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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Rede Cegonha recebe apoio da Frente Parlamentar Contra o Aborto

27 de abril de 2011 às 23h18

Da esquerda para a direita os deputados federais Odair Cunha (PT-MG), Salvador Zimbaldi (PDT-SP), Leonardo Monteiro (PT-MG), Alberto Filho (PMDB-MA) e a doutora Esther Vilela, da Área Técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde

por Conceição Lemes

Foi relizado nesta quarta-feira, 27 de abril, na Câmara dos Deputados, o IV Encontro Brasileiro de Governantes e Legisladores pela Vida, promovido pela Frente Parlamentar da Vida contra o Aborto. O Programa Rede Cegonha, do Ministério da Saúde, recebeu o apoio de parlamentares presentes e da própria frente, relançada no evento.

“A Frente Parlamentar da Vida Contra o Aborto decidiu na semana passada apoiar o Programa Rede Cegonha, lançado recentemente pela presidente Dilma Rousseff, por entender que os princípios dele coincidem com os princípios que a frente defende de defesa da vida, de apoio às políticas públicas de apoio à maternidade,  que é o centro deste programa”, afirma Jaime Ferreira Lopes, chefe de gabinete do deputado Alberto Filho (PMDB-MA), assessor parlamentar e secretário-executivo da frente. “O ministro [da Saúde, Alexandre Padilha] não pode vir em função de compromissos assumidos anteriormente, e enviou como representante do ministério a doutora Maria Esther Albuquerque Vilela, que trabalha com a questão da saúde da mulher no ministério e, portanto, foi a representante dele nesse evento hoje.”

Apesar de terem circulado informações de que não haveria representante  do ministério nem do ministro Alexandre Padilha, a doutora Esther Vilela foi como tal.   Ela é coordenadora da Área Técnica da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde e participou da segunda mesa do encontro, quando apresentou o Programa Rede Cegonha.

“A frente oficialmente está apoiando o projeto do governo federal, porque sempre foi uma reivindicação do Movimento Pró-Vida Brasileiro de que o estado devesse cuidar melhor das gestantes brasileiras”, justifica Ferreira Lopes. “O programa tem como foco exatamente as mulheres gestantes e por conta disso tem apoio não só do Movimento Pró-Vida brasileiro mas também da Frente Parlamentar da Vida contra o Aborto.”

Compuseram a mesa com a doutora Esther Vilela os deputados federais Odair Cunha (PT-MG), Salvador Zimbaldi (PDT-SP), Leonardo Monteiro (PT-MG) e Alberto Filho (PMDB-MA). Segundo Ferreira Lopes, 205 parlamentares apóiam essa frente antiaborto, dos quais 14 são senadores.

Ouça o áudio da entrevista com Jaime Ferreira Lopes, secretário-executivo da frente antiaborto.

JaimeLopes – Frente antiaborto 1[1].wav

Uma sugestão. Releia esta entrevista da doutora Fátima Oliveira: Ministério da Saúde adoça a boca do Vaticano.

Leia aqui o alerta de Telia Negrão, secretária-executiva da Rede Feminista de Saúde.

Leia aqui a entrevista com a doutora Esther Vilela, do Ministério da Saúde, sobre o Programa Rede Cegonha.

 

97 Comentários escrever comentário »

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Maria José Rosado: O que é isso, Presidenta?

04/01/2012 - 23h01

[…] Rede Cegonha recebe apoio da Frente Parlamentar Contra o Aborto […]

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Rede Cegonha: saúde feminina se reduz à maternidade? E Quanto ao aborto seguro? | Viomundo - O que você não vê na mídia

05/05/2011 - 15h55

[…] da Saúde foi representado pela coordenadora da Área Técnica da Mulher, Esther Vilela, no 4º Encontro Nacional dos Governantes e Legisladores pela Vida, em Brasília. No evento, a Rede Cegonha foi apresentada. Telia Negrão avalia que há um desejo de setores […]

Responder

Fátima Oliveira pergunta: Como será enfrentada a morte decorrente de um aborto inseguro pela Rede Cegonha? | Maria Frô

05/05/2011 - 13h51

[…] da Saúde foi representado pela coordenadora da Área Técnica da Mulher, Esther Vilela, no 4º Encontro Nacional dos Governantes e Legisladores pela Vida, em Brasília. No evento, a Rede Cegonha foi apresentada. Telia Negrão avalia que há um desejo de setores […]

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Mari

01/05/2011 - 09h55

" Saúde materno-infantil, um conceito antigo, conservador e do agrado absoluto da Santa Sé! Sim do todo poderoso Vaticano, que se apresenta segundo as conveniências, ora como Estado, ora como religião! O Ministério da Saúde ao retomar o conceito de saúde materno-infantil adoça a boca do Vaticano!"
/www.viomundo.com.br/entrevistas/fatima-oliveira-ms-adoca-a-boca-do-vaticano-ao-retomar-conceito-de-saude-materno-infantil.html

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Luciana Cintra

01/05/2011 - 09h43

Avalio que o trecho abixo diz tudo. Recomendo o Dossi~e para leitura

"PELO DIREITO DE DECIDIR
A maternidade é um direito fundamental de cidadania; portanto, a mulher deve ser apoiada pelo Estado em sua decisão de ter ou não uma prole. A legalização do aborto apenas possibilita a ela fazer sua escolha sem apelar para a desobediência civil, no exercício do “direito de decidir sobre o próprio corpo”, cuja dimensão bioética responde com sinceridade à indagação de Maurizio Mori: “O direito à vida implica o uso do corpo alheio?”. O “parasitismo” do embrião/feto no corpo da mulher, quando ela não o deseja, não é moralmente aceitável, e as interdições ao aborto só jogam na clandestinidade um problema da saúde pública".

Dossiê Bioética e as mulheres – Por uma bioética não-sexista, anti-racista e libertária, da Rede Feminista de Saúde, redigido por: Fátima Oliveira e Joaquim Antônio César Mota http://www.bvs-sp.fsp.usp.br/tecom/docs/2001/oli001.pdf

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    Maria José

    02/05/2011 - 20h48

    Cara Luciana,
    Antes do direito de decidir matar (abortar), existe o direito de não engravidar. Ninguém tem direito sobre a vida de outrem, principalmente, quando este outrem não tem a mínima condição de defesa. Há muitas maneiras de evitar gravidez, sem precisar chegar ao aborto. Afinal aborto não é método contraceptivo.

Mister X

01/05/2011 - 08h34

É incrível como essa gente carola, tanto católica quanto evangélica ou espírita quer se valer de um falso argumento de quem decide é a maioria, quandos e trata de legislar no Estado laico. Só nessas horas. Querem levar vantagem em tudo para impor o que pensam a toda a sociedade. É oa rgumento d ebolso para propor plebiscito sobre aborto, como se os direitos humanos das mulheres, só o delas, e decidir sobre seus corpos é um, fosse matéria plebiscitária.
Vamos deixar a carolice medieval (qualidade ou ato de quem é carola; beatice; dedicação apaixonada a qualquer obra, causa ou ideia/CAROLA: indivíduo que tem coroa – tonsura circular no alto da cabeça) para uso pessoal, íntimo.
Cada um pensa o que quiser, desde que não prejudique os direitos das outras pessoas. Nem todo ser humano é pessoa. Esse é o debate filosófico. Os direitos dos seres humanos – embriões e fetos – não podem ser maiores ou superiores dos direitos das pessoas.

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    Maria José

    02/05/2011 - 20h53

    Sempre que alguém fizer o que bem entender, estará passando por cima do direito de alguém. E mesmo que não reconheça, o amigo deveria pensar se estaria fazendo este comentário hoje, caso sua mãe tivesse decidido abortá-lo? Então o aborto é direito de toda mulher? mesmo que engravide irresponsavelmente?

FrancoAtirador

30/04/2011 - 15h29

.
.
IBGE REVELA: FHC CHOVEU NO MOLHADO, PSDB ESQUECEU O "POVÃO" FAZ TEMPO.

Por Saul Leblon na Carta Maior

A maior taxa de mortalidade infantil do país,

conforme os dados do Censo de 2010, divulgado pelo IBGE, nesta 6ª-feira,

ocorre no Estado mais rico da federação.

Há 17 anos conduzido pelo 'modo tucano de governar',

os últimos três sob a batuta do 'gestor' José Serra,

São Paulo registrou 6.111 óbitos de crianças, com menos de 1 ano, em 2010,

um recorde funesto na radiografia do IBGE.

A Bahia ocupa a 2º colocação: 3.083 mortes.

Regionalmente, o Sudeste também se sobressai no ranking sombrio:

11.984 crianças menores de um ano morreram na região

entre agosto de 2009 e julho de 2010, a maior taxa do Censo.

O Nordeste paupérrimo aparece logo atrás: 11.349 mortes.

O Sudeste tem a maior fatia da população brasileira (42%),

o que mecanicamente o absolveria.

Ocorre que a região também abocanha a maior proporção do PIB (56,5%),

um contraste chocante que se repete no caso do Estado paulista:

com 21,5% da população brasileira,

SP é a unidade da federação que detém a maior parcela do PIB (33,9%).

Por que tanta riqueza e 'eficiência' não se traduz em maior saúde neonatal?

Com a palavra a mídia e o colunismo isentos.

