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Diário da Resistência


Altamiro Borges: Estadão e Época querem calar Dilma
Política

Altamiro Borges: Estadão e Época querem calar Dilma


21/04/2013 - 23h23

Altamiro Borges: “A Secom insiste em alimentar cobras, repassando milhões em publicidade para jornais, revistas e emissoras de oposição”.

por Altamiro Borges, em seu blog

Bem que a presidenta Dilma Rousseff tentou estabelecer um “namorico” com a imprensa direitista. Participou de solenidades e comilanças com os barões da mídia e engavetou o projeto do governo Lula de regulação democrática deste setor monopolizado e manipulador. A sua postura “republicana”, “civilizada”, não serviu para nada.

Jornalões, revistonas e emissoras de rádio e televisão estão cada vez mais assanhados contra o atual governo. Neste final de semana, a revista Época, da famiglia Marinho, e o jornal Estadão, da decadente famiglia Mesquita, chegaram a sugerir que a presidenta fique calada!

Em editorial intitulado “Menos palavrório, Dilma”, a publicação semanal das Organizações Globo afirmou que a “presidente se comporta como se soubesse tudo. Na questão dos juros, ela deveria conter seus arroubos voluntaristas. Toda vez que ela fala sobre o assunto, mina a credibilidade do Banco Central em seu papel de condutor das expectativas de inflação”.

Para a revista Época, que não foi eleita por nenhum brasileiro, a presidente eleita Dilma Rousseff deveria ficar quieta, sem opinar sobre a política monetária e outras questões decisivas para o desenvolvimento do país. É muita petulância da famiglia Marinho, que apoiou o golpe de 1964 e construiu o seu império midiático nas sombras da ditadura militar.

Com a mesma agressividade, o Estadão publicou neste domingo o editorial intitulado “Dilmês castiço”. O texto chega a questionar a inteligência da presidenta. “Já se tornou proverbial a dificuldade que a presidente Dilma Rousseff tem de concatenar ideias, vírgulas e concordâncias quando discursa de improviso. No entanto, diante da paralisia do Brasil e da desastrada condução da política econômica, o que antes causaria somente riso e seria perdoável agora começa a preocupar. O despreparo da presidente da República, que se manifesta com frases estabanadas e raciocínio tortuoso, indica tempos muito difíceis pela frente, pois é principalmente dela que se esperam a inteligência e a habilidade para enfrentar o atual momento do País”.

É certo que a revista Época tem poucos leitores e que o “despreparo” da famiglia Mesquita está levando à falência o Estadão, com a demissão na semana passada de 20% da redação do decrépito jornalão. Mas não dá para aceitar passivamente as agressividades destes veículos golpistas. Infelizmente, o governo da presidenta Dilma não toma nenhuma atitude. A TV Brasil não é exibida no canal aberto em São Paulo – como se a BBC de Londres não fosse transmitida em Londres –; o governo não se comunica com a sociedade; e a Secom insiste em alimentar cobras, repassando milhões em publicidade para jornais, revistas e emissoras de oposição. Com tamanho “republicanismo”, as famiglias Marinho e Mesquita nem vacilam em sugerir que a presidenta da República fique quieta!

Leia também:

Rodrigo Vianna: Um quadro complicado para Dilma em 2014





88 comentários

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Otacílio

27 de abril de 2013 às 00h55

Não sei o que ele quis dizer com “A TV Brasil não é exibida no canal aberto em São Paulo”.

É exibida no canal 63 UHF.

Recepção ótima, bem melhor que a maioria dos outros canais, e tem uma programação muito boa. Não perco o Repórter Brasil Noite, 9 da noite. Ótimo telejornal (acho que o único que presta na tv).

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Jose Mario HRP

23 de abril de 2013 às 12h28

Os saudosos direitões além de mirar na Dilma pensam desse modo neoliberal!
KKKKK…..

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Leandro

23 de abril de 2013 às 11h35

Ao invés de discutirmos o que a imprensa oposicionista fala por aí ou de que forma a Dilma poderá promover uma efetiva campanha publicitária, que lhe conceda a reeleição.. Deveríamos cobrar deste governo ESPÚRIO no mínimo que esse dinheiro fosse empregado para tirar OS milhões de brasileiros que vivem na miséria.

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    Bonifa

    23 de abril de 2013 às 12h15

    Vai de Eduardo? Ou de Marina?

    Otacílio

    27 de abril de 2013 às 00h47

    Pela escrita raivosa dele, deve ser leitor do detrito. Acho que ele vai de cerra.

bento

23 de abril de 2013 às 09h42

A questão é que o pt se comunica muito mal…ainda tem o bolsa pig para seus carrascos…2014 vai ser muito difícil…

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Bonifa

23 de abril de 2013 às 09h23

O Governo Dilma está precisando desesperadamente e urgentemente de Propaganda com “P” maiúsculo. Uma propaganda excepcional, muito mais que uma boa progaganda. Centenas de vídeos mostram as enormes realizações do Governo. Quem os vê? O que se alastra por toda a parte, agora, é um trabalho intenso da mídia oposicionista, que se estende por todo o aparelho respiratório do país, sufocando aos poucos o Governo a partir do domínio dos mais recônditos auvéolos. Um trabalho pulverizado de destruição está por parte. O Governo vai ter que assumir sua posição política de tentar a reeleição, e para isto terá de reconhecer que esta campanha será uma encarniçada guerra, já iniciada com toda a força por seus adversários. Seus adversários, como se sabe, são turbinados inclusive por poderosos interesses internacionais que não se furtarão, se tiverem chance, de intervenções importantes para os destinos do país. E todos eles, aqui e lá fora, já estão em campo com todas as suas armas de guerra de informação e inteligência. A Guerra para conservar os destinos do país em mãos de um governo progressista e popular, para continuar o trabalho de construção de um país forte com um povo forte, está em seu estágio inicial da informação e o Governo está claramente perdendo as primeiras batalhas, está sendo envolvido pelo inimigo. O Governo e seu partido precisam acordar o quanto antes e contra-atacar à altura, com racionalidade, ponderação, mas também com firmeza e determinação, de um modo centralmente planejado. Enfim, o que o Governo precisa desesperadamente agora é de propaganda, uma propaganda excepcionalmente bem concebida e realizada.

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Gerson Carneiro

23 de abril de 2013 às 07h06

Estadão e Época fazem oposição técnica.

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simas

23 de abril de 2013 às 02h05

Fábio, meu caro, o Miro tomou como matéria o q havia lido e o deixado indignado. Na verdade choveu no molhado… A imprensa, maldita e terrorista, fala mal do Gov Dilma e da própria pessoa da presidenta, por ser sua tarefa, seu ganha pão. Essa turma ganha grana, farta, pra combater o q ou quem contrarie os interesses do Poder Transnacional. Portanto, a elite, branca e rica. citada, entra na escrita, justo por se identificar ao modelo representado pela elite, dominante, nas sociedades onde viceja o tal agente, transnacional, a saber, os países ditos desenvolvidos…
Então, Fábio, vc resume a discussão, a controvérsia, perigosamente. Faz o mesmo q todo mundo faz, repetidamente; talvez, por ser mais prático.
Acho q é errado, a gente pegar um atalho, se ater ao atalho e esquecer da intenção, final.
O negócio é q o Estadão, tal a Globo, são imprensa fundadas pra serem lidas pela elite, dominante, nacional. Elas subsistem, desde sempre, se dirigindo às elites, no começo ditas letradas; não faziam seu trabalho pra plebe, iletrada, q gastava seu rico dinheirinho com o q comer; não com essa droga de jornal, ou revistinhas. Com o passar dos tempos, as coisas se sofisticaram; as coisas, sociedade e imprensa, evoluindo, até agora, como se vê… Ora, por isso, esses mtos “babacas” jogam, na maior, em nossas caras, as caras de quem tem compromisso com a verdade, q esse Estadão e essa Globo podem afirmar o q pensarem e desejarem, pq acham o correto e pronto. Só q esses, aê, entendem, igual e na forma da imprensa, maldita e terrorista; enqto, nós, somos carentes da verdade, nada além da verdade…
Fábio, qual seria a verdade, afinal, contida no texto do Miro? Falo o discutível… O q vale à pena, encher o espaço do Viomundo? Eu acho q o fracasso q representa, no todo, a imprensa, oligopolizada e terrorista. O fracasso e o grde perigo pra nossas liberdades, democráticas, enqto nação, liberta. Afinal, somos uma nação, livre, formada por instituições e povo. Q nossas instituições funcionam nos moldes e regidas por uma Constituição elaborada nos conformes democráticos, representativos. Q nosso povo se aglutina numa sociedade com sistemas produtivos e financeiros. Mais ou menos, assim, é o desenho da nação, de nossa nação, onde essa imprensa, maldita e terrorista, à cargo dos interesses, internacionais, se situa e funciona.
Pra vc sentir, ninguém bateu na tecla de q a imprensa mandou Sua Excelência, a Senhora Presidenta da República, se calar, pq estaria falando o q não se coadunaria com os interesses “neoliberais”, impostos pela hidra-transnacional, q insiste em sugar nosso oxigênio e nos sufocar ou quase…
Fábio, a mídia, mafiosa e terrorista, vai continuar a escrever negatividades, qq uma; nem precisa ser verdade; basta ter um teor, negativo. Por exemplo: a Dona Dilma estava vestida de vermelho… O q significa dizer com a cor dos comunas. Mas, o comunismo acabou… Ora! Mas, ficou a imagem de q a Presidenta, do PT, é comuna; ou seja, daqueles q comem criancinhas, ao molho pardo…
Essas frases negativas vicejam, faz dez anos. Um dia, a doença vai pegar… E o MPF não faz, nada. O partido da Presidenta, ídem. E ninguém aponta q as organizações, mafiosas… são uma das cabeças da tal hidra… fustigando o eleitorado, até conseguir construir q o PT inventou um tal de mensalão e corrompeu o tal do “jefersom”. E, por isso, coitado, perdeu a direção e bateu com o olho na porta do guarda-roupa, ficando com o olho… roxo. Tudo bem, tudo bem… Era roxo e não vermelho.
Abraço, fraterno

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André Luis de Alencar

23 de abril de 2013 às 00h24

é incrível como a maioria esmagadora dos comentaristas (e até o Altamiro) confunde um Governo petista com o PT!

um governo eleito, seja de q partido for, não pode adotar medidas só pq essas medidas interessam ao partido…

o dinheiro gasto em publicidade não é do PT e sim do ESTADO!

