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De “namorada de fachada” de Eduardo Bolsonaro a feminista e socialista
Foto André Neves Sampaio
Política

De “namorada de fachada” de Eduardo Bolsonaro a feminista e socialista


06/07/2019 - 00h34

Redes sociais

Ela tem mais de cem mil seguidores no twitter, apesar de nunca ter tido mandato.

Envolveu-se em polêmicas com Eduardo Bolsonaro e o pastor Marco Feliciano e, de repente, deu uma surpreendente guinada à esquerda, que a levou a se autodefinir como “feminista e socialista”.

Para a turma da direita, é mitômana e alpinista social.

Na esquerda, tem carinho especial pela deputada Maria do Rosário (PT-RS), que define como uma “pessoa do amor”, e foi especialmente acolhida ao polemizar com o deputado federal Eduardo Bolsonaro, de quem se dizia que foi namorada.

O cupido dos dois? O ex-candidato ao Planalto pastor Everaldo. Mas, era apenas fachada, sustenta a mulher que atravessou o Fla-Flu da política brasileira em oito meses.

Por André Neves Sampaio, de Washington

Patrícia Lélis diz que seu namoro com Eduardo Bolsonaro era de fachada e arranjado por Pastor Everaldo. Em entrevista exclusiva ao Viomundo, Lélis, a jornalista que acusou Feliciano por tentativa de estupro, fala sobre a vida nos Estados Unidos, a frustrada campanha para deputada federal, o convívio com Eduardo Bolsonaro e a possível candidatura a vereadora por São Paulo

Os churrascos costumavam acontecer na casa do Pastor Everaldo, presidente do PSC (Partido Social Cristão).

O ex-senador Magno Malta era quem tomava conta da churrasqueira, e Marco Feliciano, Jair Bolsonaro, Hélio Negão e outros convidados, grande parte da bancada evangélica, curtiam o fim de semana tomando uma cerveja e comendo uma carninha.

Damares Alves, hoje ministra da Mulher e dos Direitos Humanos, raramente dava as caras porque viajava muito pelo Brasil fazendo pregações.

É assim que Patrícia Lélis descreve os encontros do PSC.

Na época ela era assessora de Marco Feliciano e também ia com seus pais aos eventos na casa do pastor para aproveitar o churrasco comandado por Malta, “o único que se salva no meio dessa turma”, segundo Lelis.

“A bancada evangélica gosta de uma festinha”, ela conta.

De família rica e conservadora, Lélis nasceu em Brasília e morava na Asa-Norte, um dos bairros mais valorizados do planalto central.

Desde pequena conviveu nesse ambiente. Seu pai, empresário e evangélico fervoroso, introduziu a filha à igreja e ao PSC, e, ainda na faculdade de jornalismo, Lelis foi chamada para integrar a equipe de Feliciano na Câmara dos Deputados.

O nome de Patrícia Lélis, hoje filiada ao PROS (Partido Republicano da Ordem Social) e que se diz feminista e de esquerda — ficou conhecido no país inteiro quando, em junho de 2016, ela denunciou Feliciano por tentativa de estupro.

O inquérito policial que investigava o deputado por crimes de tentativa de estupro, lesões corporais, sequestro, cárcere privado, ameaça e corrupção de testemunhas foi arquivado pela 4a Vara Criminal de Brasília em dezembro de 2018 “por não vislumbrar elementos mínimos para a propositura de ação penal”.

Foto das redes sociais

Patrícia acusou Feliciano por sequestro, cárcere privado, ameaça e corrupção de testemunhas, pois, segundo Lelis, o secretário do deputado, Talma Bauer, a manteve presa em um hotel em São Paulo para tentar comprar seu silêncio.

A Polícia Federal não comprou a versão de Patrícia e usou como prova um laudo da psicóloga Marisa Lobo (entusiasta do projeto de lei conhecido como “cura gay”) que afirma que Patrícia é “mitomaníaca”, ou seja, que teria compulsividade em mentir.

A jornalista recusa o laudo psicológico e afirma que não se consultou com Lobo.

“Minha psicóloga era outra pessoa. Depois desse vazamento eu me coloquei à disposição da justiça para fazer todos os exames. Fiz e foi comprovado que eu não tenho nada”.

Em 2017 a Justiça de São Paulo aceitou uma denúncia feita pelo Ministério Público (MP) acusando a jornalista de mentir e extorquir dinheiro do chefe de gabinete do deputado federal.