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostra

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Concita

30/04/2011 - 13h19

Nunca se viu uma mulher parindo gatos, cachorros e o restante da bicharada. É uma lei pétrea da genética!!!!!E ela, Fátima Oliveira é ainda é mais certeira: "Fetos e embriões são seres humanos mãs não são pessoas! (Eita debate filosófico paidégua!) E que se ela tiver de escolher entre defender vidas humanas em potencial (embriões e fetos) ela sempre defenderá vidas concretas. E no Brasil, tá na lei, senhoras e senhores, vidas concretas é o NASCIDO VIVO! E fim de papo. Mais uma nesquinha: já viu enterro de embrião? E feto só pode ser legalmente enterrado a partir de meio quilo.

Responder

    Maria José

    02/05/2011 - 20h58

    Só haverá vida concreta se não houver abortos. Antes de nascer temos que passar pela fase de embrião. Talvez se trabalhassem numa UTI neonatal, como eu, e visse bebês de até 600g se mexendo como gente grande e lutando pela vida, não fossem tão rápidos em defender a discriminalização do aborto. Sou Médica, Pediatra e Intensivista Neonatal, e estarei sempre a favor da vida e contra o aborto. Já basta as exceções da Lei que já existe.

Concita

30/04/2011 - 13h19

Povim mais chato que o Azenha arrumou pra esse blogue progressista minhas deusas! Eita povim igrejeiro chato, de preparem a defesa do clero pedófilo antes que a Santa Madre perca todos os seus bens, ficam aqui enchendo linguiça! Deviam ter vergonha de defender pedófilos! Vão cuidar dos seus pedófilos que assim
defenderão os direitos humanos das crianças já nascidas. Ficam defendendo embriões. Embrião é humano, de certeza, assim diz a genética e Fátima Oliveira quendo diz que gatos geram gatos, porcos porcos e humanos humanos. Mas que fetos e embriões são seres humanos, são!

Responder

Concita

30/04/2011 - 12h15

Conceeeeeeeeeeeeeeeeeição, nota mil para seu post bambambam. As brasileiras conscientes agradecem!
Legalização do aborto, já!

Responder

Oliveira

30/04/2011 - 11h00

A grande maioria do povo brasileiro é formada de católicos e evangélicos. Um dos principais dogmas destas religiões é a Ressureição, e consequentemente acreditam no juízo final. Contraditoriamente, um maior número de pessoas da nossa população aceitam a reencarnação e nas existências sucessivas. Independentemente da religião, o povo brasileiro é espiritualista, e porisso não aceitam o aborto, pena de morte e eutanásia. Não adianta eliminar o corpo, o espírito é imortal e vai sempre necessitar de várias existências para seguir sua jornada evolutiva. Aborto, suicídio, pena de morte, eutanásia, etc, são formas de adiar ou retardar a solução dos nossos problemas.

Responder

    Igor Santana

    30/04/2011 - 11h34

    Tá, tu pensas assim. Respeito. Mas não se afoite em querer mandar em minha vida. E você tem procuração do povo brasileiro pra dizer que somos um povo espiritualista? Deixe de generalizar mentiras. Sou brasileiroe não sou espiritualista.
    A lei brasielira precisa contemplar quem pensa diferente, assim como eu. Legalizar o aborto não obriga nenhuma mulher a abortar. A lei libera, e cada mulher decida como quiser.
    Numa lei de aborto só é crime quem obriga uma mulher a abortar. Claro, porque quem decide é a mulher. Do jeito que está a lei criminalizando o aborto, contempla UMA visão religiosa, a cristã. Está errado, não é nem republicano e nem democrático. Quem quiser viver em Estados teocráticos que se mude para o Vaticano! E vai ficar no olho da rua porque lá só vive padre e padre e padre. Nem mulher e nem criança.

Igor Santana

30/04/2011 - 10h00

Vivemos República, numa República democrática e laica. O esperado é que numa República democrática e laica, as leis tenham os fundamentos republicanos, democráticos e laicos e que o Estado cumpra tudo isso.
E quem não estiver satisfeito que s emude para o Vaticano: um país sem crianças e sem mulheres. E que é um estado eclesiástico, ou sacerdotal-monárquico, sem partidos políticos e governado pelo bispo de Roma, o Papa. O Vaticano é uma TEOCRACIA!
"O Vaticano, sede da Igreja Católica Apostólica Romana, é o menor país soberano do mundo. Fica no centro de Roma, Itália, em um território que não chega a meio quilômetro quadrado e onde vivem cerca de 900 pessoas. O papa, além de ser a autoridade máxima da Igreja, também é o chefe absoluto dos poderes executivo, legislativo e judiciário do Vaticano. Lá, não há partidos políticos".

Responder

    oliveira

    30/04/2011 - 19h10

    Igor não sou católico nem evangélico. Discordo das suas crenças e seus dogmas, Simplesmente aceito a reencarnação como filosofia de vida e por isso discordo do aborto, como a maioria do povo brasileiro. Vivemos num Estado democrático onde prevalece a vontade da maioria, que já se manifestou várias vezes contra o aborto. Não vou para o Vaticano nem para nenhum outro País, pois quero contribuir e lutar por um futuro melhor. O que me deixa perplexo é a reação das pessoas que defendem o aborto diante de opiniões contrárias. A reencarnação abre um vasto horizonte diante de nossas vidas, pois as várias existências nos possibilita experiências variadas. Já pensou na possibilidade de você reencarnar num corpo feminino? Já imaginou quantos espíritos perdem a oportunidade de reencarnar num determinado lar para seguir sua jornada evolutiva? Se os homens tivessem consciência da reencarnação, talvez não praticassem nenhum crime contra o seu semelhante e nem contra a humanidade.

    Mister X

    01/05/2011 - 08h21

    O cara é maluco total. Que mané reencarnação, sô! Acredita numa coisa que nunca ninguém viu. Vai se catar mané. Fica aí com tua maluquice e não atrapalha os outros, tá bem?

Luka

29/04/2011 - 21h05

Tem este outro vídeo do CFemea também super didático so o que é a legalização e o que acontece hoje no país:
[youtube rzq5M3cOAb0&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=rzq5M3cOAb0&feature=player_embedded youtube]

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Fabio_Passos

29/04/2011 - 20h21

Não é verdade que a maioria dos religiosos defende esta crueldade injustificável de negar atendimento de saúde a 1 milhão de mulheres (a maioria pobres!) todo ano.

Talvez a maioria dos religiosos hipócritas defenda esta maldade, mas como insensibilidade e indiferença com o sofrimento das mulheres não é uma atitude cristã, não tenho a menor dúvida que a maioria dos que seguem os ensinamentos de Cristo é a favor do direito de decidir.

Confiram a ótima entrevista da Maria José Nunes – Católicas pelo direito de Decidir

[youtube xMPLGHSvkuw http://www.youtube.com/watch?v=xMPLGHSvkuw youtube]

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Fabio_Passos

29/04/2011 - 19h48

Elis Regina, em 1981, já falava abertamente sobre esta mesma hipocrisia… e 30 anos depois e os cínicos continuam com o mesmo papo furado.

É responsabilidade de um governo sério a iniciativa para se superar tamanho atraso!

[youtube uko5LKYeh1U http://www.youtube.com/watch?v=uko5LKYeh1U youtube]

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    Miguel

    30/04/2011 - 16h01

    Esse suposto humor para descontrair suposto embasamento chega a ser pueril. Nada dessas besteiras toca no ponto fundamental que é o direito de um pessoa real decidir se quer ou não gerar uma vida potencial. Embrião é só um amontoado de células, e removê-lo não tem nada a ver com "cagar fetos".

    morgana profana

    30/04/2011 - 19h15

    Miguelito e Fabito, desculpem a intimidade de titia, viu…? Mas se é discutir o problema de forma aaaampla, vamos discutir "o" antes, que é a capacidade de evitar ficar prenha de forma indesejada…Essa é a verdadeira escolha…

    vocês parecem aqueles burritos empacados….o programa cegonha é para quem quer parir…o trecho transcrito da entrevista da moça lá do ministério só fala isso, e mais nada…até porque o atendimento as mulheres que chegam estropiadas por abortos mau feitos já é feita…

    tem problema…? claro….tem um monte de médico, enfermeira e auxiliar que vomitam seus preconcetos e hipocrisias, mas isso não pode ser colocado na conta do governo…há preconceito contra suicidas e adictos em overdose também….mas não dá para forçar a barra, e dizer que a cegonha vai piorar esse problema, meu fofo…esse é um traço da nossa sociedade…

    vamos debater o aborto….? vamos, mas no congresso, e não em política de governo, pois isso é crime de responsabilidade…governo só age DENTRO da lei…

    ele pode tratar (e deve) quem tem problemas com drogas…? pode, mas não pode dar maconha para o cara parar de fumar pedra…

    se titia concorda com isso…? claro que não….mas a lei impede e pronto…sociedade, meus fofos, é fato, valor e conduta=lei…ou seja, a lei é o consenso político da sociedade sobre um fato ou um comportamento…e repito: pessoas podem fazer o que a lei não impede, mas governos TEM que seguir a lei…simples, lindinhos…

    vamos debater aborto…? claro, mas no congresso, com uma bancada forte, que dê sustentação a presidenta para peitar esse monte de homem machista….e varrer a igreja do Estado….mas por enquanto, a presidenta fica na dúvida, viram a eleição…? 44 milhões de votos na agenda eco-conservadora da joana d'arc da floresta misturada ao tea party pessedebista…

    passarinha que come pedra sabe o c…que tem….

