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Golpe na Venezuela: A celebração no Brasil


11/04/2012 - 11h42

10/04/2012

Venezuela, dez anos depois do golpe. O que vem pela frente?

Malogro do 11 de abril de 2002 marca uma novidade na América Latina. Nunca uma articulação envolvendo classes dominantes, Igreja Católica, mídia e Estados Unidos fracassara por aqui. Hoje, com a popularidede acima de 60%, Chávez é o favorito na disputa presidencial. Mas um drama pessoal ameaça se transformar em fator político determinante: a gravidade de seu quadro de saúde. Se a situação se agravar, não há substituto à altura. Não há uma Dilma do Chávez. O artigo é de Gilberto Maringoni.

por Gilberto Maringoni, na Carta Maior

Estive pela primeira vez na Venezuela três semanas após o fracassado golpe de 11 de abril de 2002. O motivo foi um convite do jornalista Raimundo Pereira, um dos pais do jornalismo político moderno no país e editor da revista Reportagem. “Você não quer passar uns dias em Caracas, saber como foi essa volta do Chávez ao poder e fazer uma matéria extensa?”, perguntou ele em uma curta e objetiva reunião que tivemos dois dias após o fim da aventura de Pedro Carmona e seus aliados.

Aceitei e fiz as malas sem saber muito do país, além da generalidade superficial de quem lê o noticiário da mídia brasileira.

Dias antes, Arnaldo Jabor havia saudado o golpe. Aparecera com aquele ar de amigo esperto nas telas da Globo, segurando uma taça de vinho numa mão e uma banana na outra. “Vamos brindar o fim de mais uma república bananeira”, ironizou, antes de fazer biquinho para saborear a bebida.

O Estado de S. Paulo foi mais direto. No editorial de sábado, 13 de abril tascou o seguinte: “O que ocorreu na Venezuela não foi um simples golpe de Estado que tirou do poder o coronel Hugo Chávez. Foi – assim como ocorreu no Brasil em 1964 – uma reação cívica a um governo que, eleito em pleito livre, em consequência do cansaço popular com partidos que já não tinham representação e se excediam na corrupção, se esmerou, uma vez no poder, em eliminar progressivamente todo e qualquer vestígio daquilo que se poderia chamar de institucionalidade democrática”.

Clima pesado

Em Caracas, o clima era mais pesado. Os jornais e os noticiários de TV praticamente diziam que Chávez era o responsável pelo golpe. Havia denúncias e mais denúncias, anúncios catastróficos sobre a reforma agrária e um rosário de torpedos verbais contra o presidente em todos os horários e canais.

Mas os atendentes, camareiras, garçons, camelôs, balconistas, mendigos, cobradores de ônibus e lideranças de bairros estavam exultantes. “Intentaran sacar el presidente porque él és nuestro”, me falou baixinho a copeira do hotel onde fiquei.

A sensação nas ruas era semelhante. As marchas da oposição exibiam loiras oxigenadas, com blusas de oncinha, calça de couro e salto alto. Também se viam rapazes, marombados por intermináveis horas nas academias, descendo de Pajeros e Cherokees. A ala dos governistas era composta por mulatos, mestiços, desdentados e malvestidos. Visualmente, o panorama era de ricos contra pobres, quase uma imagem de manual de luta de classes.

O malogro

O malogro da ação se deu por três fatores: 1. Os golpistas não conseguiram maioria nas forças armadas. A cúpula queria a saída de Chávez, mas a média oficialidade e os cabos e soldados não embarcaram na intentona. Na própria madrugada do dia 12, enquanto o presidente era detido, várias guarnições importantes começaram a se rebelar; 2. A formidável reação popular evidenciou a rarefeita legitimidade da nova situação e 3. O novo governo conheceu um acachapante isolamento internacional.

O fim da trapalhada ficará marcado como uma das mais belas e emocionantes páginas das lutas sociais de todo o mundo. O figurino continental desandou. Puxadas de tapetes com sólidos apoios entre o empresariado, a Igreja Católica, os militares e a embaixada dos Estados Unidos nunca foram revertidos de forma tão espetacular

A volta de Hugo Chávez ao palácio de Miraflores, rodeado por centenas de milhares de apoiadores, tornou-se também objeto de disputa entre a direita e a esquerda. Qual o real significado das movimentações daqueles dias? A oposição valia-se de um argumento semelhante ao do jornal O Estado de S. Paulo: não houve golpe, mas um levante cívico militar contra a baderna. Golpista seria Chávez, que liderou um fracassado levante militar em 1992. O presidente, de seu lado, não economizou palavras para demonstrar a aliança de Pedro Carmona com a Casa Branca, num quadro de radicalização internacional promovida pelo governo de George W. Bush, poucos meses após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Produto de uma crise

O mandato de Chávez, desde sua posse, em janeiro de 1999, foi pontuado por tensões e enfrentamentos. Mas, ao contrário do que a mídia internacional martelava incessantemente, o presidente não provocara crise alguma em seu país. Ele sim, como personagem político, é fruto de uma avassaladora crise econômica, social e política que castigava a Venezuela desde a segunda metade dos anos 1980. Iniciada com uma queda vertiginosa dos preços internacionais do petróleo, principal produto de exportação, o desarranjo mostrou-se estrutural, corroendo serviços e instituições públicas, partidos e lideranças políticas, num quadro de descrédito coletivo.

Um olhar superficial poderia classificar o surgimento de Chávez na cena política como a chegada de um salvador da Pátria. Ao longo dos anos, ele mostrou ser não apenas um dirigente capaz de recompor as bases institucionais da Venezuela, mas de tornar-se um fator de estabilidade política.

As classes dominantes locais e seus aliados internacionais somente muito mais tarde perceberiam não estar diante de mais um governante que poderia ser apeado da cadeira presidencial a qualquer momento. O ex-militar tornou-se caudatário de algo mais profundo. Sua legitimidade expressa uma mudança na estrutura de classes do país, com a entrada em cena de multidões empobrecidas e desiludidas, com difusos anseios de mudança.

Seria muito difícil, nessas condições, o governo golpista se estabilizar. Se derrotasse a investida popular, Carmona teria de seguir lançando medidas draconianas para se manter.

Força e fraqueza

A força do governo é, contraditoriamente, a razão de sua fraqueza. O presidente é não só um líder, mas o principal e praticamente único garantidor da estabilidade política e social. É o porta-voz central de seu governo, assim como é o grande intelectual, formulador e estrategista das ações de Estado.

O câncer que acomete atualmente o presidente Hugo Chávez tem, assim, duas dimensões principais. É um drama pessoal. Não se conhece claramente sua extensão ou gravidade. E pode se tornar uma tragédia política. Se a situação se agravar, não há substituto à altura. Nenhum membro do governo ou das forças aliadas poderia conduzir o processo político local sem enfrentar sérias turbulências iniciais. Não há uma Dilma do Chávez.

Dez anos depois do golpe, o presidente continua a manter índices de aprovação acima de 60%. Há fatores objetivos para alavancar tais indicadores: a vida melhorou na Venezuela. Os pobres comem mais, têm mais acesso à saúde, educação e serviços sociais essenciais. A sociedade segue violenta, mas a desigualdade se reduziu. Se tentarmos sintetizar esse período, podemos dizer que a grande diretriz oficial tem sido a de fortalecer o Estado e investir prioritariamente nas áreas sociais.

