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Mott sobre ataques a gays: Igrejas têm mãos sujas de sangue


17/11/2010 - 18h39

Quarta, 17 de novembro de 2010, 14h00 Atualizada às 17h22

por Ana Cláudia Barros, em Terra Magazine

O espancamento de homossexuais por jovens de classe média alta na Avenida Paulista e a tentativa de homicídio contra um rapaz de 19 anos após a Parada Gay na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, ambos ocorridos no último fim de semana, são, na opinião do antropólogo e historiador Luiz Mott, resultado da intolerância, reforçada por um discurso fundamentalista religioso.

“A maior visibilidade e a conquista de espaços públicos por parte de homossexuais provocam a ira dos mais intolerantes, que estavam acostumados a um complô do silêncio”, afirma, completando:

– As igrejas cristãs, em geral, têm as mãos sujas de sangue, pela intolerância que divulgam nos púlpitos e nas televisões. Elas fornecem munição ideológica para aqueles que têm ódio de homossexuais, fazendo com que esse ódio aumente. Vai chegar uma época em que o papa e essas igrejas vão pedir desculpas de joelhos aos homossexuais, como a igreja já pediu desculpas aos judeus, negros e índios.

Para Mott, que é fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), o País trata a questão da homossexualidade de forma contraditória:

— O Brasil tem um lado cor de rosa, que é representado pelas paradas gays, tem mais de 200 paradas e a maior parada gay do mundo; tem a maior associação LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) da América Latina; tem o Programa Brasil Sem Homofobia, ou seja, conquistou muitos avanços, mas tem um lado vermelho sangue. O Brasil é o país líder em assassinatos de homossexuais. Não é o país mais homofóbico do mundo, porque não temos leis, como no Egito ou no Iraque, onde os homossexuais podem ser executados, mas, a cada dois dias, um gay, uma travesti ou, em número muito menor, uma lésbica é vítima de crimes de ódio. São crimes praticados com requintes de crueldade.

Confira a entrevista.

Terra Magazine – No último fim de semana, houve episódios de violência contra homossexuais, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo…

Luiz Mott – E acrescente três travestis assassinadas no Paraná, também no último fim de semana. A bruxa está solta. A maior visibilidade e a conquista de espaços públicos por parte de homossexuais provocam a ira dos mais intolerantes, que estavam acostumados a um complô do silêncio. Os próprios homossexuais não se expunham para evitar situações de risco. Há anos, na Bahia, quando passavam um gay e os machistas percebiam, eles gritavam: ‘Tchibum’. Como dizendo: ‘Ali passa o veado, vamos caçar o veado’. Era uma forma de desmascarar.

Hoje, as pessoas partem para a agressão física, como aconteceu (em 2000) com o Edson Neri, na Praça da República (São Paulo), que foi o caso mais emblemático. Ele foi trucidado por um bando de carecas neonazistas. Acho que essa visibilidade incomoda. Há também a intolerância religiosa, que continua pregando como nunca, a ponto do (pastor Silas) Malafaia colocar cartazes na rua, dizendo que Deus criou o homem e a mulher, ou seja, a homossexualidade é uma aberração, um pecado.Tem essas duas coisas, a visibilidade que provoca a intolerância, que é reforçada por um discurso fundamentalista.

O Brasil tem um lado cor de rosa, que é representado pelas paradas gays, tem mais de 200 paradas e a maior parada gay do mundo; tem a maior associação LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) da América Latina; tem o Programa Brasil Sem Homofobia, ou seja, conquistou muitos avanços, mas tem um lado vermelho sangue. O Brasil é o país líder em assassinatos de homossexuais. Não é o país mais homofóbico do mundo, porque não temos leis, como no Egito ou no Iraque, onde os homossexuais podem ser executados, mas, a cada dois dias, um gay, uma travesti ou, em número muito menor, uma lésbica é vítima de crimes de ódio. São crimes praticados com requintes de crueldade.

A principal justificativa desses assassinatos é o preconceito, a aversão aos homossexuais?

Sim. São crimes em que a vulnerabilidade da vítima é fator fundamental. O assassino parte do pressuposto ou que o gay é frágil, efeminado, não vai reagir, é presa fácil ou que ele não vai ter o apoio dos vizinhos, do zelador do prédio, porque os gays são pessoas, muitas vezes, odiadas. Há casos em que o gay gritou pedindo socorro e a vizinha não foi porque teve medo ou porque não tinha nenhuma solidariedade.

Há ainda outro fator, que chamamos de homofobia cultural. Por que a travesti está fazendo pista (se prostituindo) e, muitas vezes, está envolvida no crack? Porque ela foi jogada, foi expulsa para a margem da sociedade. Então, mesmo nos crimes em que há envolvimento com droga ou nos casos de latrocínio praticado por rapazes de programa, que transam com o gay e depois matam e roubam a vítima, a homofobia cultural está presente. Partiu-se do princípio de que veado tem mais é que morrer.

Você apontou os paradoxos que há no Brasil (o cor de rosa e o vermelho sangue). Há uma falsa tolerância?

Na verdade, há essa contradição. Os estrangeiros costumam dizer que, na América Latina, não há lugar mais fácil para paquerar, transar com homens gays, bissexuais do que no Brasil. Ao mesmo tempo, é um País que tem esse componente de agressividade letal. Em 2009, foram 198 assassinatos documentados. Em 2010, até ontem, eram 175 assassinatos. A tendência é que feche o ano ou no mesmo número ou em número maior. A média (sobre vítimas) geralmente é de 70% de gays, 27% de travestis e 3% de lésbicas.

Como essa contradição pode ser explicada?

Considero que o machismo brasileiro e o latino-americano tem raiz histórica no escravismo. Os brancos machos, donos do poder, eram menos de 20% da população. Então, para manter os outros 80% da população submissos, explorados, o macho latino-americano tinha que ser super violento e viril. Qualquer efeminação, medo podiam representar uma possibilidade de os oprimidos tomarem conta. Então, acho que essa violência contra homossexual é uma forma de afirmação da masculinidade. A homofobia e os crimes de morte têm a ver com uma afirmação do machismo, da virilidade e com a ideia de, sobretudo quando o gay é assassinado por rapaz de programa, uma questão de classe.

Há pesquisas que mostram que as pessoas de classes sociais mais baixas são mais homofóbicas, mais intolerantes, mais conservadoras.

Mas o ataque, por exemplo, aos jovens gays na Avenida Paulista foi promovido por estudantes de classe média alta.

Primeiro, tem que ver se é mesmo classe média alta ou simplesmente de classe média. A homofobia está presente em todas as classes sociais, inclusive na classe alta, embora seja predominante nos extratos mais baixos.

A universidade Mackenzie publicou em seu site um manifesto contra a lei que crimiminaliza a homofobia. O que você achou da iniciativa?

Desde o tempo em que eu era estudante da Faculdade Maria Antônia (USP), em frente ao Mackenzie, havia guerras campais. A Maria Antônia era reduto dos comunistas. Eles (Mackenzie) sempre foram reacionários, extremamente conservadores. Eu me admiro porque a intolerância tem sido maior nas igrejas pentecostais, que não são as igrejas protestantes históricas. E eles são presbiterianos, que é uma igreja histórica que, nos Estados Unidos, tem um posicionamento muito mais favorável. Há pastores gays assumidos no presbiterianismo, inclusive no Brasil. Foi muito chocante uma igreja mais aberta, como a presbiteriana, e pelo fato de ser em uma universidade, um lugar onde se deve ensinar a ciência, e não o criacionismo. É uma inversão. A universidade virou um púlpito, mais intolerante do que as próprias igrejas pentecostais, Universal, Assembleia de Deus, que têm como líderes Malafaia, (Marcelo) Crivella e Magno Malta, que são nossos maiores inimigos.

Para você, um posicionamento mais radical em relação à homossexualidade colabora para a ocorrência de crimes contra homossexuais?

Com certeza. As igrejas cristãs, em geral, têm as mãos sujas de sangue, pela intolerância que divulgam nos púlpitos e nas televisões. Elas fornecem munição ideológica para aqueles que têm ódio de homossexuais, fazendo com que esse ódio aumente. Vai chegar uma época em que o papa e essas igrejas vão pedir desculpas de joelhos aos homossexuais, como a igreja já pediu desculpas aos judeus, negros e índios.

