VIOMUNDO

Diário da Resistência

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Política

E se o filho de Lula fosse sócio do homem mais rico do Brasil?


19/03/2013 - 17h49

Mais rico do país, Lemann agora é sócio da sorveteria Diletto

Fundo do bilionário adquire 20% do negócio por R$ 100 milhões

MARIANA BARBOSA, DE SÃO PAULO, no pé da página B4, bem escondidinho, na Folha de S. Paulo

Depois de Burger King e Heinz, Jorge Paulo Lemann, o mais rico bilionário brasileiro, comprou uma participação na butique de picolés paulistana Diletto.

O fundo Innova Capital, sociedade de Lemann e Marcel Telles com Verônica Serra, filha do ex-governador José Serra, adquiriu cerca de 20% da companhia por um valor estimado em R$ 100 milhões.

O acordo tem como principal objetivo transformar a marca em uma espécie de Häagen-Dazs brasileira, com presença no exterior.

Fundada em 2009 por Leandro Scabin, Fábio Meneghini (diretor de criação da agência WMcCann) e Fábio Pinheiro (ex-Pactual), a Diletto produz picolés cremosos com jeito artesanal e ingredientes selecionados.

A framboesa vem da Patagônia, o cacau criollo, da Venezuela, e as avelãs, do Piemonte, na Itália.

A produção começou de forma terceirizada, mas em 2011 foi inaugurada a primeira fábrica, em Cotia (Grande São Paulo), com capacidade para 300 toneladas ao mês.

A fábrica também permitiu a diversificação de formatos. Além dos picolés, hoje a empresa vende potes de 500 ml.

O faturamento no ano passado, segundo a empresa, foi de R$ 30 milhões. São 3.000 pontos de venda e uma loja-conceito nos Jardins, inaugurada em dezembro.

O plano dos sócios é abrir outra loja-conceito, no Rio, e manter a expansão dos pontos de venda. A internacionalização sempre fez parte da estratégia dos fundadores, que continuam no negócio, com Scabin na presidência.

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90 comentários

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Blog do Fajardo

25 de março de 2013 às 05h33

[…] Um título do site Viomundo, trazido ao Diário pelo atilado leitor e comentarista Morus, merece reflexão. […]

Responder

Paulo Nogueira mapeia o passado de Verônica Serra « Viomundo – O que você não vê na mídia

23 de março de 2013 às 14h10

[…] Um título do site Viomundo, trazido ao Diário pelo atilado leitor e comentarista Morus, merece reflexão. […]

Responder

Murdok

23 de março de 2013 às 09h24

Se tão cobrando o fato do governo ter dado um prato de comida pro Lula (Folha, 23/03/12), imaginemos uma situação dessa. Possivelmente até a Miriam Leitão iria dizer que isso seria ruim pro Brasil.

Responder

anac

22 de março de 2013 às 10h14

Uma coisa temos certeza a Dileto irá lançar até 2014 o picolé de Chuchu. Tô ansiosa…

Responder

anac

22 de março de 2013 às 10h09

Gente, a menina verônica é competente. Picolé dá MUITO dinheiro, que o diga o xuxu de são Paulo.
Verônica estudou em Havard. Tudo pago pelo sócio Jorge Paulo Lemann, beneficiado com a fusão brahma antártica no governicho do titio fhc e amigão do coração do papai cerra. A vida é cheia de coincidências.

Responder

Amaury: onde a filha do Cerra arrumou a grana ? | Conversa Afiada

22 de março de 2013 às 10h04

[…] Amaury Ribeiro Jr.*, a respeito desta notícia: É mais uma operação suspeita, que acontece após o pleito eleitoral . Como dinheiro não […]

Responder

anac

22 de março de 2013 às 10h02

Lulinha é filho de um egresso da senzala. Tem a genética do pai, com o agravante de que este ousou enfrentar a corja da casagrande.
No Brasil sempre uns são e serão mais iguais que os outros. A uma minoria (1%) é garantida a total impunidade. Não é por acaso que as prisões estão superlotadas de ladrões de galinhas enquanto aos criminosos de colarinho branco que roubam bilhões do erário publico é garantido a impunidade.

Responder

Amaury Ribeiro Jr.: Operação suspeita depois de pleito eleitoral « Viomundo – O que você não vê na mídia

21 de março de 2013 às 16h35

[…] por Amaury Ribeiro Jr.*, a respeito desta notícia […]

Responder

maria do carmo

21 de março de 2013 às 12h39

A privataria rendeu para o arrivista do serra e para sua filha aquela que teve golpes de sorte nos negocios, nao da para descrever as falcatruas e mentiradas uma atraz da outra do enriquecimento ilicito. Ministro Joaquim Barbosa onde esta a sua valentia de Juiz mais honesto do Brasil, estamos esperando ou ja apareceu o suficiente logo o senhor que nao respeita nem jornalista, deixa a privataria tucana, e veja bem a filha do Serra esta socia do homem mais rico do brasil com golpes de sorte ou golpes sordidos? Ministerio Publico estamos esperando Justica, e a Vale do Rio Doce, a Vale do Rio Doce nao e fabrica de doce e o subsolo do Brasil com suas riqueza que foi vilipendiada pelo governo FHC e Serra nao e necessario narrar as negociatas conhecida por todos esse sim, foi o maior escandalo do Brasil o maior assalto a republica.A sociedade esta esperando justica. Porque justica, rasgando a constituicao para o pt, que esta acabando com o desemprego e a miseria ja vimos, agora queremos justica JUSTA , mas justica e ressarcimento a republica dos valores com a PRIVATARIA.

