VIOMUNDO

Moro diz que não pré-julga, mas o espetáculo em si transformou Lula em culpado. Com ajuda da Globo

06 de março de 2016 às 10h38

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Memes reproduzidos na internet denunciaram: jornalistas souberam antecipadamente da operação e registraram a íntegra do show para o julgamento midiático

A pedido do Ministério Público Federal, este juiz autorizou a realização de buscas e apreensões e condução coercitiva do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento. Como consignado na decisão, essas medidas investigatórias visam apenas o esclarecimento da verdade e não significam antecipação de culpa do ex-Presidente. Cuidados foram tomados para preservar, durante a diligência, a imagem do ex-Presidente. Lamenta-se que as diligências tenham levado a pontuais confrontos em manifestação políticas inflamadas, com agressões a inocentes, exatamente o que se pretendia evitar. Repudia este julgador, sem prejuízo da liberdade de expressão e de manifestação política, atos de violência de qualquer natureza, origem e direcionamento, bem como a incitação à prática de violência, ofensas ou ameaças a quem quer que seja, a investigados, a partidos políticos, a instituições constituídas ou a qualquer pessoa. A democracia em uma sociedade livre reclama tolerância em relação a opiniões divergentes, respeito à lei e às instituições constituídas e compreensão em relação ao outro. Curitiba, 05 de março de 2016, Sergio Fernando Moro, Juiz Federal

“Condução coercitiva? O que é isso? Eu não compreendi. Só se conduz coercitivamente, ou, como se dizia antigamente, debaixo de vara, o cidadão que resiste e não comparece para depor. E o Lula não foi intimado. Vamos consertar o Brasil. Mas não vamos atropelar. O atropelamento não conduz a coisa alguma. Só gera incerteza jurídica para todos os cidadãos. Amanhã constroem um paredão na praça dos Três Poderes. Será que ele [Lula] queria essa proteção? Eu acredito que na verdade esse argumento foi dado para justificar um ato de força. Isso implica em retrocesso, e não em avanço. Nós, magistrados, não somos legisladores, não somos justiceiros. Não se avança atropelando regras básicas”. Ministro Marco Aurélio Mello, do STF, a Mônica Bérgamo

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Protesto diante da TV Globo do Rio de Janeiro neste domingo, 06.03.2016

Da Redação

O juiz Sérgio Moro, em nota, argumentou que a condução coercitiva do ex-presidente Lula “não significa antecipação de culpa”. Porém, não é o que dizem as imagens que ele, o MP e a PF produziram em São Paulo, em óbvia parceria com a mídia.

Estas imagens só se tornaram possíveis graças ao deslocamento do ex-presidente de São Bernardo do Campo até o aeroporto de Congonhas.

Mais: ao tirar Lula de São Bernardo com o argumento de que protestos poderiam acontecer, os investigadores lançaram sobre todos os partidários de Lula a suspeição de que seriam incapazes de protestar sem cometer violência.

O ex-presidente poderia ter sido ouvido perfeitamente em seu próprio apartamento. A transferência dele para Congonhas serviu apenas para causar a sensação pública de “vingança” dos que odeiam um ex-presidente da República e para gerar conteúdo para a edição do Jornal Nacional que dedicou 85% de seu tempo às ações e acusações contra Lula.

Em resumo, um espetáculo!

Sobre a nota do Ministério Público Federal, o professor Samuel Gomes, mestre em Filosofia do Direito, doutorando em Desenvolvimento Humanos e Direitos Humanos, advogado em Curitiba e Brasília, registrou:

Em evidente resposta ao Ministro do STF Marco Aurélio Mello, o MPF divulgou nota, noticiada no Jornal Nacional, dizendo que a operação lava-jato realizou outras 116 conduções coercitivas idênticas à que foi submetido o ex-presidente Lula sem que houvesse o “clamor” que se verifica agora e que o ex-presidente deve ser tratado, nesse particular, como qualquer outro cidadão. Sem dúvida! A conclusão inevitável é que o tratamento isonômico que corretamente defende o MPF implica na ilegalidade de todas as demais conduções coercitivas idênticas à de Lula.

Leia também:

A Joaquim de Carvalho, Mirian Dutra diz que apartamento em Paris está em nome de Jovelino mas é de FHC

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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carlos

07/03/2016 - 07h59

Já é passada a hora de os tanques do exercito invadirem a sede da policia federal e deterem os arruaças de curitiba começando pelo sr. Moro e sua familia e esse tal josé carlos dos santos de joelho e pedir desculpa ao povo brasileiro, que não tem nada a ver com essa bagunça institucionalizada, primeiro por ele quando deixou as suas digitais na mansão dos Marinhos em Paraty . o outro já deveria ter sido preso a muito tempo.

Responder

Gandhi

06/03/2016 - 21h53

Para os servos do império, como a rede Globo, cuidado, no declínio, seus senhores lhe entregarão sem qualquer pudor para satisfazer a fome por justiça.

Responder

Gandhi

06/03/2016 - 21h50

A arrogância e a a prepotência sempre precede a queda. Quando Mussolini foi levado à praça pública, dilacerado pelo rancor e pelo ódio, e esse é certamente o maior temor das oligarquias; tem pesadelos com isso, garanto, o início de uma nova era foi maculado . O mal deve ser extirpado e punido exemplarmente, mas os justos não devem perder o controle; mesmo diante da provocação. Quem não tem argumentos e ética, lógica para se defender, quando a raciocínio cambaleia de tão acuado, ousa da tentativa de fazer-nos perder a razão e abdicar de nosso ascendência moral. Aqui nos alertaram com sabedoria, o império também possui predileção do caos para alcançar seus objetivos, sua degeneração completa os faz lançar nações em chamas ; onde cidadãos, de mesmo ideal, passam a lutar contra si mesmos, e ao final todos saem perdedores. Nós , os justos, sabemos da verdade, outros, ainda se alienam no preconceito e na fé cega para com a velha e obsoleta mídia. Deveremos lutar pelo que nos pertence por direito! Mas ,é claro, sem cairmos em provocações. No auge do desespero e do medo, e Leo Oliveira bem observou, os oligarcas querem nos provocar à violência civil para recriar a atmosfera de uma intervenção militar. É vilania baixa, astúcia barata, da Rede Globo, da velha mídia com seus desgastados vícios. Eles estão acuados, nós não estamos desesperados. Vamos alcançar a justiça pela luta, pela inteligência, pela verdade que nos liberta dos opressores. Unidos , com consciência comum, nosso poder é o maior de todos. Boicote à velha mídia e seus mecenas! Que cada tome seu lugar nesta forma de lutar! Os justos nunca estão sozinhos. Força Dilma Rousseff, o amanha pertence aos bravos e corajosos!

