VIOMUNDO

Diário da Resistência


Dr. Rosinha: “Paneleiros” são contra Bolsa Família mas concordam com Bolsa Miami
Política

Dr. Rosinha: “Paneleiros” são contra Bolsa Família mas concordam com Bolsa Miami


19/02/2016 - 13h57

Panelaço

Bolsa Miami

Dr. Rosinha, especial para o Viomundo

No último dia 30 de janeiro, recebi uma mensagem, via WhatsApp, intitulada “Auxiliômetro”. Dizia a mensagem que “desde 1º de janeiro de 2016, o Brasil já gastou cerca de R$ 125 milhões com auxílio-moradia de juízes, desembargadores e promotores”.

Não estavam nesta conta os ministros do Tribunal de Contas da União e tampouco os conselheiros dos tribunais de contas estaduais.

A mensagem não informava quem fez o cálculo, e tampouco por que não levava em conta os pobres e probos ministros e conselheiros dos tribunais de contas. Será que é só por que estes tribunais não são exatamente tribunais, ou por que muitos deles só fazem de conta, ou ainda por que parte de seus conselheiros e ministros estão sendo investigados por corrupção?

São muitas as ilegalidades ou decisões políticas que esses senhores e raras senhoras tomam, mas se sentem como fiscais do erário e se sentem à vontade para decidir quanto devem receber do imoral auxílio-moradia.

No final de janeiro passado, o jornal “Hoje em Dia”, Minas Gerais, divulgou mais uma “mesada” dos atrasados pagos do imoral “auxílio-moradia” dos membros do Ministério Público de Minas Gerais. Os também fiscais do erário receberam a bagatela de R$ 13,9 milhões de um total de mais de R$ 1 bilhão.

O auxílio-moradia dos promotores foi criado pelos próprios, assim como os juízes, desembargadores, conselheiros dos tribunais de contas e ministros do TCU criaram os seus auxílios. A classe média, tão ciente da moralidade, não foi consultada, a mídia não critica e o parlamento nunca debateu, quanto menos aprovou.

Enquanto alguns bilhões passam para as mãos de uma minoria, a classe média idiotizada é contra o Bolsa Família.

Mas, voltemos: os atrasados são uma ‘parcelinha’ do 1 bilhão, pois os atrasados se referem de 1994 para cá. Ou seja, não só criaram seu próprio auxílio, como decidiram que deviam receber desde 1994.

Fernando Brito, no “Tijolaço” registra que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (não é o único no Brasil) não fornece o número total dos gastos em auxílio-moradia dos senhores juízes e desembargadores, mas devem ser superiores ao do Ministério Público, pois os atrasados são desde 1988.

Portanto, tudo (promotores, procuradores, juízes e desembargadores) deve ser algo em torno de 2 bilhões de reais.

Brito faz a seguinte conta: “Como Minas Gerais tem 10% da população brasileira, não é absurdo supor que tenha 10% dos juízes, desembargadores, promotores e procuradores. E, como o “auxílio” é nacional, valendo a partir das mesmas datas e com os mesmos valores, pode-se extrapolar seus custos totais”. Pode ser mais de 20 bilhões de reais. Ah! Somando a turma dos tribunais de faz-de-contas e outros, a conta pode chegar, ou até passar, a R$ 30 bilhões.

Rogério Galindo, no seu “Caixa Zero”, escreveu no último dia 9 que “é como se os juízes e promotores do Brasil estivessem à beira de ganhar sua nona Mega-Sena da Virada em menos de um ano e meio. São já R$ 2 bilhões recebidos em dezesseis meses – mas, claro, sem a necessidade de sorteio ou expectativa. O bolão não falha nunca, e é sempre dividido pelas mesmas pessoas”.

Galindo, no “Juízes ganham na Mega a cada três meses”, faz uma ótima análise do que representa este montante e por que ele não é questionado. “Os R$ 2 bilhões representam dinheiro suficiente para construir mil creches no país. Ou seja: dava para criar 150 mil vagas para que mães e pais pudessem trabalhar sossegados. Ou, então, seria possível comprar 50 mil viaturas de polícia já equipadas – mais ou menos uma para cada homicídio que ocorre anualmente no Brasil. Ou pagar o Bolsa-Família de Curitiba, que atende famílias com renda per capita de menos de R$ 77, até 2036”.

No entanto, escreve Galindo, os juízes decidiram “que esse dinheiro deve servir à Bolsa Miami”. “Bolsa Miami”, bom título para um artigo. Galindo, com licença, vou usá-lo.