Particularmente, esse papa Bento XVI se distinguiu, desde quando era assessor de João Paulo II, como sendo o mais intolerante dos papas dos últimos séculos. Ele disse: ‘O homossexualismo (usando o termo patológico) é intrinsecamente mau’. Então, a partir daí é que as igrejas protestantes, inclusive muçulmanos, impediram que na Organização das Nações Unidas seja incluída a orientação sexual como direito humano fundamental.

Há muita resistência para aprovação do PLC (Projeto de Lei da Câmara) 122. Você acredita que a lei que criminaliza a homofobia vai ser aprovada? Qual sua expectativa?

Faltou vontade política ao Lula. Ele poderia ter pressionado a bancada aliada para que votasse. Há mais de uma dezena de leis no Congresso Nacional dentro da agenda LGBT e nenhuma foi aprovada. Como a Dilma vai ter maioria nas duas Casas, vamos pressionar ao máximo para que ela mobilize seus aliados.

A senadora eleita Marta Suplicy disse textualmente que a situação dos homossexuais no Brasil piorou. O número de assassinatos aumentou, nenhuma lei foi aprovada e nossos vizinhos conquistaram mais direitos, como a Argentina, que tem o casamento gay. Até o Chile e o Uruguai tiveram legislações contra a homofobia aprovadas, de modo que, infelizmente, na última década, eu digo: Se ficar, a Aids pega, se correr o homófobo mata. Para os homens heterossexuais, a Aids representa 0,8% de infecção. Entre os gays é de 11%. Infelizmente, a esperança de vida para os homossexuais nos últimos anos piorou, diminuiu. É preciso políticas efetivas. Não há nenhum governo que tenha feito tanta mobilização, programas, conferências, coordernadorias, mas nada sai do papel.

Você acha que se o PLC 122 fosse aprovado inibiria de fato a violência contra homossexuais ou seria uma lei inócua?

Há mais de 20 anos que o Grupo Gay da Bahia pleiteia a equiparação da homofobia ao racismo. Bastava para nós que os mesmos insultos, agressões, discriminações que são categorizados, no caso do racismo, como crime inafiançável, que fossem na mesma extensão para os delitos em relação à orientação sexual. Porém, esse projeto de lei, da Iara Bernardi (PT), que é a autora original do projeto, foi muito detalhado. Inclusive, como aconteceu com a lei de Juiz de Fora (Lei Municipal nº 9791, conhecida por ‘Lei rosa’), permitindo afeto em público por homossexuais…

Não tinha necessidade de colocar isso no PLC 122, porque o que não é proibido é permitido. É isso que tem atraído a ira dos evangélicos. Eles acham que os gays vão se beijar e transar dentro da igreja. Acho que o projeto de lei é importante porque tipifica os delitos de homofobia e, sendo aprovado, vai inibir a prática da homofobia no dia-a-dia, mas não tem nada sobre a violência letal. Falta no projeto uma explicitação sobre isso.

A aprovação é fundamental, sobretudo, para marcar a presença de 10% da população brasileira constituída por LGBTs, que vão ter o mínimo de proteção legal. Na Constituição de 1988, não incluiu a proibição de discriminar por orientação sexual e isso permite que juizes, delegados, policiais digam que discriminar gay não é crime. Em outros países há leis severas contra a homofobia.



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107 comentários

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Ronaldo

26 de novembro de 2010 às 22h50

Discordo em parte. A IURD é uma das mais tolerantes com os gays.

O Mott está sendo injusto. O Bispo Macedo é um dos tolerantes.

Responder

LuisCPPrudente

24 de novembro de 2010 às 21h47

Está confirmado a mão suja da Igreja Católica Apostólica Romana, o papa nazista Ratzinger, aceitou a demissão do bispo que pediu (foi obrigado) demissão do cargo de bispo.

A Igreja Católica mostra mais uma vez de qual lado ela está: do lado das elites e contra os movimentos sociais.

Será que a Igreja Católica sabe ainda quem foi Jesus Cristo? Pelo que sei Jesus Cristo defendia os oprimidos contra os fariseus.

Responder

Cris

24 de novembro de 2010 às 15h35

Olavo de Carvalho faz um comentário contundente sobre o episódio:

http://www.youtube.com/watch?v=8kzP-MWFiZs

Responder

juarez

24 de novembro de 2010 às 00h21

Deus abomina homem com homem e mulher com mulher é pecado a Biblia dis que Deus fez macho e femia ai daquele que distorce a palavra de Deus sera condenado e vai para o inverno.Deus destrui sodoma e comora por causa do homossexualismo.O povo precisa ler a Biblia que fala sobre a Salvação em Jesus Cristo.

Responder

André Sobrinho

21 de novembro de 2010 às 13h33

Será que esta família de classe média dos agressores tá no grupo que defende a redução da maioridade penal? uhmm, será que gostariam de vê-la aplicada aos seus belos filhinhos?

Responder

fred

20 de novembro de 2010 às 16h20

As igrejas não tem apenas as mãos sujas de sangue. Tem o corpo e o espírito inteiros. Ninguém, rigorosamente NINGUÉM,
precisa de qualquer igreja para chegar chegar a Deus. Abomino as que pregam o preconceito e a intolerância, as que tiram o pão de pessoas paupérrimas e desesperadas, as que tem relação estreita com a pedofilia. Entre as igrejas que todos conhecemos, será que existem pelo menos uma exceção à regra?

Responder

Antonio

18 de novembro de 2010 às 23h09

Deus não faz acepção de pessoas, portanto não é contra ninguém.Todos os que estão encarnados aqui na terra tem que ir em busca de luz, praticando o bem. Nós todos somos espíritos imperfeitos, em busca da perfeição. Padres, pastores ou qualquer outro religioso , também tem defeitos e precisam se renovarem a cada encarnação.

Responder

Scan

18 de novembro de 2010 às 21h29

" Vai chegar uma época em que o papa e essas igrejas vão pedir desculpas de joelhos aos homossexuais, como a igreja já pediu desculpas aos judeus, negros e índios."

Meu caro Mott, se a igreja católica conseguir um pouco de poder ela repetirá exatamente o que já fez com os judeus, os negros e os índios.
Desculpas são apenas palavras: baratas, fáceis e esquecíveis.

Responder

    Vergonha

    18 de novembro de 2010 às 22h43

    Quanto aos negros e índios eu concordo, mas dúvido que a Igreja tenha feito algo tão ruim para eles como os judeus fazem até hoje com os palestinos. Quando aos outros não há discussão.

    Scan

    19 de novembro de 2010 às 11h10

    Também sou anti-sionista, meu caro, mas jamais anti-semita. Não confunda as coisas.
    Não generalize colocando no mesmo saco judeus e sionistas.

    Vergonha

    19 de novembro de 2010 às 13h30

    Os que constróem em terras palestinas, são judeus ou sionistas ?
    Os donos das grandes financeiras do mundo (principalmente em Wall Street), são judeus ou sionistas ?
    Os donos das indústrias isrelenses de armamentos e espionagem, que matam milhões no mundo todo, são judeus ou sionistas ?
    Os que falsificam passaportes e vão matar e terras alheias são judeus ou sionistas ?
    Não consigo entender tanto ódio pelo semelhante. Eles foram premiados com a Terra Santa e não sabem dividir. Não deixam nem usar a água do Jordão e destróem os poços existentes.
    Henry Sobel, aquele das gravatas roubadas, é um exemplo de judeu ou sionista ?
    E o Sharon ? É (ou foi) bom ?
    Eu gostava do Yitzhak Rabin. Um homem que queria a paz sem explorar, mas foi morto pelos próprios. Judeus ou sionistas ?
    Eles tiveram muitos anos para mudar. Não mudam porque é conveniente.

    Antonio

    19 de novembro de 2010 às 13h07

    Não são judeus que fazem mal aos paletinos e sim israelense,que reagem os ataques dos palestinos.Nem todo Judeu é israelense, e nem todo israelense é judeu. O judaísmo é uma religião espalhada pelo mundo e não tem nada a ver com essa guerra.

    LuisCPPrudente

    19 de novembro de 2010 às 23h23

    Mas que vergonha, hein! Isto só pode ser coisa de quem votou no Coiso! Querer confundir de propósito judeu com sionista!

    Aí se vê que você não é uma pessoa bem intencionada.

monge scéptico

18 de novembro de 2010 às 19h42

Talvez não seja aversão afinal de contas; talvez seja medo da imagem no espelho.
Em geral a convivência com homosexuais, em qualquer ambiente, é tranqüila, se
qualquer um se posicionar logo com relação as sua escolhas. O homosexual mais
culto, respeita os posicionamento. É só.

