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Gilson Caroni: Cuba e a repórter da Folha, quem afunda?


16/04/2011 - 22h56

por Gilson Caroni Filho, em Carta Maior

Alaine Gonzáles e Reinel Herrera são trabalhadores autônomos cubanos. Ambos foram escolhidos pela jornalista Flávia Marreiro, enviada especial da Folha de São Paulo a Havana, como personagens errantes de uma economia em frangalhos. Seguindo um padrão de cobertura vigente há 50 anos, a repórter elabora um texto com pouca informação e direcionamento enviesado, não somente sobre o país, no sentido político e econômico, mas principalmente sobre o povo, sua história, sua cultura e seus hábitos.

A enorme propaganda orquestrada contra o regime cubano acabou por criar, como subproduto previsto e planejado, uma imagem distorcida sobre os habitantes da Ilha, apresentados ora como guerrilheiros ferozes, desconhecedores de fronteiras, ora como prisioneiros, tristes e infelizes, de uma ditadura. É compreensível o sucesso desse tipo de campanha, quando se avalia o poder da rede de comunicação capitalista.

É natural que o jornalismo nativo não possa perceber a dinâmica que se apresenta aos seus olhos. Se Flávia Marreiro conseguisse se desvencilhar da viseira ideológica, talvez conseguisse enxergar os personagens com outras roupagens e expectativas. Alaine e Reinel, como o restante do povo cubano, têm consciência das suas dificuldades. Por outro lado, crêem na revolução porque sabem que são participantes ativos  de um processo tão rico quanto denso. Não se sentem impotentes diante dos problemas: reclamam e atuam dentro de uma estrutura política que lhes permite, independentemente do poder econômico ou dos conchavos políticos, resolver problemas que os afligem.

Como  cidadão esclarecido, bem informado e politizado, o cubano é o verdadeiro crítico do regime. Critica e aponta saídas. Trabalha e, quando a nação necessita da sua presença, lá está ele, pronto para defender sua revolução com o seu próprio sangue. Aqueles que não quiseram trabalhar pela coletividade ou que sequer queriam trabalhar se foram pelo Porto Mariel, iludidos pela falsa propaganda que vinha dos Estados Unidos, onde pensavam encontrar dinheiro fácil.  Flávia chegou tarde, com uma pauta envelhecida.

Nem Alaine, nem Reinel Herrera viveram os problemas da etapa anterior a 1959, quando o desemprego era superior a 16,4% e o subemprego estava em torno de 34,8%. Eles já vieram ao mundo num país de – praticamente-pleno emprego. Também não conviveram com as taxas de analfabetismo de 23,6%, nem com o sistema escolar que, de 100 crianças matriculadas nas escolas públicas, deixava 64 no meio do caminho, sem terminarem o 6º ano. Hoje, apesar de todos os problemas, a taxa de analfabetismo não chega a 3% e não existem crianças em idade escolar sem colégio.

Com uma assistência médica nacionalizada, nenhum dos dois conheceu o país que concentrava 65% da população nas áreas urbanas, que tinha 70% da indústria farmacêutica controlados por empresas estrangeiras, em que a expectativa de vida era de 62 anos e a mortalidade infantil de 40 por mil nascidos vivos.  Já a mortalidade materna era de 118,2 por 10 mil nascidos. Esses dados, por certo, não estão no departamento de pesquisa dos jornais dos Frias, Marinhos e Mesquitas. Flávia, a nossa brava repórter, talvez não disponha de outras informações que lhe seriam de extrema utilidade na cobertura da reunião do Partido Comunista Cubano.

Antes da revolução, menos de 2.500 proprietários possuíam 45% das terras do país e 8% das fazendas concentravam 71% da área disponível. Até 1959, somente 11,2% dos trabalhadores agrícolas tomavam leite, 4% comiam carne,1% consumia peixe. Na Cuba de Alaine e Herrera, o consumo de leite e carne é superior a todos os outros países do continente. Se nos anos 1980, quando os dois entrevistados nasceram, a implementação do processo revolucionário continuava, foi a década de 1960 que abriu caminho ao desenvolvimento econômico e, sobretudo aquela em que se resistiu às agressões armadas, bombardeios e à tentativa de invasão norte-americana que definiu o caráter socialista da revolução.

Todo o conjunto de medidas políticas e econômicas custou a Cuba o bloqueio econômico e diplomático imposto pelos Estados Unidos. A situação voltaria a se agravar após o fim da URSS e do bloco socialista, mas o colapso tão esperado pelo Império e seus sócios não veio.

O sistema econômico procurou proporcionar o desenvolvimento e o crescimento  do país de uma forma igualitária. Ernesto Che Guevara, quando ministro da Indústria, ilustrou bem qual a diferença entre sistema econômico e desenvolvimento. Para ele, um anão enorme com tórax enchido é subdesenvolvido, porque seus curtos braços e débeis pernas não se articulam com o resto de sua anatomia. É produto de um desenvolvimento teratológico que distorceu suas formações sociais. A descrição sobre o restante da América Latina não podia ser mais precisa.

Se, de fato, o Partido decidir demitir 500 mil funcionários, enxugar o Estado e aumentar a produtividade, como relata a grande imprensa, a anatomia cubana não permite vislumbrar um mergulho na lógica fria dos ditames do mercado. A perspectiva que só a história dá, para avaliar  em toda a sua dimensão, os erros e acertos, o processo que implantou, pela primeira vez, o socialismo na região, mostra um organismo social saudável, preparado para mudanças necessárias.

O célebre “mudamos ou afundamos” atribuído a Raul Castro não é, como supõe a matéria da Folha, a expressão dramática de uma situação. As crises permanentes que a revolução atravessou, impostas para fazê-la fracassar, fizeram com que a retificação de rumos e a concepção de novas idéias se tornassem elementos constitutivos da nação caribenha. Fátima Marreiro pode ter uma certeza: Cuba não afundará.



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124 comentários

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Jair

19 de abril de 2011 às 10h26

"Pela 1ª vez desde 1959, Cuba vai permitir compra e venda de imóveis"
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,…

"Fidel Castro confirma renúncia à direção do Partido Comunista"

Responder

Orsola Ronzoni

18 de abril de 2011 às 19h11

“Como cidadão esclarecido, bem informado e politizado, o cubano é o verdadeiro crítico do regime. Critica e aponta saídas”.
Que o digam Orlando Zapata Guillermo Fariñas e mais centenas de outros presos políticos que apodrecem nas masmorras cubanas. Que o digam ainda as 100.000 pessoas assassinadas nos paredóns desde 1959, apenas porque ousaram discordar do regime castrista.

“Aqueles que não quiseram trabalhar pela coletividade ou que sequer queriam trabalhar se foram pelo Porto Mariel, iludidos pela falsa propaganda que vinha dos Estados Unidos, onde pensavam encontrar dinheiro fácil”.
Como tinha preguiçoso naquela ilha: 2 milhões fugiram do país, ou seja 15% da população. Por isso Miami tornou-se a maior cidade cubana do mundo. E esse bando de preguiçosos envia anualmente para Cuba apenas 1 bilhão de dólares, dos quais 10% ficam nos bolsos dos irmãos Castro.
“Na Cuba de Alaine e Herrera, o consumo de leite e carne é superior a todos os outros países do continente.” Sr. Gilson Caroni, o senhor cita a estatística de apenas uma parte da ilha caribenha. Cuba, apesar de você não querer admitir, é uma ilha dividida em duas prisões: uma com comida — em Guantánamo — e outra sem comida: a de Fidel e Raúl Castro. Há certamente menos anêmicos entre os terroristas detidos na base militar americana do que nas ruas de Havana.

