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Cartas de Minas

Jornal mineiro censura coluna de Fátima Oliveira sobre Patrus Ananias

10 de julho de 2012 às 13h08

Beagá merece Patrus mais uma vez: o que é bom vale repetir

por Fátima Oliveira

Médica – [email protected]

Patrus é um prefeito inesquecível no imaginário popular belo-horizontino. É raro o dia em que alguém não fale “No tempo do Patrus”… “Se fosse Patrus o prefeito”… Conversas num pronto-socorro entupido de gente em macas dias e dias a espera de um leito que teima em não aparecer…

O que povo fala sobre Patrus prefeito, do que significou e fez diferença em suas vidas, evidencia que ele “carrega o selo de mito fundador, com poder de convencimento político que ainda arrebata corações e mentes” e também revela um capital político inconteste daquele que foi considerado o melhor gestor do SUS no Brasil, pois reformatou a atenção à saúde em Beagá de tal modo que a incompetência e o descompromisso de alguns que vieram depois não conseguiram destruir os alicerces da atenção à saúde estabelecida na gestão Patrus: o lastro do acesso universal como direito.

Eu disse em “Memória, compromisso e via-crúcis: do ‘Resgate’ ao Samu” que Patrus é pai do Resgate e avô do Samu. “Lembra do ‘Resgate’? Vou contar. É de onde foi parido o Samu 192 (marca Governo Lula, 2003). Lembra de Belo Horizonte sem ‘Resgate’? Nem vale a pena.

Em 1995, o prefeito Patrus Ananias, do alto de sua incomensurável sensatez humanista, entendeu que uma cidade do porte da nossa não poderia prescindir de um serviço público móvel para as urgências médicas e depender apenas do trabalho abnegado do Corpo de Bombeiros. Era convicto que a ressurreição da atenção digna à saúde exigia desatar aquele nó. Foi uma sacada de mestre! E colocou gente para correr atrás, ver experiências mundiais. Não ficou contando tostão por tostão. Decidiu ter uma política assim, custasse o que custasse”. Assim nasceu o Resgate: “ideia pioneira no Brasil, modelo para o Samu 192 em âmbito nacional”. (TEMPO, 02.03.2010).

Escrevi em “Equidade para as duas Beagás: mais para quem precisa de mais” que “Sabemos que ser belo-horizontino é um estado mental” e filosofava: “Nada mais instigante do que as eleições municipais para desencadear em mim o pensar e pensar. Porém, o caráter sui generis de alguns fatos da política mineira desafiam meus neurônios. Que bicho surgirá do cruzamento do ‘jeito petista de governar’ com o ‘choque de gestão’? Como duas vias tão díspares de administrar bens públicos poderão ampliar a cidadania? Quando da escolha de um prefeito ou uma prefeita, o que faz sentido é indagar o que queremos da futura administração da cidade”.  (O TEMPO, em 16.09 2008).

Mas “Aécio e Pimentel queriam apoiar um candidato que aprofundasse a relação entre a prefeitura e o governo estadual. ‘O objetivo era dar um caráter mais técnico e profissional’”, disse em recente entrevista o atual prefeito (O TEMPO, 07.07.2012).  Entenderam agora por que votei nulo? Ai, meus sais! E desde quando ser prefeito é isso?

Escrevi em 2008, mas vale para 2012: “Digo, com esperanças renovadas, que a gestão Patrus demonstrou em palavras e atos que priorizava a busca de soluções para os problemas mais prementes da cidade, em áreas nas quais as políticas sociais fazem a diferença, notadamente na educação, saúde, saneamento básico, habitação e alimentação dignas e saudáveis. Sobretudo, comprometida com as duas Beagás, considerando que o caminho da cidadania implicava em diminuir o fosso que separa uma da outra, adotando a equidade: mais para quem precisa mais”.

A manchete “Patrus Ananias dá novo rumo à eleição em BH” primou pela precisão, pois o que Beagá precisa é de mais uma dose de Patrus. Vale repetir!

NOTA DA AUTORA:

Artigo enviado ao jornal OTEMPO para publicação em minha coluna semanal na página de Opinião às terças, e não publicado!

Às 11:41, de 10/07, encontrei no jornal impresso, no espaço destinado à minha coluna (OPINIÃO, página 20): “A médica Fátima Oliveira deixa de escrever hoje, excepcionalmente, neste espaço”.

Escrevo em O TEMPO, semanalmente, desde 02 de abril de 2002, a minha primeira crônica foi “Muito prazer”;

1. Já tive uma crônica censurada, porém considerei que os argumentos eram pertinentes e protetores, pois realmente escrevi algo que daria um processo que de certeza eu perderia na Justiça: eram opiniões pessoais minhas sobre uma figura forte do governo Aécio, na qual nenhuma pessoa votou, com poder de mando em tudo;

2. Uma crônica foi rejeitada sob o argumento que o jornal tem por princípio não publicar defesas de “luta armada” (eu não sabia, mas respeitei o princípio), a referida crônica originalmente intitulada: “Expropriar bens surrupiados é ato político de justiça de classe” foi publicado no VIOMUNDO: Fátima Oliveira e a campanha insidiosa, em 18.10.2010.