Responder

Joanna D'arc

06/03/2016 - 21h17

A arrogância e a a prepotência sempre precede a queda. Quando Mussolini foi levado à praça pública, dilacerado pelo rancor e pelo ódio, e esse é certamente o maior temor das oligarquias; tem pesadelos com isso, garanto, o início de uma nova era foi maculado . O mal deve ser extirpado e punido exemplarmente, mas os justos não devem perder o controle; mesmo diante da provocação. Quem não tem argumentos e ética, lógica para se defender, quando a raciocínio cambaleia de tão acuado, ousa da tentativa de fazer-nos perder a razão e abdicar de nosso ascendência moral. Aqui nos alertaram com sabedoria, o império também possui predileção do caos para alcançar seus objetivos, sua degeneração completa os faz lançar nações em chamas ; onde cidadãos, de mesmo ideal, passam a lutar contra si mesmos, e ao final todos saem perdedores. Nós , os justos, sabemos da verdade, outros, ainda se alienam no preconceito e na fé cega para com a velha e obsoleta mídia. Deveremos lutar pelo que nos pertence por direito! Mas ,é claro, sem cairmos em provocações. No auge do desespero e do medo, e Leo Oliveira bem observou, os oligarcas querem nos provocar à violência civil para recriar a atmosfera de uma intervenção militar. É vilania baixa, astúcia barata, da Rede Globo, da velha mídia com seus desgastados vícios. Eles estão acuados, nós não estamos desesperados. Vamos alcançar a justiça pela luta, pela inteligência, pela verdade que nos liberta dos opressores. Unidos , com consciência comum, nosso poder é o maior de todos. Boicote à velha mídia e seus mecenas! Que cada tome seu lugar nesta forma de lutar! Os justos nunca estão sozinhos. Força Dilma Rousseff, o amanha pertence aos bravos e corajosos!

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Joanna D'arc

06/03/2016 - 21h08

A arrogância e a a prepotência sempre precede a queda. Quando Mussolini foi levado à praça pública, dilacerado pelo rancor e pelo ódio, e esse é certamente o maior temor das oligarquias; tem pesadelos com isso, garanto, o início de uma nova era foi maculado . O mal deve ser extirpado e punido exemplarmente, mas os justos não devem perder o controle; mesmo diante da provocação. Quem não tem argumentos e ética, lógica para se defender, quando a raciocínio cambaleia de tão acuado, ousa da tentativa de fazer-nos perder a razão e abdicar de nosso ascendência moral. Aqui nos alertaram com sabedoria, o império também possui predileção do caos para alcançar seus objetivos, sua degeneração completa os faz lançar nações inteiras em chamas ; onde cidadãos, de mesmo ideal, passam a lutar contra si mesmos, e ao final todos saem perdedores. Nós , os justos, sabemos da verdade, outros, ainda se alienam no preconceito e na fé cega para com a velha e obsoleta mídia. Deveremos lutar pelo que nos pertence por direito! Mas ,é claro, sem cairmos em provocações. No auge do desespero e do medo, e Leo Oliveira bem observou, os oligarcas querem nos provocar à violência civil para recriar a atmosfera de uma intervenção militar. É vilania baixa, astúcia barata, da Rede Globo, da velha mídia com seus desgastados vícios. Eles estão acuados, nós não estamos desesperados. Vamos alcançar a justiça pela luta, pela inteligência, pela verdade que nos liberta dos opressores. Unidos , com consciência comum, nosso poder é o maior de todos. Boicote à velha mídia e seus mecenas! Que cada tome seu lugar nesta forma de lutar! Força Dilma Rousseff, o amanha pertence aos bravos e corajosos!

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Marinho

06/03/2016 - 20h15

Olha os soldadinhos do lulipe aí, gente.

Responder

FrancoAtirador

06/03/2016 - 19h45

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Humor Sarcástico
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PIADA MACABRA DE FIM-DE-SEMANA
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“Cuidados foram tomados para preservar,
durante a diligência, a imagem do ex-Presidente”
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JUIZ SERGIO MORO
13ª VARA FEDERAL DE CURITIBA-PR
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Responder

    FrancoAtirador

    06/03/2016 - 20h04

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    .
    Mesmo diante da Leviandade dessa Argumentação do Juiz da Vara Federal de Curitiba,
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    até se poderia admitir que houve preservação da “Integridade Física” do Ex-Presidente.
    .
    Porém, ao contrário do que afirma o Monocrático Magistrado Provinciano Paranaense,
    .
    o Ato Coercitivo Arbitrário Praticado pela Polícia Federal – semelhante ao de Seqüestro –
    .
    articulado com algumas Empresas de Comunicação, especialmente com a Rede Globo,
    .
    foi uma Tentativa de Destruição da Imagem e da Honra da Pessoa Lula e de sua Família.
    .
    .

