VIOMUNDO

A surpresa na lista do IBAD, o Instituto Millenium de 1964: Mário Covas

31 de março de 2014 às 18h48

Da Redação

Dica do Eduardo Prestes, a partir do acervo da Biblioteca Nacional

Existe um descompasso entre a cobertura que a imprensa corporativa dá ao golpe de 64 e os fatos. Pouco se fala, por exemplo, no Ipês e no IBAD, duas ONGs que serviram de biombo para atividades golpistas que envolveram empresários, jornalistas, grandes empresas multinacionais e, com certeza, a Central de Inteligência dos Estados Unidos, a famosa CIA.

Eram antecessores, o Ipês e o IBAD, do Instituto Millenium, que hoje reúne a fina flor do empresariado e seus porta-vozes midiáticos.

Não que as atividades do IBAD eram desconhecidas à época. Pelo contrário, estima-se que através dele foram financiadas 600 campanhas eleitorais em 1962, de senadores a governadores e deputados federais e estaduais. Todos da oposição ao presidente trabalhista João Goulart. Gastou-se, então, cerca de U$ 5 milhões, equivalente à metade de tudo o que John Kennedy gastou em sua própria campanha eleitoral, nos Estados Unidos.

O Correio da Manhã, em 19 de julho de 1963, chegou a publicar uma lista com os nomes de 111 deputados federais que teriam sido eleitos com a ajuda do IBAD.

De onde veio o dinheiro?

No jornal O Semanário, um articulista deu três chutes e parece ter acertado quando fala no embaixador dos Estados Unidos no Rio de Janeiro, Lincoln Gordon, que mais tarde confirmaria a contribuição norte-americana. Documentos mais recentes, divulgados nos Estados Unidos depois de pedidos feitos usando o Freedom of Information Act, deixam claro que a intromissão de Washington começou bem antes do golpe em si. Kennedy falou com o próprio Gordon sobre fazer alguma coisa contra Goulart em 62, na Casa Branca.

O motivo das retrospectivas sobre o golpe pouco falarem do IBAD? As grandes empresas que ajudaram o golpe estão aí! Muitas são grandes patrocinadoras. Além disso, revelar o caráter empresarial da conspiração, que inclui importantes editores e jornalistas, poderia remeter o público aos tempos de hoje.

Nós, golpistas? Jamais!

PS do Viomundo: Na lista dos financiados, notem a presença de Mário Covas, do Partido Social Trabalhista e de Amaral Netto, da UDN, que mais tarde teceria loas à ditadura militar na TV Globo, em longos documentários. Além, obviamente, de Ranieri Mazzili, do PSD, que assumiu provisoriamente a vaga de João Goulart. O leitor Valcir Barsanulfo cita Aécio Cunha, segundo ele pai de Aécio Neves, do Partido Republicano Paulista (PRP).

Leia também:

O inimaginável: Internacional cantada no DOI-Codi

 

56 Comentários escrever comentário »

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Julio Silveira

04/04/2014 - 10h39

O Brasileiro comum precisa se aprofundar sobre quem foram e são muitos dos nossos conceituados políticos, alguns até considerados merecedores de homenagens em nosso País. Saber como chegaram lá, o que fizeram para merecer tal distinção, como vemos, muitos podem ter sido plantados pelo poder financeiro, até internacional, para servir a interesses alheios aos nossos.
Os fatos, ainda que sejam camuflados, gritam pela exibição de sua verdadeira realidade. Foi-se o tempo daqueles que pensavam poder enganar a todos o tempo todo. No Brasil isso até foi possível tendo suas historias contadas por seus aliados nas conveniências. Construíam a nossa história, como se vê frágil. Mas isso vai ficando cada vez mais no passado. E a cidadania pode se orgulhar de estar conseguindo reescrevê-la, vai encontrando meios de desnudar revelando o caráter de muitos que viviam conosco, esses heróis de uma nacionalidade fabricada midiaticamente. Muitos traidores, comprados como heróis por outros tantos, como eu, ignorantes. Em um país que acostumou-se a não dar relevância a traidores de seus interesses, que costuma minimizar as vezes relativizar desvios de caráter. Sem a cultura para perceber a gravidade das consequências disso para a própria cidadania, tratados como um mal menor, como um deslize inocente, as vezes uma pequena inconsequência.

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CarmenLya

04/04/2014 - 01h53

Também o Amaral Peixoto, do PSD…marido de Alzira Vargas, genro de Getúlio. Turma da pesada…

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Teco

03/04/2014 - 14h36

Em Santa Catarina é homenageado com um trecho da BR 101.

