VIOMUNDO

Diário da Resistência


Extra: Sargento matador de Marielle, vizinho de Bolsonaro, atuava com Adriano, que empregou mulher e filha em gabinete do hoje senador Flávio
Pela ordem, a partir do alto, à esquerda: condomínio onde moram a família Bolsonaro e o matador de Marielle; o modelo de automóvel que ele possui; Ronnie; Bolsonaro com o homem acusado de dirigir o carro; Queiroz com os Bolsonaro; a medalha Tiradentes; Adriano, o chefão foragido; a família Bolsonaro; almoço "em família"; Jair discursando na Câmara e no centro o Condomínio Portogalo, em Angra, onde o matador de Marielle tinha casa. Fotos Google, reprodução de redes sociais, Câmara dos Deputados e reprodução de vídeo.
Denúncias

Extra: Sargento matador de Marielle, vizinho de Bolsonaro, atuava com Adriano, que empregou mulher e filha em gabinete do hoje senador Flávio


12/03/2019 - 13h51

Da Redação

Segundo o diário carioca Extra, em reportagem assinada por Rafael Soares, o homem preso hoje como assassino de Marielle Franco, Ronnie Lessa, atuava com Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como chefe do grupo de matadores da região de Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Ronnie Lessa é vizinho da família Bolsonaro num condomínio da Barra da Tijuca.

Com um salário líquido de menos de R$ 7.500,00, o sargento reformado tem casa no luxuoso condomínio Portogalo, em Angra dos Reis, e andava em um automóvel importado e blindado, que custa mais de R$ 100 mil.

Adriano, por sua vez, está foragido.

Ele empregou a esposa Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega e a mãe Raimunda Veras Magalhães no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

O hoje senador disse que ambas foram contratadas por Fabrício Queiroz, que em depoimento assumiu ser laranja dos Bolsonaro, ou seja, teria tomado “por conta própria” a decisão de desviar dinheiro de funcionários da Alerj para impulsionar o mandato do patrão.

Raimunda, a mãe do miliciano, fez uma transferência de R$ 4,6 mil para a conta de Fabrício.

Adriano foi homenageado duas vezes por Flávio, em 2003 e 2005. Na segunda ocasião, Adriano recebeu a mais alta condecoração do Rio de Janeiro, a medalha Tiradentes, quando estava preso, suspeito de homicídio.

Três meses depois, em outubro de 2005, o então deputado federal Jair Bolsonaro fez um discurso na Câmara dos Deputados informando que havia assistido ao julgamento de Adriano.

Bolsonaro protestou: segundo ele, a condenação tinha sido resultado de um único depoimento de um coronel da PM (leia íntegra no pé do post):

Um dos coronéis mais antigos do Rio de Janeiro compareceu fardado, ao lado da Promotoria, e disse o que quis e o que não quis contra o tenente, acusando-o de tudo que foi possível, esquecendo-se até do fato de ele sempre ter sido um brilhante oficial e, se não me engano, o primeiro da Academia da Polícia Militar.

Reprodução O Globo

Sargento acusado de matar Marielle tem mansão em condomínio de luxo em Angra dos Reis

Rafael Soares, no Extra

O sargento reformado Ronnie Lessa, de 48 anos, preso na manhã desta terça-feira acusado de ser o responsável pelos disparos que mataram a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, tinha uma mansão de luxo no condomínio Portogalo, em Angra dos Reis, na Costa Verde.

O local ficou famoso na década de 1990, quando o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna comprou uma casa lá.

A mansão, que tem uma lancha em seu interior, foi um dos bens do policial rastreados por agentes da Delegacia de Homicídios e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP do Rio durante a investigação.

Lessa ganhava uma aposentadoria bruta de R$ 8.191,53. Com os descontos, o valor líquido chegou, no último mês de fevereiro, a R$ 7.463,86.

Os agentes se surpreenderam com a quantidade de bens do policial. Lessa foi preso em sua casa no condomínio Vivendas da Barra, na Avenida Lúcio Costa, 3.100, Barra da Tijuca.

O local, por coincidência, é o mesmo onde o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), mora.

