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Pastor André Mendonça diz ao STF que cristãos estão dispostos a morrer pela liberdade religiosa; acompanhe votação sobre abertura de igrejas e templos
Foto: Nelson Jr./SCO/STF
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Pastor André Mendonça diz ao STF que cristãos estão dispostos a morrer pela liberdade religiosa; acompanhe votação sobre abertura de igrejas e templos


07/04/2021 - 15h10

Da Redação

O advogado-geral da União, André Mendonça, que é pastor presbiteriano, disse hoje ao STF que os cristãos estão dispostos a morrer pela “liberdade religiosa” — que estaria sendo ameaçada pelo decreto do estado de São Paulo que determinou a suspensão de cultos e missas até 11 de abril, mesmo que com distanciamento pessoal.

Já o procurador-geral de São Paulo, Rodrigo Minicucce, afirmou em outras palavras que mortos não tiram proveito da liberdade religiosa.

Ele lembrou que São Paulo experimentou ontem um recorde de mortes por covid, com taxa de ocupação das UTIs acima de 90%, mas queda de 4% no número de novos casos — um indício de que o isolamento imposto pelas autoridades está começando a dar resultado.





17 comentários

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abelardo

07 de abril de 2021 às 19h23

Que tempos nefastos são esses, que castigam impiedosamente a população brasileira com recordes e recordes de contaminação, de internação e de óbitos? Em razão da alta gravidade deste momento é necessário se perguntar onde está aquela celeridade e aquela suposta competência usada por uma parte interessada da justiça brasileira, da PF, de senadores, de deputados, da grande mídia e de alguns destacados empresários da elite brasileira que se dedicaram com afinco contra Lula e políticos do PT? Porque falta a mesma união, o mesmo interesse, as mesmas garantias e a mesma boa vontade de todos, que se uniram para que fosse possível conquistar todos os recordes inimagináveis no tempo da investigação, no tempo do andamento processual e no tempo da realização dos julgamentos? Se foi possível realizar esta missão quase impossível contra um político, como então justificar o fracasso e a falência desta mesma celeridade interesseira e corporativista, justamente no combate à favor de uma causa mil vezes mais urgente, mais prioritária e que certamente poderá ser altamente fatal a milhares de vida que aguardam desesperadamente por vacinas, por leitos e por socorro? Quantas vidas ainda precisarão ser perdidas para se criar uma maioria absoluta que seja interessada em evitar e salvar os cidadãos e as cidadãs, deste nosso sofrido Brasil? Temos que repetir constantemente para toda nação, que todas as camadas da população que estiverem contaminadas pelo vírus Covid19 correm diariamente e a cada segundo, altíssimos risco de morte.

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Henrique Sollo

07 de abril de 2021 às 18h09

As vezes, a gente é escravo da tradição. É escravo da missa no domingo. Ou do culto. Isto não é fé. Isso e costume.
Ele só quer controlar o rebanho. Ver se o rebanho está obediente. Afinal, ano que vem o rebanho tem que obedecer ou não dá pé para o Bozo.
É só isso. Querem ver se o rebanho tá servil e obediente para votar conforme o pastor, no caso, manda e em quem o pastor manda votar.
Apenas estão a verificar a obediência de rebanho e “aconselhar” doutrinar, dirigir a cabeça da pessoa pra onde o pastor quer que o crente vá.
Isto não é fé, é doutrina-çao. É uma espécie de escravidão.
E toda hora a thurma de bozos cria uma situação para desviar a atenção de coisas muito mais importantes. 4211 MORTES.
Como diz estar preocupado com culto e liberdade religiosa se tem um monte de cristão passando fome no Brasil e morrendo de covid além da fome.
O que adianta orar se a pessoa está sem comida pra comer em casa.
Longe da igreja fica mais difícil de dirigir a cabeça das pessoas.
Uma vez disseram que iam orientar sobre propriedades na igreja. O que isso tem a ver com fé. Nada.
Tem gente seria e honesta no meio, mas tem uns …

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robertoAP

07 de abril de 2021 às 18h06

Esse Mendonça é um saco de estrume ambulante.

Responder

Zé Maria

07 de abril de 2021 às 17h21

Quando a Esquerda Promove uma Revolução dizem que é Terrorismo.
E, quando uma Autoridade ameaça com uma “Guerra Santa”,
o que é, então?

