VIOMUNDO

Diário da Resistência


Você escreve

O desafio da banda larga: a disputa em torno da “última milha”


06/05/2010 - 19h48

O governo Lula decidiu investir na banda larga, dando o controle do processo à Telebrás. Mas ainda estamos carentes de detalhes sobre a implementação do plano. Um bom começo é estudar como é a situação hoje. E o melhor estudo feito até agora veio do IPEA, divulgado no mês passado. Convido os leitores a se debruçarem sobre ele:

do site do IPEA, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Quando se trata de acesso á banda larga, o Brasil está muito aquém dos países desenvolvidos e mesmo de países como México e Turquia. Apenas 12 milhões de domicílios (21% da população brasileira) têm banda larga. O acesso é praticamente inexistente no Amapá e Roraima. Se continuar assim, o País ficará ainda mais distante do grupo de economias avançadas. Essa é uma das conclusões do Comunicado do Ipea n° 46 Análise e recomendações para as políticas públicas de massificação de acesso à internet em banda larga, divulgado na segunda-feira, 26.

O estudo feito pela Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset), alerta que a União Internacional das Telecomunicações (UIT), órgão da ONU para o setor, classificou o Brasil em 60° lugar em 2009, enquanto a Argentina situou-se em 49º, a Rússia em 48º e a Grécia em 30º lugar. O índice utilizado na classificação refere-se ao comportamento de 11 indicadores do setor internacionalmente comparados.

Um dos problemas alarmantes do Brasil é o gasto médio com banda larga, que, em 2009, equivalia, proporcionalmente, a 4,58% da renda mensal per capita, enquanto na Rússia esse índice era de menos da metade: 1,68%. Já nos países desenvolvidos, essa mesma relação situa-se em torno de 0,5%, ou seja, quase dez vezes menor que no Brasil.

Outro desafio é que, mesmo sujeita a livre concorrência, a oferta do acesso à banda larga é exageradamente concentrada no País. O baixo nível de competição explica, em parte, o elevado preço do serviço e a baixa densidade. A velocidade de acesso também preocupa, pois em 54% dos domicílios com banda larga a velocidade é predominantemente menor ou igual a 1 Mbps.

O técnico Luis Cláudio Kubota apresentou sugestões de políticas públicas para mudar esse quadro. Segundo ele, é preciso aumentar a competição e só a redução dos tributos não vai resolver. Seriam necessárias políticas regionais voltadas para municípios e principalmente para as áreas rurais, em que apenas 3,1% têm acesso à banda larga.

“As medidas regulatórias e sua efetiva implementação têm um papel importante na redução do gap de mercado. Mas em países onde existe uma distribuição de renda muito desigual, como é o caso brasileiro, só esses mecanismos regulatórios não serão suficientes. É necessária a ação do governo em termos de incentivos e subsídios para a inclusão dessas camadas mais desfavorecidas e mais distantes dos grandes centros”, defendeu o pesquisador.

Para ler todo o estudo, clique aqui

Para ver os gráficos, clique aqui

*****

Para reação das telefônicas ao PNBL:

Teles querem barrar plano de banda larga, diz jornal

Guilherme Pavarin, no portal da Exame

São Paulo — – Decepcionadas com os rumos tomados pelo Plano Nacional de Banda Larga, as empresas de telefonia cogitam recorrer à Justiça para impedir que a Telebrás ofereça internet rápida aos usuários finais.

A notícia foi passada hoje pela Folha de S. Paulo, reportando que, ontem, enquanto os ministros divulgavam os detalhes do Plano no Palácio do Planalto, presidentes da Claro, CTBC, Embratel, GVT, Oi, TIM e Vivo realizaram uma teleconferência para discutir a decisão do governo de usar a Telebrás como gestora do projeto.

Segundo o jornal, alguns executivos afirmam que antigas concorrentes, como Embratel, GVT, Oi e  Telefônica, estão unidas por se sentirem ameaçadas com a perspectiva de concorrência estatal no segmento de banda larga.

O desapontamento das teles teria sido causado pela falta de participação das empresas nas decisões do Plano, anunciado “de surpresa” anteontem, por meio de fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

No informe, foi decidido que a Telebrás atuará na chamada “última milha” somente nas cidades onde as empresas privadas não se interessem pelo negócio, ou prestem o serviço de forma imprópria. Para os executivos das companhias de telefonia, de acordo com a Folha de S. Paulo, essa possibilidade seria algo muito vago e subjetivo.

As teles ainda entendem que a lei que criou a Telebrás só permitiria que ela operasse a rede de banda larga com autorização do Congresso Nacional, por meio de uma nova lei. Reativar a Telebrás como prestadora de serviço, segundoelas, seria uma quebra nos compromissos assumidos pelo governo brasileiro durante a privatização da telefonia em 1998.





126 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Guilherme Augusto Z

08 de maio de 2010 às 13h09

Fica aqui o aviso àqueles que não pretendem votar em Dilma Rouself: a turma do FHC, através do Serra, está assanhada para voltar ao poder. E com ela voltariam a irresponsabilidade com a coisa pública e a fome insaciável de entregar, cada vez mais, este País ao deus mercado. Reflexão, pois.

Responder

Luiz Carlos

08 de maio de 2010 às 13h04

Azenha, bom dia!

Por muitos anos, tentei junto à Telemar, hoje Oi, a instalação do velox, para acesso a banda larga. E não conseguia, a disculpa era sempre a mesma, a centarl de onde partia o meu telefone não estava preparada, era analógica e não digital, teria que esperar a instalação da digital e não tinha data para tal. ou seja, eu estava refem da empresa. Tentei o mini-moldem, mas foi uma tremanda furada, não funcionava.
Seguindo a orientação de um amigo, que assim fez para conseguir sua conexão rápida. Solicitei uma nova linha, e quando o instalador veio, informei que queria uma linha que tivesse acesso ao Velox, ele a principio desconversou, mas como insisti, ele ligou para alguém, quero crer da Telemar, e falou que tudo bem e que saíria por R$250,00.
Tive que abrir as pernas para o sistema, se não estaria até hoje com a conexão de mais ou menos 37kbps. Era um parto. Hot, tenho uma de 1 mega, ainda é pouco, mas é muito melhor.

Responder

    Lau Cariri

    08 de maio de 2010 às 16h01

    Luiz, os "esquemas" de venda de pacotes pela Telemar/Oi estão por aí em toda parte. Sabe aquela história de "conheço um amigo que…", pois pronto! Soube por um técnico da Telemar/Oi que aqui onde eu moro, a empresa pode vender o Velox a pelo menos 4megabit, e isso não detonaria a rede. Bala na agulha eles tem. Só que eles disparam contra nós, consumidores. Aí, você se dispõe a pagar 169 contos para ter 1 megabit da forma legal, bonitinha, para ter um acesso que preste (e olhe lá!). Mas estou sinceramente pensando em dar uma facada na Oi, assinando o plano mais básico do Velox e ligar para aquele amigo do meu amigo que cobra 450 contos para liberar 3 megabits no meu modem. Estou realmente tentado… a Oi merece! Vejam aí!

    http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=768793…

    O mais bacana é a propaganda que o cara fez!

    "Faça up com pessoas honestas, não vá por preços baratos, vá atrás de profissionais qualificados".

    Pesando, em honestidade, a Oi e esse cara daí, eu confesso que fico na dúvida…

    francisco.latorre

    08 de maio de 2010 às 17h27

    obviamente o 'cara aí' é o honesto da parada.

    o bom bandido. lampião digital.

    o que rouba o ladrão. e merece o perdão.

    ..

Adilson

08 de maio de 2010 às 06h47

Os salafrários dos demotucanos privatizaram o sistema telebras, com a promessa de que os preços iriam diminuir, em face da concorrência e, por conseguinte, os serviços iriam melhorar. No entanto, passados anos, observamos que foi puro engodo, pois nada disso aconteceu, muito pelo contrário, montaram um cartel em desfavor do consumidor.
Porquanto, essas empresas não tem autoridade moral para pleitear nada junto à justiça.
Viva o Presidente Lula e a Ministra Dilma que fizeram ressurgir das cinzas a Telebras.

