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Cartas de Minas
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A entrevista com Telhada e a demissão da jornalista Lúcia Rodrigues; coordenador da Brasil Atual nega ligação

23 de março de 2013 às 15h59


Lúcia Rodrigues recebendo o prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, em Porto Alegre

por Conceição Lemes

A jornalista Lúcia Rodrigues tem 19 anos de profissão. De 31 de janeiro de 2011 a 5 de março de 2013, trabalhou na Rádio Brasil Atual.  Primeiro, como pauteira. Depois, repórter.

Nesse período, foi agraciada com dois prêmios por reportagens sobre a desocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP). O 1º Prêmio Beth Lobo de Direitos Humanos das Mulheres, outorgado pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo. E o 29º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, concedido pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos e Ordem dos Advogados do Brasil – seção Rio Grande do Sul (OAB-RS).

No último dia 4, Lúcia entrevistou por mais de uma hora o coronel Paulo Adriano Telhada, ex-comandante da Rota, atualmente vereador do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo.

O foco da matéria era principalmente a contratação de dois doadores de campanha para trabalhar como assessor no gabinete. Os nomes aparecem na lista do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo. Um doou quase R$ 40 mil e o outro, cerca de R$ 19 mil. Segundo o site da Câmara dos Vereadores, o primeiro assessor recebeu, em janeiro, mais de R$ 21 mil de salário; o segundo, quase R$ 18 mil. O coronel contratou, ainda, um primo para a assessoria de imprensa do gabinete.

O clima esquentou quando a repórter, ao abordar a contratação de parentes, perguntou se era legal contratar primos. Embora não seja moral nem ético, a lei permite. Lúcia não tinha certeza e disse que iria consultar advogados.  O coronel reage com uma ameaça:

Eu aconselho você a tomar cuidado com o que você vai publicar, porque a paulada vem depois do mesmo jeito, no mesmo ritmo.

Ouça aqui todo o diálogo:

Vale Este Telhada contrata primo

Ao coronel são imputadas 36 mortes durante o período em que atuou no Tático Móvel e depois como policial da Rota:

Você quer que eu conte quantos eu matei, eu não sei. Filha, eu sou um policial de 34 anos de serviço. Você sabia quantas vezes eu fui baleado? Você nunca perguntou… Vocês querem saber quantos eu matei, mas nunca perguntaram quantas vezes eu fui baleado. Você sabe quantas alças de caixão de policial eu já carreguei? Nunca perguntaram. Isso não interessa. Isso não interessa para vocês… O que interessa é que o coronel é um assassino, o coronel matou 48, 50 alguns falam 36, não sei onde arrumaram esse número… Eu não sei, eu nunca contei.

 Questionado sobre o paradoxo entre matar e frequentar igreja, Telhada afirma:

Eu estou em paz. Todos os caras que eu matei eram bandido. Não foi nenhum inocente. Essas mãos, aqui, filha, estão suja…de lama e sangue…Não tem nenhum sangue de inocente aqui.

Ouça aqui todo o diálogo:

Telhada matou vale este

A reportagem foi ao ar na manhã do dia seguinte, 5 de março. Dos dois áudios postados até aqui, apenas o primeiro entra de passagem.

Ouça aqui o que foi ao ar na Rádio Brasil Atual. Lúcia ouviu também o juiz José Henrique Rodrigues Torres, presidente da Associação Juízes para a Democracia (AJD).

DEMISSÃO POUCAS HORAS DEPOIS DE A ENTREVISTA COM TELHADA IR AO AR

À tarde, nesse dia, a jornalista foi demitida pelo próprio coordenador da Rede Brasil Atual, Paulo Salvador. Habitualmente ele não trabalha no mesmo espaço da Rádio; foi até o local apenas para exonerar Lúcia:

Ele me demitiu no estacionamento do prédio. Perguntei várias vezes o motivo. Ele disse que não iria falar. A única coisa que chegou a dizer é que não havia mais espaço para mim na firma com a mudança para a Paulista [a nova sede será na rua Carlos Sampaio]. Perguntei de quem era a decisão. Disse que era dele.

 Em 18 de março, portanto 13 dias após a demissão de Lúcia, Paulo Salvador publicou no seu blog, uma nota de esclarecimento (na íntegra, tal como foi postada, aqui). Sobre o local e a forma como isso ocorreu, diz:

Como o estúdio é improvisado, sem salas, onde todos trabalham em um salão, sem o famigerado “aquário” de diretoria. Propus que fôssemos a um local isolado, o espaço entre a escada e o estacionamento.… Como se vê, o comunicado não foi truculento, ao contrário, transcorreu dentro de um diálogo embora tenso, mas educado…

….

Disse-lhe que havia iniciado uma reestruturação da equipe tendo em vista a mudança para o novo estúdio, na rua Carlos Sampaio, levando em consideração a sinergia das equipes produtoras de conteúdo.

….

