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Simon e Buarque querem para professores mesmo aumento de senadores

07 de janeiro de 2011 às 16h07

Professores podem ter o mesmo reajuste salarial dos senadores

sugestão do leitor Marcelo Abreu, via e-mail

Os senadores Cristovam Buarque e Pedro Simon apresentaram hoje (16) projeto de lei estendendo o mesmo reajuste salarial concedido aos senadores para o Piso Salarial Profissional Nacional para os professores da educação básica das escolas públicas brasileiras.

Com o reajuste de 61,78% do aumento dos senadores, o piso salarial dos professores passará de 1.024,00 para R$ 1.656,62, valor inferior ao valor pago aos parlamentares a cada mês: R$ 26.723,13.

Para o senador Cristovam Buarque, a desigualdade salarial é substancial, talvez a maior em todo o mundo, com conseqüências desastrosas para o futuro do Brasil.

Na opinião do senador, a aprovação do reajuste de 61,78% para os professores da educação básica permitirá, ao Senado, uma demonstração mínima de interesse com a educação das nossas crianças e a própria credibilidade da Casa.

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63 Comentários escrever comentário »

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Baixada Carioca

10/01/2011 - 13h16

Só fiquei preocupado com alguns comentários falando da demagogia dos senadores Simon e Buarque, mas deixando nos parecer que acham o salário dos professores suficiente para o que fazem. Deveriam explicar melhor o comentário ou deixar claro sua posição quanto ao que consideram justo para a categoria.

Responder

Geysa Guimarães

10/01/2011 - 11h25

Não importa se Buarque e Simon são demagogos, um salário menos aviltante para os professores seria mais do que justo.
Já o aumento aos congressistas foi abusivo.

Responder

Oscar

10/01/2011 - 00h24

Recebo revistas em casa da Ed. Abril desde de 2008 sem ter pedido as mesmas. A prefeitura e o estado de São Paulo custeiam o PIG desta forma. Melhorar a educação é dar revista e jornal "pigs" para o professor. Fora isto existem aqueles que criam ONGS para prestar serviços educacionais para estados e municípios captando muitos recursos com tais benfeitorias. Exemplo típico ocorre na saúde com as O.Ss aqui no estado de São Paulo. Existem organizações que se formam apenas para destruir a moral do professorado todo, como se em outras classes não existissem profissionais ruins. Mais do que aumentar o salário do professor, precisamos resgatar a educação pública de qualidade, laica e comprometida com o Brasil e não com as ideias mirabolantes e negociatas que só beneficiam meia dúzia de grupoos empresariais.

Responder

Oscar

10/01/2011 - 00h24

Sou professor e não concordo com isto. Também não estou contente com o meu salário. A educação precisa ser resgatada sim com bom salários para os professores, mas o que mais estragou a educação neste país foram estes pseudos intelectuais que fizeram doutorado na França e vem ao Brasil vomitar teorias que não se aplicam em nossa realidade. Ganham fortunas vendendo palestras e se colocam como indispensáveis ao sucesso profissional do professor. Vale dizer que muitos destes palestrantes nunca entraram numa sala de aula e muito menos conhece as realidades de nossas periferias urbanas. Junto com estes existem aqueles que fazem da educação um meio rápido de se ganhar dinheiro por intermédio de espúrias políticas públicas que levam o nada à lugar nenhum.

Responder

Marcelo Abreu

09/01/2011 - 19h45

O problema é: politizar a questão do salário e condições de trabalho dos professores. O efeito prático do abaixo-assinado pode ser nulo, a questão é outra: colocar o assunto em pauta.

Responder

Maria Dirce

09/01/2011 - 13h55

Azenha me permita kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk , sim dar risadas pq depois de sucateada a educação com inúmeros analfabetos funcionais das mudanças pedagógicas que iriam ser"fantásticas" (sic) anos de desmando e verbas desviadas . na vdd, o governo federal jamais deveria mandar para o governo de SP um centavo!!!!

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Mr.Hyde

09/01/2011 - 08h02

Brasil, um País de tolos.

Responder

    Wlademir Carvalho

    09/01/2011 - 12h23

    Pois é mr Hyde, eu não faço parte dos 44% de frustrados, eu integro os 87% de brasileiros que gostariam de um 3º mandato para o sr. Luis Inácio, e o temos na figura de uma mulher de fibra.

