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Manifestante dizia: “Foda-se o Brasil, nacionalismo é coisa de imbecil”

18 de junho de 2013 às 23h05

“Foda-se o Brasil”, gritava o rapaz em SP

publicada terça-feira, 18/06/2013 às 22:40 e atualizada terça-feira, 18/06/2013 às 22:38

por Rodrigo Vianna, no Escrevinhador

A chegada ao viaduto do Chá foi surpreendentemente rápida. Trabalhadores e lojistas tinha ido embora mais cedo, deixando o centro de São Paulo estranhamente vazio às seis horas da tarde. Contornei o Teatro Municipal, e segui a pé, para cruzar o viaduto rumo à Prefeitura – onde os manifestantes se concentravam. Estava acompanhado da equipe de gravação da TV.

No sentido contrário, a massa marchava. Pareciam estudantes razoavelmente organizados: carregavam faixas de diretórios acadêmicos, bandeiras da UJS, mas também muitos cartazes desenhados a mão: “O Brasil acordou”, “Fora FIFA”, entre outros. Um rapaz me informou: ”estamos indo pra Paulista porque o Haddad nem está mais aí na Prefeitura”. Haddad tinha seguido ao encontro da presidenta Dilma, para uma reunião no Aeroporto de Congonhas. Pensei em tomar o rumo da Paulista, mas meu chefe de reportagem avisou pelo rádio: “acho melhor você ficar por aí, porque um grupo pequeno resolveu ficar pra atacar a Prefeitura”.

Pouco a pouco me aproximo do prédio. O grupo que ficou não era tão pequeno assim. E o que vejo e ouço é estranho – pra dizer o mínimo. Há homens mascarados, muita gente de coturno. E há também jovens que conversam com a gíria típica da periferia paulistana. Misturados a eles, moleques com jeito de playboys de classe média. Gritam palavras de ordem de forma desorganizada e aleatória.

Um menino, a meu lado, grita “Fora, petralhada”, e “Fora, Dilma”. Puxo papo, e ele conta: “Sou do grupo Mudança Já, que luta por menos impostos e uma gestão eficiente”. Esse não parece da periferia. Pelo papo e pelas roupas. De fato, mora no Jabaquara – bairro de classe média. O menino fala mal do MPL – Movimento Passe Livre, que puxou as manifestações desde o início. “Esses não me representam, são agitadores e falam com jeito de comunista”.

Êpa…

De repente, o grupo dos mascarados se exalta e avança sobre os portões da Prefeitura. Voam pedras, arrancadas do calçamento do centro antigo. Pedras portuguesas. Jovens mascarados arremetem contra os homens da Guarda Civil Metropolitana.

Um deles usa camiseta branca justa, bota em estilo militar e age com a volúpia típica dos provocadores que conhecíamos tão  bem nos anos 80 – quando a Democracia ainda engatinhava. É o rapaz que aparece nas fotos acima…

Alguns picham as paredes da Prefeitura. A turma mais moderada grita: “sem vandalismo”. Os mascarados devolvem: “sem moralismo”. Um rapaz passa a meu lado e grita: “vamos quebrar tudo”. E quebram mesmo.* Pedras voam perigosamente sobre nossas cabeças.

Mas a imagem mais chocante eu veria logo depois. Um grupo segura uma bandeira brasileira e queima. Um rapaz grita: “foda-se o Brasil, Nacionalismo é coisa de imbecil”. E aí tenho certeza que há um caldo de cultura perigoso por aqui.

Um Brasil fraco, um Estado nacional sob ataque, não será capaz de melhorar a vida do povo. Isso interessa para os conservadores e para seus aliados nos Estados Unidos.

De repente, chega um grupo novo, mais de cem pessoas. Trazem uma faixa amarela, com a frase “Chega de Impostos – Mooca”. O bairro da Mooca é um reduto da classe média – em geral, conservadora. A palavra de ordem é “Fora, Dilma”.

Um funcionário da Prefeitura meio gordinho aparece na janela. Ao meu lado, um grupo berra pra ele: “Gordo, filho da puta, você vai morrer. Você come nossos impostos, filho da puta”.

Penso com meus botões: essa turma  foi pra rua pra pedir serviços públicos de qualidade e, de repente, está pedindo também menos impostos, menos Estado. E queimando a bandeira do Brasil. O que é isso?

Ah, é o sintoma de uma sociedade que incluiu jovens pelo consumo, sem politização. Ok. Isso está claro. Desde 2010, dizíamos nos blogs que essa equação do lulismo poderia não fechar. Despolitização? Ou pior que isso: um pé no fascismo? O discurso que nega a Política é a melhor forma de deixar a avenida aberta para uma Política autoritária.

Claro que o povo na rua é muito mais que isso. O recorte que descrevo acima é bastante específico. Entre os milhares que foram para a Paulista, na segunda e na terça-feira em São Paulo, havia muita gente progressista, disposta a mudar o Brasil. Mas ali também imperava o “Fora, Políticos”. Ora, se todos foram eleitos, o que será que essa turma imagina? Sovietes no Grajaú e no Morro do Alemão? Nada disso. A idéia de muitos por hora é botar fogo em tudo. Qual será o fim disso?

A esquerda organizada, hoje tive certeza, precisa disputar as ruas. Lula precisa reaparecer e botar o bloco na rua.

Outro dia escrevi aqui: quando vemos esse clima de “Fora, todos os Políticos” podemos imaginar duas saídas possíveis

—  a Argentina que escolheu os Kirchner para se recuperar depois do caos;

— ou a Espanha, que levou jovens “indignados” para as praças (e lá também bandeiras de partidos eram “proibidas”) mas no fim das contas elegeu os franquistas do PP.

No Brasil, o jogo está sendo jogado. A massa lulista – aquela massa forte das periferias das capitais, e do Nordeste – essa massa não está nas ruas. Isso ficou claro pelo que vi e ouvi nas ruas de São Paulo.

Nas ruas há uma mistura: ultra-esquerda, nova esquerda, indignados em geral e, infelizmente, também há o velho lúmpen que pode virar – fácil, fácil – caldo de cultura para uma saída autoritária.

Quem conhece bem a história do Brasil não ficaria surpreendido se, desse processo todo, nascesse não “uma nova política”. Mas um governo (mais) conservador, que botasse o Brasil de novo “nos trilhos” da submissão aos EUA, jogando fora os tênues avanços da Era Lula.

Afinal, “foda-se o Brasil”, não é?  Essa cena não vou esquecer: a nossa bandeira queimada por jovens tresloucados que afirmam querer mudar o país. Foi estranho.

* Ao fim da manifestação, parte dos jovens mascarados avançou em direção ao carro da TV Record que estava diante da Prefeitura e tocou fogo no veículo. Tudo que parece – ou é –  símbolo de poder acaba virando alvo. Nenhum jornalista ficou ferido. O alvo era a empresa.

Leia também:

Repórteres da Globo não usam cubo da emissora; JN noticia palavras de ordem

 

250 Comentários escrever comentário »

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Juba

10/09/2013 - 16h15

Muitos que postam aqui deveriam ir estudar e parar de escrever asneiras.
Por causa a ignorância do povo é que os políticos e a mídia fazem o que querem.
Voltar para a escola já!

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cesar

10/08/2013 - 13h40

jovem de branco é um filhinho de papai certo? que nunca trabalhou, ta ali pra quebrar patrimônio que sai do nosso bolso e pior, financiados pela oposição ao governo atual, será que tem alguém de fora patrocinando? não achei louvável esse cidadão quebrar a prefeitura usando mascara de gás, porque não vai numa favela e da um tapa na cara de algum traficante, ai ele prova que é o cara sem o papai pra apoiar, não esbanjando nossos impostos, porque assim não ajudou emm nada

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Carlos Vieira

01/07/2013 - 10h23

Caro amigos, exponho aqui um texto de Valter Pomar, que é dirigente Nacional do PT é muito importante pois vai nos mostrar como o PT precisa reagir, ocupar as ruas e se aproximar dos movimentos sociais e conviver com as bases.Segeue

Quem militou ou estudou os acontecimentos anteriores ao golpe de 1964 sabe muito bem que a direita é capaz de combinar todas as formas de luta. Conhece, também, a diferença entre “organizações sociais” e “movimentos sociais”, sendo que os movimentos muitas vezes podem ser explosivos e espontâneos.
Já a geração que cresceu com o Partido dos Trabalhadores acostumou-se a outra situação. Nos anos 1980 e 1990, a esquerda ganhava nas ruas, enquanto a direita vencia nas urnas. E a partir de 2002, a esquerda passou a ganhar nas urnas, chegando muitas vezes a deixar as ruas para a oposição de esquerda.
A direita, no dizer de alguns, estaria “sem programa”, “sem rumo”, controlando “apenas” o PIG, que já não seria mais capaz de controlar a “opinião pública”, apenas a “opinião publicada”.
Era como se tivéssemos todo o tempo do mundo para resolver os problemas que vinham se acumulando: alterações geracionais e sociológicas, crescimento do conservadorismo ideológico, crescente perda de vínculos entre a esquerda e as massas, ampliação do descontentamento com ações (e com falta de ações) por parte dos nossos governos, decaimento do PT à vala comum dos partidos tradicionais etc.
Apesar destes problemas, o discurso dominante na esquerda brasileira era, até ontem, de dois tipos.
Por um lado, no petismo e aliados, o contentamento com nossas realizações passadas e presentes, acompanhada do reconhecimento mais ou menos ritual de que “precisamos mais” e de que “precisamos mudar práticas”.

Por outro lado, na esquerda oposicionista (PSOL, PSTU e outros), a crítica aos limites do petismo, acompanhada da crença de que através da luta política e social, seria possível derrotar o PT e, no lugar, colocar uma “esquerda mais de esquerda”.
As manifestações populares ocorridas nos últimos dias, especialmente as de ontem, atropelaram estas e outras interpretações.
Primeiro, reafirmaram que os movimentos sociais existem, mas que eles podem ser espontâneos. E que os autoproclamados “movimentos sociais”, assim como os partidos “populares”, não conseguem reunir, nem tampouco dirigir, uma mínima fração das centenas de milhares de pessoas dispostas a sair ás ruas, para manifestar-se.
Em segundo lugar, mostraram que a direita sabe disputar as ruas, como parte de uma estratégia que hoje ainda pretende nos derrotar nas urnas. Mas que sempre pode evoluir em outras direções.
Frente a esta nova situação, qual deve ser a atitude do conjunto da esquerda brasileira, especialmente a nossa, que somos do Partido dos Trabalhadores?
Em primeiro lugar, não confundir focinho de porco com tomada. As manifestações das últimas semanas não são “de direita” ou “fascistas”. Se isto fosse verdade, estaríamos realmente em péssimos lençóis.
As manifestações (ainda) são expressão de uma insatisfação social difusa e profunda, especialmente da juventude urbana. Não são predominantemente manifestações da chamada classe média conservadora, tampouco são manifestações da classe trabalhadora clássica.
A forma das manifestações corresponde a esta base social e geracional: são como um mural do facebook, onde cada qual posta o que quer. E tem todos os limites políticos e organizativos de uma geração que cresceu num momento “estranho” da história do Brasil, em que a classe dominante continua hegemonizando a sociedade, enquanto a esquerda aparentemente hegemoniza a política.
A insatisfação expressa pelas manifestações tem dois focos: as políticas públicas e o sistema político.
As políticas públicas demandadas coincidem com o programa histórico do PT e da esquerda. E a crítica ao sistema político dialoga com os motivos pelos quais defendemos a reforma política.
Por isto, muita gente no PT e na esquerda acreditava que seria fácil aproximar-se, participar e disputar a manifestação. Alguns, até, sonhavam em dirigir.
Acontece que, por sermos o principal partido do país, por conta da ação do consórcio direita/mídia, pelos erros políticos acumulados ao longo dos últimos dez anos, o PT se converteu em símbolo principal do sistema político condenado pelas manifestações.
Esta condição foi reforçada, nos últimos dias, pela atitude desastrosa de duas lideranças do PT: o ministro da Justiça, Cardozo, que ofereceu a ajuda de tropas federais para o governador tucano “lidar” com as manifestações; e o prefeito Haddad, que nem na entrada nem na saída teve o bom senso de diferenciar-se do governador.
O foco no PT, aliado ao caráter progressista das demandas por políticas públicas, fez com que parte da oposição de esquerda acredita-se que seria possível cavalgar as manifestações. Ledo engano.
Como vimos à rejeição ao PT se estendeu ao conjunto dos partidos e organizações da esquerda político-social. Mostrando a ilusão dos que pensam que, através da luta social (ou da disputa eleitoral) seriam capazes de derrotar o PT e colocar algo mais à esquerda no lugar.
A verdade é que ou o PT se recicla, gira à esquerda, aprofunda as mudanças no país; ou toda a esquerda será atraída ao fundo. E isto inclui os que saíram do PT, e também os que nos últimos anos flertaram abertamente com o discurso anti-partido e com o nacionalismo. Vale lembrar que a tentativa de impedir a presença de bandeiras partidárias em mobilizações sociais não começou agora.

O rechaço ao sistema político, à corrupção, aos partidos em geral e ao PT em particular não significa, entretanto, que as manifestações são da direita. Significa algo ao mesmo tempo melhor e pior: o senso comum saiu às ruas. O que inclui o uso que vem sendo dado nas manifestações aos símbolos nacionais.
Este senso comum, construído ao longo dos últimos anos, em parte por omissão e em parte por ação nossa, abre enorme espaço para a direita. Mas, ao mesmo tempo, à medida que este senso comum participa abertamente da disputa política, cria-se condições melhores para que possamos disputá-lo.
Hoje, o consórcio direita/mídia está ganhando a disputa pela pauta das manifestações. Além disso, há uma operação articulada de participação da direita, seja através da presença de manifestantes, seja através da difusão de determinadas palavras de ordem, seja através da ação de grupos paramilitares.
Mas a direita tem dificuldades para ser consequente nesta disputa. O sistema político brasileiro é controlado pela direita, não pela esquerda. E as bandeiras sociais que aparecem nas manifestações exigem, pelo menos, uma grande reforma tributária, além de menos dinheiro público para banqueiros e grandes empresários.
É por isto que a direita tem pressa em mudar a pauta das manifestações, em direção a Dilma e ao PT. O problema é que esta politização de direita pode esvaziar o caráter espontâneo e a legitimidade do movimento; além de produzir um efeito convocatório sobre as bases sociais do lulismo, do petismo e da esquerda brasileira.
Por isto, é fundamental que o PT e o conjunto da esquerda disputem o espaço das ruas, e disputem corações e mentes dos manifestantes e dos setores sociais por eles representados. Não podemos abandonar as ruas, não podemos deixar de disputar estes setores.
Para vencer esta disputa teremos que combinar ação de governo, ação militante na rua, comunicação de massas e reconstruir a unidade da esquerda.
A premissa, claro, é que nossos governos adotem medidas imediatas que respondam às demandas reais por mais e melhores políticas públicas. Sem isto, não teremos a menor chance de vencer.
Não basta dizer o que já fizemos. É preciso dar conta do que falta fazer. E, principalmente, explicar didaticamente, politicamente, as ações do governo. Marcando a diferença programática, simbólica, política, entre a ação de governo de nosso partido e os demais.
O anúncio em conjunto (Alckmin/Haddad) de redução da tarifa e a oferta da força pública feita por Cardozo a Alckmin são exemplos do que não pode se repetir. Para não falar das atitudes conservadoras contra os povos indígenas, da atitude complacente com setores conservadores e de direita, dos argumentos conservadores que alguns adotam para defender as obras da Copa e as hidroelétricas etc.
Para dialogar com o sentimento difuso de insatisfação revelado pelas mobilizações, não bastam medidas de governo. Talvez tenha chegado a hora, como algumas pessoas têm sugerido, de divulgarmos uma nova “carta aos brasileiros e brasileiras”. Só que desta vez, uma carta em favor das reformas de base, das reformas estruturais.
Quanto a nossa ação de rua, devemos ter presença organizada e massiva nas manifestações que venham a ocorrer. Isto significa milhares de militantes de esquerda, com um adequado serviço de ordem, para proteger nossa militância dos para-militares da direita.
É preciso diferenciar as manifestações de massa das ações que a direita faz dentro dos atos de massa. E a depender da evolução da conjuntura, nos caberá convocar grandes atos próprios da esquerda político-social.
Independente da forma, o fundamental, como já dissemos, que a esquerda não perca a batalha pelas ruas.
Quanto a batalha da comunicação, novamente cabe ao governo um papel insubstituível. No atual estágio de mobilização e conflito, não basta contratacar a direitas nas redes sociais; é preciso enfrentar o que dizem os monopólios nas televisões e rádios. O governo precisa entender que sua postura frente ao tema precisa ser alterada já.
Em resumo: trata-se de combinar ruas e urnas, mudando a estratégia e a conduta geral do PT e da esquerda.
Não há como deslocar a correlação de forças no país, sem luta social. A direita sabe disto tanto quanto nós. A direita quer ocupar as ruas. Não podemos permitir isto. E, ao mesmo tempo, não podemos deixar de mobilizar.
Se não tivermos êxito nesta operação, perderemos a batalha das ruas hoje e a das urnas ano que vem. Mas, se tivermos êxito, poderemos colher aquilo que o direitista Reinaldo Azevedo aponta como risco (para a direita) num texto divulgado recentemente por ele, cujo primeiro parágrafo afirma o seguinte: “o movimento que está nas ruas provocará uma reciclagem do PT pela esquerda, poderá tornar o resultado das urnas ainda mais inóspito para a direita”.
Num resumo: a saída para esta situação existe. Pela esquerda.

*Valter Pomar é dirigente nacional do PT e Secretário Executivo do Foro de São Paulo.

Postado por ARTICULAÇÃO DE ESQUERDA às 07:23

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Irineu

27/06/2013 - 10h32

Conceicao,Azenha e leitores, vou compartilhar algo importante sobre o MPL, espereo que ganhe mais dimensao.Fiz esse comentario no face.
_______________________
Irineuamorim Irineuamorimpublicou emMovimento Passe Livre SP
há 10 horas ·

*
Pessoal do passe livre, vocês estão sem noção.
Onde já se viu transporte de graça sem custo, podemos pedir a redução mas zerar não tem como.
Se o pai de vocês tivesse uma frota de ônibus o transporte seria gratuito? Quem iria pagar os custos?
Nem parece que fazem faculdade,
Parece que tem a cabeça só pra separar as orelhas.
Curtir ·
o
Celso Cordeiro Falou tudo caro Irineu, esse pessoal do passe livre ta brincando com assunto serio, eles ficam la nas praças da USP fazendo brincadeiras com a situação do País, que na verdade precisa de muito mais coisas que mudem de verdade a NAÇÃO, e não brincar de fazer manifestação como fizeram essa moçada do passe livre, onde ja se viu uma coisa dessas, porque eles não fazem movimento para zerar os gastos que eles tem com celular?
há 34 minutos · Curtir

Azenha, nao podemos permitir esse insendio fascista,sem foco, so querem fazer baderna.

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abolicionista

25/06/2013 - 15h22

Queimar bandeira é super saudável, o comunismo é um ideal internacional. Abaixo o nacional-socialismo!

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Dilsom

25/06/2013 - 08h23

Partido Nacional Socialista propagava “Deutschland Uber Alles”; já o Partido da Internacional Socialista, que é a mãe de todos os partidos comunistas do mundo, tem no seu ideário o comunismo mundial, de liderança mundial.

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Marcos F lima

24/06/2013 - 18h58

O autor do artigo Rodrigo Vianna,

Faz uma observação importante, só quem estava nestas manifestações eram do movimento, MCCCV, Ctrl C, Ctrl V.
A população brasileira mesmo não tomava nem conhecimento e nem participava.

No Brasil, o jogo está sendo jogado. A massa lulista – aquela massa forte das periferias das capitais, e do Nordeste – essa massa não está nas ruas. Isso ficou claro pelo que vi e ouvi nas ruas de São Paulo.

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italo

24/06/2013 - 15h32

Ser nacionalista é ruim, ser facebookista e tweetista não. Protestos sempre são válidos se levarem à soluções discutidas e aprovadas, esperar que a solução saia de um momento que ninguém consegue explicar, pode dar margem à defesa de causas que não trarão mudanças para a sociedade, e sim para correntes político-partidárias, os mesmos abutres que governavam à 10 anos atrás.

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abolicionista

23/06/2013 - 22h02

Embora eu não deseje que o Brasil se foda mais do que já é fodido, também acho o nacionalismo uma imbecilidade, parabéns aos jovens que tiveram coragem para se contrapor à multidão de “brasileiros com muito orgulho”.

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Antonio C.

23/06/2013 - 21h00

Um dia antes dos atos de quebra-quebra na prefeitura paulistana, estive na região, por volta das 23h50min. Por uma confusão de itinerário, qual ônibus iria tomar, optei por ir ao centro, descer próximo ao Vale do Anhangabaú. Subi uma pequena rua próxima à sede da prefeitura. Ao lado da Praça do Patriarca, um destacamento de policiais militares e carros de patrulhamento ali se postavam. Por qual motivo o centro foi deixado às traças no dia seguinte?

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Jose Roberto

21/06/2013 - 23h12

O Brasil não deve parar e sim acordar
Prezados
Onde há o CAOS não há a ORDEM e nem o PROGRESSO. A atual união da juventude e demais cidadãos apartidários representa um marco histórico para o nosso país, pois clama para uma renovação ideológica de relação sociedade e estado. É certo dizer que nosso país tem melhorado, mas necessita de reformas sérias e urgentes, para que possamos saltar a um nível compatível com nossa evolução mental, social e cidadã, pois o que há em nossa carta magma não poderá ficar só em escrita eternamente, tem que ser materializada. Devemos lembrar e ressaltar que o caminho para isto deve ser legítimo e democrático, não anárquico, golpista e ditatorial como sugere seguimentos políticos e midiáticos oportunistas, pois assim sendo esta prática viraria via de regra, guerra política e até civil, o qual mais prejudicados seriam: o cidadão e o progresso do país. Não se trata de derrubarmos ninguém e sim exigir mudanças, porém devemos formar uma União apartidária legítima e democrática, formada por grupos e líderes que possam representar a sociedade em âmbito municipal, estadual e Federal, que de maneira ordenada, com o conhecimento de causa, para negociar com os representantes do Legislativo, executivo e Judiciário; O caos não pode ir para as ruas, para as ruas devem ir a ordem, de marcha legítima ,com grupos legítimo, identificados e apartidários; com causas legítimas, reais, viáveis e possíveis. Precisamos desengavetar aquilo que é bom para a sociedade como um todo e tem sido postergada há décadas pelos nossos representantes legais; Precisamos de reformas em órgãos públicos que nos representam e nas leis obsoletas que nos regem. A união faz a força, mas não a força braçal, qual já aplicamos em nosso suado cotidiano, mas a força da mente criadora e transformadora, que com certeza, sendo bem aplicada, renovará nossa nação .
José Roberto Augusto

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H. Back™

21/06/2013 - 14h23

“Um dos jornais da direita golpista dizia que o menino pode ser o filho de empresário.”
Menino? Se o cara da foto for um menino, então pela minha idade posso me considerar um dinossauro.

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Oscar Souza

20/06/2013 - 02h59

De um modo geral todos aqui querem manter o PT no governo, então vamos ao que interessa.

Para quem esta la no protesto (E digo isso porque estou la), TANTO FAZ qual partido esta no governo, para mim isso não tem importância alguma.

Pode ser PT, PMDB, PSDB, pode ser até o finado PRONA.

O que me interessa é que o que precisa ser feito seja feito.

O Brasil carece de uma Reforma Política que a Séculos não é feita.
Reforma Tributária então, vix…
Trabalhista
Jurídica
Etc…

Temos ministros condenados (E novamente, não interessa o partido) legislando, enquanto outros tentam tirar o poder de quem os fiscaliza através de PECs como a 37 e a 33.