3. Hoje não foi publicada uma crônica na qual declaro voto a Patrus Ananias (Beagá merece Patrus mais uma vez: o que é bom vale repetir), num escrito em que cerca de 90% já foi publicado em O TEMPO em outros artigos que mencionei no texto atual.

*****

Sobre Patrus Ananias e eleições municipais em BH, da autoria de Fátima Oliveira e publicado em O TEMPO:

Eqüidade para as duas Beagás: mais para quem precisa mais  (16.09.2008)

O segundo turno na capital: “Nem mé, nem cabaça” (14.10.2008)

Memória, compromisso e via-crúcis: do “Resgate” ao Samu  (02.03.2010)

 

 

68 Comentários escrever comentário »

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SergioRDG

12/07/2012 - 11h01

Grande novidade. O Tempo é do Vitorio Medioli, que já foi deputado pelo PSDB, passou pelo PV e agora não sei se está mais na política partidária. Ele criou o jornal unicamente para combater seus inimigos políticos e é aecista de carteirinha, assim como era azeveredozista em outras épocas. A imprensa de MG, infelizmente, é apenas um departamento da assessoria do governo estadual…

Responder

Neo-tupi

12/07/2012 - 06h31

Antes de mais nada, parabéns pelo texto da Fátima, que vale a pena ser divulgado nas redes sociais. Acho o mesmo de Patrus. E acho que o jornal deveria ter comunicado qualquer restrição a ela.

Dito isso, se não me engano, há de fato restrições da legislação eleitoral quanto a pedir votos em veículos de comunicação comerciais (o que é ligeiramente diferente de declarar voto, coisa que pode ser lida como opinião, e não divulgação de campanha). Se Fátima tivesse escrito “Por que voto em Patrus…” em vez de “BH merece…”, estaria mais adequado a lei, apesar de ainda ser controverso. Mudando o título para algo como “Entrada de Patrus enriquece a campanha em BH”, e duas ou três frases que tem conotação de campanha, acredito que não haveria restrição nenhuma ao artigo (se editor tiver bom senso e liberdade dada pelo dono).

Rádios e TV’s simplesmente não podem veicular nenhuma conotação de pedido de voto. Jornais e revistas podem, mas a Justiça Eleitoral pode impor direito ao mesmo espaço para cada um dos outros candidatos (inclusive os nanicos).

Então os jornais tem duas opções: ou cedem espaços equivalentes para cada candidato (ou simpatizante), ou não cede a ninguém.

A lei, por ser restritiva, tem seus defeitos, mas é preciso lembrar que se a lei, bem ou mal, não promovesse isonomia de tratamento, para cada artigo de Fátima, poderia haver dezenas de artigos de, digamos, Andréias (se é que vocês me entendem).

Responder

    Larissa Dias

    12/07/2012 - 13h57

    Caro, gostei demais de suas ponderações e esclarecimentos. O editor, que tem obrigação de conhecer a lei eleitoral nos mínimos detalhes deveria ter contatado a articulista e não o fez. Não se sabe porque já que ela mesma declarou na nota da autora que em outras duas ocasiões se deu o mesmo e ela concordou com o jornal.
    O que aconteceu agora foi antes de mais nada desrespeitosa com quem escreve semanlmente há dez anos e é uma voz altive do livre pensar.
    Concordo com tudo o que você falou, só fico a me perguntar porque o autoritarismo de não publicar sem ter feito qualquer contato. Isso foi muito sintomático mesmo de censura.
    Como um jornal não respeita uma articulista do quilate de Fátima Oliveira que escreve ali há dez anos?
    Foi um erro e deve pedir desculpas públicas. Para ofensas públicas, nada de desculpas no privado. Não vale e é imoral.

Willian

11/07/2012 - 13h50

O texto foi submetido ao jornal para ser vetado e resultar nesta repercussão de censura. De antemão a colunista já sabia disto. Onde na grande mídia um texto declaratório deste, independente do candidato, seria publicado?

Responder

    Alberto

    11/07/2012 - 14h24

    Sr. William se o senhor não tem como comprovar a afirmação que faz(“O texto foi submetido ao jornal para ser vetado e resultar nesta repercussão de censura”) tem como se safar na Justiça? Pois então peça desculpas, mas antes leia os links no fim do artigo porque cerca de quase 100% do que está no artigo em discussão a autora já havia publicado no mesmíssimo O TEMPO e faz referências explícitas no corpo do texto. Não é incrível?
    A citação e disponibilidade dos links dos outros artigos ajudam a dirimir qualquer dúvida. A autora conhece o trabalho do Patrus e o admira, tanto que já escreveu vários artigos citando a gestão dele contrastando com as de seus sucesores.
    Canja de galinha não faz mal a ninguém e devagar que teu santo é de barro.

    Alberto

    11/07/2012 - 14h32

    Complementando.
    Sr. William o seu comentário é uma calúnia que não se sustenta e não resiste a um comportamento civilizado. São informações da autora: ela escreve semanalmente em O TEMPO há dez anos. Ela está em O TEMPO como uma livre-pensadora, tanto pode escrever sobre saúde, como sobre direitos da mulher, como memórias – que tem escrito muito. E ela foi clara ao dizer que nunca teve um texto VETADO pelo jornal. O que estamos discutindo é que foi o primeiro e ela sequer foi avisada! E o mais enigmático é que o texto é uma bricolagem de citação de outros artigos sobre o Patrus que o TEMPO publicou ao longo dos anos.
    De onde o senhor tirou que ela apresentou o texto para ser vetado? Ela, por acaso disse ao senhor, por escrito? Está gravado? O senhor tem como provar?
    Mestre na internet ninguém se esconde.

    Marcus Vinícius

    11/07/2012 - 16h17

    Sr. William, na grande imprensa BRASILEIRA, ressalte-se. Aqui é um dos poucos países democráticos onde a imprensa não declara seu candidato e, assim, faz campanha com pose de imparcialidade, de forma a manipular sua audiência. Fora o Estadão (Serra) e a Carta Capital (Dilma), na última eleição presidencial toda a imprensa BRASILEIRA agiu assim, quando lá fora a regra é o inverso (v.g., NYT (Obama) e Fox News (McCain).

Rodrigo Leme

11/07/2012 - 11h28

Que beleza, a gente publica link de jornalista censurado em governo petista e o comentário é limado? Que ironia, justo nesse tópico, não?

Responder

    Walber

    11/07/2012 - 11h46

    Corrigindo – Meu caro amigo: deixe de fadiga, já disse! Vamos ao trabalho, o patrão tá de olho rsrsrsr

Mari

11/07/2012 - 10h26

Olhem o MEDO aí, gente!
PATRUS EM CINCO DIAS DE CAMPANHA PEGOU O LACERDA!!!!

Eleição em BH começa apertadaPrimeira pesquisa do Instituto EmData mostra o prefeito Marcio Lacerda com cinco pontos percentuais à frente do ex-ministro Patrus: 34% a 29%. Os outros cinco candidatos somam 7%

Isabella Souto –

Publicação: 11/07/2012 06:00Atualização: 11/07/2012 07:58

Cinco dias depois do início da campanha pelo comando da capital mineira, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) e o ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Patrus Ananias (PT) aparecem na primeira rodada da pesquisa realizada pelo Instituto EMData com 34% e 29% das intenções de voto, respectivamente. A polarização, segundo os responsáveis pelo levantamento, pode ser explicada por dois fatores: ambos são bem conhecidos e aprovados pelos belohorizontinos e, até 30 de junho, a expectativa era que seus partidos disputassem juntos as eleições de outubro. Na modalidade espontânea, em que os nomes não são apresentados ao eleitor, os números foram 13% e 12%.

O levantamento foi realizado entre o dia 8 e ontem com 600 eleitores e tem margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos – daí o empate técnico entre Lacerda e Patrus. Considerando a margem de erro na estimulada, o prefeito teria entre 30% e 38% e Patrus, entre 25% e 34%.
……………
Para ganhar as eleições, o candidato deve dar mais atenção para a saúde, setor considerado o maior problema da capital para 45% dos entrevistados. A segurança pública é assunto prioritário para 14% dos belo-horizontinos e o combate ao tráfico de drogas para 9%.

#VaiPatrus13, que tua!
http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/07/11/interna_politica,305369/eleicao-em-bh-comeca-apertada.shtml#.T_1cfcwFOQ0.twitter

Responder

Fátima Oliveira/recebido de Mafrlene

11/07/2012 - 09h31

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Marlene
Data: 10 de julho de 2012 23:21
Assunto: cumprimenta
Para: Fátima Oliveira

Fátima,

Gostei do artigo censurado pelo O Tempo. Já lhe disse que sou eleitora fervorosa do Patrus. Tirei copia do seu artigo e mandei para a irma dele que é nossa parceira de “buraco”.

Diante do furdunço que você provocou vamos eperar o resutado!

Marlene

Responder

Bonifa

11/07/2012 - 09h14

Estão censurando tudo por todo o país. Jornalões nacionais, jornalões locais e até certos blogs insuspeitos estão censurando tudo o que signifique um avanço nacional das forças políticas progressistas.

Responder

Gerson Carneiro

11/07/2012 - 07h01

Será que no lugar da coluna da Dra. Fátima o jornal passará a publicar o gibi do Çerra?

Sim, é isso mesmo. Para evitar o corpo a corpo com o eleitor o Çerra está lançando um gibi.

Por sinal, vazou o primeiro episódio do gibi do Çerra.

