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Cartas de Minas
Cartas de Minas

NY Times: China, Índia e Brasil na condução da economia global

03 de novembro de 2010 às 23h35

Shift in Washington Stirs Economic Jitters Abroad (Mudança em Washington causa ansiedade econômica no Exterior)

By LIZ ALDERMAN, no New York Times

November 3, 2010

Enquanto os republicanos se preparam para usar sua nova autoridade no Congresso, os parceiros comerciais dos Estados Unidos se preocupam com a possibilidade de que a mudança política em Washington possa trazer novos desafios à economia global.

Apesar das promessas de cortar gastos do governo e o grande déficit orçamentário dos Estados Unidos, espera-se que os republicanos enfrentem a ansiedade com o desemprego e o crescimento econômico tíbio tentando estender os cortes de impostos aprovados durante a presidência de George W. Bush — uma medida que acrescentaria ao déficit e, por extensão, enfraqueceria ainda mais o dólar.

“O resto do mundo, incluindo a Ásia, está de olho nos Estados Unidos e não vê medidas reais de política econômica que possam trazer a economia de volta aos trilhos”, disse Bart van Ark, economista-chefe do Conference Board, que mede os indicadores econômicos dos Estados Unidos. “Isso faz com que os Estados Unidos percam legitimidade na comunidade econômica global como um líder capaz de oferecer soluções”.

Manter os impostos nas taxas relativamente baixas de hoje poderia ajudar a aumentar os gastos do consumidor nos Estados Unidos, enquanto um dólar mais fraco tornaria mais competitivas as exportações dos Estados Unidos. Mas analistas dizem que esses ajustes seriam apenas temporários e provavelmente não reverteriam o decrescente poder econômico dos Estados Unidos, no momento em que os mercados emergentes — liderados pela China, Índia e Brasil — superam as nações industriais na condução do crescimento global.

Um dólar mais fraco, ao tornar as exportações europeias mais caras, pode também acabar com as tentativas de recuperação baseadas em exportação de países europeus como o Reino Unido, a Grécia e a Irlanda, que adotaram duras medidas de austeridade para controlar dívida excessiva.

Depois que o governo Obama conseguiu aprovar mudanças no sistema de saúde e no sistema financeiro, os eleitores deram o sinal de que querem reduções nos gastos federais. O deputado John A. Boehner, de Ohio, republicano que deverá ser o novo líder da Câmara, reiterou a promessa de que depois das eleições pretende reduzir o tamanho do governo, criar empregos e mudar o funcionamento do Congresso.

Não é fácil. Os eleitores também querem manter seus direitos adquiridos e esperam que os republicanos revertam cortes no programa Medicare [que atende a terceira idade] e que possam estender os cortes de impostos de Bush que vão expirar no fim deste ano.

Essas medidas, se aprovadas, tornariam ainda mais difícil — não mais fácil — aos republicanos manter seus compromissos de controlar a dívida nacional e o déficit do orçamento. Da perspectiva de quem está fora dos Estados Unidos, “as promessas republicanas de probidade fiscal são difíceis de acreditar”, disse Simon Tilford, o economista-chefe do Centro Europeu para Reforma Econômica em Londres. “O que eles estão pregando provavelmente vai aumentar o déficit em vez da redução dramática que eles dizem pretender”.

Há também o risco de o Congresso, dividido entre uma Câmara controlada pelos republicanos e uma maioria frágil dos democratas no Senado, ficar paralisado. Isso deixaria a tarefa de apoiar uma recuperação econômica dos Estados Unidos inteiramente por conta do Banco Central.

O Banco Central demonstrou preocupação na quarta-feira com uma recuperação “lenta” e uma inflação baixa ao anunciar planos para comprar 600 bilhões de dólares em bônus do Tesouro, um processo conhecido como quantitative easing, que visa estimular o crescimento econômico e reduzir o desemprego. Esta medida com certeza vai enfraquecer o dólar, mas a habilidade dela de estimular uma recuperação ainda tem de ser provada.

Também não está claro quanto um Congresso fraco mas ainda controlado pelos democratas pode fazer antes que um líder dos republicanos assuma o comando da Câmara. Mas a pressão agora está sob o governo Obama para fazer um acordo em torno dos impostos até o fim do ano — ainda que não haja consenso sobre onde cortar os gastos, dizem analistas.

