VIOMUNDO

Diário da Resistência


Você escreve

As falhas no Enem e os interesses que se movem nos bastidores


08/11/2010 - 22h46

Segunda-feira, 8 de novembro de 2010 às 20:13   (Última atualização: 08/11/2010 às 20:11:35)

“Prova do Enem é tecnicamente sustentável sob todos os pontos de vista”

do blog do Planalto

O governo não pretende anular o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010, realizado no último sábado (6/11), e nem refazer as provas para todos os inscritos, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad, em entrevista coletiva à imprensa concedida nesta segunda-feira (8/11), em Brasília (DF). Segundo Haddad, os alunos prejudicados por falhas na impressão em alguns lotes poderão, após a devida apuração por parte do Ministério da Educação (MEC), refazer a prova, sem que haja a necessidade do cancelamento da mesma, uma vez que o princípio da isonomia não foi comprometido.

O Ministro disse ainda que o MEC irá tentar reverter a decisão da 7ª Vara Federal do Ceará de suspender, em caráter liminar, o Enem. O Ministério irá explicar que o uso da Teoria de Resposta ao Item permite a comparabilidade de provas distintas, possibilitando a realização de um novo exame com “questões de mesmo peso”. De acordo com o Ministro, caso a Justiça Federal do Ceará mantenha a decisão, o MEC irá recorrer em instâncias superiores, pois há, por parte do governo, a segurança de que a prova é tecnicamente sustentável.

A prova será reaplicada para quem foi prejudicado. A grande vantagem que nós temos é que, como o Enem, desde o ano passado, responde pela Teoria de Resposta ao Item, essas provas são rigorosamente comparáveis e não é necessário anular o exame como um todo… Em um exame com quase 5 milhões de inscritos, se você não adota esse sistema, compromete-se a isonomia da prova.

Questionado sobre eventuais impactos dos erros de impressão na credibilidade do Enem, Haddad afirmou que a julgar pelo relato de reitores e o aumento em 10% no número de inscritos com relação a 2009, não há razões para acreditar na perda de credibilidade do Enem, que é “irreversível, um caminho sem volta”. O Ministro informou ainda que não há uma data precisa para a reaplicação do teste para os estudantes que foram comprovadamente prejudicados.

Para definir a data temos que observar o calendário universitário e, segundo, verificar quantos estudantes efetivamente terão que refazer. No ano passado, marcamos para cerca de um mês depois. Essa é a previsão.

Sobre os custos para a realização de uma nova prova, Haddad explicou que todas as despesas ficarão a cargo da gráfica que realizou a impressão e que há, ainda, previsão contratual para a cobrança de multa.

PS do Viomundo: As falhas no Enem são lamentáveis. É prato cheio para a oposição, já que estamos falando de milhões de futuros eleitores. Dito isso, é preciso ter em conta os interesses que se movem nos bastidores. São os interesses dos que defendem a perpetuação dos cursinhos e que, em São Paulo, fizeram da Secretaria da Educação um canal de financiamento da grande mídia, como está exposto aqui.





128 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Mariana

14 de novembro de 2010 às 02h38

Foi graças ao Enem que conclui minha faculdade!
Acredito que existam pessoas interessadas em acabar com o ENEM, acho isso lamentável.
Se existem erros no exame, devem ser solucionados, e não criticarem tanto sem ao menos apresentarem soluções.

Responder

Liége A. Martins

11 de novembro de 2010 às 15h20

Ministro, parabéns pela sua competência, inteligência e seriedade, além de tudo o senhor é bonito, charmoso, agradável de se ver e ouvir, nem precisava tanto, mas a lição nesses jornalistas de araque não tem preço…

Responder

Maria Eduarda

11 de novembro de 2010 às 09h30

De fato, o ocorrido nas provas do enem PODE ter sido sabotagem por parte da oposição do PT, pois não é possível que ao imprimir lotes de uma prova nacional, a gráfica contratada não inspecione nenhuma amostra de cada lote. Porém, discordo que o enem seja um programa educacional que favoreça a todos por igual, já que os alunos de escolas particulares obtêm uma maior pontuação na redação, na prova de química e na de matemática, pois a maioria dos alunos de escolas públicas não possui preparação para redigir uma redação de concurso e, consequentemente, são excluidos do processo de inclusão nas universidades, não digo isso para descriminar alunos de escolas estaduais, mas apenas acho que alguns desses reclamam demais da desigualdade no sistema do vestibular e não utilizam recursos ao seu favor para melhorar seu conhecimento. Sabemos que a internet é um amplo local para pesquisas e essa pode ajudar nos estudos, além do que o estado possibilita que as pessoas menos favorecidas tenham acesso a ótimas bibliotecas públicas. Enfim, as pessoas reclamam do vestibular por acomodação!

Responder

camila

10 de novembro de 2010 às 14h45

na boa, cursinho é pra quem n estuda…..n é valida a teoria q que querem beneficiar os cursinhos…….. fato é que esse enem é uma zona. ou o haddad leva isso a sério ou a credibilidade vai para o saco, se eu fosse jovem sabotaria o enem e n me daria ao trabalho q fazer essa prova. no meu tempo o que valia era o vestibular. é perfeitamente possivel a pessoa estudar sozinha e se informar se quiser principalmente pela internet e passar nas provas das universidades se dedicando.

Responder

Dinha

10 de novembro de 2010 às 10h23

Antes de mesmo de navegar na blogosfera e ver o que de fato aconteceu, já achava estranho o o ENEM ter tido problema outra vez. Comecei a pensar em sabotagem ou algo assim. Agora, penso que de fato a imprensa nacional trabalha para o fim do ENEM, querem defama o sistema mais justo que apareceu para quem não pode pagar um cursinho caríssimo. Eles vão gastar saliva e nada, pq a maioria dos jovens que conheço faz o ENEM.

Responder

joni

10 de novembro de 2010 às 08h42

Vamos defender os cursinhos caros e, por isso, proibido para a maioria dos brasileiros. É isso que nas entrelinhas estão propondo os que estão contra o ENEM. Mesmo com erro(que todos os vestibulares e concursos também apresentam), o ENEM é o processo mais democrático e inclusivo na educação brasileira. Pergunte em outro país do mundo o que é vestibular. Ninguém sabe. Vamos reverter as opiniões com esclarecimento. Vamos divulgar a verdade.

Responder

Fernando

10 de novembro de 2010 às 00h43

Blog muito tendencioso. Cometários também. Tudo bem que se tenta argumentar sobre um interesse sobre o cancelamento da prova, mas como é uma argumentação, e não uma comprovação e comparação de dados, não acredito que se possa discutir com tanta certeza o que vai acontecer ou não a partir do texto. Há muito o que se analisar, e com certeza será feito.

Responder

Quem quer acabar com o Enem?

10 de novembro de 2010 às 00h39

[…] As falhas no Enem e os interesses que se movem nos bastidores […]

Responder

Roberto de Paulo

09 de novembro de 2010 às 22h37

Avisa aos derrotados do PIG,que a eleição terminou,Dilma cacete neles,isso cheira sabotagem.Gostei do Fernando Hadd,não deu moleza,a entrevista parecia a Eleição.

Responder

    Rafaela

    10 de novembro de 2010 às 08h13

    SAbotagem????????? PIG?????/ Não posso acreditar que estou lendo isso…
    Culpar a oposição pelas falhas do governo indicando sabotagem??? Estão agindo como eles no episódeio da pane do metrô antes da eleição….. que desgosto….

Baixada Carioca

09 de novembro de 2010 às 21h40

Eu só não entendo porque não suspenderam o módulo amarela quando identificaram o erro. Tinha quatro módulos em cada sala: amarela, azul, branca e rosa [http://www.enem.inep.gov.br/provas.php]. Se identificaram erro na amarela, era só trocar a amarela por uma outra qualquer e nada disso estaria em discussão.

O erro só serve pra oferecer munição pra velha mídia ficar dizendo que o governo foi incompetente; que o Enem está desmoralizado; que esse processo não serve para ingresso no ensino Universitário etc, etc, etc.

Responder

Rafael

09 de novembro de 2010 às 20h34

Cada eleição que passa fica mais claro o conflito entre elite, representada pela mídia, contra o povo que agora começa a receber uma parte dos seus direitos. É uma guerra que vamos vencer. Temos que vencer. O que estão fazendo contra o ENEM é só o começo. A elite não quer que o povo estude. A próxima batalha é a aprovação do pré-sal.

Responder

Sidnei

09 de novembro de 2010 às 18h39

Bem, como esse assunto se tornou político (PIG, serrágio e companhia ilimitada), e não mais educacional, já que em QUALQUER CONCURSO há problemas em cadernos de questões, anulação de questões, etc. e, numa avaliação de 46 milhões de pessoas, a probabilidade de ocorrer erro é imensa, ainda mais numa proporção menor que 1%, sou obrigado a lembrar aos comentaristas um fato importante, até porque muita gente que não é de São Paulo pode desconhecê-lo.

Evidentemente um erro não justifica outro, mas apenas para comprovar que erros ainda maiores foram cometidos pelo serrágio em São Paulo e não tiveram essa feroz reação da mídia. Pois bem, Há mais de 1 ano houve um erro GIGANTESCO, muitas vezes píor, que expôs os direitos fundamentais dos alunos, e até agora não foi explicado: OS LIVROS PORNOGRÁFICOS QUE SERRA ENTREGOU AOS ALUNOS DA REDE ESTADUAL DE SÃO PAULO. Verifiquem no site: http://www.namarianews.blogspot.com

PROMESSA É DÍVIDA

Há 539 Dias, 17 Horas, 17 Minutos, 59 Segundos que José Serra (Governador) e Paulo Renato (Secretário de Educação) estão enrolando e não dizem que fim levou a sindicância, noticiada em 19 de maio de 2009, para apurar os responsáveis pelos livros "pornográficos" entregues aos alunos da rede estadual. Eles não sabem quem são os culpados. Todo este tempo e eles ainda não sabem. Dá para crer nisso? A gente continua à espera da resposta oficial; e contando.
Data de validade: 30 dias.
A partir daí fica configurado descaso.