    FrancoAtirador

    07/03/2016 - 01h17

    .
    .
    Supremo Tribunal Federal – STF
    .
    MS 24706 MC / DF – DISTRITO FEDERAL
    MEDIDA CAUTELAR NO MANDADO DE SEGURANÇA
    Relator(a): Min. CEZAR PELUSO
    Julgamento: 10/11/2003
    Publicação: DJ 14/11/2003 PP-00039
    .
    DECISÃO:
    .
    1. É grave e delicada a questão posta no requerimento de liminar, porque, com envolver modalidade de colisão de princípios constitucionais, implicará o reconhecimento da limitação do âmbito de um deles, ponderada no exame das circunstâncias do caso concreto, qualquer que seja o teor da resposta, que há de ser pronta.
    .
    O que pretendem os impetrantes nada tem de irrazoável, pois, não se furtando ao dever de comparecimento à audiência da CPI, nem à publicidade do ato, querem apenas resguardar suas imagens a eventual abuso de exposição na mídia.
    .
    Este é, deveras, risco perceptível a direito que tem igual assento constitucional.
    .
    Ao propósito, invocando-se RENÉ ARIEL DOTTI (“Proteção da Vida Privada e Liberdade de Informação”, p. 202)
    e SILMA MENDES BERTI (“Direito à Própria Imagem”, p. 65), adverte-se sem exagero:
    .
    “As acusações formais acarretam geralmente uma presunção de culpa
    oriunda do meio social que neutraliza a presunção de inocência.
    .
    Esta, embora constitua um direito (o direito de ser presumido inocente)
    não tem força bastante para se impor à comunidade
    a qual, por força da liberdade de expressão do pensamento,
    exerce também um direito: o direito de ‘julgar’.
    .
    É freqüente assistirmos pela televisão à exibição, pela polícia, de pessoas detidas por envolvimento em fatos criminosos, ainda na fase de apuração de autoria, e que se vêem precocemente submetidas a verdadeiro julgamento público.
    .
    Essas pessoas, meros suspeitos, podem não ser culpadas e conseguir a prova de sua inocência.
    .
    Mas a divulgação de rostos pela imprensa, a sugerir que se tratam de criminosos, é fato irreparável, que lhes imprime uma ‘marca indelével de desonestidade e até de periculosidade que dificilmente será desfeita.
    .
    E deixam por certo um dano de difícil reparação” (ESTELA CRISTINA BONJARDIM, “O Acusado, Sua Imagem e a Mídia”, SP, Max Limonad, 2002, p. 113-114).
    .
    A restrição à exposição abusiva da imagem, enquanto possibilidade que não pode descartada a priori e contra a qual o único remédio é preventivo, em nada sacrifica o interesse público, figurado no livre trabalho de apuração da CPI e na publicidade dos atos processuais, que os impetrantes, aliás, não tencionam impedir, de modo que não faz agravo nenhum ao Poder … no exercício legítimo de suas funções.
    […]
    Isso quer dizer, ainda, que o particular não tem direito subjetivo de gravar nem fotografar a inquirição de testemunhas.
    .
    É conhecida a manifestação do Chief Justice Earl Warren, quando, em abril de 1965, em hipótese que envolvia a presença da televisão nos julgamentos:
    “televising criminal trials ‘turns the clock backwards and converts the courtroom into a public spetacle… The press is entitled to be present at trials not because it is the press, but because it is a part of the public” (BERNARD SCHWARTZ , “Constitutional Issues: Freedom of The Press”, NY, Facts on File, 1992, p. 29).
    .
    Tal presença pode, sem degradação alguma da liberdade de informação e da imprensa,
    ser até vetada, quando dela possa advir escândalo, inconveniente grave, ou perturbação da ordem
    (art. 792 do Código de Processo Penal, cc. art. 6º da Lei nº 1.579, de 18 de março de 1952),
    como, aliás, o autoriza a Constituição (art. 93, IX, in fine), o que significa que tal presença
    sequer substancia direito superior às exigências internas do processo,
    como garantias de preservação de outros direitos,
    entre os quais o direito à honra e à imagem de pessoas,
    sobretudo se ainda tidas por inocentes ex vi Constitutionis.
    .
    Tal raciocínio agrava-se na hipótese em que a pessoa deva ser ouvida como testemunha,
    a qual não pode ser exposta a risco de dano indenizável, mas irreparável…
    .
    Brasília, 10 de novembro de 2003 (20h46).
    .
    Ministro CEZAR PELUSO
    Relator
    .
    (http://www.stf.jus.br/portal/diarioJustica/verDiarioProcesso.asp?numDj=221&dataPublicacaoDj=14/11/2003&incidente=3742636&codCapitulo=6&numMateria=173&codMateria=2)
    .
    .

FrancoAtirador

06/03/2016 - 19h28

.
.
“Condução Coercitiva de ex-Presidente Lula foi Ilegal e Inconstitucional”
.
Jurista Lenio Luiz Streck
Professor de Direito Constitucional
Pós-Doutor em Direito
.
(http://www.conjur.com.br/2016-mar-04/streck-conducao-coercitiva-lula-foi-ilegal-inconstitucional)
.
.

Responder

    FrancoAtirador

    06/03/2016 - 19h36

    “A conclusão inevitável é que o tratamento isonômico que corretamente defende o MPF
    .
    implica na ilegalidade de todas as demais conduções coercitivas idênticas à de Lula”
    .
    Jurista Samuel Gomes, Mestre em Teoria e Filosofia do Direito (UFSC).
    Graduado em Direito Internacional dos Direitos Humanos
    pelo Instituto Internacional de Direitos Humanos de Strasburgo, França.
    Doutorando em Direito Humanos e Desenvolvimento
    pela Universidade Pablo de Olavide, Sevilha, Espanha.
    .
    (https://www.facebook.com/samuelgomesg)
    .
    .

preocupado-rj

06/03/2016 - 16h40

Azenha. Isto é sensacionl. O Dr Moro criou uma figura jurídica que dá a todos os homens o Direito de “estuprar” todas as Mulheres. Basta seguir a tipicidade por ele criada e já consumada em todas as suas atuações jurídicas. A figura “tipificada” chama-se “Condução Coercitiva”. Qualquer “estupro” é legal desde que esteja respaldado no teor da figura jurídica por ele “engenhosamente” criada. Ele suplantou a estória criada contra o Deputado Paulo Maluf: Estupra, mas não mata…”

Responder

Urbano

06/03/2016 - 16h29

E se alguém relevar o pré e o pós e já partir direto para a condenação ao cadafalso, essa situação vem a ser o quê? E no caso de se perpetrar a maior perda de tempo e dinheiro, com o único intento de se catar e até criar crimes para alguém que nunca os cometeu, enquanto há pessoas quase ao lado com uma lista imensa de crimes e mais crimes, embora nem ao menos uma suspeita gasosa e rarefeita imposta aos mesmos; o que vem a ser mesmo uma situação assim?

Responder

    Urbano

    06/03/2016 - 16h36

    Sim, esqueci-me de dizer que realmente eu sei não existir nenhum pré-julgamento no tema em pauta; aproveitei apenas para tirar algumas dúvidas sobre outras situações.

adilson

06/03/2016 - 15h56

Tem tudo a ver com petróleo.

Prendem o Lula, enfraquecendo o governo Dilma.

Com o governo fraco, a base aliada se bandeia para a oposição e trancam a pauta, paralisando o país – e fazendo a alegria da globo.