Além disso, se os atuais níveis de impostos para os mais ricos forem mantidos, assim como os cortes para contribuintes de classe média para os próximos anos, a ação poderia acrescentar de um a dois pontos percentuais no déficit em relação ao conjunto da atividade econômica, de acordo com Klaus Günter Deutsch, um economista sênior do Deutsche Bank Research em Berlim.

Se Washington acabar aumentando o déficit, em vez de reduzí-lo, um dos resultados seria o enfraquecimento ainda maior do dólar contra o euro, a libra e outras moedas.

O dólar já perdeu mais de 15% de seu valor em relação ao euro desde junho por conta das preocupações com a situação fiscal federal e na expectativa de que o Banco Central anunciaria novas medidas na quarta-feira para colocar mais dinheiro na economia enfraquecida.

Em época de pleno emprego, um déficit maior pode ser enfrentado por uma política monetária mais dura e taxas de juros maiores, disse C. Fred Bergsten, diretor do Instituto Peterson de Economia Internacional em Washington. “Mas agora, com os juros próximos de zero e o Banco Central embarcando em uma nova expansão quantitativa, isso significa um déficit maior e um dólar mais fraco, e essas questões causam os maiores alarmes no exterior, especialmente entre europeus”.

Mesmo que o dólar continue a enfraquecer, ajudando os exportadores americanos, a maioria dos especialistas em política e economia esperam que os legisladores dos dois partidos mantenham a pressão na China para fortalecer a sua moeda. Isso tornaria ainda mais difícil para o governo Obama buscar cooperação com os chineses para que eles mantenham sua moeda alinhada aos fortes fundamentos econômicos do país.

Os industriais americanos faz tempo reclamam que a China está mantendo sua moeda, o renminbi, artificialmente fraca, tornando mais difícil para as exportações americanos competirem no mercado global.

A questão das moedas é parte de uma disputa mais ampla no comércio, disse Kenneth S. Rogoff, um economista de Harvard que foi economista-chefe do Fundo Monetário Internacional.

“Se os chineses cederem um pouco, isso ganharia um bom tempo para discutir as questões comerciais”, ele disse. “Os asiáticos estão extremamente nervosos com a possibilidade de os Estados Unidos taxarem os importados chineses ou de alguma medida agressiva, não apenas porque os republicanos estão assumindo o controle da Câmara, mas porque a economia dos Estados Unidos está muito fraca”.

Até que a poeira assente, no entanto, “imprevisibilidade é a palavra do dia”, o sr. Rogoff afirmou. “Nós temos novas forças poderosas e voláteis”, ele acrescentou. O “resto do mundo vai se preocupar com isso”.

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20 Comentários escrever comentário »

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Joseildo Lima

07/11/2010 - 18h37

Os EUA tem uma via mais fácil pra reduzir o déficit fiscal: cortar gastos militares. Fácil entre aspas, porque isso sequer é discutido no governo e entre republicanos. Mexe-se em tudo, menos em orçamento do Pentágono.
Resultado: diante de sua crise interna, os EUA veem-se diante de uma dúvida: manter a estabilidade internacional, fortalecendo o dólar, ou esquecer que o mundo existe e se voltar pra seus problemas internos.
Cada vez mais o mundo está percebendo que os EUA estão pouco se importando com os rumos da economia mundial. Mudanças no entendimento do câmbio não bastam; está na hora de trazer de volta à mesa de negociações o "bancor" de Keynes ressuscitado há alguns meses em discurso do Secretário Geral da Onu, Ban.
É inadmissível que em pleno século xxi mantenhamo-nos presos a uma única (o euro ta falido!) moeda internacional, comandanda por um único país.

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Ubiratan Rosa Passos

06/11/2010 - 18h51

Eu acredito no Brasil! Eu acredito na perspicácia, na firmeza e na determinação dessa mulher guerreira.
E acredito, mais ainda, quando os "sábios" economistas de plantão, aqueles defensores do apocalipse nacional, tendo sua maior expressão na Miriam "Global", já destilando dúvidas sobre os rumos da capacidade da Dilma enfrentar os desafios que se colocarão a sua frente, prenunciam o caos.
Me preocuparia, e muito, se eles viessem com previsões otimistas.
Aliás, se os amigos internautas se recordam, durante todo o período de oito anos de governo Lula, a Miriam Leitão, só previu o caos. Deu no que deu!

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ratusnatus

05/11/2010 - 19h06

Cortar orçamento militar que cresceu após o fim da guerra fria? Pra que?

Isso nem é assunto…

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Baixada Carioca

04/11/2010 - 22h51

Alguém pode nos explicar como isso pode afetar ao cidadão comum? Sem economês, por favor.