Responder

Roberto Almeida

08 de maio de 2010 às 04h15

Se o DEM é contra eu sou a favor. Se as privadas são contra eu sou a favor. O Lula demorou mas acordou. Dilma neles, Brasil!!!!

Responder

Mc_SimplesAssim

08 de maio de 2010 às 01h04

Num futuro próximo todos terão acesso à internet e para isso será necessária uma grande campanha de alfabetização do povo.

Certamente, é um primeiro passo para a liberdade de nossa gente tão sofrida…

Eu acredito na humanidade!

Responder

Guilherme Milani, SP

08 de maio de 2010 às 00h31

Trabalhei por onze anos no antigo sistema Telebrás. Entrei na Telesp, por concurso, em 1996, sobrevivi a todo o processo de privataria e lá fiquei até ser demitido em 2007. Hoje as Teles oferecem o que querem, a quem querem. Os preços, exorbitantes, não são reflexo dos altos impostos apenas, mas de uma variável mágica chamada "Overhead'. Formatávamos vários "preços mínimos" para os serviços criados e após análise do Financeiro eles voltavam com no mínimo 20 ou 30% maiores. Mais até em alguns casos. Ou seja, abaixo daquilo não se vendia. Mas poderia, pois o conceito de preço mínimo embute todos os custos e margem mínima de retorno que garante a viabilidade do serviço. Mas o tal Overhead, a caixa preta, era incontestável. Agora que a Telebrás está sendo reativada as Teles chiam, com medo, afinal, terão que mexer no tal Overhead. Querem saber? Pau neles!!! Abraços.

Responder

Eduardo Marques

07 de maio de 2010 às 20h31

É necessário democratizar a banda larga no Brasil. Só que é um terrivel erro achar que isso tem que ser feito pelo governo. O governo deve sim fazer um plano, apontar as reais necessidades que pretente resolver e passar isso (com incentivos) para a iniciativa privada. Estatais são boas e importantes para recursos naturais e só. Existe um mercado com empresarios brasileiros capazes de executar isso. Basta haver um órgão regulador presente. O que não pode é jogar dinheiro público em um monstro sem expertise acostumado a comer pelas beiradas.

Responder

    jose aparicio correa

    07 de maio de 2010 às 22h09

    Mais um tucano descontente se eles não gostaram é bom para o brasil as teles tambem não gostaram então e´bom para o povo brasileiro que precisa de mais informações verdadeiras ok

    Ramon

    07 de maio de 2010 às 23h06

    Me desculpe, mas a "expertise" das empresas privadas não se mostrou ainda capaz de prestar um serviço de banda larga de qualidade nas capitais e médias cidades. O péssimo serviço prestado é recordista de queixas no Procon. Não existe até este momento, obstáculo à expansão dos seus serviços para as cidades de menor porte, contudo, estão esperando a "Têta-da–Grande-Vaca" passar para sugarem com sofreguidão, bem ao estilo do capitalismo sem riscos e descompromissado com o desenvolvimento nacional.
    Eles tiveram a oportunidade, agora continuaremos com um Estado indutor, quem desejar um Estado à reboque do Deus Mercado, faço a sugestão de uma viagem turística a Portugal, Espanha e Grécia. Boa viagem e vá com a mala vazia para trazer novos conceitos sobre neoliberalismo.

    Arnold Bezerra

    08 de maio de 2010 às 12h26

    Até concordo em parte com seu raciocínio, mas , o que me espanta é o seguinte: Porque será que basta o governo ameaçar com a Telebrás é que este pessoal começa tirar a "bunda da poltrona" Antes de concordarmos com eles queremos saber e bem explicadinho como vai ser a banda larga daqui para frente e também o preço e que cada dia é mais exorbitante. O Governo existe é para a maioria e não para uma minoria que só pensa em ganhar muito e oferecer serviço de quinta categoria. "Ferro neste pessoal Presidente Lula"

    Carlos

    08 de maio de 2010 às 13h47

    "apontar as reais necessidades que pretente resolver e passar isso (com incentivos) para a iniciativa privada."
    A realidade já demonstrou as necessidades, mas as empresas não atenderam.
    Onde está escrito"incentivo" oasso trocar por subsídio?

    "Estatais são boas e importantes para recursos naturais e só."
    Telecomunicação são irrelevantes?

    "Existe um mercado com empresarios brasileiros capazes de executar isso."
    Empresários do setor atenderam nossas necessidades?

    "Basta haver um órgão regulador presente."
    Já existe: ANATEL e suas portarias inócuas.

    "O que não pode é jogar dinheiro público em um monstro sem expertise acostumado a comer pelas beiradas. "
    Pra não repetir a velha arenga neoliberal, busque estudar a história das telecomunicações em nosso País.

    "Existe um mercado com empresarios brasileiros capazes de executar isso. Basta haver um órgão regulador presente. O que não pode é jogar dinheiro público em um monstro sem expertise acostumado a comer pelas beiradas.

    Eduardo Marques

    08 de maio de 2010 às 16h12

    Tucano descontente? Deus mercado? Todas essas palavras decoradas pelo simples fato de eu não concordar com a reativação da Telebras? O que é isso pessoal? O estado tem papel fundamental de nos prover as necessidades básicas para o nosso desenvolvimento. Com certeza há serviços que podem ser melhorados e preços que podem ser reduzidos. Mas isso não se conserta com a criação de uma estatal. Se conserta com regulamentação prestada pelo estado. Se há profissionais e empresas capacitadas para fazer, que façam. É dever do estado fazer com que aconteceça. Mas o nosso dinheiro pode muito bem ser usado para outros fins mais fundamentais.

    Alguns aqui simplesmente abraçam o que é dito como se torcessem para um time. Política não é futebol.
    É preciso discutir e se aprofundar em todas questões que digam respeito a nossa vida.

    francisco.latorre

    08 de maio de 2010 às 17h36

    o medão das teles é esse mesmo.

    a telebrás vai comê-las pelas beiradas.

    igual que o sistema bb-caixa faz com a banca da privada.

    começa pelas beiradas. depois.. nhact. jacaré comeu tudo.

    eles sabem que não aguentam competir com o estado.

    chegou a nova telebrás. pra ficar.

    logo logo a gente retoma a vale. mas isso é outra história. deixa quieto..

    ..

baader marx

07 de maio de 2010 às 22h29

A telefonia no Brasil, incluindo a internet, é caso de polícia! Uma verdadeira roubalheira. Se houver quebra de contrato nos termos da privatização de 98 em plena era FHC, que se faça. Hoje o país é outro. Trata-se de uma ação estratégica de um país que tem quer ser muito maior, com seu povo incluído digitalmente. Que o governo faça valer sua força contra os ladrões do povo. Enquanto isso os meios de comunicação se calam em relação aos preços cobrados dos brasileiros pelas operadoras: e como eles iriam contra estes anunciantes, se o que interessa é o lucro?

Responder

Maria Dirce

07 de maio de 2010 às 19h21

E viva o renascimento da Telebrás!!!!que volte com tudo e coloque o cartel da telefonia privatizada em seu devido lugar.

Responder

    Fabio_Passos

    07 de maio de 2010 às 21h50

    Falou e disse!

    Chega desta porcaria de serviços caros oferecida pelas cias privadas.

Fabio_Passos

07 de maio de 2010 às 21h59

Finalmente temos um plano para ampliar o acesso de banda larga para a população e a direita mais retrógrada e atrasada é contra.

Eles não querem que todos os brasileiros venham para a rede.

O bom prá eles são estas cias privadas prestando uma porcaria de serviço caro… e se entrochando de lucros.

É a turma do zé serra e do fhc. São o atraso.

