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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Reitores das universidades federais: Educação no rumo certo

02 de outubro de 2010 às 12h54

EDUCAÇÃO – O BRASIL NO RUMO CERTO

Manifesto de Reitores das Universidades Federais  à Nação Brasileira

Da pré-escola ao pós-doutoramento – ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional – consideramos que o Brasil encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.

Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a confiança e a credibilidade internacional, num claro reconhecimento de que este é um País sério, solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos interesses de países ou organizações estrangeiras.

Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; institui-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens. Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas Instituições e criando milhares de novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas atuais e, inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma prioridade central de seus governos.

Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à sociedade brasileira para afirmar, com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na tecnologia e na inovação, de que o Brasil tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em constantes transformações.

Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação, ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à Autonomia Universitária.

Alan Barbiero – Universidade Federal do Tocantins (UFT)
José Weber Freire Macedo – Univ. Fed. do Vale do São Francisco (UNIVASF)
Aloisio Teixeira – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Josivan Barbosa Menezes – Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA)
Amaro Henrique Pessoa Lins – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Malvina Tânia Tuttman – Univ. Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
Ana Dayse Rezende Dórea – Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Maria Beatriz Luce – Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)
Antonio César Gonçalves Borges – Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Maria Lúcia Cavalli Neder – Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Carlos Alexandre Netto – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Miguel Badenes P. Filho – Centro Fed. de Ed. Tec. (CEFET RJ)
Carlos Eduardo Cantarelli – Univ. Tec. Federal do Paraná (UTFPR)
Miriam da Costa Oliveira – Univ.. Fed. de Ciênc. da Saúde de POA (UFCSPA)
Célia Maria da Silva Oliveira – Univ. Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Natalino Salgado Filho – Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Damião Duque de Farias – Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Paulo Gabriel S. Nacif – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)
Felipe .Martins Müller – Universidade Federal da Santa Maria (UFSM).
Pedro Angelo A. Abreu – Univ. Fed. do Vale do Jequetinhonha e Mucuri (UFVJM)
Hélgio Trindade – Univ. Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)
Ricardo Motta Miranda – Univ. Fed. Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Hélio Waldman – Universidade Federal do ABC (UFABC)
Roberto de Souza Salles – Universidade Federal Fluminense (UFF)
Henrique Duque Chaves Filho – Univ. Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Romulo Soares Polari – Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Jesualdo Pereira Farias – Universidade Federal do Ceará – UFC
Sueo Numazawa – Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
João Carlos Brahm Cousin – Universidade Federal do Rio Grande – (FURG)
Targino de Araújo Filho – Univ. Federal de São Carlos (UFSCar)
José Carlos Tavares Carvalho – Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
Thompson F. Mariz – Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
José Geraldo de Sousa Júnior – Universidade Federal de Brasília (UNB)
Valmar C. de Andrade – Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
José Seixas Lourenço – Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Virmondes Rodrigues Júnior – Univ. Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Walter Manna Albertoni – Universidade Federal de São Paulo ( UNIFESP)

 

32 Comentários escrever comentário »

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Vilma Rodrigues

18/10/2010 - 23h39

Com a imposição do Reuni, aprovado pela força em várias universidades, os reitores dependem da reeleição de Lula para receberem os resquícios orçamentários previstos nesse contrato de gestão imposto à educação federal.
Só quem está na universidade sabe o que é ter que dobrar número de alunos sem pessoal técnico-administrativo e de magistério suficientes como ocorre agora, sem falar na completa falta de infraestrutura para pesquisa e pós-graduação (que Lula quer que seja feita em parceria com o setor privado para que estes patenteiem as invenções e descobertas das Instituições públicas de ensino para lucrarem privadamente). Manifesto de gado, dependem do Reuni tanto quanto os miseráveis dependem do bolsa-família.

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    Ana Candida

    19/10/2010 - 22h44

    Comentário bastante surpreendente…
    Qual o respeito que a autora desse comentário tem por esses que ela chama de "miseráveis".. se ela admite que eles dependem do bolsa familia, o que seria deles sem o bolsa-familia ?
    É realmente muito triste que ainda exista, no Brasil ou em qualquer lugar, gente que dependa do bolsa-femilia, não? O que fazer por eles? tirar o bolsa-família?
    O que seria das UNiversidade Federais sem o Reuni?

daniel

14/10/2010 - 14h36

Esse manifesto é divulgado em um momento bem conveniente, de quem está no topo da pirâmide do organograma desses institutos e gozando de altos salários. Ao mesmo tempo em que isto ocorre, temos diversas manifestações de professores nas ruas em protesto a salários e condições de trabalho. Será que esse manifesto não tem o menor interesse?