No Facebook ela escreveu que não sabe o motivo, que não foi informada. Mais uma falsificação, pois foi informada sim que o desligamento seria por reestruturação e que ficariam os que trabalham em equipe.

Em resposta ao Viomundo, Paulo Salvador bate na mesma tecla:

A Lúcia foi demitida dentro de um processo de reestruturação da rádio para transferência para um novo estúdio na paulista. Há um ano avaliamos que ela falha no trabalho em equipe, não discute com os coordenadores, envia áudio pronto para a técnica. E, ainda, que na reestruturação ficariam os que priorizam esse trabalho em equipe.

Na nota de esclarecimento, Paulo informa também que a “decisão pelo desligamento [de Lúcia] foi protelada por um ano”:

Desde janeiro de 2012, após o episódio do Pinheirinho e da publicação de uma matéria sobre acordos especiais de trabalho, a coordenação da rádio discutiu com a jornalista mudanças de postura, atitude e enfoque em seu trabalho por considerá-los individualistas, exagerados, provocadores e desrespeitosos, que tais formatos de entrevistas e matérias prejudicavam a imagem da Rede, criavam embaraços para outros jornalistas que viam seus pedidos de entrevistas negados com o argumento de que a rádio mandava repórteres provocadores.

A coordenação direta da rádio propôs-lhe mudança de editoria, mudanças de trabalho, alertou que o estilo era de blogueira e não de reportagem da rede. A própria jornalista sentia que sua situação era precária por, ao ser abordada sobre o trabalho, sempre perguntava se estava demitida.

Os dois primeiros meses de 2013 foram de agravo da postura onde em vários eventos a jornalista acentuava sua predileção por esculhambar entrevistas e entrevistados, sem que a redação e chefias tivessem discutido linhas de abordagens.

Perguntei à Lúcia se tinha sido advertida antes:

Nunca recebi nenhuma advertência. Como poderia ser advertida pelas reportagens sobre o Pinheirinho, se elas renderam dois prêmios à Rádio e a mim?

Mas ao citar a matéria sobre acordos especiais de trabalho, me fez lembrar de uma coisa.  Realmente fiquei sabendo que financiadores da Rede haviam ficado furiosos com a matéria sobre o ACE, Acordo Coletivo Especial.Os metalúrgicos do ABC queriam liberdade para negociar acordos com os patrões. Mas  dois renomados especialistas na área do trabalho criticaram muito o projeto, que alguns sindicatos queriam ver aprovado em Brasília. Eu fiz a matéria que me pediram. Mostrei os dois lados.

Mas, a partir desse episódio, meu chefe me pediu para fazer menos matérias sobre direitos humanos, porque alguém teria comentado que estava entrando muitas matérias sobre temas ligados à ditadura militar e à Comissão da Verdade. Nunca foi proposto mudança de editoria, porque simplesmente não existe essa divisão na Rádio Brasil Atual. A equipe é pequena e se desdobra para dar conta das pautas.

Eu quero que o Paulo Salvador aponte um único entrevistado que eu tenha destratado. Sei preservar os limites do profissionalismo. O que houve, isto, sim, foi censura a duas matérias.

Em dezembro do ano passado, fui à USP para a coletiva de imprensa que o governador Geraldo Alckmin deu na reitoria da Universidade. A minha pauta era sobre os processos do reitor João Grandino Rodas contra os estudantes que ocuparam a reitoria em 2011. Fiz a pergunta, o governador respondeu.

Esperei os demais colegas perguntarem e fiz mais uma segunda pergunta. Foi sobre o caso do jornalista André Caramante, da Folha de S. Paulo. Alckmin optou por ficar em silêncio.

A matéria foi postada no site da Rádio. No dia seguinte, deveria ir ao ar no jornal da manhã. Mas não foi. Paulo Salvador telefonou, proibindo que fosse veiculada. Mas o Portal Imprensa repercutiu a matéria.

A outra matéria que ele proibiu fosse postada no site e fosse ao ar no dia seguinte na Rádio foi a entrevista com Alckmin e Rodas sobre os processos contra os estudantes que ocuparam a reitoria. Tenho uma cópia da matéria comigo.

Diante disso, questionei Paulo: você proibiu alguma matéria da Lúcia de ir ao ar? Resposta:

Essa matéria do Alckmin não entregou no programa, ficou só nas redes. Essa decisão foi tomada em consulta com os editores da rádio, revista e site. Eu não cuido das matérias. Sugiro assuntos, pautas, entrevistas e comento o publicado.

O “essa matéria do Alckmin” refere-se à reportagem mencionada em e-mail anterior, onde ele diz:

Ela foi cobrir uma coletiva do governador na USP Butantã sobre a passarela da Cidade Universitária com o Villa Lobos. A repórter pergunta do Camarante, o governador não responde, ela provoca e a assessora de imprensa diz que ela havia ido lá para tumultuar. Tudo isso está no áudio.