Responder

Luz

18 de abril de 2011 às 16h00

Só uma pergunta, se Cuba é um país legal etc e tal, PORQUE NÃO DEIXAM OS CUBANOS SAÍREM E VOLTAREM LIVREMENTE DO SEU PAÍS?

Responder

Remindo Sauim

18 de abril de 2011 às 15h05

Pois é, Cuba é um minúsculo país do Caribe e sua população representa 0,00157 da mundial. Não dá para deixar eles viverem do jeito que acharem melhor. O Fidel é um vovôzinho assim como seu irmão Raul e o resto da cúpula do governo cubano. Se o povo tivesse vontade, derrubava eles num segundo. Quem sabe eles não concordam com os velhinhos.

Responder

Carlos J. R. Araújo

18 de abril de 2011 às 14h35

Mis queridos Carmem Leporace e Gustavo Pamploma (para não falar em mais alguns), só uma perguntinha: por que vósmecês não procuram outro blog? Têm tantos, por aí. Ocês se sentiriam em casa (quer dizer, em Miami). Boa viage e deixa nóis aqui.

Responder

    Bruno

    18 de abril de 2011 às 15h59

    Ué, mas o Pamplona é comuna, não entendi a crítica.

    Concordo com o autor sobre os exageros sobre Cuba: é FATO que se trata de um país livre de analfabetismo, e que a maioria de seus problemas econômicos são artificialmente multiplicados pelo bloqueio estadunidense. Mas liberdade é essencial, e o povo de Cuba tem pouco dela. Talvez Cuba devesse buscar um modelo mais amplo de liberdade de expressão, pensamento, sem abandonar as belas coisas que construiu até hoje por meio da "revolução".

    Scan

    18 de abril de 2011 às 18h37

    A gente conhece as pessoas pelos detalhes: aqueles que colocam aspas na Revolução Cubana já mostram sua cara…

priscila presotto

18 de abril de 2011 às 13h45

Azenha ,que nível de alguns leitores e comentaristas do blog ,hein?

Responder

    Carmem Leporace

    18 de abril de 2011 às 16h15

    ui ui ui ui… velho, monta um blog só pra você, lá você deixa entrar quem vc deixar.. como não tens competência para tanto…. vais ter que me engolir….

    Scan

    18 de abril de 2011 às 18h43

    É, Priscila…
    E a tendência é piorar: o pessoalzinho dos 4% não tem onde comentar, pois o Reinaldinho Cabeção, o Eunuco, é sempre mais do mesmo e está cansando até seus acólitos mais resistentes.
    Daí a escumalha migra pra cá, pro Edu, etc.
    Até no Prof. Hariovaldo nota-se crescente invasão de Fabrícios.
    []'s

Hélio Pereira

18 de abril de 2011 às 13h11

"Todos os dias milhões de crianças dormem nas ruas,mas nenhuma é Cubana". (Fidel Castro)
Fidel disse isto muitos anos atrás,mas sua fala continua exprimindo a pura realidade atual.

Responder

    luiz pinheiro

    18 de abril de 2011 às 15h31

    Hélio, essa frase está num outdoor próximo ao aeroporto de Havana. E quem conhece Cuba sabe que é rigorosamente verdadeiro.

    Fábio Nepomuceno

    23 de setembro de 2019 às 21h21

    A melhor metáfora para comparar Cuba é com um cemitério: ” quem mora lá não pode sair; quem está fora não quer morar lá.”

fernandoeudonatelo

18 de abril de 2011 às 12h51

Pela dimensão territorial da ilha cubana e sua natureza geográfica, além da sua demanda interna real e potencial, o país sob qualquer sistema econômico em autarquia (capitalismo fechado, ou comunismo com bloqueio externo), se torna extremamente dependente do comércio exterior, aliás sendo bem dependente sem esse fato.

Não creio que as mudanças propostas pelo regime cubano, sem a contrapartida de suspensão do bloqueio comercial e econômico, vão surtir o efeito desejado, a começar pelo forte desafio do encadeamento produtivo via financiamento, que requer outros dois grandes desafios, demanda média e poupança internas sustentáveis.

Reordenações na administração e burocracia públicas de Cuba, assim como incentivos privados são interessantes, mas com o bloqueio, vai gerar restrição nas reservas internacionais e pior, na capitalização Fundos de estabilização soberanos ou sociais.

É como pensar em Cingapura, sem comércio externo.

Responder

Carlos Roberto

18 de abril de 2011 às 12h49

Depois da mudança de regime da Albânia, os faróis que iluminam a humanidade são Cuba e a Coréia do Norte. A China é comunista só no nome e Pol Pot é hoje apenas uma doce lembrança.

Responder

    Scan

    18 de abril de 2011 às 18h47

    Mesmo que Cuba ilumine a humanidade, você não vai ver: estará ocupado prestando atenção no que diz o casal 45 para depois vir repetir as sandices aqui ou alhures.

mello

18 de abril de 2011 às 12h30

Será que pensam que os cubanos querem que seu país volte a ser um bordel dos estados unidos como era na época de fulgêncio batista?

Responder

Marat

18 de abril de 2011 às 11h58

Graças à Folha, à Globo, à Veja e a todos os meios de comunicação que recebem grana dos EEUU, eu tenho ouvido, especialmente de jovens e de pessoas mais velhas, porém menos escolarizadas, coisas do gênero: "todo árabe é maluco"; "todo árabe é terrorista"; "Cuba é uma ditadura"; "Cuba está na miséria" etc e tal… pois é, o PIG ainda tem força e não pode ser subestimado. Pena que o PIG não se ofereça a ouvir a outra parte, como convém ao bom jornalismo!!!

Responder

Luiz

18 de abril de 2011 às 11h41

Só algumas perguntinhas: P q em Cuba há poucas pessoas nos hospitais e escolas lotadas de alunos? P q em Cuba ninguém morre por acidente de trânsito ou fica paralítico ou traumatizado com isso, qdo no Brasil morrem mais de 50 mil p/ano? P q não vemos em Cuba crianças, jovens e adultos fumando craque, morando nas ruas, passando fome? P q não há poluição em Cuba? Por q as pessoas andam tranquilas sem medo de assalto ou assassinato? Existem loucos ou esquizofrênicos em Cuba perambulando pelas ruas?

Responder

    Bruno

    18 de abril de 2011 às 16h01

    Quanto à poluição e às mortes no trânsito, é evidente que estes são efeitos colaterais do uso de veículos automotores e de produção industrial, coisas que a bela Cuba pouco conhece. Quanto ao resto, Cuba está sem dúvida muito bem, e isto é ótimo.

FrancoAtirador

18 de abril de 2011 às 08h53

.
.
Já cheguei à conclusão de que…

É UM DESPERDÍCIO INTELECTUAL ARGUMENTAR

CONTRA A ENXOVALHADA DE S.PAULO
.
.

Responder

    Bonifa

    18 de abril de 2011 às 10h49

    Exato. Falta completa de nível. Bloqueios de colonizados.

    Felipe

    18 de abril de 2011 às 15h34

    Imaginem se alguém substituisse São Paulo por Paraíba ou Nordeste.

    Vocês são muito preconceituosos!

    FrancoAtirador

    18 de abril de 2011 às 17h04

    .
    .
    Enxovalhada = Folha
    .
    .

Marat

18 de abril de 2011 às 07h55

A Folha, a exemplo do PIG, usa um jornalismo caudatário, a mado dos EEUU e de suas verdinhas. Ali falta ética, seriedade, busca pela verdade, e, o pior de tudo: falta jornalismo!

