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OTAN se expande para tirar protagonismo dos emergentes

publicado em 18 de dezembro de 2010 às 17:50

O maior parasita

The Globalization of Militarism

por ISMAEL HOSSEIN-ZADEH, no Counterpunch

De todos os inimigos da liberdade pública a guerra é talvez a que mais deva ser temida porque engloba e desenvolve os germes de todos os outros (James Madison)

O maior praticante da violência no mundo de hoje — meu próprio governo (Martin Luther King Jr.)

Muitos norte-americanos ainda acreditam que a política externa dos Estados Unidos é desenhada para manter a paz, garantir os direitos humanos e espalhar a democracia no mundo. Seja qual for a definição de seus objetivos, no entanto, essas políticas geralmente levam a resultados opostos: guerra, militarismo e ditadura. As evidências de que as autoridades dos Estados Unidos não sustentam mais os ideais que defendem publicamente é farta.

Aqueles que continuam a ter ilusões sobre as políticas dos Estados Unidos em todo o mundo desprezam o fato de que os Estados Unidos foram tomados por interesses do complexo industrial-militar-de segurança-financeiro cujos representantes estão firmemente estabelecidos tanto na Casa Branca quanto no Congresso. O objetivo final deste grupo, de acordo com seus próprios guias militares, é “domínio de espectro completo” do mundo; e eles estão dispostos a fazer tantas guerras quanto necessário e destruir tantos países quanto necessário e matar tantas pessoas quanto necessário para atingir o objetivo.

As “águias liberais” e os intelectuais que tendem a defender a política externa dos Estados Unidos com base em “direitos humanos” ou “obrigação moral” deveriam prestar atenção (entre outras provas) nos documentos que tem sido vazados pelo WikiLeaks. Os documentos “mostram bem claramente”, como Paul Craig Roberts colocou, que “o governo dos Estados Unidos é uma entidade de duas caras cuja razão principal é o controle de todos os países”. Na essência os documentos mostram que enquanto o governo dos Estados Unidos, como um chefão global da máfia, recompensa as elites locais de estados clientes com armas, ajuda financeira e proteção militar, pune nações cujos líderes se negam a se render às vontades do valentão, cedendo a soberania nacional. As políticas externas dos Estados Unidos, assim como as domésticas, se revelam não como subordinadas ao público ou ao interesse nacional do povo, mas a poderosos interesses especiais representados pelo capital militar e pelo capital financeiro.

Os arquitetos da política externa dos Estados Unidos são claramente incapazes de reconhecer ou admitir o fato de que povos diferentes e nações diferentes podem ter necessidades e interesses diferentes. Nem são capazes de respeitar as aspirações de soberania nacional de outros povos. Em vez disso, eles tendem a ver outros povos, assim como veem o povo norte-americano, através do prisma de seus interesses estreitos e nefastos. Ao dividir o mundo entre “amigos” e “inimigos”, ou “estados vassalos”, como Zbigniew Brzezinski colocou, os poderosos beneficiários da guerra e do militarismo empurram os dois grupos a embarcar no caminho da militarização, o que leva inevitavelmente a governos militaristas e autoritários.

Embora o militarismo nasça dos militares, os dois são diferentes em caráter. Enquanto os militares são um meio para atingir certos fins, como manter a segurança nacional, o militarismo representa um establishment militar permanente como um fim em si. É um “fenômeno”, como Chalmers Johnson definia, “através do qual os serviços armados de uma nação passam a colocar sua preservação institucional adiante da segurança nacional ou mesmo de um compromisso com a integridade da estrutura governamental da qual fazem parte”. (The Sorrows of Empire, Metropolitan Books, 2004, pp. 423-24).

Isso explica o crescimento canceroso e de natureza parasita do militarismo nos Estados Unidos — canceroso porque está constantemente se expandindo em muitas partes do mundo, parasita porque não apenas suga os recursos de outras nações, também suga os recursos nacionais do Tesouro em defesa dos interesses do complexo industrial-militar-de segurança.

