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Tânia Mandarino: Dallagnol e sua turma do MPF queriam que Lula velasse o neto num quartel
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Tânia Mandarino: Dallagnol e sua turma do MPF queriam que Lula velasse o neto num quartel


06/03/2019 - 20h09

por Tânia Mandarino, especial para o Viomundo

Na sexta-feira, 1 º de março, assim que a defesa do ex-presidente Lula solicitou autorização para ir ao velório do netinho Arthur, a juíza da execução penal, Carolina Lebbos, decretou segredo de justiça para a demanda.

A execução provisória de Lula saiu do segredo de justiça.

Aí, a gente toma conhecimento do parecer asqueroso do MPF sobre a saída de Lula para o funeral do pequeno Arthur.

O procurador Deltan Dallagnol e sua turma queriam que a liberação fosse nos exatos termos da tardia e debochada decisão de Toffoli, por ocasião da morte do irmão Vavá.

Ou seja, que Lula tivesse um encontro exclusivo com familiares numa unidade militar próxima ao velório do neto — a quem os insensíveis da Lava Jato insistem em chamar pelo frio jargão jurídico de de cujus.

Isso implicava levar o corpo do menino até um quartel, a critério da família.

Quem facilitou a decisão de Lebbos de que Lula fosse conduzido à Capela onde o menino estava sendo velado, contrário sensu à turma da Lava Jato, foi a Polícia federal.

*Tânia Mandarino integra o Coletivo Advogadas e Advogados pela Democracia (CAAD).

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



7 comentários

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amaury maciel

09 de março de 2019 às 02h25

Não sei o q dá mais asco, esta decisão ou o vídeo de Bolsonaro. Horror! Não temos presidente, congresso, judiciário e ministério público. Ando deprimido, com sinceridade.

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Zé Maria

07 de março de 2019 às 14h35 Responder

Das Geraes

07 de março de 2019 às 11h15

Sábio é aquele que sabe o quanto esperar! Então, tenhamos paciência. Vai chegar a nossa hora de botar essa gente pra correr.

Responder

Nilo

07 de março de 2019 às 10h32

Os carreiristas da lava jato são capazes de tudo para se autoproverem.
A única coisa que importa e a carreira deles via a Brasília.

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Julio Cesar

07 de março de 2019 às 08h02

Membros do MP que se mostram tão insensiveis aos beneficios entregues pelo Presidente Lula, mas que não tiveram qualquer prurido etico em se aproveitarem despudoradamente desses beneficios, merecem o repudio social da parte da sociedade que pleiteia a humanização com etica e respeito como principios publicos basilares.
Essa gente que vê seres humanos e suas vidas como insignificantes, como meros detalhes em seus trabalhos, não são dignos de representarem o povo naquilo que se convencionou chamar de SERVIÇO PUBLICO..

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Zé Maria

07 de março de 2019 às 01h00

https://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/whatsapp-image-2019-03-008.jpg

Pior, os Procuradores da República de Curitiba, no item ‘a’,
escreveram ‘de cujos’, quando a expressão correta em latim
é ‘de cujus’, com ‘u’ no cu [à moda Bolsonariana] e no ‘jus’.
Se fingem de sábios, mas não passam de tolos mal instruídos.

https://www.migalhas.com.br/Latinorio/34,MI151114,51045-De+Cujus

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DONNA

06 de março de 2019 às 20h25

Seria Honroso, como um pequeno herói. Acho Digno.

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