“Eu me arrependo de não ter pensado em uma estratégia melhor para incriminar o Feliciano. Eu era muito nova. Se você denuncia um homem rico e famoso, as pessoas vão achar que você quer dinheiro. Mas eu nunca precisei de dinheiro, e se eu não falasse as pessoas diriam que eu consentia. Sempre alguém vai falar alguma coisa. Eu aprendi muito isso na terapia”, conta Lelis.

Eduardo Bolsonaro e Família

Durante a militância na juventude do PSC, Lélis conheceu o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL).

Ela afirma que o namorou por mais de três anos, como nesta entrevista ao UOL, publicada em novembro de 2018: “Namoramos por três anos e oito meses. Não éramos apaixonados. Eu e Eduardo nunca nos demos muito bem, porque ele acha que tem razão em tudo e, ao mesmo tempo, eu não sou um anjo. Brigávamos por divergências no partido. E ele tem esse jeito machista, gosta de ter sempre as regras dele”.

Em entrevista ao Viomundo, ela contou que o ‘namoro’ foi arranjado pelo Pastor Everaldo, presidente do PSC e explicou como a relação funcionava: “Não namorávamos como um casal normal, era algo realmente arranjado pelo pastor Everaldo para passar a imagem de que Eduardo não era um ‘galinha’. Em eventos do partido ou da igreja, sempre que podia, o pastor reforçava essa tese, mas o namoro nunca foi real”.

Patrícia também conta que nunca teve nenhuma relação física ou afetiva com o 03.

“Era literalmente algo para parecer bonito em frente as pessoas, mas nos ‘bastidores’ a gente nem se falava”, completa.

Eduardo sempre negou o relacionamento e acusa Patrícia de mentir compulsivamente.

Em 2017 a jornalista prestou queixa na delegacia da mulher contra o filho do presidente por ameaça.

Em abril do ano passado, Eduardo foi denunciado pela PGR (Procuradoria Geral da República) por ameaças por meio do Telegram à jornalista, que na época trabalhava no PSC, antigo partido do deputado.

Segundo o denúncia, ele disse que a vítima merecia “ter apanhado mais para aprender a ficar calada” e que ela iria se “arrepender de ter nascido pois ele iria pessoalmente atrás dela”.

Dodge pediu ao ministro relator Roberto Barroso a condenação do deputado e o pagamento de uma indenização de R$ 50 mil.

Bolsonaro rejeitou o acordo e alegou ser inocente. O processo ainda está em aberto.

Em resposta ele publicou um vídeo afirmando que as acusações são falsas, que iria pedir a realização de uma perícia no vídeo usado com prova para denunciá-lo e que moveria um processo contra Lelis por ‘denunciação caluniosa’ e danos morais.

O vídeo foi publicado em abril de 2018 e até o fechamento da matéria Patrícia não foi notificada de nenhuma ação vinda de Eduardo e seus advogados.

Em 2019, em uma postagem no Twitter, Lélis voltou a criticar Eduardo, sem mencionar o nome do deputado.

“Estudem o feminismo para não acabarem com macho de direita que não faz sexo oral porque tem nojinho de vagina, mas acha que compensa isso postando foto segurando arma.”

A confusão envolveu até Carlos Bolsonaro, que saiu em defesa do irmão mais novo.

“Eu nunca desci o nível, mas desta vez liguei o foda-se e escrevi o post. É a fama que ele tem, meu bem, não foi a fama que eu dei. Juro para você. Brasília é uma cidade muito pequena e as coisas correm muito rápido. Quando vi que ele se sentiu muito ofendido, pensei: ‘ah, então vamos brincar mais um pouco’”.

Depois do acontecimento Patrícia conta que Eduardo nunca mais ‘mexeu com ela’.

“Se soubesse teria dito que ele tem pinto pequeno antes”, diz aos risos.

Apesar da batalha judicial entre os dois, Lélis acredita que Eduardo é o mais preparado da família para seguir na política.

“Eduardo é o mais ambicioso, é mais inteligente que o pai. É o que melhor sabe lidar com a política, acho que ele chega pelo menos no Senado. O Carlos eu tenho um pouco de medo, agora ele resolveu escrever no Twitter em Código Morse. E o Flávio nunca tive muito contato, sempre foi mais na dele”.

Arrependimento

Após a denúncia contra Feliciano, Patrícia saiu da igreja, do PSC e começou a frequentar a Câmara como ouvinte.

Diariamente ia ao plenário escutar os debates e foi então que começou a repensar seu posicionamento ideológico.

“Até então eu tinha que ter um cronograma fechado de menina que nasceu em uma família rica, é bonitinha, da igreja, que sempre teve uma vida quadradinha. Foi a primeira vez na minha vida que tive a oportunidade de contestar meus valores. Eu comecei a entender que eu tinha escolhas, e comecei a escolher”.

