VIOMUNDO

Diário da Resistência


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Independent: Como Israel se vinga de meninos que atiram pedras


26/08/2011 - 23h01

How Israel takes its revenge on boys who throw stones

Friday, 26 August 2011, no jornal britânico Independent

O menino, pequeno e frágil, está lutando para ficar acordado. Sua cabeça pende para o lado, a certa altura caindo sobre o peito. “Levanta a cabeça! Levanta!”, grita um dos interrogadores, estapeando o menino. Mas ele a essa altura não parece mais se importar, porque está acordado por pelo menos doze horas desde que foi tirado de casa e separado dos pais às duas da manhã, sob a mira de uma arma. “Eu gostaria que vocês me soltassem”, ele choraminga, “assim eu poderia dormir um pouco”.

Durante o vídeo, de quase seis horas, o palestino Islam Tamimi, de 14 anos de idade, exausto e amedrontado, é continuamente pressionado, a ponto de começar a incriminar homens de sua vila e a tecer lendas fantásticas que, acredita, seus tormentadores querem ouvir.

Estas imagens raras, vistas pelo Independent, oferecem uma janela num interrogatório israelense, quase um rito de passagem que centenas de crianças palestinas acusadas de atirar pedras enfrentam todo ano.

Israel tem defendido fortemente seu comportamento, argumentando que o tratamento dados aos menores melhorou vastamente com a criação de uma corte militar juvenil dois anos atrás. Mas as crianças que enfrentaram a dura justiça da ocupação contam uma história bem diferente.

“Os problemas começam muito antes de as crianças serem trazidas para o tribunal, começam com a prisão delas”, diz Naomi Lalo, uma ativista do No Legal Frontiers, um grupo israelense que monitora os tribunais militares. É durante os interrogatórios que o destino da criança  “é decidido”, ela diz.

Sameer Shilu, de 12 anos, estava dormindo quando soldados derrubaram a porta da frente da casa dele uma noite. Ele e o irmão mais velho sairam do quarto com os olhos embaçados para encontrar seis soldados destruindo a sala-de-estar.

Checando o nome do menino na carteira de identidade do pai, o oficial israelense parecia “chocado” quando viu que precisava prender uma criança, disse o pai de Sameer, Saher. “Eu disse, ‘ele é muito jovem: por que você o quer?’ ‘Eu não sei’, ele respondeu”. Vendado e com as mãos dolorosamente atadas por algemas plásticas nas costas, Sameer foi colocado em um Jeep, com o pai gritando que não tivesse medo. “Nós choramos, todos nós”, o pai diz. “Eu conheço meus filhos; eles não atiram pedras”.

Nas horas que antecederam o interrogatório, Sameer foi mantido vendado e algemado, sem poder dormir. Eventualmente levado para um interrogatório sem um advogado ou parente presente, um homem o acusou de participar de uma demonstração e mostrou imagens de um menino atirando pedras, dizendo que era ele.

“Ele disse, ‘este é você’ e eu disse que não era eu. Então ele me perguntou, ‘quem são eles?’ e eu disse que não sabia”, Sammer conta. “A certa altura, o homem começou a gritar comigo, me agarrou pelo colarinho e disse ‘eu vou jogar você pela janela e te bater com um pau, se você não confessar'”.

Sameer, que se disse inocente, teve sorte; ele foi solto algumas horas depois. Mas a maior parte das crianças é amedrontada a ponto de assinar uma confissão, sob ameaça de violência física ou contra as famílias, como a da retirada das permissões de trabalho.

Quando uma confissão é assinada, os advogados geralmente orientam as crianças a aceitar um acordo e a servir uma sentença de prisão, mesmo que não sejam culpadas. Alegar inocência quase sempre representa longas ações no tribunal, durante as quais a criança quase sempre fica presa. Sentenças em favor das crianças são raras. “Numa corte militar, você deve saber que não deve procurar por justiça”, diz Gabi Lasky, uma advogada israelense que representou crianças.

Existem muitas crianças palestinas em vilas da Cisjordânia sob a sombra do Muro israelense da separação ou de assentamentos judaicos em terras palestinas. Onde grandes protestos não-violentos se deram como forma de resistência, existem crianças que atiraram pedras e patrulhas de Israel nessas vilas são comuns. Mas advogados e grupos de defesa dos Direitos Humanos protestam contra a política de Israel de tornar alvo as crianças de vilas que resistem à ocupação.

Na maioria dos casos, crianças de até 12 anos de idade são arrancadas da cama à noite, algemadas e vendadas, ficam sem dormir ou sem comida, são submetidas a longos interrogatórios e então forçadas a assinar confissões em hebreu, um idioma que poucas tem capacidade de ler.

O grupo de Direitos Humanos B’Tselem concluiu que “os direitos dos menores são severamente violados, que a lei quase sempre fracassa na proteção de seus direitos, e que os poucos direitos dados a eles sob a lei não são implementados”.