    E fibra é o que não tem a oposição que vive se escondendo atrás de uma imprensa amoral, anti- ética e pusilânime.

Renato Lira

09/01/2011 - 02h41

A ideia até que é boa.

Mas, partindo de quem parte, me soa mais como demagogia e oportunismo. Especialidades da dupla.

Responder

edv

08/01/2011 - 14h53

Complementando, se é demagógico ou não (também perdi a confiança nos dois), Precisamos pensar grande em educação, principalmente com o pré-sal.

Responder

edv

08/01/2011 - 14h50

Não dá para não apoiar.
Mas precisamos esquecer dos R$ 26 mil (que já são uma beleza!) e atentar (de atenção, não de atentado) ao fato que cada um destes blablármentares custam, diretamente, mais de R$ 130 mil em dinheiro, fora outros encargos e benefícios ordinários e extraordinários, jetons, 4 meses de férias (mais viagens a trabalho), aposentadorias privilegiadas (em tempo e valor), planos de saúde ilimitados e extensivos a familiares.
Mais as receitas dos lobbies e trambiques.
E eminentemente com pouquíssima ou nenhuma contrapartida!

Responder

Moisés

08/01/2011 - 14h39

Essa questão de os parlamentares se autoaumentarem seus (nossos dinheiros) salários é de uma canalhice inominável. Penso, como várias pessoas também pensam, que tem se ser criado um outro mecanismo, outra forma, outras alternativas, assim não pode continuar. A minha idéia inicial é de que tem de mudar. Como?

Responder

@robsonfr

08/01/2011 - 13h13

Totalmente demagógico, ao meu ver. O aumento criminoso dos parlamentares não justifica um aumento para os professores. Há motivos mais nobres do que esse para aumentar os salários dos professores. Como dizem nos EUA: "dois errados não fazem um certo".

Por que não se inverte a lógica? Em vez de aumentar o salário dos parlamentares, por que não permitir o aumento desse salário até que os professores recebam um salário mais digno?

Aliás, o Sen. Cristovam Buarque se esquece (constantemente, eu diria) da LDB, que coloca como responsabilidade dos estados e municípios a educação básica. Um aumento no salário dos professores seria pago pelos municípios e pelos estados mais ricos, e olhe lá.

Por que os digníssimos senadores, no afã de defender uma educação de qualidade para todos, não derrubam logo a LDB e todas as aberrações educacionais oriundas desta? Por que ninguém reconhece que, das boas intenções do projeto do falecido (e competente) Sen. Darcy Ribeiro, só restaram coisas absurdas como progressão automática (especialmente a usada em SP, que permite jovens analfabetos na 5a. série) e o uso de pedagogos na educação básica (a maioria deles incapaz de alfabetizar e até mesmo de ensinar) ?

Só vou levar alguns desses "gênios da educação" a sério no momento que eles levantarem propostas claras e precisas para o nossa tão combalido sistema educacional.

Abraços

Responder

    Baixada Carioca

    10/01/2011 - 13h12

    Não entendi Robson. O uso de Pedagogos na Educação Básica (a maioria deles incapaz de alfabetizar…)? Então não são Pedagogos ora bolas.

    Uma outra questão que considero equivocada de sua parte: quer dizer que não se pode elevar o salário da categoria porque os municípios mais pobres não poderia pagar, mas se deixar que cada município resolva o problema do salário, como levar professores devidamente qualificados para os municípios que pagariam apenas o mínimo? Ou você acha que professores e professoras iriam pra lá pelo simples "amor pela educação"?

    Caro Robson, duvido que nos municípios mais pobres os professores ganham o mesmo que um vereador ou um secretário de governo. Você, com esse discurso, reproduz o pensamento de uma elite que "programou" a educação no Brasil.

    Eu os considero oportunistas e demagogos, mas acho que a proposta levanta uma discussão interessante sobre o salário dos professores e mais que isso, sobre o reconhecimento da profissão professor/a.

Pedro Luiz Paredes

08/01/2011 - 13h06

Menos do que justo mas já é um começo.

Responder

Gerson Carneiro

08/01/2011 - 13h03

Querer até os professores querem.

A verdade é a seguinte: Eles só querem só. Não têm força pra isso, não.
Isso é para se amostrar. Pra querer posar de Robin Iúdi.