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onemanband

07/10/2010 - 22h18

pena que aqueles que hoje se beneficiam desses, pquenos, mas significativos avanços, muitos por serem ainda muito jovens, não sabem que tudo isso custou vidas nos QGS da ditadura, e acabam se posionando do lado dos algozes da epoca

Responder

Ita

07/10/2010 - 21h07

Eu só sei que minhas sobrinhas jamais iriam para o Recife cursar Agronomia e medicina veterinária se Lula, não tivesse levado a expansão da UFPE para Garanhuns. Ele abriu portas e caminhos para os jovens que gostam de estudar. Lula não fez faculdade mas deu importância aos estudos e profissionalização que o sociólogo FHC. Infelizmente os picaretas da política desviam verbas e não aplicam em escolas e projetos voltados para educação dos jovens. Em alagoas mesmo, os deputados Taturanas desviam tudo.

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Joab

07/10/2010 - 11h38

Eu sou aluno de pós-graduação strictu sensu da UFMG e me envergonho e me entristeço com a apatia geral do
corpo docente e da comunidade científica lá consolidada não presente a este manifesto.
Sou cria daquele espaço e vivenciei concretamente o bom trabalho que o governo Lula realizou. Eu sei que muitos
ali compartilham da mesma opinião mesmo temendo posicionar-se no meio da adversidade…
E vi, ouvi e vivi o que outras gerações vivenciaram em outros governos por conta das orientações
ideológicas de uma dita elite econômica e cultural um tanto quanto mesquinha e algoz na construção dos
seus discursos opressivos…
Apesar dos iluminados cegados pela própria luz, apesar de muitas vozes se calarem nos espaços de vaidade que não
oferecem espaço ao reconhecimento, vamos caminhando e adotando outras estratégias…
Obrigado ao presidente Lula e sua equipe! Sabemos que muito precisa ser feito ainda, afinal viemos acumulando lixo ao longo de cinco séculos pelo menos…, mas o importante é não retroceder.

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Carlos Rezende

06/10/2010 - 10h49

Bonito Mamifesto. Parabens aos Reitores e às suas Universidades, . . .
Mas vamos pensar um pouco, . . .
Vejam quantos concursos para Professores Universitarios, que bom, mais emprego, mais vagas nas Universidades, para professores e para estudantes, este é o lado bom, . . .

Mas vejam as exigencias, Mestrado, Doutorado. Otimo, pessoal altamente qualificado. Mas vejam também o salario proposto. Ai esta a vergonha, salario de miseria diante de tamanha qualificaçao, anos de estudo, sò quem tem essa qualificaçao sabe o quanto é duro chegar là. Agora comparem com os salarios dos politicos que estamos aplaudindo, de vereador a senador, quanto eles custam aos nossos bolsos de contribuintes, sem falar na corrupçao que anda solta, em todos os niveis e setores publicos do pais.
Series iniciais do ensino basico, fundamental, como queira, de meio turno é uma vergonha nacional, é um faz de conta. Sò vale para contar a frequencia e receber o salario-educaçao.
Compararem o desempenho do ensino brasileiro com os de outros paises, estamos na lanterna da lanterna. Com esse nivel de ensino vai ser dificil formar uma sociedade visao critica. Mas serà que nao é isso que os politicos, todos, de todas as SIGLAS e CORES querem ?.

Ainda nao fizemos a faxina politica que precisamos.

Ainda nao passamos o pais a LIMPO.

Tem sujeira por todo o lado.

Responder

Liduina

03/10/2010 - 16h04

Excelente ! Educação é uma semente que se planta hoje para se colher no futuro. Começamos.