O condomínio fica de frente para o mar, com seguranças na portaria. No local, os agentes apreenderam o carro de Lessa, um Infiniti FX35 V6 AWD blindado.

O modelo custa em média R$ 120 mil. Os agentes também descobriram que o policial viajava com frequência para o exterior.

Lessa é um caveira — como são conhecidos os agentes que tem o curso de Operações Especiais. Ele foi promovido, na década de 1990, por ato de bravura na PM.

Por isso, teve o salário aumentado, à época, em 40% por ser um dos agentes agraciados com a premiação por pecúnia.

A gratificação foi criada em 1995, durante o governo Marcello Alencar, para premiar quem participava de grandes operações.

Ela acabou após três anos de polêmica, já que o número de homicídios subiu no estado, o que fez o bônus ser apelidado de “gratificação faroeste”.

Ninguém jamais havia investigado Ronnie Lessa. Embora os corredores das delegacias conhecessem a fama do sargento reformado, de 48 anos, associada a crimes de mando pela eficiência no gatilho e pela frieza na ação, Lessa era até a operação desta quarta-feira um ficha limpa.

Egresso dos quadros do Exército, foi incorporado à Polícia Militar do Rio em 1992, atuando principalmente no 9º BPM (Rocha Miranda), até virar adido da Polícia Civil, trabalhando na extinta Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE), com a mesma função da atual Desarme, na Delegacia de Repressão à Roubo de Cargas (DRFC) e na extinta Divisão de Capturas da Polinter Sul. A experiência como adido foi o motor da carreira mercenária de Lessa.

Também foi preso o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz por envolvimento no crime. Segundo a denúncia do MP do Rio, Lessa teria atirado nas vítimas, e Elcio era quem dirigia o Cobalt prata usado na emboscada. Elcio de Queiroz foi expulso da corporação.

O condomínio onde moram Bolsonaro e o matador de Marielle. Google Maps

Arregimentado por contraventor

Lessa, como outros adidos, conhecia mais das ruas do que qualquer policial civil. Logo, destacou-se e ganhou respeito pela agilidade e pela coragem na solução dos casos. Esta fama, segundo os bastidores da polícia, chegou aos ouvidos do contraventor Rogério Andrade, na época cada vez mais ocupado em fortalecer o seu exército numa sangrenta disputa territorial com o também contraventor Fernando Ignácio de Miranda. Em jogo, o legado do bicheiro Castor de Andrade, morto em 1997.

Arregimentado por Andrade, Lessa não demorou a crescer na organização e ocupar o destacado posto de homem de confiança do chefe.

Até que, em abril de 2010, a explosão de uma bomba no carro do bicheiro não apenas matou o filho dele, Diogo Andrade, de 17 anos, como fulminou a credibilidade de Lessa junto ao chefe, por não conseguir protegê-lo, assim como sua família.

O guarda-costa e exímio atirador foi incapaz de evitar a morte do jovem.

Chama atenção que o método de detonação da bomba usada no atentado que matou o filho do contraventor, segundo peritos da época, foi o mesmo usado no atentado ao sargento da PM, em 2 de outubro de 2009.

Na ocasião, o sargento perdeu a perna. Um laudo do Esquadrão Antibombas da Polícia Civil revelou que para explodir o Toyota Corolla blindado de Andrade foi usado um dispositivo acionado à distância por meio de um telefone celular.

Com a sua reforma por invalidez, Lessa acabou deixando de ser adido, mas ainda frequentava as delegacias da Polícia Civil, principalmente a antiga Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE).

Até que, em 2011, ciente da migração dos adidos para as fileiras do crime, a Secretaria de Segurança do Estado vetou para sempre a cessão de quadros da PM para a Polícia Civil e acabou com a DRAE.

A medida foi resultado da Operação Guilhotina da Polícia Federal, que investigou a corrupção policial envolvendo policiais civis e os adidos, além de integrantes da cúpula da instituição.

Com as portas fechadas na polícia, o ambiente mafioso tornou-se um caminho sem volta para Lessa.

