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Stedile: “A mídia critica nossas ocupações, mas faz vista grossa às terras griladas pela Cutrale e Daniel Dantas”


08/04/2010 - 12h50

por Conceição Lemes

17 de abril de 1996. Cerca de 1.500 famílias de trabalhadores rurais sem-terra estão acampadas há mais de um mês no município de Eldorado dos Carajás, sul do Pará. Reivindicam a desapropriação de terras, principalmente as da Fazenda Macaxeira.

Como não são atendidas, em 10 de abril,  iniciam a “Caminhada pela Reforma Agrária”, rumo a Belém, a capital,  para sensibilizar as autoridades. No dia 16, montam acampamento próximo à cidade de Eldorado dos Carajás, interditam a estrada (no km 96 da rodovia PA-150) e exigem alimentos e transporte. Às 20h, o major que negocia com lideranças  do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) garante que as reivindicações seriam levadas às autoridades estaduais e federais competentes. Um acordo é fechado.

Mas no dia 17, às 11h, um tenente da Polícia Militar (PM) comunica uma contra-ordem: nenhuma reivindicação seria atendida, nem a mesmo a doação de alimentos. Duas tropas fortemente armadas da PM – uma vinda de Marabá, outra de Paraupebas –, ocupam a estrada e iniciam a desobstrução, descarregando revólveres, metralhadoras e fuzis sobre os trabalhadores sem-terra, que se defendem com paus, pedras, foices e os tiros de um único revólver. O resultado da operação é o Massacre de Eldorados dos Carajás: 19 sem-terra  barbaramente assassinados e  69 feridos. Os feridos tiveram de ser aposentados por incapacidade  para o trabalho agrícola;  dois deles faleceram meses depois em consequência dos ferimentos.

A partir daí, a Via Campesina Internacional instituiu o  17 de abril como o Dia Internacional da Luta Camponesa. No Brasil, o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, tornou a mesma data  Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária.  Desde então, acontecem manifestações camponesas no Brasil e no restante da América Latina. Este ano, no dia 17, elas ocorrerão mais uma vez.

“O objetivo é dar visibilidade à nossa luta, até porque, até hoje, nenhum dos policiais e políticos responsáveis pelo Massacre de Carajás  foi punido”, afirma João Pedro Stedile, o principal líder do MST. “O papel do nosso movimento é organizar os trabalhadores do campo pobres para que lutem por seus direitos, melhorem de condições de vida e tenham terra para trabalhar.”

A mídia corporativa, que frequentemente criminaliza o movimento dos trabalhadores rurais sem-terra, já está em campanha contra o “Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária” de 2010. O editorial “O vermelho de abril” publicado no Estadão de domingo passado, 4 de abril, é uma mostra do que está por vir. Nesta entrevista exclusiva ao Viomundo, João Pedro aborda desde o comportamento da mídia às ocupações violentas do MST, que têm feito com que o movimento perca apoio de uma parte da sociedade.

Viomundo — O editorial do Estadão do último domingo dissemina medo em relação ao MST. Ao mesmo tempo, torce veladamente  para que o abril de 2010 seja mais vermelho – leia-se violento, sangramento — e respingue na candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff (PT). Essa é a sua leitura do editorial?

João Pedro Stedile – Nós estamos acostumados com as declarações ideológicas desse jornal. Ficamos impressionados com a clareza com que defendem os interesses do latifúndio, da minoria privilegiada. O Estado de S. Paulo é o principal porta-voz das oligarquias rurais e dos setores mais atrasados da burguesia brasileira. Não aceitam qualquer mudança social. Há mais de 100 anos defendem a ferro e fogo os privilégios da classe dominante.

Assim como antigamente faziam anúncios de venda de trabalhadores escravos, agora se colocam contra a reforma agrária. Qualquer movimento de trabalhadores organizados é um problema. Por isso, tratam o nosso movimento como uma ameaça à toda a sociedade, que deve ser acompanhado com preocupação e combatido por parlamentares, juízes, órgãos de inteligência e formadores de opinião.

Para isso, o jornal tenta construir um clima de terror e medo, colocar um movimento de trabalhadores sem-terra como uma sombra na sociedade, criando uma paranóia que só convence aqueles que não conhecem a realidade do campo. A reforma agrária é uma ameaça, de fato, somente aos 50 mil proprietários com mais de 1.000 hectares que concentram 146 milhões de hectares (43% das terras agricultáveis). Eles representam 1% dos proprietários e devem se preocupar…

Viomundo – Já a Folha tenta jogar o MST contra o governo federal. É isso mesmo?

João Pedro Stedile – O estilo da Folha é mais fofoqueiro e costuma se dedicar à pequena política. São fofocas de salão. Acredita que pode alterar a luta de classes com factoides. Investe em fofocas para tentar criar contradições vazias entre o nosso movimento e o governo federal, ignorando a situação dos trabalhadores rurais e a lentidão para a criação de assentamentos. Na atualidade, prioriza a criação de factoides em defesa da candidatura de José Serra a presidente e da continuidade dos tucanos à frente do governo do estado de São Paulo. O sonho do seu proprietário é ser um intelectual respeitado, mas não passa de um pequeno-burguês lambe botas dos grandes interesses da burguesia.

Viomundo – Como caracterizaria o comportamento dos outros veículos da chamada grande imprensa?

João Pedro Stedile – Os mais perniciosos são os veículos das Organizações Globo. O Globo e o Jornal Nacional são manipuladores contumazes. Conseguem unir com genialidade a ideologia burguesa com os seus interesses particulares para ganhar dinheiro sustentando ideologicamente a desigualdade da nossa sociedade. Espero que o projeto de banda larga popular e gratuita enfraqueça o poder de manipulação da televisão aberta e enterre o papel da Globo na sociedade brasileira.

Viomundo – Já li uma entrevista sua onde coloca o governo Lula e o FHC em pé de igualdade. Acha que são iguais mesmo?

João Pedro Stedile – Na forma de tratamento dos movimentos sociais, não são iguais, não. FHC tentou cooptar, isolar e criou condições para a repressão física, que resultou nos massacres de Corumbiara e Carajás. Já no governo Lula há mais diálogo. Nunca houve repressão por parte do governo federal.

Infelizmente, em ambos os governos, não houve desconcentração da propriedade da terra, o que é o fundamental. A reforma agrária é uma política governamental, executada pelo Estado em nome da sociedade, que visa desapropriar grandes propriedades de terra que não cumprem a função social. É uma bandeira republicana, que se insere nos direitos democráticos. Para isso, procura democratizar o acesso à terra e desconcentrar a propriedade fundiária. Dentro desse conceito, durante os governos FHC e Lula, os latifundiários aumentaram o controle das terras.

Está em curso um movimento de contra-reforma agrária, realizado pela lógica do capital de empresas transnacionais e do mercado financeiro. De acordo com o censo de 2006, 15 mil fazendeiros com mais de 2 mil hectares controlavam nada menos que 98 milhões de hectares. Também houve uma maior desnacionalização das terras, com a ofensiva do capital estrangeiro. Somente no setor sucroalcooleiro, em apenas três anos, o capital estrangeiro se apropriou de 27% de todo setor, segundo o jornal Valor Econômico.

Apesar disso, reitero as diferenças. O governo FHC  era o legítimo representante da aliança entre uma parcela da burguesia brasileira subordinada aos interesses do capital internacional e financeiro.  Já o governo Lula representa um outro tipo de alianças.  É um governo de conciliação de classes, que juntou dentro dele setores da burguesia brasileira e setores da classe trabalhadora.  E por isso é um governo mais progressista do que o governo FHC.

