25 de outubro de 2026 ~ jeferson miola
Jeferson Miola //
Imagem: Paulo Pinto/Agência Brasil //
Por Jeferson Miola, em seu blog
Às 9:31h deste 25 de outubro de 2026 votei pela sétima e última vez no Lula.
Assomado por um turbilhão de memórias e apreensões, votei com um choro contido na cabina de votação da Seção 0027 da 2ª Zona Eleitoral de Porto Alegre.
Desta vez o voto no Lula teve o significado de uma urgência dramática que não senti com a mesma dramaticidade em nenhuma eleição anterior – nem mesmo naquela de 2022, quando também estávamos diante do imperativo de derrotar o banditismo na ocasião encarnado pela pessoa do pai da família miliciana.
Não é “só” para eleger um governo que votamos no Lula nesta eleição; mas é para salvar o Estado de Direito e impedir que o Brasil seja convertido num combo das piores e mais extremadas experiências fascistas e reacionárias do mundo contemporâneo.
O gângster filho não esconde: quer implantar no Brasil uma autocracia nos moldes do Viktor Orbán, da Hungria.
E pretende dominar o judiciário para impor um regime de exceção permanente como Bukele, de El Salvador, e assim poder viabilizar a demolição ultraliberal e entreguista ao estilo do argentino Javier Milei com um padrão brutal de repressão e violência social.
Uma tragédia apadrinhada por Donald Trump, que ficará dispensado de repetir o mesmo ato de pirataria da Venezuela, pois receberá de bandeja “seu” tão cobiçado protetorado.
Nunca, em nenhuma outra eleição, a democracia e a sobrevivência do Brasil como Nação autônoma e soberana estiveram tão ameaçadas como nesta.
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E em nenhuma outra eleição como nesta o destino do povo brasileiro esteve tão em jogo.
O Brasil precisa do Lula. O mundo inteiro clama por Lula.
Somos uma geração privilegiada pela possibilidade de contar com esse personagem luminoso que ele é, e o único capaz de impedir que sejamos arrastados para o precipício.
Meu último voto a Lula é um gesto de honra e orgulho profundo; um gesto de esperança e de confiança na concretização dos nossos sonhos generosos de um país e de um mundo digno, justo e decente.
Meu último voto no Lula é um ato de gratidão eterna pelo privilégio de existir como ser humano no mesmo tempo de vida do Lula.
Gracias Lula por nos ter dado tanto!
Te amamos. “Com todo o amor que houver nessa vida”!




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