"Estou convencido que o governo, como as pessoas, tem que ter honra.
Assim falo não apenas porque aqui não se cultivam [sic] escândalos, malfeitos, roubalheira.Mas porque nunca incentivamos o silêncio da cumplicidade e da conivência com o malfeito." José Serra.

Ler mais: http://namarianews.blogspot.com/#ixzz14onujWtI

Responder

    joni

    10 de novembro de 2010 às 08h17

    Muito bem lembrado, Sidnei, vamos continuar divulgando essas e outras informações verdadeiras, como as verbas do FUNDEF não aplicadas, convenientemente, na educação de SP. Os cursinhos que me desculpem, se vão ganhar menos por causa de ENEM, mas a educação é direito de todos.

Humberto Guimaraes

09 de novembro de 2010 às 18h10

Desde as primeiras eleições após o fim da ditadura, sempre votei no PT e em seus candidatos e vou continuar fazendo isso, pois acho que é o melhor partido, o que tem mais representatividade junto aos trabalhadores, um dos poucos e o mais forte com presença nos sindicatos e movimentos sociais, significando que tem base popular.
É óbvio que, em qualquer governo sério como este, aparecerão sempre problemas.
Mas certos problemas não podem suceder mais: falhas no ENEM; problemas nos Correios; qualquer coisa, pequena que seja, na Casa Civil.
Apesar da necessária partilha com aliados de ministérios, é preciso que, onde já aconteceram problemas, não aconteçam mais. É preciso um controle, uma vigilância permanente sobre essas áreas. Seria o ideal que não aparecessem problemas em lugar nenhum, mas isso todo mundo sabe que é impossível em qualquer governo do mundo.
Que sejam de pequena monta, imediatamente apurados, sendo os responsáveis afastados para serem julgados e punidos caso culpados. Debelados rapidamente.
Mas que não se repitam onde já se deram, pois algo que poderia ser quantificado como 1 vai sempre ser potencializado para milhões ou bilhões pela oposição (política e jornalística) raivosa.

Responder

Carlos L.

09 de novembro de 2010 às 18h01

Peraí… Vamos analisar os números. 4 MILHÕES de provas em todo o Brasil. Até agora, estima-se que em torno de 2 MIL alunos terão que refazer as provas. Isso dá um percentual total de 0,05% de provas com erro. Esse percentual é tão baixo que deveria estar sendo ELOGIADO e não massacrado! Em 4 milhões de prova era de se esperar que contivessem erros um número muito maior! Um percentual de erros tão baixo em um exame desse porte é algo dificílimo de se ver! Como é possível que nossa mídia seja tão manipuladora a ponto de querer passar um percentual de erros tão mínimo, algo comendável, por algo que "destrói" a credibilidade do exame! Isso é de uma insensatez tão grande que não consigo encontrar palavras. As manchetes deveriam estar sendo: "ENEM é um sucesso em escala nacional" "Estrutura do ENEM tem percentual de erros gráficos em provas de apenas 0,05%". As maneiras que o PiG arruma de inflar manchetes são as mais absurdas. Quero só ver quando essa "bolha midiática" estourar, o pânico dos donos da imprensa vai ser maior que dos correntistas de Wall Street em 2008!

Responder

    joni

    10 de novembro de 2010 às 08h31

    Carlos, já participei, e muitos dos meus familiares também, de concursos e vestibulares que questões foram anuladas, que provas foram anuladas, e tudo foi tratado pela imprensa como uma notícia normal. Agora, com o ENEM, com esse número enorme de participantes, vira escândalo. Haja cursinho caro para preparar alunos para o vestibular. É a favor disso que a imprensa está? Qual o motivo? O vestibular é uma invenção brasileira para se ganhar dinheiro, e impedir que pobres não frequentem universidades. O pior de tudo é que a maioria dos estudantes pobres não percebe isso, e repete o que os que estão contra eles dizem. O ENEM é um processo democrático e inclusivo. O povo precisa saber. Viva o ENEM.

Morais

09 de novembro de 2010 às 17h29

Acho realmente que o ministro da educação não deve anular milhões de provas, pois tem muitos alunos que não tiveram problemas e só querem uma chance de fazer uma fauldade.
A oposição tem é que trabalhar, não vão conseguir nada se ficarem mais 4 anos só inventando problemas para o governo, acabarão perdendo mais deputados e senadores na próxima eleição.

Responder

El Cid

09 de novembro de 2010 às 17h06

Haddad e, por tabela, o governo deram chance, é fato.
Muita chance.

Mas, o Ministro da Educação deu uma sova naqueles caras.
Desconstruiu os "argumentos" com firmeza, com fundamentação.

Ficaram, os caras, como baratas tontas, cercando o Ministro com táticas diversionísticas. Tomaram de novo.

Tinham que aceitar o desafio, no ar.
Vamos lá, globo, alexandre, renato, renata, etc., topam?

[youtube j-GCF2rvxFQ http://www.youtube.com/watch?v=j-GCF2rvxFQ youtube]

Responder

El Cid

09 de novembro de 2010 às 16h59

Cancelar tudo por 21mil provas com erros?

É só chamar as pessoas de volta e pronto, para que tanta festa?!! Essa é a oposição que teremos?

Ridiculo !!

trecho da entrevista do ministro Fernando Haddad ao "bom dia (?) Brasil" :

Alexandre Garcia:

Esse é o ponto. A Justiça está entendendo que, se aplicar nova prova a dois mil alunos ou menos de dois mil alunos, feriria o princípio da isonomia em concurso.

Fernando Haddad, ministro da Educação:

Eu entendo o argumento, mas nós vamos levar ao conhecimento da Justiça que a tecnologia educacional nacional hoje permite com toda precisão fazer isso. Eu vou citar um exemplo. No ano passado, nós aplicamos dois Enems. Nós aplicamos um Enem para todo mundo e um Enem para os alunos que sofreram com as enchentes no Espírito Santo e para os alunos dos presídios. Eram duas provas distintas aplicadas em dias distintos. E os resultados saíram rigorosamente na mesma escala e na mesma data. Veja bem: o pagamento de bônus para professor de São Paulo. A Justiça vai derrubar porque os resultados não são comparáveis? O IDEB a Prova Brasil vão ser derrubados porque os resultados não são comparáveis. O Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) que permite a comparação entre estudantes de países diferentes de um ano para o outro: nós vamos derrubar? Nós vamos derrubar o TOEFL? Quer dizer, a Justiça precisa ser informada de que essa tecnologia está disponível e justamente para exames da escala do Enem.

Responder

MirabeauBLeal

09 de novembro de 2010 às 16h47

.
.
Alguém poderia me dizer

quantos exames de vestibular para acesso a universidades públicas e privadas

foram totalmente anulados,

devido a erros de impressão gráfica em alguns cadernos de provas ?
.
.

Responder

J. Carlos S. Pereira

09 de novembro de 2010 às 16h00

Krugman ensina aos governos o que o Brasil já sabia: governos devem gastar mais e não menos para o mundo sair da depressão.

Vejam seu artigo na Carta Maior.

Responder

Julio Silveira

09 de novembro de 2010 às 14h54

As pessoas antes de se manifestarem na "onda" do PIG que se criou contra o ENEM deveriam se acautelar para não fazerem o papel de inocente util, como muitas vezes aconteceu em nosso País.
Os grandes grupos detentores de interesses economicos poderosos costumam produzir o efeito gado com muita facilidade, que é quando o pecuarista enfileira o boi no brete e a partir daí um empura o outro para frente até o martelo e a faca do açougueiro.
Temos de ter muito cuidado a quem se dá apoio aqui no Brasil, muitas vezes uma grande iniciativa pode ser levada a pique, por encontrar uma serie de boicotes a ela, muitos interesses financeiros existem por trás dessas inflamadas "boas" intenções.

Responder

Eugênia Loureiro

09 de novembro de 2010 às 14h40

Precisamos saber com precisão quantos foram os prejudicados. Se for iisso mesmo de 2.000 (que poderão refazer a prova) em 4,5 milhões inscritos, então é tempestade em um copo d´água. Acho que foi no PHA que calculou um erro de 0,04%. Fala sério! A prova do ENEM foi um tremendo sucesso.

Responder

Bento 16

09 de novembro de 2010 às 14h13

O escândalo fabricado do Enem – Publicado no Blog Capital Digital de Luiz Queiroz em 04/08/2010

"Desde cedo acompanho o noticiário sobre o vazamento de informações pelo sistema informatizado do Inep, que acabou expondo dados pessoais de 12 milhões de estudantes candidatos ao Enem – Exame Nacional do Ensino Médio.

No início cheguei a pensar que o Enem estava comprometido. Mas está mesmo? Toda essa confusão levantada pelo Estadão merece ares de crise?

Sério. Falar de vazamento de dados pessoais como, “nome completo, CPF, carteira de identidade, número de inscrição do Enem”, deve ser alguma piada neste país. O que mais se vende aqui são cadastros desse gênero. E normalmente quem os compra são as empresas de telemarketing.

Aliás, se você quer se chatear é só fornecer seus dados pessoais para um supermercado, uma loja e aguardar. Em breve você receberá telefonemas de gente querendo que você assine algum serviço ou adquira algum cartão de crédito, por exemplo.

E não adianta você dizer numa loja: “Eu não quero que meus dados sejam usados por terceiros”. Você irá conferir que seus dados foram vendidos para terceiros.

