VIOMUNDO

Maria Rita Kehl: Dois pesos…

05 de outubro de 2010 às 20h23

DOIS PESOS…

por Maria Rita Kehl, no Estadão, via Vermelho

Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.

Se o povão das chamadas classes D e E – os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil – tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.

Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por “uma prima” do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.

Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da “esmolinha” é político e revela consciência de classe recém-adquirida.

O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de “acumulação primitiva de democracia”.

Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.

Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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Rodrigo

25/11/2012 - 13h08

Essa mulher pensa por si mesma e age com os outros.

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josue mendonca

25/10/2011 - 02h15

Cheguei a esse texto através de um vídeo da professora Marilena Chaui no qual ela cita o episódio da demissão da autora desse artigo pelo Jornal O Estado de S. Paulo, como uma das evidências da ameaça que Serra representa para a liberdade de expressão no Brasil. Como disse um outro leitor que comentou aqui, lamento não ter lido antes esse artigo, pois gostaria de discuti-lo no calor do acontecimento. Entretanto, me sinto motivado a comentar porque temos visto no Brasil um movimento de intolerância significante contra os nordestinos por parte de brasileiros principalmente das regiões do sul do país. Defendo o posto de vista de Maria Rita Kelh porque ela fala muito claramente desse preconceito existente contra os pobres do nordeste e do impacto positivo que as políticas de assistência social têm promovido nesta região. Talvez seja um pouco difícil para algumas pessoas perceberem, distinguirem a importância desses benefícios sociais para um indivíduo nascido e crescido na pobreza, quando não na miséria, numa região com auto índice de desigualdade e exclusão social e concentração de renda como o nordeste. Importância para o indivíduo, para a família como um todo e, conseqüentemente para suas relações sociais e, porque não dizer trabalhistas, já que se tocou no tema emprego. O raciocínio é muito simples: miséria é uma condição absolutamente inaceitável num país rico como o Brasil. Rico e que se diz democrático. Em outra palavras, para que se olhe para o Brasil e se admita em termos políticos, sociais, econômicos ser ele um país democrático, não é possível, nem em considerações puramente filosóficas, que existam tantas famílias vivendo abaixo da linha da pobreza, em situação de miséria, de fome, de crianças subnutridas.A ação do governo no resgate dessa população que não tem o que comer se configura portanto numa atitude que expressa fundamentalmente o conceito democracia, e ressalta um de seus aspectos mais importantes que é o da dignidade humana. Falei que "talvez seja um pouco difícil para algumas pessoas perceberem a importância desses benefícios" porque parece que esquecemos que o ser humano tem o direito de comer. É só quando lembramos desse direito básico, dessa coisa tão simples, que podemos quem sabe chegar a defender esse benefício. Ao se resgatar a dignidade, a cidadania, o direito e acesso e, por conseguinte, reforçar a democracia através dessas ações de combate à pobreza extrema, o brasileiro – esse brasileiro nordestino que achava que por sua situação de inferioridade social e econômica não merecia nem comer – consegue enfim ganhar algum ânimo, se ver como gente, como um cidadão, enxergado enfim pelos poderosos, por Brasília, pelo Estado. Na medida em que se vê como gente, como um indivíduo que faz parte da sociedade brasileira como um todo, porque partilha de direitos, se desperta nesse indivíduo algum grau de consciência política, algum grau de reflexão sobre sua importância na sociedade: "Se tenho o direito de comer, será que não tenho direito a tantas outras coisas e não estou sabendo''? "Será que não estou sendo vítima de tantas outras injustiças sociais e econômicas?”Mas qual o interesse que a elite econômica tem em que o pobre explorado agora desenvolva consciência política? Na verdade, aqueles que acusam o nordestino pobre de serem incapazes de validar seu voto como expressão de consciência política pertencem basicamente a dois grupos em nosso país: a) a classe empresarial que acredita na necessidade de uma massa de gente pobre como mão-de-obra barata; b) aqueles que não conseguem entender que um país só pode se desenvolver econômica e socialmente de maneira sustentável e equilibrada, quando se respeitam as condições mínimas de sobrevivência e dignidade de seus cidadãos. Dizer que alguém é preguiçoso porque não aceita um salário de fome, porque agora estaria na boa já que recebe um auxílio do governo, se torna um discurso ridículo quando defrontado com o quadro de injustiça social em nosso país. Esse tipo de argumento, de discurso, reflete uma ignorância e uma falta de sensibilidade tão profunda quanto à realidade de nosso país, que me sinto até envergonhado ao ter que admitir que tais palavras saíram da boca de um brasileiro. Sinto uma tristeza ao ver um Brasil tão bonito, tão rico, de pessoas tão alegres, com um espírito tão jovem, se dividir de forma tão preconceituosa, discriminatória. Precisamos entender que num país rico e com um potencial de crescimento como o nosso para as próximas décadas, não se pode mais aceitar que um brasileiro trabalhe apenas para comer. Não podemos admitir criança sem ter o que comer. Não podemos imaginar de forma tão ingênua que uma criança do sertão nordestino passa fome porque os pais são burros ou preguiçosos, num país que concentra riqueza de forma tão escandalosa como o nosso.

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    Adriano Fernandes

    17/09/2012 - 11h24

    simone paulon, seu comentário foi tao ou mais importante quanto o texto da autora. parabens!

João Manoel

17/10/2011 - 22h26

Lamento nao ter lido esse artigo antes. É muito esclarecedor e põe a nu o preconceito social e a hipocrisia de muitos de nós, inclusive.

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saxmozartfaggi

26/04/2011 - 21h29

Fantástico e incrível… Gosto de além de ler textos brilhantes, com um assunto que faz jus a quaisquer partidos, lemos o que é realmente, um peso de lá e outro de cá… quem é o dialogador mais correto, quem fez e se o outro não fez, porque não havia feito antes? A internet chega nas favelas de São Bernardo do Campo, eu mesmo as vi… quem tem razão? a classe A, B,C,D ou E? A internet dirá, ou seja, o povo… o cidadão

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Eleições 2010, Liberdade de Expressão e Mídias Sociais | Comunicação e Tendências

21/11/2010 - 21h13

[…] e psicanalista Maria Rita Kehl, do jornal O Estado de São Paulo.  Maria Rita escreveu um artigo cujo título foi Dois Pesos, analisando o posicionamento político do Jornal (a favor de Serra) e […]

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Mayara Petruso e os dois pesos

08/11/2010 - 03h07

[…] por servir de bode expiatório para toda uma cultura ventilada no período, denunciada pelo ótimo artigo de Maria Rita Kehl, no dia das eleições do primeiro turno. A reação rápida contra ela na internet (seu nome foi […]

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Elisângela Lacerda

06/11/2010 - 12h15

Quando a "elite" (rs) afirma que Lula e Dilma foram eleitos pelos beneficiários do programa Bolsa-família, se esquecem dos milhares de universitários que tem Pro Uni. Esse grupo de pessoas (do qual já fiz parte), com o acesso ao ensino superior, se tornam mais esclarecidas e passam a influenciar o voto de seus familiares. Assim, o que se vê é uma maior conscientização das pessoas ao votar. Dizem que esses eleitores votam apenas pensando em si mesmos e não no país. Não entendo, como que cada um votando a favor de seus interesses é a maioria e isso não represente um bem para o país. Afinal de contas, um presidente deve pautar suas decisões a favor da maioria, especialmente quando essa maioria, por décadas, não teve acesso nem aos direitos mais básicos que lhe garantam exercer sua cidadania.

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Angélica

05/11/2010 - 11h38

Parabéns pelo texto, sou psicóloga e trabalho na Política de Assistência Social, amei o texto pela transparência com que trata a questão social. Estou decepcionada com este jornal. No que depender de mim ele terá muita propaganda negativa. Boa Sorte.

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Martim

04/11/2010 - 10h36

Ta loco, lendo alguns comentários, parece q só eu entendi esse texto!
Não ahcei nada de tão polêmico nele, e muito bem escrito!

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Xenofobia de merda « Cintices

03/11/2010 - 18h13

[…] a daquelas que não tiveram estudo. Que os analfabetos “atrasam” a vida dos cultos ao votar em troca de um prato de comida. Que eles não tem capacidade para escolher seu governante e, muito menos, o dos […]

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Cintices

02/11/2010 - 18h00

[…] a daquelas que não tiveram estudo. Que os analfabetos “atrasam” a vida dos cultos ao votar em troca de um prato de comida. Que eles não tem capacidade para escolher seu governante e, muito menos, o dos […]

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Aderbal Sabrá

01/11/2010 - 07h06

Que grande besteira este texto. Não deixa de ser uma ideia unilateral de apenas uma cabeça, que tanto quanto os 'cultos' dos quais se refere, se reflete. Em pleno século XXI, alguém que acredita que o direito cívico é algo realmente importante no país em que vivemos? É uma pergunta que já tem resposta no âmago plural. Como psicanalista deveria no mínimo entender que em cada ser humano há um afã egoísta (simplificando como Lula: que vem do ego) a trabalhar. A todos importam sim, primeiramente, o sucesso pessoal. É besteira iludir o leitor de que existem eleitores e até humanos capazes pensar antes noutrem do que em si próprio, sendo que o ato de pensar n'outro, está, pois, diretamente ligado ao de pensar em si primeiro. Besteira maior é exaltar uma melhora de pobreza extrema para 'moderada', enquanto, fatualmente, a pobreza é. Veja, isto não é uma opinião pessoal, é uma constatação fática. Não é para isto que os jornalistas são contratados? Não é este o trabalho do jornalista? Aliás, o simples ato de 'desqualificar' votos alheios é parte essencial daquilo que conhecemos como "qualificar o nosso". (tal como neste momento aqui faço, o que é natural. Lei da selva, talvez? Suspensa, que se faça pairar uma reflexão…) Como o texto mesmo diz… é o peso. Ninguém, jamais, preferirá o copo meio cheio. Portanto, ao texto, cabe-se apenas pobre dialética.

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    Fernanda

    01/11/2010 - 18h25

    Aderbal, naõ se irrite! só porque você deve ter votado no Serra e está com o orgulho ferido, mas a falta de sabedoria provoca este tipode reação mesmo. Trata-se de um artigo para refletir não para impor como verdade coisas que geralmente jornalistas gostam de fazer, pois perderam suas essência de informar para influenciar. É uma pena, mas acredito na evolução do homem e quem sabe algum dia você tenha o prazer de ler e refletir, não fique assim sabe porque no fundo no fundo os candidatos estão em suas casas e você mais um, pobre no principal (o da inteligência).

    Euzinha

    03/11/2010 - 13h30

    Antes uma pobre dialética que uma pobre "alma", não?!

    GHO

    04/11/2010 - 10h37

    "É uma pergunta que já tem resposta no âmago plural". Cumé quié? Âmago plural? Homem, simplifique seu discurso, porque o uso dessas expressões pedantes e enigmáticas só depõe contra você. Outras como "cabe-se apenas pobre dialética" são muito piores. No final, esse amontoado de abobrinhas não permite saber exatamente o que você pensa, mas me parece que você concorda com a jornalista. Ou não?

    Renato Toscano

    09/11/2010 - 11h41

    Pensando assim tão negativamente, acreditando que não há um pensamento social, mas sim pessoal em todas as atitudes humanas, imagino que a sua vida deve ser uma derrocada emocional e de sentido existencial.

Maria Rita Kehl… Um resquício da ditadura! « eticaepsicologia

28/10/2010 - 19h36

[…] liberdade de expressão, impede a emissão de opinião por articulista que ali escrevia há anos. Veja aqui o artigo de Maria Rita Kehl Veja aqui entrevista da psicóloga e psicanalista ao Terra Magazine Leia também artigo do […]

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Pinkareta

27/10/2010 - 18h17

Procurei e achei aqui esse artigo… Muito obrigada por postá-lo. Amei o conteúdo e me sinto totalmente solidária com as palavras da Maria Rita. Um abraço

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Josefina Meloo

21/10/2010 - 19h51

Vejjam a fala do Presidente Lula em BH onde diz que os ricos são ingratos em não votar em sua candidata, porque foram os que mais se benficiaram em seu governo.
"Você (virando-se para Dilma) viu a diferença da elite e do povo. E é por esse povo, Dilma, que você vai ganhar as eleições. É com esse povo e para esse povo que você vai governar. Nós começamos essa caminhada lá em cima no Bairro das Mangabeiras, onde mora o povo mais rico de Belo Horizonte, e você percebeu que lá tinha pessoas que faziam assim para nós (sinal de desaprovação). Eu diria para vocês que eu fico constrangido porque aquelas pessoas ricas foram as pessoas que mais ganharam dinheiro no meu governo."

Amanda Almeida – Estado de Minas
Publicação: 16/10/2010 15:43 Atualização: 16/10/2010 17:23

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silvana cortes

21/10/2010 - 10h00

parabens e obrigada Maria Rita, continue divulgando suas ideias sensatas e inteligentes

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@_roberto88

20/10/2010 - 23h49

Engraçado ver pessoas defendendo o Lula, ele ajudou as pessoas carentes? Não tenho muita certeza se foi exatamente ele que começou com os programas assitencialistas, mas se sim, ponto pra ele. Mas isso não é nem um mínimo do que tem que ser feito! O cara é tão cara de pau que quer se perpetuar no poder escolhendo a candidata com menos preparo, sendo muito mais fácil controlar as coisas. Se vocês, preocupados com as pessoas mais carentes, se preocupam de verdade, como querem fazer parte da engrenagem que não deixa essas pessoas sairem de lá debaixo? Na minha opinião isso é um grande paradoxo. Defendo o PT pelas pessoas carentes. Primeiro, o que precisa ser mudado de verdade, que é a educação, eles nem tem uma proposta fixa, segundo que a classe média pra eles, a classe média que se dane, com os impostos altissímos, dívida interna crescendo cada vez mais. Por favor, menos idealismo de papel e cegueira e mais estudos socio-políticos, isso vale para meus colegas psicólogos que enviaram comentários favoráveis também. PS: Não apoio nenhum dos dois candidatos, como diz o dito; "Farinha do mesmo saco."

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    carlos assis

    21/10/2010 - 08h25

    partidos politicos não são todos iguais, propostas politicas não são todas iguais, existem cabeças pensantes por detrás de cada personagem .Quem é o Golbery do Serra , do Maluf, da Dilma?????. Quem são os verdadeiros patrocinadores das campanhas ??? Banqueiros? Empresários? Religiosos? Investidores estrangeiros?Bicheiros?
    Quem manda no Brasil???Com certeza não é a classe média , nem a classe pobre

    Enio Ardohain

    22/10/2010 - 21h19

    Caro Roberto, moro em São Mateus ES, um dos lugares onde está-se construindo uma unidade do Ifes e uma universidade, coisa que, em 46 anos de vida, ainda não havia visto acontecer em nenhuma cidade brasileira de cem mil habitantes. Por isso contesto seu argumento de que não há um plano de educação. Assim como as nossas, foram construídas muitas unidades educacionais de ensino técnico e superior em todo o Brasil.
    Também é bom perceber que, antes de dar vantagens à classe média, com redução de impostos e que tais, é preciso tirar os mais pobres da miséria e 'engordar' a classe média. Os reflexos deste aumento no poder de compra está visível na quantidade de carros e moptos circulando pelas ruas. Vejo pescadores e trabalhadores de pouca escolaridade comprando casa ou construindo. Vejo os filhos de trabalhadores rurais de Itaúnas, uma vila com mil habitantes, chegando à universidade.
    Não se trata aqui de retórica idelaista, e sim de observação empírica da realidade ao meu redor. falo do que vejo e não do que leio nos jornais ou assisto na TV. O Brasil está muito melhor sob a ótica dos mais necessitados.

Eleições 2010, Liberdade de Expressão e Mídias Sociais « Comunicação e Tendências

20/10/2010 - 23h08

[…] e psicanalista Maria Rita Kehl, do jornal O Estado de São Paulo.  A colunista escreveu um artigo cujo título foi Dois Pesos, analisando o posicionamento político do Jornal, e isso bastou para a […]

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Felipe Naltchadjian

20/10/2010 - 18h38

Acho um absurdo a forma como o PT tirou proveito do Bolsa Família, para os desinformados de plantão, foi criado pelo Governo Fernando Henrique Cardoso assim como o Real e tantas benesses. Não é estranho que o PT tenha feito isso, pois em desrespeito ao direito autoral, autorizou também a quebra de patente de remédios para o HIV, angariando com essa medida os votos também de pessoas com essa deficiência. Aí vem essa colunista defender a tese dos que fazem filho na mulher do outro. Pura contradição ! PT – Pilantras de terno, nada mais que isso.

Brasil, um país de (aproximadamente 53% ) de tolos.

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    Americo

    24/10/2010 - 10h09

    Seguindo o seu raciocinio, devemos agradecer o Pedro Alvares Cabral por "descobrir o Brasil"… Com certeza, nunca passaste por nenhuma necessidade!

Melisa Mattos

20/10/2010 - 10h20

As pessoas inteligentes e sensatas não são valorizadas em nosso país. Vivemos em uma hipocrisia e manipulação social, e foi o que aconteceu com a Maria Rita com seu artigo publicado no Estadão. A palavra estadão não se refere somente ao estado propriamente dito, mas ao poder do estado dirigido segundo interesses, que não é mais novidade,da elite. Bater de frente com esse medíocre sistema fez com que nossa pensante jornalista fosse demitida, e que para nos leitores se deu de forma muito injusta.
Como é difícil quebrar paradigmas! Ainda mais se esses modelos estão fortemente cristalizados como é colocado no artigo,e beneficiam somente alguns na sociedade.
Ter opinão,ser pensante e humana nesse sistema é não ter vez !Foi o que aconteceu com a psicanlista Maria Rita.

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thiago_zaguetto

19/10/2010 - 14h04

Realmente é preciso elogiar a ex-articulista do Estadão, mas não menos inteligente, crítica, aguda, e humana, Maria Rita. O que esse jornal perdeu em credibilidade – mais ainda- perdeu em substância, o que não é pouco, dada a repercussão do caso, digno da pena até de Dalmo Dallari.
Em todo caso, as linhas escritas por Maria Rita traduzem a obscuridade, a falta de solidariedade e mesmo de senso crítico de grande parte da população brasileira. Principalmente os paulistas.
A elite é letárgica, preconceituosa e o que é pior: tem preguiça de pensar. Quantas vezes não fui objeto de riso, mesmo entre amigos, por ter votado na Dilma. Agora, a resposta que dão, quando instados a dizer a razão da troça, é nada menos que o mesmo riso de antes, ou seja, é riso de quem não está nem aí, a não ser com a manutenção do próprio status.