Os mandatos de Chávez têm sido marcados por enfrentamentos de variados tipos. Eles vão de tentativas de tirá-lo do poder a turbulências econômicas agravadas pela crise de 2008. A isso se somam dificuldades enfrentadas por um país quase sem indústrias, cuja economia baseia-se em grande parte na exportação de petróleo.

Chávez é o grande favorito para vencer as eleições presidenciais de outubro. Mas a vitória não representará o fim dos problemas.

O presidente agora luta pela vida. Nas condições atuais da Venezuela, isso tem um significado político vasto, profundo e decisivo para o país.

PS do Viomundo: Para refrescar a memória, pedimos aos leitores que nos ajudem trazendo outros exemplos de como parte da mídia corporativa brasileira celebrou o golpe contra um governo eleito e constitucional na Venezuela, da mesma forma como havia incentivado e festejado o golpe de 1964 no Brasil.

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119 comentários

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Werner [email protected]_2

25 de maio de 2012 às 00h55

que Viva Chávez, sempre!

Responder

Glauco de Lima

18 de abril de 2012 às 02h51

Antes das eleições havia muitas dúvidas sobre a capacidade "politica" da atual Presidente Dilma, mas depois vimos toda a sua capacidade de governar.A velha impressa é que colocava estas dúvidas no ar. Que a Venezuela encontre também uma sucessora para o Presidente Chávez.

Responder

Leonardo

16 de abril de 2012 às 03h49

A Folha publicava notícias sobre a situação política da Venezuela no momento do golpe tendo como fonte "agências internacionais" e a malfadada oposicionista Globovisión. Muito conveniente…

______________________________________________________________________________________ http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u39

12/04/2002 – 02h22
Hugo Chávez vai anunciar renúncia em breve, diz TV venezuelana
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da Folha Online

A rede de TV venezuelana Globovisión informou há pouco que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, entrou em acordo com militares que pediam sua saída e concordou em renunciar. Sua saída seria acompanhada do ministro da Defesa, José Vicente Rangel.

O acordo teria sido feito após o Alto Comando Militar venezuelano ter pedido a renúncia a Chávez como forma de "facilitar" a formação de um novo governo, afirmou hoje o general Francisco Usón, que havia pedido demissão do cargo de ministro de Finanças alguns minutos antes.

A pressão sobre Chávez teria tornado a situação irreversível, já que o país está sob controle dos militares, no momento. O general da Guarda Nacional da Venezuela, Alberto Camacho Kairuz, afirmou que a Força Armada Nacional (FAN) detém o controle do país.

"Quando cheguei a Miraflores [o palácio presidencial], estava lá o Alto Comando Militar, que havia solicitado a ele [Chávez] a renúncia. E eu pedi a ele de coração que o fizesse, para facilitar o processo de formação de um novo governo", disse Usón. Segundo o general, Chávez estava "muito preocupado, falando com a família e pensando em alternativas disponíveis".

Durante todo o fim de noite e início da madrugada, as informações sobre uma eventual deposição de Chávez, porém, continuavam sendo desmentidas por seus partidários.

O presidente da Assembléia Nacional, Willian Lara, afirmou à rede de TV CNN que Chávez permanecia no poder e falaria à Nação em breve. "Não sei que decisões ele está tomando com o seu gabinete. Estou no palácio presidencial em solidariedade diante da tentativa de golpe de Estado", disse Lara.

Segundo o general Usón, o poder escapou das mãos de Chávez depois da repressão a tiros contra o protesto de oposição em caracas ter deixado 12 mortos e dezenas de feridos. "Disse a ele [Chávez] que o confronto visto tinha colocado o governo em uma posição muito difícil, que a governabilidade estava perdida e que era preciso a remoção completa do gabinete."

O Alto Comando Militar prometeu conceder em breve uma entrevista coletiva para esclarecer a situação. As declarações de autoridades venezuelanas dão a entender que o país está de fato, no momento, sobre controle dos militares.

A situação ao redor do Palácio de Miraflores, cercado por tanques desde os momentos de tumulto durante a tarde, parece tranquila.

Com agências internacionais

Responder

Guilherme Vieira

16 de abril de 2012 às 02h02

Amigos, não sou a favor de golpes. Porém o fato de Chaves ter sido eleito não justifica os ataques que ele mesmo desfere contra a democracia, o congresso é uma piada, o supremo federal, marionete. O país está caindo aos pedaços, escolas, hospitais, estradas…A ROBOLUCION vai acabar, e de forma democratica. O simples fato de ele pensar que deve se reeleger eternamente já deveria ser um ponto contra. Conheço a venezuela pessoalmente, e venezuelanos de diversas classes sociais. Quer acabar com a ilusão de um jovem socialista? Põe ele para conversar com um cidadão cubano comum. Alguém já ouviu falar de alguém morrer afogado tentando nadar de Miami para Cuba?rs

Responder

    Paulo

    08 de maio de 2012 às 21h21

    Que a sua praga volte em DOBRO para você, trollzinho nazista.
    Liberdade só pro seu gado, né?

Ismar Curi

15 de abril de 2012 às 18h00

Ou não…Quero dizer que existem alguns como Jabor que celebraram o Golpe na Venezuela, mas, não o fizeram quando em 64, por um motivo muito simples, ele guinou à direita, apesar de sempre procurar ocultar isso de toda maneira batendo na tecla de que os leninistas do PT, ou coisa que o valha, na tentativa de se colocar como poderíamos dizer: um centrista, um centro esquerda. O fato é que niguém se assume à direita.

Responder

Carmen

15 de abril de 2012 às 10h06

simplesmente não suporto esse Hugo Chavez-e pronto.

Responder

Genilson Cardozo

13 de abril de 2012 às 22h55

Querem saber da verdade sobre o golpe que tirou Chaves por dois dias do governo em abril de 2002?
Assistam o documentário de título, a revolução não será televisionada, de um grande jornalista inglês que no momento não lembro o nome.
Podem encontrar o documentário no youtube
Ai, vocês vão saber realmente quem pertence ao PIG.

Responder

Fabio_Passos

12 de abril de 2012 às 22h20

<img src=http://3.bp.blogspot.com/_KMJlfU5vYb4/Rw-SBRU808I/AAAAAAAABZ0/Dz6-sVqD808/s400/Hugo+Chavez+and+Che+Guevara+cartoon+by+Ben+Heine.jpg>

Responder

Valdeci Elias

12 de abril de 2012 às 15h26

Ao apoiar a legalidade, Lula não só salvou a democracia no Brasil, como em toda America Latina. Se Chaves fosse derrubado pela CIA, Lula, kirchiner, Evo seriam os proximos .

Responder

Lu_Witovisk

12 de abril de 2012 às 12h51

Viva Hugo!!! Força para ele e seu povo!

Responder

FrancoAtirador

12 de abril de 2012 às 11h48

.
.
Quem precisa de Veja?

Veja, que exaltou o golpe de abril de 2002 contra o líder venezuelano,
tenta firma-se como o maior panfleto da direita brasileira.

Por Gilberto Maringoni, na Carta Maior, via NPC

Veja se autoproclama uma “revista semanal de informação”.
Para obter sucesso, conta sempre com a falta de informação e de memória alheias.
Veja, não nos esqueçamos, apoiou Collor no início.
Em dezembro de 1994, chegou a classificar, em matéria de capa, o Plano Real como “O novo milagre brasileiro”.
Para atacar o MST, não teve dúvidas em adulterar uma foto do líder do Movimento, João Pedro Stédile, ou de falsear informações sobre a luta pela terra.