Responder

Thomaz Magalhães

18 de abril de 2011 às 07h54

"Na Cuba de Alaine e Herrera, o consumo de leite e carne é superior a todos os outros países do continente." A informação é invenção do prof Caroni. Em Cuba não se consome carne há muitos anos. Há notícias de festa em locais onde eventualmente se descolam uns nacos da iguaria para a população, coisa rara, comemorável. E os seus comentários sobre saúde e serviços são descabidos, toda infraestrutura social da pobre ilha comunista está comprometida. Quem está dando informação errdada é o professor.

Responder

    Nelson

    18 de abril de 2011 às 10h43

    Folgo em constatar que, a exemplo da dona Carmem Leporace e do senhor Gustavo Pamplona, temos mais um comentarista para nos trazer as "informações corretas" que os incorrigíveis da esquerda insistem em nos sonegar.

    Bonifa

    18 de abril de 2011 às 11h15

    "Em Cuba não se consome carne há muitos anos" é expressão muito irresponsável. Porquê? Há constatação de que carne faz mal à saúde? De que carne você está falando? Suína, caprina, ovina, bovina, ou de aves? É muita torcida pela desgraça dos países que não são idiotamente americanizados. Vê se vai procurar coisa melhor pra fazer que a eterna vigilância do triunfo da estupidez, Thomaz Leporace Carmem Magalhães.

    João Leite

    18 de abril de 2011 às 11h15

    E você meu caro! qual a fonte para a sua informação? ou o seu despreparo?

    luiz pinheiro

    18 de abril de 2011 às 15h44

    Voce está redondamente enganado, Thomaz. O povo cubano é, de longe, o melhor alimentado da América Latina, apesar do embargo comercial. Praticamente não há deficiência no consumo de proteínas, e são proteínas de qualidade nutricional, não são hamburgueres. Eu estive lá e constatei isso. O que acontece é que, de fato, a carne bovina é escassa. Mas eles tem a carne de cerdo (porco), de aves, de peixes, de frutos do mar, tem os cereais básicos, tem arroz, tem feijão. A infra-estrutura é de fato pobre, mas funciona, é eficiente, cobre o essencial. Eles não tem, por exemplo, os problemas de saneamento básico tão comuns em toda a AL. Tem assistencia integral à saúde, embora faltem muitos medicamentos. Mas eles compensam isso com uma vida saudável.

Antonio Carlos

18 de abril de 2011 às 00h41

A revolução cubana foi necessária, pois o país era governado por meia dúzia de bandidos! Bela vitória de Fidel e do povo. Entretanto, nada no mundo vai justificar um governante que governa um país por quase 50 anos e ainda fuzila no paredão aqueles que são contrários ao regime.
Qual a diferença do regime cubano para os ditadores do Oriente Médio e norte da África?
Sei que a população cubana não é miserável igual aos países da ditadura americana, entretanto, Fidel não poderia estar no poder há tanto tempo pois tornou-se um ditador como outro qualquer.

Responder

Luiz Fortaleza

18 de abril de 2011 às 00h12

Ela deveria fazer uma reportagem sobre a desgraça americana: USA é a 20ª taxa de mortalidade infantil do mundo; têm 1/3 das crianças em idade escolar sem as vacinas básicas; 50% dos esquizofrênicos americanos vivem nas ruas ou prisões; entre os idosos, 40% vivem em condições subumanas devido a falta de recursos; a tuberculose cresceu 38% em 1993, em New York; há 31 milhões de americanos sem nenhuma corbetura de saude e 58 milhões com cobertura inadequada; em New York, Los Angeles e Chigado há uma verdadeira cidade de sem tetos nos metrôs; o nível de pobreza atinge 1 em cada 4 americanos; O governo americano subvencionou bancos nos anos 1990 em $ 500 bi, sendo que os bancos americanos lavam $ 100 bi do narcotráfico; 87% da mão de obra americana não têm sindicatos, só 13% são sindicalizados e sobretudo do setor público; as 500 maiores corporações americanas realizam 50% das suas vendas e ganhos nos mercados mundiais. Cf. Oswaldo Coggiola, "Marxismo Hoje", p. 86-88.
Hoje são mais de 20 milhões de pobres nos USA.
Para acrescentar os USA sozinho consome 25% dos recursos naturais do mundo, enquanto o resto do planeta consome os outros 75%, ou seja, mais de 200 países. Cf. Mészáros, "Para além do capital" (Introdução).

Responder

Pedro

17 de abril de 2011 às 23h29

Ter medicina para todos, não ter analfabetos, ter a menor taxa de mortalidade infantil, como isso seria exaltado pela mídia caso existisse em algum país capitalista. Em Cuba tudo isto é condenável. Um dia de governo chamado pelos capitalistas de democrático, e Cuba voltaria a ser o ideal dos americanos, o Bordel Flutuante, com taxa de mortalidade infantil igual a do Brasil, considerada normal pela nossa mídia.

Responder

Pedro

17 de abril de 2011 às 23h22

Para a Folha, Cuba, a de Fidel, nunca deveria ter existido. Se essa Cuba não existisse, lá existiria um jornal igualzinho à Folha para mostrar como a liberdade de ser o Bordel Flutuante dos americanos faria da Ilha um modelo de democracia. Sem dúvida existiria, nesse Bordel Flutuante, plena liberdade de expressão, aquela que a CIA defende com seus milhões de dólares.

Responder

Pedro

17 de abril de 2011 às 23h15

Argumentos bem construidos é uma beleza.

Responder

Luiz Moreira

17 de abril de 2011 às 22h34

GUSTAVO PAMPLONA!
Nome espanhol que rima com o GARROTE VIL, do FRANCO e do REI DE ESPANHA. Apresenta as mortes de transito com parâmetros para as mortes sob tortura. Para enforcamentos de joelhos de jornalista de esquerda. E se este fosse o teu pai, imbecil. Mas como o BOLSONARO, a educação que teu avô deu não admitia e possibilitaria um DESVIO DE ESQUERDA. Cuidado, pois o Fidel era filho de familia rica e sua irmâ fugiu de Cuba pois as terras da familia foram para reforma agrária. Sempre surgem idealistas e sempre existem os canalhas.

Responder

    Gustavo Pamplona

    18 de abril de 2011 às 10h59

    Depois de uma verborragia como estas, então quer dizer que o Sr. me acha um canalha? hhahhahaa

    E amigo, não sou espanhol e muito menos tenho descendência até onde eu sei de espanhois, sou apenas um mineiro altamente orgulhoso de minha terra.

    Fábio

    18 de abril de 2011 às 16h05

    Pamplona é sobrenome tupí-guaraní!

Jair

17 de abril de 2011 às 21h40

A mídia e a desinformação:
Quer ficar desinformado? Então, leia o G1. O famigerado site global, sempre puxando os saco do governo do turno, não noticiou nada disso; PIOR, noticiou o TUDO AO CONTRÁRIO, O OPOSTO.

O G1 recortou apenas os pequenos trechos do discurso do líder cubano, nos quais este "exortou" o socialismo apenas para fazer uma média com os octagenários líderes do PCC, que tentam impedir as urgentes reformas econômicas, apaixonados que esses são por Carl Marx. Ao descontestualizar esses trechos do importante e REAL aconteciemnto por que está passando a ilha caribenha, o G1 foi DESONESTO.

"16/04/2011

Raúl Castro propõe limitar mandatos a 'dois períodos de cinco anos'


"O reforço sistemático da nossa institucionalização será, ao mesmo tempo, condição e garantia imprescindível para que esta política de renovação dos quadros jamais ponha em risco a continuidade do socialismo em Cuba", acrescentou.

"É fundamental deixar de lado a formalidade e a fanfarra, ou seja, banir a inércia fundamentada em dogmas e palavras de ordem", afirmou. "Só assim o Partido Comunista poderá estar em condições de ser para todos os tempos digno da autoridade ilimitada do povo e da revolução e em seu único Comandante-em-Chefe, cuja contribuição moral é indiscutível", acrescentou.

