VIOMUNDO

Diário da Resistência

Sobre


Você escreve

Maria da Conceição Tavares analisa os rumos da economia


17/11/2010 - 17h46

Sugestão do leitor Douglas Tôrres

da TV Senado, via blog do Nassif

Últimas unidades

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



57 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Antonio Carlos

02 de janeiro de 2011 às 18h34

Êta mulher porreta!
E que bagagem ela tem.
Não tem medo de falar o que pensa; fala pra todos entenderem; não tem rabo preso com ninguém!
E tem soluções. E quando não sabe diz que não sabe. Não enrola! Não engana! Espero que Deus lhe dê muita saúde pra ela continuar a contribuir com o nosso desenvolvimento.

Responder

Sagarana

24 de novembro de 2010 às 14h25

Lixo intelectual. E o pior é que reproduziu.

Responder

Joel Bueno

19 de novembro de 2010 às 16h12

Bom mesmo foi a Conceição assoar o nariz sem parar de falar…. rs rs… 2 minutos e pouco de terceiro vídeo.

Responder

joaquim vierira

19 de novembro de 2010 às 12h12

Eu li ,e vi o vi o mundo de luiz carlos azenha ouvi a entrevista de maria da conceição tavares gostei muito e tambem gostei dos videos da regiao do amazonas e muito lindo parabens luiz carlos pelo trabalho isto faz com que a gente ainda acredite na nossa natureza e nos estimule a preserva-la nem todo mundo conhece a riqueza da floresta e o valor que ela tem para nossas vidas o poderio da natureza para alimentar nosso povo com alimentos saudável.outro sim se educar a populaçao eles podem ajudar a manter a natureza conservada é muito lindo só posso elogia-lo joaquim de sao paulo

Responder

Dilma ouviu Maria da Conceição: Mantega fica; Meirelles vai | Viomundo - O que você não vê na mídia

19 de novembro de 2010 às 09h52

[…] Tudo indica que a futura presidente ouviu Maria da Conceição Tavares, segundo a qual a conjuntura econômica pede uma equipe “coesa” (para ver, clique aqui). […]

Responder

Yes we créu !!!

19 de novembro de 2010 às 01h03

Inflação é quando o dinheiro do bolso não vale nada, recessão é quando o dinheiro vale mas não está no bolso. Hoje temos dinheiro no bolso que vale… dinheiro.

Responder

Guilherme Cardoso

18 de novembro de 2010 às 21h16

Klaus quem disse que o real não fracassou?? é preciso estudar história e econômia meu caro, como falou a professora, na verdade a estabilização era mascara da instabilidade interna das contas públicas e do endividamento nacional. Foi uma mascara para implementar o neo-liberalismo a qualquer custas aqui, o Collor tenha sido derrubado, provalvélmente por fracassar nesta implementação, por não deixar nada claro e não aceitar intervensão em seus ministérios. História e econômia, esta aí duas coisas que caminham juntas.

Responder

naiaraplima

18 de novembro de 2010 às 18h00

Podia haver uma máquina de transmissão de conhecimento né? Quero esse cérebro!!!!!!!!!!!
O recado dela no final é o melhor… Não é possível fazer economia apenas com números…

Responder

ZePovinho

18 de novembro de 2010 às 17h29

E o Mantega ficou no Ministério da Fazenda!!!Dilma já mandou uma mensagem muito forte.Como dizia o Rony Cócegas:"Comigo é na Mantega".
Enquanto isso o PIG chora:AUAUAUAU!!!!

[youtube 8×9-_4Av4T8 http://www.youtube.com/watch?v=8×9-_4Av4T8 youtube]

Responder

isaias ximenes

18 de novembro de 2010 às 16h30

Conceição Tavares para a Presidência do BC e Carlos Lessa para BNDES , por favor Dilma !

Responder

Ricardo

18 de novembro de 2010 às 15h18

Porque ela não é convidada para dar entrevista no Jornal Nacional ?

Responder

David R. da Silva

18 de novembro de 2010 às 13h41

É um alívio, ouvir, ler….a Prof. Maria da Conceição Tavares. Ela realmente é uma sumidade Intelectual. Parabéns! de Belo Horizonte.