A “Zona” foi criada, e na boa, tanto faz se é a Dilma, o Lula, o Sarney , o Collor ou o FHC que esta la.

Para mim, assim como para 90% de quem está la protestando, o que interessa é apenas 1 única coisa. Queremos o que precisa ser feito sendo feito.

Queremos condenados presos, Reformas sendo feitas e a economia, a educação e a infraestrutura sendo tratadas com a seriedade que merecem.

Copa? Olimpíada? pode mandar para os gringos. tanto faz… se tivéssemos o básico, isso até serviria para alegrar… mas sem o básico de tudo (infraestrutura, saude, etc…), sou contra cada um destes eventos.

Responder

Globo enfia a corrupção no Castelão. Não a da FIFA - Viomundo - O que você não vê na mídia

20/06/2013 - 00h56

[…] Manifestante dizia: “Foda-se o Brasil, nacionalismo é coisa de imbecil” […]

Responder

Afonso

19/06/2013 - 23h39

Rodrigo e amigos…
LEIAM:
1. Relato de como descobri os infiltrados nos movimentos do MPL pelas ruas do Brasil. Artigo. 19.06.2013 às 21:25
Acredito que descobri quem são os infiltrados no movimento MPL. Quem esteve agitando na rua, quebrando tudo, é a direita! A infiltração no movimento de rua do MPL que vem causando transtornos em meio a passeata pacifica, tem vários nomes, movimentos, mas uma forma de agir, cooptar e incitar a violência. E só descobri isso porque lancei uma isca e deu certo! Coloquei na minha página uma mascara do Anonymous, postei palavras de ordem, distribui a informação em grupos conservadores e não tardou para entrarem em contato. Para a turma que ainda acredita que tem uma divisão no MPL em São Paulo, que existe bagunceiros quebrando tudo, e que isso ocorre ao acaso, tenho uma bomba pra vocês. Não é divisão… é infiltração golpista. O que esta em ação, é o mesmo plano que levou o Jango a ter que aceitar o parlamentarismo em 1962 e posteriormente resultou no golpe em 1964, só que agora contra o PT. Estão inflamando jovens conservadores para criar o caos. Com o governo sem ação e com o discurso de que existe perigo de um golpe de esquerda à direita, associada a militares e religiosos surgira com o discurso de que precisam tomar o poder para limpar a casa. Mas a história, como todos sabem, se repete duas vezes, e a segunda como farsa. Estamos diante de uma revolução de fundamentalistas religiosos, aliados as elites golpistas conservadoras. Atentem aos sinais. A semana inteira estive informando que tem uma infiltração da direita dentro do movimento das ruas. Porem a dois meses cantei a bola, estão tentando um golpe de Estado conservador contra o governo Dilma. Isso surgiu com os boatos do corte do bolsa família e a mentira de que os 6 mil médicos cubanos que entrariam no Brasil, seriam agentes para ajudar em um golpe do PT (?!). Não tardou para pedirem aos militares a derrubada do governo. Notem o movimento de leis conservadoras religiosas no congresso, agredindo o Estado laico. Ou o PEC 37 que querem acabar com os poderes de investigação do Ministério Público, tudo esta intimamente relacionado. Os agitadores, no entanto não são os comandantes. A retaguarda com orientação de partidos não mostra a cara, colocam idiotas uteis nas ruas para atrapalhar o MPL. Criam páginas secretas no facebook com nomes como “Brasil Comum”, “Basta”,“Chega”, “Fora Dilma”, “muda Brasil” entre outras dezenas encontradas. Procuram ativistas que estão reclamando da situação. Emitem uma isca para ver o perfil da pessoa. Eles estão criando pequenas células que ficam ocultas. Listas e eventos de facebook fechadas não podem ser identificadas nem localizadas. Se der errado a célula, podem apagar sem maiores estragos sem chamar atenção. Comecei a desconfiar dos contornos tomados pelos agitadores, que vem agindo contra as recomendações pacifistas do movimento MPL, quando fui procurado para ser suposto líder de um movimento revolucionário! Me procuraram aleatoriamente por que viram minha imagem do “anonymous” e minhas postagens das fotos do evento do MPL no meu perfil. Me acharam como um suposto “indignado”, sem saberem que sou de esquerda e não me oponho ao governo do PT, mas me oponho a violência da policia de Alckmin contra os manifestantes e também me oponho a qualquer ameaça contra a democracia. Ainda acredito que a política brasileira de lado a lado esta corrompida, indiferente aos partidos, mas isso deveria ser resolvido com uma ação de renovação da política através de processo eleitoral como ocorreu nas últimas eleições italianas. Dei corda e deixei eles escreverem, descobri que eles estão cooptando pessoas com diversos nomes de entidades e movimentos, buscando jovens para fazer estes atos. Justificando que o governo Dilma é corrupto e que é hora de se indignar e fazer uma revolução. Antes de entrar me fizeram uma pergunta. Se eu estava pronto para ser líder? Disse que sim, pra ver do que se tratava o grupo. Fui cadastrado na página após ter aceito o papel de “liderança”… dentro mensagens de ordem. Ou seja, eles estão cooptando com o pressuposto de incitar uma revolução, convidando as pessoas para uma suposta ação heroica. Chamam de “guerreiros”, falam em salvar a nação, luta contra corrupção, etc… Olhe o texto da postagem do rapaz que tentou me cooptar. Vou omitir o nome dele, chamando de anônimo: anônimo “Traçar os objetivos da Manifestação, os objetivos que são comuns a todas cidades e estados do Brasil. Recrutar os líderes das cidades com manifestação. Curtir • • Seguir publicação • há 7 horas” Olhe o texto dele In box, como me abordou: Anônimo “Manoel Neto, vc se sente pronto para ser líder dos manifesto? Importante uma resposta sua!” Após a resposta, me cadastrou no grupo. Este tipo de figura de direita, que esta articulando gente para as ruas. Eles pedem que as pessoas coloquem bandeiras do Brasil em seus perfis e recomendam que o movimento de rua mude o discurso do MPL para o foco contra a corrupção do PT. Até então, não tinha ideia com quem estava tratando. Apresentaram-se como pertencentes a organizações “sem nome”… após insistência me deram nomes de movimentos como “Basta Brasil” e “Brasil Bem Comum”. Logo em seguida ele se identificou, mas só após muita insistência: anônimo “somos da Curitiba Ativa, e organizadores do Dia do Basta E abrindo campo ainda…” Como todos dos movimentos sociais modernos sabem, o Dia do Basta, se valeu das mascaras dos anonymous e tentou forjar uma ação do grupo no Brasil, que de fato, não era do Anonymous (conforme nota do grupo original), mas sim, uma ação articulada pela direita. Tem a direita por trás disso… Até brincamos na época, que os ataques hackers que ocorreram no Brasil… eram os hackers da direita… O dia do Basta, tem PSDB e partidos de direita de Minas, São Paulo e Rio de Janeiro no comando… era uma tentativa de levantar o povo contra o PT, usando a associação ao mensalão, com atual governo, como motivo pra gerar revolta popular e a derrubada do governo. Eles é que estão infiltrados no movimento de rua do MPL e Revolta do Vinagre… e só se abriram comigo, porque se enganaram com a imagem que eu coloquei no meu perfil… assim que viram minhas opiniões, pararam de conversar comigo. OS FORTES INDÍCIOS SÃO PÚBLICOS, PODEM SER ENCONTRADOS NA INTERNET: Páginas sugerem um golpe militar contra o governo eleito de Dilma Roussef, com a alegação falsa da nação correr risco de um golpe comunista. A página Golpe Militar 2014, deixa claro, que pretendem dar um golpe, “preventivo” contra os comunistas: “#QueremosOsMilitares BOA NOITE IRMÃOS PATRIOTAS! Enquanto não chega “A HORA”, vamos visitar a página oficial do Exército Brasileiro no Facebook e deixar comentários positivos e de apoio nos posts, com a HASHTAG:” https://www.facebook.com/GolpeMilitar2014?ref=ts&fref=ts Alas radicais, que apoiam anonymous e Dia do Basta, ficam indignados com a participação da esquerda em protestos, demonstrando ódio a partidos, e no entanto defendendo políticos como Fleiciano. Isso fica evidente no depoimento do auto intitulado “Patriota”: http://www.youtube.com/watch?v=0tHVecOrJV0 Os vídeos, links e manifestos, fazem conexões entre as organizações, mostrando que são a mesma rede de relações: http://diadobasta.blogspot.com.br/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_Basta http://www.jornaldelondrina.com.br/mundo/conteudo.phtml?id=1295109 A ligação com o anonymous é evidente. A própria página do grupo noticiava o dia do basta. Foi retirada do ar, mas pode ainda ser vista a imagem do evento via link do Google, Anonymous e Dia do Basta: http://www.google.com.br/imgres?um=1&client=firefox-a&sa=N&rls=org.mozilla:pt-BR:official&hl=en&biw=939&bih=456&tbm=isch&tbnid=UU_joxRZ0y50mM:&imgrefurl=http://www.anonymousbrasil.com/politica/dia-do-basta-21-04-2012-protesto-contra-corrupcao-no-brasil/&docid=RNr2DxLdkxMyGM&imgurl=http://anonymousbrasil.com/wp-content/uploads/2012/04/Curitiba-Parana.jpg&w=620&h=465&ei=IbHBUZu1CrS30gGHtoCgCw&zoom=1&ved=1t:3588,r:3,s:0,i:89&iact=rc&page=1&tbnh=194&tbnw=245&start=0&ndsp=8&tx=151&ty=67 Uma líder do MPL em São Paulo me confirmou suas suspeitas. E em seguida me deram outro nome que surgiu por lá, um tal de “Mudança já”, que é no fundo a mesma coisa que os outros grupos. São dezenas de células, todas com o mesmo discurso. Na página deles consta a seguinte informação: “MOVIMENTO APARTIDÁRIO por uma gestão pública decente, educação e cidadania SOMOS APARTIDÁRIOS!” Como todos sabem, suprapartidário é democrático e livre, partidário tem lado, e apartidário, sem partido, é fascismo, portanto totalitarismo. Estamos tratando aqui de extrema direita. http://www.mjmudancaja.blogspot.com.br/p/causas-e-objetivo.html É o mesmo grupo, assim como os outros, que pedem o abaixo assinado de impeachment da Dilma, é só ver as imagens de fotos das pessoas com bandeiras do Brasil, fotos do Anonymous e seguir as conexões. http://www.avaaz.org/po/petition/Impeachment_da_Presidente_Dilma_1/?fxPYJdb&pv=21 Quem montou a petição e Rogério Teixeira (M. Brasil), notem que isso é a abreviatura de Muda Brasil. Mais uma das células. Tem página no facebook: https://www.facebook.com/SociedadeAlternativaBrasil Na mesma página, existem conteúdos de cunho religioso, como a frase do novo Papa, conclamando que o cristão precisa ser revolucionário: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=341284762668951&set=a.254647121332716.63259.254633061334122&type=1&theater Estranhamente, se fizermos as conexões, iremos acabar não apenas achando PSDB, partidos de direita, bem como ligações com a banca evangélica, representantes da igreja católica, evangélicos e políticos ligados a ditadura, entre outros, figuras como Bolsonaro, Feliciano, Alckmin, e até páginas conclamando o falecido Eneias… Esta tudo postado nas páginas citadas, é só entrar nos links, seguir membros e conexões externas. Existe um “nacionalismo”conservador, oculto, que pede mudança no Brasil via golpe militar, derrubada do PT, que na verdade quer dizer, ódio e xenofobia. https://www.facebook.com/ImpeachmentDilmaja Ou seja a razão que une estas pessoas é ódio a gays, negros, nordestinos, pobres, MST e programas sociais do PT em favor de pessoas carentes. Ou seja, quem se levanta alegando salvar o Brasil, odeia o povo brasileiro. O perfil típico dos envolvidos é classe média, branca, homem, de 16 até 45 anos, com ideias reacionárias, com maior concentração em Minas, Rio de Janeiro e São Paulo. O grupo pretende lutar contra corrupção, mas só aponta pro PT, e não cita mensalão do PSDB, nem outros escândalos nacionais. Nem a corrupção geral da política e da podridão que existe hoje no congresso. Então o movimento alega ser apartidário, mas só ataca um partido (?) Notem que a página do Anonymous que é enviada para incitar os ataques é composta por denuncias e dados que atingem exclusivamente nomes do PT e aliados. http://www.anonpaste.me/anonpaste2/index.php?495e80b2d6fc3424#maVpcox/PRjdCEV2kHSBDxYgs3wAOJBozrzqxyix5Ms= Como o movimento alega ser apartidário, se os ataques são exclusivamente contra a esquerda? Diversas Rach Tags levam a pedidos de luta contra corrupção e no meio divulga discursos contra a Dilma, contra comunistas e contra aliados do governo: #OGiganteAcordou #AcordaBrasil #BrasilMostraTuaCara #EstamosEmTodosOsLugares #Naocorrupcao #Manifestacoes #Protestos #Direitos #Brasil #QueremosDemocracia #Democracia #VemPraRua #AmanhãVaiSerMaior #BRevolution #CopadasManifestacoes #mudança O caso me sugere mais sério do que um simples levante desordenado… e o movimento do MPL não é o movimento que esta criando a desordem. É evidente a forma que estão agindo infiltrados. Como os agentes da Cia na derrubada de Salvador Guillermo Allende do governo do Chile em 1973. Eles devem ter milhares fazendo isso… juventude e comitês do PSDB? Partidos evangélicos, cristãos? Extrema direita? Neo nazistas? Quem mais? Aliados internacionais? http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/esportes/2013/04/24/SECRETARIO-GERAL-DA-FIFA-RECLAMA-DE-EXCESSO-DE-DEMOCRACIA-NO-BRASIL.htm O próprio MPL entrou em contato, me confirmando a suspeita de infiltração: “Oi Manoel, legal! Seu relato já havia chegado a mim por outras vias. Eu já suspeitava desde o princípio!” Carol Cruz (MPL- SP) Isso é o que esta ocorrendo no Brasil. Existe o movimento legitimo, que esta lidando apenas na pauta das tarifas de ônibus e existe o movimento golpista, que pretende derrubar a presidente Dilma. Tome cuidado com discurso nacionalista e apartidário neste momento, pois este discurso é orientado por extremistas que querem acabar com a participação popular. A única fala que interessa no momento é democracia e preservação do Estado de direito. Temos constituição! O movimento precisa ser pela legalidade! Manoel J de Souza Neto http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/relato-de-como-descobri-os-infiltrados-nos-movimentos-do-mpl-pelas-ruas-do-brasil-artigo/

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    Oscar Souza

    20/06/2013 - 23h19

    Rapais, faço parte do grupo Anonymous a 8 anos (Desde quase seu nascimento no 4chan) e nunca me fizeram uma proposta destas.

    Nem mesmo ações ousadas são tratadas desta forma, quem me dera o “recrutamento” de um lider.

    Se o que você fala fosse verdade, saberia que a regra numero 1 do Programa Anonymous é. NÃO EXISTEM LÌDERES

    Abraço

    Antonio Sanches

    21/06/2013 - 17h14

    Afonso,

    Tens toda razão, recebi mensagens de cunho extremista do perfil abaixo e logo em seguida exclui da minha rede pois não concordo com estes fascistas que usam a rede para promover o golpe:

    https://www.facebook.com/carlos.pinto.9028194?hc_location=stream

Marisa

19/06/2013 - 23h00

Rodrigo, Li ainda a pouco no CAf que a Folha divulgou hoje que a polícia teria prendido o rapaz, que é filho de um empresário da área de transporte em SP. Vc confirma? (Me recuso a ler Folha, mesmo no site…)

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Regina Braga

19/06/2013 - 22h38

Bombadão, o filho, do dono de uma Empresa de Transportes…deve ser amigo do Aético que veio ajudar o psdb de sampa…afinal, os tucanos daqui estão sem penas e sem siglas.Estão nús e lambendo as botas dos americanos…Tudo claro e transparente.Viva os Republicanos e sua majestade Sarah!

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    Oscar Souza

    20/06/2013 - 14h43

    Por isso não podemos permitir partidos políticos nas manifestações.

    Nem sabe do que fala, e já acusa outro partido que por sinal é tão mal vindo quanto qualquer outro nos manifestos.

    Quem tem a cabeça enraizada na política não consegue entender do que se trata, a vida não é feita de partidos como também não é feita de Futebol, mas é claro que quem solta um comentário destes não sabe de nada disso. certo?

Fabio Passos

19/06/2013 - 22h36

Nacionalismo de nacao subdesenvolvida como o Brasil e luta anti-imperialista.
E luta contra a ditadura capitalista.

O nacionalismo pernicioso e o das potencias imperialistas… exatamente o que e louvado pelos capachos entreguistas: A direita neoliberal, o PiG e sua militancia.

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Urbano

19/06/2013 - 22h27

E o bordão do panaca é tanto imbecil quanto fascista…

Responder

Cibele

19/06/2013 - 21h43

Tá bonito o Viomundo me censurando. Boniiiito….

Responder

    Conceição Lemes

    19/06/2013 - 22h04

    Cibele, o quê? abs

    Cibele

    19/06/2013 - 22h49

    Conceição, eu postei uma resposta ao assalariado que não foi, aí, mudei e foi. Me pareceu que algo estava errado com minha resposta. Foi isso. Abs.

    Cibele

    19/06/2013 - 22h54

    Desculpe, agora que vi, mas na hora não ficou visível a resposta. Por isso, pensei que não tinha sido aprovada. Por que isso acontece? A gente se confunde. Abs.

Zé Brasil

19/06/2013 - 20h40

Uma pergunta apenas: – o vândalo que comandou a depredação da Prefeitura já foi preso pela Polícia de São Paulo, SP?

Ou o “menino” estava somente extravasando sua raiva contra o mundo, “contra tudo que está aí” feito uma criança mimada e birrenta?

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Rose PE

19/06/2013 - 20h30

Já escrevi antes e vou repetir. A maioria dessa massa que protestava são os eleitores que votam há 20 anos no PSDB, a prova é o cartaz da Mooca.

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    Wander

    20/06/2013 - 12h41

    A Móoca é um bairro como outro qualquer de São Paulo, onde existem pessoas boas e outras nem tanto, não tente generalizar só porque o José Serra um dia viveu ali (e só aparece nas eleições).
    Neste teu pensamento, outros lugares que tiveram políticos como ACM, Sarney, Collor e Eduardo Campos são reácionários também?
    Melhore seus argumentos e deixe o preconceito de lado, com falácias não chegará longe.
    Igual ao povinho de Pernambuco que vota no Eduardo Campos…

Ingmar

19/06/2013 - 20h18

E esse vídeo?

http://www.youtube.com/watch?v=ZApBgNQgKPU

Responder

clodoaldo

19/06/2013 - 19h10

Não podemos nos esquecer que esses movimentos se tornaram tão robustos após a truculência da PM de São Paulo (PSDB), até ali era um movimento normal de reivindicações.
Quando a direita desceu o sarrafo nos manifestantes que pediam redução de passagens coletivas veio o maldito PIG falar em outras coisas e malharam os que não haviam batido em ninguém, puseram o Haddad no meio da bagunça do governo do Estado.

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wesley

19/06/2013 - 18h53

olha,na verdade este cara da foto por mais que ele colaborou para um momento de excitação onde ele parte pra cima,atira pedra.neste mesmo momento ele estava com as mãos de umas centenas de pessoas que tinham a mesma vontade porem não a mesma coragem ou oportunidade.vandalismo é destruir o patrimônio de pessoas que lutaram para conseguir realizar um sonho.Porem imagine seu prefeito chegando e vendo sua casa destruída,com certeza ele vai saber igual um cachorrinho ops fiz cagada….

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marcosomag

19/06/2013 - 18h14

Foi um trabalho sistemático, muito paciente da mídia que levou parte dos jovens a dizer e praticar sandices nas ruas. Venho alertando que o PT perdeu muitíssimas oportunidades de quebrar de vez a velha mídia, substituindo-a pela TV Brasil, jornais nas mãos de aliados e internet rápida. A semente do fascismo está dando uma arvorezinha agora. Devemos cortá-la já, antes que aconteça o pior.

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Renato

19/06/2013 - 17h26

Apenas complementando.

Prefeituras contra as paredes:
São Bernardo do Campo – PT
Osasco – PT
São Paulo – PT
Porto Alegre – PDT/PT

Ninguém pressiona o Governo do Estado de SP, PR.

A Copa do Mundo/Olimpiadas foram conquistadas pelo esforço do Lula. Existe gente jogando contra o PT.

As manifestações são contra o PT.
Dilma escuta o nosso apelo: Usa a prerrogativa que tu tens e entra no horário nobre em nossas TVs explicando as conquistas do governo do PT. Garanto que o movimento será esvaziado.

A quem interessa essa instabilidade democrática??? Relembro fatos de 64.

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mineiro

19/06/2013 - 17h11

o texto diz tudo , essas manifestaçoes vai servir de massa de manobra se esses malditos politicos da esquerda nao acordarem , se essa pres.nao acordar, o leite ja esta derramado. ja passou da hora do pt sair de cima do muro e ir para rua. se nao fizer isso a direita ja esta tomando frente e todo mundo sabe quando uma coisa começa pequena pode se tornar grande. cuidado pt e pres.dilma . o aviso ta dado.

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Messias Franca de Macedo

19/06/2013 - 17h10

“NUMDISSE?!” As mãos [sórdidas e] “invisíveis” da DIREITONA [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL desesperadas pelo desfecho do MENTIRÃO, acenam para o golpe, tentando – covarde e irresponsavelmente – macular a imagem do país no exterior, apostando no fracasso da Copa do Mundo, imaginando que o PIBinho tem que ser forjado “a qualquer custo”!… Patifes e capadócios golpistas/terroristas de meia tigela!…

AVISO AOS GOLPISTAS: a Síria não é aqui! Nem tampouco o Egito! Nem o Iraque!…Aqui ainda é a República de ‘Nois’ Bananas!…

UMA IMAGEM:
PARA OS DE BOA-FÉ E QUE, AINDA, ENXERGAM ALGUM TRAÇO DE ESPONTANEIDADE E CIVISMO nesses *”manifestamentes protestantementes protestos(!)”, lembrando o saudoso Odorico Paraguaçu – bom político – e militante (sic) – aquele!…

A IMAGEM FASCISTA: Torcedores desesperados com confusão são ajudados por policiais em Fortaleza
http://copadomundo.uol.com.br/album/2013/06/19/protestos-em-fortaleza-antes-de-brasil-x-mexico.htm?abrefoto=60

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Adalberto

19/06/2013 - 16h55

Enquanto isso: Brazola 1 X 0 Tequila

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Rafael

19/06/2013 - 15h21

Pesquise esta frase no google: “Polícia de SP identifica e procura manifestante que atacou Prefeitura”
Identificado como Tiago, ele está sendo procurado pela polícia, que já esteve casa dele.
Na página do movimento anarquista ‘Black Block RJ’, um comunicado afirma que o grupo não tem relação com os atos de vandalismo ocorridos na prefeitura de São Paulo nesta terça-feira. De acordo com o comunicado, o rapaz de branco fotografado quebrando as vidraças do prédio é identificado como Tiago Ciro Tadeu Faria, e seria o mesmo que rasgou os votos da apuração das escolas de samba no carnaval paulista em 2012.
Nas redes, os internautas também se mobilizaram para identificar o rapaz que aparece em várias fotos de jornais.

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Renato

19/06/2013 - 15h16

Está tudo muito bem, muito bom. Mas quando vamos voltar a vida normal?

Pois esses manifestos não vai dar em nada. São feitos por Patricinhas e Mauricinhos. Vai passar 1 Mês ou 2 Meses e a vida volta ao normal.

Para aquilo que se prometeu fazer, as manifestações fizeram um “ótimo papel”, a popularidade de Dilma está caindo.

