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Cartas de Minas
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Tony Chastinet: PMs paulistas da chacina de Osasco vendiam munição a colegas cariocas, diz testemunha

16 de março de 2018 às 17h59

Assim agiam os bandidos da PM paulista

PMs da chacina de Osasco teriam vendido munição para policiais do RJ

A revelação foi feita por testemunha protegida; cápsulas são do mesmo lote das usadas na execução da vereadora Marielle Franco

Tony Chastinet, da Record TV

Uma testemunha, cujo nome é mantido em sigilo pela Polícia Civil de São Paulo, informou que os policiais militares envolvidos na maior chacina da história do Estado levavam munição para vender a PMs do Rio de Janeiro.

O relato foi dado a investigadores do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) durante a investigação do assassinato de 23 pessoas em Osasco e Carapicuíba, em agosto de 2015.

Munições de calibre 9 mm encontrados na época são do mesmo lote dos que teriam sido usadas na execução da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Pedro Gomes, na noite de quarta-feira no Rio de Janeiro.

Policiais civis que trabalharam na investigação da chacina ocorrida na Grande São Paulo contaram, sob a condição de anonimato, que uma das testemunhas disse mais de uma vez aos investigadores que trabalhavam no caso que os policiais militares e guardas envolvidos na chacina tinham acesso a munição e costumavam viajar até o Rio de Janeiro para vender o material para PMs cariocas.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro descobriu que a munição 9 mm usada no assassinato da vereadora era do lote UZZ-18 que foi comprado pela Polícia Federal entre 2006 e 2008. Munição do mesmo lote foi encontrada perto dos corpos da chacina em São Paulo em 2015.

A Polícia Federal abriu inquérito hoje para investigar “a origem das munições e as circunstâncias envolvendo as cápsulas encontradas no local do crime”.

Chacina de Osasco

Os crimes aconteceram entre os dias 8 e 13 de agosto de 2015, quando 23 pessoas no total foram assassinadas a tiros nas cidades de Osasco, Barueri, Carapicuíba e Itapevi.

Os assassinatos teriam ocorrido como retaliação pela morte de um policial militar e um guarda municipal.

O cabo Victor Cristilder da Silva dos Santos foi condenado no início de março deste ano a 119 anos de prisão por 12 homicídios e 6 tentativas de homicídio. Em setembro do ano passado, os policiais militares Fabrício Eleutério e Thiago Henklain; e o guarda municipal Sérgio Manhanhã também foram condenados a penas superiores a 100 anos de prisão. As defesas dos quatro sustentam que eles são inocentes.

Frame de câmera de segurança em que Marielle aparece entrando no carro; depois que saiu, o carro prata filmado arrancou em perseguição

 

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Edson lira

17/03/2018 - 02h06

Nossa que matéria ridícula. Ao repórter dessas matéria CUIDADO com as palavras, pois esta fazer injustiças e querendo mérito em ser destaque de primeiras páginas. Amigo faz o seguinte antes de citar quaisquer tipo de matéria trabalhe com a verdade. Pois você esta faltando com a verdade nessa matéria.
Falta de caráter.

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