VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Hildegard Angel: Uma reprise de 1968, na Cinelândia de Edson Luís; veja fotos e imagens de protestos contra assassinato de Marielle


15/03/2018 - 22h33

Da Redação, com Mídia Ninja e tuiteiros

Milhares de pessoas sairam às ruas nesta quinta-feira para denunciar o assassinato brutal da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes, ontem, no Rio de Janeiro. As imagens explicam tudo.

Pensaram que eliminaram uma mulher negra. Erraram o tiro. De fato deram vida a uma Mártir! E essa Mártir recém-nascida retirou do torpor a multidão de brasileiros indignados, que hoje foi às ruas, repetindo na mesma Cinelândia o Edson Luís de 1968. Hildegard Angel, no twitter

Quem matou Marielle? Estive esta noite na Cinelândia junto a mais de 50 mil pessoas. E essa pergunta não calava. Os 9 tiros que atingiram Marielle e Anderson não foram balas perdidas. Tinham alvo. O alvo foi uma das lideranças políticas mais combativas e promissoras do Rio. Guilherme Boulos, no twitter

Tem sido um dia triste pra mim. Quando vi a barbaridade que fizeram com a Marielle pensei: é preciso ser muito ignorante pra achar que matar uma vereadora, mãe de 38 anos, poderia calar aqueles que lutam contra os fascistas. Hoje as ideias da Marielle tomaram o Brasil inteiro. Ex-presidente Lula, no twitter

Cinelândia! Não vão conseguir transformar Marielle em medo! Marielle é coragem! Marielle e Anderson presentes! Glauber Rocha, deputado federal do Psol, no twitter

Brasileiros se juntam para velar a vereadora e ativista dos direitos humanos Marielle Franco, uma crítica da brutalidade policial, que foi assassinada estilo-execução. Da France Presse, para seus leitores no mundo, via twitter

ONU espera investigação rigorosa do assassinato da vereadora @mariellefranco #Marielle era uma das principais vozes em defesa dos #DireitosHumanos no #RiodeJaneiro, lutando contra o racismo, as desigualdades de gênero e a violência nas favelas. ONU Brasil, no twitter

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10 comentários

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Gustavo Horta

16 de março de 2018 às 21h33

Para destruir Lula e o PT, incendiaram o país
> https://gustavohorta.wordpress.com/2018/03/16/para-destruir-lula-e-o-pt-incendiaram-o-pais/

QUE CADA UM TENTE SE PROTEGER ATRÁS DE SUA PANELA

…A execução a tiros da vereadora carioca pelo PSOL Marielle Franco é só mais um dos muitos sintomas da crise político-institucional-econômica desencadeada pela direita jurídico-midiática-empresarial após ser derrotada na quarta eleição presidencial seguida. Com fúria cega, os impérios de mídia, em aliança com setores do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal não hesitaram em tocar fogo no país para destruírem Lula e seu partido.Na semana que finda, uma notícia estarreceu a todos os que têm cérebro, são adultos e viveram neste país ao menos desde a aurora do século XXI. Um país que TODOS os indicadores econômicos e sociais mostravam que ia de vento em popa até meados de 2013, começou a naufragar em um bombardeio que, para pegar Lula e o PT, abateu-se sobre a economia, sobre a política e sobre a paz social.A partir de 2003, houve melhora da …

Responder

Oscar

16 de março de 2018 às 13h42

Será que na missa de 7º dia vai estar a cavalaria da PM como no caso do Edson em 1968?
Que a morte dela não tenha sido em vão.

Responder

FrancoAtirador

16 de março de 2018 às 09h30

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Não basta Prender os Agentes Executores.
É preciso saber quem foram os Mandantes
do Atentado Político Contra a Esquerda.
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Responder

    FrancoAtirador

    16 de março de 2018 às 12h36

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    Aliás, Mandantes ou Comandantes?
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Edgar Rocha