Cade a Dilma, para chegar na Tv e comentar os seguintes feitos do governo do PT:
-Pagamento completo da Dívida Externa (Década de 80, isso era um horror)
-Ensino Superior Universalizado(Cada vez mais pessoas estudam nas Universidades)
-Brasil vivendo pleno emprego.(Desemprego Brasil 5% Espanha 20%)
-Passagens Aereas universalizadas(Cada vez mais pessoas viajam de avião)
-Migrações do Norte para Sul em queda.
-Queda na taxa básica de juros.
-Maior Desonerações Tributárias com crescimento recorde da Arrecadação.

Se eu tivesse que comentar os feitos gastaria uma página inteira.

No lugar da Dilma, teria usado a prerrogativa que tenho de interromper a cadeia de TV, para relatar os feitos do governo. Pois para mim essas manifestações não vem do PT e do trabalhador, mas sim da esquerda radical e dos filhinhos de papai.

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Rafael

19/06/2013 - 14h30

Esse vândalo bombadão parece mesmo um fascista provocador infiltrado no movimento da cidadania. Será que a polícia, o Ministério Público e a Imprensa (tanto PIG quanto Alternativa) tentarão encontrá-lo e identificá-lo? Afinal ele é um grande perigo social para qualquer pessoa em qualquer lugar. Será que tem alguma ligação com esse vídeo que encontrei na internet, de policiais sorrateiramente tirando as fardas e vestindo trajes civis no escurinho de uma avenida e que ao notarem estar sendo filmados saíram em perseguição aos “filmadores”? Veja e reflita: http://www.youtube.com/watch?v=YwkDcJnSgX0

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Avenger

19/06/2013 - 13h56

Descobriram a identidade do bombado de camisa branca. O cara é o Personal Terrorist do Alckmin.

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José Eduardo

19/06/2013 - 13h56

Com a depredação da prefeitura ontem ficou provado que parte dos jovens de classe média alta que desqualificam a política e vão para o quebra-quebra atuam sob inspiração claramente fascista. É preciso que os sindicatos se mobilizem para neutralizar essa gente. Até porque estudante não tem força para isso. E o MPL não pode se permitir ficar refém desse discurso de extrema-direita, caminho certo para o golpe contra a democracia. Manifestante legítimo não fica gritando “foda-se o Brasil” e não queima nossa bandeira, ora bolas! Esse ovo da serpente tem que ser esmagado o quanto antes! Fica o alerta às esquerdas, aos movimentos populares e aos sindicatos.

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Edno Lima

19/06/2013 - 13h53

Os blogueiros chapa-branca estão aturdidos. PHA vocifera: tudo culpa do Globo; ela tem copa das confederações, copa do mundo, fórmula um, jornal nacional, Fernanda Montenegro, Lima Duarte, Ronaldo Fenômeno, Thiaguinho, Avenida Brasil, Saramandaia e eu não tenho nada! Delirou, exultou, teve orgásmos múltiplos quando tentaram invadir palácio dos bandeirantes, mas calou, emudeceu o bico, murchou quando tentaram invadir a prefeitura.
O Rodrigo Vianna está caducanto(quando o sujeito começa a dialogar com próprios botões é porque a coisa está ficando feia). Ele acha que nao se pode ter bons serviços com baixos tributos, mas concorda péssimos serviços prestados pelos entes federativos brasileiros, mesmo que pagando altos tributos.
Teve um que, tentando pegar carona no movimento, disse que iria fazer uma limonada e o máximo que produziu foi uma jarra de urina (teve que sair ás pressas pra não levar um cascudo)
O aturdimento é em razão de os blgueiros julgarem que somente o PT, MST, UNE,sindicatos e o restante da curriola teriam cacife pra colocar gente na rua (nunca tiveram esse poder) e foram surpreendidos pelo alijamento de toda essa corja mamadora, tal qual Eike Batista, das tetas do governo petista. Quanto ao “A esquerda organizada, hoje tive certeza, precisa disputar as ruas. Lula precisa reaparecer e botar o bloco na rua”
, já era Rodrigo. Quem for pra rua com bandirinha do PT vai levar pau!!!

Responder

    Alexandre Aguiar

    19/06/2013 - 15h00

    Muito curiosa essa análise de cozinheiro de movimento Miojo.
    Você precisa frequentar mais aulas de História, filho. Aliás, provavelmente deve ter faltado a todas elas.

    Edno Lima

    19/06/2013 - 17h09

    É verdade, nunca dei muita importância às aulas de história (pra mim elas eram dispensáveis); havia coisas mais importantes para estudar. Sempre dei mais atenção a português, física, química e matemática .Do segundo grau em passei a ter preferência pelas disciplinas das áreas técnicas e fiz a escolha certa. Aliás, o que história e miojo têm a ver com as manifestações? Ou vc acha que petista não come miojo?

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 15h39

    Edno

    Você apoia a quebradeira e o discurso de “sem ideologia”, “sem partido”, “sem impostos”, contra o Brasil e violência generalizada?

    Maria Izabel L Silva

    19/06/2013 - 18h24

    Nazista safado. Va cagar no seu terreiro por que aqui so tem gente de bem e ninguem aguenta o seu fedor …

Avenger

19/06/2013 - 13h40

O cara bombado de camisa branca e coturno militar é policial militar do Alckmim e trabalha infiltrado. Vamos ver se a polícia deste governador fascista vai investigar alguma coisa.

Responder

    José Eduardo

    19/06/2013 - 14h00

    Também acho que o agitador da foto é tira. Cadê o “cioso” Ministério Público de SP? Cadê a PF do proto-tucano Zé Cardozo?

Luiz H

19/06/2013 - 13h37

Recordar é viver:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Atentado_do_Riocentro

Responder

Luiz H

19/06/2013 - 13h23

Não sei se é P2 (polícia) ou se é S2 (forças armadas) mas estou sentindo um cheiro assustador de Riocentro. Lideranças, alerta máximo.

Responder

xacal

19/06/2013 - 13h15

Máquina do tempo!

Do Die Welt:

“Extra, extra, extra: Solidariedade internacionalista faz operários e trabalhadores alemães entrarem em greve e suspenderem hostilidades contra a URSS”.

Do Pravda:

“Camarada Stálin enfrenta os Sovietes que se negam a marchar contra Berlim”.

The Guardian:

“Churchill diz: trabalhadores, uni-vos contra a guerra!”.

The NYC

“Roosevelt passeia tranquilo em suas férias de verão em Peral Harbor e recebe homenagem da colônia japonesa”

Responder

xacal

19/06/2013 - 13h10

Engraçado são os “jênios”, uns de fraldas, outros nem tanto, a exortar sentimentos de nacionalidade, ou de identidade nacional, como se significassem valores avessos a uma agenda progressistas, deixando um dos únicos motes de bandeja para a direita reacionária, igualzinho a 64…

Eu creio que a História, dentre tantas outras coisas, tema função de nos ensinar a cometer erros novos, mas jamais repetir os antigos.

Foi este sentimento anti-nacional que capturou boa parte da base social de apoio de Jango, aterrorizada com os boatos de desnacionalização, invasão estrangeira e entrega do país.

Eu pergunto de novo, porque nenhum dos “jênios” respondeu:

Como fazer um país mais justo, equânime, com justiça social sem um sentimento de coesão nacional forte?

Como defender nossas riquezas e recursos?

Putz, eu se fosse este pessoal pedia ao Google e ao Feicebquistão para entregar logo todos os dados ao FBI, e pedia nacionalidade estadunidense…

É o câncer troskista, foram fazer a revolução internacional, tomaram uma picaretada de um picareta, e deixaram o país para os sacripantas do politburo, destroçando todo esforço feito até então!

Responder

Yacov

19/06/2013 - 13h00

Esse rapaz da camiseta branca feroz e alucinado é o namorado abandonado do Pastor FELICIÂNUS, que resolveu deixar a boiolice e virar macho de uma hora para outra… Ó, têmpora!! Ó, Mores !!

ANOS tuKKKânus LEWINSKYânus NUNCA MAIS !!! NO PASSARÁN !! VIVA GENOÍNO !! VIVA ZÈ DIRCEU !! VIVA A LIBERDADE, A DEMOCRACIA E A LEGALIDADE !! VIVA LULA !! VIVA DILMA !! VIVA O PT !! VIVA O BRASIL SOBERANO !! LIBERDADE PARA BRADLEY MANNING JÀ !! FORA YOANI !! ABAIXO A DITADURA DO STF gloBBBobalizado!! ABAIXO A GRANDE MÍDIA EMPRESARIAL & SEUS LACAIOS e ASSECLAS !! CPI DA PRIVATARIA TUCANA, JÁ !! LEI DE MÍDIAS, JÁ !! “O BRASIL PARA TODOS não passa na gLOBo – O que passa na gloBO é um braZil-Zil-Zil para TOLOS”

Responder

Carlos N Mendes

19/06/2013 - 12h56

No ano passado, comentei em algum artigo do site do PHA que essa coisa incrivemente comum na boca de milhares de pessoas – “político não presta” – era o ovo da serpente. Por trás dessa frase, existe a ideia se diminuir a política a uma “não-necessidade”. Só existe duas correntes ideológicas que pregam o fim da política – a anarquia, que pressupõe que cada ser humano tem dentro de si a capacidade de saber seu lugar na sociedade e quando e onde fazer o quê para o bem comum; e o facismo, que acredita na centralização da autoridade, de onde emana toda a ordem. Como quase ninguém conhece a primeira e, mesmo que conhecesse, saberia que ela é impraticável, resta que TODOS que pregaram e pregam que “político não presta” são facistas. E conseguiram enfiar essa peçonha na cabeça de uma quantidade impressionantemente enorme de pessoas. Se querem os petistas exilados, o Congresso fechado e os militares de volta, só saberemos com o passar do tempo. Mas de minha parte, digo que não pretendo pagar para ver.

Responder

Leal

19/06/2013 - 12h41

As 4 estapas da revolução comunista:
1) Desmoralização (Ataque a religião: substituindo-a por vários cultos e seitas, desviando as pessoas de uma fé congregadora por uma dispersora. Ataque a educação: retirando coisas construitvas e eficientes próprias das matérias ensinadas (seja matemática, linguagem, biologia) substituindo-as por discursos como luta de classes, aquecimento global, reforma agrária, comida saudável. Vida social: substituição de instituições estabelecidas e naturais por instituições fajutas e burocratizadas, ou seja, em vez de conversar com familiares e amigos as pessoas vão frequentar psicólogos e terapeutas. Estrutura de poder: substituição de representantes eleitos pelo povo por organizações artificais não eleitas pelo povo, como as FARC, o MST, as ONGs e os diretores de mídia (no caso da imprensa, tem o agravante de que os diretores incentivam a mediocridade dos jornalistas para que ninguém seja demitido e ninguém seja promovido a ponto de rivalizar com eles os diretores, mantendo tudo sob controle, perpetuando esse poder não eleito e difundindo o jornalismo preguiçoso). Ligado a mídia vem a propaganda com inversão de valores, os policiais são retratados como babacas comedores de rosquinhas nos filmes ou como corruptos e abusivos que exageram na violência, o herói é um bandido incompreendido com um passado sombrio ou um mascarado que não quer a responsabilidade de seus atos, o comandante do exército é um paranóico que só pensa em bombardear o inimigo (isso tudo é intensão da mídia (jornalismo/entretenimento)).

2) Desestabilização (desetabilização econômica, legislativa, militar e social (briga entre vizinhos, briga entre professores e alunos e entre marido e mulher são multiplicadas e propagandeadas pela mídia)).

3) Crise (as instituições fajutas criadas na etapa 1, aqui coemçam a exigir poder e, se não obtiverem, pegam à força, por exemplo, invasão de terras pelo MST). A sociedade está desmoronando.

4) Normalização (nesta etapa os planejadores da revolução eliminam todos os “funcionários” das 3 etapas anteriores.

———
Ou seja, essa bagunça a que se refere o texto interessa aos comunistas, não aos conservadores.

Responder

    Alexandre Aguiar

    19/06/2013 - 12h54

    Leal, por acaso você estava de camisa branca ontem, ou não? Só pra saber.

    xacal

    19/06/2013 - 12h55

    Putz, eu só posso dar risada, a neda mais…

    Nelson

    19/06/2013 - 14h21

    Sem dúvida, um discípulo perfeito do Olavo de Carvalho.

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 15h48

    Leal ao reacionarismo. Leal ao conservadorismo. Leal a ignorância. Leal a mentira. Leal ao ódio. Leal ao lixo franquista. leal ao fascismo. Parabéns Leal, você realmente prova que oportunistas estão se levantando de suas tumbas infectas para reviver a violência, o preconceito, o machismo, a intolerância de novo, como com Escrivá e sua OPUS DEI, com os integralistas ou os militares e a grande mídia associada ao capital estrangeiro que fuzilou o Brasil e América Latina anos atrás. Mostre sua cara e diga em quem você vai votar, e confesse sua sanha predadora e anti-democrática.

    Mário SF Alves

    19/06/2013 - 15h50

    Leal,
    Leal a quem? Leal ou Olaveal? Olaveal = híbrido de Olavo de Carvalho com Leal.

    Marcelo

    19/06/2013 - 18h56

    Seu texto foi perfeito e deixou bem claro o verdadeiro problema do Brasil , falta educação . Sem educação ficaremos restritos a opiniões sem embasamento , conteúdo ou mesmo lógica e nesse aspecto seu texto foi um retrato fiel da escravidão que a ignorância é capaz de gerar .Parabéns .

Davi T.

19/06/2013 - 12h41

Ah ta, então você está se queixando de que o seu PT não pode instrumentalizar o movimento com as suas bandeiras e o seu apoio do PMDB e que se você não é lulista, você acabará por se tornar neonazista.

É isso mesmo? Desse jeito!? Estreito heim!

Responder

Djijo

19/06/2013 - 12h30

Agora os neonazistas entram em ação.

Responder

Leo V

19/06/2013 - 12h21

Do Brasil de Fato

Os perigos da “pátria amada”

Estamos preocupados com o rumo que esse levante popular pode tomar e com a associação dele a um discurso midiático vazio

Camila Petroni e Débora Lessa,

O intuito da pequena reflexão que segue não é desmoralizar os atos ocorridos em diversas cidades brasileiras, que começaram contra o aumento das tarifas de transportes públicos, no início de junho, e, hoje, apresentam “pautas” variadas. É justamente a pulverização dessas motivações que nos preocupam. Quais são os motivos da luta mesmo?

Na página virtual (Facebook) do Quinto Ato, marcado para o dia 17 de Junho e com mais de 240 mil pessoas com presença confirmada (já esperando os ataques bárbaros da Polícia), as enquetes conseguem fazer qualquer queixo que se preze cair. Em uma delas, que perguntava qual bandeira deve-se levantar após a baixa dos preços das passagens (se houver), algumas das propostas colocadas como motivo de mobilização (mesmo que não muito votadas) são: cancelamento da Copa do Mundo 2014 (um tiro no pé, com todo o investimento já feito), Reforma Política (que reforma?), Segurança (mais PM nas ruas?), Diminuição da maioridade penal (sem comentários), Fim do Funk (projeto higienista manda um “Oi!”), a favor do Estatuto do Nascituro (sem comentários, de novo), CCC – Campanha Corruptos na Cadeia (não tinha um nome melhor? Quase um CCC – Comando de Caça aos Comunistas – de 1964), dentre outras propostas que preferimos não imaginar o que aconteceria caso ganhassem força.

Se por um lado, a heterogeneidade de propostas e a falta de uma liderança nos movimentos representa a possibilidade de uma relação horizontal entre os sujeitos; por outro, a falta de direcionamentos aponta para o risco de causas conservadoras se tornarem as principais do movimento agora sem nome. Não consideramos o quadro atual da manifestação como anárquico, classificação feita em algumas análises, mas como preocupante, nesse sentido.

Outro ponto bastante incômodo em relação às pessoas se organizando para o ato (e a fim de formar um movimento – longe de estar unificado), é o (perigoso) nacionalismo proposto por boa parte dos manifestantes, e presente principalmente na ideia de entoarem o Hino Nacional em coro. Em uma enquete, feita também na página de organização do ato da segunda-feira (17), a maioria esmagadora era a favor de que cantassem o Hino em massa. A verdade é que sentimentos ufanistas assustam, sobretudo por sabermos, historicamente, que nunca geraram bons frutos. Estudos apontam que o ideário nacionalista brasileiro, em sua trajetória, poucas vezes chegou às classes populares (por que será?), pertencendo aos militares. Um comentário bastante sensato feito na mesma enquete, colocou que o “hino é um instrumento que forja uma falsa unidade nacional”. Se a mundialização do capital está posta, a necessidade da mundialização da luta é latente. Para isso, nada de bandeiras do Brasil em volta de nossos corpos, nada de “pátria amada, idolatrada”.

É batido, mas Marx já justificara por A + B que “os operários não têm pátria” e, por mais que devamos lutar pelas condições horrendas as quais nos coloca o capitalismo, isso não tem a ver com o “orgulho de ser brasileiro”, mas com o orgulho de sermos humanos.

E aqui nasce uma nova preocupação: até ontem pairava no ar um espectro do oportunismo da “grande” mídia, que, aparentemente, pareceu ter sido desmistificado com as recentes publicações da Globo e seus atores com olhos pintados fazendo uma alusão à jornalista acertada covardemente com uma bala de borracha no olho, depois nos deparamos com um link a ser compartilhado nas redes sociais que trazia dicas de “Moda para protesto, roupa de guerra” – a estilista pop global, Gloria Kalil, já havia soltado no site dela opções de roupas (sic!) para ir ao ato. Agora, qualquer dúvida que ainda tínhamos sobre um possível oportunismo ficou clara ao nos depararmos com – o sempre tão incisivo – Arnaldo Jabor voltando atrás em relação a quando deslegitimizou as primeiras manifestações comparando-as com ações do PCC, vitimizando os policiais e ressaltando a ignorância política dos manifestantes. Ele se redime e depois compara o movimento ascendente com o, exaltado pela própria Globo, Caras Pintadas (o movimento pode ter se originado de uma indignação, mas logo foi absorvido pela maior rede de TV do Brasil… Ah! A mesma emissora que ajudou na eleição do Collor). Daqui a pouco, veremos propagandas de refrigerantes convocando o Brasil pras ruas, presenciado o maior “jogo” já visto… A arte de mercantilizar a revolução.

Pra não dizer que não falamos dos espinhos, ter os povos nas ruas, em massa, não é sempre sinal de mudança popular. Em 1964, os setores conservadores da sociedade tremeram com a “ameaça comunista” (ainda com Jango no poder), que representava, na verdade, uma “ameaça” à propriedade privada e foram às ruas, em meio milhão de pessoas, com a Marcha da Família com Deus pela Liberdade. Dias depois, instaurada a Ditadura Militar, um milhão de pessoas marcaram presença na Marcha da Vitória, comemorando o início de duas das piores décadas que já vivemos. Estamos preocupados com o rumo que esse levante popular pode tomar e com a associação dele a um discurso midiático vazio.

Não queremos ver uma marcha à la TFP, com pessoas vestidas de branco, cantando o hino e levantando bandeiras com os dizeres “Cansei”. Precisamos de sujeitos engajados em uma luta comprometida com os movimentos sociais e populares, aliados aos anseios dos trabalhadores!

Reiteramos, mais uma vez, nosso ânimo e contentamento em viver tudo isso, mas mantenhamos os pés no chão para não defendermos um discurso uníssono no qual o senso comum pode se misturar com o que deveria ser um discurso crítico e de esquerda.

Camila Petroni é historiadora pela PUC-SP, Assistente Editorial e mestranda em História Social pela PUC-SP. Lattes:http://lattes.cnpq.br/371694913814605

Débora Lessa é socióloga pela PUC-SP, Professora de Sociologia e mestranda em Ciência Política pela PUC-SP. Lattes:http://lattes.cnpq.br/2369964242733352

Responder

    xacal

    19/06/2013 - 12h58

    Hu-hum, de 1939 até 45 eu vi os sindicatos alemães e russos confraternizando os operários!!!

    Estupros em Stalingrado, estupros em massa em Berlim.

    A coisa mais próxima que tivemos de “solidariedade” entre os dois povos foi o tratado de não-agressão entre Hitler e Stálin…

    Operário sem pátria, sei, sei…

    Leo V

    19/06/2013 - 14h48

    Para você ver a que ponto se chega quando o nacionalismo entra na esquerda ou na classe trabalhadora: estupros!

Mário SF Alves

19/06/2013 - 12h08

Diz o texto:

“Nas ruas há uma mistura: ultra-esquerda, nova esquerda, indignados em geral e, infelizmente, também há o velho lúmpen que pode virar – fácil, fácil – caldo de cultura para uma saída autoritária.”
______________________________

Pergunto: e não haveria ali representantes de uma esquerda não-ortodoxa?
___________________________________
Afinal, a luta pela consolidação da Democracia no Brasil é luta inglória, utópica ou mero instrumento de manipulação das massas, servindo tanto à esquerda como à direita e à extrema direita? Será que a esquerda tradicional ainda realmente desacredita disso?

Responder

eunice

19/06/2013 - 11h53

1) Favor me enviar um número de conta para contribuir.
2) Perdi o número anterior da Barão de Itararé.
3) Quero contribuir diretamente na conta e sem o pagoseguro.Idosos nãoa pegam novas tecnologias.
4) se alguém puder colocar a conta ou orientar.
5) o Viomundo não tem falecomigo.Ruim!

Responder

    Ted Tarantula

    19/06/2013 - 13h16

    minha conta serve?

eunice

19/06/2013 - 11h33

Faz 20 ( vinte) anos que detectei essa conversa fiada de alguns jornalistas do PIG contra a bandeira nacional, o hino nacional, e a tentativa de associar o patriotismo ( do qual debochavam demais à época) ao nacional-socialismo de hitler, sabendo-se que nada tinha a haver um com o outro. Após esta parada ficamos ainda mais espertos.

Responder

Carlos Figueiredo

19/06/2013 - 11h26

Uma farda não cabe como uma luva na figura deste “rapaz”?

Responder

Carlos

19/06/2013 - 11h16

Presidenta Dilma e PT,

Acordem!! Coloquem a máquina estatal (PF, Forças Armada e Abin), a serviço da Democracia e da República. Espalhem agentes e escutas. Descubram quem está organizando o golpe, e, em cadeia nacional de rádio e TV, exponha as vísceras das “bestas feras” que tramam, na surdina, o golpe. Casse as concessões de comunicação dos envolvidos e prenda os conspiradores.

Demita imediatamente os Ministros da Justiça e da Comunicação.

Ainda há tempo!!

Responder

Leal

19/06/2013 - 11h07

Esta matéria peca no trecho “Um Brasil fraco, um Estado nacional sob ataque, não será capaz de melhorar a vida do povo. Isso interessa para os conservadores e para seus aliados nos Estados Unidos”. A bagunça generalizada não interessa aos conservadores, que são dedicados à ordem e ao progresso. A bagunça está a serviço de quem quer trocar o capitalismo pelo comunismo, é só ver como os países comunistas se tornaram comunistas. Foi uma armação de agentes, que usou o povo para alienar o país, deixar todo mundo confuso, e a partir daí estes agentes despontarem como salvadores da pátria.

Como se a História não fosse suficiente, essa tática comunista de implantar a desordem e a consfusão é muito bem conhecida por qualquer um que lê coisas para além da grande mídia. Infelizmente a imprensa brasileira é apenas auto-referente, jornalistas leem a si mesmos e repetem as mesmas bobagens sem parar. Sem parar para analisar a verossimilhança, a coerência e a verdade do que eles não conseguem enxergar.

Responder

    xacal

    19/06/2013 - 13h39

    Ordem e estabilidade…sei, sei…que o digam iraquianos, afegãos e outros povos das adjacências…O legado conservador do tea party por lá é um sucesso.

    Alias, desde a década de 10 que a Ku Klux Klan se dedica, firmemente, a manter a “ordem” no sul dos EEUU.