Responder

Jairo_Beraldo

18 de novembro de 2010 às 18h42

Hoje aqui em Goiania, em um jornal da hora do almoço, fizeram um debate entre o presidente da AGLT/GO e um pastor de uma igreja "evangélica", que só tem e aceita em seu bando de seguidores, os abastados. Foi ridícula a forma como os apresentadores, tucanos confessos, conduziram o debate. Foi exatamente como o Zé Derrotado conduziu sua campanha. Foram raivosos, odiosos, homofobos, canalhas. Bem ao estilo tucano de agir. E as respostas do pastor da alta elite, se viu encurralado pelas respostas do representante gay. Mentiu como o Zé Derrotado. Aliás, o filho e o genro do proprietario da referida igreja, são deputados eleitos pelo PSDB. Daí dá pra ver a qualidade da casta.

Responder

Vergonha

18 de novembro de 2010 às 18h21

É muito direito para quem não tem respeito. Contrarie um destes e verás do que são capazes. São pessoas imorais que enfrentam todos que se oponham às suas safadezas. Não são as igrejas culpadas. Isto é bíblico. Mas isto é para quem acredita. Não sou obrigado a aguentar podridão deste tamanho. Chega. Com meus impostos, tenho que dar tratamento a quem sabia muito bem o que estava fazendo, enquanto outros morrem esperando por um transplante de coração, rim ou outro órgão. E o que falar do SUS pagar cirurcia para troca de sexo ? Já passei momentos terríveis com uma chefe sapatão que tinha uma de suas namoradas que trabalhava conosco. Sim, ela mesmo dizia que tinha várias namoradas. E é feia que dói. Mas ganha mais de 20 mil por mês em uma multinacional. Promiscuidade. Que nojo.

Responder

J,C,CAMARGO

18 de novembro de 2010 às 16h31

MOTT: chega de denegrir as Igrejas Cristãs! A Santa ICAR há dos mil anos é contra o Casamento Gay, contra o Divórcio,
contra o Abôrto, ETC! Más não é seu clero (Papa, Cardeais, ArceBispós, Bispos) qué contra! Quem é contra tudo isso, é o
Nosso Senhor Jesus Cristo, aquele SENHOR que dividiu a HISTÓRIA em ANTES e DEPOIS DÊLE!!!! Sendo de fato uma
Igreja Cristã, ela tem de professar os ensinamentos de seu FUNDADOR! Frequento constantemente as cerimônias cató-
licas e nunca ouvi pregações radicais de nosso CLERO! Portanto, vamos devar com essas acusações, ok?!

Responder

    Vergonha

    19 de novembro de 2010 às 13h12

    J,C,Camargo, sua colocação foi brilhante. É isso aí. Mas a Bíblia diz tudo.
    Hoje em dia os mandamentos e os pecados capitais não valem nada.
    1. Ira
    2. Gula
    3. Inveja
    4. Avareza
    3. Luxúria (sexo e vaidade)
    5. Preguiça ou Acídia (ou Preguiça Espiritual)
    7. Orgulho
    Eu Acredito e tenho Fé.
    Acho que de forma alguma as Igrejas devem ir contra o que está escrito.

    LuisCPPrudente

    19 de novembro de 2010 às 19h53

    Nosso senhor Jesus Cristo pregava a igualdade social, pregava a defesa dos oprimidos e pregava a distribuição da riquezas produzidas pelos homens (a distribuição dos pães e peixes). No entanto, muitos padres, muitos cardeais, muitos bispos e até mesmo o papa nazista Ratzinger, pregam a intolerância ao não admitirem a diversidade, o direito do outro ser o que quer.

J,C,CAMARGO

18 de novembro de 2010 às 16h21

Jnl. EMIR SADER: a palavra dos torturadores pode valer a mesma de alguns terroristas como o Lamarca, Marighela, etc!__Não acha? Não adianta! É a velha mania da esquerda de se MARTIRIZAR! O passado já foi! Coloquem uma pedra nisso__e pronto! Já imaginou lá na URSS se os Presidentes eleitos Pós-Comunismo se dedicassem a julgar o Lenin, Stalin,etc,__pelos milhões -eu disse milhões de vitimas do Socialismi implantado em 1917?! Isso é coisa de quem não tem o que fa-__zer! Todavia, peço sua vênia para expressar a opinião de um esquerdista muito bem situado nêsses meios! Segundo ê-__le, uma investigação muito profunda, revelaria muitos esquemas de traições entre os esquerdistas, ocorridas naquela /__época! Pois, conforme opinião geral, esses esquerdistas não se entendiam nem mesmo na cadeia! Quantos inocentes__úteis morreram, para que muitos oportunistas esgtejam vivos até hoje, inclusive vivendo às custas do Erário público!Daí,__pergunto: e se a Direita aceitar, desde que se faça uma devsassa geral, em ambos os lados? Pense bem, [email protected]______

Responder

Cris

18 de novembro de 2010 às 16h11

Os homossexuais não são as maiores vítimas de preconceito, intolerância e violência. Nas últimas eleições vimos o ódio aos nordestinos declarado em redes sociais. Ademais, os jovens de classe média já queimaram índio e já espancaram uma doméstica, pensando ser uma prostituta.
Pai e madrasta de classe média torturam e matam filha e enteada, Procuradora adota criança para torturar, empresária cria menina para fazer de escrava e espancar, torcedor é espancado até a morte só por vestir a camisa do time, pedófilos seviciam crianças…
Qual a saída, então? Criar leis específicas para cada caso?
Nosso problema não é lei; é mandamento.
Olhar para nós mesmos diante do espelho e sem máscaras, e amar o próximo como a si mesmo já ajuda muito.

Responder

Cris

18 de novembro de 2010 às 16h07

As igrejas cristãs não instigam ou induzem ao ódio, pois Cristo disse que os cristãos seriam conhecidos pelo amor.
Jesus, em seu ministério, vivia cercado pelos que estavam à margem da sociedade, pelos doentes e pelos pecadores, pois eram eles que precisavam de compaixão, cura e salvação. Mas ele nunca deixou de advertir quem quer que fosse a não mais adulterar, não mais pecar, restituir aos outros o que foi roubado, enfim a não transgredir os Seus mandamentos. E estes mandamentos são para a vida, e não para a morte.
O ser humano tem natureza pecaminosa. Nossa tendência é para o mal , e temos que vigiar sempre .
Temos dentro de nós uma luta constante entre o homem natural e o espiritual. E vence a batalha aquele que é mais alimentado.

Responder

Gustavo Pamplona

18 de novembro de 2010 às 14h43

Pessoal… além do ateísmo que pratico… eu pratico uma religião que vocês também praticam e que se chama PTismo…

Assim como a "Estrela de Davi" do judaísmo nós temos a nossa própria estrela, uma bela estrelinha vermelha eu até diria que nós temos um "pentagrama da proteção" (*).

Seu fundador, Luis Inácio Lula da Silva também criou uma vertente do PTismo intitulada "Lulismo" assim como Buda inventou o Budismo talvez futuramente teremos uma outra vertente intitulada Dilmaísmo ou Dilmismo.

(*) Para quem já jogou Quake (http://pt.wikipedia.org/wiki/Quake) sabe o que significa o "pentagrama da proteção". E acho que vocês sabem que o pentagrama invertido é um símbolo satânico.

Responder

    prvitu

    18 de novembro de 2010 às 15h48

    Esdruxula, sem sentido e discriminatoria. So assim da pra entender a presente materioa. Qual foi o religioso fragado praticando violencia contra os Gays? Qual foi o ataque reportado a eles tendo como fundamento a religiao? nenhum! Entao por que querer imputar as agressooes fisicas aos religiosos me geral? Muito simples, eles necessiam encontrar um bode expiatorio para a grande rejeicao que existe em relacao a eles na sociedade. Eu entendo que vcs tratem de construir uma sociedade amoral, mas ela nunca existiu em nenhuma parte do mundo, e impossivel. Entao deixe de criar novos judas e encarem que na realidade democratica nao se pode impor a vontade da minoria. Ha que se defender os seus direitos mas, nunca sobrepo-los ao da maioria. Querer impor que se tenha somente o ponto de vista dos gays para a familia e a sociedade e impedir o uso da palavra para se contrapor aos seus valores e ditadura gay sim. E a sociedade nao esta com os olhos fechados para artigos noticiosos como este nao.
    Paulo Ranato Vitu (antes que alguem me confunda com pastor)

Wiliam

18 de novembro de 2010 às 13h46

Uma coisa é entender o homossexualismo como pecado , outra é instigar a violência contra homossexuais , e isto eu não vejo acontecer em nenhuma igreja. Já existem leis contra a violência de qualquer tipo , pq um homossexual que apanha e diferente de um não gay que apanha? . O Brasil já esta cheio de leis não precisamos de mais uma que institua a Ditadura Gay. Os gays querem ter mais direitos que os brasileiros não gays.