Ao criar medo e instabilidade, embarcando em aventuras militares unilaterais, o militarismo corporativo dos Estados Unidos promove o militarismo em outros lugares. Uma importante estratégia de expansão imperial dos Estados Unidos consiste em promover o militarismo em todo o mundo através da formação de alianças militares internacionais em várias partes do mundo. Elas incluem não apenas a notória OTAN, que é essencialmente uma parte integral da estrutura de comando do Pentágono e que recentemente se expandiu como a polícia do mundo, mas também outros dez comandos militares conjuntos chamados Comandos Unificados Combatentes. Eles incluem o Comando da África (AFRICOM), Comando Central (CENTCOM), Comando Europeu (EUCOM), Comando do Norte (NORTHCOM), Comando Pacífico (PACOM) e Comando Sul (SOUTHCOM).

A área geográfica sob “proteção” de cada um destes Comandos Unificados Combatentes é chamada Área de Responsabilidade (AOR). A área de responsabilidade do AFRICOM inclui “operações militares e relações militares com as 53 nações africanas — uma área de responsabilidade que cobre toda a África com exceção do Egito”. A área de responsabilidade do CENTCOM cobre muitos paises do Oriente Médio, Oriente Próximo, Golfo Pérsico e Ásia Central. Inclui o Iraque, Afeganistão, Paquistão, Kuwait, Bahrain, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Omã, Jordânia, Arábia Saudita, Casaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão.

A área de responsabilidade do EUCOM “cobre 51 países e territórios, inclusive a Europa, Islândia, Groenlândia e Israel”. A área de responsabilidade do NORTHCOM “inclui o ar, terra e mar nas proximidades e nos Estados Unidos, Alasca, Canadá, México e as águas situadas num raio de 500 milhas náuticas (930 quilômetros). Também inclui o Golfo do México, os estreitos da Flórida e porções do Caribe que incluem as Bahamas, Porto Rico e as ilhas Virgens”.

A área de responsabilidade do PACOM “cobre mais de 50% da superfície do mundo — aproximadamente 105 milhões de milhas quadradas (cerca de 272 milhões de km quadrados) — quase 60% da população do mundo, trinta e seis países, vinte territórios e dez territórios e possessões dos Estados Unidos”. A área de responsabilidade do SOUTHCOM “cobre 32 nações (19 na América Central e na América do Sul e 13 no Caribe)… e 14 territórios europeus e norte-americanos… É responsável por planos de contingência e operações nas Américas do Sul e Central e no Caribe (exceto nos territórios, possessões e estados-associados dos Estados Unidos), Cuba e suas águas territoriais”.

Junto com 800 bases militares espalhadas por várias partes do mundo, este colosso militar representa a presença ameaçadora das forças armadas dos Estados Unidos no planeta.

Ao invés de desmantelar a OTAN como um objeto redundante da era da Guerra Fria, ela foi expandida (como representante militar dos Estados Unidos) para incluir muitos outros países da Europa oriental até a fronteira da Rússia. A OTAN não apenas se inseriu em novas relações internacionais e recrutou novos membros e parceiros, também se concedeu muitas tarefas e responsabilidades em arenas sociais, políticas, econômicas, de meio ambiente, transporte e comunicação no mundo.

As novas áreas de “responsabilidade” da OTAN, como refletidas no último Plano Estratégico, incluem “direitos humanos”; dificuldades de recursos e meio ambiente, incluindo riscos para a saúde, mudança climática, escassez de água e as necessidades energéticas crescentes…”; “meios importantes de comunicação, como a internet, e presquisa científica e tecnológica…”; “proliferação de mísseis balísticos, de armas nucleares e outras armas de destruição em massa”; “ameaças de extremismo, terrorismo e atividades ilegais transnacionais como o tráfico de armas, drogas e pessoas”; “comunicação vital, rotas de transporte e trânsito das quais dependem o comércio internacional, a segurança energética e a prosperidade”; a capacidade de “prevenir, detetar e defender (e se recuperar) de ataques cibernéticos; e a necessidade de “assegurar que a aliança estará na dianteira da avaliação do impacto de tecnologias emergentes”.