    A bomba do Riocentro é o nosso exemplo de apego dos conservadores a lei e a ordem…

    Santo deus, de onde saiu este tipo?

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 15h54

    Saiu do integralismo, e das hordas que seguem a OPUS DEI de SP. O ódio pulsa pela tomada à força do poder. Se puder estuprar assim o fará e dirá que foi em defesa do país contra os comunistas. Invadirá casas, torturará pessoas por pensarem diferente e assassinará outros tantos e ao final dirá que fez pelo país que corria perigo. Ainda dirá que os crimes foram cometidos pelos “comunistas” que devem ser trancafiados, se sobreviverem. Saiu de filme que conhecemos em memória não tão distante. O discurso é mesmo. O cheiro também.

    Mário SF Alves

    19/06/2013 - 17h48

    Xacal,
    Gostei mais da resposta do que da pergunta. Nada… tô só de bobeira, uma não teria existido sem a outra.
    ________________________________
    E aí, vamos ou não vamos conseguir consolidar a Democracia no Brasil?
    ________________________________________

    Francisco Weffort já dizia disso desde a década de 80. Foi o que ele chamou de Dilemas da Consolidação da Democracia no Brasil.

Julio Silveira

19/06/2013 - 11h00

Vi a cena na TV, e francamente achei aquele cara, e todo o grupo que estava com ele, muito suspeitos. Cabelo bem cortado, ao estilo militar, musculosos. Acredito mais que eram agentes infiltrados para tocar rebu. Eram muito vaca braba para não estarem condicionados. Só mesmo quem não conhece o estilo poderia acreditar que aqueles elementos poderiam ser Punks, sequer Skim Reds eram, para mim eram militares. Pena que não identificaram os elementos se é que era esse o interesse.

Responder

Maria Izabel L Silva

19/06/2013 - 10h57

Esse movimento nunca me empolgou nem nunca me enganou. Soltaram as feras e não deixaram a policia agir. Aqui mesmo, foi uma grita geral contra a policia. Só tinha “santinho” no movimento e a policia era o demônio solto nas ruas. A policia se aquartelou e não vai mais sair. Deixam os fascistas agirem livremente contra o Estado, contra as pessoas e contra as instituições. A TV Globo apoia. Ontem me comoveu um grupo de manifestantes que se colocou entre os fascistas e a prefeitura, querendo evitar a invasão do prédio. Era um grupo pequeno, anônimo, enfrentando os baderneiros com uma coragem impressionante. Ali estavam expostos a todo tipo de agressão. E mesmo assim, se mantiveram firmes. No Rio não houve um grupo assim quando a Alerj foi atacada. Milhares de manifestantes assistiram e tudo passivamente…

Responder

Romanelli

19/06/2013 - 10h43

desculpe o retorno, mas é que eu quero ajudar a turma a pensar e agir, e a falar e prometer menos, claro

O MOMENTO exige medidas DRÁSTICAS e definitivas, NADA de remendos nem de puxadinhos

Pra mim, a unica forma de se colher um proveito disso tudo é a Prefeitura ir mundo além do que o movimento sonha.

O tempo é de NOVAS CONCESSÕES.

NÃO faz sentido a população ter que dar LUCRO pra empresário sovina montado num esquema NADA transparente ..LUCRO gerado de monopólio e em serviço essencial, diga-se.

Dizer que o buraco subsidiado é de R$ 1,6 bi/ano não resolve ..a população quer saber de quanto é devido ao ônibus, quanto ao metro e/ou ao modelo hibrido que se criou – o bilhete QUASE unico – …mais ainda..

de quanto disso tudo vai pro bolso do empresário na forma de LUCRO ? e talvez na de partidos entubados em CAIXA 2 ..lucro que se o sistema tivesse que ser estatizado desaparecia.

Portanto, pro momento, além de incentivos do tipo redução de tributos sobre a MO e óleo DIESEL, pra mim seria sensato aproveitarmos o momento em que não há quebra de contrato para então re-ESTATIZARMOS O SISTEMA.

e aí, quem vai querer pegar o gato pelo rabo ?

Sem duvida, se bem desenhado, com isso jogaríamos a passagem pra MUITO abaixo dos R$ 2,50, não duvidem ..ainda mais se abatermos os impostos Estaduais ..aí que a tarifa poderia ficar mesmo perto dos R$ 2,0 ..e sem precisar ser SUBSIDIADO ..bastando aqui ser administrado com seriedade, sem desvios nem ROUBALHEIRA

PROPOSTA final – pra se diminuir a BAGUNÇA, pra se GARANTIR a segurança e direito de todos, tem que haver um acordo e BOA VONTADE de ambos ..a garotada é garantido que faça protesto livre nas praças (Anhangabau, Sé, Patriarca por exemplo), porém SEM MASCARAS, mostrando a cara, e sem parar ruas e avenidas

e quanto policia, ela que deixe de ser BIPOLAR, que faça menos arruaça e que trabalhe pro bem da sociedade que lhe paga ..que pare de tocaiar e agredir, e passe a proteger os manifestantes destes LADRÕES saqueadores também

Responder

Indio Tupi

19/06/2013 - 10h40

Daqui do Alto Xingu, os índios recordam Santayana, para quem “Aqueles que não se lembram do passado estão condenados e revivê-lo” e, em vista disso postam a seguinte mensagem:

“”Anarquismo: Ante-sala do fascismo

O esquema liberal-conservador de interpretação da sociedade é tripolar e tem por conta a “realidade precária” de um sistema institucional constantemente ameaçado. A realidade material do homem – seu trabalho para satisfazer suas necessidades – não aparece no conceito conservador da realidade.

O sistema institucional – que inclui o sistema de propriedade – é considerado como o árbitro inapelável de organização desse mundo material; este não pode ser enfrentado na vigência do sistema institucional. Para o pensamento conservador, o mundo material não é inexistente, mas secundário e irrelevante.

Vinculada à precariedade da ordem aparece, em termos de uma empiria idealizada, o caos; e vinculada à realidade institucional, que se opõe à precariedade, aparece o sistema institucional em sua perfeição. No caso do pensamento neoliberal, essa perfeição é o modelo do equilíbrio e da competição perfeitos.

Já o pensamento anarquista é bipolar, no qual o centro da realidade empírica é a realidade material de trabalho para a satisfação das necessidades, subjugadas pelo sistema institucional, em particular o sistema de propriedade e o Estado. Assim, a realidade do pensamento anarquista é uma realidade subjugada; o sistema institucional somente serve para explorar o trabalhador e condená-lo à miséria.

No que no pensamento conservador é o “nomos” que se legitima e sacraliza, no pensamento anarquista é o meio de subjugação da vida real e material. Dado que a vida material não é livre, não há nenhuma liberdade; a realidade subjugada do pensamento anarquista é uma realidade de miséria e sem liberdade.

O problema já não é o do caos que ameace a realidade a partir de fora, como crê o conservador, mas da realidade mesma, que é catastrófica, miserável e escravizante. Para o anarquista, o mal não é uma ameaça que se apresente contra a precariedade da ordem legítima, senão que está na raiz dessa ordem e, portanto, ela é ilegítima.

Por isso o enfoque anarquista é bipolar: a realidade presente é a de uma ordem de escravidão, enquanto que a ordem da liberdade é algo por se fazer. Realidade atual depravada e realidade futura libertada são os dois pólos. A realidade presente é catastrófica e depravada porque não há trabalho permanente, os salários são baixos, a jornada de trabalho é esgotante, o desprezo dos capitalistas pelos trabalhadores é irritante, e chocante o luxo, a abundância e o desperdício de que desfrutam, sem agregarem nada de socialmente útil, a não ser às custas dos trabalhadores.

Toda a realidade está dominada por esse novo senhor, o capital, que está por trás de todos os fenômenos da exploração. Trata-se de uma personagem anônima que corresponde ao que a teoria neoclássica chama “o mercado”, e que agora é vista como senhor opressor. O que oprime é uma estrutura social denominada capitalismo que forma os homens, divide-os em dominadores e dominados e os leva à confrontação.

O senhorio do capital nasce do direito da propriedade privada, onde se encontra a origem do conflito de todos contra todos e que permite aos proprietários concentrarem os frutos da força de trabalho explorada. Por trás do capital está, portanto, a origem do problema: a propriedade privada. Enquanto instituição, ela permite a subjugação do homem e sua escravidão assalariada.

A origem da propriedade privada remonta à pilhagem das terras comunitárias, seja como resultado de conflitos tribais, da acumulação de riquezas pelo capital mercantil que despojou de suas terras camponeses e senhores feudais, e das riquezas pilhadas pelas conquistas coloniais da Ásia, da África e da América Latina, com o que os conquistadores legitimaram sua propriedade e impulsionaram o capitalismo nascente, sob o amparo da força, motivo pelo qual essa instituição não tem legitimidade.

Para o anarquismo, a propriedade privada está na origem do Estado, pois o direito de propriedade cria também a necessidade do Estado pelo fato de que dá origem às desigualdades sociais, terreno fértil para todos os tipos de crimes. Os governantes são necessários unicamente sob um sistema de desigualdade econômica. Da desigualdade social derivam a autoridade e o Estado.

Entregue toda a sociedade ao capital e à sua acumulação, aparecem a lei e a moral burguesa para defender o proprietário do que ele considera crime, e que não é mais do que o resultado da desigualdade social criada pela propriedade privada. O Estado se faz, então, necessário para defender essas leis e moral burguesas. O homem é integralmente um escravo: escravo do capital e do Estado.

A alternativa anarquista é pela liberdade absoluta, negando toda autoridade e a condição de ser escravo de alguém. É uma alternativa tão polarizada e tão maniqueísta como no caso da teoria conservadora ou neoliberal, mas adquire uma forma inversa.

Para a teoria conservadora ou neoliberal, a liberdade é a afirmação da autoridade; para o anarquista, a autoridade é o conjunto da propriedade privada e do Estado, motivo pelo qual considera a liberdade liberal a escravidão. Daí porque, a liberdade é a superação de toda autoridade e da propriedade privada, o que, visto da teoria conservadora-neoliberal é precisamente a escravidão, o caos e a ameaça: o socialismo.

O aspecto central do projeto anarquista é o comunitarismo das terras e de todos os instrumentos de trabalho e, por paradoxal que seja, “a liberdade econômica” — mantra também, em outro sentido, da crença conservadora-neoliberal –, da qual derivaria a felicidade e a liberdade. A liberdade econômica não é senão deixar de ser escravos dos ricos e, por conseguinte, da autoridade. Assim, a liberdade do anarquista é, em última instância, a liberdade de cada um.

Temos assim a análise bipolar anarquista em termos de uma realidade subjugada presente e uma realidade liberada no futuro. É uma relação bipolar entre a realidade miserável de hoje e aqui, e uma realidade de vida plena no futuro, perfeitamente empírica. A partir da revolução, esta nova sociedade, esta vida plena, esta liberdade e felicidade se realizarão na terra. É uma bipolaridade entre morte e vida, morte presente e vida futura.

O anarquismo também tem sua bipolaridade de virtudes e vícios que se expressa em termos de orgulho e humildade. Os ricos não tem humildade. Quanto ao orgulho, a aceitação da igualdade de todos transforma a humanidade no orgulho e glória da terra. O orgulho dos de cima – que recusam a humilhação da igualdade – desonra a terra da mesma maneira que a humildade dos de baixo em relação ao orgulho dos ricos.

Nos conceitos éticos chaves de humildade e orgulho podemos ver a inversão que o pensamento conservador realiza com o pensamento anarquista. O que o anarquista considera como humildade virtuosa, o conservador vê como orgulho: a igualdade entre os homens. O que o conservador chama como humildade, para o anarquista é orgulho dos de cima em cumplicidade com a falsa humildade dos de baixo que se inclinam frente a esse orgulho. Para o anarquista, o orgulho e a glória da terra é a aceitação da igualdade e a construção da fraternidade, enquanto que para o conservador é exatamente o inverso: a aceitação da desigualdade.

A problemática do pensamento anarquista se torna patente quando se analisa a conceituação do trânsito desde a sociedade subjugada do presente ao futuro da liberdade. Como esse futuro é um futuro de relações sociais sem nenhuma institucionalização e sem autoridade, o anarquista não pode pensar o trânsito ao futuro em termos mediatizados; entre o presente e o futuro há um abismo sem nenhuma ponte institucional, sejam partidos políticos, organização ou o Estado.

A polarização absoluta entre dominadores e dominados se reproduz nessa polarização absoluta entre presente e futuro. Disso resulta que não há nenhum conceito de construção do futuro. O pensamento anarquista não tem nenhum conceito de práxis. Supõe que há uma força espontânea facilmente mobilizável nas pessoas, forças que estão trancafiadas pelas instituições da propriedade e do Estado, do capital e da autoridade.

O ato de destruição dessas cadeias do capital e do Estado liberará essa espontaneidade e fará florescer a nova sociedade de liberdade. Liberadas as pessoas, elas se levantarão e desenvolverão a espontaneidade que as fará encontrar, pelas relações diretas entre elas, uma ordem para sua espontaneidade. Desta colocação se segue que não haverá que se fazer concessões na luta revolucionária, eis que as cadeias têm que ser rompidas. Surge então o lema anarquista da ação direta que destrói para que o novo possa nascer.

Disso resulta a idéia de que não deve subsistir nenhuma ponte institucional para que se destruam realmente as cadeias e se possa despertar a espontaneidade livre dentro da nova ordem, ordem que não se institucionaliza senão que nasce com essa liberdade espontaneamente. “Já que forçosamente correrá sangue, que as conquistas que se obtenham beneficiem a todos e não a determinada casta social.”, dizia Flores Magón, célebre anarquista mexicano. Ou, no dizer de Bakunin: “A paixão da destruição é uma paixão criadora”.

No entanto, a esperança do nascimento de uma nova ordem não se realiza jamais. Há revoluções anarquistas – como a espanhola e a mexicana — mas não há sociedades anarquistas. Uma revolução anarquista pode vencer como ato vitorioso, mas não pode construir uma sociedade precisamente porque sua crença na espontaneidade a impede de entrar em um processo de construção da sociedade. Se bem toda criação traz consigo alguma destruição, nem por isso o inverso é verdadeiro, ou seja, uma destruição não acarreta, por si mesma, uma criação. E, quanto mais se destrói, mais difícil é a construção.

Por conseguinte, o anarquismo desenvolve uma grandiosa imagem da liberdade, mas não tem um modo eficaz de responder ao movimento conservador que o enfrenta. Frente ao movimento popular de clamor por justiça, o movimento conservador afirma as estruturas centrais da sociedade, o que Berger chama de “nomos” e Hayek “as regras gerais de conduta”. Isso porque o capitalismo não tem e em nem busca a capacidade de assumir tais anseios, daí que o conservador, em seu enfrentamento com os movimentos populares, convoca a ação repressora contra eles.

Se o enfrentamento se agudiza, tal ação conservadora não tem outra perspectiva senão que a aplicação da força, desembocando, ao final, no terror. O conservador realmente muda a sociedade em tais processos de enfrentamento, mas a transforma derivando sempre uma repressão maior. Sua perspectiva de aceleração é então a perspectiva fascista ou o Estado policial em qualquer de suas formas. Quanto mais fixamente interpreta o princípio central de sua sociedade, mas maniqueísta é sua posição e mais forte essa lógica, até a aplicação de medidas violentas e de força.

A seqüência anti-utópica sob a qual o conservador interpreta os movimentos populares de protesto social não é mais que uma criação fantasmagórica – uma projeção – à sombra da qual prepara sua própria aceleração de sua luta de classes desde cima e os passos seguintes ao terror conservador e à transformação de sua sociedade, cada vez mais estreitamente interpretada como uma fortaleza.

Disse Popper, o papa do liberalismo: “As instituições são como fortalezas. Têm que estar bem construídas e, ademais, propriamente guarnecidas de pessoas.” Hayek, o bispo neoliberal, acrescentou: “Quanto um governo está quebrado e não há regras conhecidas, é necessário criá-las para dizer o que se pode fazer e o que não se pode. E, nessas circunstâncias, é praticamente inevitável que alguém tenha poderes absolutos.”

A seqüência conservadora inversamente correspondente à seqüência anti-utópica que Hayek projeta nos movimentos populares, é, agora, sua própria polarização do poder. Tem três etapas: um sistema social fixo, invariável no tempo (o “nomos” de Berger, as “regras gerais de conduta” de Hayek, por exemplo), o questionamento popular do sistema capitalista, e a aceleração da agressividade antipopular até a reivindicação do poder absoluto.

O fato de o liberal reclamar esse poder absoluto como forma de que nunca mais haja poder absoluto é apenas um modo de legitimar esse poder em termos os mais estritos. Com efeito, para que nunca mais haja poder absoluto leva precisamente a este poder absoluto, que é um meio para tal fim, esta legitimidade irrestrita. O poder conservador se sacraliza – ainda que em termos secularizados – absolutamente. É valor absoluto, agora, porque a sociedade que ele defende é um absoluto histórico. Em termos desta dialética maldita, evita-se o poder absoluto legitimando-o hoje em nome de sua eliminação e desaparecimento futuros.
Podemos complementar a seqüência liberal-conservadora incluindo nela, agora, a própria seqüência anti-utópica:
a) a fixação do capitalismo liberal, invariável no tempo e concentrado nas regras de conduta do mercado, como as formula Hayek. O caminho da perfeição é elaborado em termos funcionais pelo modelo do equilíbrio e competição perfeitos;
b) o questionamento do protesto popular contra o sistema capitalista, por considerar utópico o questionamento do mercado, o que, em seu entender, resultaria impossível; seria o caminho para o caos e a servidão. À competição perfeita se contrapõe o caos; e
c) Há uma valorização absoluta do sistema determinado por regras de conduta do mercado como aproximação ao equilíbrio e competição perfeitos. Vida e morte se enfrentam: as regras gerais são a vida e o protesto social é a morte. E, para defender-se da morte tudo é lícito, não havendo limitações para tal ação. Reivindica-se o poder absoluto legítimo, sob a condição de que seja o poder que afirme para sempre as regras gerais de conduta. Enquanto as afirma, é o poder absoluto quem assegura que, no futuro, não haja mais poder absoluto.

Deste modo, o modelo do equilíbrio e da competição perfeitos se transforma em valor absoluto de toda a vida social. Aparece, assim, o totalitarismo do “mercado total”, com a perspectiva de sua “guerra total” enquanto guerra antisubversiva, seja nacional ou em nível mundial. É a ante-sala ao fascismo de hoje, ou melhor, a forma democrático-liberal que o fascismo assume.

Sem embargo, com sua recusa de uma mediação institucional do trânsito até uma sociedade libertada e com a insistência na ação direta, o anarquismo só consegue inverter a polarização e o maniqueísmo da sociedade burguesa contra a qual se insurge. Deste modo, aparece a violência anarquista contraposta à violência do sistema capitalista existente contra o qual o anarquista se rebela.

Não obstante, as duas posições são insustentáveis. À medida que o sistema capitalista se fecha e se transforma em uma fortaleza que substitui sua incapacidade de atender às necessidades básicas da população pela repressão policial, perde sua legitimidade ainda que tenha força militar e policial. Por outro lado, à medida que se espera da ação direta o trânsito a uma nova liberdade, se reforça a reação policial e repressiva do sistema.

Sem dúvida, qualquer rebelião anarquista – ainda que vença – já tem, em si, os germens da derrota, mas o mesmo vale para o sistema capitalista transformado em fortaleza. Este carrega em si o germe de uma profunda violência sempre exposta, finalmente, à tentação de uma violência fascista do “Viva a morte!”. É a ação direta das classes dominantes para recuperar das cinzas a sociedade passada.

A contraproposta do anarquismo, em última instância, não é somente contrária à propriedade privada: é igualmente contrária à propriedade socialista. Realmente, ela não nega apenas o Estado burguês, mas também o Estado socialista. Quando fala de propriedade comum, não fala de propriedade socialista, mas propriedade de todos, de acesso de todos.

O que o anarquista nega na propriedade privada não é apenas seu caráter privado, mas, em geral, seu caráter privativo. E, embora a propriedade socialista não seja privada, segue sendo propriedade privatista, cujo acesso e desfrute é regulado por regras de formas mercantil. O anarquista se rebela contra essa repressão à espontaneidade ao acesso aos bens.

A liberdade anarquista é uma imaginação, mas nem por isso é arbitrária. É uma imaginação de perfeição, não a partir de alguma institucionalização, mas a partir da vida concreta do homem que, através de seu trabalho, satisfaz suas necessidades. O modo de efetuar esse trabalho, de sentir as necessidades e de chegar a satisfazê-las é refletido pelo anarquista em termos de um progresso infinito.

Pensa o processo de intercambio com a natureza com cada vez menos dificuldades até chegar, pelo progresso infinito da abstração, à espontaneidade perfeita. Que tudo seja liberdade e que as necessidades mesmas sejam atendidas em forma de livre espontaneidade: isso é sua imaginação definitiva da liberdade.

Desde logo, frente a um processo infinito desse tipo, toda institucionalidade – sejam partidos políticos, relações mercantis, leis, Estado, planificação ou propriedade privativa de qualquer tipo – aparece como limitação e repressão da livre espontaneidade. A liberdade plena, para o anarquista, é criar uma ordem que não necessita de nenhuma institucionalidade: a ordem espontânea do pensamento anarquista.

A realidade é imaginada de uma forma que cada um, seguindo sua livre espontaneidade, realiza espontaneamente uma ordem complementar com as ações dos outros. Seria a realização do que Kant chamava de “a bela harmonia”, com o que o anarquismo se aproxima do idealismo alemão do séc. XVIII.

A liberdade anarquista é a liberdade de cada um escolher o caminho que quiser. Fazendo isso espontaneamente, e não guiado por leis do mercado nem leis ou planos do Estado, todos poderão fazer espontaneamente e em comum. Come-se do que se gosta, faz-se o trabalho que se quer e trabalha-se o tempo que a cada um bem aprouver. Dorme-se quando se está cansado e diz-se o que quiser nos jornais, livremente. Ninguém proíbe nada e tampouco nada falta a ninguém. Vive-se onde se gostar e engaja-se no trabalho que se quiser e as necessidades podem ser satisfeitas de acordo com os desejos de cada um.

É a sociedade do viver contra a sociedade do ter, na qual as coisas não estão à disposição de cada um, eis que são propriedade de alguém ou reguladas pelo Estado. Mas, como os homens têm necessidade, forçosamente têm que ter acesso aos bens; sem embargo, os que os têm podem condicionar esse acesso. Agora, não é o gosto o que leva a ganhar a vida, mas a necessidade., e ela impõe violar constantemente aquela espontaneidade original. Por cima da espontaneidade violada aparecem as preferências do consumidor. Assim, a “sociedade do ter” impede a livre espontaneidade da imaginada “sociedade do viver” anarquista.

Teoricamente, o pensamento anarquista nunca aparece em termos muito elaborados. É um pensamento rudimentar, de muito fácil acesso popular, que se propaga mais por palavras-de-ordem originais, discursos breves e mobilizações entusiastas do que por elaboração de grandes teorias. O tom é sempre o de elevar a efeverscência, de contagiar, de entusiasmar, lembrando, até, invocações bíblicas, que tratam de arrastar a humanidade inteira até o paraíso imediato.

Um modelo teórico de anarquia não existe, e provavelmente nunca existirá. Tais modelos se elaboram para a adoção de posturas frente à condução da economia e, no caso da planificação, para elaborar técnicas de planificação. Um pensamento antiinstitucional, como o anarquista, não pode ter tais técnicas e, portanto, não pode elaborar conceitos correspondentes.

Mas, se se pergunta pelas premissas de realização da anarquia, a resposta consistiria precisamente na referência aos supostos básicos de qualquer modelo de institucionalidade perfeita: conhecimento perfeito e velocidade infinita de reação aos fatores, os quais, quiçá, não seriam suficientes.