Responder

graca

18 de novembro de 2010 às 13h33

Acredito em Deus, mas nao acredito em religioes, nem em padres e pastores. Quando sinto necessidade de falar com Ele, falo diretamente, sem a necessidade de intermediarios. Afinal os intermediarios, sao gente como eu, cheia de defeito e pecados. Se apenas seguissimos algumas regras de convivencia em sociedade como: respeito e amor ao seu semelhante, etica em decisoes e atos e solidariedade, o mundo seria um lugar bem melhor para se viver. Temos tantas igrejas, tantos templos dedicados a oracao e ao ensino da palavra de Deus e , mesmo assim existe a necessidade da existencia de leis para que se respeitem os gays e lesbicas, os negros, as mulheres e as criancas. Creio que tem algo muito errado com as religioes.

Responder

Áquila Chaves

18 de novembro de 2010 às 13h00

As eleições de 2010 nos mostraram o quanto alguns setores da igreja tem interesses políticos-econômicos.

A esse respeito, hoje li um artigo muito interessante sobre jornalismo desinformativo (http://bit.ly/d3ZuiE).

Abraço

Responder

Carlos Ribeiro

18 de novembro de 2010 às 12h29

violência é violência e deve ser penalizada.

independente disso, cientificamente falando, está na hora da verdade (que é manipulada pela mídia) vir à tona: homossexualidade não é desejável, não é saudável e é reversível. http://www.narth.com/

é necessário esclarecer nossos adolescentes e fornecer meios de tratamentos, para quem assim desejar.

quem não quiser, que se respeite. assim como respeitamos quem fuma, mesmo sabendo de todo o mal que a pessoa causa a si mesma.

Responder

    Will

    18 de novembro de 2010 às 14h12

    Tratamento? Homossexualismo não é doença! E nem vício. Sua comparação com o ato fumar é esdrúxula!
    Essa organização que vc cita, o NARTH, é fundada e mantida por grupos religiosos e de extrema direita. (Nenhuma surpresa aí.)
    O fundador, Dr. Joseph Nicolosi, era um dos principais articuladores de outra organização, de extrema direita, Focus on the Family.
    Para quem quiser saber algumas verdades sobre essa organização (em inglês): http://www.liftmyluggage.org/narth-facts.html

    Tati Fadel

    23 de novembro de 2010 às 20h47

    estou enojada com esse comentário.
    Acredito que a homossexualidade não é exatamente uma escolha. Assim como não é uma escolha ser alta ou baixa, ser nariguda ou negra ou japonesa.
    Não quero reverter nada. Não quero curar nada. Isso sim é uma escolha: não moralizar aquilo que é natural.

Andrei

18 de novembro de 2010 às 12h26

Isso pra mim é:

"Igrejofobia" e "Bibliofobia".

É a acusação da intolerância usando de intolerância.

Responder

Gerson Carneiro

18 de novembro de 2010 às 12h18

E no confessionário….

– Muito bem filho, qual é o seu pecado?
– Padre, eu comunguei faz um ano.

Responder

@orivaldog

18 de novembro de 2010 às 12h11

É incrivel, mas sempre tem o dedo dos representantes terrenos deste ser mistico nas piores coisas que acontecem no planeta Terra. __É preciso rever as concessões de canais de tv e estações de rádio para que tenham um papel mais educativo e cultural, acabando com este proselitismo religioso e fascista nas 24 horas de programação. Quanto ao PLC 122, entendo que os padres, pastores e outros fanáticos conservadores não devem se intrometer tendo em vista que essse assunto não diz respeito a uma parcela da população mas sim a sua totalidade.
Muito boa e didática a entrevista do Luiz Mott, sempre muito incisivo e competente.

Responder

John

18 de novembro de 2010 às 11h56

Embora motivos religiosos realmente possam causar muitos problemas, e isso eu não nego de forma alguma, preocupa-me ver as pessoas usando este termo "fundamentalismo religioso". Esta expressão surgiu como um engodo para demonizar os povos árabes, que têm religião predominantemente islâmica. As potências ocidentais precisavam de uma justificativa para aplicar sua política de dominação sobre os povos árabes que estão sentados em cima de grandes reservas de petróleo. Para legitimar uma imposição pela força inventou-se uma rixa religiosa, um pomo de discórdia chamado "fundamentalismo religioso".
Agora tenho ouvido as pessoas repetirem isso constantemente. É difícil não lembrar da frase atribuída a Goebbels: "uma mentira cem vezes dita, torna-se verdade"
O uso constante de um termo que, no imaginário popular, está fortemente vinculado a idéia do terrorismo e do extermínio pode ser perigoso. Por uma questão semântica a coisa algum ruim pode se tornar pior ainda…

Responder

Gerson Carneiro

18 de novembro de 2010 às 10h58

Deixa eu colocar mais um pouco de pimenta na empada.

Eu cogito a possibilidade de um Deus gay e acabo sendo eu o intolerante. Qual o problema de ter um Deus gay? Para mim séria o ápice da tolerância. Mas toda essa discussão é bobagem porque Deus é impessoal. Deus não é homem e nem mulher. Ou seja, Deus não é gente. Se fosse, com todo o poder absoluto que tem ele não prestaria, e já teria sofrido inúmeras tentativas de golpe.

A afirmação tola de que Deus é gay e inócua, considero grave mesmo é usar o nome de Deus para ganhar muito dinheiro. Ficar rico. Fazer de Deus uma mercadoria. Isso sim é pecado.

Agora, o que me diverte mesmo é cutucar as certezas alheias. Martelar a rigidez das certezas alheias. Afloram tantas coisas daí.

Responder

Nathália de Tarso

18 de novembro de 2010 às 10h46

Os agressores eram de alguma igreja cristã ou Mott, mais uma vez, está distorcendo os fatos? A Bíblia condena a prática homossexual, assim como várias outras condutas, mas não incita ninguém a sair por aí arrebentando os gays. E quanto a vir a pedir desculpas aos homossexuais, por favor…

Responder

Carcará!

18 de novembro de 2010 às 10h32

Triste é trocarem a discriminação contra os homossexuais pela discriminação contra os cristãos praticantes, como reagir a isso?
Não sem ajuda de radicais furiosos, como Júlio Severo, que é um lunático, e Malafaia, que é um oportunista há uma crescente hostilidade contra essa parcela da população mundial, está se tornando crime dizer que homossexualidade é uma doença, e eu apóio a criminalização dessa discriminação, mas é aceitável dizer que a religião é uma doença? Que AS IGREJAS estão com as mãos sujas de sangue? Pq não dar nomes aos bois e dar um passo atrás contra o preconceito contra uma classe inteira?

Aliás, não era esse o objetivo da entrevista? Dar voz a uma parcela marginalizada?

Gerson, Deus não tem sexo, é Pai e ao mesmo tempo é Mãe, se você fosse cristão poderia até mesmo crer que ele é Filho. Deus está além de nossas formas e padrões, por definição. Não venha com afirmações bombásticas querendo causar, por favor.

Responder

Gustavo Miranda

18 de novembro de 2010 às 10h17

Não há nada na Palavra de Deus contra os homossexuais, nem de Deus, nem vinda de Jesus, só nos livros escritos pelos homens os quais Deus nunca endossou (a bíblia é um conjunto de livros nos quais há os que contèm a Palavra de Deus), exemplo, o Levítico, que foi um código de leis civis de um antigo e retrógrado reinado. A Igreja Católica deveria há décadas excluir esse livro inútil e acrescenter o Evangélio de Thiago, por exemplo.

Deus ama todos os homens e não fez o homem obrigado a casar e a se relacionar com mulheres. "Há homens que nasceram para serem pais, para casar, outros não, mas todos são filhos do Pai".