Num país onde as próprias autoridades, diga-se de passagem, que deveriam servir de exemplo, definem e decidem quais são suas prioridades e privilégios, não há como ter justiça. Não bastasse o privilégio de dois meses por ano de férias, decidem receber um auxilio imoral.

Galindo, em seu breve texto, coloca o dedo na ferida: o Judiciário é um “sumidouro de dinheiro público” e “ninguém ousa enfrentar os magistrados que podem, de uma canetada, destruir a vida de alguém. Governos temem diminuir o orçamento dos juízes, mesmo sabendo que gastam demais e sem necessidade. Legisladores temem fazer leis que contrariem o Judiciário por medo de acabar na cadeia. E assim criou-se o monstro”.

“O monstro”, digo, juízes e procuradores, ameaçam entrar com ação no STF contra a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidenta Dilma. Estão revoltados porque a LDO exige que, para receber o auxílio moradia, será preciso provar, ou seja, apresentar a nota ou o recibo, das despesas com hotel ou aluguel.

A lei também especifica que o auxílio não será fornecido caso o beneficiário ou o cônjuge tenha casa própria. Vejam só, ‘paneleiros’, estão revoltados porque precisam provar as despesas.

Bate-se panela contra o Bolsa Família e concordam com o Bolsa Miami.

Dr. Rosinha, médico pediatra, ex-deputado federal (PT-PR).

 Leia também:

“Cunhada” de FHC, que trabalha com Serra sem comparecer, é militante contra corrupção 

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



6 comentários

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Bacellar

20 de fevereiro de 2016 às 15h13

Como disse há muito tempo atrás um observador estrangeiro sobre a oligarquia dessas terras; “eles não se dão conta de como são típicos”.

