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A água que você bebe


02/04/2011 - 23h03

O professor Wanderlei Pignati, da Universidade Federal de Mato Grosso, explica que a legislação brasileira tem permitido mais e mais substâncias tóxicas na água que você bebe.

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23 comentários

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Carlito Dutra

07 de janeiro de 2012 às 11h10

Gostaria de divulgar através de seu Blog — que parabenizo pela lucidez e proporcionar às pessoas uma rara oportunidade de reflexão sobre a influência da mídia na sociedade em que vivemos –, o site indicado abaixo e que busca divulgar a etno-história de um dos últimos povos caçadores e coletores de Mato Grosso do Sul que sofreram o que atualmente os Guarani Kaiowá deste mesmo Estado hoje são vítimas. http://ofaié.com; http://dutracarlito.vilabol.uol.com.br. Obrigado e Feliz 2012.

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augusto

14 de agosto de 2011 às 14h52

me vejo em um mundo que não tem mais respeito, nem solução; vou levar minha vida da melhor maneira possivel mas acredito que não serei cruel o suficiente de colocar uma vida nesse mundo! acredito que existem milhares de soluções, o problema, é colocar em prática! não adianta boa idéias se não temos bons governantes! problema esta no principio da raiz! algo muito mais longe que podemos ver e alcançar! sorte para os brasileiros que permanecem no brasil! e em breve terráqueos que resistem vivos!

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Afonso

26 de junho de 2011 às 19h14

Que país será este no futuro com uma água que estará disponível mas nos seus limites máximos de impuresas?

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Kaline Fávero: As doenças respiratórias e o uso de agrotóxicos « Jornada Contra os Agrotóxicos – DF

10 de maio de 2011 às 11h27

[…] Veja aqui um vídeo em que o professor Pignati fala sobre a água que você bebe […]

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Assis Coimbra

02 de maio de 2011 às 15h08

Vamos procurar praticar esses “erres”

Tem “R” de reciclar
Tem “R” de reduzir,
Tem “R” de refletir
Para Reutilizar.
Tem “R” de repensar
E o “R” do resgatado.
Tem de Revitalizado,
“Pro Rio ser permanente”.
ÁGUA LIMPA NA VERTENTE,
É PLANETA PRESERVADO.

Assis Coimbra.
Blog: http://narradoresdecordel.blogspot.com/

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R.L.

29 de abril de 2011 às 15h20

Tá e o que faremos para mudar a emissão de poluentes a água?/sugestão:enforcar mais manejo biológico de pragas,concientizar mais as pessoas,entender que ignorancia não leva a lugar nenhum,que a água é o solvente universal e deve ser tradada e manejada com a menor quantidade de solventes possivel, entres muitas outras atitudes(pedidos de socorro)!!!!

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Dinha

07 de abril de 2011 às 09h56

Fiquei assustada!

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Antonio Carlos

05 de abril de 2011 às 11h03

Pq o Wolney Alves não convida o seu colega da Ufmt também?

Responder

    Wolney Alves

    05 de abril de 2011 às 23h33

    Antonio Carlos, sou pesquisador em saneamento ambiental, mas não estou envolvido com a organização e realização do 2º Workshop sobre Contaminantes Emergentes em Águas para Consumo Humano (UNICAMP -19 de abril de 2011 – http://lqa.iqm.unicamp.br/workshop/index.html. De qualquer forma, a presença do Dr. Wanderlei Pignati que é médico especializado em saúde pública e saúde nio trabalho, seria oportuna dado o teor do conhecimento que manifestou na entrevista. Reforço a importância da cobertura do evento pelo Azenha para dar o devido enquadramento jornalístico a essa temática complexa que terá desdobramentos importantes por muito tempo.

    Wolney Alves

    06 de abril de 2011 às 00h07

    Antonio Carlos, embora não esteja participando da realização do 2o Workshop sobre Substâncias Emergentes na UNICAMP, envei um email para a área do Prof. Dr. Wanderlei Pignati que é médico especializado em sáude pública e do trabalho informando sobre o evento. A cobertura do Azenha seria importante.