Responder

Fabio_Passos

07 de maio de 2010 às 21h49

Repercute lá no Nassif o plano de banda larga na Austrália:

Uma nova empresa – sob controle Estatal – e bilhões de dólares de investimento:

"O plano de banda larga australiano" http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/05/07…

Responder

Lau Cariri

07 de maio de 2010 às 17h22

As companhias telefônicas acham que podem decidir apenas em favor delas? "Estão com medo" da chegada da Telebrás? Como é isso de "ter medo"? Eu fico besta com esse tipo de declaração vindo de empresas que demonstram o menor compromisso com o consumidor. Estão aí os belos exemplos da Telefônica em São Paulo, da Oi aqui na Paraíba. Pra vocês terem uma idéia, o Velox de 1 Megabit custa 169 Reais aqui no interior do Estado, mas nas capitais custa 100. Qual é o critério de cobrar mais numa região mais pobre e menos numa mais desenvolvida? Como um assalariado pagará por isso? O serviço, ainda por cima, é ruim. Tive que entrar com duas queixas junto à ouvidoria da Anatel para que a Oi me atendesse no serviço de 0800 deles. O mais bisonho é ouvir essas declarações de mandatários de companhias telefônicas querendo que o Plano Nacional de Banda Larga fique ao controle de suas respectivas empresas. Aí vai ser muito legal ver a Oi concorrendo consigo mesma. Pela desgraceira do serviço que prestam a nós consumidores eu quero mais é que explodam todas, Oi, Telefônica, Claro, Embratel! Pro espaço todas elas e só voltem quando tiverem algo de bom pra oferecer!

Responder

    Carol

    07 de maio de 2010 às 19h32

    Nas capitais do sudeste custa 69 reais mais a assinatura do telefone fixo. Onde há concorrência o preço é sempre mais baixo.

Messias Macedo

07 de maio de 2010 às 16h31

MAIS GOLPES BASIXOS(!)
FONTE:http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/…

NOTA: o tal ACMalvadeza Neto não passa de um ‘Grampinho’!

República Deste Banana Nanica Corrupto e Golpista Inveterado
Feira de Santana, Bahia
Messias Franca de Macedo

Responder

Messias Macedo

07 de maio de 2010 às 16h31

MAIS GOLPES BAIXOS(!)
EPÍLOGO(?!)

Os e-mails intitulados "Dilma Rousseff e suas vítimas fatais", acompanhava fotos de militares que teriam sido "assassinados pelo grupo terrorista" da petista. Ofícios com timbre da Câmara, assinados pelo líder do DEM, Paulo Bornhausen (SC), distribuíram "paper" para a campanha do tucano, com a orientação de que parlamentares da oposição deveriam utilizá-lo em discursos e entrevistas. Os ofícios distribuídos por funcionários do DEM foram parar, por engano, em gabinetes de deputados petistas, que também receberam os e-mails repassados com os ataques. O líder do governo na Casa, Cândido Vaccarezza (PT-SP), pediu abertura de sindicância ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). Os deputados reconheceram os desvios e anunciaram a exoneração dos servidores que repassaram os e-mails e a devolução do dinheiro gasto na distribuição do "paper" da campanha do tucano. Os servidores exonerados negaram intenção política. Informações da Folha.

Responder

yacov

07 de maio de 2010 às 16h09

A GLOBO, assim como, a TIM, TERRA, UOL e similares são grandes empresas de comunicação, com uma extensa gama de interesses. Nesta gama de interesses, no entanto, não constam a "integração nacional ou a dimiuição das desiguladades sociais ou regionais", apenas o seu lucro. Os partidos da direita, como PSDB, DEM, PP, e PPS, representam os interesses destas empresas e do mercado, portanto, é evidente que não vão concordar com uma estatal fornecendo os mesmos serviços que eles a um preço mais acessível. Penso que o PNBL é bem vindo e vai provocar uma concorrência maior entre as empresas do setor, que às vezes me parecem até cartelizadas, e promover a queda ainda maior dos preços ao consumidor sem queda na qualidade do serviço. Isso é bom para todos.

"O BRASIL DE VERDADE não passa na GLOBO – O que passa na GLOBO é um braZil para os TOLOS"

Responder

katiuza

07 de maio de 2010 às 16h07

Apoio sim o PNBL,e a ressucitamento da Telebrás,pois usando o latin vulgar quando estamos de barriga cheia, podemos até sentir uma peninha de quem tá com fome, mas definitifamente não sentimos na pele a falta de alimento, neste caso lula só está ajustando o que falta aos mais pobres, e nós que estamos aqui debatendo já temos Net, e os que não possuem ficam a mercê de valores absurdos para um assalariado!

Responder

Carlos

07 de maio de 2010 às 15h20

Li aqui ou no PHA, matéria do "El País" sobre Serra, que seria a contrapartida – a "retribuição" – pelas assinaturas para as escolas estaduais…
Sugestão: levantamento de sites de todos os jornais em Espanhol, da Patagônia ao México, além da Espanha, para ser encaminhado à APEOESP e demais entidades congêneres nos estados, para que divulguem aos professores e estes, aos alunos.

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 16h05

    Professores de Geografia e História – além de Espanhol – terão muito trabalho pela frente e que a moçada latino-americana construa pontes.

francisco.latorre

07 de maio de 2010 às 15h17

ao invés de abrir o monopólio.. permitindo a concorrência com a telebrás.. privatizaram o monopólio.

em sumpaulo a telesp virou telefonica. privatizaram o monopólio.

já demorou muito pra desfazer os crimes do tucanismo entregão antipovo.

chegou a hora.

..

Responder

Nilson Fernandes

07 de maio de 2010 às 14h48

O Brasil não pode retornar ao passado.

Responder

    Marta

    15 de maio de 2010 às 16h39

    Sim, o Brasil não pode retornar ao passado nas mãos das elites privatistas e piratas dos bens do povo. Saquearam tudo o que foi construido com o meu, o seu e o nossos impostos. Está mais do que na hora de retomarmos os rumos do Brasil onde ele foi atropelado no passado pelos predadores dos bens públicos. Chega de royalts para Espanha (telefonica) e outros paises que nos saqueiam. Que venha a BL para todos, via estatal. Querem capitalismo? Pois enfrentem os riscos. Concorrência é a palavra certa.

Cigarra Vermelha

07 de maio de 2010 às 14h08

A proposta de democratizar os meios de comunicação é admirável. A internet não é uma extensão fútil do rádio ou da TV, mas uma ferramenta em outro patamar, que amplia o conhecimento e altera as relações sociais de formas inéditas. Parabéns ao presidente Lula.

Responder

    @dbenndorf

    07 de maio de 2010 às 17h12

    Completando, diria que não é conveniente à meios de comunicação como revista Veja e rede Globo (que já são ícones da parcialidade e da manipulação da informação) que a população tenha acesso a um meio de comunicação que exponha suas mentiras.

Indiana Jones

07 de maio de 2010 às 17h02

AZENHA…..SE DILMA GANHAR EU IREI DA MINHA CIDADE NATAL, SALVADOR, ATÉ BRASÍLIA, A PÉ E DE BICICLETA, COM UMA BANDEIRA DO BRASIL.

Responder

    HBR

    07 de maio de 2010 às 20h14

    Saio de São Paulo e me encontrarei com você lá, para comemorarmos junto com todo o Brasil que se preza!

    Conceição Lemes

    07 de maio de 2010 às 17h48

    Indiana Jones, excepcionalmente liberamos a sua postagem, pois os comentários devem ser em letras minusculas. É uma das regras do site. Por favor, nas próximas vezes, lletras minúsculas; as maiúsculas dificultam a leitura. Abs

    baader marx

    07 de maio de 2010 às 22h20

    Conte comigo também! Saio de BH para ajudar a engrossar este cordão!

Messias Macedo

07 de maio de 2010 às 16h31

MAIS GOLPES BASIXOS(!)
FONTE:http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/…

NOTA: o tal ACMalvadeza Neto não passa de um ‘Grampinho’!