Responder

José Ruiz

18 de novembro de 2010 às 10h00

Eu tenho tudo contra a postura das igrejas nesta questão dos homossexuais, mas não acho justa essa visão passional de que "os culpados são os padres e pastores". Já comentei algo neste sentido: os gays não apoiam os parlamentares que carregam suas bandeiras. Não tem jeito… Todo mundo tá careca de saber que são os partidos progressistas que carregam a bandeira da liberdade sexual. Você vai encontrar defensores da causa gay no PT, no PSOL, no PSTU, PC do B, etc. No DEM, jamais! Mas na hora de votar, essa consciência não existe. Muito pelo contrário: parece haver uma atração entre os homossexuais e candidatos conservadores. Todos os movimentos gays passam à margem da questão política. É tudo muito festivo, muito bonito, mas ninguém entra no cerne da questão, que é político. Os caras podem fazer um milhão de paradas gays, mas enquanto estiverem elegendo o Kassab em São Paulo vão se dar mal. É mais um caso claro, na minha opinião, de pessoas que não conseguem fazer uma relação de causa e efeito na política. Elegem um "Clodovil da vida" mas não votam em peão, mesmo que esteja claro que o primeiro é conservador, elitista, racista e o segundo progressista a favor da liberdade sexual. Ah, tem mais um detalhe: tá cheio de gay por aí que é preconceituoso e discrimina os mais pobres (financeira ou intelectualmente). Planta vento, espera colher o quê?

Responder

    Carlos Noel Mazia

    18 de novembro de 2010 às 22h35

    Concordo plenamente contigo José Ruiz. Durante a campanha eleitoral, vários amigos meus que são gays me enviaram e-mails descendo a lenha no Lula, na Dilma e no PT.

Gerson Carneiro

18 de novembro de 2010 às 10h00

A imagem deste post deveria ser o afresco "A criação de Adão", de Miguel Ângelo di Ludovico Buonarroti.
Aliás, um indício forte do que afirmei lá embaixo sobre Deus.
É só observar a meiguice, os dedinhos se tocando, o Adão peladão e o bingolinzinho desproporcional do Adão.

Responder

Luciana

18 de novembro de 2010 às 09h59

Concordo com a análise de Luiz Mott. A Igreja por séculos permitiu e praticou a escravidão contra africanos e afrodescendentes, portanto há muito tempo a Igreja tem as mãos sujas de sangue.

Responder

Jairo_Beraldo

18 de novembro de 2010 às 09h57

Azenha,
não seria mais correto e sem hipocrisia, dizer que – " os pedófilos tem as mãos sujas de sangue"?

Responder

PAULO

18 de novembro de 2010 às 09h51

O SENHOR MOTT TEM SEMPRE O MESMO DISCURSO. A CULPA É SEMPRE DE IGREJAS OU DE PESSOAS QUE TEM ALGUM TIPO DE FÉ. SOU CATÓLICO NÃO ME SINTO SUPERIOR A NINGUÉM, TAMBÉM NÃO SAIO ACUSANDO NINGUÉM SE NÃO CONCORDO COM ELE. O GRANDE PROBLEMA É QUE ESSES AGRESSORES SÃO BEM NASCIDOS, E PODEM FAZER O QUE QUIZEREM POIS A JUSTIÇA VÊ PRIMEIRO O SEU BOLSO DEPOIS A SUA CULPA. SE FOSSE UM GAY RICO O AGRESSOR, TAMBÉM NÃO SERIA PUNIDO. ISSO SIM É QUE TEM QUE MUDAR.

Responder

    Conceição Lemes

    18 de novembro de 2010 às 10h26

    Próximos comentários em letras minúsculas, por favor.

    Gilson Raslan

    18 de novembro de 2010 às 11h42

    O Mott tem toda razão. Quando um padre ou um pastor pregam em suas igrejas que o homossexualismo é coisa do diabo, eles estão dando corda a esses degenerados riquinhos para praticar todo tipo de violência contra os homossexuais.

Tomudjin

18 de novembro de 2010 às 09h26

Triste é saber que as pedras atiradas nos condenados, muitas vezes são reaproveitadas para fundar mais e mais Igrejas, mesmo manchadas pelo sangue da intolerância e do pré-conceito.

Responder

easonnascimento

18 de novembro de 2010 às 08h58

A pedofilia dentro da igreja é uma mazela que espelha sem deixar margem de dúvidas, o que passa por trás dos púlpitos e sacristias. O conservadorismo pregado por muitos religiosos também influencia essa onda de intolerância contra as minorias com comportamento sexual diferente. Não me refiro tão unica e exclusivamente à igreja católica. Gay é coisa do "inimigo" dizem alguns pastores. E o "inimigo" deve ser combatido. Neste caso, parece que só orações não é o suficiente.

Responder

easonnascimento

18 de novembro de 2010 às 08h57

A pedofilia dentro da igreja é uma mazela que espelha sem deixar margem de dúvidas, o que passa por trás dos púlpitos e sacristias. O conservadorismo pregado por muitos religiosos também influencia essa onda de intolerância contra as minorias com comportamento sexual diferente. Não me refiro tão unica e exclusivamente à igreja católica. Gay é coisa do "inimigo" dizem alguns pastores. E o "inimigo" deve ser combatido. Neste caso, parece que só orações não é o suficiente.
http://easonfn.wordpress.com

Responder

rosa

18 de novembro de 2010 às 08h51

O Brasil é um falso moralista, em todas as questões sociais e relações humanas. O preconceito: racial, social, de gênero, faixa etária; por este motivo existem vários estatutos, para garantir os direitos de todos os cidadão, o que é positivo, mas infelizmente alguns grupos passam por cima do que é além da Constituição, ou seja passa por cima dos Direitos Humanos de liberdade de escolha, de crenças e de manifestações pessoais que poderiam garantir a paz entre as pessoas.

Responder

Domiciano

18 de novembro de 2010 às 08h28

Vira e mexe o tema da homofobia vem à tona.
Blablablablablá.
Quem não vive diariamente o preconceito, não sente o que significa.
http://domicianosantos.wordpress.com/2009/09/16/h

Responder

Gerson Carneiro

18 de novembro de 2010 às 08h22

O GGB é a mais antiga ONG de defesa de direitos humanos dos homossexuais na América Latina. E desde 1980 coleta informações sobre homofobia no Brasil e divulga um relatório anual sobre violência, em especial assassinatos, por motivação homofóbica. Segundo o relatório de 2009, o Brasil é o país com o maior número de crimes homofóbicos do mundo, seguido do México e Estados Unidos.

Bahia e Paraná são os estados mais homofóbicos: 25 homicídios cada um, sendo que na Bahia os gays foram mais numerosos (21), enquanto no Paraná predominaram as travestis (15 mortes). Curitiba, cidade modelo de urbanidade, foi a metrópole brasileira onde mais homossexuais foram assassinados, 14 vítimas, seguida de Salvador com 11 homicídios.

Responder

Gerson Carneiro

18 de novembro de 2010 às 08h22

O Nordeste confirma ser a região mais homofóbica: abriga 30% da população brasileira e registrou 39% dos LGBT assassinados. 21% destes crimes letais ocorreram no Sudeste, 15% no Sul, 14% no Centro-Oeste, 10% no Norte. O risco de um homossexual do Nordeste ser assassinado é aproximadamente 80% mais elevado do que no sul/sudeste.

No reveillon de 2006/2007 um colega homossexual foi assassinado em Salvador. Até hoje não se sabe quem é o assassino. No mesmo ano o irmão do humorista Claudio Manoel, o "seu Creysson", foi assassinado, também em Salvador, encontrado morto nas mesmas condições, dentro do apartamento.
http://www.ggb.org.br

Responder

Almir Wagner

18 de novembro de 2010 às 08h06

As igrejas se alimentam tanto da ignorância do povo como das sucessivas crises. Cada vez mais, pessoas em condições difíceis de sobrevivência, procuram refúgio nas igrejas. Estas, com um discurso preparado e testado há décadas, abraçam seus novos fiéis prometendo-lhe paz e prosperidade, impondo-lhe certas regras e condições. Ao submeter-se às regras, a vida destes indivíduos realmente apresenta melhoras. O sucesso, que deveria ser creditado à obediência as regras, enganosamente, é creditado à igreja que o acolheu. O resto todo mundo já sabe. Uma vez submisso, os pastores deitam e rolam sobre as mentes destes indivíduos.

Responder

Daniel Gomes

18 de novembro de 2010 às 04h06

Olá, Azenha.

Eu sou evangélico pentecostal, da Assembleia de Deus, e não posso concordar com o que foi dito nessa entrevista. Em meus 26 anos de fé, jamais vi um pastor incitar a violência contra homossexuais. Pelo contrário, nós amamos os homossexuais e temos as portas dos templos sempre abertas para eles. Nós não concordamos é com a prática do homossexualismo, mas nunca impondo. Ajudamos os que querem ser ajudados.