José

04 de abril de 2011 às 23h52

Tudo isso justifica a dificuldade de identificação das doenças…

Responder

Bernardo

04 de abril de 2011 às 21h18

Azenha, você que tem uma espécie de "canal" no youtube para disponiblizar alguns vídeos, não poderia disponibilizar também esse documentário sobre o golpe de 64 que vai ao ar na TV Brasil entre os dias 4 a 6 de abril ? Eu queria ver mas não vou poder…

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yacov

04 de abril de 2011 às 11h46

Que bobagem!!! O tanto de CLORO que colocam na água é suficiente matar tudo que é micróbio. Alías, mata qualquer ser vivo que bebe aquele veneno..

"O BRASIL PARA TODOSo não passa na glObo – o que passa na gLOBo é um braZi para TOLOS"

Responder

Daniel

03 de abril de 2011 às 21h26

Nos tornamos a China do agronegócio. O que as transnacionais não conseguem poluir em seus paises de origem, elas podem poluir aqui.

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Wolney Alves

03 de abril de 2011 às 19h58

Prezado Azenha (continuação) Substâncias tóxicas emergentes na água potável vêm sendo identificadas e seus teores vêm sendo medidos. E na maioria esmagadora dos países ditos desenvolvidos, emergentes ou sub-desenvolvidos, tais substâncias não constam das respectivas normas ou leis que estabelecem limites de teores (no caso do Brasil a Portaria 518/2004 do Ministério da Saúde, bastante exigente).
Repito, é um problema de emergência global e é de "arrepiar" tomar conhecimento das substâncias na água que bebemos: hormônios naturais e sintéticos, masculinos e femininos; medicamentos comuns como o ácido acetil-salicílico (aspirina); antibióticos (uma lista enorme); cafeina; anti-depressivos os mais diversos (a fluoxetina, o famoso Prozac, aparece sempre); anti-convulsivos; substâncias tóxicas que provocam alterações em nosso sistema endócrino (endócrino disruptores) e outras sabidamende carcinogênicas, mutagênicas e teratogênicas; cocaína (estudos para identificar e quantificar consumo de drogas a partir da água e do esgoto vêm sendo realizados); substâncias presentes em cosméticos (quantidade enorme); pesticidas, herbicidas, etc.

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Wolney Alves

03 de abril de 2011 às 19h56

Prezado Azenha, (continuação)

A questão de substâncias tóxicas, da mais diversa origem, na água de abastecimento público (água potável) é um problema bastante complexo e de âmbito mundial. Nesse sentido, parte do posicionamento na entrevista apresentada é um tanto inapropriada, pois acaba passando a impressão de que no Brasil vive-se uma situação de atraso, com relação à Europa, por exemplo. Não é bem assim. Essa questão vem sendo estudada em centros de pesquisa brasileiros, com a mesma metodologia utilizada em outros países o que permite comparações.

(continua)

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Wolney Alves

03 de abril de 2011 às 19h55

Prezado Azenha,

Atuo em pesquisa na área de sanemento ambiental e sugiro que você faça reportagem cobrindo o 2º Workshop sobre Contaminantes Emergentes em Águas para Consumo Humano a se realizar na UNICAMP no próximo dia 19 de abril de 2011.
http://lqa.iqm.unicamp.br/workshop/index.html

(continua)

Responder

Gustavo Pamplona

03 de abril de 2011 às 18h20

Isto daí é o de menos… em alguns lugares do Brasil as pessoas bebem da mesma água em que defecam.

Responder

O_Brasileiro

03 de abril de 2011 às 13h58

E depois as pessoas não sabem porque, mesmo sem fumar, estão com câncer…
E não sabem porque outras tantas adquirem doenças do sistema endócrino…
Estamos "ingerindo doença", e muitos não sabem!

Responder

Regina Braga

03 de abril de 2011 às 10h52

A Agência Estado,no dia 10/3/2011,revela que no EUA,41 milhões de americanos, estão tomando água com produtos farmacêuticos.Como antibióticos,anticonvulsivos,estabilizadores de humor e hormônios.Toda a investigação foi feita pela Associated Press.No Brasil,deve estar ocorrendo a mesma coisa.Muitas das empresas americanas estão no Brasil e são donas da água potável.

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A água que você bebe « Afauna Natal

03 de abril de 2011 às 03h22

[…] Extraído do Blog Vi o Mundo. […]

Responder

bene

02 de abril de 2011 às 23h56

Qual o filtro que devo comprar ?

Responder

    Mário SF Alves

    05 de abril de 2011 às 18h40

    Filtro ideológico, meu caro Bene. Só esse resolve o problema. E pode comprar com FIP > 10!


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