…" http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/04/raul-ca

Responder

    Bonifa

    18 de abril de 2011 às 15h00

    Há, de fato, a peneira da censura ideológica. No Brasil ele é pior que em todo o "mundo ocidental", tem malhas mais finas. Na Globo então, não passa nada.

Jair

17 de abril de 2011 às 21h40

Raúl Castro apuesta por reformar la economía y el Partido Comunista en el VI Congreso

El líder cubano arremete contra la maquinaria del partido y pide desterrar el inmovilismo y los dogmas.- Asegura que el relevo generacional de la revolución no está garantizado al no haber dirigentes jóvenes "debidamente preparados" y pide rejuvenecer el partido, sin descartarse él mismo

Las palabras de Raúl Castro en la inauguración del VI Congreso del Partido Comunista de Cuba (PCC), el pasado sábado, confirmaron varias cosas: que la reforma económica cubana avanza, todavía tímida, hacia un sistema mixto, con más iniciativa privada y menos Estado; que su alcance y plazos no están claros, aunque se habla de "un quinquenio" para "actualizar el modelo"; que no hay relevo a la vista para sustituir a la dirigencia histórica, ya octogenaria; y que el peor enemigo de los cambios es la propia forma de funcionar del PCC y su burocracia mas ortodoxa, y ante esta realidad Castro dijo que el partido y sus métodos también deben ser reformados.

Dicho esto, este domingo confirmó el rumbo de las transformaciones que el VI Congreso sancionará: descentralización; autogestión empresarial; estímulo a la iniciativa privada y al trabajo por cuenta propia, aunque con límites; reducción de los gastos sociales – la libreta de racionamiento desaparecerá paulatinamente – y drástico ajuste del empleo estatal, aunque con plazos flexibles.

Castro reiteró que en Cuba primará la planificación, pero aseguró que no se "ignorará las tendencias presentes en el mercado", antes el gran coco. En esta línea, mencionó tres nuevas medidas aperturistas casi listas: la autorización para la compraventa de casas y coches; la ampliación de los límites de tierras ociosas del Estado que pueden entregarse a los campesinos; y la regulación que permitirá a los bancos conceder créditos a los trabajadores por cuenta propia.

(…)"
http://www.elpais.com/articulo/internacional/Raul

Responder

Jair

17 de abril de 2011 às 21h39

Raúl Castro: Avanza autorización para comercio de casas y autos

El presidente de Cuba, Raúl Castro, afirmó este sábado que avanza la preparación de leyes para autorizar a los cubanos a comprar y vender casas y autos, como parte de las reformas económicas que debe aprobar el congreso comunista que sesionará en los próximos tres días.

(…)

Cerca del 90% de los cubanos son dueños de sus viviendas, no pagan impuestos por ellas o abonan bajos alquileres, pero no pueden venderlas, solo permutarlas.

Además, los cubanos sólo pueden comprar un carro otorgado por el gobierno y libremente los vehículos vendidos antes de 1959, pero a pesar de esta prohibición, y la de las casas, se realizan negociaciones ilegalmente que involucran miles de dólares.

Raúl Castro dijo que también se preparan normas para otorgar créditos bancarios a la población y a los trabajadores del sector privado, algo novedoso en Cuba.

(…)"
http://www.elespectador.com/noticias/elmundo/arti

Responder

Jair

17 de abril de 2011 às 21h38

"16/04/2011

Raúl Castro pone firme al Partido Comunista

El presidente cubano ataca al PC por frenar sus reformas y lo llama a "desterrar el inmovilismo fundamentado en dogmas y consignas vacías"

Raúl Castro inauguró ayer el VI Congreso del Partido Comunista Cubano (PCC) con un rapapolvo histórico a la organización partidista que durante medio siglo ha ostentado el monopolio político y regido los destinos de Cuba. El presidente cubano y Segundo Secretario del PCC criticó con dureza al Partido por entrometerse en las labores de Gobierno y usurpar funciones que no le son propias, además de exigirle "desterrar el inmovilismo fundamentado en dogmas y consignas vacías" y no frenar las reformas económicas que impulsa su Gobierno en busca de un nuevo modelo económico.

(…)"
http://www.elpais.com/articulo/internacional/Raul

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Jair

17 de abril de 2011 às 21h38

Capitalismo salva o povo cubano da miséria

"20/02/2011

Cubanos saborean volverse empresarios

Con la esperanza de resucitar a la paralizada economía de Cuba, el presidente Raúl Castro abrió la puerta a una nueva, aunque limitada, generación de empresarios
(…)

“Me siento útil; soy independiente”

“Cuando te sientas al final del día y ves cuánto has hecho, te sientes satisfecha"

“Si tienes la habilidad, la dedicación para alcanzar algo, deberías gozarlo”

(…)"

Na íntegra:
http://www.elheraldo.hn/Ediciones/2011/02/20/Noti

Responder

    Bonifa

    18 de abril de 2011 às 15h10

    Impossível extirpar completamente o capitalismo, que não é regime nem sistema, mas sim uma forma de relacionamento economico que é uma conquista da Humanidade e existe há milênios. Uma boa dose de capitalismo não faz mal a ninguém, pelo contrário, mas desde que seja trazido sob rédeas curtas. Sem freios nem regulamentação, o capitalismo ameaça se transformar em monstro incontrolável que poderá destruir a Humanidade.

Jair

17 de abril de 2011 às 21h37

Cuba rumo ao "odioso" capitalismo
"14.04.11

Congreso comunista define el futuro de los Castro

Cuba celebrará del 16 al 19 de abril el VI Congreso del gobernante Partido Comunista (PCC), el primero en casi 14 años, que aprobará las reformas del modelo económico y decidirá si Fidel Castro, alejado del gobierno desde 2006, continúa como primer secretario.

(…)

Reformas propuestas

La apertura de pequeños negocios privados y al capital extranjero, la eliminación de subsidios, el recorte de empleos estatales y la autonomía de las empresas centran el plan de reformas que definirá el VI Congreso del Partido Comunista de Cuba (PCC), que se inicia el sábado. Unas medidas ya están en marcha, otras podrían ser modificadas o detalladas para su ejecución.

• Eliminación de ‘plantillas infladas’. Más de un millón de empleos sobran en el Estado (20% de la fuerza laboral). En enero se inició el proceso de recorte de los primeros 500,000, que debía terminar en marzo, pero fue retrasado por Raúl Castro.

• Ampliación del trabajo privado (pequeños negocios) y cooperativas (medianas empresas) en 178 actividades. Comenzó en octubre y hasta ahora se otorgaron más de 171,000 licencias, con lo que suman unos 300,000 los cuentapropistas.

• Descentralización agrícola. Agilizar el sistema de acopio y comercialización de los productos. Cuba tiene un 40% de tierras cultivables ociosas y se busca acelerar la entrega en usufructo a manos privadas. De septiembre de 2008 hasta ahora fueron otorgadas poco más de un millón de hectáreas.

• Eliminación de subsidios en servicios como comedores y transportes obreros. Desaparición gradual de la "libreta", que desde 1963 garantiza a los cubanos una canasta básica insuficiente pero a precios mínimos.

• Flexibilización para la permuta, compra, venta y arriendo de vivienda.

• Avanzar hacia la unificación monetaria. Desde 2004 circulan el peso cubano (CUP) y el peso convertible (CUC). Un CUC equivale a 1 dólar y a 25 pesos cubanos. El salario medio es de 400 pesos, que no alcanza para comprar en tiendas los productos de primera necesidad a altos precios, en CUC.

• Aplicación de impuestos, con mayores gravámenes a los ingresos más altos.