Se o Governo quiser zerar a verba publicitária, é problema dele…

agora, boicotar (como querem muitos aqui) um veiculo ou vários por interesse partidário ou pq este veículo faz críticas ao Governo é de uma tolice enorme!

Os mesmos comentaristas q sugerem isso, criticam os governos do PSDB por teoricamente facilitar determinados veículos por “amizade”…

Qual a lógica? qual a coerência?

A verba pública não pode ser usada nem por critérios de amizade e nem por critérios de inimizade!

O q vcs chamam de PIG corresponde a 90% do mercado de publicidade do país…

Enquanto o Governo, de qualquer partido, quiser gastar dinheiro fazendo publicidade dos seus feitos (pra ganhar a próxima eleição), vai ter q anunciar nos grandes veículos de comunicação e vai ter q pagar por isso!

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Dylan Ricardo

23 de abril de 2013 às 00h19

Querem calar Dilma?
Sério?
Acho que ninguém precisa se dar a esse trabalho.
Ela não dá um pio mesmo :)

Responder

Messias Franca de Macedo

22 de abril de 2013 às 23h31

UMA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: quantas pessoas sairiam da miséria absoluta nesse país, caso a presidente Dilma Rousseff reduzisse – legítima e drasticamente – as verbas publicitárias do governo federal para os veículos de comunicação do PIGolpista?… Ou o governo teme que o PIGolpista tenha a capacidade de superar a agressividade explícita das sucessivas tentativas de desestabilização de governos populares?!… Com a palavra a instituição Presidência da República – e a presidente eleita e apoiada pela maioria esmagadora do povo brasileiro!…

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, ABJETA, VIL, indecorosa, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’!… (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

22 de abril de 2013 às 23h23

LÁ VEM O MATUTO ‘JUROFÓBICO’!…

… Presidente Dilma Rousseff, A Magnífica, respeitosamente: dê um tomate – perdão, ato falho -, ‘dê uma banana’ para o PIG, extensiva aos rentistas, “que não pregam um prego em uma barra de sabão – e ainda critica os que trabalham!” Parasitas da nação!…

E mais: confie no autêntico povo brasileiro!…

BRASIL (QUASE-)NAÇÃO [depende de nós!]
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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André Luis de Alencar

22 de abril de 2013 às 23h16

a “conclusão” do Altamiro é de uma tolice ímpar!

quer dizer agora q a imprensa não pode criticar uma fala ou uma postura do Presidente?

Mas, claro, o problema não é criticar o Presidente… o problema é criticar um Presidente petista!

Fosse FHC o Presidente criticado e vcs estariam dando vivas à liberdade de imprensa…

E quem não se lembra da amizade profunda entre o PT e a VEJA durante os 2 mandatos de FHC?

moral da história: a democracia funciona bem se todos fizerem o q vcs querem!

q meigo…

Responder

Messias Franca de Macedo

22 de abril de 2013 às 23h15

Por que os jornalistas têm fama tão ruim?

(…)
Um dos primeiros barões da imprensa, o americano James Gordon Bennett II, do Herald, dizia que era “uma prostituta, como todos os jornalistas”. Bennett II era tão extravagante que urinou no piano em sua festa de noivado, razão suficiente para a noiva romper.
O barão da imprensa Bennett dizia a seus subordinados que o leitor era ele
Bennett tinha um iate luxuoso com três suítes: uma para cada amante que levava e a terceira, com ar condicionado, para uma vaca que garantia leite fresco. Ele acabou pronunciando a quintessência da lógica hierárquica dos barões. Disse uma vez a seus jornalistas: “Eu sou o leitor. Vocês têm que agradar a mim.”
Tenho em casa uma charge na qual um professor diz aos pais de um aluno que seu filho é maldoso, mentiroso, dissimulado – “todos os atributos, enfim, para se dar bem no jornalismo”.
Os primeiros barões – sobretudo nos Estados Unidos e na Inglaterra — faziam dinheiro chantageando poderosos. Ameaçavam publicar coisas horríveis caso seus anseios financeiros não fossem satisfeitos. Tanto quanto jornalistas, eram chantageadores.
Era uma prática que logo se globalizou. Assis Chateaubriand, o primeiro grande barão brasileiro da imprensa, montou o Masp por meio de expediente parecido. Doações de grandes quadros vieram quase sempre de achacamento. Empresários paulistas sofreram com Chateaubriand.
Uma geração à frente da de Chateaubriand, outro império de mídia foi construído com meios não exatamente elogiáveis: a Globo.
Chateaubriand achacou pela intimidação; Roberto Marinho viu na ditadura militar a chance de crescer muito além do jornal paroquial que herdara e carregara até ter mais de 60 anos.
Ofereceu apoio aos generais, e estes lhe deram televisão, financiamentos, vantagens fiscais e outras facilidades que são a base das Organizações Globo.
Como Bennett, Roberto Marinho sempre deixou claro que ele era o leitor.
Isso significa que, na prática, ele está virtualmente vivo entre nós. Cada jornalista, cada articulista da Globo está, ainda hoje, escrevendo para Roberto Marinho, representado por seus três filhos.
Não é das mais edificantes, definitivamente, a história do jornalismo – nem fora e nem, tampouco, no Brasil.
O que pode mudar uma velha história viciada de interesses privados misturados a interesses alegadamente públicos é o jornalismo digital.
É nessa hipótese que o Diário acredita

Por Paulo Nogueira
jornalista baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Em http://www.diariodocentrodomundo.com.br/por-que-os-jornalistas-tem-fama-tao-ruim/

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marcosomag

22 de abril de 2013 às 21h49

A velha mídia está minguando, com exceção da Globo. A mesma Globo que estava à beira da falência em 2003 pelo retumbante fracasso da Globocabo. E que o José Dirceu socorreu sem exigir contrapartidas. Liberdade para a redação do JN, por exemplo. Em “gratidão”, a Globo vai exibir o JD algemado em rede nacional pelo seu “crime” de ter tirado o Brasil do caminho do desastre neoliberal que agora desespera a Europa!

Quando um parlamentar petista vai deixar de “conversa mole” e “peitar” a Globo no STF com uma ADIN questionando a propina sem disfarce do BV? De preferência, caindo nas mãos do ínclito Lewandowski, alvo de jogo pesado da Globo?

Quando todas as administrações petistas em todo o Brasil vão cortar todos os produtos da Folha/Abril/Globo de sua lista de gastos? Fim de todas as assinaturas de tv a cabo/satélite, revistas, material didático, jornais e tudo o que o oligopólio midiático oferece?

Até quando o governo petista vai perder oportunidades de ter aliados como proprietário da “grande” mídia no contexto das muitas crises que esta mídia vêm enfrentando? Influir na classe média é importante para barrar a velha tática da contrainformação vinda do Departamento de Estado, todos sabemos bem.

A Dilma precisa acordar urgentemente, antes que seja tarde!

Responder

    Fabio Passos

    22 de abril de 2013 às 22h45

    Sem mamar nas tetas do Estado a “elite” branca e rica nao sobrevive.
    Com o PiG nao e diferente.

RicardãoCarioca

22 de abril de 2013 às 21h18

Ex-funcionária e ex-colunista do jornal O Globo na SECOM, vocês esperavam o quê?

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niveo campos e souza

22 de abril de 2013 às 19h35

Dilma, corte as verbas publicitárias do PIG.
Faça-os “secar”.

Niveo Campos e Souza

Responder

    André Luis de Alencar

    22 de abril de 2013 às 22h56

    Basta o Governo parar de gastar dinheiro com publicidade…

    mas, se quiser continuar anunciando na GLOBO, tem q pagar!

    nada mais justo…

José BSB

22 de abril de 2013 às 19h08

Os bilhões despejados na mídia para veiculação de propaganda estatal, essa turma não coloca na conta no “custo Brasil”.
Fico imaginando a convessa de fim de semana entreo dono da globo e o dono do estadão.
“Mandei a presidente calar a boca, viu?”
E o outro prontamente retruca:
“Eu também!”
Pausa para gargalhadas.
Isso é que é saudade do “pau de arara”…

Responder

    Fabio Passos

    22 de abril de 2013 às 19h35

    Tem toda razao.
    E o nosso dinheiro que sustenta os vagabundos do PiG: globo, veja, fsp e estadao.

    Se o governo para de dar as tetas do Estado para estes pilantras mamarem… a democratizacao da midia vai avancar.

