“Ocupa Wall Street” e MST juntos em NY

publicado em 20 de outubro de 2011 às 19:18

por Janaina Stronzake, de Nova York, Página do MST

Em setembro de 2011, alguns jovens tiveram a idéia de acampar em Wall Street, uma rua de Nova York, famosa por abrigar as maiores corporações financeiras do mundo, para exigir que os financistas devolvam o que haviam roubado.

Eles não receberam muita atenção. E uns dias depois, a polícia tentou despejá-los. Foi quando os holofotes se voltaram ao grupo e então já era uma multidão de caras e vozes ocupando a praça.

Com a convocatória mundial para ocupações no dia 15 de outubro, vem um novo fôlego, com sindicatos e grupos organizados se juntando à ocupação. Talvez o “Occuppy Wall Street” não seja a maior ocupação do mundo, não tenha mais pessoas, talvez não seja a mais organizada. Mas é a que está no coração financeiro do capitalismo.

Na praça está proibido o uso de microfones. Quando alguém fala à assembleia, as palavras vão sendo repetidas pela multidão.

Quando o MST levou sua solidariedade ao povo mobilizado em Wall Street, centenas de vozes repetiram, com os punhos levantados: “ocupar, resistir e produzir”.

De certa forma, é esse o compromisso do MST e de todos os que ocupam Nova York: ocupar o mundo, resistir coletivamente e produzir outra cultura e um outro mundo.

Ali na praça, a voz é aberta. De um lado, um grupo de asiáticos e asiáticas batem tambores e parecem rezar. Do outro, tambores africanos ressoam durante todo o dia. À esquerda, dois homens distribuem panfletos enquanto entoam sem parar “ajuda para as pequenas empresas”. Mímicos, jornalistas, hippies, estudantes, desempregadas… Alguns descansam, outros fazem reuniões. E a cozinha coletiva no meio de tudo.

Há quem está ali porque deseja mais empregos. Há quem queira parar a onda neoliberal. Todas e todos querem o fim do capitalismo, por meio da quebra do mercado financeiro. Ouvimos um homem de mais ou menos 40 anos dizer “estou aqui porque não posso olhar meus filhos e dizer que não lutei”.

Ainda não se sabe exatamente o rumo que as ocupações, que se multiplicam por outras cidades nos Estados Unidos e no mundo, vão tomar. Uma assembleia soberana decidirá em algum momento esse rumo. Por enquanto, expressões diversas vão galvanizando desejos de um outro mundo.

Janaina Stronzake é militante do MST de Nova York, Estados Unidos

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51 Comentários para ““Ocupa Wall Street” e MST juntos em NY”

  1. [...] fabricar as sondas da Petrobras Gabriel Brito: São Paulo, um desastre de “culpados” anônimos “Ocupa Wall Street” e MST juntos em NY Quantos milhões os bancos gastam todos os anos com publicidade na Globo? Fátima Oliveira: O [...]

  2. Maria disse:

    EUNAOSABIA,

    Você arrebentou a boca do balão como sempre.

  3. leandro disse:

    Se fosse a marcha contra corrupção e a foto fosse dessa loirinha….. mas como é do mst ta todo mundo a favor..quanta coerencia dos comentários.

  4. FrancoAtirador disse:

    Entrevista: JANAÍNA STRONZAKE

    Por Gustavo Capdevila, no IBAS/IPS

    "A fome e a carestia acendem a rebeldia no mundo"

    Genebra, Suíça, 1/2/2011, (IPS) – O aumento no preço dos alimentos que leva à fome, uma das causas das revoltas populares na Tunísia, no Egito e outros países, se deve à especulação financeira e não à falta de terras para cultivar, disse Janaina Stronzake, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