Responder

Marcelo de Matos

08/01/2011 - 12h15

Simon e Buarque andam lendo muito o “Dom Quixote de La Mancha”. Esse aumento quebraria o país porque teria de ser repassado, também, para os setores de saúde e segurança, entre outros. Bastaria aumentar o salário dos professores para melhorar a educação? O site http://educarparacrescer.abril.com.br/gestao-esco… dá uma pista: “trabalho, realizado pela consultoria internacional McKinsey, radiografou as práticas de 20 sistemas de reconhecido sucesso e constatou que muitos países, como a Austrália e a Alemanha, duplicaram os investimentos em educação entre 1970 e 1994 sem alcançar qualquer melhoria. Nessas nações, a aprendizagem só foi reforçada quando os governos implantaram políticas eficientes para valorizar o professor. Isso foi feito não com salários acima da média, mas especialmente com maciços investimentos em capacitação e condições de trabalho, aliados a estratégias para elevar o prestígio social do educador”. E não é só a Editora Abril que diz isso – até o pessoal do PT já sabe.

Responder

    edv

    08/01/2011 - 17h48

    O custo com este aumento parlamentar, junto com o do judiciário, chuto por baixo, nos leva a uns 5% do orçamento total para educação. Alguem pode fazer a conta?
    Se educação for 18% do orçamento e 60% disso for salário, um aumento como o sugerido significaria 6% (seis) a mais no orçamento total. Sim, é uma paulada, mas vamos lembrar sempre que temos o pré-sal, que parte disso volta em consumo e portanto em impostos e MUITO MAIS em melhorarmos a educação.
    Lógico que não é automático por si só, mas o que mais seria, sem outras medidas?
    Como Lula sugerindo consumo na crise, em coisas boas precisamos ousar!

Marat

08/01/2011 - 12h14

Concordo integralmente. A classe dos professores deve sim ser valorizada e respeitada! Professores devem ganhar bem e ser cobrados por suas obrigações!

Responder

José Ruiz

08/01/2011 - 12h00

Acho que os dois senadores, legisladores que são, desperdiçam ótimas oportunidades para aprofundar o assunto relacionado com a melhora das condições de ensino no país e jogam para a platéia. Ou em outras palavras: querem aparecer. Mais do isso, fazem piada com a desgraça alheia. Certamente votaram a favor dos próprios aumentos e sabem muito bem que a proposta que apresentam não é factível, sem nenhuma previsão orçamentária. Professor de ensino público no Brasil, além de ser mal pago, tem que ouvir gracinhas…

Responder

Avelino

08/01/2011 - 10h15

Também acho que, junto a um salario melhor, todo o povo brasileiro possa desfrutar do mesmo plano de saúde dos deputados e senadores.

Responder

Rafael

08/01/2011 - 10h11

Pode ter certeza que o simom e o buarque aprovaram esse aumento para eles.Será que simom quando foi gorvenador do RS e buarque quando foi governador do DF tentou dar aumento desse porte para os professores?
Depois que soube que o buarque recebeu 900.000 reais para fazer campanha para o alkmim no segundo turno em 2006 para mim não vale nada, o simom já é figura conhecida aqui do RS, cínico e manipulador.

Responder

Paulo Cavalcanti

08/01/2011 - 10h08

Dois demagôgos sem vergonhas,

Fazem parte da panela, depois ficam querendo jogar prá torcida.

O que eles não explicam? Deputados e Senadores, são "somente" 600 marajás que legislam em causa própria. Sabedores que uma proposta dessas aprovadas, quebra qualquer Estado, mas fazem firúlas com a opinião publica, uma vez que só em SP, são 270 mil professores – um aumento desses, nem SP suportaria, imaginem os outros estados.

Adoraria ver professores bem remunerados, e com a auto-estima recuperada, porém acreditar em firulas demagógica, também já é demais.

Responder

    Antônio Crlos

    08/01/2011 - 10h28

    Só não sei porque você pegou o Estado de São Paulo como exemplo. Que eu saiba o Estado de São Paulo é um dos Estdos que paga pior ao professor. E olha que o Estado de São Paulo é o mais rico da federação e deveria pagar o melhor salário do país a professores, policiais e todos os funcionários públicos.

    Paulo Cavalcanti

    08/01/2011 - 15h47

    Antonio Carlos,

    Vamos lá.

    Se SP, paga o pior salário, não aguentaria a demagogia dos "dois senadores palhaços" – imaginem os estados menores, com menor arrecadação???