Responder

Ricardo

21 de março de 2013 às 01h24

Pelo publicado o maior absurdo é uma fabrica de gelinho vendido como picolé em farol, cuja marca nunca vi pra provar, valer R$ 500 milhões de reais. Isto em dólares é U$ 250 milhões de dólares. ….. Este preço não é maior que o oferecido pela refinaria da Petrobrás nos Estados Unidos? …. Ou seja uma fabriqueta de picolé, que mais parece gelinho, está valendo mais que uma refinaria velha, mas operante??

Responder

Fabio Passos

20 de março de 2013 às 19h48

Os canalhas do PiG atacaram o filho do Lula… mas nunca acharam nada de ilicito.

Ja a filha-laranja do serra, recebendo dinheiro sujo em paraiso fiscal, e protegida pelo PiG.

O PiG e a organizacao mais corrupta do Brasil.
Ja passou da hora de detonar estes oligarcas vagabundos que idiotizaram parte da classe media braileira.

Responder

Paulo

20 de março de 2013 às 19h36

Perde-se muito quando não se discute um problema sério no Brasil. Se filhos de Serra ou Lula, ou não, se envolveram em falcatruas, que se apure, que se julgue e que se cumpra.
Mas é bom ressaltar que o problema pode ser outro, algo sobre o estilo Lemann nos governos FHC e Lula. Em ambos ele soube se relacionar com os políticos. Conheço bem como a AMBEV dominou o mercado de cervejas & cia, depois do erro do CADE no julgamento do processo de “fusão” das rivais da época. Logo após, pequenas e médias distribuidoras das marcas, por todo o Brasil, foram sufocados no caixa e tiveram que passar seus negócios a preço de banana para indicados pelo trio gestor da Ambev (agora AB InBev). Um desastre monopolizante do governo FHC que se perpetuou sobre a gestão petista. Mas Lula, no caso da JBS, da Perdigão e da Nestlé também não mudou muito o tom de bondade com estes grandes grupos. Na gestão do PT, creio, houve até uma aposta no modelo desenvolvimentista espelhado no Japão pós-guerra. Reforçou esta prática e escolheu alguns senhores para serem grandes empresários, como José Batista Júnior, Eike e, inclusive o próprio Lemann utilizando-se até do BNDES e de recursos do FGTS, numa jogada arriscada no longo prazo.

Responder

    Julio Silveira

    21 de março de 2013 às 11h07

    É sobre essas coisas que venho tentado dizer e demostrar, a cultura vigente na politica brasileira, que transforma alguns bem relacionados, com aqueles que a cidadania acredita serem seus defensores, em privilegiádos, muitas vezes multimilionários, com o sistema publico, (usurpado da maioria dos cidadãos, por seus ditos representantes, retindo deles as premissas de igualdade), lhes fornecendo o passaporte, lógico nada vem grátis numa sociedade tão mercantilista e de poucos valores morais, favorecendo esses poucos em detrimento da maioria. Essas pessoas “especiais”, que passam por cima da vida de muitos e se instalam, sem qualquer crise de consciência ou de moral, na frente da fila, o fazem apenas por terem deixado um preposto (que parece igual aos demais cidadãos), guardando seu lugar. Aí está a sacanagem com quem aguarda horas e as vezes vê encerrar o expediente, o seu e o das instituições, sem conseguir qualquer atendimento.

Mário Bola

20 de março de 2013 às 19h33

Concordo integralmente com o comentário do Edvaldo Vasconcelos. Mas, penso que a Veronica quer mesmo é lançar o picolé de Chuchu.

Responder

– Sociedade milionária de Verônica Serra

20 de março de 2013 às 18h30

[…] por: viomundo/ […]

Responder

Roberto Locatelli

20 de março de 2013 às 16h49

Estão trazendo de volta o dinheiro da privataria tucana, para lavar bem lavado.

Responder

    Roberto Locatelli

    20 de março de 2013 às 16h56

    E não vamos esquecer o nobre senador Aébrio Neves e sua irmã que vale R$ 2 bi:
    http://www.novojornal.com/politica/noticia/andrea-neves-a-dama-de-2-bilhoes-de-reais-16-01-2013.html

    Julio Silveira

    20 de março de 2013 às 18h51

    E, então caro Locatelli, aonde estão escondendo a CPI da privataria? você acha normal a condução do assunto no congresso pelos que comungam com nossos interesses? por que me parece que a investigação, até o momento, é apenas nos blogs progressistas. Cadê o aprofundamento investigativo, cade a solidariedade. Ou seremos forçados pensar daquele jeito de que “yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”.