Com apoio da globo, os oposicionistas conseguem maioria para aprovar o projeto entreguista do pré-sal.

Dilma veta, haverá um massacre midiático contra ela, oposição consegue maioria para derrubar o veto.

Depois disso, podem até soltar o Lula. Não vai mais fazer diferença. A globo nem vai noticiar.

Por fim, a ‘águia’ pousa em Brasília para retribuir (a poucos) os serviços prestados e arregimentar mais alguns entreguistas.

São os mesmos covardes de outrora, só mudam (?) os métodos…

Responder

Helena/S.André SP

06/03/2016 - 14h50

E olha o post que o jornalista José Augusto publicou no site http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br: “Sequestro” de Lula pode ter sido para instalar escuta ambiental”. Segundo o post, esse ‘sequestro’ pode ter servido para a PF instalar escuta ambiental no apartamento de Lula e nos demais endereços atingidos pela busca e apreensão feita pela PF. Essa instalação pode ter sido feita com ordem judicial sigilosa, conforme previsto na lei 10.217/01. “Não se esqueçam que, pelo pré-sal e por um Banco Central do Brasil ‘independente’, a NSA (que espionou Dilma) podem ‘gentilmente colaborar’ com investigadores brasileiros”. É, gente, não se pode descartar nenhuma possibilidade em se tratando de Globo-juiz moro-oposição.

Responder

Tiago Tobias

06/03/2016 - 14h18

Azenha, o Viomundo está sob vigilância? Todas as vezes que tento entrar no blog, tanto pelo celular quanto pelo pc, aparece uma mensagem dizendo, em inglês, que “estamos checando seu navegador. Aguarde 5 segundos.”

Depois de 5 segundos, o acesso é permitido.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    06/03/2016 - 14h37

    Sim. Estamos sob ataque DoS.

Denner

06/03/2016 - 13h54

O próximo passo é por os tanques na rua. Se a oposição perder a eleição em 2018, o próximo passo é o uso da força.
Medida ditatorial do juiz da lava jato. Atropelou a constituição e as leis, só ditador faz isso. Usou da força para impor seu poder.

Responder

guevara

06/03/2016 - 13h47

Outro dia, não me recordo em qual mídia verdadeira vi, mas lembro-me da ideia veiculado qual se fosse hoje. Algo crucial neste momento, quando a palavra ” crise” transformou-se, sem qualquer pudor ou naturalidade, num mantra entoada até a miséria nacional pela velha e obsoleta mídia oligárquica. A ideia era de uma profecia econômica seria concretizada, ao menos estimulada a se concretizar na realidade, devido a sua antecipação sistemática na velha mídia. Em suma, no tocante a questões econômicas, jornais mal intencionados e órgãos internacionais de classificação de risco, teriam um leve poder de estimular uma nação à recessão artificialmente. Há também outros fatores ocultos, manipulação de preços,desvalorizações de moedas, sabotagens, a velho jogo sujo dos impérios; mas , em suma, quem acorda certo dia e se repete incessantemente ,que algum ruim lhe acontecerá, certamente estará inconscientemente tencionado a concretizar isso com suas próprias ações . Deve haver um nome correlato para isso na psicologia, na mente insana no psicólogo político, isso pode ser denominado de estruturação social para um golpe. Há crises naturais, e num sistema financeiro fraudulento, elas são tão constantes quanto o vento. Mas , quando ele sopra numa mesma direção sempre , desconfie. No Brasil está claro, a crise está motivada no terrorismo feito pela velha mídia para com seu próprio povo; aqui é óbvio, o entrave para a superação está nos partidos de oposição, PSDB e PMDB, perfilados para instituir no Brasil, às pressas e à força da ilusão, mais um reinado totalitário dos Estados Unidos. A oposição brasileira, aproveitando-se da debilidade do governo, procriada pela desaceleração mundial, deixou claro que seu único objetivo é lutar contra os interesses de nosso país. Onde o surrealismo avança velozmente e abarca a realidade. Corruptos perseguem honesto, e setores da oligarquia clamam pela liberdade de expressão para censurar a verdade nas vozes independentes. Para o Brasil, essa nação continental, de potencial descomunal, ascender ao posto que lhe cabe neste planeta, deve primeiro reconhecer seus verdadeiros inimigos; deve se unir, independente de etnias, e lutar pelo ideal comum desta nação. Nacionalismo nos Estados Unidos recebe o nome e valor de patriotismo. Quando o povo brasileiro aprende a amar seu país , seu nacionalismo é aviltado pelas obsoletas e velhas mídias, estas sempre de prontidão para servir ao dinheiro. A corrupção indomável está no Congresso brasileiro. Dilma Rousseff é uma refém deste conluio tenebroso entre judiciário, legislativo , mídias e oligarquias . O futuro de uma nação está na mão de seu povo, mas ele precisa antes despertar para a realidade. Hoje , mais do que nunca,Dilma Rousseff, esta brasileira, esta mulher perseguida pelos poderosos, necessita que levantemos em seu favor. Movimentos sociais artificiais, fomentados por pessoas irresponsáveis, financiadas pela capital estrangeiro, são fabricados numa industrialização em série de nossos pensamentos. Sejamos fortes ao lado daqueles em luta por um país melhor. Mantenha-se firme Dilma Rousseff, nossos inimigos se acham maiores , mas é porque nos puseram de joelhos covardemente. É tempo de se levantar para alcançar a vitória; Dilma Rousseff, os bons confiam em você! Não descansemos nunca, não até vencermos todo o mal.

Responder

luis

06/03/2016 - 13h42

Luiz C Brito, acho que você não incomodou ninguém com seu blá blá blá. Usa de palavras bonitas para não dizer nada, típico, nade de novo. Não sei se trabalha,tem algum serviço, ou vive as custas de herança, enfim, de alguém. Experimente pisar num chão de fábrica e ver se existe ou não luta de classe, experimente seu chefe chegar a conclusão que seu serviço está caro e com o que ele te paga pode arrumar dois ajudantes para fazer mais e por menos custo. Então não me venha dizer que a esquerda não mora neste plano, existe sim uma luta e esta tende a acirrar com o tempo, pois pelo jeito você defende o lado de quem tem o capital. Será que você faz parte destes 0,1% da população brasileira e mundial? Acho que não, logo chego a minha conclusão que você está do lado errado. Vai ganhar algo com isso? Certamente, seu patrão vai te dar um biscoitinho por ser tão obediente e se ele pedir para sentar ou rolar e você fizer, ai então vai ganhar um ossinho de frango. Acorda!