Daí é que embora aprove, considero totalmente inútil o consumidor ganhar o direito de pedir para que seu número não conste numa lista telefônica, para que seja impedido de ser usado por uma empresa de telemarketing. Fatalmente este mesmo consumidor acabará quebrando o seu sigilo quando preencher algum cadastro no comércio.

Expor os dados de alunos na Internet é um incômodo sim. Não estou atenuando o ocorrido. O Inep se mostrou incompetente neste caso.

Mas daí embarcar na aventura da repórter da TV Globo, ou acompanhar o raciocínio do Estadão, de que isso pode comprometer de vez o Enem, já que é o segundo caso em que “dados sigilosos” vazam nesse exame, só sendo completamente neurótico, ou irresponsável.

Até porque, da primeira vez o que ocorreu com o Enem foi roubo de provas impressas e não dados armazenados num banco de dados. Não dá para confundir um bandido que entrou numa gráfica e roubou provas, com uma instituição que irresponsavelmente deixou um link de acesso aos dados cadastrais de alunos livre para pesquisar na Internet.

Assim mesmo, quantos sabiam disso antes do Estadão deflagrar esse “escândalo”? Já sei de antemão que 12 milhões de alunos não sabiam, já que não se manifestaram antes da matéria ser publicada por esse jornal. E aposto com quem quiser: O repórter do Estadão só teve acesso aos dados, porque recebeu de alguém uma dica para chegar lá. Com que interesse não sei. Mas certamente não foi o de corrigir essa falha de sistema.

Volto a repetir: Não estou buscando atenuante para o que ocorreu. Só estou dando certo equilíbrio nessa discussão do suposto “escândalo” que ocorreu com o Inep, ou contra o Enem.

* Ninguém precisa ser um especialista para entender como esse exame vem mexendo com certos interesses, desde que foi instituído pelo MEC." fim da notícia do Blog

Agora o exame desse ano foi aplicado pelo Cenpes/Cesgranrio (a Cesgranrio possui na sua "história", vários concursos e questões de vestibulares anulados). Essa fundação aplica também provas de vestibular para Universidades/faculdades, e com o Enem está perdendo esse mercado (imagine se não ganha a concorrência para esse e próximos anos!!!).

Outros que tem interesse na desmoralização do Enem são os cursos pré-vestibulares, que também estarão perdendo o seu filão.

Como diz a manchete desse "Você escreve": "…os interesses que se movem nos bastidores", são muitos!!!!

Responder

Rodrigo Baroni

09 de novembro de 2010 às 14h04

Do ponto de visto do processo de compras/licitação não houve nenhum erro. No ano passado, tivemos o episódio do roubo da prova e esse ano isso foi muito bem trabalhado. Além disso, a gráfica que realizou a impressão é de grande qualidade e uma multinacional, ou seja, muito maior que a gráfica da Folha. Como trabalho como comprador, o processo foi realizado de forma adequada: a gráfica vencedora imprimi uma matriz que depois é revista pelo Inep até se chegar na matriz final. Em cima desta matriz é imprimida a prova. A falha ocorreu exatamente em algum processo da empresa que tinha a ciência da confidencialidade exigida. Vamos esperar as investigações, mas pelos fatos houve um erro operacional na impressão. Isso não pode descredenciar o ENEM, mas ajudá-lo a se aprimorar e ficar melhor. No próximo ano medidas de comunicação devem ser feitas para que caso ocorra esses erros alguém possa tomar uma decisão e comunicar a instrução para todos os que estejam trabalhando nas escolas distribuindo as provas. O resto é distorção dos fatos.

Responder

Sidora

09 de novembro de 2010 às 14h00

Por esse e por outros motivos, o PT precisa fazer um trabalho de organização do povo. Chegar ao poder não é tudo. Um fato como esse leva toda a sociedade a se tornar massa de manobra na mão daqueles que estão fora do poder, que não conseguem "digerir" a derrota. Daqui pra frente uma "nova" onda de boatos vai eclodir: ENEM, obras do PAC…O PT precisa vir para perto do povo, "ensinar" política ao povo…Isso é urgente!!!

Responder

Bonifa

09 de novembro de 2010 às 13h48

Porquê tanta gana da imprensa udenista em acabar com o ENEM? Porquê o Serra, nos debates, ousou tentar passar a idéia de que o ENEM estava acabado e desmoralizado depois do episódio de vazamento na gráfica da Folha? É muito preocupante, isso. E procuradores e juízes sensíveis aos gritos da imprensa udenista tomam decisões prá lá de precipitadas… É muito preocupante isso. Sabe-se entretanto que a manuteção de um sistema de educação débil é um enorme fator de conservação da dependência das sociedades de suas elites e de seus aliados de fora. Esta corrida à justiça pela anulação do ENEM lembra muito uma outra corrida, com sinal trocado: A corrida das liminares dos movimentos sociais contra as privatizações.

Responder

sergior

09 de novembro de 2010 às 13h36

1. O governo perdeu a batalha do ENEM na opinião pública, em especial entre os jovens de classe média (segmento em que Marina ganhou a eleição, vale lembrar) que estão sendo submetidos ao exame.
2. Utilizar a TRI para a geração dos resultados beira a megalomania tecnocrática. A vida de 4,5 mi de jovens ser decidida com base em uma teoria estatística! Deus (Haddad) joga com dados! A própria transparência dos resultados vai ser questionada, pois, como explicar a um jovem que acertou 150 questões e ficou fora da vaga de medicina na UFMG que seu amigo, que acertou 148, entrou. Ele, seus pais e quem quer que seja terão a plena convicção que há maracutaia nesse exame, ainda mais com tanta confusão e tanto amadorismo.
3. Dizer que o ENEM abre chances de vagas em universidades de qualidade para aqueles que não tiveram acesso a uma escola de ensino médio de qualidade é demagogia barata. Além disso, no atual quadro, o que está acontecendo é estudantes de São Paulo ocupando vagas em universidades de qualidade pelo norte/nordeste afora. São Paulo tem a menor oferta de vagas públicas de ensino superior do país e tem a maior demanda. O ENEM, como um vestibular nacional, interessa diretamente aos interesses de São Paulo, de suprir essa carência de vagas públicas de ensino superior.
4. Dizer, além disso, que o ENEM combate os cursinhos é outro engodo. Ao contrário: com um vestibular nacional unificado, a vida dos cursinhos fica muito mais fácil, em especial dos grandes grupos, que agora têm o que gostam, qual seja, custos menores com a produção de um material didático que é único para todo o país. E que não precisa ser alterado ao longo do tempo, pois sequer lista de livros de literatura nacional é exigida para leitura dos candidatos.
5. Poucos projetos de educação desse governo são tão claramente contrários à política educacional defendida pelo candidato Lula na campanha de 2002.

Responder

    Fabio

    09 de novembro de 2010 às 16h28

    Concordo com todos os pontos. Francamente me arrependo de ter apoiado Dilma. O PSDB é terrível, mas o PT mostra que não é muito diferente de modo algum..

    Vai piorar a qualidade do ensino superior sem democratizar o acesso. Queria uma mínima explicação q faça algum sentido sobre pq os cursinhos não gostariam do ENEM. É prato cheio pra eles!

    Carol

    10 de novembro de 2010 às 19h08

    Finalmente um comentário LÚCIDO nesse blog tendencioso…

Carlos Nunes

09 de novembro de 2010 às 13h25

Azenha,

A Teoria de Resposta ao Item (TRI) é uma metodologia estatistica que permite que sejam alterados os itens (perguntas)
de um questionario e ainda assim seja mantida a sua validade e comparabilidade, e portanto a isonomia para os candidatos do Enem.

Sugiro uma entrevista com especialista em TRI para elucidar o assunto e divulgacao na blogosfera.

Responder

ze luiz

09 de novembro de 2010 às 13h12

Coloquei este comentário no Conversa Afiada e o coloco também aqui: sou professor universitário (Física, Univ.Fed. Juiz de Fora) e considero que o vestibular tradicional é um dos maiores problemas da educação brasileira, por praticamente obrigar nossos jovens a se bitolarem (mesmo alguns bons vestibulares, como da UNICAMP, são conteúdistas demais). Quando surgiu a possibilidade da utilização do ENEM como porta de entrada para as Universidades Públicas, eu vibrei, e defendi a utilização dele. Aqui em minha Universidade vamos usa-lo como uma espécie de primeira fase e alguns cursos (inclusive o que eu coordeno) utilizarão o SISU para parte das vagas. Mas ou o INEP toma vergonha na cara ou eles vão acabar com o ENEM. O erro do cabeçalho da folha de respostas é grotesco demais para ser aceito. É uma pena, mas temo que uma das iniciativas mais interessantes do governo Lula perca a credibilidade dentro das próprias Universidades. Aí, já era.

ze luiz

Responder

Mario

09 de novembro de 2010 às 12h45

Recordemos que a empresa do egrégio Paulo Renato, ex-futuro ministro da educação de Serra (e ex de FHC), presta assessoria valiosíssima (em todos os sentidos) para mega empresas produtoras de apostilas. Hoje, as apostilas dos grupos privados já invadiram o interior de S. Paulo, compradas a peso de ouro pelas prefeituras – que rejeitam livros didáticos do MEC, que seriam enviados de graça.

Responder

Fernando

09 de novembro de 2010 às 12h03

Concordo que as falhas no ENEM produzem uma geração de novos tucanos, então a Dilma tem que dar atenção ao tema.

Responder

Cornélius/Londrina

09 de novembro de 2010 às 12h00

E o nome da gráfica já apareceu? Pertence a algum veículo de comunicação?