16 de março de 2018 às 06h13

REFLEXÕES SOBRE A MORTE DE MARIELLE: ACERTANDO O FOCO

A consternação pela morte da vereadora e ativista Marielle Franco é plenamente compreensível. Mais do que indignar-se, porém, é preciso tentar entender o fato. Um fato político, diga-se, haja vista se tratar obviamente de uma execução contextualizável. A pergunta que se faz, primeiramente, é a seguinte: por que fizeram? Teria sido apenas uma espécie de tiro no pé por parte das forças conservadoras? A quem interessaria, portanto, a morte de Marielle?
Devemos considerar que a repercussão de fato tão hediondo seria imediata. Movimentos sociais, partidos políticos e todas as forças contrárias ao estado de exceção instalado, além da opinião pública internacional voltariam seus olhos e sua fúria imediatamente contra a intervenção militar no Rio de Janeiro, contra a presença das forças armadas e, sobretudo, contra o governo golpista de Michel Temer. Não há dúvidas de que esta seria a reação esperada. O que não se tem considerado em todas as reflexões até o presente momento, é que tais reações seriam também desejadas por aqueles que assassinaram Marielle.
Para seguir tal raciocínio deveríamos tentar supor quais são os reais agentes deste fato político. Acompanhando tudo que se falou sobre a atuação da Marielle – suas denúncias contra um certo 41º Batalhão da PM e a presença de milícias controladas por agentes de segurança no Rio – mais alguns posicionamentos institucionais recentes por parte dos agentes interventores em relação a PM carioca – a declaração do novo secretário de segurança, admitindo a necessidade de se sanear as forças de segurança locais para a atuação efetiva contra o crime organizado no Estado – as atenções passam a ser voltadas não para a repressão do governo golpista, muito menos para as políticas administrativas do interventor, mas para os grupos interessados em manter a máquina do paralelismo administrada por forças milicianas, máquina esta reconhecidamente lucrativa e influente.
Não se trata aqui de subestimar a influência e o ativismo de Marielle Franco, mas de considerar que, se sua representatividade nacional e internacional já faziam dela uma referência na luta dos direitos humanos, muito maior será tal representatividade depois de seu assassinato. Então, como explicar uma morte que faria recair sobre um governo golpista toda a culpa, além de expor seu caráter autoritário e ilegítimo?
O contexto visível nos faz refletir sobre o modus operandi do crime: tiros certeiros com armas de grosso calibre, num ato cometido imediatamente após a saída da vítima de uma reunião na região central do Rio de Janeiro – central, é bom repetir – contra figura notória do ativismo social. A intenção é clara, no sentido de se forçar comoção contra a intervenção militar. Que Marielle fosse uma inimiga declarada da violência institucional e defensora dos direitos humanos, todos sabiam. O que não se sabia era que o atual secretário de segurança demonstraria alguma disposição em se investigar e retirar os quadros da polícia agentes identificados com as milícias que detêm algum controle sobre o crime e que, por isto, pode-se supor, atuariam como colaboradores do mesmo contra as ações do governo interventor.
A partir daí, podemos supor, com pouca margem de erro, que os assassinos de Marielle não seriam outros senão os agentes formadores de milícias que “oferecem serviços de proteção” nas favelas. Entenda-se, portanto, a parcela corrupta e aliciadora do crime organizado. A mesma parcela para a qual não interessa nenhuma restrição ao crime, nenhuma forma de atuação – humanista ou autoritária – contra sua prática mercantilista em relação ao crime. Diga-se de passagem, sem estes agentes, não há crime organizado.
Mas, há um outro ponto que se pode considerar sobre este aspecto: tais grupos policiais, controladores e beneficiários da simbiose Estado-Poder Paralelo jamais poderiam ser compostos de policiais comprometidos com a questão da segurança pública, sobretudo aqueles grupos organizados presentes no Rio de Janeiro que se posicionam em defesa dos direitos humanos. Parece óbvio, mas não é. A criminalização dos agentes defensores de direitos humanos e a narrativa de que estes seriam favoráveis aos bandidos deixa claro o quanto a clareza dos fatos pode ser eclipsada pelo discurso fascista.
Em entrevista dada ao RFI Brasil o delegado Orlando Zaccone, membro de um grupo de policiais civis e militares, suprapartidário, autointitulado “Policiais Antifascismo” fala sobre a construção da narrativa que criminaliza os defensores dos direitos humanos: “A execução da vereadora Marielle apresenta um quadro político onde o acirramento da disputa política no Brasil passa pela ideia de que precisamos estender a ordem constitucional e suspender direitos humanos para garantir a governabilidade. Isso é algo que tem sido construído pelo menos desde a década de 90, através do discurso de que direitos humanos atrapalham a segurança pública. Isso associa como inimigos os defensores dos direitos humanos. É bastante provável que essa execução tenha motivação nas atividades desenvolvidas pela vereadora Marielle na luta pelos direitos humanos.” E continua: “ideia que se constrói em relação aos que se opõem é que são criminosos – traficantes, milicianos – e aí você joga no mesmo pacote aqueles que defendem políticas de direitos humanos. Ou seja, você joga, ao lado de traficantes e milicianos, os defensores de direitos humanos. Aí você constrói esses últimos como inimigos. A partir do momento que você localiza interesses contrários à intervenção em grupos criminosos, sejam de traficantes de drogas, sejam de milicianos, e a partir do momento que você tem defensores de direitos humanos contra a forma com que está sendo construída a intervenção, é muito fácil você construir que os defensores de direitos humanos estão ao lado de criminosos.” (https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/“o-tráfico-não-opera-da-forma-como-marielle-foi-executada”-diz-delegado/ar-BBKh0GQ?li=AAkXvDK&ocid=spartandhp)
O que penso, no entanto sobre isto é que, talvez por questões profissionais, estes grupos de agentes de segurança pública engajados na luta por uma polícia mais humanitária não possam afirmar aquilo que um morador de periferia como eu, em qualquer Estado do país, sobretudo no Sudeste sabe e também tem como óbvio: que estes grupos ultra-conservadores que defendem o recrudescimento de ações institucionais contra os mais pobres, como forma de se combater o crime, sobretudo exigindo poder de vida e morte sobre o cidadão, sejam também os mesmos agentes a lucrarem com o sistema simbiótico entre o crime organizado e o Estado.