Responder

Euler

06/03/2016 - 13h19

O juiz, além de serviçal da Globo e da Casa Grande, é um hipócrita. Com este papo furado de ter mandado sequestrar Lula para segurança dele. Pois sim. Ainda tem a cara de pau de dizer que queria proteger a imagem dele. Deve achar que somos todos idiotas como os lobotomizados da mídia brasileira. O lado bom dessa farsa é que as pessoas começaram a reagir e muitos somente agora perceberam o real objetivo dessa lava-jato e da Globo: massacrar o povo brasileiro, suas conquistas, seus direitos. O combate seletivo à corrupção é mera perfumaria para distrair os ingênuos. O alvo é Lula, que simboliza a esquerda, simboliza o combate à fome, simboliza o povo pobre do Brasil. O alvo é o povo brasileiro, enfim.

Responder

Antônio

06/03/2016 - 13h17

O “JORNALISMO” DA GLOBO HÁ MUITO CHUTOU O PÉ DA BARRACA

Lula: jornal nacional é desonesto!
É uma vergonha o que o Ministério Público está fazendo!

publicado 06/03/2016

Jararaca foi pegar o Kamel no protesto na porta da Globo!
Saiu no Instituto Lula:

Rede Globo frauda nota do Instituto Lula outra vez
Leia aqui a íntegra da nota enviada pelo Instituto Lula ao Jornal Nacional para ser lida na edição de sábado (5/03). Em negrito, os trechos censurados pela Globo.

OBS: como o Vi o Mundo não reproduz em negrito, vá ao Conversa Afiada:

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/lula-jornal-nacional-e-desonesto

Responder

Messias Franca de Macedo

06/03/2016 - 13h14

Ô prezado, conspícuo e impávido jornalista brasileiro,
pelo amor de Deus,
rogue ao [eterno] presidente Lula – e aos demais petistas que estão nos poderes – que só há uma estratégia lídima, producente e verdadeiramente democrática: ou seja, denunciar o *PIMG no PIMG!
Mesmo porque como diz o axioma da professora e filósofa Marcia Tiburi ‘não há diálogo com fascistas’ [Editora Record]!
Toda vez que esses(as) vulgares, miseráveis [no sentido antropológico, óbvio!] e infelizes ‘penas amestradas’ a $oldo imundo solicitar ‘notinha’ do Instituto Lula, o Instituto deveria rebater nos seguintes termos:
‘Por favor, e sem mais delongas, senhor(a), nós do Instituto Lula temos alguns encaminhamentos muitíssimos sérios e profundamente graves a proceder:
01- gostaríamos, encarecidamente, que “ocês” perguntassem aos seus barões patrões Marín(ho) acerca da mansão TRIPLEX de Paraty em nome de ‘laranjas podres’, incluindo as empresas offshore de faixadas Mossack Fonseca &$ a Brasif – ambas “enroladas até o pescoço” no [mega]escândalo ‘Miriamgate’ do ‘FHC Príncipe da Privataria';
(…)
354 – gostaríamos, encarecidamente, que “ocês” perguntassem aos seus barões patrões Marín(ho) acerca das declarações do deputado Antony Garotinho de que o “dotô” Robert(o) Marín(ho) [que Deus o tenha ao lado de outras almas bondosas e pacíficas, a exemplo do Médici, do ACMalvadeza, do Geisel, do Castelinho Branco… (RISOS)]… Sim, voltando à denúncia do deputado Antony Garotinho de que o “dotô” Robert(o) Marín(ho) comprou a TV Globo de São Paulo com uma procuração falsa! [procuração] FALSA!!! Que feio, não? Mas, ‘nois’ do Instituto Lula não condenamos ninguém [ninguém, escreva, aí, por favor, repito, ninguém sem antes conceder-lhe a ecumênica presunção de inocência!]. Portanto, ‘que feio, hein’, caso as denúncias do deputado federal ‘Garotinho Traquinas’ sejam confirmadas documentalmente, óbvio! O respeito as Leis, isso mesmo! Bom/boa jornalista! “Ocê” terá um futuro brilhante trabalhando nas organizações criminosas Globo;
(…)

[‘Pera’ um instantinho só’!]
1964 – e sobre o FIFALÃO, abordar também a participação do ”laranja’ J. Hawwila…

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NOTA DO INSTITUTO LULA

À altura do 1964a questionamento aos Marín(ho) ou houve uma pane abrupta no Sistema Local de Telefonia Celular e Internet… Ou o(a) jornalista investigativa dos Marín(ho) é muito impaciente – e profundamente mal educada!
E logo no fatídico número 1964!