Responder

    Cornélius/Londrina

    09 de novembro de 2010 às 12h31

    Quem procura acha. Respondendo pra mim mesmo:

    Gráfica diz que regras de segurança causaram erro na impressão do Enem
    Amanda Cieglinski | Agência Brasil
    Brasília – A Gráfica RR Donnelley, responsável pela impressão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), encaminhou nesta segunda-feira, 8, nota ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) explicando que a manutenção do sigilo do conteúdo das provas impedia que elas fossem revisadas após impressas. Esse seria o motivo que levou um lote de 21 mil cadernos de prova amarelos a apresentarem erro na montagem. Eles não continham todas as 90 questões das provas aplicadas no sábado, 6. O Inep estuda reaplicar a avaliação para os estudantes que receberam o material com defeito.
    … A cada 20 mil cadernos era gerado um caderno de qualidade para controle da impressão. Para que o conteúdo não fosse devassado, segundo a gráfica, esse foi o "critério especial" criado para verificar "a exatidão da quantidade de páginas" e a "impressão legível"… .http://www.atarde.com.br/vestibular/noticia.jsf?id=5647355

As falhas no Enem e os interesses que se movem nos bastidores « Stenio Urbano

09 de novembro de 2010 às 11h57

[…] PS do Viomundo: As falhas no Enem são lamentáveis. É prato cheio para a oposição, já que estamos falando de milhões de futuros eleitores. Dito isso, é preciso ter em conta os interesses que se movem nos bastidores. São os interesses dos que defendem a perpetuação dos cursinhos e que, em São Paulo, fizeram da Secretaria da Educação um canal de financiamento da grande mídia, como está exposto aqui. […]

Responder

Rafael

09 de novembro de 2010 às 11h49

É muito claro o interesse da mídia em acabar com o ENEM. Isso que a globo e parceiros fazem é criminoso. Tá muito claro o interesse financeiro. O ensino no Brasil não é feito para pobres, a elite quer faturar com cursinhos. Estão se apoderando do ensino. imagina se serra fosse eleito, ENEM já era. Tomara que o povo tenha sorte para que não volte um dia o bando do serra, senão vão privatizar até as federais.

Responder

    Orsola Ronzoni

    09 de novembro de 2010 às 13h30

    Com certeza você não conhece a história do ENEM para falar a bobagem acima. O ENEM foi criado em 1998 durante a gestão do Ministro da Educação Paulo Renato Souza, no governo de Fernando Henrique Cardoso.
    Isto posto, se Serra fosse eleito o ENEM seria gerido por alguém mais qualificado que o atual ministro Fernando Haddad. Recordemos as constantes falhas do MEC e do INEPto: em 2009 vários estudantes foram escalados para fazer o exame em colégios distantes 300 km de sua casa. A prova vazou dois dias antes de sua realização. Foi necessário um gasto adicional de R$30 milhões para aplicar o exame dois meses depois, que, no entanto desorganizou o calendário das universidades. Além disso, o MEC divulgou o gabarito errado. Esse ano apesar da troca do presidente do INEP constatou-se que os dados pessoais dos candidatos das últimas três edições do ENEM tinham vazado. Atrasou-se também a contratação de 300 mil pessoas entre coordenadores, aplicadores e profissionais encarregados da correção. O resultado dessa barafunda está ai.
    Por fim meu caro, não “é a mídia que quer acabar com o ENEM” é a incompetência dos atuais gestores que está colocando tudo a perder. Tomara que a Dilma seja diferente de Lula que passa a mão na cabeça dos incompetentes, e contrate gente com competência para mudar esse quadro de descalabro que grassa atualmente no meio educacional do Brasil

    Reginaldo

    09 de novembro de 2010 às 18h23

    Esse alguem mais qualificaado deve ser o paulo renato. Risivel. Se o Serra fosse eleito… Se… esse psicopata fosse eleito nos teriamos um desastre similar ao que os tucanos provocaram na educacao paulista. Alias, o sareb do sr. paulo renato è uma joia. As cartilhas dele, idem. ora, tenha paciencia.

    Orsola Ronzoni

    09 de novembro de 2010 às 19h14

    “…desastre similar que os tucanos provocaram na educação paulista.”
    Um desastre tão grande que as duas melhores escolas classificadas pelo INEP em 2009 são de São Paulo. Completam a lista mais 10 delas classificadas entre as 50 melhores.

    Rafael

    09 de novembro de 2010 às 20h24

    São acessíveis a pobres, alunos de baixa renda?

    Rafael

    09 de novembro de 2010 às 20h30

    Você não entendeu. Não é importante quem o criou. O importante é a função que o ENEM yem agora que é dar acesso aos pobres, coisa que na gestão do paulo renato souza nunca se cogitou. O sistema que oferecia, o FIES, é muito restritivo. Eu mesmo que sou de família pobre iniciei a faculdade e tentei conseguir o financiamento e infelizmente tive que parar a faculdade. Então o que você está falando não faz sentido. Certamente você não entende como são feitas contratações para aplicação da prova. Não esqueça que são feitas licitações. O ENEM tem que ser defendido por todos, principalmente por dar acesso aos estudantes que não têm família que possa pagar seus estudos. Única maneira de mudar mais ainda o país é dar acesso a TODOS ao ensino superior, não só a uma elite.

    Orsola Ronzoni

    10 de novembro de 2010 às 13h58

    Tal como você também sou defensor do ENEM, pois, como você disse, ele cumpre a função social de dar acesso à universidade àqueles que estudaram em escolas públicas e não conseguem pagar um cursinho por falta de recursos. Agora duas coisas me irritam:
    1- ver um instrumento tão poderoso ser tratado por amadores que pode colocar a perder toda a credibilidade que o ENEM já conseguiu até aqui;
    2-Ver as pessoas neste site querer jogar a culpa na mídia que apenas cumpre o seu papel de informar, e ao mesmo tempo querer defender um bando de incompetentes simplesmente porque pertence ao seu partido. Se este fosse um país sério, esta cambada já teria sido sumariamente despedida, principalmente o ministro da Educação e o presidente do INEP e colocando em seus lugares gente que entende do riscado. Seguramente o PT tem gente competente para tocar essa empreitada, e prestaria um grande favor à sociedade e principalmente aos 4 milhões de estudantes se punisse exemplarmente os responsáveis em vez de passar-lhes a mão na cabeça.
    Por fim, é importante sim lembrar quem criou o ENEM, pois diferentemente como quer o PT, o país não começou a existir a partir de 2002. FHC foi o responsável pela criação de quase todas as políticas sociais que hoje Lula diz serem suas. Admitir isso não é demérito para ninguém, pois entre todas as coisas boas que Lula criou está também a continuidade dessas políticas e a melhoria empreendida por ele. Graças a Deus Lula mudou de opinião, pois em 2000 ele condenava violentamente a ajuda alimentar criada por FHC.

    Carol

    10 de novembro de 2010 às 19h10

    Brilhante!

renan

09 de novembro de 2010 às 11h34

Mesmo comentário que fiz no Conversa Afiada, modificado:

Erratas. Problemas técnicos acontecem em qq aplicação de concursos. Mais uma vez a mídia esvazia o debate por conta de "escândalos".

Alias Azenha, vc sabia que havia 2 ou 3 questões no ENEM sobre a democratização das mídias?

Então, temos que sair das discussões técnicas para a discussão pedagógicas e de políticas públicas.

Será o ENEM um verdadeiro caminho para a democratização das Universidades? Se sim, como fazer para que aprofundar as conquistas democráticas que o ENEM traz?

Eu acredito que sim, que o ENEM traz grande conquistas na democracia, mas ele precisa de algumas mudanças do ponto de vista pedagógico. Ex. acho inviável fazer 180 questões e uma redação em apenas 2 dias. Deveriam aumentar um dia de prova, diminuir o número de questão. E o caderno de prova precisa de uma melhor diagramação, espaços para rascunho. E poder usar lápis para rascunhar. E até mudar o conteúdo de algumas questões que são dignas dos piores vestibulares do país.

Sem essas mudanças quem fica para trás são estudantes de escolas públicas. Tem perigo de estudantes ricos, de bons cursinhos, conseguirem vagas nas principais universidades do país, pois para eles o leque de opções de universidades para fazer vestibular também aumenta.

Existe muita coisa importante para se discutir no ENEM e a gente não pode ser pautados pela mídia nesta discussão. Políticas de permanência e democratização da universidade, bem como a proposta pedagógica do ENEM deve ser o nosso alvo principal de discussão.

Responder

Regina

09 de novembro de 2010 às 11h23

Todo apoio ao Enem e ao competente, serio e responsável ministro Fernando Haddad. Este é um dos que o PIG quer fritar. Temos que impedir de alguma forma. Uma porcentagem infima de alunos foi prejudicada e, não faz sentido anular o exame. Não tem sentido também o espalhafato da mídia. Os jornalões nada estão fazendo pra olhar a questão com seriedade. Lamentável a postura do Estadão, jornal que assino mas que estou seriamente tentada a abandonar.

Responder

mariah

09 de novembro de 2010 às 11h10

Abaixo coronelismo! Ótima sugestão do Ministro à turma do PIG: promover um amplo debate com quem entende de Educação.

Responder

Pedro A. Martins

09 de novembro de 2010 às 10h52

Esta Mídia horrorosa não quer perder de modo nenhum seus provilégios de 500 anos. Se acham poderosos. Mas, eles já começaram a sentir o peso da opinião pública. Elegemos uma mulher contra toda esta Imprensa nojenta. Vamos pressionar o Governo para instalar a Internet Banda Larga no Brasil todo e ai veremos quem pode mais!

Responder

José Ruiz

09 de novembro de 2010 às 10h47

Uma coisa que me incomoda nesse governo é que alguns setores não acreditam em sabotagem. Está mais do que evidente: tem gente que passa 24 horas por dia pensando em maneiras de sabotar o governo brasileiro. Cá entre nós, como vivemos em uma democracia representativa, o governo brasileiro é o governo do povo. Sabotar a nação é crime! Mas isso são outros quinhentos… até lá, é preciso que o governo adote medidas extremas contra a sabotagem… confira, e depois confira de novo, "n" vezes, até chegar perto de 0% de chance de alguém sacanear o processo…

Responder

Zé Duarte

09 de novembro de 2010 às 10h33

Chega a ser engraçado, o ENEM é problemático, o MEC é incompetente e a culpa é dos interesses por trás.