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Pulando do muro « Blogadona

18/10/2010 - 18h59

[…] sobre o assunto que até perdi a graça. Não há muito mais o que dizer depois do artigo “Dois pesos” da Maria Rita […]

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Helio

18/10/2010 - 16h30

É uma pena que o Estadão, como jornal, até hoje não tenha encontrado o seu lugar de imparcialidade em nossa mídia. Leio esse jornal há mais de cinquenta anos, mas para poder avaliar o conteúdo também leio a Folha e o Globo, todos os dias. Seu artigo Maria Rita, além de ótimo, muito especial, teve o mérito de conduzir à revelação da postura político-ditatorial do jornal perante os demais meios de comunicação e os próprios leitores. Esta opção, que já era muito conhecida, apenas não era declarada. A partir da sua demissão o jornal não se sentirá bem em continuar a contar os dias em que está censurado em face de um comportamento jornalístico nada imparcial, nada democrático. Se o fizer não terá credibilidade. Não obstante, continuarei a ser leitor do jornal e acompanhá-la no jornal ou revista onde estiver. Parabéns!

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Mot

17/10/2010 - 19h05

Uma dermatologista, provavelmente aspirante da classe A, me disse exatamente o que está no texto da Maria Rita; seu grande temor era não conseguir empregada doméstica para ela e suas filhas, por isso era contra a Bolsa Familia e não votaria na Dilma. Como contestar o programa Bolsa Familia que tirou toda uma classe que vivia abaixo da linha miséria?
Quanto a demissão da Maria Rita, fica claro que a imprensa NÃO defende a liberdade de expressão e sim a liberdade de se vender aos interesses políticos sem assumirem para quem se venderam

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Final de campanha ou final de campeonato? « Blog do Digão

17/10/2010 - 16h13

[…] bipolarizada como uma final de campeonato. É uma briga de torcidas entre o sul e o norte do país, entre classes sociais. A racionalidade deixou o campo desde o começo do segundo tempo e já estamos na prorrogação. Os […]

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Dois Pesos « HOMEM DE BEM

16/10/2010 - 22h45

[…] há muito tempo. Ela foi demitida arbitrariamente por ter publicado um artigo intitulado “Dois pesos” no qual questionou a desqualificação do voto da população pobre e fez comentários sobre o […]

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Tatiana

16/10/2010 - 11h59

Parabéns Maria Rita! Mulher de coragem!!!!
Quanto ao Serra…ao Tiririca…muito cuidado… "pior que tá, pode ficar ainda mais!."

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FRANCISCA

15/10/2010 - 21h56

Parabens MARIA RITA pela matéria. Trabalhei em uma ong onde atendíamos pessoas que recebem o bolsa familia horrorizada de ver gente fazendo filho para aumentar o valor a receber do Governo. Minha irmã é professora e
pública e já por diversas vezes ouviu de alunos sem compromisso com os estudos; professora nao quero nem saber, só estou aqui para minha mãe nFao perder o bolsa FAMILIA. O que o Governo precisa é dar condições para que cada brasileiro .consiga o seu sustento .

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Pedro

15/10/2010 - 16h39

Como costumo dizer, muito fácil falar mal de quem 'nao faz nada' pra ganhar 100 pilas do governo por mes.

É fácil, pq normalmente nem se fala, se escreve, num computadorzinho de 2500 pilas, usando roupas de sei la quantos outros pilas

Eu nao entendo como alguem pode ser tao ruim a ponto de nao ficar feliz de saber que hj tem gente que pelo menos ganha uma grana do governo para poder comer! COMER!

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Ednaldo

14/10/2010 - 20h33

É isso aí Maria, oito anos de mentiras só alegria, um minuto de verdade só tristeza. A verdade doi.

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Jamerson

14/10/2010 - 11h12

ACONTECIMENTO VERGOLHOSO? TALVEZ. Pelo menos nos ajuda a perceber o quanto a hipocrisia está enraizada em nossas vidas.

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vinicius ferreira

14/10/2010 - 00h57

texto genial!!

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Ally_c

13/10/2010 - 16h39

Texto fantástico! A verdade que ninguém quer dizer.
Riquinhos hipócritas que querem continuar explorando aqueles que não tem opção ou perspectiva de vida.
Não decidi meu voto pro segundo turno, porque não é só o conteúdo deste texto que está em jogo, preferia Marina, mas não deu. Mas não há como negar que o PT fez bastante pelas classes baixas e que hoje ficou um pouco mais fácil adquirir as coisas, independente dos escândalos que tenham rodeado este governo. (como se antes não acontecesse essa palhaçada).
Vejam os EUA, que é um país de primeiro mundo, mas sabe quem faz o serviço sujo por lá?
Nós, os otários latino-americanos.
Os mexicanos, argentinos, brasileiros , que não conseguem fazer dinheiro fácil por aqui (sei que a caminhada é longa) e vão pra lá trabalhar de faxineiro, cozinheiro, recepcionista…se submetem aos trabalhos mais humilhantes (afinal duvido que a maioria faz aquilo porque gosta) por falta de escolha (ou pra vivenciar uma super experiência existencial) e já que lá, o povo não quer fazer isso porque vive bem, pagam os miseráveis dos países pobres pra fazer por eles….
Quem dera que essa gentinha fizesse aqui a mesma coisa, ganhando o que nosso povo ganha….absurdo!
Não estamos na situação ideal, mas se amenizou um pouco o fato do pobre poder se dar ao luxo de escolher qual opção é menos miserável, já é um avanço.
Faço pós-graduação, mas admiro nosso lixeiros, faxineiras, pedicures, enfermeiras, que se submetem aos serviços menos valorizados, quando são essenciais para o funcionamento da sociedade. (pedicure nem tanto talvez).
Sou grata porque alguém faz por mim, aquilo que eu não gostaria de fazer, como um médico, advogado, piloto, motorista também fazem, e provavelmente como professora, faço também pelos que não querem fazer.

Responder

    eli

    16/10/2010 - 17h06

    muito bem expressado cara Ally…valeu

    Maria Betania

    17/10/2010 - 23h20

    regime militar,doze filhos,minha mãe fazia crocher até tarde,professora,viviamos de aluguel,não tiamos televisão,e nós faziamos o serviço da casa.Todos estuda,mos escola publica,todos nòs formamos.,metado do ovo para cada um,para sustentar faculdade de medicina do meu irmão.Não precisamos de cota,não tinha passe escolar(eu ia a´pe para escola e merendava tres vezes),sapato herdava-se do irmão mais velho ,assim como as roupas.Tdos formaram..temos médico,advogados ,promotores,professores,eu tecnica em informática,irmão que ficou no segundo grau por só queria namorar,contadores,administrador de impresa,outra mora nos EU,fazendo faxina e com o dinheiro que ganhou jé comprou um apartamento na melhor prqia de Vit´roa.

    maria betania

    17/10/2010 - 23h20

    Não tivemos bolsa familia,cota…só tivemos pais com força e tenacidade.
    Bolsa familia é esmola.Aqui na colheita do café não se encontra mais trabalhados pois os mesmo ficam tomando cervejas nos botecos.
    Por que nenhum governo fez a reforma tributária para haver mais emprego.?
    As industrias e o comércio que geram empregos são sacrificadas o tempo todo.
    este discurso de riquinhos já estão ultrapassado.Em ves de comprar carne ,pego seu dinheiro e compre arroz e fijão e distribua aos pobres,um t~enis caro,distribua ao pobres.
    Vá pegue um abaixo assinado e leve apo dep federais e peça para abaixar os impostos bno Brasil.
    Compre livros de história e vai ler para as cria~ças nos hospitais de cancêr.
    Se não houver o lixeiro,a faxineira,o garçom..deixa de ser hipocrita..quem vai fazer?
    Lute por escolas bos iguais a nossas de antigamente,que o faxineiro,a lixeirto etc vai estudar e não vai ficar fazendo subemprego…ai quem sabe voce não vai fazer no lugar dwele.
    A falta de emprego está t~ção forte,que tem a´te engenheiro fazendo ´prova para guari.
    Detalhe,o salário de gari é mais alto que da professora,.

Jonathan

13/10/2010 - 13h48

Ao ler esse texto as lágrimas me vieram os olhos. Nele é possível visualizar o que há de mais repugnante no ser humano. Com todos esses sintomas, o prognóstico da humanidade e desesperador.

Responder

Lílian Motta

13/10/2010 - 10h48

Olá, pessoal
A demissão de Maria Rita Kehl simboliza e abre as cortinas do cenário de censura que vivemos em relação à liberdade de expressão. O que é um paradoxo, pois sse a imprensa sofre algum tipo de censura, ela grita, esperneia, esbraveja, e exige seus direitos. Porém… essa mesma iberdade de expressão aponta para a sua desonestidade e insensatez, a imprensa se sente no direito de fazer calar a boca de quem sabe muito bem do que está falando. Os pobres deste país nunca tiveram sobr si um olhar de misericórdia porque sempre foram sinônimo de empregado, servo humilde. Precisamos de conseguir levar nosso país a um nível tal de cidadania que os direitos básicos das pessoas (à vida: alimentos, moradia, saúde, educação, emprego, etc.) não façam mais parte do discurso mentiroso dos políticos. Devemos conseguir que esses direitos estejam disponíveis para todos. E que se encerre essa luta vergonhosa de classes, no Brasil.

Responder

Deise

13/10/2010 - 10h44

Também repudio O Estadão pela demissão de Maria Rita.
Contudo isto não interfere no meu voto. Continuo Marina e na falta dela Serra.
Liberdade é poder usar a consciência ("acumulativa" que seja) com discernimento.
Tentativas de desqualificação VS tentativas de repressão VS meu voto!
O voto! O meu, o seu e dos desqualificados da classe DEFG ganha cada dia mais valor.
Nas urnas no final vence a maioria qualificada ou não.

Responder

Fábio Elias

13/10/2010 - 10h02

Bom, em primeiro lugar um bom dia para você Maria Rita e para todos que lerem este artigo. É mesmo muito lastimável o quadro de desrespeito com o ser humano que se tornou a política brasileira, começando por um discurso baseado na violência moral e no bombardeio ao direito de expressão. O Brwasil se ufana de ser um dos países com mais liberdade de expressão, mas não é o que parece. Será que uma nova ditadura não vêm por aí. se formos nos hospitais veremos o descaso, se formos nas favelas nem é preciso falar, se formos no jequitinhonha há meu Deus que miséria, e os candidatos se ufanam dos seus feitos.
Que feitos?
Eu não vejo quase nada. O que fizeram não era mais que a obrigação.
Pois, muito bem. Ater-me-ei pore aqui, pois a honra é tua Maria Rita, e eu lhe apoio. Continue assim sem medo de dizer a verdade, pois é só assim que traremos a existência um Brasil melhor.

Responder

maria ex funcionaria

13/10/2010 - 10h01

quanto foi o aumento dos funcionários do estado? para que agora "ele" dará aos assalariados 600,00 essa pessoa nao cumpre o que promete nao na prefeitura, nao no estado e agora será que agora a verba é maior fará merenda escolar uma porcaria onde nao tem merendeira, nao tem servente ,nao tem inspetor de escolas pois precisava contratar os cupinxas nao se pode falar do ex prefeito, ex governador e um ex candidato.

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vera

12/10/2010 - 22h24

Se o que o Etadão queria era calar a voz de Maria Rita, fez exatamente o oposto do que deveria. Serra deve estar perdendo mais votos por esta atitude do que perderia devido ao artigo. Não podemos usar uma viseira, mas o artigo é mesmo muito bom.

Responder

Renê Dinelli

12/10/2010 - 19h47

Primeiramente um VIVA à Maria Rita! Toda a situação lastimável que protagonizou o Estadão vem acontecendo diariamente por todo Brasil. A censura está por todo canto, vivemos uma espécie de ditadira da liberdade de expressão. Nós profissionais de ponta (Psicólogos, Assistentes Sociais, Pedagogos , dentre outros) de Políticas Públicas em Prefeitura, lidamos não raramente com tais absurdos. Gestores que não legitimam as Leis, que desde chamar atenção até desvincular os profissionais de suas funções, tudo isso devido a estes utilizarem da criticidade como ponto de referência em suas ações. Não querem o âmbito sócio político, isso não os interessa, quanto menos pensar, melhor! Isso é uma vergonha! Somos ameaçados clara e sutilmente por nossas ações que são vistas não como avanço, mas afrontas. Não é preciso ficar mais que um dia acompanhando as políticas do SUS e SUAS para ver as diversas violações de direitos! Experimente e dencuncie! Um abraço!

Responder

    Drumond Brasil

    14/10/2010 - 12h08

    Certamente Renê, o que se vê nos setores públicos da saúde é o menosprezo por parte dos gestores dos profissionais que têm o senso crítico capaz de questionar a negação das Leis. Fora essa ditadura velada, que nos impede de acançar as melhorias desejadas em termos práticos nos serviços públicos, temos agora os paramilitares disseminados em milícias apoiadas pela nossa polícia. E essa é uma questão que vai além da instalação de UPPs para acabar com otráfico. O que se vê é uma troca de poderes que se mostra muito mais sutil na violação dos direitos humanos. Os meios de comunicação não mostram, mas agora é normal assumir que existe outro poder paralelo: as milícias, que no Rio de Janeiro incomodam cidadãos de bem que vivem em comunidades que antes da sua instalação não tinha ocupação de traficantes.

Luci Costa

12/10/2010 - 18h10

Enquanto a demissão for feita por um JORNAL, podemos considerar DEMOCRACIA (ambos têm direito de expressão). Pior será (como já foi um dia), demissão feita PELO GOVERNO. Aí então estareos perdidos (DE NOVO).

Responder

LEIA O ARTIGO QUE LEVOU “ESTADÃO” A DEMITIR ARTICULISTA « O PATIM

12/10/2010 - 17h04

[…] cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos”. http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/maria-rita-kehl-dois-pesos.html from → Uncategorized ← O PRÉ-SAL, O BRASIL E AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS […]

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Raquel

12/10/2010 - 10h55

Parabéns!!! É uma pena que grande parte da população não tenha acesso a Educação e as notícias verdadeiras.

Responder

Tatiana Ramos

12/10/2010 - 09h59

Ola a todos!
Sou psicologa, estudante em saude publica e politicas sociais em Paris, e venho aqui expressar como acho engraçado algumas colocações de leitores sobre as politicas sociais no nosso pais. Primeiro, quando classifica-se como esmolas aquilo que é direito humano. Depois, quando se fala de politica do governo anterior, politica desse governo…
Uma das coisas que sempre detestei em politica é quando se coloca uma etiqueta em politicas PUBLICAS! Colocar em pratica uma politica publica não te transforma em dono dela e, portanto, o governo Lula não roubou politicas do governo anterior, mas deu continuidade e aprimorou politicas que ele considerou interessante para o pais. Ainda bem! Sempre me espantou essa idéia de acabar com uma politica porque não foi o seu partido que colocou em pratica. Isso é totalmente absurdo! No entanto, vi diversas vezes acontecer no Rio. Quem se lembra de obras de metrô que começavam em um governo e que no outro paravam? O que muitas vezes acarretava em roubos dos trilhos e depredação do patrimônio publico, por exemplo. Isso onerava o governo seguinte que retomava as obras, ou seja, pagavamos em dobro por mau uso do nosso dinheiro! Alias, isso continua acontecendo, ou alguém ja se esqueceu do elefante branco que nosso “querido” César Maia deixou na Barra da Tijuca, vulgo Cidade da Musica? Até falsa inauguração existiu! Esse sujeito não vai ser processado por mau uso do dinheirto publico? Melhor parar aqui, ja que isso nos leva a uma outra discussão…
Outra, politicas sociais são uma forma de solidariedade que existe ha muito tempo em sociedades como a nossa. A aposentadoria é um bom exemplo de politica solidaria e tratar um direito constitucional como esmola é no minimo indigno de quem se pronuncia nesse sentido, no mais estupido. Comer não pode ser considerado um luxo, mas um direito! Esses e-mails e artigos que circulam na internet pra difamar uma politica que deu esperança a milhões de brasileiros é no minimo maldosa. Certamente as pessoas que divulgam esses e-mails e circulam essas opiniões nunca viram a miséria de perto (ou não querem ver). Felizmente pra eles, não devem ter vivenciado esse tipo de experiência, mas sinto dizer que ela existe!
Se pararmos pra ver, essa discussão de “povo preguiçoso” é tão velha quanto a colonização do nosso pais. No passado (?), éramos considerados como preguiçosos porque tinhamos uma mistura de sangue indio e africano e, por isso, a migração européia foi amplamente estimulada pra criar uma melhor “raça” para o pais. O que eles não pensaram (e algumas pessoas ainda não pensam!), é que sem comer o que necessitamos para suprir as carências nutricionais do corpo, caimos doente. Essa dita moleza e preguiça do povo, nada mais era muitas vezes do que carência nutricional. Ou seja, repito, comer não é luxo, é necessidade! Certo, a politica aplicada e que da um primeiro passo para a dignidade de um povo, não deve acabar ai ( e certamente não é essa a intenção!).
Maria Rita Kehl, inteligente e boa escritora que é, colocou no seu texto questões tão pertinentes e obvias que parece até brincadeira que tenha sido demitida por isso. Ela não descobriu a polvora ou mostrou fatos inéditos, mas clarificou questões existentes ha tempos! Parabéns por seu texto brilhante e corajoso!

Obs: Peço desculpas pelso erros de português as "almas sensivéis", mas meu laptop é francês e não respeita a ortografia da nossa lingua…

Responder

    Marisa Paim

    13/10/2010 - 21h00

    Ola Tatiana muito pertinente suas colocacoes parabens, nossa maior politica publica deveria estar em prol do usuario nas suas necessidades varias abraco
    Marisa Paim

Youman

12/10/2010 - 05h18

E Tiririca é a prova de que o povo sabe votar hoje né? Por isso o Lula é presidente: consciencia de crace. :)

Responder

Caio Cesar

12/10/2010 - 00h35

Recentemente o Estadão foi vitima de censura de imprensa , sendo proibido de publicar noticias envolvendo escandalos sobre a familia Sarney, que faz parte da base do governo Lula. É óbvio que um órgão de imprensa que vê seus direitos de expressão violados pela base governista, não é obrigado a remunerar uma articulista que faz propaganda por uma candidata identificada com esta base qie propõe a censura da imprensa e exerça influencia neste sentido Tanto o Estadão como todos os demais órgãos de imprensa não são neutros e nem pretendem ser. Recentemente o Estadão assumiu publicamente o apoio a Serra e explicou porque. Acredito que a nossa querida psicanalista cumpriu o seu papel ajudando o Estadão a se assumir neste pleito , ainda que isto tenha significado o final de análise e a destituição da analista como semblant de objeto de desejo. Cabe agora saber se a analista atravessará tambem o seu fantasma da identificação imaginaria com o Estadão como o objeto da midia . a analista articulista continue a se expressar em outros canais, como todos nós o fazemos.

Responder

    Luiz

    12/10/2010 - 18h30

    Senhor Caio, não é bonito fazer mal uso de conceitos psicanaliticos. Sua interpretação aqui é, para dizer o mínimo, equivocada e precipitada. Apontando apenas os buracos mais evidentes: um jornal é uma instituição e não alguém em análise, Maria Rita Kehl é aqui articulista e não analista. Fazer uso de vocabulário psicanalítico para propagar o próprio fantasma é muito diferente de fazer psicanálise, não é?