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Rogério Maestri

06/03/2016 - 13h06

Para que serviam os fuzis?
Estamos tão acostumados ao arbítrio e os desmandos da polícia que não notamos o mais grave em todo este mandado de condução coercitiva, os fuzis que carregavam os membros da Polícia Federal.
Nos jornais, na TV e nos Blogs apareceram inúmeras fotos de Policiais Federais portando fuzis no meio de uma cidade para cumprir um mandado que para a maioria dos juristas pareceu ilegal, mas que no momento passa a ser um detalhe.
Forças Policiais servem para manter a ordem e a lei, logo qualquer polícia do mundo quando faz uma ação se prepara convenientemente para executá-la, ou seja, segundo alegações, válidas ou não, verdadeiras ou mentirosas dos procuradores da Lava a Jato, ou pelo juiz Moro, as forças da Polícia Federal estavam lá simplesmente para evitar que hordas de simpatizantes do presidente Lula impedissem o cumprimento do mandado.
Não julgando se o mandado era ou não legítimo, considerando que a presença da Polícia Federal estava lá para garantir o cumprimento do mesmo e que isto fosse legal ou não, vamos a um fato inquestionável: Para que serviam os fuzis?
Este é o fato que ninguém questionou. As forças da polícia militar nas mais diversas ações de controle de multidões, de forma legal ou ilegal, agindo dentro ou fora da lei, JAMAIS LEVAM PARA A MANUTENÇÃO DA ORDEM FUZIS SEMIAUTOMÁTICOS COMO FEZ A POLÍCIA FEDERAL. Cassetetes, armas com balas de borracha, gás de efeito moral, canhões de água, ou seja, equipamentos não letais são empregados pelos policiais militares.
Agora por que a polícia militar quando se vê a frente de manifestações com uma quantidade de manifestantes que podem chegar a ordem de centenas dos milhares até o milhão não levam fuzis automáticos para reprimir os manifestantes? Simplesmente porque qualquer policial sabe que quando se leva uma arma para qualquer coisa é para que se for necessário ela deverá ser utilizada.
Insisto, a Polícia Federal levou para a operação FUZIS SEMIAUTOMÁTICOS de grosso calibre, ou seja, levou armas que devem ser utilizadas contra traficantes nas fronteiras, contra bandidos encastelados e armados em qualquer lugar, porém JAMAIS contra cidadãos em manifestações públicas.
Vamos aos fatos, se houvesse alguma manifestação que tentasse impedir os mandados legais ou ilegais do juiz Moro. O que fariam os policiais federais armados de fuzis SEMIAUTOMÁTICOS?
Só teriam dois caminhos, fugirem da multidão ou atirarem contra ela.
Na primeira hipótese teríamos a total e completa desmoralização da ação policial, podendo até num extremo os policiais verem suas armas apreendidas pela população. Na outra hipótese temos outra probabilidade, o massacre de manifestantes desarmados!
Talvez as pessoas não tenham se dado conta, e talvez neste ponto deva o poder executivo agir para impedir atos de tal natureza. A Polícia Federal agiu completamente fora da lei, pois não pode colocar em risco os policiais e também os prováveis manifestantes.
A ação da Polícia Federal e dos demais integrantes da Lava a Jato foi COMPLETAMENTE IRRESPONSÁVEL, e um ato de irresponsabilidade como tal deve ser PUNIDO, simplesmente porque o potencial deste ato é INIMAGINÁVEL e com um potencial criminoso imenso..

Responder

    Jair Fonseca

    06/03/2016 - 15h32

    Armas de fogo servem para matar.

    Pois é, fizeram o sequestro de Lula sem avisar e mesmo assim o fizeram com armamento pesado, para o caso de haver protesto, afinal os petistas são terroristas perigosos…

    Mas sequestradores, ou covardes, não avisam às vítimas com antecedência. Por isso agiram antes das 6 da manhã.

Luther King

06/03/2016 - 12h50

Esta aí uma problemática moderna, a idolatria cega a certos institutos sociais,e aos agentes a corporificá-los. A fato de um ser humano ascender a figura de um juiz não lhe garante a presunção de credibilidade intrínseca ao ideal de justiça, à busca da liberdade e da dignidade. É porque nos doutrinarem para enxergar nas pessoas apenas suas aparências ; é porque , no mundo capitalista, nos fizeram acreditar que o formalismo e o discurso, a ortodoxia, está acima das intenções e das ações. Não é sua toga, ou seu diploma, ou seu gabinete, ou seu falso, e maquiavélico, discurso moralista, que deve nos convencer de sua competência e bondade; são suas boas ações que devemos julgar, é o brilho em seus olhos, não sua cor de pele ou origem, ou o posição social , mas sim a bondade presente em seu coração. Os justos reconhecem com um simples olhar um lobo em pele de cordeiro. Tanto Globo, quanto este juiz, ousam tratar o povo brasileiro como ignorantes; incapazes de enxergar a realidade.Nos subestimaram, também porque abusaram de nossa paciência ao ultrapassar todos os limites. Um juiz como esse, um veiculo de comunicação como a Globo, ultrajam a memória de todos os bravos homens a lutarem e morrerem pelos séculos da história; para reivindicar como direito a liberdade, a justiça, a igualdade, ,a busca pela felicidade e pela paz. A impunidade em relação aos excessos desse juiz e de toda velha mídia é não só uma afronta ao povo brasileiro, é uma agressão ao gênero humano e seu anseio mais íntimo pela vida. Quando a oprimem, nós lutamos e nos unimos, resistimos . Não assistam , leia ou ouçam a velha e obsoleta mídia oligárquica! Boicote nacional à velha mídia! Punição aos que usam do poder para oprimir! Seja forte Dilma Rousseff, estamos ao seu lado para alcançar a vitória!

Responder

    Lenita

    06/03/2016 - 15h28

    Concordo plenamente ! Juntos venceremos Dilma Coracao Valente; seja forte e decidida na defesa do legado do PT, do seu legado e da soberania do povo brasileiro.

Messias Franca de Macedo

06/03/2016 - 12h39

Mais um escândalo dentro do [mega]escândalo!

Sim, estado de sítio!

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Globo censura trechos da resposta do Instituto Lula. Escuta o Brizola, Lula!

POR FERNANDO BRITO · 06/03/2016

(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://tijolaco.com.br/blog/globo-censura-trechos-da-resposta-de-lula-escuta-o-brizola-lula/

Responder

Messias Franca de Macedo

06/03/2016 - 12h26

PROVÁVEL NOTA OFICIAL DAS FORÇAS ARMADAS DO ‘BRAZIL’

[A manchete ‘do novo filme velho anunciado':
… Diante do agravamento da crise – e para manter a paz social – os militares foram obrigados a interceder – e por razões Constitucionais! ]

O que poderia ser a nota oficial das Forças Armadas:

“Povo brasileiro nós ‘pongaremos’ no Poder Central até a realização de novas, legítimas e democráticas eleições! O sapiente povo brasileiro não precisa se preocupar: não ficaremos por mais de duas décadas no Poder, barbarizando, assassinando, torturando, desertando esquerdistas e comunistas, alguns comedores de criancinhas… Não, não! O consenso entre nós da gloriosa farda verde oliva é apresentar, consensualmente (sic), ao país dois nomes notáveis para o referendo popular. O que pode ocorrer sem o [desnecessário!] sufrágio das urnas, até mesmo para abreviar a tão esperada ‘transição democrática’. Sim, voltemos aos nomes de dois ilibados cidadãos brasileiros, absolutamente descontaminados deste lamaçal de corrupção que, apenas atualmente (idem sic), aterroriza o nosso país. Sem mais delongas, os nomes dos impolutos brasileiros são: Jair Bolsonaro e Sérgio Moro, não necessariamente nesta ordem.”

