepção conscientes.

O nazismo se embrenhou na carne e no sangue das massas por meio de palavras, expressões e frases impostas pela repetição, milhares de vezes, e aceitas inconsciente e mecanicamente.”

“O domínio absoluto que esse pequeno grupo… exerceu na normatização da linguagem se estendia por todo o âmbito da língua alemã, levando-se em conta que a LTI não fazia distinção entre linguagem oral e escrita.

Para ela, tudo era discurso, arenga, alocução, invocação, incitamento.”

“A LTI pretende privar cada pessoa da sua individualidade, anestesiando as personalidades, fazendo do indivíduo peça de um rebanho conduzido em determinada direção, sem vontade e sem ideias próprias, tornando-o um átomo de uma enorme pedra rolante.

A LTI é a linguagem do fanatismo de massas.

Dirige-se ao indivíduo – não somente à sua vontade, mas também ao seu pensamento -, é doutrina, ensina os meios de fanatizar e as técnicas de sugestionar as massas.”

Postado por William Mendes, no Refeitório Cultural:

(http://blog-do-william-mendes.blogspot.com.br/search/label/Victor%20Klemperer)
.
.

Responder

    FrancoAtirador

    27/12/2013 - 02h36

    .
    .
    Leia também:

    > A LINGUAGEM COMO INSTRUMENTO DE DOMINAÇÃO
    Victor Klemperer e sua obra ‘LTI – Lingua Tertii Imperii’

    Por Miriam Bettina Paulina Oelsner (*)

    (http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8144/tde-21032005-124844/pt-br.php)
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    > MAIS QUE UMA FILOLOGIA DO TERCEIRO REICH

    Por Marcos Aurélio da Silva,
    Professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia
    da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

    (http://www.acessa.com/gramsci/?page=visualizar&id=1227)
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    (*) http://www.goethe.de/ins/br/lp/prj/dgb/uek/uep/oel/ptindex.htm
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    FrancoAtirador

    27/12/2013 - 04h31

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    ‘LTI – LINGUA TERTII IMPERII’
    (Victor Klemperer)

    Linguagem do Terceiro Reich

    Sinopse

    O Diário
    “Havia o BDM, a HJ, o DAF (*) e um sem-número de outras abreviaturas.
    Inicialmente, como que parodiando essas siglas, mas logo em seguida como uma lembrança fugaz para a memória, como uma espécie de nó no lenço, e pouco depois, durante todos os anos de sofrimentos e agruras, como um pedido de socorro, gritava dentro de mim a sigla LTI, que aparece em meu diário.[…]
    Naqueles anos, meu diário foi minha vara de equilibrista, sem a qual eu teria me arrebentado inúmeras vezes.
    Nas horas de amargura e desespero, no vazio torturante do trabalho mecânico da fábrica, ao lado da cama de doentes e moribundos, quando me sentia mortificado nos momentos de extrema humilhação.”

    A LTI
    “Mesmo que eu quisesse publicar integralmente os diários daquela época, incluindo as vivências cotidianas, o que não é o caso, o título também teria sido LTI, que poderia ser entendido metaforicamente.
    É a voz corrente dizer que a linguagem é a expressão de uma época.
    Da mesma forma pode-se dizer que é o retrato de um tempo e de um país.

    O Terceiro Reich se expressa de modo terrivelmente uniforme, em todas as suas manifestações e em todo o legado que nos deixa, na ostentação desmesurada das edificações faustosas, nos escombros, no tipo de soldados […]. Tudo isso é a linguagem do Terceiro Reich, da qual trataremos aqui. Eu, que durante décadas exerci uma profissão prazerosa, acabei impregnado por ela, mais do que por qualquer outra coisa.”

    O Distanciamento
    “Algo aconteceu comigo por causa dessa linguagem própria (no sentido filológico) do Terceiro Reich.
    Bem, no começo, enquanto ainda sofria pouca ou quase nenhuma perseguição, eu tentava evitar qualquer contato com ela.
    Sentia-me agredido pelas frases das vitrines e dos cartazes, pelos uniformes marrons, as bandeiras, o braço estendido na saudação nazista e os bigodes aparados no estilo de Hitler.
    Fugia de tudo isso, absorvido em minha profissão.
    Ministrava meus cursos e fazia um esforço doentio para não perceber que as salas de aula na universidade estavam cada vez mais vazias. […]
    Se, por acaso ou engano, um livro nazista me caía nas mãos, eu o colocava de lado logo depois do primeiro parágrafo. […]
    Quando os cargos públicos foram “saneados” e eu perdi minha cátedra, mais do que nunca procurei me abstrair do presente.”