Andressa

11/10/2010 - 21h50

Sensacional! Essa máfia tem que ter um fim!

Responder

Marlene

11/10/2010 - 20h30

Estadão, que feio! que jornal é esse???

Ma. Rita, esse decididamente não é o seu lugar de trabalho!!!!!

Responder

Roseli

11/10/2010 - 18h06

Maria Rita , PARABÉNS, PELA CORAGEM! Seu artigo me lembrou a poesia de Bertold Brecht

"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural,
NADA DEVE PARECER IMPOSSIVEL DE MUDAR ".

sem ser sexista, como tenho orgulho de SER MULHER!

Responder

Conselho Federal de Piscologia repudia Estadão |blogdobarbosa.jor.br

11/10/2010 - 16h53

[…] Leia aqui o artigo. // Compartilhar […]

Responder

Viva o português

11/10/2010 - 15h59

Gente: /mas/ é diferente de /mais/!

Responder

Jonatha Soares

11/10/2010 - 15h16

A maneira o qual os comentários sobre a demissão desta jornalista esta sendo repercutida não chegam nem perto da verdadeira máfia que esta oculta debaixo dos tetos dos palácios e assembléias governamentais, não tem como negar que o governo atual mudou muitas coisas para melhorar o pais, como também não tem como negar que muito se aproveitou do que o governo anterior deixou e também não podemos negar as falcatruas que não só do governo atual como do anterior, mais de toda historia política, não só do Brasil, mais do Mundo inteiro. Com isso temos então não um erro de edição, nem uma perseguição pessoal ou profissional do jornal contra a jornalista, mais temos sim o que poucos vêem. Muitos acreditam que temos liberdade de expressão, mais não há liberdade nenhuma e com uma situação igual a esta podemos ter esta certeza, a nata ordena aquilo que devemos fazer, ler, ouvir, falar e escrever e nós a massa, obedecemos sem saber que realmente é verídico que a nossa liberdade na verdade não é liberdade é sim uma mera ordem de execuções bem planejada. Sabe porque esta simples jornalista foi demitida? Porque ela fez algo que não estava no script e quando um diretor de novelas vê que um ator errou a fala ou o mesmo atuou fora do que estava no script o mesmo para a cena e repete tudo de novo, assim aconteceu com esta jornalista, ela errou a cena e agora terá que iniciar sua carreira de novo até chegar um patamar jornalístico o qual estava atualmente. É difícil vermos que falhas em governos, empresas ou qualquer instituição acontecem o tempo todo, em grandes empresas também há erros, máfias e falcatruas, porém o brilho delas são tão grandes que assim ocultam a sujeira que muitas vezes é varrida para debaixo do tapete. Hoje é esta jornalista, amanhã pode ser você no seu emprego ou em qualquer outro lugar, seja em um clube, numa roda de amigos ou em uma ordem governamental. O que muitos não perceberam é que se não estamos de acordo e não seguimos o que esta prescrito, estamos fora de cena e assim a cena continua, com erros, falhas, acertos, concertos e tudo mais que se tem direito. Quem sabe um dia o povo ao invés de ficar as custas do governo, deitado numa rede, recebendo tranquilamente uma "esmola" que não se pede e nem se vende, o povo não corra atrás do verdadeiro cifrão da vida que é a informação e pare de ficar acreditando no que a TV ou uma mera mensagem corrente que chega por e-mail e deixa uma população como um formigueiro em chamas toda alvoroçada acreditando no que foi lido e se deixando por convencido sem se quer pesquisar, ou querer saber a veracidade da informação. O povo precisa ser mais esperto, pois hoje os espertos estão nas bancadas das ordens governamentais, fazendo com que a vida do povo seja cada vez mais banais e a deles mais celestiais.

Responder

    Bruno Alves

    11/10/2010 - 15h28

    Cara, você é maluco ou tá querendo se aparecer?

    Jonatha Soares

    11/10/2010 - 15h57

    Só fui franco e coloquei a minha opnião na tela pra quem quisesse ler….

    Angelica Nickol

    11/10/2010 - 15h30

    Meu senhor porque não esta na Record ou na Globo trabalhando na redação de um dos jornalisticos deles? você escreve muito bem e além de tudo tem visão politica para abordar o assunto.

    Jonatha Soares

    11/10/2010 - 15h59

    Obrigado pelo elogio, não sabia que tinha esta vocação, mais se souber de oportunidades na area não deixaria passar…kkkk…

    obrigado pelos votos.

    Jefferson Lessa

    11/10/2010 - 15h41

    Cara, sou jornalista e M.'. sei os ponto o qual se referiu e o que quis dizer com o texto, realmente ficou exelente e bem explicativo para quem não conhece o verdadeiro contexto da politica, não sei se és M.'. ou se é um menbro politico, mais em ambos os casos, há um ponto o qual deixou indefinido, que seria o do poder ser dominado pelo poder, se chegou ao ponto de escrever este texto irá entender, caso contrario irei retirar meus creditos a sua pessoa, porque com isso direi que este texto é uma copia ou plagio de um outro autor. Abraços.

    Jonatha Soares

    11/10/2010 - 16h02

    Amigo, não sou M.'. como diz e nem político ou muito menos membro de uma bancada política, mais gosto de estudar e abordar ambos assuntos. Ao se referir sobre o poder domina o poder, já ouvir falar deste assunto e li uma vez sobre, mais não encontrei mais nada sobre o assunto para saber a idoneidade do texto e a veracidade dos fatos, mais obrigado pelos votos e me passe um contato para que possamos trocar idéias. Grato!

    Rodrigo Neppu

    11/10/2010 - 15h55

    Gostei do texto é bem politico.

    Jonatha Soares

    11/10/2010 - 16h05

    Obrigado pelo elogio.

    Marco Aurélio

    11/10/2010 - 18h21

    Gente, ele é um coitado. É daqueles que acham que vão ficar mais pobres com as mudanças do governo. Este sim é um bom exemplo de "voto em benefício próprio". Nem percam tempo lendo. E Viva Maria Rita!

wagner

11/10/2010 - 14h57

Maria Rita Kehl, mas uma vez provou ser competente, inteligente e audaciosa. Tenho orgulho de dizer que fui e sou seu admirador.

Responder

João Cristofaro

11/10/2010 - 14h29

Sensacional!
Parabéns.

Responder

mico… | nalata60

11/10/2010 - 13h45

[…] aqui o artigo de Maria Rita […]

Responder

Luciana Almeida

11/10/2010 - 13h23

Eu, assumindo vergonhosamente a minha postura de analfabeta política, por não acompanhar as decisões e não acreditar nas notícias como aparecem nas mídias, gostaria de deixar aqui minha posição quanto ao ocorrido; independente do que tenha saído no jornal, independente da posição de quem escreve um artigo ou comunicado, todos têm direito à expressão… e foi isso que foi negado. o mais importante ainda, é que se uma pessoa não está tendo direito de se manifestar, algo está acontecendo que não está chegando até nós, leitores.

Responder

marcia maria vieira

11/10/2010 - 12h23

parabéns, se tivessemos um pouco mais de pessoas de coragem para enfrentar essa burguesia podre que só pensa em si mesma, o Brasil seria outro, ou melhor , seria o Brasil dos brasileiros, que tanto sonhamos. A propósito que bom que te mandaram embora deste jornaleco, concerteza não te merece.

Responder

bylic

11/10/2010 - 11h52

Engraçado parece haver uma confusão entre pai e estado. bylic

Responder

Kátia Parrela

11/10/2010 - 11h41

Parabéns pela coragem, Maria Rita!
E questiono ao jornal O Estado de S.Paulo que liberdade de expressão é essa que faz demitir uma cidadã só porque expressa não somente a opinião dela bem como a de muitos outros cidadãos brasileiros? Será que jornal O Estado de S.Paulo concorda com a candidatura e massificante votação do candidato Tiririca? Será que jornal O Estado de S.Paulo não vê nisso o diagnóstico da doença da população brasileira que tende sempre para o candidato corrupto, para o candidato alienado, para candidato ladão e usurpador dos direitos da população? Se é assim podemos considerar no mínimo tendencioso um jornal que não busca e não tem como meta o esclarecimento do cidadão no que diz respeito aos seus direitos, seus deveres. Um jornal que não divulga e denuncia o que anda acontecendo por debaixo dos panos da nação brasileira. É no mínimo lamentável.!

Responder

Dôra Soares

11/10/2010 - 11h37

O povo tem que acordar, não se pode viver de esmolas, pois um dia seus filhos vão crescer e eles se vão, além da vergonha de ter sido criado com as esmolas do governo e vocês pais velhos e pobres viverão de que?
Será que o PT continuando no poder terá condições de ficar sustentando os miseráveis até quando?
Precisamos de alguém que pensa não no aqui e agora e sim no futuro de nossas crianças do nosso País, com boa educação, saúde e políticas sócias que tire os jovens das drogas da miséria, do lixo.
Precisamos de ágüem que pensem na maioria e o povo da classe D e C é a maioria.
Lixo humano é o que está se transformando nossos jovens, com políticas apontando o tempo todo na sua cara você é inferior, você precisa de bolsa disso da aquilo, até para entrar em uma faculdade você precisa de se mostrar inferior, por isso criamos as cotas.
Ora quando o governo fez o projeto de contas ele estava transferindo a responsabilidade para você, “se você não passar nem assim é por que você é burro mesmo”. Assim ele não teria que melhorar a qualidade do ensino, não precisaria investir na qualificação de professores , não precisaria construir novas Universidades/ Faculdades, o governo assim como qualquer outra empresa pensa nos lucros, com a diferencia que as empresas privadas pensam nos benefícios de sua organização, os políticos nos benefícios de seu nome, partido e bolso, bolso sim e os dólares na cueca na meia é tanta criatividade que uma coisa é certa na arte da malandragem eles dão de dez em qualquer malandro assumido.

Responder

    Sandro Monteiro

    11/10/2010 - 13h40

    Sr. Dôra Soares.

    Acho que a senhora anda mal informada. O governo que alimenta os miseráveis com seus programas é o mesmo que ao longo dos 8 anos de mandato aumentou o emprego formal (procure as estatísticas), criou novas escolas e universidades, principalmente, nos grotões do Brasil, além de outros avanços. Para quem tem fome, palavra bonitas não enchem barriga. Só comida. E foi isto que o governo fez com o Bolsa Família. Mas não ficou só nisso, estimulou crédito das empresas, o que pode fazer com que elas empregassem mais. Precisam visitar os grotões do Brasil e ver de perto que muitos que estão se beneficiando com o Bolsa Escola, estão em buscando de inserir através do mercado de trabalho. Deixemos de ser alienados e busquemos olhar criticamente a nossa sociedade.

    Dôra Soares

    11/10/2010 - 15h26

    Só criou universidades federais porque isso é mais visível e rende votos.
    E a qualificação dos professores? Tem pedagogo fazendo curso à distância particularmente acha que isso é para enche lingüiça… Como uma pessoa pode se achar preparada para ensinar se não teve na pratica o ensinamento adequado.
    Ouvi um relato de uma mãe desesperada por que seu filho foi chamado de maça pobre pela professora e disse que ele não teria jeito e que ele já estava reprovado, isso ocorreu há uns dois meses atrás, o segundo trimestre nem tinha terminado, como uma pessoa que se diz educadora se dirige a uma mãe e um aluno assim pelas dificuldades que ele tem em aprender?
    É esse tipo de educadores que o governo quer para as nossas crianças?
    Sei que não posso generalizar, mais um profissional da educação tem que ser conscientizado que esta não é a solução para uma criança com problemas no aprendizado.
    E a culpa é de quem? Estamos alienados a vontade de uma minoria.
    Concordo que palavras bonitas não enchem barriga, por que será que o povo do Nordeste gosta tanto de versos e prosa e os grandes humoristas vem da onde mesmo?

    fernando saraiva

    12/10/2010 - 12h00

    Acredito você não tenha entendido o que se passou com a psicologa, o estadão, ela não é favoravel ao serra, ela defende a politica da livre , veja bem livre imprensa e não uma imprensa que elege quem eles querem . você deve ser daquelas que acredita que o Serra acabou com a taxa do lixo (ele simplismente colocou a taxa incluso no IPTU, ceja seu IPTU se for de~São Paulo, você deve ser uma daquelas que acredita que o Fernando Henrique acabou com a inflação, então responda quem acabou com a inflação n a Argentina, no Peru, na Bolivia???? acredito que está na hora de quem teve o privilégio de estudar em boas escolas de começar a pensar, nem por isso estou dizendo para votar na Dilma ok

    Katia

    12/10/2010 - 12h37

    Você provavelmente nunca olhou ao seu redor, viu a situação social da maioria da população. Eu sou uma estudante beneficiada pelo ProUni, tenho 32 anos, trabalho deste os 18, e nunca foi possível cursar a faculdade porque não sabia se teria condições de custear o curso até o fim. Você vem dizer que isso é uma esmola, que não resolve o problema da educação no Brasil. Concordo que não resolva a questão da qualidade da nossa educação, mas é um começo. Eu, assim como outros bolsistas, desenvolvemos trabalhos nas comunidades, por um acaso você já visitou alguma? Provalvemente só deve ter visto pela tv. Como então pode ter uma opinião tão sólida sobre o assunto? Fui professora durante 10 anos, apenas em áreas de risco social, conhece bem as dificuldades enfrentadas por essas pessoas que você afirma receber esmola do governo do PT, da qual deveriam ter vergonha. Quem deveria ter vergonha era você de viver em um país que necessite dar esmola para seus habitantes. É muito fácil sentar na frente do computador e digitar sobre algo que não sabe nada, do qual não vivenciou uma única experiência. Eu não me sinto recebendo esmola, mas uma oportunidade, pela qual eu luto todos os dias. Porque apesar de não pagar a mensalidade do curso, todas as outras despesas como material, livros, transporte e alimentação sou eu que tenho que me responsabilizar. Por isso trabalho todos os dias, tenho aula de segunda a sábado e ainda faço estágio. Ou seja, não estou deitada numa rede esperando a esmola do governo. Se eu e outros precisamos de bolsa não é porque somos burro, mas as desigualdades sociais acabam com nossas chances. Para se estudar numa instituição federal é necessário disponibilizar todo o seu tempo, não é possível trabalhar. E sem trabalho como manter as despesas? É muito comodo dizer que os beneficiarios do bolsa família são acomadados, preguiçosos. Acredito que você tenha tempo sobrando, então procura estudar um pouco de história, economia e sociologia. Assim quem sabe você deixe de ter uma visão tão limitada, de um problema tão complexos que perpassa diversas dimensões da vida humana, deixe seus preconceitos. Se você analisar as propostas do Canditado Serra, verá que elas não privilegiam os interesses das classes C e D. As politicas sociais adotadas por Lula não resolvem os problemas que a maioria da população enfrenta, mas permite que pelo menos possam se alimentar, mesmo que de maneira inadequada, por enquanto, até que sejam tomadas medidas eficientes para que as esmolas não sejam mais necessárias.

    ADERITOS

    21/10/2010 - 12h46

    Deus queira que o PSDB e o DEM contie com Sao Paulo pelo resto da vida, até porque o resto do Brasil merece crescer. essa corja que sempre foi o atraso poraqui no Nordeste esta desaparecendo. mas a elite paulitas não precisa se preocupar e ficar odiosos com Lula. O GOV de SP atraves das escolas pulblicas estão formando os trabalhadores escravos pra substituir os Nordestinos que sempre enriqueseram voces, tá bem.

eliesercesar

10/10/2010 - 21h44

O texto é um ensaio sobre a lucidez, em tempos de fanatismo – parece que mais religioso do que político.

Responder

Nanci Jastrzembskis

10/10/2010 - 21h04

Concordo com a reportagem de nossa companheira. E acho que nos últimos anos ainda que dificíl, a vida dos brasileiros melhorou muito. Ainda que só seja oferecido a alimentação, melhor do que nada! E foi o nada que foi oferecido pelo governo do FHC, Se ainda há muito o que se fazer pelo menos a fome dos nossos semelhantes é bem menor.

Responder

Onildo Carvalho

10/10/2010 - 20h21

Voto em Dilma porque creio que esta é a única opção para continuarmos o processo de justiça social implantado por LULA. Não quero voltar ao neo-liberalismo do FHC/SERRA/PSDB que, certamente, nos levará de volta à política de dependência ao FMI.
Não voto em SERRA porque tenho a certeza de que a sua eleição nos levará de volta ao alinhamento com os interesses das grandes nações detêm o poder econômico e das armas.
Voto em Dilma porque concordo com a distribuição de renda condicionada ao incentivo à colocação dos filhos nas escolas, à atualização do cartão de vacinação e às oportunidades de inclusão social através dos cursos proficionalizantes.

Responder

Robson

10/10/2010 - 18h37

voto em serra, apoio as politicas da social-democracia, e concordo plenamente com o artigo, acho um absurdo essa corrente de boatos que corre na internet, mas acho um pouco hipocrisia do PT falar sobre isso, afinal de contas, o PT sempre foi o mestre dos boatos.

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    Márcia

    10/10/2010 - 21h15

    Colega,
    acho que você não entendeu o artigo da Maria Rita, volte e o leia novamente, pois ela está defendendo os pobres e o que o PT fez e continuará fazendo por eles. O que falta a você é o que falta à maioria dos ditos "bem informados" da internet e encaminham as tais correntes: LEITURA…..leem, mas não compreendem o que estão lendo…Atenção.

    fernando saraiva

    12/10/2010 - 12h15

    não se trata de PT ou PSDB, o artigo fala sobre o poder de um orgão de imprensa, que deveria ser neutro e informar sem induzir, pois foi assim que elegeram o Fernando Collor, dizendo que o Lulla comeria as criancinhas e que mudaria a cor da Bandeira para vermelho, faça um favor pesquise onde foi parar o dinheiro das privatizações feitas pelo governo fhc /serra, o serra disse no debatre que foi colocada em estradas, e estas foram privatizadas, saia de Santos e vá até Ribeirão preto ou São josé do Rio Preto e entenda o que está sendo feito, uma privatização, que quem ganha não é o povo. depois pense que tem gente que tem que andar por estas estradas todos os dias, e depois decida em quem votar. eu por exemplo gasto R$ 800,00 por mes em pedágio. e "adoro" o PSDB, depois vá ao Nordeste e veja o que mudou epense que em 20 anos não conseguiram nem terminar o rodoanel e construiram quase nada de metrô.

katia Harder

10/10/2010 - 17h58

Parabéns pela coragem!
Sou psicóloga, e posso dizer que venho dessa "acumulação primitiva de democracia", vivi na carne o que é ser extremamente pobre e ser usada pelos cidadões ditos, "mais poderosos intelectualmente",temos condições de mudar a nossa própria história, e que isso se faz com muitas mudanças, principalmente mudanças políticas profundas.
Fico indignada com a sua demissão, Maria Rita, mas você representa a classe de profissionais que quando de fato, estão envolvidos com as questões das produções humanas, acabam por serem impedidos de realizarem a suas análises e de dividí-la conosco, pois de certa forma essas análises passam a ser extremamente importante para nós…"povão"
Acredito, que esse acontecimento, realizado pelo Jornal O Estado de São Paulo, aconteceu para incrementar e fomentar o seu artigo e nos mostrar de forma objetiva, sobre o que você estava denunciando.
Abraços e sucesso….

