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TV suspeita de vender cobertura pró-direitistas. No México
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21/12/2012 - 19h09

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Internacional| 21/12/2012 | Copyleft

Arquivos ligam trapaças de rede de tv a presidente do México

Documentos verificados pelo jornal britânico The Guardian mostram que a maior rede de televisão mexicana vendeu cobertura favorável para políticos proeminentes em seus principais jornais e programas de entretenimento, além de tê-los usado para difamar um popular líder da esquerda. Movimento coincidiu com a aparição dos movimentos de protesto que acusavam a Televisa de manipulação da cobertura das eleições em favor do candidato vencedor, Enrique Peña Nieto. O artigo é de Jo Tuckman.

Jo Tuckman – The Guardian, na Carta Maior

Documentos verificados pelo jornal britânico The Guardian mostram que a maior rede de televisão mexicana vendeu cobertura favorável para políticos proeminentes em seus principais jornais e programas de entretenimento, além de tê-los usado para difamar um popular líder da esquerda.

Os documentos consistem em dezenas de arquivos de computador e foram descobertos apenas algumas semanas após as eleições presidenciais do dia primeiro de julho. Coincidiram com a aparição dos arquivos enérgicos movimentos de protesto que acusavam a Televisa de manipulação da cobertura das eleições em favor do candidato vencedor, Enrique Peña Nieto.

Entres os arquivos, que aparentam remontar ao começo do ano, há: uma descrição das taxas cobradas para tornar nacional a figura de Peña Nieto, então governador do estado de México;

uma estratégia midiática evidentemente criada para torpedear a candidatura do esquerdista Andres Manuel López Obrador, maior adversário de Peña Nieto; acordos de pagamento que sugerem um gasto exorbitante de dinheiro público para promover o ex-presidente Vicente Fox.

Embora não tenha sido possível a comprovação da autenticidade dos documentos que foram transmitidos ao Guardian por uma fonte que trabalhava na Televisa, o cruzamento de dados mostra que nomes, datas e circunstâncias mencionados alinham-se amplamente aos acontecimentos.

Essas alegações surgiram num momento crucial para Peña Nieto, o candidato do ideologicamente nebuloso Partido Revolucionário Institucional (PRI): recentes pesquisas de opinião mostram que sua popularidade começa a desfazer-se conforme a atuação da Televisa na campanha se torna uma questão cada vez mais central.

Num país em que o público leitor de jornais é minúsculo e o alcance da internet e da tevê a cabo limita-se às classes médias, a Televisa – e a Tv Azteca, sua rival – exerce uma influência enorme na politica nacional.

Cerca de dois terços dos canais da televisão aberta mexicana pertencem à Televisa, o maior império midiático do mundo hispanofalante. Os documentos aparentam ter sido desenvolvidos pela Radar Servicios Especializados, companhia de marketing dirigida por Alejandro Quintero, vice-presidente da Televisa.

Contatada pelo Guardian, a Televisa declinou esclarecer a relação com a Radar, ou o papel de Quintero nas companhias. Um porta-voz recusou comentar as alegações antes de verificar os documentos. “Nós não podemos opinar sobre informações e documentos que desconhecemos”, disse.

Muitos dos arquivos estavam salvos sob o nome de Yessica de Lamadrid, que à época era empregada da Radar e amante de Peña Nieto.

De Lamadrid contou ao Guardian que pensava serem os documentos falsificações. Ela disse que projetos promocionais em que trabalhou jamais puseram conteúdo à venda.

Um dos arquivos é uma apresentação em PowerPoint que declara ter como objetivo a certeza de que “López Obrador não vença as eleições de 2006”. Ele havia sido criado pouco após a meia-noite do dia 4 de abril de 2005, horas depois do presidente Fox ter se encontrado com os dirigentes da Televisa e da TV Azteca. A contestadíssima eleição terminou com o candidato da esquerda dizendo que foi trapaceado.

Vicente Fox enfrentou muitas críticas após uma tentativa de forçar um impeachmente sobre López Obrador, então prefeito da Cidade do México.