    A carestia dos artigos de primeira necessidade e a fome são usadas como armas que acabam obrigando as populações a assumirem determinadas condutas, disse Janaina, que além de integrar a coordenação nacional do MST representa a Via Camponesa, uma articulação mundial de movimentos de trabalhadores rurais.
    A ativista brasileira falou sobre o papel dos camponeses em momentos de crise alimentar em conversa com a IPS, em um intervalo de sua participação no encontro organizado pela Federação Genebrina de Cooperação, nos dias 29 e 30, nesta cidade da Suíça
    IPS: A que atribui esta comoção pelos preços dos alimentos?
    JANAINA STRONZAKE: A questão dos preços e da escassez de alimentos, ou da fome, sempre é uma questão complexa, com causas múltiplas e uma série de fatores que têm influência. Atribuir, com se faz, o aumento de preços dos alimentos ao fato de populações da China e da Índia agora estarem se alimentando me parece muito simplista. É como dizer: bem, se estamos pagando mais é culpa de indianos e chineses. E isto não é verdade.
    IPS: Faltam alimentos no mundo?
    JS: Temos capacidade no mundo para produzir alimentos, e de qualidade, suficiente para todas as pessoas, sem recorrer a tecnologias duvidosas, como são os transgênicos. No Brasil, temos 120 milhões de hectares sem cultivar. Ou seja, para produzir mais não é preciso tirar terra da Amazônia, desequilibrar o meio ambiente nem acabar com as florestas. Só é preciso fazer uma reforma agrária decente, adequada, que assegure condições para que camponeses e camponesas continuem produzindo.
    IPS: Então, qual a causa disto tudo?
    JS: Um dos fatores fundamentais para o aumento de preços é a especulação financeira, com os alimentos sendo considerados mercadorias e negociados nas bolsas dos mercados e futuros.
    IPS: A quem a especulação beneficia?
    JS: As multinacionais tiram partido disto, jogam e especulam com a fome das pessoas e obtêm lucro. Para demonstrar issto, basta comparar entre os anos de queda dos preços dos alimentos e os gráficos de lucro das grandes empresas transnacionais. Por exemplo, entre 2004 e 2008, os lucros da Syngenta, que é uma das maiores empresas do setor agrícola mundial, saltaram de US$ 6 bilhões para US$ 11 bilhões. Então, enquanto a fome castiga as populações, as companhias multinacionais embolsam os lucros.
    IPS: Como se evidenciam as políticas dessas empresas?
    JS: Pela forma como querem estruturar a agricultura, tirando capacidade de produção das pessoas por meio do controle da água, de sementes e da propriedade intelectual dos produtos, além de obter as melhores terras. Também a partir do controle do mercado. Hoje são dez empresas que dominam quase todo o mercado de soja, milho e cana-de-açúcar.
    IPS: Que opinião tem dos tratados de comércio internacional que incluem produtos alimentares?
    JS: A Via Camponesa reivindica que alimentos não façam parte dos acordos promovidos pela Organização Mundial do Comércio. Não podem ser considerados uma simples mercadoria. Toda a humanidade precisa de comida e devemos garantir um mínimo para todos, independente de suas condições econômicas. E isso não passa apenas por políticas assistencialistas, como, por exemplo, do fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Passa pela necessidade de dar poder às pessoas a partir de sua própria comunidade para garantir e produzir alimentos. Esta é a soberania alimentar.
    IPS: O que espera das negociações da Rodada de Doha promovida pela OMC, com um capítulo dedicado à reforma do comércio agrícola mundial?
    JS: Essas negociações não nos incluem. Nos consideram simplesmente uma tendência ao desaparecimento dos camponeses e das camponesas. Mas, a questão é que esse desaparecimento representa o risco de falta de alimentos, porque o agronegócio, as grandes empresas, os que discutem a Rodada de Doha, podem garantir apenas por um período uma quantidade de alimentos, mas sua preocupação é apenas em torno de seu próprio lucro.

    Íntegra em:

    http://www.ibsanews.com/pt/?p=475

  5. FrancoAtirador disse:

    Janaína Stronzake é integrante da direção do MST do Rio Grande do Sul.

    Em 1985 sua família foi acampar, em busca de terra para viver.

    Dos 8 aos 16 anos, ela viveu em acampamento.

    Em 1993, sua família foi assentada no Paraná.