Curioso que o bolsa-universidade (prouni) é a maior privatização de ensino que eu conheço, é a alegria dos donos de universidades privadas. Se engana quem quer!

Responder

Zeca

09 de novembro de 2010 às 10h28

O que mais me chama a tenção nesse negócio sobre a prova do ENEM é que de uns tempos pra cá as "fraudes" ou "problemas" com as gráficas se intensificaram. Me faz lembrar de um ditado em espanhol que diz assim.
"Como que no hay carne si hay pastel de carne, entonces algo hay"

Responder

Juçara

09 de novembro de 2010 às 10h28

Eu e meu filho fizemos o Enem, nas provas de sábado com o anunciado invertido; houve um pequeno susto, os fiscais orientaram que se continuasse resolvendo as questões normalmente pois a coordenação do local já estava entrando em contato com a Fundação Cesgranrio e o Inep, ora, td resolvido rapidamente, pediram p ignorar o enunciado. Em alguns locais os fiscais deram a orientação (errônea) de se trocar a marcação do cartão! Sendo assim por causa de um número pequeno de prejudicados uma imensa maioria teria de refazer o exame??? Ora, estão fazendo muita tempestade num copo d'agua! Os candidatos prejudicados no caso da prova amarela e os mal orientados no caso da troca na marcação devem ter a segunda chance, é um direito, e ninguém tá negando isso!
Mas cancelar o exame é de uma falta de senso total! Tem muita gente pegando carona pq sabe q se deu mal ou chegaram atrasados, enfim, agora tudo é motivo para se alcançar seus interesses. Engraçado ver a moçada dando piti na JN?!!! A UNE quer retratação devido ao termo usado (sic) que pessoal jovem mais careta! A organização do Enem e sua aplicação precisam de mudanças, e logo! Mas daí à anulação é brincadeira!!!
Realmente estão querendo a cabeça do ministro Haddad e mais uma vez tirar a credibilidade do Enem, que deve estar realmente incomodando à muitos!

Responder

teresa

09 de novembro de 2010 às 10h12

.
Mobilização no twitter contra a falsa tempestade midiática

#ApoioHaddad

.

Responder

Rios

09 de novembro de 2010 às 09h53

Eles estão tentando uma nova arma para tentar destituir o Presidente da República e Dilma…
http://pastorador.blogspot.com/2010/11/arma-para-

Responder

Guillermo

09 de novembro de 2010 às 09h41

Se me permite, gostaria de discordar do PS do Viomundo.
Antes de avaliar as falhas (como lamentáveis), que não devem ocorrer, é preciso lembrar que o ENEM foi um sucesso para (4.600.000-21.000/4.600.000)*100 por cento dos alunos, isto é, mais de 99% (aproximadamente). O ENEM é um processo que vai se modernizar cada vez mais, é muito novo. Um processo que precisa ter equidade para tantas pessoas, não deve ser fácil, por exemplo, se compararmos com as urnas eletrônicas, acho que foi até melhor.
Eu não vou entrar em mais quatro anos, lamentando o que a Globo quer, vou comemorar o Brasil, que o PIG tentou nos impedir de comemorar nos últimos anos, mostrando só o lado ruím, ampliando com uma lente de aumento distorcida.

Responder

'Luis Roberto

09 de novembro de 2010 às 09h25

Olá Pessoal…. alguém sew dispõe a levantar os problemas e fraudes em concursos recentes no Brasil… acho que seria uma forma de mostrar como o PIG trata de maneira tão rígida o ENEM e fecha os olhos para outros…. eu me lembro de um recente concurso da OAB SP… mas isso evaporou do noticiário….e aíííííí

Responder

Márcia Nogueira

09 de novembro de 2010 às 09h23

É engraçado, em 1991, quando trabalhar no Banco do Brasil era o sonho de milhões de pessoas, cancelaram a prova feita no Brasil inteiro por causa de fraude identificada apenas no concurso de Brasília, em que os 15 primeiros colocados eram parentes de pessoas do 1º escalão do governo da época (Collor). Fui uma das milhões de prejudicadas, pois havia estudado durante meses para aquela prova e quando chegou a data da segunda prova marcada, por problemas operacionais, acabei não conseguindo comparecer e perdi minha chance. Não me lembro de haver tanto repúdio e exposição do caso na mídia. Eles só defendem aquilo que é de interesse deles. Os cursinhos devem estar reclamando muito. Por isso, viva o ENEM!

Responder

alexandre pahim

09 de novembro de 2010 às 09h21

na realidade é mais uma tentativa de desmerecer o grande avaçloa e a grande conquista do povo brasileiro que é o enem e o prouni. o mec tem que ficar atento e saber que existe boicote aos avanços da nação.

Responder

Anderson

09 de novembro de 2010 às 09h09

Ola trabalhei de fiscal no Enem e o único probelma que tivemos aqui em Sinop-Mt foi o gabarito invertido, e como a Cesgranrio nos pediu para orientar aos candidatos que continuasse marcando normalmente, pois na hora da correção era só reprogramar o computador.Ninguém deu um Piti ou saiu da sala, foi normal.Acho que o PIG está raivoso que perdeu e etá achando no ENEM um bode expiatório.

Responder

Roberto Locatelli

09 de novembro de 2010 às 09h04

O PT já deveria saber que qualquer mínima falha, qualquer deslize, qualquer vacilação, será usado furiosamente pela carcomídia a serviço de interesses escusos.

Só quem pode errar são os demotucanos. Por exemplo, Zé Bolinha de Papel gastou bilhões para duplicar a marginal do rio Tietê. E as obras simplesmente não resolveram NADA. Os congestionamentos continuam, como havia sido previsto por técnicos. Mas não há NENHUMA cobrança da Globo, Folha Veja ou Estadão.

Daqui para a frente, tem que ser FALHA ZERO.

Responder

    Sonia Aranhaha

    09 de novembro de 2010 às 12h58

    Roberto , concordo plenamente. A estratégia tem que ser essa a do FALHA ZERO. Não dá para vacilar. O ENEM já teve um problema e enfrentar outro nesta altura do campeonato é muita neglicência política sim. Os caras estão loucos massacrar o governo atual e ,sobretudo, o próximo. O ENEM , a meu ver , é um programa super bacana , descentralizador no sentido de possibilitar mobilidade social e geográfica e tem que continuar , razão pela qual quem trabalha no ENEM tem que adotar o FALHA ZERO! Valeu Roberto, vamos lançar isso por aí. abraços

eugenio

09 de novembro de 2010 às 08h33

O ENEM foi criação do governo FHC. Já vi provas do ENEM e as considero excelentes por testar a inteligência, o preparo, e não a decoreba ou o chute. Ninguém em sã consciência é contra o ENEM: ele acabará eventualmente com o infame vestibular.

Já a REALIZAÇÃO do ENEM tem sido desastrosa, desde o caso de vasamento, agora esse fiasco vexaminoso e intolerável. Não adianta dizer que o 'bug' foi pequeno: nós programadores de computador sabemos que um reles ponto-e-vírgula no lugar errado pode desabar qualquer sistema.

O governo tem que aceitar a culpa, a começar pelo ministro, o qual deveria se demitir do cargo.

ps. Voto em Lula desde o começo; votei em Dilma; não sou sectário.

Responder

    Baixada Carioca

    09 de novembro de 2010 às 21h47

    Existe uma coisa que voce não considera Eugênio. O governo contratou um serviço. Quem errou foi o contratado, não o contratante.

    Onde está o erro, a meu ver? Está em ter existido várias matrizes para se imprimir um mesmo material. O erro pode ter sido intencional com o objetivo de se criar esse tipo de sentimento.

    Há que se apurar.

Ester Nolasco

09 de novembro de 2010 às 07h55

O Enem é um portal para a igualdade de oportunidades, precisa ser aplicado com mais cuidados. Se possui muitos inimigos ocultos e abertos, muito mais ainda. Há vulnerabilidades que devem ser aperfeiçoadas para calar a boca dos inimigos.

Responder

Gerson Carneiro

09 de novembro de 2010 às 07h52

Considero inadimissível esse erro, em um segundo ano consectivo. Se o Governo Federal sabe que o gato está de olho no peixe, por que descuidar do peixe? Deveria haver mais fiscalização na realização desse exame. Ainda que aplique prova somente aos alunos prejudicados, estes jamais poderiam pagar pelo erro. Já passaram por todo estresse de se submeterem a um a primeira prova.

Esse já é o segundo ano consecutivo que acontece problemas, assim perde a credibilidade, sim. E como bem lembrado pelo viomundo, esses futuros eleitores não irão se esquecer.

Também acredito na possibilidade aí de sabotagem, uma vez que o ENEM testa os alunos de São Paulo que se submetem ao SARESP e que já sabemos que por vezes o SARESP (exame estadual) tem os dados maquiados. O exame nacional revelaria a face oculta.

Responder

    V

    09 de novembro de 2010 às 18h45

    Quantas provas deram problema? 21.000 aprox.
    Quantas precisam ser repetidas? 2.000 aprox.
    Quantas provas foram feitas? 4.600.000
    Qual o percentual de provas CERTAS? (4600000-2000/4.600.000)*100

    É … acho que foi mais sucesso do que outra coisa. O negócio é que o pig achou pelo em ovo.

    Gerson Carneiro

    09 de novembro de 2010 às 19h45

    Rapaz… meu painho brincava de fechar um olho e manter o outro aberto. Dizia ele: "dormindo pra cancão; acordado pra ladrão". Eu acho que ele estava certo.