Esse senhor está raivoso contra a igreja cristã porque ela não apóia os movimentos homossexuais. Mas que eu saiba, isso é direito à liberdade religiosa.

O senhor poderia entrevistar também um pastor famoso como Antonio Silva ou Silas Malafaia para mostrar o outro lado da moeda.

Responder

    Gilson Raslan

    18 de novembro de 2010 às 11h48

    Daniel, esse pastor Silas Malafaia é o mais degenerado homofóbico do Brasil.

Rafael

18 de novembro de 2010 às 00h20

Ana Claúdia Barros, voce quer se aparecer ???? pra que escrever isso, quero ver voce provar que a igreja tem culpa nesses crimes ????, a igreja é contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, nunca que ela incentivará violencia contra os mesmos, eu também sou completamente contra casamento entre pessoas do mesmo sexo na igreja, é um absurdo, imaginem uma criança adotada por dois homens, ela crescendo e vendo os dois se beijarem, não to nem ai quem é homossexual, cada um faz o que quer da vida, mas casamento pela igreja, eu prefiro morrer ao ver isso acontecer algum dia…..
Daqui alguns anos ser heterossexual vai ser esquisito, meu Deus……..

Responder

    Gilson Raslan

    18 de novembro de 2010 às 11h50

    Mais um degenerado expondo sua intolerância.

    LuisCPPrudente

    19 de novembro de 2010 às 19h28

    Tá querendo aparecer Rafael?
    Com certeza você votou no finado José Serra, este e a maioria das igrejas, inclusive a Igreja Católica, incentivaram a intolerância contra homossexuais durante a campanha eleitoral. Agora vemos as consequências disto.

    tati fadel

    23 de novembro de 2010 às 20h53

    eu prefiro morrer a ver idiotices como essa sua.
    Esquisito é qualquer ser humano se importando com quem o outro ama ou deixa de amar.
    e, vamos lá, antes uma criança ver dois homens se beijando (ato de amor) do que ver um imbecil preconceituoso destilando seu veneno por aí (ato de desamor). Espero que vc não tenha filhos. Se os tiver, lamento por eles terem um pai que (não) pensa com amor.
    Fora isso, quem disse que gays querem se casar na Igreja? sso é coisa de quem não lê nada de nada.

Gerson Carneiro

17 de novembro de 2010 às 23h19

[youtube 0bZJY0kCF2A http://www.youtube.com/watch?v=0bZJY0kCF2A youtube]

Responder

Gerson Carneiro

17 de novembro de 2010 às 23h08

A bíblia só traz relatos machistas.
E eu tenho quase certeza que Deus é gay.

Responder

    Abelardo

    18 de novembro de 2010 às 08h37

    Gerson, acredito que é nessa sua "certeza" que mora a intolerância dos "bizarros" héteros. Contenha-se! Você não tem certeza nem do que você é! Deixe Deus fora disso. Fale dos Papas e dos Malafaias da vida.

    Klaus

    18 de novembro de 2010 às 08h42

    Pra quem Deus dá?

    Gerson Carneiro

    18 de novembro de 2010 às 10h31

    Essa intimidade ele não me conta. E não pergunto por uma questão de respeito.

    Yuri

    18 de novembro de 2010 às 09h25

    Gerson, dê graças a Deus você não morar em um país islâmico. A luta dessa gente é pela inversão dos valores, na mente destorcida dos gersons da vida, 99,999% dos habitantes do planeta são abominações. Mulheres são criaturas bizarras que dão a luz, inclusive a eles.
    Deixe Deus fora dessas idiotices, meta o cacete no Papa(êpa) e nos pastores. Ou vá estudar.

    PAULO

    18 de novembro de 2010 às 09h41

    não concordo com o preconceito, mas essa sua afirmação já é demais.

    Nathália de Tarso

    18 de novembro de 2010 às 10h51

    Típico de quem nunca leu a Bíblia. sem falar na falta de respeito pelos cristãos.

    dukrai

    18 de novembro de 2010 às 11h42

    taí, um teste de homofobia para crentes de todos os credos, se Deus fosse gay vc mudaria a sua fé?

    Denise

    18 de novembro de 2010 às 13h47

    se quer respeito precisa respeitar e isso não acontece com os homossexuais e com relação a liberdade religiosa. Liberdade é só homossexuais. Eles podem falar o que querem, denegrir quem desejar. Mas respeitar a liberdade religiosa não é com eles.
    Nós temos o direito dado pela constituição de pensarmos e agirmos de acordo com a fé que professamos. E segundo essa fé não aceitamos a prática do homossexualismo, o roubo, o assassinato, a mentira, e todos os outros pecados que a Bíblia condena e que é nossa regra de fé e prática.
    Nada tenho contra o homossexual, mas não aceito a prática do homossexualismo.
    Jamais incentivei qualquer pratica de violencia , nem jamais ouvi meu pastor pregar contra o homossexual.
    Como evangélicos nós amamos o ser humano, mas condenamos o pecado e disso não abrimos mão.
    Sou totalmente contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas não sou contra um contrato de união civil, que dê direito ao companheiro sobre bens que construiram juntos, acesso a previdencia ou planos de saúde.
    Mas casamento, sou contra e não abro mão.
    Jamais pregariamos violencia ou incentivariamos a violencia, pois Deus é amor e ama todos os pecadores, independente se ele é hetero ou homossexual.
    Esse senhor se sente incomodado com as igrejas, porque no fundo , sabe que o homossexualismo é pecado.
    O problema dele, não as igrejas cristãs, mas o confronto do pecado dele com a santidade de Deus.
    Eu tenho bastante amigos homossexuais e sei como eles se sentem.

    dukrai

    19 de novembro de 2010 às 00h25

    ô textinho mal escrito, deve ser a pressa. o primeiro parágrafo é ininteligível.
    a intolerância permeia todo o texto e a síntese é "Nada tenho contra o homossexual, mas não aceito a prática do homossexualismo."
    nadinha contra, né? mas se chegar perto a galera arrasta o desinfeliz para um banho de descarrego pra espantar o capeta, se insistir no pecado vai direto pro inferno e nóis atrás tocando viola.
    E vc não aceita o homossexualismo! Bão, vai ter uma fila de gay pedindo licença a vc, ao seu pastor ou ao padre Luizinho para viver de acordo com a sua orientação sexual. Continua não aceitando?
    tem dó, dona "Denise", vai catar coquinho, nem reza brava espanta tanta idiotice. ninguém precisa da sua permissão pra nada, volta pra sua igreja e para de trollejar.

    Gerson Carneiro

    19 de novembro de 2010 às 05h15

    carma cumpadi dukrai, arretou-se, foi? dexa de ser intolerante ômi de Deus!
    desse jeito tu vai queimar nos quintos dos inferno… e eu vou ficar olhando e tocando viola.

    muito embora também vejo esse clichê "sou contra o homossexualismo, não sou contra o homossexual" como "sou contra o crime que vitimou a garota Isabella Nardone, não sou contra o Alexandre e a Carolina Nardone". Ou seja, algo incompreensível.

    sábado, dia 04, tô aterrisando aí pra gente tomar umas, tocar viola, e observar o inferno alheio.

s. Alves

17 de novembro de 2010 às 22h24

Com apenas 14 anos de idade fui estudar em um seminário ( católico ). Foram os piores anos da minha vida. Isso foi lá pelos idos de 64. A pedofilia já vem de muito longe e o "santo padre" finge que está tudo bem e quer se meter aonde não
é convidado. Haja hipocrisia!

Responder

    Yuri

    18 de novembro de 2010 às 08h43

    A igreja catolica tem as mãos sujas de sangue há mais de dois mil anos. Agora, digam pra mim: O que faz o homossexualismo ser tão imaculado? Quem tem rabo sujo não deve se lavar com sangue.

    Gerson Carneiro

    18 de novembro de 2010 às 09h26

    Aliás, sobre isso tem um filme espetacular, chamado "Má Educação", do Pedro Almodóvar.

    Jairo_Beraldo

    18 de novembro de 2010 às 10h02

    E se mete EM NOME DA MORALIDADE…sei o que é isso… papai tem um primo que é "monsenhor" e uma tia materna que veste hábito. NOJO!