    Hoje, Janaína é graduada em história na Universidade Federal da Paraíba, UFPB.
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    Mulheres de luta

    As guerreiras do MST

    Por Janaína Stronzake, no Le Monde Diplomatique Brasil

    Elas enfrentaram o poder do latifúndio, o patriarcalismo do meio rural e o pacto de silêncio da mídia oligárquica. E conquistaram seu direito de existir, em pé de igualdade com os homens, como protagonistas autônomas das grandes lutas sociais

    A luta pela terra é um “lugar” feminino por excelência. Não nas barras dos tribunais, nem nos confrontos armados, nos quais a participação das mulheres, embora muito efetiva, pouco ou nunca é noticiada. Mas pela relação filial que, consciente ou inconscientemente, desenvolvemos com a terra.

    A terra não é só capital. A terra é também a Terra-Mãe. Camponesas e camponeses vêem nela seu espaço de trabalho e vivência, o solo para fazer os filhos e ser feliz. Por meio do trabalho, a terra torna-se a provedora, que deve ser respeitada e preservada. Não se pode viver sem ela. Por isso, quando se encontra mal dividida, quando está sendo maltratada, ela deve ser conquistada e defendida.

    O movimento de conquista da terra e resistência na terra integra hoje a luta de classes. Mas, historicamente, a masculinização das classes trabalhadoras é um fato. Além disso, no campo, o patriarcalismo é dos mais arraigados. Então, onde estão as mulheres nessa luta? Que papéis desempenham como integrantes de um movimento misto pela terra? Junto com as classes trabalhadoras, as mulheres recusam a falsa tutela do capital e se lançam à luta pela emancipação coletiva e individual.

    (…)

    Sabemos que a democracia, a soberania e a justiça social virão com mulheres e homens caminhando juntos, de igual para igual. Para isso, nós, mulheres, precisamos lutar por autonomia. É necessário que nós, e todos os trabalhadores, tenhamos em nossas mãos o poder econômico, o poder político, o poder midiático, que se transformam em poder popular, numa cultura de respeito e eqüidade. Sem ter de pedir concessão para respirar e existir.

    Globalizemos a luta! Globalizemos a esperança! Nós passaremos!

    Íntegra em:

    http://diplomatique.uol.com.br/artigo.php?id=77&a

  6. Avelino disse:

    Caro Azenha
    Seguramente, os "rebeldes" da Líbia não irão até Wall Street.
    Saudações

  7. Fernando disse:

    MAB denuncia criminalização de atingidos em Rondônia
    http://www.mabnacional.org.br/?q=noticia/mab-denu

  8. Mariano disse:

    Dá um grande orgulho ver 3 típicos e legítimos representantes do campesinato brasileiro liderando a massa de estadunidenses.

  9. EUNAOSABIA disse:

    Hummmm rapaz… a MSTiana é uma loirinha de olhos azuis, unhas feitas, mãos delicadas e com os cabelos bem tratados, deve usar Dove e produtos da Natutra…. isso não sabe a diferença entre uma roçadeira e um vagão de trem da CPTM…… ou entre uma espiga de milho e uma cabeça de alho… e essa turma ainda bate bumbbo por isso eí….

    Farsa pura mesmo…

    Vocês não enganam é ninguém.

    • Conceição Lemes disse:

      Eunãosabia, vc sabia que para ser militante e defender o MST não precisa pegar na enxada? abs

      • EUNAOSABIA disse:

        Eu estava apenas tentando ser coerente com o próprio pensamento vigente, ou seja, segundo vocês mesmo – vocês que eu digo, de quem vive de panfletagem ou se deixa influenciar por "jornalistas" que sabem muito bem o querem – mas pois bem, é que se uma manifestação não tem nenhum negro ou alguém com uma camiseta velha e rasgada por exemplo, então para vocês não tem legitimidade.

        Para mim não existe brasileiro negro ou branco de olhos azuis, mas para muita gente tem, o brasileiro negro e o brasileiro branco.

        Proselitismo político torpe que tem a única finalidade de angariar votos, e que infelizmente funciona.

        Usam de uma injustiça social histórica para fins puramente eleitoreiros.

        Só fiz essa menção a moça ser loira e muito bem tratada, pelo fato de que muitos aqui fizeram o mesmo nas marchas contra a corrupção… ""iii olha lá… não tem negro… é todo mundo branco e bla bla bla"""..