    Ariosto Moreira

    20 de março de 2013 às 19h45

    Que tirambaço no pé heinnn Çerrote. É por etas e outras que o Çerra cunhou aquela famosa frase: “Tudo que nois faiz dá errado, será o Biniditu”?

José BSB

20 de março de 2013 às 15h08

O pai dela não é petista, então pode dormir tranquila. O sujeito foi ministro do planejamento. Membro da equipe econômica.
Está tudo no Privataria, pessoal. Basta ligar os pontos.
Bem, agora o Aécio Neves arrumou artilharia pesada para enfrentar o serra pela presidência do PSDB.

Responder

Urbano

20 de março de 2013 às 14h26

Hummm… Uma carreira vertiginosa assim… Qual será a probabilidade disso acontecer, dentro das condições normais de temperatura e pressão?

Responder

Bley

20 de março de 2013 às 13h42

Em que posicao da lista da Forbes a filha que escapou do aborto do Chile e, hoje, lavadeira-mor de Caribes privateiros de nossos demotucanos entao se encontra?

Responder

José Souza

20 de março de 2013 às 13h25

Eles colocaram 100 milhões só pra ter o direito de enviar, para o exterior, o lucro total obtido a cada ano. Eles não são bobos, é um negócio da china. Se ninguém bloquear, ano que vem eles colocam mais 100 milhões. E assim vão lavando toda a grana que está oculta. Acorda Receita e Ministério Público Federais!

Responder

Marcio H Silva

20 de março de 2013 às 13h02

Estava eu, como sempre no facebook, nas discussões com meus amigos conservadores e viuvas de FHC. Postaram sobre Dilma ter ido ao Vaticano e ter ficado em Hotel cuja diárias eram caras.
Fui fazer uma pequisa na net, e resgatei algumas nformações preciosas.
É de praxe falar que o Brasileiro não tem memória.
Pode até ser, mas nstes novos tempos, com a internet, resgatar estas memórias é facílimo, com alguns clicks temos acesso a informações abundantes ( com todo o respeito ).Vejam:
Sobre a viagem de Dilma ao vaticano, FHC, fez muito pior: http://brasilnovaera.blogspot.com.br/2010/02/tem-circulado-um-e-mail-com-um-suposto.html
Como babavam o Governo FHC: http://veja.abril.com.br/especiais/anos-fhc/tucano-voa-longe-64106.shtml
Como a Imprensa em 2001, “enxergava” FHC: http://www.istoe.com.br/reportagens/42921_FHC+SUPERSTAR

Responder

ma.rosa

20 de março de 2013 às 12h00

E o detalhe, ao pé da página, bem escondidinho pra que não postassem nenhum comentário, Eh,Eh! esqueceram dos blogueiros “sujos” e seus leitores antenados, KKKKKKKK.

Responder

matheus

20 de março de 2013 às 11h38

Então vos pergunto, meus caros:

CADÊ A CPI DA PRIVATARIA TUCANA?????????????

Responder

    Roberto Locatelli

    20 de março de 2013 às 16h44

    Só tem um jeito de sair a CPI: pressão das organizações sociais (CUT, MST, UNE, etc). Se depender do governo, não sairá NUNCA.

    Julio Silveira

    21 de março de 2013 às 08h47

    Caro Locatelli, você tem alguma teoria, ou informação, para justificar essa situação para que possamos, como você, entender? Já vou te dizendo que faço essa pergunta mais por sacanagem. Por que para mim essa CPI não sai e nem sairá, acredito que existem muitos rabos que podem ser expostos no previsivel lado acusador, naqueles efeitos colaterais. Lógico, você que demonstra ser muito mais crédulo que eu não vai dar credito a isso.
    Como eu gostaria de ter essa tua fé inabalavel, que apenas com o movimento das ruas conseguiriamos fazer a engrenagem se movimentar. Mas hoje até nisso não creio. Lá, nos “poderes constituidos” existem um paredão instransponivel para situações que possam “sacudir a republica”. O povo só consegue aprovar ou conquistar superfluos, lantejoulas e paetes, se é que você me entende, e assim mesmo se eles consentirem. Infelizmente estamos todos dominados como cobaias de laboratório. Se a cobaia apresentar algum sinal que represente insatisfação rebeldia diante de sua sina, será tranformado num desajustado e aí tudo pode acontecer inclusive sumir do sistema.

renato

20 de março de 2013 às 11h31

A Privataria Tucana acho que era cavalo Paraguaio,
foi bem na partida, parou ofegante.
Estou aqui com o livro, sentindo que comprei o
livro do Pastor da Igreja Universal, após ter enfrentado
aquelas quilométricas filas para pedir um autografo para
o assistente do Homem.
Me sinto frustrado.

