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Cartas de Minas
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Ministro da Saúde não quer ser associado à reforma da Previdência e move ação para retirar outdoors em base eleitoral

13 de dezembro de 2017 às 17h26

Da Redação, com dica via whatsapp do Viomundo

O ministro da Saúde, engenheiro Ricardo Barros, não quer ser associado à reforma da Previdência promovida pelo governo do qual ele faz parte.

Tanto que acionou a Justiça para mandar retirar outdoors colocados em Curitiba por sindicalistas.

Na ação, o ministro alega que não é o autor do projeto e que a propaganda promovida pelo Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Paraná e a União dos Policiais do Brasil é mentirosa.

Porém, é obvio que ele integra o governo que pretende fazer passar a reforma.

Na verdade, o grupo político de Ricardo Barros tem grandes pretensões eleitorais no Paraná.

A mulher dele, Cida Borghetti, é vice-governadora do estado — especula-se que pretende concorrer ao governo.

A filha, Maria Victoria Barros, é deputada estadual.

O PP, partido ao qual pertencem, não fechou questão para aprovar a reforma.

O líder do PP na Câmara disse que 33 dos 46 deputados federais apoiarão o governo Temer.

Advogados do ministro alegaram que os outdoors causam danos morais a ele — e a magistrada liminarmente concordou.

Conteúdos mencionados na petição inicial apresentada à Justiça já foram removidos do Facebook.

PS do Viomundo: Post atualizado para refletir os documentos que reproduzimos abaixo.

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JOHN JAHNES

14/12/2017 - 13h09

No Brasil sempre funcionou assim, os setores da INDÚSTRIA, COMÉRCIO, SERVIÇOS e FINANCEIRO, que SEMPRE CRESCEM MUITO ACIMA do normal, é sem nenhuma dúvida, por fraudes, ou com impostos ou com outras formas se ganhar sem fazer nada, até mesmo com corrupção, ou dinheiro sujo sendo lavado por políticos amigos dos empresários fraudadores.
– Alguém consegue explicar como foi que a filha e o filho do JOSÉ SERRA ficaram bilionários em tempo recorde, depois que o pai deles chefiou o mais famoso do mundo chamado de “PRIVATARIA TUCANA”, e ela ainda fez um estágio na FUNDAÇÃO DO LEMANN, o dono da AMBEV, e que coincidentemente, essa AMBEV, na mesma época, cresceu mais que qualquer empresa no mundo todo, e isso tudo durante a roubalheira comandada pelo pai da moçoila, o JOSÉ SERRA, naquele episódio tenebroso da corrupção nacional, que foi popularmente denominado de “PRIVATARIA TUCANA”, e que mereceu até edições de livros e estudos aprofundados que comprovaram que foram roubados do GOVERNO brasileiro muitos bilhões de dólares nesse que foi um dos muitos escandalosos eventos do governo FHC?

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JULIO CEZAR DE OLIVEIRA

14/12/2017 - 12h09

li em um blog,que requião pode ser vice de lula,se for verdade,a direita tá no cu do piru,ja perdeu de novo,porque é evidente que o moro não vai deixar o lula ser,mas com requião lá,prova-se a inocêcia de lula,convoca-se um referendo,mada-se prender os traidores da pátria,e pronto tudo fica no lugar certo.
Ou será que não vai ter eleição?

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Heitor

14/12/2017 - 10h32

O que um engenheiro sabe de saúde pública ? Nada.
O que um médico manja de construção ? Nada.
Por isso que a saúde vai de mal a pior, aliás, pq teve um aumento de 13,55% nos planos de saúde individuais e o dobro de aumento nos planos empresariais SE a inflação está bem abaixo do ano passado. O que justifica um aumento desses com uma inflação tão baixa como a atual ?

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Rogerio

14/12/2017 - 08h37

Não entendi o ministro fake. O chefe dele, o traíra, vive dizendo que a reforma da previdência é para o bem do bananistão. O ministro não quer ficar associado a algo que é bom para o braziu? Estranho!

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Julio Silveira

13/12/2017 - 17h52

E não poderia ser diferente, como todo bom traira sua principal arma é o anonimato, o desconhecimento publico de seus atos, a dificuldade da associacão popular das praticas ligandas as consequencias. Esse grupo para ser o que são, cleptocraticos, tem que ter reservas de covardia em seus corpos.

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marcosomag

13/12/2017 - 17h44

O Paraná repete o perfil da ditadura do PSDB em São Paulo. Controlam as políciais, o Tribunal de Justiça, o MP, a Assembléia Legislativa. Quanto a imprensa, fazem valer o ditado do falecido “cacique” do partido, Sérgio Mota: “a imprensa come na mão se farto for o grão.” A saída a curto prazo é contar com alguns nichos de independência que ainda existem na Justiça Federal. E também, denunciar as violações no exterior as violações que transformaram o Brasil de normalidade institucional em uma republiqueta bananeira qualquer. E, no médio e longo prazos, desalojar dos governos estaduais os oligarcas “tucanos” e “destucanizar” os serviços públicos estaduais.

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