República Deste Banana Nanica Corrupto e Golpista Inveterado
Feira de Santana, Bahia
Messias Franca de Macedo

Responder

Messias Macedo

07 de maio de 2010 às 16h29

[MAIS GOLPES BAIXOS(!)]

##########

OPOSIÇÃO ATACA PT COM ESTRUTURA DA CÂMARA
07 de Maio de 2010
________________________________________
09:51:29

E-mail trazia em anexo uma suposta ficha criminal de Dilma
A oposição na Câmara de Deputados usou da estrutura de seus gabinetes para defender as ideias do pré-candidato à Presidência José Serra (PSDB) nos debates da campanha. Os deputados ACM Neto (DEM) e de João Pizzolatti (PP-SC) foram além da orientação da bancada: os assessores repassaram por e-mail funcional mensagens com ataques à pré-candidata petista Dilma Rousseff.

Responder

Augusto J Hoffmann

07 de maio de 2010 às 13h22

Se haverá uma enxurrada de ações judiciais contra o PNBL, deixemos a justiça decidir. Ganham prá isso e sua função é essa!

Agora, o Estado, deve dar proteção e condições, da mesma forma, ao cidadão. Que algum serviço jurídico, em nome do cidadão, questione judicialmente essa vergonheira da garantia de 10% da largura e/ou velocidade contratada. Para as teles, as benesses e prá nós, os rigores da Lei?

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 16h03

    PROCONs agradecem pelo desafogo que virá.

    Jorge Nunes

    07 de maio de 2010 às 16h56

    Para as teles, as benesses e prá nós, os rigores da Lei – é isso mesmo. quanto tive problema com o 3g da Claro de 1 mega que nunca era 1 mega a ANATEL dava apoio a Claro.

    As agências de FHC foram criadas para defender as empresas e não o consumidor. Essas agências e essas teles é que são cabides de empregos e ineficientes.

    Se fossem eficientes não teriam medo de competir com uma estatal "ineficiente".

    Estes discursos privatistas morreram com FHC e deixou de herança este vergonhoso sistema telefônico que temos hoje, e ainda há um bando de cara de pau que defende o modelo.

Supertramp68

07 de maio de 2010 às 13h00

O Nelson da Star Overseas também aprova integralmente o PNBL.
A Telebrás é um monstro da Ditadura que esta sendo ressucitado
pelo Governo do PT para distribuição de renda e emprego entre os amigos.
Do blog da Miriam Leitão: "Os serviços de telecomunicações pagam mais impostos que perfumes, bebidas e armas.
Só para usar um exemplo: no modem de internet móvel há 75% de impostos". Desse jeito inclusão digital é só no papel.
75% DE IMPOSTO POR UMA BANDA LARGA DE MERDA COM 300 KBPS??? E o povo aplaude. toma ferro porque gosta!!!
VIVA A DITADURA!!! VIVA A ESQUERDA NO PODER.

Responder

    Sávio Valença

    07 de maio de 2010 às 14h34

    O neoliberal identificado por supertramp68 ("Que por sinal usa um nickname de uma super banda indevidamente, sujando o nome da mesma") vem insinuar que a Telebrás é um monstro criado por sua amada ditadura de direita, coisa que todo neoliberal gosta de fazer por falta de argumentos fortes. Apela para a mesma ladainha de sempre de cabide de empregos e favorecimento dos amigos do governo (no cado PT) e de impostos altos, além de dizer que esquerda é sinônimo de ditadura. Estes acham que tem a verdade absoluta nas mãos. Cabide de emprego e indicações de amigos vejo em escala bem maior em grandes empresas privadas. Numa empresa estatal ou mista, muita gente entra via concurso, ou seja, a grande maioria recebe pelo seu próprio mérito. Aumento de impostos aconteceu de forma drástica em governos neoliberais, veja o governo FHC por exemplo. O erros das estatais não são regras fixas, nos governos de esquerda, estes erros têm sido atenuados e as estatais têm trazidos muito mais benefícios para a economia e para o povo antes jamais visto.

    @dbenndorf

    07 de maio de 2010 às 17h04

    Apoiado Sávio!

    Empresas estatais, ao contrário das privadas, não precisam visar o lucro financeiro, precisam visar sim o lucro social.

    Se uma empresa estatal vai mal em suas funções é porque existe "interesse do governo" em justificar sua privatização.

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 18h47

    Na segunda metade dos anos 80, as estatais foram usadas como instrumento de política econômica. Sob pretexto de "controlar a inflação", equipes econômicas congelavam preços e tarifas por longos meses, comprometendo a capacidade financeira das empresas, obrigando-as a cortar investimentos.
    Obtido o efeito que desejavam, neoliberais dentro e fora do governo berravam: são ineficientes, incompetentes,… a única saíde é privatizar…

    ricardo

    07 de maio de 2010 às 14h34

    É para isso que existe o Plano Nacional de Banda Larga. Como as empresas privadas não são capazes de fornecer um serviço de qualidade e acessível com a estrutura que aí está, então que seja criada uma estatal que o faça. E esse plano iclui redução de impostos, além de prever participação do setor privado na prestação do serviço.

    Este projeto vem para consertar os problemas que você cita, como a excessiva taxação sobre os serviços, que ao contrário do que disse, não é criação do governo do PT, mas uma herança histórica do nosso sistema tributário.

    francisco.latorre

    07 de maio de 2010 às 14h55

    miriam leitão?.. miriam leitão?..

    ô loco meu..

    ..

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 15h25

    Que ranço, cara…
    Nada de relevante a acrescentar aos comentários do Ricardo e Sávio.

lmcamara

07 de maio de 2010 às 15h58

Olha, vou dizer uma coisa pra vocês. Morei na França entre o final de 2007 e o início de 2009. Lá, com 29,90 euros por mês você recebe uma internet com 30Mbs mais telefone fixo sem limite para ligações. Fora isso, você liga para o exterior pagando taxas irrisórias, tipo falar meia hora com o Brasil e pagar 1 euro e trinta cents.

Lá a estatal France Telecom (codinominada Orange) oferece o serviço de intenet para o cliente em casa em disputa de iguais condições com a iniciativa privada. Não vou falar nem de telefone celular, senão vocês vão chorar. O serviço público de telefonia lá é bom e barato que doi.

Então meus caros, essas viuvinhas da UDN que vão pro raio que os partam, porque na comunicação o estado tem de tomar alguma atitude decente para nos defender dessa corja de larápios que tomou conta da nossa telefonia depois de FHC e DANTAS.

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 17h38

    "porque na comunicação o estado tem de tomar alguma atitude decente"

    Tem que entrar em ação a "mão VISÍVEL" do poder público.

    Fabio_Passos

    07 de maio de 2010 às 21h54

    É verdade.
    Que venha logo a mão visível do Estado.

    Até porque a mão invisível está batendo nossa carteira. Punguistas!

    Marta

    15 de maio de 2010 às 19h34

    Isso, sem falar que telecomunicação tem a relevência de segurança nacional e portanto deve estar sob o controle do do Estado.

Fernando

07 de maio de 2010 às 11h36

Em 1998 o povo nem sabia o que era banda larga, os governos ditos civis, não estavam nem aí pro povo. A banda larga só veio a ser conhecida agora no governo Lula, apesar de ter sido instalada ante, pois era só pra quem podia pagar caro. Eles se dizem do livre mercado, mas quando entra alguém de peso e que pode destruir a canalice deles, daí bate o medo e apelam para o velho refrão do que é estatal é comunista e não tem liberdade, essa mentira ja não cola mais e os avarentos estão se borrando nas calças.

Responder

marcelo

07 de maio de 2010 às 14h25

Não podemos ficar preso a idéia de que os grades centros possuem banda larga em todas as partes, pois moro num bairro da periferia de osasco, cidade com cerca de 800 mil habitantes, e praticamente não tenho banda larga. Tentei o "Speed" e fiquei sabendo que não chega, "NET" nem pensar, "Ajato" também não, a opção é ter que pagar cerca de 100 reais para ter a "banda larga" 3G que além de ser muito mais cara tem pior qualidade.