Atravessado na garganta de Veja está o presidente da Venezuela, Hugo Chávez Frías.
Os motivos são basicamente dois.
Um é – chamemos as coisas pelos nomes – ideológico.
Veja soma-se ao ódio de fundo – pelos nomes, pelos nomes! – classista, racista e político devotado ao mandatário venezuelano pela mídia de seu país, que o sataniza ao ponto de concluir tratar-se de um débil mental.
A pauta é ditada pela imprensa estadunidense mais conservadora, tendo o Washington Post à frente.
Veja acha que Chávez não é democrático.
Até aí, é um direito de quem manda na publicação.

Estragou uma capa
Mas o ódio de Veja tem por base um outro elemento, mais concreto.
Chávez estragou uma capa que deve ter dado muita satisfação à alta direção da empresa da família Civita.
Recordemos a chamada de capa do número 1.747, datada de 17 de abril de 2002.
A edição fechava na noite de sexta-feira, 12 de abril.
Menos de 20 horas antes, a oposição a Chávez – composta por membros do empresariado, em aliança com o alto comando das forças armadas, setores da burocracia petroleira e a Casa Branca – consumara um golpe que o retirara do palácio de Miraflores, acabando com as instituições democráticas do país.
Veja não teve dúvidas. Sapecou na capa a chamada “A queda do presidente fanfarrão”.

Na página 45, a revista sentenciava:
"Chávez se considerava um Robin Hood bolivariano. Era mais um bufão, que entretinha o povão com programas de televisão em que se portava mais como animador de auditório do que como presidente. Sua queda foi recebida como boa notícia no mundo: melhorou o índice risco-país da Venezuela, a bolsa de Caracas disparou (alta de 8%) e o preço internacional do petróleo caiu 9%".

Todos sabem o resto da história. Quando chegou às bancas, na manhã de domingo, a edição estava para lá de velha. Milhões de venezuelanos nas ruas e uma inédita divisão do exército abortaram o golpe. Veja sequer pediu desculpas aos leitores pela barriga, na semana seguinte. Se os fatos não se ajustam à manchete, danem-se os fatos, parece ser a máxima da direção de Veja. Imperdoável a petulância do mestiço em teimar voltar ao poder e estragar uma manchete do maior semanário brasileiro do mundo!

Veja não trafega pelos caminhos do apego à realidade. Sua matéria prima é a ficção e a lorota pura e simples. É parte do novo coro golpista que se avoluma contra um governo democraticamente eleito, tendo como repetidores outros órgãos da imprensa brasileira.

Que os Civita façam isso, é papel deles. Mais uma vez – chamando as coisas pelo nome – é papel de sua classe social. A matéria é assinada por Diogo Schelp, Ruth Costas e José Eduardo Barella. São contratados e fazem o que o patrão manda. Servir bem para servir sempre, parece ser o lema. Talvez acreditem no que escrevam. Mas não deixa de ser deprimente a existência de gente que tope assinar uma peça totalmente editorializada e anti-jornalística, apenas para manter seus proventos no fim do mês.

É certo que a vida anda difícil, mas tem um pessoal que pega pesado.
Íntegra em:

http://www.piratininga.org.br/artigos/2005/67/vej
<img src="http://veja.abril.com.br/170402/imagens/capa380.jpg"&gt;

Responder

    Jotace

    12 de abril de 2012 às 15h52

    Caro Franco,

    Que prazer te encontrar aqui na minha volta! Teus comentários, como sempre, trazem muita luz para desfazer a insídia dos oligarcas e vendepátrias brasileiros! Um abraço e adelante!

    Jotace

    FrancoAtirador

    12 de abril de 2012 às 19h44

    .
    .
    GRANDE CAMARADA JOTACE !!!

    Que alegria podermos contar novamente com teus comentários

    e compartilharmos nossas lutas e esperanças por transformação !

    Um grande abraço libertário !
    .
    .

    renato

    12 de abril de 2012 às 18h38

    Ué, Caetano num é baiano, que é que tá fazendo na revista, sô! Inda mais nesta revista que só aparece gente corruipita, aparte é claro quando apereceu nosso senhor jesus cristo, estes dias atras, quando eles queriam perdoa o DEMO.
    Hã, tá eskesito isto, sô.

Gargamel

12 de abril de 2012 às 10h05

E o golpe que ele tentou, não conta? E os constantes golpes na democracia que ele aplica, não contam?

Responder

    abolicionista

    12 de abril de 2012 às 14h45

    Chamar aquilo de democracia faz juz a seu Nick…

MAUFERRI

12 de abril de 2012 às 09h57

O caro Renato só se esqueceu que aqui na américa latina não se tem mais trilhos, pois foram privatizados e para usar esses "trilhos" deve-se pagar um bom dinheiro.!!!!!

Responder

Julio Silveira

12 de abril de 2012 às 09h40

Aos muitos "venezuelanos" (oposicionistas diga-se de passagem) que invadiram este espaço com criticas ao Hugo Chaves, baseado puramente na critica jornalistica que é feita por organizações articuladas mundialmente. Com controle e dominio Yanke, defensores de principios de moralidade e ética duvidáveis, por que hipocritas. Acidos observadores deste principios desque hajam vantagens, deveriam ficar atentos. Um grande detalhe nesse contexto se torna ignorado por essa gente, mas observar essa regra e fundamental. É a maioria do povo que tem, repetidamente, eleito essa autoridade estrangeira. Tem recebido maioria folgada nos diversos pleitos que concorreu. Quem o critica, lá como aqui, são os que admiram e até estimulam tiranos tirados das cartolas fabricados para atender aos interesses de sua minoria.

Responder

    Mário SF Alves

    18 de abril de 2012 às 15h40

    Tanto os de lá, como os de cá são partidários mesmo é da Casa & Senzala. Brasil Casa Grande & Senzala; Venezuela Casa Grande & Senzala; Argentina Casa & Senzala e Cuba eternamente boicotada. E tudo com "E" comercial, mesmo. Mas, pra não dizerem que sou irascível, digo que também penso no arrazoado deles, e, às vezes, imagino que no fundo no fundo eles acreditam que redistribuição de renda é inviável; que democracia de fato é tolice; que escola pro povo é tiro no pé; que desenvolvimento social é um tremendo risco; que a URSS ainda existe, e que, por fim, que qualquer volta no parafuso ainda que seja só um pouquinho mais à esquerda vira tudo pernas pro ar e o povão os engole. Enfim, que nada pode ser mudado e que se mexer, estraga, e aí, em se estragando a coisa, Casa Grande vira Senzala e Senzala vira Casa Grande.

zezinho

12 de abril de 2012 às 08h46

Viva o Chavez! Só ele foi capaz de diminuir a desigualdade social que assolava o país. Agora, tá todo mundo na rua da margura e sofrendo em conjunto…

Responder

    Mário SF Alves

    18 de abril de 2012 às 15h41

    Sim… ao que parece o PIG mudou de nome, virou zezinho.

José DF

12 de abril de 2012 às 01h42

Quando o Zelaya foi apeado do poder em Honduras, os verdugos saudosos da ditadura e demais gendarmes nativos entraram em cena para justificar o golpe. Na tribuna do Senado, por exemplo, lembro que ninguem menos que Démostenes Torres exibiu uma parcela de sua ignorância e desonestidade intelectual para defender o indefensável. Ausência de democracia nunca foi problema para a mídia brasileira. Lamento por aqueles que engolem o vômito produzido por essa gente, quando o assunto é defesa dos valores democráticos e ordem republicana, sempre no quintal alheio. No caso da não renovação de uma concessão pública de tv, transformaram o sujeito num facínora e pintaram os coleguinhas da mídia venezuelana em abnegados ungidos pelo poder divino da santa informação e banhados na "cachoeira" da isenção e imparcialidade, movidos pelo corporativismo e instinto de autopreservação, é claro.
Vai que a moda pega…

Responder

    Renato

    12 de abril de 2012 às 09h54

    Zalaya, foi afastado do poder, pois tentou dá um golpe contra a constituição daquele país. Cuja a mesma proíbe a releição, é claúsula pétrea.

    José DF

    12 de abril de 2012 às 12h33

    Até o princípe instituir um mensalão (este irrefutável), a carta brasileira também não permitia. Pela sua lógica, seria razoável depor FHC da presidência, expulsá-lo do país de pijamas e sem direito a defesa. No Brasil, o golpe perpertrado pelo PSDB foi consumado sem a oposição da mídia. Ao contrário. No caso hondurenho, a proposta seria submetida a um referendo. O povo decidiria democraticamente pelas urnas a mudança da constituição.
    Direito fundamental que nos foi negado pelo demotucanato.

    rodrigo.aft

    12 de abril de 2012 às 13h50

    Renato,

    repeat after me 500.000x:

    O ZELAYA NÃO QUERIA DAR UM GOLPE BRANCO!!!
    (como os lobbies e máfias fazem no braZil, sob a barba de todos os "espertos", como vc por ex.)

    o Zalaya propôs um plebicito para alterar a constituição e permitir a reeleição PARA O PRÓXIMO PRESIDENTE, NÃO NO GOVERNO DELE.

    ele não agiu como o pusilanime THC… quer dizer, fhc, O FROUXO, q vendeu as calças, a mãe e o q restava de dignidade a um homem (quem, ele? não estou falando de homens com honra) para conseguir "manobrar" o congresso e permitir a reeileição NO PRÓPRIO MANDATO.

    esse thc é um ser asqueroso, rastejante, subserviente, lesa-pátria e eu destesto falar sobre ele e seu (DES)governo, q dá vergonha a pessoas minimamente esclarecidas, independentemente da matiz partidária.

    pow, vê se se toca antes de falar besteira com outras pessoas…
    vai q alguém não conhece historia recente e acredita nessas baboseiras q vc mencionou…

    inté!

    Rômulo

    12 de abril de 2012 às 21h17

    Renato
    As Constituições são contratos sociais,não textos sagrados ou eternos. Analise isso historicamente,contextualizando e verá que assim é.
    Em todos os países do mundo ela é alterada periódicamente, sempre que a maioria acumula forças políticas e deseja alterações. Elege-se uma assembleia constituinte e as lterações são feitas. Uma constituição conter uma cláusula pétrea estabelecendo que ela não pode ser alterada jamais seria um contrasenso total. Seria negar o processo histórico e a própria natureza das constituições.

Rômulo

12 de abril de 2012 às 01h33

Acho que a direita latinoamericana está por fora. Devia era rezar para o Chávez não morrer. Se isso acontecesse, imediatamente ele se tornaria um novo Che. Sua vida, seus feitos, seus discursos empolgantes e de pura educação política profunda iriam correr toda a América Latina e um milhâo de Chávez surgiriam para tocar em frente seus ideais.
Ele teria um poder absoluto de emocionar corações e fazer as "cabeças" de todo o povo trabalhador de Nuestra América.
Sai de baixo! A direita ia virar pastel.

Responder

Jonas Resende

12 de abril de 2012 às 01h17

Que vc tenha toda a sorte e toda a paz, presidente Chavez. E que Deus lhe conceda muita força, muita saúde e confiança, para que vc se recupere e continue a manter nos trilhos a Venezuela e suas conquistas, junto do seu povo. Assim como foi com o nosso presidente Lula, fique firme e confiante, a vitória há de lhe sorrir.

Responder

Leonidas de Souza

12 de abril de 2012 às 00h51

O que ficou na minha memória daquele dia além do panelaço a favor do retorno do Cháves foi o comportamento pífio do Fernando Henrique Cardoso.
Perguntado sobre o Golpe de Estado, ao invés de sair em defesa da Democracia, representada por um Presidente eleito pelo seu povo respondeu apenas "Espero que a Venezuela volte a normalidade o mais breve possível".

Responder

    Rômulo

    12 de abril de 2012 às 21h27

    Recentemente foi noticiada a ida de FHC à Caracas para participar de um forum de debates com outros líderes da fina flor fascista da América Latina,contea o Chávez em claro apoio ao candidato da oposição, o Capriles.
    Coitado do ociólogo FHC,só paga mico.

    Mário SF Alves

    18 de abril de 2012 às 13h59

    É. Naquelas circunstâncias, a coisa soou mais ou menos como o famoso: "dai a Cesar o que é de Cezar". E, mais uma vez, FHC tangenciou bonito. Tamém pudera, não foi ele quem botou os tanques nas ruas para reprimir aquela grave de petroleiros? Bem que poderia ter dito: greve, eu, heim? Meu negócio é PETROBRAX!

Arthur Schieck

12 de abril de 2012 às 00h25

Lembro que aquele era ano de eleição (inesquecível) por aqui e que a midia tentou transformar a reticência do PT naqueles dias em um apoio ao "ditador" que acabara de ser posto para fora.

Responder

Arthur Schieck

12 de abril de 2012 às 00h22

Azenha, eu lembro de ver o Jabor soltando fogos na TV e dias depois, com o rabo entre as pernas, quase pedindo desculpas pelo que disse, quando revelada a verdade sobre o golpe. O problema é que esse video não existe na internet. Será que você conhece algum jornalista que tenha um arquivo disso? Confrontar essas duas declarações do Jabor seria algo emblemático.

Responder

    Mário SF Alves

    18 de abril de 2012 às 15h50

    Arthur, você tem toda a razão em querer assistir ao referido documentário. É imprescindível, mesmo.

Luca

11 de abril de 2012 às 21h51

Chavez é um golpista.

O maior golpista da Venezuela é o Chavez, este país vai levar muito tempo para se recuperar do hecatombe chamado Chavez.

Torço pelo povo daquele pobre país.

Responder

    Silvio I

    11 de abril de 2012 às 23h59

    Realmente Chaves e um golpista. E tão golpista que vai a ganhar as eleições de este ano novamente. E tão golpista e que esta a Venezuela uma hecatombe. Onde nunca o povo tive escola ele tirou o povo do analfabetismo, um lugar onde o voto não e obrigatório antes votava um 25% agora quase um 90%.Um pai que não tinha agricultura agora esta tendo.Não tinha fábricas a esta tendo.Não tinha leite nem ovos agora os está tendo. Tem feito a reforma agrária.Esta construindo casas para tirar ao povo que vivia em favelas para moradias descentes.Inaugurou uma Faculdade de Medicina para formar 100,000 médicos.Realmente e um muito mau governador, para seu povo.Continua informar te por os médios esses de comunicação que usas, Chaves realmente não presta.

    Augusto Sperandio

    12 de abril de 2012 às 00h38

    Torço, sem muita convicção, pela sua alma, infeliz, pois a mente já está perdida.

    Rômulo

    12 de abril de 2012 às 01h21

    Repita isso cem vezes. Ao invés de virar uma verdade vai crescer em progressão geométrica e se tornará mentira deslavada candidata a levao o guiness, como a mais monumental mentira desde que o mundo é mundo.
    O povo pobre daquele país,se tomar conhecimento de que você torce por ele, vai querer é torcer o seu pescoço, isso sim. Se toca, ó cara!

    Mário SF Alves

    18 de abril de 2012 às 15h42

    Qual país, cara pálida?

Horridus Bendegó

11 de abril de 2012 às 20h19

me lembro bem do Jabor saudando o golpe como "um ato em defesa da democracia" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
e o Demétrio Magnole contorcendo-se em arranjos orais na tela da Globo para explicar que uma "democracia não é bem uma democracia quando "a maioria do povaréu manda ni nóis das elite" kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder

    Rômulo

    12 de abril de 2012 às 21h37

    Essa do Demétrio Magnole foi demais. Ele defendeu que o voto de um "telectual" não pode valer o mesmo que o de um lixeiro. Imagine quanto valeria o voto do Cachoeira ou do Demóstenes,segundo essa tese brilhante do Demétrio.
    Interessante também foi o veto que os senadores, tendo à frente Sarney , mantinham para a entrada da Venezuela no Mercosul. Entrava ano, saia ano e eles vetando. Até que três grandes empreiteiras brasileiras, que pegam muitas obras grandiosas na Venezuela, foram ao SEnado e "convenceram"Sarney e seu seleto grupo de defensores das posições usamericanas, a mudar de idéia. Mudaram e aprovaram a entrada da Venezuela no Mercosul.
    Agora está empacada a aprovação, no Paraguai. Nada que umas empreiteirazinhas paraguaias não possam vir a resolver.

Luc

11 de abril de 2012 às 20h07

Procurem por:

Ao Sul da Fronteira / South of the Border

Ótimo documentário do diretor Oliver Stone

Imprensa latino americana, presidentes não alinhados aos EUA e consequente sucesso econômico local, procurem!

Responder

Pedro Cruz

11 de abril de 2012 às 19h52

"A revolução não será televisionada" está disponivel na TELESUR.

Responder

pperez

11 de abril de 2012 às 19h50

Eles passaram a secar mais o Chávez depois que a doença de Lula foi uma marolinha!

Responder

Mario Siqueira

11 de abril de 2012 às 19h49

No "Acervo Digital" da revista Veja, encontramos a edição 1747, de abril de 2002.

Chamada na capa: "A queda do Presidente Fanfarrão".
A matéria tem o seguinte título: " O Falastrão Caiu".
O texto ?- lixo puro, como sempre.

Responder

Jotace

11 de abril de 2012 às 19h42

Aos companheiros do blog,

Muito bom o relato do Gilberto Maringoni mas, quanto à prognose que apresenta, seria bom avaliar o que vem fazendo a grande mídia, inclusive do Brasil, no sentido de criar dúvidas quanto à saúde de Chávez e sua capacidade de governar para o povo. Para isso vale a pena ler também o artigo ‘A mídia que torce pela morte de Chávez’, de Mário Augusto Jakobskindé, publicado na RedeCastorPhoto < http://redecastorphoto.blogspot.com/ > de hoje. É soberbo!

Jotace

Responder

    Rômulo

    12 de abril de 2012 às 21h38

    Excelente,mesmo!

O Virtual

11 de abril de 2012 às 19h36

O que aconteceu de mais espetacular nestes 14 de governo Chávez? A sua conversão ao catolicismo. kkkkk
Na Semana Santa Hugo Chávez participou de uma missa em sua cidade natal e demonstrou um fervor religioso fora do comum, digno do católico mais devoto: com um rosário sobre seu colo e água benta para todo lado. Para quem costumava condenar a Igreja e toda a sua hierarquia, insultando cardeais, bispos e até mesmo o Vaticano como instituição é uma transformação e tanto, né não? Pois é, nada como um dia atrás do outro, e como bem lembrou o grande Millôr Fernandes, de saudosa memória "O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde."

Responder

    Augusto Sperandio

    12 de abril de 2012 às 01h03

    Acho que você tá fazendo uma grande confusão meu caro, não sei se por ignorância simplesmente, ou por má-fé.
    Ser, ou se tornar, religioso, praticante de religião, crente em religião NÃO SIGNIFICA se render à sua hierarquia, mas sim aos PRINCÍPIOS E PRECEITOS daquela, ou de alguma outra congênere, religião.
    Não creio que o Chavez bata palmas para os reacionários da Igreja Católica – que sabemos são a maioria dos altos escalões, a exemplo do atual Papa – porém não devemos nos esquecer de duas coisas:
    1 – Em qualquer tempo é tempo de se render à energia positiva presente em todas as religiões.
    2 – Apesar da maioria reacionária na cúpula da Igreja Católica, isso não significa unanimidade. Desde os idos de S. Francisco Xavier, sempre houve e sempre haverá linhas progressistas, ainda que submetidas.
    Portanto, sob o aspecto de comportamento humano, nada de extraordinário na apontada recente postura do Chávez. Certamente, no citado período, há muitas coisas mais espetaculares ocorridas em benefício dos miseráveis gerados pelos sucessivos governos elitistas anteriores a ele na Venezuela.

    renato

    12 de abril de 2012 às 01h08

    Este é o caminho- ateu para crente, Não o contrário. Senão, não haveria razão da fé, Não nascemos com fé, é na tribulação que nos colocamos de joelhos, é com o conhecimento que cremos em Deus, ele não pediu o contrário.
    Quando estamos sós com nossos sofrimentos, pedimos a Deus.
    Quando estamos sós com nossos sofrimentos, e olhamos ao lado e vemos todo um povo sofrer, pedimos a Deus ou levantamos e doamos nossa vida.
    Existe uma sutil diferença, talvez a mesma que Chê tenha sentido.

    Rômulo

    12 de abril de 2012 às 21h24

    Chávez sempre foi coerente a respeito de sua religiosidade,sempre se disse cristão. Nunca mudou de posição a respeito.
    Condenar as posições políticas das igrejas isso não tem nada a ver com o fato dele se considerar cristão.
    E aliás isso é uma questão de foro íntimo,que cabe respeitar.

Cicero Magalhães

11 de abril de 2012 às 16h55

E tem o mais recente caso de Honduras, que a DEMídia festejou e justificou e exultou e gozou.

Responder

Rodrigo

11 de abril de 2012 às 15h05

Vamos compilar também o silêncio dos aparelhos progressistas sobre a vez em que Chavez tentou o golpe na Venezuela também e foi preso. Acho que merecia menção também, pois em 2012 o fato fará 20 anos.

Responder

    Julio_De_Bem

    11 de abril de 2012 às 20h12

    Nem existia aparato progressista na época. O poder da mídia calava todos, por isso FHC estuprou o país e a mídia batia palma. Não existia blogosfera e visões diferentes como hoje temos. Hoje eu me sinto a vontade de concordar ou discordar de algo.
    O golpe que Chávez tentou em 92 foi ridicularizado na imprensa, o golpe sofrido por ele, foi exaltado como levante popular. No texto do Maringoni, claramente a esquerda e pró Chavez, porém factual, ele cita que Chaves tentou o golpe, sem sucesso. Ou seja, ao menos lembrou do caso e o identificou como golpe, não como levante popular abençoado por deus.

