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Miro Borges: Advogado de doleiro delator é próximo de governador tucano

23 de outubro de 2014 às 22h49

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Golpe da Veja. Processo e fim de anúncio!

Por Altamiro Borges, em seu blog

Em sua página no Facebook, a revista Veja já anuncia a sua “bomba” para a véspera da eleição presidencial.

A capa é das mais tenebrosas: “Eles sabiam de tudo”. No fundo escuro, as fotos sombrias de Dilma e Lula. Na chamada de capa, o “vazamento ilegal” do depoimento à Polícia Federal do doleiro Alberto Youssef, um bandido notório brindado com uma “delação premiada e premeditada”.

Ele teria denunciado que a presidenta e o ex-presidente conheciam o esquema de desvio de dinheiro da Petrobras.

A “reporcagem”, que ainda não foi disponibilizada no site da revista, é a última cartada da mafiosa famiglia Civita para tentar dar sobrevida à cambaleante candidatura do tucano Aécio Neves.

Vale lembrar que Figueiredo Basto, advogado do doleiro suspeito de realizar estes vazamentos criminosos, é muito ligado ao governador tucano Beto Richa.

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Tweet do senador Requião

Em meados de outubro, o senador Roberto Requião (PMDB) revelou no seu Twitter: “O advogado do Alberto Youssef, nessa cruzada contra o PT, é Antonio Augusto Lopes Figueiredo Basto. Ele foi membro do conselho da Sanepar”.

O site da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) informa que ele foi conselheiro administrativo da empresa estatal até 28 de abril passado.

Ele foi indicado para o cargo por Beto Richa e é tido como um homem da total confiança do governador tucano. Neste sentido, a “bomba” da revista Veja é mais uma armação descarada.

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Lista de conselheiros da Sanepar

Em 13 de outubro, o ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acatou pedido da coligação da presidente Dilma Rousseff (PT) e concedeu liminar pela suspensão de uma inserção na rádio da “Veja”.

Ele entendeu que a revista, a pretexto de veicular publicidade comercial, burlou a legislação eleitoral ao fazer propaganda ilegal de Aécio Neves (PSDB).

“O ministro considerou que houve divulgação de conteúdo próprio do debate eleitoral, porém veiculado na programação normal do rádio na forma de publicidade comercial, em desacordo com a regra contida no artigo 44 da lei 9.504/97, que veda a veiculação de propaganda paga”, descreveu o jornal Valor.

Esta decisão do TSE, porém, parece que não intimidou os capangas da famiglia Civita.

A “Veja” esta desesperada com a queda nas intenções de voto do cambaleante tucano, confirmada nesta quinta-feira (23) pelas pesquisas do Datafolha e Ibope.

Já era previsível que tentasse uma última cartada ainda mais suja – mesmo correndo o risco de nova condenação.

Diante destas e de várias outras atitudes ilegais e criminosas, o governo e o PT não podem vacilar. A revista deve ser processada, exigindo-se a imediata resposta da Justiça Eleitoral e, inclusive, a retirada de circulação deste panfleto tucano.

Este novo golpe também deveria fazer com que o governo repensasse sua política de publicidade. Não tem cabimento bancar anúncios milionários numa publicação asquerosa e irresponsável, que atenta semanalmente contra a democracia e o livre voto dos brasileiros.

Não dá mais para alimentar cobras! Chega!

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4 Comentários escrever comentário »

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Jacinto Pereira Sousa Júnior

26/10/2014 - 10h41

Sendo reconduzida novamente ao Palácio da Alvorada, o novo governo Dilma deveria quebrar, literalmente, com a propaganda veiculadas nesses meios sórdidos – ou seja, romper os contratos – e investir em outros meios com responsabilidade e independencia. Abaixo a esquizofrenia da direita jornalistica!

Responder

Kwich Netto

24/10/2014 - 17h09

Mídia Técnica: veja é secreção que vaza de três anos de Chagas no governo

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Ana Giulia Zortea

23/10/2014 - 23h49

Não da pra acreditar em tanta sujeira destas pessoas que estão com Aécio, eles agridem, mentem se acham superiores aos outros e não medem esforços para chegarem novamente ao pode. Estou indignada com a justiça que não proíbe este tipo de matéria como a da revista veja que mais parece como foi dito na matéria acima um panfleto do PSDB. Onde está a justiça eleitoral que não proíbe isto tudo, estão todos cegos, ou todos vendidos??? Isto não se enquadra como propaganda eleitoral irregular???

Responder

    FrancoAtirador

    24/10/2014 - 10h50

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    Prezada Aninha.

    No Caso da Mídia Bandida, não é a Justiça Eleitoral que não age,

    é o Supremo Tribunal Federal (STF), aquele que só prende os 4P…
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