Ou seja, não é apenas nas pequenas cidades do interior que precisa-se de melhoria, e até mesmo implantação, da banda larga, mas também as periferias dos grandes centros.

Responder

Tony

07 de maio de 2010 às 13h38

Começa a ser paga a fatura do Contrato da secretaria de Educação de SP com o Jornal EL PAIS da Espanha:
http://www.elpais.com/articulo/internacional/camp…

"La campaña 'lulista' del opositor Serra
Los elogios del candidato al actual presidente descolocan al oficialismo
JUAN ARIAS | Río de Janeiro 06/05/2010

La conducta inédita del candidato opositor para suceder a Luiz Inácio Lula da Silva en la presidencia de Brasil, el socialdemócrata José Serra, ex gobernador de São Paulo, ha sorprendido al oficialismo. El Gobierno esperaba que Serra centrase su campaña en el ataque a lo que, según la oposición, no ha funcionado en los dos Gobiernos de Lula. No ha sido así. Por el contrario, Serra no pierde ocasión para elogiar los logros de la Administración Lula, tanto en lo económico como en la proyección internacional que ha dado al país.

"No critiqué ni ataqué a Lula cuando aún no era famoso, ¿por qué voy a atacarlo ahora?", afirma Serra. Su táctica es reconocer todo lo que Lula ha conseguido en sus casi ocho años de Gobierno. La pregunta es cómo pretende entonces ser elegido si el país va tan bien, ya que lo lógico sería que los votantes prefirieran a la candidata de Lula, la ex ministra, Dilma Rousseff, que se presenta como continuadora de los logros de su jefe.

Irritada con la postura de su contrincante, que elogia a Lula tanto o más que ella, Rousseff ha llegado a llamarle "lobo con piel de oveja". Elogia a Lula, dice Rousseff, para después atacarle. Pero la táctica no ha funcionado, porque Serra admira de verdad a Lula y todo lo que ha conseguido. ¿Cuál es, entonces, la diferencia entre ambos? Está en dos verbos, dicen los analistas políticos: continuar y mejorar. La candidata de Lula quiere "continuar" su obra. Serra quiere "mejorar" lo ya logrado, con el eslogan "Brasil puede más".

Serra ni se opone ni se compara con Lula, por el simple hecho que él no es candidato. Se compara con Rousseff. La táctica de Serra consiste en hacer ver que para continuar y mejorar el legado de Lula, él es mejor que su contrincante. Primero, porque tiene mucha más experiencia política. Biografía contra biografía, nadie niega que la experiencia de Serra, que ha sido diputado, senador, dos veces ministro, alcalde de São Paulo y gobernador del mismo Estado, además de candidato presidencial en dos ocasiones, es infinitamente mayor que la de Rousseff, que nunca disputó unas elecciones y sólo ha sido ministra con Lula.

Además, Serra dice que él es más de izquierdas que Rousseff y que el mismo Lula. Lo cierto es que Serra no ve imposible, si él ganase las elecciones, un acuerdo entre su formación, el Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB) y la parte más sana del Partido de los Trabajadores (PT), que quedó muy tocado tras la crisis de corrupción que lo azotó en 2005 y que casi le costó el cargo a Lula.

La gran incógnita es si, a pesar de la menor experiencia de Rousseff frente a Serra, que es un candidato progresista, el apoyo poderoso de Lula dará o no resultados en las urnas.

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 14h44

    Paga, sim, e muitíssimo bem paga…
    Que apito eles apitam?

Teo Ponciano

07 de maio de 2010 às 13h24

Este é o plano das teles:

TIM TERRA VIVO !!!!

Responder

Gilda

07 de maio de 2010 às 12h50

Atraído pelo título desconhecido, "a última milha", não encontrei no texto referência a ele nem qual sua importância. Alguém poderia explicar-me de que se tratra?

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    07 de maio de 2010 às 12h55

    Gilda, existe uma referência à última milha, sim. São os últimos metros de cabo que chegam à casa do internauta. As telefônicas não aceitam que o governo seja fornecedor direto da banda larga, através da Telebrás; o governo diz que atuará na última milha em regiões e cidades onde a iniciativa privada não demonstrar interesse na colocação da última milha (1.600 metros). abs

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 13h22

    Ante o risco de enfrentar a ação estatal, as operadoras privadas terão que respeitar e atender os interessados por preços razoáveis ou… dançarão miudinho.
    Essa será a verdadeira "regulamentação", para além de portarias e similares da ANATEL.

    Desconheço dados atuais, mas sei que durante décadas somente a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobrás, atendeu regiões remotas do País; as distribuidoras privadas só tinham interesse nos locais de venda rápida e constante: os grandes centros urbanos e rodovias de tráfego intenso.

    daniel

    07 de maio de 2010 às 13h13

    voce devia ter lido todo o texto, ultima milha são as cidades que não são interessantes comercialmente ou não tem bom atendimento de internet.

@sergiobio

07 de maio de 2010 às 12h05

Além de prestar um serviço de péssima qualidade, as empresas de banda larga ainda manipulam dados do usuário. Vejam o que aconteceu comigo usando Oi Velox a cabo: http://ducacete.blogspot.com/2010/03/velox-cabo-m…

Responder

josé henrique

07 de maio de 2010 às 11h56

Moro em Aparecida, tenho 3g que mau funciona ,e speed que a 1 semana não consigo conectar ,pago minhas contas de telefonia antes do vencimento ( Nextel R$ 320 ,00, Vivo 3g R$70,00/ Speed R$49,00, Plano minutos telefonica R$ 42,00 , celular pré vivo R$ 30,00, celular coorporativo pago e sou reembolsado pela empresa que trabalho R$ 600.00 isso por Mês ) e se vc ligar na minha casa não consigo atender pois o fixo está com problema a 1 semana , não consigo conectar com speed pois aparece uma mensagem do TErra dizendo que estou em débito com eles , nunca assinei porra nenhuma desse provedor, sou totalmente contra provedores , e assim eles dizem que oferecem bom serviço .queria que o governo mandasse a telefonica , vivo,claro ,tim e outras de volta para os países de onde viram, não acrescentm nada ao Brasil.

Responder

    yacov

    07 de maio de 2010 às 15h55

    Concordo plenamente com você companheiro. Se o setor de telecomunicaçãoes não tivesse sido privatizado e os investimentos na TELESPnão houveseem sido abruptamente cortados, a empresa absorveria naturalmente os avanços tecnológicos e hoje teríamos um serviço de telefonia e acesso à internet melhores e mais baratos para toda a população. A TELESP era uma empresa excelente, ocorre que a tuca-NADA cortou todas as linhas de investimento, cessou as contratações e sucateou a empresa com o fito de privatizá-la, como fizeram apressada e atabalhoadamente com tantas empresas estatais superavitárias. NA era FHC a tuca-NADA e seus sequazes sedentos por dinheiro caíram sobre o patrimÔnio público brasileiro como uma alcatéia de lobos famintos sobre um bezerro indefeso.

    "O BRASIL DE VERDADE não passa na GLOBO – O que passa na GLOBO é um braZil para os BOBOS"

Fernando César Oliveira

07 de maio de 2010 às 11h22

O DEM contra o Brasil

Após entrar com ações judiciais contra as cotas nas universidades públicas, contra o Prouni e contra TV pública, o DEM avisa q irá agora à Justiça contra o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Para o DEM, o PNBL é 'uma interferência indevida no mercado'. É o partido, mais uma vez, contra o Brasil.

Do Teletime, viawww.twitter.com/DrRosinha
http://www.teletime.com.br/06/05/2010/plano-nacio…

DEM anuncia que já decidiu ir à Justiça contra PNBL

O deputado catarinense e líder da bancada do DEM na Câmara dos Deputados, Paulo Bornhausen, anunciou que seu partido já decidiu entrar na Justiça contra "a decisão do governo de reestatizar a Telebrás".