Responder

Jairo_Beraldo

18 de novembro de 2010 às 10h12

Se fosse a Dilma(mas não sou!), manteria a equipe economica de Lula…e botava o Palocci para cuidar da varrição de lixo em Ribeirão Preto/SP.

Responder

    ZePovinho

    18 de novembro de 2010 às 11h11

    Tá doido,Beraldo???Coleta de lixo é fria,homi!!!Ainda mais com Palocci,o candidato da Veja,na coordenação.

Marcos Roma Santa

18 de novembro de 2010 às 03h09

Magistral!

Responder

Cesar Ferreira

18 de novembro de 2010 às 01h01

A exposição da Maria da Conceição Tavares é sempre muito clara e pertinente…
Mas uma questão que levanto é a opção “endividamento externo” x “investimento (externo) direto” para o investimento em infra-estrutura. Ela argumenta, logicamente, que o endividamento externo não é preferível porque o pagamento da dívida tem prazo mais curto que o retorno promovido pelo investimento em infra-estrutura.
Mas sou da opinião que esses prazos sempre podem ser administrados mesmo que sacrificando o avanço do crescimento para manter a maior nacionalização possível; porque como sabemos um “investimento externo” é o nome disfarçado para “endividamento eterno”. E como ela mesma comenta, um sério componente do fechamento das nossas contas correntes é a remessa de lucros das multinacionais.

Responder

Maria da Conceição Tavares analisa os rumos da economia

18 de novembro de 2010 às 00h24

[…] Do VioMundo […]

Responder

Eduardo

17 de novembro de 2010 às 23h54

Um primor esta entrevista. Maria da Conceição Tavares realmente mostrou qual é o verdadeiro sentido no estudo da economia e também de outras áreas: preocupar-se com o social, com o desenvolvimento homogêneo da sociedade. Este é, no final das contas, o verdadeiro sentido da vida de qualquer profissional.

Responder

Penha Rocha

17 de novembro de 2010 às 21h55

Ler os textos da Maria da Conceição Tavares – Professora Emérica da Universidade Federal do Rio de Janeiro – ´´e sempre um privilégio.Com centúdo, analise e reflexão.Pensadores como ela são raros hoje no Brasil, principlamente na econom ia.
Com amidração
Penha Eocha
Jornalista e Prof.da UFMA

Responder

Fabio_Passos

17 de novembro de 2010 às 21h45

Alerta fundamental: No centro permanece hegemonica a idiotia neoliberal.
O Brasil precisa se defender para impedir que a irresponsabilidade e a estagnação econômica dos superdesenvolvidos nos prejudique em demasia.

O caminho é fortalecer o mercado interno, aprofundar a integração sulamericana e principalmente: Fechar o cassino da especulação!

Responder

Klaus

17 de novembro de 2010 às 20h00

Foi ela que foi às lágrimas durante o Plano Cruzado, orgulhosa que aquele plano fantástico era feito por ex-alunos seus? Também foi ela que disse que o Real ia fracassar? Taí uma mulher para o Ministério da Fazenda da Dilma. Onde que eu assino o abaixo-assinado?

Responder

    Jair de Souza

    17 de novembro de 2010 às 21h06

    Vai lá ao seu comitê de campanha pró-Serra. Eles já devem ter uma cópia.

    ZePovinho

    17 de novembro de 2010 às 22h49

    Mais humildade,Klaus.Não se fala assim de uma Professora como Maria da Conceição Tavares.Sabe o que é ser Professor Emérito da UFRJ???Veja as "pequenas" personalidades que conseguiram:José Leite Lopes,Carlos Lessa,Heloísa Mano.Você tem noção de quem são essas pessoas???

    Klaus

    18 de novembro de 2010 às 08h47

    Sou humilde. Quero ela no Ministério da Economia. Façamos um abaixo assinado. E no Banco Central, nada de colocar alguém ligado ao Mercado, como é o Meirelles, ex-presidente do Banco de Boston. Para enfrentar a crise que se avizinha, a economia deve ser comandada por alguem ligado ao PT e que tenha sensibilidade social. Sem esta de aumentar o jurso se for necessário ou de seguir a cartilha neo-liberal. Mãos a obra.