    Mas vc tbm tem razão em lembrar a tentativa de golpe dele. O sujo nao deve falar do mal lavado :)

    Jorge Nunes

    11 de abril de 2012 às 21h04

    É vamos falar dos massacres de civis do governo venezuelano que levou Chavez e um grupo de oficiais revoltados com o massacre a tentarem um golpe e tirar assassinos do poder.

    É por aquela tentativa de golpe que Chavez foi eleito. A população da Venezuela foi vítima de uma massacre do governo que mandou soldados atirarem na população civil. Ele foi o herói que quis levar os assassinos a justiça.

    Rodrigo

    12 de abril de 2012 às 08h54

    Não falo que golpe de esquerda é sempre virtuoso? Qual sua fonte para os "massacres"?

    Um mero estudo honesto de história mostra o governo à época como danoso para a população, com queda da qualidade de vida e afins, o que gerou protestos violentíssimos no país. isso não justifica golpe de estado.

    abolicionista

    12 de abril de 2012 às 14h40

    A do Jorge Nunes eu não sei, mas a fonte do Rodrigo ligou mais de 200 vezes para o bicheiro Cachoeira. Isso é que é pesquisa de campo, meu amigo!rs

    Rodrigo

    12 de abril de 2012 às 16h29

    Como eu costumo usar meu nome verdadeiro, meu rosto e meus dados para falar dos outros, fica difícil ser um canalha. É mais fácil ser canalha escondido atrás do computador com um pseudônimo, né "abolicionista"?

    abolicionista

    12 de abril de 2012 às 19h16

    Claro, vou dar meu nome verdadeiro e aí você pode me perseguir à vontade, vai nessa, espertão…

    Rodrigo Leme

    12 de abril de 2012 às 22h03

    Hahahahaha, é por isso mesmo que você não dá seu nome. Vamos fingir.

    Típico, não falaria metade se tivesse que mostrar a cara. Deve até se sentir mais poderoso escondidinho em casa. Falta coragem.

    Quem tem que ter medo sou eu, que posso ser achado por um zé que nem vc q não mostra a cara. Mas não tenho medo de mediocridade.

    abolicionista

    13 de abril de 2012 às 12h20

    KKK! Apelou para a macheza! Lembrei até do Collor!rs Está com medo, Rodrigo? Acho bom, todo apoiador da ditadura e do golpe de 64 deveria ter medo mesmo.

    Jorge Nunes

    12 de abril de 2012 às 19h51

    A fonte mais famosa é o documentário Ao Sul da Fronteira.

    O massacre de civis na Venezuela é que abriu caminho para Chavez, o mais engraçado é que ele não era homem de "esquerda". Mas acabou sendo.

    abolicionista

    11 de abril de 2012 às 21h27

    Rodrigo, mais uma vez demonstrando sua completa ignorância e mal-caráter. Assista ao filme "A revolução não será televisionada" e depois venha vomitar seu ódio. A propósito, senti sua falta nos posts sobre a ligação entre a revista Veja e o bicheiro. rs

    El Cid

    12 de abril de 2012 às 01h36

    não adianta, abolicionista… o "rostinho iluminado" acima mente mais para ele do que para nós…

    atenção: ele vai vomitar seu ódio em mim, na contagem: 3, 2, 1…

    Rodrigo

    12 de abril de 2012 às 08h53

    Ódio? Não, como poderia? Você só fala de mim, é minha maior líder de torcida…só não posso coresponder seu amor por mim, pelos motivos óbvios e tbm porque não sinto muita atraçãocom gente obsecada por mim. Gente assim passa por doida…

    El Cid

    12 de abril de 2012 às 11h45

    é só jogar a "isca" que você "fisga"… era previsível !!

    abolicionista

    13 de abril de 2012 às 21h02

    É a típica viuvinha da ditadura, não? Fascista mal-disfarçado, adora dizer que é democrático quando o chicote estala no lombo dos mais fracos. Quando é o contrário (caso Demóstens, por exemplo), ele some do blog.

    Rodrigo

    12 de abril de 2012 às 08h52

    Bla, bla, bla, bla…o golpe de esquerda é sempre virtuoso para vocês, é sempre justificado. Para a esquerda, quebrar a lei em benefício próprio é sempre justo. Caráter defeituoso no DNA.

    abolicionista

    15 de abril de 2012 às 13h44

    Nossa o problema é o DNA? por que não propõe limpeza étnica. O PSDB está quase lá…

    Mário SF Alves

    18 de abril de 2012 às 13h49

    É a isso que se convencionou chamar de fazer "tabula rasa", Rodrigo. Traduzindo: este seu "Vamos compilar também o silêncio dos aparelhos progressistas sobre a vez em que Chavez tentou o golpe na Venezuela também e foi preso" é = (igual) a "vamos combinar: inexiste correlação de forças; inexiste processo histórico; inexiste ideologia dominante; inexiste luta de classes; inexiste boicote econômico; inexiste mídia corporativa a serviço da elite historicamente dominante; assim como inexiste Estados cada vez mais excludentes." E mais, Chavez, quando intentou o tal golpe, era nada mais nada menos que um legítimo representante das oligarquias bolivianas, e, portanto, tudo igual, né não?

Renato

11 de abril de 2012 às 15h03

Quero que a doença que está abatendo o Chavez, mate-o. E que a américa latina volte para os trilhos do capitalismo e da liberdade. Jornalistazinhos da Record precisam ficar desempregados e essa emissora ser fechada, o dono preso.

Responder

    Sérgio Ruiz

    11 de abril de 2012 às 18h51

    Caro Renato, você tá precisando de um psiquiatra urgente.
    Desde que o caso Veja-Cachoeira veio à tona, os seguidores do tio reimósteles estão desesperados e latindo para tudo que é lado, tão parecendo aquelas cadelinhas de madame que entram no cio e não tem um macho para satisfaze-las.

    RicardãoCarioca

    11 de abril de 2012 às 20h22

    É, desde que esse pessoal destronou os tucanos do poder, não dá mais pra roubar em paz, vender patrimônio, ganhar uma comissão off-shore com uma privatariazinha aqui, outra ali, desmantelar serviço público para entregar aos amigos empresários, etc. "Não mexam com os meus bandidos! Os de vocês é que devem ser presos, porque o poder não lhes pertencem, por direito secular!", é essa a frase que falta essa turma do eleitorado da oposição falar.
    Quanta mediocridade nessa direita!

    Makandal

    11 de abril de 2012 às 20h32

    Que Deus te dê em dobro…

    Renato

    12 de abril de 2012 às 09h53

    Deus é um Deus de justiça. E eu sou eleito por ele. Aquele que desejar mal a um eleito de Deus, vai sofrer a justiça Dele.

    MataTrolls

    12 de abril de 2012 às 16h58

    Acho que é um dos mantenedores do Silvio Koerich… Pensei que a PF tinha colocado a mão em todos eles…

    HiFelix

    11 de abril de 2012 às 20h48

    Uiiii! Que meda!!!!

    Luciano Bastiani

    11 de abril de 2012 às 20h57

    Quanto ao dono ser preso, que seja. Tem lá os seus defeitos. A record continuará do mesmo jeito.
    Mas quanto a fechar a única emissora que peita o sistema goebbels de mentirismo desinformativo, aí não!
    E se a America Latina ainda não está nos trilhos da liberdade, com ou sem capitalismo, é porque tem gente com o seu pensamento que não deixa.
    Outra coisa: cuidado com este negóco de desejar a morte de outrem: ás vezes se volta contra você mesmo!