    miguelito tem razão, não é cagar feto, e expelir menstruação madura….tem razão…mas tem gente que pensa diferente que nós, viu miguelito…? e essa gente, para nosso azar, é hipocrita, e safada, mas é o nosso povo, resultado de 322 anos de colonização ibérico-católica…

    lembra 89, o caso lurian-míriam e lula…pois é…de lá para cá, pouca coisa mudou, e mônica serra abortista ainda comove, falando contra o aborto…

    titia morgana aqui quer um governo pra frente, sexo, drogas e rock'n'roll, mas eu temo que vai demorar um pouco, e por enquanto a gente tem que debater de bola baixa…

    e reconsidera o convite, que eu te dou um trato…não lido com xacais pois têm um péssimo hábito de comer carniça, e eu não sou lá essas coisas, mas carniça titia não é….

    beijo, e me liga…

    Fabio_Passos

    30/04/2011 - 17h06

    Morgana,
    Para os ricos o aborto com atendimento adequado de saúde está liberado há muito.
    Ou você não sabe disso? Prá quem pode pagar… está resolvido com a benção de deus. Os pobres não tem este privilégio. O aborto é realizado em condições precárias e a direita ainda os condena a danação eterna. Hipocrisia e crueldade sem limites.

    Mulheres que decidem fazer aborto são gestantes… Como assim "não dá para discutir isso em um programa dedicado a gestante"? É exatamente em um programa de saúde para gestantes que o acesso a atendimento decente para as mulheres que fazem aborto deve ser discutido.

    Além disso, ao contrário do que você sugere, o próprio ministerio da saúde admite que não provê atendimento decente e humano as mulheres que precisam:

    "
    Viomundo – Quer dizer, o Ministério da Saúde apresenta o diagnóstico 1 milhão de abortos provocados por ano, feitos em condições inseguras. Porém, paradoxalmente, quando vai tratar a questão se restringe à mulher que vai ter o bebê, não aborda a que não vai ter, é isso?

    Telia Negrão — Exatamente. Não é uma política de direitos reprodutivos. É apenas uma boa política materno-infantil, pura e simplesmente para as mulheres que desejam ter filhos. As que não querem e engravidam, porque não conseguiram planejar ou o planejamento falhou, não são atendidas por essa política.

    Portanto, o enfrentamento da mortalidade materna, um dos argumentos para a Rede Cegonha, não está baseado em evidências científicas. A política anunciada é só para as mulheres que querem filho ou aquelas que, mesmo que sem nenhuma condição, vão ter filho contra a própria vontade. Logo, não é uma política que considerou que há mulheres que engravidam e não desejam levar adiante aquela gestação ou que engravidaram em circunstâncias adversas à sua vontade.
    "

    Você não tem acompanhado as análises? Leia na íntegra. Links ali acima.

    Quanto a seu convite final, fiquei lisongeado, mas te dou uma dica… procura ali embaixo por um xacal.

Wildner Arcanjo

29/04/2011 - 15h59

Ah… essa história novamente… Não!!!

Vou simplificar:

– O Brasil é um país de maioria cristã;
– A minoria, em sua maior parte (chega a ser um trocadilho) é de alguma outra religião;
– Se não me engano, nenhuma outra religião praticada no Brasil é a favor do aborto (salvo nos casos já previstos pela lei brasileira);
– Como um pais laico, já que tanto se fala nisso, o Brasil TAMBÉM representa a maioria de pensamento de seu povo e isto se reflete nos três poderes constituídos;

Sugiro que, para mudar a forma de pensar da maioria da população, seja adotada duas linhas:

– Tentar converter a mente dos cristãos e religiosos do Brasil que são contra o aborto (repito, salvo nas formas já previstas por lei). Pode-se usar lavagem cerebral, massagens sublimares em comerciais de TV e propagandas políticas ou algum outro produto alucinogéneo dentro do leite das criancinhas (porque para cão velho não se ensinam novos truques);

– Colocar mais filhos no mundo para que, um dia, os filhos dos seus filhos e os filhos deste, sejam maioria e possam mudar a forma de pensar da maioria da população deste País;

Como vocês defendem tão veementemente o aborto, acho que a segunda opção é algo irreal…

No mais, deixem a Mulher trabalhar, as mães ter seus filhos e as crianças nascerem!

Essa história já deu…

Responder

    Mirtes Moreira

    29/04/2011 - 17h43

    Eu pensei que seria o Sr. Wildner Arcanjo !!!
    Temer representará Dilma na beatificação de João Paulo II
    29 de abril de 2011 • 15h33

    Na cerimônia de beatificação do papa João Paulo II, a presidente Dilma Rousseff será representada pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, além do embaixador do Brasil na Santa Sé, Luiz Felipe de Seixas Correa.

    Josila

    29/04/2011 - 17h47

    Cara, você é dono do blogue pra dizer que essa história já deu? Deixe de ser autoritário. Isso aqui não é a sua cozinha. O Azenha por acaso ainda manda aqui e permite o debate que bem quiser. O problema dos carolas é achar que o seu umbigo é o mundo

    Fabio_Passos

    29/04/2011 - 19h30

    De minha parte… acostume-se com as críticas ao obscurantismo de uma suposta e autodeclarada maioria.

    Inclusive, é uma obrigação de qualquer governo decente, quando identificadas oportunidades históricas, assumir a responsabilidade e propor inciciativas que resultem em avanços civilizatórios.
    E deve fazer isso democraticamente, com diálogo aberto e esclarecedor, permitindo a sociedade superar mentalidades atrasadas e práticas desumanas cristalizadas.

    Em um debate aberto, quero ver o sujeito se declarar cristão e defender que seja negado atendimento adequado de saúde a mais de 1 milhão de mulheres todo ano… quero só ver quem terá tamanha cara-de-pau.

    Quem faz isso, obviamente, não é um verdadeiro cristão. E a sociedade vai poder identificar com clareza que gente do naipe desta "frente parlamentar contra o aborto" não passam de hipócritas.

    Isto aconteceu em Portugal. País hiper-religioso. As pessoas se deram conta que muitos dos "líderes" religiosos defendiam uma crueldade injustificável… e legalizaram o aborto.

    Estou seguro que o Brasil também conseguiria avançar.

    Mister X

    01/05/2011 - 08h36

    Como esse cara odeia as mulheres! Além de tudo é desocupado. Fixação, vai pra lá! Procura tua turma

Edmilson Fidelis

29/04/2011 - 11h35

Estou quase convencido de que, a partir de agora, estar grávida ou amamentando será condição básica para que as mulheres possam ser atendidas pela saúde pública.

E também de que em todas as consultas, além de um médico, haverá um padre.

E também de que a Dilma é uma beata fanática que deve ter a imagem do Ratzinger na cabeceira da cama.

Mas, sou teimoso e vou esperar um pouco mais.

Responder

    Maria da Glória

    29/04/2011 - 13h19

    Edmilson, temo que você possa estar certo. Se estiver será um desecanto brutal.

    Luka

    29/04/2011 - 14h02

    A partir de agora? Isso já acontece há um tempo no Brasil e ninguém faz nada, só dar uma olhada quantos postos de saúde e hospitais públicos são geridos por OSs ligadas a instituições religiosas em geral…

Luka

29/04/2011 - 09h30

Sinceramente, não precisava o Padilha ir ao Encontro por que já deu a esta bancada o que queriam, via expressa para poder justificarem aprovação em urgência de atrocidades como o cadastro de gravidez e o estatuto do nascituro, pois se já tem programa do governo federal dando brecha pra isso, né? Vai cair no fato consumado novamente, como de costume.

O engraçado é que vejo estes parlamentares falarem tanto da vida, mas eles mesmos votaram o aumento vergonhoso do salário mínimo que não tem como sustentar nem de longe uma família, são eles que aprovam corte de orçamentos em áreas importantes a proteção da mulher, são eles que aprovam PPPs e OSs para acabar com o SUS e o escambau, tudo com a cabeça baixa do governo federal. Que ou aprova tudo isso, ou se exime dos debates polêmicos como havia prometido nas eleições.

No final das contas a primeira mulher presidente do Brasil e sua base de apoio, pois não nos enganemos parte considerável da bancada dogmática religiosa é sim da base do governo no congresso, tem virado as costas para as necesidades das mulheres. Pois já foi provado e comprovado em todo mundo que apenas melhorar o atendimento pré-natal não ajuda a diminuir o índice de mortalidade materna é preciso sim atenção às mulheres que abortam neste país, pois a criminalização do aborto em nada tem resolvido este drama…

Seria muito bom que finalmente as/os parlamentares que apoiam a luta pelos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres se contrapusessem a esta frente NEFASTA, por que não é apenas a questão da legalização do aborto, é a proibição da contracepção de emergência e de implantação do DIU pelo SUS que no estado de São Paulo já é lei em diversos municípios… É justamente recolocar a mulher como mera reprodutora, sem direito a licença parental, amamentação, creches e o escamabu, mas nestes debates os Pró-Morte nem se colocam, não faz parte do programa, pois a mulher deve ficar integralamente em casa cuidado de tudos e de todos…

No mais acho que os vídeos do CFEMEA ajudam bastante a desvelar o debate, apesar de não achar mais que saídas institucionais e de mediação irão avançar, por que esta tática já está mostrando deixando passar derrotas enormes…

[youtube XEdtqiJto0Q http://www.youtube.com/watch?v=XEdtqiJto0Q youtube] e
[youtube rzq5M3cOAb0&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=rzq5M3cOAb0&feature=player_embedded youtube]

Responder

Henrique

29/04/2011 - 09h02

Aborto é assassinato de um inocente! Se coloque no lugar do feto! Como se sentiria ao ver o facão do aborteiro se aproximar de sua cabeça prá arrancá-la?

