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Breno Altman joga luz em discordância de militantes com substituição de Lula por Haddad
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Política

Breno Altman joga luz em discordância de militantes com substituição de Lula por Haddad


12/09/2018 - 18h02

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O Lula, que atrapalhava com sua resistência, é página virada. Agora o mercado vai atuar para que o silêncio volte a reinar entre nós, sim, aquele mesmo silêncio que as elites gostam e que vigorou até 2002. Miriam M. Morais, no Facebook

Reparei que eles levaram do meio-dia às 17 h pra conseguir fazer Lula assinar aquela carta. Acredito que Lula vai sair da cadeia e também do país. Acho que vendo a militância aceitando troca, ele não vai mais lutar por isso aqui também não. Lula tem um papel importante no mundo e sabe disso. Miriam M. Morais, em comentário no Facebook, aparentemente se referindo à comitiva que visitou Lula na sede da Polícia Federal, em Curitiba

Miriam enterraram o Lula de vez, colocaram um príncipe dos contos de fada dos EUA no lugar, e devolveram os escravos à senzala de novo. Infelizmente pouca gente enxerga isso!!! Comentarista no Facebook sobre o que seria o haddadismo

Alerta importante

por Breno Altman, no Facebook

Vamos tomar cuidado, muito cuidado, com pessoas e veículos que, aparentemente integrando as fileiras progressistas, fazem o jogo da intriga, da cizânia e da mentira tão ao gosto das forças mais reacionárias do país.

Essa gente, de forma consciente ou inconsciente, se comporta como quinta coluna do golpismo, produzindo ou divulgando informações mentirosas, tentando jogar militantes contra as direções dos partidos de esquerda e dos movimentos populares.

Seu alvo atual é desgastar, com toda sorte de infâmia, o representante de Lula e do PT nas eleições presidenciais, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.

Vou me referir diretamente a quatro autores desse tipo de operação peçonhenta e objetivamente a serviço dos inimigos do povo brasileiro: Miriam M. Morais, Edva Aguilar e os editores do site Duplo Expresso, Romulus Maya e Wellington Calasans.

Não sei, nem interessa, até onde o comportamento dessas pessoas é movido por loucura ou infiltração, por oportunismo ou cooptação. O que importa é alertar a militância, nas redes sociais, e denuncia-los com toda a clareza.

Não são dignos de confiança ou crédito, embora tenham iludido, durante certo tempo, vários militantes honestos.

Seus textos e depoimentos, forrados de fraudes e picaretagens diversas, só buscam dinamitar a unidade tão necessária, nessa hora, entre homens e mulheres de esquerda.

Reprodução de vídeo

por Thais Moya, no Facebook

A postura intransigente, agressiva e misógina de alguns defensores do Plano B tem me assustado porque são muito similares ao comportamento dos bolsonaristas, ou seja, não conseguem lidar com um contraponto do que defendem, mesmo que seja totalmente baseado em fatos e coerência.

Estão agindo sem respeito, com censura e difamação, acusando quem discorda do Plano B de infiltrados e traidores.

Eu, Thais, nunca escondi o que penso do Plano B, muito menos deixei de argumentar com razoabilidade e responsabilidade minha contrariedade a ele.

Assim como tenho dado minha cara, e meu nome, à tapa, diariamente, contra o Golpe.

Não vou mudar minha opinião se não vejo coerência alguma nas alternativas que são apresentadas.

Meu compromisso é também com a narrativa histórica que vai resultar desse processo golpista e não serei cúmplice do que avalio ser uma estratégia burra, porque insiste na via institucional comprovadamente inócua; covarde, porque aceita desmandos de um Estado de exceção; e entreguista, porque está dando de bandeja a “legitimidade democrática” que o Golpe precisa desesperadamente.

Não se trata de Haddad, nem de Manu. Eu reconheço a competência administrativa dele, e admiro e me inspiro no legado dela.

A questão não é quem, mas o Plano B em si. Poderia ser Jesus, Brizola ou Mandela ressuscitado que não faria diferença alguma.

O Golpe desenhou e construiu essa chapa sem Lula, quem não viu isso? Trata-se de uma arapuca na qual o PT se jogou de cabeça e peito aberto.

Defendo uma resistência que não se limite às eleições, que tenha consciência de que o voto não é soberano quando as instituições democráticas não se submetem à Constituição, vide o que fizeram no impeachment de Dilma.

Não existe inteligência numa estratégia que cogite vencer uma eleição fraudada, do início ao fim, de todos os lados.

É um processo que interessa única e exclusivamente ao Golpe, e a decisão de aceitar a participação sem Lula é exatamente o que eles precisam.