Israel alega que trata os menores palestinos no espírito de sua própria lei para jovens mas, na prática, este é raramente o caso. Por exemplo, crianças não deveriam ser presas à noite, advogados e parentes deveriam estar presentes durante os interrogatórios e é preciso ler os direitos para as crianças presas. Mas Israel trata isso como comportamento recomendando, não como exigência legal, e os direitos das crianças são frequentemente violados. Israel considera jovens israelenses como crianças até 18 anos, enquanto palestinos são vistos como adultos a partir dos 16 anos de idade.

Advogados e ativistas dizem que mais de 200 crianças palestinas estão em prisões israelenses. “Se você quer prender estas crianças, se quer julgá-las”, diz a srta. Lalo, “tudo bem, mas faça isso de acordo com a lei de Israel. Dê a elas os seus direitos”.

No caso de Islam, o menino do vídeo, a advogada dele, srta. Lasky, acredita que o vídeo é prova de sérias irregularidades no interrogatório.

Em particular, o interrogador não disse a Islam que ele tinha direito de ficar calado, e o menino foi ouvido sem a advogada, que tentou vê-lo mas não conseguiu. Em vez disso, o interrogador pediu a Islam que contasse tudo a ele e aos colegas, sugerindo que se fizesse isso ele seria solto. Um interrogador sugestivamente socou uma das mãos, fechada, na palma da outra.

Ao final do interrogatório Islam, chorando entre soluços, sucumbiu aos interrogadores, aparentemente dando a eles o que queriam ouvir. Numa página de fotografias, a mão do menino se moveu sobre as imagens, identificando moradores da vila que mais tarde seriam presos por protestar.

A srta. Lasky espera que a divulgação do vídeo mude o tratamento das crianças presas nos territórios ocupados, em particular na forma como são usadas para incriminar outros, o que advogados alegam é o principal objetivo dos interrogadores. O vídeo ajudou a conseguir a soltura de Islam, do presídio para prisão domiciliar, e pode levá-lo a ser inocentado das acusações de atirar pedras. Mas, neste momento, um Islam silencioso não acredita em sua sorte. A metros de sua casa em Nabi Saleh fica a casa de uma prima, cujo marido está preso à espera de julgamento junto com uma dúzia de outros com base na confissão do menino.

A prima é magnânima. “Ele é uma vítima, ele é apenas uma criança”, diz Nariman Tamimi, de 35 anos, cujo marido, Bassem, de 45 anos, está na prisão. “Não devemos culpá-lo pelo que aconteceu. Ele estava sob enorme pressão”.

A política de Israel tem sido bem sucedida num sentido: criar medo entre as crianças e evitar que elas participem de futuras manifestações. Mas as crianças ficam traumatizadas, sujeitas a pesadelos e a molhar a cama à noite. A maioria acaba perdendo o ano escolar, ou abandona a escola.

Os críticos de Israel dizem que a política em relação às crianças palestinas está criando uma nova geração de ativistas com os corações cheios de ódio contra Israel. Outros dizem que ela mancha o caráter do país. “Israel não tem nada que prender estas crianças, julgá-las ou oprimí-las”, a srta. Lalo diz, com os olhos marejados. “Elas não são nossas crianças. Meu país está fazendo muitas coisas erradas e as justificando. Nós deveríamos servir de exemplo, mas nos tornamos um estado opressor”.

Números de crianças detidas

7000. O número estimado de crianças palestinas detidas e processadas pelos tribunais militares israelenses desde 2000, de acordo com relatório do Defesa Internacional de Crianças Palestinas (DCIP)

87. Porcentagem de crianças submetidas a alguma forma de violência física durante a custódia. Cerca de 91% tiveram os olhos vendados em algum momento da detenção.

12. A idade mínima de responsabilidade criminal, conforme estipulado pela Ordem Militar 1651.

62. Porcentagem das crianças presas entre meia-noite e 5 da manhã.

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



62 comentários

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o problema do Brasil sao as perdas internacionais....

08 de julho de 2012 às 07h47

penso que o que falta em Israel eh um estatuto como o ECA, estatuto do criminoso adolescente, para as criancinhas de ate 18 anos não serem tratada com desrespeito.
vejam que a minha critica na verdade eh ao Brasil, onde as “criancas” tem o instrumento ECA e deu no que deu, molecada com dedo pesado no gatilho… matando a torto e direito. Israel eh que precisa de um ECA, jah o Brasil precisa de Maioridade PENAL de 12 anos para pararmos de ser torturados e mortos a sangue frio pelos crminosos infantis de ate 18 anos

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Henrique

29 de agosto de 2011 às 15h10

E como pode se introduzir no currículo educacional de São Paulo aulas sobre o Holocausto, sob o argumento de não se repetir no futuro erros do passado? E estamos todos calados? Ou a força do capital israelense já se faz instalar dentro das nossas instituições? Socorramos a mente das nossas crianças primeiramente…

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Beto_W

29 de agosto de 2011 às 13h44

Os fatos relatados nesse texto me revoltam, mas não me surpreendem. A lógica distorcida que permeia a cúpula política de Israel acaba por influenciar a sociedade israelense, e os soldados que tomam parte nessas horrendas ações são jovens recém-saídos do segundo grau, e portanto, vulneráveis a todo tipo de propaganda. Desde crianças, eles ouvem falar dos palestinos como terroristas perigosos – assim como as crianças palestinas são ensinadas a odiar os israelenses (e de maneira geral, todos os judeus). Isso alimenta a fogueira do ódio que destrói a região.