• Créditos a campesinos y trabajadores para la pequeña empresa, aprobados en marzo.

• Apertura al capital extranjero, y diversificación de las exportaciones de bienes y servicios, sobre todo los de mayor valor agregado y contenido tecnológico.

• Liquidación de empresas con pérdidas sostenidas y reducción al "mínimo" de empresas que operan solo con presupuesto estatal.

• Impulso al turismo y principales industrias exportadoras (biotecnología y níquel) y a la exploración y explotación de nuevos yacimientos de petróleo, incluida la zona del Golfo de México.

(…)"
http://www.elheraldo.hn/Ediciones/2011/04/15/Noti

Responder

    Bonifa

    18 de abril de 2011 às 15h19

    Uma Cuba com um capitalismo florescente, domado e regulamentado em favor do interesse maior do bem estar social do povo cubano, é para os Estados Unidos um pesadelo bem maior que uma Cuba paralisada pela burocracia econômica. Não é o que os americanos sonham para Cuba. Eles sonham em abrir completamente o país para que o capitalismo selvagem e o sistema financeiro mundial devorem suas riquezas e destruam sua identidade.

sergio

17 de abril de 2011 às 20h45

Em Cuba candidato a presidente usa carteira de motorista, bêbado no trânsito? Creio que não.

Responder

    Carla Rodrigues

    18 de abril de 2011 às 09h08

    Enquanto isso, o artigo está sendo atacado pela direita fascista na Carta Maior. Sei não, acho melhor defendermos nossos espaços. Eles sabem defender os deles. Vamos fazer como aqui e encher aquilo lá de comentários. Até dizer que em Cuba, antes da revolução, a situação social era melhor já disseram….
    http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMost
    Sds

    Francisco De Olavo

    18 de abril de 2011 às 09h13

    Também creio que não, eles nem carro tem por lá, deve ser mesmo na carroça de boi, lá o presidente só manda prender e assassinar pessoas inocentes.

    Bonifa

    18 de abril de 2011 às 15h22

    Bah, isto não é torcida infantil de time de futebol.

Jair de Souza

17 de abril de 2011 às 19h50

Com relação à questão de Cuba, só há uma maneira de saber a grandeza ou fraqueza do sistema político de lá existente: é acabar com o bloqueio que impede que Cuba possa ter relações econômicas e culturais livres com todos os países e povos do mundo. Se os capitalistas acreditam que seu sistema é melhor, por que não deixar que Cuba possa ter relações normais com todos, inclusive com os EUA? A Revolução Cubana nunca quis se afastar de ninguém. É muito fácil para um cidadão dos EUA visitar Cuba. Basta que ele queira. Já para um cubano ir aos EUA, é quase impossível, a menos que seja como refugiado político. Por que é preciso sufocar Cuba para provar que seu sistema é pior? Se isso fosse verdade, o relacionamento normal ajudaria a criar um clima insustentável para o governo revolucionário. Por que vocês capitalistas não aceitam o desafio e exigem o imediato fim do bloqueio? Isto vale para todos, inclusive para um babaca que gosta de chamar a atenção com idiotices, achando que assim ele vira alguém importante. Tal babaca não merece nem ser citado para não inflar seu ego verminal.

Responder

    Davi Lemos

    17 de abril de 2011 às 21h19

    Você está certo. O regime politico e economico cubano não foi posto totalmente a prova e, mesmo assim, logrou exitos de fazer inveja aos demais paises do continentes. Já os EUA, com toda a liberdade economica e cultural que possui gera uma sociedade cada vez mais desigual, em que os sistemas de educação e saúde são uma piada.

    A resposta à sua pergunta "por que não deixar que Cuba possa ter relações normais com todos, inclusive com os EUA?" é simples: medo. Então, o embargo é importante, para não criar precedentes perigosos. O império não pode vacilar.

    Eduardo

    18 de abril de 2011 às 11h39

    O comentário é interessante, porém situa a ilha em condição passiva. Por que Cuba não propõe o fim do embargo em troca da liberdade de expressão (inclusive pelo voto) e de ir e vir dos cubanos? Quem ama Cuba incondicionalmente de lá não sairá.

Scan

17 de abril de 2011 às 19h45

Seria muito divertido ver alguns lumpens aqui do blog (que não tenho idéia de porque aparecem aqui se tem os blogs dos impotentes 4% como o do Reinaldinho Cabeção, o Eunuco) com uma perna quebrada (para não falar em coisas piores), precisando de socorro médico, tentarem uma internação nos EUA, país modelo para esses cretinos infelizes. Teriam que deixar a carteira, o salário, e sabe-se lá o que mais para conseguirem.
Mas os indigentes intelectuais preferem desancar o sarrafo na medicina cubana, no atendimento médico cubano, coisas das quais não conhecem bulhufas porque não passa na globo.
É risível, mas vindo desse pessoal que vota no Çerra, só se pode esperar isso.
Divirtamo-nos, pois.

Responder

    Davi Lemos

    17 de abril de 2011 às 21h04

    E se quebrassem as duas pernas, seriam obrigados a juntar as economias e escolher entre a direita e a esquerda. Não tenho dúvida sobre qual escolheriam.

    Scan

    17 de abril de 2011 às 23h56

    Hahahahahaha!
    Nem eu!

Fabio_Passos

17 de abril de 2011 às 19h16

Assistam o documentário de Oliver Stone que foi censurado pelo estado fascista ianque.

Os ianques ficaram nervosinhos porque o documentário mostra o povo cubano saudando efusivamente Fidel sempre que ele sai as ruas…

[youtube wRqeTooy2Nc http://www.youtube.com/watch?v=wRqeTooy2Nc youtube]

Responder

Fabio_Passos

17 de abril de 2011 às 19h09

Meio milhão de cubanos comemorando a Revolução e a vitória sobre os ianques… assistam que é um barato:

[youtube OVbIwAuBq7U http://www.youtube.com/watch?v=OVbIwAuBq7U youtube]

Responder

    Carmem Leporace

    17 de abril de 2011 às 20h00

    Tu acha que esses caras todos estão aí por livre e espotâne vontade??? deixa de ser amador rapaz….

    É cada um viu rapaz…. essa turma é cortadora de cana e plantadora de folha de tabaco que foi dar "expediente" num desses comícios do déspota… terminou aí voltam pro pesado… facão e cabo da enxada….

    Fabio_Passos

    17 de abril de 2011 às 21h23

    Chama a atenção a alegria dos participantes. Que festança.

    Já você, está claro, padece de uma dor impressionante… na alma.
    Desejo melhoras. Que você se recupere logo.

    Marcelo Fraga

    18 de abril de 2011 às 12h05

    Você também não comenta aqui por livre e espontânea vontade…
    Recebe uma graninha do PSDB.

    Bruno

    18 de abril de 2011 às 16h07

    Mimimi, se alguém não concorda comigo é porque é pago para isso, mimimi…

    Marcelo Fraga

    18 de abril de 2011 às 17h57

    Não é engraçado quando é com a gente, não é, reaça?

    aldoluiz

    18 de abril de 2011 às 20h03

    Caro Fabio Passos, grato por "el emocionante regalo". Há 50 anos os cães ladram à diteita e à esquerda e a heróica caravana do povo cubano passa com sua moral inabalável em direção ao infinito. Aos gusanos restarão os contorcionismos de sua miséria espiritual. Sinto muito, sou grato.

jotaCE

17 de abril de 2011 às 19h08

Caro Azenha,

Excelente o artigo do Gilson Caroni filho. Brilhante na forma e no conteúdo.Como muitos outros publicados pela Carta Maior, bem que poderia servir de exemplo a aulas de jornalismo. Profissão, aliás, que a Flávia Marreira deveria exercer melhor ao invés de se pôr de cócoras para servir aos seus patrões da Folha. Por matérias como essa, que mentem de forma desavergonhada, deixei há muito tempo de ler esse jornal, mesmo em sua edição on line. Mas, a matéria tem sua valia: a de lembrar a necessidade cada vez maior da criação da Lei dos Meios e de reativarmos todos, os necessários procedimentos para isso. Abraços nesta Páscoa pra você e demais que fazem o Vi o Mundo,

JotaCe

Responder

Fabio_Passos

17 de abril de 2011 às 19h06

Devemos mirar os belos exemplos de Cuba… e ignorar o lixo publicado na mídia-corporativa.