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    Zé Maria

    07 de abril de 2021 às 19h32

    Santa ou não, uma Guerra sempre traz a
    Ruína Econômica e a Desgraça Humana

    Com o fim definitivo do poder do Sacro Império Romano-Germânico,
    as pequenas nações germânicas estavam arrasadas economicamente.

    A guerra havia sido cruel em demasia com seus participantes,
    em especial a região alemã que havia sido o principal campo
    de batalha;
    a civilização europeia havia chegado a um dos seus níveis mais
    baixos na questão cívica e humana.

    Os Estados onde hoje se encontra a Alemanha foram os que
    arcaram com o ônus da guerra, saíram derrotados, arruinados
    e devastados dos trinta anos de guerra.

    Os principais campos de batalhas dos intermitentes conflitos
    foram as cidades e principados que hoje formam a Alemanha,
    estes sofreram danos graves em suas cidades e campos.

    Muitos dos combatentes eram mercenários que tinham na pilhagem sua principal forma de pagamento.
    Assim, tomavam à força, onde paravam ou por onde passavam,
    os suprimentos necessários a sua manutenção e lucro, numa
    estratégia predatória que levou à destruição completa de
    inúmeras comunidades;
    depois da guerra, esses mercenários se tornaram ladrões e
    continuaram a assaltar as pessoas e roubar o que havia restado.

    Hoje estima-se que a população das cidades e principados da
    região alemã caiu pela metade depois da guerra;

    A destruição tomou tamanha proporção que vilas e cidades pequenas alemãs simplesmente deixaram de existir.

    Os Estados e Principados alemães levariam em torno de
    200 anos para se recuperarem da Guerra dos Trinta Anos.

    (https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Trinta_Anos#Consequ%C3%AAncias)

Zé Maria

07 de abril de 2021 às 16h59

O Advogado-Geral da União (A.G.U.), como Representante
Jurídico do Poder Executivo Federal, está incitando um Conflito
Violento, quiçá, Armado entre um Segmento (Grupo Social) da População Brasileira contra uma Ação Estatal de Fiscalização Sanitária destinada a proteger Pessoas de uma Epidemia?
É isso?

Responder

    Zé Maria

    07 de abril de 2021 às 19h13

    braZil: Rumo a D. João VI
    .
    .
    Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) é a denominação genérica
    de uma série de guerras que diversas nações europeias
    travaram entre si a partir de 1618, especialmente na Alemanha,
    por motivos variados: rivalidades religiosas, dinásticas, territoriais
    e comerciais.

    Foi um dos maiores e mais destrutivos conflitos da História,
    deixando um saldo de mais de oito milhões de mortos (a
    maioria da Europa Central).
    [Até 1618, calcula-se que de 16 a 17 milhões de pessoas viviam
    na Alemanha. Depois de 1648, quatro milhões sobreviveram
    (https://wps.ablongman.com/wps/media/objects/262/268312/art/figures/KISH312.jpg)]*.

    As rivalidades entre católicos e protestantes e assuntos constitucionais germânicos foram gradualmente transformados numa luta europeia.
    Apesar de os conflitos religiosos serem a causa direta da guerra,
    ela envolveu um grande esforço político do Império Sueco e
    da França para procurar diminuir a força da dinastia dos Habsburgos, que governavam a Monarquia de Habsburgo (futuro Império Austríaco).
    As hostilidades causaram sérios problemas econômicos e
    demográficos na Europa Central e tiveram fim com a assinatura,
    em 1648, de alguns tratados (Münster e Osnabrück) que, em bloco,
    são chamados de Paz de Vestfália.

    Os conflitos religiosos ocorridos na Alemanha e solucionados em 25 de setembro de 1555 com a assinatura da Paz de Augsburgo
    [entre o Sacro Império Católico e os Estados Luteranos]
    inauguraram um período no qual cada príncipe podia impor
    sua crença aos habitantes de seus domínios.

    O equilíbrio manteve-se enquanto os credos predominantes
    restringiam-se às religiões católica e luterana, mas o advento
    do CALVINISMO complicaria o cenário. Considerada uma força
    renovadora, a nova linha religiosa conquistou diversos soberanos.
    Os jesuítas e a Contrarreforma, por outro lado, contribuíram
    para que o catolicismo recuperasse forças.