Responder

    Fabio_Passos

    29/04/2011 - 19h37

    facão para arrancar cabeças?

    Rapaz, quem te aterrorizou desta forma tem sérios problemas… que mente perturbada e sombria.

Alberto

29/04/2011 - 08h26

Respondi no Saúde com Dilma a um comentário da Mari, que disse: As opções do Governo Dilma estão ficando bem claras.
Será que o Dr. Padilha está pensando que cavalo sobe escada?
Vai cair do cavalo (MARI)
………………..
“Padilha não é bobo. Já descobriu que cavalo não sobe escada.
Sabe que fez algumas bobagens na montagem dessa cegonhada, como por exemplo, colocar toda a parte estritamente de atenção à saúde que compunha o Pacto Nacional pela Redução da Morte materna e Neonatal (2005) e apresentar como coisa NOVA, nunca dantes pensada nesse pais, e embrulhou com a parte de prestação de serviços sociais e disse à presidenta: tá aqui o Rede Cegonha da campanha. Um menino sabido!
Mas até sabido tem seu dia de besta. Acontece.
Vai se sair bem dessa enrascada. É filhote de camaleão da política. Cadê que ele foi lá no evento dos igrejeiros? Estava confirmado. Estava em Brasília e não foi! Mas Esther Vilela foi lá pra toca dos leões. Porque quis. E fez feio. Muito feio.”

Responder

Bruno

28/04/2011 - 23h17

Mas os parlamentares e cidadãos a favor do aborto e da vida poderiam se manifestar a favor do programa. Por qual razão ser contra salvar vida de milhares de brasileiras que hoje penam tanto sem apoio governamental em um período tão delicado de suas vidas? Quem é a favor do aborto deveria se manifestar a favor de um programa que:
– quer atender a mulher até o segundo ano de vida do bebê;
– quer atender a população mais carente

Ser a favor do aborto é ser a favor da escolha. Significa também respeitar a escolha da mulher. Significa não fechar os olhos para a miséria. Não nos esqueçamos que a miséria no Brasil é mais comum entre as crianças.

A luta pelo aborto perderá se seus apoiadores simplesmente se opuserem ao plano de reduzir a brutal mortalidade infantil e materna.

Sou a favor de que as mulheres possam escolher por abortar e que possam ser assistidas qualquer que seja sua escolha. Fico indignado ao saber da quantidade de mulheres que morrem quando realizam abortos em condições precárias, mas não menos indignado quando me dou conta da brutal mortalidade materna e infantil que toleramos. É por isso que não posso me opor a este programa. Peço que repensem suas posições sobre o Rede Cegonha e por isso recomendo a leitura desta carta de intenções:
http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noti

Responder

    Mari

    29/04/2011 - 00h08

    Bruno, atrasadão hein? Faz parte. Antes tarde do nunca.
    Não li nenhum comentário e nem na matéria que alguém seja contra salvar vidas de mulheres grávidas, puérpras etc… etc… Tanto que já existia o Pacto Nacional pela Redução da Morte Materna e Neonatal, desde 2005, esse mesmo que Padilha colocou como a parte da Rede Cegonha como se fosse uma coisa nova. E criando essa confusão toda. Fazendo cortesia com chapéu dos outros. Arrumou uam encrenca para a presidenta.
    Coisa que não existia é só o Vale-táxi, o SAMU-Cegonha, que está só no papel ainda. A parte de Assistência Social é que é coisa nova.

    Bruno

    29/04/2011 - 21h48

    Mari, é claro que é ótimo que briguemos por melhores políticas e atualizações de conceitos. Só não se pode ignorar que os grupos que vão se posicionando contra a Rede Cegonha, estão ficando contra um plano que pretende mudar uma realidade sofrível que ainda perdura hoje.

    Eu li e você também que a Rede Cegonha foi desqualificada por vários comentáristas e em várias matérias (aqui um exemplo: http://www.viomundo.com.br/entrevistas/rede-femin…. Deveria ser óbvio que era a isso que me referia.

    Agora que as mulheres da Amazônia Legal e do Nordeste vão finalmente melhorar de condição, vem um monte de gente dizer que não. Isso me deixa indignado. No Brasil, sempre que os que mais sofrem vão ter finalmente vez, aparece a turma do deixa disso. Não podemos perder o foco. O foco está em evitar primeiro a maior parcela de sofrimento. Não podemos esperar que a PNAISM seja totalmente atendida de uma só vez. Primeiro aos que mais sofrem. E são esses: as mulheres da Amazônia Legal e do Nordeste e suas filhas e filhos. É uma questão de humanidade, ou melhor, uma questão de "womanity".

    Sobre a questão do mérito, faço uma breve comparação. De maneira muito justa, Lula não deu quase nenhum mérito do Bolsa Família para seus antecessores que tinham ótimos planos mas nenhuma intenção real de alocar recursos financeiros e mudar a realidade dos mais pobres. Foi Lula quem mudou essa realidade, é dele o mérito. Da mesma forma, se o ministro e Dilma conseguirem mudar a vida de centenas de milhares de mães e crianças, deverão se orgulhar disso. Eles escolheram um foco e conseguiram recursos, esperemos que tornem realidade seu projeto.

    Finalmente, quem apóia a PNAISM poderia apoiar o Rede Cegonha pois a rede pretende melhorar muito o atendimento a alguns dos objetivos específicos da política. O ministro reconhece sim, que melhoramos nesses objetivos (veja, por exemplo, em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/mp3/mi… mas sabe que temos muito por fazer. Esse projeto precisa do nosso apoio, assim vamos conseguir atender melhor a tantos e importantes objetivos específicos da PNAISM.

    Salete de Assis

    30/04/2011 - 00h45

    Bruno, você é inteligente de sobra. Use seus neurônios com calma e até a aexaustão. Vai acabar compreendendo. Precisa. Em primeiro lugar, o que a Rede Cegonha simboliza: retira da mulher o protagonismo do parto e dá pra cegonha! Um horror.
    Em segundo, que o que há de "sustança" na Rede Cegonha é o Pacto pela Redução da Morte Materna e Neonatal, que nada tem a ver com Dilma e nem com Padilha, já existia e funcionando MUITO bem, tanto que reduziu de modo importante a morte materna no país. O Pacto sempre teve dinheiro a rodo. Nem Dilma e nem Padilha reservaram dinehiro para o Pacto. Ele tem uma linha de financiamento próprio, desde que foi criado. Se informe!
    Em terceiro, as ações sociais cegonheiras ainda vão chegar. E que cheguem ninguém é contra. Somos contra é à mentira, o embuste, o faz de conta que é novo. E deixe de bobagem que há dinheiro grosso na saúde. O dinheiro dá. Claro que saúde é um sumidouro de dinheiro quando não há roubos e nem desvios, imagina quando há! Se esperte! Acorde!

    Bruno

    01/05/2011 - 00h11

    Salete, quando você diz que o pacto está funcionando muito bem você deve ter desconsiderado a informação disponível no DATASUS (http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2009/C03b.htm). Lá vemos que precisamos de um foco como o proposto pela Rede Cegonha para dar conta de diminuir números vergonhosos que ficaram praticamente estáveis nos últimos anos. É por isso que peço que reconsidere. Precisamos de um plano que foque o problema onde ele mais causa sofrimento. Não é faz de conta que é novo, não. É uma reorientação: vamos ter foco. Se as mães da Amazônia Legal e do Nordeste são as que mais morrem, é lá que vamos focar. Esse é um ponto muito forte do programa. É por isso que ele precisa do seu apoio, Salete. Ainda mais quando os dados do DATASUS contradizem o que você achava ser verdade.

    Mas você pediu que eu me informasse e assim o fiz. Encontrei o seguinte relatório da OECD (http://www.oecd.org/document/16/0,3343,en_2649_34631_2085200_1_1_1_1,00.html) sobre os gastos com saúde e vi que você se engana novamente quando diz que o dinheiro dá, que há dinheiro grosso na saúde. O gasto do setor público por pessoa nos países que estão em condições de dar uma atenção menos indigna à saúde chega a ser mais de cinco vezes maior que nosso gasto público por pessoa. Quando temos um cobertor tão pequeno, fica claro que precisamos escolher bem que parte vai ficar coberta e qual vai ficar descoberta. O nosso gasto com saúde é bem menor do que você dá a entender quando diz que há dinheiro grosso na saúde. Saiba que gastamos pouco mais de 2 reais por dia por pessoa com saúde. Veja você mesmo na Carta Capital (http://www.cartacapital.com.br/sociedade/temporao-o-alvo-preferido-de-jose-serra).