Lúcia rechaça:

Primeiro, a matéria que ficou só no site foi a sobre o Caramante. A outra sobre os processos contra os estudantes da USP, em que entrevisto Alckmin e o reitor João Grandino Rodas, nem chegou a ser postada no site e também não foi ao ar na Rádio. Ele proibiu…

Segundo, a coletiva foi convocada para o governador falar da passarela ligando a Cidade Universitária ao Villa Lobos. Só que, como acontece em toda coletiva, boa parte dos jornalistas perguntam sobre outros temas que não o proposto pela assessoria de imprensa. Eu perguntei sobre os processos contra os alunos e sobre o caso do Caramante.

Terceiro, ao perguntar ao Alckmin sobre o Caramante, eu apenas cumpri o meu papel de jornalista. A assessora de imprensa do governador estava no dela, que é, entre outras coisas, de protegê-lo de perguntas embaraçosas. Lembra-se de que na eleição para a prefeitura, em 2012, o Serra se recusou a responder sobre plano de governo e chamou o repórter da Rede Brasil Atual de ‘sem-vergonha? Nosso papel é perguntar para esclarecer.

Ouça o áudio da matéria  sobre o Alckmin e o Caramante:

Aí, fiz a pergunta óbvia a ambos: teria havido interferência, pressão, do coronel Telhada para a demissão?

Paulo Salvador descarta:

A relação da entrevista com o Telhada e a demissão é apenas uma ‘vitimização’ dela, uma expressão de contiguidade ginasiana. Tanto é que a matéria foi ao ar.

Lúcia estranha:

Sinceramente não acho que o coronel Telhada tivesse poder para interferir na minha demissão. O que surpreende é o fato de ter ocorrido na sequência da veiculação de uma matéria sobre o vereador e ex-chefe da Rota. A reportagem foi ao ar no dia 5 pela manhã e na tarde do mesmo dia fui sumariamente demitida. Me surpreende mais ainda a demissão ocorrer após o coronel Telhada ter me ameaçado no meio da entrevista.

PAULO DIZ QUE FOI OFERECIDA RECOLOCAÇÃO, LÚCIA DIZ QUE NÃO

No início da semana passada, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo convocou Paulo Salvador para uma reunião, na tentativa de reverter a demissão de Lúcia. Lúcia também foi convidada a participar da conversa.

Ele diz:

Em intermediação no Sindicato dos Jornalistas, foi oferecida a possibilidade de uma recolocação, o que foi recusada pela jornalista.

Ela rebate:

É mentira! As duas sindicalistas que acompanharam a reunião – Cândida Vieira e Lilian Parise — estão de prova. Paulo Salvador disse que até tinha pensado em buscar uma realocação para mim, mas depois mudou de ideia.

Aliás, ao contrário do que o Paulo Salvador afirma, eu só fiquei sabendo o motivo da minha demissão na reunião convocada pela direção do Sindicato dos Jornalistas.

Na reunião, ele deixou claro que não gostava das minhas matérias e disse que ninguém me mandara enfrentar o coronel Telhada. Falou que eu insistia em fazer matérias batendo na polícia, mas que eu deveria falar sobre os latrocínios que ocorrem no Estado.

Paulo falou ainda na frente das duas sindicalistas que se arrependia de não ter fechado a Rádio quando ela saiu do ar (ficamos operando por um período somente na web) e ter mandado todo mundo embora.

Questionei-o.  Perguntei se um ex-sindicalista não tinha pudor em falar uma coisa daquelas. Indaguei o que faria se escutasse a mesma afirmação de um dirigente do Banespa [ele trabalhou no banco]. Ele respondeu que as coisas não funcionavam assim no Banespa. Refiz a pergunta. Questionei o que ele faria se estivesse na minha posição e eu na dele. Ele silenciou.

Causa-me ainda espanto a forma pejorativa como ele se refere ao trabalho dos blogueiros na nota de esclarecimento. No intuito de me atingir, acaba por atacar todas as pessoas que exercem o legitimo direito a essa forma de comunicação. É triste constatar que seu discurso em defesa democratização da mídia se esvai em preconceitos tolos.

 A propósito. Indagado pelo Viomundo sobre o período em que Lúcia Rodrigues atuou na Rede Brasil Atual, Paulo Salvador informa: ” Trabalhou de janeiro de 2011 a 5 de março de 2013, sendo até março de 2012 vinculada à produtora Berlim, que produzia e geria o programa; depois, a partir de abril, na Editora Gráfica Atitude Ltda, que assumiu o programa”.

Lúcia precisa: “Foi de 31 de janeiro de 2011 a 5 de março de 2013. Só que até março de 2012 trabalhei sem estar registrada, como acontece até hoje com outros colegas da Rádio”.