Mais umpouco e é canonizado. Povinho porco meu.

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Murilo Costa

03/04/2014 - 14h17

Caro Azenha,

No seu PS sobre Aécio Cunha, pai de Aécio Neves, uma correção: o partido dele, à época, foi o PR e não o PRP. Depois, transitou pela ARENA, PDS e foi fundador do PFL.

Abraços.

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Quintana

03/04/2014 - 13h23

CUNHA BUENO – PPB/SP

Antônio Henrique Bitencourt Cunha Bueno
Nascimento: 17/6/1949
Naturalidade: São Paulo, SP
Profissões: Economista e Corretor de Seguros
Filiação: Antônio Sylvio da Cunha Bueno e Edey Bittencourt Cunha Bueno
Escolaridade: Superior

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Quintana

03/04/2014 - 13h21

Há um Caiado.

E há o Cunha Bueno, bem vivo ainda.

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FrancoAtirador

03/04/2014 - 11h51

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Agência Senado

A audiência pública destinada a debater a crise política na Venezuela, promovida nesta quarta-feira (2) pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), colocou em lados opostos os integrantes da oposição e da base de governo no Brasil.

A deputada María Corina Machado, cujo mandato foi cassado pela Assembleia Nacional da Venezuela [por haver aceitado o cargo de Representante Suplente do Panamá (!?!) junto à Organização dos Estados Americanos (OEA)],
recebeu a solidariedade dos presidentes nacionais do PSDB [Aécio Neves (RJ)] e do DEM [José Agripino (RN)], principais partidos da oposição, e foi contestada por senadores da base do governo de Dilma Rousseff.

Já a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) foi a primeira a se posicionar contra a deputada venezuelana.
Ela criticou Corina por haver exibido um vídeo de três minutos em que aparecem cenas de violência policial contra manifestantes e depoimentos de jovens contra o governo do presidente Nicolás Maduro.
Ela disse ainda que mortes ocorreram dos dois lados nos conflitos.

– Esse vídeo é uma montagem. Considero a sua exibição um desrespeito ao Senado do Brasil. Não queira nos enganar com aquilo! –
acusou Vanessa Grazziotin.

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) questionou os manifestantes de oposição na Venezuela que, segundo ele, pedem a saída do poder de Maduro, democraticamente eleito pela população.

Da mesma forma, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) disse ter aversão à palavra “fora”, quando em referência a um presidente eleito.
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A COMANDANTE DO ‘IBAD’ VENEZUELANO:
DESDE 2002 TRAMANDO GOLPES DE ESTADO

Súmate é uma ONG venezuelana fundada em julho de 2002, encabeçada originalmente pelos engenheiros María Corina Machado e Alejandro Plaz.

A credibilidade da Súmate como “associação civil” foi posta em dúvida devido às doações que recebeu da Fundação Norte-Americana National Endowment for Democracy (NED: http://www.ned.org) entre os anos de 2003 e 2007.


Em 2005, o Presidente George W. Bush
recebeu Maria Corína Machado
no Salão Oval da Casa Branca


María Corina Machado e Leopoldo Lopez,
do Partido Fascista Voluntad Popular

(http://www.gettyimages.com/detail/news-photo/maria-corina-machado-y-alejandro-plaz-miembros-de-la-news-photo/56778668)
(http://www.leopoldolopez.com/leopoldo-lopez-la-clave-del-triunfo-es-que-la-gente-vaya-a-votar-y-estemos-organizados-para-defender-sus-votos/foro-alejandro-plaz)
(http://www.sumate.org/nosotros.html)
(http://es.wikipedia.org/wiki/S%C3%BAmate)
(http://www.abc.es/estilo/gente/20140319/abci-lideres-opositores-venezuelana-201403182041.html)
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Responder

luiz pinheiro

03/04/2014 - 11h40

Bom ficar atento para outro nome da lista: Aécio Cunha, pai do presidenciável Aécio Neves da Cunha, e que era deputado pelo PR de Minas Gerais. Após o golpe, transferiu-se para a Arena, partido da ditadura, pelo qual exerceu diversos mandatos de deputado federal.

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Regina Braga

03/04/2014 - 11h26

Asco…asco e asco…Chega de sustentar tantos vampiros.Cansei, da hemorragia, do dinheiro público, alimentar, uma turminha de corruptos e incapazes!Asqueroso!!!!

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manoel

03/04/2014 - 08h47

Excelente post Viomundo!! Assim reconstruimos a história.
Ainda teremos isto na grade escolar brasileira.