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    José Sabino

    05/11/2010 - 17h45

    O da Baixada,

    Esta é fácil: o mundo está saturado de dólares. Se os americanos resolverem parar com TODOS os gastos em guerras e abrirem mão do ouro que possuem entesourado – que lá se mede em quilômetros cúbicos – poderão, talvez, resolver essa crise e honrarem os dólares que grassam mundo afora.

    Se não fizerem isso, esqueça. A crise é apenas uma recém-nascida.

Os EUA estão derretendo « Aspas Públicas

04/11/2010 - 16h18

[…] Para o Brasil o cenário não é necessariamente ruim, dada a diversificação atual do nosso comércio exterior. E há que se calcular a vantagem relativa de não ter que aguentar (por causa de sérias restrições orçamentárias) o Departamento de Defesa e a CIA se metendo em todos os assuntos do mundo. O que é impossível a nós, claro, é copiar a estratégia norte-americana dos anos 1940 por que não somos os EUA do pós-guerra. Mas é possível, que no vácuo, aumente o poder de decisão e influência do Brasil no mundo. (https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/ny-times-china-india-e-brasil-na-conducao-da-economia-global…) […]

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ruypenalva

04/11/2010 - 15h24

Estamos no limbo com os EUA tentanto reverter seu enorme déficit com a China e a China se resguardando mantendo sua moeda extremamente desvalorizada. Alguns já anunciam o ocaso do império no médio longo prazos, posto que o império não pode contaminar a economia mundial baseada principalmente nas trocas comerciais com ele. O crescente déficit fiscal americano, o aumento de gasto com pensões e saúde, um orçamento desmesurado de defesa, mais de 600 bilhões de dólares por ano, tudo isso enfraquece a economia americana que vive pedalando seu déficit e sua economia movida a crédito e a apostas financeiras. Seguramente teremos uma nova ordem mundial em que os Brics, mas não os Pigs, terão papel relevante. O Brasil tem uma espaço enorme para crescer, seja exportando commodities agrícolas, animais, seja exportando minério e petróleo. Mas não pode ficar só nisso, pois temos também de alcançar refinamento industrial e tecnológico. A Índia e a China serão decisivos, a Rússia e o Brasil desempenharão um papel secundário, mas não menos importante. A Rússia está procurando a todo custo reaver sua paridade tecnológica com o ocidente dando grandes estímulos na área de nanotecnologia, eletrônica, geoposicionamento e criando uma versão russa do Vale do Silicio. A Índia,que já foi uma potência, tudo indica que voltará a ser, assim como a China já o é. Resta o Brasil que nunca foi potência, é relativamente novo como os EUA e precisa dar uma salto na sua ciência, tecnologia, distribuição de renda e instituições para poder se afirmar no mundo. Teremos uma crise longa que está longe de solução, o Brasil deve ser um bom parceiro para França, Alemanha (a grande Alemanha), mas continuará competindo com EUA e China.

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LUCAS PEREIRA

04/11/2010 - 12h49

FORBES PÕE DILMA ROUSSEFF COMO 16ª PESSOA MAIS INFLUENTE DO MUNDO, À FRENTE DE SARKOZY E HILLARY CLINTON. PRESIDENTE CHINÊS É O PRIMEIRO DA LISTA, À FRENTE DE BARACK OBAMA. http://desatualidadescronicas.blogspot.com/2010/1

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sergio

04/11/2010 - 11h37

Estados Unidos tem problemas e querem dividir com o mundo, quando havia bonança eles usufruiram sozinhos.

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    Baixada Carioca

    04/11/2010 - 22h46

    Velha prática Ianque.

Ze da Couves

04/11/2010 - 10h27

enquanto isso marina silva preocupada com as arvores derrubas para se fazer papel moeda,,,,

imagina essa senhorra na presidencia do brasil?

povo sabio

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Pedro

04/11/2010 - 10h23

Todo esse papo economicista não está com nada. O mundo já mudou e continua mudando rapidamente e o NY Times acha que a gente acredita nesse economês. Seria bom que o americano assistisse ao filme do Michael Moore, Capitalismo: uma história de amor. Vamos falar de produção, de distriuição segundo as necessidades da humanidade e deixemos de lado as mil teorias escolásticas sobre moeda, dinheiro, comércio. A questão que se coloca, agora, é a seguinte: ou a humanidade faz valer suas necessidades, ou vamos pro brejo.