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61 Comentários escrever comentário »

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Por unanimidade, Federação Nacional dos Jornalistas rejeita acusações do coronel Telhada contra Lúcia Rodrigues | bita brasil

13/09/2015 - 03h44

[…] Paulo Adriano Telhada, conhecido como Coronel Telhada,  é deputado estadual pelo PSDB e ex-comandante da Rota, o grupamento da Polícia Militar (PM) que mais mata no Estado de São Paulo.  Do seu currículo constam 36 mortes durante 32 anos de carreira militar. […]

Responder

Por unanimidade, Federação Nacional dos Jornalistas rejeita acusações do coronel Telhada contra Lúcia Rodrigues | Além da Mídia

12/09/2015 - 21h04

[…] Paulo Adriano Telhada, conhecido como Coronel Telhada,  é deputado estadual pelo PSDB e ex-comandante da Rota, o grupamento da Polícia Militar (PM) que mais mata no Estado de São Paulo.  Do seu currículo constam 36 mortes durante 32 anos de carreira militar. […]

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Federação Nacional de Jornalistas rejeita acusações do coronel Telhada contra Lúcia Rodrigues - Viomundo - O que você não vê na mídia

12/09/2015 - 20h20

[…] Paulo Adriano Telhada, conhecido como Coronel Telhada,  é deputado estadual pelo PSDB e ex-comandante da Rota, o grupamento da Polícia Militar (PM) que mais mata no Estado de São Paulo.  Do seu currículo constam 36 mortes durante 32 anos de carreira militar. […]

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“Telhada na Comissão de Direitos Humanos é acinte; além do histórico de mortes, ameaça jornalistas no exercício da profissão” | bita brasil

13/05/2015 - 15h43

[…] Conceição Lemes, fiz para o Viomundo reportagem sobre a entrevista de Lúcia com Telhada e a demissão da […]

Responder

Lúcia Rodrigues: Telhada na Comissão de Direitos Humanos é acinte; além do seu histórico de mortes, ele ameaça jornalistas no exercício da profissão - Viomundo - O que você não vê na mídia

13/05/2015 - 14h40

[…] Conceição Lemes, fiz para o Viomundo reportagem sobre a entrevista de Lúcia com Telhada e a demissão da […]

Responder

Altamiro Borges: A demissão de André Caramante da Folha - Viomundo - O que você não vê na mídia

12/02/2014 - 13h48

[…]  A entrevista com Telhada e a demissão da jornalista Lúcia Rodrigues […]

Responder

O mesmo esquema de terror ameaça e exila jornalistas em São Paulo | andradetalis

29/04/2013 - 12h18

[…] Eu aconselho você a tomar cuidado com o que você vai publicar, porque a paulada vem depois do mesmo jeito, no mesmo ritmo. Ouça aqui todo o diálogo: […]

Responder

Justiça decide interpelar Telhada sobre ameaça a jornalista - Viomundo - O que você não vê na mídia

24/04/2013 - 08h38

[…] A entrevista com Telhada e a demissão de jornalista; coordenador nega ligação […]

Responder

Vereadores do PT assinaram projeto de Telhada de homenagem à Rota: A troco do quê? - Viomundo - O que você não vê na mídia

11/04/2013 - 21h42

[…] A entrevista com Telhada e a demissão de jornalista; coordenador nega ligação […]

Responder

Sindicato vai interpelar Telhada sobre ameaça a Lúcia Rodrigues « Viomundo – O que você não vê na mídia

28/03/2013 - 12h15

[…] A entrevista com Telhada e a demissão de jornalista; coordenador nega ligação […]

Responder

rios

27/03/2013 - 08h36

Tá tudo dominado. A única resistência é a internet.

Responder

abolicionista

26/03/2013 - 16h05

Telhada é a imagem exata da burrice daqueles que pensam que apenas o recrudescimento da violência poderia diminuir a violência policial. Só que a realidade prova o contrário. As polícias mais eficientes do mundo são as menos violentas. As do Brasil, que estão todas entre as mais violentas, são uma vergonha. Basta observar a porcentagem de crimes resolvidos ou de BOs que se tornam processos investigativos. A polícia brasileira, nos moldes em que gente como Telhada a administra, é a contraparte necessária para a manutenção do crime organizado.

Responder

    chico sal

    31/03/2013 - 10h06

    Quando você comparar a policia de outros países com a nossa, não esqueça de comparar o povo também, cada um tem o politico a polícia que merece.

Mistério no Facebook: 1,4 mil curtidas da matéria sobre Lúcia Rodrigues sumiram! « Viomundo – O que você não vê na mídia

26/03/2013 - 15h42

[…] volta da 13h, a reportagem A entrevista com Telhada e a demissão de jornalista Lúcia Rodrigues estava com mais de 1.400 curtidas no […]

Responder

Eunaosabia

26/03/2013 - 14h33

Fora Coronel Telhada.

Responder

Complinello

26/03/2013 - 09h57

São a democracia e a liberdade de expressão tucanas, também conhecidas como “cala a boca, minha filha!”

Em 2014 esse partido acaba.