Segundo nota oficial do deputado, "o partido vai esperar a edição do ato oficial do governo para decidir qual o instrumento legal será usado".

O deputado se refere ao Plano Nacional de Banda Larga anunciado esta semana pelo governo e que terá na estatal Telebrás a gestora da rede pública de fibras ópticas e provedora de capacidade no atacado. Segundo Bornhausen, a legislação que criou a Telebrás previa que ela funcionasse apenas como holding.

"Assim, para que ela cumpra os objetivos anunciados nessa quarta-feira, é preciso uma nova Lei, discutida e votada no Congresso Nacional". Com isso, segundo o deputado, o governo promove uma interferência indevida no mercado. Segundo o parlamentar, "a previsão de desembolso de R$ 13,255 bilhões em desoneração tributária, investimentos e capitalização da Telebrás – privatizada, mas que não complementou o processo por causa dos funcionários cedidos à Anatel", nas palavras do deputado, cria um tratamento privilegiado que causa "desequilíbrio na competitividade do mercado".

Ressalte-se, contudo, que a Telebrás não foi privatizada, e continua existindo como uma estatal. A nota do DEM critica ainda as isenções tributárias que serão dadas, segundo o entendimento do partido, à Telebrás.

Responder

Fernando César Oliveira

07 de maio de 2010 às 11h22

O DEM contra o Brasil

Após entrar com ações judiciais contra as cotas nas universidades públicas, contra o Prouni e contra TV pública, o DEM avisa q irá agora à Justiça contra o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Para o DEM, o PNBL é 'uma interferência indevida no mercado'. É o partido, mais uma vez, contra o Brasil.

Do Teletime, viawww.twitter.com/DrRosinha
http://www.teletime.com.br/06/05/2010/plano-nacio…

DEM anuncia que já decidiu ir à Justiça contra PNBL

O deputado catarinense e líder da bancada do DEM na Câmara dos Deputados, Paulo Bornhausen, anunciou que seu partido já decidiu entrar na Justiça contra "a decisão do governo de reestatizar a Telebrás".

Segundo nota oficial do deputado, "o partido vai esperar a edição do ato oficial do governo para decidir qual o instrumento legal será usado".

O deputado se refere ao Plano Nacional de Banda Larga anunciado esta semana pelo governo e que terá na estatal Telebrás a gestora da rede pública de fibras ópticas e provedora de capacidade no atacado. Segundo Bornhausen, a legislação que criou a Telebrás previa que ela funcionasse apenas como holding.

"Assim, para que ela cumpra os objetivos anunciados nessa quarta-feira, é preciso uma nova Lei, discutida e votada no Congresso Nacional". Com isso, segundo o deputado, o governo promove uma interferência indevida no mercado. Segundo o parlamentar, "a previsão de desembolso de R$ 13,255 bilhões em desoneração tributária, investimentos e capitalização da Telebrás – privatizada, mas que não complementou o processo por causa dos funcionários cedidos à Anatel", nas palavras do deputado, cria um tratamento privilegiado que causa "desequilíbrio na competitividade do mercado".

Ressalte-se, contudo, que a Telebrás não foi privatizada, e continua existindo como uma estatal. A nota do DEM critica ainda as isenções tributárias que serão dadas, segundo o entendimento do partido, à Telebrás.

Responder

    valmont

    07 de maio de 2010 às 21h57

    Só podia ser o Demo!
    Ah se o povão soubesse dessas coisas!

    Triste

    09 de maio de 2010 às 06h41

    Conhecemos a tática do assediador. O DEM é só a mão que FHC/Serra usa para bater. Para que no imaginário do eleitor o PSDB ainda seja "social democracia"…

Carlos

07 de maio de 2010 às 11h01

"Reativar a Telebrás como prestadora de serviço, segundo elas, seria uma quebra nos compromissos assumidos pelo governo brasileiro durante a privatização da telefonia em 1998."

Compromissos públicos, de conhecimento da população, do Congresso, ou secretos, acertados enquanto ´faziam´ as coisas "na marra"?

Presenças do BB e CEF e da BR Distribuidora, balizam, estabelecem parâmetros para as atividades bancárias e de distribuição de combustíveis, para citar apenas dois exemplos.

REATIVAÇÃO DA TELEBRÁS BALIZARÁ O SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES.

Responder

denilson

07 de maio de 2010 às 10h53

"Reativar a Telebrás como prestadora de serviço, segundoelas, seria uma quebra nos compromissos assumidos pelo governo brasileiro durante a privatização da telefonia em 1998."

Hãhã…

Responder

Luiz-AlphaPlus

07 de maio de 2010 às 10h43

Com o anúncio da reativação da Telebrás para levar Banda Larga para o interior, a Globo já começou a fazer campanha contra o governo e a própria Telebrás. Lembrem-se que a NET e a VIRTUA são do GLOBO e eles não estão interessados em mais um concorrente.

Um dos comentaristas disse que temos tecnologia para levar banda larga através da rede elétrica, o que é verdade, mas também temos fibras óticas levadas em torres de distribuição de energia elétrica de alta tensão. No Paraná já foi tentado ser usada essa fibra para levar banda larga para o interior do estado, mas forças ocultas impediram que a Companhia de Energia do Estado do Paraná (COPEL) pudesse entrar neste mercado. O máximo que o governo do estado conseguiu foi interligar os órgãos municipais e as escolas através dessa rede (que já é um ganho enorme).

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 11h51

    Aguardemos manifestação do Sindicato dos Engenheiros do Paraná (SENGE-PR).

Cortez

07 de maio de 2010 às 06h29

O direito de exploração de serviços essenciais pela iniciativa privada é ótimo, mas depender dela para obter esses serviços é burrice.

A privatização da telefonia no Brasil criou na verdade monopólios regionais, e não oportunidades, nem os benefícios da concorrência empresarial. Se a tecnologia não houvesse avançado tanto, a linha telefônica entraria na declaração de renda até hoje. Nesse caso da banda larga, temos a chance de fazer o que deveria ter sido feito na telefonia: o Estado mantém um backbone do Oiapoque ao Chuí, e a conta é bancada por um montão de empreendedores privados que podem esticar cabos ou emitir ondas até as pessoas em qualquer cidadezinha, sem precisar ter de ser dono de meia Espanha nem receber financiamento bilionário de pai para filho do BNDES para entrar na bricadeira. Sobra dinheiro, fácil.

Responder

francisco.latorre

07 de maio de 2010 às 04h47

viva a nova telebrás.

chega de extorsão oligopolista.

..

mais..

ainda vamos retomar a vale.

brasil para os brasileiros.

..

Responder

Arthur Schieck

07 de maio de 2010 às 04h34

Acho pouco. É preciso concorrência estatal sim, inclusive para telefonia.
Quando FHC quebrou o monopólio (o que não acho de todo ruim) ele fez pior que isso: vendeu a única chance do governo de impedir a festa das empresas de telefonia que é a referência estatal.
Se isso fosse um absurdo, pelo mesmo raciocínio não pederia existir o BB ou a Caixa. Os Bancos privados competem com elas e niguém sai ferido. Por que não fazer o mesmo em outras áreas do mercado? Do que eles tem medo?

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 16h13

    Sem o BB e CEF país teria sido tragado pela crise.
    Sem a BR Distribuidora, a distribuição de combustíveis líquidos viraria o caos, o que tambem aconteceria caso a Petrobrás não ingressasse na distribuição de GLP, gás de cozinha, através da aquisição da Liquigás… – melhor: a distribuição de GLP foi meio "terra de ninguém" até a chegada da Petrobrás.