    A Perseguição
    “Então fui pego pela proibição de frequentar bibliotecas.
    Arrancaram-me das mãos a obra da minha vida.
    Seguiu-se a expulsão da minha própria casa.
    Depois veio todo o restante, a cada dia uma coisa nova.
    A vara do equilibrista passou a ser o meu objeto imprescindível, e a linguagem da época tornou-se o meu principal interesse.

    Eu observava com atenção redobrada como os operários conversavam nas fábricas, como os brutamontes da Gestapo falavam e como entre nós, no jardim zoológico dos judeus enjaulados, as pessoas se expressavam.
    Não se notavam grandes diferenças; para ser sincero, nenhuma.
    Adeptos e opositores, beneficiários e vítimas, todos seguiam os mesmos modelos.
    Para milhares de outras pessoas, a tentativa de compreender esses modelos talvez fosse uma brincadeira pueril.
    Para mim era extremamente difícil, sempre perigosa, às vezes impossível. Os portadores da estrela amarela [hoje, vermelha?] estavam proibidos de adquirir ou pegar emprestado qualquer tipo de livro, revista ou jornal.”

    Livro Proibido: Objeto de Tortura
    “Em toda a minha vida, nunca um livro me causou tanta tortura quanto ‘O Mito’, de Rosenberg.
    Não porque fosse uma leitura excepcionalmente profunda, de compreensão difícil, ou porque tivesse me causado um abalo moral, mas porque Clemens ficou martelando o exemplar em minha cabeça durante longos minutos. (Clemens e Weser foram os torturadores dos judeus de Dresden; eram chamados ‘der Schläger und der Spucker’ [‘aquele que bate e aquele que cospe’].
    Clemens berrava: “Como pode você, porco judeu, ter a audácia de ler um livro desses?”
    Era como se eu estivesse cometendo o pecado da profanação da hóstia.
    “Como você ousa ter em casa um livro da biblioteca?”
    Fui salvo de ser enviado a um campo de concentração ao comprovar que o livro havia sido retirado em nome da minha esposa ariana e pelo fato de que ele rasgou as minhas anotações sem procurar entendê-las.”

    Por que escrever sobre isso, hoje [1947]?
    “Há uma tese em jogo: além de um fim científico, também busco um objetivo educacional.
    Fala-se muito em extirpar a mentalidade fascista, e muita coisa vem sendo feita nesse sentido.
    Os criminosos de guerra estão sendo julgados, os pequenos ‘Pgs’ [‘Parteigenossen’, membro sem importância do Partido Nazista] são afastados de cargos, livros nazistas estão sendo retirados de circulação […]
    Mas a linguagem do Terceiro Reich sobrevive em muitas expressões típicas, a tal ponto impregnadas que parecem ter-se tornado permanentes na língua alemã.
    Como isso se deu?
    Qual foi o meio de propaganda mais intenso do período nazista?
    Qual o meio de propaganda mais poderoso dessa época?
    Foram os discursos de Hitler e de Goebbels, suas declarações sobre esse ou aquele assunto, seus ranços contra o Judaísmo e o Bolchevismo?
    [Ou o Marxismo? O Comunismo? O Chavismo? O Bolivarianismo? O Lulismo? O Petismo?].”

    A Resposta
    “Não, o efeito mais forte não foi provocado por discursos isolados, nem por artigos ou panfletos, cartazes ou bandeiras.
    O efeito não foi obtido por meio de nada que se tenha sido forçado a registrar com o pensamento ou a percepção.
    O nazismo se embrenhou na carne e no sangue das massas por meio de palavras, expressões e frases impostas pela repetição, milhares de vezes, e aceitas inconscientemente e mecanicamente. […]
    Mas a língua não se contenta em poetizar e pensar por mim.
    Também conduz o meu sentimento, dirige a minha mente, de forma tão mais natural quanto mais eu me entregar a ela inconscientemente.
    O que acontece se a língua culta tiver sido constituída ou for portadora de elementos venenosos?
    Palavras podem ser como minúsculas doses de arsênico:
    são engolidas de maneira despercebida e parecem ser inofensivas; passado um tempo, o efeito do veneno se faz notar.