Não existe a mínima possibilidade de qualquer oposição ao Golpe vencer esse pleito, um raciocínio sereno e pragmático que leve a história recente em conta sabe disso.

Portanto, a luta deveria instrumentalizar as fragilidades da eleição contra o Golpe, jogando a ilegalidade de descumprir as liminares da ONU no colo do STF, e não fazer exatamente o contrário, como fez, livrando-o de tal indignidade perante a comunidade internacional, que, a cada dia, deixa explícita seu incomodo com os descaminhos democráticos do Brasil.

O PT deveria manter sua promessa ao povo e levar a candidatura de Lula até o fim, assumindo o risco de ficar sem chapa ou ter os votos anulados, cenários que enfraqueceriam demais o Golpe, tornando a eleição sem representatividade e altamente questionável, dando ainda mais argumento para ONU aumentar a pressão contra o “Acordo nacional, com STF, com tudo”.

No entanto, ao desistir de Lula e colocar Haddad no seu lugar, o partido jogou as liminares no lixo, tornando-se cúmplice do TSE ao se colocar contra o próprio ordenamento jurídico brasileiro, que aloca os tratados internacionais como supralegais, ou seja, acima da Lei da Ficha Limpa.

As liminares são enfáticas: Lula deve ter sua candidatura garantida pelo Estado, mas o PT decidiu obedecer o Barroso, infelizmente.

Não posso concordar com isso, jamais.

Tínhamos a opção de levar a candidatura de Lula oficialmente, sob os recursos que não acabaram, ou não-oficialmente como norte da insurreição civil e pacífica que já se avoluma, tanto nas pesquisas eleitorais, como nos lulaços pelo país.

O período eleitoral poderia ser instrumentalizado para uma intensa educação política popular, explicando didaticamente como o Golpe se deu, instruindo para eleição de bancadas legislativas progressistas e anti-golpe, ou seja, não perder tempo, dinheiro e energia com uma derrota anunciada, ao contrário, focar tudo isso na elaboração de uma oposição popular qualificada e robusta para 2019 em diante.

Porém, o Plano B vai desarticular a Esquerda, pulverizar os recursos, e deixar o incomodo provocado pela violência aos direitos políticos de Lula e do eleitorado perdido num vácuo ideológico.

Quando o previsível acontecer, a população, em especial a militância, estará, mais uma vez, com a auto-estima assolada, exausta e sem planejamento, o que nos levará, de novo, ao limbo das lutas contra emergências que o Golpe cria para nos manipular.

Existem saídas e resistências mais eficazes contra o Golpe para além e fora das eleições, e não passam necessariamente pela luta armada.

Termino me solidarizando com a companheira Edva Aguilar que foi desnecessária e desrespeitosamente atacada por um quadro petista admirado nos meios esquerdistas.

Acompanho e admiro a coerência e persistência dela, e lhe mando um abraço sincero e apertado.

* Quanto aos defensores do Plano B que vierem me agredir, coagir e difamar, vou reagir exatamente como faço com seguidores do Bolsotário: bloqueio e denúncia.

PS do Viomundo: Este debate é antigo e ganhou força com a oficialização de Haddad candidato. São centenas, talvez milhares de militantes — petistas de carteirinha ou apoiadores — que tem se expressado contra a indicação de um substituto de Lula, o chamado plano B, seja por desconfiança em relação a Haddad, seja por acreditar que o PT não deveria “legitimar” as eleições.

Em alguns casos — frisamos, alguns casos — , a acusação ao ex-prefeito Haddad é de que ele teria traído Lula. Infelizmente, o PT optou por colocar a cabeça na areia diante do debate, talvez com a esperança de fazer a polêmica desaparecer. Para acabar com pelo menos um aspecto da discussão — o da “traição” de Haddad — teria bastado um bilhete de Lula desautorizando aqueles que se dizem mais lulistas que o próprio Lula e se sentem livres para “interpretar” as vontades do ex-presidente.

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15 comentários

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Maria Mirtes Martins Cohen

28 de julho de 2019 às 16h08

O tempo e os fatos provaram que o DE, assim como o PCO, estavam certos em suas avaliações. Hoje Lula ainda está preso, o PT se transforma em sua ala direitista, Haddad perdeu as eleições e legitimou o golpe. Há uma espécie de PiG vermelho agindo em prol do neoliberalismo sob o governo de Jair Bolsonaro, o Bozo. Imagina, Bolsonaro nos governando. Tem sido uma dor imensa para o país, que vem tornando cada vez mais uma colônia dos EUA. Este PiG é formado por Nassif, Breno Altman, Miguel do Rosário, este uma baixa inesperada, DCM, com nuanças vexatórias para o Tijolaço de Fernando Brito e a Fórum do Rovai, outros menores, porém todos aderiram ao Plano B. Mesmo Lula nunca trouxe o assunto à tona. Somos levados a acreditar que Lula concordou com ele, mas não sabemos ao certo.