    Assim nasceu o projeto expansionista dos Habsburgos,
    idealizado por Fernando, duque de Estíria, que fora educado
    pelos jesuítas.

    O perigo ameaçava tanto as potências protestantes no norte
    como a vizinha França.

    À medida que o conflito se desenrolava, a luta estava sendo
    influenciada por muitos outros temas colaterais, tais como
    as rivalidades e ambições dos príncipes alemães e a teimosia
    de alguns dirigentes europeus, sobretudo dos franceses e suecos,
    em abater o poderio do católico Sacro Império Romano-Germânico,
    o instrumento político da família dos Habsburgos.

    As tensões religiosas agravaram-se na Alemanha no decurso
    do reinado do imperador Rodolfo II (1576-1612), período durante
    o qual foram destruídas muitas igrejas protestantes.
    As liberdades religiosas dos crentes protestantes foram limitadas,
    nomeadamente as relativas à liberdade de culto; os oficiais do
    governo lançaram as bases do Tratado de Augsburgo, que criou
    condições para o refortalecimento do poder católico.

    Com a fundação da União Protestante em 1608, uma aliança
    defensiva protestante dos príncipes e das cidades alemãs,
    e a criação, no ano seguinte, da Liga Católica, uma organização
    semelhante mas dos católicos romanos, tornava-se inevitável o
    recurso à guerra para tentar resolver o conflito latente, o qual foi
    desencadeado pela secção da Boêmia da União Protestante.

    No Reino da Boêmia (atual República Tcheca), teve início uma
    disputa pela sucessão do trono, que envolveu católicos e
    protestantes.

    Fernando II de Habsburgo, com a ajuda de tropas e recursos
    financeiros da Espanha, dos Germânicos Católicos e do Papa,
    conseguiu derrotar os protestantes da Boêmia.

    *[A destruição veio não apenas através de guerras,
    mas por fome, doença e pragas.
    A devastação ocorreu, ainda, através da interpretação abusiva
    das escrituras: ‘A feiticeira não deixarás viva’ (Êxodo 22:18), dando
    às Autoridades o direito de condenar à morte aqueles a quem
    consideravam ‘possuídos com bruxaria’.
    Homens e mulheres com conhecimento de melhorar ou curar
    com ervas, outrora um ofício altamente considerado, foram
    especialmente direcionados, acusados como ‘advogados do diabo’ e condenados à morte.
    A Alemanha com 25.000 de tais casos de ‘feitiçaria’ estava, então,
    na liderança entre os europeus.
    (https://www.familysearch.org/wiki/pt/Alemanha,_Hist%C3%B3ria#Guerra_dos_Trinta_Anos)]

    Íntegra em:
    (https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Trinta_Anos)

Zé Maria

07 de abril de 2021 às 16h31

“Matar em nome de um deus é converter esse deus num assassino.”
José Saramago
https://twitter.com/FJSaramago/status/552881047630004224

Responder

Gerson Alvarenga

07 de abril de 2021 às 16h20

Isso não é religiosidade isso é doença mental. Isso e lavagem cerebral.
Sem corpo não existe alma e muito menos vida.
É o dinheiro que manda.
Vê se essas igrejas fazem culto para um monte de mendigo. A maioria só está interessado em dinheiro do fiel.
Deu o horário. Tchau.

Responder

Zé Maria

07 de abril de 2021 às 15h54

A.G.U. na Luta:
Horrivelmente Fanático;
Terrivelmente F.D.P.

Responder

Henrique Martins

07 de abril de 2021 às 15h30

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/andre-mendonca-diz-que-cristaos-estao-dispostos-a-morrer-e-cita-trecho-da-biblia-contra-oracao-obrigatoria-em-igrejas/

Que morram todos vocês André Mendonça, mais vocês não têm o direito de colocar a vida dos outros em risco principalmente usando o nome de Cristo.
A providência divina vai dar um jeito nisso. Podem ter certeza.

Responder

José Maria Wolff da Silva

07 de abril de 2021 às 15h21

ESSE GILMAR MENDES E SEUS 11 COMPARSAS “NÃO NOS REPRESENTAM” são demônios encarnados, ditadores // DEMÔNIOS… cada pessoa tem a sua convicção religiosa….CACETE NELES/NELAS…

Responder

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