A mira certeira, decisiva para a expansão territorial de Rogério Andrade, foi também o passaporte do ex-sargento para a organização criminosa formada por matadores de aluguel, considerada mais temida e eficiente do Rio.

Segundo a investigação, Lessa atuava junto com o ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, um dos fundadores do Escritório do Crime, grupo de matadores de aluguel alvo da operação Os Intocáveis, do Ministério Público. Adriano está foragido até hoje.

Num cenário em que o dinheiro da corrupção garantia a impunidade destes mercenários, Lessa nem sequer se dava ao trabalho de agir às sombras. Para agenciá-lo, bastava dar uma passada no bar onde o ex-adido fazia ponto no Quebra-Mar, na Barra da Tijuca.

Uma opinião unânime assombra os que conheceram Lessa pessoalmente. Há quem diga que ele é capaz de tudo para cumprir as empreitadas criminosas, sem medir as consequências.

Hábil no manejo principalmente de fuzis, é conhecido por gostar de atirar sentado, embora uma prótese moderna disfarce bem o problema físico quando em pé. Jamais volta para a base sem ter cumprido o que fora acertado com o contratante.

Adriano, foragido. Reprodução de vídeo

A defesa que Bolsonaro fez de Adriano, na Câmara dos Deputados:

O SR. JAIR BOLSONARO (PP-RJ. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, antes de iniciar, peço à Deputada Juíza Denise Frossard que ouça minhas palavras, pois não tenho experiência nessa área e quero depois me aconselhar com S.Exa.

Na segunda-feira próxima passada, pela primeira vez compareci a um tribunal do júri.

Estava sendo julgado um tenente da Polícia Militar de nome Adriano, acusado de ter feito incursão em uma favela, onde teria sido executado um elemento que, apesar de envolvido com o narcotráfico, foi considerado pela imprensa um simples flanelinha.

Todas as testemunhas de acusação — seis no total — tinham envolvimento com o tráfico, o que é muito comum na área em que vivem.

O Tenente Adriano era o décimo militar a ser julgado pelo episódio. Cinco haviam sido condenados e quatro absolvidos.

O curioso é que o militar que apertou o gatilho e matou aquele elemento foi absolvido, e o tenente, que era o comandante da operação, condenado a 19 anos e 6 meses de prisão, sendo enquadrado inclusive em crime hediondo.

O que é importante analisar no caso?

Não considero que a Promotoria o condenou, Deputada Denise Frossard.

Um dos coronéis mais antigos do Rio de Janeiro compareceu fardado, ao lado da Promotoria, e disse o que quis e o que não quis contra o tenente, acusando-o de tudo que foi possível, esquecendo-se até do fato de ele sempre ter sido um brilhante oficial e, se não me engano, o primeiro da Academia da Polícia Militar.

Terminado o julgamento, ao conversar com a Defesa, fiquei sabendo que ela não conseguira trazer para depor o outro coronel que havia comandado o tenente acusado.

Por quê? Porque qualquer outro coronel que fosse depor favoravelmente ao tenente bateria de frente com o Coronel Menick, e, com toda a certeza, seria enquadrado por estar chamando de mentiroso o colega coronel.

Esse fato não poderia ter passado despercebido pelo juiz. Se bem que, nesse episódio, o juiz só entrou na parte final, na sala secreta.

Apesar disso tudo, poderia ter sido discutido o porquê de a Defesa não ter podido trazer nenhum outro superior ou comandante de batalhão em que tivesse servido o tenente.

E o que serviu para fazer com que os jurados o condenassem por 5 a 2 foi exatamente o depoimento do Coronel Menick, que falou sobre uma sindicância feita por ele à época.

Não vou entrar em detalhes sobre a desqualificação dos acusados ou sobre o fato em si. Entendo também, e V.Exa., Deputada Denise Frossard, deve concordar comigo, que o que tem de ser discutido é o que está nos autos, o que está fora dos autos não existe. Mas a palavra do coronel foi considerada.

Estou completando 16 anos de Brasília. É importante saber a quem interessa a condenação pura e simples de militares da Polícia do Rio de Janeiro, sejam eles culpados ou não.