    Se, por longo tempo, alguém empregar o termo “fanático” no lugar de “heroico e virtuoso”, ele acaba acreditando que um fanático é mesmo um herói virtuoso, e que sem fanatismo não é possível ser herói.
    As palavras fanático e fanatismo não foram criadas pelo Terceiro Reich, mas ele lhes adulterou o sentido;
    em um só dia, elas eram empregadas mais do que em qualquer outra época.

    Poucas palavras foram cunhadas pelo Terceiro Reich, talvez nenhuma.

    A linguagem nazista usa empréstimos do estrangeiro e absorve muito do alemão pré-hitlerista. Mas altera o sentido das palavras e a frequência de seu uso.”

    (*) Siglas
    BDM: Bund Deutscher Mädel (Liga das Meninas Alemãs)
    HJ: Hitler Jugend (Juventude Hitlerista)
    DAF: Deutsche Arbeitsfront (Frente de Trabalho Alemã)

    (http://prezi.com/qy3blzpdse5p/linguagem-no-terceiro-reich)
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    Leia também:

    > Resenha do Livro

    Por César Benjamin, no sítio da Contraponto Editora

    (http://www.contrapontoeditora.com.br/produtos/detalhe.php?id=201)
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    > O PRIMEIRO SUPER-HERÓI NACIONAL

    ‘O Primeiro Super-Herói Brasileiro:
    Uma Análise Discursiva da Reportagem de Capa da Revista Veja’

    (http://prezi.com/j3knlj9pb0n2/o-primeiro-super-heroi-nacional)
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    > A Guerra de Palavras que Semeia a Intolerância e o Ódio

    A Linguagem Seletiva na Mídia Empresarial

    Por Venício Lima

    (http://www.viomundo.com.br/politica/venicio-lima-a-guerra-de-rotulos-da-midia-que-semeia-a-intolerancia-e-o-odio.html)
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    FrancoAtirador

    27/12/2013 - 20h51

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    Entrevista

    CARLA CRISTINA GARCIA, Socióloga e Professora da PUC-SP

    “Estamos vivendo uma onda neonazista no Ocidente”

    Por Marcelo Hailer, na Revista Fórum, via GGN

    (http://jornalggn.com.br/noticia/sociologa-afirma-que-estamos-vivendo-uma-onda-neonazista-no-ocidente)
    (http://revistaforum.com.br/blog/2013/12/estamos-vivendo-uma-onda-neonazista-no-ocidente-diz-sociologa)
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    FrancoAtirador

    28/12/2013 - 21h14

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    És Fake.

    Teu codinome verdadeiro é “Antipetista que Ama Maluf”.
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nina rita

27/12/2013 - 00h28

Sempre corajosa Heildegard explica sua coragem. É que essa virada histórica nos surpreendeu, embora já tivéssemos visto antes a Lei da Anistia, anistiando torturadores e assassinos. Pensamos já estarem satisfeitos pela clemência generosa com que foram contemplados, mas não, ainda queriam justiçar mais justamente os perseguidos políticos, que sequer tinham sido ressarcidos da perseguição sofrida outrora. Cumulou, além de não obterem o merecido ressarcimento ainda tiveram que ser objetos de renovada perseguição política. Ai passou dos limites aceitáveis, porque adentrou nos limites que julgávamos contido: do nazismo. É isso que nos apavora, a ressurreição do pensamento e ação nazista, que embasa o tosco pensamento da mediocridade bem materializada atual. E a normalidade com que isso é recebido. O Ôvo da Serpente já está na 2ª ou 3ª geração, Hildegard, e nós só vimos isso recentemente, e estamos mãos perplexos, de mãos atadas e sem apoio das esquerdas, já domesticada e muito longe do pensamento marxista.

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