    ZePovinho

    18 de novembro de 2010 às 10h58

    Que crise,KlaUS???????????Você vive nos EUA ou no Brasil???Você não viu a entrevista da Conceição????O meirelles vai sair do BACEN porque fez uma péssima gestão.Só deu lucro pra banqueiro vagabundo.Agora as condições políticas são outras,meu filho.Economia não é ciência exata,Klausinho.É Economia Política.Você parece acreditar,ainda,em tomada de decisões técnicas em economia.Os anos 90 acabaram faz 10 anos,meu filho!!!

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 20h26

    Meirelles, péssima gestão?__Porque?__Me explica?__Mas pela ótica da economia política (use Adam Smith e Marx, já que é só na Economia Política).__Não se esqueçam, a Maria Conceição Tavares é HETERODOXA, ela nunca vai compactuar com METAS PARA INFLAÇÃO (ORTODOXIA).__Ela é fantástica, mas precisava usar menos a ideologia.
    NÃO ACREDITEM EM ECONOMISTA, ELES SÓ EMPURRAM IDEOLOGIA PARA VCS.
    ECONOMISTA NÃO PRESTA.

    ZePovinho

    18 de novembro de 2010 às 20h53

    Péssima gestão para nós,que desejamos mais empregos e na velocidade que o país precisa.Com a taxa de juros que eles praticam,como crescer mais e gerar crédito mais barato?

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 22h54

    Simples, aumentar a eficiência dos gastos do governo.
    Que geram inflação e precisam ser financiados (a receita do governo não caí bonitinha todo final de mês).
    Ao mesmo tempo, concordo que o Meirelles exagerou.
    A solução seria aumentar as bandas de inflação e até aumentar o centro da meta.
    Ponderável, pois poderiamos crescer mais, com uma inflação controlada pelo regime de metas e com um espaço de crescimento maior!!
    Não é o melhor dos mundos, um bom crescimento com segurança?
    É só a Dilma colocar alguém ponderado lá no Bacen (eu voto no Palocci ou Luciano Coutinho).
    Abraços.

    ZePovinho

    18 de novembro de 2010 às 23h45

    Aqui nós concordamos.O Luciano Coutinho.O Palocci já esteve na Fazenda e vimos o que houve.Você não acha que mais gente poderia participar das decisões no COPOM?

    Lênin

    19 de novembro de 2010 às 01h06

    Sim, a fazenda!!
    Acho perigoso colocar político.
    Vc conhece a teoria da escolha pública?
    Isso é perigoso!!
    A fazenda é mais pró-governo.
    Outros setores poderiam ser escutados, mas nem sem como estruturar isto.
    abraços

    Lênin

    19 de novembro de 2010 às 01h57

    Viu só como economista tem que ser mais poderado?
    Vc acabou de me ver defender exclusividade do COPOM para economista!!rsrsrrs
    Concordo com vc, mas não sei como funcionaria outros setores nas decisões do COPOM.
    Abraços

    ZePovinho

    18 de novembro de 2010 às 21h17

    Só não entendi por que economista não presta,Lênin.A ideologia também vem de modelos matemáticos.Até nas leis físicas existem escolhas,dado que não sabemos tudo e temos de escolher uma abordagem.
    Você viu aquele físico holandês,há uns trêsmeses,afirmando que a gravidade como Newton abordou está errada?O cara é pesado,um dos criadores da teoria das cordas: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010

    Ele diz que a abordagem correta da gravidade é pela termodinâmica.Pode estar correto.Na economia,se você tirar a condição "coeteris paribus" da "lei" de ofertaXdemanda o que sobra??Então,Lênin,em todos as abordagens da natureza fazemos escolhas.Não existe essa do nós somos técnicos e os outros ideológicos.