        Tem gente que acha que sou um suposto "direitista ou coisa que o valha"", deve ter gente que ache que eu sou rico até…….. estudei a minha vida inteira em escola pública, com 17 anos passei num vestibular para o curso de engenharia mecânica em uma universidade federal, nunca tive bolsas, só vim usar sapatos com 18 anos quando comecei a trabalhar e estou longe de ser branco….o problema é que eu não me deixo levar por certos tipos de pensamentos… pensam e pregam uma coisa e praticam outra completamente diferente…

        Minha menção ao fato de ser loira é apenas para mostrar o quanto há de contradição em certos tipos de pessoas.

        Ser a favor do meio ambiente, da distribuição justa da renda, a favor do respeito as minorias, punir com rigor quem discrima uma pessoa pela raça… será que vocês pensam que eu sou contra essas causas?

        Ainda volto a este assunto, talvez volte não sei, com um exemplo em que eu mesmo fui a "vítima"…

        Saudações….

      • Conceição Lemes disse:

        Vocês, jornalistas, quem cara pálida? Vive de panfletagem, onde? Não meça o Azenha e a mim pela sua "régua". sds

      • cronopio disse:

        EUNAOSABIA, começou a trabalhar para o pig e subiu na vida.É gente que faz!

      • Edfg. disse:

        Até porque a maioria dos defensores são "intelectuais" de classe média, que nunca viu uma dessas na vida.

    • Cláudia M. disse:

      Hummmmmm, rapaz, mas você é um poço de preconceito, heim? De fazer inveja a qualquer Bolsonaro…

    • Luis disse:

      É, talvez essa "loirinha de olhos azuis" tenha nascido em berço de ouro, talvez sempre teve tudo o que quis, talvez tenha uma familia bem estruturada, estudos, e talvez até, quem sabe, ela deva ter um bom emprego bem longe do campo, mas nada disso impede que uma pessoa tenha consciencia social e pense um pouco além de seu umbigo, o que impede isso nas pessoas é a ignorancia.

    • Avelino disse:

      Caro Eunãosabia
      Eu também defendo o MST e não pego em enxada.
      Gostaria de ver os calos nas mãos de Ronaldo Caiado e Katia.
      E qual motivo leva uma MSTiana a não ser lorinha, cabelos bem tratado e usar Dove e Na
      Saudações

    • chicone disse:

      Comentário que demonstra preconceito e inveja ao mesmo tempo.
      Preconceito por afirmar que camponês do MST deve viver mal trapilho; e pior, achar que "sem terra é coisa de preto". E inveja porque o "eunaosabia" sabe que não tem a mesma capacidade da uma sem terra.
      Sabe que jamais será respeitado como essa sem terra de olhos azuis está sendo.

  10. Ze Duarte disse:

    Ela tem bem cara de sem terra mesmo!

    MST, o movimento arroz de festa, só sabe produzir sem terras e invasões.

    São gafanhotos que nunca resolvem o problema de ninguém, só enriquecem os cabeças do movimento. Nunca vi ninguém que tenha subido de vida graças ao MST!

  11. Mariano disse:

    Que beleza, tem uma baita área devoluta e improdutiva lá, chamada Central Park. Vai lá, galera, invadam lá.

  12. Ottoni disse:

    Essa turma toda aí, o que querem? São contra o capitalismo? Contra a democracia? Por que não protestam em frente a Casa Branca? Vão encher o saco do Barack.
    Outra coisa, estranho um brasileiro falar em MST nos EUA acampando na praça. Se como dizem, lá é a morada do capeta, então que essa mocinha volte logo de lá pra infringir as leis daqui mesmo.