NOTA:
esta nota oficial será lida em primeira mão na próxima edição do fabuloso ‘Jornal Nacional’ sob a voz maviosa do casal ‘-20’!

Assina
Comando Superior das Forças Armadas do ‘BraZil’

República Federativa Democrática do ‘BraZil’

in off: o José (S)erra irá adorar esta nova terminologia!
errata:

… Diante do agravamento da crise – e para manter a paz social – os militares foram obrigados a interceder – e por razões Constitucionais!…

Responder

Sérgio Rodrigues

06/03/2016 - 12h23

Às ruas, contra os golpistas!….

Responder

M. Luther King

06/03/2016 - 12h12

Esta aí uma problemática moderna, a idolatria cega a certos institutos sociais,e aos agentes a corporificá-los. A fato de um ser humano ascender a figura de um juiz não lhe garante a presunção de credibilidade intrínseca ao ideal de justiça, à busca da liberdade e da dignidade. É porque nos doutrinarem para enxergar nas pessoas apenas suas aparências ; é porque , no mundo capitalista, nos fizeram acreditar que o formalismo e o discurso, a ortodoxia, está acima das intenções e das ações. Não é sua toga, ou seu diploma, ou seu gabinete, ou seu falso, e maquiavélico, discurso moralista, que deve nos convencer de sua competência e bondade; são suas boas ações que devemos julgar, é o brilho em seus olhos, não sua cor de pele ou origem, ou o posição social , mas sim a bondade presente em seu coração. Os justos reconhecem com um simples olhar um lobo em pele de cordeiro. Tanto Globo, quanto este juiz, ousam tratar o povo brasileiro como ignorantes; incapazes de enxergar a realidade.Nos subestimaram, também porque abusaram de nossa paciência ao ultrapassar todos os limites. Um juiz como esse, um veiculo de comunicação como a Globo, ultrajam a memória de todos os bravos homens a lutarem e morrerem pelos séculos da história; para reivindicar como direito a liberdade, a justiça, a igualdade, ,a busca pela felicidade e pela paz. A impunidade em relação aos excessos desse juiz e de toda velha mídia é não só uma afronta ao povo brasileiro, é uma agressão ao gênero humano e seu anseio mais íntimo pela vida. Quando a oprimem, nós lutamos e nos unimos, resistimos . Não assistam , leia ou ouçam a velha e obsoleta mídia oligárquica! Boicote nacional à velha mídia! Punição aos que usam do poder para oprimir! Seja forte Dilma Rousseff, estamos ao seu lado para alcançar a vitória!

Responder

Julio Silveira

06/03/2016 - 12h03

Isso que o Moro declara tem a mesma credibilidade que seus delatores e da Globo. Fugitivos das consequências de seus atos. que encobrem com o poder que emana da autorização de autoridade concedida pelo estado.

Responder

Messias Franca de Macedo

06/03/2016 - 11h40

… ‘miniSTÉRIO’ da “Justiça” em vacância literal é porta escancarada para os Satanases nazifascisterroristas & golpistas!…

Responder

Messias Franca de Macedo

06/03/2016 - 11h39

MAIS UM ESCÂNDALO DENTRO DO [MEGA]ESCÂNDALO PROTOFASCIGOLPISTA

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Circo armado para Bolsonaro brilhar em Curitiba? O senhor sabia, Dr. Moro?

POR FERNANDO BRITO · 06/03/2016

(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://tijolaco.com.br/blog/o-circo-estava-armado-para-bolsonaro-brilhar-em-curitiba-dr-moro/comment-page-1/#comment-260045

Responder

Mauricio Gomes

06/03/2016 - 11h28

Juizeco fascista safado, procuradores pilantras malditos e policiais federais saudosos da ditadura formam, com a grande mídia, o verdadeiro eixo do mal que assola o Brasil. Tinham que descobrir e divulgar onde esses canalhas a soldo moram para que o povo protestasse na porta das casas desses fdps e infernizar a vida desses escroques autoritários, não podemos dar um minuto de sossego à essa matilha de fascistas e golpistas. Condução coercitiva é meuzovo, o que houve foi sequestro a pedido do procurador-pastor com nome de xarope, autorizado pelo juizeco de merda e cumprido com louvor por essa gestapo federal.

Responder

    lulipe

    06/03/2016 - 13h11

    Quanto ódio, meu caro, cuidado com o coração…..

    Sidnei Brito

    07/03/2016 - 09h09

    O Lulipe tem razão, Maurício.
    É preciso se controlar.
    Sei que não é fácil.
    Compreendo seu ódio. É fácil odiarmos a injustiça e é compreensível que nos revoltemos com o arbítrio.
    Tenho muita dificuldades de entender o ódio, por exemplo, aos empregados domésticos com direitos.
    Não compreendo o ódio contra as cotas, contra o Bolsa Família, contra a faxineira que comprou um carrinho.
    Não entendo o ódio contra coisas como a redução da desigualdade.
    Se alguém me dissesse, há dez anos, que um dia haveria pessoas contrariadas – nem diria com ódio – com políticas que reduzissem a desigualdade, teria dificuldade de acreditar. E com mais certeza ainda não acreditaria se me dissessem que a tal queda da desigualdade não significava perda para os eternos mais iguais do que os outros.
    Mas, ainda que não goste e não aprove, sei que não é difícil odiar a injustiça e a violência dos injustos.
    Compreendo você, querido Maurício, mas desaprovo veementemente suas palavras. E se estou sendo contraditório, paradoxal e tudo mais, me desculpe, mas é o que realmente sinto.
    Sei, caro Maurício, que foi um grito contra uma injustiça que atinge a você, a mim e ao Lulipe. Atinge a todos, inclusive e principalmente os que pensam que não estão sendo atingidos por ela.
    De todo modo, espero que consiga se controlar.
    Não vou aqui lançar aquele chavão guevariano do endurecimento e da ternura. Vou apenas dizer que precisamos ficar alerta, mas mantendo a serenidade.
    Grande abraço a você, Maurício, e parabéns ao Lulipe pela importante advertência.

Babi

06/03/2016 - 11h17

Lacerdismo jurídico ou Moro acima da lei

Geraldo Prado
Professor

A Constituição da República está sendo sistematicamente violada no âmbito da Operação Lava-Jato. Os tribunais, ao tolerarem as violações, fragilizam as bases constitucionais da nossa democracia.