    Alguém que julga os outros tão menos espertos poderia se dar ao menos o trabalho de checar suas fontes antes de escrever uma crítica em que o único argumento que fica de pé é "não gostei do nome do programa". Não podemos aceitar calados que quando finalmente se decide focar nas vidas das que mais sofrem no Brasil, venha um monte de gente dizer que não pode, que o nome é ruim e que devemos seguir com o plano antigo que não foca nelas.

    Mister X

    01/05/2011 - 08h41

    Onde o cidadão Bruno estava, já que quer ser a régua do mundo, quando as feministas lutaram 30 anos, até 2005, para que o Brasil assumisse uma política de combate à morte materna? Claro que uma política que só existe há seis anos não resolveu ainda a situação existente há 500 anos. mas é o cmainho que está sendo feito que é vitorioso. ô inteligência!!!!
    Ainda não entendeu a patacoada do Padilha? Se apropriou de uma política existente e mudou o nome e a apresentou como de sua cabecinha? Eis o embuste. E ao fazer isso detona direitos também, quando coloca a política como de saúde-materno-infantil para agradar ao Vaticano.

    Bruno

    01/05/2011 - 22h44

    Não importa onde eu estava há 30 anos. Se eu não existisse há 30 anos, isso tornaria meus argumentos e razões atuais menores? Já deve ter percebido que reconheço o valor da brava luta das feministas.

    Peço apenas que os que se opõe, reconsiderem sua posição sobre a Rede Cegonha. Para isso apresentei algumas razões e argumentos que mostram a urgência e o acerto do programa. Isso obviamente não quer dizer que o passado não esteja cheio de acertos. É claro que está. Isso também está lá na fala de Padilha que apresentei anteriormente:
    "O ministro reconhece sim, que melhoramos nesses objetivos (veja, por exemplo, em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/mp3/mi… mas sabe que temos muito por fazer."

    Este é mais um passo na direção de eliminar tanto sofrimento. Como já foi mostrado nos posts anteriores, é um passo essencial, urgente e diferente.

    Por favor, veja nos meus posts anteriores como não há o embuste a que você se refere. Se você apontar algum erro nos meus argumentos podemos prosseguir a partir daí. Antes de terminar, peço que você, a Salete e a Mari desistam de me atacar pessoalmente. Isso é muito chato. Precisamos construir um espaço em que se dialogue com mais respeito. Na esperança que seus próximos textos se foquem em argumentos me despeço constatando que alguém que se julga muito mais inteligente poderia ao menos apresentar uma incorreção nos meus argumentos.

    Mari

    29/04/2011 - 00h09

    E sabe quem brigou em todo o mundo dizendo que mulher ainda morria de parto?
    As mesmas pessoas que lutaram para que o Brasil escrevesse e aplicasse o PACTO, as feministas. Foi asism no mundo. Tem sido assim há mais de 30 anos. E os governos diziam que era mentira, que mulher não morria mais de parto, até aqui no Brasil.
    Acontece que Saúde Integral da Mulher é muito mais. A briga é porque queremos que o Governo Dilma defenda o conceito de atenção integral da mulher e o pratique em respeito à Política Nacional de Atenção Integral á Saúde da Mulher/PNAISM.
    Então você é contra que todos os direitos conquistados na saúde da mulher sejam respeitados?
    Esse que é o debate. Bom que esteja chegando agora, atrasado, mas que tenha a boa vontade de aprender.

Fabio_Passos

28/04/2011 - 21h42

Pode ser carola… mas não seja medieval.
[youtube UsbhFSDVbh8 http://www.youtube.com/watch?v=UsbhFSDVbh8 youtube]

Responder

    Laura Antunes

    28/04/2011 - 23h18

    Fábio, a sua presença no debate é dez. Foi muito bom ter postado o Plínio, uma pessoa que já viveu muito e tem a cabeça arejada. Um homem do seu tempo, o tempo todo.

    Fabio_Passos

    29/04/2011 - 00h28

    Tenho acompanhado o tema e ficado muito triste com alguns comentários.
    É chocante a falta de sensibilidade pelo imenso sofrimento humano causado por estas políticas ultra-reacionárias.

    Negar atendimento de saúde para 1 milhão de mulheres todo ano é uma maldade terrível.
    O Plinio, que é carola, sabe muito bem que crueldade não é atitude de cristão.

Fabio_Passos

28/04/2011 - 21h37

Senti falta do silas malafaia, jose e monica serra, don luiz gonzaga bergonzini e jair bolsonaro… e eu que imaginava que o obscurantismo perdeu as eleições.

Responder

Dani

28/04/2011 - 21h16

Valei-me! Eles são incansáveis. E também cruéis. Poderiam ser decentes. Não se trata de quem é a favor ou contra o aborto.
Apenas de cuidados de saúde para as cidadãs quando elas precisarem, tanto quando querem ter filhos e também quando não querem. É por isso que a política de saúde da mulher precisa ser integral, para dar conta de tudo em todos os aspectos e não apenas de um determiando momento da vida da mulher. Mas do berço ao túmulo.

Responder

    Mário SF Alves

    28/04/2011 - 23h12

    Dani,
    "Do berço ao túmulo?" Onde? No Ocidente-porção-territorial-com-a-predominância-da-selvageria-capitalista? Só se for para os natimortos!!! Aliás, em muitíssimos casos, nem para estes.

Klaus

28/04/2011 - 20h50

Estranho que quando um casal não quis um dos três filhos houve um escândalo. Só não o queriam, não tentaram matá-lo. Contudo, se aquele casal em dado momento da gravidez quisesse abortar (matar) um deles (ainda feto), estariam exercendo um direito da mulher. Pergunto: em que momento torna-se assassinato matar um feto? Só depois do nascimento, aos três meses, seis meses de gravidez? Ninguém responde estas coisas, nunca, é só dedinho pra baixo pro Klausinho.

Responder

    Mário SF Alves

    28/04/2011 - 23h19

    Cientificamente, falando? Não, francamente, não dá para saber. Já politicamente… a todo e qualquer tempo, desde que o regime seja proto-fascista ou fascistizante.
    Att.,
    Mário.

    Miguel

    30/04/2011 - 16h09

    Voce é realnente simplório a ponto de equiparar um amontoado de células sem qualquer traço de humanidade para além da genética a uma criança, ou é só trollagem boba?

waleria

28/04/2011 - 20h40

São estranhos os rumos do governo Dilma

Numa repartição federal, um amigo meu tem estado com a pulga atrás da orelha. A direção mudou, e os rumos passaram a ser autoritários e conservadores – até com as roupas das pessoas.

São muito estranhos alguns rumos do governo Dilma.

Essa cegonha é uma das estranhesas. A cultura é outra. A quebra da industria nacional, o desgoverno cambial, são ooutras estranhesas. A quebra do ritmo de crescimento da economia…. muitas estranhesas para o meu gosto.

Responder

    Dani

    28/04/2011 - 21h18

    Waléria, estranha é a tua escrita. Olha a gramática

    waleria

    28/04/2011 - 22h47

    Estranho é você se preocupar com isso num blog na web sobre politica.

Antônio de Sampaio

28/04/2011 - 20h26

E como é que fica a presidente neste caso??? já que Dilma é totalmente a favor do aborto.. fica claro que é quase uma afronta….. Dilma é a favor do aborto, tem entrevista dela e tudo narrando isso.. e agora?

Responder

Ronaldo Luiz

28/04/2011 - 20h01

Sempre que tratam do tema aborto, me vem a pergunta: Já questionaram a opinião do abortado?
O coitado, ou coitada, pode ser abortado por ainda não expressar sua vontade de ser ou não abortado?
Ou porque ainda não tem nome? Clube de futebol? CPF?
Aborto é um crime, como latrocinio, sequestro, etc. Qual a diferença? A vítima jamais sai viva para fazer a denúncia na delegacia.
Só isso importa: Alguem foi assassinado.
Qualquer argumento é falácia, tentativa de encobrir o crime. Desculpa esfarrapada.

Responder

    Fabio_Passos

    28/04/2011 - 21h50

    Você bem que tentou, mas não conseguiu assassinar um debate lúcido…
    Um embrião não é um ser humano.

    Você defende a prisão para as mulheres que fazem aborto?

    Mário SF Alves

    28/04/2011 - 23h39

    Como diria o velho, a verdadeira história do homem ainda não começou. Pré-história é o que temos; pré-históricos é o que ainda somos. E o problema, ou o paradoxo do in-útero-provavelmente-vivo-ex-útero-socialmente-morto, é exatamente esse: "um embrião não é um ser humano", e um pós-embrião, por si só, inevitavemente será um ser fadado a não ter chance de se tornar humano.

    Elza

    29/04/2011 - 15h48

    Mário, bem interessante o seu post "….E o problema, ou o paradoxo do in-útero-provavelmente-vivo-ex-útero-socialmente-morto, é exatamente esse: "um embrião não é um ser humano", e um pós-embrião, por si só, inevitavemente será um ser fadado a não ter chance de se tornar humano"…. É assim msm que caminha a humanidade paradoxalmente.
    Trazendo para bem pertinho de nós o Brasil é a 5ª potência mundial e temos tanta gente ainda sem comer 3 refeições ao dia e ainda tirando algum alimento dos lixões, depois a oposição ainda criticava o Lula por ter a meta de proporcionar 3 refeições ao dia a essa parcela da população.