  13. Edfg. disse:

    hahahahahahahahahaha…. ah, bom, agora vai… isso aqui é muito divertido…

  14. Moreno disse:

    na boa, será que as ocupações querem mesmo acabar com o capitalismo?
    é evidente que do jeito que está é ruim, mas quais são as alternativas?
    nunca estudei marx, mas lá se vão 100 e poucos anos, e o mundo não é mais o mesmo… o que ainda é válido? acostumaríamos-nos a uma mudança radical do nosso modo de vida?
    a humanidade é a única espécie na Terra que está provocando sua auto extinção, e nem isso tem sido suficiente para mudarmos uma palha no comportamento médio…
    pode ser ignorância, mas sou bastante cético à mudanças… alguma idéia prática do que virá? e de como realmente chegar lá?

    • eujasabia disse:

      Na verdade, o capitalismo já era!! O que está acontecendo é a demora em se reconhecer isso. Esse sistema funcionou bem por alguns séculos, mas chegou o momento em que não pode mais exercer sua função vital: acumulação e reprodução de capital e o debate deve se ampliar para as questões voltadas ao que dará lugar a esse sistema.
      As ocupações são fruto da insgnação coletiva gerada pelos sintomas do colapso do sistema.
      Como diria Marx, o sistema destruiu os dois pilares que o sustentavam: a natureza e o trabalho humano. É o fim. Não se iludam com a idéia de que desse sistema pode sair solução para os problemas do sistema.
      O que temos que fazer é lutar para que seja o que venha de agora em diante seja menos opressor e mais igualitário.

  15. Francisco disse:

    Agora o PIG vai incitar o… é… acho que o PIG já não sabe mais para onde correr!

  16. Dallas Green disse:

    MST – LETRA DEAD FISH

    Quem você pensa que eu sou
    aquele que você viu na TV
    o que te faz pensar que sou tão diferente de você
    pois eu tenho família e também meus filhos pra criar
    e sou eu que estou aqui
    lutando porque é meu por direito
    Devo ocupar
    Devo produzir 3x
    Devo resistir

  17. Fabio SP disse:

    O movimento pode ser sem terra… mas tem passagem para NY.

  18. Palmas disse:

    Bem que o Alexandre Gracinha poderia comentar esse vídeo no Bom dia Brasil.Ou que tal um globo reporter sobre o assunto.Entra aí vamos fazer a sugestão a central globo de jornalismo.

  19. Lucas disse:

    Ah, outra coisa que eu acabei de lembrar. Tem muito a ver com o assunto: Um estudo suíço provou cientificamente que umas poucas corporações transnacionais controlam a economia do mundo. O nome do estudo é "The network of global corporate control"

    Pra quem sabe ler inglês, duas URLs (tire as aspas): Uma notícia que resume o estudo "http://www.newscientist.com/article/mg21228354.500-revealed–the-capitalist-network-that-runs-the-world.html", e o estudo em si "http://arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/1107/1107.5728v2.pdf"

    Nada que a gente não soubesse, mas é bom ter um estudo científico pra jogar na cara de quem ainda duvida.

  20. Lucas disse:

    É bom lembrar que o chamado pra "ocupar o mundo" não veio do Ocupar Wall Street, mas dos indignados, na Espanha, movimento que, assim como a Primavera Árabe, inspirou o OWS.

  21. dukrai disse:

    Isto de não poder usar microfone em Wall Street é um tiro no pé duzômi.
    Numa assembléia do sindicato em São Bernardo na década de 80, o som deu pau e o Lula pediu pros companheiros da frente irem repetindo as suas palavras pros detrás, expandindo em olas e a sua voz se tornando a voz de todos.
    Como agora em Wall Street, vox populi, vox Dei.

  22. Lu_Witovisk disse:

    Chegou a hora, o povo não sera mais o mesmo depois destes levantes. Não sei o que será, mas duvido que os opressores voltem a ter o poder que tiveram. Só isso já terá valido a pena.

  23. Pela unidade planetária de todos os movimentos contra os banqueiros e especuladores!

  24. Fabio_Passos disse:

    A MAFIA DE WALLSTREET
    [youtube gCia4TvG9l0 http://www.youtube.com/watch?v=gCia4TvG9l0 youtube]

  25. Fabio_Passos disse:

    Olha só que barato.

    Só com a união de todos os oprimidos para derrubar este regime maldito.
    Destruir a peste neoliberal é questão de sobrevivência para a humanidade.

    Poder para o povo pobre!

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