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 22h48

    Hummm, eu acredito no poderável.__A maria da Conceição Tavares faz observações muito boas, como aumento da participação do governo no crescimento econômico.__Mas, não aqui, ela diz que o crescimento tem que ser pautado por exportações!! Um raciocínio antigo que não se encaixa hoje (ela, o Bresser, Beluzzo, Delfim Neto e muitos outros pensam assim).
    Ao mesmo tempo, o Meirelles defende um crescimento sustentável (com inflação controlada), que respeite, por exemplo, o aumento da especialização da mão-de-obra brasileira, que com o crescimento econômico, não tem condições de operar máquinas. Ao mesmo tempo, as metas poderiam ser melhores e outros instrumentos de política monetária poderiam ser utilizadas (depósito compulsório).
    Acredito no ponderável, pois "Médicos matam no varejo, economistas, matam no atacado"

    ZePovinho

    18 de novembro de 2010 às 23h41

    E o "ponderável" é entregar ao COPOM as decisões que afetam a vida de milhões de pessoas acreditando que isso é "técnico"??

    Lênin

    19 de novembro de 2010 às 00h57

    Cara, não é o ideal, mas entregar para quem?
    Concordo com vc, o ideal seria entregar em um conselho junto com o pessoal da fazenda (que é mais pró governo).
    O ideal é não misturar política, vai por mim, a história do Brasil está marcada de problemas por misturar os dois).
    Se for para equilibrar, que seja com o pessoal da fazenda.
    Mas concordo com vc, é peso demais para um grupo excessivamente técnico.

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 22h49

    Existem diferenças entre Técnicos e não técnicos sim, pelo menos em economia. Vc já viu a discussão entre um heterodoxo e ortodoxo? Como eles se baseiam e os estudos deles? Fica claro se um é técnico e outro não. Mas concordo com vc, a priori, não existe um mais certo que o outro.
    Se vc retirar a ferramenta "Coeteris Paribus" entra algo chamado "Complexidade em economia", que trata dos mercados sem coeteris paribus e pontos de equilíbrio constantes. Acredite, economia não é tão simples assim, resumido à coeteris paribus e ofertas e demandas.

    ZePovinho

    18 de novembro de 2010 às 23h40

    Retirando o estado constante você entra na dinâmica não-linear,as equações diferenciais parciais ficam muito complexas e as deduções idem.

    Lênin

    19 de novembro de 2010 às 00h59

    SIm, kkkkkkk, vc tem razão.
    Por isso complexidade é matéria de mestrado e doutorado.
    E usa-se computador para isto.

    Lênin

    19 de novembro de 2010 às 01h15

    Vc conheçe o economista Friedrich Hayek (o único problema é o viés facista da escola austríaca)?
    Ele faz a iniciação da Complexidade na economia, questionando pontos de equilíbrio, formação de expectativas, ceteris paribus e uso da psicologia.
    Complexidade é fronteira na economia hoje.
    O problema é a formalização absurda nos artigos, já, como vc mesmo disse, o fato de ser constante, auxília a análise (http://www.usp.br/feaecon/nucleos_ap.php?i=3 Grupo de pesquisa da USP em complexidade).
    Nos mestrados de economia existe a análise dinâmica e não estática, analisando o comportamento da variável ao longo do tempo.

    Lênin

    19 de novembro de 2010 às 01h40

    ZéPovinho, a idéia de Complexidade é essa:
    Hoje o preço de "equilíbrio" do guaraná é 2,50. Entretanto, amanhã não é mais, pode ser 2,30. Entretanto, amanhã pode não ser de novo, e se torna 3 reais. Logo, neste caso, o sistema de oferta e demanda, jamais encontrará o ponto de equilíbrio.
    E a mudança do "ponto de equilíbrio" pode ser efeito da mudança de gosto, fatores emocionais, fatores cognitivos, expectativa de inflação, crescimento ou queda da renda. E tudo isso é levado em conta.
    É tenso, eu confesso que não consigo entender a formalização dos artigos de complexidade, só a idéia.
    E nem quero ingressar nesta linha de pesquisa, ela é pesada (olha esse artigo de um professor que eu tive aula (esse cara é um dos maiores pesquisadores de complexidade do mundo, e é brasileiro) :http://virtualbib.fgv.br/ojs/index.php/bre/article/view/1527
    Daqui para frente, não tenho mais argumentos para tentar te convencer!rsrsrsrsrs
    Para mais informações é só entrar em contato com o pessoal de complexidade (eles são gente boa, vão te responder).
    Abraços

    Lênin

    19 de novembro de 2010 às 02h13

    Vixi, esquece tudo que eu escrevi.
    Percebi agora a besteira que escrevi sobre retirar o estado constante!!rsrrs
    Falei besteira!
    Mals!
    Abraços.