    Então, enquanto se pensar a vida só pela ótica da "OBJETIVIDADE", teremos discursos como q/ um embrião ñ tem vd, aí depende de como cada um "defina" a vda, pra mim ñ existe definição para a vd, de repente alguns conceitos e entendo que a vd é bastante complexa…. rrss!! Mas os contraditóris fazem parte da existência humano, q/ bom que existe a democracia em nosso país, apesar de ainda frágil, porém devemos sempre estarmos vigilantes, porque interesses existem p/ q/ ela acabe.

    Fabio_Passos

    29/04/2011 - 21h46

    Uma correção importante Elza: O embrião tem vd… e um espermatozóide também tem.

    [youtube PJm6NBl0dOk http://www.youtube.com/watch?v=PJm6NBl0dOk youtube]

    Elza

    28/04/2011 - 23h34

    Concordo Ronaldo, apesar da sua postagem ter um uma ponta de humor… "Ou porque ainda não tem nome? Clube de futebol? CPF?
    Aborto é um crime, como latrocinio, sequestro, etc".

    Ñ se pode perguntar realmente a opinião do abortado, mas pode-se observar o q/ causa a uma pessoa uma tentatva de aborto e o feto consegue resistir, este ser humano carece de uma falta de amor enorme, chegando na 3ª idade com sérios problemas de saúde. Existe uma Psicóloga em Belo Horizonte – Drª Renate Jost, q/ faz um trabalho belíssimo c/ pessoas q/ apresenta sérios pprobelmas de saúde relacionadas a vida intrauterina, a bordagem dela é dentro da linha "Abordagem Indireta do Inconsciente", vai além do inconsciente freudiano, ela teoriza que a esquizofrenia vem de distúrbios familiar e a interpretação q/ o feto faz do ambiente externo ao útero. Era bom que a presidente Dilma marcasse um atendimento com a Drª Renate, duvido que depois, ela ainda iria ser favorável ao aborto. Existe muitas maneiras de se prevenir uma gravidez indesejada, só é fazer políticas públicas de atendimento à mulher eficientes.

    Ñ acredito que o aborto seja uma coisa boa pra mulher também, às vezes ela pensa em abortar como solução para a problemática que está vivenciando, porque ñ dispõe de apoio financeiro, emocional, psíquico e espiritual. Conheço algumas amigas, tenho pessoas da minha família que já fizeram aborto já há mais de 30 anos e até hoje se corróem de culpa, fugindo do assunto. Atendi uma vez uma paciente com depressão profunda, já com três internações hospitalar, que surtou porque a chefia dela mudou-a de setor, a mesma eiria atuar na enfermaria de crianças e quase no final do atendimento ela abordou o assunto, "que tinha feito um aborto aos 15 anos de idade" e olha que foi levado ao aborteiro pela própria mãe.

    Que tal se pensar em uma prevenção de gravidez indesejada com eficiência?

    Duda

    27/10/2012 - 17h13

    Olha eu concordo com você. Porque é necessário se distribuir métodos anticoncepcionais eficientes. Porque os médicos defendem que para as adolescentes se deve dar os meios mais ineficazes se é na adolescência que a gravidez indesejada causa mais prejuízos e acho que no dia em que a informação for distribuída por igual se poderá ser anti aborto. Mas o fato que as pessoas negam é que muitas informações são negadas as mulheres pelos próprios médicos. E com o aborto sendo ilegal não se pode indentificar esses erros porque a sociedade simplesmente criminalisa as mulheres como únicas responsáveis pela gravidez indesejada, mesmo quando essas tem procurado informações com profissionais da saúde e esses as negligenciam como probetonas desinformadas ou pessoas não uteis que só o serão parindo. Isso acontece muito. Enquanto isso não acontece e os homens não se preocupam com o bem estar das mulheres aborto já.

Mari

28/04/2011 - 19h15

A situação não é e nem está fácil. O cerco do Vaticano sobre a presidenta Dilma Rousseff é pesado. Infelizmente. Mas ela tem de se assenhorar de sua condição de presidenta de um Estado laico.
Como sabemos não é fácil. O presidente Lula cedeu pro Vaticano e assinou aquela Concordata que é vergonhosa.
ACORDO BRASIL-VATICANO- tire suas dúvidas sobre o acordo assinado entre o Brasil e o Vaticano e que representa séria ameaça à laicidade do estado brasileiro, se for confirmado. http://catolicasonline.org.br/ExibicaoNoticia.asp
E Dilma está amarradinha, amarradinha ao Vaticano. As outras forças políticas, mais evoluídas e civilizadas, precisam comparecer na disputa para dar mais forças para a presidenta e não para jogá-la mais ainda no colo do Vaticano .

Responder

    Conceição Lemes

    28/04/2011 - 20h39

    Mari, preciso falar com vc. Vc poderia me enviar o seu e-mail para este endereço: [email protected]

    bjs e boa sorte

Íris

28/04/2011 - 16h17

Concordo

Responder

Íris

28/04/2011 - 16h17

A Dra. Esteher Vilela serviu de prestadora de contas. E parece que foi perfeita. Ela leva jeito. Agora que Dilma está quites com o papa, o que será que vai vir?

Responder

Alice Matos

28/04/2011 - 13h03

"A polêmica enfrentada por Temporão sobre o aborto é outro ponto que Padilha tenta evitar. Ao ser questionado sobre o tema, que marcou a campanha presidencial, o petista tem um discurso pronto. Vamos fazer cumprir a lei que existe e não mudaremos as regras. Temos que atender as pessoas que chegam às unidades de saúde. Elas têm de ser acolhidas e tratadas. Não podemos discriminar ninguém por qualquer escolha, declara. Ministro não tem opinião pessoal. É a opinião do governo. Temos de evitar a morte, complicações e doenças, sem abordagem moral ou religiosa, diz.

O meteoro petista da Esplanada (do Valor Econômico)

EU TAMBÉM ACHO QUE É POUCO. Concordo muito como comentário do Alberto

Responder

Laurinha

28/04/2011 - 12h28

Numa democracia de um país laico as políticas públicas deven ser dirigidas para a população e não para as religiões. Assim vejo que uma política de Saúde da Mulher, não tem de se importar com o que pensam as religões, que devem cuidar das almas, para quem nelas acredita. É ridículo isso de Dilma ficar repetindo que é católica e o Padilha também Acho que precisam se dar o respeito de autoridades de um país laico.
O Ministério da Saúde pisou na bola, meteu o pé no jacá quando aceitou que a Dra. Esther Vilela fosse a esse evento. O Dra. Padilha estava escalado e na última hora pulou bfora do barcao, deve ter visto que era uma armadilha. Mas a presença da Dra. Esther diz bastante. Ela falou em nome do ministro, não se limitou a apresentar o Rede Cegonha. E agora Padilha?

Responder

    Íris

    28/04/2011 - 16h18

    Ele vai ter de pensar. Não quer ir pra casa, tenho certeza.

    Haroldo

    29/04/2011 - 12h09

    Sou ateu e sou contra o aborto, porque acho um crime do ser humano contra o ser humano. Não há nada de religioso nisso.

Alberto

28/04/2011 - 11h52

Francamente, não podemos dar plateia e nem espaço pra quem vem aqui e não se comporta de modo civilizado. Há pessoas que não tem interesse de debater. Buscam uns minutinhos de fama em cima de ideias misóginas. Personalidades que Freud já desnudou faz tempo.
Sobre as Frentes contra o aborto, que entendem que aborto é pecado e não faz parte da atenção à saúde da mulher, só posso dizer que querem tapar o sol com a peneira.
O aborto existe desde que o mundo é mundo. As mulheres adoecem e morrem por causa do aborto quando ele é ilegal. Um governo responsável não pode descuidar dessa atenção. Não basta Dilma e o Padilha dizerem que vão cuidar depois que elas tiverem abortado em condições precárias. Aborto é um procedimento médico seguro há muito tempo.
A atenção universal do SUS não pode recusar fazer aborto na mulher que busca abortar. Que democracia é essa?

Responder

xacal & blade runner

28/04/2011 - 11h46

Não conceição, não misture as coisas. A menção ao fato serve a quê, então, se o fato para você não é merecedor de sua atenção?

Eu disse isso, mas também disse que mudei de idéia (o que não pe tão ruim assim, ou é?) e você também não cita isso.

Eu pergunto: sendo leitoras que disseram, ou você que procurou, o que isso traz ao debate, senão inferir uma vinculação a profissão com uma visão (pré-concebida) de truculência ou sexismo?

Bastava dizer: não eurico, xacal é homem! mas qual nada, o adendo foi revelador.

Espero que tenha recebido meu e-mail, esse blog já era, infelizmente.

E foi "abortado" por você conceição.
Uma pena.

Responder

Dani

28/04/2011 - 10h42

Até o ministro Padilha já viu que fez besteira. E como não quer ir pra casa, recuou. E fez bonito, nem foi ao evento político dessa turam que odeia mulher que tem autonomia para ter ou não ter filhos.
Saúde da mulher que já existe como política não é só Rede Cegonha (Pacto de Reduçãqo da Morte Materna e Neonatal+ assistência social para mulheres e crinaças necessitadas). Abramos os olhos, mostremos que cabeça não serve só para ser criatório de piolhos: há uma Política Nacional de Atenção Integral á Saúde da Mulher, onde todos so problemas e questões relativas à saúde da mulher estão contempladas. Ou você é contra? Porque os igrejeiros são, a Igreja católica é. E assim demonstra o seu horror às mulheres.
A maternidade é endeusada e as mulheres podem morrer e ir pro inferno (se ele existisse, ainda bem que não existe).

