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O Brasil vai mal, diz jornal que propõe austeridade falida


21/05/2013 - 20h25

Colunistas| 21/05/2013 | Copyleft

Financial Times: o roto falando do bem cosido

É interessante o modo como o jornal britânico constrói a retórica contra o governo Dilma: primeiro, fala-se de tudo o que Brasil conquistou recentemente; depois, garante, tudo isto não passa de uma “fachada”; daí vem a ladainha da miséria: na verdade, este bem-estar aparente esconde um mal-estar.

Flávio Aguiar, na Carta Maior

Em editorial de 19/05/2013 (“Go-go to go-slow”), o Financial Times “rides again” contra o Brasil e contra o governo Dilma.

É interessante o modo como se constrói a retórica. Primeiro, fala-se de tudo o que Brasil conquistou recentemente: recorde no leilão da Petrobrás, 11 bilhões de dólares; a captação da oferta pública da carteira de seguros do Banco do Brasil permanece sendo a maior, 5,6 bi. Empresas de petróleo pagaram 1,4 bi por licenças de exploração.

Um diplomata brasileiro está à testa da OMC. A popularidade de Dilma está na estratosfera, “graças ao pleno emprego”. A sua reeleição parece garantida.

Mas, garante o jornal, tudo isto não passa de uma “fachada”. Daí vem a ladainha da miséria: na verdade, este bem-estar aparente esconde um mal-estar.

Os investimentos caem (como se explica isto diante dos números do outro parágrafo é um mistério). O Brasil só reinveste 18% do seu produto, contra 24% do conjunto da América Latina e 30% da Ásia. 

O modelo baseado no consumo interno está esgotado.

O estilo “deixa-que-eu-chuto” (“Bossy-boots”, um insulto de natureza pessoal) da presidente é inadequado politicamente, as decisões são demasiadamente centralizadas. Isto favorece o combate à corrupção,o jornal admite, mas atrasa as decisões.

Seu governo não aplica as necessárias reformas favoráveis ao mercado (“[the governement] eschewed market-oriented reforms”) em favor de indústrias com lobbies tradicionais, como as montadoras.

Diz-se que o Brasil está perdendo oportunidades. O dinheiro (para investir em infra-estrutura, por exemplo) está sobre a mesa, mas parado. É tempo de agir, adverte o jornal. O dinheiro está barato, mas não vai ser sempre assim.

De novo, fica aquele cheiro de queimado no ar. Trata-se de levantar a bola do companheiro Aécio? De baixar a bola do Brasil em tempos de sucesso? De associar pleno emprego e desaceleração econômica? (Sem falar nos aumentos de salário para quem não investe nem sabe gastar, como o povão)? Tudo junto incluído? Pode ser.

Porque a bem costurada política econômica brasileira – com seus rasgões e remendos existentes e por fazer – vai dando certo, e por isso mesmo só merece o desprezo – que disfarça o pânico – de quem pensa sempre “market-oriented”.

Mas o cheiro de queimado permanece, e se estende. Porque ele vem das entranhas do jornal.

Tudo o que seus editoriais defendem já deu e está dando errado. O ideário “market-oriented” que é a pedra de fundamental de seu ideário está levando a Europa – onde ele vive, o jornal – para a hecatombe, porque para o brejo já levou.

No dia seguinte ao do editorial (20/05, “Europe’s Hollow Efforts to Save a Lost Generation”, “O esforço vazio da Europa para salvar uma geração perdida”) a Spiegel International publicou uma matéria escachapante sobre o desemprego entre os jovens na Europa.

A palavra “hollow” significa “vazio”, “oco”, “cavidade”, “buraco”; mas ela tem uma conotação moral. Quer dizer também “insincero, irreal, pouco profundo, sem valor”. É uma das palavras-chave de poema famoso de T. S. Eliot, “The hollow mwn”, escrito em 1925, na moldura do desencanto vivido na esteira da Primeira Guerra Mundial:

We are the hollow men


We are the stuffed men


Leaning together 


Headpiece filled with straw. Alas!



Nós somos os homens ocos


Os homens empalhados


Uns nos outros amparados


O elmo cheio de nada. Aí de nós!



(Na tradução de Ivan Junqueira)

O vaticínio do poema pode se aplicar tanto os “maket-oriented” hegemônicos na Zona do Euro, como o mundo que estão moldando, semeando o desencanto e o desespero num continente que vai perdendo o passo do futuro.

