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O ataque ao blogueiro


26/03/2011 - 00h11

Por sugestão do Rodrigo Leme e do Marcelo Salles, do Fazendo Media, que cobrou firmeza da blogosfera progressista pelo esclarecimento dos fatos.

A reportagem é da TV Record.

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16 comentários

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monge scéptico

28 de março de 2011 às 11h45

Que se esclareça o mais rapidamente possível. Mas será que está havendo interesse?
De flanelinhas a milicianos e funcionários públicos terroristas, estamos cercados de
bandidos por todos os lados etc etc………………………..

Responder

Geysa Guimarães

27 de março de 2011 às 20h23

Ficar palpitando sem conhecimento de causa não é legal, então fui conhecer o blog do Gama. Nitroglicerina pura!
Me acuda, Maria papuda! Ele ataca traficantes de peso dando nome, sobrenome e endereço!
Passei a vê-lo de outra maneira, não apenas como o blogueiro que armou para o Lula. Afinal, coragem ilimitada merece respeito.
Saí de lá preocupada principalmente com seus dois filhos. Um cara que incomoda tanta gente é pai de alto risco.

Responder

Geysa Guimarães

27 de março de 2011 às 19h24

Segundo a Band News, Ricardo Gama já respira sem ajuda de aparelhos. Que se recupere total e rapidamente.
A reportagem: conduz as suspeitas ao governo carioca estadual e municipal ou traficantes, mas não menciona a questão do blogueiro com um certo delegado (não o que assumiu o caso, lógico. Que por sua vez, também não tocou no assunto).
De acordo com comentaristas deste site, a hipótese mais provável é a que não foi para o ar.

Responder

ZePovinho

27 de março de 2011 às 16h48

O Clube Militar está envergonhando a democracia brasileira defendendo os bandidos de farda que fizeram a ditadura de 1964-1985.Como é que pode?Nós pagamos os salários desses idiotas para eles ficarem ali na Lagoa Rodrigo de Freitas conspirando contra a República e a Democracia.
O Exército Brasileiro,para começo de conversa,está apinhado de generais inúteis.Muitos oficiais estão gordos de tanto que não fazem nada.Tem de haver um corte,no mínimo,em 50% no número de generais inúteis para melhorar a Arma de Terra.

Responder

    Julio Gomes

    27 de março de 2011 às 21h25

    Quando é que o último general que entrou nas Forças Armadas na década de 70 se aposenta?

    Quando não houverem mais generais que frequentaram as Agulhas Negras na década de 70, pode ser que o Exército esteja livre dos ranço golpista.

Arthur Silva

26 de março de 2011 às 11h44

"Clube Militar celebra golpe com críticas à Comissão da Verdade
25/03/2011 – 18h45 | da Folha.com
RODRIGO RÖTZSCH
DO RIO
O Clube Militar realizou na tarde desta sexta-feira o painel "A Revolução de 31 de Março de 1964 – Com os Olhos no Futuro", com a participação do general da reserva Sergio de Avellar Coutinho, do advogado Ives Gandra Martins e da ex-deputada Sandra Cavalcanti, com a mediação do economista Rodrigo Constantino.

(..)."
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2011/03/25/

Responder

carlos bandeira

26 de março de 2011 às 00h37

Dois comentários:
1- Sonre a matéria da Record -parece que a culpa pelo tentativa de homicídio foi o temperamento do camarada, que é a vítima…

2-Essa de pedir cadeia para bandidos cheira a coisa ruim. Em vez de cadeia, não seria melhor que os jovens tenham oportunidades (como diz um dos entrevistados da matéria que entrou para o crime?)

Responder

    Evandro Borges

    26 de março de 2011 às 12h38

    Não. É melhor cadeia mesmo. Foi isso que Karl Marx disse na Crítica ao Programa de Gotha: bandido comum deve não apenas ser preso, como deve ser condenado a trabalhos forçados. Só com trabalhos forçados podem se regenerar.

    Concordo plenamente com Marx. Existem países muito mais pobres e mais desiguais do que o Brasil, e que são muito menos violentos em termos de criminalidade. Alguém já viu o grau de criminalidade que existe no Brasil lá na Índia? Não, lá na miserável Índia, a criminalidade é bem menor.

    Por que o Brasil é um dos países com maior criminalidade do mundo, então? Simples: porque é um dos que tem leis mais brandas, um dos que pune menos os bandidos, um dos países onde existe maior impunidade, onde apenas uma pequena porcentagem dos crimes é investigada, e onde criminosos cumprem dois terços da pena "em regime aberto" (ou seja, na rua, cometendo mais crimes).

    Criminalidade não é problema social. É problema cultural. Um país com cultura de impunidade, só pode ser violento.

    Fabio_Passos

    26 de março de 2011 às 20h35

    Que é isso?
    Os altos indices de criminalidade no Brasil são diretamente ligados a desigualdade social.
    Existem muitos países mais pobres do que o Brasil. Existem pouquíssimos países mais desiguais do que o Brasil. O Apartheid Social e a repressão do Estado contra as populações marginalizadas são a causa desta violência absurda no Brasil.

    Carlos Silva

    27 de março de 2011 às 10h20

    Na Índia tem muito mais gente passando fome, vivendo miseravelmente, e nem por isso vão assaltar e matar as outras pessoas.

    No Brasil, o crime compensa, esse é o problema. As chances de ser preso por ter cometido um assalto a mão armada são mínimas. E se matar a vítima, fica no máximo 7 anos na cadeia. Então vale a pena matar…

    Fabio_Passos

    27 de março de 2011 às 16h05

    Não caia nessa.

    Esta é a conversa da "elite" branca e rica divulgada pela sua máquina de propaganda corrupta – rede globo, quadrilha veja, estadão, fsp – que tenta esconder a verdadeira causa da violência: O Apartheid Social no Brasil.

    A solução não é maior repressão.

    Aliás, a repressão é o único Estado que nossa população marginalizada conhece e uma das causas desta violência absurda.
    É o Estado a serviço da "elite" matando pobre e preto.

    A minoria rica é a responsável pela polícia que tortura e assassina jovens pobres… com amplo apoio da mídia-afrikaaner.

    Leia Luiz Mir falando sobre o Apartheid Social no Brasil:

    "
    As vítimas são sempre as mesmas: os pobres, os negros, os segregados, os marginalizados.

    (…)

    As favelas se tornaram campos de concentração, ali não tem tempo, ali não tem vida, não tem perspectiva de vida, não tem saúde, não tem educação, não tem nada. Ali tem um cerco bélico e militar. Se sair leva tiro.
    "

    Entrevista com Luiz Mir
    "O Estado tem que assumir o seu papel de agente civilizador e pacificador"
    http://geracaobooks.locaweb.com.br/releases/?entr

    Mário SF Alves

    27 de março de 2011 às 22h42

    Será que na Índia, com suas peculiaridades religiosas que, por si só, já constitui um fenômeno à parte, a massificação consumista tem o peso que tem aqui. E, o que dizer da história da Índia em comparação com a do Brasil? Não, definitivamente, não dá mais para essas anologias simplistas entre paíse tão distintos, tão díspares. E isso é sério, pois vra e mexe, tem alguma imprensa PIG-qualquer-coisa comparando Brasil com os USA. Até quando, cara pálida? Cadê o direito à diferença?

    tales

    27 de março de 2011 às 14h00

    exatamente.. o Brasil é mais desigual que a Índia.. e na Índia tem o lance da religião ainda, que torna as coisas diferentes… sem contar que essa história de que não há punição é falaciosa… o Brasil é um dos países com maior porcentagem de presos, e essa repressão não soluciona nada… a solução é sempre a prevenção

    Cláudio Fernandes

    27 de março de 2011 às 16h34

    A porcentagem de presos em relação a população total é muito menor no Brasil do que nos Estados Unidos. Não, o Brasil não pune muito, pune pouco.

    E o pior de tudo é a pequena duração da pena, principalmente para crimes graves, como latrocínio por exemplo. Em nenhum país do mundo uma pessoa condenada por latrocínio fica tão pouco tempo na cadeia como no Brasil. O Brasil é recordista mundial em colocar latrocida de volta na rua em menos tempo. Por isso que o Brasil é o país do latrocínio. Por isso que o principal problema de segurança pública pública no Brasil chama-se latrocínio.

    Fabio_Passos

    27 de março de 2011 às 18h41

    putz… os eua são um péssimo exemplo.

    Qual o seu modelo? O "Gulag norte-americano"?

    Seu modelo é um lugar onde o índice de presidiários negros é sete vezes maior que o de brancos, sem qualquer relação com o índice de detenções?

    Pois o Brasil já vem seguindo este caminho fracassado… e você pede por mais fracasso?

    Fabio_Passos

    27 de março de 2011 às 18h43

    Não há especialista sério que negue a desigualdade como causa fundamental dos altos índices de criminalidade.
    Precisamos mesmo buscar o esclarecimento da classe média, que repete sem reflexão o discurso fascista da "elite" branca e rica.


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