Questões globais significativas que agora fazem parte da missão expandida da OTAN se enquadram logicamente dentro do campo de instituições civis internacionais como as Nações Unidas. Por que então a plutocracia dos Estados Unidos, usando a OTAN, agora tenta suplantar as Nações Unidas e outras agencias internacionais? A razão é que devido à crescente influência de novos jogadores internacionais, como o Brasil, a África do Sul, a Turquia, o Irã e a Venezuela as Nações Unidas não são mais tão subservientes às ambições globais dos Estados Unidos como antes. Planejando o emprego da máquina militar imperial da OTAN em vez das instituições multilaterais como as Nações Unidas expõe, mais uma vez, a falsidade das alegações dos Estados Unidos de que pretendem espalhar a democracia no mundo.

Além disso, as expandidas “responsabilidades globais” da OTAN dariam à máquina imperial militar dos Estados Unidos novas desculpas para intervenção militar unilateral. Da mesma forma, tais aventuras militares também dariam ao complexo industrial-militar-de segurança dos Estados Unidos argumentos para a contínua expansão do orçamento do Pentágono.

A expansão da OTAN para incluir a maior parte da Europa oriental levou a Rússia, que cortou os gastos militares durante os anos 90, na esperança de que, depois da queda do muro de Berlim, os Estados Unidos fizessem o mesmo, a voltar a expandir os gastos militares. Em resposta à escalada de gastos militares dos Estados Unidos, que quase triplicaram nos últimos dez anos (de 295 bilhões de dólares sob George W. Bush, que chegou à Casa Branca em janeiro de 2001, para o número atual de quase um trilhão de dólares), a Rússia também aumentou drasticamente seus gastos militares no mesmo período (de cerca de 22 bilhões de dólares em 2000 para 61 bilhões de dólares hoje).

Da mesma forma, o cerco militar dos Estados Unidos à China (através de várias alianças e parcerias que vão do Paquistão ao Afeganistão, da Índia ao mar do Sul da China/Sudeste da Ásia, Taiwan, Coréia do Sul, Japão, Camboja, Malásia, Nova Zelândia e mais recentemente Vietnã) levou aquele país a fortalecer ainda mais suas capacidades militares.

Assim como as ambições militares e geopolíticas dos Estados Unidos levaram a Rússia e a China a reforçar suas capacidades militares, também levaram outros países como o Irã, a Venezuela e a Coréia do Norte a fortalecerem suas forças armadas e seu preparo militar.

O militarismo agressivo dos Estados Unidos não só força seus “adversários” a alocar uma parcela grande e desproporcional de recursos preciosos em gastos militares, mas também coage “aliados” a embarcar no caminho da militarização. Assim, países como o Japão e a Alemanha, cujas capacidades militares foram reduzidas para posturas puramente defensivas depois das atrocidades da Segunda Guerra Mundial, mais uma vez estão se remilitarizando sob o ímpeto do que estrategistas militares dos Estados Unidos chamam de “necessidade de dividir o encargo da segurança global”. Assim, enquanto a Alemanha e o Japão ainda operam sob “constituições da paz”, seus gastos militares em escala global agora estão em sexto e sétimo lugares (atrás de Estados Unidos, China, França, Reino Unido e Rússia).

A militarização do mundo promovida pelos Estados Unidos (tanto diretamente, através da expansão de seu aparato militar no mundo, como indiretamente, ao forçar tanto “amigos” como “inimigos” a se militarizar) tem um número de consequências ameaçadoras para a maioria da população do mundo.

De uma parte, é motivo para que uma grande fatia dos recursos do mundo, redundante e desproporcional, seja aplicada em guerra, militarismo e na produção dos meios de guerra e destruição. Obviamente, este uso ineficiente e em benefício de uma classe de recursos públicos causa acúmulo da dívida nacional, mas também representa riqueza para os que lucram com a guerra, ou seja, os beneficiários do capital militar e do capital financeiro.