Responder

Elias

11/07/2012 - 01h40

Sou de São Paulo, assinante do UOL, tenho direito de ler a Folha, na íntegra. Pois bem, de uns anos pra cá raramente a leio. Quando li pela 1ª vez Fátima Oliveira aqui no Viomundo, passei a ser seu leitor. Ainda bem que aqui Fátima Oliveira tem uma tribuna livre. Quanto ao jornal O Tempo, só posso lamentar essa postura inacreditável de censurar uma articulista que nele escreve há 10 anos. Os leitores do jornal, pago em banca ou em assinatura, deveriam ser ressarcidos ou, no mínimo, receberem um explícito pedido de desculpa.

Responder

João Paulo Ferreira de Assis

10/07/2012 - 22h35

Doutora Fátima, receba minha solidariedade.

Foi censura sim, não entendo de outra forma, pois como sou colunista do jornal VIA REAL, de Ressaquinha MG, quando escrevi um artigo que poderia ser mal interpretado, o dono pediu-me que o refizesse. E eu o refiz. Já o jornal O Tempo, optou por não publicar sua coluna. Deveria ter ao menos solicitado que alguns trechos fossem trocados. Mas qual, quem permite as estupidezes do Walter Navarro (que chamou a minha Ressaquinha de cidade que fede), teria moral para pedir alguma coisa? Aliás, o W.N. pertence a uma família que combateu ferozmente a criação do Ginásio Estadual de Ressaquinha, Lei 3883, de 20/12/1965, que só foi criado porque Magalhães Pinto, o governador recebeu um ultimato de Dom Oscar de Oliveira, Arcebispo de Mariana.

De certa forma foi até bom que tenha acontecido, pois podemos denunciar a censura, e divulgar o fato para todas as redes sociais e blogues. E na campanha mobilizarmos a sociedade a favor do Patrús.

Saudações, João Paulo Ferreira de Assis.

Responder

    João Paulo Ferreira de Assis

    10/07/2012 - 22h37

    Aliás, esta escola tem o nome do avô paterno do Patrús, Galdino Ananias de Santana.

    Willian

    11/07/2012 - 08h58

    Para quem não conhece, Ressaquinha é uma das cidades que faz parte da Grande Senhora dos Remédios.

    João Paulo Ferreira de Assis

    11/07/2012 - 12h23

    Explique isso melhor senhor William. Eu também sou de Senhora dos Remédios, mas reconheço que a influência da cidade não alcança todo o seu território. O Palmital dos Carvalho se regra por Carandaí, e o Palmital dos Mateus, por Ressaquinha, sendo inclusive a sua capela de São Judas Tadeu, filial da Matriz de São José em Ressaquinha.

    Mas se você estiver se referindo à origem remediense das principais famílias de Ressaquinha, aí tenho de concordar consigo.

    Tenho 32 anos de residência em Ressaquinha, o que já me dá o direito de chamá-la minha cidade. Na realidade ambas as nossas cidades se regram por Barbacena, sede da comarca.

    Saudações, João Paulo.

Mari

10/07/2012 - 21h08

Recomendo o vídeo “Levante a Sua Voz” http://youtu.be/q6rYOTeptPs

– produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

Responder

Pablo

10/07/2012 - 20h29

Minas está virando “terra de coroné” com esse governo .
Outubro vem aí e o atual prefeito NÃO VAI GANHAR .
Até biruta de posto desaprova essa gestão da PBH !
Especulação imobiliária , destruição de mata , verticalização na Pampulha , total ausência de planejamento para locais de vazão inadequada de água , desapropriações criminosas violando direitos humanos , proibição de uso de espaço público para manifestações , imposto para TOLDO de bar , falta de médicos e remédios no SUS , tentativa de privatização do Hospital das Clínicas , superfaturamento em obras repetitivas , repressão intelectual por ausência de competência para lidar com cultura e mais um milhão de pontos absolutamente negativos visíveis até no escuro !
Não adianta proibir ou pressionar a imprensa .
Estamos sabendo de tudo e na urna , vamos dar o troco .
Escrevam .

Responder

    Marcelo

    10/07/2012 - 22h36

    Iptu de Suiça, serviços de Afeganistão. Mas ele tem os jornais e tvs do Aócio do seu lado. Vai ser uma briga dura entre a ficçáo da mídia e a realidade das ruas.

Marcelo

10/07/2012 - 19h16

Normal….. E se não publicaram é porque estão com medo, muito medo.

Responder

    Mari

    10/07/2012 - 19h42

    Marcelo eu também acho que o PT de Belo Horizonte deveria fazer uma leitura minunciosa do episódio porque a não publicação no jornal OTEMPO da crônica de Fátima Oliveira, colunista antiga do jornal e sempre prestigiada como formadora de opinião, é um excelente termômetro eleitoral.
    Pra quem sabe ler um pingo é letra.
    Os donos do quarto poder, a imprensa, farão de tudo para que ninguém fale bem a respeito do Patrus, numa clara demonstração de que liberdade de expressão só existe quando lhes interessa. Onde está a isenção e o dever social da imprensa de informar bem e amplamente.