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Marcio Ramos

03/04/2014 - 07h19

… e a blogosfera vai derrubar a casa e limpar o terreno para as próximas gerações. Que maravilha esta gente que não foge da luta.

Lembro do Covas a frente da FEBEM em rebelião dizendo que “ali dentro não tem crianças só assassinos” se referindo a casa de detenção para menores, eu que tinha amigos na unidade e torcendo para que algum dia mostrassem os verdadeiros assassinos deste pais, com Covas á frente…

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    nilda

    03/04/2014 - 09h32

    Pois é, mas para a blogosfera progredir precisamos fortalecê-la. Sejamos então assinantes de um Blog progressista(Tijolaço,Viomundo, Escrevinhador, Cafezinho, Altamiro Borges, Cidadania …) Só assim conseguiremos encarar as mentiras da mídia conservadora.

fatima soares

02/04/2014 - 18h15

Não consigo ter surpresa com o nome desse senhor na lista do IBAD!

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Robson Marinho

02/04/2014 - 17h43

não sei onde está a surpresa sobre o covas, parece aquele negocio se não saiu no jornal nacional não aconteceu…

http://www.istoe.com.br/reportagens/31278_OS+BONS

http://www.horadopovo.com.br/2000a/maio/12-05-00/pag5a.htm

http://tijolaco.com.br/blog/?p=4776

tem muito mais, ficaria o dia inteiro citando casos “estranhos” desse senhor, que não passou de lobo em pele de cordeiro, enfim um canalha

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Edmilson

02/04/2014 - 13h47

Aécio tem “pedigree”. Do pai já falamos, e de acordo com a Wikipedia, o avô, Tristão da Cunha foi deputado e integrou o CADE, na época da ditadura: “No Congresso Nacional, Tristão da Cunha se debruçou sobre os problemas econômicos e financeiros do País. Defendeu o ideário liberal e representou, particularmente, os interesses dos lavradores, das pequenas indústrias e de sua região natal.
Em 31 de janeiro de 1963, ele concluiu seu último mandato, quando seu filho Aécio Cunha foi eleito. Em 1964, Tristão da Cunha foi nomeado para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do qual foi presidente até seu falecimento, em 2 de janeiro de 1974.”

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Edmilson

02/04/2014 - 13h43

Aécio Ferreira da Cunha
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Aécio Ferreira da Cunha (Teófilo Otoni, 4 de janeiro de 1927 — Belo Horizonte, 3 de outubro de 2010) foi um político brasileiro.
Filho do importante político mineiro Tristão da Cunha e de Julia Matta Machado Versiani Ferreira da Cunha, é pai do ex-governador e senador de Minas Gerais Aécio Neves. Foi deputado estadual entre 1955 e 1963 e deputado federal entre 1963 e 1987.

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C.Paoliello

02/04/2014 - 10h58

Aécio Cunha é mesmo o pai de Aécio Neves Cunha.

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Narr

02/04/2014 - 10h27

O pai de Aecio Neves chegou a ser deputado da Arena.

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edir

02/04/2014 - 09h17

Alguem poderia criar um Meme para distribuir nas redes sociais?
IBAD com Mário Covas e pai de Aécio ?

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Andrer

02/04/2014 - 07h59

Emivaldo Caiado (UDN) – tio de Ronaldo Caiado

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LUIZ HENRIQUE

02/04/2014 - 02h23

PRP – Plínio Salgado (São Bento do Sapucaí, 22 de janeiro de 1895 — São Paulo, 8 de dezembro de 1975) foi um político, escritor, jornalista e teólogo brasileiro que fundou e liderou a Ação Integralista Brasileira (AIB), partido de extrema-direita inspirado nos princípios do movimento fascista italiano

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LUIZ HENRIQUE

02/04/2014 - 02h21

Tem o Cunha Bueno

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    edir

    02/04/2014 - 09h10

    Cunha Bueno deve ser o pai do outro mafioso Cunha Bueno que nos anos 80 quando veio a tona o escandalo dos deputados que nunca apareceiam em Brasilia para trabalhar, mas recebia todos os direitos : salário/ajuda moradia/verba de gabinete.
    O Bueno era o mais ausente, em um ano, ele apareceu apenas em duas sessöes da Camara. Foi entrevistado pelo repórter e disse com a maior cara de pau que o dinheiro foi todo doado a uma instituicäo de caridade. O tal elemento era do PTB.