Responder

Marisa

25/03/2013 - 21h17

Para se conseguir respeito é necessário que se respeite e ao que parece, o ‘patrão’ da RBA tem é medo de perder seus anunciantes e esquece que neste momento ele perdeu seu cliente preferencial, o povo, que ali se informava.
Ainda bem que a máscara caiu e a Lúcia pode seguir em frente com seu trabalho em outros veículos sem perder sua integridade. Parabéns jornalista Lúcia, continue a honrar sua profissão.

Responder

Fabio Passos

25/03/2013 - 20h53

Afinal… a rede brasil atual ainda nao se desculpou e voltou atras na demissao da reporter?
Todo mundo esta vendo a rede brasil atual demitindo uma reporter para proteger um lider de grupo de exterminio.

Em SP ta liberado grupo de exterminio porque conta com a protecao do desgoverno alckmin?

Que o PiG aprova e apoia assassinos de pobres nos ja sabiamos…
Agora os tentaculos do fascismo avancam contra todos que ousam denunciar os assassinos?

Responder

ted tarantula

25/03/2013 - 19h06

Enquanto isso na blogosfera da “sinistra”, o PCC wins, again..

Responder

Smilinguido

25/03/2013 - 19h02

É uma beleza esse negocio de democracia, liberdade de expressão e coisas assim…sem brincadeira, acho mesmo.
Mas os fóruns dos blogs mais polemicos na blogosfera são um caso a parte:
de repente todos tem opinião sobre tudo; irrefletida, mal digerida, sectária, impensada, enviesada..e quase sempre insensatas. Por que será que tenho a impressão que um “debate” desses não aconteceria em nenhum outro lugar do mundo???
A imagem que sempre me ocorre nessa “democracia” caótica e surrealista, onde a opinão do maior sábio equivale à do idiota da aldeia é de uma reunião “demócratica” no hospicio, onde os malucos, em muito maior numero
evidentemente, tivessem participação igualitaria com funcionarios, médicos e pessoal técnico. Ou a “democracia” no jardim da infancia, onde alguem seria encarregada de traduzir o gugu-dadá dos meninos maluquinhos para constar nas atas das assembleias..uma loucura de bom tamanho.

Responder

Temendo pela segurança do Eduardo Guimarães « Viomundo – O que você não vê na mídia

25/03/2013 - 17h42

[…] A entrevista com Telhada e a demissão da jornalista […]

Responder

Ana Clara

25/03/2013 - 09h31

Parabéns, Conceição Lemes e Viomundo por darem voz à Lúcia Rodrigues. Mostraram mais uma vez independência, seriedade e por que têm tanta credibilidade.

Conceição, de maneira irretocável, você, repórter de primeira e blogueira suja (viu, Paulo Salvador?!), contribui mais uma vez para fazer a verdade aparecer.

Lúcia Rodrigues, nossa irrestrita solidariedade. Vc e a Conceição, duas jornalistas guerreiras, corajosas, são um orgulho para todas nós, mulheres. Beijo enorme em ambas

Responder

renato

25/03/2013 - 03h09

Policia não pode matar bandido, que atira na policia?
Bandido pode matar policiais, sem ser condiderado um
grupo de extermínio?
Não existe um grupo chamado PCC em São Paulo?
Se ladrão entra em tua casa, você quer policia conversando
ou acabando com o problema?
O ladrão pode voltar na tua casa?
O ladrão pode por a mão na tua boca?

Responder

    Roberto Ribeiro

    25/03/2013 - 09h33

    O Sr. Coronel Telhada seria um benfeitor?
    Matou bandidos?
    O inquérito sobre cada morte comprovou que eram realmente bandidos?
    Ao se comprovar que eram bandidos, o Sr. Coronel Telhada teria alguma autorização da Constituição Federal do Brasil, Código Penal, Condenação Judicial(Pena de Morte) para executar tais supostos bandidos?
    O inquérito sobre cada morte comprovou as circunstâncias das mortes?
    As mortes foram em confrontos?
    E nos confrontos Telhada atirou nessas pessoas no limite máximo da legítima defesa da própria vida e integridade física?
    Houve casos de execuções sumárias?
    Alguém está preocupado com os riscos físicos e de vida, que a Jornalista Lúcia Rodrigues está seriamente correndo?

    renato

    25/03/2013 - 11h39

    Se Telhada tivesse esculachado algum ladrão, já
    estaria morto, certeza absoluta!
    A não ser?
    Nossa querida jornalista deveria trabalhar no VIOMUNDO!
    Assim estaríamos de olho nela todo dia.
    E se ela quiser um lugar para se esconder, é só pedir.
    O que não é o caso, MAS agora que ela colocou aqui no
    VIOMUNDO, sua história,o Sr. Telhada tem que cuidar de
    sua integridade física, ela não pode nem cair.
    Tem muitos prêmios para receber.
    Bandido sem recuperação podem muito bem receber a bala
    perdida que mata inocentes.
    Bandido perigoso preso, um dia vai sair…dá para entender isto.
    Não temos perpétua nem pena de morte.
    Mas temos Ortotanásia. Ortotanásia pode!
    Continuo com pena dos policiais.
    que se não tiverem um bom comando, vão dançar.
    Você sabe o que ladrão faz dentro da cadeia, para
    sua integridade mental, não queira saber.

    granada

    09/04/2013 - 14h18

    Caro Roberto, se você estivesse no lugar do CEL TELHADA, você faria o quê, há convenhamos, você faria a mesma coisa, é fácil falar através do computador; viva a vida real cidadão; por que você esta vivendo história da conto de fadas.