Responder

Tadeu Versulotti

20 de março de 2013 às 11h22

Acho que trataa-se de um negocio gelado

Responder

CNunes

20 de março de 2013 às 10h24

realmente o Serra é o picolé de crème de la crème…

Responder

marcelo arruda

20 de março de 2013 às 10h15

boutique de picolés; loja-conceito. que pieguice! que babaquice! quanto mais o tempo passa, mais eu me dou conta que o ridículo não tem limites.

Responder

Julio Silveira

20 de março de 2013 às 10h01

Me desculpem a sinceridade, já vista e constestada por alguns, “bons brasileiros”, como coerência, perfeição, e outros adjetivos ditos por alguns de maneira jocosa, mas aqui, até onde sei, nenhum pode falar do outro.
Que quer pensar o Brasil é que não deveria usar um para justificar o outro.

Responder

    Antônio

    20 de março de 2013 às 11h40

    Ninguém está justificando o “outro”. Estamos dizendo qual seria o tamanho do Barulho se o filho fosse do outro. Aquele outro tratado pela imprensa “livre” como diferenciado. Entendeu?

    Julio Silveira

    20 de março de 2013 às 13h23

    Claro que entendi, mas tem duas vias esse negócio. Ou você acha que só serve para o teu entendimento? Ou que todos devem olhar com os seus olhos?

    Roberto Locatelli

    20 de março de 2013 às 16h48

    O filho do Lula foi acusado de ter uma fazenda. Postaram até a sede da fazenda na internet. Pois a tal “sede” era a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz, da USP. Forjaram capa da Forbes mostrando Lula como bilionário.

    Mentiram sobre o filho de Lula. E agora que a filha de Serra é sócia de um bilionário numa lavanderia, digo, sorveteria, esses mesmos que mentiram mantêm um silêncio ensurdecedor.

    Julio Silveira

    21 de março de 2013 às 08h00

    Caro Locatelli, sabemos que houve muita exploração da oposição, o PIG e seus prepostos simpatizantes declarados, há os simpatizantes enrustidos mas desses voce parece não querer acreditar, diferente de mim. Mas se voce jura e põe a mão no fogo, assina embaixo, que foi apenas jogo oposicionista e que não tem nenhum fundamento tudo isso que envolve o nome do filho do presidente Lula, para mim serve. Em você eu levo fé.

Marinho

20 de março de 2013 às 09h36

Butique de picolés. Que nome engraçadíssimo.

Responder

r godinho

20 de março de 2013 às 08h49

Que diferença faz se fosse o filho do Lula ou de qualquer um?

A coisa estranha nesse negócio não é a filha do Serra, de per si. É o precinho pago: por 20% de uma empresa que fatura 30 milhões/ano (tá na reportagem), pagou-se R$ 100 MILHÕES!!!!
Isto quer dizer que a empresa toda vale R$ 500 MILHÕES!!!!! Se tiverem uma margem líquida de 50%, valor absolutamente louco, os “investidores” vão repor o seu capital em 33 ANOS!!!!! E sem nenhum rendimento, só o principal.

Um negócio assim é suspeito, seja lá quem for o beneficiário. Tem toda cara de lavagem de dinheiro, e mereceria ao menos uma investigadazinha da RFB e do MPF…

Responder

    Ulisses

    20 de março de 2013 às 10h59

    A diferença é que se fosse filho do Lula, toda a imprensa detonaria o caso. Filha do Serra,. todos sabem que é escandaloso mas ninguém fala. Não seja hipócrita.

    Gui Oliveira

    20 de março de 2013 às 11h42

    Concordo que, a se confirmar a ordem de grandeza do faturamento atual, o valor da aquisição soa mesmo estranho. Mas, reconheço que um pouco a contragosto porém a bem da verdade, sou forçado a considerar que a avaliação de uma empresa leva em conta o valor presente da expectativa de lucros futuros, e não uma série constante de resultados semelhantes aos atuais. Portanto, pode ser que a empresa tenha uma projeção estupeeeeeenda de crescimento das vendas e lucros, baseada no cescimento passado e em sondagens de mercado que justifiquem uma expansão astronôoooomica, e consequentemente este valor aparentemente absurdo. Pena que, como é negócio entre entes privados e não envolve riscos de concentração de mercado que justifiquem uma intervenção do CADE, dificialmente se conhecerá estes números…

Carlos Ribeiro

20 de março de 2013 às 08h34

Não entendí muito bem: é sorveteria ou lavanderia?

Responder

Gerson Carneiro

20 de março de 2013 às 08h34

Próximo candidato do PPS para a eleição de 2014: Serra Sorveteiro.

Tá mais pra candidato a vereador de cidade do interior.

Responder

Fábio Silva

20 de março de 2013 às 07h48

Como podemos ver, o PSDB tenta seguir – mas não vai conseguir – os passos do PT. A moça filha do Cerra jamais chegará a entender de finanças como o Lulinha.