André Dantas

22 de abril de 2013 às 19h05

Eu entendo que Estadão, Época, Folha, Veja ou qualquer outra porcaria do tipo pode falar, escrever ou excretar o que quiser.
O problema não é esse. A questão é que no Brasil nós não temos acesso a um contraponto com a mesma inserção na sociedade. A Globo e seus congêneres da grande mídia monopolista alcança todos os rincões deste país com seu discurso único e o que precisamos não é cobrar que estes atenuem o seu discurso ou se atenham à verdade – isso é uma ilusão. O que precisamos é que haja um canal público de inserção nacional que expresse visões de mundo distintas da grande mídia. Precisamos ter a oportunidade de comparar e isso de forma massiva e não apenas no blogs marginais – no sentido estrito de estarem efetivamente nas margens do universo informacional – pois estes não têm nem terão recursos materiais para concorrer em igualdades de condições. Se há alguém que pode promover essa diversidade de ideias é o Estado Brasileiro que tem a obrigação constitucional de fazer isso, mas não apenas se omite como agrava o problema.
O que incomoda é ver o Governo não só não investir na contra-ofensiva informativa como ainda pagar – e muito – para ajudar a aumentar o fosso entre o poder da grande mídia e aqueles lutadores que querem dizer diferente. O Governo Dilma investe bilhões para que os grupos midiáticos hegemônicos fiquem cada vez mais hegemônicos. E é diversionismo culpar a SECOM, posto que esta nada mais é que um órgão do Governo Dilma e tudo que aquele faz ou deixa de fazer é de responsabilidade deste.
Na América do Sul já temos um canal internacional de notícias altamente qualificado em pleno funcionamento há alguns anos – TELESUR – e o Governo brasileiro nada faz para facilitar o seu acesso no Brasil, o que poderia ocorrer com sua inclusão necessária entre os canais gratuitos dos pacotes de TV fechada. Na atual situação quem quiser que veja na internet ou por parabólica na maior parte do país… Infelizmente o atual Governo Federal entende por integração arrumar obras para a Odebrech por toda a América Latina.
Esses exemplos são só para a TV, mas valem para todas as mídias.
Não me revolta a Revista Época cumprir o papel que cumpre, pois, como bem disse um comentarista, o escorpião tem a sua natureza. O que revolta é o Governo Dilma, que se diz de esquerda, ser cúmplice desse “aleijamento” informativo a que somos submetidos diuturnamente.
O certo não é calar as hienas, mas dar voz aos leões.

Responder

wendel

22 de abril de 2013 às 19h01

Santa ingenuidade!!!! a maioria dos comentários aqui postados, ficam assacando contra o PIG, com se não fosse marcas deles, assim se comportarem! Acaso pensam que algum dia iriam elogiar o Lula ou a Dilma, Chaves, agora Maduro, Lugo, agora Horacio Cartes, Morales, Humalla, e outros!
Se o Lula, e agora a Dilma os abastece de verbas publicitarias, alguma razão deve haver! Não acredito que sejam ou são ingênuos a tal ponto!
Só não atino, o porque!
Mas…., ficar neste blá, blá, blá, contra as cinco “famiglias” que detêm o monopólio da comunicação no país, chega a ser enfadonho!
Todos nós sabemos o que pretendem, e não serão os governantes recentes, que irão ignorar isto. A menos que sejam gerentes!!!!!!!!!!!!!!!!!, por um curto período! Será!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

J Souza

22 de abril de 2013 às 18h42

A “fonte” do poder:

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/download/742IPB_quadro1.pdf

Ou seja, nós, com nossos impostos…

Responder

João Carlos

22 de abril de 2013 às 18h32

Exatamente por se aproximar das teses de setores conservadores, depois de eleito por eleitorado de esquerda, a aprovação do presidente francês François Hollande desce ladeira abaixo. Com menos de um ano no cargo, ele já conta com a DESAPROVAÇÃO de 74% da população exatamente por não ter feito nada que prometeu, no melhor estilo Obama, e ceder às reivindicações da ditadura do mercado.

Responder

Ricardo C.L.

22 de abril de 2013 às 18h25

O Brasil da Dilma vai bem, obrigado, Sr. Frias. Agora o seu jornal é que está perigando. Demitiu 50 jornalista para ver se sobrevive. Que péssima administração!!!

Também pudera: mentindo, distorcendo, sacaneando o leitor diariamente não há jornal que aguente. O ex-estadão vai virar estadinho. Coitadinho!

Responder

Luiz Rogerio

22 de abril de 2013 às 17h29

É Altamiro, eles ganham muito dinheiro para mandar a Dilma calar a boca, enquanto que o Azenha tem que passar o pires… PLIM PLIM…

Responder

henrique de oliveira

22 de abril de 2013 às 17h12

Calma pessoal , tudo tem sua hora.

Responder

Zepol

22 de abril de 2013 às 17h06

Não adianta tentar “coçar” a orelhinha do cão, se a fera estiver rosnado e mostrando os dentes. Corre-se o risco de ficar maneta. Desde o princípio, dona Dilma tenta domar a fera, a mídia, alimentando-a. Tudo o que conseguiu é torna-la cada vez mais sedenta de sangue. É preciso adestrar a fera. É preciso dar-lhe regras para seguir. É preciso uma Lei de Mídia.

Responder

Carlos Elísio

22 de abril de 2013 às 16h41

Estadão(zinho) e Época… a melhor “época” para estes dois pseudos veículos de comunicação ocorreu entre 1964 e 1985. Famílias como os Marinho e Mesquita, que prosperaram em meio a ditadura, não devem ser levados em conideração, até porque o povo já entendeu que o grupo de direita, capitaneado pelo coroné Aécio, pretende devolver o país ao tempo da escuridão, daquela roubalheira silenciosa, que os Marinho e os Mesquita não estampavam em seus pasquins pois eram praticados pelos partidos aos quais são aliados).

Responder

Péricles

22 de abril de 2013 às 16h32

Quando nada há a criticar os inimigos dirão que te vestes mal ou gaguejas ao falar.

Responder

Francisco Antonio da Silva

22 de abril de 2013 às 16h05

Poder Executivo usa a imprensa para pressionar o TRE-MG
Matéria publicada pelo jornal Estado de Minas, nesta segunda feira (22), tenta expor o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, ao afirmar;

“Contrariando resolução da própria corte do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), cerca de 900 servidores da Justiça inflacionaram seus salários com horas extras, que consumiram R$ 2,31 milhões em remuneração extraordinária no período de apenas 15 dias”.

“A Resolução 908, de novembro de 2012, estabeleceu plantões de apenas três horas e meia diárias por servidor e veda o pagamento em dinheiro do tempo trabalhado, autorizando somente a compensação por meio do banco de horas. Mas o que se viu foi o pagamento de até 10 horas diárias para cada um dos 870 servidores em dezembro, no período de 20 a 31, e para 717, entre 2 e 6 de janeiro. Na prática, o trabalho extraordinário superou em até três vezes o expediente autorizado”.

A insatisfação do Governo Mineiro ocorre tendo em vista a agilidade e eficiência impostas pelo atual presidente do TRE-MG na tramitação dos processos a serem julgados pela Corte. Outrora os mesmos levavam anos para serem julgados chegando ao ponto de grande parte deles só ir a julgamento após o término do mandato dos candidatos sujeitos à cassação.

Esta prática favorecia a impunidade, maior custo, pago pela sociedade, governada por administradores que deveriam estar afastado de suas funções. Evidente que a matéria do Jornal Estado de Minas não reconhece o preço moral apenas o monetário.

Esquecendo que o valor gasto por um Poder, o TRE-MG em 15 dias de hora extra para manter suas atividades em dia é infinitamente menor que a verba publicitária recebida, no mesmo período, pelo jornal denunciante apenas das empresas Copasa e Cemig que detém o monopólio do fornecimento de água e energia, desta forma uma publicidade dispensável.

Por meio de nota, o tribunal afirmou que o plantão judiciário é fruto da aplicação da Lei 5.010, de 1966, que estabelece como feriados os dias compreendidos entre 20 de dezembro e 6 de janeiro – período, no entanto, no qual determinadas atividades da Justiça Eleitoral não podem ser interrompidas, como o atendimento ao eleitor, o protocolo de processos judiciais e administrativos e as áreas administrativas e financeiras, responsáveis pela execução e controle do orçamento da instituição”. E acrescenta que “há previsão normativa para a retribuição em pecúnia dessas horas extras prestadas nesse período por recente resolução do Tribunal Superior Eleitoral”, datada de setembro.

Responder

Francisco Antonio da Silva

22 de abril de 2013 às 16h01

Tem mais essa pra voces:
Por Marco Aurélio Carone

O esquema criminoso montado pelo secretário de governo do Estado de Minas Gerais, Danilo de Castro, denominado “Gangue dos Castros”, que vinha sendo noticiado apenas por Novojornal há mais de seis anos, finalmente começa a ganhar destaque na imprensa nacional após o assassinato de dois jornalistas, no Vale do Aço.

Porém, operando há mais de uma década junto aos diversos Poderes e instituições do governo mineiro, a organização criminosa detém hoje quase que as totalidades do comando das Polícias Civis e Militares, do Ministério Público e Tribunal de Justiça, além de maioria quase que absoluta na Assembleia Legislativa e no Tribunal de Contas de Minas Gerais.

Desta forma, tornando praticamente impossível qualquer punição de seus membros, principalmente da cúpula das instituições. Diante desta realidade o governo mineiro, de maneira surpreendente com o aparente consentimento do Secretário de Defesa Social, Rômulo Ferras, conhecido anteriormente por sua lisura, como integrante do MPMG, optou por dar satisfação à mídia e à população, através da prisão dos integrantes de menor importância no esquema criminoso, provocando uma enorme insatisfação de seus colegas.