Responder

Ana cruzzeli

28/04/2011 - 10h22

O que está sendo discutido nesse programa de assistencia à mulher é muito mais profundo, muito mais importante do que todas nós mulheres podemos imaginar. Não é simplesmente o respeito a Constituição Federativa do Brasil por quem tantos homens, mulheres e crianças morreram, onde ali está escrito que em solo brasileiro todos tem direito a vida e os mais debilitados, os mais frágeis devem ser cuidados por todos. O que está sendo tratado é a contradição no discurso furado do povo do norte, dos ditos ¨civilizados¨ é disso que trata a rede cegonha.
Nós brasileiros devemos lutar pela vida sempre, pois o contrário já está sendo muito bem cuidado pelos países ditos ¨desenvolvidos ¨, pelos paises ditos ¨humanitários¨.

Aqui uma prova de como esses países tratam as mulheres e crianças…
Matéria da carta maior do dia 24/04/2011
…¨Aumenta a cada dia o número de civis que morrem nas guerras sobre a rubrica "danos colaterais". No inicio do século XX, 5% das vítimas de guerra eram civis, na Primeira Guerra Mundial, 15%; na Segunda Guerra Mundial o valor saltou para uma taxa de mortalidade de 65%; na década de noventa, 75% das mortes da guerra eram civis. Hoje, a cifra atinge os 90% sendo que a maioria é composta por mulheres e crianças. ¨
Reginaldo Nasser. http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

Esse programa da Dilma é algo tão profundo que ainda não nos apercebemos, estamos falando de paz, do direito de uma criança nascer e crescer em ambiente saudável, da mulher poder ter o direito a um tratamento pré-natal e pos-natal digno, o direito a amamentar seu filho e não ser assodada por um estuprador como hoje tantas mulheres afegãs, iraqueanos e logo logo libias foram , são e serão submetidas é disso que se trata.
Nenhuma mulher que pratica aborto deve ser deixada sem proteção, nunca vi isso acontecer no sistema publica de saúde. Todas as mulheres que tem aborto expontaneo ou não são atendidas nos hospitais publicos para cicatrização de seus uteros e no futuro não possam comprometer suas fertilidades. Sempre foi assim e a rede cegonha briga por isso. Para algumas mulheres fertilidade é um desconforto, para outras é um luxo.
Muitas meninas pobres praticam o oborto por falta de uma politica realmente séria para elas. Elas precisam ser ouvidas e atendidas em suas angustias. Ouso muitas mulheres e homens falando por elas ,isso não está certo, dizendo que elas querem fazer aborto. Eu converso com algumas dessas meninas, e o que eu ouso é completamente diferente. Suas angustias são muito e mais profundas do que isso elas se lançam ao aborto em condição ultima e não primeira. Devemos entender quais são as primeiras necessidades dessas meninas. Ouso muitas mulheres de classe média falando em nome dessas meninas e mulheres de classe pobre. Será que essas mulheres querem realmente resolver o poblema das mortes de meninas pobres em abortos clandestinos ou facilitar suas vidas, tendo uma clinica alí na esquina? Seria trágico tal constatação, tudo se encaminha para tal revelação.
É tão claro, é tão obvio, mas é tão dificil, dá tanto trabalho ouvir essas meninas e sequer pensar em resolver tais questões, então vamos abreviar, vamos simplificar liberando.
Quando Dilma disse que seu olhar será para os mais pobres ela se impos um grande desafio. Diminuir a pobreza erradicando a fome, ascender uma classe que não existe socialmente e ouvir essas meninas que se tornam mulheres antes da hora. Eu estou com a Dilma e esse governo, pois ao ouvir essas meninas saberemos realmente de seus anseios, de suas aspirações, mas principalmente de suas angustias e desesperos, pois elas existirão socialmente quer queiramos ou não, essas meninas terão voz .

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    Dani

    28/04/2011 - 10h40

    Ana o que é profundo é o Pacto Nacional de Redução da Morte Materna e Neonatal de 205 (Made in LULA!).
    Que vem sendo aplicado e precisa ter continuidade: receber mais verbas e não cortes do contigencimaento. Ou o Governo Dilma não é de continuidade? Se antene! Leia o Pacto. Se não leu, leia.
    As ações de assistência social que foram agregadas ao Pacto, não tem ninguém contra. As pessoas são contra é ao carnaval que foi feito com o programa Rede Cegonha sem dizer de onde tiraram as ações de saúde: do pacto minha linda! E querendo transformar uma reles estratégia, como disse a Dra. Estehr Vilela, que responde pela saúde da mulher no Ministério da Saúde, é o carro-chefe da saúde da mulher.

    xacal & blade runner

    28/04/2011 - 11h10

    Ana, minha cara, desista, o debate aqui está interditado, desde o início. Uma pena.

    Mário SF Alves

    28/04/2011 - 23h45

    Penso diferente. A meu ver o apelo deveria ser "Ana, não desista!" Mesmo porque, o tempo de demonização da mulher; o tempo autoritário da mulher-costela-de-Adão já ficou para trás!

Eurico

28/04/2011 - 10h12

Azenha com todo o respeito, comentários que incluem a palavra "feminazi" deveriam ser cortados. Por uma questão ética. Gente que usa tal palavra para designar um movimento pela cidadania das mulheres reconhecido no mundo pelos historiadores como um dos maiores avanços da humanidade, como é o feminismo, não é só safada, passa. Um blogue progressista não deve permitir tamanha desfaçatez e dar púlpito para esses carolas idiotas.

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    xacal & blade runner

    28/04/2011 - 11h09

    Eurico,

    Sem manipulações. Quem confundiu o termo feminazi com toda a luta feminista foram vocês. Eu só disse o que existe, DE FATO: todo movimento de gênero, setorial, etc, pode descambar para a intolerância,e e reação de vocês só comprova isso.

    Quem não se encaixa na postura, não tem o que reclamar, ou não? Como voce pretende atacar uma idéia ou um conceito que não lhe diz respeito no debate?

    Um blog progressista assim o é porque entende que todo fundamentalismo extremista é ruim. Ou será que perdoaremos TUDO em nome das boas intenções dos movimentos: em nome do socialismo, perdoem stálin, pol pot e mao.

    Em nome dos direitos das mulheres perdoemos todo o sectarismo dito em nome desses direitos?

    Que isso? Isso é ser progressista? Reconhecer as vurtudes dos movimentos implica enxergar seus defeitos, ou não? Aliás, essa visão global que os fortalece, bom pelo menos, no meu olhar conservador.

    Pobre eurico.

    Fabio_Passos

    28/04/2011 - 22h02

    Do que está falando?

    Ser contra atendimento de saúde para mulheres que fazem o aborto não é apenas anti-progressista.
    É uma atitude medieval.

    Mário SF Alves

    29/04/2011 - 01h03

    O uso de uma expressão que confunde (e funde) feminismo com chauvinismo fascista, além de deplorável, não contribui em nada, a não ser para a reação a toda e qualquer perspectiva de construção de um mundo anti-fascista. É até possível admitir a casualidade ou o seu vazio de significado lógico, porém, à medida que se a utiliza em contexto que pode vir a encobrir, suprimir, demonizar ou dissimular a importância do movimento de emancipação das mulheres, aí, sim, não há desculpas, torna-se, em essência, uma atitude ignorante ou covarde, e será, portanto, um desserviço a qualquer idéia de humanização da sociedade.

    xacal & blade runner

    28/04/2011 - 11h16

    Eurico, embora isso não lhe interesse, sou ateu, meu caro, e não julgues os outros por sua régua. Veja que ao chamar-me de safado, poderá respoder por isso, junto com o blog e sua moderadora que permitiram tal ofensa a honra.

    Mas fique sossegado, dessa vez passa, e entendo a sua paixão pelo tema. Não deve ser inveja do útero, é claro, nem usar batom.
    É só conversa mole para parecer "muderno" para a mulherada. Às vezes funciona, principalmente com as feminazi.

Dulce Ramos

28/04/2011 - 10h00

É a disputa pelo governo Dilma. Cabe ao movimento de mulheres entrar firme porque se já está chorando as pitangas, perdendo os anéis, precisa se cuidar para não perder os dedos. O mar não está pra peixe. É hora de ir pras cabeças.
Se quem pensa de modo progressista nãos e aproximar para apoiar a presidenta, a Igreja vai levar como NUNCA DANTES na história desse país.
O medo que sempre tive do PT era do seu lado Igreja. E eu não estava errado, ô partidinho que tem gente carola. Não é católica, é carola mesmo. É só contar.

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xacal & blade runner

28/04/2011 - 09h39

Cara Conceição,

Mais manipulação?

Ora, ora, ora, se há um programa governamental específico que trate de saúde da mulher gestante e de seu futuro filho, (aqui um parêntese: não acho que o conceito de mãe resuma a feminilidade, mas essa é uma condição especial das mulheres, que inclusive lhes garante alguns DIREITOS, como licença-maternidade de até 180 dias, em alguns casos), onde está a contradição em receber apoio de setores que são contra o aborto?