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Paulo palavra

04/11/2010 - 07h46

A coisa é simples pra quem acompanha (estuda) a política e a economia mundial. É uma Guerra é cambial! Todos os países no mundo tem grande parte de suas reservas em dólar, lastreadas em títulos americanos com juros baixíssimos. Os EUA então desvalorizam mais a sua moeda inundando o mercado com mais dólar. A China que tem sua moeda desvalorizada e vínculada à moeda americana, Vê a sua moeda cair ainda mais. Uma verdadeira guerra mundial convencional não está descartada diante da miminência do caos econômico dos EUA e a perda de sua hegemonia imperial monetária no mundo diante da criação de uma cesta das principais moedas (cotação média) do planeta para efeito de trocas comerciais. EX: O Brasil teria tb acordo monetários que garantiriam reservas em moedas estrangeiras e vice versa entre os principais países do mundo proporcionais ao seu volume comercial internacional e de investimentos

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@yakolev

04/11/2010 - 03h05

Ninguém tem a mínima idéia d onde isso dará.
O mundo todo comprado em títulos americanos (embora países como China e Índia procurem contrabalançar alocando reservas em Ouro, Prata, outros metais preciosos, além d 1 mix c/cesta d moedas);

o FED se adiantando à 1 possível substituição do dólar americano como moeda d troca internacional, inundando os mercados não c/bilhões mas c/trilhões d dólares eletrônicos (q p/efeitos práticos são a 'mesma coisa' q os físicos em papel), tanto pra equilibrar o rombo não fechado (aliás p/mtos analistas "imfechável") d 2007/08, como p/compras laterais d papéis (entre outros ativos) das principais empresas do mundo todo nas principais Bolsas mundiais, prendendo o mundo num 'abraço d afogados' do tipo "se dançarmos, o mundo todo dança"…

Repito, não dá pra ter idéia d onde isso vai dar…
Mas tanto p/o pequenos especuladores/investidores, como p/a imensa maioria do público s/os mínimos conceitos d História ou educação financeira; a história e os arranjos/acordos estão aí pra todo mundo ver em tempos "internéticos" q ignorar tais acontecimentos ou esperar passivamente pela salvação dos governos não é 1 opção sensata…

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Luana

04/11/2010 - 02h25

O que precisa realmente é mudar a configuração do sistema monetário internacional que não condiz mais com a realidade de um pós Segunda Guerra. Não dá para ficar funcionando apenas através da confiabilidade do governo americano com o Partido Republicano sendo cada vez mais fascista. Já tivemos a experiência Bush, uma consequência direta dessa visão maniqueísta deste partido.

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LUCAS PEREIRA

04/11/2010 - 01h16

Tudo tem acontecido muito rápido: a amalucada taxa de crescimento chinesa, o pré-sal, a decadência da Europa, as crises na economia norte-americana… a geopolítica merece ser estudada a fundo neste fim da década…

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Carlos Cruz

04/11/2010 - 00h25

Com nossas reservas aplicadas em títulos americanos, devemos prever uma imensa desvalorização do dolar com a guerra comercial e cambial China X EUA. Já é chegada a hora de troca por uma cesta de moedas ou a volta do padrão ouro? Como sairemos dessa enrascada? Nosso dinheiro é nossa segurança. É nossa independencia.

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ZePovinho

03/11/2010 - 23h58

Se segurem,meus amigos.O FED ligou a impressora e imprimiu mais 600 bilhões de dólares de dívida nas costas do contribuinte americano.
Enquanto o governo não pode imprimir dinheiro(nos EUA) e nem o Tesouro pode emprestar para o governo(no Brasil),os bancos privados donos do FED podem fazer as duas coisas ao mesmo tempo.Imprimem dinheiro,emprestam para o governo cobrando juros e os americanos acreditam em mercado livre tendo o maior monopólio do dinheiro,no mundo,bem no meio do focinho deles em Washington.

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    Iguatemi De Jesus

    04/11/2010 - 08h49

    o sistema financeiro internacional, com o banco mundial como braço direito, o FMI o braço esquerdo, com tentáculos em todo o mundo, China, Brasil, Reino Unido, em todo canto e pobre América, o lindo canto do mundo onde o monstro foi se asentar. Destruir o monstro financeiro que só produz dor (doce dor para os débeis) é o próximo passo em direção à sonhada liberdade.

@psycoloko

03/11/2010 - 23h49

Vamos ver até que o ponot os EUA vão aturar tal enfraquecimento de boca calada e sem armas não é? rsrsrs

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