“Estão escolhendo a dedo os peixes pequenos para serem sacrificados, para livrar a cara dos tubarões, a exemplo do que ocorreu no TJMG, onde um funcionário que recebia ordens foi entregue aos leões para salvar quase uma dúzia de desembargadores, verdadeiros culpados pelo esquema de corrupção denunciado”, afirma a correspondência encaminhada ao Novojornal.

Acompanha a correspondência uma cópia do dossiê entregue, segundo informado na mesma, através de Danilo de Castro ao governador Antonio Anastasia, são 1.626 páginas, contendo cópia de sentenças, inquéritos, certidões, perícias, fotos, boletins de ocorrências, autos de apreensões de documentos e drogas.

Em outra parte da correspondência é denunciada a participação de delegados que,segundo informado no documento, foram promovidos a secretário de segurança por manter na gaveta inquéritos que apuravam a participação de diversas autoridades mineiras, dentre elas o ex-governado e atual senador Aécio Neves em crimes, ocorridos de 1983 até os dias de hoje.

Novojornal, contudo apurou que o dossiê fora elaborado pela considerada “velha guarda”, da Polícia Civil, insatisfeita com o caminho tomado pela corporação.

O dossiê mostra o que sempre foi de conhecimento de um pequeno grupo do Poder Judiciário, Ministério Público e da área de segurança pública em Minas Gerais o lado escuro do ex-governador e atual senador Aécio Neves, que introduziu hábitos e costumes na sociedade mineira que governou por oito anos, capazes de constranger até mesmo quem o acompanha politicamente.

Fruto de uma década de omissão e convívio com a criminalidade, o Governo de Minas encontra-se imobilizado, frente à cobrança nacional e internacional de medidas enérgicas no combate do que na verdade foi e ainda é seu pilar de sustentação política montado por Danilo de Castro, principal articulador do grupo, junto à Assembléia Legislativa, ao Poder Judiciário, Ministério Publico, Polícia Militar e Civil.

Evidente que dentro das corporações envolvidas ainda existem membros que resistiram e foram afastados por este motivo e podem agora servir a sociedade mineira promovendo o expurgo dos maus integrantes, porém, desde que, a exemplo do ocorrido no Rio de Janeiro, respaldados pelo Ministério da Justiça, Polícia Federal, pela Força Nacional de Segurança Publica e até mesmo pelo Exercito Nacional, pois os principais cargos de comando na Polícia Civil e Militar, no Ministério Publico e Tribunal de Justiça de Minas Gerais encontram-se hoje ocupados por integrantes do grupo criminoso.

Sabidamente liderados no Estado pelo secretário do Governo de Minas Gerais, Danilo de Castro e na região do Vale do Aço pelo Secretário Alexandre Silveira, o grupo criminoso é formado por juízes, desembargadores, promotores, procuradores, membros de alta patente da Policia Militar e delegados da Polícia Civil. Não apenas por cabos, tenente, sargentos, agentes e outros servidores menores da Polícia Civil como o Governo mineiro que mostrar.

Segundo a mesma correspondência diante da ameaça de prisão e “abandonados por seus companheiros”, em represália pretendem levar consigo outras autoridades. Como informado o relatado vai de participação em venda de sentenças, assassinatos, assaltos, fraudes, proteção de assaltantes e traficantes de drogas inclusive dentro do sistema prisional de Minas Gerais.

Uma semana antes de morrer, o jornalista Rodrigo Neto apresentou, para a Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, uma relação de crimes em Ipatinga e outras cidades da região. Nela estão os nomes dos assassinos.

Novojornal teve acesso e divulga com exclusividade o relatório do Comitê Rodrigo Neto que traz os principais crimes que se encontravam sendo analisados pelo jornalista pouco antes de sua morte. Sobre um dos crimes, o relativo ao assassinato do soldador Natanael Alves de Abreu, 26 anos, Rodrigo Neto tinha publicado no Novojornal matéria, que já previa o que iria ocorrer, Após publicação desta matéria assim com outras a este respeito, por determinação do TJMG as mesmas foram retiradas.

Na Assembléia, quando Aécio Neves era governador, um deputado deu um tapa na cara de uma jornalista diretora da Assessoria de Imprensa Parlamentar. Um coronel da guarda do governador fez uma jovem jornalista ajoelhar, com um revólver engatilhado na cabeça.

O presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, deputado Durval Ângelo, apontou a participação de um juiz no extermínio de jornalistas no Vale do Aço, porém indaga-se porque o mesmo não traz a público seu nome e a íntegra do depoimento prestado pelo jornalista Rodrigo Neto na comissão?

A situação é grave e vai além da necessidade de se fazer a justiça tão rogada pelos familiares e pelos amigos dos dois profissionais mortos; assim como no caso Tim Lopes, quando traficantes cariocas popularizaram o termo “micro-ondas”, estamos diante de um verdadeiro atentado à liberdade de imprensa e à democracia.

Mesmo com a instituição comprometida, diante do clamor popular, cinco promotores foram nomeados para acompanhar as investigações da Polícia Civil de Minas Gerais sobre as mortes de dois jornalistas, nas últimas seis semanas, na região do Vale do Aço.

A chefia do Ministério Público designou para os casos os três promotores que atuam nas cidades contíguas de Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo, um promotor de BH e a coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Defesa dos Direitos Humanos e de Apoio Comunitário, Nívia Silva.

Eles irão acompanhar os trabalhos da polícia, mas estão impedidos de falar sobre as investigações. O motivo alegado é que as investigações ocorrem sob sigilo, segundo a Procuradoria Geral de Justiça. Em razão das mortes dos jornalistas, toda a cúpula da Polícia Civil na região do Vale do Aço foi trocada. Um delegado-corregedor assumiu o comando.

O chefe do 12º Departamento de Polícia Civil da cidade, delegado José Walter da Mota, foi substituído pelo subcorregedor da polícia, Elder D´Ângelo, que vai acumular os dois cargos. Já Irene Angélica Franco, que atuava na Delegacia da Mulher, assumirá o cargo de delegada regional de Ipatinga, que antes era ocupado por Gilberto Simão. Mesmo admitindo relações de policiais com os crimes, Cylton negou que os delegados substituídos tenham participação neles.

Para Robson Sávio, pesquisador do Núcleo de Estudos Sociopolíticos da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), as trocas podem indicar alguma participação ou conivência dos substituídos.

“Uma mudança de chefes da polícia no meio de uma investigação grave não é comum. Aliás, isso indica que outros policiais podem ser afastados. A questão é: se as trocas forem para enterrar o processo ou dar qualquer proteção a esses delegados, o que pode acontecer, aí temos uma situação terrível”.

A troca de comando na cúpula da Polícia Civil em Ipatinga, na região do Vale do Aço, não é novidade. Em menos de um ano, essa é a segunda reestruturação em meio a denúncias de envolvimento de policiais em crimes como o tráfico de drogas e assassinatos. Um dos delegados que perderam o cargo, em novembro passado, foi investigado por participação no caso Natanael, um dos crimes sem solução que foi objeto de matéria no Novojornal e estava sendo investigado pelo jornalista Rodrigo Neto, morto em 8 de março.

A chefia do 12° Departamento de Polícia Civil era ocupada até por José Walter da Mota, ele assumira o cargo em dezembro de 2012, menos de um mês depois do até então titular, Walter Felisberto, perder o posto. O delegado estava entre um dos policiais investigados de participação de uma organização criminosa responsável pela morte do soldador Natanael Alves de Abreu, 26 anos.

Ele foi morto a tiros em 28 de outubro, depois de denunciar em matéria do Novojornal o envolvimento de Felisberto com crimes. A Corregedoria da Polícia Civil chegou a investigar o caso.

Meses antes, em maio, o então delegado regional de Ipatinga João Xingó de Oliveira foi afastado (e se aposentou) após também ser investigado pela corregedoria por relação com o tráfico de drogas e com uma organização criminosa. No lugar dele, entrou o delegado Gilberto Simão, substituído, depois da morte dos jornalistas.

O especialista em segurança pública e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ciências Sociais da PUC Minas, Luiz Flávio Sapori, condena a necessidade de constantes trocas de comando. “Isso não pode ser encarado como uma medida rotineira. A troca de delegados que estavam há menos de um ano no cargo é um indício claro de conivência do comando policial local com grupos de extermínio. É uma medida com um caráter punitivo”, afirmou o especialista.

A prisão preventiva de dois integrantes da polícia civil que são investigados por envolvimento com o grupo responsável pelo assassinato de dois jornalistas e por mais de 20 homicídios no Vale do Aço não foi suficiente para trazer de volta a segurança a familiares das vítimas e integrantes da imprensa da região.

A dupla foi presa pela força-tarefa composta por policiais de Ipatinga e de Belo Horizonte, na tarde de sexta-feira. Para quem se sente ameaçado pela ação do suposto esquadrão da morte, as investigações, que ontem teriam resultado na prisão de um cabo do 14º Batalhão da PM, não confirmada oficialmente pela Polícia Civil, são apenas o primeiro passo de um longo trabalho.

O fato de um dos presos ser médico-legista trouxe ainda mais suspeitas aos familiares do fotógrafo Walgney Carvalho, de 43 anos, executado no último domingo, em Coronel Fabriciano. “Ele trabalhava para os legistas e para os policiais da perícia, além de entregar fotos e informações para os jornais. Não sei até onde isso pode ter relação com essas prisões”, disse uma parente do repórter fotográfico que pede para não ser identificada.