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 23h13

    ZéPovinho, o que eu vou escrever vai ser um saco (rsrs), a maioria dos alunos de economia nem gostam do que eu vou escrever aqui.
    Vc conheçe um Filosofo da Ciência chamado Imre Lakatos?
    Ele acredita que toda ciência é formado por conceitos metafísicos (coeteris paribus, oferta e demanda, utilidade e etc em economia) e conceitos auxiliares (indivíduos maximizadores, competição perfeita e etc).
    Esses conceitos "coeteris paribus" e "oferta e demanda" são conceitos metafísicos, que não são questionados por 95% dos economistas acadêmicos do mundo. Entretanto, existem como relaxar eles, mas não é tão fácil e leva tempo. O que esse físicp esta questionando pode ter valídade!! Pois, a física é uma ciência exata e natural!!!
    Continua…

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 23h20

    Continuação…
    Já economia, não é um ciência da natureza (o próprio Marx critica, brilhantemente, a caracterização da economia como ciência não natural, atribuindo a burguesia inglesa essa atribuição, como desculpa para justificar a mais-valia).
    A economia trata de seres-humanos, trata de mercados e não tem como escapar do viés ideológico, pois tentamos fazer aquilo que sociologos e psicologos jamais fariam, expressar o comportamento humano em simples equações.
    Por isso acredito no poderável e não compro discurso ideologico de macroeconomista ortodoxo e heterodoxo.
    Economista tem que ser cobrado e na maioria é safado sim, pois matam no atacado e ninguém faz nada (só a Zélia se ferrou com planos fracassados, e só pq ela é mulher, e não pq ela era economista).
    Abraços.

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 23h47

    Mesmo pq ZéPovinho, o que esse, grande, físico falou pode significar NADA.
    Mesmo ele sendo um "bigshot", não é suficiente para mudar algo ou mudar a cabeça da comunidade cientifíca.
    Vc conheçe a teoria dos "Paradigma da ciência" do Thomas Khun? É isso!!
    Toda ciência se pauta por paradigmas, que só são quebrados dado "anomalias" (fenômenos que não são explicados pelas teorias vingentes).
    Se isso ocorre na física, uma ciência exata e natural, imagina na economia, uma ciência humana e lotada de ideologia.
    Ponderar, isso falta aos economistas.
    Abraços.

    ZePovinho

    17 de novembro de 2010 às 22h54

    Além disso,Klaus,muitos dos economistas que fizeram o Plano Cruzado fizeram o Plano Real.O Plano Real foi pensado dentro do BNDES na época de Sarney por sérios funcionários públicos do Estado junto com economistas que Conceição formou.Tá naquele livro do Nassif,"Cabeças de planilha".
    Tá hora do povo saber mais sobre quem pensou o Plano Real e a integração competitiva.O povo de FHC pegou o bonde andando e surfou na onda da mesma forma como acusam Lula,agora,de surfar na desgraçeira que FHC deixou.

    Klaus

    18 de novembro de 2010 às 08h52

    Entendi. Tudo de bom neste país, desde as capitanias hereditárias, deve-se ao PT ou alguém a ele ligado. Tiradentes era barbudo, né?

    ZePovinho

    18 de novembro de 2010 às 11h01

    Tiradentes usva barba e se estivesse no século 20 seria do PT.Tudo de ruim,nos últimos 15 anos,veio da péssima administração de FHC.É só olhar os dados.Você tem preguiça de olhar os dados,Klaus???
    O Plano Real,obra de Itamar Franco,estabilizou o Brasil à custa da explosão da dívida pública.Como a conta ficou na conta da escumalha,o povo de classe mérdia diz que foi uma maravilha.