Responder

FrancoAtirador

20 de fevereiro de 2016 às 01h57

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É Enorme a Preocupação da Globo com a Economia do BraSil
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SACOLEIROS DE MÁIÂMI EM CRISE FINANCEIRA
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ALTA DO DÓLAR PÕE EM RISCO PROGRAMA
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MÁI RÁUZI, MÁI LÁIFI IN FLÓRIDA – IÚÉÇÊI
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Piada Pronta: Ó, Coitados!
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26/09/2015 21:00 / Atualizado 27/09/2015 9:01
O GLOBO
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Com Dólar a R$ 4, Sonho ‘brazilêrro’ da Casa Própria nos EUA Fica Mais Longe
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‘BraZilêrros’ buscam Alternativa para Driblar Aumento das Prestações em Dólar
.
Por Ana Paula Ribeiro
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SÃO PAULO – O Sonho ‘braZilêrro’ da Casa Própria
em Terras Americanas está mais Difícil.
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Com a disparada de quase 50% na cotação do dólar em 2015,
Consultorias Especializadas em Vender Imóveis nos EUA [Tie in]*
para ‘braZilêrros’ de Classe Média Alta
viram a Movimentação de Clientes Despencar até 70% nos últimos meses.
.
Já os Clientes que Compraram Imóvel no Passado, Financiado em Dólar,
buscam Alternativas para Conseguir Pagar a Prestação.
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O Magistrado Aposentado Newton Azevedo
mudou com a mulher para Winter Garden
[cidade próxima a Orlando], na Flórida, em 2013,
quando a cotação do dólar estava em torno de R$ 2,20.
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Ele optou por comprar uma casa em condomínio por US$ 304 mil.
.
Deu 20% de entrada e financiou o restante em 30 anos,
com prestação de US$ 1.470, já incluso seguro e impostos.
.
A disparada do dólar neste ano, porém, assustou o aposentado.
Para honrar as prestações, optou por reduzir os gastos da casa
e passou a dar Consultoria a Escritórios de Advocacia na região de Orlando,
o que lhe garante uma pequena renda em dólar.
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— Comecei a fazer trabalhos de consultoria e está entrando um pouco de dinheiro.
O que compensa aqui é que o custo de vida é inferior ao de São Paulo
e estamos economizando — disse.
.
DEMANDA EM BAIXA
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Mas nem todos conseguem contornar a situação.
.
Cássio Faccin, sócio da Faccin Investments [1º “Tie in” do Mercado Financeiro]*,
explica que os negócios com imóveis de US$ 200 mil a US$ 700 mil,
os mais procurados pela Classe Média ‘braZilêrra’, caíram 70% nos últimos três meses.
.
Além disso, afirmou que os clientes que compraram imóvel na planta há dois anos
estão tendo que fazer um replanejamento financeiro para ficar com o imóvel
— e, em casos mais extremos, desistir da compra, perdendo o valor da entrada:
.
— Tem ‘braZilêrro’ que opta por entregar o imóvel
porque não tem como assumir a prestação em dólar,
que ficou mais alta que o planejado.
Outros optam por financiamento
para encontrar tempo para alugar ou vender.
.
É o caso de um dos clientes de Faccin*,
um empresário brasileiro que preferiu não se identificar.
.
Ele comprou um apartamento num condomínio de luxo em Aventura, perto de Miami,
há dois anos.
.
Do valor de US$ 695 mil, deu entrada de 50%, mas teria que quitar o restante na hora de pegar as chaves.
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Embora tivesse os recursos no braZil, não viu vantagem em fazer uma remessa nesse momento,
em que a cotação do dólar está em torno de R$ 4.
.
A saída foi optar por um financiamento ao custo de 3,75% ao ano
e deixar os recursos no Brasil aplicados na renda fixa,
que pagam mais de 14% ao ano. [!!!]
.
— Se o dólar começar a cair, posso usar as reservas que tenho
para quitar o financiamento antecipado — explicou.
.
A procura por financiamento cresce como forma de driblar o aumento do saldo devedor
no momento de pegar as chaves.
.
Antonio Cassio Segura, Presidente do BB Americas [2º “Tie in” do Mercado Financeiro]*,
conta que praticamente desapareceu o interesse de braZilêrros
da Classe Média [Norte-Americana] na Compra de um Imóvel nos EUA.
.
Quem comprou na planta, corre para garantir financiamento.
.
— Houve uma redução forte do cliente que compra imóvel usado e tem crescido a procura por parte daqueles que compraram um na planta — contou, afirmando que a carteira de crédito imobiliário do banco nos EUA, que teve início há pouco mais de dois anos, é de US$ 100 milhões.
.
EXIGÊNCIAS MAIORES
.
O executivo disse ainda que não percebeu um movimento de alta da inadimplência.
Segundo ele, isso se deve a dois fatores.
.
O primeiro é a mudança do mercado americano após a crise de 2008.
Os bancos passaram a pedir um valor de entrada, que muitas vezes chega a 50%,
o que faz com que o cliente tente honrar as prestações e evitar o risco deperder o imóvel.
.
A outra razão é que, na maior parte dos casos, os clientes remetem os recursos das prestações com antecedência.
.
E a alta do dólar não é o único problema. O aumento dos preços é um agravante.
.
O auge do sonho da casa própria americana foi em 2012,
quando o preço médio dos imóveis atingiu o menor nível desde a crise de 2008.
.
De lá para cá, com a recuperação da maior economia do mundo,
os preços já subiram, em média, 20%.
[Aqui já é Propaganda de Governo mesmo]*
.
Para Natalia Zimmermann, Superintendente do Private Banking do Santander
[3º “Tie in” do Mercado Financeiro]*, a demanda está praticamente nula:
.
— Se o cliente não tiver recursos lá fora, vai pensar duas vezes
antes de fazer remessa ao exterior com o dólar a R$ 4,00.
.
(http://oglobo.globo.com/economia/com-dolar-r-4-sonho-da-casa-propria-nos-eua-fica-mais-longe-17617738#ixzz3mxJVjgq7)
.
*”Tie In” ou “Merchandisig Editorial” é a Inserção ou Menção Sutil de Nomes
de Produtos, Serviços, Marcas e Empresas na Mídia Escrita e Áudio-Visual.
.
Esta Matéria do Jornal da Globo é o exemplo mais acabado de Merchandising Editorial
.
do Mercado Financeiro Transnacional na Mídia-Empresa UltraLiberal Fascista e Corrupta.
.
.
O MERCHANDISING DE PRODUTOS E O MERCADO DE IDÉIAS
.
Inserido nos Conceitos Básicos de Propaganda & Marketing,
o Merchandising, em Linhas Gerais, é um Mecanismo de Inserção
de Destaque de Imagem da Mercadoria a ser Comercializada
em que a Aparição do Produto é Focada Diretamente Nele.
.
No Universo do Mercado Publicitário existem algumas Variações
de Merchandising na Mídia Jabáculê Corrupta, Comprada e Vendida:
.
Há o “Merchandising Editorial” ou “Tie-in”, que é a Inserção ou Menção Sutil
de Nomes de Produtos, Marcas e Empresas, na Mídia Escrita (Imprensa),
denominação que evoluiu nos Meios Áudio-Visuais para “Product Placement”.
.
Nas Cenas de Filmes de Cinema, Novelas e Demais Programas de TV, por exemplo,
os Personagens exibem discretamente Vários Produtos para a Câmera Filmadora.
.
(https://chilli360.wordpress.com/2011/05/17/o-que-e-product-placement)
(http://www.ifd.com.br/marketing/o-que-e-product-placement)
(https://pt.wikipedia.org/wiki/Merchandising#Merchandising_editorial_.)
(https://baudapublicidade.wordpress.com/2013/05/26/merchandising-tie-in-ou-placement)
(http://www.blessa.com.br/novo-curso-de-gestao-de-varejo-rs)
(https://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_indireto)
(http://tvmjfofocas.blogspot.com.br/2010/03/big-brother-brasil-10-faturou-em-tres.html)
(https://objethos.wordpress.com/2010/05/26/resenha)
(https://youtu.be/UiG5gHyBw6o)
.
.
E, além desses, há também o “Merchandising de Idéias”…
.
(http://www.ifd.com.br/marketing/merchandising-de-ideias)
.
O COMÉRCIO OCULTO DE IDÉIAS NO MERCADO
DE CONSUMO DE BENS SUPÉRFLUOS NO bRAzIL
.
NÃO HAVENDO LEI DE MEIOS, A ÚNICA ALTERNATIVA
É APELAR AO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR
.
.
A PROPAGANDA DA PRIVATARIA TUCANA, PAGA,
.
NA MÍDIA JABÁCULÊ ULTRALIBERAL CORRUPTA:
.
“Agora, há uma Novidade no Mercado:
o Merchandising de Idéias ou Opinativo
sobre Temas Políticos Polêmicos.
.
A ONG Brasil 2000, formada em junho de 1998,
.
para estimular a Privatização do Sistema Telebrás,
.
pagou a Locutores das Rádios de Todo o País
.
e a [email protected] Apresentadore(a)s de TV:
.
– Hebe Camargo, Ratinho e Ana Maria Braga –
.
para apresentarem os Textos Elaborados
.
pela Agência de Publicidade DM9 [!!!].
.
Os Recursos para tanto foram Fornecidos
.
por Empresas Diretamente Interessadas
.
na Privatização das Estatais de Telefonia.”
.
(http://etchever.net/doutrina/merchandising-de-ideias)
.
(http://www.ihu.unisinos.br/noticias/noticias-anteriores/15173-a-grande-oportunidade-de-dantas-surgiu-no-governo-fhc)
(http://consciencianet.blogspot.com.br/2005/09/daniel-dantas-o-alvo.html)
.
.