Os números são estapafúrdios. Mesmo na próspera Alemanha, de pouco desemprego, entre os de menos de 25 anos (e 18 ou mais) o desemprego é de 7,9%. No restante da Zona do Euro: Áustria, 9,9%; Holanda, 10,3%; Malta, 16%; Luxemburgo, 18,5%; Estônia, 19,4%; Finlândia, 19,5%; Bélgica, 19,6%; França, 26,9%; Eslovênia, 27,1%; Chipre, 28,4%; Irlanda, 30,9%; Eslováquia, 35,9%; e agora os campeões – Portugal, 38,6%; Itália, 38,7%; Espanha, 55,5% e Grécia, 59,4%.

Média ponderada, 23,5%: uma catástrofe. Nas palavras da matéria, “Está se formando na Europa uma geração perdida”.

Voltemos ao período entre-guerras. A expressão “uma geração perdida” foi usada como epigrafe no romance “O sol também se levanta”, de Ernest Hemingway, começado em 1925 e publicado em 1926.

Na época o autor atribuiu a expressão à escritora Getrude Stein, e ele mesmo associou-a à geração que amadureceu durante a Primeira Guerra Mundial e foi por ela irremediavelmente “danificada”.

Depois Hemingway escreveu que na verdade o criador da expressão fora o proprietário da oficina onde Stein mandava consertar seu carro.

Voltando ao nosso século, o artigo da Der Spiegel assinala que a aversão das elites políticas européias por qualquer coisa que signifique “dispêndio de verbas” vai estrangulando na prática os programas e promessas de criação de projetos para estimular a geração de empregos em geral, quanto mais entre os mais jovens. “Big promises, scant results”, resume a revista: “Grandes promessas; resultados pífios”, traduzindo livremente.

Enumera a revista: em fevereiro deste ano o Conselho Europeu votou um investimento de 6 bilhões de euros até 2020 para geração de empregos entre os mais jovens, mas desavanças entre os países-membros sobre a aplicação do dinheiro fez o começo do programa ser postergado para 2014.

Um programa de investimento franco-germânico nos países do “sul da Europa” com o mesmo objetivo permenece “nebuloso”, apesar do entusiasmo da ministra alemã do Trabalho, Ursula von der Leyen, uma candidata da CDU à uma possível sucessão de Angela Merkel.

A prática alemã tem sido mais a de contratar jovens nos países mais prejudicados para trabalhar… na Alemanha, o que não ajuda muito a economia destes. 

Novas promessas estão em curso, pelo menos no plano das intenções.

A próxima cúpula européia deve priorizar o tema. Mas pouco será feito, provavelmente, dentro da ótica de mostrar para o público em geral que está se fazendo tudo o que é possível gastando o menos possível também.

Alertados pelas lições da história advindas daquele período da “geração perdida” e dos “homens ocos”, analistas de diferentes procedências (historiadores, economistas não obcecados pela “market-orientation”, escritores, artistas, antropólogos, psicólogos, etc.) vêm advertindo sobre os riscos inerentes a esta situação européia: afinal, foi naquele “vazio de perspectivas” que os nazi-fascismos prosperaram.

Mas nada disto abala os “market-oriented”. Sem sombra de dúvida, o sem mundo de certezas iluminadas não admite sombras nem dúvidas. Muito menos uma sombra do tamanho do Brasil.

Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



34 comentários

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FelipeB

23 de maio de 2013 às 00h41

Hum… eu já ouvi esse “there is a sense of malaise” antes… da boca do FHC numa entrevista a BBC em que ele foi destroçado pelo entrevistador. Aí tem…

http://www.youtube.com/watch?v=cNhs2d_ScW4

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Eunice

22 de maio de 2013 às 17h22

Jamais me esquecerei da visita de Tony Blair à Argentina antes da falência da mesma, governos e press deles abanam o rabo sim,latem e mordem outros países de várias maneiras.

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Valdeci Elias

22 de maio de 2013 às 15h49

Ainda bem que FHC, pode re-avaliar seu erros. E mudar suas atitudes no futuro .

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augusto2

22 de maio de 2013 às 15h01

quando se ouve algo de muito apreciativo da ilha britanica, lembro uma resposta do piloto austriaco Gerhard Berger, gente fina e amigo chegado de airton sena. Depois de alguns anos em escuderia q ‘forçava’ a morar na ilha, anunciou que iria embora nao ia residir mais. Pergunta: Porque, Berger? — Resposta:
“Ih, o clima é ruim, as mulheres são…”
Bom,vamos poupa-los da opinião integral do piloto porque nao vem ao caso.

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Jotage

22 de maio de 2013 às 14h02

Bom está na Europa, onde tudo parece muito ruim, mas continua muito bom. Para os bancos, é lógico. O povo? Ora o povo.
O PSDB (partido só de banqueiros) está no poder lá.