    Wanderson Brum

    25/03/2013 - 10h58

    O policial pode, e deve se defender, mas apenas em legitima defesa, não é o trablho dele matar ninguém, se o faz é salvar a sua vida ou de outrem frente agressão injusta ou grave ameaça, isso não inclui, nem as execuções, nem os “autos de resistência” forjados.

    Não, toda a vida tem o mesmo valor, chamar as facções criminosas de grupos de extérminio é no minimo inadequado, tais grupos são organizações paramilitares formadas ou por policiais e ex-policiais, ou por estes tolerados, e muitas vezes as duas coisas juntas.

    Sim existe, agradeça a sua existência a truculência e a estúpidez de uma politica de segurança pública que formentou um forte elemento de coesão dentro do sistema prisional a executar mais de cem pessoas e de repetir a dose em 2006 numa revenche em que o número mortos e desaparecidos civis ultrapassou a cifra das 500 pessoas. Aliás se informe sobre o movemento das mães de Março.

    Se ladrão invadir a minha casa eu posso queres sim a policia o mate, com requintes de crueldade inclusive, mas cabe ao policia em quanto defensor da ordem pública e dos direitos dos cidadães preservar a vida do “meliante” e não simplesmente executa-lo.

    Poder “pode”, mais não se espera que tal coisa acontece, nem se deseja, ao não ser que seja para se desculpar, de qualquer forma, cabe a autoridade policial investigar, indiciar o criminoso e encaminhar o inquérito à autoridade competente, Juiz que dá vistas ao MP, e não súmarizar o processo tirando a vida de um ser humano.

    Aquele que prática um crime óbviamente comete uma conduta não pertmitida pela sociedade, como por exemplo matar alguém no fundo de um camburrão. Existem meios para resolução e prevenção de tais condutas. Optar pela via mais fácil, não garante a segurança de ninguém, ao contrário cria um clima de guerra urbana, que precariza o trabalho policial, já tão afetado pelo no processo histórico e a falta reconhecimento e treinamento adequado ao trato com os cidadães.

    Desculpe por ter me alongado.

    Mas gostaria de voltar a afirmar “toda vida tem o mesmo valor”, se abrirmos mão disso entramos por caminho de vale-tudo irracional que nos trará maís violência e insegurança.

    Axé irmão e bom dia todos dias!

    renato

    25/03/2013 - 11h47

    Entendo você, o troço é feroz mesmo, por isto me dou
    ao luxo de chegar aos 50 anos sem ter batido em ninguém,
    muito menos matado alguém.
    Não preciso confessar isto ao padre, nem chorar o horror
    que isto deve ser.
    MAS, autorizo como cidadão, a policia para fazer por mim
    o que não faço,por ocupar outro espaço na sociedade.
    O que não me livra de levar um tiro de um bandido.
    Não quero que ninguém morra, MAS principalmente não quero
    que os meus ou inocentes morram. Não tenho arma, arma é
    para matar. Policia usa arma porque bandido usa arma.
    Sei que a discussão é longa. Mas não posso sacrificar um
    policial que age de acordo com a lei, para me proteger e aos
    meus.

    Marxista da linha Groucho

    25/03/2013 - 19h11

    Ouvimos agora o advogado da defesa dos criminosos (para quem bandido morto é perda de faturamento, é lucro cessante, é prejuizo) essa raça de parasitas de criminosos que lucram com o banditismo sem correr risco algum…gigolôs do biabo, proxenetas de satanás…

    abolicionista

    26/03/2013 - 15h52

    O Sr. Telhada tem é que explicar ao povo como conseguiu adquirir o patrimônio de milhões de reais com o salário de policial que ele tanto critica, uma vez que não se trata de fortuna adquirida por herança ou matrimônio. Poderia explicar também por que foi tantas vezes processado e inclusive detido pela própria instituição que diz defender e dentro da qual alega possuir conduta impecável. Além disso, se o Sr. Telhada estivesse numa posição tão frágil como a que você alega, ele não estaria em condições de ameaçar jornalistas, como já fez, aliás, mais de uma vez. Façamos um acordo, Telhada renuncia ao cargo para o qual não está preparado, devolve o dinheiro que conseguiu de forma duvidosa e entra no programa de proteção da polícia federal, denunciando todos os esquemas de corrupção policial que conheça e dos quais porventura tenha participado. Fechado?

    leia

    27/03/2013 - 13h03

    Disse tudo o que eu gostaria de dizer ao imbecil Renato.

renato

25/03/2013 - 03h03

Que pena!