    Ok?

Paulo Henrique Tavar

08/01/2011 - 09h41

Simon e Cristovam nao passam de pessimos atores.

Responder

Julio Silveira

08/01/2011 - 09h29

Existem, no meu entendimento duas categorias que deveriam ser agraciadas com os melhores salários aqui no Brasil neste momento, professores e policiais.
Outras profissões tambem merecem bons salarios, mas principalmente essas duas pelo grau de responsabilidade e dependência que demandam para a nação e a cidadania.
Uma forma a cidadania outra socorre (até entregando a vida), daqueles que não aprenderam.
São as atividades mais vitais dentro da sociedade moderna e das poucas que serão eternamente necessárias mesmo com o avanço tecnologico.

Responder

José Ramos Oliveira

08/01/2011 - 08h49

Sou Professor da rede estadual do RN, trabalho a vinte cinco anos, dando aulas de Qúimica. Sou formado licenciado pela UFRN, conclui o mestrado à quatro anos e recebo Hum mil e trezentos reais. Para completar a renda, trabalho de vendedor de uma loja de auto-peças. Quando falo disto me chamam de acomodado. Dá pra ser feliz?

Responder

Gerson Carneiro

08/01/2011 - 08h12

Os professores merecem muito mais que isso.

Para se aproximar do justo os parlamentares teriam que:
– trabalhar de seguna a sexta-feira, das 08h00 às 18h00, com duas horas para refeição e descanso;
– bater cartão de ponto e ganhar efetivamente pelas horas trabalhadas.

De pronto, seriam eliminadas as tais “sessões extraordinárias” pelas quais os parlamentares embolsam outra dinheirama pois, trabalhando efetivamente de segunda a sexta-feira das 08h00 às 18h00 haveria tempo hábil sim para dar andamento ao mar de projetos atravancados.

É preciso acabar com a esbórnia que é o mundo de fantasia, recheiado de mordomias, em que vivem os parlamentares. É preciso obrigá-los a suar a camisa de verdade.

Responder

niveo campos e souza

08/01/2011 - 08h05

Não vai ser fácil não.
A caminhada está só começando.
Tenha confiança Haddad ! Ainda tem gente para te ajudar: Simon e Buarque estãoa í!!!

Niveo Campos e Souza

Responder

Avelino

08/01/2011 - 07h41

Caro Azenha
Não sendo muito pretencioso, será que o magistério não poderia ter o mesmo plano de saúde dos nobres deputados e senadores?!
Saudações

Responder

Wagner Borja

08/01/2011 - 06h43

A questão aqui não é transformar o aumento dos senadores em referência para todos os trabalhadores do Brasil, ainda que no caso da educação isso se faça necessário, mas questionar o aumento dos parlamentares em si!

Responder

Arilson Sales

08/01/2011 - 00h21

Essa proposta é mais do que justa. E é muita cara de pau dos senadores se não aprovarem. Nenhum país jamais poderá prosperar de verdade sem uma população com bom nível educacional. Se o Brasil não melhorar e muito o seu sistema educacional, o crescimento econômico vai acabar estancando diante de uma barreira intransponível. Para melhorar o sistema educacional, o primeiro passo básico é valorizar o professor, a profissão mais vilipendiada no Brasil atualmente. Esse aumento de 61% no piso salarial nacional dos professores é o mínimo que se pode fazer para começar a valorizar o professor nesse país. Que a presidente Dilma apóie esse projeto, e que inclusive chame o senhor Cid Gomes para uma "conversinha", coloque ele contra a parede, e o pressione a retirar seu nome da ação de inconstitucionalidade (que aliás é uma imensa VERGONHA para todos os seus autores). Precisamos de um PAC da Educação, ou então o país mais cedo ou mais tarde vai estancar, e nunca chegará até onde tem potencial de chegar. Querem saber de onde tirar o dinheiro para esse aumento de salário dos professores? Muito simples: corte algum "investimento", e repasse o dinheiro para os estados e municípios. Sim, isso mesmo. Pois não existe INVESTIMENTO maior no futuro do país do que valorizar o professor e incrementar a qualidade da educação. Investimento não é só ponte e ferrovia. A educação é um investimento mais importante e mais urgente. Investir em educação é investir no crescimento futuro do PIB. Investir na educação dá retorno.