Peterson

17 de novembro de 2010 às 22h18

fasso da frase do P C Melo a minha "não vejo a posição Cristã de nao aceitar a relação homossexual como combustível p/ essas atitudes"

Sou cristão e nunca vi em nenhuma igreja onde ja tenha participado algum lider dirigir seus fieis para cometer tais barbaridades, mas sim respeita-los como filhos de Deus, infelizmente quem culpa a igreja por esses crimes são aqueles que não a conhecem e se conhecem é somente através dos livros de história (quem nunca errou que atire a primeira pedra).
Não somos contra o Homossexual mas contra a homossexualidade esse é o fato.
Realmente existem pessoas que confundem isso e cometem erros inadimissíveis. Cabe aos padres e aos pastores orientar melhor os fiéis (se é que a maioria é fiel mesmo) a não cometer tais práticas uma vez que vão contra o próprio cristianismo.

Responder

    Ricardo

    18 de novembro de 2010 às 02h32

    "Não somos contra o Homossexual mas contra a homossexualidade esse é o fato."

    Como isso deve ser entendido ? Então, porque você é contra a homossexualidade ?

    Peterson

    18 de novembro de 2010 às 20h08

    Respondendo as suas duas perguntas

    1 º- Isso deve ser entendido da seguinte maneira:
    Quem é cristão não seja homossexual mas respeite quem é, pois Deus também o ama e Jesus disse para amar o próximo como a ti mesmo, agora para quem não é cristão seja homossexual se quiser, pois é um direito seu.

    2º – Pq segundo o cristianismo a prática da homossexualidade(não sei se é assim que se diz) não faz parte do plano que Deus tem para nós e vão contra a nossa própria natureza, nós (cristãos) acreditamos que o ser humano foi criado por Deus para se relacionar com a pessoa do sexo oposto.

    Agora se voçê não é cristão, não vai acreditar nisso e muito menos defender essa ideia entretando pesso que respeite quem acredita e não caia no erro de fazer igual a muitos aqui nesse blog, de sair criticando a tudo e a todos(menos o PT é claro pois aqui é quase uma Deus pra alguns),tachando todos os cristãos de matadores de homossexuais, padres de pedófilos e pastores de ladrões.
    É muito fácil sair reclamando de tudo, entretanto mostrar o peito e defender um ideal te faz vulnerável uma vez que também fica sujeito a críticas.

    Obs:. Não quis dizer que voçê faz essas coisas Ricardo

    Gerson Carneiro

    18 de novembro de 2010 às 09h41

    Ninguém verá um líder da Igreja Católica "dirigir seus fieis para cometer tais barbaridades", é de se esperar que não se veja mesmo. Mas que a Igreja Católica, sob o cajado do seu líder máximo, o Papa, acoberta os crimes de pedofilia praticados por seus padres, e acoberta o homossexualismo dos padres, isso só não vê quem não quer.

    E o clichê "Não somos contra o Homossexual mas contra a homossexualidade" é uma forma transversa de camuflar a homofobia.

    Portanto, cabe aos padres e aos pastores orientar melhor eles próprios (se é que a maioria é padre e pastor mesmo) a não cometer tais práticas uma vez que vão contra o próprio cristianismo.

    Dimitri

    18 de novembro de 2010 às 09h49

    concordo inteiramente com você!
    quem diz uma baboseira dessas conhece muito pouco de igreja e de seu interior!
    só tenho a lamentar por essa posição de preconceito contra a cristandade!
    os verdadeiros cristãos vivem da tolerância,mas não podemos perder o direito de dizer o que pensamos sobre o assunto!

    engraçado,a igreja sempre disse que o sexo antes do casamento é pecado,assim como o homossexualismo,assim como o roubo, no entanto nem estão matando as mulheres liberais,nem os políticos ladrões,só os homossexuais e ainda por cima pondo a culpa na conta da igreja! texto injusto e no minimo preconceituoso!
    se antes o preconceito era contra os homossexuais, agora se volta de forma injusta contra a igreja e a cristandade!
    incrível como o ser humano sempre procura um bode espiatório pra sua maldade e canalhice!

Bernardo Felsenfeld

17 de novembro de 2010 às 22h10

Vamos rever nossos conceitos
Ter menos preconceitos
RESPEITAR OS CONTRASTES http://bernardoalerta.blogspot.com/2010/11/contra

Responder

Gustavo Pamplona

17 de novembro de 2010 às 21h35

Toda e qualquer religião existente no mundo não somente teve as mãos sujas de sangue como o corpo inteiro. Basta ver as "inquisições" da história.

Religiões, meus caros amigos do "Vi o Mundo", não passam de "conforto moral e psíquico", um bom psicólogo ou um bom psiquiatra ou mesmo um bom livro de auto-ajuda podem te ajudar bem mais do que você ir a um confissionário, confessar seus pecadinhos ou mesmo rezar, além é claro de um "controle das massas".

Eu pergunto o seguinte: Seria Deus / Dios / God ou mesmo Alah capaz de entender todas as línguas do mundo e entender o que as preces significam?

Outra coisa: Milagres não existem, sabem estas notícias em que dizem que certa cura foi atribuída a orações, pesquisem sobre os "placebos" na literatura médica.

E até hoje não vi espíritos, e olhem que eu fui criado na religião espírita até os 18, depois sabem como é… o cara fica rebelde e hoje com 29 ainda sou – hahahahahhaha ;-)

Depois, ainda me perguntam o porque eu sou ateu (um agnóstico). Na realidade não sou inteiramente ateu… costumo dizer que quando eu morrer eu descubro. hhahahahahhahaha :-D

Responder

    Marta

    17 de novembro de 2010 às 22h32

    Recomendo o livro escrito por Freud de 1927 a 1930: O futuro uma ilusão e o mal-estar da civilização.

    Marcia Costa

    17 de novembro de 2010 às 23h13

    Eu sou espírita. Não de berço como você, mas não demonizo nem a fé em Deus dos teístas nem a negação dos ateus. Acredito que cada um deve ter o bom senso de viver respeitando o outro, suas opiniões e escolhas. Respeito é a palavra chave de tudo e para tudo. Ou, como bem ensinou Jesus a não fazer ao outro o que você não gostaria que fizessem a você (bem desta lista vamos precisar excluir os sadomasoquistas). No mais, ao fim de nossas vidas materaiis, a gente se encontra lá no outro lado para continuar a conversa!

    Gustavo Pamplona

    18 de novembro de 2010 às 01h15

    Marcia… eu realmente conheço do espiritismo, sei das diferenças entre a espírita cristã e a espírita kardecista (Allan Kardec), termos como "perispírito", o "umbral", a mediunidade, os famosos espíritos de Emannuel e André Luiz e é claro as obras do Chico Xavier e livros como o "Evangelho, segundo o espiritismo".

    Até hoje ainda não gosto muito que confundam espiritismo com aqueles religiões como umbanda e candomblé, algumas pessoas acham que são parecidas e algumas infelizmente acham que um espírita fica lá no centro espírita invocando espíritos.

    Mas eu conheço outras religiões também como Luteranismo e algumas religiões bem ortodoxas como Ocultismo e Satanismo… Aliás achei o Satanismo bem interessante, é uma religião também…

    É que teve uma época em que eu lia bastante… hoje eu passo longe de um livro… a não ser que ele esteja em outra língua "like english".

    Mas acredito em vida fora da terra, como diria o E.T. Bilu: Busquem conhecimento!!! hahahahhahaha :-D

    Vai ver que é por isto que votei na Dilma (uma atéia) e seu vice Michel Temer (um satanista) hahahahahaha ;-)

    Isaias

    18 de novembro de 2010 às 09h30

    Fala de Deus e mete espiritísmo com uma desenvoltura própria de maluquice católica/terreiro de macumba! Que gororoba religiosa doida, seu moço!

Fernando Augusto

17 de novembro de 2010 às 20h58

Essas manifestações ocorridas logo após a eleição dão a impressão de uma ação revanchista contra os gays. Explico. A opção conservadora de Serra e sua derrota fez com que eleitores serristas, jovens de classe média alta, vissem nos gays Judas eleitorais, mas isso não é nem consciente ou deliberado. É algo difuso. O mesmo ocorre com os nordestinos. A ligação aqui não é tão direta, é mais sutil, por que explodiram em toda a sociedade brasileira no pós eleição manifestações homofóbicas e xenofóbicas, até mesmo por causa do avanço da PL contra a homofobia e do peso da votação de Dilma no Nordeste. Vejo conexões evidentes aí. Mas elas precisam ser melhor entendidas e explicadas. Esses fatos são apenas sintomas de uma reação mais profunda no organismo social. Parece que a campanha de ódio do Serra detonou um tipo de emoção estranha. Por isso há tanta gente em busca do 3º turno, como se fosse um 3º round. Isso é mais uma sensação pessoal do que uma idéia racional, linear e concatenada.