Responder

Gerson Carneiro

25/03/2013 - 01h36

“Um doou quase R$ 40 mil e o outro, cerca de R$ 19 mil. Segundo o site da Câmara dos Vereadores, o primeiro assessor recebeu, em janeiro, mais de R$ 21 mil de salário; o segundo, quase R$ 18 mil.”

Segundo o coronel, um deles tirou dinheiro da poupança para doar.

Quem não tiraria para investir nesse lucrativo negócio?

E aonde está o Instituto Millenium para gritar por liberdade de imprensa neste caso? Aonde estão os apoiadores da Yoani Sanchez?

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Geysa Guimarães

24/03/2013 - 23h41

Nem na Rede Brasil Atual jornalista está a salvo de bicadas?
Tudo dominado neste Sum Paulo.
Daqui a pouco teremos de agradecer por não sermos demitidos da vida.

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Heloisa

24/03/2013 - 21h16

É uma pena que não poderemos mais contar com a Rede Brasil Atual para obter informações de qualidade, mas apenas mais do mesmo, o “jornalismo” seletivo da mídia corporativa. Tomemos cuidado com os pelegos do ABC… Parabéns à jornalista Lúcia Rodrigues pelo empenho e coragem há muito esperado em um país que se autodenomina democrático. Infelizmente democracia é para muito poucos no Brasil. Brasil mostra há muito a sua cara pra a gente ser assim… Seguirei a jornalista aonde ela estiver. Até quando seremos Davis diante de Golias?

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abolicionista

24/03/2013 - 15h53

Proponho um boicote à RBA, para começar.

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Isidoro Guedes

24/03/2013 - 15h10

Não é nada fácil a vida de quem faz jornalismo em defesa dos direitos humanos. De ameaças de morte a demissões a pessoa passa por tudo de ruim. Mas não há ameaças ou privações que valham a dignidade e a cabeça erguida de saber que está se fazendo o que é certo e de que se está combatendo o bom combate.

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Maurício Queiroz

24/03/2013 - 14h55

Pelo menos pelos áudios deste post, não dá para ver qualquer anormalidade da jornalista. Muito pelo contrário, ela demonstra firmeza e coragem na sua função. Caso semelhante ao episódio do repórter da folha com Joaquim Barbosa, acho eu.
PS.: Acabo de retirar o site da RBA da minha lista de favoritos.

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alexandre moreira

24/03/2013 - 11h17

Depois do artigo do Paulo Nogueira falando dele na época com a matéria do Joao Paulo Leimann interfirindo via familia marinho na pauta da revista …. fica difícil não acreditar em teoria da conspiração.

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Val

24/03/2013 - 10h44

Como a prepotência desse coronel Telhada é asquerosa chega a provocar engulhos. Quantos inocentes ele deve ter matado e depois maquiado para paracer bandido??????? Pior ainda que igreja aceita um assassino deste calibre entre seus membros? O que Cristo diria do padre ou pastor deste tipo de igreja??? Ambos sujos de sangue. Qual a diferença entre esse cronel Telhada e um assasssino em série ou um bandido sanguinário??? Já sei, porque matou muito mais o Telhada foi promovido a coronel. Não vou mais a igreja nenhuma, se canalhas desta natureza tem lugar cativo nelas, quer dizer que a desumanização e podridão estão a entupir as religiões. Pura hipocrisia e aparência. Benção para assassinar. O nome de Jesus na boca deles é pura blasfêmia.

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J.Amaro

24/03/2013 - 08h30

Alguém pode informar qual o número da camisa de força do Telhada.

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abolicionista

24/03/2013 - 02h46

São esses os defensores da liberdade de expressão?

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Thiago Cavallini

24/03/2013 - 00h43

O que se vê é uma excelente jornalista, que faz as perguntas que devem ser feitas, ser demitida.

Essa demissão ocorre porque ela foge do “padrão” mais difundido do jornalismo, o da Globo, em que repórteres agem como assessores de imprensa dos entrevistados. Fazer perguntas embaraçosas é desrespeito? Pra mim é obrigação de qualquer jornalista sério!

Todo apoio a Lúcia Rodrigues!

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Uélintom

23/03/2013 - 23h25

KKK!!! Esse Paulo Salvador só faltou chamar aos blogueiros de “SUJOS”. Acontece que, pelo que percebi, esse cara tem um perfil gerencial-financeiro e ponto. Ele está preocupado com as contas a pagar no final do mês (e teme fuga de anunciantes). Ele deve saber reproduzir bem um discurso militante quando for conveniente, mas a prática… E, pelo jeito, quem disser isso a ele pessoalmente, ele vai querer esfregar na cara da pessoa a sua “carteirinha” de ex-sindicalista (tipo: “respeite minha história”). É aquela velha questão: quando você está no comando da instituição passa a atuar pela “ética da responsabilidade”, deixando a “ética da militância” para os discursos nos momentos certos. Aí os valores vão para o saco, e os meios passam a se justificar por si mesmos e as táticas tomam o lugar dos objetivos.