As conquistas de Cuba são de causar inveja:

"Unesco: Cuba é o melhor da AL em relação a metas na educação" http://www.cut.org.br/agencia-de-noticias/35702/u

"
Cuba é o país da América Latina que melhor cumpre as metas sobre acesso e qualidade de ensino estabelecidas pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Numa lista de 128 países, a ilha está em 14º lugar, à frente de países ricos, como Espanha (17º), Suíça (20º) e Bélgica (23º). Os três primeiros da lista são Noruega, Japão e Alemanha, respectivamente. O Brasil está em 88º. Estados Unidos e Canadá não foram listados.

“Estudantes do ensino básico em Cuba tiveram um desempenho extremamente bom”, diz o relatório, apresentado em janeiro. No país, constatou-se que mais de 85% dos alunos têm habilidade de leitura considerada além do básico. E mais de 40% alcançaram o nível mais alto.
"

Responder

Carmem Leporace

17 de abril de 2011 às 17h34

Gustavo Pamplona

Seu comentário foi muito feliz. No Brasil morreram em 20 anos de regime militar, implantado depois da revolução democrática de 64, em torno de 450 pessoas, quero ressaltar que se tivesse ocorrido apenas uma morte já seria uma grande perda, mas em 20 anos de governo militar, o número de mortos foi em torno de 450, sendo que a metade dessas mortes deve ser creditada aos """heróis"" da esquerda, tais mortes se derem durante embates, atentados terroristas, ou mesmo no que eles chamavam de """justiçamentos"", onde assassinavam de forma vil e covarde os próprios companheiros…aqueles que queriam cair fora do barco, que se negavam a matar inocentes, estes eram julgados por um tribunal de exceção e de forma sumária condenados e assassinados.

Isso é fato, o resto é papo furado de quem acha que pode reescrever a história.

Responder

    Gustavo Pamplona

    17 de abril de 2011 às 19h47

    Agradeço pela "ponderação", mas deixe me dizer que apenas exponho a realidade e com toda certeza não irei alimentar "trolls" como vossa mercê. Até porque disponho de tempo exíguo e não costumo desperdiçar, tudo bem? ;-)

    Carmem Leporace

    18 de abril de 2011 às 07h56

    Pelego Parasita e mamateiro vive sempre ocupado mesmo.

    Eu entendo.

    luiz pinheiro

    18 de abril de 2011 às 01h36

    Vejam o que o Correio Braziliense publicou neste domingo mostrando como a "ditabranda" tão amada pela Leporace tratava os estudantes universitários:
    Invadida em 1968, a Universidade de Brasília (UnB) foi monitorada pelo governo militar. Documentos da época divulgados agora mostram que o regime enxergava recomendava combater com “todas as armas” o que chamava de "inimigo". A UnB passou a ser um dos principais alvos dos órgãos de informações da ditadura. O relatório de 12 páginas, do acervo do Centro de Informações da Aeronáutica (Cisa), faz referência à Federação dos Estudantes da UnB (Feub), presidida por Honestino Guimarães, que acabaria preso e morto nos porões da ditadura em 1973. “Caso o inimigo não seja combatido com todas as armas, a todo momento, por todos os meios e em qualquer terreno, as posições que já conquistou ficarão fortalecidas. E, assim, mais livre lhe ficará o caminho para a conquista de seu objetivo: a queda do regime”, conclui o analista. .

    ana

    18 de abril de 2011 às 11h23

    REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. QUERIDA, A HISTÓRIA NOS DIZ QUE FOI UM GOLPE MILITAR. vá estudar

    Bruno

    18 de abril de 2011 às 16h08

    A história escrita pelos esquerdistas que dominam a mídia e a academia de ciências sociais há décadas. Nunca se esqueça disso.

    Pedro1

    19 de abril de 2011 às 20h05

    E a sua é a melhor, devo crer?

Felipe

17 de abril de 2011 às 16h55

Obrigado pelo excelente texto

Responder

    Carmem Leporace

    17 de abril de 2011 às 19h08

    Qual??

    ana

    18 de abril de 2011 às 11h24

    com certeza não é o seu

joão

17 de abril de 2011 às 16h44

Aécio tem habilitação apreendida em blitz da Lei Seca no Rio

Responder

Armando S Marangoni

17 de abril de 2011 às 16h03

Poderia fazer perguntas assim: será que os cubanos sabem com quem estiveram falando? A reporter se comprometeu a enviar-lhes cópia da reportagem?
Mas, pensando bem, essas perguntas não teriam sentido para os habitantes de Cuba. Eles estão ocupados com seu país e certamente acostumados às más interpretações, principalmente quando quem fala não merece sua confiança.
Então, por quê falaram? Talvez porque não tenham nada a esconder.

Responder

Marco Túlio

17 de abril de 2011 às 15h39

Por falar em afundar-se (que pode ser na bebida), não vai ter post sobre o honorável e impoluto senador que recusou-se a fazer o teste do bafômetro e estava guiando sem habilitação?

Hahahaha…intrigas de Domingo…kkkkkkkkk

Desculpe postar em matéria que não tem nada a ver…nem precisa publicar…só, por gentileza, ponha algo sobre o assunto para nos divertirmos…hehe.

Abraços,

Responder

Fabio_Passos

17 de abril de 2011 às 14h57

Cuba tem indicadores sociais excelentes.
Internacionalmente reconhecidos.

Os eua tem índices de mortalidade infantil piores do que Cuba!

Não basta produzir uma enorme riqueza se esta serve apenas a uma minoria crápula.

Responder

    Carmem Leporace

    17 de abril de 2011 às 17h25

    Você está apenas mentindo, não passa de um tocador de tuba de Fidel Castro, um désposta genocida.

    Fabio_Passos

    17 de abril de 2011 às 18h58

    hã… por que não vai tratar sua dor de cotovelo?
    Parece um problema crônico que te causa enorme sofrimento.

    ana

    18 de abril de 2011 às 11h25

    quem mente aqui é covê, Carmen

    Marcelo Fraga

    18 de abril de 2011 às 12h01

    Então prove que ele está mentindo!

Pedro

17 de abril de 2011 às 14h06

Alguém pode, então, me explicar o sistema da libreta? Pode explicar por que as mulheres se prostituem por tubos de pasta de dente? Pode explicar por que existem centenas de presos políticos – ah, devem ser os "golpistas" – Pode explicar por que um médico ganha 20 dólares mensais? Pode explicar por que tudo que não dá certo em Cuba é posto na conta dos EUA?
Última pergunta: Alguém pode explicar o porquê de apoiarem um mesmo ditador que permaneceu no poder por décadas e obrigou o povo durante todo esse tempo a assistir seus discursos de 5, 6, 7 horas seguidas?
Me parece incrível.
Só esperam que tenham ética e postem, por favor. Não existe motivo para censura, posto que não fui grosso nem ofensivo com ninguém.