Responder

Romanelli

20 de março de 2013 às 06h18

serra serra serrador, serra o papo do…

quer saber ?

Eu acho que as “esquerdas” estão gastando muita vela boa com defunto ruim.

O que serrá que seria isso, falta de assunto ? Será que seria a urgência em se manter um inimigo vivo, tudo pra se manter a tropa acesa ?

Gente, que tal focarmos o governo em seus acertos, faltas e/ou erros, em suas promessas e omissões ?

Que tal nos preocuparmos com os mui amigos que depois de terem MAMADO e chupado até o caroço agora ameaçam sair em voo solo ?

Povo, que tal falarmos da saúde, da INFRA – esta antiga retardatária -, e/ou da segurança ?

Que tal refletirmos sobre a LEI DO DESARMAMENTO que acompanhada de IMPUNIDADE não surtiu qualquer efeito ? Que tal tentarmos entender do pq nos 10 anos que a antecederam morreram 250 mil pessoas com tiro, e depois dela, nos 10 anos seguintes a ela, morreram mais de 300 mil, hein ?

serra serra serrador, serra o papo do..

http://www.youtube.com/watch?v=XSlKwTS-9Po

Responder

    Romanelli

    20 de março de 2013 às 06h28

    e olha o que o Joaquim disse pro Tourinho..

    mas que “ministrozinho” impertinente este JUCA não ? ..magina, falar em conluio entre advogados (partes) e juízes ..falar que tem sentenças engraçadinhas (OMISSÃO e chicana por ex) às pencas ? ..de onde o cara tirou isso ? ..será que da justiça dos EUA ?

    http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/pais/2013/03/19/JOAQUIM-BARBOSA-DIZ-QUE-HA-CONLUIO-ENTRE-JUIZES-E-ADVOGADOS-NO-BRASIL.htm

    abolicionista

    22 de março de 2013 às 13h52

    Ou seja, que tal mudarmos de assunto, fazermos de conta que nada disso existe e falarmos mal do PT?

    Bom, o pessoal do PIG tem aceitado sua sugestão…

FrancoAtirador

20 de março de 2013 às 00h18

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A carreira meteórica de Verônica Serra

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania

A propósito da nota publicada pelo site do ex-secretário-geral da Presidência do governo Fernando Henrique Cardoso, senhor Eduardo Piragibe Graeff, na qual a senhora Verônica Allende Serra, filha do ex-governador José Serra, defende-se de acusações contidas no livro A Privataria Tucana, dou a conhecer a carreira meteórica dessa senhora que entre os 25 e os 30 anos se tornou um fenômeno do mundo dos negócios ao ganhar milhões em período tão curto.

Em 1995, aos 25 anos, Verônica ganhou uma bolsa de estudos para um curso de MBA (Mestre em Administração de Negócios) na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O benfeitor da filha do então poderoso ministro do Planejamento foi a Fundação Educar, criada por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, à época donos do Grupo Garantia – que participaria ativamente do processo de privatizações do governo ao que o pai de Verônica servia – e da cervejaria Brahma, que, em 1998, em processo polêmico que dependia do Cade, ligado à área de influência do pai-ministro, compraria a cervejaria Antarctica e, assim, formaria a AmBev, que finalmente se uniria a uma cervejaria belga e formaria a InBev, hoje a maior cervejaria do mundo.

Verônica concluiria o curso em Harvard em 1997 e já em 1998 conseguiria seu primeiro trabalho no mundo corporativo, na companhia de administração de recursos chamada Leucadia. Meses depois, seria recrutada pelo fundo de investimentos International Real Returns (IRR) para, segundo ela, atuar como sua representante no Brasil. Em 2000, tornar-se-ia “diretora” da “Decidir.com, Inc.”, fundada naquele ano, uma empresa “ponto.com” norte-americana, subsidiária da matriz argentina “Decidir”, de busca e verificação de dados cadastrais e crédito.

A empresa ganhou notoriedade no Brasil por ter tido como membros da diretoria tanto Verônica Dantas Rodemburg, irmã de Daniel Dantas, dono do CVC Opportunity, como Verônica Allende Serra, filha do agora (em 2000) ministro da Saúde José Serra. O site oferecia consultas diversas, inclusive de pesquisas de editais públicos de licitações no Brasil. “Encontre em nossa base de licitações a oportunidade certa para se tornar um fornecedor do Estado”, dizia a propaganda da empresa.

Verônica Serra, advogada formada na Faculdade de Direito da USP em 1995, com mestrado (MBA) na Universidade Harvard concluído em 1997, em 2000 tornou-se “representante de investimentos” de uma empresa multinacional tão logo foi fundada e se retirou dessa empresa um ano depois, após estouro da bolha da internet em 2001.