Responder

Luís

19 de fevereiro de 2016 às 18h02

Os peneleiros não irão contra esses aumentos e roubo do dinheiro público, pois muitos se aproveitam deles. Esses paneleiros são corruptos por natureza e estão preocupados com o fato da polícia federal e receita federal ficar de olhos em maracutaias muito comuns a empresários, e profissionais liberais que burlam tudo que é esquema (advogados, médicos, dentistas, arquitetos, etc). Eles querem retornar ao tempo em que nada acontecia no país, éramos uma ilha de honestidade, já li em algum post que durante os oito anos do governo de FHC a polícia federal realizou pouco mais de 60 investigações. Acho que eles querem esse Brasil, “honesto”. Os paneleiros batem panelas pq não sabem o que fazer com elas, vão a restaurantes chics todo santo dia, é um utensílio “marginal”.

Responder

Urbano

19 de fevereiro de 2016 às 16h26

Há séculos que a zelite de boston faz da República brasileira a própria casa da luz vermelha, como forma de obter vantagens ilícitas mais diversas. O conglomerado bandido da oposição ao Brasil dá plenas garantias para todos esses desmandos. Sem contar os cretinos, rapaces e até inocentes que sempre aplaudiram e votaram a favor da permanência desse banditismo até os tempos atuais.

Responder

Rogerio

19 de fevereiro de 2016 às 15h07

Contagem regressiva para derrubar Cunha. Assine a petição da Avaaz.
https://secure.avaaz.org/po/stf_afastem_cunha_ja/?bCSMOab&v=73021&cl=9511027972

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