Responder

andré frej

07/01/2011 - 23h25

Muitas prefeituras espalhadas pelos rincões do Brasil sequer pagam o piso atual, pouco acima dos mil reais. Sabe-se que em muitos casos preferem contratar, sem concurso público, ferindo os preceitos basilares da Constituição Federal.

Responder

José

07/01/2011 - 23h20

Reservas: Brilhante o comentário do Zépovinho.O problema é que se tem que consertar o pneu com o carro andando colega.Seus argumentos são extremamente válidos, mas a solução mais lógica e sem traumas não seria a que vem sendo tomada pelo nosso BC ou seja, aumento das RESERVAS, mesmo que seja onerosa.Se o País sai de uma posição de Devedor em 40 bi ao FMI para 286 bi em oito anos não é por si só muito mais confortável que a situação débil gerada pelo DESGOVERNO FHC.Tudo isso é resultado da política monetária desastrada do periodo demotucano.

Responder

ana

07/01/2011 - 22h47

Vamos ver…

Responder

zepgalo

07/01/2011 - 22h10

Quero ver esses malandros aprovarem!!!

26.000 na boa, enquanto professor se mata para ganhar mil e poucos!!!

Dilma, salve os mestres do Brasil!!!! Tenha sensibilidade para essa tragédia brasileira!!!

Responder

Andrei

07/01/2011 - 22h09

Mais que justo, o estado gasta muito mais do que em, compromete metade do orçamento com a amortização da divida "PUBLICA" e ainda permite que aumento abusivo no legislativo e executivo. Nada mais justo que equiparar a uma patamar maior os salarios de nossos nobres e mau-pagos professores.

Responder

Garcia

07/01/2011 - 21h38

Como aposentado, que perdi muito em relação ao que valor aposentei também quero, mas o parlapatão do Simon e o panaca do Buarque quererem aí é palhaçada. Estes estrumes nunca fizeram nada, apenas tentam aprecererem quando surge um assunto relevante.

Responder

Vera Billie Jean

07/01/2011 - 20h24

Sou engenheira e também quero!!!!!!!!! Acho justo!

Responder

João R.

07/01/2011 - 19h22

Minha opinião. O salário de deputados e senadores devia ser vinculado ao salário mínimo. Eles ganhariam X salários mínimos por mês e teriam aumento proporcional ao aumento do salário mínimo. Isso resolveria a questão. Ou o governo passaria a ter um problema insolúvel de caixa, com o congresso tentando dobrar o valor do salário mínimo todo ano…

Responder

ZePovinho

07/01/2011 - 19h17

Temos outra sugestão ,já que os bancos têm o poder avassalador.Já que estados e municípios são responsáveis pela educação e saúde com a União,que tal direcionarmos royalties da mineração para esses setores e aumentar o salários dos professores com eles????????????Em 2008,por exemplo,em todo o Brasil foram arrecadados 800 milhões de reais de royalties em cima da mineração.Campos,no Rio de Janeiro,um municipio,arrecadou mais de 1 BILHÃO em 2010 com petróleo.E aí????????????

HORA DE COBRAR

VALE PAGA MENOS ROYALTIES QUE A PETROBRAS

O tucano Roger Agnelli, presidente da Vale, está com os dias contados na direção da empresa privatizada por FHC em 1997. Seu mandato termina em março e não será prorrogado. O governo Dilma, através dos fundos de pensão das estatais e do BNDES (sócios da Vale), tem condições de interferir na sucessão. Agnelli travou uma queda de braço com o governo Lula nos últimos anos tornando-se um personagem à altura daquele que foi o mais indecoroso capitulo do processo de privatização realizado pelo PSDB nos anos 90. Vendida quando era a principal estatal brasileira, a Vale rendeu ao Estado a bagatela de R$ 3,3 bi, exatamente a metade do lucro líquido obtido em um único trimestre de 2010 (R$ 6,6 bi entre abril/junho do ano passado). FHC não tremeu a voz ao narrar uma fábula tucana no programa ‘Palavra do Presidente', em 26/11/1996: ‘Vendendo a Vale", justificou, ‘ nosso povo vai ser mais feliz, vai haver mais comida no prato do trabalhador ". Nos últimos anos, Agnelli resistiu aos apelos do Presidente Lula para traduzir ‘a felicidade' prometida por FHC em investimentos que agregassem valor às exportações brasileiras, em vez de simplesmente produzir buracos no país mandando minério bruto para o exterior. Não o fez. Pior que isso, a exemplo de todo o setor de mineração, a Vale paga à sociedade menos royalties do que a Petrobrás: 2% contra 10%. Se reverter o processo de alienação tornou-se difícil, que se obtenha da mineradora, ao menos, uma alíquota dos lucros equivalente à propiciada pela estatal que mais adiciona investimentos à economia. No momento em que o governo da Presidenta Dilma se propõe a erradicar a miséria no país, é hora de cobrar uma contribuição justa de quem há 13 anos usufrui riquezas, sem contrapartida proporcional. Não basta trocar Agnelli, é preciso trocar a lógica da espoliação.(Leia mais)

