VIOMUNDO

Rogério Correia: PSDB de Minas usou a polícia e a mídia para tentar cassar meu mandato

17 de agosto de 2012 às 02h22

Rogério Correia ao lado da presidente Dilma em evento do Programa Minha Casa Minha Vida, em Betim (foto do site do deputado)

por Luiz Carlos Azenha

O líder do PT na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Rogério Correia, enfrentou um ano conturbado.

Em dezembro de 2011 a revista Veja publicou uma denúncia, A Trama dos Falsários, de Gustavo Ribeiro e Rodrigo Rangel, sugerindo que o deputado petista era um dos mentores da falsificação, pelo lobista Nilton Monteiro, da chamada Lista de Furnas, um documento que traz o nome de supostos beneficiários de esquema de caixa dois tucano nas eleições de 2002.

A reportagem de Veja foi rebatida na blogosfera, à época, com o argumento de que o texto mais parecia uma novela, recheado de adjetivos e ilações. Obviamente, a resposta não teve a mesma repercussão, mas apontou ao menos uma importante omissão da revista:

A “Veja” omitiu que existe sentença judicial, proferida pela juíza Maria Luiza Marilac Alvarenga de Araújo, inocentando Nilton Monteiro (processo 024.06.029.163-0, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, 11/2009), em processo no qual é acusado por José Carlos Aleluia (ex-deputado do PFL) de falsificação da tal lista. Dentre outros motivos, a absolvição se deu pela existência de um “Laudo de Exame Documentoscópico (Mecanográfico e Grafotécnico)” do Instituto Nacional de Criminalística, do Departamento de Polícia Federal, do Ministério da Justiça, de nº 1097/2006, assinado pelos peritos Marcus de Jesus de Morais e Narumi Pereira Lima, apontando: que a versão original da “lista” não apresentava indícios de montagem; que a assinatura convergia para a de Dimas Toledo; que a empunhadura da caneta indicava forte convergência entre a assinatura e as rubricas postas nas diversas páginas; que a impressão das suas cinco páginas apontavam que foram confeccionadas pela mesma impressora; que a tinta da caneta, usada para a assinatura e para as rubricas indicavam fortes semelhanças etc.

Na semana seguinte, Veja voltou ao assunto, dizendo que a Lista teria sido forjada para aliviar a situação do ex-presidente Lula durante a crise do mensalão.

Em seguida, o jornal O Estado de Minas publicou reportagens, dentre as quais O esquema do fraudador, sugerindo que Nilton Monteiro teria cobrado dívida “por supostos serviços prestados” a Rogério Correia. Em editorial, o jornal pediu a cassação do petista.

Foi a deixa para que o PSDB formalizasse o pedido à Assembleia Legislativa, onde o grupo governista ligado ao senador Aécio Neves tem ampla maioria.

Na mesma época, a direção do PSDB pagou R$ 200 mil reais a um perito estadunidense, que concluiu que a lista era uma fraude grosseira — segundo Rogério Correia, a perícia no Exterior foi feita em uma cópia xerox.

“Isso [a cassação] só não se efetivou porque a tramoia foi desmascarada. O documento periciado pela Polícia Federal mostrava veracidade [da lista]. O Tribunal de Justiça [de Minas Gerais] já tinha julgado aqui também uma ação contra o Nilton Monteiro por falsificação da lista e tinha dado razão à veracidade da lista. E também pela reação aqui do PT, do PCdoB, do PMDB e do movimento social”, afirma hoje o petista.

Em retrospectiva, ele identifica como teria se dado a armação política:

1. Um delegado do Departamento de Operações Especiais (DEOESP) — que Correia identifica como “braço político” da polícia de Minas Gerais — teria obtido degravações de interceptações telefônicas do lobista Nilton Monteiro. As gravações, feitas com autorização da Justiça, constavam do inquérito que apurou o esquema de financiamento de campanhas cujo resumo consta da Lista de Furnas.

2. Estas degravações teriam sido tiradas de contexto nas reportagens da revista Veja, para se encaixarem na suposta trama petista, que teria Rogério Correia como um dos mentores da falsificação.