Responder

    mara

    05/10/2010 - 23h59

    EXCELENTE SERIA SE O LULA QUE "prima tanto" pela EDUCAÇÃO tivesse feito um cursinho nos oito anos em que foi Presidente,daí sim poder-se-ia acreditar que os projetos que estão em andamento nas Universidades,Escolas Técnicas,Públicas e Privadas tem o dedinho dele…Apenas se continuou e aperfeiçou o que já existia.Senhores reitores,concordo que devemos continuar avançando e com certeza este é o projeto do Serra mas bem que vcs poderiam mandar o Presidente se esforçar e fazer pelo menos uuuummmmmm cursinho.

cidadao brasileiro

03/10/2010 - 02h31

no governo de fhc, a educação foi relegada, as faculdades estavam sucateadas bem como as escolas tecnicas, no governo Lula, foram construidas diversas escolas tecnicas, e as existentes estão sendo reformadas, o mesmo tem acontecido com as universidades, que foram tambem interiorizadas, alem disso, o governo ofertou milhares de bolsas de estudos nas faculdades privadas, e hoje não estuda quem não quer, os salarios dos professores tambem tem recebido diversas melhorias, e foi implantado o piso minimo para o magisterio, cois que o letrado fhc, nunca fez, querer que num piscar de olhos que tenhamos educação de primeiro mundo em curo espaço de tempo, é muita presunção, é preciso algum tempo para consertar o estrago que foi feito nestes ultimos 50 anos, e o mais estranho de tudo, o governo do psdb e dem, recorreram à justiça para não pagar o piso do magisterio, e ainda o serra tem a cara de pau de dizer que a educação é prioridade em seu governo, em São Paulo ele praticamente privatizou a educação, se ficasse mais tempo no cargo, certamente acabaria com as escolas publicas, todas seriam privatizadas.

Responder

renato

02/10/2010 - 23h54

Universidades, infestadas de professores marxistas. Eu irei mandar a minha filha estudar nos EUA. Eu estou até guardando $$$ para isso, quero ve-la voltando com pensamento de dona de negócio e não sindicalizada.

Responder

    Ramalho

    03/10/2010 - 10h06

    A máxima "dividir para governar" é alegre e tolamente defendida por alguns governados tais quais você em desfavor de si próprios. Engana-se você ao presumir que donos de negócio não se sindicalizam. Donos de negócio têm seu próprios sindicatos, pesquise e confirmará. Só analfabeto político condena associação.

    Se defender a criação de universidades, campi universitários, escolas técnica, aumento de recursos para educação, bolsas de estudo para 700.000 pessoas for sinal de marxismo, como você insinua, saiba que vou ver onde está este tal de marxismo para me filiar, subscrever ou aderir. Que coisa boa esse tal de marxismo, não é?

    Quanto à vontade que você tem de dar dinheiro a americanos, a sabedoria popular a explica. Ensina ela que "um tolo e seu dinheiro jamais ficam juntos". Na mosca, não é verdade?

    Leonardo Ribeiro

    03/10/2010 - 16h56

    Não há marxismo no ensino federal superior. Se houvesse, quem pudesse estaria pagando para estudar lá.

    Feliz cada novo dia…

    Fábio

    03/10/2010 - 14h45

    Faz muito bem!
    Uma vaga a mais para um brasileiro pobre.
    Aliás, quem tem recursos deveria estudar em universidades particulares, deixando as vagas em universidades públicas (que são as de ótima qualidade) para os que não podem pagar.

    vera oliveira

    03/10/2010 - 15h29

    vai vc também

Anderson Vietro

02/10/2010 - 23h21

Como servidor da UTFPR apóio o Manifesto!!!

Responder

Jairo_Beraldo

02/10/2010 - 23h03

Comecei hoje um Pós…projeto pessoal. Não seria possivel finenceiramente se não fosse Lula.

Responder

Mauro

02/10/2010 - 21h23

Devagar se vai ao longe, mas no governo Dilma os esforços têm que ser muito maiores para que ao final de seu governo ela possa mostrar que cumpriu com sua promessa, precisa avançar muito mais na área de saúde, segurança e principalmente educação casso não queira dar armas ao adversário para atacá-la. E precisa fazer um canal de comunicação entre o governo e o povo para que tudo seja mostrado e o povo não seja enganado pelo PIG.

Responder

A. R. Carvalho

02/10/2010 - 19h13

Na qualidade de Professor da Faculdade de Direitoda UFGD, endosso o Manifesto dos Reitores. Nossa região está sendo transformada depois da criação da nossa Universidade pelo presidente LULA, a qual está sendo muito bem administrada pelo reitor Prof. Dr. Damião Duque de Farias.

Responder

    Adolfo Neto

    02/10/2010 - 20h07

    Como professor da UTFPR, também endosso o Manifesto dos Reitores.