Estão descritas no arquivo medidas de curto prazo para conter qualquer repercussão, como um período de luto nacional pela morte do então recém-falecido Papa João Paulo II.

Consta nos arquivos que o objetivo a longo prazo é o “desmantelamento da sensação popular de que López Obrador é um mártir”. As estratégias para isso consistiam em dinamizar a cobertura de crimes na capital e a revisitação de casos de corrupção envolvendo o líder da oposição.

O plano também compreendia “veicular histórias pessoais de celebridades vítimas de crime na capital do país” e “insistir com que os participantes do Big Brother contem casos”. Estrelas da Televisa fizeram justamente isso em maio daquele ano.

O documento também sugeria que os roteiristas de um popular programa de sátira política chamado El Privilegio de Mandar representassem López Obrador de maneira “desajeitada” e “inapta”. O episódio final do programa, transmitido durante a apuração, terminava com um ator convidando López Obrador a aceitar a derrota.

Um antigo empregado da Televisa, que não é a fonte dos documentos, contou ao Guardian que os comediantes participaram de reuniões na corporação em que a estratégia anti-López Obrador era discutida. “Havia uma estratégia e um cliente que pagava muito dinheiro”, disse a fonte.

A maioria dos outros arquivos mostram estratégias e orçamentos associados a elas.

Eles incluem três planilhas intituladas “Enrique Peña Nieto: Orçamento 2005-2006”. Cada planilha detalha aproximadamente 200 reportagens, entrevistas e programas de entretenimento. A primeira versão estipula o preço dos serviços em 346,326,750 pesos (à época 36 milhões de dólares). O último inclui uma “redução de 50% das taxas”.

Uma folha de papel contendo os mesmos dados foi usada por López Obrador num debate presidencial, no qual ele repetiu que Peña Nieto era um produto televisivo. Peña Nieto e a Televisa sugeriram que o documento — publicado em primeira mão em 2005 pela revista Proceso, de inclinação esquerdista — foi forjado.

O documento foi obtido pelo jornalista investigativo Jenaro Villamil, que sempre recusou revelar a identidade de sua fonte. A Televisa acusa Villamil de difamação da companhia.

Perguntada se o estado de México alguma vez pagou pela cobertura da Televisa, a equipe de campanha de Peña Nieto recusou comentar. Numa resposta por escrito, David López, principal assessor de Peña Nieto, disse: “durante o mandato do Enrique Peña Nieto (2005-11), não houve qualquer contrato do tipo”.

López acrescentou que “todos os contratos publicitários das atividades do governos estão disponíveis na internet”.

Políticos mexicanos há muito tempo são criticados por gastar prodigamente para promover as realizações de suas administrações. Raúl Trejo, especialista em mídia, disse que as práticas detalhadas nos documentos não são ilegais no México, só antiéticas.

O único documento que oferece minúcias sobre os serviços a serem transmitidos referem-se ao discurso de campanha do presidente Fox, proferida em 1º de setembro de 2005. Encontra-se descrito um “valor acordado” de 60 milhões de pesos que cobre propagandas de tevê, treinamento de mídia para cinco ministros e uma série de cinco entrevistas. O Guardian verificou que pelo menos três das entrevistas aconteceram.

Uma seção refere-se a orçamentos deliberadamente manipulados para ocultar a dimensão dos gastos. O documento diz que, “conforme combinado”, do gabinete presidencial cobrou-se 3 milhões, os outros 57 milhões restantes seriam cobrados quando o próprio “gabinete presidencial nos dizer quais outras partes do governo devem arcar com os serviços”.

Os arquivos ainda contém propostas, orçamentos e materiais promocionais envolvendo políticos como o ex-secretário do estado de Tamaulipas, Tomás Yarrington, acusado por promotores norte-americanos de lavagem de dinheiro para o Cartel del Golfo, organização traficante de drogas mais antiga do país. Advogados de Yarrington negaram as acusações.