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    Joana Silva

    12/10/2010 - 20h42

    Pois é Kátia, o problema é que histórias como a sua são muito poucas. Eu também saí da pobreza extrema e consegui fazer curso superior de direito e hoje sou advogada pública com muito orgulho e satisfação. Com muita luta tirei minha família da miséria e todos conseguem viver com dignidade, mas para isso tive de batalhar duro por mais de 30 anos da minha vida. Na minha infância não existia nenhum programa de assistência social como os que existem hoje para diminuir o sofrimento daqueles que não têm o que comer. Certa vez, uma pessoa que conheço disse "esse governo lula foi o pior para a classe média, pois hoje não conseguimos nem pagar uma empregada doméstica, porque o salário mínimo aumentou muito". Olhei para essa pessoa e disse: 'tomara que chegue o dia em que não haverá mais empregadas domésticas ganhando salário mínimo". Eu mesma fui uma delas e sei o quanto fui humilhada e destratada pela classe dominante. Desqualificar as pessoas é o que fazem as pessoas que se consideram 'melhores' e aquelas que acreditam que tudo o que é bom deve ser delas, sem divisão.

O aborto e os direitos civis: a hora da virada | Viomundo - O que você não vê na mídia

10/10/2010 - 17h37

[…] eleitor do povão não é bobo, como quer nos fazer crer a Folha. Nem inferior, como Maria Rita Kelh deixou claro no artigo que custou a ela a demissão do […]

Responder

JESSICA WANDERLEY

10/10/2010 - 14h57

Adorei o comentário, sou psicóloga, atuo na área social e convivo dia a dia com essa realidade.

Responder

Valdinéia Aragão

10/10/2010 - 14h12

Brilhante artigo da colega, compartilho da mesma opinião da psicóloga quando fala da econômia e da dignidade que algumas pessoas adiquiriram depois de alguns programas sociais, por recursarem ser mão de obra barata aos que se aproveitavam da miseria alheia, pagando salario de fome. Parabéns pela coragem de contrapor àqueles que tanto criticam os programas sociais, mas que não sabem o que é viver na miséria e na linha da pobreza.

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Marina Oliveira

10/10/2010 - 14h07

Bom dia a todos e todas…
Parabenizo a Maria Rita, por saber usar seu trabalho para de fato clarificar as coisa como são. A elite sempre esteve no poder e este sempre foi utilizado em beneficio proprio. Agora, queixam-se de os menos favorecidos estão utilizando em beneficio proprio. Ora essa, se a elite fosse tão competente como querem ser, essa "consciencia de classe" fosse ainda obscura, e eles com certeza continuaria com o voto de cabresto. Nosso querido e eterno presidente Lula, torneiro mecanico, proeocupou-se com essa população que tinha de ser escravos dessa corja de patrões que só nos humilha, e nos pagam o querem e não ´que é de direito. Lula quer e precisa dar continuidade aos projetos para nosso povo. O povo precisa ter esclarecimentos e sentir que pertence a um grupo, não podem ficar encima do muro e ter opinião própria. Quano ao Estadão, seus gestores, devem estar mesmo descontentes, em ter em seu meio, uma pessoa esclarecida e consciente que é esse nosso mundão. Lamentável, não poder expressar o de fato as pessoas precisam saber. Parabéns, Maria Rita, não se deixe levar somente pelo valor monetário, e sim pela dignidade.

Marina Oliveira

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Rosaba

10/10/2010 - 13h35

Maria Rita,Parabéns pelo seu artigo. Este é o preço por se ser responsável e esclarecida!! Levar luz aos outros sempre foi
tarefa difícil e com consequencias insanas ao olhos de quem se beneficia palavras bonitas e não compreendidas. Você escreveu de forma inteligível e esclarecedora moça e isto não se faz…com certeza tirou muitos votos do Serra. Parabéns,pela
sua responsabilidade social. Perdeu o "estadinho", ganhamos todos os brasileiros por termos alguém com sua coragem e
dignidade. O que tá certo tá certo!!!

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Mariana

10/10/2010 - 12h05

O texto da psicanalista é reducionista e equivocado, porém não justifica a afronta à liberdade de imprensa cometida através de sua demissão…

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    Lilian

    10/10/2010 - 13h17

    A autora tem o direito de expressar sua opinião (muito embora fosse mais inteligente fazê-lo ocupando um cargo de ombudsman…). Porém, o que me parece mais curioso é que, a julgar por suas tb evidentes preferências políticas, ela não perceba que perder a liberdade de expressão seria só uma questão de tempo….

    Waldir

    11/10/2010 - 01h51

    Onde está o equívoco, Mariana?

Kellen Lima

10/10/2010 - 11h59

Parabéns pelo artigo. Muito bem escrito e tenho certeza que muitas pessoas da elite que só olham para o próprio umbigo ou sua conta no banco pensaram: " Eu nunca tinha analisado por este lado…" . Com certeza foi um golpe duro no estômago de muitos. De qualquer forma, cada vez tenho mais certeza de que precisamos ainda amadurecer muito na política. Pois acredito que Política deve ser direcionada para a comunidade como um todo e não para parte dela. Somos um País em pleno crescimento e aumento de credibilidade, não podemos permitir um retrocesso. Sei que muito ainda deve ser mudado, mas acredito que estamos no caminho certo…pelo menos mais certo do que antes.

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Tiago

10/10/2010 - 11h41

Linda Maria Rita..pra quem conhece seu trabalho, sabemos dos efeitos esperados desse seu artigo/ato sócio analítico. Suas intervenções são sempre pontuais mesmo e deixemos que produzam seus efeitos terapêuticos, sejam suaves ou turbulentos…Parabéns!

Responder

    Lucimaria

    10/10/2010 - 15h54

    parabenizo a opinião da colega, que teve a coragem de dizer algo real, masque ainda recusamos a acreditar. Imagino q estes comentarios, ressoam de forma critica para quem entende e deseja o melhor para o pais,mas para os que se preocupam pelos pelos seus proprios interesses, isso parece uma afronta. e talvez por isso o Estadão teve esta reação lamentavel.
    Como é lamentavel encontrar pessoas que ainda pensam deste jeito, e pabens pelos que ainda tem a coragem de se manifestar de forma honesta!!!!

Tiago

10/10/2010 - 11h25

Olha querem saber..louvo a Maria Rita de quem sou fã há muito tempo, e, além disso fico subitamente revoltado com a discussão gerada pelo simples fato de ela dizer algumas límpidas verdades. Pra resumir..nós não temos que fazer essa discussão com a grande mídia, com oligarquias incrustadas e parasitando o pais há séculos, com o grande capital. Ora se tirar as pessoas da pobreza e da miséria tem que ser sequer argumentado, então, adios democracia..adios. Chavez Chavez e mais Chavez nesses calhordas..nem que seja de cadeia!!! Vamos prender o dono do Estadão pra começar..por censura, que tal. Chavez, vamos atropelar essa bandidagem!!?? (endereço isso ao Chavez que há em nós..)

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RAÍ CARVALHO

10/10/2010 - 11h13

PARABÉNS!

QUE CONSCIÊNCIA CRÍTICA!

Responder

Vera Vilela

10/10/2010 - 08h36

Até que enfim um texto que exprime a verdade do nosso país onde a elite se revolta pelas conquistas dos menos favorecidos, quem não gostar de bolsa família que vá lá viver a vida desses brasileiros, que vá passar fome e ser beneficiado também. Me alegro em saber que através dos impostos que pago está sendo melhorada a vida de nossos irmãos menos favorecidos. Entendo a bronca da elite que sempre mandou e desmandou em tudo, não é fácil perder poder. Parabéns Maria Rita.

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Selma Fernandes

10/10/2010 - 08h01

Ótimo texto! Parabéns!!!!!

Responder

Isabel

10/10/2010 - 07h55

Eu já não gostava do Estadão, agora tenho ainda mais argumentos para ser contra um jornal que em seus artigos pretende camuflar a realidade. Quem ouve os silêncios de suas linhas impressas enxerga o descaso e a negligência. Parabéns pela coragem, Maria Rita!

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Viviany F. Bouéres

10/10/2010 - 01h15

É isso aí, Maria Rita, não só como psicóloga,mas como uma cidadã , concordo plenamente
por um dia um país democrático de verdade independente das classes .E o nosso obejetivo é acabar com as oligarquias q existem,por ainda ser uma politica filantrópica. Relembrado q desde do Governo de Gértulio Vargas que sua esposa Sarah absorvel a politica da igrega católica que é uma politica assistencialista para a política do seu marido e nessa época a igreja tinha um grande poder sobre o estado .O que temos que mostrar que a politica é primodial para fazer valer nossos direitos e não interesses particulares. Acabar com o q a esposa de Gértulio deixou para nós um grande conflito de idéias ,opniões e saberes duvidosos de q realmente é política e como se faz ela.Precisarmos de pessoas como vc de coragem , determinada,conhecedora, persistente, atitudes e esperançosa por um país melhor, independente de qualquer circustância e livre de promessas falsas.

Responder

    Mario Santos

    10/10/2010 - 03h56

    Viviany, recomendo reler o texto antes de enviar, pois está ininteligível. Ou, escrever sem menos rancor, os nervos à flor da pele dilapidam a serenidade das idéias.

    Ivo, e quem silenciou Boris Casoy, Joelmir Betting, Lucia Hipólito, e tantos outros? O 'Lulla Paz e Amor' não gosta de críticas, é sabido de forma geral.

Angélica Moreira

10/10/2010 - 00h56

Não consigo entender a confusão gerada pelo texto da Maria Rita K. Ela retratou o que sabemos sobre política assistencial. Lembro-me do Ciro Gomes quando tentou se eleger com um discurso não assistencial e fracassou. Temos uma parte do povo brasileiro roubada de sua consciência, inclusive pela pressa embutida em toda miséria. Assim é fácil cair nas mãos de quem oferece o que vem mais fácil, o que não exige qualificações nem competência em troca…. Maria Rita k, será que o jornal não poderia ir para o divã de um analista descobrir o real motivo de sua demissão? Você representa algum perigo para esse secular modo de fazer política no Brasil?

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simone paulon

10/10/2010 - 00h43

Como a própria autora descreve em outro de seus brilhantes textos, a vingança é a arma que resta àqueles que, incapazes de agir propositivamente, re-agem ao poder e brilho dos corajosos que dizem e fazem o que acreditam. Eu acredito num país mais justo que vem sendo construído, a ferro e fogo, por projetos audaciosos que afrontam, sim, às elites pseudo-intelectuais e empoderam os que historicamente ficaram à mercé das manipulações políticas dos bem alimentados. Quanto ao Estadão? Pobres ressentidos! Que ódio vingativo à competência e precisão da articulista cuja coluna deve ter sido mais lida e comentada que as de todos eles juntos!

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Larissa Santana

10/10/2010 - 00h37

Querida Maria Rita, Esta é a realidade do nosso país, onde não existe uma praxis, teoria e prática caminham separadas e o discurso só é palpável no papel. Já não me admira mais posturas descabidas como esta. Te demitir por dar sua opinião foi a prova de que a censura ainda existe, só não para impedir a pornografia e a violência que entra em nossas casas todos os dias manhã, tarde e noite, promovida por esta mídia "liberal", eu diria libertina. Quanto ao governo, está longe de ser o ideal, mas a realidade é que nunca tivemos um crescimento como este. O dinheiro, dito mal aplicado, usado para matar a fome do povo antes era usado para quê, afinal? Porque não vimos nos governos anterores maior geração de empregos, ou melhor aplicação na economia de regiões menos favorecidas. Não sou de nenhum partido, não estou aqui para levantar bandeiras, mas também não sou cega. Admiro sua postura e sua coragem. Também sou Psicóloga e faço parte do CRP do RN e assim como o CFP repudio a atitude do jornal em lhe demitir. Talvez, eu espero, ainda possamos fazer grandes parcerias. Não se preocupe, virão coisas melhores.

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Rogério

10/10/2010 - 00h27

parabéns
pena q no meu estado os jornais se rendam a fazer leituras parciais e submissas ao pontos vistas político-partidários

Responder

Ivo Oscar Donner

09/10/2010 - 22h42

Acho que a colega MRK deve ter um bom filtro de e-mail pois só recebeu os que falam mal da Dilma, do Lula e do PT e filtrou todos os e-mails do PT e de petistas que falam mal do PSDB e do governo FHC. Talvez ela achasse que era socialmente mais justa a inflação da época do Sarney, do Collor e cia que sequer permitia um planejamento financeiro. Talvez ela também esqueça que nada nasce pronto e que os programas sociais do governo FHC que deram base aos programas sociais atuais. Errou o Estadão ao demiti-la, um erro que o Lula não cometeria, pois, como ele diz claramente em um vídeo com o Sérgio Cabral onde xinga um garoto de 17 anos, é preciso pensar no “custo político” das decisões. Parece que o Estadão não pensou.

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    Alfredo Spínola

    09/10/2010 - 23h36

    Se, como diz o sr. Donner, os programas sociais foram criados no governo FHC, e se, como diz o sr.Wilson, isso significa a "compra barata dos votos dos mais necessitados", é legítimo concluir que houve incompetência do governo anterior em transformar os benefícios em votos. Estou errado?

    Ana Carolina

    10/10/2010 - 13h14

    Além de tudo o colega acima está dando uma de desentendido ao achar que as criticas polítivas feitas à Dilma se igualam as feitas ao Serra. O que é feito à primeira é uma desqualificação baseada em argumentos reacionários e não factuais, típicos de uma elite que se acha intelectualizada, mas que não passa de uma corja de egoítas mimados que nunca precisaram se esforçar para nada na vida, muito menos por um prato de comida. ao segundo, são críticas de fato políticas, baseadas em gestões incompetentes dos governos tucanos, o que também poderia ser aplicado ao PT, em muitos de seus governos. Mas infelizmente essa elite e a grande impremsa ainda não aprenderam a fazer um debate político, isso sim é que é miderável!!!!

rosana

09/10/2010 - 21h23

Adorei o texto Maria Rita, parabéns pela coragem de se expor e apontar de forma inteligente a real situação do povo brasileiro.
Acho que deveria ser mais divulgado pelas mídias….

Responder

Wilson

09/10/2010 - 21h13

Embora prefira a Maria Rita escrevendo sobre psicologia, também condeno a atitude do Estado em penalizar um articulista por suas opiniões. Mas, entrando no mérito, o projeto assistencial do governo segue sim uma receita puramente eleitoreira e, sem dúvida busca da forma mais rasteira possível a continuidade no poder. O PT optou descaradamente pela compra barata do voto dos mais necessitados, o que é vergonhoso, para dizer pouco. Porque não pensar em reverter este monte de dinheiro que, se somado ao não gasto e mal gasto do PAC, poderia gerar um capital considerável para promover a economia e a geração de emprego nas regiões menos favorecidas? Afinal, isso não dá voto… Sou um ex-petista decepcionado e envergonhado por ter ajudado a eleger pessoas envolvidas com tantos descalabros… fora PT

Responder

    Rane

    09/10/2010 - 22h59

    Você não merece resposta.
    Saudações Petistas!!

    selma

    10/10/2010 - 21h16

    Ola meu bom Wilson, Shalom, infelismente meu querido a cadeia social é essa, o homem precisa do cão, o cão precisa do gato, o gato precisa do rato …. e assim sussessivamente ate que a volta se complete e chega no homem que esta, até onde se sabe, esta no topo da cadeia.
    só sei votar, não entendo de politica, a não ser que me sinto bem, de um modo geral, nestes ultimos anos. se eu for questionar este ou aquele aliado, decididamente nunca mais votaria em ninguem, penso eu que as veses precisamos nos apoiar em bengalas podres em prol de um interesse maior, se eu não tiver uma vassoura novinha todos os dias para varrer minha casa, vou ter que usar a velha, meu interesse maior é varrer minha casa, Abra;cos

Hélio Duarte

09/10/2010 - 21h11

É triste ver toda essa discussão, cada um com sua opinião, e todos com suas razões. A bem da verdade é que, vivemos um tempo de políticos canalhas, safados, aproveitadores, sem-vergonhas, vagabundos, cínicos, pilantras, mentirosos ou qualquer outra coisa parecida.
Sou da terra de Fernando Collor, Renan Calheiros e outros mais. Hoje, toda essa turma apoia Dilma, que apoia Genoino, Zé Dirceu, Erenice e tantos outros. Mudam de lado como trocam de roupas, é a política da conviniência.
A verdade é que somos todos nós uns OTÁRIOS, reafirmo EM LETRAS MAIÚSCULAS, O T Á R I O S.
Vi Fernando Collor detonar o Lula e hoje é o presidente da comissão de infraestrutura do Governo Lula, detentor da chave do cofre. Graças a Deus, no último dia 04 de outubro levou uma rasteira em ALAGOAS, foi quase 1 milhão de votos contra ele, porque os eleitores em nosso estado já não o suportam mais na política.
Deveríamos sim, juntar essas cabecinhas, ditas "privilegiadas" de conhecimento, com acesso a web e outros recursos, inclusive um prato ou vários de comida todas os dias, e lutar contra todos os desmandos políticos, a roubalheira infinita desses covardes, que querem transformar o país num p…, basta ver o decreto 7.037, de 21 de dezembro de 2009, onde prostituição vira profissão. Pobre tem sim que ter meios de sobreviver dignamente e nós, que temos comida em nossas mesas, temos que aprender a repartir com eles, foi assim que ensinou Jesus Cristo, e isso não depende de religião, católico, evangélico ou qualquer outra denominação. Será que você está preocupado, por exemplo, com as crianças que estão em um orfanato à espera de uma adoção? Ou está preocupado com o presentinho caro e inútil, comprado para dar a sua criança preferida no dia que foi concedido a ela? Faço minhas as palavras às do Tiririca: "Oh ABESTADOS", juntem-se para derrubar a corrupção, seja de qual lado for, a falta de respeito ao trabalhador, aproveitando para lhe perguntar, você paga todos os direitos à sua empregada doméstica? Se não, pare de falar dos políticos, você também está sonegando direitos, igual ao que eles fazem.
Sugiro criarmos o BOLSA DECÊNCIA, nela estariam contidos todos os itens que tornassem digno a vida do cidadão brasileiro, da classe A à Z. Que Deus tenha piedade de nós, "os abestados".