De outra parte, para justificar a alocação distorcida da parte do leão dos recursos nacionais em gastos militares, os beneficiários dos dividendos da guerra tendem a criar medo, suspeita e hostilidade entre os povos e nações do mundo, assim plantando as sementes da guerra, dos conflitos internacionais e da instabilidade global.

Em terceiro lugar, da mesma forma que os poderosos beneficiários da guerra e do capital militar-de segurança tendem a promover a suspeita para criar medo e inventar inimigos, tanto em casa quanto fora, eles também solapam os valores democráticos e nutrem o governo autoritário. Quando os interesses militares-industriais-de segurança-financeiros acreditam que as normas democráticas de transparência prejudicam seus objetivos nefastos de enriquecimento, eles criam pretextos para o segredo, a “segurança”, o governo militar e o estado policial. Esconder o assalto ao tesouro público em nome da segurança nacional requer a restrição da informação, a obstrução da transparência e limites à democracia.

Por isso, sob a influência cleptocrática de poderosos interesses investidos nas indústrias militar-de segurança-financeira, o governo dos Estados Unidos se tornou uma ameaçadora força de desestabilização, obstrução, regressão e autoritarismo.

Ismael Hossein-zadeh, autor de The Political Economy of U.S. Militarism (Palgrave-Macmillan 2007), é professor de economia da Drake University, Des Moines, Iowa.

PS do Viomundo: A militarização do combate ao tráfico de drogas, no Brasil, é um pequeno passo que faz vibrar a indústria da segurança. Os fornecedores de uniformes, de blindados, de cassetetes e escudos, de mace e gás pimenta, de câmeras de vigilância e algemas agradecem. Guerra permanente, eterna, contra qualquer inimigo. Para vender coturno, vender farda preta, vender veículos aéreos não tripulados, vender… vender… vender. Faça sua parte: bata palma para o BOPE!

 

75 Comentários para “OTAN se expande para tirar protagonismo dos emergentes”

  1. qui, 23/12/2010 - 10:21
    rocmatos

    A definição de sionismo se enquadra melhor como um braço armado dos americanos moldados no capitalismo selvagem, extorsão dos bens materiais de nações indefesas, expansão territorial, políticas de exclusão social, preconceito religioso e étnico. Uma força abominável que deve ser contida tal e qual os seus criadores e patrocinadores.

    • qui, 23/12/2010 - 13:29
      Confuso da Silva

      Rocmatos, isso é o que o governo de Israel faz, não é o sionismo. Da mesma maneira, um atentado suicida não é o Islã.

  2. Caros amigos, com wikileaks ou sem eles, para que servem OS CAVEIRÕES, OTAN e TODAS AS OUTRAS ORGANIZAÇÕES BÉLICAS MUNDIAIS se não para reprimir e exterminar os senzalados insurretos?

    Quando A CONSCIÊNCIA É UM PROGRAMA escravagista IMPOSTO pelos dominadores desde a infância, RELIGIOSAMENTE, pouco há que se esperar de uma humanidade infantilizada até a alma para o permanente senzalamento e sistemática exploração e que está abandonada à própria desgraça (milenarmente), só aqui no Brasil, HÁ 510 ANOS. Um "menino de rua" é uma peça sem valor no "atual mercado", um excedente do LUCRATIVO permanente estoque de escravos. É terrivelmente cruel e simples assim, sem enfeites, sem confeitos, sem ilusões… Guerras são o grande negócio dessa corja escravista.

    Citação: "Paul Craig Roberts colocou, que “o governo dos Estados Unidos é uma entidade de duas caras cuja razão principal é o controle de todos os países”. Na essência os documentos mostram que enquanto o governo dos Estados Unidos, como um chefão global da máfia, recompensa as elites locais de estados clientes com armas, ajuda financeira e proteção militar, pune nações cujos líderes se negam a se render às vontades do valentão, cedendo a soberania nacional. As políticas externas dos Estados Unidos, assim como as domésticas, se revelam não como subordinadas ao público ou ao interesse nacional do povo, mas a poderosos interesses especiais representados pelo capital militar e pelo capital financeiro."