A maioria desses jovens soldados não tem coragem de enfrentar seus superiores e se recusar a cumprir suas ordens. Existem alguns, no entanto, que o fazem, se recusando inclusive a servir nos territórios ocupados – boa parte deles passou boa parte de seu serviço militar obrigatório em prisões militares. Infelizmente esses são minoria. Dos outros, grande parte tem medo de se opor a seus comandantes, mas existe uma parcela que infelizmente acredita estar fazendo o melhor em nome do país.

Li aqui vários comentários, e fiquei feliz em ver que a maioria por aqui entende a diferença entre Israel e os judeus. Defendo a idéia de um lar nacional para os judeus em Israel, e acho que os palestinos também têm direito ao seu lar nacional. Me sinto cada vez mais distante desse "sionismo" vigente, com sua cegueira seletiva e sua santificação do Estado de Israel, onde parece ser dever de todo "bom" judeu defender incondicionalmente Israel e vilanizar os palestinos como os malvados da estória. Alguns outros judeus, para evitarem esse rótulo, se auto-intitulam neo-sionistas ou pós-sionistas. Eu ainda assim me considero sionista, e prefiro acreditar que o que o governo de Israel pratica não é sionismo, mas sim uma visão distorcida e corrupta da idéia original. Quero essa palavra de volta.

Mas acima de tudo, acredito ser o dever de todo bom judeu lutar pela justiça e contra a opressão, principalmente aquela perpetrada por judeus. Nosso povo, que já sofreu tanto com preconceito e perseguições, deveria ser o primeiro a defender qualquer outro povo perseguido, e o último a perseguir um outro povo.

O problema é que a cada nova onda de violência as vozes em favor da paz se tornam mais fracas entre os judeus, dentro e fora de Israel. E o mesmo acontece entre os palestinos, cada vez menos dispostos ao diálogo. A intolerância corre solta dos dois lados. E isso tem que acabar, antes que seja tarde demais.

Responder

Fátima S.

29 de agosto de 2011 às 12h36

Ainda não tive coragem para ler o texto, costumo ser muito tocada por fatos que acredito estarem relatados no artigo. Preciso de um tempo pra me preparar

Responder

Bruno L. Payolla

28 de agosto de 2011 às 18h14

Difícil dizer alguma coisa a respeito. Difícil acreditar que as "principais" nações do mundo não tem interesse em resolver a questão palestina. Onde está o tribunal internacional? Muitos países não alinhados com a manutenção da atual situação palestina deveriam solicitar a prisão de todos os dirigentes e autoridades de Israel, solicitar a prisão à Interpol e romper relações diplomáticas com o estado judeu até a solução adequada para o problema, ou seja, a criação e manutenção, pela ONU, do Estado Palestino.

Responder

Jair de Souza

28 de agosto de 2011 às 12h31

Como agem os agentes a serviço do sionismo em seus esforços para suavizar a situação moral de Israel perante a opinião pública? A coisa funciona quase sempre como vimos aqui. Diante de uma reportagem que mostra as práticas monstruosas da máquina de matar sionista, aparece um sionista "bonzinho" que diz ser contra aquelas práticas, mas que questiona veementemente o antissemitismo dos comentaristas, questiona a pouca importância dada ao holocausto, etc. Com isso, em lugar de centrar fogo sobre os crimes hediondos do momento, a gente fica discutindo o passado distante, algo difícil de ser sentido, em lugar de centrar fogo sobre as atrocidades que Israel está praticando neste exato momento. A função dos sionistas "bonzinhos", em geral, é esta: desviar o foco de atenção do presente ao passado (um passado que também não pode ser analisado em detalhes, para que não se descubra a cooperação prestada pelo sionismo ao nazismo). É preciso reconhecer, eles entendem de marketing.

Responder

Renato

27 de agosto de 2011 às 23h40

Temos de um lado um Estado Reconhecido e de um outro bandos terroristas que usam crianças de 16 anos e mulheres em atentados a bombas. Não é de estranhar que esse tipo de coisa acontece.
A esquerda pensa que os terroristas estão certos. E eu digo os três estão errados.