Responder

O_Brasileiro

17 de abril de 2011 às 12h28

Cenário: duas tvs coreanas e uma japonesa, um ar condicionado split chinês, notebook e tablet americanos, um carro francês…
E a pergunta: onde estão as empresas de eletro-eletrônico brasileiras???
Querem ganhar dinheiro só vendendo soja e ferro???
E ainda querem falar mal de Cuba…

Responder

    Gustavo Pamplona

    17 de abril de 2011 às 15h04

    Interessante, O_Brasileiro…

    Mas não seria o ferro brasileiro que eles usam para construir algumas peças dos dispositivos eletrônicos além do carro francês que você mencionou acima? E sobre a soja, não é isto que os alimenta?

    O Brasil já é muito tempo considerado "celeiro" do mundo, prefiro ser o celeiro do mundo do que depender de outros países ainda mais em itens necessários a sobrevivência, como alimentação por exemplo.

Fabio_Passos

17 de abril de 2011 às 12h17

Quem afunda é a porcaria da folha de são paulo…
Cada dia que passa o lixo produzido por veja, estadão e fsp vende menos.

"Gore Vidal ataca EUA: Sou patriota, mas tenho inveja de Cuba" http://www.vermelho.org.br/rs/noticia.php?id_noti

"
Você está há vários dias em Havana. Cuba é a ilha satânica que a imprensa e os políticos mostram aos americanos?
Estás louca? Não! Dizem sempre que os cubanos detestam estar aqui. Que todos morrem de fome. Inventam essas mentiras de que os hospitais são terríveis e que ninguém cuida deles. Que os cubanos que adoecem vão à clínica Mayo, nos Estados Unidos. Não há mentira que nosso governo não nos conte quando fala de Cuba.
"

Responder

alex

17 de abril de 2011 às 12h09

a direita so conhece o golpe e a trucul~encia. Impõs uma falsa dicotomia, na guerra fria, entre capitalismo e socialismo e tenta reemplacar essa farsa a todo custo após proclamar ,apressadamente, o "Fim da história" .
a esquerda avança porque já compreendeu que o capitalismo é um dado da realidade e não um regime de governo. a dicotomia esquerda direita jamais equivaleu a Socialismo -capitalismo. É muito mais a dicotomia Livre mercado-mercado regulado. O Livre mercado conduz á barbárie. o mercado regulado conduz á civilização. até uma criança consegue enxergar isso se analisar a história recente.
o resto é malandragem de quem sempre mamou.

Responder

Marcos C.Campos

17 de abril de 2011 às 10h36

Cuba sempre será polêmica. Será sempre um ponto de inflexão na história, quando a história for contada através da ótica da verdade. Se o povo cubano conseguiu avanços na educação na saúde, pagou o preço através do bloqueio. Claro que os EUA nunca que poderiam deixar esta referência dar certo … Boicotou ao máximo, tentou invadir, e hoje Cuba sobrevive como sonho de liberdade ainda se construindo. Se eu tivesse nascido lá me orgulharia. Tem muito lugar pior na America Latina que Cuba, e sem bloqueio economico.

Responder

Marta

17 de abril de 2011 às 08h58

Bravo!

Responder

gilberto

17 de abril de 2011 às 08h34

A foia segue a pauta dos jornalões pigoamericanos.
A foia não tem reporteres , tem copigteres. eles copiam tudo do pig norte americano e passam aos brasileiros as inverdades falseadas em realidade.

Responder

Carmem Leporace

17 de abril de 2011 às 07h56

Cuba é um verdade paraíso sim, a matéria deve estar 100% correto, aquilo lá é um a verdadeiro paraíso na terra… meu Deus…. como é bom viver em Cuba….

Mas por todos os diabos, por que sempre que podem os cubanos sempre tentar fugir desse verdadeiro paraíso na terra??? preferem morrer na boca de um tubarão a morar neste eden, seus atletas quando no exterior são vigiados 24 horas por guardas armados para não fugirem….não podem sair do hotel, fazem o diabo para atravessarem aquele espaço de mar entre o paraíso na terra e o inferno capitalista e neo liberal de maime, tentam de forma desesperada por os pés na terra do inferno estadunidense (existe uma lei, se um desses cubanos conseguir por os pés em solo americano ele não é mais mandado de volta)… meu Deus…

Me explica isso rapaz.. se este pedaço de terra no planeta é tão bom assim, como é que seus habitantes fazem de tudo para sair de lá???

Esse conta não fecha amigo.

Responder

    Luiz Reis

    17 de abril de 2011 às 10h45

    O México é socialista? Então porque diabos tem tantos querendo sair de seu país? E procure ser honesta com os que aqui escrevem: em nenhum moento o articulista disse que lá era paraíso na terra. Não seja leviana, defenda seu ponto de vista com honestidade. Você obviamente não quer entender, Em seu comentário não citou o bloqueio imposto pelos EUA, que é uma aberração que a ONU (e OEA) finge que não vê e que faz toda a diferença. Se você quisesse tratar do assunto com seriedade não poderia furtar-se a comentar sobre isso. Imagine viver num país que sofre tal violência. Seja honesta.

    Davi Lemos

    17 de abril de 2011 às 13h01

    Luiz, esse pessoal é mal acostumado. De Cuba, eles esperam um jardim das delícias e nada menos. Já o México vai muito bem obrigado, apesar da guerra civil em varias partes do país.

    edv

    17 de abril de 2011 às 11h57

    Tem um monte de gente, por ex. em Governador Valadares, que faz de tudo para ir pros EEUU, arriscando-se a ser preso ou até a morrer…
    Pessoas querendo mudar (ex: Portugal>UK) tem de monte por aí.
    Ou vc pensa que gente como seu Carmem é só vc?

    Bruno

    18 de abril de 2011 às 16h32

    Mas então, por que Cuba proíbe o êxodo? Por que não deixa os insatisfeitos irem embora e pronto?

    Gustavo Pamplona

    17 de abril de 2011 às 12h09

    Não se esqueça, Carmem que lá os carros ainda são da década de 50, 60 e tudo é ultrapassado, antigo e coisas como Internet e acesso a novas tecnologias são ainda bem restritas.

    Quantos sites cubanos vocês conhecem?

    É a chamada "cegueira" deste pessoal da esquerda e o fato que eles também parecem que vivem no passado. Eles acreditam fielmente que houve uma ditadura no Brasil quando na realidade houve uma "ditabranda".

    De acordo com o livro “Direito à memória e à verdade”, publicado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos do governo Lula, 475 pessoas morreram ou desapareceram por motivos políticos naquele período
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Desaparecidos_pol%C3

    Bom… 475 pessoas em 21anos de "ditabranda" de 1964 a 1985 é um número ridículo se comparado com o número de acidentes de trânsito por ano ou ou em casos recentes como a tragédia das chuvas na região serrana do Rio em que matou mais de 1000.

    Isto é o mesmo que a queda do muro de Berlim na Alemanha, ninguém hoje com 30 ou até mesmo 40 anos se interessa realmente por aquele período até porque eram crianças na época.

    Eu quando eu vejo estes textos falando da "ditabranda" eu não dou muita a mínima para eles, até porque já tivemos 8 anos de governo do PT (e eu sou um PTista) e cadê algum avanço nesta área?

    Tenho minas dúvidas se a Maria do Rosário vai conseguir implantar uma "Comissão da Verdade", sabem como é, se precisar o PIG acha um podre e derruba ela assim como já fez com vários ministros do governo Lula.

    Amigos: Esta é a verdade é única e universal. Isto se chama "realidade"

    Carmem Leporace

    17 de abril de 2011 às 12h55

    Você é um bom homem.

    Davi Lemos

    17 de abril de 2011 às 12h57

    Petista não escreve PTista.