Responder

    Arnor Trindade

    10/10/2010 - 08h19

    Caro Hélio, como você, há um grupo grande de pessoas misturando política com religião no momento, e esta pauta tem dominado as campanhas. Há um grande perigo nisto. O Cristianismo está aí há dois mil e tantos anos e parece que ele não apresenta soluções concretas para a vida da sociedade. Mirem-se no exemplo do passado, quando a Igreja Católica dominava a política no mundo. Vejam o que acontece nas teocracias ao redor do mundo, como no Islã. É o que queremos? Que a religião cuido do que é seu e que a política se faça da forma mais laica possível. Dai a César o que é de César!

    Deize Cassiana

    14/10/2010 - 14h38

    Caro Arnor. Acredito que o Sr. Hélio não quis proejar para o lado da religião, talvez o cristianismo seja uma forma de manter a esperança aos corpos desiludidos. Não sou religiosa, mas nem por isso desconsiderei a fala de Hélio, que tentou, com toda certeza, nos conscientizar da corrupção inerente à politica brasileira, e que nós "abestados" permitimos que continue.

Regiane

09/10/2010 - 20h41

É deprimente ver o Estadão ferir com a mesma arma que é ferido. Meu total apoio a vc e espero que consiga um trabalho muito melhor. Quanto ao conteúdo do texto… ái…… Sou paulistana, moro há 5 anos em Fortaleza e trabalho diretamente com o população pobre (mesmo). Sinto informar que a história do email não procede, mas seus comentários procedem menos ainda, salvo o estímulo do comércio local pelo bolsa, que é uma verdade estabelecida. O resto, só conhecendo este povo prá saber como eles funcionam. Um pouco mais de cuidado antes de ir com tanta sede ao pote em defesa deles. O que falta a nós, "sudestinos" é conhecer melhor sobre aquilo que opinamos com tanta propriedade. Pena não podemos conversar… te contaria tantos "detalhes sórdidos"… enfim…. Um grande abraço e não deixe nunca de defender aquilo que acredita.

Responder

    Juliana

    11/10/2010 - 16h19

    Olá Regiane, gostei muito de seu comentário e gostaria mais ainda de conhecer um pouco melhor seu ponto de vista. Considero o texto de Maria Rita um abrir de olhos para mais uma dimensão. Pode até ser sede ao pote na defesa, mas é um ponto de vista que se precisa considerar. Assim como o seu! Conte um pouco de sua experiência. Este é o caminho para nosso crescimento político!

M Cristina Furtado

09/10/2010 - 20h07

Parabéns Maria Rita pelo texto! Claro, e verdadeiro. Lamento profundamente a sua demissão, mas desde o primeiro turno das eleições a posição da maioria dos jornais tem sido claramente contrária à candidata do PT, e seu texto deve ter incomodado a muita gente graúda.
Jamais presenciei tanta falta de ética como vi no primeiro turno das eleições. A propaganda mentirosa e caluniadora que foi feita, principalmente, na internet contra a candidata do PT foi vergonhosa, e levando a discussão das eleições para outros temas que não são os principais a serem debatidos. E você trouxe à tona algo que a oposição tem procurado não debater e até desmerecer: a grande maioria do povo brasileiro, sofrida, lutadora, explorada, sem especialização que teve uma esperança de uma vida melhor no governo Lula, e com a continuidade do governo terá, com certeza, outros avanços importantes em sua vida.
Maria Cristina Furtado
Psicóloga e educadora – RJ

Responder

Adilson

09/10/2010 - 19h14

Bom …Cheguei escrever contra a censura imposta ao Estadão pela canalhada ou canalhice dos "Sarneys"..
Mas vejo … que esse jornal , como todos os outros tem uma carater ambiguo ou seja
trafegam entre a canalhice e canalhada ….

Responder

Arismalda Assuncao

09/10/2010 - 19h01

Parabéns pelo seu texto explicito, que mostra-nos a realidade da qual nós devemos nos orgulhar, custas ( ou quase custou) o emprego de quem redigiu, como se esta devesse responder por um crime.Quantas barbaridades apresentam. E a massa se calam. Diz que não tem jeito .Sito grande dor na alma quando vejo as pessoas alienadamente a tudo o que a mídia impõe.,
Valeu. Serei solidária Psic. Arismalda

Responder

katia Simone

09/10/2010 - 18h47

Parabéns!
Maria Rita, não se deixe abater, é muito bom ler textos como este.
abraço.

Responder

Alan S Pasini

09/10/2010 - 18h29

Discordo de muita coisa que está no artigo. Mas não vou entrar em detalhes pq vão falar que minha opinião é parcial.
Mas independente de qualquer coisa sou a favor da liberdade de expressão. E repudio a atitude do Estadão de demitir a jornalista.

Responder

João

09/10/2010 - 17h31

Felizmente ainda existem pessoas de bom senso e com conhecimento. Encontrar pessoas que falam/escrevem bobagens que agradam a uma ignorante e pretenciosa classe de pessoas que ficam repetindo "asneiras" apenas para se sentir superior ao próximo é fato lamentável. Seu texto é limpo, e esclarecedor. Ajudou a definir meu voto de modo mais tranquilo. Agradeço e parabenizo-a pela tua atitude.

Responder

    José da Mata

    09/10/2010 - 17h58

    Infelizmente a mídia que prega liberdade de imprensa, para ela essa liberdade só é válida se as opiniões não forem divergentes a ela. O estadão mostrou que esta a serviço de uma elite, elite essa que não admite a ascensão da população que esteve excluída por governos anteriores, cuja política era só para favorecer o capital. Criticam tanto as políticas sociais, mas ficam caladas quando o governo empresta dinheiro ou socorre banqueiros, que ávidos por lucros, dão um passo maior qu as pernas. Essa jornalista merece o respeito de todos os brasileiros.

Orlando Sampaio

09/10/2010 - 17h29

Psicóloga Maria Rita,
Minha solidariedade em face da atitude autoritária e obscurantista do Estado. Li seu artigo e concordo com suas idéias lá expostas. Quanto ao Hélio Jaguaribe, nós o conhecemos. Escrevi dois artigos rebatendo suas idéias direitistas e retrógradas sobre os índios existentes em nosso país.
Siga com suas reflexões e sua luta inteligente pela democracia, pela cultura e a favor do povo brasileiro.
Orlando Sampaio Silva, professor e antropólogo

Responder

cristina maia

09/10/2010 - 17h06

Maria Rita obrigada por ver que mais pessoas pensam.Parabens,fiquei emocionada.Saiba que já perdi emprego duas vezes por atitudes como esta,não se abata,o seu valor como pessoa humana fará com que esta experiência a leve onde não sonhou ir.Uso um jargão para o pensamento medíocre dos que são contra o povo:"acham barato o salário mínimo para se receber e muitoooo caro para se pagar".Sendo absolutamente "louca" minha renda me permitiria "se lixar" para tudo e para todos, porem minha condição de cidada responsável impõe que eu PENSE e vote pelos que precisam,PELA MAIORIA.Simples assim!!!!!!!!!Que você seja abençoada por sua atitude.

Responder

Mariana

09/10/2010 - 16h45

Os jornais são todos comprados. O povo sabe disso quando o chama de Seu Mentirinha.
Maria Rita, você podia falar na rádio.

Responder

Raquel

09/10/2010 - 15h59

Parabéns pela sua coragem. Vc está completamente certa. Infelizmente esse país ainda não está preparado para ela.

Responder

M. Lourdes Alves

09/10/2010 - 14h04

Sempre que leio um artigo de opinião sobre o modo de se fazer política neste país, percebo o quanto a imprensa se mostra a favor de uma elite que pensa que somente ela sabe fazer e tem direito à cidadania. O "povão, esta turba constituída de gente imprestável, que enfeia o país" não serve para nada, a não ser para ampliar os imundos direitos de uma classe exploradora, que olha o outro (o pobre) como o diferente, como uma deformação social. O pior é que a tal classe A não percebe, que em geral ela é a principal causa da situação desta camada expoliada, que a cada dia vê seus direitos e sonhos sendo minados, escorregando para o bolso, as meias, as cuecas ,as contas, sei lá onde… Agora, quando surge alguém na imprensa capaz de questionar a posição arrogante desta elite diante dos votos do pobre, recebe como prêmio o direito de viver por algum tempo à custa do salário desemprego. Não é contraditório?

Responder

Ruy Ferreira

09/10/2010 - 13h06

É preciso que a população cresça e amadureça para exercer seu direito de voto com convicção e em benefício geral do pais e não simplesmente engraçar as fileiras do oportunismo barato que ainda se presente no Brasil. Evidente que as classes dominantes sempre estarão presente nas entrelinhas do poder e o povo precisa atentar para as conseguências nocivas deste posicionamento. O artigo é bem vindo, pois, mostra a necessidade de uma postura ética em todos os setores da nação. Refletir para mudar e mudar para que haja mais consistência na pós-modernidade da política deste país.

Responder

Ruy Ferreira

09/10/2010 - 13h05

Segundo a etmologia da palavra "democracia", ela é exercida sempre que há participação do povo nas decisões políticas do país. Entretanto, a começar da obrigatoriedade do voto, é possível constatar uma contrariedade ao sentido etmológico da palavra em questão. Além do mais, na atualidade política do Brasil constata-se em primeira mão o oportunismo na política, tranformando-a em mera politicagem com um cem número de partidos e milhares de candidatos sem nenhum preparo ético- moral para ser representante da popolação. Por outro lao a população, salvo poucos, estão preparado para analisar a qualidade dos candidatos e muito menos saber exercer seu direito de voto. A postura democrática não se dá simplesmente pelo fato de deslocar-se do local em que se encontra e ir as urnas de quatro em quatro anos.

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cleila sartor

09/10/2010 - 12h39

Sou psicóloga, e acho que os eleitores do Serra nesta eleição estão se superando no mau caratismo.O pessoal do PSDB tem se mostrado imoral e de uma pobreza intelectual profunda. Mil vezes a Dilma, até porque não apoia os donos de circos com animais vivos, nem o transporte de animais vivos e a morte de cães com doenças tratáveis. Este senhor Serra é de uma ignorância indigna no quesito respeito aos animais, de quem sou defensora.Escrevo abaixo algo sobre o aborto, usando um texto do robson.
Grande parte dos católicos e evangélicos brasileiros é contra o aborto, mas o argumento dessas pessoas, que dizem ‘defender a vida acima de tudo’, não convence de forma alguma. Pelo contrário, soa como um discurso altamente hipócrita e seletivo.

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    selma

    10/10/2010 - 21h49

    Oi colega, Shalom pra voce, ;e muito importante defender a vida , por isso sou a favor do aborto, a lei não é para as pessoas que planejam, mulheres com ou sem companheiros, mesmo as mulheres que engravidaram sem querer tem discernimento de optar e ter os bebes, que ja é comprovado, mais de 90% age assim. Então a lei é para essas meninas que vivem a margem da sociedade, sofrendo osmais diversos tipos de violencia, e arriscando a vida em abortos clandestinos, na lei antes de abortarem, irão passar por psicologos, agentes de saude, assintentes sociais etc depois disso, eu diria sem muito otimismo, 60% desistiria de abortar. as leis, quando bem elaboradas guardam dentro, nesse caso prevenção da vida. ABRAÇOS.

Jorge Sales

09/10/2010 - 12h10

O Estadão foi, mais uma vez, honesto. É, e sempre foi, um jornal comprometido com os interesses de uma elite escrota (desculpem, a palavra só pode ser esta).

Responder

    Antonio Ferronato

    09/10/2010 - 14h39

    Jorge, gostei muito de teu breve discurso ( se foi o que interpretei)…. Essa é a verdade … Eles sempre defenderam a classe alta… Na minha cidade, agora só se consegue serviçal se for melhor pago, o que não ocorria antes ( eles aceitavam qualquer valor só para não pasar fome… ééé…). Abraços.

Andréa

09/10/2010 - 11h59

Olá Maria Rita,

Ainda sou PSDB, no entanto gostaria de ter outras oportunidades. Também não acho que a Dilma seja solução e a considero absurda em muitas coisas. De qualquer forma, pensar em todas as facetas, conhecer mais e mais, cada um dos candidatos e dos partidos, só nos faz crescer.
Seu texto é ótimo e como psicólogos precisamos nos posicionar cada vez mais, ter a fala calada étre que gritar ainda mais alto

Responder

João Paulo

09/10/2010 - 11h51

Ridículo…

Psicólogos preocupados em tratar clinicamente a burguesia, com seus acessos de vaidade, tiram o olhar da realidade, tiram o olhar daquilo que é produzido pela futilidade imposta pelo capitalismo. Como é duro pensar que o "povão" agora tem vez né Sra Maria Rita. Tente entrar em um barraco de lona ao menos uma vez, tente ter empatia com uma pessoa que nunca teve oportunidade de ter acesso à dignidade. Estude mais sobre os programas sociais, entenda a lógica do SUAS – Sistema Unico de Assistencia Social e as proteções sociais inseridas nele e depois elabore melhor suas opiniões. É por causa de psicólogos com o seu perfil que ainda não conseguimos instalar uma psicologia social libertadora, e ainda ficamos amarrados defendendo essa classe de meia dúzia que massacra o "povão" das classes D e E.

Responder

Psic. Carlos

09/10/2010 - 11h17

PARABENS, GRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANNDE Psic. Maria Rita por sua expressão, isto eh trabalhar sob o olhar da Redução de Danos; eu como consultor em RD parabenizo pela expressão de um ego estruturado, valeu bjos. Psic. Carlos

Responder

Aline Farias

09/10/2010 - 10h46

Fiquei muito indignada ao ler a matéria, achei um absurdo.
Infelizmente as pessoas honestas não podem mais expressar sua opinião, caso contrário serão demitidas, humilhadas e até perseguidas, apenas por falar a verdade que já está escancarada e que só não enxerga quem tem algum interesse pessoal em escondê-la.
Isso é que os governantes atuais dizem de um país DEMOCRÁTICO?
Que país é esse?
É uma vergonha!

Responder

    Marcos

    09/10/2010 - 16h04

    Aline, quem demitiu a digna psicóloga não foram governos. Foi o jornal Estado de São Paulo, pertencente à famiglia Mesquita. E eles demitiram a nobre psicóloga porque ela elogiou as políticas sociais do governo Lula! Elogiar o governo Lula, mesmo que os elogios sejam inteiramente justos, baseados nas notáveis realizações do atual governo, é proibido nas redações das famiglias midiáticas!
    Aline, nas mídias das famiglias midiáticas não existe um pingo de democracia. O que há ali é uma verdadeira ditadura (ou seria uma ditabranda?), cujos governantes-ditadores são os proprietários desses meios de (des)comunicação. (Continua)

    Marcos

    09/10/2010 - 16h22

    (Continuação) E essa gente, que fala e faz o que quer, muitas vezes insultando o presidente da república, criando e divulgando factóides, mentindo descaradamente, manipulando informações a seu bel-prazer; essa gente, que inclusive apoiou a ditadura militar e cresceu à sombra dela, depois, com a maior cara-de-pau, com a mais nauseante hipocrisia, vem falar que estão sendo censurados ou que a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão estão sob ameaça! Querem liberdade total, absoluta para eles, e só para eles, já que os seus funcionários e contratados só podem falar o que os seus patrões ordenam, e o presidente da república, por exemplo, quando é atacado por eles não pode responder aos seus ataques, pois dizem que o presidente, assim fazendo, está atacando a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão! Veja o quanto essa gente é ridícula, arrogante, prepotente e hipócrita! Habitualmente não dão o justo direito de resposta àqueles que são alvos de seus ataques, assim como não querem ser devidamente responsabilizados e punidos pelas mentiras, calúnias, injúrias, factóides que divulgam e algumas vezes até produzem. Bando de canalhas! Que haja, sim, liberdade de imprensa, mas não libertinagem e bandidagem de imprensa!

Therezinha

09/10/2010 - 10h28

Maria Rita, você dignifica a nossa classe psi.
Já está longe o tempo em que nosso saber restringia-se aos que pudessem pagar "bem", para poderem justamente "desanuviar" da imensa culpa que carregavam pelo antagônico sentimento provocado pela desigualdade social.
A elite dominante não admite que o estado assuma esta parte da vida, restrita apenas a eles, com a fachada de filantropia, quando arrematam por milhões, qualquer quinquilharia, desde que sob o pretexto de "ajudar os necessitados". E de preferência que seja ante os holofotes da Caras, Quem ou algum Amaury Jr.
Agora, ter uma participação efetiva no processo de transformação social desta pessoas que durante anos e anos viveram na mais absoluta pobreza, ah…. isto é coisa de "comunista" (palavra que me soa tão arcaica) ou de corrupto populista.

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Solange Kehl

09/10/2010 - 09h31

achei, ótima a sua matéria, só incomodou os políticos porque eles tem um probleminha com a verdade, pois esta dói aos ouvidos e olhos deles.

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    Jandira L.P. Fianza

    09/10/2010 - 09h56

    Parabens,se temos direito de explecao neste pais, nao podemos ficar de bracos cruzados..
    Um jornal do porte que e o Est.de Sao Paulo que eu considero ter uma atitude desta.
    grande abraco

Marília Arreguy

09/10/2010 - 09h15

Excelente, Maria Rita! Uma psicanalista sensacional!! Corajosa, digna e ética!! A divisão de classes sempre existiu e só deixará de existir quando a elite ignorante passar a peceber o outro como ser humano. Preferem manter privilégios a ver outras pessoas se desenvolverem. Confundem distribuição de renda com "esmola" que é a única coisa que conseguem fazer com sua culpa. Culpa pelas bolsas Luis Viton milhonárias e os gadjets fenomenais que playboys e yuppies consomem, objetos absurdamente mais caros que os salários que pagam para seus empregados…. Sinto-me honrada por seu texto, Maria Rita. Eu simplesmente deleto os comentários indecentes que recebo via internet: mentirosos, fracos e nitidamente caluniosos, de gente invejosa, no sentido mais psicanalítico do termo. Essas correntes de internet são o signo da incapacidade política e da burrice de quem só lê anedota e pps, seguindo jargões feito um bando de "perroquets". Gente que não sabe o que é trabalhar para se sustentar… Estive na Universidade Pública Federal desde a era FHC e, só agora, no governo Lula as coisas começaram a mudar. Houve enorme ampliação de vagas para alunos, novos concursos para professores, aumento de salários, acessibilidade a e democratização de verbas públicas. E que continuem assim com a Dilma, porque o Serra nem sequer mencionou a Universidade Pública como meta de seu governo!! Na era FHC, o ministro Paulo Renato de Souza "sucateou" as UF's, certamente em nome de universidades privadas de péssima qualidade, que cerceavam a liberdade de expressão de professores. Em universidades privadas o aluno é visto como "cliente" e não como sujeito crítico produtor de saber. Eu mesma fui vítima desse cerceamento, tendo sido demitida da Estácio de Sá (que faz isso com diversos professores que resolvem questionar a lógica do lucro – que chamo "fast food learning" – ou simplesmente, quando chega no Natal, demitem diversos professores para economizar as férias e investir no capital financeiro. Maria Rita, grande sorte a sua de sair do Estadão, esse jornal que sempre defendeu os interesses da cruel elite brasileira, mais cruel ainda por sua máscara de cordialidade. Abraços, Maria Rita, vc sempre brilhará no sentido de iluminar nossas mentes e corações.