Paulo

09 de novembro de 2010 às 07h45

Azenha,

Enquanto a nossa elite pensar e agir sistematicamente contra o povo em busca de proteger seus privilégios temos que fortalecer todas as iniciativas que visam alteração dessa composição social de classes em conflito.

Responder

Jorge

09 de novembro de 2010 às 05h56

outra COISA. Eu ia fazer essa prova,desisti por isto. FAZ 3 anos que nao e possivel fazer isto. Precisa o Ministro dar um jeito. Aplicar mais seriamente esse enem que cada dia perde credibilidade.Independente de oposicao o que for. Precisa ser investigado e mais importante. SER preso essa compania de impressao de copias.Todo ano tem fraude,e uma pouca vergonha.Comprovado e ninguem faz nada.

Responder

Norton Silva

09 de novembro de 2010 às 04h32

Por mais que se diga que a imprensa e a oposição estejam faturando com o caso (e estão), a verdade é que o MEC errou e errou feio. Não dá para ocorrer os erros cometidos após um ano em que houve anulação da prova. Cartão Resposta com menos questões do que a prova, cartões resposta de cores diferentes da prova e questões no cartão diferentes da prova correspondem a muitos erros diferentes juntos e erros típicos de displicência. É incompetência demais para uma prova que se pretende ser única e que substitua todos os vestibulares.

Responder

Bonifa

09 de novembro de 2010 às 03h28

Sabem qual é a Meca dos cursinhos pré-vestibulares? O Ceará… Foi lá que o Positivo nasceu e se tornou este gigante do ultrapassado e malfadado "vestibular". Coincidência, não?

Responder

Valdete Lima

09 de novembro de 2010 às 02h11

Isso está me cheirando a coisa séria. Trabalhei em gráfica muito anos e acompanhei publicações até a impressão. É de praxe fazer – não sei se acabou – uma última revisão antes de imprimir, na própria gráfica, retificava os erros que houvessem. Tipo fotos invertidas ou colocadas em páginas erradas com assuntos diferentes. Acabaram com o cargo de revisor e deu nisso. Mas, por outro lado eu me recuso a acreditar que uma gráfica deste porte não tenha uma secretaria gráfica. Então, é a propósito, para acabar com mais um acerto do governo Lula. Que pena! Eles não pensam no Brasil.

Responder

ValmontRS

09 de novembro de 2010 às 01h40

Acho que há muito mais do que cursinhos por trás desse ataque histérico da mídia. Grupos bem mais poderosos ligados a redes de educação privada e a produções didáticas, por exemplo. O certo é que eles querem a cabeça do Ministro da Educação a qualquer custo, o que me parece absolutamente ridículo diante da dimensão do problema. Afinal, constata-se erro (assumido pela gráfica) em 0,04% das provas e que pode ser recuperado. Enforcar um ministro de estado por isso é puro delírio oposicionista.
Que midiazinha ordinária essa que nós temos!

Responder

Rafael Andrade

09 de novembro de 2010 às 01h29

Sabotagem!

Responder

Rodrigo

09 de novembro de 2010 às 01h15

E sem contar que o maior problema nao ocorreu na tal da prova amarela. Mas sim no erro banal do cabeçalho do gabarito invertido.

A prova do primeiro dia começava com Ciências humanas. Da questao 1 a questao 45. E da 45 a 90 eram de Ciências da Natureza.

Só que no gabarito estava invertido. Em cima da questoes 1 a 45 estava ciência da natureza e da 45 a 90 Ciências Humanas. O Mec so tomou conhecimento do erro depois que a prova tinha começado e passou uma informaçao em massa de que era pra se desconsiderar o cabeçalho e fazer na sequência da numeração. O problema é que centenas de fiscais informaram aos estudantes justamento o oposto, que era pra inverter a ordem, o que acarretou em uma bagunça generalizada.

Sem contar que milhares de estudantes receberam essa informaçao umas 4 horas da tarde, sendo que eles já haviam começado a preencher o gabarito, e a partir da informaçao, passaram a marcar o gabarito da outra forma, na tentativa de marcarem com convição as poucas questao que faltavam preencher.

"Ora, se mandaram invertar e se já marquei umas 60 qestoes erradas, o que me sobra é marcar as últimas da forma correta", diz a estudante.

O fato é que o estudante saiu estressado e muitos nem foram no segundo dia da prova.

Agora pergunto. Como nao fere o princípio da isonomia? Como so refazer a prova apenas pra quem tinha a prova amarela? E os que foram induzidos a erro na questao do cabeçalho, que somam muito mais que os 0,04% que o senhor Haddad diz terem sido prejudicados, não poderão refazer a prova também? E os que nao foram no segundo dia?

Mais que isso, cade a isonomia com todo resto que não terá uma segunda chance, mais tempo pra estudar pra prova?

Como não fere a isonomia?

Não sabia que o tal do TRI é baluarte de um princípio que a própria Constituiçao, muitas vezes, não consegue resguardar.

Responder

Lucas Pereira

09 de novembro de 2010 às 01h04

EXCLUSIVO! Tucanos já sabem quem será o candidato a presidente em 2014!
A estratégia será perfeita!
ENEM poderemos nos queixar… http://desatualidadescronicas.blogspot.com/2010/1

Responder

Rodrigo

09 de novembro de 2010 às 00h56

Taxar o assunto com essa teoriazinha da conspiração de que tao querendo derrubar o enem, o ministro e ou manchar a governo do Pt é ridiculo.

Eleiçao ja passou, isso nao é briguinha politica pouca ecologica, nao é jogo sujo, nao é bolinha de papel, nao é calúnia religiosa e tucanoide.

Claro que o Pig se aproveitou. Mas se eles se aproveitaram é porque ocorreu uma grotesca falha na aplicação do processo seletivo, que degradou e maculou o estudante, o jovem brasileiro. E o que é pior, pelo segundo ano consecutivo.

Vamos colocar a parcialidade de lado e sejamos isentos. Mas que isentos, vamos defender a honra e respeitar quem mais necessita de forças agora, que sao os jovens no meio desse furacao de desordem que estudaram o ano inteiro pra que quando chegasse no dia fossem vítimas de uma pouca vergonha dessas.

Aconselho os quem ainda vêem o caso como algo politico, ou como uma tentativa de golpe, que acompanhem as redes sociais infestadas de tomento, angússtia e tristeza por parte dos vestibulandos que estao definhando com essa situaçao de desordem e irresponsabilidade do Mec.

Estamos mexendo com um futuro de jovens que almejam entrar na universidade e se firmarem definitivamente como cidadaos. Estamos falando de uma parte da populaçao que é a primavera da evoluçao social do país.

E, pelo amor de Deus, vamos tratar o assunto como deve ser tratado, dando total atençao e amparo a quem deve ter esse amparo, que sao as vitimas dessa indecência e negligência.

Tratar o assunto como se fosse uma orquestraçao politica é inconveniente e deprimente.

A eleiçao ja acabou semana passada. A Dilma venceu. A tucanada levou bomba.

Nao ha motivo pra tratar o assunto como um golpe, já que não existe golpe algum. É sim a realidade nua e crua de um processo seletivo que pelo segundo ano consecutivo demonstra suas falhas e suas
vulnerabilidades.

Responder

    Leila Farkas

    09 de novembro de 2010 às 11h35

    Ora, Rodrigo. Esses problemas estão na margem de erro. É só chororô. Milhares de vestibulares e concursos públicos passam e passarão por isso. É normal.
    Era de se esperar que a carcomídia, como li acima, venha se valer desses expedientes pra tentar recolocar "os pobres" no seu "devido" lugar. Democracia incomoda. Perd$ financeira$ também (cursinhos e apostilas idiotizantes, perda de assinantes e leditores – PIG)
    E tome democracia na educação do Brasil!

    Rodrigo

    09 de novembro de 2010 às 15h05

    Leila margem de erro nada. O governo está maquiando toda a situçao e estão contabilizando apenas os da prova amarela como prejudicados.

    So que o grande percentual de falha foi em relaçao ao cabeçalho da prova, o que daria muito mais que 0,04% que o Mec diz ter apurado.

    Então antes de acreditar em desinformação e opinioes automáticas dadas pelo presidente do MEC aconselho a se inteirar mais do assunto no olho do furacão, nas redes sociais, aonde nós alunos estamos destilando toda nossa tristeza, amargura e desesperança

    É um profundo deserviço pra sociedade o que voces estao tentando fazer por aqui, querer encobrir uma atitude burlesca dessas, como se fosse um errinho simples e que o TRI consertaria todo o problema.

    Eleiçao ja passou, vamos parar com essa ideia de que tudo é orquestraçao política. Sinceramene acho que o fanatismo e a megalomania esta subindo pela cabeça de voces. Isso aqui não é briguinha entre PT e PSDB não. Vamos voltar a realidade.

    O que deve ser dado é amparo a quem foi prejudicado. E a todos os prejudicados, nao apenas os 0,04% que o Ministro tenta enfiar goela abaixo. E o mais justo seria uma anulaçao do processo, até pra ser um divisor de aguas na tentativa de dirimir as falhas desde já, cortar o mal pela raiz desde agora. Não da pra ficar levando com a barriga e desconsiderar esses erros, tratá-los como normais. Se tornará um ciclo vicioso se agente fizer vista grossa a esses erros.

    Um rapida matemática dos erros:

    Eu felizmente não tive nenhum problema. Mas ao meu redor tenho uns 30 amigos que inverteram o gabarito. E 1 ou 2 que foram prejudicados pela prova amarela. Ou seja, os 30 serão prejudicados se o MEC quiser refazer a prova apenas com quem foi prejudicado pela prova amarela, os 2 ao meu redor.

    O cômputo é: A cada 32 pessoas prejudicadas, 2 apenas estão na estatisca do 0,04%. A grande maioria está de fora, e é isso que o governo tenta maquilar.

    Mitigar o erro apenas em 0,04% é apenas uma medida paleativa, mínima.

    Aonde está o tal do príncipio de isonomia nisso?

João -Rio de Janeiro

09 de novembro de 2010 às 00h46

Acho que as críticas são exageradas. Qualquer processo industrial nessa escala de milhões está sujeito a falhas, dentro de uma pequena margem aceitável. Não fosse assim, toda a indústria automobilística teria que fechar em vez de conviver com os recalls, que ninguém gosta, mas aceita. Além do mais, é razoável supor que os requisitos de sigilo realmente impõem uma dificuldade adicional à revisão dos cadernos de prova conforme alega o Inep.

Responder

Enem inclui questão sobre homofobia | OCOMPRIMIDO.COM

09 de novembro de 2010 às 00h39

[…] Para saber mais sobre o ENEM, clique aqui. […]

Responder

aurica_sp

09 de novembro de 2010 às 00h32

PORQUE TODA ESSA TEMPESTADE EM COPO D'AGUA. ELES TAMBÉM QUEREM CALAR O ENEM,( PROUNI, REUNI…….). O PIG INCANSÁVEL…

Responder

Tiago

09 de novembro de 2010 às 00h27

Com todo o respeito ao Azenha, mas é lamentável que neste momento este blog defenda a incompetência do MEC. O nobre ministro Haddad, que ao que parece não serviria para administrar uma escola infantil, já deveria ter sido riscado do cargo no ano passado, e é o que teria ocorrido em qualquer país minimamente civilizado. SEMPRE votei no PT e defendo totalmente as diretrizes do governo Lula, mas é injustificável manter um irresponsável como esse no Ministério.

Prezado leitor Paulo Recife, com todo o respeito ao seu comentario, onde o sr disse que a Globo cortou trechos da entrevista do ministro, com todo o respeito à sua opinião, mas esse incompetente deveria simplesmente assumir seus erros (é responsabilidade dele SIM!) e pedir desculpas à nação, e não caçar desculpas mal arrumadas, e o pior, com a anuência do presidente (que é mestre em jogar as sujeiras para baixo do tapete). Não há explicação que justifique tamanha incompetencia, irresponsabilidade, e o pior, DESRESPEITO com os alunos.

Responder

luiz antonio barbosa

09 de novembro de 2010 às 00h26

1-Sabemos da importancia do ENEM, sobre tudo para aqueles estudantes egressos de escolasp[ublicas estaduais emunicipais, de baixa renda é claro. Agora ser condecendente com incapacidade é outra coisa, pois as provas terem sido roubadas no ano passado é lamentável, mas no Brasil roubaram a taça Jules Rimet, quer dizer por mais previsível que seja é possivel e os acusados mostraram que isto pode acontecer. Daí deixar exposto documentos pessoais para serem usados por algum estelionatário ou coisa parecida e tanto desemcontro nas questões, não é bricadeira de fato não é! é irresponsabilidade, incapacidade. Por isso a excelência que o serviço publico busca nos últimos 8 anos não tem espaço para servidores que provocam tamanho estrago politico a qualque governo.

Responder

luiz antonio barbosa

09 de novembro de 2010 às 00h25

2 – continuação…Sem levar em conta a questão (pressão) psicológica que normalmente toma conta dos adolescente quandoda realização das provas, qualquer que seja, no caso do ENEM há um custo financeiro, pois há pessoas que se deslocam para mais de 300 km de suas residencias, com isso vem passagens, alimentação, hospedagem etc, algo em torno dos R$ 800,00, e quem paga essaconta… Resta um pedido: DILMA! Mostre a que veio coloque esses incapazes para bem longe do MEC, em nome dos mais de 46 milhões de votos, é só caneta para assinar decreto, te mando uma se for o caso, de preço popular é claro…

Responder

idpol

09 de novembro de 2010 às 00h22

Seu comentário precisa ser aprovado pelos administradores do site antes que apareça publicamente. PQ o governo tenta ISSO nos veículos de midia? – rebate a midia geral: ISSO é "censura" . Quede 'aquele : Os comentários são de responsabilidade dos seus autores e não reflete o pensamento do "SITE", "BLOG"….

Responder

    Conceição Lemes

    09 de novembro de 2010 às 10h37

    Não entendi. O site é responsável também pelos comentários públicados.

Guto

09 de novembro de 2010 às 00h15

Azenha, os sites do Rodrigo Vianna e do Nassif estão fora do ar. Aconteceu alguma coisa?

Responder

idpol

09 de novembro de 2010 às 00h09

Vamos inverter: contra fatos há argumentos, afinal "eu", O PODER.

Responder

Silval Barroso

09 de novembro de 2010 às 00h00

Quando o enem nao valia nada, ninguem estava nem ai para ele, nem os alunos. Mas agora o enem vale a vida ou pelo menos o futuro do aluno em entrar numa universidade federal. Tenho 2 filhos que dependem desse exame para entrar na universidade ja que a UFMT nem tem mais vestibular, somente a nota do enem. Isso não é brincadeira não, não é coisa que se nao deu este ano deixa para o ano que vem???
Desorganização é o minimo que tem acontecido nesse exame. Não é tratando isso como questão politica que vai resolver a incopetencia do Inep ja demostrada em 2 anos sequidos. Seria muito pedir seriedade com a coisa publica, resolução dos problemas com + rapidez e transparencia??
nem o 0800 61 61 61 esta atendendo +.
Brincadeira isso?
pimenta nos dos outros é refresco, ne?

Responder

fabio sp

09 de novembro de 2010 às 00h00

Parece que o INEP de Tocantins vai tomar a frente do processo agora.

Será o INEP-TO

Responder

Pedro Soto

08 de novembro de 2010 às 23h57

Você disse tudo, Denis de Paula.
Que justiça é essa, estimulada pelo PIG, que quer prejudicar 99,7% dos estudantes em prol de uma minoria que mais tarde terá chance total de recuperação?
Esses lesa-pátria, TV Globo à frente, têm que ser imediatamente denunciados.
Se eles querem guerra, vão ter guerra. NÓS VENCEMOS AS ELEIÇÕES!

Responder

pedro

08 de novembro de 2010 às 23h53

Além dos interesses do ensino particular, Haddad é um futuro presidenciável.

Responder

pedro

08 de novembro de 2010 às 23h52

Conheço gente da Folha que me disse que as relações do setor que publica essas matérias com as universidades privadas são mais que íntimas. Além disso, segundo essa fonte, diz que os chefes da redação ficavam furiosos por ter de publicar notícias sobre o governo federal por causa do ENEM. Eles querem, sim, derrubar o ENEM e o Haddad, candidato potencial à presidência, como sabemos.

Responder

mello

08 de novembro de 2010 às 23h40

A guerra inclemente contra o ENEM, iniciada meses antes da realização dos exames tem como razão maior a possibilidade de acesso ás universidades públicas e gratuitas da camada pobre da população, oriunda das escolas públicas, ou é pela queda de arrecadação dos cursinhos preparatórios para os vestibulares?

Responder

    MirabeauBLeal

    09 de novembro de 2010 às 00h31

    .
    Para quem pensa que a Educação faz parte da ECONOMIA DE MERCADO (ou do mercado de diplomas)

    tecnicamente há duas expressões clássicas para definir este verdadeiro golpe

    contra a garantia constitucional do ensino público, universalizado e gratuito:

    RESERVA DE MERCADO e FORMAÇÃO DE CARTEL.
    .

Eugênio

08 de novembro de 2010 às 23h38

É um Paulo Renato da vida…

É uma AESA Educacional da vida…

É um Grupo ABRIL da vida…

Viva o ENEM. Viva o POVO braSileiro. Viva a Classe Operária.

Responder

will

08 de novembro de 2010 às 23h30

pelo jeito, esta prova requer um cuidado muito maior que tem atualmente. as impressões da prova devem ser feitas na casa da moeda, supervisionada por profissionais da mesma, escoltada pelo exército.
quero ver alguém contestar.

Responder

    Bonifa

    09 de novembro de 2010 às 03h32

    Também acho. Devido aos interesses em jogo, de quem fez fortuna e vive às custas das malformações horrendas do ensino brasileiro, uma empresa gráfica qualquer não pode absolutamente dar conta deste recado.

Paulo Recife

08 de novembro de 2010 às 23h24

O JN de hoje editou, ou melhor, cortou os principais trechos da coletiva do ministro Haddad, de modo que escondeu ao máximo as explicações do ministro. Deu pra perceber, que apesar dos problemas no ENEM, foram apresentadas na coletiva, propostas de solucionar ou reparar os erros. Outros telejornais, por exemplo Band e SBT, deram as explicações do ministro Haddad quase que na íntegra. Continuo utilizando a velha regra: Se a Globo está contra é porque é bom para o Brasil.

Responder

    Bonifa

    09 de novembro de 2010 às 03h39

    Por aí você vê como é tarefa hercúlea mudar monstrengos que alimentam outros monstrengos, em tudo que se faz no Brasil. É preciso ter sangue no olho para desmontar as centenas de máfias que se incrustaram em quase todas as atividades no país, durante todo o Século Vinte.

    Jorge

    09 de novembro de 2010 às 08h30

    Desculpe acompanhá-lo Amigo Paulo e propor uma pequena evolução à sua assertiva:

    " Se Globo e/ou Editora Abril e/ou OESP e/ou FSP" está e/ou estão contra, é porque é bom para o Brasil

    Vamos deixar assim curtinho já que existem outros "grandes nomes" da mídia por assim dizer "envolvidos".

    Sara Maggy

    09 de novembro de 2010 às 09h52

    Engraçado, eu fiquei com esta mesma sensação: "se a Globo é contra é porque é bom para o Brasil". Ainda não entendi muito bem o porquê de tanta celeuma, mas também não estou muito certa ainda das vantagens dos métodos do Sisu…

MirabeauBLeal

08 de novembro de 2010 às 23h24

.
O PHA informou em 2 posts, hoje, que das 4,6 milhões de provas, apenas 2 mil podem conter erros gráficos.