LUIZ HENRIQUE

02/04/2014 - 02h17

O Instituto Millenium deveria ser melhor mencionado nos textos e artigos da blogosfera, especialmente o VIOMUNDO. Trata-se de um órgão de precedente perigoso e muitos estudantes e população geral não sabem o que é nem mesmo sua existência, sua história, seus colaboradores e integrantes.

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ZePovinho

01/04/2014 - 22h42

Vi o nome do Rodrigo Leme!!!

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Fabio Silva

01/04/2014 - 22h20

Pronúncia do nome do instituto: ‘Ai Béd’.

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    Marcondes

    02/11/2014 - 15h33

    Pronúncia colonizada.

Urbano

01/04/2014 - 21h49

Ainda lembro quando apareceram na televisão os principais maledicentes saídos da gônada do pmdb, no instante da criação do corvo enroupado de tucano. Eu, en passant, torci o nariz pra tudinho, do féretro aos sete palmos. Agora, na índole o fi não fica devendo nadica de nada ao pai…

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    eduardo

    03/04/2014 - 10h36

    Hã?

mineiro

01/04/2014 - 21h06

tem muita sujeira por debaixo desse tapete, se for botar mesmo na ponta da caneta e apurar tudo que aconteceu nesses anos de todos de ditadura sanguinaria ,vamos nos surpreender com muita gente. concordo nao esta investigando a imprensa e nem o empresariado , ta parecendo comissao de conchavo. se nao apurar tudo doa a quem doer , nunca que vamos começar a punir esses entulhos da ditadura. se é que vai haver alguma puniçao algum dia.

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Mauro Silva

01/04/2014 - 20h00

Surpresa para muitos, não para alguns.
Meu Pai, um compadre dele, grande amigo, e vários amigos de ambos, do Sindicato dos Bancários de Santos, afirmavam: “o Covas estava na marcha”!
Várias reuniões entre membros do “partidão” deram-se na casa dele, Covas, quando era Deputado Federal, mas o meu Pai sempre, repito: SEMPRE desconfiou que ele era dedo-duro.
Já fiz essa lembrança diversas vezes em vários blogs ‘sujos’.
Sumiram com muita coisa a respeito, mas sempre fica algum fiapo. Era muita sujeira para esconder.
Quem eram os ‘dedos-duros da ditadura’?
Mexeu um pouco e apareceram os ‘financiadores’.
Mas, e os alcaguetas?
Não tinha nenhum?
Tinha … e se procurar, acha.

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Pafúncio Brasileiro

01/04/2014 - 19h29

Tudo isso aí sem informar que Washington, financiava, diretamente, o Magalhães Pinto (na época governador de Minas), passando por cima do Governo Federal. Uma vergonha!. Leiam o livro “O governo João Goulart – As lutas sociais no Brasil 1961-1964″, do Prof. Luiz Alberto Moniz Bandeira. É um livro imperdível para quem quer conhecer bem aquele tempo. Muito de lá vemos a repetição hoje.

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Zanchetta

01/04/2014 - 19h10

Eu parei de votar no Covas no dia em que ele apoiou a Marta Suplicy para Prefeita de São Paulo…

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    Lamarca73

    02/04/2014 - 14h56

Piloto

01/04/2014 - 19h08

A família de Mário Covas é dona da Ecovias, segundo informações de bastidores saídas na internet. A Ecovias é concessionária de duas das rodovias mais rentáveis e com pedágios mais caros do estado de SP: Imigrantes e Anchieta. E quando foi feita a concessão dessa rodovia? No governo Mário Covas!

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    Heitor

    02/04/2014 - 08h17

    e diz a lenda (lenda?) que a Triangulo do Sol tem como proprietário o deputado Vaz de Lima. Ou seja, tá tudo dominado!

Paulo Fernandes

01/04/2014 - 17h16

É o pai do Aecio, sim. Aécio Ferreira da Cunha. E imagino que na época ele já era genro do Tancredo, que estava do outro lado.

http://www2.camara.leg.br/deputados/pesquisa/layouts_deputados_biografia?pk=123056&tipo=0

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    Mauro Silva

    01/04/2014 - 21h08

    Do outro lado?
    “menas” …

jonios

01/04/2014 - 13h36

Alguém sugeriu uma campanha para apagar o nomes dos generais-ditadores de qualquer denominaçao nas cidades brasileiras. Gostaria de sugerir que, da mesma forma, fosse eliminado o nome do senhor John Kennedy de ruas, logradouros e praças das cidades brasileiras. Aonde quer que se vá, em qualquer cidade, sempre se pode encontrar esse nome. Não há razão para se homenagear uma pessoa que desejou dividir o Brasil, em defesa dos interesses norte-americanos. Causa-me admiraçao ver alguém comentar que a Rússia é nossa inimiga. Desconheço qualquer ato de interferencia daquele país eslavo nos interesses brasileiros. Quanto aos USA, estes sim, estão sempre de olho em nossas riquezas. Quem, então, são os nosso inimigos?