Luiz Antunes

10/07/2012 - 19h03

Luiz Antunes – 10 de julho de 2012 18:55

Não estou defendendo o jornal O TEMPO, mas pela lista de colunistas ele é o jornal de Minas que contempla uma diversidade ideológica grande. Não há outro por aqui.
A própria Fátima Oliveira, destacadamente de esquerda, escreve nele há dez anos, pelo que consta na Nota da autora.
Como colunista daquele jornal ela bem sabe que jornal tem dono e quem manda é o dono.
Do que ela enumerou de problemas que teve no jornal, ela concordou com dois, disse que o jornal tinha razão. Acredito nela. E ponto para o jornal que soube preservar a sua colunista convencendo-a dos problemas daqueles dois artigos que ela concordou com as ponderações do jornal. Também ela escreveu que o jornal não havia feito contato com ela porque não publicou o artigo de hoje.
O jornal já deu esclarecimentos no blog do Azenha de porque não publicou. Já deve ter falado com ela também.
http://www.viomundo.com.br/denuncias/jornal-mineiro-censura-coluna-de-fatima-oliveira-sobre-patrus-ananias.html
O jornal é uma empresa que tem dono e é o dono quem faz as normas. Creio que Fátima Oliveira sabe o que é isso. Mas ela fez certo em publicar em seu blog e dizer que o jornal no qual escreve há mais de dez anos não o publicou. Afinal, ela escreve toda terça, precisa dar uma explicação aos seus leitores.

Responder

Gerson Carneiro

10/07/2012 - 18h43

Contra o PT pode tudo, até censurar.

Resta apelar para a censura mas, com a internet, estão perdendo campo.

Responder

Eliana

10/07/2012 - 18h10

Moro em Juiz de Fora.
Não tenho estômago para ler os jornais de MG.
Patrus voltará à prefeitura de BH, apesar dos censores.
A memória do povo de BH é maior que a manipulação do PIG.
Nós que moramos em JF estamos mais próximos das questões do RIo, pela
proximidade, do que de BH.
Mas, estou intressada nestas eleições em BH .Farei o que puder para mobilizar os
meus conhecidos naquela cidade ,para votarem em Patrus.

Responder

    Renato

    12/07/2012 - 10h33

    Típico comentário dos pseudo-mineiros de JF:”não tenho estômago para ler jornais de MG”, “Nós que moramos em JF estamos mais próximos das questões do RIo, pela proximidade, do que de BH.”

    Pergunta: porque não pedem de vez o seu desmenbramento de Minas Gerais e fusão ao Rio? Que questões do Rio interessam a JF? Seriam as UPPs? Os roalties do petróleo? As olimpíadas?

    Mineiros de JF são ridículos!

Jorge

10/07/2012 - 17h26

e tem gente que diz que o partido da imprensa não existe…

Responder

Bernardo

10/07/2012 - 16h48

Prezados,

Eu sempre achei o jornal Otempo, apesar do Diretor odiar o Governo Federal e o PT(direito dele), o único que não havia censura prévia em Minas.

É uma decepção ler esta reportagem, devíamos mandar e-mails com reclamação expressando nosso descontentamento.

Eu mandei o seguinte texto para a Diretoria Executiva do jornal.

Gostaria de deixar consignado o meu repúdio ao ato censura perpetrada contra a coluna da Sra. Fátima Oliveira.

Sempre achei este jornal o único imparcial de Minas, onde se respeitava e se fazia representar todas as correntes politicas nacionais.

Imparcialidade não é a ausência de abordagem de se abordar um determinado assunto, e sim a possibilidade de sua discussão de forma ampla e democrática.

O Sr. Paulo Bressane e o Sr. Vitor Medioli, semanalmente, criticam de forma aberta o PT e o Governo Federal.

Sinceramente considero isto um direito deles, mas, que dá mesma forma deveria ser estendido aos demais colunistas.

Lá se vai mais uma utópica ideia de imparcialidade na imprensa mineira, justamente do jornal que sempre elogiei para todos os amigos e colegas.

Atenciosamente,

Bernard Martins

Responder

dukrai

10/07/2012 - 16h46

a minha mulher estava num vôo de SP-BH e viu o Patrus sentado, quietinho no canto dele, não resistiu e comentou “ô Patrus, vc devia ser candidato a prefeito de novo”. ele abriu aquele sorriso e não falou nada. quando a Bia comentou comigo eu disse que devia ter falado pra ele ser candidato a presidente. sei não, aquele prefeito que começa com M e termina com erda vai acabar no Arruda heheh

Responder

    Suzana

    10/07/2012 - 20h01

    Seu óculos não está de ponta cabeça?