O Brasileiro

07 de maio de 2010 às 03h06

Hahahahaha… defesa privada dos monopólios e oligopólios!
Afinal, eles querem livre mercado ou não?
As teles não têm competência para concorrer com estatais???
Como é que no petróleo há estatal e privadas???
Ainda bem que as teles têm a Anatel para protegê-las…

Responder

kecmaster

07 de maio de 2010 às 02h41

O que realmente temos é um grande monopólio privado das telecomunicações de dados. Entrando um empresa pública na jogada, de modo a concorrer, certamente as "privadas" terão que se ajustar como em qualquer competição que é o que falta.
Eu quero um link com a Telebrás a R$35,00 + impostos. :-)

Responder

André

07 de maio de 2010 às 01h00

Pelo visto precisamos de uma parceria Federativa. Governo Federal+ Estadual + Municipal.

E não podemos esquecer das impetro "príncipe dos sociólogos" e suas Geniais Privatizações

Responder

@rldigital

07 de maio de 2010 às 00h55

As teles não querem concorrência de verdade. Elas fizeram um cartel, dividiram o Brasil em capitanias e deixaram sem internet muitas regiões brasileiras. Agora vão ter que melhorar muito ou morrer.

Responder

David R.Silva

07 de maio de 2010 às 00h29

Azenha, a WAY era da Cemig, como a globo fez lobby ao extremo, e Aécio doou para se não me engano para a net, SÓ QUE WAY é superior a Net. Via energia não vamos precisar do PIG.

Responder

    Carol

    07 de maio de 2010 às 14h23

    A tecnologia da Way é fibra óptica e a rede pertence a Infovias, que ainda está sob o controle da Cemig.
    A Way foi vendida para a Oi e a qualidade dos serviços despencaram. Não adianta ter uma boa rede se não tem um bom serviço técnico.

Daniel

07 de maio de 2010 às 03h17

"onde o serviço for prestado de forma imprópria". Todo o Brasil, então, né? Que venha a Telebrás… Chega de monopólio privado.

Responder

daniel neto

07 de maio de 2010 às 02h56

A privatização das telecomunicações não era, também, para deixar livre a concorrência e baratear os preços?? O que as teles conseguiram foi um pote de ouro inestimável. A tal concorrência não existe, os preços não baixaram e onde existe banda larga é clara a "tabelação" de preços. Não expandiram o serviço como deveriam e o resultado está aí: 60º lugar.

As teles são "O" caso clássico do estrago da política neoliberal.

Responder

Glecio_Tavares

06 de maio de 2010 às 23h43

Em varios países do mundo a velocidade de banda larga do Brasil nem é considerada banda larga.

Responder

    Marcos P.B.

    07 de maio de 2010 às 02h47

    Exato. Quem já usou banda larga fora do Brasil e usa o speedy em São Paulo sabe que usa uma BANDA LERDA.

    francisco.latorre

    07 de maio de 2010 às 04h28

    é a banda lerda da privada. sem iniciativa.

    ..

Glecio_Tavares

06 de maio de 2010 às 23h38

Eles pensam que quando privatizaram o setor de telecomunicações estavam comprando o povo.
São contrarios a qualquer atitude que venha salvar o povo deles.

Responder

Kanhotão

07 de maio de 2010 às 02h38

Em Portugal Banda larga de 1 MEGA já é coisa do passado. Temos que correr atrás da bola e oferecer coisa boa aos brasileiros de todas as classes; Principalmente aos mais humildes e excluidos digitais.

Responder

Ubaldo

06 de maio de 2010 às 23h20

Ainda faltou mencionar que as concessionárias de energia elétrica também querem entrar nessa briga, pois já há tecnologia para aproveitar os cabos de energia elétrica domiciliares para fornecer o serviço de banda larga.
Qualquer tecnologia, seja internet banda larga sem fio, qual prefiro e que poderia ser fornecido gratuitamente às classes C e D juntamente com um computador padrão, seja qualquer outra tecnologia, contanto que não seja ressuscitada essa Telebras que certamente seria mais um peso e representante de cabide de empregos, ineficiência e paternalismo.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    06 de maio de 2010 às 23h57

    Em um ponto vc tem razão: as elétricas querem entrar no bolo. abs

    jbmartins

    07 de maio de 2010 às 02h25

    Não Ubaldo voce não esta preocupado com isto não, "contanto que não seja ressuscitada essa Telebras que certamente seria mais um peso e representante de cabide de empregos, ineficiência e paternalismo. ", pesquise este tipo de cabide em SP, paternalismo SP, se esta responda se pesquisou e qual o resultado.

    Leider_Lincoln

    07 de maio de 2010 às 02h57

    Ubaldo, a década de de 1990 terminou já faz alguns anos… Lembra onde o FHC nos levou com este discurso?

    Antonio

    07 de maio de 2010 às 01h13

    Ineficiência, paternalismo, cabidempregos?
    Com quantos PIGS se faz um preconceito?

    Jorge

    07 de maio de 2010 às 01h57

    Ubaldo, Ubaldo: vou te contar uma história de uma empresa gigantesta que utilizava os serviços de uma Estatal cabide de emprego chamada Embratel, a qual provia um excelente serviço. Houve a privatização, e este empresa hoje precisa de TRÊS prestadoras do mesmo serviço para se garantir….. Você sabe a história de trocar 6 por meia dúzia? Não ocorreu aqui: se trocou uma por três. E tem uma que quando dá pane em São Paulo, é um Deus nos acuda….
    Adoro empresas cabide de empregos: pelo menos tem gente para atender…..

    Marta

    15 de maio de 2010 às 20h13

    Peso, ineficiência e cabide de emprego são prerrogativas das "privadas": Peso no nosso bolso, ineficiência na prestação de serviços, haja visto que são as campeãs de reclamação no Procon e cabide de emprego para afilhados dos políticos que as criaram .

daniel

06 de maio de 2010 às 23h16

"O desapontamento das teles teria sido causado pela falta de participação das empresas nas decisões do Plano, anunciado “de surpresa” anteontem, por meio de fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM)."

Só faltava essa, agora viraram governo também? Não lembro de ter "votado" nas teles nas últimas eleições.

Responder

    Druida

    07 de maio de 2010 às 10h55

    Boa, Daniel! Além disso, todos os setores foram convidados pelo governo para apresentar ideias e propostas em Brasília — entidades civis, o cartel das telecoms (aquela turma que o texto acima revela que se reunem periodicamente em teleconferências para decidir os rumos dos seus negócios — e, é claro, fixar os preços escandalosos que nos vitimam), a academia, os pequenos provedores etc etc. O governo teve ainda que tolerar aquela palhaçada da Oi, que sequer consegue fornecer seviço de qualidade em bairros de classe média da principal cidade sob sua, digamos, jurisdição, o Rio de Janeiro. Eles deveriam reunir-se para discutir a melhora do atendimento, da qualidade do serviço, da universalização do acesso (suponho que há cidadãos brasileiros entre esses executivos…), e não tentar sabotar o único caminho de universalização de um serviço essencial que nos resta.

    valmont

    07 de maio de 2010 às 21h46

    Bem lembrado, Daniel.
    O cartel se acha no direito de mandar no Estado brasileiro. Eles ainda ficam INDIGNADOS quando não são consultados, como se o Presidente da República tivesse que pedir a bênção dessa máfia para cada ação.
    Pelo jeito, querem "demitir" o Presidente Lula.
    Eles precisam de entender que a era FHC já foi, graças a Deus. E que não volte nunca mais!!!

mac

06 de maio de 2010 às 23h15

No Brasil só bunda larga !

Responder

Urbano

07 de maio de 2010 às 02h05

Parabéns Presidente Lula, pois para mamar como eles querem, bastava importar umas vacas holandesas de boa linhagem. Para alguns, dali bem pertinho deles… Preço alto e qualidade baixíssima, para mim é negociata.

Responder

Jorge

07 de maio de 2010 às 02h02

Compromissos esses que duraram por 10 anos, terminando em 2008. Não melhoraram? Então o seu caminho é a falência.
Devo lembrar aos leitores deste blog que vivemos em um sistema capitalista que não depende (teoricamente) do Estado. Em um sistema capitalista, quem pode mais chora menos.
Se a vivo, oi. claro ( e suas antíteses: morto, sai e escuro) forem a falência, problema de seus acionistas!