As democracias contemporâneas não estão fundadas na força das armas, mas na convicção de que as regras da Constituição e dos Tratados Internacionais de Direitos Humanos, orientadas à contenção do poder e à evitação do arbítrio, obrigam a todos

Como na história recente de tentativas de golpes parlamentares na América Latina, é perceptível um padrão de conduta que define neste momento quase-tardio não mais a qualidade das violações, mas a intensidade e sua oportunidade.

O amplo rol de garantias constitucionais (e das Convenções) é impeditivo da condução coercitiva de pessoas que têm domicílio certo e se fazem representar nos procedimentos. Mas estas conduções antijurídicas foram validadas por tribunais. Por isso são repetidas e apropriadas como espetáculos midiático-políticos.

São da espécie dos espetáculos que se prestam à tentativa de enfraquecer o governo e tomar pela via da criminalização da política a legitimidade que as urnas não oferecem às grandes empresas de mídia e não ofereceram a setores insatisfeitos da oposição.

Da mesma maneira – e muito claramente – a Constituição não admite a prisão provisória a título de castigo. Examino as decisões da Lava-Jato em um projeto de investigação sobre standards probatórios, na UFRJ, e também em razão de consultas que me fizeram sobre a minha opinião acadêmica sobre casos concretos neste âmbito.

Várias prisões foram decretadas em flagrante violação à Constituição – e foram mantidas pelos tribunais – apoiadas em um único argumento: o suspeito ou acusado é culpado da prática dos crimes investigados. Isso viola clara e literalmente a presunção de inocência nos termos da Constituição.

Apenas estes dois exemplos são suficientes para ilustrar a sequência de atentados à Constituição e sua progressão… mas não bastam para determinar o contexto.
Com efeito, a tolerância dos tribunais quanto a violações sistemáticas da Constituição, algo que se pensava extinto pelo menos desde 2009, tem muitas causas, mas algumas remetem à nossa conturbada história de gozo com o autoritarismo.

Carlos Lacerda fez fortuna política no campo da direita, empunhando bandeiras de moralismo e nacionalismo que o tornaram imune a críticas sobre fatos de extraordinária gravidade, como a tentativa de golpe de estado em 1955, a bordo do Cruzador Tamandaré, e a falsa “Carta Brandi”, publicada em seu jornal com o propósito de atingir o então vice-presidente João Goulart.

Com sua retórica potente de combate à corrupção, Lacerda foi um dos líderes civis do golpe militar de 64, que teve amplo apoio das classes médias e das elites. Naquela época as “panelas do Leblon” também batiam.

O “moralismo” sempre foi a arma de reserva do arsenal conservador das elites brasileiras. Nunca foi usado para denunciar a escravidão, a exploração das empregadas domésticas, o exílio interno a que estão condenadas as pessoas que moram em favelas sem água e esgoto, a vergonha do salário mínimo pré-2003, o “branqueamento” das nossas virtudes e o “enegrecimento” de nossos defeitos, obra cara aos “intelectuais” que se sentem no direito de serem os porta-vozes da elite que pretende colonizar o seu próprio povo. Alguns encontram cadeira na Academia Brasileira de Letras.

A lista de exemplos da seletividade e desonestidade do moralismo tupiniquim é quase infinita.

O certo é que este moralismo constitui a expressão pública do autoritarismo. É impensável, em certos grupos, que a corrupção seja investigada no Brasil no marco do estado de direito. É impensável não por que seja impossível investigar com regras constitucionais.

Na Alemanha, com regras ainda mais rígidas, o Deutsche Bank foi investigado e as práticas de corrupção punidas. Nos Estados Unidos da América a IBM foi investigada e punida. E assim no mundo democrático, sem que as investigações quebrassem a economia, sacrificassem empregos e, principalmente, sem que as Constituições fossem desrespeitadas e a vontade popular achincalhada.

Nestes lugares ninguém está acima da lei. Não está como potencial investigado, tampouco na condução dos procedimentos legais, pois daqueles a quem a ordem jurídica oferece a legitimidade do uso de armas, por si ou por seus agentes, há de se exigir em grau elevado prudência e respeito às regras da Constituição.

Não há dúvida de que as grandes corporações midiáticas no Brasil criam o ambiente favorável a que decisões inconstitucionais sejam proferidas em um ritmo frenético, que não sejam barradas nos tribunais, e que isso sirva como argumento sobre a sua (falsa) legitimidade… quando em verdade, a história é implacável ao denunciar, retrospectivamente, que a confirmação judicial serve apenas para revelar o quanto os tribunais contribuem, muitas vezes de modo inadvertido, outras vezes não, para consolidar o autoritarismo.

Mais. O projeto de poder que alimenta este contexto simplesmente naturalizou a delação, conferiu credibilidade a ela e nos transformou em um país de Silvérios dos Reis. Não sem muito gozo. A contradição é da essência do moralismo.

Esta é a essência do que chamo de “Lacerdismo Jurídico”, que se compraz até mesmo com a normalidade da tortura, se for empregada contra os de sempre.

Os que derrubam conscientemente as barreiras erguidas pelo estado de direito não tem o benefício da dúvida relativamente ao emprego político que é feito das suas ações.

Estão coniventes e é necessário, mais do que em qualquer outra época recente, que o Supremo Tribunal Federal não os tema, que não tenha receio dos editoriais de uma mídia cuja ausência de isenção é um dado conhecido, que não ceda às investidas golpistas de oportunistas que, derrotados nas urnas, querem mostrar uma vez mais a essa gente de pele morena qual é o seu verdadeiro lugar no Brasil.

Por fim a esse descalabro é urgente e é tarefa do STF.

Um dia, nos anos 90, andava pelas ruas de Buenos Aires e entrei em uma livraria jurídica. Fechada dentro de uma pequena caixa de cristal havia uma Constituição de bolso. Por fora um aviso escrito: En el caso de una emergencia rompa el cristal.

É chegada a hora de romper o cristal.

Geraldo Prado é professor de Direito Processo Penal na Universidade Federal do Rio de Janeiro. http://justificando.com/2016/03/04/lacerdismo-juridico-ou-moro-acima-da-lei/

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Assim Falou Golbery

06/03/2016 - 11h08

de fato, mesmo que fosse uma simples suspeita, já seria uma ofensa a honra, pois se trata do mais honesto de toda história mundial do mundo

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