Responder

    Jair de Souza

    28 de agosto de 2011 às 08h58

    Você deve adorar as lembranças da Alemanha nazista. Ela também era um estado reconhecido. Havia alguns terroristas que se opunham a ele. Claro que não eram os sionistas. As organizações sionistas da Alemanha, na época, ficaram entusiasmadas com o programa de segregação hitlerista. Imagino que você também deve ter saudades disso.

    Cronopio

    28 de agosto de 2011 às 10h05

    Esse tipo de comentário mostra bem o tipo de pessoa que defende o estado de Israel. Renato, JJ Camargo e Gunnar enxergam os impasses envolvendo palestinos e israelenses como uma rinha de adolescentes. São comentários muito ilustrativos do tipo mais tosco de atitude conservadora de redução ideológica. Embora a esquerda também esteja sujeita a esse tipo de fenômeno, ficou claro aqui quem está usando a máscara (no caso de Gunnar, não hé nem máscara, é puro cinismo) de vítima para cometer atitudes bárbaras. Parabéns, vocês estão a um passo do fascismo.

    Patricio

    28 de agosto de 2011 às 11h49

    Por que será que quem defende o terror israelense sempre acusa a esquerda?

Gunnar

27 de agosto de 2011 às 20h45

Chora, terrorista.

Responder

    Henrique Finco

    27 de agosto de 2011 às 23h08

    Terrorista, Gunnar, é o Estado Israelense. E ele, pelo jeito não chora: tortura. Você, também pelo jeito, aprova, não é? Justificando tortura, Gunnar? Mesmo que as crianças tivessem atirado pedras contra patrulhas isralenses, o que é ato meritório, já que mostram seu incoformismo com um invasor, seria motivo para prisão e, pior, tortura? Para você, Gunnar, parece que a tortura é justificável, quando ela sempre é injustificável e, Gunnar, além de ser covarde, é um sintoma de fraqueza e de colapso eminente de quem a pratica… Quantos destes regimes políticos que a praticavam sobreviveram? Parece que os fascistas lá de Israel estão com os dias vontados, Gunnar… Alvissareiro, por outro lado, é que nem todos em Israel são fascistas, Gunnar…

    Cronopio

    28 de agosto de 2011 às 10h06

    Depois vem dizer que não é fascista. É isso tipo de escroto que adora colar a estrela de "antissemita" no peito de quem critica as barbaridades de Irsrael.

    Patricio

    28 de agosto de 2011 às 11h38

    Ria, fascista.

    Augusto

    04 de setembro de 2011 às 12h59

    Qualquer pessoa bem informada sabe que "terrorismo" é um termo usado pelos norteamericanos para impor suas vontades, espalhar o medo e retirar direitos civís. Fascistas sim são os EUA e Israel.

    Ali Jam

    21 de setembro de 2011 às 00h05

    Dragão o que é teu tá guardado!

Carlos Cruz

27 de agosto de 2011 às 19h33

Nem terminei de ler…não consegui! Nojo e enjoo. Asco, mesmo. Eu perguno: e a declaração dos direitos do homem? Se não hé lei básica no tratamento pelo estado judeu de pelestinos e árabes, onde está a declaração de direitos humanos? Onde estão as ongs que agem pelo mundo gritando e agitando bandeiras, principalmente no Irã, Siria, Coreia do Norte, China, paises que não agem conforme manda os "donos do mundo", seus patrões? Se há direito humano nos paises citados, ele deve ser defendido no mundo todo. As mascaras estão caindo, as demagogias atropeladas. Os cruzados lutam contra os infieis árabes. Os passam pelo "fio da espada" em nome da civilização cristã.

Responder

    Beto_W

    29 de agosto de 2011 às 10h35

    Carlos, no próprio texto são mencionadas a No Legal Frontier e o B'Tselem, que são duas ONGs israelenses que denunciam absurdos como esse dentro de Israel. Existem várias outras organizações israelenses que defendem o direito dos palestinos à dignidade e à auto-determinação, como por exemplo o Gush Shalom, fundado pelo Uri Avnery, que tem de vez em quando um de seus excelentes artigos traduzidos aqui.

J.C.CAMARGO

27 de agosto de 2011 às 18h57

LCAzenha: vai ver os Israelenses aprenderam tudo isso com os Agentes da KGB, só pode ser!

Responder

    abrantes

    28 de agosto de 2011 às 00h56

    É mais fácil terem aprendido com CIA pois quem sustenta esses criminosos são os Estados Unidos da América cujo presidente atual foi agraciado com aquela FARSA que foi o premio NOBEL da PAZ .
    Ele é um verdadeiro camaleão,pois se disfarça muito bem ,fazendo o tipo democrático e defensor dos direitos humanos , más continua promovendo agressões armadas pelo mundo.