“Não sei o que pode ter ocorrido com ele. Estamos no escuro, sem saber de nada das investigações. Mesmo com as prisões, ainda não dá para sentir segurança”, disse. Ontem, as duas delegacias permaneceram fechadas.

De acordo com a Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), há pelo menos 20 policiais envolvidos em mais de 20 homicídios denunciados pelo repórter do Jornal Vale do Aço Rodrigo Neto, morto na madrugada de 8 de março, e por seu colega, o fotógrafo Walgney.

“Ainda vai levar tempo para termos segurança para trabalhar. As prisões são um início, mas muito mais terá de ser feito. Não adianta também prender, como se fez antes, e a Justiça não condenar os envolvidos”, declarou ontem um dos participantes do Comitê Rodrigo Neto, formado por jornalistas da região para acompanhar o desenrolar das investigações.

Cinco testemunhas da região foram levadas para locais seguros em outros estados. Uma parente próxima do repórter assassinado, que não quer aparecer por medo de represálias, também declara que as prisões estão longe de lhe devolver a paz. “Ainda mais depois do que aconteceu no último domingo (a morte do fotógrafo).

Estou apavorada. Em pânico. Não sei de nada que possa comprometer a nossa segurança, mas ainda assim a gente perde toda a confiança”, desabafou. De acordo com a mulher, a série de assassinatos e a impossibilidade de contar com a polícia local a obrigaram a ficar exilada e com medo, juntamente com o filho.

Repórteres locais também não consideram que o ambiente tenha melhorado. “Estamos cumprindo nossa obrigação, mas com medo. Não queremos nos expor além da obrigação, porque nossas vidas estão em jogo e não há ninguém que possa assegurá-las, nem mesmo o poder público”, diz um profissional de um dos três jornais diários de Ipatinga.

Apesar de todo o aparato de investigação montado no Vale do Aço e das primeiras prisões, familiares das vítimas de assassinatos denunciados pelo repórter Rodrigo Neto não se sentem livres das ações do que consideram um grupo de extermínio que age na região.

Pior ainda é a situação daqueles cujos crimes não integram os 14 inquéritos investigados pela polícia, já que o jornalista preparava mais matérias sobre vítimas do mesmo grupo criminoso. “Quando colaborei com a polícia, durante as investigações sobre a morte de meu irmão, recebi várias ameaças”, lembra um dos oito irmãos do mototaxista, Diunismar Vital Ferreira, o Juninho, de 41, umas das vítimas dos crimes que Rodrigo Neto ainda iria denunciar nas páginas do jornal em que trabalhava.

“Recebi mensagens no celular de telefones sem identificação que diziam: pare de tentar descobrir o que aconteceu, ou você será o próximo”, lembra. Diante disso, o irmão de Juninho simplesmente parou de se envolver no caso. “Tenho filho. Gostava demais do meu irmão, mas o que pude fazer, já fiz. Meu depoimento está lá (com a polícia). Agora, que eles façam seu trabalho e prendam os assassinos”, cobra.

Juninho foi morto em 2007 em uma padaria da Avenida Macapá, no Bairro Veneza I, no meio de clientes e funcionários. Um motociclista de capacete entrou no estabelecimento e acertou seis dos 11 tiros disparados no seu alvo. Segundo testemunhas, a vítima estava namorando uma mulher que também tinha caso com um capitão da Polícia Militar. Um dia antes de ser assassinado na padaria, a mulher o ameaçou. “Ela disse: ‘De hoje você (Juninho) não passa’”, lembra o irmão da vítima.

O investigador José Cassiano Guarda e o médico-legista da Polícia Civil de Ipatinga José Rafael Miranda Americano seriam os primeiros detidos durante as investigações dos assassinatos do jornalista Rodrigo Neto, no dia 8 de março, e do fotógrafo Walgney Assis Carvalho, no dia 14 deste mês. Os nomes foram revelados pelo jornal “Diário do Aço”, mas não foram confirmados pela corporação.

Além de legista, Americano também atua em um hospital da cidade. Ele e José Guarda são lotados na 1ª Delegacia Regional de Ipatinga, mesma unidade onde atuava o delegado Gilberto Simão, substituído pela delegada Irene Angélica Franco. A Polícia Civil confirmou que existem indícios das participações dos dois nas mortes, mas nada será revelado antes dos depoimentos. Os suspeitos já estão recolhidos na Casa de Custódia da corporação, no bairro Horto, na região Leste da capital.

O clima ainda é de preocupação entre os profissionais da imprensa. “Nunca se viu tanta polícia nas ruas. É como se a cidade estivesse sitiada”, disse um dos profissionais da imprensa referindo-se às várias blitze da Polícia Militar (PM). Ele pediu para não ser identificado.

Somente em uma avenida, três barreiras policiais foram montadas, ontem e anteontem, em um trecho de cerca de dois quilômetros. O comandante do 14º Batalhão da PM de Ipatinga, tenente-coronel Edvânio Carneiro, disse que as ações são preventivas e “para trazer segurança à população”.

O jornalista Rodrigo Neto já havia comunicado às autoridades o risco que estava correndo há pelo menos dois anos. No fim de 2010, ele enviou ao Ministério Público de Ipatinga um e-mail detalhando as ameaças sofridas.

A informação foi confirmada pelo promotor Bruno Jardini, que atua na área criminal da cidade, mas que informou não ser possível localizar a mensagem. “Esse e-mail foi recebido e encaminhado para a PM”. O tenente-coronel Edvânio Carneiro desconhecia o comunicado do Ministério Público, pois assumiu a chefia da corporação há dois meses.

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Elias

22 de abril de 2013 às 15h24

Quem já viu cenas em filmes onde aparece uma pessoa a nadar em um rio e de repente solta um grito por ver seu corpo tomado de sanguessugas, entenderá melhor o artigo de Altamiro Borges. O problema a nos atormentar é que Dilma não grita. Tudo bem não querer bater de frente. Mas algo além de indiretas deve ser feito. Dilma tem de agir urgentemente. O humor faz piada com sua “braveza”, mas o que vemos é a presidenta nunca usar o “tomou, levou”.

PS: Para mim, Dilma presidente em 2014, óbvio.

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Roberto Ribeiro

22 de abril de 2013 às 15h10

Estadão e Globo dizem à Dilma Rousseff: Calada aí, e passa a grana

Responder

Maria A.

22 de abril de 2013 às 14h32

E o governo Dilma vai ficar quieto? Pelamordedeus…

Responder

Scan

22 de abril de 2013 às 14h20

Calar a Dilmautista?
Inútil e completa perda de tempo: ela mesma exerce um incompreensível e pusilânime silêncio auto-imposto.

Responder

Sagarana

22 de abril de 2013 às 13h56

Calma “cumpanhero” a governata tem um monte de bloguinhos à disposição…

Responder

    Gersier

    22 de abril de 2013 às 14h06

    E cidadãos e cidadãs eleitores também.

lando carlos

22 de abril de 2013 às 13h49

não concordo com você, que é a secom, a responsabilidade é da presidenta Dilma!!!!!!!!!!!

Responder

José Fernandes

22 de abril de 2013 às 13h35

olha o resultado….a tv que ajudou, é enriqueceu na ditadura..e ai Presidenta ???

http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2013/04/22/globo-r-59-bi-de-verbas-estatal-de-propaganda-federal-desde-2000/

Responder

Mário SF Alves

22 de abril de 2013 às 13h18

“Para a revista Época, que não foi eleita por nenhum brasileiro, a presidente eleita Dilma Rousseff deveria ficar quieta, sem opinar sobre a política monetária e outras questões decisivas para o desenvolvimento do país. É muita petulância da famiglia Marinho, que apoiou o golpe de 1964 e construiu o seu império midiático nas sombras da ditadura militar.”
_________________________________
É isso aí. É ou não é a tal dominação por dentro? E viva o sui generis capitalismo subdesenvolvimentista “estadunidense-nacional”!
_____________________________________________
Nada que “meia-quatro” não explique. Inclusive, a atual implicância de Washington. Afinal, desenvolver o Brasil é livrá-lo das garras do combalido império do destino manisfesto. E disso fogem mais que o diabo da própria cruz.

Responder

MariaC

22 de abril de 2013 às 12h33

E não é possível que o PT alegue inexperiência nesse caso. Em Campinas o PT já passou pelo mesmo. O PIG local bateu até cansar em Isalene Tiene e o povão pensa que os males da administração anterior são culpa dela.

Achei um desacato ao povo e aos eleitores o famigerado editorial, digo propaganda da direita raivosa. Não têm mais nenhum pudor.
E deve ser também causa, o desespero.

Se o Estadão gosta de um bom vernáculo não deve escutar a Rádio Estadão, pois o locutor de sábado à tarde, ao menos, diz coisas tais “recomeçar de novo” , etc, é só pegar a fita e ouvir.
AHHHHHHHHHHHHHHHH, fora do pT pode errar.

Responder

Julio Silveira

22 de abril de 2013 às 12h10

Gosto muito do Altamiro mas acho que existe um engano aí, não acho que a midia corporativa queira calar a Dilma, sinceramente ela só teria esse poder diante de governos frouxos e governantes mediocres. O que não acredito que seja o caso, o que realmente acredito é que a midia corporativa faz tudo para espicaçar os cidadãos que se incomodam com a ostentação de poder diante de nosso governo. Quanto ao governo, e a nossa governante, desde o inicio demonstraram para quem quisesse ver, e tem dito para quem quiser ouvir, sua opção pelo silêncio em deferência a essa midia corporativa e ainda ostentam claramente suas preferências pelas novas companhias, inclusive na recusa ao apoio as velhas.