Viomundo – Em agosto de 2009, o MST acampou durante duas semanas em Brasília, além ter feito marchas e protestos por todo o país. Na ocasião, apresentou uma pauta de reivindicações e estabeleceu uma negociação ampla com o governo federal para a retomada da reforma agrária. Como está essa agenda?

João Pedro Stedile – Nas negociações, o governo se comprometeu a assinar a portaria que revisa os índices de produtividade e investir mais 460 milhões para as desapropriações de latifúndios, além de demandas para resolver problemas nos estados. Infelizmente, não houve ainda atualização da portaria dos índices de produtividade nem aporte de recursos para reforma agrária.

Esperamos que o governo cumpra a sua palavra. Dessa forma, poderão, pelo menos, resolver problemas pontuais e conflitos que se somam nos estados. Há mais de dois anos processos assinados para desapropriação de fazendas estão parados por falta de recursos do Incra. O governo precisa investir, no mínimo, 1 bilhão de reais para zerar o passivo de fazendas, que estão em processo final de desapropriação. O orçamento previsto para o ano é apenas 460 milhões de reais.

Viomundo – Este ano teremos eleições presidenciais. Eu sei que oficialmente o  MST não apóia este ou aquele candidato. Mas a base assim como a direção tem suas preferências.  Em que candidato não votariam de modo algum?

João Pedro Stedile – Nós fizemos um debate com os movimentos sociais que se articulam na Via Campesina Brasil. Há um sentimento de que devemos colocar energias para impedir que o Serra ganhe as eleições. Não se trata de julgamento pessoal ou partidário, mas de uma avaliação do tipo de projeto e de forças sociais que ele representa.

Viomundo – Em que candidatos poderiam votar?

João Pedro Stedile – Em toda a nossa trajetória, o MST nunca tirou deliberações sobre nomes para votar nas eleições. Mas naturalmente a militância tem consciência política de votar – em todos os níveis – em candidatos que sejam comprometidos com a reforma agrária e com as mudanças necessárias para o Brasil. A partir disso, cada um, de acordo com a sua consciência, faz a escolha.  O voto é uma manifestação da liberdade política individual, que deve se expressar em torno de projetos de sociedade.

Viomundo – Nas eleições deste ano, o jogo será muito sujo. Como vocês pretender pretende agir neste contexto, já que as forças conservadoras tentarão queimar a candidatura Dilma, valendo-se do MST?

João Pedro Stedile – Realmente, a campanha eleitoral deste ano será muito disputada e dura. As elites e seus meios de comunicação já fizeram diversas reuniões para se articular e se organizar, numa verdadeira guerra ideológica. Eles farão de tudo para manipular fatos e criar factoides para favorecer o Serra. Ao mesmo tempo, caso não tenham condições de ganhar, tentarão fazer com que uma vitória da Dilma esteja condicionada e comprometida em não fazer mudanças. Para isso, vão atacar sistematicamente todas as lutas sociais e movimentos populares, para evitar que atuem como força social nas eleições e discutam projetos de sociedade. Ou seja, vão sobretudo criminalizar a luta social. Esse é o jogo.

Nós estamos acostumados a ele e, independentemente de candidaturas, continuaremos fazendo o nosso papel, ou seja: organizar os trabalhadores do campo para que lutem por seus direitos e melhorem as suas condições de vida. Até os intelectuais dos tucanos sabem que nunca houve em toda a história da humanidade mudanças sociais a favor do povo e dos mais pobres sem que eles se organizassem, lutassem e conquistassem.

No fundo, o que a grande mídia teme é a força organizada dos trabalhadores. Por isso, tentam criar um clima de desânimo, contrário às lutas sociais, para evitar uma nova ascensão  do movimento de massas que altere a correlação de forças na sociedade. A força da classe dominante está no poder econômico e na mídia, com o controle da ideologia. A força dos trabalhadores está na sua capacidade de mobilizar as maiorias. Para quem não acredita em luta de classes, podem esperar cenas cotidianas desse confronto.

Viomundo – Muita gente defende realmente a reforma agrária, mas discorda de ocupações que consideram violentas. O senhor concorda com esse tipo de ocupação? O que diria as essas pessoas?

João Pedro Stedile – O MST já usou todas as formas de luta possíveis e legítimas na luta pela democratização da terra: abaixo-assinados, 800 mil se cadastraram nos Correios (nos tempos do FHC), marchas de mais de 1.500 quilômetros, manifestações de rua e também ocupações de terras. Se houvesse vontade política e força social suficiente, não precisaríamos fazer ocupações de terra. Isso representa um enorme sacrifício para as famílias. As famílias não fazem ocupações porque gostam. A história de dominação do latifúndio é que fez com que as ocupações se transformassem na principal forma de luta dos camponeses.

As pessoas que criticam as ocupações de terra deveriam saber que todos os assentamentos que existem foram frutos de ocupações e pressão de acampamentos. Ao mesmo tempo, deveriam saber também que a maioria dos grandes proprietários não obteve suas terras por meio do trabalho, mas se apropriou ilegalmente de terras publicas por meio da apropriação indébita. O que as pessoas dizem quando o banqueiro Daniel Dantas usa recursos de origem desconhecida para compra 56 fazendas com mais de 400 mil hectares no sul do Pará? Algumas delas são griladas de terras públicas e portanto nem sequer escritura têm.

Viomundo – E a ocupação da Cutrale?

João Pedro Stedile – Todo mundo criticou a nossa ocupação na Cutrale, porque os companheiros numa atitude desesperada derrubaram pés de laranja. No entanto, não ouvimos críticas na mesma altura pelo fato de a Cutrale se apropriar de mais de 5 mil hectares de terras públicas, registradas como propriedade da União, e que o Incra move um processo para despejá-la.  Os trabalhadores são condenados por destruir menos de um hectare de pés de laranjas, mas a Cutrale pode grilar terras, criar um cartel no setor do suco e, com isso, nos últimos dez anos, segundo o IBGE, levar à falência mais de 20 mil pequenos e médios citricultores, que foram obrigados a destruir mais de 200 mil hectares de laranja no estado de São Paulo !!!

Viomundo – O MST não receia perder o apoio de parte da sociedade em função das ocupações de terra?

João Pedro Stedile – É possível que determinados momentos setores da sociedade se deixem influenciar pela campanha sistemática da imprensa. Mas quando isso não tem base real e verdadeira, as pessoas se dão conta de que há manipulação. A mídia burguesa já fez muita campanha contra o Lula, mas a população continua dando apoio ao seu governo.

Na base social, entre os pobres, entre os trabalhadores, o MST continua tendo muito apoio. Eu diria até que o MST nunca teve tanto apoio entre os setores organizados e conscientes da nossa sociedade. Esses setores se deram conta que as elites não querem abrir mão da concentração da propriedade e, por isso, nos atacam com tanta veemência.

Se fosse pela vontade das elites, nós e os demais movimentos sociais já tinham desaparecido. Estão nos perseguindo no Congresso Nacional: em oito anos, criaram três CPIs contra o MST. Não há registros na história do Brasil de perseguição desse tipo contra nenhum movimento social ou partido político. No entanto, continuamos firmes, porque a causa da reforma agrária é justa e necessária para o país.

No fundo, todo mundo é a favor da reforma agrária e contra o latifúndio. Chegará o dia em que a verdade será maior do que a manipulação.

Viomundo – Mas o apoio da sociedade civil à reforma agrária é importante, concorda?