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Zhungarian Alatau

22 de maio de 2013 às 11h22

O buraco está mais embaixo: taxas de juros. Esses gringos querem é sombra e água fresca. E, no Brasil, podem manter seu dinheirinho rendendo à custa do nosso suor. Tá certo…

Mas enquanto a democracia existir por aqui (pelo visto, oposição e STF estão lutando contra ela), Dilma vai continuar governando com pleno emprego, credibilidade na estratosfera e juros quase nipônicos.

Bye-bye Aécio.

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    Eunice

    22 de maio de 2013 às 17h08

    Muito safos esses representantes do poder mundial.
    Eles sabem que, se o governo brasileiro concordar, os investors darão mais uns balões no povão de lá, e trarão os dolares para cá, onde os juros sempre foram muito altos. Eles estão desapontados com Dilma, pois até mandavam no governo FHC, davam os valores, exigiram e conseguiram a privataria, aplicaram os dollares e receberam e recebem juros altissimos por isso, até hoje, e o resto voces sabem…

Christian Fernandes

22 de maio de 2013 às 11h21

Para quem duvida da afinidade (para não dizer outra coisa) entre PSDB e FT, lembre-se que “malaise” é a palavra usada por FHC naquela entrevista na TV inglesa… aquela do inglês bem do safado do ex-presidente, que o apresentador perguntou até do Geraldo Brindeiro.

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Roberto Locatelli

22 de maio de 2013 às 10h42

Só para lembrar:

– a dívida pública do Reino Unido é de 507% do PIB deles. E crescendo.
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/divida-do-reino-unido-e-507-do-pib

– a dívida pública do Brasil é de 35% do PIB e caindo.

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    Eunice

    22 de maio de 2013 às 17h10

    Nossa! eles tinham conseguido o que nunca conseguimos, não ter nenhum homem deitado na rua. Acho que a miséria e o sopão vai chegar para eles.
    Mas acharão um modo de invadir a comida brasileira, ao menos.

De Paula

22 de maio de 2013 às 09h36

Ou o Financial Times está plagiando o discurso do PSDB ou o PSDB, em seu discurso, está plagiando o Financial Times.

Responder

henrique de oliveira

22 de maio de 2013 às 09h09

Se o BRASIL esta mal , imagina o reino unido.

Responder

    LEANDRO

    22 de maio de 2013 às 13h31

    Voltaram a ser a sexta economia do mundo.

Julio Silveira

22 de maio de 2013 às 08h50

No Brasil tem um ditado que diz “lingua não tem osso por isso a boca fala o que quizer”. Tentando parafrasear esse dito, em relação a esse post, eu escrevo “cerebros vazios ajudam mãos ociosas a escreverem o que quizerem” .

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Alemao

22 de maio de 2013 às 08h08

Garanto que nenhum espanhol trocaria seu país para morar na “potência” que se transformou o Brasil. Assim como nenhum de vcs trocaria o Brasil por Cuba ou Venezuela…

Responder

    augusto2

    22 de maio de 2013 às 11h05

    O meu querido tedesco: faz o seguinte vamos nos dois ali no RH da “Telefónica de españa brasil”, subornamos a mocinha ali e ela nos mostra quantos curriculos tem.
    O mesmo na câmara de comércio brasil-espanha e no depto comercial do consulado. A gente tira a duvida. Pra garantir vou vestindo uma camisa do Real mas tu pode ir com a do barça mesmo.

    Bob

    22 de maio de 2013 às 12h37

    Faz o seguinte, mein freund:

    vai polindo seu espanhol e inglês aí, quando vc estiver bem de escrita em ambas, me passe seu e-mail que eu te mando uma lista de pessoas que trabalham comigo, em filiais na Europa e nos EUA, que estão doidos para se mudar para cá. E não, não são “peões”: são gerentes e diretores também.

    Obviamente eles não são a regra geral, mas são casos que te desmentem…

    Aí você os convence de que estão fazendo besteira. Alguns deles provavelmente já estão falando português melhor do que você, isso eu te garanto…

    Alemao

    22 de maio de 2013 às 15h04

    ? Pelo jeito não sabe identificar uma ironia…

    Vou declinar sua oferta pois já deixei Banânia faz tempo, senão trocaria com muito prazer de lugar com um de seus colegas internacionais que, pelo jeito, estão ganhando bons salários nos seus respectivos empregos em um desses paisecos desenvolvidos que vc citou. Só não compreendi o que lhes atrai em Banânia, seriam as escolas de ótima qualidade? Seriam os baixíssimos níveis de violência? Seria a possante infraestrutura?

    rodrigo

    22 de maio de 2013 às 15h17

    Alemao, tu deixou bananaland e tá aonde? Que mal lhe pergunte?

