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Ex-ministro Aragão diz que, ao vender palestras, Dallagnol promove “apropriação do público pelo privado”

19 de junho de 2017 às 11h09

“Esta página foi retirada do ar, pois não foi autorizada pelo palestrante e nem por sua equipe. A Motiveação Palestras vem por meio desta se retratar por qualquer tipo de prejuízo e/ou situação que tenha vindo a causar ao Sr. Deltan Dallagnol e aproveitamos para deixar nosso apoio ao trabalho muito bem feito que o mesmo vem ajudando a tornar realidade e história em nosso país”. Texto publicado na página do Motiveação, depois que a notícia sobre as palestras repecutiu mal

“Aqui cabe reforma trabalhista: salário alto, estabilidade no emprego, duas férias por ano, auxílios diversos e ainda cobram p/ dar palestras”. Reação da presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, à notícia de que Dallagnol receberia de 30 a 40 mil reais por palestra

Sobre palestras e a apropriação do público pelo privado

Eugênio José Guilherme de Aragão, no Conversa Afiada

Credores têm melhor memória do que devedores
(Benjamin Franklin)

Prezado ex-colega Deltan Dallagnol,

Primeiramente digo “ex”, porque apesar de dizerem ser vitalício, o cargo de membro do ministério público, aposentei-me para não ter que manter relação de coleguismo atual com quem reputo ser uma catástrofe para o Brasil e sobretudo para o sofrido povo brasileiro.

Sim, aposentado, considero-me “ex-membro” e só me interessam os assuntos domésticos do MPF na justa medida em que interferem com a política nacional.

Pode deixar que não votarei no rol de malfeitores da república que vocês pretendem indicar, no lugar de quem deveria ser eleito para tanto (Temer não o foi), para o cargo de PGR.

Mas, vamos ao que interessa: seu mais recente vexame como menino-propaganda da entidade para-constitucional “Lava Jato”. Coisa feia, hein? Se oferecer a dar palestras por cachês! Essa para mim é novíssima.

Você, então, se apropriou de objeto de seu trabalho funcional, esse monstrengo conhecido por “Operação Lava Jato”, uma novela sem fim que já vai para seu infinitésimo capítulo, para dele fazer dinheiro?

É o que se diz num sítio eletrônico de venda de conferencistas. Se não for verdade, é bom processar os responsáveis pelo anúncio, porque a notícia, se não beira a calúnia é, no mínimo, difamatória.

Como funcionário público que você é, reputação é um ativo imprescindível, sobretudo para quem fica jogando lama “circunstancializada” nos outros, pois, em suas acusações, quase sempre as circunstâncias parecem mais fortes que os fatos. E, aqui, as circunstâncias, o conjunto da obra, não lhe é nada favorável.

Sempre achei isso muito curioso. Muitos membros do Ministério Público não se medem com o mesmo rigor com que medem os outros.

Quando fui corregedor-geral só havia absolvições no Conselho Superior. Nunca punições. E os conselheiros ou as conselheiras mais lenientes com os colegas eram implacáveis com os estranhos à corporação, daquele tipo que acha que parecer favorável ao paciente em habeas corpus não é de bom tom para um procurador.

Ferrabrás para fora e generosos para dentro.

Você também se mostra assim. Além de comprar imóvel do programa “Minha Casa Minha Vida” para especular, agora vende seu conhecimento de insider para um público de voyeurs moralistas da desgraça alheia.

É claro que seu sucesso no show business se dá porque é membro do Ministério Público, promovendo sua atuação como se mercadoria fosse. Um detalhe parece que lhe passou talvez desapercebido: como funcionário público, lhe é vedada atividade de comércio, a prática de atos de mercancia de forma regular para auferir lucro.

A venda de palestras é atividade típica de comerciante. Você poderia até, para lhe facilitar a tributação, abrir uma M.E., não fosse a proibição categórica.

E onde estão os órgãos disciplinares? Não venha com esse papo de que está criando um fundo privado para custear a atividade pública de repressão à corrupção. Li a respeito dessa versão a si atribuída na coluna do Nassif.

A desculpa parece tão abstrusa quanto àquela do Clinton, de que fumou maconha mas não tragou.

Desde quando a um funcionário é lícita a atividade lucrativa para custear a administração? Coisa de doido! É típica de quem não separa o público do privado. Um agente patrimonialista par excellence, foi nisso que você se converteu.

E o mais cômico é que você é o acusador-mor daqueles a quem atribui a apropriação privada da coisa pública. No caso deles, é corrupção; no seu, é virtude. É difícil entender essa equação.

Todo cuidado com os moralistas é pouco. Em geral são aqueles que adoram falar do rabo alheio, mas não enxergam o próprio.