João Pedro Stedile – Com certeza. Infelizmente, vivemos um momento de refluxo do movimento de massas em geral. E isso diminui a força daqueles que defendem mudanças no campo e nas cidades.

Veja a dificuldade para aprovar a lei que reduz 44 para 40 horas a jornada de trabalho, já em vigor em todo o mundo industrializado. Veja a dificuldade para aprovar o projeto de lei que determina a desapropiaçao de fazendas com trabalho escravo. Veja a greve dos professores do Estado de São Paulo. A sociedade não fez ainda ações concretas para apoiar demandas tão justas. As organizações populares e progressistas não têm tido força para fazer as mudanças. Pelas mãos do agronegócio, o Brasil se transformou no maior consumidor mundial de venenos agrícolas (são 720 milhões de litros por safra, que agridem o meio ambiente, destroem o solo, as águas e vão para seu estômago dentro dos alimentos) e a sociedade não reage! Mas isso é temporário. Outro ciclo virá com o reascenso dos movimentos de massas e de maior mobilização das forças populares. Aí, teremos as mudanças necessárias, como a reforma agrária. Não se pode pensar em reforma agrária separada das demais mudanças que a sociedade brasileira precisa.





120 comentários

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Fabio_Passos

09 de abril de 2010 às 22h53

Não faz sentido critcar o MST porque suas ações "abrem a porta" para as difamações e manipulações baratas da mídia-lixo-corporativa: rede globo / quadrilha veja / estadão / fsp.

O povo segregado tem todo direito de lutar.
As manipulações e mentiras da mídia são o problema.
A perseguição e repressão política desta "elite" crápula são a questão.

As ações da população oprimida em busca de justiça são virtuosas.

Agora com a rede cada vez mais forte – e a quebra da ditadura do pensamento único – é nosso dever apoiar as demandas e as ações de luta política dos movimentos sociais. Apoiar as demandas da população marginalizada.

Não temos que tentar "ensinar" qual deve ser a postura do MST.
A postura deles é lutar ativamente por direitos fundamentais da população oprimida.
E fazem isso com muita coragem.

Tô com o MST e não abro.

Meu saco já tá cheio das patifarias desta "elite" branquicela, rica… e podre!

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dvorak

09 de abril de 2010 às 23h06

"Ganha meu voto candidato que:
– firmar compromisso de combater o latifúndio e a monocultura
– alterar esta lógica(?) perversa de favorecer transnacionais do agronegócio
– privilegiar a agricultura familiar "

Vai ter que votar nulo ou em branco, caro bloguiado Fabio Passos!!!

eheheheheheeheh

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    Christian Schulz

    29 de abril de 2010 às 02h18

    Cê não tava com dengue ou coisa assim?

JOSÉ LUIZ COUTO

09 de abril de 2010 às 22h20

MPF investiga apresentador de TV que ofendeu, no ar, estudante do PR
Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

O Ministério Público Federal (MPF) de Ponta Grossa (PR) anunciou, nesta sexta-feira (9), que instaurou Procedimento Administrativo para apurar o caso do apresentador José Carlos Stachowiak, conhecido como Zeca, que ofendeu estudante de Jornalismo durante edição de seu programa, o "Rádio Patrulha 2", veiculado pela TV Vila Velha.

Na ocasião, Zeca xingou e ameaçou um estudante de Jornalismo do 2º da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) que produziu texto acadêmico tecendo críticas a respeito do conteúdo do programa "RP2". "Quando eu te pegar, se eu te pegar, você tá f…", disse o apresentador entre outros termos de baixo calão.

Em entrevista ao Portal IMPRENSA, Zeca declarou que se "excedeu". "Me excedi nos comentários, na hora me senti muito ofendido e falei o que veio à cabeça", explicou.

http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_n

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Melinho

09 de abril de 2010 às 22h17

O SIGNIFICADO DE TERRAS "GRILADAS"

Eu não sabia o porquê de grilada. Alguém pode me dizer se a explicação seguinte está correta?

Enviado por Carlos Eduardo Gomes Pereira (PB) em 04-12-2007.
"Prática muito antiga de colocar um papel (contendo um tipo de comprovação" de propriedade) dentro de uma gaveta junto com alguns grilos. O papel, após algumas semanas, passa a ter uma aparência envelhecida em razão dos dejetos daqueles insetos. Com este papel envelhecido pela ação dos grilos, a pessoa visa comprovar a antiguidade de sua ocupação".

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    Mayra

    06 de novembro de 2010 às 15h41

    Também conheço essa versão para o termo.

Fabio_Passos

09 de abril de 2010 às 21h36

As ocupações do MST são corretas e justas.
Injusto são estes 1% de latifundiários concentrando 43% das terras agricultaveis…

Manifestação que não incomoda o poder estabelecido funciona?

Ganha meu voto candidato que:
– firmar compromisso de combater o latifúndio e a monocultura
– alterar esta lógica(?) perversa de favorecer transnacionais do agronegócio
– privilegiar a agricultura familiar

Roberto Requião acerta em cheio:

“O MST é o anticorpo da subserviência e da covardia. É uma demonstração de saúde da sociedade brasileira. A doença é a passividade, o conformismo, a submissão, a marginalização do mercado de trabalho e de consumo. O MST é o movimento palestino em Gaza. É a revolta organizada e sistemática contra a pressão e a marginalização. É evidente que ele não pode estar certo sempre, mas é útil à construção da democracia e ao avanço dos movimentos populares”

“Requião participa das comemorações dos 25 anos do MST no Rio Grande do Sul – 24/01/2009 ” http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article

Toda minha solidariedade ao MST: A voz dos brasileiros segregados.

Poder para o povo pobre!

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    Marisa Leite

    10 de abril de 2010 às 00h28

    Muito Bem!

    E Requião, o magnânimo, poderia doar o conjuntinho de jóias Bvlgari que sua digníssima esposa usava na posse de seu vice ou os de cavalos de raça que amealhou com seu salário de funcionário público para o MST. Daria para comprar terras para todos.
    http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteud

    Demagogo.

dvorak

09 de abril de 2010 às 17h47

"Eu também acredito que o "divino" nada sabia do mensalão do PT"
"Importante vossa senhoria esclareça o que foi o tal "mensalção", quem acusou quem, como estão as coisas na Justiça, quando haverá julgamento,… Essas coisas básicas."

Aí vai, caro bloguiado Carlos:

PROCEDÊNCIA

Número: INQ 200538000249294
Orgão de Origem: JUIZ FEDERAL
Origem: MINAS GERAIS
Volume: 177 Apensos:477 Folhas:38150 Qtd.juntada linha: 1

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Ramo do Direito
Assunto DIREITO PENAL | Crimes Praticados por Funcionários Públicos Contra a Administração em Geral
DIREITO PENAL | Crimes contra a Paz Pública | Quadrilha ou Bando
DIREITO PENAL | Crimes Previstos na Legislação Extravagante | Crimes de "Lavagem" ou Ocultação de Bens, Direitos ou Valores
Folhas 38150
Data de Autuação 12/11/2007

PARTES
Categoria Nome
AUTOR(A/S)(ES) MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
PROC.(A/S)(ES) PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA
REU(É)(S) JOSÉ DIRCEU DE OLIVEIRA E SILVA
ADV.(A/S) JOSÉ LUIS MENDES DE OLIVEIRA LIMA
REU(É)(S) JOSÉ GENOÍNO NETO
ADV.(A/S) SANDRA MARIA GONÇALVES PIRES
REU(É)(S) DELÚBIO SOARES DE CASTRO e outros…

Últimas movimentações:

Data Andamento Órgão Julgador Observação Documento
08/04/2010 Questão de ordem TRIBUNAL PLENO
Íntegra da Decisão

08/04/2010 Petição 20378/2010 – 08/04/2010 – BANCO DO BRASIL – REQUER CÓPIA DO LAUDO.