Responder

Pitagoras

07 de maio de 2010 às 01h58

O que temos no Brasil, dominado por essa escória de concessionárias privatizadas (obra magistral de fhc, o príncipe das trevas) é BUNDA LARGA.
Há capitais nesse país que nem no centro nem na periferia próxima (12 km) há oferta do serviço . Nas que existe, não há concorrência.
Eis aí o milagre da privatização: qualidade péssima, tarifas escorchantes, oferta inexistente, concorrência nula, e tratamento do usuário como um lixo descartável. Ah sim, e uma fancaria de regulador, a fraude da ANATEL, muito mais advogada que fiscalizadora.
E Lula amarelou frente a essa infâmia.

Responder

walter

07 de maio de 2010 às 01h43

Intervalo da novela. Rede Nacional. Escuto a voz dela.
Corro para a sala. Não sei como começou, mas lá está Dilma.
Falando com quem? Olhando pra quem?
Tudo em cores vibrantes: terninho, fundo, cabelo.
E ela olhando pro lado.
Por que ela não olha diretamente para a câmera?
Ela está falando com quem?
Se for com eleitor, perdeu muitos.
Quem acredita em alguém que não fala olhando nos olhos?
Ela não olhou para mim, nem sei o que ela falou.
Eu, quem estava na sala e mais o “ibope” da novela da globo.
Não vou nem escrever quem ela me lembrou para não espalhar.
Se esse for o nível, vai ficar difícil.

Por favor, se alguém achar o link…

Responder

    francisco.latorre

    07 de maio de 2010 às 15h08

    você não entendeu nada. nadica.

    dá um tempo..

    ..

    difícil mesmo é aguentar esses 'especialistas' em comunicação.

    ..

    Roberto Almeida

    08 de maio de 2010 às 04h22

    Então explica, Xico.

    francisco.latorre

    08 de maio de 2010 às 13h30

    dilma foi tão 'mal'.. que fizeram um tudo pra tirar do ar.

    tá explicado?..

    ..

    Roberto Almeida

    08 de maio de 2010 às 04h21

    Concordo plenamente. Fiquei assustado na situação em que meteram Dilma.

@chelosbr

07 de maio de 2010 às 01h32

ALém do PNBL tem que haver a devida regulamentação do desempacotamento das redes de telefonia fixa. O chamado #Unbundling. Com o Unbundling regulamentado as operadoras de telefonia fixa teriam que criar empresas totalmente independente destas para oferecer serviço de banda larga e em condições isonômicas a quaisquer outras empresas interessadas!

Responder

@chelosbr

07 de maio de 2010 às 01h32

ALém do PNBL tem que haver a devida regulamentação do desempacotamento das redes de telefonia fixa. O chamado #Unbundling. Com o Unbundling regulamentado as operadoras de telefonia fixa teriam que criar empresas totalmente independente destas para oferecer serviço de banda larga e em condições isonômicas a quaisquer outras empresas interessadas!

Responder

Marcelo Gonçalves

07 de maio de 2010 às 01h31

Azenha, olhe esse video. Um garoto do Complexo do Alemão fez um jornal e diz que graças ao PAC a vida esta melhorando na região.
http://renesilvasantos.blogspot.com/2010/01/menin…

Responder

Marcelo Gonçalves

07 de maio de 2010 às 01h31

Azenha, olhe esse video. Um garoto do Complexo do Alemão fez um jornal e diz que graças ao PAC a vida esta melhorando na região.
http://renesilvasantos.blogspot.com/2010/01/menin…

Responder

    HBR

    07 de maio de 2010 às 14h10

    Vejam o Renê: razão total e emoção pura, aos 16 anos!

Marcelo Gonçalves

07 de maio de 2010 às 01h31

Azenha, olhe esse video. Um garoto do Complexo do Alemão fez um jornal e diz que graças ao PAC a vida esta melhorando na região.
http://renesilvasantos.blogspot.com/2010/01/menin…

Responder

Tweets that mention O desafio da banda larga: a disputa em torno da “última milha” | Viomundo - O que você não vê na mídia -- Topsy.com

06 de maio de 2010 às 21h33

[…] This post was mentioned on Twitter by Caribé !, Caribé !, Hélio Sassen Paz, VIOMUNDO, Pedro Claudio and others. Pedro Claudio said: RT @VIOMUNDO: O desafio da banda larga: a disputa em torno da "última milha" – http://tinyurl.com/2etaglk (via @viomundo) […]

Responder

Marcelo Ramos

07 de maio de 2010 às 00h14

Os caras ainda pensam que privatizar é sinônimo de exclusividade. O mercado é para todos, essas teles ainda nem conseguiram oferecer um serviço 3G decente, agora vão ter que se esforçar, investir… senão, podem fechar.

Responder

Lucas Cardoso

07 de maio de 2010 às 00h11

Simples. Bota a Telebrás pra competir com as empresas privadas.

Não quer perder o lucro? Faz melhor. E mais barato.

Bem vindas ao livre mercado.

Responder

Almerindo

07 de maio de 2010 às 00h05

"Reativar a Telebrás como prestadora de serviço, segundo elas, seria uma quebra nos compromissos assumidos pelo governo brasileiro durante a privatização da telefonia em 1998."

thc maldito!!!

Responder

    Arnold Bezerra

    07 de maio de 2010 às 11h57

    Privatizou pagando com o dinheiro público com juros subsidado e formaram um Cartel de umas quatro, não investiram para melhorar oserviço, agora chiam porque o Governo opta por melhorias com a Telebrás. Isto dá extamente o pensamento do "tenho jatino porque posso"

Roberto

06 de maio de 2010 às 23h57

Caríssimos dirigentes das teles brasileiras, dou-lhes um recado: se virem! Inventem uma forma melhor de estorquir dinheiro do povo pois a vaquinha leiteira de vocês voz e internet está indo para o brejo. Chegou a hora de terem que usar a inteligência para ganhar dinheiro não mais dependendo de facilidades do governo ou do artifício de cartel.

As margens absurdas que cobram na banda larga não fazem sentido. Quase 50% de lucro e' muito dinheiro!!

Responder

moniz

06 de maio de 2010 às 23h47

Desculpe a ignorância, mas BANDA LARGA existia em 1998, do jeito que conhecemos hoje????

Responder

    Marco Cardoso

    07 de maio de 2010 às 11h07

    Sim. Note que a recomendação I.113 do UIT, que define banda larga como sendo um serviço com velocidade maior que o primário de ISDN (1,5 Mbps ou 2Mbps dependendo do padrão adotado) foi REVISADA em 1997.

    Fonte:http://eu.sabotage.org/www/ITU/I/I0113e.pdf

Francisco Alves

06 de maio de 2010 às 23h35

As teles só querem melzinho na chupeta, isso é claro, morei em 3 endereços em 3 anos e em nenhum dos bairros tem duas empresas operando. Não há concorrência. Tenho a impressão que dividiram sampa em pedaços e ninguém se mete a besta no território do outro. A folha faz uma campanha contra a Telebrás em nome dela e da globo. Trabalho no mercado financeiro e acompanho a bovespa há 25 anos e garanto: quem compra ou vende ações da TELB4 não é bobo e sabe fazer conta. Valorização de 27.000% ? qual a referência de preço ? as ações tinham vendedores na bolsa por anos a centavos e ninguém queria.

Responder

Roberto

06 de maio de 2010 às 23h31

Apoio integralmente o PNBL da forma como está principalmente no que tange a deixar claro as teles, ou voces investem nas cidades medias e pequenas ou o governo entra e faz o que voces não querem fazer. Espero sinceramente ver pequenos provedores também fazendo concorrencia com as teles.
Chega da mamata de só ficarem com o filét e largar o osso pra ninguem. Se quiser manter o que por enquanto é osso terá que investir senão esse osso vira filet para outras empresas e para a Telebras.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding