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Vazamento de mensagens causa crise diplomática global


28/11/2010 - 20h39

US embassy cables leak sparks global diplomatic crisis

28/11/2010, do jornal britânico Guardian

Tradução do coletivo da Vila Vudu, com colaboração do Viomundo

Os EUA foram lançados em uma crise diplomática mundial com o vazamento, para o jornal britânico Guardian e outros veículos internacionais, de mais de 250 mil telegramas secretos de embaixadas dos EUA, alguns dos quais enviados em fevereiro de 2010.

Na primeira matéria de uma série sobre telegramas diplomáticos diários enviados pelas embaixadas dos EUA e classificados como “secretos” o Guardian já pode informar que líderes árabes têm pressionado privadamente em defesa de ataque aéreo contra o Irã e que funcionários de embaixadas dos EUA receberam instruções para espionar líderes da ONU.

Essas duas primeiras revelações já reverberam em todo o mundo. Mas os telegramas secretos aos quais WikiLeaks teve acesso também revelam avaliações feitas por Washington sobre várias outras questões internacionais altamente sensíveis.

Entre os telegramas vazados há notícias de importante alteração nas relações entre China e República Popular Democrática da Coreia, sobre a crescente instabilidade no Paquistão e detalhes dos esforços clandestinos dos EUA para combater a al-Qaeda no Iêmen.

Dentre centenas de outras revelações que causarão furor em todo o mundo, os telegramas detalham:

• Grave temor em Washington e Londres sobre a segurança do programa nuclear do Paquistão, com autoridades alertando que enquanto o país corre o risco de colapso econômico, funcionários públicos poderiam contrabandear material nuclear suficiente para terroristas construirem a bomba;

• Suspeitas de corrupção no governo afegão, com um telegrama alegando que o vice-presidente Zia Massoud estava carregando 52 milhões de dólares em dinheiro quando foi parado durante uma visita ao Emirados Árabes Unidos. Massoud nega que tenha tirado dinheiro do Afeganistão.

• Como os ataques de hacker que forçaram o Google a abandonar a China em janeiro foram orquestrados por um membro importante do Politburo, que deu uma busca com seu nome na versão global do buscador e encontrou artigos que o criticavam pessoalmente.

• A extraordinariamente próxima relação entre Vladimir Putin, o primeiro-ministro russo, e Silvio Berlusconi, o primeiro-ministro italiano, que está causando intensa suspeição nos Estados Unidos. Os telegramas detalham de  supostos “presente suntuosos” a contratos lucrativos no setor de energia e o uso, por Berlusconi, de um sombrio italiano que fala russo como intermediário.

•  Alegações de que a Rússia e seus serviços de inteligência estão usando chefes da máfia para praticar operações criminosas, com um telegrama falando que a relação é tão próxima que o país se tornou “um virtual estado mafioso”.

• Críticas devastadoras das operações militares britânicas no Afeganistão por comandantes militares dos Estados Unidos, pelo presidente afegão e por autoridades locais de Helmand. Os despachos revelar desprezo particular pelo fracasso de dar segurança a Sangin — a cidade que custou mais baixas britânicas que qualquer outra no país.

• Declarações imprópria de um integrante da família real britânica sobre uma agência de segurança do Reino Unido e um país estrangeiro.

Os EUA têm contatos particularmente íntimos com a Grã-Bretanha e alguns dos telegramas saídos da embaixada de Londres em Grosvenor Square serão lidos com extremo desconforto em Whitehall e Westminster. Incluem desde sérias críticas políticas contra David Cameron até pedido para que a embaixada fornecesse informações especiais de inteligência sobre membros do Parlamento britânico.

O arquivo de telegramas inclui denúncias específicas de corrupção contra líderes estrangeiros, e duras críticas, feitas pelo pessoal diplomático de embaixadas dos EUA, aos governantes de países onde estão instaladas, desde pequenas ilhas do Caribe até a China e a Rússia.

O material inclui uma referência a Vladimir Putin como “um cão alfa”, a Hamid Karzai como doido, “homem de reações paranóicas” e a Angela Merkel, da qual os norte-americanos dizem que “evita riscos e raramente tem alguma ideia criativa”. E há telegrama em que Mahmoud Ahmadinejad é comparado a Adolf Hitler.

Os telegramas incluem nomes de países envolvidos no financiamento de terroristas e descreve “quase desastre ambiental” há cerca de um ano, com uma carga de urânio enriquecido de um “estado bandido” [ing. “rogue state”]. Há telegramas em que se expõem detalhadamente negociações secretas entre EUA e Rússia sobre um míssil nuclear em Genebra; há também um perfil do líder líbio Muammar Gaddafi, o qual, segundo diplomata dos EUA, andaria por toda parte acompanhado de uma “voluptuosa loira” enfermeira ucraniana.

Os telegramas cobrem as atividades da secretária de Estado Hillary Clinton no governo Obama, e há milhares de arquivos do governo de George Bush. A secretária Clinton comandou pessoalmente essa semana uma tentativa frenética de limitação de danos em Washington, preparando governos estrangeiros para as revelações. Contatou líderes na Alemanha, Arábia Saudita, no Golfo, na França e no Afeganistão.

Embaixadores dos EUA em outras capitais foram instruídos a informar antecipadamente seus respectivos hospedeiros sobre os vazamentos e sobre relatos pouco lisonjeiros ou relatórios cruamente francos de transações entre eles e os EUA, que foram escritos para serem mantidos sob eterno sigilo. Washington enfrenta agora a difícil tarefa de convencer contatos em todo o mundo de que, no futuro, alguma conversação será mantida sob regras confiáveis de sigilo.

“Estamos nos preparando para o que vier e condenamos WikiLeaks pela divulgação de material secreto”, disse o porta-voz do departamento de Estado PJ Crowley. “Porão sob ameaça vidas e interesses. É atitude irresponsável”.

O conselheiro jurídico do Departamento de Estado escreveu ao fundador de Wikileaks Julian Assange e a seu advogado londrino, advertindo que os telegramas foram obtidos por meios ilegais e que a divulgação geraria risco a vida de incontáveis inocentes (…) a operações militares em andamento (…) e à cooperação entre países”.

O arquivo eletrônico contendo os telegramas diplomáticos de embaixadas dos EUA em todo o mundo, ao que se sabe, foi recolhido por um soldado norte-americano no início do ano e entregue a WikiLeaks. Assange repassou o arquivo ao jornal britânico Guardian e a quatro outros jornais: o New York Times, Der Spiegel na Alemanha, Le Monde na França e El País na Espanha. Os cinco jornais planejam publicar excertos dos telegramas mais significativos, mas decidiram nem divulgar o arquivo completo nem publicar nomes que ponham em risco a vida de indivíduos inocentes. WikiLeaks diz que, ao contrário do que teme o departamento de Estado, também planeja divulgar só alguns excertos de telegramas e encobrir as identidades.

Os telegramas divulgados hoje revelam como os EUA usam suas embaixadas como parte de uma rede global de espionagem, com diplomatas encarregados de arrancar não só informações dos seus contatos, mas também detalhes pessoais, como números e detalhes de cartões de créditos, de telefones e, até, material para exames de DNA.

Instruções secretas sobre “inteligência humana” assinadas por Hillary Clinton ou sua antecessora, Condoleeza Rice, instruem os funcionários a reunir informações sobre instalações militares, detalhes de armas e veículos de líderes políticos, além de scans de íris, impressões digitais e DNA.

Os mais controversos alvos dessas ações são os líderes da ONU. Essa específica instrução exigia especificação de “sistemas de telecomunicações e de tecnologia de inteligência usados pelos mais altos funcionários da ONU e respectivas equipes e detalhes das redes VIP privadas usadas para comunicação oficial, incluindo upgrades, medidas de segurança, senhas e chaves pessoais de decodificação”.

Quando o Guardian informou Crowley sobre o conteúdo dos telegramas específicos, o porta-voz do departamento de Estado disse: “Permita-me garantir a você: nossos diplomatas são apenas isso, diplomatas. Não se envolvem em atividades de inteligência. Representam nosso país em todo o mundo, mantêm contatos abertos e transparentes com outros governos e com figuras do mundo privado e reportam ao nosso governo. É o trabalho dos diplomatas há centenas de anos.”

Os telegramas também lançam luz sobre questões diplomáticas mais antigas. Um telegrama, por exemplo, revela que Nelson Mandela ficou “furioso” quando um alto conselheiro impediu que ele se encontrasse com Margaret Thatcher para explicar por que o Conselho Nacional Africano tinha objeções à política britânica de “engajamento construtivo” com o regime do apartheid.

“Entendemos que Mandela desejasse muito encontrar-se com Thatcher, mas [o secretário Zwelakhe] Sisulu argumentou persuasivamente contra o encontro”, segundo o telegrama. E continua: “Mandela já várias vezes dissera o quanto desejava encontrar-se com Thatcher para manifestar as objeções co CNA à política britânica. Surpreendeu-nos portanto que o encontro não tenha acontecido em sua visita a Londres em meados de abril e desconfiamos que os linhas-duras do CNA intrometeram-se nos planos de Mandela”.

Os telegramas diplomáticos dos EUA levam a marca “Sipdis” – secret internet protocol distribution. Foram compilados como parte de um programa que seleciona telegramas considerados moderadamente secretos, mas que podem ser partilhados com outras agências e os descarrega automaticamente nos websites protegidos das embaixadas, e linkados com o sistema de internet Siprnet militar.

São classificados em vários níveis, até “SECRET NOFORN” [ing. no foreigners, “proibidos para estrangeiros”]. Mais de 11 mil telegramas são marcados como “secretos e cerca de 9,000 são “noforn”. As embaixadas de origem da maioria dos telegramas são Ancara, Bagdá, Amã, Kuwait e Tóquio.

Mais de 3 milhões de funcionários e soldados norte-americanos, muitos deles extremamente jovens, têm credencial que lhes dá possibilidade de acesso a esse material, apesar de os telegramas conterem nomes e identificação de informantes estrangeiros e contatos considerados sensíveis em regimes ditatoriais. Alguns dos telegramas são identificados como “protegido” ou “estritamente protegido”.

Na primavera passada, um analista de inteligência de 22 anos, Bradley Manning, foi acusado de ter vazado muitos desses telegramas, junto com um vídeo em que se via a tripulação de um helicóptero Apache matando dois repórteres da agência Reuters em Bagdá, em 2007; material que, depois, foi distribuído por WikiLeaks. Manning está preso e é provável que seja julgado por uma corte marcial. (…)

Um ex-hacker, Adrian Lamo, que denunciou Manning às autoridades norte-americanas, disse que o soldado lhe dissera, em mensagens por chat, que os telegramas diplomáticos mostravam “como o primeiro mundo explora o terceiro, em detalhes”.

Disse também, segundo Lamo, que Clinton “e vários milhares de diplomatas em todo o mundo vão ter um ataque do coração quando acordarem, um belo dia, e descobrirem que todo o arquivo de toda a política externa está acessível ao grande público, em formato que permite pesquisas” (…) “onde quer que haja um posto norte-norteamericano, ali há um escândalo diplomático que será revelado”.

Perguntado sobre por que material tão sensível circulava em rede acessível a milhares de funcionários do governo, o porta-voz do departamento de Estado disse ao Guardian: “Os ataques de 11/9 e o período imediatamente posterior revelaram falhas no sistema de distribuição de informações dentro do governo. Desde os ataquea de 11/9, o governo dos EUA tomou medidas para facilitar significativamente a partilha de informações. Esses esforços visaram a oferecer aos especialistas da diplomacia, aos militares e aos agentes de inteligência e da justiça acesso mais rápido e mais fácil a mais dados, para que pudessem fazer seu trabalho com mais eficácia”.

E acrescentou: “Temos tomado medidas agressivas nas últimas semanas e meses para aumentar a segurança de nossos sistemas e para evitar vazamento de informações”.

Quer ajudar a pesquisar o que é dito sobre o Brasil nos arquivos?

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89 comentários

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Fabio

06 de dezembro de 2010 às 04h42

A. Guerra de inteligência, também diplomática, feroz dos 'democratas'.
B. [Assim], tudo isso é uma óbvia operação de guerra estado-unidense para o domínio global das consciências.
C. [Assim], envolvendo PRIMEIRO os líderes das nações.
C. [Assim], os mais inteligentes de todas as nações estão sendo derrubados junto com os líderes.
D. [Assim], derrubados os inteligentes das nações todo o resto cai junto.
E. [Assim], caindo todas as nações em suas políticas internas caem todas as relações estabelecidas anteriormente entre os países.
F. [Assim], você domina todo o capitalismo mundial sem usar a força: sem a guerra dos 'republicanos'.
G. [Assim], nesse domínio você estabelece milhares de relações comerciais favoráveis para um período de 'recessão' do Capital.
I. [Assim], junto com o domínio comercial tem-se o domínio físico do país.

J. "Sim, talvez o processo de socialização possa a vir prosseguido pacificamente, entretanto só após a primeira desapropriação dos meios de produção, necessariamente À FORÇA". [Ernst Bloch]
K. "Só porque você é paranóico, não significa que eles não estejam atrás de você". [Joseph Heller]

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rebeca

30 de novembro de 2010 às 12h20

Azenha eu li neste bloguer uma relação de documentos que falam do Brasi vai o LINK…..Veja aqui todos os documentos relacionados com o Brasil: http://blog.antinovaordemmundial.com/2010/11/cabl

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Paralelo XIV

30 de novembro de 2010 às 00h03

Senhores,

Achei o original aqui: http://cablegate.wikileaks.org/cable/2008/04/08BR

E a tradução aqui: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010

Comentários:

1) O Press Release (http://cablegate.wikileaks.org/articles/2010/Cablegate-Telegramas-das.html) informa que "Diferentemente dos outros lançamentos do WikiLeaks, nas quais uma grande quantidade de documentos foi publicada de uma vez, a organização vai lançar os arquivos das embaixadas ao longo das próximas semanas (…) Os telegramas da embaixada vão ser lançados em etapas (…)", ou seja, MUITA COISA AINDA FEDERÁ!!

2) O documento trunca, não sei se propositalmente, o nome de André Luis "Soloszyn", que na verdade é André Luis "Woloszyn", que seria "analista de inteligência estratégica pela Escola Superior de Guerra, especialista em terrorismo pelo Colégio Interamericano de Defesa (EUA) e em ciências penais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.". Que tenha a cabeça formada nos EUA é menos surpreendente. É um cidadão relacionado à comunidade judaica, que defende uma agenda essencialmente voltada à idéia de que o Brasil não é esse país simplesmente pacífico e deve, sim, se preocupar seriamente em iniciativas contraterroristas;

3) "5. (C) Em uma reunião com agente político, o secretário-assistente José Antonio de Macedo (…)". Sim, eles têm agentes de diversas disciplinas e funções. Ou seja, há um "Agente Político" infiltrado nos bastidores…

4) "9. (SBU) Para ele, o único fator que poderia modificar essa indiferença seria outra onda de violência como a que foi desencadeada em São Paulo em 2006 pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) (ref D). (…) A única maneira pela qual os brasileiros mudariam em relação a isso, ele acrescentou, seria se o terrorismo os afetasse em base diária". EM BASE DIÁRIA. Não lembra a crise no Rio de Janeiro, como alguns colegas acima citaram? Estariamos vendo a velha técnica Problema-Reação-Solução, posta em prática pelo O Globo, a serviço dessas forças? Todos viram os traficantes fugindo… e varios de nos desejaram ve-los caindo às rajadas. Como traficantes, isso não seria possivel, mas e como TERRORISTAS?? Estaria aí a base para o inicio de uma discussão, na qual o grande público, massa de manobra da mídia, apoiasse uma legislação antiterrorista? PROBLEMA – REAÇÃO – SOLUÇÃO…

5) O título que precede o item seguinte (10) denota desejo de ação e inconformismo: "Precisamos por fim a essa farsa!". Chocante!! Falam como se estivessem no quintal deles!! E a ameaça, clara, explicita: "Nos próximos meses a Missão vai fazer consultas com agências de Washington, enquanto REVEMOS NOSSA ESTRATEGIA VISANDO AUMENTAR A ATENÇÃO DO BRASIL PARA O CONTRATERRORISMO" (perdoe as maiúsculas, Conceição; entenda-as como se negrito fosse, pois é esta a intenção).

Precisa dizer mais alguma coisa? Ainda que somente esse trecho não seja, por si só, conclusivo, ele lança enigmática claridade sobre o real alcance das operações clandestinas no Brasil. Tá, tudo bem; rever estrategias nao quer dizer fomentar o Trafico-Terrorismo visto no Rio… mas essa conclusão é natural, naturalíssima!!

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Marcos de Almeida

29 de novembro de 2010 às 22h11

Estados Unidos o maior Estado terrorrista do mundo.A CIA a maior agência terrorrista do mundo.Eles estão desesperados,pois o império será demolido como os outros (Roma,Grécia e Babilônia etc).Essa armação contra a Coreia do Norte é provocada pelos yanques e culpa os nortes coreianos.Vamos ver o que vai dá essa história de espionagem e quem sabe contra-espionagem dos países espionados contra os EUA.Ainda bem que a presidenta Dilma interferiu contra um projeto de terror contra os brasileiros.Os brasileiros iriam sofrer o que os americanos estão sofrendo nos aeroportos com constragimento para tirar as roupas de crianças pra ver se tem uma arma nucleor na fralda de bêbe.Essas leis são contra a liberdade humana.

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Adilson

29 de novembro de 2010 às 22h01

O PIG não tem interesse em informar o povo brasileiro, pois certamente vai ser um tiro no pé dos seus patrões e do partido que ela apóia.

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El Cid

29 de novembro de 2010 às 19h18

… a reportagem do Spiegel sobre a geografia dos bilhetes revela uma coisa interessante: um vazio relativo da América do Sul no mapa. Tudo muito concentrado na Europa e no Oriente Médio. Apenas Venezuela e América Central tem sido objeto de um número maior de bilhetinhos. Que licoes podemos tirar: primeiramente, que os EUA se afundaram no Oriente Médio e que o antigo quintal nao está mais preocupando o seu dono? Se assim for, obrigado Oriente Médio! Continuem infernizando Washington, enquanto aqui elegemos e deixamos governar governos mais empenhados nos interesses nacionais…Quanto mais eles se afundarem lá, maior liberdade nossa aqui!

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valmir marques

29 de novembro de 2010 às 18h15

por isso vermes como o azeredo mensalão mineiro querem controlar a internet…

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José Sabino

29 de novembro de 2010 às 18h02

Comprem dólares! É preciso. Vender, nunca!

Necessário se faz para a manutenção da saúde financeira do império do norte. Se não entesouramos dólares eles acabarão perdendo e seu valor. E aí vai ser insuportável ver americano pobre e tendo que trabalhar para o próprio sustento como todos do mundo fazem. Vai lamentável!

O Pueril

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Maria José Rêgo

29 de novembro de 2010 às 17h55

Quem tinha e tem razão, o PIG brasileiro ou o Hugo Chaves e Evo Morales?

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Amador vicentine

29 de novembro de 2010 às 17h18

Vocês bastam observar o que aconteceu na semana passada na Coreia. Eles fizeram a mesma coisa que o que foi feito no Vietnan: foram lá para provocar e deu no que deu!
Eu pergunto? O que as tropas americanas e sul coreanas tinham que fazer manobras militares perto da Coreia do Norte? Pura provocação para provocar um conflito para vender mais armas!
Aquilo ali é muito pior que mexer numaa caixa de marimbondo (sem proteção)

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Massamed Feijó

29 de novembro de 2010 às 17h12

De uma coisa vocês podem estar certos: O Império está agonizando e eles quando ficam assim são capazes de provocar as maiores guerras no mundo. Eles não medem as consequências. Aguardem!

Responder

    mariazinha

    30 de novembro de 2010 às 11h51

    É verdade. Li reportagem de um cientista político internacional da UNB: "EUA darão um calote mundial, não sei precisar a data. Isto, poderá eclodir na TERCEIRA GUERRA, sem sombra de dúvida. Quero estar vivo, para ver."

    Eu é que não quero ver do que serão capazes os estadunidenses sionistas. Mas eu sabia! Isto, não me surpreende. Durante muitos anos alertei sobre a influência malígna do Império sionista, aos que estavam ao meu redor; ninguém ouviu-me.

Julio Silveira

29 de novembro de 2010 às 17h05

Os USA usam mais que embaixadas para espionarem, e isso é do conhecimento até do mundo mineral. usam também ONGs tipo Fundação Ford, muito bem relacionadas com elementos do partido bicudo da oposição.

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valter cremonese

29 de novembro de 2010 às 16h52

bem que poderia ter um wikileaks para vazar documentos secretos da China, Russia, Cuba, Coreia do Norte, Irã e outros….

Responder

josué

29 de novembro de 2010 às 16h37

Classe D ultrapassa classe A em número de estudantes nas universidades. Leiam http://informabrasilpesquisas.blogspot.com/

Responder

Jorge Nunes

29 de novembro de 2010 às 16h18

Brazil – Em segredo, Brasil monitora e prende suspeitos de terrorismo

“A Polícia Federal frequentemente prende indivíduos ligados ao terrorismo, mas os acusa de uma variedade de crimes não relacionados a terrorismo para não chamar a atenção da imprensa e dos altos escalões do governo“, relatou o embaixador Clifford Sobel em janeiro de 2008.
http://cablegate.wikileaks.org/articles/2010/Em-s

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vanraz

29 de novembro de 2010 às 15h42

Paulo Henrique Amorim acaba de assumir a quarta colocação.
Ta todo mundo votando !!!!!! Vamos pegar o Boris pessoal!!
http://www.whopopular.com/Paulo-Amorim

1. Alexandre Garcia 12333
2. Nelson Rodrigues 11773
3. Bóris Casoy 11711
4. Paulo Amorim 7145
5. Evaldo Torres 7132
6. Reinaldo Azevedo 6831
7. Luis Nassif 6482
8. Sandra Annenberg 5325
9. Evaristo Costa 2464

Responder

Frederico Freitas

29 de novembro de 2010 às 14h33

Vazamentos da embaixada americana em Brasília:
http://cablegate.wikileaks.org/origin/27_0.html

Responder

ana

29 de novembro de 2010 às 14h08

Anos 50 com a tecnologia de informação.
A espionagem nunca acabou!
A Guerra Fria está cada vez mais quente…

Responder

jbmartins

29 de novembro de 2010 às 13h05

O Império do Norte pelo visto, esta em estado de putrificação

Responder

    Rebeca

    30 de novembro de 2010 às 12h05

    é por este motivo Estou deacordo coma manchete do Estadão de hoje ""Chávez pede renúncia de Hillary após novo vazamento do WikiLeaks !!!!!…Ele tem razão!!!!!…Esta corretissimo….o país esta cheio de burgues babaca o país está saturado. Quem tem grana tem a obrigação de liderar, pelos recursos e acessos que tem, mas ao contrario, se escondem atrás de grades e bravatas. Os EUA querem controlar o mundo como sempre, e o Irã é um demonio querendo o lugar do diabo. O Brasil meteu a cara no meio pq deve fazê-lo, hoje somos respeitados e até temidos . Daqui uns 50 anos o Lula será lembrado como um dos maiores lideres de nossos tempos

Yacov

29 de novembro de 2010 às 13h01

Para quem tem um mínimo de juízo na cabeça e um pouquinho de conhecimento da história, este fato não deveria casusar espanto algum. Os EUA são um estado empresarial bélico que mantém sua hegemonia no mundo submetendo os povos ao seu controle, através da manutençãode guerras, bloqueios e ditaduras, ou regimes pseudo-democráticos alinhados. Esses são os EUA. Quemt inhadúvidas acerca disso, com todo o respeito, relinche!!!!

"O BRASIL PARA TODOS não passa na gLOBo – O que passa na globO é um braZil para TOLOS"

Responder

    Adroaldo Lima L.

    29 de novembro de 2010 às 13h55

    :-)

fernandoeudonatelo

29 de novembro de 2010 às 12h50

Até aonde sei, as atividades de espionagem não ocorrem só pelas embaixadas, mas por agências "filantrópicas", bases no Atlântico Sul e Colômbia, etc. etc….

Putin "cão alfa" ?! Rachei!

Responder

Tata

29 de novembro de 2010 às 12h29 Responder

Jorge

29 de novembro de 2010 às 11h18

Apenas confirma a percepção de coisas chamadas de "temores infundados" por parcela da imprensa pró-USA e que são publicadas não apenas por governos, imprensa em geral, etc, bem como são muitas vezes, objeto de ódio praticado por extremistas. Grande novidade!

Responder

Wille

29 de novembro de 2010 às 11h13

Ontem o Wikileaks divulgou via twitter que o site estava sendo atacado eletrônicamente de forma que este saísse do ar, entenda como isso funciona e o que está por trás desses ataques > http://www.google.com/buzz/gwidion/HYGroVLTDoG/gw

Responder

DUDU

29 de novembro de 2010 às 11h12

Sobre terrorismo no Brasil, o embaixador norte – americano(sobel…não é judeu?), acusou os árabes!
Esperar o que, dele?

Responder

Duodécimo Fernandes

29 de novembro de 2010 às 10h55

Caramba, olhando http://bit.ly/hZxH9G (documento vazado no wikileaks), em um trecho está: "According to him (Soloszyn), the only factor that could change this indifference is another wave of violence like that unleashed by the First Capital Command (PCC) in Sao Paulo in 2006 (ref D). Terrorism perpetrated by Islamic extremists is too remote for Brazilians to worry about."
Será que a embaixada EUA colocou esta informação em prática, nos recentes atos no RJ?

Responder

    augustinho

    29 de novembro de 2010 às 15h23

    filosofando aqui comigo mesmo concluo que
    uma longa pobreza de espirito causa (nos outros) indiferença.
    uma longa imbecilidade causa pena.
    ja uma longa paranoia, causa isolamento, riso e profundos estudos em psicopatologia.

    Mariano S. Silva

    29 de novembro de 2010 às 15h56

    Para os fabianos que creem na mística "plantada" que conspirações não existem, esta site é um mar de evidência absolutamente nova. Para os que verdadeiramente não usam a cabeça apenas para separar as orelhas, o Wikileaks é realmente uma mina preciosa! Como é sabido que a CIA usa realmente de tais práticas, dá realmente para desconfiar de alguma operação de insuflamento, junto aos criminosos, para os atos que presenciamos na semana passada no Rio de Janeiro.
    É sabido que Lula ( Dilma) não quis assinar um documento internacional propondo mais endurecimento ao terrorismo, que seria desfavorável ao país. Como se sabe a maioria desses tratados são lesivos aos interesses do país e só beneficiam os países desenvolvidos. Quando governos nacionalistas defendem o interesse das nações são usadas "operações" internas para "ajudar" no convencimento.
    Vamos garimpar gente, pois é assim que se aprende história!

Enildo Bernardes

29 de novembro de 2010 às 09h40

Em todas as embaixadas mundiais o cargo ocupado pelos espiões é amplamente conhecido é o chamado Adido (militar ou comercial), cada um fazendo a sua parte. Com as instabilidades regionais, provocadas pela ação das maiores organizações terroristas do mundo CIA e Mossad, o efetivo araponga foi em parte mantido na esfera militar e uma parte menor foi desviada para espionagem civil.

Há que se pautar aqui os eventos ocorridos recentemente no Brasil: Afundamento da P-36 e destruição do Foquete brasileiro na plataforma de lançamentos de Alcantara com a morte de dezenas de cientistas brasileiros. Isto é um trabalho para o Azenha – Quem sabe nos aniversários dessas tragédias.

É algo que todos os países suportam obviamente com uma assimetria de poder muito grande.

Há quem afirme por exemplo, que em cada país, o único lugar seguro para se ter uma conversa é a embaixada americana, pois lá você tem certeza que só os americanos saberão do assunto.

Os EUA, campeões disparados nessa modalidade sempre se fizeram de vítimas da espionagem soviética durante a Guerra Fria, mas a julgar pela qualidade dos projetos dos caças russos por exemplo, até hoje tidos como máquinas lendárias, fica a pergunta: Quem espionou quem?

Responder

    mariazinha

    30 de novembro de 2010 às 12h48

    Belas palavras. Recordar é viver. como D. DILMA sempre diz: " ….não podemos esquecer o passado para agirmos melhor, no futuro".
    E o golpe militar, no Brasil? Os estadunidenses sionistas merecem o fogo do inferno.
    A sorte é que o povo brasileiro acordou e não se deslumbra mais, tanto, com 'MAIAMI'
    Pobres palestinos! BOICOTE, JÁ! Nada de cocacola, nem md, nem ford, nem chevrolet, nem buches sionistas e nem nada que vier de lá.

Ari

29 de novembro de 2010 às 09h30

Ainda não foram divulgados todos os documentos.

Um dado interessante está no documento 08STATE30340 sobre o Paraguai.

Qual o interesse americano em obter TODOS os dados biométricos dos candidatos para presidência ? Como estes dados seriam obtidos ?

"Biographic and financial information on all leading

contenders, and especially on Minister of Education Blanca

Ovelar, former Vice President Castiglioni, Lino Oviedo, and

Fernando Lugo; and biometric data, to include fingerprints,

facial images, iris scans, and DNA, on these individuals. "
http://cablegate.wikileaks.org/cable/2008/03/08ST

Responder

    augustinho

    29 de novembro de 2010 às 10h56

    Essa é facil, ari.O cardapio deles varia entre ameaça, compra pura e simples, manipulaçao ou chantagem.

    Guerrero

    29 de novembro de 2010 às 14h02

    Não seria o caso de utilizar essas informações pensando em casos de comprovação de "proles bastardas"?

    Não sei de quando foi esse pedido, mas é um dado que foi utilizado para minar a base do Lugo.

    Mariano S. Silva

    29 de novembro de 2010 às 15h59

    Que tal a fabricação de um veneno DNA específico?

augustinho

29 de novembro de 2010 às 09h17

Puxa!
Tem tres coisas ai que a meu ver darão ansia de vomito aos espiritos, assim, mais puros e sensiveis:
1-O deslavado jogo duplo dos lideres arabes que ludibriam seu povo, fingindo em publico ser contra Israel.
2-O desprezo olimpico que circulos de cima norte americanos tem pelos seus fieis puxassacos britânicos (por certo mostrado claro nos wikileaks)
3-O insuperavel cinismo da diplomacia e açao internacional russa.

Responder

    Mariano S. Silva

    29 de novembro de 2010 às 16h13

    Nunca me espantei com o cinismo russo. Exemplos : vide Irã recentemente, vide as guerras árabe-israelenses na época da antiga URSS, vide o conflito URSS-China, e por aí afora…

Gersier

29 de novembro de 2010 às 09h07

Até o mundo mineral sabe que as embaixadas dos Estados Unidos são na realidade extensões da CIA.Existem até alguns do mundo animal que sabendo disso, recebem um "por fora" para "azucrinar" governos que já não beijam a mão do tio sam,não tiram mais sapatos, não ficam mais de quatro,não dizem "sim senhor" ou melhor,"yes mr." e muito menos se ajoelham ante os interesses norte americanos que prejudicam as indústrias, o agronegócio e as exportações.

Responder

sergio

29 de novembro de 2010 às 09h04

A folha, com minúsculas mesmo, tenta manipular os dados obtidos insinuando que os EUA condenam o Brasil por uma suposta moleza com terroristas, com que direito uma nação atrapalhada como os EUA podem emitir qualquer opinião sobra alguma coisa, e a folha, sem credibilidade nenhuma para análise de documentos envolvendo política internacional.

Responder

    Quintela

    29 de novembro de 2010 às 10h39

    A imprensa brasileira, leia-se PIG, não deu minima para esses vazamentos.. porquê será?????

    Marcelo de Matos

    29 de novembro de 2010 às 13h13

    Os vazamentos, aqui como alhures, são sempre seletivos: vaza-se só o que interessa e comenta-se só o que for mais oportuno. A Folha apropriou-se do seguinte trecho: "Dilma é apresentada como a responsável por ter impedido o envio de uma proposta de lei antiterror ao Congresso. Num telegrama classificado como confidencial, de 4 de novembro de 2008, Clifford Sobel cita um especialista e diz que seriam mínimas as chances de ter essa legislação porque o governo Lula estava "amontoado de militantes esquerdistas".

Aracy_

29 de novembro de 2010 às 09h03

Mas quem ainda acreditava nas boas intenções da diplomacia norteamericana? Ora, ora.
Alguém precisa esclarecer aos leitores estrangeiros do documento preparado pelo Consulado Geral de SP sobre as "possibilidades únicas de engajamento muçulmano na capital paulista" o que são a Rua 25 de Março e a rede de lanchonetes Habib´s. He he he.

Responder

    J_Amaro

    29 de novembro de 2010 às 11h00

    Vai ver que os inimigos dos americanos estão armados com quibes até os dentes.He he he…………

    Jorge

    29 de novembro de 2010 às 11h24

    Hum! Vou parar de fazer minhas refeições nos Habib's; posso estar "fomentando" o levante do Islam contra as nações do mundo civilizado ocidental!

    Ha, ha, ha,…

Miguel

29 de novembro de 2010 às 08h09

Imagina a repercussão, se houvesse um telegrama com o seguinte teor:
De: Embaixada Americana na Coreia do Sul
Para: Departamento de Estado
Missão cumprida ! Afundamos o destróier da Coreia do Sul.
Agora é com vocês ! Divulguem que foi uma ação da Coreia do Norte.

Responder

Orestes

29 de novembro de 2010 às 07h49

Acabei de ler a reposrtagem da "Falha"… deprimente!!! Falam como se o que está nos textos vazados fossem a verdade, o que há de mais correto e seguro em termos de opinião. Constoem um raciocínio que corrobore com seus ideais entreguistas em relação ao Brasil!
Eles falham e falham muito! Ô jornalzin pé de chinelo!!!!! Eles rasteiros em tudo, vamos ter cuidado!

Responder

    mariazinha

    30 de novembro de 2010 às 12h54

    Eles são alienígenas a serviço dos buches sionistas.

rose

29 de novembro de 2010 às 03h53

Isso pode ser apenas mais uma jogada dos states somente pra confundir,ou enviar mensagens que os convem.

Responder

    Humberto

    29 de novembro de 2010 às 12h50

    Ate prova em contrario, eu tambem estou vendo esses vazamentos, promovidos intensamente pelos proprios oficiais americanos antes da divulgacao das informacoes "comprometedoras," como uma manobra muito suspeita. A blogosfera "alternativa" nos Estados Unidos esta' dizendo tratar-se de mais uma jogada do "governo invisivel," para criar dificuldades para o Obama e impedir sua reeleicao em 2012. Aguardemos novas revelacoes. Notem que, ate agora, nunca houve alguma revelacao embaracosa ou comprometedora involvendo Israel – antes pelo contrario.

Henrique

29 de novembro de 2010 às 01h50

Aqui está o doce para as crianças: http://cablegate.wikileaks.org/
Guardem o link, mais coisas virão :)

Responder

Monteiro

29 de novembro de 2010 às 01h25

O PIG, terá uma semana ( 28/11/2010 a 05/12/2010 ) bastante agitada. Essa semana voces terão uma oportunidade de "ouro" de comprovar como o PIG vai defender os EUA, e vão entender porque fazem tanto esforço para que o Brasil dê errado.
Fiquem ligados, prestem bastante atenção, porque o PIG vai tentar minimizar, maquiar e desviar a atenção do povo brasileiro desse acontecimento.
O PIG é como um câncer, portanto precisa ser extirpado. A presidente eleita já teve cancer e sabe muito bem que essa é uma guerra de vida ou morte, ou se extirpa o cancer, ou o cancer mata o paciente. Nesta guerra não existe empate.

Responder

Giovani Montagner

29 de novembro de 2010 às 01h21

torço pelo dia em que aparecerão documentos vazados para o wikileaks da operação satiagraha.

Responder

Ignez

29 de novembro de 2010 às 01h02

O cinismo estampado nos "comportados" fóruns internacionais é digno de ser copiado pelo "Actorys Sdudio" (não sei se escrevi certo). Mas os interessados logo tomarão providências para que em vez de fogo, só se veja uma "fumacinha" se desfazendo nas ridículas páginas de um jornalzinho qualquer… O filme vai "queimar", na certa…

Responder

Marcelo Fraga

29 de novembro de 2010 às 00h10

Não sei vocês, mas para mim isso traz uma felicidade imensa. Ver aquilo que todos suspeitavam escancarado ali, na tela de todos os computadores, para todos as pessoas verem. Que tapa na cara daqueles que achavam que o governo dos EEUU queria a paz mundial.

Só espero medidas à altura dos governos atacados nesses documentos. Ou será que ficaram com o rabinho no meio das pernas? Vamos esperar pra ver no que dá.

Responder

Guanabara

29 de novembro de 2010 às 00h05

Interessante: divulgar os segredos sórdidos do império é crime. Cometer os crimes listados nos segredos não é crime.

E a Veja? Vai fazer uma capa sobre a "grampolândia" das embaixadas dos EUA ao redor do mundo? As consequencias nas relações EUA X Brasil? Vão chamar o FHC para opinar? Vão dizer que "Dilma sabia"?

Aposta minha: essa notícia vai ter a relevância pragmática global de sempre. Não vai dar em nada. Assim como nada aconteceu com relação às práticas de tortura em Guantánamo, as invasões criminosas do Iraque atrás de "armas de destruição em massa" (que de acordo com a Veja, "existiram mesmo"), a derrubada do Zelaya em Honduras…

Como diz a piada, por que nos EUA não há golpe militar? Porque lá não tem embaixada dos EUA. rs.

Responder

francisco.latorre

29 de novembro de 2010 às 00h04

vazou.

..

vale a busca.. honduras. brasil. latinoamerica.

..

Responder

O_Brasileiro

28 de novembro de 2010 às 23h47

Para os brasileiros que viram como os EUA apoiaram a ditadura no Brasil, nenhuma novidade.

Responder

Fabio_Passos

28 de novembro de 2010 às 23h20

Que bom que podemos saber detalhes sobre o jogo sujo yankee.
Vamos acompanhar como globo, veja, fsp e estadão vão tratar as informações sobre seus patrões.

Responder

Luis

28 de novembro de 2010 às 23h09

Pois é. Mas o Élio Gaspari dá uma versão pobre e "cúmplice com o caso". Não que ele tenha tanta importância assim. Mas ele destaca supostas intrigas que poderiam prejudicar "uma candidatura brasileira" à recente eleição presidencial. Quer desviar o assunto. Como os gambás se cheiram, fico com o Gilmar Mendes (por extensão e analogia): esse Gaspari gostaria de ser reconhecido pelos relevantes serviços que ele tenta prestar ao governo ao americam way of life. Mas, não tem tamanho para isso. No máximo, vai poder dizer que foi amigo do Golberi e da "comunidade da informações".

Responder

    José Vitor

    28 de novembro de 2010 às 23h49

    Não estão disponíveis para o público em geral!!!

    Parece que o Wikileaks disponibilizou diretamente para apenas alguns veículos da mídia, como Guardian e El País.

    Até faz um pouco de sentido. Agora eles podem (ou não) disponibilizar para o público em geral, e mesmo que isso seja censurado, sites sejam fechados, etc, pelo menos algumas cópias garantidamente originais foram distribuídas.

    Jorge

    29 de novembro de 2010 às 11h47

    Para com isto meu amigo – apenas alguns da mídia? A FSP dentro do UOL disse que teve acesso exclusivo em 6 cables sobre o Brasil" Não vamos menosprezar nossa grande imprensa PiG!
    Ha, ha, ha, ….

Henrique

28 de novembro de 2010 às 23h08

Será que alguém não poderia disponibilizar um link para acessarmos esses documentos?

Responder

Regina

28 de novembro de 2010 às 23h00

Fiquei com dó…OBAMA, o CARA…Acabou mais do que o ex-rei,santo,devasso…Agora,novidade nenhuma…todo mundo já sabia da atuaçaõ americana.O império desaba,com requintes da extrema burrice da direita.Parece piada,até scanner dos olhos dos Paraguaios,exame de DNA…o que eles vaõ fazer? Clones!!! Cristina, com a saúde mental abalada,será que foi a Ley dos Medios? A situaçaõ seria trágica mas no momento ela é …..Vamos saber logo o que pensam do Lula…Estamos esperando a publicaçaõ.

Responder

    Pedro

    29 de novembro de 2010 às 00h22

    O que eles pensam do LULA já ficou claro que não interessa para mais de 83% de brasileiros, mas com certeza pode interessar prá viuvas do Serra canalhão……

elena

28 de novembro de 2010 às 22h34

Essa notícia é estarrecedora !
Até DNA !
E eu que pensava que diplomata era simplesmente um interlocutor entre as Nações !
Que o mundo seja muito cauteloso com tudo que tiver vínculo com EEUU .

Responder

Luisa

28 de novembro de 2010 às 22h26

Rapaz, que bomba! E os EUA/Wilson que impuseram o fim da diplomacia secreta, quando da criação da Liga das Nações, hein? Como sempre, imposição para os outros, para eles, a diplomacia secreta nunca deixou de existir, pelo que está sendo revelado.

Responder

N. 120000

28 de novembro de 2010 às 22h25

Azenha, segue link disponibilizado pelo jornal The Guardian, mostrando no mundo, parte das informações liberadas pela Wikileaks.
http://www.guardian.co.uk/world/interactive/2010/

Responder

N. Rodrigues

28 de novembro de 2010 às 22h21

O líder do Wikileaks, Julian Assange, pede para que os internautas que apóiam a causa, baixem um arquivo, chamado de 'insurance.aes256', um tipo de seguro que está protegido por criptografia.
Tanta tecnologia serve para que no acontecimento de um atentado contra Julian Assange ou contra a integridade do site, seja liberada uma senha para liberar o conteúdo, e dar ênfase à causa tão contraditória em favor da Verdade.

Fonte: http://erictric.com/2010/11/25/wikileaks-urges-pu
Link para download do seguro: https://thepiratebay.org/torrent/5723136/WikiLeak

Quaere Verum.

Responder

    N. 120000

    29 de novembro de 2010 às 09h53

    Correção: Onde se lê "contraditória", substitua por "controversa".
    Desculpem o erro.

Marat

28 de novembro de 2010 às 21h54

Seria legal o Wikileaks se preocupar também com o "resto domundo" e saber o que esse "reto" pensa dos líderes estadunidenses…

Responder

    Marcelo Fraga

    29 de novembro de 2010 às 00h06

    Na verdade não depende do WikiLeaks, já que eles não têm acesso diretos à esse tipo de documento. Mas que seria legal, ah seria…

Marat

28 de novembro de 2010 às 21h53

EEUU e impren$$$a não p[assam de uns hipócritas,que mandam e desmandam na ditadura global… Viva o Wikileaks!!!

Responder

maconheiro

28 de novembro de 2010 às 21h49

Pra mim o Obama apertou Enter !

Responder

jcnoel

28 de novembro de 2010 às 21h38

Prestem atençao: Ja esta começando nos Estaos Unidos, Inglaterra e outros paises , inclusive Brasil (leia-se O Globo) ações para censurar , nao permitindo a divulgaçao desses documentos.

Responder

Ramalho

28 de novembro de 2010 às 21h29

Liberdade de imprensa!

Responder

José Manoel

28 de novembro de 2010 às 21h21

Azenha: esses m………. estão sempre procurando sarna prá se coçar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Tomara que entrem em falência!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

ratusnatus

28 de novembro de 2010 às 21h13

Causa nada…

Responder

Luciano Prado

28 de novembro de 2010 às 21h07

A novidade é a revelação porque o fato já era conhecido. Os Estados Unidos sempre espionaram todo mundo. A mentira, o embuste sempre foram a tônica dos americanos.

Responder

José Vitor

28 de novembro de 2010 às 21h01

Se é só isso que aparece no resumo, não tem nada que todo mundo já não soubesse ou desconfiasse…

Responder

João

28 de novembro de 2010 às 20h59

Isto é nitroglicerina pura! Se "chacoalhar demais" explode!
O Império não tem limites mesmo! Pudera que estão na bancarrota.

Responder

Frederico Freitas

28 de novembro de 2010 às 20h59

A imprensa brasileira novamente está comendo bola. No wikileaks, tem 3070 documentos que citam o Brasil, sendo que cerca de 1700 são relacionados diretos com a embaixada americana de Brasília. E não tem nenhuma análise, comentário, notícia específica sobre isso. Só reproduções do The Guardian e NYT. Os documentos sobre o Brasil estão lá, esperando alguém da imprensa aqui ler.

Responder

    Henrique

    28 de novembro de 2010 às 23h08

    Será que vc não poderia ajudar e disponibilizar um link para vermos esses documentos?

    Frederico Freitas

    28 de novembro de 2010 às 23h42

    edv

    28 de novembro de 2010 às 23h54

    Não está comendo bola não, apenas faz parte do "processo"….

    Daniel Campos

    29 de novembro de 2010 às 08h33

    A nossa imprensa nunca vai falar nada à respeito, pois deixaria mal os verdadeiros patrões dela.


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