Qualquer policial decente, que deseje atuar efetivamente para o combate a criminalidade, deve entender, por questão de ofício e por vivência profissional, que tanto a chamada “guerra contra as drogas”, quanto o aumento do autoritarismo sobre as comunidades sitiadas pelo crime se mostram inócuas, contraproducentes e agravantes do quadro de criminalidade. É de se supor, portanto, que a morte de Marielle nos deveria servir como o momento propício para se colocar o rabo no burro. Que tipo de agente de segurança participa de grupos de extermínio, de milícias, ou atua como aliciador do crime ao invés de seu inimigo? Os policiais progressistas? A que se presta o discurso em prol da violência institucional contra as periferias e contra o crime, senão como moeda de troca para a garantia de controle sobre o crime e para o lucro advindo deste?
Pensemos na atuação do PCC no Estado de São Paulo. A forma como esta facção criminosa chegou ao nível de poder atual, fixando-se em todo o país nos remete ao fatídico período de ataque à cidade de São Paulo com o estratagema conhecido como “Salve-geral”. Nele, o objetivo central é elevar a níveis críticos a sensação de insegurança do cidadão comum a ponto de se tornar inevitável o escândalo capaz de contrapor-se ao discurso estatal de que o setor da segurança pública permanece sobre controle. O próximo passo é forçar assim, a garantia da imagem construída de governo eficiente pela mídia e construir-se desta forma uma “Pax” estabelecida por acordo velado em que ambas as partes – crime organizado e Governo – saiam beneficiados. Eu receio que, desgraçadamente, as manifestações geradas pela morte de Marielle venham a ter efeito equivalente diante do governo intervencionista e do poder federal. O perigo maior, no entanto, é que ao prestar-se a fazer o papel de “Salve-Geral” contra o governo golpista, se empurre o mesmo para os braços do crime organizado e, quiçá, para os braços do próprio Jair Bolsonaro. É bom lembrar da posição definida por grande parte das PM’s estaduais em favor de sua candidatura. Somada à necessidade de garantir alguma aura de eficácia do Governo golpista de Temer e sua proverbial capacidade de negociação com acossadores de plantão e temos uma bomba química, pronta para disparar quando estes agentes vierem a se misturar. A Pax tucana em São Paulo já se mostrou muitíssimo eficaz para a garantia de uma passividade da opinião pública diante de fatos incômodos. Estendê-la em nível nacional seria entregar toda a sociedade à lógica de um paralelismo institucional tão profundo que faria o golpe de Temer parecer realmente aceitável.
A questão que devemos nos colocar neste momento, com vistas a desatar este nó é: seria mesmo, interessante às elites brasileiras, atender aos desígnios de corja tão baixa??? O bolsonarismo, embora viável, é desejável a eles? Eis um ponto fora da curva que, se devidamente explorado poderia garantir a curto e médio prazo, uma mudança institucional no mínimo esperançosa. Se não se deseja para este país um regime militar, um governo controlado pelo judiciário, um estado não-democrático, muito menos podemos desejar – por amplos setores da sociedade – um governo fascista controlado ou orientado pelo poder paralelo gestado a partir de mílicias estaduais compostas por bandidos declarados e agentes corruptos de polícia.
A denúncia e o combate às forças milicianas compostas por estes agentes se mostra neste momento, mais prioritária até mesmo que a queda de Michel Temer. Os efeitos colaterais a médio prazo são palpáveis: a revisão de políticas de segurança pública, o enfraquecimento dos grupos armados compostos por agentes com autorização estatal e direitos de exceção sobre o povo da periferia; a reflexão em nível nacional sobre o discurso fascista de recrudescimento das ações estatais sobre os mais pobres, enfim; o início de uma pauta em nível nacional jamais contemplada sequer pelas esquerdas sobre a promiscuidade das forças estatais com a criminalidade e o consequente massacre nas periferias. A cortina da hipocrisia institucional que tanto agrada à classe média cairia paulatinamente com a desconstrução do discurso ultrafascista que alavanca candidaturas como as de Bolsonaro e das bancadas da bala. Por outro lado, os riscos de se mirar no governo golpista neste momento são tão infinitamente maiores quanto possam se dizer remotas as possibilidades de mudança as quais me refiro.
Tomando o jargão usado por Luis Nassif, o xadrez iniciado com a morte de Marielle Franco requer um cuidado com certas jogadas aparentemente positivas. Neste momento, se aceitarmos a oportunidade de dar um xeque no Rei – entenda-se Michel Temer – corremos o risco de ser comidos pelos cavalos. O Brasil já perdeu muitos peões nesta luta. Perderá muito mais se a avidez por derrotar o golpe for maior que a realidade dos fatos.
As ações em desagravo a Marielle deveriam, portanto, seguir uma outra direção:
– exigir que as apurações sejam levadas a cabo, obviamente;
– reforçar a pauta abraçada por Marielle sobre a atuação das milícias nas favelas e o consequente aliciamento do crime em detrimento ao seu combate;
– denunciar com a maior força possível a leniência do estado em relação às milícias, bem como exigir das forças intervencionistas ações que combatam a inserção do crime nas instituições;
– dar voz e vez aos agentes que combatem o fascismo policial e denunciam a corrupção policial;
– mirar efetivamente nos verdadeiros responsáveis diretos pela morte de Marielle, com a certeza de que, caso não sejam enfraquecidos, há uma mesa de negociação prontinha pra se fazer um convescote à tucana esperando pra se negociar a manutenção dos esquemas de aliciamento e achaque ao poder paralelo.
Não se trata aqui de propor abertura de diálogo ao governo golpista. A força das ruas já se mostrou pronta para exigir ações efetivas de intervencionistas contra aqueles que mataram Marielle. Trata-se de exigir que se oponham aos que ameaçam a toda a sociedade, inclusive ao golpe, sem dar margem de negociação entre governo e polícia corrupta. Eles estão no poder, a bola está nas mãos deles. É preciso canalizar a notoriedade gerada pelo fato político para a exposição de uma realidade que, até o momento, só atingiu aos mais pobres e que, por isto mesmo, foi negligenciada. E isto se configura unicamente em dar voz à luta de Marielle, em legitimar a visão dos que sofrem constantemente com a realidade e ficam indignados com a negação de fatos que, até então, só eram considerados pela própria periferia.

Responder

    Alexandre Borges

    16 de março de 2018 às 11h09

    O único artigo (incluindo manifestações, reportagens e comentarios) sensato que li sobre o caso Marielle. ÚNICO

marcos a.s. lima

16 de março de 2018 às 05h56

Marielle Franco: nosso “Edson Luís” de 2018 ??? Sobre a execução da vereadora do PSOL do Rio de Janeiro ontem à noite. Espalham o terror para impedir o povo pobre de ir às ruas. Devemos montar barricadas inteligentes até outubro.

Não façamos o jogo que esperam (o confronto armado). Isso lhes daria a cereja do bolo (guerra civil para poderem separar o Brasil do Sudeste pra baixo, que seria chamado talvez de Brasil do Sul – Aqui já me referi no passado: Teorias Sem/Com Pirações.

Nossa melhor barricada é a UNIÃO DAS ESQUERDAS: independente do nome progressista que for para o Segundo Turno, todos o apoiaremos. Só assim venceremos.
https://conectjanoweb.wordpress.com/2018/03/15/marielle-franco-nosso-edson-luis-de-2018/

Responder

EDVAN CORREIA

16 de março de 2018 às 01h06

Lindo Ato Pela Memória De Marielle Franco Pelas Ruas Do Rio De Janeiro! #MariellePresente
https://www.facebook.com/MidiaNINJA/videos/1102256919932452/

Responder

João Lourenço

15 de março de 2018 às 23h10

Hilde,que feio tentar galgar sobre o cadáver da Marielle ,ainda é muito cedo pra acusar mas só podemos supor pelos fatores que ela combatia.Agora a senhora que tem um certo nível e talvez um resto de sensibilidade já tenta um disparo as cegas???Nem vou ser mais profundo pra não te machucar ,mas entendo seu ódio,não é fácil mas tente ser feliz procurando a verdadeira justiça como a sua mão tentou e conseguiu!

Responder

    Rogério Bezerra

    16 de março de 2018 às 08h11

    Por que a agressão a Hildegard?

    Nossas Polícias e Forças Armadas são empregadinhas dos ricos e são, sim, assassinas. Todos sabemos.
    Passados tantos anos da Abolição são elas que nos mantém no século 18.


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