Em cinco anos, esse prodígio – tão impressionante quando a filha do governador Geraldo Alckmin, que também faria carreira meteórica, só que na boutique de luxo Daslu – pulou de um empreguinho na Editora Abril e de um singelo curso de Direito na USP para o epicentro dos grandes negócios corporativos, alegadamente por ter passado pela abençoada Universidade de Harvard, que, agora se sabe, basta cursar para ficar rico em poucos anos.

A diretoria executiva da Decidir.com, Inc. era composta por um representante do Citibank, por Verônica Valente Dantas Rodemburg (representando o fundo CVC Opportunity), por um representante da Decidir Argentina e por Verônica Allende Serra (representando o fundo International Real Returns – IRR).

Com o estouro da bolha da internet em maio de 2001, os fundos de investimentos Citibank, CVC Opportunity e IRR se retiraram do negócio engendrado pela genial Verônica Allende Serra, ficando a Decidir.com apenas com as operações na Argentina e no Brasil. Atualmente, apenas a matriz (Decidir.com, que atua na Argentina) está em operação. Sua proposta de negócios usa o seguinte bordão: “Com nossos serviços você poderá concretizar negócios seguros, evitando riscos desnecessários”.

Íntegra em:

(http://www.blogdacidadania.com.br/2011/12/a-carreira-meteorica-de-veronica-serra)
.
.
Leia também:

Verônica Serra
Você não conhece, mas a filha do ministro (SIC)
pode ser a mulher mais importante da Internet brasileira

Por Ivan Martins, na IstoÉ

(http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/14457_VERONICA+SERRA)
.
.
E ainda:

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Decidir.com,_Inc)
.
.

Responder

lulipe

20 de março de 2013 às 00h00

“E se o filho de Lula fosse sócio do homem mais rico do Brasil?”

Se o lula não ocupasse nenhum cargo importante na política como quando era presidente, não vejo problema nenhum!!!O problema aconteceu com o lula presidente, onde seu filho que era monitor de zoológico vira “o ronaldo dos negócios” da noite para o dia, cria uma empresa e esta recebe um aporte de R$ 5 milhões de uma operadora de telefonia — uma concessionária de serviço público da qual é sócio um banco estatal de investimento.Em um país sério era caso, no mínimo, de impeachment do presidente.Aqui no Brasil….

Responder

    Ulisses

    20 de março de 2013 às 08h58

    já leu PRIVATARIA TUCANA?

    Palomino

    20 de março de 2013 às 10h06

    Só que…estamos falando da filha do Serra. E aí, não vai dizer nada?

    lulipe

    20 de março de 2013 às 11h56

    Se você conseguir interpretar as duas primeiras linhas do meu comentário terá resposta para sua pergunta.Força, não é tão difícil assim!!!

    Sérgio

    20 de março de 2013 às 13h49

    Mas ela está no centro da Privataria Tucana. Ela e o pai, José Serra.

    abolicionista

    22 de março de 2013 às 17h54

    Caro Lulipe, ainda que suas acusações fossem verdadeiras, o devio de 100 milhões deveria receber um destaque no mínimo comparável ao de 5 milhões por parte do PIG. Você é tão afoito em sua defesa da mídia corporativa e dos tucanos que nem percebe o absurdo de sua própria argumentação. O livro A Privataria Tucana mostra os documentos assinados por Verônica Serra que comprovam o desvio de dinheiros oriundos de paraísos fiscais. E não foi só a Verônica, foi a família toda, o genro também participou, uma festança. E nada disso sai no jornal. Se você estivesse minimamente preocupado com a currupção estaria ajudando a divulgar esse fato. Quando você se nega a fazer isso e ainda bate no peito para se dizer indignado com a corrupção (a qual você mesmo apoia ao silenciar sobre os fatos relatados no livro do Amauri), sua hipocrisia se torna explícita. É só mais uma das inúmeras provas da má-fé empregada pelos defensores do PIG.

Thomaz

19 de março de 2013 às 23h24

O filho de Lula não seria aceito sócio de ricaço num negócio de alimento charmoso, porque é filho de pobre.

Responder

Marcos C. Campos

19 de março de 2013 às 23h05

Quando se tem a blindagem da grande mídia, o povão só vai ficar sabendo das negociatas do PSDB por intuição.

Ainda bem que a intuição do Brasileiro é a mais refinada do planeta. hehehe.

Não vota nos Serras da vida nem para prefeito.

Só falta o MP e a Justiça acordarem …

Responder

Maria Fulô

19 de março de 2013 às 22h39

Que vergonha… É a primeira vez na história do capitalismo que tubarões se aliam a lambaris. Lavagem de dinheiro na mão grande…

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Willian

19 de março de 2013 às 22h38

Qual o poder do Serra hoje em dia? Qual era o poder de Lula quando o filho dele fez negócios suspeitos?