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Regina Segabinazzi

09/10/2010 - 09h01

Maria Rita se superou mais uma vez! Seus instigantes textos, de psicanálise ou política, causam mal estar naqueles que se julgam senhores!! Senhores de quê? Eu já questionei o programa mas hoje o aplaudo sem nenhuma dúvida. Serra é do mal e tem seu dedinho maligno na demissão dessa grande cidadã, que, não é de hoje, tem nos levado a mudar nossas posiçoes, a questionar e a articular coisas que estao aparentemente desarticuladas! Abaixo o Estadão! Abaixo Serra! E pensar que já fui PSDB!!!

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Marina

09/10/2010 - 07h59

Parabéns, seria ótimo termos mais profissionais e pessoas dispostas a pensar e discutir e não apenas engolir alienadamente tudo o que a mídia impõe. Infelismente, uma demonstração do que acontece com quem fala o que tem que ser dito e tenta nadar contra a corrente. Sucesso Maria Rita Kehl, que outras portas se abram.

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Adson

08/10/2010 - 21h53

Muito sábio este artigo da Maria Rita Kehl. Provoca e faz-nos pensar sobre qual o valor que muitos dão ao ser humano. Alguns anos atrás alguns economistas falavam do fim do trabalho e do surgimento do indivíduo excluído de toda riqueza produzida pela sociedade, além até dos marginalizados que ficavam com as migalhas deste modelo de produção capitalista. Quando os governos lançam programas sociais que minimizam a infelicidade destes cidadãos, surgem vozes indignadas de alguns que, provavelmente, já se beneficiaram de recursos produzidos por todos. É interessante que estes que criticam não levantam a voz contra muitos dos privilegiados do ensino universitário público (que almoçam em restaurantes universitários subsidiados) e que após a conclusão do curso vão trabalhar no exterior, cobrar taxas altíssimas pelos seus serviços e praticamente não prestarem auxílio à sociedade. Quanto egoísmo!

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    Wilson

    09/10/2010 - 09h42

    Excelentes observações.

Luiz Carlos

08/10/2010 - 18h16

Parabens pelo texto e pela coragem, hoje, me sinto ainda mais orgulhoso de ser psicólogo!

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Café da tarde - Semana de 8 de outubro de 2010 | Vivendocidade

08/10/2010 - 13h34

[…] “Maria Rita Kehl: Dois pesos…” [opinião] bb_keywords = "informação, inspiração, links, semana"; bb_bid = "172767"; bb_lang = "pt-BR"; bb_name = "custom";bb_width = "600";bb_limit = "6"; […]

Responder

Prof. Mundô

08/10/2010 - 13h00

Savonarola, o grande inquisidor do Opus Dei, não morreu! Ali está ele no comando da Mídia. Não dá pra acreditar que alguém seja castigado com uma demissão por ter expressado sua opinião. Só está faltando mandar censurar Jesus porque Ele disse: – "Dai a Deus o que é de Deus e a Dilma o que é de Dilma"!

Responder

Vitor

08/10/2010 - 12h36

O Jornalismo brasileiro, em sua grande maioria, salvo excessões louváveis, é feito de instituições extremamente conservadoras, elitistas e de sustentação as oligarquias economicas e políticas do país, que não podem se assustar com ideias pouco que sejam subversivas nas páginas do jornal que compra.

Parabéns Maria Rita Kehl mais uma vez!! Grande autora!

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Natalia

08/10/2010 - 10h19

Rita, peço vênia para descordar de você. Admito, o bolsa-familía realmente deu o direito a uma parcela da população a uma oportunidade de vida um pouco digna, isso é um fato! Todavia, a intenção do inventor desse benefício seja outro. Um ponto relevante é a questão dessa parcela ficar ociosa, até porque a bolsa serve de complemento e incentivo, não como renda principal. A problemática é:a classe que tem acesso a internet critica essa questões, mas as críticas não são infundadas e inócuas, é revoltante ver que o dinheiro sai do seu bolso, dinheiro desse que é conquistado com o trabalho. Claro, muitos dos que são beneficiados optam em não trabalhar e permanecer só ganhando o R$ 200,00! (Se a classe média optar, ficam sem dinheiro mesmo… Olha a discrepância) Valorizando essa mao de obra. Mas eu te indago: qual o problema de trabalhar e acrescer a renda? até porque não perde tempo com nada! A pessoa está em ocio mesmo… Sabe, o rumo tomado desse benefício está distorcido, tendo em vista que os beneficiados preferem ficar em casa (fazer mais filhos – inchando ainda mais essa parcela da população) a trabalhar! Essa questão tem que ser revista! até porque quem paga a conta somos nós (classe média) e não os 1% da classe alta! Sempre afirmo, em qualquer debate, a problemática do país só será resolvida com o investimento em educação, assim nenhum ser humano dependerá de mereca para manter uma vida digna. enfim, no modelo que está sendo feito, sou contra sim ao bolsa-família.

Responder

    katia

    08/10/2010 - 10h59

    Concordo que o investimento em educação será nossa maior conquista, porém mesmo que ele aconteça já, seus efeitos serão futuros, e esse lapso de tempo que pode se dizer será de no mínimo 20 anos?, neste tempo teremos uma população vivendo como escravos? Sim porque é isso que acontece, salários de fome por muitas horas de trabalho. "com a barriga mais cheia começei a pensar".__Essa conversa de pobres vagabundo dentro de casa fazendo filho para receber bolsa, vai me desculpar é lenda urbana, de quem não conece o interior do nordeste onde as pessoas executam verdadeiros milhagres com a bolsa familia, fazendo esse dinheiro render fontes de renda, existem casos de devolução do cartão do benefício por cidadões que acreditam não precisar mais da ajuda porque agora já tem o que comer, não vamos ser preconceituosos e analisar casos isolados, vamos conhecer o Brasil e seu povo, que não é paulistano e sabe votar sim, pois sabem perfeitamente quem os representa.

    Ana

    08/10/2010 - 18h45

    Sinto muito Katia, porém comparar um baixo salário com escravidão é um preconceito da sua parte e, definitivamente, "tapar o sol com a peneira"! Quem, com conhecimento, como por exemplo: ensino superior: que estudou muito, pagou uma universidade ou um cursinho, realmente ralou como podia para "encher a barriga" e a mente, na tentativa de melhorar o seu salário, gostaria de ganhar o mesmo ou quase o mesmo que alguém que não conseguiu isso? Sim, concordo que é uma situação complicada o que acontece no norteste, no norte e em milhares de períferias dos outros estados, mesmo porque não vemos só o nordeste morrer de fome com falta de investimentos e dificuldades com a seca, boa parte do Rio Grande do Sul e do Sudeste enfrentam o mesmo problema e não são retratados pela mídia. Investimentos em educação podem sim sofrer um lapso de tempo de 20 anos para obter um início de retorno satisfatório. Porém, ao menos serão 20 anos somente e não toda a vida!
    Considero coisa da cultura brasileira rir da própria tragédia como o próprio "Masaropi" retratava…A questão maior é: como levar a sério o bolsa-família e, como você mesma disse: "com a barriga mais cheia começei a pensar", usar esse dinheiro para se alimentar e com a barriga cheia ter incentivo para trabalhar, se não há uma políca de educação que auxilie essas pessas a utilizarem esse dinheiro como "auxílio" e não como esmola…

    nonato barboza

    08/10/2010 - 11h39

    Natalia, um dias desses fui ao local onde nasci, sertão brabo aqui do Ceará. Fui ver de perto um tal de Canal da Integração, algo feito durante o governo Lula. No meio daquela "sequidão" passa o canal, agua maravilhosa, bando de caprinos passando por ali, pequeno grupo de gado. Meus pensamentos voltaram ao tempo de menino que por ali estive, tantas vezes, com meus irmãos e primos caçando passarinhos, armando fojo para pegar preás. Naquele local onde hoje passa aquela maravilhosa e abençoada agua, vi reses e cabras morrerem de fome e sede. Pessoas como eu, matrapilhas e famintas também. Hoje muitas das pessoas que moram ali andam de bicicletas, motos ou em cavalos, burros ou jumentos bem alimentados. Não vi ninguém reclamar de falta d'agua ou de passar fome. Reconheço que vc deve ter suas razões ao questionar o modelo. confesso que eu não saberia dizer qual seria o ideal. Uma coisa é certa: a discussão entre uma barriga vazia e as prováveis distorções de um programa social, com certeza demandará tempo e grandes discussões de ordem filosófica e doutrinárias…a barriga, por experiência própria, é histérica, ronca e reclama e não gosta e nem pode esperar. Quanto a "fazer mais filhos" seria um tema para ser abordado pelo IBGE ou institutos especializados. Por fim acho que tem gente que prefere estigmatizar os pobres como preguiçosos, fazedores de filhos. Tem gente que reclama que pobre não quer trabalhar. Mentira. Tem gente pobre preguiçosa tem, como em qualquer segmento social. Só o fato de ser pobre, para alguns imbecis, significa ser leso, marreteiro. Vejo quase diariamente senhoras se agarrando com suas bolsas quando veem alguem que aparente ser pobre. Triste e lamentável.

    Tramp

    08/10/2010 - 11h42

    Quem passa fome não pensa em estudar!

    nonato barboza

    08/10/2010 - 12h43

    Pensa sim…pensa em estudar o cheiro, o gosto de um bom prato com feijão e arroz.. Estuda como seria sonhar com um bom pedaço de carne. Pensa também sobre a existência de insensíveis cretinos que tripudiam sobre um elementar direito do ser humano: alimento para sobreviver. Se a pergunta foi dirigida a mim a resposta está contida no que escrevi e escrevo.

    Rodrigo

    08/10/2010 - 18h05

    A questão é de incentivos econômicos.
    Um pai que trabalha por R$ 200 está sendo incentivado a botar os filhos para trabalhar para aumentar a renda, reproduzindo o ciclo da miséria, pois não é trabalhando em funções de R$ 200 reais que se cresce.
    Um pai que recebe R$ 200 para botar os filhos na escola pode até ficar sem trabalhar, mas o ciclo da miséria estará rompido.
    O Bolsa Família é reconhecido no mundo inteiro, e nem precisava, basta olhar para a economia do país para reconhecer o seu valor.
    Quem critica deveria pensar em uma alternativa melhor para quebrar o ciclo de miséria, em vez de ficar criticando quem não aceita trabalhar por um salário de fome. Veja: R$ 200 é para quem tem 3 filhos (ou mais) na escola. Se o sujeito é sozinho e solteiro, o benefício é de R$ 22,00.

    Carolina

    08/10/2010 - 19h03

    Nossa, Natalia. Desculpe a sinceridade, mas acredito que seu cérebro não funciona direito. Seu texto não faz nenhum sentido, creio eu ser consequência do problema citado acima, a total falta de raciocínio lógico. Quando, pergunto eu, quando nos livraremos desse tipo de gente?

    Maria Ferreira

    09/10/2010 - 10h38

    Natalia,
    Bom dia!. Peço licença para discordar de voce em relação a condição de párias que voce coloca as pessoas que estão sem emprego e que também recebem o auxílio bolsa escola. Colocar que as pessoas que recebem míseros R$200,00 se acomodam e não trabalham e desconhecer toda a estrutra peversa do desempreo estrutural que atinge o país há muitas décadas.
    Sem mais,

    Anna Carolina

    10/10/2010 - 14h43

    Faço das suas palavras as minhas Maria Ferreira.
    Não consigo acreditar que alguém se acomoda com R$ 200,00. A não ser que no nordeste o custo de vida seja muito, mas muito baixo mesmo, porque aqui no Paraná R$ 200,00 não dá mal e mal pra uma pessoa se alimentar durante um mês, que dirá uma família com três filhos…
    Sem contar que da maneira como está posta essa discussão parece que todos os beneficiários recebem R$ 200,00, sendo que o valor varia de família para família.
    E outra coisa: de onde você afirma que "Claro, muitos dos que são beneficiados optam em não trabalhar e permanecer só ganhando o R$ 200,00!"? Cadê as provas? Cadê os dados estatísticos? Quantas famílias você conhece que fizeram essa opção?

    Giovanna

    09/10/2010 - 18h24

    Natália,
    faço das suas palavras as minhas. Ótimo comentário!

Salomão Sousa

08/10/2010 - 09h22

Foram surpreendentes e reveladoras para mim as duas palestras da psicanalista, jornalista, poeta Maria Rital Khel que assisti aqui em Brasília pelos cursos da FUNARTE. Ela é desses bens que estão acima de toda mediocridade. Neste artigo, ela toca na hipocrisia da classe dominante, que pode votar defendendo os seus interesses, inclusive de manter na escravidão a população dos grotões. Qual a causa de sua demissão? Simplesmente porque a sua tese é forte demais, dessas que ficam difíceis de serem desmontadas. Eu sempre quis beijar Maria Rita Khel. Eu daqui o meu beijo para ela, e o meu repúdio ao jornalismo de fachada, que existe simplesmente para defender a classe dominante, sem liberdade de expressão.

Responder

    Aparecida Tioko

    09/10/2010 - 00h10

    Pelo visto o "Artigo" incomodou mesmo essa parcela da sociedade que se considera "instruída" mas que não é capaz de entender o avanço que tivemos no campo das políticas públicas. O voto dos pobres serviu para mostrar novos horizontes e redimensionar o sentido de DEMOCRACIA.

WILSON GOMES

08/10/2010 - 03h35

Azenha e Leitores, o lado reflexivo da censura:

O Estadão liderou o golpe militar em 1964, como midia impressa. Nada mais natural portanto que continue na sua linha ditatorial, demitindo jornalistas. Não esqueçamos também que o ESTADÃO representa a direita golpista nos tempos atuais. E está naturalmente permeavel ao policiamento de Serra sobre a imprensa. Possivelmente, José Serra telefonou ao jornal e pediu a cabeça da jornalista. Mais uma cabeça rolou. Nada mais coerente. Este jornal, que sempre se proclama vítima da censura, talvez a tenha praticado antes sobre seus próprios jornalistas, de forma mais contundente e sistemática. É o conceito de censura reflexiva.

Responder

Fúlvio

08/10/2010 - 00h23

Azenha, porque não consigo mais compartilhar os artigos do seu site no orkut? Quando clico no símbolo do orkut, abre uma página, mas está desabilitada a opção compartilhar.

Responder

:: Fazendo Media: a média que a mídia faz :: » Maria Rita Kehl denuncia que foi demitida do Estadão por um ‘delito’ de opinião

08/10/2010 - 00h19

[…] Clique aqui para ler o artigo que levou à demissão da colunista […]

Responder

Adelice F. da Rosa

07/10/2010 - 23h44

A atitude desse jornal tem um nome bem conhecido: censura. Mas esse mesmo jornal fez coro com uma legião de luminares da política e da intelectualidade brasileira contra os resmungos do presidente Lula, que reclamou os maus tratos da imprensa contra ele e seu governo, o que é visível, inclusive aos outros países. A forma desrespeitosa como sempre trataram o presidente, as omissões de suas ações e conquistas, as desqualificações de todos os seus atos, ao longo do seu mandato, jamais o fizeram tomar uma medida de cerceamento da liberdade de imprensa, por mínima que fosse. Nem isso reconhecem. No momento em que se sentiu covardemente atingido demais, chiou. Pronto! Ora bolas! Nada além disso. Agora, é esse dito jornal engajado na campanha de um candidato, que exerce a censura tão reclamada! Não dá para entender o que de fato querem, além de eleger um defensor da TFP.

Responder

will

07/10/2010 - 20h00

Luis Nassif publicou uma tabela na qual está as leis de imprensa em diversos países.
São semelhantes entre si. Principalmente, quando ocorre infâmia e difamação podem gerar processos.
Acho que a imprensa tem quer ter liberdade total, sendo somente através da liberdade que pode obter a verdade. Mas este é o cristal que está sendo arranhado, já está embaçado por anos distorcendo a pouca transparência.
E sugiro aqui, como um ditador mesmo, que se algum jornal, revista ou canal de televisão for condenado pelo tribunal de justiça, que a condenação não fique apenas na multa e indenização de suas vítimas. Na reincidência de difamação condenada pelo juiz, fecha-se o veículo, pois fica caracterizado, que sua índole é o comércio da tragédia e sensacionalismo acima da busca da verdade, e má fé da liberdade de imprensa.

Responder

    Lucinha

    08/10/2010 - 18h50

    "Acho que a imprensa tem quer ter liberdade total"?
    Sinto muito Will mas, fica difícil quando qualquer coisa tem liberdade total!
    Pois cabe saber até onde vai a liberdade de um sem ferir a liberdade do outro e isso é muito difícil de se conseguir.
    Aí entra a ética… coisa complicada essa tal da ética, muitos cumprem à risca, pois é da sua moral ter ética, porém… existem muitos outros (como vários políticos) que não conseguem, pois nem moral tem!
    Agora imagine: a mídia tem um poder enorme nas mãos e você ainda quer dar liberdade total de imprensa?!
    Complicados né… seriamos bonequinhos em suas mãos… já não somos?! Beijos;)

PauloH/São Paulo

07/10/2010 - 19h21

Nonato Barbosa: (peço sua licença para reproduzir o seu depoimento, para que ele possa ser lido muitas vezes…) "… eu vi, senti, como testemunha ocular e auditiva de quanto um pobre era humilhado. Em 1958, ano de grande seca no Ceará, vi meu pai – então com 35 anos – passar dias de sol a pino carregando barro (piçarra) com um carrinho de mão. Subia com muito esforço um ladeira e depositava o barro, recolhido de uma imensa cratera, numa estrada que viria a ser um trecho da atual BR 116. Num local coberto com lona ele recebia a sua "paga": uma lata de óleo de algodão, um quilo de pirarucu salgado, 2 kgs de fava e um punhado de farinha, isso para amenizar nossa fome durante uma semana.. Esses produtos, na verdade, não era pesados em balança e sim calculados no "olho". Nós éramos seis filhos, maltrapilhos, famintos, só o couro e o osso. Nunca mendigamos, o amor próprio, o orgulho do sertanejo, nos fez buscar outras alternativas de trabalho. Meu pai virou pedreiro e nós meninos seus serventes, contruimos casas que até hoje estão de pé. Já mostrei algumas delas para meus filhos e irei mostrá-las para meus netos. Resistimos, vimos para Fortaleza. Resumindo: meu pai tem 87 anos e minha mãe 84, ambos vivos graças a Deus. Todos nós, filhos, netos, bisnetos deles, votamos em Lula e agora na Dilma. Hoje encontrei um sujeito na fila do caixa eletrônico, ele verberava contra Lula e Dilma, Bolsa Família, etc. Aproveitei que o local estava lotado e contei mais ou menos essa minha história. Ele ainda tentou argumentar, mais depois disse que tinha pressa em sair pois teria outros compromissos. Temos que argumentar e fazer calar as mentiras assacadas contra o presidente Lula e nossa candidata Dilma. abs. "…. obrigado pelo depoimento. Paulo

Responder

DvRochaL

07/10/2010 - 17h19

Lembre do que disse FHC: "Aposentados vagabundos".
Chega de hipocrisia, agora também chega de DEMoTucanos. Pode chorar os contra. Temos mais do que nunca colocar o nosso voto em beneficio para o nosso país, não vamos desanimar com boatos e mentiras.
A oposição saiu muito fraca desta eleição. Serra sem apoio político suficiente poderá levar o país a um patamar indesejado.
Os contras querem o Brasil na lama e pra isto pedem o voto para o Serra.