Responder

Givanisso Valdevino da Silva

13 de setembro de 2018 às 22h37

Eleição sem Lula é fraude! Petista absolvido por Moro pra mim é suspeito!

Responder

Odete

13 de setembro de 2018 às 19h29

Azenha,
Seria de bom tamanho dar espaço também à Mirian Morais. Tenho acompanhado posts dela e acho que, no mínimo, tem que dar essa oportunidade.

Responder

Irineu

13 de setembro de 2018 às 14h18

Azenha,
Vou lhe pedir uma gentileza.
Dê uma oportunidade a Míriam Morais.
Pra também elucidar suas ideias.
Aí sim será sensato e democrático.
Abraço!
Irineu sp

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Viviane

13 de setembro de 2018 às 11h10

A última frase do editor diz tudo:
“Para acabar com pelo menos um aspecto da discussão — o da “traição” de Haddad — teria bastado um bilhete de Lula desautorizando aqueles que se dizem mais lulistas que o próprio Lula e se sentem livres para “interpretar” as vontades do ex-presidente.”
Pois é, existe esse bilhete? Se não, as interpretações continuam. Por que Lula não o escreve? Será que é porque ele próprio discorda do que está acontecendo?

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Patrick

13 de setembro de 2018 às 10h24

O peso das exclusões e arbitrariedades tem que ser do GOLPE e dos GOLPISTAS.

O PT abrir mão voluntariamente de uma candidatura é tudo o que o GOLPE quer.

O GOLPE é responsável por Lula não poder ser candidato e se o PT não puder ter um candidato esse também tem que ser um gesto de censura do GOLPE, não uma AUTO-CENSURA do PT.

Responder

Irineu

13 de setembro de 2018 às 09h55

Bom dia!
Não adianta tapar o sol com a peneira.
Há ala fisiológica no PT.
ESSA AI.
______
HA ALA IDEOLÓGICA.
A DO LULA,DILMA, DIRCEU, GENOINO, VACARI E MUITOS.
______
A fisiológica é a turma dos caviar mutantes e dissimulados.
Exemplo ao ser indagado sobre o GOLPE.
Haddad disse: GOLPE é uma palavra muito forte.

Responder

João de Paiva

13 de setembro de 2018 às 05h07

Breno Altman, Leonardo Stoppa, Miguel do Rosário, Leonardo Atuch, luis Nassif, editores do DCM e outros que tentaram assassinar a reputação dos editores do Duplo Expresso, todos eles foram fragorosamente desmascarados. Como eu disse há pouco tempo: muitos da chamada “blogosfera”, como lobos, formando uma alcatéia, resolveram atacar os editores do DE. Mas fizeram isso com dentes e varas curtos; a onça solitária, o Duplo expresso, reagiu com vigor e os “devorou” com ‘seus dentes e garras’ poderosos: a verdade, coragem, a franqueza e a coerência.

Nesta postagem o Viomundo mostra que a Professora Thaís Moya, com muita coragem, coerência e dignidade, defende o mesmo que grande parte das militâncias e bases da Esquerda – ouvintes, leitoras e espectadoras do Duplo Expresso. Não é o Duplo Expresso que divide uma “esquerda antes supostamente unida”; ao contrário, é porque as bases e militâncias da Esquerda autêntica não se conformam com o plano B, que representa capitulação e legitimação do golpe, que elas hoje dão audiência ao Duplo Expresso.

Ao abandonar Lula, oferecendo a cabeça dele aos golpistas, aderindo ao plano B, a ala quinta-coluna que hoje domina o diretório nacional do PT, também conhecida como “PT jurídico-judicial”, legitima uma eleição farsesca e fraudulenta, em que entra para perder ou, se vencer, governar aplicando o programa dos golpistas: continuando o desmonte e o entreguismo.

Enfim: Eleições, PT ou Esquerda, sem Lula, são fraudes.

Responder

    RONALD

    17 de setembro de 2018 às 15h30

    Essa “capitulação” para Haddad ainda vai dar pano para mangas. Ninguém teve como averiguar se LULA realmente abriu mão de sua candidatura. LULA foi cercado pelo PT de terninho e somente este PT teve acesso a ele.
    Gleisi foi proibida, pelos togados criminosos, de visitá-lo, logo, ainda será apurada esta “capitulação” !!!