Interessa ao casal Garotinho, porque a Anistia Internacional cobra a punição de policiais em nosso País, insistentemente.

É preciso ter um número xis ou certo percentual de policiais presos.

O Rio é o Estado que mais prende percentualmente policiais militares e, ao mesmo tempo, o que mais se posiciona ao lado dos direitos humanos.

Então, Sr. Presidente, não sei como podemos colaborar. O advogado vai recorrer da sentença, mas os outros coronéis mais modernos não podem depor, senão vão para a geladeira, vão ser perseguidos. E o tenente, coitado, um jovem de vinte e poucos anos, foi condenado.

Mas não foi ele quem matou, Deputada Denise Frossard! Quem matou foi o sargento, que confessou e, mesmo assim, foi absolvido no tribunal do júri.

A decisão, portanto, tem de ser revista.

Ao que parece, há um interesse muito grande por trás disso. Eu não sei como funcionam as promoções na magistratura, mas está mais do que comprovado que Coronel Menick está ao lado do Governo do Estado, que, repito, quer atender à Anistia Internacional e simplesmente punir por punir.

Isso não pode acontecer. Essa prática desqualifica, desmoraliza o tribunal do júri. E o tenente, como qualquer outro policial militar, não tem dinheiro para pagar um bom advogado, tem de se valer de um profissional sem muitos conhecimentos, que, numa hora dessas, não levanta todos os fatos. Eu, que não sou advogado, percebi isso e depois comprovei.

Esse comportamento não está certo, Deputado Reinaldo Betão.

Quero me assessorar com a Deputada Juíza Denise Frossard e com outros juízes para saber como podemos proceder no futuro.

Se um coronel vai depor e outro não pode fazê-lo porque será perseguido, o depoimento dessa autoridade tem de ser desqualificado.

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



19 comentários

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Jardel

13 de março de 2019 às 00h33

É muito interessante isso: O acusado de matar Marielle é envolvido em crimes de mando, ou pistolagem.
Mas no caso da Marielle ele matou poque “repudiava as causas que ela defendia”.
Só bolsominiom acredita.
QUEM FOI O MANDANTE????

Responder

Marys

12 de março de 2019 às 19h57

Não só a mídia precisa dar, mas todo o Brasil precisa de uma resposta.
O problema é que a nossa polícia e o nosso judiciário só agem rápido quando isso lhe interessa politicamente.
O povo do Rio já sabia da ligação do Bolsonarismo com milícias e a imprensa se fez de inocente, com cara de página e ouvido de mercador, deixando esses monstros se empoderarem por perseguição à esquerda.
Deu com os burros n’água, elegendo monstros milicianos que não querem diálogo e não passam e jagunços da nova era.

Responder

    Hamiltom

    13 de março de 2019 às 12h22

    Que mentira garota dou carioca e sei como milhares de brasileiros que essa mídia podre está aparelhada para tentar denegrir e caluniar família descente como do Presidente não se conformam de terem perdido a teta do governo do que chovem niolhadi pois quem tem no mínimo dois neurônios não acredita nessas mentiras sujas

chico

12 de março de 2019 às 17h26

Impeachment JA! Cadeia JA!
Lula sem culpa, sem provas LIVRE JA!!!
Mandantes e executantes da linda Marielle CADEIA JA!!!

Responder

    Mauro

    12 de março de 2019 às 20h00

    E diretas já!

    Jardel

    13 de março de 2019 às 00h37

    Cara, você vai se cansar de passar pano nas merdas do Bozo.
    Porque tem muita, muita mesmo.