Responder

    RicardãoCarioca

    20 de março de 2013 às 07h58

    Esse negócio da China da filha do Serra vai ganhar manchetes de primeira página como o negócio da China do filho do Lula? A questão em pauta é essa, se é que entende de interpretação de texto e contexto.

    lulipe

    20 de março de 2013 às 12h24

    Existe uma diferença primordial entre os dois casos, meu caro.No tempo que lulinha tornou-se o “Ronaldo dos negócios” seu pai era presidente.Ficou fácil entender ou um desenho ajudaria????

    Sérgio

    20 de março de 2013 às 13h53

    Quando José Serra e a laranja da sua filha, Verônica, passaram a mão no País, quem estava no poder eram eles, mesmos, meu caro. Ou você se esquece que foi FHC quem vendeu todas as estatais a preço de banana, enquanto José Serra era seu ministro? Daí surgiu a Privataria.

    João Luiz

    20 de março de 2013 às 13h54

    O Serra era ministro de estado e, posteriormente, candidato à presidência da república quando a filha iniciou sua “trajetória de sucesso”. E ainda que tivesse enriquecido ontem, por acaso o Serra é uma pessoa que não tem nenhuma influência política e entre alguns empresários da laia dele? Aliás, sua filha foi financiada por quem mesmo? Por aqueles empresários que participavam ativamente das privatizações? Putz…
    Logo, ela enriqueceu, inclusive montando sociedade com a irmã do orelhudo, quando papi era o fodão do governo FHC, depois prefeito e governador de SP. Você fala como se o Serra fosse um Zé qualquer (bem que ele quis na última eleição – “o Zé que vem depois do Lula”), como eu ou você.
    A forma mais comum de lavagem de dinheiro é tirá-lo do país, mandando-o para uma offshore. Lá, constituem uma sociedade anônima. Essa sociedade anônima, então, aplica seu investimento no Brasil, geralmente na forma de aquisição de participação societária em outras empresas – que, geralmente, são da pessoa que remeteu o dinheiro para fora.
    Ou seja, o cara compra as ações ou quotas dele mesmo (opera nas duas pontas do negócio, geralmente como “procurador” do “investidor” estrangeiro), pagando um preço superfaturado. Pronto! Assim seu dinheiro sujo de origem ilícita saiu do Brasil e voltou limpinho, como se fosse investimento de uma empresa estrangeira. Paga um impostinho para internalizar o dinheiro, e o “vendedor” das ações/quotas paga mais uns 15% de IR sobre o lucro, mas como o $ não tinha origem lícita, saem no lucro!
    E é assim que se compra por 100 milhões de reais o equivalente a 20% de uma empresa que fatura (bruto – ebitda) 30 milhões por ano.
    Digamos, de forma BEM otimista, que metade disso é lucro líquido, e tirando as reservas legais e estatutárias, a empresa deve ter distribuído o que entre os sócios, uns 7,5 milhões (sendo MUITO otimista)? 20% disso dá 1,5 milhão. São 66 anos apenas para repor o valor nominal do investimento, se a empresa mantiver seu desempenho. Se fosse acrescentar inflação, depreciação, o capex que a empresa terá que fazer todo ano…
    Até a caderneta de poupança da CEF remunera melhor o “investidor”.
    Veja bem, não estou dizendo que comprar 20% dessa empresa seja um mau negócio. Com faturamento de 30 milhões, provavelmente não é. Mas o preço anunciado não bate com o desempenho da empresa, e isso é fato.
    É a mesma coisa que comprar uma Ferrari e colocá-la na praça como táxi para recuperar o investimento. É um excelente carro, mas nunca se pagará.
    Lulipe, me dê seu e-mail. Mando desenhadinho pra você, com powerpoint e tudo.

    abolicionista

    22 de março de 2013 às 13h53

    Qual o poder do Serra hoje em dia? Deixa ver, ele tem os barões de mídia do lado dele, grande parte do judiciário e uma fortuna para ser gasta em campanha eleitoral. É, praticamente nenhum poder…

Fabio Passos

19 de março de 2013 às 22h30

Os jaguncos do PiG surtariam.
o jabor da globo, em mais uma “performance” historica, introduziria um picole no rabo enquanto zurrava por intervencao do stf no governo Dilma. Quer dizer… sera que ele ja nao fez isso? rs

Responder

Luiz

19 de março de 2013 às 22h21

Verônica Serra é um gênio das finanças e da administração.

Responder

Terezinha

19 de março de 2013 às 22h18

Se fosse o filho de Lula já estava com processo no STF e sentença de prisão preventiva para averiguação do caso. A moça deve ser um genio das finanças para atrair tanto capital.

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Mari

19 de março de 2013 às 22h06

O PIG faria até o papa Chico renunciar

Responder

J Souza

19 de março de 2013 às 21h59

Os ex-alunos que investigam, processam e julgam os tucanos talvez tenham feitos trotes bem “engraçados”… Quem sabe racistas?
Para essa gente, talvez “justiça” seja só dinheiro no bolso deles…

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Vicente Freire

19 de março de 2013 às 21h53

Pura coincidência. Foi a mais pura coincidência que o acaso pode criar. Além do mais, o presidente Lula não sabia.