    DuploExpresso, como todos nós, quer LULA livre e candidato. Sem LULA, sem povo, sem mudança, sem Democracia e Estado de Direito !!!

Israel

12 de setembro de 2018 às 20h25

Galera a prioridade agora e eleger Hadad e continuar na campanha LulaLivre. Vamos para com reitoria articulista e focar no objetivo. Ja esta decidido. Agora eh acatar e seguir enfrente. Porque unido ou ñ temos q ganhar esta eleição, pelo povo sofrido brasileiro q esta sofrendo pra caramba! E q estar acima de nossas melhores pretensões. É luta! É Hadada rumo a vitória e preparado para as batalhas.

Responder

Andre

12 de setembro de 2018 às 19h43

PS: Não Precisa me bloquear, já bloqueei você. Só pode estar louco.

Responder

Andre

12 de setembro de 2018 às 19h37

Breno Altman, você está louco? Quer ser mais realista do que o rei? Quem indicou Haddad? Insistir no nome do Lula quando até o reino mineral sabe que Lula nunca tomaria posse? Fazer desaforo pros golpistas e deixar eles ganharem a eleição? A unica maneira de derrotarmos eles agora é ganharmos essa eleição. Esfregarmos na cara deles que no voto, na legalidade eles não vencem. Tenha dó!

Responder

    luiz wilcke

    13 de setembro de 2018 às 11h34

    Esse debate acompanha o PT desde a sua criação. Também acho que pela via eleitoral dificilmente vamos mudar muita coisa. Agora por outro lado pra darmos um passo de rompimento sem ter a força na sociedade e suicídio politico e levar milhares de militantes a um sofrimento que não se justifica.

Alexandre Tambelli

12 de setembro de 2018 às 18h56

A defesa da não existência de plano B se torna inútil quando quem decidiu o plano B foi o próprio Lula, o candidato impedido de concorrer e que passou o bastão para Haddad concorrer no lugar dele e em nome dele.

Se o Lula, que é o prejudicado, decidiu por Haddad que sejamos unidos por Lula que agora é Haddad e por Haddad que agora é Lula.

Até a vitória em 28 de outubro!

A batalha seguinte à vitória, certamente, está sendo estudada e planejada, se decidiu Lula ir por este caminho e o PT está unido nesta direção que tenhamos a confiança e a certeza de que há espaço para tomar posse e governar.

Não podemos nos dividir e desacreditar do caminho que Lula propõe, já está feito e nem se prender na lógica dos gabinetes intelectuais, Lula mediu seus passos na sensibilidade que tem com o povo e por ser um homem vindo do povo!

O povo não tem nada de bobo, ele deu 4 vitórias seguidas ao PT e o partido só não está no Poder porque foi golpeado dele. E é o povo com sua imensa sabedoria quem vai derrubar o Golpe, colocá-lo numa sinuca de bico, porque vamos vencer nas urnas por Lula com Haddad e eles, podem, no desespero de perderem o Poder, se queimar um tanto mais, ao não quererem entregar o Poder reconquistado no voto segundo as regras deles.

Esta é a grande vitória!

Um pequeno aparte, para terminar: o povo é sábio, o que nós sabemos real é a sua dificuldade de organização para enfrentar a força do Capital, que possui um Judiciário ao seu dispor e comprou um Legislativo e Executivo para seus interesses particulares serem contemplados. E a desorganização do povo, também, é culpa nossa, da própria esquerda que se distanciou do povo no processo eleitoral que nos dava vitórias eleitorais seguidas e se institucionalizou demais, discussão para outro momento mais oportuno no pós-vitória.

Na hora do voto o povo vai colocar em primeiro lugar o candidato de Lula, Lula que fez o povo ter direitos nunca imaginados, como comer 3 vezes ao dia, estudar, fazer seu churrasquinho com cerva no final de semana, viajar e de avião, comprar seu carrinho e se divertir e ter emprego e salários melhores, um SUS melhor equipado, uma Farmácia Popular, um Brasil Sorridente, dentre outras coisas.

Pode não ser um processo imediato de transferência de votos, mas será contínuo e acredito que já no primeiro turno seremos os líderes e venceremos a Eleição!

#LulaLivre! #HaddadPresidente! #ManuelaDávilaVice!

Responder

    Marcia Oliveira

    12 de setembro de 2018 às 22h19

    Breno Altman e Alexandre Tambelli completamente certos.
    Nunca considerei ouvir ou ler a dupla que vive no exterior. Pelo que sei semeia desarmonia por onde passa e planta a discórdia.
    Quanto às outras pessoas citadas pelo Breno Altman são mais realistas que o rei. Sigo com Lula/Haddad.


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