    Doutor, eu não me engano…

Zé Maria

12 de março de 2019 às 17h04

Promotoras Responsáveis pelas investigações e pela Denúncia
dos Assassinos de Marielle e Anderson afirmaram em entrevista coletiva
que a Polícia teve de antecipar em um dia a prisão dos Criminosos,
porque houve vazamento de informações e que, portanto,
os Bandidos sabiam antecipadamente do dia da Operação.
A promotora Letícia Petriz, uma das responsáveis pela investigação,
disse que Ronnie Lessa afirmou que foi avisado sobre a operação

https://twitter.com/luisnassif/status/1105554359725817858

https://brasil.estadao.com.br/noticias/rio-de-janeiro,prisao-de-suspeitos-do-assassinato-de-marielle-foi-adiantada-apos-vazamento-de-informacao,70002752556

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 16h22

https://www.blogdomoisesmendes.com.br/wp-content/uploads/2019/03/URUBUMORO.jpg
Urubuzando o Marréco de Maringá
https://www.blogdomoisesmendes.com.br/
.
https://pbs.twimg.com/media/D1etkPuXgAAUXc3.png
As mulheres na resistência ao bolsonarismo.
“Prenderam os acusados pelo assassinato de Marielle.
Mas ainda é preciso conter e punir os agressores
de mulheres conhecidas ou anônimas vítimas do machismo
estimulado por Bolsonaro”, destaca Moisés Mendes.

https://t.co/dTgoZret09
https://twitter.com/extraclassejor/status/1105544056564785152
https://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2019/03/as-mulheres-na-resistencia-ao-bolsonarismo/

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 16h09

https://twitter.com/i/status/1105524837949362176

“Quem mandou matar Marielle e Anderson?
É preciso q a Câmara instale CPI das Milícias
p/ apurar envolvimento de atores políticos no crime.
Que o Senado abra investigação sobre Sen. Flávio.
Peço q @ONUBrasil, @anistiabrasil e a OEA acompanhem.”
#QuemMandouMatarMarielle

Maria do Rosário
Deputada Federal (PT=RS)

https://twitter.com/mariadorosario/status/1105524837949362176

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 16h02

https://twitter.com/i/status/1105499503413641219
“O assassino de Marielle não é só quem apertou o gatilho.
É quem planejou e contratou a sua morte.
Trata-se de um crime político,
e nós exigimos saber que grupo político
é capaz de eliminar uma vereadora.
É pela Democracia e Liberdade.”

Marcelo Freixo
Deputado Federal (PSoL=RJ)

https://twitter.com/MarceloFreixo/status/1105499503413641219

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 15h56

Cara Dura, Corpo Ensaboado
e ‘Nu com a Mão no Bolso’

“Espero que tenham chegado aos executores
e a quem mandou matar”, diz Bolsonaro

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/03/espero-que-tenham-chegado-aos-executores-e-a-quem-mandou-matar-diz-bolsonaro-sobre-marielle.shtml

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 15h07

https://twitter.com/i/status/1105490960551686144

Quem mandou matar Marielle?

“A morte de Marielle requer investigação criteriosa de possíveis relações”

https://twitter.com/gleisi/status/1105490960551686144
https://pbs.twimg.com/media/D1dzFANXQAAUVh2.jpg
https://twitter.com/julianopsol50/status/1105494935866871808

Parece que o Namorado da Filha do Matador de Marielle foi o Carlos Bolsonaro, que também mora no mesmo Condomínio.

Responder

Marys

12 de março de 2019 às 15h06

Quando conveniente, a investigação do Caso Marielle esquenta. Quando não, esfria.
Associar os Bolsonaros às milícias e interesses políticos de extinguir opositores parece se tornar a cada dia mais conveniente para os investigadores.
Por que não viram isso antes da eleição e posse desses caras!?
Já estou vendo afastamentos de cargos, bem convenientes, nos próximos dias.

Responder

    SANDRA OLIVEIRA

    12 de março de 2019 às 18h29

    Viram, mas não denunciaram por causa das eleições

Zé Maria

12 de março de 2019 às 14h52

https://twitter.com/i/status/1105509421617111041

Parece que um dos filhos do Jair namorou
a filha do Vizinho Matador da Marielle.

https://twitter.com/DeputadoFederal/status/1105498566661857280

É inegável a Proximidade dos Assassinos com Jair Bolsonaro & Família

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 14h37

O Mito que se cuide.

Nos últimos 30 Anos, a Mídia da Direita Tradicional
já derrubou 2 Presidentes da República e impediu
por duas vezes que fosse eleito o Candidato Favorito.

Responder

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