VOTE DILMA.
Vote pensando no Brasil.

Responder

ismael

07/10/2010 - 16h49

Os que são contra o bolsa-família, em geral, recebem muito mais que isso em benefícios legítimos ou não. Remédios de graça ou subsidiados, salários "por fora", almoços deduzidos como despesas operacionais, etc

Responder

TioSolid

07/10/2010 - 16h48

Eleições: SERIOUS BUSINESS.

Responder

    Thompson

    07/10/2010 - 22h36

    Fail.

Floriano Júnior

07/10/2010 - 16h42

Aqui em Salvador em não recebi por e-mail, mas pessoalmente. Muitas pessoas me contaram que agora "os vagabundos" do "bolsa esmola" não aceitavem mais trabalhar por estarem recebendo esmola do PT. Desqualificar o bolsa família desde o início foi um tática da direita. Sempre chamando de esmola e eleitoreira. A Direita não fica incomodada em das bilhões de reias para ajudar banqueiros inecrupulosos, mas para pobres "preguiçosos" e "vagabundos"! Ah, isso nem pensar!
Sou formado em Economia pela UFBA e sei o impacto que a bolsa família tem na vida das pessoas assistidas por ele e para a economia. Talvez por saber fazer conta e ter um diploma de verdade…

Responder

    helena

    07/10/2010 - 19h15

    O pobre paga 50% de imposto de tudo o que ganha, para receber o bolsa família. Se ganhar o sal
    ario mínimo, paga R$ 250,00. O bolsa família pode até pagar R$ 100,00. Você acha um b om negócio?

Ricardo L de Lacerda

07/10/2010 - 16h21

Eu sou extencionista rural no município de Guajará na fronteira do Acre com o Perú e lido diariamente com o Publico atendido pelo bolsa família.neste cantão do Brasil Estas pessoas não tem nenhuma condição de enfrentar um mercado de Trabalho nas regiões civilizada do Brasil. Não tem educação, são analfabetos em sua grande maioria não tem noções básicas de higiene Vá a Manaus e vejam o que estou afirmando os que imigram para lá nem sub emprego conseguem, são presas fácil para o vicio prostituição e o crime Por outro lado os que ficam em Guajará inacreditavelmente, com apenas R$200,00 vão transferindo a família aos poucos das barrancas do Rio para a cidade e aqui matriculam os filhos nas escolas, iniciando um processo que eu nem diria educacional,vou alem civilizatório. É muito pouco dinheiro para o resultado que tem dado. Aqui também tem exceções, mas afirmo são exceções Eu também já questionei o programa Hoje eu aplaudo sem nenhuma dúvida.

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Eliana Castro

07/10/2010 - 16h03

Concordando ou não com a atuação do governo no combate à miséria, a demissão de Maria Rita pelo Estadão demonstra que o jornal, assim como os sinhozinhos aceitam a democracia, desde que ela não interfira nos seus interesses. O Estadão perdeu uma ótima oportunidade de mostrar-se um veículo democrático, plural e reflexivo. Deveria, então, voltar a publicar receitas de bolos – como fazia na época da didatura -, pois um jornal que prefere eliminar uma articulista por não concordar com o que ela pensa – em vez de abrir-se ao debate – não merece existir. O bom jornalismo pressupõe imparcialidade. E imparcialidade é a propriedade de dar igual espaço para que um fato seja tratado sob todos os ângulos, informando e convidando seus leitores a refletir e a tirar suas próprias conclusões. Se fizeram isso com Maria Rita, fico imaginando que os editores desse veículo devem ser orientados a "filtrar" muitas informações com as quais o jornal discorda, o que me faz pensar que devemos tomar cuidado com o que tem sido publicado pelo Estadão.

Responder

Sidora

07/10/2010 - 15h19

Acho que uma das coisas que mais tem incomodado aos opositores do Bolsa-Família é o fato de se observar que nas últimas campanhas, quer locais, quer em nível nacional, não se veem mais aquelas verdadeiras procissões de mulheres, que passavam rumo às casas dos politiqueiros, a fim de mendigar os seus favores, em troca do voto.
Um par de chinelos aqui, um vidro de remédio ali, um exame, uma consulta, um óculos, (quando muito), comida vencida (fubá, macarrão, arroz cheio de gorgulho) ou mesmo uma mísera notinha de 2 ou 5 reais, uma ajudinha prá pagar o papel da energia ou da água que já estava cortada. Muitas mulheres (de pano na cabeça, como dizia meu pai), quando se referia a mulheres que dão tudo pra andar atraz de políticos), passavam as noites nas calçadas dos candidatos, cochilando sobre papelões, à espreita de que algum botasse o focinho de fora, desse o ar da graça, para lhes fazer pelo menos promessas as quais nunca cumpririam. O Bolsa-Família tem feito um bem enorme a esse povo e um mal sem tamanho à oposição. Vejam se não é assim.

Responder

    nonato barboza

    07/10/2010 - 16h23

    Sidora, o que vc escreveu eu vi, senti, como testemunha ocular e auditiva de quanto um pobre era humilhado. Em 1958, ano de grande seca no Ceará, vi meu pai – então com 35 anos – passar dias de sol a pino carregando barro (piçarra) com um carrinho de mão. Subia com muito esforço um ladeira e depositava o barro, recolhido de uma imensa cratera, numa estrada que viria a ser um trecho da atual BR 116. Num local coberto com lona ele recebia a sua "paga": uma lata de óleo de algodão, um quilo de pirarucu salgado, 2 kgs de fava e um punhado de farinha, isso para amenizar nossa fome durante uma semana.. Esses produtos, na verdade, não era pesados em balança e sim calculados no "olho". Nós éramos seis filhos, maltrapilhos, famintos, só o couro e o osso. Nunca mendigamos, o amor próprio, o orgulho do sertanejo, nos fez buscar outras alternativas de trabalho. Meu pai virou pedreiro e nós meninos seus serventes, contruimos casas que até hoje estão de pé. Já mostrei algumas delas para meus filhos e irei mostrá-las para meus netos. Resistimos, vimos para Fortaleza. Resumindo: meu pai tem 87 anos e minha mãe 84, ambos vivos graças a Deus. Todos nós, filhos, netos, bisnetos deles, votamos em Lula e agora na Dilma. Hoje encontrei um sujeito na fila do caixa eletrônico, ele verberava contra Lula e Dilma, Bolsa Família, etc. Aproveitei que o local estava lotado e contei mais ou menos essa minha história. Ele ainda tentou argumentar, mais depois disse que tinha pressa em sair pois teria outros compromissos. Temos que argumentar e fazer calar as mentiras assacadas contra o presidente Lula e nossa candidata Dilma. abs.

    Licivaldo Matias

    07/10/2010 - 16h42

    A imparcialidade do estadão tem lado hein! Até que enfim desceu do muro. E não apenas o Estado de SP, mas a revista veja, cujas paginas tecem discursos udnistas em mais de 60% delas. E PARABÉNS Rita Kehl por ser digna e não se submeter à censura dos ex-patrões.

Rogério Reis

07/10/2010 - 15h18

Lamentável a demissão de Maria Rita Kehl. O Jornal perdeu a oportunidade de prestar um grande serviço a democracia, embora reconheça o direito da empresa em escollher seus colaboradores. Mas eu aguardava uma resposta da Maria Rita Kehl sobre esse vídeo do youtube: http://www.youtube.com/watch?v=s1MlRxu7uro

Responder

    Solange Oliveira

    09/10/2010 - 00h50

    Não há incoerência entre o que o Lula fala nesse vídeo e o que propõe com o Bolsa-Família. O Lula crítica ações que visam a simples troca do voto por ganhos imediatos como, por exemplo, uma cesta básica. No Bolsa-Família, não há simples ganho imediato de renda: é necessário também que a família assuma o compromisso de colocar as crianças na escola para ter direito ao benefício.
    Agora, pensem comigo: que governo golpista incentivaria a educação, a escolarização (ainda que deficitária) dos mais pobres se quisesse manipulá-los para sempre?
    Trabalho com educação e não tenho dúvida de que esse é o caminho para a autonomia do indivíduo. Portanto, convido-lhes a pensar um pouco mais abrangentemente sobre a questão.

thiago

07/10/2010 - 14h35

Ótimo Texto!
Realmente, o lugar que Srª trabalhava não está preparado para acompanhar o seu raciocínio.
Parabéns por sua coragem.

Responder

Andre BH

07/10/2010 - 14h32

Nao vi nada demais no texto dela para ser demitida.

Responder

Leonardo

07/10/2010 - 12h46

Maria Rita Khel para presidente!!

Responder

oswaldo j. baldo.

07/10/2010 - 12h18

Serra é do mal

Responder

Maria Rita Kehl denuncia que foi demitida do Estadão por um ‘delito’ de opinião | Viomundo - O que você não vê na mídia

07/10/2010 - 11h57

[…] Clique aqui para ler o artigo que levou à demissão da colunista […]

Responder

Edson

06/10/2010 - 18h43

Não votei no Tiririca. Jamais faria o discuro dele. Agora querer tirar seu mandato à força…e os mais de 1 Milhão que nele votaram? Vão invalidar totdos os votos deles. Inclusive os para governador, senador, presidente, deputado estadual, federal?

Responder

    Luiz Mello

    07/10/2010 - 12h09

    …ora, este 1 milhão irá votar no Serra.áliás, parte deste exército de despolitizados, é fruto da educação que o PSDB implementou nos seus 16 anos de inoperância.É preciso mudar este panorama!

Edson

06/10/2010 - 18h01

Não votei no Tiririca. Jamais faria o discuro dele. Agora querer tirar seu mandato à força…e os mais de 1 Milhão que nele votaram? Vão invalidar totdos os votos deles. Inclusive os para governador, senador, presidente, deputado estadual, federal?
Cadê os votos do Paulo Búfallo? Daria 2° turno. Porque a mídia não explicou o sumiço? Por que o PSOL calou? Será que receberam para ficar quietos? Será que a sedução de aparecer com o Plínio na m´dia foi um cala-boca?
Seráque perguntar ofende?

Responder

    Prof.Luis Eduardo

    07/10/2010 - 19h07

    Infelizmente ainda faltaria mais de 100 mil votos, veja no tre, tem o número dos votos mesmo dos que foram impugnados.

monge scéptico

06/10/2010 - 16h21

CORRETÍSSIMOS TODOS OS NAVEGANTES ESTÃO. IMPRESSIONANTE!
Jornalistas que "cometem' erros, vão pro" tijolinho", que são aquelas quatro
linhas nos fundos do caderno dos esportes. Os que tem dignidade fogem!
IMPRESSIONANTE!

Responder

ratusnatus

06/10/2010 - 16h07

Alguns dizem que ela foi demitida após este artigo. A notícia ainda não foi confirmada. Outros dizem que ela foi proibida de escrever sobre política.

De qualquer forma, a impressão que tenho é que neste jornal não há editor chefe.
ou
Será que o editor só lê o próprio jornal no café da manhã?

Pra mim a hierarquia é simples. Foi publicado, a culpa é do editor.

Responder

    carolina

    10/10/2010 - 21h13

    A demissão ou o "cala boca" veio depois da repercussão na internet. Talvez Serra nem tenha "serrado" a cabeça da moça. Talvez o jornal só tenha atendido aos reclames de seus leitores – os mesmos que se deliciam com os e-mails contrários ao Bolsa Família. Antes de ser um texto político, o artigo de Maria Rita é uma crítica contundente a mentalidade tacanha e egoísta da nossa classe-média, incomodada de tirar do próprio bolso o dinheiro que alimenta os filhos dos pobres. Como se a distribuição de renda não trouxesse retorno social. Quer dizer que é melhor deixar crianças na miséria? Ver seus pais migrando para as capitais, inchando às periferias? É melhor assistir a mendicância, alimentar a violência gerada pela falta de oportunidades?
    Sou nordestina e me revolto que esse papo furado que o Bolsa Família impulsiona a preguiça. Pelo menos ao meu redor, só vejo benefícios: a diarista da minha casa agora tem internet banda larga em casa graças ao benefício: seus filhos pesquisam e imprimem os trabalhos da escola em casa; vez ou outra, ela faz um curso que possa gerar atividades para complementar a renda. A diarista que trabalha para a minha mãe passou a comprar alimentos de melhor qualidade para os filhos, e devagar tem construído sua casa própria.

@fllins

06/10/2010 - 14h25

Retificando: http://www.bluebus.com.br/show/1/99364/maria_rita

Amei o Blog e frequentarei assiduamente.

Responder

Marat

06/10/2010 - 14h14

O negócio deles não é a censura, mas sim a auto-censura… deprimente!

Responder

Carlos

06/10/2010 - 14h10

"o Estadao nao demitiu Maria Rita Kehl mas exige q ela nao escreva mais sobre política. Só psicanálise".
Censura velada. Duvido que ela aceite.

Responder

Pedro

06/10/2010 - 12h04

Esta história de chamar de vagabundos os que não querem trabalhar tem certa analogia com o que diziam os colonizadores a respeito dos índios que se recusavam a ser escravizados. Não querer trabalhar e ser escravizado são duas coisas um tanto ou quanto diferentes. Ser vagabundos e não aceitar o salário de miséria que costumam pagar também são coisas de natureza um tanto ou quanto diferente. Não?!

Responder

Pedro

06/10/2010 - 11h59

Nesta questão do que deve vir primeiro, o ovo, ou a galinha, o bolsa-família, ou a educação, indicaria um livro sobre a abolição da escravidão de Alexis de Tocqueville, quando ele rebate o argumento daqueles – escravistas, evidentemente – que diziam que os escravos primeiro deveriam ser educados a ser cidadãos para depois serem libertados. Os "educados" frequentemente esquecem que educação custa dinheiro.

Responder

Carlos Alberto

06/10/2010 - 11h11

Infelizmente, a jornalista falhou em averiguar os fatos. É muito comum aqui no Ceará, pessoas preferirem ganhar os menos de R$ 200,00 mas sem trabalhar, do que receber R$ 510,00 menos descontos trabalhando 8 horas por dia. Com os R$ 200,00, eles não passam necessidade extrema, mas não tem dignidade.

E com isso passam exemplos para seus filhos, que como os pais, querem ficar em casa também. E com a cabeça desocupada pelo ócio, entorpecentes como o crack e a bebida alcoolica viram rotina para estes novos pobres: os de espirito.

Responder

    nonato barboza

    06/10/2010 - 13h05

    Moro em Fortaleza e visito regularmente parentes no interior do Estado do Ceará. A sua assertiva "É muito comum aqui no Ceará…" deixa transparecer uma regra e não uma exceção. "Muito" pode dar o sentido de maioria, o que me parece ser um lamentável erro de avaliação de sua parte. Pelo seu argumento com 200 reais uma família além de não passar por necessidade extrema, ainda obraria o milagre de ter uma sobra de dinheiro para vícios como crack e bebida alcoolica (cachaça, mesmo). Realmente isso é o que se chama de análise superficial e um desrespeito ao povo pobre que recebe o Bolsa Família. Deveria portanto assumir, como fez o Jarbas Vasconcelos, e dizer logo que, no seu conceito, é Bolsa Esmola mesmo

    naniedias

    07/10/2010 - 13h29

    Absurda a sua resposta Carlos. Primeiro, você deveria deixar um link onde consta o seu estudo acadêmico de que os cearenses preferem ficar em casa recebendo 200 do que trabalhando…
    Segundo, uau! Se eles realmente preferem, eles merecem. Porque ficam em casa o dia todo, tomam conta dos filhos e ainda tem dinheiro para bancar o crack… uau mesmo.
    Eu acho que até possam existir pessoas que preferem não trabalhar. Mas elas são a exceção.
    O seu comentário não só foi infeliz como foi preconceituoso.

    Rafael Andrade

    07/10/2010 - 14h43

    Carlos, em resumo, uma boa parte do povo do Ceará é indolente, sem dignidade, pobre de espírito, sucetível à esmola e ao vício, além de ignorante, é isso? Hummm, então posso concluir que você é reacionário, preconceituoso e com uma visão muito curta sobre a realidade à sua volta, será? Repense!

    Gina Lund

    07/10/2010 - 18h12

    Conheço pobres que trabalham sob sol escaldante (sem filtro solar), com a pele curtida e enrugada precocemente; mãos calejadas, fedendo a suor e com a barriga vazia.
    Quem recebe um salário mínimo, não pode ter à mesa do café da manhã, frutas, sucos, queijos, leite etc. Tem que contentar em comprar o leite só para as crianças e, muitas vezes, sem o pão. No almoço, arroz, feijão, ovo e uma saladinha. Carne? só aos domingos.
    Converso com eles e pergunto sobre o bolsa família e vem a resposta: "Parece pouco dona, mas, para quem precisa muito, esse dinheirinho caiu do céu".
    E, assim vi: grávidas já quase na hora de ganhar nenê, com a barriga enorme esfrengado no tanque de lavar roupas, para ajudar no sustento da família. Todas elas estão contentes com a ajuda do governo e uma, na sua simplicidade, me diz: "Minha menina até já ganhou cor, depois que recebo a ajuda do Lula".
    Carlos Alberto, quem é você para julgar os menos favorecidos e chamá-los de vagabundo? Fique no sol, trabalhando como gari, para ver se aguenta um dia.
    Por onde ando, procuro sempre saber um pouco sobre o povo, o que ele pensa e como ele vive. Por que não faz a mesma coisa: se informe e verá que tem muita gente sofrida neste nosso imenso país.
    O que o PSDB fez durante tanto tempo que esteve no governo? O dinheiro, na mãos deles, não dava para nada e, ainda, na época de pagar os juros ao FMI, pagavam com mais dinheiro emprestado do próprio fundo.
    Hoje, o Brasil é credor dessa entidade.
    Pena que o espaço é muito pequeno, pois eu passaria a tarde e a noite mostrando as diferenças.

    japim

    07/10/2010 - 19h36

    O Carlão
    Coloca na internet o nome da cidade aonde tem esse 'crack" tão barato assim.
    Os zoinho vão ficar doido pra conhecer e aumentar a arrecadação de impostos pro Prefeito, pq vão quere usá tudho qui tem diretho, vão ficá tudo muito nóia nessa cidade. Diz aí, num iscondi, aondi qui é essi locar?