Para Lula, não interessa que nunca foi dono do triplex que você qualifica como peita. Mas a propaganda, em seu nome, de que se vende regularmente, como procurador responsável pela “Lava Jato”, por trinta a quarenta mil reais por palestra, foi feita de forma desautorizada e o din-din que por ventura rolou foi para as boas causas. Aham!

Que batom na cueca, Deltan!

Talvez você crie um pouco de vergonha na cara e se dê por impedido nessa operação arrasa a jato. Afinal, por muito menos uma jurada (“Schöffin”) foi recentemente excluída de um julgamento de um crime praticado pelo búlgaro Swetoslaw S. em Frankfurt, porque opinara negativamente sobre crimes de imigrantes no seu perfil de Facebook.

Imagine se a tal jurada vendesse palestras para falar disso! O céu viria abaixo

Mas é assim que as coisas se dão em democracias civilizadas.

Aqui, em Pindorama, um procuradorzinho de piso não vê nada de mais em tuitar, feicebucar, palestrar e dar entrevistas sobre suas opiniões nos casos sob sua atribuição. E ainda ganha dinheiro com isso, dizendo que é para reforçar o orçamento de seu órgão.

Que a mercadoria vendida, na verdade, é a reputação daqueles que gozam da garantia de presunção de inocência é irrelevante, não é? Afinal, já estão condenados por força de PowerPoint transitado em julgado. Durma-se com um barulho desses!

PS do Viomundo: O beato Deltan Dallagnol levou a campanha do MPF pelas dez medidas contra a corrupção às igrejas. O homem que representa um Estado supostamente laico foi visitar, por exemplo, o pastor André Valadão, em agosto de 2016 (veja o vídeo abaixo, com dois trechos do culto).

Valadão diz que Jesus está a caminho de Gadara e sugere que só a força de Jesus reforma o Brasil, essa imensa Gadara. Logo depois da coleta, o beato Deltan é apresentado como o grande reformador. Quantos erros há neste mísero episódio?

Um representante do Estado laico, subordinado a um dos poderes da República, vai a uma igreja pregar mudanças que não cabem ao MPF fazer?

Se ele está ali como pessoa física, pode invocar o nome do MPF em vão? Um representante do Estado laico empresta sua figura pública, paga pelo contribuinte que pode ser católico ou ateu ou umbandista, para o culto de um pastor batista que levanta dinheiro para fazer pregação político-religiosa? Confere, produção? Assim Gadara não tem salvação.

Leia também:

Lelê Teles: Coxinhas em pânico

 

4 Comentários escrever comentário »

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Alípio

20/06/2017 - 15h19

Brito desmascara a hipocrisia do Janot

Para se defender, ele esculhamba Gilmar na caverna nos poderosos

publicado 20/06/2017

O Conversa Afiada reproduz irretocável artigo de Fernando Brito sobre aquele que deixou Eduardo Cunha solto até que derrubasse a Dilma e levou mais tempo para ir à Furnas do Mineirinho do que Moisés levou para atravessar o deserto.

Ao mestre Fernando Brito:

Dr Janot, os tiranos desqualificam seus críticos, ditadores atacam seus críticos

O Dr Rodrigo Janot teve hoje uma catarse, na abertura de um seminário promovido pelo Conselho Nacional do Ministério Público

Disse, segundo O Globo:

— Há pessoas que acusam o Ministério Público e a Lava-Jato de abuso. Afirmam que o Brasil está se tornando um estado policial, um estado de exceção. Só dois tipos de pessoas adotam e acolhem esse tipo de discurso. Os primeiros, nunca viveram em uma ditadura, eu vivi. Não conhecem, por experiência própria, o que representa vida sem liberdade. Militam, portanto, na ignorância. Para esses, o esclarecimento dos fatos é mais do que suficiente. Mas há também aqueles que operam no engodo, os que não tem compromisso verdadeiro com o país. A real preocupação dessas pessoas é com a casta privilegiada da qual fazem parte. Empunham a bandeira do Estado de Direito, que vergonha, mas desejam defender os amigos poderosos com os quais se refestelam nas regalias do poder. Para essas figuras não há esclarecimento suficiente, porque a luz os ofusca, fogem da verdade com pavor dos que vivem no embuste. Escondem-se nas cavernas sombrias de seus mesquinhos interesses.

Viveu a ditadura, Dr. Janot?

Sou da sua geração, a vivi também. E ela moldou meu juízo, fez-me odiar o arbítrio, a prisão, a condenação sem provas, a alcaguetagem.

Sabe, Doutor, mesmo sem provas, tinham a convicção que eu era um elemento subversivo.