Responder

ZePovinho

07/01/2011 - 19h06

Tem dinheiro para colocar o salário dos professores em torno de 2000 reais- o salário mínimo do DIEESE.Basta tirar dos juros da dívida pública(o maior gasto de custeio da máquina federal) que fazem o superávit primário.
O governo não faz porque(como está naquele texto da Agência Carta Maior) teme que a massa de capital especulativo(bem maior do que as reservas em dólar) saia do Brasil.O arcabouço que foi montado faz o Presidente arbitrar em favor dos mais ricos e poderosos.Esse é um dos resultados dessa política de livre circulação de capitais de FHC e que Lula não quis mexer:
http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostra

Moeda é poder. O consenso aparente em torno da regulação dos mercados nesse momento esconde a dimensão política da crise. Existe hegemonia embutida em uma nota de dólar; explorados e exploradores na definição da taxa de juro. Está em jogo a reordenação da hierarquia entre moedas abalada pelo colapso da ordem neoliberal. A prática não ecoa o consenso reformista dos discursos oficiais. Foi assim também em 1929.
Uma Guerra mundial levou para os campos de batalha a arbitragem de impasses que paralisavam as nações, corroíam regimes monetários e minavam a produção e circulação da riqueza. A nova correlação de forças sancionada pelo argumento bélico foi legitimada em Bretton Woods, em 1944, quando a velha liderança britânica cedeu lugar à supremacia dos EUA, dos seus bancos, da sua indústria e da sua moeda em todo o planeta.
A disputa em marcha no mundo encontra urgências e impasses equivalentes na vida interna das nações. O Brasil não é exceção: US$ 553,5 bilhões de dólares atam o país à ciranda mundial.
Decisões tomadas desde os anos 90, destinadas a atrair, incentivar e garantir a mobilidade do capital estrangeiro na economia nacional restringiram a autonomia da política econômica e podem enfraquecer o Brasil nas respostas para enfrentar a crise. A prerrogativa da intervenção pública – sobretudo no mercado financeiro – ficou subordinada a regras que fortalecem e protegem grupos de interesses locais e internacionais; os mesmos que agora ameaçam por em movimento uma montanha desordenada de capitais voláteis, cuja força é suficiente para reverter a retomada do desenvolvimento.
Hoje esses recursos equivalem a US$ 553,5 bilhões. Um poder de pressão quase três vezes (2,7 vezes) superior à margem de autonomia proporcionada pelas reservas cambiais acumuladas desde 2003 (US$ 200 bilhões). Assimetrias dessa ordem ajudam a entender um paradoxo da crise: a exemplo do Brasil, inúmeras nações da periferia do capitalismo clamam por reformas na arquitetura financeira mundial, mas hesitam em aplicá-las internamente.
Para entender como essa dependência se cristalizou e a dificuldade para reverter algo que aprisiona a economia numa espécie de “caos calmo”, Carta Maior ouviu vários economistas entre os quais a professora Daniela Magalhães Prates, da Unicamp. Especialista em economia internacional, Daniela publicou recentemente um artigo oportuno em parceria com Marcos Antonio Macedo Cintra, também da Unicamp: “Keynes e a hierarquia de moedas: possíveis lições para o Brasil” , texto incluído na coletânea “Economia do Desenvolvimento , teoria e políticas keynesianas”, organizada por João Sicsú e Carlos Vidoto.
I) Recursos voláteis equivalem a quase três vezes o total das reservas brasileiras
Dois pontos reafirmam a pertinência desse debate no momento. O primeiro é a gravidade e a dimensão do que está em jogo. Dada a inexistência de controles de capitais, o montante de dólares que entrou e poderá sair do país a qualquer momento impressiona pelo poder desestabilizador. “Estamos falando”, explica a economista Daniela Prates, "de US$ 553,5 bilhões que formam o Passivo Externo Líquido (PEL) do país”. Trata-se do saldo entre o estoque dos investimentos externos (financeiros e produtivos) existentes na economia; mais o valor da dívida externa; menos investimentos de brasileiros no exterior e reservas cambiais. Daí a denominação passivo “líquido” – uma medida de dependência mais exata que o conceito de dívida externa já que inclui toda ordem de remessas possíveis, desde juros, royalties, lucros a fugas potenciais do dinheiro de curto prazo.
Há uma outra forma de medir esse flanco, segundo a professora Daniela Prates . O saldo, neste caso, contabiliza o montante bruto de passivos de curto prazo, sem descontar as reservas. Hoje isso daria pouco mais de US$ 531 bilhões: 2,7 vezes o total das reservas. São recursos sujeitos a fugas e resgates abruptos, facilitados pelas decisões tomadas a partir dos anos 90 e agora postas em xeque. “Não existe estabilidade econômica numa situação como essa. Para ter segurança em regime de mobilidade de capitais só mesmo com reservas chinesas (US$ 1,5 trilhão)”, alfineta.
II) Armínio Fraga soldou o país ao cassino financeiro; sucessores mantiveram laços