Responder

Messias Franca de Macedo

22 de abril de 2013 às 12h10

A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DE INFORMAÇÃO DA REDE GLOBO! ENTENDA O MODELO

#########################

Ana Maria Braga é atropelada ao vivo durante exibição do Mais Você
Segunda, 22 de Abril de 2013 – 09:30
No programa Mais Você, que foi ao ar na manhã desta segunda-feira (22), a apresentadora Ana Maria Braga passou por momentos difíceis. Durante exibição de uma externa, Ana Maria foi atropelada por um carro ao vivo.
FONTE: http://www.bahianoticias.com.br/

“O MODELO RÁPIDO NO GATILHO GLOBAL!”:
O(a) leitor(a) clica em ‘Confira o vídeo na Coluna Holofote!’… E a imagem: “’atropelamento ao vivo’, este vídeo não está mais disponível devido às reivindicações de Direitos Autorais Organizações Globo.”

RESCALDO: e se o “incidente” tivesse acometido a presidente da República?! Ou o Lula?! Ou a dona Marisa?! Ou um cidadão ou uma cidadã reles mortal que se enquadra no grupo dos 04 (quatro) ‘Ps’?!… No mínimo, muita chacota e achincalhe partiria dos estúdios da tal organização(!)…

República de ‘Nois’ Tomates – perdão, ato falho -, de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

@naldovalenca

22 de abril de 2013 às 12h06

Campanha!!! #TVBrasiljaCanal9SP

Responder

jaime

22 de abril de 2013 às 12h00

“Globo teve R$ 5,9 bi de propaganda federal desde 2000”

“TVs nesse período tiveram R$ 10,7 bilhões para veicular propaganda estatal”

“Ao divulgar os dados via “Observatório da Imprensa”, a Secom tampouco entra muito no mérito do uso de propaganda estatal de maneira tão disseminada. O silêncio é compreensível. Esse é um costume de todos os governos no Brasil, em todos os níveis, não importando o partido ao qual está filiado o chefe da administração.

O problema é que assim nunca é respondida a pergunta mais importante: por que um país como o Brasil precisou gastar R$ 1,797 bilhão em propaganda em 2012?”

http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2013/04/22/globo-r-59-bi-de-verbas-estatal-de-propaganda-federal-desde-2000/

Responder

Ronaldo Silva

22 de abril de 2013 às 11h42

Dilma resolveu fazer o jogo do pig, vai ter seu tapete puxado muto em breve, e eu vou rir muito.

Responder

abolicionista

22 de abril de 2013 às 11h04

Pois é, presidenta. Que tal cortar a mamata da mídia corporativa?

Responder

    Mário SF Alves

    22 de abril de 2013 às 13h22

    Por cortar a mamata, você quer dizer dar um upgrade na receita, né não? Veja bem, refiro-me à Receita Federal, tá claro?
    ___________________________
    Se bem que, pelo andar da carruagem, a coisa anda mais pra dowgrade que upgrade.

souza

22 de abril de 2013 às 10h25

dois exemplos de imoralidade se dirigindo de maneira desrespeitosa com a presidenta da república.

Responder

Tiago

22 de abril de 2013 às 10h16

E daí? Por que nosso caro Altamiro Borges não rebate ponto a ponto os artigos que ele citou? Por acaso os jornais e revistas são obrigados e elogiar o governo? Ou é a clássica abordagem comunista de considerar os críticos como “inimigos do povo”?

Responder

    Carlos de Sá

    22 de abril de 2013 às 11h35

    Não é a clássica abordagem comuna não.
    É destaque da abordagem subserviente dos jornalões ao capital internacional e aos rentistas. Que para conseguirem seus objetivos, partem inclusive para a desqualificação, ridicularização e ataques pessoais.
    Essa novela dos juros, pra ter uma ideia, quem ainda não entendeu, não passa de uma choradeira dos bancos querendo mamar nas tetas gordas da viúva. É certo que a inflação está em alta, mas não é uma inflação de demanda, visto que o consumo em fevereiro foi menor que em janeiro e a produção está em baixa. Falar em conter consumo com aumento dos juros pra diminuir a inflação é uma tremenda irresponsabilidade.
    Na verdade os rentista querem é retomar a margem de lucro que tinham com juros a 12, 20 e até 40% sem precisar correr risco, ganhando muito dinheiro deitado, só na rentabilidade decorrente da dívida pública. Só não percebe quem não quer, ou joga no quanto pior melhor, que o papel da grande mídia, incluída aí o sistema globo de comunicação, estadão e afins, é defender o interesse dessa elite rentista.
    Caso o governo entre neste jogo de abutres quem vai se danar não vai ser só o governo dela não, vai ser todos nós, inclusive os trabalhadores mais humildes que sofrerão com o desemprego.
    Quem não entedeu pede pro Altamiro, quem sabe ele faz uns desenhos pra facilitar pro Tiago. Caso o Altamiro não atenda seu pedido, solicite ajuda pra esta prenda que está na foto.

    Tiago

    22 de abril de 2013 às 12h22

    Pois é, caro Carlos de Sá, você desenvolveu um ponto de vista sobre o que os artigos falaram, as circunstâncias econômicas, etc. Eu prefiro isso do que ouvir que “quem critica o governo tá errado e só pode ser golpista e direitista e contra o povo” e bla bla bla, essa ladainha “progressista” me enche o saco. Essa demonização da crítica é absurda. Nosso papel é expor um ponto de vista contrário ao deles.

    No mais, a minha “prenda” até que é boa de desenho sim…

    Mário SF Alves

    22 de abril de 2013 às 13h27

    Clap! Clap! Clap! Parabéns, prezado Carlos de Sá. Que coisa de comuna, manés?
    ______________________________
    Das duas uma: ou é mané ou é rentista sofrendo as agruras de ter de eventualmente pensar no futuro.

    José Ruiz

    22 de abril de 2013 às 11h42

    oi Tiago, ele rebateu ponto a ponto, talvez você não tenha entendido o texto.. e quanto se refere a “clássica abordagem comunista de considerar os críticos como inimigos do povo”, o que você quer dizer? Pode citar um exemplo? Porque na atualidade, quem eu vejo perseguindo críticos é o Serra em São Paulo (de forma declarada, prá todo mundo ver), EUA e Inglaterra que perseguem o Julian Assange, entre outros, e nenhum deles é comunista..

    Gersier

    22 de abril de 2013 às 14h04

    Ô QI de ameba imbecilizado e abestalhado,pare de escrever asneira ergumenio.Ninguem está dizendo que os vira latas a serviço da matriz deles elogie a Dilma,mas que parem de mentir,caluniar e desrespeitar a Presidenta.Porque não deram destaque ao embrólio em Ouro Preto onde os tucanos se bicaram?Porque não questionam as gastanças dos que se acham juizes no superior tribunal fajuto?Para que os imbecilizados iguais a vc,acredite que só os “comunas”(comunas?argumento furado de quem não os tem)é que fazem tudo errado.

    lulipe

    22 de abril de 2013 às 17h39

    A família marinho agradece:

    http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2013/04/22/globo-r-59-bi-de-verbas-estatal-de-propaganda-federal-desde-2000/

Biru-biru

22 de abril de 2013 às 09h48

Deixem a presidenta falar! Mesmo que seja para dizer que ela e Lula foram os inventores da inflação. Deixem a presidenta falar!

Responder

    Mário SF Alves

    22 de abril de 2013 às 13h36

    Deixar a Presidenta falar? Ma como, bambino, como? Quem manda aqui, nas terras da pior elite do mundo, do singularíssimo capitalismo subdesenvolvimentista estadunidense-nacional, da sui generis (êpa! nem tanto) monopolização da mídia, é o Tio Sam, esqueceu?

joseh Rio

22 de abril de 2013 às 09h39

Mas esta mídia golpista já vem de longe, não vejo nada de errado nela ao tratar de Presidentes … foi assim desde o século passado… por ser ela golpista, certamente sempre vai agir contra os governos, principalmente os populares.
quem quiser cair na lábia e nas mentiras destes canalhas que caia, eu não, eu escolho o que é mais saudável e tenho controle remoto.

Responder

emerson57

22 de abril de 2013 às 09h31

a revistinha, cevada por anúncios públicos,
ultrapassa os limites do civismo e da boa educação,
e dá como matéria de capa “dilma pisou no tomate” e fica por isso mesmo,
em nome da liberdade de imprensa!!!!!
secom, pgr, min. justiça, deputados e senadores da base aliada, ninguém faz nada???
então, deve ser verdade, dilma (presidenta dilma) está de fato pisando no tomate!

Responder

Roberto Locatelli

22 de abril de 2013 às 09h26

As conquistas sociais que o Brasil alcançou na última década não pertencem a nenhum partido ou líder. O Brasil é grato ao PT, sim, por dar forma e organicidade às lutas do povo brasileiro. Mas essas conquistas são patrimônio do povo. Dilma não tem o direito de permitir que seu governo seja pisoteado por jornalecões e redes plim-plim.

A eleição de 2014 não será fácil para Dilma como querem fazer crer os institutos de pesquisa.

Como notou Paulo Henrique Amorim, Dilma parece não ter a menor pressa em indicar o novo ministro do stf, que pode mudar os rumos do julgamento de Genoino e Dirceu. Ela acha que seu governo sairá incólume se Dirceu e Genoino forem encarcerados?