    Confusos e levianos, muitos, distantes das desgraças alheias, comprazem-se discutindo a "cor dos fósforos" que queimam crianças, mulheres, velhos em um genocído explícito, e não vêem que repetem milhões de informações e contra informações que são postadas diuturnamente por caninos escravos siborgues sionistas fiéis à velhíssima NEW WORLD ORDER escravagista.
    Debatem-se no vazio do intelectualismo filosófico do labirinto do nada de humano e o tudo da inumanidade das guerras que são financiadas pelos mesmos banqueiros escravagistas que as criam e propagandeam.

    OTAN ou NATO e todas as siglas mundiais belicistas são a glória da capatazia moderna e o êxtase dos banqueiros seus proprietários. Os E.U.A. cuja CARTA MAGNA foi redigida por ESCRAVAGISTAS, (ELES, hoje, publicamente declarados sionistas) SABEM QUE VOCÊ NÃO SABE que melhor escravo é o que se supõem liberto e que do alto de sua ignorância não admite que apenas segue um programa de aceitação do escravismo implantado POR ELES desde a sua infância.

    Escassez planejada (de tudo), corrupção, tráfico, farmáfia, guerras, terrorismo, pedofilia, favelas, bigbrother, Coca-cola, Pepsi-Cola, "fast-food", sionismo, não são religiões, são uma ideologia.

    Todo este debate só é possível graças a esta Bendita Internet.Temos que retirar urgentes lições de nossos acertos e erros, seguir separando o joio do trigo e compartilhando os resultados. Implantam e propagam o lucrativo divisionismo fratricida. O tempo urge. Belicista, o Império não pede licença, mete o coturno na porta, agora está com pressa de tomar posse de sua terra prometida, o planeta. Wikileaks pode bem ser um novo 911em andamento, ainda não pensou nisso? Os sapos venenosos serão cada vez maiores e em maior número até que retirarão a Internet da tomada de todos os "terroristas" que não apóiam a VELHÍSSIMA ESCRAVISTA NEW WORLD ORDER e ainda acusarão os mesmos "TERRORISTAS" por este feito. Nada, religião alguma, lei alguma, substituirá a responsabilidade 100% dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. A verdadeira revolução é intrapessoal e intransferível.

    POLÍTICOS ESTÃO AÍ PARA NOS DAR A ILUSÃO QUE TEMOS ESCOLHAS neste escravismo travestido. Sionistas invisíveis, a velhíssima coroa BRITÂNICA desde antes de D. João VI com a abertura de seus portos às nações amigas, permance dona dos sete mares e dos continentes, sempre muito bem guardada por seus suditos, os gendarmes obamericanos do norte armados até o dentes. Fechou um negócio da China com a China. O 4º Reich avança ao passo de ganso acelerado sobre o mundo e "ninguém" vê?

    Sinto muito, sou grato.

    • ter, 21/12/2010 - 18:13
      Confuso da Silva

      Aldo, confesso que não entendi metade do que você disse, mas acho que você levanta muitas questões interessantes. Venho aqui fazer uma mea-culpa e dizer que me deixei levar por detalhes científicos e comecei um debate que não avança em nada o tema do artigo, que deveria ser o mote da discussão aqui.

      No entanto, não entendo por que você enfatiza tanto o sionismo. O que são esses "caninos escravos siborgues sionistas" de que você fala? Os escravagistas que segundo você assinaram a carta magna dos EUA hoje são declarados sionistas? A coroa britânica é sionista desde antes de D. João VI? Mas se o sionismo só tomou forma no século 19, como isso é possível? E o que diabos o sionismo tem a ver com tudo isso?

      Espero que você possa elucidar minhas dúvidas.