Responder

Fernando

07/01/2011 - 18h55

Oposição irresponsável.

Responder

Marco Ferreira

07/01/2011 - 18h44

Poxa , que legal, o piso vai pra mais de R$ 1600,00 por 40 h? Que legal, mas será que não vai fazer falta para atingir a meta do superavit primário? Nossa , estou comovido, primeiro o Orçamento de 2011 destina 54 bi (3% do orçamento), e agora a proposta de aumento de 62% , e ainda tem gente que reclama!!!! Povo ingrato! Só não entendi o seguinte: se o salário mínimo for maior que R$ 540,00, a tia Dilma falou que vai vetar, da onde esses meninos senadores vão tirar o dinheiro pra pagar esse piso? Temos 9 Estados que não conseguiram pagar os atuais R$ 950,00 de piso, pelo menos 4 desses Estados são de governadores dos partidos da base aliada, ditos de esquerda. Como diz um candidato aqui de SP, "peroba neles"!!!!

Responder

Marco Ferreira

07/01/2011 - 18h42

Poxa , que legal, o piso vai pra mais de R$ 1600,00 por 40 h? Que legal, mas será que não vai fazer falta para atingir a meta do superavit primário? Nossa , estou comovido, primeiro o Orçamento de 2011 destina 54 bi (3% do orçamento), e agora a proposta de aumento de 62% , e ainda tem gente que reclama!!!! Povo ingrato! Só não entendi o seguinte: se o salário mínimo for maior que R$ 540,00, a tia Dilma falou que vai vetar, da onde esses meninos senadores vão tirar o dinheiro pra pagar esse piso? Temos 9 Estados que não conseguiram pagar os atuais R$ 950,00 de piso, pelo menos 4 desses Estados são de governadores dos partidos da base aliada, ditos de esquerda. Como diz um candidato aqui de SP, "peroba neles"!!!!

Responder

Maria José Rêgo

07/01/2011 - 18h14

Já fui fâ do Cristóvão Buarque. Hoje o vejo como um político decadente. As vezes me pergunto por que o Lula o demitiu do Ministério da Educação e acho que teve razão.

Responder

Jairo_Beraldo

07/01/2011 - 18h05

Senis…só podem estar senis.

Responder

Elias SP SP

07/01/2011 - 17h59

Por mais boa vontade que o senador Cristovam Buarque demonstra, e o faz com sinceridade, o maior problema está na "desigualdade salarial". O povo brasileiro paga aos 81 senadores o equivalente pago a 2106 professores(as). Todo mês, a folha de pagamento (só com senadores) soma R$. 2.164.563. Dois milhões, cento e sessenta e quatro mil, quinhentos e sessenta e três reais. Um senador custa mais do que 25 profissionais do ensino básico. Que tal reduzir o Senado a 27 senadores?

Responder

    Roberto Locatelli

    07/01/2011 - 21h19

    Bem observado, Elias. Na verdade, qual o papel do Senado hoje? O Senado foi importante no passado, quando não havia internet, a telefonia era precária (aliás, ainda é…) e era muito difícil reunir os 200 deputados (década de 50). Reuniam-se, então, os senadores, um por estado. Hoje o Senado não tem mais função, a não ser atravancar as decisões da Câmara… Há muitas democracias sem Senado, só com Câmara. E funcionam muito bem.