Jorge Couto

27 de agosto de 2011 às 18h44

Sr.Paulo C

Conheço bastante sobre o holocausto. Não se trata de saber se os atos do ESTADO de Israel(e não de todo o povo judeu) são comparáveis ou não ao holocausto. O que precisa ser dito,em alto e bom som, é que tais atos são criminosos e covardes.Certamente muitos destes monstros que prendem e torturam crianças, se não fossem judeus e tivessem oportunidade, se sairiam muito bem como guardas nos Lager.
Ao menos em respeito aos milhões de mortos nos campos de morte nazistas, que se pare de usar o seu martírio para minimizar, ou mesmo justificar, o massacre sistemático do povo palestino perpetrado pelo ESTADO de Israel.

Responder

Jair de Souza

27 de agosto de 2011 às 18h25

Falou-se em banalização do holocausto, por isso, gostaria de recomendar a todos que vissem um excelente documentário, A batalha pelo holocausto (The battle for the holocaust), que mostra como o holocausto vem se tornando uma verdadeira indústria geradora de poder, recursos e privilégios para muitos grupos mafiosos, ou quasi-mafiosos. O link do youtube é: http://www.youtube.com/watch?v=rXJfRc_1TAA

Responder

Arno Mayer: Livres da economia, políticos poderão se dedicar às guerras | Viomundo - O que você não vê na mídia

27 de agosto de 2011 às 18h21

[…] Independent: Como Israel se vinga de meninos que atiram pedras […]

Responder

Jair de Souza

27 de agosto de 2011 às 17h09

Israel é isso mesmo. É fruto do sionismo. E sionismo é a versão judaica do fascismo, assim como o nazismo foi sua versão alemã. Na verdade, é muito diferente o judaísmo do sionismo. No entanto, como o sionismo (deveria dizer nazi-sionismo) não poderia subsistir sem o antissemitismo, o papel de todo sionista é gerar o antissemitismo no varejo e no atacado. Todo sionista se empenha em divulgar que qualquer crítica às monstruosidades do estado racista de Israel é prática de antissemitismo contra todos os judeus do mundo. É por esta nefasta campanha dos sionistas que a gente ainda encontra pessoas que se confundem e condenam a todos os judeus pelos crimes dos sionistas. Estas pessoas estão erradas, mas, no geral, não são culpadas de seus erros. Os sionistas pregam exatamente isto: "Israel e seus crimes é igual ao judaísmo". Como sua máquina de propaganda é muito poderosa, é compreensível que a confusão se forme na cabeça do cidadão comum. Ou seja, para acabar com o antissemitismo, também é preciso combater o sionismo!

Responder

Paulo C.

27 de agosto de 2011 às 12h37

As ações relatadas na reportagem são condenáveis, mas compará-las com o holocausto é uma grande palhaçada. Ou estas pessoas são sabem o que foi o holocausto ou querem confundir os outros e expressar o seu antissemitismo enrustido.

Responder

    cronopio

    27 de agosto de 2011 às 13h05

    Concordo, o que os judeus estão fazendo é pior do que o holocausto. Eu teria vergonha de ser judeu.

    Paulo C.

    27 de agosto de 2011 às 15h27

    Pelo menos você é honestamente antissemita

    Zé Raineri

    27 de agosto de 2011 às 15h56

    Se indignar com atrocidades não é ser antissemita. Tentar desclassificar as críticas aos absurdos impetrados por Israel com o discurso do antissemitismo é uma atitude nazista, na medida em que considera o estado judeu como inatacável e superior em direitos a qualquer outro.

    Ulisses

    27 de agosto de 2011 às 16h30

    Como o sargento Israelense disse ao seu oficial ao observarem o massacre dos campos palestinos de Sabra e Chatila no Líbano em 1982! "Quer dizer senhor que agora nos somos os nazistas?"

    Paulo C.

    27 de agosto de 2011 às 17h28

    Como eu disse anteriormente, as ações relatadas na reportagem são condenáveis mas não posso entender como pessoas razoavelmente bem informadas e em pleno domínio de suas faculdades mentais possam comparar estas ações com o holocauto sem considerar um sentimento antissemita subjacente. Isto é ser revisionista e banalizar o holocausto.

    cronopio

    27 de agosto de 2011 às 18h22

    Banalizar o holocausto é torná-lo uma desculpa ideológica para praticar ações nazi-fascistas.

    Alessandro

    27 de agosto de 2011 às 18h32

    O sofrimento continuado dos palestinos compara-se SIM ao holocausto, que aliás é usado como alibi pelos sionistas. Quem afirma isto são judeus anti-sionistas, que defendem que a criação de Israel foi o que de pior podia ter acontecido ao judaismo. Como descrever a evolução territorial de Israel ao longo dos anos? Israel faz uso do pior tipo de cinismo por décadas. E não será o decepcionante Obama, o fraco, que fará algo a respeito.

    cronopio

    27 de agosto de 2011 às 16h05

    Você se engana, sou anti-sionista o que é bem diferente, não seja preconceituoso.