    João Paulo Ferreira de Assis

    10/07/2012 - 22h12

    Veja Suzana, não creio que o senhor Dukrai estivesse com os óculos de ponta cabeça. Ali pelo ano 2009 havia muita gente que defendia a indicação de Patrús para Presidente no lugar de Dilma. E usavam o argumento seguinte: Contra o Patrús não há nada, pois ele nunca se envolveu em conflitos contra a autoridade. Ele foi formado nos movimentos sociais ligados à Igreja. Contra a Dilma havia a acusação (mentirosa) de ter participado da ação que resultou na morte do sentinela Mário Kozel Filho. Eu inclusive era desse parecer. Patrús para Presidente.

Taiguara

10/07/2012 - 16h45

O Aócio transformou o Estado de Minas Gerais em horroroso e genérico MARANHÃO do B.

Responder

jornal O TEMPO

10/07/2012 - 16h21

Prezados,

neste período eleitoral, que teve início no último dia 6, adotamos a posição de não publicar artigos de opinião que tomem posição a favor ou contra os candidatos a cargos nas próximas eleições municipais.

A orientação busca evitar polêmicas entre colunistas e colaboradores a favor e contra os candidatos, gerando réplicas e tréplicas, com possíveis pedidos de direito de resposta na Justiça.

O jornal compreende que seus colaboradores tenham suas posições políticas, mas não pode concordar que suas páginas sejam utilizadas para propaganda ou para ataques a este ou aquele candidato.

Também está suspendendo as colunas de seus colaboradores que sejam candidatos, como o deputado estadual Délio Malheiros e o esportista Paulo R. Prestes, que escrevem no “Super Notícia”.

Nestas eleições, O TEMPO e os veículos da Sempre Editora vão procurar manter, como sempre fizeram, uma posição de isenção diante de todos os candidatos e partidos, sem deixar no entanto de cobrir suas campanhas com as informações necessárias para que o eleitor/leitor possa se posicionar.

O TEMPO

Responder

    Bernardo

    10/07/2012 - 16h51

    Prezado “Jornal OTEMPO”

    As colunas do Sr. Vitor Medioli e Paulo Bressane são de cunho completamente político e eleitoral justamente contra o PT, não discuto o direito deles de criticar, mas elas também serão suspensas?

    Uma decepção tomar conhecimento deste acontecimento.

    Alice

    10/07/2012 - 16h59

    Mas por que publicou o artigo do José Direcu no dia 7 – Reviravolta eleitoral?
    A decisão foi no dia 6?
    Não dá pra entender. Bem sei que enquanto formadora de opinião em Belo Horizonte, a da dra. Fátima Oliveira tem muito peso, até mais do que a do José Dirceu que é um mineiro paulista.
    O Tempo fez bobagem. Pois ao impedir a publicação do artigo virou vitrine, pois não é O Tempo o jornal que defende a liberdade de opinião e de imprensa? Ou só vale para o dono do jornal e pra quem se dispõe a esculhambar Lula e Dilma como um certo colunista do mesmo jornal faz todo dia. Vale pra ele também?
    Uma resposta fraca e sem conseguir responder porque censurou o artigo.
    O Tempo só conseguiu mostrar que tem lado e que tem candidato.

    Joselina Freitas

    10/07/2012 - 17h09

    Comentário que fiz no blog Tá Lubrinando

    Joselina Freitas
    10 de julho de 2012 15:17

    Tenho uma mala de mais de cino mil emails só de Belo Horizonte. Tenha a certeza que muita gente vai ler seu primoroso artigo ainda hoje. E vamos com Patrus!

    Raimundo

    10/07/2012 - 17h17

    Mas falar mau do PT pode.

    Gerson Carneiro

    10/07/2012 - 18h38

    Conversa mole do jornal O TEMPO.

    Por que então não houve comunicado prévio?

    Por que as colunas de Vitor Medioli e Paulo Bressane não foram suspensas, como informa o comentarista Bernardo?

    Como o jornal diz que publicará “informações necessárias para que o eleitor/leitor possa se posicionar” e ignora esse valioso artigo da Dra. Fátima? O jornal está insinuando que as informações prestadas pela Dra. Fátima não são necessárias para o eleitor/leitor possa se posicionar?

    Augusto

    10/07/2012 - 19h53

    E o Walter Navarro pode falar à vontade? E as pregações éticas do Mediolli, como é que ficam? Será que a reclamação pela falta de verba publica funcionaram?

    David Rodrigues da Silva

    11/07/2012 - 01h17

    Sou eleitor de Belo Horizonte,Vitório Mediolli tanto quanto esse enunciado é fictício, sou PATRUS 13. O Jornal o Tempo, ligado ao PSDB não é flor que se cheire. Isso é uma Falácia. Ela foi CENSURADA SIM.Moro no meio da ELITE.de Belo Horizonte.

Djijo

10/07/2012 - 16h10

O jornal se precaveu contra propaganda eleitoral?

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    jandui

    10/07/2012 - 16h23

    Não.

    Aécio quem manda na mídia mineira e ponto final.