No entanto, há uma diferença de fundo. Os conceitos limites da institucionalidade perfeita levam sempre à contradição segundo a qual, ao se pensar a institucionalidade em sua perfeição, pensa-se em termos de ausência. Uma competição perfeita é a ausência da função real da competição; uma legitimidade perfeita é a ausência da função social da legitimidade; o acatamento perfeito das leis implica a ausência do sistema legal real.

No caso da anarquia não ocorre nada parecido. Pensar o intercâmbio do homem com a natureza, em termos de perfeição e liberdade total, não se abstrai, nem se explicita nem implicitamente, de sua realidade. Uma realidade imperfeita é, agora, perfeita, mas não aparece aquela contradição implícita que encontramos em todos os casos de uma conceitualização da institucionalidade em termos perfeitos.

Em todo o caso, a imaginação anarquista influenciou o desenvolvimento posterior do pensamento social. Mas, por sua vez, foi acerbamente criticada pela falta das mediatizações institucionais imprescindíveis em qualquer concepção revolucionária do trânsito da realidade subjugada presente rumo à liberdade no futuro.

Foi Marx quem pela primeira vez, e de forma aparentemente insuperável, efetuou essa crítica, iniciando, assim, a possibilidade de se construir uma sociedade futura que os anarquistas esperavam como resultado da livre espontaneidade surgida da destruição da sociedade anterior.

No pensamento neoliberal, o pensamento anarquista influi no grau em que este, durante os anos 1970, formula um “capitalismo radical” em termos de um capitalismo sem Estado, ao qual os autores correspondentes – em especial David Friedman e Robert Nozick – dão o nome de “anarquia”, daí o anarco-capitalismo de hoje. Trata-se de uma corrente à parte da corrente neoliberal, melhor dito, sua radicalização.

Assim, o neoliberal radical Hayek escreve a apresentação das publicações mais importantes de Nozick. Se bem que, no caso do pensamento neoliberal, os conceitos do pensamento anarquista são radicalmente mudados, os autores neoliberais sustentam uma continuidade de seus pensamentos com o pensamento anarquista clássico do séc. XIX.

Influências igualmente importantes tiveram os movimentos estudantis em maio de 1968, em Paris. Uma linha mais importante, na qual o movimento anarquista teve certa influência – principalmente por parte de certas reflexões e ações de Proudhon e Luis Blanqui –, foi o marxismo. Quando Marx se refere ao comunismo ou à “associação de produtores (trabalhadores) livres”, faz bem próximo da referência anarquista à liberdade, afirmada por Lenin em seu clássico “O Estado e a Revolução”, não terminado.

Mas, apesar dessa proximidade, há uma diferença profunda e notável, que parte do fato de que o pensamento anarquista não percebe nenhuma necessidade de uma mediatização institucional entre a ação revolucionária presente e a liberdade de uma nova sociedade a construir no futuro.

A análise marxista, em troca, centra-se nessa problemática da mediatização. Por conseguinte, este é um pensamento teórico mais aprofundado, diferentemente do pensamento anarquista, mais intuitivo em relação ao efeito imediato da mobilização popular para alcançar a revolução.

O pensamento marxista elabora as categorias teóricas de um pensamento de revolução social e penetra, especialmente, na mediatização institucional entre a ação revolucionária e a construção de uma sociedade futura. Marx pensa essa mediatização a partir do poder político, isto é, do Estado.

Segundo ele, não é a espontaneidade direta dos trabalhadores, camponeses, segmentos da classe média e outras frações sociais que leva à ordem espontânea da liberdade, senão que faz falta uma ação consciente e dirigida para a construção da nova sociedade que só o poder político pode conseguir. Com isso, muda a teoria da revolução e o trânsito em direção a uma nova sociedade.

Na visão marxista, a revolução já não é simplesmente a destruição do Estado como tal, mas a conquista do poder político por todas essas camadas em aliança, sob a liderança dos trabalhadores rurais e urbanos, para a manutenção do poder estatal-institucional. Entre a sociedade capitalista e a sociedade socialista se mantem uma ponte institucional que é precisamente o Estado, passando este durante a revolução da burguesia ao proletariado urbano e rural trabalhador. Segundo Marx, da revolução surge um novo Estado, e a revolução não é a destruição do Estado, tal como defende o pensamento anarquista.

Só o Estado, dessa forma controlado por uma grande aliança social liderada pelos trabalhadores urbanos e rurais, pode efetuar a mudança do sistema econômico que o anarquismo esperava da espontaneidade. Essa mudança se refere tanto ao sistema de propriedade como de toda a organização do trabalho, em que todos o efetuem em comum, baseado no valor de uso, e distribuam os frutos desse trabalho segundo suas necessidades.

Isso implica para Marx a abolição da propriedade privada e de todo o sistema mercantil de intercâmbio de produtos baseado no valor de troca. Somente assim a ação política baseada no Estado proletário poderá realizar a liberdade econômica e o livre desenvolvimento de todas as possibilidades de cada um. Essa libertação econômica possibilitará a posterior abolição do Estado, eis que , com a realização da divisão social do trabalho no sentido dessa libertação, se tornará supérfluo.

Assim, o pensamento marxista conquistou a hegemonia junto aos movimentos socialistas revolucionários, pois tem sido realmente o único capaz de orientar revoluções exitosas. Renunciar, na linha anarquista, à conquista do poder político, é renunciar à vitória da revolução. E a espontaneidade anarquista, embora bela, não passa de um mito. Pode balançar a sociedade capitalista, mas não pode superá-la.

As revoluções socialistas que fracassaram adotaram um sistema de planificação bem distinto do que Marx havia imaginado. Mas o havia pensado em termos de uma “organização dos produtores livres”, que se coordenariam através da planificação e que, em decorrência dela, poderiam renunciar ao uso de relações mercantis, compartilhando em comum tanto o trabalho quanto o consumo. Mas, os passos iniciais foram dados e cumpre, agora, aprender com os erros do passado e evitar as aventuras equívocas.

Responder

    Bacellar

    19/06/2013 - 13h08

    Perfeito!

    Administracão do VoM: Publique isso na página principal que merece!

    Só é triste o fato de serem colocacões impenetráveis para a maioria da populacão.

Flor de Ipê

19/06/2013 - 10h35

Verdade verdadeira. Ultimemente um grupo, não vou dizer de que bairro, claro, anda jogando ovos em mendigos. Alguns carregam cordas e arrastam travestis em seus carros. Se embebedam e fazem isso na madrugada. Estamos fotografando.Alguns tem parentes na…. escuto isso pois falam alto de bêbados… saem com prostitutas… se embebedam e fazem isso…
A Globo reforça e edita as imganes dos tumultos para parecer mais fogo.

A coisa boa da depredação é que a sociedade mais normal vai repelir a manifestação. E os manifestantes responsáveis vão se recolher.E se organizar melhor.

Fui à Sé e um menino me disse ” sai daqui que é perigos uns radicais atearam fogo em lojas e a policia pode vir”.No rádio escutei uma repórter dizendo ” tudo sendo quebrado aqui (na 15 de Novembro e Boa Vista) e a policia nem aparece. Chamamos e não aparece. Por que?

Ontem foi a Convenção do PSDB. Nem palavra da Globo e Cia. Pois estão se aproveitando da despartidarização dos tumultos, nesse caso não podem falar de convenção partidária…Tempos sombrios…

Responder

    Mário SF Alves

    19/06/2013 - 15h35

    Soube hoje que eles, os tucanossauros, radicais neoliberais (ou anarco-capitalistas, sei lá) estão tentando se infiltrar diretamente nos núcleos de planejamento do Movimento. Estão oferecendo apoio. Querem cooptar. Querem tirar proveito eleitoral do que eles acham que será um desgaste profundo no Governo Dilma. Não há dúvida.

Vinicius Garcia

19/06/2013 - 10h31

A semente disso tudo foi vistas grossas com a violência de torcidas organizadas, a partir desses fatos, aonde agressores não sofriam qualquer tipo de punição, criou-se uma linha de pensamento de que uma vez reunidos em grupos, tudo poderia ser feito, agora segura…

Responder

Antônio

19/06/2013 - 10h26

Nós nos cansamos de dizer nos blogs progressista que a Dilma precisava responder as mentiras do PIG. E ela, de olho nas pesquisas de popularidade do governo, sempre favoráveis, diga-se de passagem, não estava nem aí para os nossos comentários. Sempre alertamos que a comunicação do governo Dilma com a sociedade era e tem sido uma lástima. Nem mesmo agora, diante dessa situação caótica, o governo tem mostrado aquela mobilidade necessária para antecipar-se aos fatos. Claro, as coisas não estão totalmente fora de controle. Mas até quando?

Responder

    Romanelli

    19/06/2013 - 10h52

    fora que quando criticávamos diziam que eramos TROLL ou infiltrados ..isso quando não éramos insistentemente CENSURADOS

assalariado.

19/06/2013 - 10h25

Nacionalismo é coisa de reacionário da direita, isso é a história que registra, como já foi falado por vários(as) internautas. Porém, apenas para ser repetitivo, é bom não esquecer que a direita usa a alienação politica das massas em conluio com o PIG (Partido da Imprensa Golpista), para usar de forma golpista em favor do capital.

Enquanto isso, a imprensa burguesa faz várias reportagens com meia dúzia de manifestantes pedindo: fora partido! E (NÓS) das esquerdas por nosso lado, não conseguimos se contrapor. Isso mostra o quanto estamos longe das massas. Será que não é hora de panfletarmos massivamente, nas passeatas essa manobra e manipulações do PIG? Os motivos e os medos que a imprensa burguesa tem por partidos. claro, desde que seja de esquerda, (de fato).

As intervenções/ comentários no viomundo são cada vez mais e melhores, no quesito politização. Não da para discutir as ideias sem levar em conta que vivemos numa sociedade dividida em luta classes (CAPITAL X TRABALHO). Todas as lutas politicas travadas na sociedade entre os interesses opostos políticos econômicos, entre os exploradores x explorados que se concretiza via “Estado de Direito”.

O Estado burguês e seus governos da vez, é a fachada legalista e legalizada que os donos do capital, escondidos dentro dos legislativos, se traduz nas letras mortas da Constituição. E os donos do capital juram por todos os juros que vivemos num ‘Estado de Direito’. E, de quebra, leva sociedade e muita gente das ‘esquerdas’ a abraçar essas ‘legalidades’.

Realmente, não adianta ficar só no (pensamento). Temos, haveremos, que (raciocinar), isso nada mais que, sabermos analisar cada passo da luta e de forma dialética, devido que, o (raciocínio politico revolucionário marxista) de transformação da sociedade nos obriga a isso. Fora disso apenas estaremos ‘lutando’ para administrar a exploração do capital sobre a sociedade, os assalariados e as nações. Se a luta se resumir a isso, quem pensa parado (não raciocina, apenas pensa). E assim a sociedade do capital sempre nos colocará a canga da exploração e o povo assalariado/ explorado, sempre entrará com o pescoço e as elites do capital, entram com a corda. Que acordo pode haver nesse tipo de relação social? Um grande (NÃO), a sociedade divida em classes, entre exploradores e explorados, entre servos e senhores, entre casa grande e senzala, …

Saudações Revolucionárias. FUI, …

Responder

Leo V

19/06/2013 - 10h24

A nota do Plinio de Arruda Sampaio mostra bem por quem está sendo usado esse tal Nacionalismo:

PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO NA MOSCA – “Militantes de partidos políticos estão sendo, neste momento, expulsos do ato na Praça da Sé, em São Paulo.

Não participarei de um ato legítimo, mas agora tomado por fascistas.

Não é preciso se reconhecer em nenhum partido político. O não reconhecimento é legítimo e deve ser respeitado.

Mas negar a participação de determinados grupos em manifestações abertas não tem outro nome senão autoritarismo. Negar a existência de partidos em nome da “nação” e da “pátria” não tem outro nome senão fascismo.

Todo apoio ao MPL e aos grupos, indivíduos e movimentos que se opõem a esta repressão aos militantes e partidos envolvidos nas causas sociais e na luta por uma nova forma de pensar a cidade, a mobilidade e o transporte!”

Responder

    Maria Izabel L Silva

    19/06/2013 - 11h04

    Plinio foi expulso do movimento? Vai pra rua Plinio, defender a democracia. Vai pra rua Plinio enfrentar os fascistas. Não vai por que a Globo não estará lá para entrevista-lo. Não dão a mínima prá ele.

    xacal

    19/06/2013 - 11h17

    Caro Leo V,

    Ou você está fora de contexto, ou o Plínio (como sempre), ou os dois:

    O texto do Vianna é claro: justamente os que se portam como fascistas e rejeitam os partidos é que têm expressado sua anti-nacionalidade (da nossa nacionalidade contemporânea), queimando bandeiras e etc, por mais paradoxal que isto seja!

    Porque na verdade, não se trata de um paradoxo, como foi notado pelo escrevinhador: eles querem um tipo de não-nação para se submeter ao nacionalismo de sempre: O do grande irmão do Norte!

    Esta é a base do fascismo. Ela queima símbolos que considera antiquados da velha ordem, os quais repudiam com violência, para instaurar a que desejam. Ou melhor: restaurar!

    Na Alemanha, na Itália, todos os símbolos da época, daquela “modernidade” foram tragados pelos novos símbolos e cultos as tradições milenares de “pureza”, expressos no fascio e na cruz gamada!

    Leo V

    19/06/2013 - 12h28

    Olha, não existe fascismo sem nacionalismo.
    Nazismo = nacional-socialismo.

    Para mim o texto do Rodrigo Vianna é claro sim, no que ele aponta como um absurdo queimar a bandeira do Brasil, quando na verdade quem está carregando bandeira no Brasil nos atos são a direita e jovens totalmente despolitizados indo na onda da imprensa.

    Quem é de esquerda e está nos atos percebe quem quem carrega bandeira e canta hino nacional não são aqueles que levaram borrachada da polícia antes da direita tentar aparelhar as manifestações.

    Talvez nunca na história recente desse país (nas últimas 3 décadas) tenha ficado tão claro a quem o nacionalismo serve, como nesses últimos dias.

    O capital não tem fronteiras, mas quer mante-las para a classe trabalhadora, com esse fetiche chamado Nação…

    Eu não faço parte da mesma nação do Alckimim ou da Fiesp!

    xacal

    19/06/2013 - 13h03

    Leo V, você tem todo direito a pensar assim…Só espero que a solidariedade internacionalista não sucumba como em 45, na invasão de Berlim, com milhares de mulheres alemãs estupradas em massa pelos “solidários e internacionalistas” soldados do Kremlin.

    Tomara que na hora que os yankees entrarem aqui, em busca de água e de petróleo (ou o que for valioso na época), você e sua família se comportem e façam um bom “acordo”.

    Criança, todo nazismo, todo fascismo traz componentes e distorções nacionalistas…Mas nem todo sentido de nacionalismo (ou nacaionalidade) pode ser considerado fascista.

    É este tipo de pensamento tolo que amedrontava a população em 64…Leia, meu filho, a História só tem sentido para ensinar a cometer erros diferentes!

    Leo V

    19/06/2013 - 15h00

    xacal,

    Ser internacionalista significa ser contra todos os Estados-Nação.

    É óbvio que acho que a classe trabalhadora tem que se defender e não fazer acordo com exército de qualquer país que seja.

    Agora, se você vê diferença entre ser explorado por um capitalista que fala português e usa um exército que fala português para manter a exploração, e ser explorado por um capitalista que fala inglês e usa um exército que fala inglês para manter a exploração, eu realmente preciso entender essa lógica.

    xacal

    19/06/2013 - 21h10

    Então tá Leo, vou te dar um emprego em Bangladesh, e você me diz depois se não fez diferença para ti.

    Mário SF Alves

    19/06/2013 - 14h40

    Ah! Enfim, o memorável e saudoso Plínio acordou? Mas, peraí, não foi ele mesmo que disse que “uma coisa é conquistar o governo e que outra coisa, muito diferente, é conquistar o poder”? Tudo devidamente registrado e divulgado em rede de televisão quando da confirmação da primeira eleição do ex-Presidente Lula.
    ______________________________

    O Lula ao que parece sempre soube disso. Lula e o PT e inclusive o Plínio [e nós concordamos com isso] optaram pela via institucional. Ainda que sabendo ser ela contaminada até pelos ares impuros da ditadura? Ingênuos? Não sabiam até onde ia a toca do coelho branco? Não creio nisso.
    _____________________________________
    No golpe do mensalão onde estava o Plínio? Onde estava o conjunto que correntes que formam o PT? Que Esquerda é essa? Cadê a tão sonhada união da esquerda? União esta que pelo menos em tese deveria ser inerente e a coisa mais natural do mundo. Esquerda esfacelada, personalista e socialmente irresponsável, isso, sim. Ah! Deve ser por falta do cimento ideológico… humm… não seria por falta de comento financeiro?

Carlos Lima

19/06/2013 - 10h22

Os Blogs pseudo-s progressistas não estão admitindo que erraram e inventam textos sem nenhuma lógica política, a retirada da polícia na prefeitura ontem foi indecente, o movimento é uma tentativa de desmoralização da política que está dando certo, a direita e seus defensores os discurso é o mesmo, alguns policiais de MG por, exemplo, estão o pregando ao público que o bolsa família é a causa da violência no país e que o dinheiro é usado para comprar drogas, são vária frentes, os blogs de esquerda perderam o rumo numa utopia sem precedentes, o governo DILMA desmoronou com 75% de aprovação, usaram pesquisas para inflar. A Globo vai derrubar a DILMA, perderam o controle por burrice, a própria esquerda se auto derrubou e com ajuda dos blogs que não estão admitindo que erraram, porque se acham e em política ninguém pode se achar, tem que estudar as conseqüências e nenhum blog estudou isso, acharam bonito, nostálgico e como uma coisa sem líder pode acontecer, nos EUA em pleno desemprego não foi permitida sem repressão as manifestações, na Espanha se tivessem permitido tinham destroçado o país, porém aqui é tudo belo e maravilhoso, não pensaram se algo der errado 190.000.000 de brasileiros que são maioria e não estão lá podem sofrer com desemprego e situações vexatórias, parece que a palavra estratégia é desconhecida, o mundo esta em uma crise que não se estanca os EUA e EUROPA falida tinham duas opções, uma escalada bélica de grandes proporções para encherem os cofres ou arrastarem os países que não estão em crises para se nivelarem por baixo e assim continuariam no topo e assim esta acontecendo, faltou visão patriótica e sobrou visão para o caos da notícia. Fizeram a leitura errada dos acontecimentos, os blogs de esquerda e mídia pigmentada de direita erraram feio, esse movimento é à direita e aproveitou situações partidárias, o governo cochilou, e a própria esquerda esta se auto consumindo, o governo virou refém das minorias ao invés de protegê-las, não ouve a maioria e a classifica de “conservadora”, não admitem a diversidade cultural e religiosa do país, hoje no congresso tem mais leis a serem votadas e aprovadas relacionadas as causas gays do que sobre saúde, educação e violência. Um governo desses não tem como se firmar, são ministros sexualmente exóticos que não se preocupam com a governabilidade e sim com a paixão de suas causas, não estão nem ai para o resto que são a maioria do Brasil, deu no que deu, não foi falta de aviso, essas manifestações não pegam nos estados e nem nas prefeituras, à direita esta usando isso no mundo inteiro e todo esforço de afirmação geopolítica do país foi por água abaixo, não sei quem é mais tonto neste episódio se os governos ou os manifestantes, todos tem o direito de protestar, porém haveria de ter uma estratégia que não perdêssemos o que conquistamos a irresponsabilidade e a falta de estudo da conseqüência ninguém mediu, nem à direita nem à esquerda, más é fato que a direitona deu um nó na DILMA. Olhem as coisas que são votadas e aprovadas no congresso o “ATO MÉDICO” tornou todas as profissões de saúde em meros empregados dos médicos, é isso é que leva um país a bancarrota, ou seja, MONOPÓLIOS, parece que os políticos brasileiros são tapados ou pensa que o povo todo o é. Acorda pessoal. Gente tente mudar o rumo disso se ainda der tempo ou vocês vão ajudar a destituir o governo DILMA, agora a direita já tem a tecnologia, a eleição já foi, mas pelo menos tentem salvar o resto do governo. O MOVIMENTO É PARTIDÁRIO SIM, A CEGUEIRA DA AUTOCONFIANÇA NÂO OS DEIXOU VER. Admitam que erraram e pelo menos tentem minimizar. Talvez se iniciou em SP sem partidarismo, más já mudou e no resto do país tem financiamento da direita, em BH teve até trio elétrico, não é possível apoiar uma insanidade dessas. Reflitam pessoal. Nem tudo esta perdido.

Responder

Zanchetta

19/06/2013 - 10h21

Estão dizendo que foi o mesmo cara que roubou os votos na apuração das escolas de samba!!!

Responder

De Paula

19/06/2013 - 10h15

Aquela máscara…Tentem encontrar numa loja de ferragem. Aquela postura arrojada e varonil no comando das depredações, nos portões da Prefeitura de SP não éra a de um bailarino em cena; mesmo porque, êle nem usava sapatilhas. Lembra-me muito o perfil dos “frequentadores” do ARENA e do TBC, em priscas eras. Será que êles estão voltando?

Responder

Aroeira

19/06/2013 - 09h51

DILMA DESTITUI CARDOZO.
JÁ ERA TEMPO

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/06/18/dilma-destitui-cardozo-ja-era-tempo/

Já deveria tê-lo demitido há muito tempo.

Responder

Carlos Elísio

19/06/2013 - 09h44

Foda-se o Brasil? Queimem a bandeira, rasguem a constituição, Fora Dilma, etc. Sintomas de um movimento já perdido!

Infiltrações, omissões planejadas das autoridades, depredação de patrimônio, roubos e furtos, partidos oportunistas tentando contabilizar resultados: Este é o resultado de uma manifestação oriunda de redes sociais conduzida por seres sem rosto, sem embasamento político ou filosófico, sem nenhum compromisso com a sociedade.

Estas criaturas, que manipulam nas trevas, precisam ser identificadas e contidas, antes que arranjem o tão almejado cadáver que servirá de trampolim para aqueles que, ainda que negando, anseiam entrar neste corrupto mundo político pois, afinal, panela só é ruim para quem está no cabo, não é mesmo?

Responder

LEANDRO

19/06/2013 - 09h43

E ainda querem que o povo aceite tudo calado….

“No dia 14, véspera da abertura da Copa das Confederações, o Palácio do Planalto publicou em edição extra no Diário Oficial da União o Decreto 8.028/13, autorizando pagamento de diárias para ministros da Esplanada e servidores que quiserem assistir aos jogos das Confederações nas seis capitais-sedes.”

Responder

    Ronaldo Marques

    19/06/2013 - 12h27

    Não sei de onde você tirou essa de governo pagando diárias para servidor e ministro assistir jogo. Viagens a serviço ocorrem rotineiramente no Serviço Público Federal. É da natureza do trabalho. Temos atuação em nível nacional. Ou vc acha que a CGU audita os gastos do Poder Executivo, para citar um exemplo, de dentro de uma sala com ar condicionado pelo computador, isolada da realidade??? Não mesmo!!! O que aconteceu foi que, EM DECORRÊNCIA DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES, a rede hoteleira das cidades-sede resolveu arrochar e aumentar abusivamente os valores cobrados. Como não tem como suspender as viagens, pq elas fazem parte do trabalho, o que o governo fez foi majorar TEMPORARIAMENTE (o decreto é bem claro quanto ao período de validade dessa majoração) as diárias pagas para viagens a serviço.

    Segue o link para o Decreto 8.028 para sua leitura e esclarecimento:
    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Decreto/D8028.htm

kaio

19/06/2013 - 09h39

PUNKS BOLINHA DE PAPEL, COM COTURNOS DA OSCAR FREIRE ACABARAM COM O MOVIMENTO!!!A POLICIA TEM QUE FILMAR ANTES E DEPOIS CAI PRA DENTRO DESSES PLAYBOYS QUE ESTÃO ACABANDO COM O MOVIMENTO.

Responder

trombeta

19/06/2013 - 09h35

Fico feliz que um jornalista do campo progressista tenha acordado para o perigo que vivemos, a negação da política conjugado com a imposição de um novo modelo à força pelos mais fortes e jovens não é outra coisa senão fascismo em estado puro.

Não à toa o PIG, globo à frente, viu ai a oportunidade de retornar ao poder, o MPL é um movimento progressista e deve ser respeitado mas não sei até quando resistirá, há uma disputa ferrenha pelos rumos dos protestos e a direita tem os meios de comunicação nas mãos.

As forças progressistas precisam estar atentas, a elite brasileira é perversa e não hesitará em aplicar um golpe nos moldes paraguaios fiquem certos disso.

Responder

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 10h21

    Concordo. Os fatos de ontem em SP deixam isso claro. a Globo e os demais veículos de comunicação da grande mídia recuaram taticamente para se reorganizar e cooptar o MPL. O movimento “sem liderança” e “sem ideologia” está perdido, infiltrado e perde legitimidade popular. Ou se reorganizam e se manifestam abertamente sobre isso e partem para cima da Globo e Veja, por exemplo, explicitando sua inconformidade e desacordo com esses veículos/partidos ou hoje mesmo sucumbirão absolutamente.

LEANDRO

19/06/2013 - 09h33

Tem gente que mente tanto que acaba acreditando na própria mentira. Isso que acontece com o pt. Fala tanto que tá tudo uma maravilha e esquece que na vida real a coisa é diferente. Os preços tão subindo sim, a impunidade deixa esse cheiro no ar e o discurso não convence mais ninguém. Agora tá mais perdido que cego em tiroteio e só resta a mesma ladainha de pig, direita, eua..

Responder

von Narr

19/06/2013 - 09h27

Lembram da adolescente que após a vitória do PT sugeriu que os nordestinos se danassem? É essa geração que está nas ruas. São eles que acreditam nas mentiras da Globo, da Veja e dos pais. São centenas de milhares e agora ocupam as avenidas de asfalto e bytes, aplaudidos pelos media da direita. O PCO, PSOL e PSTU foram atropelados pela direita e são vaiados na rua por jovens que cantam “o povo unido não precisa de partido”. Ou seja, conseguem ser mais reacionários do que os generais do AI2 do bipartidarismo.

Responder

    leia

    19/06/2013 - 10h33

    kkkkkk, bem feito para eles, queriam tirar proveito da coisa, e o feitico virou contra o feiticeiro.

von Narr

19/06/2013 - 09h03

Os estádios da Copa são construídos pelas empreiteiras e a conta é paga por elas!
Não aguento mais essa MENTIRA que se espalha de que o governo gasta bilhões com a Copa em vez de botar na saúde e educação. Mensagem simples que está conquistando milhões de pessoas.
Não tá na hora de esclarecer a população?
Ontem, 3a feira, a voz do Brasil botou matéria interessante sobre o crescimento econômico da periferia de Recife despertado pelas obras do estádio, crescimento industrial sólido que ficará depois do fim da construção.
VIOMUNDO não pode fazer a matéria a respeito não? Tamos precisando!

Responder

    LEANDRO

    19/06/2013 - 10h21

    Como??? Elas pagam tudo sozinhas??? rsrsrsr….

    “Governo admite gasto superior ao orçamento para Copa do Mundo 2014
    Previsão de abril já foi ultrapassada, valor do evento deve chegar à casa dos R$ 28 bilhões”

    leia

    19/06/2013 - 10h48

    O Leandro nem consegue descansar, durante o dia ele batalha incansavelmente na internet, tentando mentir ao povo , vem nos blogs dar sua opniäo e se mete em tudo. À tarde vai às ruas praticar vandalismo. Se ele quisesse de fato mudar o Brasil, ele estaria cobrando do seu vereador, seu deputado estadual, seu deputado federal e Senador, sobre seus trabalhos no gabinete. O que tem esse políticos feito de bom para o Brasil, mas como ele vota com certeza em políticos da massa cheirosa e rancorosa, aquela que tambem se beneficia do dinheiro público , entäo näo resta nada a fazer a näo ser depredar.

augusto2

19/06/2013 - 08h58

Olha ai a supresa. E o nivel ta baixo mesmo,hein

Oi, dilma, amorim, ze cardoso— faz o seguinte:
*Deixa redigido agora mesmo um declaro de Estado de Emergencia em seis capitais…
*Liga pros seis governadores , ordena-lhes garantir a segurança inclusive de patrimonios.
*Envia as FNS para os locais, e aquartela as próprias nos quarteis do exercito e da FAB.
*Va a TV e diga que se exagerarem, a Emergencia entra em cena nessas capitais em minutos porque tudo deve estar preparado hoje com antecedência.
———————————————
E a educação deve estar muuito ruim mesmo em sp porque ate agora não vi uma frase com pe .e.cabeça, uma proposta contra ou a favor exceto ‘ zera o bilhete de onibus’.

Responder

Gerson Carneiro

19/06/2013 - 08h57

Descobriram a identidade do fortão. É o personal sabotagem do Çerra.

Responder

Jose Mario HRP

19/06/2013 - 08h56

Me desculpem o linguajar , mas arrancar e destruir a bandeira do nosso país é coisa de filho da PU**!
Essa ralé não é manifestante , é bandido!

Responder

No centro de São Paulo, manifestante dizia: “Foda-se o Brasil, nacionalismo é coisa de imbecil” | Blog do Fajardo

19/06/2013 - 08h54

[…] Felizmente a policia federal deve prender ele nas próximas horas. Vai prender, não vai? Responder […]

Responder

Ricardo Godinho

19/06/2013 - 08h52

Talvez agora duas metades da esquerda acordem para o tamanho da, desculpem, merda que andaram fazendo.
Por um lado, o PT que vendeu a alma ao diabo para chegar e se manter no poder. Submissão à mídia de direita, medo de avançar a organização da população – nem estou falando de células revolucionárias, apenas de trabalhar com as estruturas orgânicas já existentes, sindicatos, associações, movimentos populares, dando-lhes voz e vez nas decisões governamentais e fortalecendo e expandindo seu papel de interlocutores entre o povo e o Estado – políticas sociais desacompanhadas de Política (o PT deveria alardear aos beneficiários, dia e noite, que essas políticas são fruto de uma opção Política de Governo, mostrar que é o voto e a participação deles que defendem essas políticas), uma falta de vergonha e sem-cerimônia em lidar com corruptos e corrupção, em nome de uma realpolitik estranha, e um republicanismo infantil ao lidar com nomeações de Estado e com a liberdade dos donos da imprensa. O PT foi pífio, fraco, medroso e acomodado.
De outro lado, uma esquerda rançosa de moralismos e idealismos inúteis, bem típicos dos filhinhos de classe média “socialistas”, cujo socialismo se baseia em dizer o que o Povo deve fazer, querer, pensar. Uma esquerda que esvai suas energias em delírios esquizóides de que vivemos numa ditadura, ou de que a única solução é a revolução armada, para qual devem convergir todos os esforços. Esquerdistas que imaginam que organizar a população está em incutir num proletário letárgico por séculos de doutrinação capitalista palavras de ordem que lhes parecem vazias ou obsoletas. Esquerda que não entra em favela para ensinar organização e política, que não suja os pés de barro e tem vergonha de dizer que é socialista, ou ostenta isso como ofensa juvenil aos outros. E que, numa revolta que não poderia ser mais edipiana, odeia o PT mais do que à burguesia que diz querer destruir.
Que esquerda organizada vai por a cara na rua? O PT? O PT esqueceu como é estar nas ruas. O PT aprendeu a fazer acordos por cima, a contornar o Povo e fazer acordos com a burguesia – ao menos com parte dela. O PT é Stalin e Molotov, apertando as mãos de Ribbentrop, as mesmas mãos que um ano e meio depois iriam sangrar os soviéticos em 20 MILHÕES de vidas. Quem mais fará isso? O PSOL? Mas qual PSOL? Aquele que fez acordos até com o DEM para vencer eleições municipais no último pleito? O PSOL é um aprendiz de PT…
Quem mais poderá ir às ruas, dar uma espinha orgânica a essas massas, por sentido e direção Políticos a esse descontentamento, em avançar em conquistas para um Estado popular e democrático? PSTU? PCO? PCB? Ou quem sabe seria – só morrendo de rir – a esquerda PSB, PDT?
O fato é que esta é uma batalha perdida. As esquerdas, todas as frações, deveriam parar, pensar, reagrupar e tentar agir em conjunto, porque o que está em curso não é um movimento popular e de esquerda por melhorias para o Povo. Isto era o que havia no começo. Agora está em curso um aparelhamento obsceno desse movimento pelas forças da direita mais radical e fascista, como muito bem ilustra o playboy musculoso desafiando a Guarda Municipal paulistana e a cobertura televisiva extensa, dramática e cheia de insinuações contra o Governo Federal. Ou entendemos todos que o tempo das alianças incondicionais à direita passou, ou amargaremos – novamente – nosso cerco a Stalingrado.

Mas isto são só bobagens de um velho… a esquerda, no Brasil, só se une na cadeia.

Responder

Aroeira

19/06/2013 - 08h50

A GOZAÇÃO DOS SONEGADORES E A VINGANÇA DO PICOLÉ DE CHUCHU.

Os grandes sonegadores de impostos deste país devem ter se divertido enormemente com a passeata de ontem em São Paulo.

Os grandes sonegadores de impostos deste país construíram o impostômetro no Bairro Santa Efigênia, em São Paulo, para mostrar o quanto você, contribuinte compulsório, paga de imposto. Os construtores do impostômetro não pararam de gargalhar ontem no edifício da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), gozando, eu imagino, com “a cara” da classe média que tentava protestar pacificamente contra os elevados impostos que ela paga, dentre outras coisas. Eles, os sonegadores, deixaram até as luzes da FIESP acesa, porque gozação só tem sentido às claras.
Compreendam o porquê desta minha especulação acessando a matéria que se encontra a seguir.

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2013/06/06/por-que-o-pig-omite-a-lavagem-de-dinheiro/

Não esperem que este assunto seja discutido no Jornal Nacional. Ou vocês sabem das coisas nos blogs sujos, ou ficam comendo mosca: a verdade, aquela que incomoda as elites, nunca vai ser discutida pelo PIG nos telejornais do PIG.

E ainda ontem, a polícia do Picolé de Chuchu abriu as pernas para o pessoal (uma quadrilha?) que saqueou lojas, roubou televisores, celulares e tentou atear fogo a um edifício, enquanto os manifestantes protestavam pacificamente em outros locais da cidade, segundo o mostrado pela Band News. E temos que admitir que se não fosse a Guarda Municipal, o prédio da Prefeitura teria sido completamente depredado.

Esse espetáculo foi mostrado ao vivo pela Band News, “a desgraça em primeiríssimo lugar”, com a polícia do Sr. Alckmin, no maior relaxamento. Nem tanto nem tão pouco, não é Sr. Alckmin!?

Está claro que ontem foi o dia da vingança do Picolé de Chuchu contra o Haddad e contra as críticas que o governador recebeu por ter ordenado a polícia, nas primeiras manifestações, que baixasse o cacete nos manifestantes. E a vingança é um prato a ser saboreado frio, como diz o ditado popular. E o Alckmin, o homem do Opus Dei, o está saboreando até agora.

Responder

Gerson Carneiro

19/06/2013 - 08h49

Sonhei que tinha sido o Serra quem contratou o fortão pra quebrar a Prefeitura.

Responder

Eva

19/06/2013 - 08h48

Uma coisa é certa: o PT provou que nós podemos crescer e distribuir renda. Agora é juntar forças, povo e governo para quebrar as amarras das elites. Precisamos do dinheiro do pré-sal e de todas as nossas riquezas que ainda estão nas mãos de uns poucos. Esse pode ser o momento de pedir plebiscitos e tirar discussões (aborto, legalização da maconha, união homoafetiva, etc), das eleições. Assim vamos acostumando às discussões.
Se no momento não há lideranças que nos aponte um caminho melhor do que as ações que o governo está praticando, vamos construir outras.

Responder

Carlos Ribeiro

19/06/2013 - 08h41

O veículo da Record que foi incendiado, pode e deve ser descontado do salário do Marcelo Rezende. Esse cidadão vem quase que exigindo violência dos manifestantes contra o Haddad. O Alckmin não; segundo ele, o Haddad foi culpado por tudo isso aí e o Governador coitado, é quem vai pagar o Pato.

Responder

Jose Mario HRP

19/06/2013 - 08h25

??????????????????
Decifra-me ou………..
Pois é Dilma/Geraldo/Haddad/Governador de MG/J. Wagner/Eduardo Campos/Aébrio Neves/Cabralzinho Angra dos Reis!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

xacal

19/06/2013 - 08h15

Bom relato, só escorrega quando vai para opinião:

O caldo fascista e conservador brasileira não é estimulado ou alterado pela inclusão consumista, ele só passou a ter voz porque nós, falando sob o aspecto economicista, que criticamos, mas praticamos, só damos atenção a quem tem alguma coisa.

Nas periferias ou na classe média este fanatismo está na nossa História, seja para apoia o Estado Novo getulista, seja para se omitir frente a 64, ou perante nossa tragédia diária e anual de 30 mil mortes de pretos e pobres por arma de fogo, no nosso estranho sistema de punição penal extra-judicial.

É este povo que bate na mulher, torce nariz para os direitos dos gays, e até bem pouco tempo(até entre nós) abomina qualquer política afirmativa, ou de distribuição de renda, chamada de bolsa-esmola.

É este povo que “caga e anda” para as comissões da verdade, que não sensibilizam mais que meia dúzia de abnegados, enquanto a imensa maioria até concorda com a tortura, agora, para aleijar o inimigo número um da vez: antes o terrorista, agora o bandido da favela!

Então, o “escrevinhador” parece não entender que foi justamente o período Lula (Dilma) que possibilita o amplo debate sobre estas nossas feridas.

Colocar o conservadorismo na conta das políticas de Lula é desonesto, além de ser estúpido.

Responder

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 10h27

    Xacal
    Concordo com você sobre o que narras,porém não entendi dessa forma o texto do Vianna.

Gerson Carneiro

19/06/2013 - 08h08

Esse fortão aí, mascarado e sem nenhuma preocupação em ser filmado é adolescente? Isso aí é policial infiltrado.

Responder

Romanelli

19/06/2013 - 08h06

olha, depois desta frase, o jornalista caiu muito no meu conceito:

“..Um Brasil fraco, um Estado nacional sob ataque, não será capaz de melhorar a vida do povo. Isso interessa para os conservadores e para seus aliados nos Estados Unidos…”

De que BR fraco falas, o dos políticos ? E que papo desconexo é esse de EUA, curto circuito ?

acho que ele esta mais perdido que o Gilberto, e pra esse eu respondi o seguinte :

O que se passa Gilbertinho ?? você quer saber ? eu te conto:

Há anos que o povo esta mandando sinais de que NÃO aguenta mais a rivalidade tucano petista ..que ele povo quer RESULTADOS e não PROJETOS inexequíveis, que não quer mais ficar vendo disputa inconsequente entre QUADRILHAS de delinquentes.

Há anos Carvalhinho que o povo vive escutando na TV sobre melhorias nisso e naquilo, em rasgos estatísticos, isso tudo pra depois ter que sair e não encontrar TRANSPORTE público, nem ruas ou estradas, muito menos saúde, moradia e a tão sonhada segurança e JUSTIÇA pra suas vidas.

VOCÊ sabe Gilbertinho em quanto estão os GASTOS COM A COPA, sabe ?

Divulga-se que já chegaram em R$ 33 BILHÕES carvalhinho ..e isso ainda não acabou ..valor que se somado ao incentivo pro CARRO (mais R$ 20 bi nos últimos anos) daria pra se construir MUITO MONOTRILHO, ou quase R$ 2 milhões de moradias DIGNAS populares.

Pior mesmo talvez tenha sido o papel da DILMA ..DILMA que não fala com a alma, que só lê discursos vazios ..ela que NÃO toma atitudes espontâneas, e que a todo momento vem se socorrer com o tio ..ela que tal qual vc gilbertinho, ainda diz que esta tentando digerir o que se passa.

Não DILMA, não há nada pra se digerir, a coisa é pra se engolir a seco mesmo, e pra se agir ..então AJA pombas !!!!

nota complementar :

A POPULAÇÃO esta cansada dos PODERES CONSTITUÍDOS ..tanto do executivo, como do judiciário e do legislativo com suas leis e ações abjetas que atentam contra nossos melhores valores e princípios ..só isso

Responder

Messias Franca de Macedo

19/06/2013 - 08h01

[EXTRA, EXTRA, EXTRA!…]

PAUTA PARA A PRÓXIMA MANIFESTAÇÃO DE PROTESTOS POR TODO O BRASIL:

A ‘Associação dos Pais e Mães de Famílias Trabalhadores(as) do Verdadeiro Brasil’ [que se opõe aos rentistas e especuladores] está mobilizando – para uma série interminável(!) de protestos – os pais e as mães de famílias brasileiras que, eventualmente, percam o seu digno “ganha pão” em decorrência do boicote criminoso e golpista perpetrado contra o êxito dos eventos internacionais programados para serem sediados aqui no Brasil, a começar pela Copa das Confederações – Copa das Confederações a qual – os golpistas sabem(!) – representa as prévias oficiais para a subsequente Copa do Mundo de Futebol!…

NOTA ALVISSAREIRA: todos os pais e mães de famílias honestas e trabalhadoras [ativos, aposentados e pensionistas] se juntarão aos lídimos – e democráticos – protestos, pacíficos!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

pereira

19/06/2013 - 08h01

Esses caras são os mesmos que batem em professores, destrói as escolas públicas, as escola recebem carteiras novas todos os anos e depois de 6 meses estão todas quebradas escola depredadas, livros jogados fora, quem trabalha com a educação desses vândalos sabem que é assim, só estão fazendo o de costume.

Responder

Ricardo Gonçalves

19/06/2013 - 07h54

Com todo respeito ao Rodrigo e ao Azenha, mas ao chegar às 23:40 h em casa na 2ª feira liguei na record, que transmitia uma praça de guerra na cidade de São Paulo. Repito: na 2ª feira uma praça de guerra. Pois é, estavam mostrando imagens da 5ª feira passada (13/06). A Record é tão ruim, senão pior que globos, vejas, folhas e quetais. Com todo respeito Rodrigo, a Record é mais um lixo que explora nosso espectro magnético de forma golpista e manipuladora.

Responder

LEANDRO

19/06/2013 - 07h46

O que o governo e os “progressistas” não entendem é que o povo chegou ao limite. Só notícia ruim, o país não cresce mas os impostos para as pessoas sim (só aliviam as empresas), a percepção de corrupção e impunidade aumenta, aí você vÊ o país gastar bilhões em copa do mundo e olha para o lado e não vê hospital, escola…. e tome imposto alto.

Responder

    Alexandre Aguiar

    19/06/2013 - 11h23

    Usando essa lógica simplista, Leandro, a gente poderia então desmanchar os estádios, transformar tudo em barras de ouro e financiar hospitais, escolas, mobilidade urbana. Que tal?
    Óbvio que não é assim, mas se todos estamos de “saco cheio”, por que não há mobilizações anteriores? Por que não houve um manifesto em frente ao congresso pela votação dos 100% do pré-sal para a Educação? E o Orçamento da União, que destinava 63 bilhoões só para a saúde em 2013, qual foi a pressão para um país melhor que foi feita?
    Ah, entendi, agora a coisa aparece mais, né.

Jose Mario HRP

19/06/2013 - 07h40


Denuncie esse sujeito!
Ele não é representante do movimento em Sampa.
É só um bandido infiltrado!

Responder

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 10h30

    O Movimento deve denunciar. Será que denunciará?

    Maria Izabel L Silva

    19/06/2013 - 11h07

    Não. O movimento é omisso e covarde. Assiste a tudo passivamente. Nem sequer uma nota foi divulgada.

    Wladimir

    19/06/2013 - 11h05

    Se essa canalha aí, metido a “Bane” do Batman não estiver usando a máscara para mandar a substância chamada “veneno” para os seus dois neurônios, então ele não passa de mais um covarde, provocador infiltrado. Dúvido que ele estive na noite anterior chutando os portões do Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi. Mostra a cara, bundão covarde!

Samir

19/06/2013 - 07h26

A verdade é que a economia brasileira está andando para trás: pibinhos, déficits comerciais etc. O PT não soube administrar bem as imensas condições que teve para mudar para melhor, definitivamente, o Brasil e as suas instituições. O partido dos trabalhadores preferiu dar geladeiras e mico-ondas aos pobres, sem se preocupar com o futuro; o partido achou que o único problema do Brasil era a “falta de vonjtade política” de seus antigos dirigentes. Agora, Inês é morta, e com a volta do demônio (com o pedido de perdão aos antirreligiosos pela referência) da inflação, serão mais décadas de sufoco no futuro para voltar ao passado. Mas, os companheiros da elite dirigente do partido e da base “aliada” estão bilionários, e os bancos nunca ganharam tanto dinheiro com o Brasil – dito com orgunho por alguèm que igualmente se orgulha de nunca ter necessitado o esforço de ler um único livro na vida para liderar greves em portas de fábricas. A culpa sempre é de Washington – assim é mais fácil de engolir a realidade.

Responder

Olavo

19/06/2013 - 07h03

E a Dilma, falando em controle remoto.

Responder

pereira

19/06/2013 - 06h58

O carro da record foi o marcelo rezende que fez o incentivo, e os assaltos a bancos e lojas, é um monte de vagabundos que não querem trabalhar, claro que tem que mudar a mobilidade urbana, do jeito que esta não dar.

Responder

Jose Mario HRP

19/06/2013 - 06h18

Todos os governantes estão tentando ou lucrar com os protestos ou entender as coisas.
Mas é claro desde segunda feira a noite que o protesto ganhou “novos adeptos””
Uns mais velhos saudosos dos protestos de sua juventude e outros revanchistas classe média, mais velhos, que tentam liderar o movimento e fazê-lo um mico contra o governo do PT!
Mas o que mais preocupa é que uma parte da periferia aderiu, está violenta e desgovernada, agitando e depredando, sem que os manifestantes iniciantes os possa conter.
Seria não o grito das ruas, mas o URRO da turba!
Essa coisa de anti nacionalismo emprica não pode vicejar.
Nacionalismo radical é bpçal, mas há que unir-se pelo bem maior, que são a paz, a qualidade de saude, educação e segurança, para todos, ignorantes ou não.

Responder

Malvina Cruela

19/06/2013 - 06h16

ora bolas..se ao fim e ao cabo tudo isso trouxer da direita de volta(com sua velha cara e não disfarçada de PT como é hoje) isso só quer dizer o projeto (inexistente) da esquerda foi pro vinagre…o real é racional.

Responder

Francisco

19/06/2013 - 05h01

Esse cara de branco me impressionou muito na TV. Parecia o Freddie Grugger. Toda a linguagem corporal dele era de quem não tinha medo de nada, nem de ninguém. De quem será filho? Quantos advogados terá a sua disposição? Quem lhe financiou os músculos, a mascara e a empáfia?

A atitude dele foi de total (total!) desprezo pela policia e pelo patrimônio que eu (nós) pagamos. Ele não esta nem ai.

Felizmente a policia federal deve prender ele nas próximas horas. Vai prender, não vai?

Responder

    Jeanette

    19/06/2013 - 06h07

    Me impressionou mais ainda a “narração” do Marcelo Rezende. Como já disse um comentarista do PHA, o cara conseguiu até colocar fogo no carro da Record.