Não tive a sorte de conhecer a valentia do Ministério Público – sim, ele existia, não é? – quando gente era presa na escuridão, sequestrada, torturada, morta…

O Ministério Público não nasceu na Constituição de 1988, que lhe dá os poderes que agora tem. Vem de antes, mas não vejo a crítica necessária ao papel sabujo que teve. Isso, embora os senhores sempre lembrem que os admitidos antes dela possam advogar para privados.

Não faço parte de “uma casta privilegiada” como é o Ministério Público, ganhando polpudos vencimentos, acrescidos de penduricalhos, auxílios isso e aquilo que não despertam sua indignação republicana e igualitária. Vivo – e o senhor pode acionar seus mecanismos de espionagem para verificar – do Google e das contribuições dos leitores.

Mas não sou hipócrita, como o senhor, que descobriu, já quase na sexta década da vida, que a política tem o dinheiro como combustível, queira-se ou não. A política, aquela que o levou, com os amigos que agora rejeita, ao cargo que tem.

O senhor diz, tonitruante:

– Basta de hipocrisia. Não há mais espaço para a apatia, ou caminhamos juntos contra essa vilania que abastarda a política ou estaremos condenados a uma eterna cidadania de segunda classe servil e impotente contra aqueles que deveriam nos representar com lealdade.

Ela começou ontem, Dr. Janot, a vilania na política?

Eu tenho mais tempo de vida pública que o senhor e, ao contrário do senhor, nenhuma estabilidade ou vitaliciedade. Certo, não fui ungido por um concurso público. Não posso quebrar seu sigilo bancário, embora o senhor possa quebrar o meu.

Não tenho medo por mim, Doutor, mas tenho medo quando vejo alguém, como o senhor, se erigindo em moralista universal.

Os pecados de seu Ministério Público, nestas três décadas em que tudo pôde e nada fez, não podem ser, simplesmente, esquecidos.

As instituições são dinâmicas e nem sempre o que aconteceu no passado devem condená-las ad eternum.

E a disputa do poder não é, senão nas mentes miúdas, uma disputa do riquezas e vantagens, cargos e posições.

E se a ira santa contra o que o senhor viu, quieto, durante três décadas e agora torna emblema, não é possível esquecer a pusilanimidade com que deixou de agir em defesa da única legitimidade democrática, a do voto, quando ela precisou da coragem da qual agora o senhor finge ostentar?

É porque sua valentia se dá sob o pálio da Globo, sem a qual o senhor estaria reduzido à estatura moral que de fato tem.

Responder

Darci Scavone

20/06/2017 - 09h39

O senhor procurador cobrou pela palestra. Onde foi a palestra e qual foi o horario? Ocorreu fora do horario de trabalho? Ele estava em ferias? Solicitou abono ou teve ausencia apontada com desconto salarial?

Responder

Cláudio

20/06/2017 - 04h21

:
: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando: A grande mídia (mérdia) é composta de sabujos sujos e sabujas sujas a serviço dos ianque$ e do $ionismo de capital especulativo internacional e outras máfias (como a ma$$onaria, com dois c(h)ifrões, de $$ neonazista) dos e das canalhas direitistas…
.

PARA A ENÉSIMA PUTifARIA ( patifaria + putaria ) DA DIREITA:

Foi com muito cálculo que se preparou mais essa para o PT (e/ou as esquerdas, o progressismo/trabalhismo). E, ao que parece, o partido não contava nem se preveniu para essa eventualidade. Aliás, é estranho o número de vezes que o PT (o progressimo/trabalhismo) é pego de calças curtas, desprevenido e perplexo. E, o que mais espanta, é que seus inimigos nem parecem ser tão espertos assim.
.

AS MORDOMIAS DOS MARAJÁS EM PÉ DE GUERRA:
.
Os 17 mil juízes receberam em média 46,1 mil por mês em 2015;
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Os 1,2 mil promotores e procuradores de Justiça recebem salário máximo teórico de 33,7 mil mensais;
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Magistrados e promotores têm auxílio-moradia de 4,3 mil mensais. Se morarem juntamente com um cônjuge que também tem direito a auxílio, ambos recebem da mesma forma;
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Todos têm 60 dias de férias por ano e, em caso de trabalho fora do local, uma diária equivalente a 1/30 da remuneração mensal;
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Pena máxima em caso de punição disciplinar: aposentadoria compulsória com salario integral (i$$o é punição mesmo ou é premiação ?…)
,

E MAIS :

Os tribunais de contas e o Judiciário são a maior fonte de corrupção

O Judiciário do Brasil é o mais caro do mundo

O juiz é um servidor público como o faxineiro, só que o Judiciário decide em causa própria

Os juízes dizem “na minha vara” – a vara não é dele!

A reforma de Previdência não vai atrás de juiz que recebe aposentadoria de R$ 100 mil: vai atrás dos pobres

O Judiciário é uma ditadura de classe – e ditadura conservadora

.

Poesia contra a distopia (Distopia = Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários em que tudo está organizado de uma forma opressiva, assustadora ou totalitária, por oposição à utopia. “Distopia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/distopia [consultado em 01-10-2016].)

.:.

Poema acróstico para o maior e melhor brasileiro de todos os tempos :

L ouvemos quem bem merece o mais pleno louvor
U m homem simples como as coisas boas da vida
Í ntimo camarada, nosso irmão e amigo de valor
Z elando sempre pelo bem da humanidade querida

I nimigo dos maus, amigo dos bons, trabalhador
N ascido do povo que muito o ama e admira
Á rvore de bons frutos, os de melhor sabor
C onsciência plena de tudo que no mundo gira
I magem perfeita do homem de si senhor
O humano defensor de humana lira

L uz de nossa gente, lutador incansável
U m verdadeiro herói do povo brasileiro
L úcido e consciente do mais admirável
A mor pelo ser humano e verdadeiro

D igno e sincero, fraterno e muito humano
A migo do povo, honesto e sempre lhano

S eja o meu/nosso canto para te louvar
I sso que a voz do povo já disse várias vezes
L ula, o BraSil vive mais feliz só por te amar
V itória da melhor sorte no número treze
A fazer do brasileiro a humanidade a se ampliar.

Autor: Cláudio Carvalho Fernandes ( poeta anarcoexistencialista )

.:.

L uz do povo brasileiro
U m digno e fiel lutador
L astreando com real valor
A honra do BraSil inteiro.

.:.

L ula livrou 36 milhões da pobreza
U m feito memorável sem precedentes
L utando contra a mídia venal, teve a certeza
A bsoluta de estar ao lado dos brasileiros conscientes

.:.

L ivrando da miséria extrema 36 milhões de brasileiros
U m feito sem igual que por si só já bastaria
L ula segue sendo no mundo um dos primeiros
A fazer de seu povo a eterna rima rica de sua poesia

.:.

.:.

NÓS

A tv me promete
o leite da moça,
o prazer em pó,
líquido,
instantâneo,
integral…

Que faremos de nossos olhos,
de nossas mãos?

………………….……………………………. ( Cláudio Carvalho Fernandes )

.:.

B…………………………….…A
….I……….…………………I
……..S…..……………C
…………T…….…N
……………..Â
tele……………………..visão

tele……………………..vazão

tele……………………..vazio

………………………………………………………. (Cláudio Carvalho Fernandes)

.:.

ReXistência

Não deixe que aluguem o seu pensamento:
Simplesmente mude de canal ou desligue a TV
:
Diga “NãO” à Rede Goebbels

……………………………..………………. ( Cláudio Carvalho Fernandes )

.:.

Globo

PATRÃO
PADRÃO
LADRÃO

……………………………..………………. ( Cláudio Carvalho Fernandes )

.:.

Mídia cínica, mercenária, demagógica e corruta.
.
“Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma”.
.
…………………..………………………………. ( Joseph Pulitzer )

.:.

Se você não for cuidadoso / cuidadosa
.
“Se você não for cuidadoso / cuidadosa, os jornais [a mídia] farão [fará] você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas e amar as [‘]pesso[nh]as[’] que estão oprimindo”.
.
…………………..………………………………. ( Malcolm X )

.:.

( En la lucha de clases )
.
En la lucha de clases
Todas las armas son buenas
Piedras
Noches
Poemas
.
…………………………………………….( Paulo Leminski )

.:.

( Não é a beleza )
.
Não é a beleza
Mas sim a humanidade
O objetivo da literatura
.
…………………………………………….( Salamah Mussa )

.:.

A existência precede a essência.
.
…………………………………………….( Jean-Paul Sartre )

.:.

* 1 * 2 * 13 * 4

.:.

♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* * * * * * * * * * * * *
* * * *

Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) !!!! Lul(inh)a Paz e Amor (mas sem vaselina) 2018 neles (que já tomaram DE QUATRO no PSDBosta) !!!!

* * * *
* * * * * * * * * * * * *
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Responder

robertoAP

19/06/2017 - 13h59

Em qualquer empresa do mundo qualquer empregado que ganha dinheiro com o nome dela, é demitido no ato.
Mas com o Dalanha é diferente,pois ele trabalha na pequena “Mãe Joana S/A- Serviços Justicialistas”, que nem possui setor de RH para colocá-lo no olho da rua.

Responder

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