    cronopio

    27 de agosto de 2011 às 16h11

    São piores porque são impunes, embora o holocausto tenha representado um evento central, no sentido de representa uma aliança entre tecnologia e barbárie, ele não é o único e nem o maior genocídio da história. Os massacres das populações indígenas foram tão terríveis quanto o massacre ocorrido na Alemanha nazista. Como ocorreram em países periféricos, são descartados como efeito colateral. O que parte do governo de Israel (com apoio da maioria dos judeus) está fazendo é reatualizar algumas das tecnologias desenvolvidas durante o nazismo. Suspenderam os direitos civis de um povo, criaram uma zona de exclusão, ergueram até um muro!Seria irônico se não fosse trágico…

    cronopio

    27 de agosto de 2011 às 16h32

    Já que você não sabe distinguir anti-sionismo com antissemitismo, sugiro que leia os escritos de Aharon David Gordon. Este verdadeiro ativista do Sionismo Trabalhista tinha ideias sobre o povo judeu que, vejam só, tinham muito em comum com as teorias nazistas. Não acredita, veja só, Gordon acreditava que era preciso refundar uma comunidade organicamente ligada à terra, aquilo que os alemães chamavam "Volksgemeinschaft". Para ele, os judeus que a diáspora espalhara pela Europa adotaram uma "forma de vida parasitária" e deveriam reencontrar seus laços com a terra por meio do trabalho braçal.
    É fácil pregar um adjetivo em quem pensa diferente de nós e insiste em dizer verdades que preferiríamos esconder debaixo do tapete. Triste é que isso seja feito justamente por quem deveria representar as vítimas desse tipo de atitude. Aprenda a argumentar em vez de tentar imputar títulos nas pessoas. Sua atitude mostra que você parece colar uma estrela no meu peito, tente aprender um pouco com a história, que tem muito a nos ensinar sobre o presente.

    Sergio Barbosa

    27 de agosto de 2011 às 17h31

    Vamos falar a verdade:O que é o Fascismo,é uma política Nacionalista de DIREITA,portanto Racista, baseado em um passado ROMÂNTICO E MÍTICO de uma nação ou povo,assim não existe Sionismo de Esquerda,apesar de muitos sionistas se declararem DE FORMA MENTIROSA E HIPÓCRITA Socialistas ou Trabalhistas .Portanto O Sionismo é a forma de Fascismo Israelense como o Nazismo era uma forma de fascismo Alemão.
    Os kibutz são apenas comunidades religiosas que vivem em um espaço rural como A SEITA ANABATISTA DOS AMISH nos EEUU.Sendo que estes Kibutz foram financiados pelos "mui Socialistas" ROTHSCHILD e estas fazendas usavam no seu inicio os Árabes como mão de obra barata,isto antes da ocupação da Palestina em 1948.

    Patricio

    28 de agosto de 2011 às 12h01

    Os palestinos também são semitas.
    Nazismo e sionismo são sinônimos na concepção teórica e na crueldade prática.
    Mas já que o senhor Paulo C., um sionista enrustido entende de comparações e de confusões, poderia explicar para nós qual a diferença entre o holocausto dos judeus e o holocausto dos palestinos?
    Não basta que dizer que são igualmente assassinos?

Morvan

27 de agosto de 2011 às 11h50

Bom dia.

A diferença entre Israel (e Estados Unidos, seu irmão grandão) e a Alemanha nazista:
Israel não é a Alemanha nazista
.

Morvan, Usuário Linux #433640.

Responder

    Patricio

    28 de agosto de 2011 às 12h12

    Verdade. Israel não é a Alemanha. É só nazista.

    Morvan

    28 de agosto de 2011 às 21h26

    Boa noite.
    É a única diferença; não é a Alemanha nazi – é só nazi.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

Klauss

27 de agosto de 2011 às 09h56

Quem praticou o holocausto no passado? E quem o pratica agora?

Responder

Melinho

27 de agosto de 2011 às 08h16

E esse é o povo escolhido por Deus para ocupar a Palestina. Imaginem se esse povo tivesse sido escolhido pelo Diabo, o que não aconteceria.

Responder

    Haroldo Cantanhede

    27 de agosto de 2011 às 18h33

    Esta historieta de que o povo de Israel haverá de herdar a Palestina, blá-blá-blá, foi criada por eles mesmos, que agora ficam brandindo estas "escrituras da terra" como se fossem genuínas, como se ali estivesse escrito que podem atropelar e matar quem quiserem. Ali eles escreveram todas as desculpas para trucidarem quem quiserem. E a ONU, aquele circo, não faz nada, porque a ONU só serve aos interesses dos poderosos. E, coisa mais óbvia, quem discordar ou se atrever a criticar a política homicida de Israel, ganha logo uma estrela no peito, ou melhor, um rótulo de "anti-semita". Como pode um povo que gosta tanto de se lamuriar sobre o holocausto fazer agora mil vezes pior? Todo mundo já esqueceu dos muitos massacres de Israel? E do fósforo branco? Onde está o fósforo branco nas "escrituras sagradas"?