    Marco Ferreira

    08/01/2011 - 12h40

    Concordo com o Roberto, o Senado é desnecessário e caro.

Ricardo

07/01/2011 - 17h42

Cinco mil reais é um bom salário?

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celsoatorrano

07/01/2011 - 17h42

Demagogia ou não, o que estão propondo na verdade já tem lei prevendo o Piso Salarial Profissional Nacional, Lei 11.738, sancionada em julho de 2008.
O problema é que cinco governadores (Yeda, SC, Requião, Puccinelli e Cid gomes, apoiados nos bastidores por Serra e Aécio), entram com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal, para "melar" o pagamento do Piso (naquela época, em R$950, hoje em torno de R$1312, corrigido com a inflação). Sem contar o dispositivo que aumentava o tempo extraclasse, que foi o primeiro boicotado por essa turma do "BEM", pois exigia a contratação de mais professores. Uma lástima,

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adhemar

07/01/2011 - 17h07

o simon e buarque são bons senadores,mais deveriam usar a pulsira do equilibrio derrepente pra eles pode fucionar,tai uma ideia correta,mais muitas vezes eles jutam o balde de uma maneira esquisita

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Alê M.

07/01/2011 - 17h05

Porque não um aumento de 1.000%?
Cristovam Buarque é um brincalhão. Pedro Simon é outra coisa.

Demagogia em seu estado mais puro!

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ZePovinho

07/01/2011 - 17h00

O problema,Azenha,é que os senadores decidem se o presidente do Banco Central que a Presidenta da República indica é aprovado ou não.Além disso,os senadores(a quase totalidade) têm suas campanhas financiadas pelos bancos,numa junção de interesses comuns.Ou seja:os bancos querem juros altos para fazer a farra cambial e mamar nas tetas do Estado com títulos da dívida pública.Os senadores querem se reeleger e enriquecer.Como exemplo, poderíamos citar o Heráclito Fortes que,dizem,era financiado pelo BRADESCO e ligado ao banqueiro bandido Daniel Dantas.
Já os professores,coitados,o que podem oferecer aos banqueiros-essa cambada de ladrões que nos governam???????????????????????????

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Alê Moreno

07/01/2011 - 16h50

Porque não um aumento de 1.000%?
Cristovam Buarque é um brincalhão. Pedro Simon é outra coisa.

Demagogia barata.

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Janes Rodriguez

07/01/2011 - 16h47

Eu adoraria isso, mas Buarque e Simon estão fazendo populismo, apenas. Simon ainda muito mais, pois é metido a santo do pau-oco. Muito dado a discursos contra a corrupção quando se tratava de crime no ambito federal, mas omisso e cúmplice dos crimes do desgoverno Crusius…

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Renato

07/01/2011 - 16h46

Papo furado!!!!

Esse Cristovão há muito que não me engana. O que ele quer é criar uma sinuca de bico, usando a bandeira do magistério… E o senador sequer sabe como fazê-lo, pois arrota, logo de uma vez, um aumento impraticável. Nem conseguiram desatar o piso nacional, como viria uma aumento desses, assim, do nada? Quanto ao Simon, bom, já gostei dele, mas percebi que esse outro senador já era também…

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Ivonete

07/01/2011 - 16h44

Interessante, quando os professores gauchos fizeram greve durante o governo de Yeda, a tucana, o senador Simon não falava que o salário do magistério precisava de aumento! Alguém ainda leva esse senhor a sério? Sou professora e fico indignada com a manipulação que certos políticos fazem em nosso nome.

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    Elisabete Otero

    07/01/2011 - 18h04

    O senador gaúcho também assistiu, de boca fechada, a sua querida governadora ingressar no STF com ação de inconstitucionalidade do piso nacional e argumentar que este valor teria de ser o teto !!!! compartilho tua indignação.

    Roberto Locatelli

    08/01/2011 - 00h15

    Bem lembrado!! Agora vem com essa proposta demagógica. Então por que não aprovam logo esse piso salarial? Professor não deveria ganhar menos que R$ 3.500,00 por mês.

Orlando Bernardes

07/01/2011 - 16h16

A se conferir!

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