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 18h54

    Zépovinho,
    A Maria Conceição Tavares não formou e nem influênciou ninguém que criou o plano Bresser e real.
    O pessoal que criou esses planos foram a turma da Casa das Garças, tudo da PUC/RIO, uma escola ORTODOXA.
    A Maria Conceição Tavares é HETERODOXA!!
    Logo, ela jamais teria influenciado o pessoal da Casa das Garças.
    As duas escolas se ODEIAM DE CORAÇÃO e nem se falam.

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 18h56

    UFRJ = Heterodoxia.
    PUC/RIO, Casa das Garças (pessoal que criou o plano Sarney e Real) = Ortodoxia.
    Ela pode ter dado aula para eles, mas influenciar, jamais.
    Heterodoxia e ortodoxia são escolas completamente diferentes que se ODEIAM!!!

    dbacellar

    18 de novembro de 2010 às 01h32

    O Plano Cruzado foi abandonado pelos políticos nos primeiros obstáculos encontrados. E o Real deu errado, por isso tivemos a crise de 1998 e o Real 2 (que não foi chamado assim, claro…), sem a âncora cambial.

    Alex

    18 de novembro de 2010 às 13h22

    isso mesmo, sempre insisto nessa tecla dbacellar, muitos idolatram FHC mas "esquecem" que o Real quebrou duas vezes (sem falar nas privatizações, na decuplicação da dívida pública, no arrocho, desemprego e terceirizações, nos PDVs da vida, na desnacionalização e desindustrialização, na concentração de renda e propriedade, etc etc etc)

    Lênin

    18 de novembro de 2010 às 18h49

    Mas a crise 1998 foi por conta da âncora cambial e da fuga de capitais, não por causa da moeda.
    Vc lembra da URV?
    Foi genial a sacada da URV
    Hoje temos o regime de metas para inflação, sem âncora.
    Mas o real nunca deu errado, a moeda continua e circulação.

    francisco.latorre

    18 de novembro de 2010 às 10h33

    ô klaus..

    tudo bem?..

    sempre catando piolho..

    e o seu candidato.. aquele.. sumiu né?..

    conselho.. de grátis..

    dá um tempo.

    ..

    Flavio Lima

    18 de novembro de 2010 às 11h36

    Grande Azenha
    Voce esta com tanta moral que os setores da direita tão pagandp gente pra "trollar" no seu blog, tentando truncar a discussão com essas colocações idiotas e diversionistas. Essa mulher (MCT) é OUTRA mulher genial. E que, nascida em Portugal, ama o Brasil muito mais que um relez troll, que alias NÃO ama esse pais sensacional.
    Mas esse formato é jóia, da pra pegar os klaustrolls da vida em cima da lata. O cara deve te amar, pois o emprego dele depende de voce, Azenha!
    Não é pra qualquer blogueiro sujo não!

Lênin

17 de novembro de 2010 às 19h14

Grande economista!!
Provavelmente uma das melhores no país e uma das melhores economistas mulher que estão no país.
É uma pena que ela seja heterodoxa demais (campineira, rsrs)!!!
O ideal é ser um pouco heterodoxa e um pouco ortodoxa.
Uma pena, pois ela teria lugar no governo Dilma.

Responder

jose cossta

17 de novembro de 2010 às 19h09

Vovó Tavares continua desbocada. Ser Engenheiro de Obras não é uma coisa qualquer. Sou profissional de Engenharia, mas
precisamente de escritório, pois trabalho como projetista de obras públicas e é uma missão espinhosa. Sou de esquerda,
admiro o ciência ecoônomica e compartilho de suas preocupações. Mas em qualquer atividade o cidadão ou cidadã deve
espressar-se posicionar-se e engajar-se politicamante para transformar a realidade do país

Responder

IvoGJ

17 de novembro de 2010 às 18h22

Vi ao vivo a entrevista, que economista fantástica, lúcida e bem informada.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.