    Rita Helena

    08/10/2010 - 15h26

    É muito "comum" homicídio por "faca" em algumas regiões do Brasil… isso não quer dizer que toda faca esteja sendo empregada indevidamente, nem que devemos boicotar as facas, tão úteis à vida. Os índices locais x nacionais de PIB, IDH e outros indicadores sociais devem dar conta de nos mostrar o impacto local dessa política – quem se habilita a trazê-los aqui para elevar nossa discussão a um outro nível? Eu tentei, mas me descobri pouco habilidosa em encontrá-los hum formato esclarecedor.

    Ivan

    11/10/2010 - 01h42

    Bem, ao que me parece vc não é do tipo que olha para a verdade dos fatos e se apoia num discurso elitista de burgues sangue suga, mais do que certo nunca passou fome e não conhece o submundo de periferia ou sequer entende do que se trata o bolsa família…….

Dinha

06/10/2010 - 11h05

Eles mandam ela embora e nós a acolhemos na blogosfera.

Responder

Aracy_

06/10/2010 - 09h20

Se Maria Rita Kehl foi mesmo demitida, ela precisará conferir se o jornal recolheu FGTS e INSS direitinho.

Responder

    Valdelirio Pinto

    08/10/2010 - 22h51

    Parabéns Maria Rita, artigo muito verdadeiro. Até que enfim alguém tem coragem de falar a verdade. E só podia mesmo ser escrito por alguém que não é jorrnalista de formação, porque eles são altamente corporativistas, arrogantes. E, por estarem nos meios de comunicação, abusam desta ferramente pra atacar e criticar, porém não aceitam críticas, acham que essa tarefa é exclusiva deles, pensam que só eles são os donos da verdade. Tanto é que sempre reagem autoritariamente, como fizeram com Maria Rita. Realmente ato lamentável, próprio de ditadores antidemocráticos.

aaa

06/10/2010 - 03h45

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,mar

demitida? estranho, o site do estadão noticiou hj q ela vai escrever no caderno 2..

Responder

    Carlargan

    06/10/2010 - 10h24

    esta matéria é de 05 de fevereiro de 2010

    @fabianaamorim

    07/10/2010 - 20h34

    Mesmo que não fosse do dia 05 de fevereiro a notícia, vcs acham mesmo que o Estadão publicaria "Demitimos a Maria Rita Kehl por divergir ideologicamente de nós e nossas opiniões? Ah, que ingênuo aaa!…

francisco.latorre

06/10/2010 - 02h24

fim do mundo.

fascismo terminal.

a que ponto chegaram..

#BulliyngEleitoral http://twitter.com/#search/%23BulliyngEleitoral

@arnobiorocha http://twitter.com/#!/ArnobioRocha

vejam. e pasmem.

..

é a campanha mais suja da história.

e está envenenando a sociedade.

..

Responder

zanuja

06/10/2010 - 00h37

Por esse texto ela foi demitida hj do jornal.

Responder

    Bruno

    06/10/2010 - 01h09

    Prove.

Fabio

06/10/2010 - 00h16

Senhores, há um equívoco essencial no artigo da MRK: ela ataca o comportamento equivocado das classes A e B diante do assistencialismo lulista pelas vias de uma malignidade consciente, quando em verdade é o assistencialismo propagandista que deve ser criticado. Evidentemente que o povo merece ser assistido, mas não pelas vias das migalhas que não o tiram da condição de miseráveis. Somente podemos saudar o assistencialismo que visa o futuro, como saúde, educação e segurança e não aquele que recoloca as classes menos privilegiadas em condição contínua de mendicância. Falta pensar gente. Falta pensar.

Responder

    CC.Brega.mim

    06/10/2010 - 00h59

    as "migalhas" são tiradas do orçamento a duras penas e o PIG cai de pau em cima de cada centavo investido em melhorar a vida do povo.

    o barato do fome zero e do bolsa família é que ele é transferência de renda e não só assistencialismo, o que quer dizer que as localidades passam a movimentar um dinheiro que antes não chegava ali e isso é que leva ao desenvolvimento, seja por diminuir a fome, permitir que se arranje emprego ou criar condições para um comércio local.

    a circulação de dinheiro novo é que muda as dinâmicas dos lugares onde chega o bolsa família.

    e isso é uma revolução, sim. quando eu era criança a gente achava que a seca e o subdesenvolvimento eram fatalidades brasileiras inescapáveis.

    Leandro

    06/10/2010 - 01h45

    Precisava então demitir a Jornalista???
    Dois pesos…. Duas medidas…entendeu?

    paulo rafael pizarro

    06/10/2010 - 03h06

    A fome tem que ser a primeira a ser atacada, o que vem depois depende das políticas públicas que estão sendo colocadas em pratica, calma vamos chegar lá.

    Marta

    06/10/2010 - 05h18

    Gracinha , Fábio, enquanto os de cima pensam, os de baixo morrem de fome.

    Ricardo

    06/10/2010 - 06h59

    Esse argumento nao se sustenta. Para ter futuro, primeiro e' preciso saber defender os proprios interesses. O Bolsa-familia representa uma mudanca cultural. E' dai' que se comeca.

    Carlos

    06/10/2010 - 14h09

    Pança cheia, né Fábio?
    Bolsa Família está atrelado à freqüência dos filhas à escola.

    Ricardo

    07/10/2010 - 12h06

    Fábio, para quem vive no limite da pobreza, no sertao nordestino ou nas favelas do BRASIL, sem opçoes e comendo farinha e calango, quando tem farinha, o bolsa familia é sim uma politica necessária. Uma coisa é o povo centro, sul Sudestense, que a necessidade de saude, educaçáo e segurança sáo as prioridades básicas da populaçao, quem naó tem o que comer, precisa fazer isso. Se faz, sim necessário, pensar no segundo tempo deste plano, que começa a tirar a populaçao faminta do norte nordeste da margem da sociedade, permitindo comer, que é o minimo em uma vida. Esta Esmola, está girando a economia de pequenas cidades. criando empregos, impostos fazendo a roda girar. Olhar com o nosso olhar, nosso prisma e viés, cheio de pré-conceitos, dada nossas experiencias de vida não invalidam a realidade. Que é esta que ela citou no texto. A condiçao de miseráveis destas pessoas mudará com o crescimento do brasil, com a geraçao de oportunidades a todos, então, aos que precisam de empregos, empregos, aos que moram no reconcavo do sertao baiano, na caatinga piauiense, e na pobreza das favelas, as migalhas, pois elas salvam as vidas deles.

    naniedias

    07/10/2010 - 13h32

    Fabio, em partes eu concordo com você.
    Mas, sinceramente, duvido que você já passou necessidade na vida. O assistencialismo tem sua seu mérito, principalmente em um país que tem tantas pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Eu já passei dificuldade, mas tinha família para me dar apoio e, portanto, nunca passei fome.
    E, de certa forma, ele visa o futuro sim – e principalmente a educação. Porque para receber a bolsa escola, por exemplo (que é uma parte da bolsa família) os filhos tem que estar matriculados na escola e frequentes.

    Carol

    07/10/2010 - 14h05

    Fábio, sempre foi este o discurso da direita no poder. Não tira as pessoas da fome porque não é assim que resolve. E enquanto isso as pessoas ficam na miséria esperando todas as instituições do país começarem a funcionar direito.

    Faria

    07/10/2010 - 17h31

    Fábio,
    saúde, eduação e segurança é um direito do cidadão e um dever do estado, assistencialismo é ouitra coisa.

    Bury

    07/10/2010 - 21h35

    Pense aí pela gente então, Fabio. E vote Serra depois, do alto de toda essa sua "inteligência".

Roberto A.P.

05/10/2010 - 23h53

Notícia recente, saiu agora quentinha lá no Nassif:
A Maria Rita acaba de ser demitidfa do Estadão por causa desse artigo.
O Jornal que se sente censurado, censura e demite. Essa é a política do PSDB, quem votar no Serra deve gostar de censura,e ditadura. Nos anos 90 o FHC impediu por 8 anos qualquer reposição salarial nas Estatais,que se espalhou também pelas empresas privadas,e quem tocasse no assunto "greve" era demitido na hora.

Responder

ruypenalva

05/10/2010 - 23h46

Interessante, um ex-marineiro me mandou esse e-mail hoje, ele já tinha me dito que no primeiro turno ia de Marina pra não encher a bola do PT, mas que no segundo ia de Dilma. O problema não é a carta da Maria Rita, mas o fato dela chamar-se Kehl, ser psicanalista, talvez de marido ou pai judeu-alemão. Se fosse um Zé da Silva que escrevesse esse texto passaria despercebido – ninguém ouve Zés. Mas tá correndo na internet, isso é bom, com Kehl, sem Krelh, à Migué ou à Miguel. Valéu.

Responder

    naniedias

    07/10/2010 - 13h35

    Só uma coisa, ruypenalva. Realmente se fosse um zé da silva qualquer não teria tanta repercussão, até porque não teria credibilidade. Esse texto está correndo do jeito que está porque a tal Kehl é uma psicanalista respeitada e jornalista competente. Acho que se fosse Maria Rita da Silva, o texto seria tão bem recebido quanto como sobrenome Kehl.

Marcelo de Matos

05/10/2010 - 23h44

Dois pesos e duas medidas. Esse é o título de um e-mail que eu já recebi trocentas vezes. São dois vídeos. Em um deles, um Lula jovem e barbudo, sindicalista, critica a distribuição de cestas básicas, lógico que para compra de votos. Mas, há uma trucagem no vídeo. Fica parecendo que Lula é contra a assistência social. Em outro vídeo, mais moderno, Lula já Presidente aparece defendendo o Bolsa Família. Aí dizem: estão vendo como ele é contraditório. Não entendem que compra de votos e assistência social são coisas bem diversas.

Responder

LAGRANGE

05/10/2010 - 23h29

O estadinho perdeu! O Brasil ganhou Maria Rita Kehl! Inacreditavel mesmo: nesse jornaleco ainda tem vida inteligente e algumas (muito poucas) pessoas honestas. Bem-vinda MRK.

Responder

kali, a negra

05/10/2010 - 23h20

Despediram a Maria Rita

Responder

francisco.latorre

05/10/2010 - 23h16

maria rita é grande demais.. honesta demais.. pra caber nessa imprensinha.

estadão. cada vez vez mais estadinho.

..

Responder

    diego

    05/10/2010 - 23h22

    Alguem tem que fazer um email relatando este fato e vamos enviar para todos nossos contatos vamos fazer o mesmo que eles, a diferença é que falaremos a verdade…

Gabriel

05/10/2010 - 23h11

O texto é tão perfeito que só tenho uma coisa a dizer: Amém!

Responder

Polengo

05/10/2010 - 22h41

Depois é o Lula que censura a imprensa.

A fsp censurou o site "falhadespaulo".
o zécerra censura qualquer jornalista que esteja ao alcance dele.

mas o mundo dá voltas.

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    manuel

    06/10/2010 - 00h45

    essa do falhadesaopaulo foi duro de engolir. ficou feio. muito feio pro fsp. o mundo dá voltas mesmo, o brasil merece uma direita mais competente(isso existe no hemisfério sul?)

Bury

05/10/2010 - 22h35

Um artigo lúcido e decente como esse, que mostra uma realidade da qual todos nós devemos nos orgulhar, custa (ou quase custou) o emprego da pessoa que o redigiu, como se esta devesse responder por um crime. E os que floreiam barbaridades ainda estão por aí, a inventá-las – e prestigiados exatamente por isso. Não sei onde iremos parar, mas, se depender de gente como este nojento PIG, a direção me parece certa: para baixo, sempre.

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Leider_Lincoln

05/10/2010 - 22h12

Outra, o Estadão não era aquele jornal que _pobrezinho_ está sob CENSURA?

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    Marat

    05/10/2010 - 22h29

    Muito bem lembrado… a hipocrisia é uma marca eterna do nosso PIG…

    Gê Orthof

    06/10/2010 - 11h44

    incrível mesmo, de sob censura para censor sem escalas. Vou aplicar melhor o meu suado dinheirinho e assinar a Kehl!

José Manoel

05/10/2010 - 22h06

Azenha: essa é a liberdade de imprensa que o Zé Caixão e seus asseclas falam?????????

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Baixada Carioca

05/10/2010 - 22h04

Bom, todos nós admitimos que o jornal tem o direito de se declarar tucano sempre tucano, mas isso não lhe dá o direito de inventar fatos, como o caso da ficha da Dilma, ou de imputar à candidatura Dilma coisas que não são dela. Kehl faz um relato que todos nós já comentamos aqui no Vi o Mundo em algum momento. Todos sabemos que o Bolsa Família é um importante instrumento que tem dado oportunidades a muitos meninos, sobretudo do Norte/Nordeste de estudar e sonhar com um futuro diferente. O PIG e a elite paulistana é que não entende e não aceita isso. Inclusive dona Monica Serra que foi a Nova Iguaçu chamar o Bolsa Família de bolsa vagabundos e que seu marido ganhasse a eleição (porque não vai ganhar!) iria acabar com ela.

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    naniedias

    07/10/2010 - 13h38

    Uma pessoa como ela nunca entenderia o valor que tem uma bolsa família. Porque só o caderno dos netos dela deve custar mais do que essa bolsa, que para pessoas carentes, simplesmente significa uma passagem para o futuro.

Leider_Lincoln

05/10/2010 - 22h02

Cadê o nosso troll redivivo, para comentar que o PT é a grande ameaça à democracia mesmo? Aliás, que candidato e partido este jornal apoia mesmo, Henderson?

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kali, a negra

05/10/2010 - 21h57

E ainda querem o apoio dela
http://www.youtube.com/watch?v=zUtPZOEo9kg&fe

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José Manoel

05/10/2010 - 21h56

Azenha: vamos dar parabéns à coragem da Maria Rita Kehl !!!!!

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Ana Maria

05/10/2010 - 21h52

O Serra telefonou pro Estadão e pediu a cabeça da jornalista
Ele adora "liberdade de imprensa"
Só pra ele, claro

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Marat

05/10/2010 - 21h13

O vetusto jornal provou mais uma vez como é a democracia dos que apóiam o PSDB/PFL…

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tulio muniz

05/10/2010 - 21h11

SERRA É DO DEM!!!
Alguém duvida que tem dedo do Serra atras dessa demissao? E as manifestações de solidariedade dos adversarios de Serra, tardaão? Dia desse li no Viomundo, do Azenha, uma análise brilhante apontado para a incapacidade das lideranças de esquerda em detectar, neutralizar e/ou responder boatos.

Aponto para outra, a incapacidade de veicular na net argumentos que os adversários oferecem de bandeja. Um argumento contra Serra está embutido na própria campanha de demonização de Dilma. Não, não falo do aborto, mas sim no jingle que "Serra é do Bem" que quis dizer "…Dilma é do Mal". Para além da dicotomia, é preciso que alguém que tenha acesso a programas desses que se usa para fazer clipes e paródia etc peguem o mote e grite: SERRA É DO DEM!

Me parece óbvio que isso fique claro e que pegue entre os que votam contra Serra e o DEM: SERRA É DO DEM!.
O DEM, contra o ProUni, a CPMF, o voto com RG e responsável por tantas e tantas mazelas na História desse país.
Fica a sugestão, espero que pegue e que brademos todos: SERRA É DO DEM!

Túlio Muniz – Fortaleza – CE
Jornalista, historiador, doutorando no CES / Universidade de Coimbra
Fone Celular/Telemóvel +55 85 9618 9119

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    Ricardo Rocha

    06/10/2010 - 00h26

    Boa Tulio!
    Gostei!

Daniel Faria

05/10/2010 - 21h11

Alguém consegue confirmar essa demissão?

Se for verdade, temos que fazer algum protesto, alguma manifestação, pra conscientizar a população desse absurdo.

E vem me falar de liberdade de imprensa!

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    Ana

    07/10/2010 - 14h17

    Demissão confirmada, infelizmente…

IV Avatar

05/10/2010 - 20h54

Mais um profissional da imprensa degolada pelo PIG, mas o Brasil ganhou Maria Rita Kehl
Todos que se opões à libertinagem de imprensa tem este destino
Um absurdo, e logo eu que cai na besteira de pensar que o Estadão fosse sóbrio

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    Marat

    05/10/2010 - 21h04

    O Estado da Província de São Paulo tem em seu plantel José Nêumane, Dora Krame, João Mellão e outros piguezinhos… o que esperar daquilo ali, que é um ranço cheio de extremistas?

    Aracy_

    06/10/2010 - 09h18

    Nem os (e)leitores do Privadão salvaram Mellão. Está fora da Assembleia Legislativa. Aleluia!

    Marat

    06/10/2010 - 11h18

    Ótima notícia… prefiro a mulher pêra ao melão…

Rafael Moreira Fabro

05/10/2010 - 20h54

É de estarrecer, se confirmada, a demissão da psicanalista e articulista do Estadão, Maria Rita Kehl, após um lindo e brilhante texto logo antes das eleições de domingo.

Os seguidores da área psi (como eu, psicólogo) são quase unânimes em relação ao respeito devotado à Sra. Maria Rita Kehl e seus serviços prestados ao saber acadêmico e à área clínica. Depois de tal fato fica claro o tiro no pé do Estadão e, para os cegos de plantão, mais um exemplo de como caminha e procede nossa grande e birrenta imprensa.

Será que para pessoas um pouquinho mais esclarecidas, ainda falta algum motivo para ver que votar Serra é passar um cheque em branco para essa "liberdade de imprensa" pregada pelo Estadão? Liberdade sim, mas para os interesses deles. Quando é para os outros, é atentado à liberdade de imprensa. Cartilha primária essa, não?

"O inferno são os outros", como diria Sartre, é o slogan da turma midiática. Devem estar precisando, urgentemente, de um tantinho de divã, quem sabe?

Rafael Moreira Fabro
Rio de Janeiro-RJ

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Walter

05/10/2010 - 20h43

Azenha,
Acabou de sair no blog do Nassif que ela teria sido demitida por matéria elogiosa ao governo Lula. A informação foi colocada em observação pelo Nassif até ser confirmada ou não.

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reinaldo carletti

05/10/2010 - 20h42

e depois do texto acima ela foi demitida do estadão…..

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Cornélius/Londrina

05/10/2010 - 20h41

Pelo seu profissionalismo na análise ganhou como prêmio a DEMISSÃO. Este é o Estadão ou será que o Serra tbm telefonou para a direção do jornal para reclamar? Vai saber!!!

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Regina

05/10/2010 - 20h39

Muito bom.
Estava sentindo falta de textos de Maria Rita Kehl nestas eleições.
Sempre tão bons e profundos.

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