A prevalecer a decisão judicial do cancelamento de todo o exame, serão prejudicados 99,7% dos alunos que realizaram a prova sem nenhum problema.
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/11/0

http://www.conversaafiada.com.br/cultura/2010/11/

Responder

    davi moura

    09 de novembro de 2010 às 02h02

    Cara MirabeauBleal

    eu como estudante e inscrito no Enem …
    Falo q o grande problema em questão não esta sendo levado em conta … o caso da prova amarela é só um faixada para esconder o q realmente aconteceu, q foi o cartão resposta alterado.
    Esse sim é a grande questão , no dia houve um grande dispreparo por parte dos fiscais de provas por falta de preparo e má gerencia na aplicação do concurso por inteiro. A falha do cartão-resposta foi percepitivel logo no começo da prova e a informação como deveria se proceder vei muito tarde . Muitos fiscais passaram informações q vieram de suas deduções e não do chefe do bloco, até pq esse tem altonomia para ligar para brasília p/ saber como vai se proceder por alguma modificação. Isso gerou, em cadeia nacional, prejuisospara todos os tipos de candidatos q estavam com aprovas de qualquer cor. A prova amarela foi mais um agravante.

    De ante mão não sou contra o ENEM ,acho fundamental q ele exista e acredito no funcionamento de sua Filosofia, pq ele abre um leque de mobilização social e interatividade escolar grande … Mas não passarar de Utopia enquanto ele for aplicado por instituições q estão ´´cagando“, a palavra é essa mesmo, para o povo Brasileiro.

    Paulo

    09 de novembro de 2010 às 02h16

    Conhece o principio de isonomia??
    Acredito que a turma do enem também não conhece, como é triste ver meu dinheiro indo para o lixo.
    Quanta incomPTência

    Rogerio

    09 de novembro de 2010 às 09h31

    E a vontade de sair do anonimato tanto da Procuradoria Federal quando da juiza do Ceará! É Mendes, Mello e Corrô fazendo escola… a Justiça brasileira precisa estar no centro dos acontecimentos… Tem sido assim e se continuar, em breve a justiça que já não é vista com bons olhos pela grande massa, apenas como lerda e protetora dos que tem dinheiro e são influentes, vai se tornar uma espécie de pau de galinheiro…

    Alexandre

    09 de novembro de 2010 às 11h56

    Mas é MUITO ESTRANHO que, de um universo de 4,6 milhões de provas, apenas 2 mil tenham erros. Existem MATRIZES que são distribuídas, e sendo assim, se o erro ocorreu em provas amarelas em SP, por exemplo, deveria ocorrer o mesmo em outro estado, ou eles fazem provas distintas da mesma cor? TUDO precisa ser muito bem investigado!

@DenisdePaula10

08 de novembro de 2010 às 23h23

A frustração dos estudantes que fizeram a prova e a perspectiva de ter de faze-la novamente é frustrante e imensa. Dois de meus filhos fizeram a prova e estão confusos por que não sabem exatamente o que está acontecendo e qual a solução. Tenho certesa que por traz deste episódio novamente a ação de inimigos do governo e do MEC são os responsáveis. Creio que a solução mais sensata é a aplicação do exame para os alunos que fizeram a prova com erros, que corresponde a 0,003% do total dos que fizeram. O MEC tem que dar um basta neste absurdo crime que os oposicionistas estão cometendo contra nossos estudantes e a educação. A Polícia Federal tem que exibir rapidamente os criminosos a população. É gente corrompida pelo PiG que age dentro das empresas com nome, RG e CPF.

Responder

Antonio Pereira

08 de novembro de 2010 às 23h17

A ocorrência dos erros na aplicação das provas do ENEM são lamentáveis, não deveriam acontecer, mas o Ministro Haddad está agindo com acerto, o total de erros representam pouco mais de 1% do total, portanto não justifica o cancelamento do exame como tanto quer o PIG. O ENEM representa a ascensão através do estudo para milhões de estudantes de baixa renda, isto é veneno puro em cima do PIG.

Responder

    Ramon

    09 de novembro de 2010 às 17h25

    Os erros na verdade afetaram um pouco menos que 0,04% do total de 4.6 Milhões de alunos

Mayara Cristina

08 de novembro de 2010 às 23h15

Ninguém pensou na hipótese de sabotagem???

Responder

    Luiz Fortaleza

    09 de novembro de 2010 às 10h25

    Pois é, pois da outra vez, houve sabotagem por um empregado da gráfica q vendeu as provas… isso tem cheiro de DIREITA.

    vinicius souza

    09 de novembro de 2010 às 10h27

    O proprio ministro disse nao acreditar em sabotagem. Foi um erro da grafica, assumido pela empresa. A grafica, alias, eh da mais alta qualidade, com um nivel de seguranca equivalente ao da Casa da Moeda. O que acontece eh a sabotagem pos-fato. Como disse o Lula ainda na campanha, o problema nao sao os fatos, mas a versao dos fatos…

    Baixada Carioca

    09 de novembro de 2010 às 21h43

    Não acredito em sabotagem, mas porque teve mais de uma matriz para imprimir um mesmo material?

    Vejam: faz-se uma matriz para impressão em OffSet. Foi a tal matriz que o Inep teve acesso para verificar possíveis erros. Então, como a matriz verificada não continha erros, mandou-se imprimir. Mas um lote saiu com erro: então tivemos mais de uma matriz para a mesma prova? E porque essa matriz não foi para a correção do Inep?

Prado

08 de novembro de 2010 às 23h12

Um castigo no PIG. Toda vez que o PIG inverter notícia com interesses de seus financiadores o governo deve pedir REDE nacional e passar a notícia do fato sem firulas Direto no Ponto. A Fala do Governo assim" a respeito da notícia tal, tal divulgada erradamente no veículo x,y,z informamos a população os seguinte….
Isso no horário nobre doerá muito no PIG. Doendo muito umas 10 vezes eles moderarão seus apetites e interesses mesquinhos….

Responder

    Marcos C. Campos

    09 de novembro de 2010 às 09h04

    Porque não faz ainda ? Falta de tempo ? Falta de mobilização rápida ?
    Veremos se a Presidente Dilma agirá de maneira diferente .

Prado

08 de novembro de 2010 às 23h09

Um castigo no PIG. Toda vez que o PIG inverter notícia com interesses de seus financiadores o governo pedir REDE nacional e passar a notícia do fato sem firulas Direto no Ponto. A Fala do Governo assim" arespeitop da notícia divulgada erradamente no veículo x,y,z informamos a população os eguinte…..Isso no horário nobre doerá muito. Doenda umas 10 vezes eles moderarão seus apetites e interesses mesquinhos….

Responder

    Ernesto

    09 de novembro de 2010 às 07h14

    Por essas e por outras é que o Chaves fala diretamente com o povo pela TV durante horas.

    Se fosse depender do PIG Venezuelano, Chaves hoje estaria encarcerado.

Fabio_Passos

08 de novembro de 2010 às 23h02

"
A falsa tempestade no ENEM
Enviado por luisnassif, seg, 08/11/2010 – 22:45
Por Rogerio Martins

Eu fiz o ENEM sabado e ontem. Na minha sala houve o problema do gabarito invertido. O fiscal deu a seguinte orientação: marquem as respostas normalmente pois na correção esse processo será observado. Pronto! Não houve clima nenhum. Ninguem deu piti, teve acesso ou outro problema qualquer… Vamos parar de tratar a moçada de 17 anos como se fossem retardados mentais…
"
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-falsa-

Responder

Antonio Silva

08 de novembro de 2010 às 22h59

Neste exado momento (23:00h) completa-se 14 horas ininterrúpta em que a CBN (a rádio que troca notícia) bombardeia a cabeça dos seus ouvintes com críticas contra o ENEM, o Ministro Haddad e o Governo Lula .

Um confronto direto entre o Governo Dilma e este degenerado PIG será inevitável .

Não há saída, ou o povo brasileiro destrói o PIGão ou estes conspiradores destruirão a nossa Pátria .

Responder

    Ernesto

    08 de novembro de 2010 às 23h21

    Começando por onde mais lhes dói. O bolso. Reprogramando as verbas publicitárias da Petrobrás, CEF, BB, e das campanhas institucionais de todos os ministérios e órgãos federais.

    Restringindo a propriedade e concessões cruzadas numa mesma região: se tem jornal, não tem tv. Se tem tv, não tem rádio. Se tem tv, rádio ou jornal, não tem serviço de banda larga.

    Tributando o papel de imprensa para as páginas com publicidade.

    Mario Alex

    09 de novembro de 2010 às 10h00

    Perfeito!

    José Ruiz

    09 de novembro de 2010 às 10h48

    Tudo isto que o Ernesto falou mais o estímulo à criação de rádios comunitárias…

    Se Nagao

    09 de novembro de 2010 às 08h54

    A CBN (a rádio que troca notícia) além de fazer oposição sistemática contra o Governo Lula tem também um componente que a tornou mais virulenta, que é o fato de não ter sido renovada a licença para não transmitir a Voz do Brasil.
    A não renovação se deu pelo fato da CBN não ter solicitado em tempo hábil a renovação da licença. Por fazer parte do sistema Globo de Comunicações deve ter achado que não precisaria renovar o pedido e quando foi comunicada de que teria que transmitir a Voz do Brasil como as demais emissoras de rádio foi a loucura. Estava mal acostumada com os governos anteriores.
    As emissoras que tinham a licença e solicitaram a renovação dentro dos prazos estabelecidos a obtiveram.
    A CBN ultrapassa os limites do ódio.


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding