VIOMUNDO

Movimento negro contra o golpe: Querem acabar com nossas conquistas e impedir novos avanços

13 de março de 2016 às 14h35

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Cena registrada no berço dos tucanos, o bairro do Higienópolis, em São Paulo: a babá, sem direitos, vai de uniforme, enquanto mamãe segue com a camisa símbolo do protesto

NOTA PÚBLICA DO MOVIMENTO NEGRO BRASILEIRO

Negras e negros se colocam contra a crise e a onda de conservadorismo  que  quer acabar com as conquistas sociais dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil.

Diante da ofensiva das forças conservadoras e de direita em curso no Brasil, a CONEN participa e investe nas articulações dos partidos, movimentos populares do campo e da cidade, centrais sindicais, LGBT, de juventude, de mulheres, na construção de frentes de luta contra a direita, por mais direitos, pela superação das desigualdades e pela democracia.

É com esse objetivo que a CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras tem contribuído, de forma prioritária, na criação da “Convergências da luta de combate ao racismo no Brasil” que unifica a maioria da entidades do movimento negro brasileiro  (declaração abaixo) e assina a nota pública que encaminhamos em  anexo. Solicitamos que essa nota seja divulgada amplamente.

Importante: a CONEN integra a Secretaria Operativa da Frente Brasil Popular. Para mais informações sobre a Frente: www.frentebrasilpopular.com.br

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NEGRAS E NEGROS CONTRA O RETROCESSO

 Brasil, 9 de março de 2016

Neste mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher e inspiradas nas histórias de centenas de mulheres negras na luta contra a Escravidão, na preservação das nossas religiões de matrizes africanas, na manutenção de nossa cultura e entre tantos elementos a mais, as Entidades Sociais que conformam o Movimento Negro Brasileiro, reunidas sob a égide da Convergência, vêm a público manifestar sua posição consensual contra a tentativa de golpe articulada pelos setores conservadores com apoio da mídia e por meio de ações de parte do Judiciário.

Dessa forma, apresentamos os seguintes apontamentos:

1 – Os setores que protagonizam esta tentativa golpista historicamente defendem propostas contra as bandeiras de luta do movimento negro e popular: Defendem a redução da maioridade penal; são contra as cotas e as ações afirmativas; atuam para retirar as perspectivas racial e de gênero dos planos de educação entre outros;

2 – Pressionam pela imposição de uma agenda neoliberal; pela entrega do pré-sal e do patrimônio nacional às empresas estrangeiras e o pleno atendimento das demandas do grande capital financeiro;

3 – Estes setores defendem o recrudescimento das políticas repressivas, da violência policial e do genocídio da população negra;

4- Combatem as reivindicações das mulheres negras, a descriminalização do aborto, pregam o esvaziamento das poucas políticas públicas direcionadas às mulheres, notadamente as mulheres negras, tais como as trabalhadoras domésticas;

5 – Reconhecemos que os significativos avanços promovidos contra a miséria extrema, a fome, a inclusão de milhares de jovens negros e negras nas universidades além da implantação de políticas de promoção e igualdade racial, são, entre outros fatores, elementos que levam as elites brasileiras se unirem e atacarem o atual governo.

6 – O governo federal, alvo das incursões destes setores mais conservadores, ao invés de enfrentá-los, continua sucumbindo e impondo uma agenda muito similar ao de seus algozes, sobretudo nos aspectos econômicos e em iniciativas tal qual a lei antiterrorismo. Somos contra o Impeachment da atual presidenta e não toleraremos qualquer tentativa de golpe à nossa frágil e insuficiente democracia. Mas é preciso uma mudança de rumo desse governo. A população negra não pode pagar pela crise econômica e política do país. O Movimento Negro brasileiro afirma uma agenda de enfrentamento à política genocida, contra a redução dos direitos trabalhistas, contra a reforma da previdência, contra os cortes em programas sociais como saúde e educação.

Nós que atuamos na luta contra o racismo e as desigualdades étnico-raciais, temos a convicção que qualquer ruptura com o frágil e ainda pouco eficaz processo democrático atingirá de forma mais grave o conjunto da população negra.

Somos a favor da investigação de todos os casos de corrupção, mas não ao uso oportunista disso para impor uma agenda antipopular que penalize ainda mais nosso povo negro.

Trazemos em nossa ancestralidade toda uma história de luta e resistência que estamos dispostos a honrar neste momento tão importante na história deste Brasil que é nosso e construímos com cada gota do nosso suor.

A solução para a crise está na adesão às propostas históricas dos movimentos populares e do movimento negro.

EM FRENTE E PELA ESQUERDA. RETROCESSO NUNCA MAIS!

Assinam:

Convergências da luta de combate ao racismo no Brasil:

ABPN – Associação Brasileira de Pesquisadores Negros

APNs – Agentes Pastorais Negros

CEN – Coletivo de Entidades Negras

Círculo Palmarino

CONAJIRA – Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial

CONAQ – Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas

CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras

ENEGRECER – Coletivo Nacional de Juventude Negra

FNMN – Fórum Nacional de Mulheres Negras

FONAJUNE – Fórum Nacional de Juventude Negra

Instituto Luiz Gama

MNU – Movimento Negro Unificado

Quilombação

Rede Afro LGBT

RAN – Rede Amazônia Negra

UNEAFRO BRASIL

UNEGRO – União de Negros pela Igualdade

Adesões:

Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras – AMNB

Associação Franciscana de Defesa de Direitos e Formação Popular

Associação Nacional de empresários e Empreendedores Afrobrasileiros – ANCEABRA

Associação Religiosa de Tradição Afro-Cubana Ifanilorun

Bloco Afro Quilombo de Sergipe

Blog Negro Belchior

Bocada Forte Hip Hop

Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará – CEDENPA

Centro de Estudos, Pesquisa e Extensão em Educação, Gênero, Raça e Etnia – CEPEGRE/UEMS

Centro de Estudos e Referência da Cultura Afrobrasileira do Acre – CERNEGRO

Centro Nacional de Africanidades e Resistência – CENARAB

Coletivo Afrontar de Uberaba/MG

Coletivo CIATA do LPEQI

Coletivo Mocambo Cultural

Conselho de Entidades Negras do Interios do Estado do Rio de Janeiro – CENIERJ

Conselho Municipal de Igualdade Racial de Osasco

Conselho Municipal de política Étnico Racial de Curitiba

Consorcio Nacional dos Núcleos de Estudos Afrobrasileiros – CONNEABS

Dandaras no Cerrado

Federação Juvenil Comunista de la Argentina

Federação Nacional das Associações de Pessoas com Doenças Falciforme – FENAFAL

Federação das Religiões de Matriz Africana do Acre – FEREMAAC

Forum Sergipano dos Povos de Matriz Africanas

Fórum de Educação e Diversidade Etnorracial do Rio Grande do Sul

Fórum Estadual Setorial de Culturas Afro-brasileiras/ PA

Grupo de Estudos e Pesquisas em Relações Étnico-raciais, Educação e Formação de Professores. FE/UF – GREED

Grupo de Música Percussiva Gantó

Grupo de Pesquisas Religiosidades e Festas

Grupo Tortura Nunca Mais do Estado de São Paulo – GTNM/SP

Instituto de Capoeira Cordão de Ouro – Mato Grosso do Sul

Instituto Ganga Zumba

Associação Franciscana DDHFP

Instituto Mocambo do Pará

Instituto da Mulher Negra de Mato Grosso – IMUNE

Instituto Nangetu de Tradição Afro-Religiosa e Desenvolvimento Social/ PA

Instituto de Resistência Cultural Afro-brasileira – Moviasés Guarulhos

Núcleo da Comunidade Negra de Osasco – NUCONO

NEAB/Unifesp

Núcleo Estadual da Marcha das Mulheres Negras do Espírito Santo

Núcleo Estadual de Mulheres Negras do Espírito Santo

Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal do Espírito Santo – NEAB/UFES

Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal de Juiz de Fora – NEAB-UFJF

Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina – NEAB/UDESC

Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) – Campus Sertão

Núcleo Negro Unifesp Guarulhos

Opaas – Observatório das Políticas de Ações Afirmativas do Sudeste

Pastoral Afro Achiropita

Portal Alma Preta

REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana

Secretaria de Combate ao Racismo da Federação Interestadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – FITMETAL

Secretaria Nacional de Igualdade Racial da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

Casa de Tradição e Cultura Afro-Brasileira de Minas Gerais – Ilê AxéOgunfunmilayo

Sociedade Comunitária “Fala Negão \ Fala Mulher” da Zona Leste de São Paulo

Instituto Das Pretas do Espírito Santo

QUILOMBHOJE Literatura

Importante:

Essa nota está aberta para novas adesões de entidades do movimento negro brasileiro e personalidades, lideranças, religiosos,  intelectuais e artistas  negros e negras que concordam com esse posicionamento.

Envie sua adesão/assinatura para [email protected]

 

 

9 Comentários escrever comentário »

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Jorge Vieira

13/03/2016 - 21h55

Revolução Negra já!27/01/2016 – 01:53

Mais um jovem negro assassinado nas ruas das grandes cidades do país, todos os dias: até quando ?

Enquanto ficarmos perdendo tempo e energia em embates acadêmicos com capitães do mato das elites fascistas, o racismo, o machismo, a homofobia e a exterminação dos povos indígenas não cessarão.

É preciso entender que o racismo, assim como o machismo, antes de se caracterizarem como preconceito, são, antes de tudo, métodos utilizados pelo poder econômico para diminuir, humilhar e dominar um determinado contingente de mão de obra, visando obter uma força de trabalho com a mesma produtividade dos trabalhadores homens e brancos a um custo bem menor.

Por outro lado, o capitalismo precisa ter um exército de reserva de mão de obra (desempregados) para pressionar para baixo os salários dos trabalhadores ocupados. O racismo e o machismo servem, por um lado, para “enquadrar” a mão de obra negra e feminina para que aceitem salários mais baixos e, por outro lado, para aqueles que não se “enquadrarem”, servem para extirpá-los do mercado de trabalho formando o exército de reserva de mão de obra.,

Existem, portanto, duas opções para negros e mulheres: ou se “enquadram” e aceitam condições desiguais no mercado de trabalho ou não se “enquadram” e vão formar parte do exército de reserva de mão de obra.

É a luta de classes, estúpido!

Então, não resta alternativa a não ser aceitar a guerra proposta pelas elites.

No Brasil, a única alternativa para enterrar o racismo é uma Revolução Negra..O primeiro passo é a organização do povo negro e pardo com o objetivo de realizar imensas manifestações de rua. Só assim o povo negro e pardo terá visibilidade e será ouvido.

A REVOLUÇÃO NEGRA

Até quando negros e negras, pardos e pardas e suas lideranças vão ficar sem agir, objetiva e efetivamente, para eliminar o racismo e o holocausto de jovens de nossa raça.

Os apartheides racial e social, aí incluindo os brancos pobres, não podem prosseguir. Precisam ser extirpados logo, antes que um tsunami social imploda o país, afetando seriamente sua economia e o seu desenvolvimento, prejudicando toda a sociedade brasileira

Avançamos nos últimos 13 anos, mas este avanço é claramente insuficiente para evitar a explosão social que virá, inevitavelmente.

O empoderamento do negro e do pardo não vai se realizar através do atual sistema político-eleitoral que privilegia os ricos, os brancos e os homens.

Também, não poderá surgir em decorrência de manifestações violentas, de ações de guerrilha e similares pois se deslegitimará imediatamente perante a própria opinião pública negra e parda e a opinião pública branca esclarecida, progressista e, obviamente, anti racista.

O que fazer, então ?

Recentemente, tivemos em Brasília uma manifestação de mulheres negras e pardas, reunindo 20.000 pessoas, comemorando o Dia da Consciência Negra.

A imprensa oligárquica televisiva, auditiva, escrita e digital praticamente a ignorou. Mas, foi um passo adiante, não há dúvida.

Mas, isto não basta e, de novo, é claramente insuficiente.

Somente imensas e repetidas manifestações pacíficas de massas, de negros e negras, pardos e pardas conseguirão dar visibilidade e empoderamento políticos a negros e pardos.

Temos que colocar 2 milhões de negros e negras, pardos e pardas, na Av. Atlântica e descer até o Leblon, passando por Ipanema

+ 1 milhão na av. Paulista

+ 3 milhões no Farol da Barra em Salvador

+ 1 milhão nas pontes do Recife

+ 1 milhão no centro de Belo Horizonte

+ 1 milhão na av. Beira Mar em Fortaleza +++++++ e, assim, por todo o país.

E tantas vezes quantas forem necessárias.

A primeira manifestação Alckmin vai tentar impedir, da segunda em diante, Pezão, Alckmin, Rui, Câmara, Pimentel, Camilo, etc vão liberar as catracas dos metrôs e dos ônibus.

Somos 54% da população brasileira: 108 milhões de habitantes negros e negras, pardos e pardas.

Não temos toda a força, mas temos um pouco mais da metade dela..

O racismo no Brasil e o assassinato massivo de jovens negros, pardos e brancos pobres tornaram-se intoleráveis, Filhos, irmãos, tios, primos, pais, amigos são as vítimas diárias do racismo contra negros e negras, pardos e pardas.

Essa história de preconceito é uma falácia. O racismo é um método de dominação de classe utilizado pelos que detém o poder econômico para manter os negros e negras, pardos e pardas como mão de obra submissa e barata.

Assim como o machismo. Por que a mulher tem que ganhar em média 70% do que ganha um homem, quando ambos desempenham a mesma função ? E ainda mais quando a mulher tem a dupla jornada em casa e no trabalho ? E ainda tendo que aguentar assédio sexual no trabalho, nas ruas e no transporte coletivo ?. Ora, o machismo, óbvio, é um método para diminuir a mulher, dominá-la e explorar sua mão de obra com menores salários.

Negros e negras, pardos e pardas: temos que sair às ruas pacíficos mas coléricos como as últimas manifestações de mulheres contra o corrupto Eduardo Cunha.

Não adianta posarmos de vítimas do racismo, pois é exatamente isto que o poder econômico e o seu corolário político querem: a vitimização que leva à inação, à paralisação.

Não pensem que o Congresso e o Judiciário brancos vão ceder espaço para os negros e negras, pardos e pardas sem luta, muita luta

É preciso fazer uma Revolução Negra no Brasil. As nossas reivindicações são:

– 50% das cadeiras em todos os parlamentos municipais, estaduais e federal para negros e negras, pardos e pardas;

– 50% dos assentos nas Universidades Públicas;

– 50% das vagas em concursos públicos para novos postos no serviço público, municipal, estadual e federal, no Executivo, Legislativo e Judiciário.

Isto só para começar. Se começarmos já, temos condições de colocar um Presidente da República negro ou negra ou pardo ou parda em 2018 e empoderar, definitivamente, os negros e negras, pardos e pardas..

Nós temos que pensar grande e alto e agir com a energia necessária para impor a vontade do povo negro e pardo.

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Antes que o pior aconteça e a História se imponha.

Responder

    Andre

    13/03/2016 - 22h42

    Uma guerra só traz o ódio, pq o negro precisa lutar por cotas? Pq nós somos inferiores? Temos q lutar por educação de qualidade, temos q parar de jogar ricos contra pobres, pretos contra os brancos e vice-versa

anac

13/03/2016 - 19h21

O negros sobrecarregam as prisões, são mortos aos milhares pela violência produto de uma desigualdade vergonhosa que faz o Brasil um dos países mais iníquos do mundo. Existe claramente uma luta de classes acontecendo. O ódio é ao pobre porque hoje pode cursar a FACULDADE, se locomover de carro, adquirir casa própria, viajar de avião e , principalmente, porque não se submete mais aos miseráveis e indignos salários que são prova da semi escravidão que os negros e negras do Brasil sempre foram submetidos por uma elite predadora e pervertida.

Corrupção é conversa para boi dormir, para manipular coxinha. Em 1882 retiraram Collor de Mello e a corrupção permaneceu com fhc através da PRIVATARIA, BANESTADO, SIVAM, PROER, COMPRA DE DEPUTADOS PARA EMENDA DA REELEIÇÃO, ETC.

Responder

    anac

    13/03/2016 - 19h24

    Errata: 1992 Fernando Collor de Mello criatura da Globo foi apeado do poder por causa da CORRUPÇÃO.

    Andre

    13/03/2016 - 22h38

    VC faz referência ao pobre e depois diz q o preto é discriminado, na verdade é sempre o pobre, pq a cor não diferencia as pessoas, apenas as que tem preconceito como os q julgam defender na verdade apenas os diminuem, A mudança não veio com o PT, falar isso é mostrar uma visão deturpada, pq foi o FHC que fez as bases sólidas para as mudanças, apesar de tímidas, e tbm teve muita privatização e corrupção, isso eu sei, mas o Lula fez coisas boas, mas se errou deve pagar, ou ele é melhor q todo mundo? PT é uma religião pra vcs, logo parem de agi com emoção e lutem pra q o PT seja melhor que os corruptos que os comandam. Eu prefiro um país q ando a pé, mas tenho segurança, que não tenho carro e sim um bom transporte público, que não tenha diferença entre negros e brancos, que o pobre não fique sendo ajudado com programas sociais, mas que os pobres sejam autossuficientes.

Geovan

13/03/2016 - 16h52

Parabéns ao movimento negro que não nega a luta. Pois foi com Lula e Dilma que conseguimos muitos dos direitos conquistados. Falta muito para conquistar mais e mais, mas temos a certeza que só conseguiremos mantendo a democracia e um governo que respeite os negros e os menos assistidos.

Responder

Sérgio

13/03/2016 - 16h05

Negros, brancos, LGBTs, brasileiros, domésticas, nordestinos, os sujos de graxa, os trabalhadores, a turma do elevador dos fundos… O Brasil mudou. Um metalúrgico, cheirando a graxa mudou essa m@$#¨ toda. Não retrocederemos aos anos 1930. Não é assim. O cetro mudou de dono. Não passarão. O Brasil mudou.

Responder

    Lukas

    13/03/2016 - 17h57

    Só é negro, mulher e gay de verdade quem segue as ordens do PT.

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