É preciso situar o debate, e ao que parece, a chegada da frente parlamentar tem pouco efeito prático, pois repito: o governo decidiu tratar as mães, que insistem em morrer de causas relacionadas ao parto, quando DECIDIRAM ter seus filhos.
Mas esse evento trouxe-nos um esclarecimento conceitual: veio à tona o ponto do debate que as feminazi estavam querendo contrabandear na questão: o aborto e sua descriminalização.

Bem, eu apóio a descriminalização do aborto, mas não entdendo onde esse tema se encaixa aqui, na medida que falamos de cuidados às MÃES.

A não ser que, por vias tranversas, a grita das feminazi contra o programa seja para que as condições atuais de mortalidade materna e neonatais permaneçam, e assim nos convençamos da necessidade do aborto por causa desses resultados ruins relacionados a gestação. O popular: quanto pior, melhor!

Eu não acredito em tamanha desonestidade intelectual, mas fica parecendo que sim.

Responder

    Dulce Ramos

    28/04/2011 - 10h04

    feminazi? Isso dá cadeia, com certeza! Vamos ser civilizadas, pelo menos. Impossível o nazismo ser uma correte feminista. A senhora não sabe mesmo o que é nazismo e nem feminismo. E é uma vergonha tanta ignorânica em cima de uma pessoa só. Vá ler e se ilustrar minha senhora! E a dó que dá é que é uma mulher que se beneficia hoje de todos os direitos conquistados pelo feminismo. É cuspir no prato que come e bebe.

    Conceição Lemes

    28/04/2011 - 10h09

    Dulce, Xacal um é homem. É inspetor de polícia no RJ. Abs

    Eurico

    28/04/2011 - 10h14

    Mas deseja ser mulher! Dá no mesmo. Tem inveja do útero e demais órgãos femininos. Não tem coragem de usar salto alto e batom. Como é covarde faz apologia da misoginia. Freud explica.

    xacal & blade runner

    28/04/2011 - 11h04

    Eurico,

    Não vou cair nessa armadilha de considerar uma ofensa sua alusão a preferência sexual de quem quer que seja, ainda que seja a minha.

    Só entendo que isso não traz nenhuma contribuição ao debate. Se você quiser discutir problemas relacionados a minha opção, ou questões relacionadas a minha saúde mental, me avise, lhe dou meu telefone, endereço, e quem sabe, ao vivo, você se sinta mais à vontade para debatermos.
    Mais uma vez, estranho a moderadora(?) publicar esse tipo de comentário.

    Aliás, sem me permitir a devida resposta, como fez com o comentário que fiz há pouco.

    Um abraço

    xacal & blade runner

    28/04/2011 - 10h30

    Viu Conceição, o porquê do pseudônimo?
    É muita estreiteza.
    Eu não entendi: Então não é possível que um setor do movimento feminista (ou qualquer outro movimento de gênero, político, etc) adote práticas fundamentalistas e anti-democráticas?
    A mesma anti-democracia que faz a conceição revelar parte de minha identidade(eu troquei o e-mail de propósito, e você não resistiu), embora preserve ou não revele nada sobre os debatedores com os quais concorda. Por que será?

    Fiel ao gênero feminino, atenta aos detalhes, mas sem visão global.

    E mais: não seria melhor desconstruir minha concepção com argumentos, ao invés de restringir o debate a um denominação ou "apelido"?

    Bom a reação da Dulce me revela que o sentido "corporativista"(corpo=fascio=junção de gravetos=grupo) que o apelido não é em vão.

    Eu só coloquei como isca, e parece que a pescaria deu resultado.

    Olha, dona Dulce sei pouco do nazismo, e bem menos do feminismo, mas sei, ao longo de minha pouca experiência que os "ismos", transformados em fim em si mesmo, causam um mal danado a Humanidade. TODOS ELES.

    Mas em relação ao tema, mais um pitaco: A expressão do Programa CEGONHA pode ser considerada com mais um reconhecimento de uma (APENAS UMA) das condições específicas que as mulheres têm, e que exigem tratamento diferenciado.

    Ou alguma das feministas reclamam do fato das mulheres (porque podem PARIR) sejam impedidas de serem mandadas para a guerra como tropa de infantaria? Ou a licença-maternidade, por que as feministas não reclamam dessa distinção, afinal, pai e mães são obrigados da mesma forma aos filhos, ou não? Ou o atendimento priorizado nas filas? Ou os três dias de abono das professoras na rede pública?

    Ora, todas essa normatizações são um reconhecimento do ESTADO de que as mulheres detém condições específicas, nesse caso, vinculadas a maternidade, ou melhor, ao ciclo reprodutivo. Como detentoras da capacidade de PARIR, têm, SIM, condições específicas e tratamento diferenciado, logo, um programa governamental que reconheça e trate de forma específica essa condição, nada mais é que a confirmação de um consenso há muito consagrado.

    Um abraço, e quando tiverem alguma consideração conceitual sobre o que disse, fiquem à vontade.

    PS: conceição, se não publicar não ficarei surpreso, mas o que interessa, nesse caso, é que você leia e reflita, e se você checou e cruzou os dados, é porque houve algum incômodo, o que já é um começo.

    Duda

    27/10/2012 - 17h28

    Olha ninguém está contra o programa só estão falando que ele descuida da parte das mulheres que querem abortar e que é uma maneira de adoçar a igreja. Porque na verdade ele já existia e só está ganhando um nome novo para engambelar uns e outros.

T. Sanches

28/04/2011 - 01h19

CHORANDO AS PITANGAS, MAS CANTOU A PEDRA!!!!!!!!!
Da entrevista da Dra. Fátima Oliveira ao VI O MUNDO

Viomundo — Num artigo publicado no ano passado você foi profeta ao falar de mulher-mala, esse conceito de mãe e bebê no mesmo pacote. O que te fez antever isso? Foi só o discurso de campanha? Ou havia alguma coisa mais acontecendo?

Fátima Oliveira — Não é profecia, é quilometragem na estrada. Desde que eu ouvi, pela primeira vez, a candidata Dilma Rousseff falando em Rede Cegonha, eu senti que o comando da campanha dela estava boiando na área. Logo, um possível retrocesso estaria em curso se ela ganhasse as eleições, como ganhou, sobretudo porque não havia na coordenação da campanha dela nenhuma feminista militante da saúde da mulher.

… Logo depois das eleições escrevi um artigo alertando que as disputas do governo Dilma estavam na mesa… Ou a gente, as feministas, chegaria cedo ou perderia muito.

Não chegamos. E perdemos. O Rede Cegonha reflete exatamente a disputa ideológica que não fizemos no seio do governo Dilma! Agora é chorar as pitangas.

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Dani

28/04/2011 - 00h21

O Rede Cegonha tal como está, a retomada conceitualdescarada conceito ultrapassado de saúde materno-infantil, é o DÍZIMO que o Governo Dilma Rousseff está pagando ao Vaticano para ter paz? Pois parece que sim. Ô coisinha parecida. É bom pensar mais sobre isso. É uma vergonha! Sobre esse deputados que querem mandar nos corpos das mulheres digo: são inqualificáveis. Sobre o Ministério da Saúde ter ido pedir a benção dessa gente, eu tenho é dó da presidenta Dilma Rousseff. É uma vergonha que ao elegermos a primeira mulher presidenta do Brasil os direitos humanos das mulheres sejam derrotados de forma tão… não encontro uma palavra adequada. Cada pessoa indignada como eu encontre a palavra que achar melhor para dizer da sua decepção. O Padilha ficou em casa, mas mandou a Esther Vilela. Tudo no mesmo saco. Serão a mesma farinha?

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Gracinha

28/04/2011 - 00h11

TIREM SEUS ROSÁRIOS DE NOSSOS OVÁRIOS!!!!

No controle da capacidade reprodutiva da mulher, é parte fundamental a criminalização do aborto. Aqui, a Igreja católica serve aos interesses da classe dominante, como sempre, jogando à morte mulheres pobres que recorrem a clínicas precárias para abortarem.

Se para a pequena e grande burguesia o aborto é quase legalizado (desde que se pague uma pequena fortuna), as trabalhadoras e pobres não têm a mesma sorte. Mesmo que a lei assegure o direito ao aborto sob certas condições (caso de estupro, anencefalia fetal e risco de vida para a mãe), na prática, isso não acontece. A “Justiça” é tão lenta que, quando o resultado do processo chega, o procedimento oferece tamanho risco que já nem pode mais ser feito (clinicamente, o mais recomendável é que o aborto deva ser feito até a décima – quarta semana de gestação para não comprometer a vida da mulher).
http://www.movimentorevolucionario.org/ct/ct31/ab

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Janes Rodriguez

28/04/2011 - 00h01

Esses parlamenteares medíocres não tem nada mais a fazer do que vigiar o útero das mulheres, montar guarda sobre as xoxotas, cuidar das mulhesres para que não sejam mais do que malas que transportam beb~es. O que fazem dos bebês depois que nascem, não lhes importa porque seus cérebros não dão para tanto. Na falta de cérebro e de idéias, se colocam a vigiar e controlar o corpo feminino. Para que não sejam mais que malas.

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