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FrancoAtirador

23/03/2013 - 21h56

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Bem, se quiserem se aprofundar e obter maiores esclarecimentos, entrem em contato com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e o Sindicato dos Bancários de Santo André que são os sócios cotistas formais da Editora Gráfica Atitude Ltda., pessoa jurídica legalmente responsável pela Rede Brasil Atual (http://www.redebrasilatual.com.br/expediente).

(http://www.dgabc.com.br/News/5889450/secretario-e-deputado-do-pt-comandam-tvt.aspx)
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Responder

    Luciano Bastiani

    29/03/2013 - 15h48

    Uai, agora eu num intendi mais nada…
    Povo de sindicatos da cut não gostando de reporter que bota o picolé de xuxu na parede?
    hummmmmm
    Explica aí, Franco, porque eu tô boiando…..

Cibele

23/03/2013 - 21h41

Minha solidariedade à Lúcia.
Deixo um pensamento para vocês:
“Não há mal que dure para sempre, nem bem que nunca se acabe.”
Força, serenidade e cabeça erguida!

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Andrea Lancaster

23/03/2013 - 21h37

Parabéns ao Coronel Telhada, além de ter votado no senhor, sou sua admiradora por seu trabalho em defesas das pessoas de bem de nossa sociedade. Obrigado Coronel Telhada.

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    Roberto Ribeiro

    25/03/2013 - 09h38

    Desde os anos 30, e talvez, para sempre, houve, há, e haverão admiradores de Adolf Hitler e da turma dele, dos métodos deles, e do que eles fizeram e continuam fazendo.
    É isso aí…!

souza

23/03/2013 - 21h29

as pessoas merecem ser entrevistadas de acordo com seus valores quando tem.

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mari

23/03/2013 - 20h51

Uma vergonha para a rede Brasil Atual se humilhar,rebaixar p/esse fascista, prepotente,arrogante o tal do Telhada que se acha o todo poderoso…muitos daqueles que ele matou a maioria era das periferias gente pobre,negros ou brancos trabalhadores sem passagem pela policia…só para mostrar serviço e valentia…triste, melancólico esse papel da rede Brasil Atual uma decepção de se acovardar diante de um coronelzinho igual o Fleury da época da ditadura… tudo pode?Espero que isso se esclareça e que a excelente profissional Lúcia Rodrigues que seu trabalho não seja em vão e que seja reconhecido.

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    chico sal

    31/03/2013 - 10h33

    Se você sabe disso tudo e tem como provar que ele matou 36 inocentes e tem este ódio todo do Cel, está perdendo uma grande chance de processá-lo.
    Por que não o processa?
    Ficar atrás de um computador falando besteira é fácil, você como muitos não passam de um bando de covades.

Bete Torii

23/03/2013 - 20h10

Mais um episódio vergonhoso que envolve a tríade jornalismo-governo-polícia, no Estado de São Paulo. Este Estado chamado Tucanistão, e seu coronelismo, são de dar vergonha a um cidadão.

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Djijo

23/03/2013 - 19h56

Patrão quer defender seus negócios e não a verdade.

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Fabio Passos

23/03/2013 - 19h41

Este coordenador paulo salvador admite abertamente que as reportagens premiadas de Lucia Rodrigues incomodavam…
Em SP esta proibido questionar a violencia?

Se questionar alckmin sobre os grupos de exterminio que atuam em SP sob sua protecao… o governo de SP manda matar o jornalista?

E o PiG, que recebe propina do governo do psdb, aplaude a censura.

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Julio Silveira

23/03/2013 - 18h56

O que voce tem a dizer sobre isso William? eu gostaria de saber, afinal é essa turma, essa democracia e principalmente esse jornalismo que você defende.

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Roberto Ribeiro

23/03/2013 - 17h48

Lamento profundamente.
Me solidarizo com a Jornalista Lúcia.
Que pena!

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Nedi

23/03/2013 - 16h51

Trágico isso não? Como ser jornalista num universo desses?

Responder

francisco niterói

23/03/2013 - 16h24

RBA demitindo jornalista por causa do Telhada? Ou por causa de quem quer que seja so pelo fato de serem feitas perguntas obvias?

Parem o mundo que eu quero descer.

Responder

    FrancoAtirador

    23/03/2013 - 22h01

    .
    .
    E eu quero é subir,

    porque isso tudo aí

    é o cúmulo da baixeza.
    .
    .
    O mínimo que se espera

    é uma explicação formal

    da Rede Brasil Atual.
    .
    .

    Zé Francisco

    24/03/2013 - 17h29

    Franco Atirador, segui sua sugestão e prestei solidariedade à jornalista no portal da Rede Brasil Atual. Seria bom que os colegas comentaristas do blog fizessem o mesmo.

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