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    valmont

    02/04/2014 - 09h31

    Régis Pacheco é nome de uma avenida em Salvador…

    Alessandro Dantas

    03/04/2014 - 22h37

    É nome de (pasmem) duas avenidas aqui em São Bernardo do Campo, uma em Santo André e uma em São Caetano do Sul.

celso

01/04/2014 - 11h16

A Paulicéia Desvairada considera-se a força motiva principal do Brasil, como também possuem os mais cruéis reacionários. Simples: ninho elitista, aliás muito eficientes. Quando o Covas transformou SP num cogumelal de pedágios de estradas privadas, ela, como sempre, ela, a elite conseguiu conquistar corações e mentes. Em quem confiar? Abraçar essa trilha é fortalecê-los ainda mais…. vou de PSOL, porque como nos disse Jão Guimarães Rosa : o que a vida espera de nós é CORAGEM, e somente com ela se trasnforma!

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Hilário

01/04/2014 - 11h09

Villa pretenso estoriador (assim mesmo) corajoso tenta mudar o passado do golpe, do Almino que cínico o elege ¨romancista¨ hihihihihihi!

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H Menon Jr

01/04/2014 - 09h46

Sobre Serra ainda há que se averiguar como fugiu de São Paulo para o Chile de Allende, do Chile de Allende para o Chile de Pinochet e do Chile de Pinochet para a Universidade de Cornell nos Estados Unidos. Quem viabilizou e pagou essa conta?

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Heitor

01/04/2014 - 09h40

são paulo na Cova…

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Jose C. Filho

01/04/2014 - 09h28

Está escrito acima: Diz o defensor do IBAD, juiz Welington Botelho Pimentel: “O Brasil deve ficar na gaveta política de Waschington, através da caixa registradora do IBAD.” Isto explica a rapidez do golpe; 111 deputados federais da linhagem de Judas Iscariotes, já haviam vendido o Brasil aos EUA. Cabe a nós eleitores brasileiros detectarmos os descendentes desses traíras ativos na política nacional, que continuam querendo submeter o Brasil aos interesses estrangeiros e expurgá-los da vida pública através do voto.

Responder

Marat

31/03/2014 - 23h37

Só mudam as moscas… Hoje temos Serra, Gabeira, Demóstenes, Arthur Virgílio, Fruet et caterva…

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Ozzy Gasosa

31/03/2014 - 22h54

Esse Mario Covas nunca enganou ninguém.
Eletizado e padrinho político, da maior encrenca, que deixou em São Paulo: o Pinóquio Alckmin.

Responder

amilcar

31/03/2014 - 22h11

Em tempos idos eu admirava a postura politica de Mário Covas, até que, certa feita, ouvi o conhecido politico Padre Godinho tecer loas a ele. Bastou. Nunca mais acreditei no Covas.

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anac

31/03/2014 - 20h52

Miguel Arraes como sempre certo ao denunciar o IBAD – é peça-mestra do imperialismo e do latifúndio.
Seu neto, o dudu, degenerou.

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    lukas

    31/03/2014 - 21h56

    Pecado mortal ser contra o PT ou não ser a favor.

    lamarca73

    31/03/2014 - 23h15

    um recado dela pra você:

    Hélio Pereira

    01/04/2014 - 17h55

    Eduardo Campos se uniu aos que apoiaram e participaram do Golpe de 64,ou seja se uniu aos que Prenderam,Torturaram e cassaram seu Avô.
    Eduardo Campos TRAIU a história de seu Avô,ficou claro que pelo poder ele é capaz de tudo !

Paulo Villas

31/03/2014 - 20h51

É fácil identificar os traíras , os entreguistas e os corruptos. Basta observar aqueles que a mídia apóia …

Responder

Sérgio Ricardo

31/03/2014 - 20h04

Pois é. Mais ontem ouvi em uma rádio o Plínio de Arruda Sampaio afirmar que foi convidado a ser patrocinado pelo IBAD e não aceitou por achar a condição proposta “de se comprometer a defender a liberdade” algo muito sem sentido, por demais óbvia para ele.

E que só tempos depois descobriu do que se tratava e se sentiu aliviado por ter negado a proposta.

Responder

MacCain

31/03/2014 - 19h48

Em quem confiar?

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