    Romanelli

    19/06/2013 - 08h01

    ahhh vai. tal qual fez com a turma da Privataria e a do “boato” do Bolsa Familia

Sérgio

19/06/2013 - 04h20

Existe uma outra possibilidade, e é bem simples: Imaginem que trata-se de um pequeno grupo de pessoas orientadas pelos cabeças de um partido (o próprio PSDB, por exemplo) ou do sistema que detem o poder em geral (midia e capital)que estão ali para confundir, para distorcer, para dar a idèia de que o movimento não tem consistência. Os crimes de falsa bandeira parecem estar na moda. Ninguém em sâ consciência vai queimar a Bandeira Brasileira, porque sabe que isso é “dar tiro no pé”, é querer (ignorando que é crime), no mínimo, fazer a opinião pública se voltar contra o movimento. Penso que as pessoas aqui desta discussão, considerando que suas opiniões possam se diferenciar, concordariam que alguém dizer “foda-se o Brasil” e queimar a nossa Bandeira, das duas uma: ou seria excessivamente burra e ignorante, ou então age conscientemente contra o próprio movimento.

Responder

Angelo Gabriel

19/06/2013 - 03h43

mais inteligência e menos ingenuidade, a verdade é que a PM deixou o circo pegar fogo para ganhar o respeito nacional novamente, tática muito bem aplicada até agora pq parece que a maioria caiu como patinho.

Responder

    Francisco

    19/06/2013 - 04h58

    Amigo, na boa, quando tenho medo de ladrão, eu ligo pra policia. Pra esse cara ai de branco, eu não peço socorro não. Policia tem hierarquia, corregedoria, um monte de “travas”. Esse cara, tem não.

    Sem policia como ter pólis?

Cláudio

19/06/2013 - 03h13


“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma.” Joseph Pulitzer


“Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” Malcolm X



Ley de Medios Já ! ! !

Responder

    Wladimir

    19/06/2013 - 11h20

    Muito bem lembradas a citações, Cláudio. Vamos iniciar um manifesto por um Projeto de Lei de iniciativa popular pela Ley de Médios!

    Mário SF Alves

    19/06/2013 - 16h22

    E replicando [à exaustão se preciso for] o que disse o Cláudio:

    “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma.” Joseph Pulitzer

    “Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” Malcolm X

    Ley de Medios Já ! ! !

    _________________________________________
    Pois é, alguém aí tem a menor de quando foi que Pulitzer disse isso? Importante saber. Mesmo porque de lá pra cá a coisa só se fez agravar.
    _______________________________________________
    Tá claro que a grande maioria da moçada que anda sacudindo o marasmo e sono dos governantes nas ruas, há tempos nem sequer passa em frente à TV. Mas… ainda assim.
    ____________________________________________________
    A propósito. A Rede Globo de Televisão surgiu como mesmo? Esfacelamento da Rede Tupy, associação à Time Life norte-americana e com o total apoio do quê mesmo? Resposta: ditadura.

@naldovalenca

19/06/2013 - 02h53

Rodrigo, desde a primeira manifestação tenho colocado nos blogs sujos, que a bomba vai ser jogada no colo do PT. Psol e o PSTU, que no primeiro momento vinham patrocinando a molecada, não tem compromisso e muito menos responsabilidade em garantir a expansão das políticas progressistas. Querem o poder mesmo que atrasem a agenda corrente. Queen tomar a história do PCB. E o mais danoso é que qualquer conflito por mais insignificante que seja sempre é cooptado pela direita. Com respeito Rodrigo, O alerta era pra ser dado no princípio. Vocês deram corda pra uma brincadeira de caras pintadas. Fizeram como o PT. São 10 anos de difamação e ainda acreditam no inimigo? Que trabalha noite e dia, como diz os evangélicos, kkk. Panfletando no facebook mimes contra o Lula diurnamente. Para jovens totalmente despolitizados pela imprensa. Era pra manter firme nos princípios. Até o PH quase afrouxou. Impressionante o medo de você, Nassif, Vianna … em divergirem da molecada. É vontade de serem jovens? Esta molecada, descolada, do face é tão conservadora quanto o malafaia. Portanto Vianna, façam o chamado, poi ainda há tempo, pois a coisa tende a engrossar. Ninguém vai ganhar no tapetão!

Responder

Cibele

19/06/2013 - 02h45

Ah, mas vocês gostam! Agora é que tá ficando bom, gente! O povo tá na rua, os jovens estão na rua! Quem disse que o povo e os jovens brasileiros são de esquerda? Quanto ao prejuízo (nosso) lá na prefeitura, chamem o Maringoni que ele sabe o que fazer. Só uns milhõezinhos e tá tudo resolvido.

Responder

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 08h44

    Esses sujeitos da foto e do texto não são “o povo”. Estão trazendo bandeiras que não são do “povo”. São fascistas aproveitando a brecha para atacar, de novo. A fala sem fundamento de “sem ideologia” é conhecida. O argumento de ” menos impostos” também. Da mesma forma, o não aos países ( com exceção dos EUA, claro). Esse grupo segue ideólogos claros e conhecidos, e todos remetem ao que conhecemos como fascismo. Aliás, tem rodado em algumas redes mensagens absolutamente claras sobre isso. ou o MPL percebe isso e define com clareza para onde vais e seus objetivos ou será permanentemente infiltrado por fascistas contra impostos, “sem ideologia” (só para quem acredita nesse lixo) e absolutamente violentos e autoritários. Burguesada que odeia “pobrinho” do bolsa família está aí, nesse grupo.

    assalariado.

    19/06/2013 - 10h41

    Caríssima Cibele, não vamos perder o rumo de nossa discussão e de nossas intenções. Você não percebe que este pleiboi é um agente da direita infiltrado no movimento? Tem um monte Brasil afora. É muito mais fácil atacar a dita ‘esquerda’? Então paremos de (pensar) e comecemos a (raciocinar).

    Abraços Fraternos.

    Cibele

    19/06/2013 - 21h32

    Caro assalariado, evidente que percebo. O que quis foi ironizar. O Rodrigo Vianna andou dando muito espaço pra gente que sabia o que fazer direitinho. Era só o prefeito dar a redução antes do governador, segundo um certo cidadão de extrema esquerda. Por não ter feito isso, Haddad seria limitado. Por favor, vamos concordar que os jovens, de modo geral, ou são alienados politicamente, ou são moderados, ou de direita. A esquerda é minoria entre eles também, não nos enganemos. Era previsível que esses infiltrados apareceriam. E que o objetivo sempre foi esse. Sou contra toda essa ilusão da esquerda. Muita ilusão, cara. Você sabe que para se chegar a uma situação almejada por todos nós, falta muuuuito ainda. Chegar ao socialismo é uma utopia no Brasil, mas pode ser possível um dia, sim. Para isso, educação, transformação silenciosa, coragem e vontade política. Revolução cultural, certo? Quando vai começar? Isso eu gostaria de saber. Abraços fraternos pra ti também.

    Cibele

    19/06/2013 - 21h41

    Caro assalariado, claro que percebi. É tudo muito previsível, fico até com preguiça. Tem que ironizar, não é possível. Quem, meu Deus, quem imaginou que isso não iria acontecer? Agora, é torcer para parar por aí. Tentei postar uma outra resposta aqui, não sei porque não passou. Abraços fraternos pra ti também.

Lindivaldo

19/06/2013 - 02h44

É o sonho do velho Tio Sam inaugurar uma Primavera de protestos e golpes no nosso Continente.

Para a metrópole, seria a glória ver suas antigas colônias retornarem, fiéis e arrependidas, ao seu domínio, sem tanques nem canhões, apenas ao suave toque das novas tecnologias.

Afinal, para os EUA, a Doutrina Monroe é eterna: “América para os americanos”.

De preferência, que se iniciasse no Brasil, visto o seu grande porte e importância, e que logo se alastrasse pela Venezuela, Bolívia, Equador, Argentina e demais governos progressistas.

Para isto, os EUA estão contando, como sempre, com o apoio da mesma elite nativa e entreguista, representada pela grande imprensa, partidos políticos conservadores (PSDB, DEM, PPS, etc) e outros oportunistas, sem contar com a logística do Instituto Milleniun.

Porém, o PT e o Governo ainda podem e devem impedir este retrocesso.

Para tanto, é preciso usar urgentemente a internet, os sites alternativos, e, principalmente, a rede social online para se contrapor a essa onda de ódios, boatos e desconstrução da classe política e do governo que vem sendo divulgada exaustiva e diuturnamente através da grande imprensa e por e-mail, facebook, twitter e outras mídias modernas para abrir os caminhos para o golpe.

É preciso divulgar e explicar, por estas vias, os programas sociais do governo; os avanços na educação (criação de novas universidades públicas e institutos federais, inclusão de pobres e negros, etc.); o crescimento da economia (oferta de emprego, aumento da renda, etc); a vitoriosa política externa; e tantos outros progressos conquistados a partir de 2003).

É preciso também está sempre confrontando os resultados da gestão do PT com os da administração do PSDB durante duplo mandato de FHC.

É bom lembrar ainda que a grande maioria desses jovens, que hoje está ocupando as ruas, nada sabe da situação de quebradeira em que o Brasil se encontrava quando o Lula assumiu a Presidência em 2003, tanto por ser criança à época, quanto porque a mídia nunca divulgou quaisquer desmandos das administrações tucanas.

Ah! Como seria bom que todos esses jovens vissem o vídeo abaixo que conta a história de um Brasil tão recente!
http://www.youtube.com/watch?v=9YB4pRo-mw0

Responder

sandro

19/06/2013 - 02h38

Galera do MPL: Abortar missão!
Haddad: Reconsidere que tá tudo certo, vamos começar de novo ok?
Lula: fique onde esta, não se mexa por favor,…se é que me entende.
Dilma: Seja voce apenas vove.
Nazistas e xenófilos em extase: Rambo a missão!

Responder

sandro

19/06/2013 - 02h28

Essa figura da foto trafega tranquilamente pela rua Augusta, não tenho
certeza mas é um “Tupinskin” uma gangue skinhead tida como meia -boca.
No largo da batata foi engraçado que de 10 pessoas mais maduras, já
passando dos 50 pelo menos 6 faziam campanha ant-Dilma, meio na surdina,
uma me fez um relato assustador de como o “zé dirceu” estava manipulando
o movimento..e terminou o papo dizendo: tá ficando ruim aqui olha pra isso… um casal negro passando. Progressistas acordem!

Responder

Oscar Souza

19/06/2013 - 02h25

PS:
Antes que acusem, não sou da extrema direita.

Sou apenas um cidadão que acha que a politicagem e os políticos que temos ja passaram da validade.

Que todos nós tenhamos o direito ao Voto Facultativo, que tenhamos um plebiscito online para cada nova proposta de lei, e participa quem quiser, que venha a reforma política, a reforma tributária, reforma agrária, reforma fiscal.

Falta neste país é pulso de cobrar, e coragem de assumir que não existem mais salvadores, e sim irresponsáveis (Nós), que votamos e protegemos pessoas que não merecem nossa proteção.

Só pra constar! Lula Aliado de Collor! FHC elogiando Dilma, isso prova mais do que nunca o que estou dizendo.

É tudo a mesma coisa!

E que venha Lula para a Rua, que venha FHC para a Rua, quero pessoalmente manda-los a merda e dizer que nenhum deles me representa!

Responder

    Andrer

    19/06/2013 - 09h24

    Caro, o voto já é facultativo, apenas não aceita a preguiça como desculpa!

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 10h36

    O voto facultaivo é muito bom, para o “mercado”, para a “grande mídia”, para os especuladores que compram seu voto e financiam os candidatos deles em eleições “livres e facultativas”. Ótimo discurso da “liberdade”.

    Oscar Souza

    20/06/2013 - 02h45

    Amigo, Desculpe.
    Mas se quiser buscamos quem são os candidatos que mais tem aparecido na TV nos últimos 10 anos.

    Só por este comentário, o seu já fica esvaziado. Se é da grande mídia que falamos, Dilma leva vantagem LARGA.

    O Voto Facultativo é a forma como TODO grande povo lida com o “DIREITO” (não dever) do voto.

    Não quero falar de Estados Unidos, Cito aqui Noruega, Suíça, Finlândia, Holanda, Bélgica, Alemanha, Áustria, etc…

    Não falo de monstros Capitalistas, falo dos MAIORES IDH,Índices de Educação e Desenvolvimento do MUNDO.

Liz Almeida

19/06/2013 - 02h07

É preciso ficar MUITO ATENTO e verificar se não há grupos da mídia e/ou partidos políticos de direita por trás desses vandalismos. Não duvido que a globo/folha/veja ainda tenham coragem de agir como na ditadura. Ela vai ficar ‘levando bronca’ sozinha? Certos atos podem ser propositais, p/ passar a imagem que não é só com uma emissora específica que estar acontecendo…

Muita atenção nessa hora!

Responder

Jose Alberto SSA BA

19/06/2013 - 01h53

RV.
Toda a mídia, inclusive a maioria dos BlogsSujos e Carta Capital teve a CAPACIDADE (OU INCAPACIDADE?) de fazer coro com Ana Maria Braga?. Pelo amor de todos os Deuses. Viraram o Louro José, até mesmo depois de Arnaldo Jabor virar a folha?. Só porque colegas foram espancados pela SS de SP? E se isso foi planejado?
Deram toda força, com frases dignas do BBB, sonhadoras e idiotas, para esse “MOVIMENTO ENCOMEDADO PARA DESESTABILIZAR”, que me recuso a pronunciar, PORQUE ELE NÃO TEM NOME, NÃO TEM ROSTO, NÃO TEM PN.
Enquanto os PARMALAT BONITINHOS no Rio bradam contra a CORRUPÇÃO, contra o PT (conforme Eduguim narrou ontem), contra “TUDO QUE ESTÁ AÍ” era exercicio da democracia. Jogadores da seleção aderindo, marrrravilha. TV ao vivo 24 horas, mais do que no mensalão.
Tive o desprazer de ler de num blog que admirava a seguinte frase lapidar:
“Quem aprendeu a enxergar os grandes movimentos sísmicos da história, identificou na movimentação da rapaziada um cometa brilhante que cindiu o tempo histórico e marcou definitivamente a divisa entre o velho e o novo.”
Faltou botar o cara do BBB para recitar essa m…da., desculpe.
Ontem num programa da Record uma apresentadora incitava as pessoas a protestarem, irem pra rua, tocarem fogo em pneu (acredite). Protestar contra O QUE ESTÁ AÍ. O público desse programa é de pessoas menos esclarecidas (te cuida Salvador).
Ganhei o meu dia hoje quando vi que TOCARAM FOGO NUM CARRO DA RECORD aí em Sampa.
Pergunto: Agora que o “MORRO” desceu . Como é que fica?.
Quando o pessoal das favelas do Rio se juntarem aos Parmalat, como é que vai ser?

Responder

    von Narr

    19/06/2013 - 08h07

    Finalmente caiu a ficha? Quando protestam que o governo “gastou bilhões com estádios da Copa” (o que NÃO é verdade, a conta é das construtoras) vocês acham que é contra qual governo? Tem outro além da Dilma? Quantos de nós, da esquerda, não nos irritamos no dia a dia nas conversas com pessoas DE DIREITA com esse papo de que político é tudo igual, ladrão e mentiroso? A garotada nas ruas representa a voz dessa direita adulta que há anos a gente constata nas conversas, na leitura de comentários de leitores de jornais e nas matérias do próprio PIG. A esquerda tem que parar de achar que detém o monopólio das manifestações de massa. Só porque é multidão e jovem não quer dizer que seja de esquerda. Ou os jovens de repente deixaram de ser de direita? Na Venezuela, a classe média não organiza manifestações gigantes de direita contra os chavistas? Por que no Brasil não seria assim?

Ricardo

19/06/2013 - 01h34

Rodrigo, sobre o homem de camisa branca justa, máscara, de calça escura e botas da foto que você publicou, o grupo Black Bloc RJ afirma tê-lo identificado como sendo Tiago Ciro Tadeu Faria, o mesmo homem que rasgou os votos da apuração das escolas de samba no carvanal de São Paulo em 2012. O link para a nota do Black Bloc com a denúncia está aqui: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=534317809949720&set=a.531379120243589.1073741828.531371666911001&type=1

Também teriam sido identificados 3 policiais infiltrados entre os agitadores que se dirigiam ao Palácio dos Bandeirantes. O link para a denúncia é esse: https://twitter.com/surigueira/status/347157925124534272/photo/1

Ainda sobre os três indivíduos, uma pessoa no Twitter afirma que eles seriam do Serviço Reservado da PM (a P2). Links aqui: https://twitter.com/franchini/status/347165071828459520 e aqui: https://twitter.com/franchini/status/347187679781347329

Responder

Saçuober

19/06/2013 - 01h24

Este movimento possui muitas bandeiras, o MPL perdeu o controle, mesmo onde são atendidas as reinvidicações do MPL as manifestações continuam. O prefeito Haddat deveria retornar o preço da passagem aos R$ 3,00 (tres reais) negociando com o MPL a interrupção das manifestações, vamos ver o que acontece.

Responder

Luiz

19/06/2013 - 01h21

Segundo consta na página do grupo Black Bloc, no Facebook, o vândalo aí das fotos já foi identificado. Diz o texto deles:

“Gostaria de deixar claro que o Black Bloc não teve nada a ver com os atos na prefeitura de SP, como foi noticiado na Rede Record. Isto inclui o cara de branco quebrando os vidros da prefeitura, e incitando os manifestantes a fazerem o mesmo. Através de nossas pesquisas, o nome do mesmo é Tiago Ciro Tadeu Faria, o cara que rasgou os votos da apuração das escolas de samba no carvanal de SP em 2012”.

A conferir.

Responder

Marcelo de Matos

19/06/2013 - 01h02

Em Itupeva-SP prefeito petista dá o exemplo: http://www.jornaldeitupeva.com.br/2013/06/18/bocalon-anuncia-que-itupeva-nao-tera-aumento-na-tarifa-de-onibus/

Responder

debora

19/06/2013 - 00h45

Será que ainda não entendem que PT, PSDB, PSOL, PMDB e tantos outros partidos são todos farinha do mesmo saco? Todos querem deixar o povo na ignorância. A Copa e as Olimpíadas foram “conquistadas” no governo Lula! A corrupção e os gastos excessivos também ocorreram no governo dele. FHC, Lula, Dilma e tantos outros políticos pensam somente em tirar o máximo de proveito do povo. Parem de achar que Lula é um santo e que o governo dele foi perfeito. A periferia não está no movimento, porque vivem na frente da TV assistindo novelas, futebol e funk, por serem manipuladas por ideias e políticas populistas, implantadas cada vez mais nesse país. A família inteira do Lula está riquíssima e as nossas custas! Não existe mais esquerda e direita no Brasil! Acordem!
E vi tudo isso trabalhando em diversos projetos sociais na periferia e vivendo a realidade deles…

Responder

    Alexandre Aguiar

    19/06/2013 - 10h34

    E você nem fica corada?

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 10h41

    Tá. E você vai votar em quem para colocar no lugar de Lula e Dilma? Ou vai dizer que não tem partido, não tem ideologia, e vai votra nulo ano que vem? Vou aguardar sua resposta, por favor, estou curioso.

ELG

19/06/2013 - 00h39

TRAIDORES DA PÁTRIA!
Compartilhem assim no Facebook.

Responder

Alexis

19/06/2013 - 00h30

Como tinha dito lá no seu blog, Rodrigo, você trouxe luz para esta situação de manifestações, inconsequências e atuação de todo tipo de aproveitadores.

Responder

Uélintom

19/06/2013 - 00h25

Cara, não faz o menor sentido. Nunca vi ninguém, nem da direita, odiar o nacionalismo porque acha que deveríamos mesmo ser controlados pelos EUA. Acho que você, Rodrigão, viajou na maionese. Se quer disputar a manifestação e as ruas com a direita (o que é desejável e necessário), não é entoando cantigas aparentadas com o “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Há aqui um tom nacionalista à la Aldo Rebelo, que enxerga nos povos indígenas um “perigo para as fronteiras nacionais”, mas não nos latifundiários.

Responder

    sandro

    19/06/2013 - 02h22

    Diria que ambos meu caro!

Saçuober

19/06/2013 - 00h17

Uns idiotas de ultra esquerda, uns boçais facistas, uns idiotas anarquistas, estão servindo de estopim para o golpe.
Como diz o Bacellar, a quem interessa a desestabilização do Brasil, como diz o Mino Carta até o mundo mineral sabe.

Responder

José X.

19/06/2013 - 00h13

“ou a Espanha, que levou jovens “indignados” para as praças (e lá também bandeiras de partidos eram “proibidas”) mas no fim das contas elegeu os franquistas do PP.”

Esse exemplo da Espanha é o que não canso de usar: o que todos aqueles (vistos daqui) charmosos protestos dos “indignados” conseguiu foi eleger o Mariano Rajoy, um política típico da direita, subordinado aos interesses financeiros da União Europeia, à Frau Merkel. E o povo espanhol, os “indignados” ? Os burros se f….

Esses protestos “apartidários”, sem programa, sem objetivos definidos, contra tudo e contra todos, são uma canoa furada. Muita gente está embarcando neles por ingenuidade, mas muitos também estão embarcando por esperteza e oportunismo. Quem viver verá.

Responder

    Oscar Souza

    19/06/2013 - 02h29

    E você ja deve ter visto muitos exemplos como estes, claro.

    Hoje mesmo ouvindo Globo News (Aproximadamente as 23h) um cientista político da Bahia falava que de todos os levantes populares, o que ocorre agora no Brasil é inédito a ele.

    Deve ser muito difícil ver coisas que outros especialistas no ramo não conseguem ver.

    Parabéns amigo!

    Adilson

    19/06/2013 - 10h02

    O nome do cara é Paulo Bahia, mas ele é carioca.

    Oscar Souza

    20/06/2013 - 02h40

    Isso Mesmo!
    Obrigado!

    Valmont

    19/06/2013 - 04h28

    O caso recente da Espanha é, de fato, muito parecido com o que se passa hoje no Brasil.

jõao

19/06/2013 - 00h11

Derrubar o Mercosul é caminho para desindustrializar o Brasil
Em entrevista a jornal argentino, candidato tucano a presidente, Aécio Neves se mostra ainda aliado ao Consenso de Washington
por Helena Sthephanowitz publicado 18/06/2013 16:03
©REPRODUÇÃO

Aécio Neves foi entrevistado pelo “La Nación”
O senador Aécio Neves (MG), pré-candidato a presidente da República em 2014, em entrevista ao jornal La Nación, da Argentina, sinalizou que seu plano é esvaziar o Mercosul, e fazer outros tratados de livre comércio.

O tucano declarou: “Estamos muito preocupados com o que acontece hoje no Mercosul, que está muito engessado. Duvidamos se a união aduaneira é ainda o melhor caminho (…) Não devemos perder as alianças comerciais do Brasil com a Argentina, mas temos de transformar o Mercosul em uma área de livre comércio, que permita a cada Estado associado firmar acordos comerciais com outros países. (…) Temos de ter coragem de repensar e revisar o Mercosul. Neste sentido, a Aliança do Pacífico, constituída pelo México, Colômbia, Peru e Chile é um exemplo de dinamismo”.

A declaração remete a antigas propostas dos anos 1990 como a Área de Livre Comércio das Américas (Alca), projeto hegemônico dos EUA que, se implementado nos moldes entreguistas propostos, impediria o desenvolvimento nacional – e dos demais países do continente – por décadas.

Nas eleições de 2010, o então candidato tucano, José Serra, também disse a mesma coisa que Aécio diz agora. Os tucanos se deslumbram com o Chile. Porém, para haver acordos vantajosos é preciso haver sinergia nas trocas comerciais entre dois ou mais países. O Mercosul tem a sinergia da integração sul-americana, onde todos se desenvolvem juntos.

O Chile não tem grandes problemas em fazer acordos comerciais com grandes países industrializados porque exporta minérios, frutas, salmão, vinhos, celulose, metanol, produtos químicos e insumos agrícolas. Não tem nem um parque industrial a competir com outros países grandes, nem um mercado interno gigante e em expansão como o brasileiro. O Brasil deve ter soberania na dosagem de abertura em setores da economia, de acordo com o interesse nacional, em vez de submeter-se a tratados escritos por estrangeiros.