    Jair de Souza

    27 de agosto de 2011 às 19h20

    Estimado Haroldo, concordo com a essência de seu comentário. Só pediria que você observasse a questão da não identificação entre judeus em geral e sionistas. Os sionistas querem justamente isto, que nós condenemos a todos os judeus pelos crimes do estado sionista de Israel. É através desta manipulação que eles têm conseguido manter o apoio da maioria das comunidades judaicas pelo mundo. Por isso, peço que considere que os crimes e as manipulações são geradas pelos sionistas e não pelo "povo" judeu. Até pouco tempo atrás, a maioria dos judeus era contrária ao sionismo. O sionismo é passageiro, nós podemos derrotá-lo, mas precisamos da ajuda dos judeus humanistas de boa vontade. E eles existem em grande quantidade. Só que, em sua maioria, estão confundidos, intimidados, acuados. É como o alemão na época do nazismo.

    Haroldo Cantanhede

    28 de agosto de 2011 às 10h28

    Você tem razão, Jair, me enganei. Não é povo de Israel, porque aí seriam todos, mas sim os bandidos sionistas, covardes, assassinos, acobertados pela ONU e plos EUA. E eles são, lamento dizer, muitíssimos.

    Patricio

    28 de agosto de 2011 às 13h38

    Caro Jair, você foi muito claro, não há como discordar de suas palavras. Porém, pondere: nos dias que correm, esse sentimento de sionismo é difundido insistentemente na maioria das paróquias judaicas. A ponto de muitos confundirem – entre eles, os próprios judeus – o judaísmo com o sionismo. É uma armadilha semântica separar uma coisa da outra, pois ao separar, você deixa a comunidade judaica refém da maciça propaganda sionista. Aqueles que não concordam, que se calem. Parece o filme da Alemanha pré-Hitler. Ao não cobrar dos judeus, inclusive dos humanistas e de boa vontade, uma posição clara contra o sionismo, estará deixando a parte que se cala, calada. Portanto, a voz majoritária da comunidade judaica se torna na prática, defensora do fascismo à moda hebraica.
    A ideologia dominante sob o capitalismo é a ideologia capitalista. Chamamos o capitalismo de capitalista -embora grande parte da humanidade seja pobre, desempregada, proletária. Agora, se a ideologia dominante entre os judeus é o sionismo, por que não podemos dizer que uma coisa é a outra? Se não dissermos, nenhum judeu decente virá a público dizer que não concorda com a ideologia criminosa defendida por Israel em nome do judaísmo.
    Para falar a verdade, alguns se manifestam. Mas esses são heróis.

    Jair de Souza

    28 de agosto de 2011 às 14h21

    Estimado Patrício, agradeço seu comentário. No entanto, quero dizer que o sonho dos sionistas é que esta confusão cada vez fique mais forte. Só assim, eles podem manter as comunidades enfileiradas com eles. A equiparação entre judaísmo e sionismo (como eles desejam) serve para que qualquer crítica aos crimes do sionismo seja apresentada ao conjunto dos judeus como um ato hostil ao judaísmo e, por tal razão, todos os judeus devem se sentir ameaçados. É assim que funciona. No nazismo também era assim. O seu raciocínio, embora bem intencionado, leva ao efeito contrário. Eu peço a todos que não caiamos na armadilha sionista. O sionismo é vil e ardiloso, e sabe que para sobreviver precisa que a maioria dos judeus se sinta odiada, ameaçada. Se este ódio ou ameaça não existir, eles terão de inventá-los. Equiparar judaísmo ao sionismo é o que eles mais desejam de nós!

    Patricio

    28 de agosto de 2011 às 15h58

    Correto mais uma vez, Jair. O que gostaria que entendesse é que o sionismo – uma armação terrível, é verdade – é amplamente aceita pelos judeus. Há uma base histórica para que isso ocorra. De um lado existe a disseminada crença de serem um povo especial, baseada na bíblia, a sagrada mentira em formato de escritura. Do outro, há o Holocausto, indiscutível, mas arma de chantagem sionista, moeda corrente, desde sempre.
    Amaria mais a humanidade, se um dia o sionismo fosse erradicado por obra dos próprios judeus. Quero estar enganado, mas isso não ocorrerá.

    Jair de Souza

    28 de agosto de 2011 às 17h29

    Estimado Patrício, sua análise está corretíssima e a conclusão ainda mais (se isso for possível). É por isso que os judeus de consciência (Marc Ellis, Jeff Halper, Ilan Pappe, Naomi Klein, Neve Gordon, Gideon Levy, Amira Hass, Phyllis Bennis, Norman Finkelstein, Shlomo Sand e milhares de etc.) estão na luta para desmascarar o sionismo. O sionismo é uma ideologia passageira. É majoritária entre os judeus hoje como o nazismo foi majoritário entre os alemães durante certo tempo. Por isso, devemos entender o problema das comunidades judaicas e procurar chamar-lhes a atenção de que judaísmo não é igual a sionismo. Recomendo a você que veja a palestra de Marc H. Ellis, "Judaísmo não é igual a Israel". Está no youtube, é só escrever no buscador. Um abraço.