    José Ruiz

    11 de abril de 2012 às 20h58

    kkkkkkkk.. só rindo desses caras… se deram mal e não se dão conta de que o passado não volta… estão em extinção e não sabem… rs…

    Jorge Nunes

    11 de abril de 2012 às 21h00

    Sério? Você só tem isso de argumento?
    Hoje há mais capitalismo na América do Sul do que antes. A diferença é que fizeram o capitalismo para todos. Antes nos tempos pré-Chaves só havia o socialismo para os ricos.

    Renato

    12 de abril de 2012 às 09h50

    Prove que existe capitalismo na AL. Você consegue ser empreendedor e pagar salário que quer pagar para o seus colaboradores? Você consegue cobrar o preço que quer sem ter a interferência de empresas estatais? Existem empresas privadas concorrendo com uma PVSA ou Petrobrás?
    Não vivemos em um capitalismo.
    Vá para Cuba.

    MataTrolls

    12 de abril de 2012 às 16h57

    E vc, vá para Miami.

    Aline C Pavia

    12 de abril de 2012 às 19h03

    Nunca os banqueiros e empresários do Brasil lucraram tanto quanto hoje, filho.
    Quantas empresas abriram falência até 2002? E quantas depois disso?
    Seus argumentos são tão cheios de conteúdo quanto o vento.

    Jorge Nunes

    12 de abril de 2012 às 19h49

    Meu Deus? Você ganha como o seu salário?
    Ninguém te impede de comprar um carro ou mesmo fabricá-los.
    Ninguém te impede de comprar um computador ou montá-los.
    Ninguém impede você de plantar e vender os seus produtos.
    Ninguém o impede de abrir uma loja.
    Minha família tem comerciantes e ninguém está reclamando. Estão vendendo bem e conseguindo bons negócios.

    Eu comprei as peças do meu computador livremente por encomenda em umas das várias lojas privadas que vendem online e foi entregue por uma empresa privada (a TOTAL). Pago a minha internet R$ 209,00 a uma empresa privada. Compro minha comida numa empresa privada. Vou de ônibus de uma empresa privada para meu trabalho. Compro minhas roupas de fábricas privadas em lojas privadas. Dou aulas em escolas privadas. Bebo num bar privado, uma cerveja fabricada por empresa privada e como pizza feita por assalariados que tem TV LCD fabricados por empresas privadas e feita com ingredientes de origem privada…. onde você viu comunismo estatal?

    Silvio I

    11 de abril de 2012 às 23h45

    Quisera saber qual e origem de vossa informação. Si você conhece a historia de América,e si conhece a historia em este caso particular, de Venezuela.Si você me contestar que conhece .Ai vou a perguntar: que você tem na cabeça?

    renato

    12 de abril de 2012 às 00h51

    Caraca! ainda bem que você é o Renato com maiúscula.
    Vai morar no primeiro mundo, lustrar os sapatos do Obama, servir chá para rainha.
    Vai fechar a porta da cadeia de Guantánamo.
    Vai assistir o programa da xuxa.
    Esse troço só começa com os malas, parece combinado.
    Me ajuda aí.

    Renato

    12 de abril de 2012 às 09h52

    Pelo menos lá, posso abrir a minha empresa e não ter empresas do governo como concorrentes. Pelo menos lá, tem concorrência e não monopólio.

    MataTrolls

    12 de abril de 2012 às 16h56

    ui… que ódio eu tenho!

    Renato, tira seu visto e vaza pra Miami.
    Se és tão bravio quanto blefa, vais pra lá e não volte.

    abolicionista

    13 de abril de 2012 às 21h05

    Vai lá e abre a sua empresa, ué? Tá fazendo o que aqui? Renato's Corporation, será uma multinacional no ramo de supositórios!rs

    Agostinho

    12 de abril de 2012 às 00h51

    Esse deve ser leitor da Veja, Estadão, só assiste a Globo… se não for, não justifica tanto ódio. Aqui ele deve desejar o mesmo pro Lula.

    Rômulo

    12 de abril de 2012 às 01h16

    Praga de urubu não mata cavalo gordo. Chávez viverá e vencerá as eleições.
    Mas que ninguém se iluda: o povo venezuelano não permitirá volta atrás da Revolução Bolivariana.
    E erra quem diz que não existem outras lideranças fortes na Venezuela no campo chavista.Entre os mais jovens há o Mnistro das Relações Exteriores,Nicolás Maduro, o atual vice-presidente Elias Jaua e o Ministro de Segurança,um jovem que vem conquistando grande admiração entre os venezuelanos. Fora isso, há um irmão do Chásvez, ouco mais velho que ele,que foi o mentor político do Chávez e que é governador do populoso Estado de Barinas,onde é muito querido.Todos esses quatro nomes têm projeção nacional. Além disso há o Presidente da PDVSA e mais uns três ou quatro militares,que sempre ocuparam cargos junto ao Prsidente Chávez que possuem grande prestígio nacional.
    Os chavistas hoje estão agrupados não só num grande partido o PSUV mas também num forte Movimento, o Polo Patriótico, movimento esse que agrega quase todos os inúmeros movimentos populares,central sindical, movimento estudantis, movimentos culturais diversos, deindígenas , negros, etc etc
    Só mesmo a direita para espalhar que se Chávez fosseimpedido de governar a Revolução Bolivariana iria pro sol.
    Querias, direita! Mas isso nunca acontecerá.

    Jotace

    12 de abril de 2012 às 15h30

    Excelente a tua resposta, Rômulo, pois ela é repleta de informações. No grupo de militares citados, sem dúvida estariam o Diosdado Cabello, atual Presidente da Assembléia Nacional e Vice-Presidente do PSUV, e muito decisivamente o antigo Ministro da Defesa, Gal Mata Figueroa. Abraços,
    Jotace

    Rômulo

    12 de abril de 2012 às 20h55

    Exatamente, Jotace. Esses dois militares que você cita demonstraram sobejamente o seu valor não só quando do golpe que intentaram contra Chávez em 2002 mas, continuadamente, no exercício dos importantes cargos que exerceram desde que Chávez assumiu como Presidente.
    Chávez preocupou-se o tempo todo com a educação política do povo e nesse sentido,as tvs públicas Venezolana, Vive e Telesurtv tiveram e têm um importantíssimo papel.
    Os avanços nas áreas de emprego, educação, saúde, moradia, lazer e cultura no governo Chávez foram formidáveis e aí estão os relatórios da ONU e da UNESCO bem como muitos outros estudos de entidades públicas e privadas confiáveis,que dão conta desse fato inconteste.

    Francisco

    12 de abril de 2012 às 01h23

    Noooosa! Tem razão Renato, vosmecê é um estadista! É preciso calar a boca dos discordantes, tirar do ar quem questiona alguma coisa, restabelecer a escalada da desigualdade social, enfim… acabar com a ditadura….

    Depois, tome seu remédio e vá dormir cedo, que seu problema é noite mal-dormida…

    El Cid

    12 de abril de 2012 às 08h50

    conseguimos tirar uma foto do Renato no momento que ele fez este comentário:

    <img src=http://4.bp.blogspot.com/-UHoefrsRNik/T1FNbibzh3I/AAAAAAAAIaY/6iNe3k13xo4/s1600/lim%C3%A3o.jpg>

    Mário SF Alves

    22 de abril de 2012 às 01h48

    Nao exatamente nesta mesma paleta de cores, heim, El Cid?

