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Diário da Resistência


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Vizinhos


13/07/2010 - 01h16

Primeira reportagem de uma série sobre Vizinhos que fiz para o Jornal da Record.





13 comentários

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sandro

06 de agosto de 2010 às 03h34

gostei muito dessa serie …princippalmente das imagens muita sensibilidade do reporter cinematografico parabeens pra vcs ….

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ricardo silveira

13 de julho de 2010 às 12h41

Que legal! Que aula de como noticiar um fenômeno, mostrar suas causas, suas consequências e possíveis soluções. É simples, não precisa fazer sensacionalismo das desgraças, dos desentendimentos, etc. Parabéns!

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Elias São Paulo SP

13 de julho de 2010 às 12h27

Priscila
Você só conseguiu provar que o egocentrismo nessa história é inteiramente seu. Se “ninguém no condomínio se abalou” com o som do piano é sinal que o “grande pianista” não perturbava os condôminos. Você sim aporrinhou todo mundo.

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    priscila presotto

    13 de julho de 2010 às 13h22

    As pessoas não querem se envolver ,gostaria que vc tivesse um vizinho assim ,depois nós voltarámos a trocar idéias.
    Vc é do tipo que julga sem ter passado por este tipo aborrecimento.
    QQ o uso de instrumento musical ,sem projeto de acústica tocado por doze horas seguidas enlouquece qq um.
    Qdo o "calo"apertou em outros moradores é que o problema foi resolvido,viu seu bolha!

priscila presotto

13 de julho de 2010 às 11h36

Azenha ,
Tive um vizinho ,que era pianista ,tocava ,estudava piano 12 horas por dia,morava acima de mim.
Ele é um grande pianista,e achava que eu tinha que adaptar minha vida aos seus estudos,um egocêntrico de marca maior.
Fiquei doente e com os nevos abalados.
Ninguém no condomínio se abalou,até que eu comecei a colocar rádio alto com louvores evangélicos para que os vizinhos fossem conversar com o pianista.
Condomínio é assim ,a partir do momento que ameacei que eu continuaria com o rádio alto até que o pianista colocasse isolamento acústico.
Fiz de propósito e lutei por tres anos até que consegui justiça.

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Jairo_Beraldo

13 de julho de 2010 às 06h47

Assisti a reportgem, e o que mais me chamou a atenão, foi quando uma adoslescente, tomando as dores da irmã, disse que "não tem nada a perder, fazendo uma besteira, qualquer hora". Se mata por nada, os valores se foram, o respeito esvaziou.

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    Elias São Paulo SP

    13 de julho de 2010 às 11h33

    Jairo, concordo que os valores estão em crise, que se mata por besteiras, mas neste caso a jovem se redimiu ao saber que a vizinha tem uma enfermidade e precisa de tratamento. No geral, fica claro que dialogar e conhecer o outro ajuda a acalmar as animosidades.

    Jairo_Beraldo

    13 de julho de 2010 às 13h00

    Falo em um contexto geral, Elias. Aqui em Goiania, pasme, um professor universitario matou um vizinho por causa de sacolas de lixo, como o visto na reportgem em SP. É isso que coloco. Antes diriam ser pessoas sem grau de instrução escolar, e hoje vemos pessoas com formação graduada cometerem barbáries.

    Olho Atento

    14 de julho de 2010 às 02h46

    Formação graduada? Você se refere ao adestramento da academia? isso não é nada meu amigo, faculdade não ensina ninguem a viver, só prepara pro mercado de trabalho. Vai fazendo seu juízo de valor aí, vai acreditando que alguem por ter título acadêmico é mais humano do que outrem.

    priscila presotto

    14 de julho de 2010 às 14h43

    Olho Atento,

    Concordo plenamente com vc.
    Graduação não tem nada a ver com empatia,educação ou ética.
    O tal de Elias me atacou,sem ao menos me conhecer ,apenas ao meu relato.
    Tenho muito medo de vizinhos que só pensam em si .

    Jairo_Beraldo

    14 de julho de 2010 às 20h57

    E eu tenho medo de pessoas que acham que só elas tem razão.

    priscila presotto

    15 de julho de 2010 às 01h06

    Jairo,
    Desculpe ,não entendi sua resosta.
    É dirigida a minha pessoa?
    Se for ,sinto imensamente.

    Jairo_Beraldo

    14 de julho de 2010 às 20h54

    Mas teria que ter uma visão diferente das coisas, um discernimento maior.


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