3. A repercussão na mídia mineira, especialmente em O Estado de Minas, criou o clima na opinião pública local para justificar o pedido de cassação.

O timing da movimentação dos tucanos leva o deputado a especular, hoje, que o objetivo deles era pressionar a procuradora da República Andrea Bayão Ferreira, que se preparava para fazer a denúncia relativa à Lista de Furnas no Rio de Janeiro — denúncia enfim apresentada no início deste ano, como revelou o repórter Amaury Ribeiro Jr., no jornal mineiro Hoje em Dia.

Desde as denúncias da Veja em dezembro de 2011, no entanto, a situação do deputado Rogério Correia experimentou uma reviravolta.

A demolição da quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira, em Goiás e no Distrito Federal, revelou os “métodos investigativos” da revista Veja.

A denúncia do Ministério Público Federal sobre a Lista de Furnas trouxe duas informações especialmente relevantes:

1) A perícia oficial — segundo Rogério Correia, a única feita no original da Lista de Furnas — diz que não há montagens no documento e confirma a assinatura de Dimas Fabiano Toledo, o ex-diretor de Engenharia de Furnas acusado de ser o organizador do sistema de arrecadação de recursos junto a fornecedores da empresa;

2) Contrariando o que foi divulgado pela revista Veja, o conjunto de interceptações telefônicas, na apreciação do MPF, reforça a tese de que o lobista Nilton Monteiro acreditava na autenticidade da lista. Segundo o deputado, não há nada ali que corrobore as acusações feitas contra ele pela revista. Segundo Amaury Ribeiro Jr., a procuradora escreveu que “durante a intercepção das linhas telefônicas usadas por Nilton Monteiro, nada foi captado que indicasse a falsidade da lista, ao revés, em suas conversas telefônicas, inclusive com sua esposa, sustenta que a lista é autêntica”.

Além disso, o deputado petista obteve na Justiça direito de resposta no jornal O Estado de Minas. Porém, passados quase quatro meses (a publicação do Acórdão se deu no dia 23.04.2012), o jornal ainda não fez a publicação. Em vez disso, pagou multa de 10 mil reais.

Na sentença, o TJ mineiro destacou expressões dos textos publicados no jornal, sobre Correia, que seriam “injusta imputação de crimes ao agravante, bem como injuriando o e difamando” (f. 11-TJ): “desrespeito e desfaçatez”; “ridícula demonstração de desfaçatez na Assembléia”; “desrespeitando aquela Casa e a inteligência do povo mineiro”; “encenação”; “deformada noção de compromisso com a ética e com o interesse público”; “prática de denúncia irresponsável”; “método de ação eleitoral próprio dos despreparados para vida parlamentar e o exercício do poder político”; “despudor de articular sórdida montagem”; “farsa petista”; “montagem de fraude”; “Rogério Correia (PT), patrono da iniciativa”; “O deputado (…) tentou mais uma vez enganar de boa-fé de seus colegas” (f. 06 e 09-TJ).

Rogério Correia agora estuda pedir a prisão de diretores do jornal por descumprimento de decisão judicial.

Ele também processa o jornal e a revista Veja por danos morais.

Sobre o conteúdo da Lista de Furnas, Correia diz que há dois fortes indícios de que os números que constam dela correspondem a doações que de fato aconteceram:

1) O ex-deputado Roberto Jefferson confirmou que recebeu os 75 mil reais atribuídos a ele. “O Roberto Jefferson, que aliás para os tucanos serve para denunciar o PT, mas quando ele próprio diz que recebeu o dinheiro que está na lista, eles querem desconsiderar”, afirma o petista.

2) O deputado estadual mineiro Antonio Julio, do PMDB, que aparece na lista como recebedor de 200 mil reais, confirma que pediu a Furnas o investimento da quantia na reforma de um hospital, o que de fato aconteceu.

Pela lista, a campanha do então candidato do PSDB à Presidência, José Serra, teria recebido R$ 7 milhões; a campanha de Aécio Neves, candidato a governador de Minas, R$ 5,5 milhões.

A certa altura do relato (clique abaixo para ouvir a íntegra da entrevista) perguntei ao deputado mineiro:

“O sr. quase foi cassado em nome de uma falsidade?”

Ele: “Uma falsidade. Feita entre o braço político [do PSDB] na Polícia Civil, através do [delegado Márcio Simões] Nabak, publicando falsidade na revista Veja em conluio com O Estado de Minas e o PSDB então pede a cassação na Assembleia Legislativa. Tudo armado!”.

Teria sido parte da armação a prisão do lobista Nilton Monteiro pela polícia civil mineira, sob a acusação de falsificar documentos não relacionados à Lista de Furnas. No período, a polícia divulgou a existência de um documento registrado em cartório mostrando que Nilton cobrava uma dívida do deputado Rogerio Correia.

O petista admite que conhece Nilton e que recebeu dele denúncias sobre esquemas de caixa dois do PSDB mineiro em 1998 e 2002. Mas afirma que nunca teve qualquer dívida com o lobista e supõe que a ação policial tinha como objetivo dar base ao pedido de cassação de seu mandato.

“Ao prender o Nilton, eles fizeram questão de desviar o assunto da prisão para a Lista de Furnas, cometendo portanto, evidentemente, uma aberração jurídica e policial. Fizeram do Nilton Monteiro, neste caso, um preso político. Passaram a averiguar algo que não era da competência deles”, afirma Rogério Correia.

Nilton Monteiro, que já está solto, nega todas as acusações feitas contra ele pela polícia. O lobista enviou carta à Assembleia Legislativa denunciando que, enquanto esteve preso, foi levado à sede da DEOESP, a do delegado Nabak, onde teria tido um encontro com três deputados federais do PSDB. Eles teriam pressionado Nilton Monteiro a negar a veracidade da Lista de Furnas e a incriminar Rogério Correia.

“Para você ver a gravidade que é! Isso que o Nilton relatou ainda não está provado. Mas o Nilton disse que esteve no gabinete do Nabak com três deputados federais do PSDB”, relata o líder do PT.

O pior, segundo Rogério Correia, passou, mas alegações contra o deputado petista continuam sendo feitas pelo PSDB, agora de forma velada.

A edição de agosto da revista Piauí traz uma reportagem sobre o mensalão mineiro, o esquema de financiamento de campanha de 1998 que tinha como um dos envolvidos o publicitário Marcos Valério.

Atenção: favor não confundir o esquema do valerioduto tucano, de 1998, com o esquema da Lista de Furnas, de 2002.

Os dois casos tem alguns personagens em comum: Rogério Correia denunciou ambos.

Nilton Monteiro, de longa atuação nos bastidores da política, atuou nos dois.

Em 1998, no caso do valerioduto mineiro, Cláudio Mourão foi o tesoureiro da campanha de reeleição de Eduardo Azeredo ao governo de Minas. Azeredo perdeu e deixou pendências em aberto, inclusive com Mourão. Em 2005, Mourão foi ao STF cobrar a conta: segundo ele, R$ 3,5 milhões. Nasceu daí a “Lista Cláudio Mourão”, que chegou à Polícia Federal pelas mãos de Nilton Monteiro.

Grosseiramente, o esquema do valerioduto funcionava assim: Marcos Valério, o publicitário, misturava em contas de sua agência dinheiro de empréstimos do Banco Rural e de aportes milionários de empresas públicas mineiras para promover o Enduro da Independência — uma prova de motocross — e repassava dinheiro para a campanha de Azeredo. Da mineradora Comig, da empresa de saneamento Copasa, do banco Bemge e da companhia de energia Cemig as empresas de Valério receberam R$ 5,1 milhões. Segundo perícia, menos de R$ 100 mil foram de fato repassados aos organizadores do Enduro.

O esquema todo teria movimentado R$ 100 milhões para financiar campanhas nacionais e estaduais do PSDB e de aliados. O ano, 1998, foi o da reeleição de Fernando Henrique Cardoso.

Valério teria feito pagamentos a 179 pessoas e empresas prestadoras de serviço da campanha de Azeredo, cujos nomes foram registrados na Lista de Cláudio Mourão.

Por conta do valerioduto tucano, o hoje senador Eduardo Azeredo foi acusado de peculato e lavagem de dinheiro no Supremo Tribunal Federal. A denúncia foi aceita por 5 votos a 3.

Em entrevista à repórter Daniela Pinheiro, da Piauí, Azeredo disse, sobre o pedido de cassação feito contra ele pelo PSOL — que não vingou — e o apoio que recebeu na época: “Não foi aquele apooooio, mas foi importante. Dentro do partido, também tive. O Sérgio Guerra, o Serra, esses me apoiaram. Mas faltou uma pessoa”.

Azeredo não disse quem lhe faltou na hora agá. Teria sido FHC, que na época afirmou “quem tiver culpa no cartório, que pague”? Ou Aécio Neves?

A frase cifrada pode não ser um bom sinal para o PSDB. Faz sentido um esforço conjunto do partido para tentar salvar Azeredo. A defesa dele se sustenta, em parte, na tese dos documentos falsificados.

À Piauí, Azeredo afirmou que a Lista de Cláudio Mourão é uma “peça espúria fabricada por um conhecido lobista mineiro a mando de um deputado do PT”.

Rogério Correia admite que Azeredo possivelmente se referiu a ele.

Nega ser o mentor desta outra lista, mas admite que investigou o caso, especialmente o envolvimento da Cemig no financiamento da campanha de 1998.

O petista diz que obteve informações concretas sobre o fluxo de dinheiro da Cemig, que entrava na conta da agência SMP&B, de Marcos Valério, e em seguida fluia para a conta de políticos: segundo Rogério Correia, há comprovantes de depósitos, por exemplo, para o ex-presidente do PSDB mineiro e atual prefeito de Juiz de Fora, Custódio Mattos.

Segundo o petista, não existe esse tipo de comprovação no caso de Aécio Neves, que em 1998 era deputado federal disputando reeleição e aparece na Lista de Cláudio Mourão como recebedor de R$ 110 mil.

Aécio é candidato potencial ao Planalto em 2014.

Quanto ao hoje senador tucano, o petista não tem dúvida: “O Aécio Neves está por trás de toda essa jogada”, ou seja, da desqualificação dos documentos e das pessoas que denunciam os esquemas de caixa dois do PSDB em Minas.

Rogério Correia resume:

“Olha, é grave a situação aqui em Minas Gerais, aqui em Minas nós não vivemos um estado de direito democrático da maneira como se deve, na plenitude democrática. Aqui nós temos um caso onde a imprensa é praticamente dominada pelo tucanato, em especial pelo grupo de Aécio Neves; O Estado de Minas é a faceta mais clara disso, só é possível que seja publicado aquilo que passa pela censura deles, o que se agrava nos períodos eleitorais; há uma censura à imprensa enorme e um conluio, agora, onde a própria Polícia Civil foi utilizada para fazer fatos políticos em favor do PSDB, utilizando a sua estrutura, transformando um setor da Polícia Civil em polícia política. Isso é de uma gravidade enorme. Utilizando então um jornal local, com respaldo da revista Veja, para se tentar cassar um mandato legitimamente democrático, que faz o que tem de fazer, que é exatamente verificar denúncias de caixa dois tanto na eleição de 1998 quanto na eleição de 2002″.

Clique abaixo para ouvir a entrevista completa. Começamos tratando do valerioduto tucano conforme a revista Piauí:

rogerio correia

Neste trecho, Rogério Correia fala sobre a prisão de Nilton Monteiro e o suposto encontro do lobista com três deputados do PSDB:

nilton monteiro

Abaixo, o texto da denúncia do MPF de acordo com documentos divulgados pelo repórter Amaury Ribeiro Jr.:

Lista de Furnas no MPF

 

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Valerioduto tucano: Tesoureiro será o segundo a se beneficiar da prescrição dos crimes - Viomundo - O que você não vê na mídia

24/11/2013 - 20h06

[…] Rogério Correia: PSDB de Minas usou polícia e mídia para tentar cassar meu mandato […]

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Rogério Correia: “Valério operou ao mesmo tempo para o Aécio e o PT” « Viomundo – O que você não vê na mídia

23/12/2012 - 20h13

[…] Rogério Correia: PSDB de Minas usou a polícia e a mídia para tentar cassar meu mandato […]

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Mardones Ferreira

20/08/2012 - 10h33

É mais uma armação da gangue Veja-PSDB.

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rinaldo

19/08/2012 - 17h16

Essa tramoia toda da Veja em conjunto com o PSDB usando o aparelho estatal não é novidade. Ninguém se lembra do que aconteceu com o Netinho candidato ao senado pelo PCdoB? Vinha em primeiro lugar folgado até que a polícia civil invadiu sua residência e a partir dai todos sabemos o que aconteceu. O senador Aloisio 300 mil ganhou a eleição. O que a polícia encontrou em sua residência? De quais crimes era acusado? Havia mandado de busca e apreensão? de QuÊ? Depois falam que o PT aparelha o Estado.Agora o ministério público consegue a condenação de supostos assassinos do ex prefeito de Santo André. O PSDB é caso de polícia, mas infelizmente eles são polícia.

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SÁVIO SOBREIRA

19/08/2012 - 15h11

Isso só motra que em Minas não se faz Jornalismo e sim Pistolagem da honra alheia, é o tudo por dinheiro!!!!!!!! BANDO DE CANALHAS!!!!!

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Ferreira

19/08/2012 - 10h52

Pasmem,256 parlamentares estão ligados a concessões públicas de radiofusão,
agora dá para entender porque o congresso não toma uma atitude enérgica contra ao PIG.

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    Joselito

    20/08/2012 - 11h11

    Um adendo:

    tais concessões são renovadas em sessões do congresso com 1% de presença de parlamentares, e em menos de 5min. Portanto, cada uma das 256concessões, tem menos de 2segundos para análise.

tori

18/08/2012 - 23h47

Furnas não passa de uma lista de grandes brasileiros, prestadores de bons serviços ao PSDB NACIONAL e todos serão condecorados- alguns postumamente- pelo Presidente Aécio em 2032.
O difícil é não ficar indignado com o relatório do ministro Barbosa sobre a farsa do mensalão, mas basta entender o que sucede no mundo real pra tudo ficar claro e transparente.
O ministro optou livremente, por representar a casa grande, ou pra ser mais exato, dar porrada ao invés de levar, tudo em nome dos patrões que de tão satisfeitos, de vez em quando, o deixarão comer na cozinha.

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Luiz Carlos

18/08/2012 - 22h46

Há tempos o Novo Jornal (veja link abaixo), de Minas, vem denunciando os desmandos das autoridades do governo, policiais e até eclesiásticas deste estado. Finalmente um site de nível nacional resolve dar apoio a esta luta que o Rogério Correa e o pessoal da oposição em MG vem travando.
Foi divulgado no Novo Jornal que o lobista Nilton Monteiro foi preso pelo delegado Nabak sem nenhum mandato e que este vagou de prisão em prisão por vários meses, depois foi apresentado um mandato referente a outro assunto pois o que queriam era intimidá-lo sobre a lista de Furnas.
Como sempre a nossa mídia canalha dando apoio a estes santinhos do PSDB.
Mas aos poucos ela mesma vai acabando com sua reputação e daqui a pouco não mais existirá.
http://www.novojornal.com/

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maria edith ferrarezi

18/08/2012 - 22h40

Sabe quem está morrendo outra vez,desta vez de vergonha de seus conterrâneos ,os mineiros e todos os brasileiros,politicos da classe dos demos tucanos?TIRADENTES.Infelizmente São João d’Rei e Minas Gerais deixaram seu filho carioca espalhar tanta maracutaia pela politica brasileira validando seus aliados ,a elite tucana paulista.Oh,Minas Gerais…

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Leléo

18/08/2012 - 22h04

É necessário continuar desmascarando o menino do Rio para o resto do país . Dá pra imaginar o Aético Never comandando o Brasi ? Parabéns ao Dep. Rogério Correia pela dignidade e coragem em enfrentar essa quadrilha que tomou conta de Minas.

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graciliano

18/08/2012 - 19h52

A revista IstoÉ confirma denúncia que fizemos aqui há semanas sobre o pesado esquema de corrupção instalado na Fundação para o desenvolvimento da Educação do Governo de SP. O presidente da autarquia, José Bernardo Ortz, e seu filho Ortiz Júnior estão sendo acusados de cobrar propinas milionárias na aquisição de materiais e mochilas escolares – algo em torno de 7 milhões numa só aquisição.
O caso está sendo investigado pelo MP, mas devidamente blindado pelo PIG. Agora a IstoÉ rompeu o silêncio. Se os órgãos ditos “investigativos” olharem de perto, descobrirão muito mais. Um escândalo maior do que muito “mensalão”…

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Valcir Barsanulfo - Ituiutaba-Minas

18/08/2012 - 18h53

Devemos todos os cidadãos que querem a justiça praticada, enviarmos esta notícia a todas redes sociais e blogueiros sujos, no sentido de pressionar a imprenssa do País para que comentem e divulguem o fato.
Esse processo é de uma sujeira sem igual.
Precisamos de dar apoio total ao Deputado Rogèrio Corrêa, enchendo o E-meio do jornaleco Aecista,Estado de Minaas e tambem ao jornal do capo Victório Mediolli, O Tempo.

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Fabio Passos

18/08/2012 - 18h40

Impressionante o abuso de poder e desprezo pela democracia dos aliados psdb-PiG.
Perseguição política da direita contra aqueles que ousam criticar negócios sujos dos poderosos.

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Apolônio

18/08/2012 - 17h27

Acho que o deputado Rogério Correia deveria levar esse assunto todo documentado para a CPI. Pedir algum deputado, ou senador para denunciar o que aconteceu. Cobrar do judiciário o tal direito de resposta. Caso fique na lenga lenga, denunciar o fato ao CNJ. Volto a dizer que precisamos de um jornal escrito editado pelos blogueiros, através de criação de uma associação. Esse periódico deveria ser distribuido gratuitamente nas ruas, praças, associações e sindicatos. Essa estratégia serviria para fazer frente à grande mídia. O povão tem que saber de fato o que acontece no nosso país. Ficar só na internet não basta. Temos que nos diversificar.

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Gerson Carneiro

18/08/2012 - 16h05

E essa: o babaca foi fazer graça no metrô às 13h00. Passageira mandou voltar às 18h00.

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Márcio Oliveira

18/08/2012 - 12h31

Nunca acertei tanto a mão num voto como quando tomei a sábia decisão de votar no Rogério Correia. Ele não se intimida diante dessa figura mórbida, essa madeira podre cheia de verniz, que é o Aócio Never.

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Gerson Carneiro

18/08/2012 - 11h32

Desde ontem que aguardo o nosso amigo Rodrigo Leme comentar nesse post.

Perdi a paciência. Vamos lá Rodrigão, exercite a criatividade (vai precisar de muita).

Ou será que preferiu ser cego nesse post?

:)

Responder

    Rodrigo Leme

    21/08/2012 - 13h34

    Olha que fantástico, não fosse você citar meu nome (não se brinca com uma saudade) nem saberia desse post. Talvez por ter ocorrido em um fim de semana, qdo estou tomando sol, passeando, e não pensando em vc (perdão por não corresponder).

    Mas nem acho que tenha muito que se falar aí. Comprovando-se a vercidade da lista de Furnas, que se prenda e condene até o último responsável. O que, convenhamos, é mais do que você diz sobre o mensalão, né?

Hélio Pereira

18/08/2012 - 08h58

Mais uma em que a Revista Veja esta envolvida,parece que este “Detrito de Maré Baixa” não tem mais jeito!
Já o Jornal o Estado de Minas deveria ter sua circulação proibida até que cumpra o que manda a Justiça e publique o Direito de resposta do Dep.
O pessoal do Aécio tem que parar de manipular a opinião pública e respeitar as decisões da Justiça!
Aécio não passa de um ditadorzinho acostumado a mandar e desmandar em MG!

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Roberto Locatelli

17/08/2012 - 23h38

Mas que raio de multa é essa? R$ 10 mil é ridículo. É óbvio que o jornal do Aébrio vai preferir pagar a multa e não publicar as informações verdadeiras.

O que Dilma está esperando para colocar em discussão uma Lei Geral das Comunicações? Ah, esqueci, Dilma é a gerentona, não quer saber de política. Grandes chances de ela não terminar seu mandato. O PIG está só de tocaia esperando a oportunidade de dar um golpe de estado.

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Jornal de Betim descumpre ordem judicial e não publica direito de resposta do PT « Viomundo – O que você não vê na mídia

17/08/2012 - 22h06

[…] Rogério Correia: PSDB de Minas Gerais usou a polícia e a mídia para tentar cassar meu mandato […]

Responder

oziel f. albuquerque

17/08/2012 - 22h00

Campanheiros vamas deixar de lamentar, vamos usar as armas que temos.

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Geralda

17/08/2012 - 21h43

Aqui em Minas o sistema ainda é capitanias hereditárias, há décadas que mineiros não sabem o que é liberdade de imprensa, quem manda; os déspotas que governaram e governam .Privataria II Mensalão de Furnas é o que mais está sendo esperado: Blindagem de Tucanos tem que acabar.

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ricardo silveira

17/08/2012 - 21h09

Quando alguém da mídia amiga do PSDB for sequer processado, não precisa nem ir para a cadeia, apenas processado, pode-se começar a agreditar que o país está mudando, até lá quem manda no país é a Globo e o resto do PIG.

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Gersier

17/08/2012 - 20h34

Como sempre a revista de fofoca e bandida aprontando e o resto do PIG reverberando.
Tivesse o Brasil um judiciário com J maiúsculo,esses bandidos travestidos de jornalistas estariam todos na cadeia.
Um Congresso de rabo preso,omisso e medroso poderia também por fim a esse banditismo midiático.
O PT é outro com aquilo incolor.

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Alexandre

17/08/2012 - 20h26

O PT tá esperando o que pra atacar essa revista bandida, uma confissão dela de que faz parte de uma grande e perigosa máfia>

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Vlad

17/08/2012 - 20h24

Deviam canonizar.

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Emanoel C Neto

17/08/2012 - 19h52

Depois da criação do Conselho Nacional de Justiça todos os Tribunais Estaduais e quase todos os Juízes estão tentando derrubar o Governo
do PT.

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nelson

17/08/2012 - 18h53

Como pode meia duzia de vagabundos,donos da mídia acharem que são donos do Brasil.

Responder

Antonio

17/08/2012 - 18h34

Como é que uma mídia imunda pode ter mais poder que 70% de eleitores, milhões e milhões de pessoas ?

Somos reféns de uma meia dúzia de criminosos.

Responder

Gerson Carneiro

17/08/2012 - 18h00

Bandidagem judicialmente comprovada.

Esse é o PSDB.

Responder

JULIO/Contagem-MG

17/08/2012 - 17h51

Bendita internet e blogs ¨sujos¨ para nos colocar a parte dessas maracuta
ias tucanas. Essas reportagens da Veja/cachoeira, só servem de salvo condu
to para legitimidade da lista de FURNAS, vamos aguardar o STFede se manifes
tar sobre a tal lista e o mensalão do azeredo.

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Apavorado por Vírus e Bactérias

17/08/2012 - 17h06

Onde tem PSDB desgovernando tem maracutaia, truculência e corrupção.

Responder

Mineirim

17/08/2012 - 17h03

Quiz dizer: Vocês acreditam…

Responder

    João

    17/08/2012 - 17h22

    “quis dizer”, vc quis dizer…

Mineirim

17/08/2012 - 17h03

Vocês acrediram, em sã consciência, que algum juiz irá bater de frente com o jornaleco Estado de Minas? Duvido…

Responder

    Taiguara

    17/08/2012 - 17h43

    Não é nemo caso de bater de frente com o jornal. O problema é o Aócio e sua primeira irmã. Aqui em Minas, ou melhor, em terras da Coroa de Minas, tudo se faz de acordo com a vontade o Menino do Rio – DEPENDENTE CÍNICO DAS DROGAS DA DISSIMULAÇÃO E DO ENGODO.

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