O ex-presidente Lula, apesar de ter encontrado o Brasil em situação delicada e dependente do FMI em 2003, resistiu às pressões, refutou a Alca, revigorou o Mercosul e pela via diplomática abriu mercados com todas as partes do mundo, ampliando as exportações brasileiras. A presidenta Dilma deu continuidade à sua política externa e, hoje, a Organização Mundial do Comércio (OMC) é conduzida por um brasileiro.

As propostas do tucanato podem enterrar toda a geopolítica exitosa construída nos últimos dez anos. E se voltar aquela política do governo FHC de submeter-se ao chamado Consenso de Washington, do qual o livre comércio imposto pelos países imperialistas faz parte, o Brasil acabará ficando para trás. E aí, adeus ao “B” dos Brics (sigla dos principais países emergentes: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Responder

    Braulio Stalin

    19/06/2013 - 06h37

    Amigos, já há provas incontestáveis de que as manifestações – que visam desestabilizar os governos do pt – foram articuladas em Washington, com o apoio da direita fascista brasileira. Fora Aécio!

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 10h53

    Aécio, PSDB, Globo, Veja, Folha, Bancos privados, burgueses contra o bolsa família, OPUS DEI. Todos contra a distribuição de renda, argumentando contra política a favor de abocanharem todos recursos públicos para si, a serviço da “democracia” nacionalista, “sem ideologia” do Grande Irmão EUA.

ellen

19/06/2013 - 00h04

De tudo que vi, ouvi, conversei e discuti nesta semana, tentando compreender, de fato, todo este movimento cheguei à seguinte conclusão: RADICALIZEI!
Explico:

Nada, nenhum cartaz, nehuma fala, nenhuma palavra de ordem sequer respinga no maldito judiciário.

Na frágil cultura política brasileira, apontar para o executivo e legislativo (não sem razão, necessariamente) é recorrente.

Mas só acreditarei num movimento real de transformação quando os protestos tiverem como alvo claro, definido e fundamentado o nosso podre judiciário.

Desculpem os termos e a expressão grosseira e direta. É um desabafo!

Responder

    Adilson

    19/06/2013 - 00h24

    De acordo!

    XAD

    19/06/2013 - 00h55

    Ocorre que as pessoas, no geral, só conhecem a cúpula (leia-se: os 11 ministros do STF), um pouquinho do CNJ e olhe lá… Dos 3 poderes, o Judiciário é o mais fechado, mais difícil de entender, de acessar.

    Tem outra: os magistrados não são eleitos; não há qualquer influência popular (digamos assim) na constituição do Judiciário. Aliás, ele é tão fechado que apenas os desembargadores podem votar p/ os cargos mais altos dos tribunais; juízes nem podem votar.

    Eles são corporativas e, na maioria, muito conservadores.

    Para democratizar, tem chão…

    ELG

    19/06/2013 - 01h02

    Pelo contrário, Ellen: tem muito cartaz por aí defendendo a bandeira do Brindeiro Gurgel: contra a PEC 37…

    Maria Izabel L Silva

    19/06/2013 - 11h17

    Muito bem lembrado Elen. Faço minhas suas palavras …

    Isabela

    19/06/2013 - 14h15

    Exato! Eu costumo dizer que o problema do Brasil é o judiciário….

Regis Munhoz

19/06/2013 - 00h02

Como o chefe do rodrigo sabia de antemão do ataque à prefeitura? isso soa estranho!

Responder

Armando do Prado

19/06/2013 - 00h02

“O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”.

Calma, caro Rodrigo. Como v. mesmo diz, trata-se de um recorte. Não se esqueça que a maioria esmagadora tentou conter e demover os infiltrados, inclusive aquele de branco, claramente um provocador (aliás, comum em qualquer manifestação, como bem sabemos desde os anos 70).

Nacionalismo, bandeira, etc, não têm nada a ver com lutas sociais e com o povo brasileiro. Daqui a pouco v. vai dizer que quem torce contra a seleção “brasileira” de futebol é de direito. Muita calma.

Responder

Tomas

19/06/2013 - 00h01

Acho q são coisas diferentes. Aquela manifestação tipo Cansei, todo mundo de branco, e bandeira do Brasil cantando o hino, é o q a veja quer. Sou totalmente contra esse nacionalismo sem fundamento… Agora as outras observações são pertinentes.

Responder

    Adilson

    19/06/2013 - 00h46

    Tomas, esse tb é o meu receio.

    Entendo perfeitamente o que o Rodrigo fala, penso exatamente como ele com relação ao fortalecimento do nosso Estado, pois isso aqui é mesmo mundo real, e não livro de História – quando uma nação não se fortalece, podes crer que alguma(s) vai se fortalecer por cima dela.

    No entanto, não posso deixar de opinar sobre o que tb tenho visto.
    Geralmente, a turma enrolada no verde e amarelo, nariz de palhaço, etc_ tem sido sim, com todo respeito e entre aspas pra não ofender ninguém “os filhotes dos cansados”

    Tá ruim de aturar, pelo menos aqui no Rio, tanta gente repetindo os mantras “jaborianos” e “reinaldianos” sem nem sequer se dar conta.

    Essa turma do “cansei de tudo” (vejam bem, não são todos mas é uma parte considerável e dominam o Facebook), apesar das boas intensões, podem sim ser usados de massa de manobra pela direita midiática

    Onde já se viu Globo e Veja apoiando, protestos, movimento social? É claro que mais hora menos hora, se continuar nessa toada, vão empurrar muita gente praquele lugar que já sabem muito bem qual é mas não tem coragem de revelar.

Rodrigo Vianna

18/06/2013 - 23h46

Há varias formas de Nacionalismo. Destruir o Estado e a ideia de Nação interessa aos que desejam recolonizar o Brasil. Nos EUA nem se discute se deve-se ou não ser nacionalista. Enquanto o mundo for dividido em Estados, devemos ter o nosso. Forte. Democratico. Estado, no Brasil, sempre foi instrumento para Desenvolvimento e para reduzir desigualdade. A oligarquia da Republica Velha detestava Estado. Os liberais paulistas sempre detestaram o Estado e a ideia de Nação. O ideal era deixar a avenida aberta para os fazendeiros, financistas e parceiros nos EUA. Sei que não é o caso dos que comentaram aqui. Entendo que haja uma visão libertária e anarquista que refuta a ideia de Nação. Mas discordo dela. Sou nacionalista de esquerda. E acho que a estrategia de queimar a bandeira só aumenta o complexo de vira-lata que é a forma empregada pela direita para dominar o país. No contexto em que isso se faz, é uma ação reacionaria. E não progressista. Viva o Brasil!

Responder

    rodrigo vontobel

    18/06/2013 - 23h54

    este papo de nacionalista de esquerda…
    já vi este filme algumas vezes e cabe direitinho no que você mesmo criticou. autoritarismo.

    buenas, xará!

    Felipe

    18/06/2013 - 23h57

    Prezado Rodrigo, não sei se você chegou a caminhar pela Paulista hoje ou pela Faria Lima ontem, mas eu e muitas outras pessoas com quem conversei (nenhum deles era um anarquista radical) ficaram, após passar por esses espaços, com a nítida sensação que o nacionalismo de direita está sendo um perigo muito grande nesse movimento, muito maior que seria o libertarianismo de direita.

    ELG

    19/06/2013 - 00h59

    E lembremos que já faz uns dez anos que a velha mídia acha que o Brasil é e deve continuar sendo um vira-latas, abanando o rabinho só para os rentistas e o decadente império ianque. Só que não diz isso explicitamente, porque tem medo. Ontem ela mostrou um pouco desse medo.

    Paulo

    19/06/2013 - 06h27

    A política neodesenvolvimentista do PT está alicerçada, em parte, nas teorias de Keynes. Mas vejam só que ironia: Keynes era um rentista e apoiava o estado “ianque”.

    Na outra parte, deriva do pensamento da ditadura militar e de Delfim Netto, aquele economista que apoiou o golpe e que, sabe-se lá porque, outra ironia, diferentemente do tratamento que muitos petistas “da esquerda” dão à Rede Globo (que é uma entidade abstrata pois se trata de uma pessoa jurídica), não deve se sentar no banco dos réus da “Comissão da Verdade”. Muito pelo contrário, é tratado com as uvas mais doces do reino pelo lulopetismo.

    sil

    19/06/2013 - 01h43

    Estranho!

    mais um rodrigo

    19/06/2013 - 03h26

    Fora P2, tem até CCC no meio da coisa. Esperar o quê? Se eu fosse leviano ia dizer que a culpa toda é o ponto a que chegou o jugo neoliberal no Estado e que tem coisas demais que eram necessárias terem sido feitas mas que passaram-se a brancas nuvens. Ou como me disse anos atrás o pai (das JJCC) de um amigo sobre o governo Allende.

    “Puta, que fuímos huevones!”

    Luiz Carlos Azenha

    19/06/2013 - 04h49

    Rodrigo, os anarquistas brasileiros baniram de uma só vez as fronteiras nacionais e o imperialismo dos Estados Unidos. Mas isso só na cabecinha oca deles.

    Paulo

    19/06/2013 - 07h03

    Não Azenha, não existem “anarquistas brasileiros” porque seria um paradoxo vicioso e uma incongruência ideológica. Existem anarquistas e coerentemente, dentro de nossa utopia (quem não as tem que atire a primeira pedra!) e nas nossas cabeças “nem tão ocas assim”, se o imperialismo existe vindo de lá, e sabemos disto, pode emergir aqui ou acolá também, e poucos se dão conta disto.

    Agora, achar que não existem humanos, de todas as ideologias, de todos os credos e de todas as cores e etnias, que irracionalizam seus medos, extravasam suas fúrias e extremam suas posições políticas, é um passo dado em direção à ignorância.

    #vemPraRua Azenha

    A Ágora não era tão perfeita, mas foi lá que nasceu a democracia!

    Leo V

    19/06/2013 - 09h31

    Azenha, se expressar não significa banir (na sua cabecinha).

    Que eu saiba as fronteiras nunca deixaram de existir, então você deve achar que os trabalhadores da I Internacional eram também ingênuos que acharam que acabaram com as fronteiras nas suas cabecinhas.

    Como já foi dito por outros aqui: o nacionali9smo está sendo usado pela direita nas manifestações, como em outros momentos históricos (ditadura militar, por exemplo). Simbólico o bandeirão na Fiesp ontem.

    Luiz Carlos Azenha

    19/06/2013 - 10h15

    Paulo, eu estou na rua desde os anos 70. Ajudei a derrubar a ditadura, nas ruas, com milhões de outros. Na época a gente pensava profundamente em cada passo da luta. Não era apenas inventar uma hashtag.

    rodrigo

    19/06/2013 - 14h16

    Muita gente pensou em cada passo nos anos 60 e 70. Mas a única VONTADE que sempre prevaleceu foi a do departamento de estado norte-americano. Taí…

    Luís Carlos

    19/06/2013 - 08h58

    Concordo com você. O autoritarismo vem dos que se apresentam com “liberais” ou neoliberais, que se apresentam como contra o Estado ( mas mamam nele todo dia pedindo juros mais altos) e usam a polícia como seu aparatompara domar o povo. Esse discurso de ” sem ideologia” e “contra impostos” tem DNA ideológico, e sabidamente é encontrado em fortes ideólogos do neoliberalismo com interface com o fascismo, por exemplo, como acontece nos EUA. Está claro que esses grupos estão aproveitandomo espaço para trazerem suas ações violentas e autoritárias para amedrontar a população e retomar espaço perdido desde a abertura, como novos atores na linha do front. São sujeitos como esses que querem acabar com o bolsa família pois odeiam “pobrinho” ou ainda, são contra impostos mas não querem a redução das tarifas de energia elétrica ou da passagem de ônibus, pois como eles disseram, esse pessoal é “muito esquerda”, “comunista”. As garras foram colocadas para fora, e a grande mídia como a Globo e Veja, por exemplo, não vão mostrar isso, pelo contrário, negarão que seus agentes estão infiltrados. O recuo da grande mídia e a mudança de argumentos foi um movimento de reorganização tática. Encobrirão seus agentes e da OPUS DEI, e farão parecer que a pauta deles é a de todos, ou seja, se tornará hegemônica. A reação é necessária, por todos os meios e urgentemente.

Rkl

18/06/2013 - 23h41

Péssima matéria! Visão distorcida e limitada. Análise simplista e banal.

Responder

Messias Franca de Macedo

18/06/2013 - 23h36

… A SÍRIA NÃO É AQUI! NEM TAMPOUCO O EGITO! ENTENDA

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“ESCREVO DA PREFEITURA. O QUE FALTA: UM MORTO?”

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O título acima foi postado 18 DE JUNHO DE 2013 ÀS 21:09

EM TEMPOS GOLPISTAS! Esse um morto poderia ser o prefeito Fernando Haddad ou a senhora que serve o cafezinho no gabinete do prefeito! Para “os protestantes militantes” (sic), seria indiferente! Talvez, para “os(as) revoltosos(as)”, o ideal seria que ambos e outros servidores públicos municipais fossem as vítimas… De criminosos mascarados e impunes!…

Um trecho da matéria

Do sexto andar da prefeitura de São Paulo, o jornalista Marco Damiani, diretor de redação do Brasil 247, acompanhou o cerco a prédio; do início pacífico até a tentativa de invasão da sede e a queima do carro de TV da Record; “com a massa na rua, ninguém segura, e agora vai se culpar o Estado, dizer isso e aquilo de Dilma Rousseff, de Geraldo Alckmin, de Fernando Haddad, de ‘tudo o que está aí’. É um retrocesso danado. Como se tivéssemos avançado tanto, desde lá o regime militar, para chegarmos ao descontrole. Que cheiro de queimado. Que lixo!”
(…)

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AQUI, AINDA(!), É a Republiqueta de ‘Nois’ Bananas!…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Romilso Lima

18/06/2013 - 23h36

O carro da Record queimando foi uma imagem triste, um retrocesso, o retorno a idade média.

Responder

    Andre

    19/06/2013 - 01h17

    Se fosse o da globo, aí você teria orgasmos né?

Leo V

18/06/2013 - 23h32

Parabéns ao Rodrigo Vianna por nos trazer essas descrição do que viu lá.

Porém, pelas descrições dele, os que gritaram “sem moralismo” aos que gritaram “sem vandalismo” e depois queimaram a bandeira do Brasil, muito bem podem ser punks de tendência anarquista (são conta todos os nacionalismos, e por um mundo sem fronteiras, aliás como foi o movimento operário nos seus melhores momentos).

Provavelmente foi uma reação de ver tantas bandeiras dos Brasil, essas sim trazidas pelos manifestantes puxados pela direita e pela mídia.

Talvez o Rodrigo não tenha visto que o prédio da Fiesp estava enfeitado de bandeira do Brasil. A idéia de Nação esconde as classes, e essa é uma das estratégias da burguesia para evitar uma polarização entre classes no conflito social exposto.

O que me assusta é ver um jovem desses do tal Mudança Já, militante de direita. Eles não conseguem mobilizar ninguém e tentam capturar a mobilização dos outros.

Responder

elizabeth pretel

18/06/2013 - 23h29

Culpo muito, grande parte da mídia brasileira por essa situação. Cansaram de desmoralizar o congresso, o senado e o executivo. Todo dia, repetindo sempre a mesma ladainha, tipo lavagem cerebral. Como se as pessoas que lá estão não tivessem recebido os votos do povo. Fazendo com que todos pensassem que em uma democracia não tivessemos a necessidade desses poderes. Acredito que “grande parte da mídia” quer mesmo é desestabilizar o país e colocar no poder as pessoas que compactuam com sua ganância.

Responder

    ELG

    19/06/2013 - 00h51

    BINGO!

    Ted Tarantula

    19/06/2013 - 08h15

    “pessoas que compactuam com sua ganancia”??? pra isso não precisam trocar nada..é só deixar como está..

Bacellar

18/06/2013 - 23h29

Aos poucos as coisas vao clareando. Eu passei uma semana sendo O REACIONARIO do facebook, O BURRO anacronico que nao entendia o mundo moderno, agora muita gente ja percebe oq tentei alertar la no dia 12 quando falava sobre o MSU (movimento dos sem-urna)…Continuo com a chata e insistente pergunta;

a quem interessa a desestabilizacao do Brasil nesse momento?

Responder

    Marat

    19/06/2013 - 00h01

    A um certo mauricinho inconsequente, que se recusa a fazer teste do bafômetro, e a seus financiadores!

    ELG

    19/06/2013 - 00h50

    …O que inclui interesses estrangeiros…

    Bacellar

    19/06/2013 - 01h08

    Grifo em financiadores!

    XAD

    19/06/2013 - 01h12

    O MPL é legítimo, tem uma pauta coerente. O resto é… um caldo, não sei o que tem dentro.

    Mas enfim. Antes agora do que em 2014, não é mesmo? Dá tempo de entender, pensar, discutir e, é claro, de colocar na agenda. O mais rápido possível.

Marat

18/06/2013 - 23h26

Volto a frisar: Há uma parte, talvez pequena, que deseja mudança numa boa, porém, os cabeças são os moleques de recado das elites do tipo Jardins, que repassam palavras de ordem, via feicibuqui… Esses moleques, mauricinhos, são amestrados pela tigrada da casa grande, só que conseguiram agregar alguns pobres e muitos vândalos para seu lado. Aécio e toda a escumalha política do Brasil, está se divertindo. Aprenderam bem com os pilantras da oposição golpista da Venezuela!

Responder

rodrigo vontobel

18/06/2013 - 23h25

até onde sei, anarquistas não são de ultra-direita e lutam pelo fim do estado. mas, irei me informar melhor. qual sua fonte, amigo?

Responder

    Marat

    18/06/2013 - 23h38

    Prezado Rodrigo, assim como não há uma esquerda forte no Brasil, nunca ouvi nada que presta dos que se denominam anarquistas… Pergunte a eles, por exemplo, algo sobre Mikhail Bakunin. Provavelmente a maioria deles perguntará se é veneno para ratos!

    rodrigo vontobel

    18/06/2013 - 23h49

    estou com preguiça de ir perguntar e falta de coragem de pré-julgar. o que estou a fim de fazer é elucidar que o autoritarismo só funciona com um estado chamado forte, por eles. e o anarquismo se dá pela falta de estado e de líderes.
    há muito mais, já que conhece bakunin, sabe bem. proudhon também deve ser de seu conhecimento.

    Marat

    19/06/2013 - 00h12

    É, vontobel… William Godwin et al…, porém, eu não tive preguiça, nem pré-julguei… Talvez tenha tido azar, mas todos os autodenominados anarquistas que conheci mais se assemelhavam a extremistas de direita. Não chegavam nem aos dedinhos dos pés do Sacco e Vanzetti.

    Paulo

    19/06/2013 - 05h59

    Muito simbólico Marat!

    Você não conhece limites nas suas generalizações! Todos que você ataca e que não estão ao seu lado, carregando a sua bandeira, merecem a guilhotina, não é?

    Marat

    19/06/2013 - 20h17

    Prezado Paulo, muitos merecem guilhotina… Não generalizei… foi verdade… quase 100% dos ditos anarquistas que conheci eram ou direitistas ou totalmente desconhecedores de política e do bom-senso… Mas, foi azar… Não os guilhotinarei (por hora!)

Fabio Passos

18/06/2013 - 23h19

A disputa e esta mesma.
Enquanto a esquerda orfa de representacao seguiu em uma direcao, os militantes do PiG-psdb fizeram este papelao.

Quando a esquerda abdica de sua tarefa historica… corremos o risco do fascismo.

Responder

Julia

18/06/2013 - 23h18

Mas nacionalismo é OBVIAMENTE coisa de IMBECIL. A luta contra o CAPITAL É INTERNACIONAL!
Enchi o peito pra cantar isso, na prefeitura e na paulista, com o monte de proto fascistas que reproduzem o que a mídia enfia goela a baixo.

Responder

    Leo V

    18/06/2013 - 23h34

    Sim! Perfeita colocação.

    Caxopa

    18/06/2013 - 23h40

    obrigado colega por explicar. tem gente abobada que vai na onda de qualquer um mesmo…

    como você já deve estar percebendo, o caminho desses senhores está cada vez mais difícil, pois agora nos mostramos indignados de aturar tanta besteira.

    Marat

    18/06/2013 - 23h43

    Sim, Julia, nacionalismo é coisa de imbecil. Patriotada muito mais… Cada vez que vejo um filme estadunidense, me certifico mais disso, porém, não deveria haver nacionalismo em nenhum país, mas, os nacionalistas dos EEUU querem justamente desagregar os outros, para manipulá-los… Sonho com um mundo sem fronteiras, mas, na atual conjuntura, isso é impossível!

    Luiz Carlos Azenha

    18/06/2013 - 23h45

    Justamente, Marat: no mundo real o único nacionalismo é o dos Estados Unidos…

Leonardo

18/06/2013 - 23h17

Apesar do mundinho próprio que o pessoal daqui vive, não está tudo maravilhoso não!

Responder

Ozzy Gasosa

18/06/2013 - 23h17

Não esperem nada diferente.
A direita está como um jacaré de boca aberta esperando a carnificina cair de mãos beijadas no colo dela.
A imprensa instiga esse ódio todo há anos.
é uma reprodução tupiniquim do filme: A Bolha.

Responder

PedroII

18/06/2013 - 23h17

A juventude do PSDB foi orientada a não participar dos protestos, mas, pelo jeito estão participando e muito, covardes como sempre estão promovendo arruaças e vandalismo , mostrando que são podres iguais ao partido que defendem. Esse papo de Fora Dilma!!! é coisa de tucano canalha quem cobre as cabeças para vandalizar tem que apanhar e muito!!!!

Responder

    ELG

    19/06/2013 - 00h35

    EXATAMENTE! Até compartilhei no Facebook chamando esses caras de TRAIDORES DA PÁTRIA, que é o que são.

Felipe

18/06/2013 - 23h17

Quem tem é um pé no fascismo são os manifestantes de classe média louvando o hino e a nação e gritando contra a corrupção e pela ordem no protesto.

Quem avisou que nacionalismo é coisa de imbecil fazia parte dos poucos grupos lúcidos ali presentes, contrapondo-se à esse proto-fascismo incentivado pelo Globo News…

Responder

    Leo V

    18/06/2013 - 23h33

    Perfeito Felipe!

    Caxopa

    18/06/2013 - 23h42

    Perfeito! logo logo vamos mostrar que uma cobertura dos fatos como vem sendo apresentada é tanto “distorcida” como “dispensável”.

    rodrigo vontobel

    18/06/2013 - 23h56

    boa!

    Sr_Andante

    19/06/2013 - 00h15

    Você não entendeu o texto. Queimaram a bandeira do Brasil e logo após um deles disse “foda-se o Brasil, Nacionalismo é coisa de imbecil”. Está claro que o “jovem” disse isso logo que a bandeira queimou. A demonstração de ódio ao país é claríssima. Os equívocos da política jamais farão pessoas conscientes odiarem o próprio país a ponto de queimarem a bandeira. Pessoas que odeiam o próprio país são tudo o que os Estados Unidos precisam para perpetrar alguma “intervenção pelo re-estabelecimento da paz e da ordem”. Não aplaudam isso porque não passa de um gesto de traição ! Numa guerra, seriam os primeiros a deserdar.

    Felipe

    19/06/2013 - 14h21

    Cara, já que é o tema é os Estados Unidos, você parece um republicano escrevendo contra o Chomsky.

    Anti-imperialismo é uma coisa muito diferente do que estavam fazendo aqueles estudantes enrolados na bandeira do Brasil, gritando contra a corrupção.

    E não foi um jovem que disse foda-se o Brasil, foi um grupo enojado do chauvinismo que estava dominando a marcha

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