O dia em que o Estadão defendeu a regulação da mídia - Viomundo - O que você não vê na mídia

22 de maio de 2013 às 05h15

[…] Diário britânico que prega austeridade falida critica economia brasileira […]

Responder

Eduardo

22 de maio de 2013 às 00h13

Como se não bastasse FHC ( não está claro quem é correspondente do outro FHC e FT) o FT já adotou Aécio desde quando Deputado depois Governador! Isso é de conhecimento público de longa data.Só não ficou claro ainda é como eles pagam uns aos outros! Cabe investigar!

Responder

Fabio Passos

21 de maio de 2013 às 23h03

Mofo neoliberal… lembra as colunas do fhc no PiG. rsrs

Responder

marcosomag

21 de maio de 2013 às 22h15

Já foi desmascarado que o Pedro Malan é o “informante que deve ser protegido”, como a CIA descreveu o William Waack, que desinforma o FT e faz a vetusta revista britânica publicar bobagem atrás de bobagem sobre o Brasil.

Responder

José Sena

21 de maio de 2013 às 21h34

Prezados(as),

Esta matéria é mais uma matéria paga pelo PIG Nacional com o objetivo de conseguir assunto para falar mau do governo trabalhista nas propagandas eleitorais dos PSDBestas e DEMoníacos.

Atenciosamente,

Responder

Fabio Passos

21 de maio de 2013 às 21h27

Os apologistas do deus mercado quebraram o Brasil durante o desgoverno fhc.
Querem o retorno da roubalheira privata e a vida mansa para os especuladores do mercado financeiro.

O Brasil precisa e optar pela maioria que trabalha e produz… e nao por 1% de miliardarios vagabundos que deveriam sumir da face da terra.

Responder

    Eunice

    22 de maio de 2013 às 17h18

    De acordo!

    Muita gente não entendeu que a critica é para a economia. Acaso alguém aqui no blog não sabe que o Brasil é pobre?

    Ninguém disse que o Brasil é melhor que a Inglaterra, ou etc. Moramos aqui porque nascemos aqui, conhecemos nossa pobreza geral e não faria sentido discutir a mudança de toda a população para outro país melhor.

    Torço para que os ingleses resolvam seus problemas sem nos explorar mais.
    E torço para esses investidores fiquem longe de Dona Dilma e alguns ministross sinistros. Conhecemos essa história muito bem.

Gerson Carneiro

21 de maio de 2013 às 21h02

E já tem vira-lata balançando a calda.

Bom mesmo está na Espanha e na Grécia.

Responder

    willian

    21 de maio de 2013 às 21h51

    Você que mora no interior do Piauí aproveita e liga para aquele seu amigo que mora em Barcelona e dá aquela sacaneada.

    Marcio H Silva

    22 de maio de 2013 às 12h28

    Caro Gerson, que saudade do EUNÃOSABIA, em!

    Eunice

    22 de maio de 2013 às 17h19

    KKKKKKKKK.

Roberto Locatelli

21 de maio de 2013 às 20h52

Enquanto o Financial Times fala mal do Brasil, Bill Clinton (aquele que deu uma bronca em FHC – http://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ&feature=youtu.be) fala bem. Palavras de Bill Clinton:

“Estou impressionado com o Brasil. Quando penso no Brasil, penso em inovação: há cinco anos, vocês são o único país no mundo que usa mais biocombustíveis do que gasolina nos carros, e é o único biocombustível eficiente no mundo, com 36 litros de combustível para cada quatro litros de petróleo usados para produzi-los. Quero que as pessoas conheçam um país que está dando certo, onde há energia e felicidade, não porque não existam problemas, mas porque vocês estão progredindo”.

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2013/05/bill-clinton-promovera-conferencia-sobre-america-latina-no-rj.html

Responder

    Manoel R.Mello Jr

    21 de maio de 2013 às 21h24

    CARO LOCATELLI,
    FAVOR INFORMAR QUEM É MATRIZ E QUEM É FILIAL : FINANCIAL TIMES OU GLOBO OU FOLHA OU ESTADÃO OU VEJA ,ETC.
    O NIVEL DOS SEM NOÇÕES ESTA CRESCENDO ASSUSTADORAMENTE.LULA, DILMA EO PT , DESSA MANEIRA VÃO GANHAR TODAS , AO LADO DO POVO BRASILEIRO.

    Roberto Locatelli

    22 de maio de 2013 às 15h16

    Difícil saber quem está copiando quem. Na prática, é como se todos eles recebessem orientação do Pentágono.

Rodrigo Vianna: O fascismo assustador do século 21 - Viomundo - O que você não vê na mídia

21 de maio de 2013 às 20h28

[…] O Brasil vai mal, diz jornal de continente falido pela austeridade […]

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