08/04/2010 Petição 20190/2010 – 08/04/2010 – OFÍCIO Nº 57/2010-GP/GAB/PR, PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, 8/4/2010 – PRESTA INFORMAÇÕES EM ATENÇÃO AO OFÍCIO Nº 704/R.

Se quiser saber algo mais ou acompanhar o processo do mensalão do PT é só visitar o endereço:
http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcesso
.

Responder

Fernando

09 de abril de 2010 às 17h27

Ibama está em greve, e o próximo será o Incra.

Força aos grevistas!

Responder

luis

09 de abril de 2010 às 17h27

A propósito de nossa midia democrática e independente (SIC): 7000 (sete mil palestinos) estão em greve de fome em 13 presidios israelenses; exigem que cessem buscas humilhantes nos visitantes, que seja garantido o direito a exames escolares etc. Bem, as mocréias (cantanhede e leitão), os rossis, azevedos e canhalhas afins ainda não "desmaiaram" de solidariedade, como fizeram em relação ao cubano a serviço dos shoppings em Miami…

Responder

Carlos

09 de abril de 2010 às 17h12

"O estilo da Folha é mais fofoqueiro e costuma se dedicar à pequena política. São fofocas de salão."
Eliane leu?

Responder

Carlos

09 de abril de 2010 às 15h51

Azenha,
moro no interior do Estado de São Paul, onde uma concessionária (Automec) da General Motors invadiu uma área verde pública da Prefeitura e, pasme!, transformou o imóvel num ponto de venda de automóveis!
Fiz a denúncia no Ministério Público em 2009, pois tenho documentos em que a Prefeitura reconhece que houve a invasão, que ela é ilegal, e que foi solicitada a desocupação imediata da área, mas que a empresa "pediu um prazo" para isso.
O Inquérito Civil já passou pelas mãos de vários Promotores de Justiça, os quais ainda não decidiram nada.
O Prefeito (PDT), que aliás foi indicado para ser o vice de Mercadante, mas que desistiu, publicou um Decreto "alugando" a área verde pública para a empresa, por cerca de R$ 27.000,00 por ano!!!
Para se ter uma idéia, concessionária fechou a Rua durante dois dias (sem autorização da Prefeitura) para fazer um "feirão" de venda de automóveis….
Que tal o MST pleitear o mesmo?

Responder

Marcelo Pinheiro

09 de abril de 2010 às 12h05

De maneira semelhante: quando um preso comum cubano faz greve de fome vira manchete por semanas. Já quando cerca de sete mil presos políticos palestinos, em treze prisões israelenses, iniciam a primeira grande greve de fome reivindicando direitos básicos garantidos no Direito Internacional tais como direito a visitas e o fim das revistas humilhantes não se vê uma nota sequer em nenhum jornal brasileiro.

Responder

    MARCELO

    09 de abril de 2010 às 16h45

    Exatamente.. Xará

Ana

09 de abril de 2010 às 13h15

A elite emergente "branca de olhos azuis" é má, formou sua fortuna explorando ciddãos brasileiros trabalhadores pobres, e continua pagando salários miseráveis e tendo a sua disposição serviçais que ganham salário baixíssimos.A concentração de renda e o latifundio mantidos há séculos, irá prevalecer enquanto o povo continuar assistindo novelas , e outros programecos de dominação social.
Infelizdmente eu não acredito em mudanças, quando os políticos já estão passando "seus mandatos" aos filhos e netos e o povo não consegue exercer atividade parlamentar. São grupos oligárquicos que dominam a política e irão manter as políticas que nos oprimem.
Parabéns ao MST.

Responder

    O vice do Lula?

    09 de abril de 2010 às 15h20

    Ana,ninguem nasce sabendo politica,embora sejamos seres politicos,porque o desanimo,se todas as pessoas que se dizem de esquerda(de fato), se juntassem em suas cidades( bairros,fabricas,escolas,enfim… ), para fazer trabalho de base,no médio prazo,com certeza,seriamos hegemonia nesta sociedade burguesa,aí a conversa seria outra,depende de nós,é só começar fazer trabalho de base,é claro!!!

    francisco.

Gerson Carneiro

09 de abril de 2010 às 12h34

Qual o real objetivo do MST? Verdadeiramente não me convenço de que seja apenas ter um pedaço de terra para trabalhar. Não creio que assentando toda a gente do MST em uma área o MST quietasse o facho (é uma pena que isso não ocorre para sanear minha dúvida). Assim como não creio nas razões dos latifundiários (não me convence a imagem da senadora Kátia Abreu erguendo uma revista Veja no congresso) e assim como creio na posição ideológica dos jornais O Estado de São Paulo, A Folha de São Paulo, das Organizações Globo, e do Grupo Abril.

Responder

    Gerson Carneiro

    09 de abril de 2010 às 13h31

    Em tempo: quando digo que “creio na posição ideológica dos jornais O Estado de São Paulo, A Folha de São Paulo, das Organizações Globo, e do Grupo Abril”, não é no sentido de compartilhamento das idéias, mas sim, no sentido de acreditar que tais são a posição ideológica dos referidos grupos.

    Cecilia

    09 de abril de 2010 às 18h05

    Vá conhecê-los! Eu os conheço, estive num assentamento. Encontrei trabalhadores de cabeça erguida, pessoas politizadas e donas de seus destinos, com uma renda de 3500 reais POR ANO! Desculpa, mas a reforma agrária é necessária. E sem o MST ela não existe. Isso acontece, entre outros motivos, porque estamos parados, deixando que a mídia ideológica faça sim, com todo o nosso senso crítico, a nossa cabeça.

    Fabio_Passos

    10 de abril de 2010 às 01h39

    Também penso assim.
    Creio que é nosso dever defender aqueles que lutam por justiça social destes difamadores da mídia-corporativa.

    Gerson Carneiro

    10 de abril de 2010 às 10h51

    Cecilia, quero de fato conhecê-los. Minha dúvida é quem de fato está conduzindo-os. Eu posso ter todas as boas intensões e boa-fé do mundo, mas posso estar sendo manipulado, até mesmo por ingenuidade. Não estou fazendo acusações. E você não tem que me pedir desculpas nenhuma. Estamos todos nessa bruma tentando entender. E se há uma coisa que incontestavelmente eu sou contra é a mídia ideológica. Essa jamais fará a minha cabeça. É que para mim não fica claro por exemplo quando vejo o MST recebendo dinheiro do governo e invadindo e promovendo um quebra-quebra no Congresso. Certamente o trabalhador de cabeça erguida, politizado e dono do seu respectivo destino, "com uma renda de 3500 reais POR ANO", que você encontrou, não estava lá.

Gerson Carneiro

09 de abril de 2010 às 12h33

Esse conflito ideológico nunca vai acabar. Como bem lembrou a comentarista Alice “O jogo começou em 1850, quando um senador muito esperto, latifundiário, conseguiu aprovar a Lei de Terras, que criou vários obstáculos para a população mais pobre do Brasil tivesse acesso a terras. Tudo isto tendo em vista a possível libertação dos escravos”. E eu acho até que vem de muito antes, desde o regime de concessão de Sesmarias.
"Todas as terras produtivas estão tomadas em um país que é quase deserto" (Relatório de Gonçalves Chaves do ano de 1822)

Responder

Fabio Guedes

09 de abril de 2010 às 12h30

O sr. Stédile é útil ao PT ao atacar o PSDB. É uma espécie de pitbull, preso na coleira dos patrocínios das estatais a revista do "movimento". Evita apoiar Dilma publicamente, para não criar mal estar na classe média, antipática ao "movimento".

No fundo, o PT não apóia nenhuma demanda do MST. Mas a causa desse serve aos interesses políticos daquele. O PT foi formado nos pátios das fábricas, mas pegou o elevador, e hoje senta na mesa do capital pra trocar figurinhas. Principalmente a do "agrobusiness". Quando se tornar inconveniente, o PT chuta o MST e o pitbull Stedile de lado.

Responder

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h58

    Chutes, palpites, besteiras.
    Não sabes nada do que fala, ignoras tudo.

    Cecilia

    09 de abril de 2010 às 18h11

    Desculpa, mas é fácil para quem está numa cadeira bem confortável pensar que as pessoas são apenas isso ou aquilo a serviço desse ou aquele jogo político. O MST é independente politicamente porque é uma luta pela distribuição de terras e, em pequenas cidades, que progrediram com uma melhor distribuição de renda, com comércio local e produção variada de alimentos e víveres que o assentamento traz, tem o apoio de prefeitos de partidos variados. Vamos nos informar! É fácil admirarmos o Che Guevara porque lutou pela igualdade em lugares distantes e não reconhecermos pessoas com ações políticas eficazes que melhoram a vida de milhares de brasileiros!

    Gerson Carneiro

    10 de abril de 2010 às 09h54

    Cecilia, você tocou em um ponto crucial: nós temos o costume de não valorizarmos nossos heróis contemporâneos. Hoje nos referimos à figura simbólica de Tiradentes como "herói que lutou pela independência e foi esquartejado". Se fosse contemporâneo seria reduzido ao espostejamento da mesma forma. Ouso dizer que se Jesus Cristo aparecesse hoje na terra com seu ideal de bem comum e justiça social seria desprezado e crucificado novamente pelos métodos modernos de crucificação. Não me resta dúvidas disso. Talvez seja por isso que Ele se recusa a voltar, porque desde criança ouço dizer que Ele vai voltar, mas nunca chega.

Barreto

09 de abril de 2010 às 11h34

O jornaleco folha em sua edição on-line traz uma informação falsa: A de que o ex-prefeito de Niteroi Godrofredo Pinto é o vice do atual prefeito. Nem poderia, pois o Godofredo foi prefeito de 2002-2008, portanto não poderia se candidatar-se a outra reeleição. Ou seja, os jornalistas da Foia de São Paulo ale´m de mal informação não conhecem a Constituição Federal. Vejam:http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult9

Responder

Eugenia

09 de abril de 2010 às 11h22

Esse assunto ê bastante sêrio e massacrante. Sabemos o quanto o Stedile luta. Nosso paîs ê dominado pela elite e pela mafia. Nâo sei quando chegaremos a um ideal de vida para brasileiros. Acho que sô fuzilando esses indivîduos que ninguem pega, e que continuam comprando o Brasil e ninguem consegue se impor com espirito de estadista. Stedile, estaremos sempre vendo e apoiando sua causa

Responder

Eduardo guimarães

09 de abril de 2010 às 11h05

Acho que o MST não tem uma estratégia de comunicação e age como se não importasse com as difamações, o que é um erro. Enquanto entidades como essa ou como a Apeoesp não fizerem protestos focalizando a mídia, ela continuará atacando-os como se fosse apenas observadora isenta. É impressionante a alienação dessas entidades.

Responder

    rafael

    09 de abril de 2010 às 14h40

    Concordo com o Eduardo, o mst não se comunica com o resto da população brasileira de forma eficaz.

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h09

    Nós, os urbanos, podemos e demos atuar no sentido de esclarecer. Exemplo: reforma agrária gera riquezas no campo e, logo, estimula pessoas a retornarem a seus locais de origem e ou não irem para os grandes centros urbanos.
    Importante também historiar casos de reforma agrária em todo o mundo.

    francisco.latorre

    09 de abril de 2010 às 17h28

    é mais por aí…

    Cecilia

    09 de abril de 2010 às 18h15

    Pois eu discordo. Vamos culpar as entidades de luta pela NOSSA desinformação? Ou vamos passar a pesquisar em outros lugares, discriminar dados e nos aproximarmos nós das lutas do povo? Quem luta realmente tem muito o que fazer. Sua luta não é um espetáculo midiático, é uma transformação real no destino de milhares de famílias!

    Fabio_Passos

    10 de abril de 2010 às 01h56

    Falou e disse!
    Os cara lutando por uma vida mais justa… são perseguidos, torturados e levam bala na cabeça da polícia e de jagunços.

    E quando outros jagunços – os midiáticos – perseguem o movimento nós assistimos passivamente? Afinamos?
    Uma ova.

    É nosso dever como cidadãos defender ativamente os movimentos populares da perseguição suja da mídia.

    Valmir

    09 de abril de 2010 às 21h33

    Eduardo, o MST não se comunica da mesma forma que os negros escravos não se comunicavam, o povo de Canudos não se comunicou , as Ligas Camponesas não se comunicaram, e praticamento todos os demais movimentos sociais do campo não se comunicaram. Ou seja, o problema não é o movimento social não saber se comunicar, é simplesmente não ter ferramentas pra se comunicar. Ao contrário dos partidos politicos, não tem horário na TV. E sobre internet, faz tempo q o MST tem página web. Sempre teve jornal mensal, revista bimestral, diversas rádios comunitárias. Aliás, nas cidades pequenas onde tem assentamento do MST, há um grande apoio popular. Agora, achar q o MST terá condições de competir com as grandes redes de TV, jornalões e Veja's da vida, é muita ingenuidade.

    Gerson Carneiro

    10 de abril de 2010 às 10h13

    Concordo com o que dizem Cecilia e Valmir. Não há "protestos focalizando a mídia" dos movimentos sociais capazes de domesticá-la, uma vez que o oligopólio da mídia neoliberal-burguesa está determinado a cumprir à risca sua função que é exatamente sufocar qualquer possibilidade de fortalescimento das lutas do povo. Isto que estamos fazendo aqui sim é o prenúncio da bancarrota da mídia burguesa. E contamos com um aliado muito forte que é o descrédito em si promovido por ela mesma.

francisco.latorre

09 de abril de 2010 às 10h18

muito inteligente o stédile.

como sempre.

Responder

francisco.latorre

09 de abril de 2010 às 10h01

muito boa a entrevista.

Responder

STURT

09 de abril de 2010 às 05h41

BOM,O NOSSO AMIGO SÓ ESQUECEU DA PERSEGUIÇÃO DO ESTADO E DA BURQUESIA A MOVIEMNTOS EM TODA HISTORIA E ACREDITO QUE ESSES FORAM MAIORES DO QUE A DO MST.E SO LER A HISTORIA DO PCB PARA VER.MAS O MST SIM É MUITO PERSEGUIDO E ISSO POR QUE TEM FORÇA PARA BUSCA AQUILO QUE QUER,SE NÃO TIVESSE, SERIA IGNORADO POR ELES(BURQUESIA)…

SO UMA RESOLVA SOBRE ENTREVISTA.

TENTAR FOCAR A ENTREVISTA DE UM LIDER DO MOVIMENTO SOCIAL EM CIMA DESSA DISPUTA DO JOGO ELEITORAL NÃO É ETICO EM RELAÇÃO A ESSE MOVIMENTO E SIM PURO CARATER ELEITOREIRO.iSSO QUE GRNDE MÍDIA FAZ.O PT NÃO PRESCISA DISSO…

Responder

    Conceição Lemes

    09 de abril de 2010 às 08h43

    Sturt, preferimos que os comentários sejam em letras minusculas; só com maisculas atrapalham a leitura.

Jussara

09 de abril de 2010 às 04h46

E a mídia continua com seu trabalho de formiga: no Portal Terra, a chamada "INSS: Aposentado sofre novo golpe'.
Quando se clica no link, aparece um texto com o título: "INSS alerta para golpes contra aposentados".
Pela chamada, fui induzida a pensar que o INSS tinha feito alguma coisa contra os aposentados, mas já no título da matéria vi que se tratava de um golpe que está sendo aplicado contra os mesmos.
Quem só lê as chamadas registra uma mensagem contra o INSS = Governo Federal = Lula = Dilma.
E isso é só o começo….

Responder

Stedile vê o mundo » O Recôncavo

08 de abril de 2010 às 23h25

[…] por Conceição Lemes no Vi o mundo […]

Responder

Messias Macedo

09 de abril de 2010 às 01h01

Máscaras caem: tucanos não querem FHC por perto
Ele [Otávio Frias] não gosta que se fale do passado; será que o passado faz lembrar dos carros emprestados a torturadores?
Emhttp://escrevinhador.com.br/ – ínclito e impávido jornalista Rodrigo Vianna

COMENTÁRIO:

SOBRE OS RÉUS – E REFÉNS – DO PASSADO!

Bom, se o passado não conta, segundo os Frias da ditabranda, por que Diabos o ex-governador sem prenome das Minas Gerais afirmou, há poucos dias, que o Brasil, de hoje, não existiria se não fosse o Itamar Franco, o Plano Real e o FHC?!

Se passado não conta, por que Diabos a 'Folha da ditabranda' publicou – CRIMINOSAMENTE – um dossiê falso sobre a candidata oficial, Dilma Brasileira Rousseff?!

Se o passado não conta, por que DIABOS a DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL teima em reproduzi-lo?!

República Destes Bananas Apodrecidos e Carcomidos pelo Passado
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Fernando

09 de abril de 2010 às 00h41

Achei estranho a entrevistadora citar tanto a Dilma mas não citar o Plínio Arruda Sampaio, pré-candidato do PSOL e que é presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária.

Responder

robledo

09 de abril de 2010 às 00h36

É incrível como a midia tornou o MST uma quimera. por outro lado deixou o latifúndio parecido com a pequena Dorothy, uma lindeza de criança. Na verdade, historicamente no Brasil o latifúndio matou e mata muita gente e ninguém imagina como.

Responder

Fabio_Passos

09 de abril de 2010 às 00h12

Stedile não tem meias palavras.
Acerta em cheio.

Esta "elite" branca, rica e podre é a responsável pelo Brasil ser um dos campeões mundiais da desigualdade.

E a mídia-lixo-corporativa é a máquina de propaganda a serviço dos interesses desta minoria inescrupulosa e avarenta.
globo, veja, estadão e fsp são o sustentáculo do Apartheid Social no Brasil.

A rede já derrubou o monopólio da informação.
Agora é preciso garantir acesso universal a rede.

Poder para o povo pobre!

Responder

    Ubaldo

    09 de abril de 2010 às 03h17

    Seu comentário é sempre preconceituoso e racista.
    Você, com esse usual comportamento é que ajuda a dificultar as coisas para os pobres e pretos.

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h47

    Aponte o que considera "preconceituoso e racista".

Klaus

08 de abril de 2010 às 20h09

Isto foi um verdadeiro jogo de volei, só bola levantada para as cortadas do Stédile. As perguntas já deixavam encaminhadas as respostas, não que houvesse, é claro, a possibilidade de uma resposta diferente. Parabéns, isto é jornalismo.

Responder

    Alice no país das...

    08 de abril de 2010 às 22h31

    Prezado Klaus,
    O jogo começou em 1850, quando um senador muito esperto, latifundiário, conseguiu aprovar a Lei de Terras, que criou vários obstáculos para a população mais pobre do Brasil tivesse acesso a terras. Tudo isto tendo em vista a possível libertação dos escravos, que veio ocorrer em 1989.
    Qual ex-escravo voltaria a trabalhar como assalariado para o seu senhor , se obtivesse suas próprias terras, qual imigrante europeu trabalharia muito tempo para os fazendeiros, se também possuísse sua própria propriedade rural ?

    Alice no país das...

    08 de abril de 2010 às 23h59

    Corrgindo: abolição da escravatura ocorreu 1889.

    rafael

    09 de abril de 2010 às 14h42

    Essa data não foi a proclamação da republica?

    Klaus

    09 de abril de 2010 às 00h14

    A abolição foi em 1888.

    Rodrigo

    10 de abril de 2010 às 18h11

    Não é porque o cara é troll que não vai falar algo de verdade que seja…

    francisco.latorre

    09 de abril de 2010 às 10h03

    jornalismo é isso mesmo.

    tem lado.

    e assume.

    daniel

    09 de abril de 2010 às 11h30

    Bom, então quais perguntas deveriam ser feitas e que não foram?

soninha

08 de abril de 2010 às 22h47

Lula fazendo reforma agrária, essa pra mim é novidade…basta ver a política voltada para o agronegócio, transgenicos, latifundio às custas da destruição da amazonia e do cerrado…enfim…FHC não liberou os transgenicos, incrível! Não vejo diferença entre dilma e serra, por isso não voto em nenhum dos dois

Responder

    Cecilia

    09 de abril de 2010 às 00h54

    cuidado, eles cederam á logica dominante do capital, ok, mas serra e o psdb cederam para defender os interesses da elite. assumiram bem claramente essa representação de classe ao aliarem-se ao pds, pfl, demos etc.
    lula cedeu para agir. e a sociedade civil poderia ajudar a direcionar os acontecimentos se estivesse mais presente e atuante. mas a classe média pode-se dizer de esquerda e não se manifestar publicamente. mostrar-se decepcionada porque a corrupção não acabou e achar que tudo é igual… então vota na marina para disfarçar sua escolha pelo mundo da elite. a postura do psol é também de certa forma elitizada, para aqueles que não pretendem sujar suas ideias com realizações práticas.

    francisco.latorre

    09 de abril de 2010 às 10h07

    falou bem.

    não tem essa de tudo igual.

Mauro

08 de abril de 2010 às 22h41

Stédile como sempre, brilhante.

Responder

Thomaz Magalhães

08 de abril de 2010 às 22h16

Stédile fala em terras griladas. Estaria afirmando que as empresas e os proprietários citados se apossaram irragularmente de propriedades alheias? É isso? Outra coisa, a levantação de bola da entrevistadora para o Stédile é tamanha, que trocadas as perguntas pelas repostas dá no mesmo.

Responder

    gabriel

    09 de abril de 2010 às 00h13

    sim, thomaz, é obvio, va se informar um pouquinho de como se ocupa terra nesse país.

    Rodrigo

    09 de abril de 2010 às 00h34

    É grilagem sim. Não precisa ser a favor ou contra da figura do Stédile pra ver isso, basta um pouco do que muita gente vem buscar aqui no Viomundo, informação.

    Cecilia

    09 de abril de 2010 às 00h58

    Como assim "alheias"?!? Minhas terras, nossas terras, terras do Estado, terras públicas foram roubadas!

    Thomaz Magalhães

    09 de abril de 2010 às 13h49

    Terras do Estado ("nossas…") naquela região??

    francisco.latorre

    09 de abril de 2010 às 16h21

    isso mesmo.

    se informe. são terras públicas. griladas.

    mais… há um processo.

    é ou não um escândalo?…

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h44

    Terras "alheias"?
    Você se refere às terra dos indígenas?

Fernando

08 de abril de 2010 às 22h03

Grande Stédile!!

Não caiu na pegadinha pra anunciar apoio à Dilma e ainda igualou os dois governos na questão agrária.

Gênio!

Responder

    Valmont

    09 de abril de 2010 às 01h40

    Creio que Fernando não entendeu nada do discurso de Stédile…
    Interpretação absolutamente equivocada ou distorção proposital?

    José

    09 de abril de 2010 às 17h37

    A última: distorção proposital.

    francisco.latorre

    09 de abril de 2010 às 10h10

    leia de novo.

    stédile foi claríssimo.

    pena que não falou o que você esperava… não é?…

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h40

    "Pegadinha", Fernando?
    Você errou de leitura, cara.

zumbi do para

08 de abril de 2010 às 21h39

O Brasil , tem que convocar seus melhores guerreiros para (DERROTAR A BURGUESIA),RACISTA PRE,CONCEITUOSA, e NOS DO MOV. NEGRO QUILOMBOLAS E URBANOS , temos a ceiteza o povo sabe que o golpe fatal ja com dia e hora marcada para aniquilar os coveiros de sonhos. JOÃO, PARABENS , voce diz com clareza o que todo trabalhador pensa desa "DIREITA TUCANADA, que insiste em voltar para vender tudo aquilo que eles não conseguirão privatizar, todo cidadão que tem hoje a certeza de que pode ter comida no prato todos os dia não vai votar no "VAMPIRO SERRA". SALVE ZUMBI, VIVA ZUMBI.

Responder

Roberto M Ferreira

08 de abril de 2010 às 21h15

É triste perceber como aqueles que têm uma certa estabilidade social, é tão insensível a injustiça social. Se disserem que são Cristãos, pior ainda.Não sabem eles que a desigualdade social leva a todas as violências que acontecem por ai a fora. Infelismente só acontece justiça com luta. Vamos torcer para que essa luta aconteça nas urnas e que o resultado das urnas resolve esse desafio, do contrário….

Responder

    Valmir

    09 de abril de 2010 às 21h36

    Por acaso movimentos sociais precisam ter CNPJ??
    Em que mundo vc vive?? Só no mundo empresarial??
    Ande um pouco a pé na rua.

Delmiro Gouveia

08 de abril de 2010 às 21h02

Esse Sr. Stédile vive do que???

Esse tal de MST existe?? Juridicamente??? Ou é uma Organização clandestina? Se é clandestina, porque é clandestina?

Responder

    Klaus

    09 de abril de 2010 às 01h11

    O MST não existe juridicamente para que não possa ser processado. Ele é etéreo…uma coisa assim meio que não existe.

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h35

    Dirigentes têm RG, CPF, local de moradia conhecido.
    O PIG já providenciou registro da justiça eleitoral?
    Busque "produtos da reforma agrária"… Vais ficar surpreso com o que produzem.

Carla

08 de abril de 2010 às 21h00

Stedile e Celso Amorim, dois estilos mas duas belas cabeças. Talvez as mais lúcidas do Brasil. Pena que o Stedile é muito pouco entrevistado, porque ele consegue calar a boca de qualquer entrevistador. Impressionante. O Amorim também, na entrevista da Band foi brilhante, simplesmente brilhante.

Responder

    Paulo

    09 de abril de 2010 às 02h05

    Prezada Carla,
    Considerar o Stedile e o Amorim belas cabeças é pisotear na raça humana!

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h32

    Calma , Paulo, algum dia alguém o entrevistará. Por ora, controle a inveja.

Jorge N Rebolla

08 de abril de 2010 às 19h36

O mst não passa de um grupo "revolucionário", na pior acepção do termo, que conduz uma manada formada por uma maioria de ignorantes inocentemente cooptados e uma minoria de aproveitadores, que tem como objetivo conseguir uma gleba de terra e repassar para um "burguês" ter a sua casa de campo.
A maioria dos acampados é formada por desempregados urbanos que não conseguem diferenciar uma laranjeira de um pé de feijão.
O stédile não passa de um revolucionário profissional, com um único objetivo: transformar o Brasil numa gigantesca albânia, dos tempos de enver hohxa.

Responder

    Mauro

    08 de abril de 2010 às 22h38

    Rebola Jorge, com esse discurso você chega lá….

    @delrhuass

    09 de abril de 2010 às 10h32

    Muito intelectualizada sua resposta. Pelo que vejo há espaço para todos, há condições iguais para todos, não é mesmo?

    Márcio

    09 de abril de 2010 às 12h27

    Nobre colega, você já conversou com algum participante do MST? Você já esteve em algum assentamento? Você acompanha o movimento?
    Pela quantidade de besterias que você professou em tão poucas linhas, percebe-se que você realemente deve estar alienado pela televisão ou por essas outras fontes de informação de segunda categoria.
    Faça um favor a todos, limite-se a sua ignorância e vá aprender um pouco antes de expressar seu discuros sem fundamentos em meios públicos.
    Muito obrigado!

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h29

    Discorra sobre a revolução francesa, Jorge.

Beto Mafra

08 de abril de 2010 às 19h34

Azenha, tomei a liberdade de postar uma parte da entrevista – a que cita o Estadão e a Folha, colocando o link para seu blog para a leitura integral.
O que nos justifica, enquanto alternativa à mídia hegemônica, é a maravilhosa troca de informações e análises que a internet propicia.
Parabéns pela ótima entrevista e pela oportunidade dela, já que todas as armas da direita já estão apontadas contra a população organizada e os críticos do paradigma imposto pela elite.

Responder

Ubaldo

08 de abril de 2010 às 19h30

Esse Stedile é um incitador profissional. Ele não quer reforma agrária nenhuma. O que ele faria depois dela sem receber os polpudos reais que o governo federal patrocina?
Seu nome em inglês significa permanente (steadily) e é assim que ele quer se manter mamando nas tetas do governo.
Há horas em que eu duvido muito da ingenuidade da esquerda.

Responder

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h28

    "O que ele faria depois dela sem receber os polpudos reais que o governo federal patrocina?"
    Tens prova do que afirmas?
    O Henfil não te criou pra fazer e dizer bobagens, Ubaldo.

Sagarana

08 de abril de 2010 às 19h25

censurou mesmo, hein?!

Responder

Carlos

08 de abril de 2010 às 18h59

Maracutaias na Assembléia Legislativa do Paraná:http://www.esmaelmorais.com.br/

Responder

Marcos Coimbra

08 de abril de 2010 às 18h48

Este Stedile é de uma lucidez ímpar! Gostaria de ter a coragem e o otimismo que ele tem.

Responder

Sagarana

08 de abril de 2010 às 18h28

interessante, as IMAGENS que EU VI, são bem diferentes. Mostram um bando de pessoas armadas, partindo para cima da polícia que recuou até ficar encurralada. Mas se estou enganado, posso ver as imagens novamente.

Responder

    Klaus

    08 de abril de 2010 às 20h29

    Vi o mundo poderia postar estas imagens para dirimir as dúvidas. Eu mesmo nunca vi.