Durante 8 meses Patrícia manteve essa rotina até que, segundo ela, teve a oportunidade de entender o que era o feminismo.

“O feminismo é libertador, mas a forma com que ele é trabalhado pela esquerda distancia as mulheres. Eu venho de uma realidade de igreja onde o feminismo é um pecado e a gente não sabe que não é um pecado. É aí que está o ponto”.

Para ela a esquerda falha em não conversar com essas mulheres.

Quando mudou de lado e foi para a esquerda a jornalista conta que foi muito bem recebida e tem um carinho especial pela deputada federal do PT Maria do Rosário.

“Ela é uma pessoa muito honesta. Já recebeu minha mãe para conversar. É uma pessoa que pode ser política, pode ser do PT, mas é uma pessoa amor, ela pensa muito no bem-estar das pessoas”.

Para quem “se formou” na política ao lado do pastor Marco Feliciano, hoje Patrícia tem Leonel Brizola e Darcy Ribeiro como referências.

Ela encontrou os ex-presidentes Lula e Dilma para pedir desculpas.

Patrícia testemunhou as articulações a favor do impeachment da petista.

“O impeachment, que hoje eu entendo como golpe, foi pago, eles (deputados) receberam dinheiro para aquilo, dinheiro em forma de emenda parlamentar. Era muito dinheiro, as negociações eram absurdas”.

Ela conta que mesmo achando Aécio Neves ‘tranquilo e receptivo’, ela contrariou a posição da família e votou escondida em Dilma Rousseff.

Patrícia é filiada ao PROS e foi candidata a deputada federal em São Paulo mas não obteve uma boa votação. ‘Mil e poucos votos’, como ela mesmo diz.

Para a candidata, o desempenho pífio de sua campanha se deve ao fato de que o responsável pelo marketing, Marcelo Vitorino, da empresa “Vitorino & Mendonça Ltda”, que também coordenou a campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB), sabotou sua candidatura e contribuiu para que ela não alcançasse um desempenho satisfatório.

De acordo com Patrícia, Vitorino contratou pessoas que iam contra sua ideologia e imprimiu o número da candidata errado no material de campanha.

Por isso, Patrícia só pagou metade do valor estipulado no contrato e hoje trava uma batalha judicial com o marqueteiro, que afirma que a candidata não cumpriu o combinado.

As contas da campanha foram aprovadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

“Ele mandou compartilhar apoio ao Alckmin nas minhas rede sociais, mas eu sempre deixei claro que meu candidato era o Haddad”, lembra a ex-candidata.

Ameaças

Patrícia conta que recebe mais de uma ameaça por dia, um problema que ela justifica devido a dois fatores: “Muita gente da direita me odeia porque eu migrei para esquerda e tem um pessoal que fica puto da vida de eu ser de esquerda e ter uma qualidade de vida que não é normal para pessoas de esquerda. Eles associam a esquerda à pobreza e isso me deixa muito triste, porque ninguém que é de esquerda fez voto de pobreza, mas tudo bem”.

Ela conta que um grupo de pessoas criou contas falsas em redes sociais para divulgar mentiras a seu respeito.

Os conteúdos incluem histórias no mínimo assustadoras.

Patrícia é acusada de inventar que mora em um apartamento luxuoso em Washington DC, nos EUA, com seu marido, e que cursará um mestrado na universidade de Georgetown.

E o mais bizarro: é acusada de compartilhar nas redes sociais fotos de crianças desconhecidas como se fossem seus parentes ou até filhos.

Patrícia e seu marido se defendem dessas acusações na justiça americana e brasileira.

Eles processaram a jornalista Cleuci de Oliveira, filha do ex-senador preso Luíz Estevão, por invasão de privacidade, calúnia e difamação.

Segundo Lélis, Cleuci usa o jornal Metrópoles, do qual é fundadora, para divulgar calunias a seu respeito.

A jornalista nega as acusações.

Futuro

Patricia conheceu Mark, seu esposo, em uma viagem a lazer que fez para os Estados Unidos no verão de 2017 e, depois de idas e vindas, se estabeleceu na capital norte-americana.

Desde janeiro ela mora com seu marido na Virgínia, ao lado do rio Potomac, com uma vista privilegiada da Universidade de Georgetown e leva uma vida “muito calma”.

Questionada sobre os próximos passos, a jornalista afirma que ainda não decidiu o que fazer.

Ela conta que passou em um mestrado na Universidade de Georgetown e que pretende iniciar o curso no meio do ano.