Responder

    augusto2

    20 de março de 2013 às 08h40

    Por o serra e o FHC NAO sabem nada das ilhas virgens britanicas até hoje.

Messias Franca de Macedo

19 de março de 2013 às 21h44

… Nesta sorveteria ainda vende picolé de chuchu?!… [RISOS! Ô!…]

Que OPOSIÇÃO AO BRASIL é essa, sô?!…

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL… DESPUDORADA, indecorosa, fascista, traidora, aloprada, alienada, histriônica, traidora, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, entreguista, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Messias Franca de Macedo

    19 de março de 2013 às 23h37

    ajustando a lambança:

    … Nessa sorveteria ainda é vendido picolé de chuchu?!… [RISOS! Ô!…]

    Antonio Carlos Tardin

    20 de março de 2013 às 14h00

    Não, só picolé de anil.

    Sagarana

    20 de março de 2013 às 06h54

    E a famosa “Auditoria Cidadã da Dívida Pública”, o que foi feito dela?

Vlad

19 de março de 2013 às 21h43

Outra “ronaldo das finanças”?

Responder

    abolicionista

    23 de março de 2013 às 11h56

    E aí, cara, já mudou de partido, ou continua tentando “endireitar” o Brasil?

Messias Franca de Macedo

19 de março de 2013 às 21h38

… Que mal pergunte, essa Verônica (S)erra não é a mesma que foi sócia da irmã do banqueiro bandido e condenado?! E filha do [DEMotucano] José (S)erra?! Com a palavra o “comunista” Roberto Freire!…

Que OPOSIÇÃO AO BRASIL é essa, sô?!…

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL… DESPUDORADA, indecorosa, fascista, traidora, aloprada, alienada, histriônica, traidora, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, entreguista, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Márcio Gaspar

19 de março de 2013 às 21h24

Hehe E o Lulinha milhonário comprando o campus da USP/Esalq, uma bela fazenda. Isso foi espalhado pela internet como uma verdade absoluta. Agora, a filha do Serra, ninguém sabe quem é qual tipo de negócios faz e como conseguiu. E a imprensa imparcial investigativa,que cumpre o seu papel de fiscalizadora dos orgãos públicos e defensora da população, nada, nada, nada…

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    Márcio Gaspar

    19 de março de 2013 às 21h26

    oops, eu quis dizer milionário.

RodolfoFernando

19 de março de 2013 às 20h03

Além do Superbid, Mercado Livre e os fundos Decidir.com e outros mais… Será que todo esse império da filha dele vem das privatizações na época em que o o pai era o ministro do planejamento?
Quem quiser saber mais só comprar o Privataria Tucana que irá entender tudo o que eu estou dizendo. Há documentos comprovando no livro.

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Panino Manino

19 de março de 2013 às 19h57

Aconteceria a mesma coisa que aqui, noticiar uma nãotícia como se tivessem cometido um crime…

Responder

Eudes Hermano Travassos

19 de março de 2013 às 19h45

Minha conclusão é que por traz disso tudo nós entramos, sei lá como nem quando, numa gelada.

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Francisco

19 de março de 2013 às 19h40

Se a sorveteria do filho do Lula tivesse grana do brasileiro mais rico no meio, ele estava numa fria…

Joaquim Barbosa já teria conseguido “provar” que tinha dinheiro público nesse picolé!

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pretextato

19 de março de 2013 às 18h59

Prá quem já tem uma Lavanderia nas Ilhas Caymãs, uma sorveteria é fichinha.

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Angelo

19 de março de 2013 às 18h52

Este “rico” dinheirinho e apenas á venda da quitandinha do Vovzinho dela!!!!

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Gerson Carneiro

19 de março de 2013 às 18h28

Responder

    Luciano Bastiani

    19 de março de 2013 às 20h39

    Gerson, cabe um tóóinnn aqui?

Gerson Carneiro

19 de março de 2013 às 18h19

O cacau vem da Venezuela?! E papai já tá sabendo disso?

Vem de um “país inimigo que só produz cocaina”. Não era isso que ele propagava na campanha?

Bem, se o filho de Lula fosse sócio do homem mais rico do Brasil ia ser capa daquela revista no próximo fim de semana, com a “denúncia”:

“O filho do Mensalão – Valério disse que deu dinheiro do mensalão para o filho do Lula adquirir sociedade com o homem mais rico do Brasil”.

Responder

Valcir Barsanulfo

19 de março de 2013 às 18h10

Está aparecendo o dinheiro da PRIVATARIA TUKANA.

Responder

    Roberto Locatelli

    20 de março de 2013 às 16h53

    Exatamente Valcir. Venderam patrimônio público e, ao mesmo tempo, nossa dívida com o FMI se agigantou. Todos perguntaram, na época: “onde está o dinheiro?”. Há até a música falando dessa sacanagem: https://www.youtube.com/watch?v=dT_uFKRcoww


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