    Gustavo Pamplona

    17 de abril de 2011 às 15h09

    A fonética da letra P é 'P'ê, e isto digamos é uma peculiaridade de minha escrita, sempre escrevo PTista, para enfatizar o partido.

    priscila presotto

    17 de abril de 2011 às 19h18

    475 é um número ridículo???
    Gustavo ,meu caro,que fosse apenas uma vítima ,para mim é DITADURA!!!!!!!

    Gustavo Pamplona

    17 de abril de 2011 às 20h04

    Que diferença faz?

    O fato de uma pessoa morrer assassinada pelo Estado ou porque um bandido simplesmente a matou por uma possível "omissão" do Estado em não garantir a segurança?

    Priscila, lembro da última vez que conversamos em que você não gostou de ser chamada de uma palavrinha no qual eu apenas fiz um "brincadeirinha" com o nome do estado de SP e descobri que você é paulista, mas já sabia que você é uma leitora antiga (assim como eu) do "Vi o Mundo".

    Então vou te deixar mais uma verdade. "Todo mundo prejudica alguém!".

    Isto é inerente do ser humano, somos criaturas vis, imperfeitas e sempre que podemos arrumamos algum jeito de levarmos vantagens sobre o próximo.

    priscila presotto

    17 de abril de 2011 às 22h39

    Não concordo com sua tréplica,simplista demais

    Guilherme_RJ

    18 de abril de 2011 às 08h35

    "Que diferença faz?"
    "O fato de uma pessoa morrer assassinada pelo Estado ou porque um bandido simplesmente a matou por uma possível "omissão" do Estado em não garantir a segurança?"

    Pela tua pergunta a gente já vê:
    Você é muito burro ou muito perturbado.

    Gustavo Pamplona

    18 de abril de 2011 às 11h04

    Burro, não! Perturbado, talvez… (hahahhahaaha)

    Amigo: "A ordem dos fatores não altera o produto"

    Bruno

    18 de abril de 2011 às 16h28

    E em Cuba também é ditadura, ora. Ditadura por ditadura, a nossa foi mais branda mesmo.

    Pedro1

    19 de abril de 2011 às 20h12

    Eu também acho. E as mães que nunca receberam os corpos de seus filhos também concordam.

    Marcelo Fraga

    18 de abril de 2011 às 11h56

    "desse pessoal da esquerda"?
    Então você é direita?

    Me admiro você entrar nessa conversa da Carmela.

    Remindo Sauim

    18 de abril de 2011 às 14h59

    Eles não tem estes brinquedinhos do capitalismo, mas TODOS tem saúde e educação.

    Jair de Souza

    17 de abril de 2011 às 12h12

    Pois é dona Leporace, os habitantes dos países capitalistas da América Latina adoram o sistema de economia de mercado de seus países. A senhora vê que nenhum mexicano quer sair do México e ir para os EUA. Aquele muro que os EUA construiram lá na fronteira não foi para impedir a entrada de milhões de mexicanos e gentes de outros países capitalistas fugindo da fome, foi para impedir a entrada de cubanos. Só não dá para entender porque, apesar de construirem este muro na fronteira com o México para impedir a entrada de cubanos, são os cubanos os únicos que são estimulados e têm garantia de poder ficar nos EUA se conseguirem chegar lá. Talvez a senhora, com seu vastíssimo conhecimento e humanismo, consiga explicar isto. Certo, dona Leporace? Se não puder entender, na próxima eu escrevo em inglês para facilitar sua vida.

    luiz pinheiro

    17 de abril de 2011 às 12h47

    Que facilidade você tem para mentir, hein, Leporace?
    "Seus atletas quando no exterior são vigiados 24 horas por guardas armados para não fugirem"…
    Que absurdo, não é mesmo?
    Que "guardas armados" são esses? Cubanos ou do país onde estão os atletas?
    Que país do mundo aceitaria que, em seu próprio território nacional, guardas armados cubanos atuassem dessa forma?
    Seu problema, Leporace, não é apenas ler demais as Seleções do Reader's Digest.
    É que você acredita.

    Davi Lemos

    17 de abril de 2011 às 12h55

    Verdade. Os direitistas não ligam para o Mexico, pois lá já se consolidou uma perfeita democracia liberal. Os mexicanos vivem no melhor dos mundos, se não estão contentes, basta mudar não é mesmo?

    Eli

    17 de abril de 2011 às 19h25

    Meu cunhado é executivo de uma grande empresa em SP… nunca votou em Lula, muito menos em Dilma, ele tinha horror a ela. foi Collor, FHC, FHC, Serra, Alckimin, Serra…
    Ele esteve em Cuba ano passado e voltou dizendo que em Havana, o povo é espantosamente feliz…os carros são antigos, não há ostentação, mas diz que ninguém lá passa fome, todos estudam e tem acesso a um sistema muito bom de saúde, não tem morador de rua.
    Não é todo mundo que quer fugir de Cuba não… só aqueles que sonham com o American Way of Life… ter, ter, ter…

Fabio SP

17 de abril de 2011 às 06h07

"O célebre “mudamos ou afundamos” atribuído a Raul Castro não é, como supõe a matéria da Folha, a expressão dramática de uma situação"

Se alguém falar para mim "mudamos ou afundamos" É a expressão dramática de uma situação… seja a Folha ou não…

Responder

    Armando S Marangoni

    17 de abril de 2011 às 15h58

    Ô Fábio,
    Parece até que você não leu a reportagem toda, ou, se leu, talvez devesse reler.

ZePovinho

17 de abril de 2011 às 01h22

É aquela história:muitos afirmam que o socialismo não funciona e blá blá.Se não funciona,porque os países capitalistas combatem Cuba de maneira tão feroz??
Será que(se outros países se tornarem socialistas e começarem a estabelecer trocas entre si) esse sistema pode se tornar tão ou mais eficiente do que o pseudo-capitalismo em que vivemos,lotado por monopólios de todas as ordens??
Um dia os ratos cansam de ver os gatos mandando e começam a querer mandar também:

[youtube UtTW72F8xo0 http://www.youtube.com/watch?v=UtTW72F8xo0 youtube]

OBS:O vídeo foi linkado no DIARIOGAUCHE do Cristóvão Feil.

Responder

    Luiz Reus

    17 de abril de 2011 às 10h47

    O socialismo funciona na Dinamarca, na Suécia… mas isso os detratores não falam, vivem repetindo que apenas Cuba, Coréia do Norte e Vietnã são socialistas… ignorância e má-fé…

    Carmem Leporace

    17 de abril de 2011 às 17h36

    Cuba não é um país socialista rapaz, Cuba é um país comunista comandado por um désposta que mata pessoas inocentes sem direito a defesa, seu único crime é tentar fazer o que nós estamos fazendo aqui, manifestar nossa opinião.

    Remindo Sauim

    18 de abril de 2011 às 14h56

    Não sei, mas pelo menos não bombardeia dois milhões de idosos, mães e criancinhas indefesas em diversos países do mundo como fazem os democratas Obama e Sarcozy.

    Pedro1

    19 de abril de 2011 às 20h21

    "Inocentes sem direito à defesa". Duvido que algum receba "ajuda" (leia-se dinheiro) do governo dos EUA para ser tão inocente. É mesmo o Barbudo do Mal, o Inonimável Castro (ugh!), que persegue esses pobres homens.

    Bruno

    18 de abril de 2011 às 16h33

    Combatem o socialismo cubano porque querem ganhar dinheiro implantando uma economia de mercado em Cuba. Nada a ver com ideologia. Não se supervalorizem.

    Pedro1

    19 de abril de 2011 às 20h15

    Ah, mas isso em tudo a ver com ideologia. É só olhar para a direita e a esquerda de um país e ver qual apoia a abertura (eufemismo para arrombamento) da economia nacional…


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