    Hanibal

    08 de abril de 2010 às 22h26

    Todos viram a mesma coisa que vc, Sagarana.

    Mas alguns recusam-se a aceitar a realidade. Uns por interesse; outros porque vivem num mundo paralelo onde só existe um lado e ainda outros porque não conseguem pensar por si e, mesmo vendo a imagem de um facão, acredita ser uma rosa…porque assim disseram, precipitadamente, os ícones da esquerda tabajara.

    É a mesma abstração doentia que fez a turma do Arruda querer negar o que a câmera mostrou.

    José

    09 de abril de 2010 às 17h24

    "Psicologia" de botequim, a tua.

    José

    09 de abril de 2010 às 17h22

    Quais imagens, cara pálida?
    Sugestão: leia a edição 6 da revista "Atenção!" – pelo que lembro, de meados de 1996.

    Sagarana

    09 de abril de 2010 às 23h05

    caio

    08 de abril de 2010 às 20h50

    kkkk vc é engraçado realmente. Certamente vc acredita em papai noel, quantas caminhadas vc já viu pessoalmente do MST? ou melhor quantas ocupaços vc viu? Eu vi várias e nada disso parte dos Sem Terra

    francisco.latorre

    09 de abril de 2010 às 10h16

    defensores do massacre… uni-vos…

    Sagarana

    09 de abril de 2010 às 13h54

    Vamos ver as imagens?!

    francisco.latorre

    09 de abril de 2010 às 16h26

    defensor de massacre.

    Sagarana

    09 de abril de 2010 às 21h34

    Vamos ver as imagens, é um convite. Tá com medo?

    francisco.latorre

    12 de abril de 2010 às 21h45

    assistam mesmo a edição do figuraça…

    exemplar como edição hidrófoba. ódio de classe em estado sólido. direita escarrada. e escancarada.

    vai direita… mais pra direita… mais pra direita… ih… caiu.

    valeu a dica.

    assistam .

    Sagarana

    13 de abril de 2010 às 10h38

    Acho que vc não viu direito. Quem estava indo para a direita eram os "sem-terrra" bloqueadores da via PÚBLICA. A polícia (aqueles seres fardados) fugia dos paus, pedras e TIROS. Olha de novo. sem som. Veja apenas a LUZ. Autista.

dvorak

08 de abril de 2010 às 18h17

"Viomundo – Este ano teremos eleições presidenciais. Eu sei que oficialmente o MST não apóia este ou aquele candidato. .."

Eu também acredito que o "divino" nada sabia do mensalão do PT e que o Elvis ainda vive, sobrevivendo como hippie em trancoso.O MST apoia, sim, a Dilma, não adianta tentar esconder.O MST, hoje, não passa de um arremedo de movimento popular.Em virtude de suas ações violentas e muitas vezes criminosas, perdeu o apoio de boa parte da sociedade civil que ainda via nele um meio para realizar a reforma agrária no país.É necessário que a CPI do MST mostre para onde vão os milhões de reais que o Governo Federal libera para esse e outros movimentos.Imagino que nenhum brasileiro queira ver seu dinheiro sustentando aventureiros!!!

Responder

    Rodrigo

    08 de abril de 2010 às 20h01

    É pra rir ou pra levar a sério? Ou seu comentário serve só pra se relevar a importância e necessidade de uma reforma agrária? Reforma essa baseada no conceito repúblicano democrático (e burguês), que você diz defender…

    Carlos

    09 de abril de 2010 às 17h20

    "Eu também acredito que o "divino" nada sabia do mensalão do PT"
    Importante vossa senhoria esclareça o que foi o tal "mensalção", quem acusou quem, como estão as coisas na Justiça, quando haverá julgamento,… Essas coisas básicas.
    .
    "O MST, hoje, não passa de um arremedo… um meio para realizar a reforma agrária no país."
    Pesquisa IBOPE/Datafraude após saravaida da Glogo/Veja/Folha/OESP e discursos da KA?
    .
    "É necessário que a CPI do MST…"
    Escreva pra KA e o RC.

    (Elvis vive, sim, é pandeirista num inferninho da Mooca…)

Marcelo de Matos

08 de abril de 2010 às 18h09

“O que as pessoas dizem quando o banqueiro Daniel Dantas usa recursos de origem desconhecida para compra 56 fazendas com mais de 400 mil hectares no sul do Pará? Algumas delas são griladas de terras públicas e portanto nem sequer escritura têm.” Então: enquanto Dantas desmata à vontade para criar gado no Pará, o MPF interdita a construção da usina de Belmonte para não causar impacto ambiental. Fica a impressão de que o MPF está fazendo política e não proteção ambiental, do contrário teria de interditar, também, os empreendimentos de Daniel Dantas. A solução talvez seja um teste vocacional para promotores de Justiça: quem quer fazer política que vá para o Legislativo.

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    O vice do Lula?

    08 de abril de 2010 às 20h40

    Marcelo,não seja inocente,qual instituição no Estado burguês,seria capaz de atuar,legislar e julgar fora da ordem capitalista,estas casas de leis estão empesteadas de elite,é só o que tem. As casas que fazem as leis(legislativo), federal,estadual e municipal ,em sua maioria é formada por empresários.Pra voce ter uma idéia,o congresso nacional,hoje,tem 49% de seus membros ligados ao capital,logo,as leis vão fovorecer quem? Voce não percebe que as leis são feitas pelo capital para o capital e que as instâncias judiciais e adjacencias são cavalos de tróia a serviço da "justiça" burguesa.Pra voce melhor entender como esta montada a sociedade que nós vivemos,sugiro voce ler ;O Capital (Karl Marx).

    francisco.

Renilton Cruz

08 de abril de 2010 às 17h42

Parabéns ao MST pela luta em defesa dos pobres do campo!

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Marat

08 de abril de 2010 às 17h41

O que a impren$$$a deve ter muita raiva é que o Stédile é inteligente e politizado, bem o contrário da imensa maioria dos nossos jornali$$$tas, cuja formação é muito deficiente e suas pobres mentes facilmente manipuladas pelo patrão e pelo poder do capital. Dá-lhes Stédile!!!

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yacov

08 de abril de 2010 às 17h29

O Stédile é genial. Um cara lúcido e inteligentíssimo. Sua luta é justa e democrática. Tivéssemos iniciado o processo de nossa Reforma Agrária em 64, e já seríamos um país desenvolvido hoje. Nossas elites são os arautos do atraso… Bem que eles podiam se mudar para Miami, já que pegam, digo, pagam, pau para os "americans".

FORA PSDBiscates DEMentes e PIg'SS!!!
QUERO LULA DE NOVO QUERO DILMA 2010 MEU POVO!!!

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    emanuel rego lima

    08 de abril de 2010 às 18h38

    É isso, yacov,
    Pra Dilma continuar a Reforma Agraria que Lula está fazendo…

laura

08 de abril de 2010 às 16h42

Otávio Fris não é um "pequeno-burguês".
Ele é o burguês.

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Arlenio Heindrickson

08 de abril de 2010 às 16h21

Brilhante entrevista. Muito boas as perguntas da entrevistadora e como sempre esclarecedoras as repostas do Stédile. Ele parece bastante otimista, eu nem tanto. Até agora estou com Dilma, mas dependendo de quem for o vice no caso de vencerem acho que vai repetir o governo Lula na questão agrária. Admiro o Lula, mas convenhamos, a reforma agrária ele ficou devendo. Se acontecer a calamidade de dar Serra então, dispenso comentários.

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