Outro político mencionado nos documentos, o ex-senador Demetrio Sodi, disse não saber da estratégia elaborada pela Radar até pouco antes de lançar sua candidatura, ao final fracassada, para prefeito da Cidade do México. Sodi declarou não acreditar que os arquivos sejam forjados, mas insistiu que nunca pagou por cobertura favorável.

Nenhum dos outros ex-governantes citados nos arquivos quis dar entrevistas. A ainda presente onda de protestos contra os truques da mídia recrudesceu no dia 10 de maio, quando a Televisa minimizou um protesto anti-Peña Nieto numa universidade privada onde o presidente discursava – e então fez ampla cobertura insistindo que o protesto foi organizado por encrenqueiros que nem estudantes eram.

Num recente ato, um manifestante carregava uma placa com os dizeres: “nem minha mãe me manipula como a Televisa”.

Enquanto protestos contra a parcialidade da imprensa ganham popularidade, a Televisa esforça-se em provar que sua cobertura é ponderada. O movimento é coberto em detalhes e os âncoras do principal jornal televisivo recentemente entrevistaram Peña Nieto de maneira severa.

No ápice das manifestações, um debate presidencial foi transmitido no canal de maior audiência da Televisa, que no debate anterior reservou horário para um show de talentos.

O ex-empregado da Televisa disse que o império midiático promovia satisfeito Peña Nieto quando “ele era o melhor produto”, o compromisso não necessariamente será duradouro.

A fonte apontou para o fato de que López Obrador dava-se muito bem com a Televisa antes da campanha.

“Nunca perca de vista que estamos falando de negócios. A fidelidade é à posição, não à pessoa”.

Tradução de André Cristi

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17 comentários

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José Dirceu e a “cultura de esquerda”no Brasil « Viomundo – O que você não vê na mídia

23 de dezembro de 2012 às 08h47

[…] TV suspeita de vender cobertura pró-direitistas […]

Responder

FrancoAtirador

23 de dezembro de 2012 às 02h31

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HUGO SE RECUPERA E TOMARÁ POSSE EM 2013

TeleSur

Presidente Chávez “no tiene fecha límite” para juramentarse

El presidente de la Asamblea Nacional de Venezuela (AN), Diosdado Cabello, afirmó este sábado que “no hay fecha límite para que el presidente (Hugo) Chávez sea juramentado” cuando asuma el nuevo período gubernamental 2013-2019; ni tampoco está estipulado en la Carta Magna Nacional “dónde y cuándo” debe ocurrir ese acto.

Durante la juramentación del gobernador socialista Jorge García Carneiro en el estado Vargas (Norte), el también vicepresidente del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) aseguró que todos los partidarios del gobernante “deseamos con el alma que Chávez esté aquí el 10 para asumir la presidencia”.

A su vez, dijo que “la Constitución no dice dónde y cuándo se puede juramentar” y agregó que “si Chávez no puede ir a la Asamblea Nacional, se juramentará ante el Tribunal Supremo de Justicia (TSJ)”.

“Que no se equivoquen nosotros amamos a Chávez”, aclaró insistiendo en que “no hay fecha límite para que el presidente sea juramentado”.

“No es el día 10 de enero lo que determina la ausencia absoluta. Ellos (oposición) están jugando a salir del presidente Chávez el día de 10 de enero, póngase a creer (…) Hay un puntico en la Constitución que dice que si el presidente o presidenta no puede asistir por razones sobrevenidas se juramentará ante el Tribunal Supremo de Justicia. ¿Cuándo? No dice Cuando. ¿Donde? No dice donde, pero seguirá siendo nuestro presidente el comandante Chávez “, subrayó.

El vocero también desmintió versiones de supuesta división dentro del Partido Socialista, aseverando que son completamente falsas.

“Ahora la oposición está sacando cuentas para unas posibles elecciones presidenciales, andan diciendo que Nicolás (Maduro, el vicepresidente) se va a pelear con Diosdado, o Nicolás con Elías (Jaua), están muy equivocados (…) La hermandad entre nosotros está garantizada”, recalcó.

Agregó además que “no hay chismes ni intrigas que valga” dentro del movimiento revolucionario y destacó que “aquí nos estamos jugando la vida. Estamos luchando contra un imperio que tiene aquí sus lacayos”.

Con respecto a la salud de Hugo Chávez, el presidente del Parlamento ratificó la información dada por Nicolás Maduro de que el mandatario se está recuperando cada día más e hizo un llamado a la unidad y seguir defendiendo la Revolución Bolivariana.
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Maduro informa que recuperación de Chávez se consolida

El vicepresidente de Venezuela, Nicolás Maduro, reiteró que el presidente Hugo Chávez se recupera progresivamente en La Habana, Cuba, donde cumple con un tratamiento médico.

Maduro destacó que el presidente está realizando los mejores tratamientos para una efectiva recuperación y rechazó las versiones de los medios venezolanos e internaciones que hablan de que su salud está en deterioro.
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Hija del presidente Chávez pide respeto por la salud de su padre

“Basta de mentiras. Estamos junto a papá” fueron las palabras de María Gabriela Chávez, quien también pidió respeto para su familia y para el pueblo venezolano

María Gabriela, hija del presidente de Venezuela, Hugo Chávez, pidió respeto y que cesen las mentiras sobre el estado de salud de su padre, que se recupera favorablemente tras una intervención quirúrgica realizada en La Habana, Cuba, el pasado 11 de diciembre.

“Respeto a la familia y sobre todo respeto a mi pueblo. Basta de mentiras. Estamos junto a papá. Vivos, luchando y recuperando la salud. Con Dios”, expresó Gabriela, la segunda de los cuatro hijos del Presidente, en un tuit publicado en la noche de este viernes.

A través de la prensa internacional y en especial de las redes sociales han circulado los rumores sobre la supuesta “muerte” del mandatario venezolano. Esta situación también ha sido desmentida por el vicepresidente de Venezuela, Nicolás Maduro, y el presidente de la Asamblea Nacional, Diosdado Cabello.

“Debo decir responsablemente: el Presidente está en su tratamiento, con sus médicos, estable, mejorando, lentamente, poco a poco, y Dios, y José Gregorio Hernández, y todo el poder espiritual de nuestro pueblo va a permitir que nosotros lo tengamos más temprano que tarde”, aseveró Maduro este viernes.

Las noticias del estado del presidente venezolano son “muy alentadoras”, indicó Maduro tras reiterar su confianza en la plena recuperación de Chávez.

http://www.telesurtv.net/

Responder

Helder

23 de dezembro de 2012 às 00h34

Televisa = Rede Globo

Responder

Mr. Chance

22 de dezembro de 2012 às 19h04

Liberdade de Imprensa na América Latina serve para isso… Manipular e fraudar eleições em pról de uma direita entreguista aos interesses americanos.

Responder

Valmont

22 de dezembro de 2012 às 11h34

A descrição do modus operandi da TV mercenária do México revela tantas semelhanças com a forma de atuação da nossa gloriosa Rede Gloebbels de Manipulação:

“As estratégias para isso consistiam em dinamizar a cobertura de crimes na capital e a revisitação de casos de corrupção envolvendo o líder da oposição.”

“… representassem López Obrador de maneira “desajeitada” e “inapta”.

“Havia uma estratégia e um cliente que pagava muito dinheiro”

Peña Nieto era um produto televisivo.

Depois de serem flagrados, “os âncoras do principal jornal televisivo recentemente entrevistaram Peña Nieto de maneira severa.” [A estratégia diversionista, tipo morde-e-sopra, é muito evidente aqui também; só a Dilma não percebe, ou faz de conta que não percebe.]

A única diferença relevante é que a Televisa, aparentemente, faz tudo apenas por dinheiro, é mercenária, enquanto aqui, temos um Partido da Imprensa Golpista, com organização explícita no Instituto Millenium e uma ideologia de extrema direita muito evidente. Então, nesse aspecto, o nosso sistema de manipulação é bem mais sofisticado e eficiente.

Até quando viveremos essa farsa? Boa pergunta para o nosso Congresso dominado pela bancada do PIG.

Responder

emerson57

22 de dezembro de 2012 às 11h29

inguazim ki nein aki!

Responder

Moacir Moreira

22 de dezembro de 2012 às 08h45

Sem o apoio do Sistema Veja-Globo a até então desconhecida Dilma jamais teria sido eleita.

Com certeza tem osso nesse angu.

Responder

    emerson57

    22 de dezembro de 2012 às 14h19

    o sr. já ouviu falar de um tal de luiz inácio?

    Helder

    23 de dezembro de 2012 às 00h35

    Analista político de botequim.

Cibele

22 de dezembro de 2012 às 01h38

Ah, tá, no México. Tranquilona aqui… rs

Mas, Azenha, vamos combinar que o povo brasileiro tá mais esperto?

Responder

Cibele

22 de dezembro de 2012 às 01h31

Por onde andam os comentaristas Morvan, Beatrice e Gustavo Pamplona? Estariam eles se preparando para o apocalipse? rsrs
Bem, agora que o fim do mundo já passou, vamos ver o que vai acontecer ao México… Tá bem na hora do povo de lá começar a procurar uma internet grátis, se informar melhor, não é possível! Vão privatizar mesmo a PEMEX? Eles ainda caem na conversa da Televisa, tsc,tsc,tsc…

Responder

Maria Libia

21 de dezembro de 2012 às 21h04

Igualzinho aqui. Só que aqui, o PIG faz campanha para o fechamento do Congresso, colocando os políticos como responsáveis por tudo o que acontece, atacam o ex-presidente culpando-o por ser o chefe do Mensalão, que se não fosse o STF e seu presidente, este país não teria jeito. A globo faz o golpe, não precisa de votos. Agora é o Joaquinzão, como fez com o Collor. Ele será o CAÇADOR DE POLÍTICOS CORRUPTOS, UM DEFENSOR DO BRASIL. e quando não mais precisar do Joaquinzão, joga fora como fez com o Collor. Será que nós, o povo, ainda cairemos nessa? Ah! nossos comediantes estão ridicularizando os políticos, como fez Carlos Alberto de Nóbrega e o personagem do político que embolsa dinheiro. Igualzinho no México.

Responder

    Moacir Moreira

    22 de dezembro de 2012 às 11h09

    Certamente é uma campanha para ridicularizar não apenas o Legislativo mas também principalmente o Judiciário.

    O Sistema Veja-Globo e afiliadas pretende provar que as instituições deste país ainda estão em suas mãos e, portanto, o povo é refém de suas vontades como sempre tem sido desde o golpe de 64.

LU

21 de dezembro de 2012 às 19h58

Isso me lembra uma certa emissora no Brasil.

Responder

    FrancoAtirador

    22 de dezembro de 2012 às 09h34

    .
    .
    Também lembrei de uma grande rede de televisão braZileira.

    Será que é a mesma?

    Começa com G e termina com LOBO?
    .
    .

    Gilson Raslan

    22 de dezembro de 2012 às 14h22

    Começa com G e termina com LOBO.Que televisão é esta?

    FrancoAtirador

    22 de dezembro de 2012 às 16h06

    .
    .
    Caro Gilson Raslan.

    Se, com essa dica, ainda não deu para descobrir

    que Rede de TV BraZileira é idêntica à Televisa,

    então faz o seguinte…

    No post acima, substitui:

    1) ‘Vicente Fox’ por ‘Fernando Henrique Cardoso’;

    2) ‘Enrique Peña Nieto’ por ‘José Serra’ ou ‘Geraldo Alckmin’;

    3) ‘PRI’ por ‘PSDB’; e

    4) Andres Manuel López Obrador’ por ‘Luiz Inácio LULA da Silva’.

    .
    .
    E aí, Gilson?

    Descobriu, agora, que Rede de TV safada, bandida e mafiosa é esta

    que começa com G e termina com LOBO?
    .
    .


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