Também não descarta a possibilidade de voltar ao Brasil no ano que vem para se candidatar a vereadora em São Paulo ou de mudar-se com o marido para a Miami.

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14 comentários

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Marília

12 de novembro de 2019 às 09h53

Eu adoraria saber onde esse jornalista encontrou essas informações tão mentirosas e também do porquê ignorou quem é a Patrícia Lélis de verdade. Nunca vi tanta mentira em uma só matéria, totalmente mentirosa, tendenciosa e um verdadeiro desserviço para a sociedade. Patrícia é mitomaníaca, caloteira, uma criminosa que não pensa duas vezes em destruir vidas e famílias em prol dos seus próprios interesses. Não tem absolutamente nada a ver com perseguição política e sem com a conduta mau caráter dela. Prova disso é que ela não tem amigas nem cultiva nenhuma outra espécie de relação saudável com ninguém, apenas um bando de desinformados que acreditam nas mentiras que ela propaga. Lamentável um meio de comunicação de submeter a isso.

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Maxwell

07 de julho de 2019 às 18h36

Vergonhoso que o site dê espaço a essa mulher!

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Rafael Silva

07 de julho de 2019 às 14h08

Sou ATEU convicto, embora identificado com discursos progressistas de cristãos católicos e protestantes e afirmo com segurança que os evangélicos reacionários têm ambições de poder e de fazer do Brasil uma teocracia, aos moldes dos países teocráticos de maioria mulçumana. Parabéns a essa moça por ter rompido com o conservadorismo despótico de sua família e pelas críticas que, com certeza, a esquerda merece.

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Renata

07 de julho de 2019 às 12h08

Nem li pq sei que é pataquada de doido. Essa aí é pobre de espirito e sem berço, fantasiosa delirante que nem concluiu a faculdade nao e saiu devendo aos colegas. Uma louca fracassada pq o mal nao prospera jamais.

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ANDRE C L FERNANDES

07 de julho de 2019 às 09h20

Patrícia Lélis é conhecida por ser mentirosa compulsiva. Uma mulher completamente louca que finalmente se encontrou na melhor casa que a representa, na esquerda, ao lado das igualmente loucas, Maria do Rosário e Gleisi Hoffmann.

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Glaura Brito

07 de julho de 2019 às 07h40

Depois dessa matéria não merecemos que seja candidata, pois em nenhum momento apresentou interesse pela causa coletiva, expressa causa própria, rancor e desilusão de fatos de sua própria vida, para a política não precisamos de mais incompetentes e de pessoas desiludidas com suas crenças pessoais, precisamos de pessoas que tenham contate de lutar pelo bem comum e sem apego principal ao fator monetário, e melhor ficar no exterior mesmo

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Cassia

07 de julho de 2019 às 00h27

Quem assina essa matéria? Deve ser alguém que não tem mais nada pra fazer da vida. Se prestar a perder tanto tempo assim, com uma pessoa mentirosa como essa moça, não merece respeito e muito menos credibilidade. Total falta de capacidade.

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a.ali

06 de julho de 2019 às 20h18

Se o malta é o único que se salva, cfe. a entrevistada só posso dizer: pqp!

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Orlando Barbosa Rispoli

06 de julho de 2019 às 17h33

Sou ATEU não confio políticos pastores de igreja, muito menos na extrema direita que são ortodoxos de carteirinha e,isso é muito perigoso para qualquer sistema de governo!!!

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Renato Martins

06 de julho de 2019 às 14h53

Uma pena uma menina tao bela e de boa familia se meter com a esquerda.. com certeza algum bom plano existe nessa história… A verdade nunca é um bom caminho na política..

Responder

maggy

06 de julho de 2019 às 14h45

Que vergonha tudo isso! Ainda que eu ano goste do cla Bolsonaro: “Cade o Queiroz?”Fazer shaming de bandido nao esta correto.
A quem interessa as proclividades sexuais dela com ele.
? Isso e absurdo.
Os dois se merecem. E essa pessoa se chama feminista e crista?
Coitado do Cristo e pobre do feminismo e acorda Brasil!

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Marcos

06 de julho de 2019 às 13h36

Um absurdo essa matéria. Qual o motivo de não terem colocado o fato de quela usa fotos de bebês QUE NÃO SÃO dela no Instagram? Ou o fato do uso de fotos de internet para passar uma imagem de socialite? Jornalismo ridículo o prestado por vocês.

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Oswaldo

06 de julho de 2019 às 11h43

Nessa ninguém acredita

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Pabs

06 de julho de 2019 às 09h08

Besteira demais…

Responder

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