Nathalia

02/10/2010 - 17h54

Santa Catarina tb não aparece… e olha q o Governo Lula fez a Federal catarinense expandir seu campus para outras regiões do estado, saindo da capital….

Eita SC, viu….

Responder

Arlete

02/10/2010 - 17h04

Nós de Teófilo Otoni/MG endossamos o manifesto da UFVJM e agradecemos mais uma vez ao presidente LULA por esta universidade.

Responder

Arlete

02/10/2010 - 17h03

Porque será que a UFMG não participou deste manifesto. Será porque eles acham que são sustentados pelo governo de Minas/ PSDB que não gosta de investir em ensino superior?

Responder

    Almerindo

    02/10/2010 - 18h05

    NO MÍNIMO foi isso, Arlete… NO MÍNIMO

    Adriano

    13/10/2010 - 12h30

    Arlete, não só a UFMG, mas também o CEFET MG não participou do manifesto. Não sei como é na UFMG, mas no Cefet MG a cúpula que detem o poder acredita que ele é "bom demais" para se ver rendido ao sistema dos IFET's. No discurso do seu Diretor Geral, "a Instituição Cefet MG sairia no prejuízo" se se transformasse em IFET e o seu "objetivo" (leia-se: sonho pessoal do diretor) é se transformar em Universidade Tecnológica. Ao que me parece, existe uma exacerbação dos egos e uma consequente má vontade destes gestorezinhos (ou parafraseando uma colega: PHDeuses do Cefet) em reconhecer e apoiar acões que beneficiem a população.

Cassia da Silva

02/10/2010 - 16h40

Já que os políticos falaram tanto nos últimos dias sobre “educação de qualidade”,
seria interessante que todos vissem o que significa isso.

Veja estas escolas abaixo, compare com as nossas e preste bastante atenção na quantidade e variedade de recursos,
no conforto, espaço, limpeza extrema dos ambientes e numero de alunos por turma.

Tá aí, para quem nunca viu, estas são escolas de qualidade de primeiro mundo.
http://www.saintalbertschools.org/sapage20.asp
http://rtvpix.com/BU-4301-JCM1PR-01
http://www.facebook.com/video/video.php?v=4909114

No Brasil, Lula deu o primeiro e necessário ponta pé inicial, mas… como podemos ver,
estamos muuuuito longe de sermos um país com educação de primeiro mundo.

Será que um dia vamos chegar lá?

Responder

    Fábio Venâncio

    03/10/2010 - 05h27

    Isso parece um sonho muito distante ,principalmente no estado de São Paulo onde os governadores querem que os alunos saiam burros da escola.

Leonardo Ribeiro

02/10/2010 - 15h25

Mas nem tudo foi útil, mormente quanto ao ensino tecnológico.
Por estas bandas, na terra de Alencar, há discrepâncias quanto à disponibilidade de cursos técnicos na Capital e no interior: o exemplo mais claro é o curso para técnico químico, que foi desativado em Fortaleza, onde há pelos 250 possíveis locais para se empregar tal mão-de-obra, e foi criado um na cidade de Quixadá, simplesmente por causa da unidade de biodiesel da PBio. O nó é que a usina não tem como acolher o contigente formado. Daqui a 4 anos, em Quixadá haverá, no mínimo, 60 técnicos químicos desempregados porque se quis afagar aliados políticos, em prejuízo das necessidades locais.

Feliz cada novo dia…

Responder

Rabuja

02/10/2010 - 14h42

Eu lembro de reitores em eterna briga com os governos anteriores…
Que coisa! Nunca antes na história deste país… hihihihihi…
E tem gente que insiste que anda mudou pra melhor…

Responder

    Rabuja

    02/10/2010 - 20h12

    Corrigindo pra não ficar dúvida: "E tem gente que insiste que NADA mudou pra melhor… "

Marcelo

02/10/2010 - 13h56

Ótimo post Azenha, é por esta razão que nunca mais deixarei de me informar com os blogs sérios que temos na Web, como o Viomundo.
Eu endosso cada palavra deste manifesto, pois professor e pesquisador, que tardiamente abraçou o magistério e a pesquisa, não por falta de vontade e sim por falta de oportunidades e no curto espaço de dois mandatos eu encontrei condições férteis para um presente promissor e um futuro de esperança.

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