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Francisco

17 de novembro de 2010 às 20h28

Uma maneira interessante de pensar a questão da homossexualidade é raciocinar nos seguintes termos: imagine por um minuto que toda a desaprovação cultural, legal e religiosa que existe contra o homossexualismo, o fosse contra transar com duas mulheres ao mesmo tempo. Pensou? Pois é: liberdade sexual pra ontem!!!

OBS: quanto ás caricias públicas, educação doméstica não tem sexo: na casa dos outros, igual aos outros; na rua, sem chamar a atenção; em casa, como o diabo gosta. Isso serve para todas as pessoas hetero ou gays e-du-ca-das.

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    Nathália de Tarso

    18 de novembro de 2010 às 10h47

    Concordo com você.

malu

17 de novembro de 2010 às 20h24

Esses homofóbicos devem ser umas enrustidas, com despeito dos homossexuais que se assumem, que não têm medo de serem felizes.

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    Jairo_Beraldo

    18 de novembro de 2010 às 10h00

    Malú, seu comentario foi honesto e claro…quero saber porque negativaram ele…devem ser "as inrustidas", com certeza!

Bernardo Felsenfeld

17 de novembro de 2010 às 20h22

É importante termos CANAIS ABERTOS em todas as nossas relações para podermos viver em harmonia
Eu como médico pratico "sintonizo" diversos canais todos os dias http://bernardoalerta.blogspot.com/2010/10/canais

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P C Melo

17 de novembro de 2010 às 19h58

É… isso é um assunto bem complicado de opinar. Quem comete crime contra homossexual é bandido, e bandido não precisa de motivos profundos pra cometer bandidagem… não vejo a posição Cristã de nao aceitar a relação homossexual como combustível p/ essas atitudes. Não digo isso apenas porq sou cristão, tenho alguns amigos gays, eles sabem minha opiniao sobre o assunto, e não há nenhuma atitude ríspida entre nós…

Posso não discordar do argumento gay, mas cabe a eles decidirem oq é melhor p/ eles.

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A L

17 de novembro de 2010 às 19h51

No Brasil as leis são feitas para serem descumpridas, a prova é que os agressores do caso apontado na matéria, estão soltos e tranquilos. O prblema do Brasil é a mentalidade escravocrata e o ódio racial que se instalou há muito tempo e todos fingiam que o problema não existia.Estamos vivendo uma sitauação de intolerância geral.Eu a noite não saio a rua sozinha tenho medo de grupos de rapazes.

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cesar

17 de novembro de 2010 às 19h41

Acho importante a manifestação do Sr Mott, nesses fatos recentes, como em outros mais antigos relacionados a violencia contra o diverso, Mas não tá na ora de melhor organização social e politica desses grupos minoritarios?
Uma vigilancia e divulgação frequente das manifetações e votações dos legisladores desse pais poderia aflorar a posição deles e favorecer que os grupos atualmente mais vitimas da violencia;gays, pobres, nordestinos, negros, mulheres pudessem entender melhor o que ocorre nesse pais (que tal espaço nos blogs progressistas??).Um resumo das votações relacionadas ao tema com reververações nas respectivas ONGs (se as igrejas podem se manifestar pq esses grupos não?

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Bernardo Felsenfeld

17 de novembro de 2010 às 19h15

Os pais devem ficar mais atentos com as atitudes de seus filhos, antes que mais tragédias como esta ocorram: http://bernardoalerta.blogspot.com/2010/11/senhor

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Lênin

17 de novembro de 2010 às 19h11

Ahahahha, ai meu Deus!!
Os pre$biteriano$ aprontaram mais uma!!
E tinha que ser do Mackenzie, uma universidade que enche o saco de tanta apologia à religião.

O pior é saber que eles não são contra a lei por que acham um absurdo que tenha-se que impor, criminalmente, algo fácil de se aprender, respeito à diversidade (ou seja, eles não são à favor do respeito ao livrearbitrio das pessoas e não se revoltam contra a falta de respeito).
Talvez essa lei melhore alguma coisa, mas acho que vai ter pouco efeito (o racismo é crime e continua rolando solto. A lei maria da penha não consegue proteger as mulheres agredidas).
Voltando ao mackenzie:
A carta no site não me surpreende, pois, como no grito de guerra de algumas mackezistas, "Isso é mackenzie".

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Pedro Ayres

17 de novembro de 2010 às 19h09

Nem vale á pena discutir a violência da Igreja sob o prisma da homofobia, que é a simples redução do problema, pois, basta lembramos de i castrati e dos favoritos de Alexandre VI para compreendermos que a questão está além dessa simplicidade.
E por falar em violência, desta feita de uma violência concreta, material, provocada pela ambição material e pela desumanização do outro, temos aquilo que está sendo chamado de o "Holocausto Canadense": http://current.com/1hv564c
Neste documentário de Kevin Annett há matarial suficiente para que todos vejamos a hipocrisia de Ratzinger e sua corte real. Além dos crimes cometidos pela cobiça, ainda há a tentativa de justificativa "teológica" para tais crimes. Ou seja, como se nãop bastassem os crimes, ainda há o cinismo.

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Klaus

17 de novembro de 2010 às 19h04

Os muçulmanos são piores. Homossexual vai pra forca em muitos países. Taí, Azenha, uma boa pauta para você na Record: o tratamento dado pelas várias religiões cristãs aos homossexuais no Brasil nos dias de hoje: católicos, evangélicos, protestantes. Vai que o Bispo gosta da matéria.

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    Azatoth

    18 de novembro de 2010 às 08h39

    Entretanto, comparado com o Islamismo, o tratamento dispensado pelas denominações cristãs é relativamente mais variado; do repúdio e condenação total a aspectos mais tolerantes (o que não quer dizer que eles aprovem a prática). O problema é que criticar o Islã não é politicamente correto, enquanto malhar o cristianismo, que não é apenas constituido de sombras, é considerado cool, sofisticado, ainda que a cultura histórica dos críticos seja da profundidade de um pires.

    Scan

    18 de novembro de 2010 às 21h38

    Se você conhecesse minimamente a história da igreja católica, calaria o bico.
    Quer discutir a Inquisição?
    Ou a Guerra Civíl Espanhola?
    Ou a Concordata Nazista?
    Mussolini?
    Odessa?
    O golpe no Chile?
    Salazar?
    O tema está escolhido. Escolha apenas a época e volte aqui pra discutir.

    Azatoth

    19 de novembro de 2010 às 08h40

    Aqui está a manifestação de um tolerante intolerante, que só aceita discutir o que lhe convém, na forma de palavras de ordem, estereótipos e argumento ad hominem, … Curiosamente 99% dos eventos mencionados ocorreram no século XX, quando o ocidente estava relativamente secularizado…
    Quanto a Inquisição, esta deve ser analisada em seu contexto histórico, sem anacronismos; convém lembrar que os critérios de tolerância da época eram bem diversos dos contemporâneos. Grupos e indivíduos que eram perseguidos pelo Santo Ofício também possuíam seus critérios de exclusão e interditos sociais, muitas vezes agressivos aos nossos olhos.
    Comparada com as ditaduras de esquerda e direita o saldo da Inquisição foi bem pequeno, o que não justifica a violência realizada.

    LuisCPPrudente

    19 de novembro de 2010 às 19h41

    A Igreja Católica tem muitas coisas a esconder, ela causou muito derramamento de sangue. Hoje ela é uma instituição hipócrita que diz defender os ideais de Jesus Cristo. Mas Jesus Cristo pregava a igualdade social, a distribuição de rendas (a multiplicação dos pães e peixes) e a defesa dos oprimidos. Há muito tempo que a Igreja Católica preferiu esquecer os ideais de Jesus Cristo e ficar ao lado dos fariseus. O papa nazista Ratzinger está levando este afastamento dos ideais crsitãos a passos celeres e se aproximando cada vez mais dos atuais fariseus.

    Jairo_Beraldo

    18 de novembro de 2010 às 09h59

    Caro Klaus,é a cultura deles. Aqui, temos a tal liberdade de escolhas. Please, não misture as coisas, como fez o Zé!

    Marduk

    19 de novembro de 2010 às 17h25

    Então está liberado espancar, empalar, enforcar os homossexuais no Irã e Oriente Médio?


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