    Julio Silveira

    12 de abril de 2012 às 09h20

    Falou a besta do apocalipse.

    Julio Silveira

    12 de abril de 2012 às 09h21

    Bisando. Falou a besta do apocalipse.

    LULA VESCOVI

    12 de abril de 2012 às 09h35

    Mostre a cara com nome completo.No anonimato é barbada.

    Antonio lyra Filho

    12 de abril de 2012 às 09h59

    Que coisa linbda. Como agem os direitistas. Desejam a morte de um Presidente de um pais.

    Fica contrta a Record e dá apoio a Globo.que todos sabem como faz jornalismo de mentira.

    Marcelo Fraga

    12 de abril de 2012 às 10h38

    Esse aí faz parte da gentalha que quer Chávez morto enquanto diz que feto é uma vida e aborto é assassinato. A gentalha que fala em liberdade e democracia ao mesmo tempo que quer censura e prisão para quem pensa diferente.

    Mineirim

    12 de abril de 2012 às 11h12

    trilhos do capitalismo e da liberdade: apenas para uma diminuta elite de cherokees, whiskies importados, etc. E a população em geral: Ah, que se dane!

    Lu_Witovisk

    12 de abril de 2012 às 12h49

    Discipulo de Reinaldo… afff aposto que é daqueles que chega lá no blog fascistoide e diz: Ahhh Rey!!! fala serio.

    bene bugrão

    12 de abril de 2012 às 19h28

    Cara, nem sei que vc é, apenas sei que é cem por cento alienado, e quem sabe mercenário, na verdade eu acho que vc é: "o parasita da mosca que pousou na "b" do cavalo do bandido".

    Carlos N Mendes

    13 de abril de 2012 às 11h57

    Trollzinho anônimo, pois tem vergonha das próprias ideias. Não é à toa que a internet está matando a direita – nunca foi tão claro o quanto ela vive na escuridão.

    renato

    16 de abril de 2012 às 22h00

    Passei por aqui e você tava com -69. Deixei assim mesmo.

André Dantas

11 de abril de 2012 às 14h44

Em relação a esse golpe recomendo um dos melhores documentários que já assisti na minha vida: "A Revolução não Será Televisionada".
Simplesmente esclarecedor, emocionante e motivador.
Chavez quase foi morto e ao final venceu e ambas as coisas porque escolheu um lado. O lado do povo da Venezuela.
Saúde, Comandante.

Responder

    Sérgio Ruiz

    11 de abril de 2012 às 18h55

    Eu assisti André, realmente muito bom.
    Procurem na internet e não é preciso pagar para assistir. Vale a pena.

    Julio_De_Bem

    11 de abril de 2012 às 20h03

    Os dois melhores:

    A Revolução não será televisionada, se não me engano o azenha tem no canal dele no youtube, foi lá que eu ví.

    South of the boarder, tem em torrent pra baixar ou então no youtube.

    Renato

    12 de abril de 2012 às 09h57

    A Revolução não será televisionada, de uma emissora de governo. Graças a Deus que isso é fraco por aqui. Pois o que iria contar de mentiras.

    Mineirim

    12 de abril de 2012 às 11h14

    Foi do govern. NÃO! Era a TV da IRLANDA, que estava em Miraflores, por acaso, para uma matéria sobre o Chávez! Por favor, não tente confundir. Informe-se melhor antes de postar bobagens. Aqui você não engana, não.

    abolicionista

    12 de abril de 2012 às 14h45

    Total, será que é só ignorância? Nesse caso, ele provou que não assistiu ao vídeo e então estaria sendo leviano. Será que ele é mentiroso ou leviano? Acho que pedirei ajuda aos universitários…

    Mário SF Alves

    18 de abril de 2012 às 14h07

    Aí, Mineirim, desce a verdade pra cima da alma (será que tem?) do troll!

    abolicionista

    12 de abril de 2012 às 14h42

    KKK, como é informado, o nosso amigo! Cara, você acaba de escrever uma das mentiras mais deslavadas que eu já li por aqui. Agora diz que o Demóstenes é inocente, diz. Não sabe que mentir é pecado?

    Rômulo

    12 de abril de 2012 às 21h07

    Emissora do governo? Tá doidão? Foi um grupo de jornalistas irlandeses que por acaso estavam na Venezuela fazendo um vídeo sobre o início do governo Chávez. Quando viram o golpe em movimento marcaram em cima e resultou o belíssimo documentário.
    Como é tudo ao vivo,a direita ficou sem pai e sem mãe.
    Tornou-se um documentário premiadíssimo e correu e corre o mundo construindo consciência crítica por onde passa. Ninguém é mais o mesmo depois de ver esse documentário. A verdade liberta.
    Faz o seguinte,Renato: assiste o documentário. Vai te fazer bem,garanto.

    Mário SF Alves

    18 de abril de 2012 às 14h10

    Perfeito, Rômulo. E de quebra, uma educadíssima prova de fé na dialética; ainda que o suposto polo contrário seja um … deixa pra lá.

    Zé Brasil

    11 de abril de 2012 às 21h23

    No excelente e imperdível documentário "A Revolução não Será Televisionada", de Kim Bartley and Donnacha O'Brien, irlandeses, ambos da BBC de Londres, que estavam no Palácio Miraflores, em Caracas, entrevistando Chaves no dia em que estourou o golpe promovido por "carmona e sus perros", destaco três cenas:

    1. A imagem imperdível das caras de bunda e olhos arregalados do arcebispo de Caracas, do ministro da suprema corte e dos demais golpistas sentados no chão e com o c… na mão, morrendo de medo de uma represália da cagada que ajudaram a promover ,e que , se tivesse sido levada a cabo, teria entregue um Chefe de Estado legitimamente eleito para sequestro por uma potência estrageira em seu próprio território;
    2. O desmonte da farsa do atirador igualzinho ao "Sr. Barriga", do seriado Chaves, o qual descarregava sua pistola automática diversas vezes sobre uma rua vazia como mostraram os repórteres da BBC e a tv venezuelana cooptada por carmona e sus perros vociferava que era um agente de Chavez atirando numa multidão que protestava pacificamente,e,
    3. A mensagem de paz e tranqülidade, emitida de forma serena por Chavez, recém saído do cativeiro ao Povo Venezuelano, neles incluídos os golpistas de pedro carmona e sus perros, assegurand-lhes que não haveria represálias e conclamando o seu bravo povo a recolher-se pacificamente para as suas residências, num pronunciamento digno de um Chefe de Estado. Pena que carmona não pode ouvi-lo, pois como boa galinha covarde que se preza já estava debaixo das asas da águia em Miami sendo recebido por ary fletcher, o porta-voz do "busch the vile".
    Vida longa para Chavez e para os que se regozijam com a doença alheia um lembrete: na doutrina do livre arbítrio somos livres para semear aquilo que quisermos, contudo a colheita, boa ou má, é obrigatória. Pensem nisto quando desejarem a morte de outrem, principalmente a dos têm uma doença como o câncer.

Julio Silveira

11 de abril de 2012 às 14h32

Essa turma que empre pensou como fazer do Brasil uma republica de banana não engana mais ninguem. Eles são arautos do progresso deles. Usam suas migalhas para posarem de grandes benemeritos do social.

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A mídia descontrolada

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