Responder

    renato

    22 de abril de 2013 às 13h31

    Falou bem! Boa lembrança…
    POVO… é que não pode ceder.
    Senão teremos que convidar os
    politicos a comerem feijoada
    feito em panelas de pressão.
    Ops…desculpem, não pode-se
    falar mais em panela de pressão
    na INTERNET.
    Quem saiba já estou sendo monitorado.
    Um olhar para a direita, um olhar para
    esquerda, e fui..

    Mário SF Alves

    22 de abril de 2013 às 14h03

    É… prezado Locatelli… esse parece ser o preço a pagar pelo tal “relaxa e goza”.
    _________________________________
    O problema é essa estratégia de comer o mingau pela beirada acabar virando sinônimo de COVARDIA. Aí… pronto, tá dado o mau [e irreversível] exemplo.
    __________________________________________
    A perpetuar esse colossal, infernal, pensamento único e antiéticdo esforço da mídia transnacional para calar o Governo eleito pelo povo, eu diria que está mais do que na hora de o Chico nos presentear com uma versão do Mulheres de Atenas. Quem sabe, algo como um “mirem-se no exemplo daqueles Vietcongs de há três décadas e meia…”
    _________________________________________________

    “… Não demorou muito para que os Estados Unidos se dessem conta de que perderiam a guerra. Mesmo com sua avançada tecnologia, os estadunidenses não possuíam o conhecimento e experiência de lidar com aquele tipo de área existente no Vietnã, coisa que os vietnamitas possuíam.
    Pode ser considerado a década de 60 o mais sangrento conflito da guerra. Houveram prostestos nos EUA em 1970 para que acabassem com a guerra do Vietnã, mas, graças aos governantes estadunidenses, a guerra só terminou em 1975. Vitória do Vietnã do Norte.”
    Fonte: http://o-mundoreal.blogspot.com.br/2013/01/a-guerra-do-vietna.html?zx=923d8245853601d

    Francisco Antonio da Silva

    22 de abril de 2013 às 15h53

    Senhor, se a Dilma não for reeleita, certamente, alguem da direita ou ligado ela o será. Já pensou nisso?

renato

22 de abril de 2013 às 09h06

“Quem começa a reclamar, é porque começou a perder.”
Quem reúne-se junto a estes textos e veículos de medios.
São primeiramente Jornalistas.
SE você coloca um jornal ou uma revista na banca.
E ela vende para vários tipos de pessoa, aquela que
compra para embrulhar jornal, recortar figuras para
trabalho escolar, ir a um setor público passar as horas,
fazer palavra cruzada, ou ler as tirinhas, e alguns
ler este artigo.
Quem vai ler este artigo, raramente, vê quem o escreveu.
Depois o que vai ler, pode ser de direita, esquerda ou
nenhum deles.
Se for da direita, a direita esta com câimbras de tanto
treinar para as próximas.
Se for a esquerda, vai xingar muito.E envia-la ao Viomundo.
Se for um “Zé mané”,vai ler duas ou três linhas e de cara vai
fazer sua análise. Qual? Ninguém sabe, só na hora do voto.
Querem negociar com o SECOM, aprendam com os Norte Coreanos,
que já acertaram o resgate, ou seja, o recolhimento das armas.

Responder

Samir

22 de abril de 2013 às 09h01

3 Mandamentos da Direita Golpista

1º mandamento: “Divida a população em grupos antagônicos”… A luta fará a população bater entre si e desagregar.

2º mandamento: “Colabore com o esbanjamento do dinheiro público e ponha em descrédito a imagem do país especialmente no exterior. PROVOQUE O PÂNICO E DESASSOSSEGO NA POPULAÇÃO PELA INFLAÇÃO”.

3º mandamento: “Promova disturbios e contribua para que as autoridades constituídas não os reprimam”.

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Carlos Ribeiro

22 de abril de 2013 às 09h00

A Dilma faz por merecer. Sabem o que vai acontecer? Ela vai se calar e pronto.

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    lulipe

    22 de abril de 2013 às 21h40

    Não seria uma má idéia!!!

Zanchetta

22 de abril de 2013 às 08h26

Eu acho que não devia calar a Dilma, não!!!
Afinal, ela já não fala nada com nada!!!

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Mardones

22 de abril de 2013 às 08h24

Assim como o Pastor – Dep. Feliciano não representa quase ninguém em sua posição racista e homofóbica, a presedenta Dilma, com sua posição ‘republicana’ em relação às organizações midiáticas brasileiras, não representa o eleitorado que a escolheu para aprofundar as mudanças no Brasil.

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    Aristharco

    22 de abril de 2013 às 10h08

    Entendi, Mardones. Quem representa o povo brasileiro é a Época da famiglia Marinho e o Estadão da famiglia Mesquita. Ambos representam o povo de olho em seus bolsos… preferencialmente recheados…

    andre

    22 de abril de 2013 às 11h58

    Feliciano foi eleito democraticamente e ele me representa sim. Se estamos numa democracia temos que respeitar as pessoas. Agente tá aqui criticando a mídia pq é golpista, mas essa mesma mídia vem detonando o pastor Feliciano colocando palavras na boca dele. O pastor é contra a pratica homossexual pq tem convicção na bíblia mas não odeia os homossexuais… será que isso é difícil entender? papa é contra o casamento gay mas alguém vê a mídia detonando ele?

Ricardo Godinho

22 de abril de 2013 às 08h21

Esse editorial do Estadão não é nenhuma reprise,não? Porque era isso mesmo que eles diziam do Lula. Só não chamavam de burro com todas as letras, porque gente metida a fina prefere “apedeuta” ao invés de burro.
No mais, acho que não adianta mais reclamar desse “republicanismo” de botequim do PT. Acho que a aliança com a direita malufista fez o PT adotar a máxima dessa canalha: já que o estupro midiático é inevitável, relaxam e gozam…

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Alexandre Aguiar

22 de abril de 2013 às 08h03

Por mais que isso doa e nos cause repulsa, é assim que funciona a democracia. As pessoas têm o direito à opinião, mesmo sendo mais dura e inconsequente como estas. É da natureza desse regime permitir que haja quem nos faça oposição.
Evidentemente que todo o caminho trilhado pela oposição brasileira é uma farsa. São ruins tantos de propostas como de governo. A História está aí para ser contada.
O que o governo do PT tem que fazer, afinal é seu papel, é incrementar ainda mais as medidas de cunho social e avançar no processo de estabilidade econômica, além de implementar o desenvolvimento da infra-estrutura, bem como da saúde e educação.
O primeira etapa o governo cumpriu muito bem, tanto que o Brasil atravessa de braçadas qualquer crise econômica e é preciso avanaçar um pouco mais. Mas a parte que concerne à infra-estrutura ainda é pífia e requer um pouco mais de esforço, contudo, nada assim tão absurdo.
Feito isso, esta gente decrépita da direita irá espernear, mas jamais irá conseguir voltar ao governo e acabar com o nosso país.

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Jayme Vasconcellos Soares

22 de abril de 2013 às 07h41

Infelizmente Lula indicou um substituto muito fraco, a Presidenta Dilma. A não ser que ela esteja realmente engajada na política nefasta, imperialista neoliberal ela cumpre rigorosamente as práticas que indicam a plena adoção desta política econômica-social: privatizações; juros altos, favorecendo aos banqueiros; afagos ao PIG, que, não raro, passa o cacete nela; privilégios para os empresário, através a redução de impostos (como exemplo, o IPI); participação de banquetes e comilanças com a imprensa da direita (PIG), perversa; achatamento dos salários dos aposentados da Previdência Pública, levando-os ao desespero, o que, vale salientar, já foi denunciado, por diversas vezes, pelo Senador do PT, Paulo Paim; falta de definição, corajosa e honesta, sobre a indicação dos membros que deveriam compor, digna, descompromissada e imparcialmente, o STF: e muitos escorregos graves de procedimento desta nossa Presidenta, que o povo, em mal momento, elegeu.

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José Ricardo Romero

22 de abril de 2013 às 07h28

Bem feito! Alimentaram corvos e agora eles estão devorando seus olhos.

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    Ricardo Pereira

    22 de abril de 2013 às 09h05

    Concordo! Sem enfrentamentos, não há avanços. Sob certos aspectos, é até desculpável o Governo não “comprar a briga” com a grande mídia. Mas, não é admissível: 1) sentar à mesa com esses barões, achando que vai conviver bem com eles e conseguir um tratamento jornalístico honesto. Ledo engano. 2) Alimentá-los voluptuosamente com o dinheiro público, eliminando, inclusive, o processo de descentralização da mídia federal timidamente iniciada no Governo Lula.
    O PIG de hoje é a “Tribuna da Imprensa” de ontem. A história se repete, inclusive no discurso de desqualificar intelectualmente a Presidenta. Até parece que Carlos Lacerda reencarnou!
    Quem são esses tecnocratas burros da SECON? E o que dizer dos parlamentares do PT, quase todos medrosos, acuados, preocupados com os minutinhos de fama proporcionados pelo Jornal Nacional?

RicardãoCarioca

22 de abril de 2013 às 07h28

Mostra pra gente como utilizar o controle remoto, Dilma.

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FrancoAtirador

22 de abril de 2013 às 03h19

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O Jornal, como noticioso periódico impresso em papel, foi criado com o objetivo de transmitir fatos cotidianos de interesse de uma determinada coletividade, e, até o aparecimento do Rádio, era o único meio de comunicação de grande alcance disponível para divulgação periódica de notícias locais, nacionais e internacionais à população.