    Quer a todo custo tentar esconder seu ato mais importante na sua vida política:

    – ressuscitar o grande político e humanista PATRUS!

eunice

10/07/2012 - 16h09

Um mapão do Brasil em que em cada estado está um sujeito e não um Objeto abjecto – de mãos dadas para governar.

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David Rodrigues da Silva

10/07/2012 - 15h43

Eu iria anular meu voto este ano em Belo Horizonte, com a entrada do PATRUS 13, meu voto será nele. Já estou Feliz! O PATRUS vai Ganhar com certeza. de Belo Horizonte

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Tetê

10/07/2012 - 15h32

Foi uma violência o jornal O TEMPO não publicar um artigo de uma articulista dele desde 2002 (tempo suficiente para o jornal saber quem é e como pensa Fátima Oliveira).
A não publicação do artigo da Dra. Fátima Oliveira, uma articulista respeitada não apenas em Minas, dá o rumo e a dimensão do inferno que teremos de passar nessas eleições, mas eu acho que em Belo Horizonte será pior porque é lá que Aécio Neves quer firmar seu pé de meia para 2014. Ele fará de tudo para que o Lacerda, seu candidato não perca as eleições para o Patrus.
Ficou claro, gente?
Pois isso também a censura idiota do jornal O TEMPO está a nos dizer que Patrus tem de se eleger e isso depende da militância do Brasil inteiro, não é só de Belo Horizonte, onde a eleição se nacionalizou pra valer, não!

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    Kid Prado

    10/07/2012 - 15h56

    Prevalece aquela máxima: Manda quem pode, obedece quem tem juízo. É assim em Minas desde a eleição de Aécio, que trouxe sua maninha para ser a “quem pode” e a imprensa mineira passou a “ter juízo”…

    Márcia Martins

    10/07/2012 - 17h15

    Faço minhas as suas palavras. O TEMPO deixou cair a máscara de ser um jornal plural. Não é. Está igual ao Diário Oficial de Minas: digo, Estado de Minas

Tetê

10/07/2012 - 15h20

Os comentários estão bombando. Já li o artigo da Fátima em 3 lugares.
LIMA COELHO
http://www.limacoelho.jor.br/vitrine/ler.php?id=7801
TÁ LUBRINANDO
http://talubrinandoescritoschapadadoarapari.blogspot.com.br/2012/07/beaga-merece-patrus-mais-uma-vez-o-que.html

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Jairo Beraldo

10/07/2012 - 15h05

A censura está virando coisa comum nos tempos de hoje. Blogs escolhem seus pares, de acordo com capacidade de serem iguais, e recusam aqueles que tedem a verificar falhas e diferenças.

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carlos hely

10/07/2012 - 14h58

Senti uma alegria tão grande quando vi o nome do Patrus sair como candidato a prefeitura de BH. Concordo com Fatima “Beagá merece Patrus mais uma vez: o que é bom vale repetir” vai ser uma eleição dificil mas Patrus tem que vencer. Obs. Patrus não é obsecado pelo Poder coisa muito importante nele.

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J Fernando

10/07/2012 - 14h42

O dono do jornal é Vitorio Mediolli, ex-PSDB.
Também acho estranho que ele dê espaço para esquerdistas, mas é a tentativa de se mostrar imparcial.
O Supernotícias (do mesmo dono) publica dia sim, dia não também, cartas de leitores (dois ou três são figurinhas carimbadas do setor) criticando Lula, Dilma e o PT. Eu acho graça um jornal praticamente belo-horizontino não ter cartas criticando o governo (PSDB) ou a prefeitura (PSB).
Também tem parceria com a revista veja (replica as matérias sensacionalistas da revista no domingo). Fornece os endereços e e-mails dos participantes nos sorteios para o mailing da veja. Os que participaram dos últimos sorteios receberam a VejaBH, gratuitamente, por três semanas, sem contar o e-mail entupido com as pesquisas e ofertas da Ed. Abril.
Vitorio Medioli tinha uma coluna política no Supernotícias, utilizada quase que exclusivamente para detonar o PT, o Lula e a Dilma (também a chamou de poste durante muito tempo). Ele parou de escrever a coluna política e passou a tratar de banalidades pessoais (deve ter sido inteligente o suficiente para perceber que bater em Lula, Dilma e PT no seu jornal popular não pegava bem).
Vou divulgar este artigo da Fátima para todos meus amigos belo-horizontinos (ah, sim, eu sou de BH).

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    lucas Bolognani

    10/07/2012 - 18h53

    Ele deixou de escrever porque esteve à beira da morte por causa de uma cirrose que lhe provocou um transplaante de fígado em SP.

    lucas Bolognani

    10/07/2012 - 18h59

    Ele deixou de escrever porque esteve à beira da morte por causa de uma cirrose que lhe provocou um transplante de fígado em SP.

    J Fernando

    11/07/2012 - 12h20

    Ok, Lucas. Eu soube que ele esteve doente, tem toda minha solidariedade, mas o foco não é esse.
    Ele voltou a escrever novamente, só que não mais sobre política.
    Através de e-mails contestei muitas colunas do mesmo, principalmente as que visavam o governo federal. Pedi que ele escrevesse sobre os desmandos do governo estadual, referentes à educação. Ele respondeu todos meus e-mails, até educadamente, mas nunca publicou uma coluna criticando o governo Aécio ou o prefeito Lacerda.

    Ele foi fervoroso defensor do NÃO ao desarmamento. No domingo de votação a coluna era dedicada justamente a criticar o desarmamento e a apoiar o direito de ter arma em casa. No dia seguinte ao vencimento do NÃO ao desarmamento, manchete de uma criança que pegou a arma do pai e matou alguém (não lembro se um familiar ou amigo). Mandei e-mail furioso dizendo que esta era uma das conquistas da defesa do mesmo pelo NÃO ao desarmamento: não faltariam manchetes para o Supernotícias.
    Este foi o único e-mail que ele não me respondeu.

Rodrigo Carvalho

10/07/2012 - 14h33

E é uma verdade, BH merece Patrus mais uma vez, prefeito discreto, pessoa séria não foi autor de grandes obras em vias públicas pois sua ênfase foi a população pobre.

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Rodrigo Carvalho

10/07/2012 - 14h32

Até onde sei O Tempo é do Vitório Mediolli, italiano ex-funcionário da FIAT e que controla transporte de cargas com elevado volume de trabalho. Foi deputado e foi acusado há muito tempo pelo MP por outros problemas. Mas irei confirmar isto, por enquanto fica na recordação.

O Tempo é tucano.

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    MARCELO

    11/07/2012 - 14h10

    O Tempo é tucano???Então,o Leonardo Boff e a Sandra Starling são
    tucanos e eu não sabia.Que surpresa!kkkkkkkkkkkkkkk

    valcir barsanulfo-Ituiutaba

    11/07/2012 - 17h49

    Marcelo isso é para disfarçar, o Frei Boff é magnifico, mas mantem um certo neutralismo político.A Sandra já tucanou há muito tempo, só você não percebeu.Mesmo os jornais “MARRONS” de vez em quando publicam artigos de esquerda para se dar um ar de neutralidade política.

Helio Pereira

10/07/2012 - 14h25

Quem perde com este ato é apenas o Jornal,pois com certeza ete artigo vai chegar aos leitores eleitores deste Jornal que fez uma censura prévia,tentando agradar Aécio Neves e seu candidato Márcio Lacerda!

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Juarez Cintra

10/07/2012 - 14h02

Eu não entendi como o artigo da Fátima Oliveira foi censurado pelo Jornal O TEMPO se o do José Dirceu foi publicado no mesmo jornal no dia 7 de julho e é sobre o mesmo assunto e muito mais duro porque analisa e critica a situação das candidaturas em Belo Horizonte. Perto do artigo do José Dirceu o da Fátima é somente uma declaração de voto. Continuo achando que quem derrubou o artigo dela foi diretamente o dedo de Aécio Neves, que manda em tudo em Minas, ainda. Uma vergonha. O TEMPo que se explique.
Comparem: “Reviravolta eleitoral” – José Dirceu, com a chamada-destaque
A candidatura Patrus é uma resposta
http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdColunaEdicao=19175&busca=jos%E9%20Dirceu&pagina=1

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Junior

10/07/2012 - 13h58

Onde se ve Patrus coloque Aécio e será publicado rapidinho.

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Juarez Cintra

10/07/2012 - 13h55

De certo modo O TEMPO é o jornal mais liberal, na aparência, em Minas Gerais, é o que explica manter uma colunista da extração de esquerda como Fátima Oliveira e alguns outros, até José Dirceu, que não sei mais dizer o que ele é além de filiado do PT.
Mas não tenha dúvida que o artigo dela caiu por dedo de Aécio Neves, que deve estar namorando em Paris, com sua nova namorada (a mineira Bianca Giacoia, que mora em Paris), – ah, hoje o casal está em las egas, fazendo o que, hein? – mas tem gente em todo canto de Minas Gerais para contar até o que vai sair nos jornais e bem antes de ser publicado. E um artigo de uma formadora de opinião como Fátima Oliveira tem ressonância e eles vão tentar o tempo todo impedir que tal aconteça. Mas o que devemos fazer é divulgar o artigo da Fátima e solicitar republicação em outros blogs.
****
Aécio Neves tem nova namorada: Bianca Giacoia
http://lulacerda.ig.com.br/aecio-neves-tem-nova-namorada-bianca-giacoia/

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    Taiguara

    10/07/2012 - 17h53

    Tem nova piriguete, você quer dizer. Ou uma nova candidata a espancamento. Basta ele “noiá”…. É preciso registrar que o primeiro sócio e amigo do Merdiolli foi o Tomazzo Buschetta. Mafioso top de linha.

    J Fernando

    11/07/2012 - 12h26

    Taiguara, aí é f*.
    Tem alguma referência para o que você está afirmando? Um link, uma reportagem?

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