    Cronopio

    28 de agosto de 2011 às 19h33

    Comentário excelente, o livro de Ellis realmente é um achado!

    Patricio

    28 de agosto de 2011 às 22h34

    Muito bom mesmo, Jair.
    Há um outro vídeo em que o Finkelstein é abordado por uma jovem judia, dessas que se consideram mesmo especiais, que choram sangue de auto-piedade e que usam o holocausto para justificar qualquer barbaridade sionista. Ela condena o discurso tranqüilo e coerente do palestrante. Finkelstein lhe devolve o agravo dizendo que aquelas lágrimas eram de crocodilo. Se houvesse sinceridade nelas, deveriam ser dedicadas aos palestinos. Uma pérola de resposta. Finkelstein é judeu – um exemplo do melhor que há no pensamento humanista real neste planeta.
    Mas o ponto é este: os sionistas fazem o diabo para ferrar a vida do professor, ao mesmo tempo, que continuam fabricando em série jovens como aquela moça, ao redor do mundo. [youtube gE8GESi35Yw&feature=player_detailpage http://www.youtube.com/watch?v=gE8GESi35Yw&feature=player_detailpage youtube]

    cronopio

    29 de agosto de 2011 às 10h48

    Nossa, depois de assistir a esse vídeo, inverto minha frase: eu teria orgulho de ser judeu. Que sujeito brilhante!

    Beto_W

    30 de agosto de 2011 às 14h12

    Leitura interessante:
    http://www.tikkun.org/article.php/sep2002_chernin

    A Tikkun é uma publicação judaica religiosa progressista. Esse artigo no link faz parte do livro "Seven Pillars of Jewish Denial: Shekinah, Wagner, and the Politics of the Small", de Kim Chernin.

    Jair de Souza

    29 de agosto de 2011 às 14h03

    Patrício, eu tenho quase todos os vídeos com palestras do Norman Finkelstein, incluindo o relacionado com as cenas as quais você se refere agora. Também há um filme muito bom sobre a vida dele (que também inclui estas cenas). Se você quiser ter acesso a ele em português (é bom para divulgar às pessoas que não falam outros idiomas), vá ao canal Youtube onde poderá encontrá-lo (www.youtube.com/user/josespa1). Creio que será proveitoso. Um abraço e obrigado novamente.

Patrick Cockburn: Gaddafi conseguiu juntar Washington e o Hezbollah | Viomundo - O que você não vê na mídia

27 de agosto de 2011 às 03h01

[…] Como Israel se vinga de meninos que atiram pedras […]

Responder

Marcio H Silva

27 de agosto de 2011 às 01h48

O mundo tá podre. Ou sempre foi, mas agora temos acesso a notícias. É um crime humanitário e hediondo. A ONU, infelizmente nunca se justificou para que foi criada. Financiada pelos ricos vai fazer o jogo dos poderosos.
E o mundo ocidental nada faz para socorrer estas crianças. O mundo tá podre.

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Zé Dirceu: Repórter Gustavo Nogueira Ribeiro cometeu crime | Viomundo - O que você não vê na mídia

27 de agosto de 2011 às 01h26

[…] Independent: Como Israel se vinga de meninos que atiram pedras […]

Responder

Claudio T. de Mello

26 de agosto de 2011 às 23h18

E eu pergunto… por onde anda aquela rede de ativistas que gosta de dar gritos de moda, pedindo apoio para protestos de vitrine? Por onde anda a AVAAZ? Por andou a AVAAZ, quando mataram no Bahrein, quando prenderam pessoas arbitrariamente em Londres e no Chile e por onde anda agora, que o Ocidente captura o petróleo da Líbia?

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    Christian Schulz

    26 de agosto de 2011 às 23h25

    É questão de perguntar à OTAN quando começam os bombardeios sobre Israel, já que o ditador local ataca a população civil com militares… desculpa, Azenha, mas não dá nem para terminar de ler! É o Mondo Bizarro!

    Jair de Souza

    27 de agosto de 2011 às 19h08

    A AVAAZ está onde sempre esteve: defendendo os interesses de seus amos imperialistas!

Kenarik Boujikian: Toque de recolher, juventude ou gado? | Viomundo - O que você não vê na mídia

26 de agosto de 2011 às 23h13

[…] Independent: Como Israel se vinga de meninos que atiram pedras […]

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Torcedor pode xingar o juiz, mas só pode xingar o Teixeira quando ele for condenado | Viomundo - O que você não vê na mídia

26 de agosto de 2011 às 23h10

[…] Independent: Como Israel se vinga de meninos que atiram pedras   […]

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A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.