Por esse princípio básico de narração dinâmica, quase instantânea, da realidade coletiva, característica que o Livro não tem, o Jornal adquiriu um caráter documental próprio, passando a ser, também, uma fonte razoavelmente confiável de registros históricos.

E, durante muito tempo, os jornais detiveram o domínio exclusivo da produção da Notícia, no sentido de Narração fidedigna dos Fatos.
Ressalte-se que, até a invenção do Aparelho de Gravação, a Escrita era a única forma de registro abrangente e permanente da História, que é, em síntese, a preservação da Memória da Humanidade, que surgiu daquela busca incessante do Ser Humano pela Eternidade.

É claro que a Música, a Escultura, a Dança, a Mímica, a Pintura, a Fotografia, e todas as demais formas artísticas e culturais de expressão da Linguagem não escrita, inclusive as linguagens próprias dos cegos e dos surdos-mudos, colaboraram para a elaboração conjunta do Todo Histórico, porém nenhuma delas teve o poder de alcance, em abrangência social e extensão territorial, como teve a Escrita.

E a Comunicação é feita, fundamentalmente e majoritariamente no Planeta, pelo uso da Palavra, ainda que não exclusivamente a escrita.

Em verdade, no curso do tempo, o que houve efetivamente foi a diversificação dos meios de transmissão da Palavra proporcionada pela evolução científica da Humanidade constantemente direcionada ao aprimoramento tecnológico para a construção de novos instrumentos destinados a ampliar a Comunicação e torná-la acessível ao maior número de pessoas na Sociedade Planetária.

Pois bem, quando o Rádio se estabeleceu como meio de comunicação de massas, os jornais diários perderam a condição de transmissores exclusivos de relatos de fatos cotidianos às populações, ainda que os noticiosos das rádios fossem, durante muito tempo, meros repetidores de informações colhidas dos próprios jornais.

Mas o mais importante é que, com as transmissões radiofônicas ao vivo, o Jornal deixou de ser o detentor do monopólio da instantaneidade.
E, uma vez inventado o Gravador de Som, que permitiu o arquivamento das transmissões radiofônicas e a posterior reprodução, as fontes de informação com expressão pela Escrita, inclusive os jornais, deixaram de ser a forma única de abrangência planetária, para documentação histórica.

Com o advento da televisão, que tem um dinamismo atrativo próprio, pois vem carregada de dramaturgia, as pessoas foram perdendo gradativamente o hábito da leitura e ficando cada vez mais dependentes dos noticiosos audiovisuais, para buscar informações que antes recebiam pelos jornais, sem contar que muitas já os haviam abandonado pelo Rádio.

Também por decorrência das invenções do Rádio e da Televisão, os jornais perderam a exclusividade da produção de notícias, muito embora se mantivessem, e se mantêm, como os principais produtores de reportagens, hoje muito mais pela quantidade do que pela qualidade, mas ainda são grandes fornecedores de matérias jornalísticas tanto para as rádios, quanto para as redes de televisão, talvez até por isso ainda são publicados, já que a Internet os solapou de vez, assim como as revistas ‘informativas’ semanais.
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Rogerio

22 de abril de 2013 às 01h16

A Dilma merece, por preferir a companhia desses golpistas, pensando que eles vão perdoá-la por não ter morrido torturada…É assim que acontece com quem já foi de esquerda. Fica com síndrome de Estocolmo, adorando seus algozes…paralisada de medo deles…tanta coisa que poderia fazer, tanta coisa, mas o medo paralisa…

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Mauro da Silva Noffs

22 de abril de 2013 às 01h08

A blogosfera grita (com razão) pela urgência da regulamentação dos meios de comunicação, particularmente o rádio e a televisão que são concessão estatal. Acredito que qualquer pessoa minimamente compromissada com a questão democrática e com o debate de idéias seja a favor .Ótimo.
Por outro lado, o governo não toma nenhuma atitude nesse sentido e até mesmo dá fôlego ao pig repassando gordas verbas publicitárias. Silêncio e dinheiro… A primeira sensação que me dá é de certa raiva. Pô, porque não enfrenta uma imprensa que só ataca o governo e o PT?
Que se utiliza de qualquer falcatrua para atingir a própria honra de líderes petistas?
Até agora, a única tática que o governo externou foi a de fazer pronunciamentos em rede nacional como no caso da tarifa de energia elétrica e da desoneração da cesta básica. Vamos dizer assim, enfiou goela abaixo o “direito de resposta” ao pig, e deixou claro que essa é uma arma poderosa na luta entre governo e mídia pela formação de opinião.Nesses dois casos, foi nocaute! Mas essas respostas dizem respeito ao direito do governo falar, e não a liberdade de expressão como reivindicamos.E essa “passividade” do governo Dilma causa indignação a todos e tem gerado comentários do tipo “Dilma é ingênua”, “traidora”, “covarde”,”joga com a direita porque sabe que a esquerda não tem outra alternativa”…Só desânimo!
Nesse sentido,eu gostaria de propor uma questão (ai que medo de apanhar) um tanto polêmica: Chegou a hora? Supondo que a Dilma enviasse ao congresso uma proposta de regulamentação democrática dos meios de comunicação, uma das dívidas com a constituição, qual a chance de ser aprovado com essa atual composição política? Ou pior, que tipo de regulamentação sairia?Eu até acho haveria alguns avanços (tipo direito de resposta), mas tenho dúvidas se chegaria perto de nosso objetivo. Dos partidos atuais, além do PT, qual mais fecharia com a proposta? Quando ouço e assisto o Requião falar no senado eu fico emocionado. Dá vontade de transferir o título de eleitor pro Paraná! Só para votar nele! Mas quantos mais no PMDB?Depois de algumas atitudes do Randolfe (Se unir ao PSDB contra os “blogs sujos”, articular com o PSDB a candidatura Pedro Taques ao senado-homem do Gurgel segundo muitos)tenho até dúvida com o PSOL.Poderia ser essa a questão da Dilma,não entrar para não perder?Sei lá? Eu imagino um congresso um tanto avesso. Até mesmo gostaria de saber se existe algum levantamento sobre esse assunto. Alguém pesquisa isso?Quantos deputados e senadores estão com essa proposta?
Independente de qualquer interpretação sobre qual é a “jogada” da Dilma, uma coisa parece claro: a democratização da mídia vai ser fruto de muita luta e muita pressão. Parece claro que o governo não vai fazer nada nesse sentido, ao menos por enquanto. E daí? Vamos ficar lamentando o que a Dilma não faz?(ou não pode fazer?) O que eu sinto nos blogs, particularmente nos comentários, é um “estado de espírito” muito prá baixo, nada propositivo.
Por isso, gostaria de dar algumas idéias:
-Lutar por uma frente parlamentar pela liberdade de expressão;
-Propor, organizar e participar de debates sobre o tema com a sociedade civil organizada (sindicatos, sociedade de amigos de bairro, escolas…)
-Cobrar dos parlamentares e candidatos nas eleições manifestação sobre o tema.
E vamos para a luta!

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Euler

22 de abril de 2013 às 00h41

Pois é. Os governos federais do PT deveriam fazer um cursinho intensivo na Venezuela. Lá, pelo menos, os chavistas criaram uma TV do governo – a Venezuelana -, além da Telesur, através das quais rebatem as críticas da oposição golpista sem receio, sem vacilar, sem fazer concessões.

Além disso, as TVs da direita, tipo Globovision, são obrigadas a transmitir as matérias do governo em cadeia nacional, o que acontece diariamente. Ora, só mesmo o ingênuo PT não se deu conta, nestes 10 anos de governo federal, que os meios de comunicação são o principal poder do país. E que não podem ficar submetidos a um monopólio de meia dúzia de famílias serviçais dos piores interesses. Isso contraria a democracia e a liberdade de imprensa.

Tudo o mais, ou seja, o papo de que não deve haver intervenção ou regulação governamental, não passa de frase oca, que serve aos interesses de classe dos de cima, contra os trabalhadores. Portanto, de certa forma o PT merece apanhar, pela omissão e covardia em não peitar a grande mídia.

É graças à omissão do governo federal em relação aos meios de comunicação que o mensalão se tornou uma pedra permanente no caminho dos governos do PT, e não dos tucanos, criadores originais do esquema valerioduto. É graças também a esse monopólio da mídia por setores conservadores que o STF e o parlamento estão cada vez mais afinados com interesses dessa elite neoliberal e golpista.

Pena não termos no Brasil uma alternativa mais à esquerda com apoio de massa. Uma pena, mesmo, sermos obrigados a continuar votando nesses bundões para impedir a ascensão dos tucanos ao governo federal.

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André Luis de Alencar

22 de abril de 2013 às 00h33

Qual o problema nas opiniões da imprensa sobre a Presidente?

Foi evidente o erro de Dilma ao falar da ploitica monetária às vesperas e durante a reunião do COPOM, assim como é clara a sua dificuldade em falar de improviso…

Além do mais, os mesmos caras de pau q reclamam da imprensa hj vibravam, quando eram oposição, com as críticas ao governo FHC, por exemplo…

Pra esses, democracia é fazer o q eles querem!

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Geraldo

22 de abril de 2013 às 00h14

Dilma, obedeça à Época e fique calada, ou seja, retire as publicidades de seu governo das páginas da Veja, Folha, Estadão, Época…

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Fabio Passos

21 de abril de 2013 às 23h32

O PiG e isso ai… propaganda politica da “elite” branca e rica dirigida a pessoas pouco inteligentes.

Perdem uma eleicao atras da outra e ainda querem determinar o que a Presidenta eleita da nacao pode dizer.

Chupa, PiG!

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