      • Caro Confuso. Só ironizei. Queira perdoar. Não é fácil resumir um "quebra-cabeças" que graças à esta BENDITA INTERNET está sendo possível montar. Obama declarou publicamente, no meu blogue publiquei sobre isto, há um vídeo no Youtube com o discurso dele. http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/2010/05/dajj
        Entre ele e Mcain não há divergências, ambos são "sionistas", ele disse, e "levaram" 50 anos para "chegarem" onde chegaram. Sionismo não é judaísmo, a religião. Sionismo é uma ideologia da humanidade pelos que se julgam os senhores do mundo. Qualquer um pode aderir ao sionismo assim como à qualquer outra ideologia. A coroa britânica não é sionista desde D.João VI, mas é o verdadeiro poder com seus banqueiros mexendo os cordéis do mundo desde àqueles tempos e até muito antes.
        Mil perdões pela obscuridade do meu texto. Sou apenas um amigo mensageiro. Faça uma pesquisa sobre estes dados acobertados pela "história oficial", pode começar pelo meu blogue, http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/ digite em pesquisar "neste blogue" Obama, sionismo, judaísmo, banqueiros, n w o, escravagismo e pesquise também no site http://www.infinitoemexpansao.com/, e conecte os muitos pontos. Pode começar por aqui http://www.disclose.tv/action/viewvideo/46428/The
        e depois vá ver http://www.youtube.com/watch?v=OZM7btRcDqs&fe

        Um forte abraço, paz e bem, sou grato.

      • qua, 22/12/2010 - 11:29
        mariazinha

        Meu querido Aldo Luiz, se tirar o i fica LUZ.
        Obrigada pela educação e sabedoria.

      • Mariazinha, não seja injusta, somos espelhos uns dos outros, o que está em mim está em você também, a luz está em todos. Nós somos divinos e perfeitos desde sempre e eternamente. O "problema" é que os verdadeiros conspiradores escondem isto de todos os humanos para poder escravizar-nos como têm feito ao longo desses milênios. Por isso querem maniatar esta BENDITA INTERNET; POR ISTO DESCONFIO MUITO DESSE WIKILEAKS, PODE REVELAR-SE OUTRO 911 PARA JUSTIFICAR O FIM DA INTERNET LIVRE COMO ELA ATUALMENTE É. "Azeredos" e os que acusam a liberdade de informação são asseclas desses escravagistas que estão entronados no alto da pirâmide que nos oprime e explora milenarmente.

        Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato. Muito mais luz e paz para você e todos nós.

      • qua, 22/12/2010 - 13:06
        Confuso da Silva

        Aldo, dei uma passada em seu blog, e vi muita coisa interessante por lá. No entanto, a quantidade avassaladora de informações lá postas vai além da minha pobre capacidade de assimilação.

        Alguns poréns:

        - Sionismo, na definição formal, é um conjunto de correntes ideológicas que têm em comum o apoio a um lar para os judeus em uma nação judaica. Não é uma ideologia de dominação mundial. O sionismo pode ter sido pervertido pelos sucessivos governos corruptos em Israel, para atender a interesses econômicos escusos, mas existem sionistas pacifistas, que lutam pelo direito dos palestinos a um lar em uma nação palestina, convivendo lado a lado com a nação judaica. A grande maioria dos judeus não é contra o sionismo – pelo contrário, é sionista a ponto de defender as ações do governo de Israel por mais terríveis que sejam. Eles acham que falar contra as ações do governo de Israel é ser anti-sionista, e pela lógica vigente na comunidade judaica, ser anti-semita. Mas em nenhum momento o sionismo passou a ser ideologia de dominação da humanidade.

        - No vídeo que você coloca em seu blog aparece um judeu ortodoxo falando que sionismo é o oposto de judaísmo. Existem judeus ultra-ortodoxos que pensam assim, mas são minoria. E pensam assim pois acreditam que apenas quando o Messias chegar ele irá levar todos os judeus de volta para a terra prometida, e que a criação de um estado judeu na terra prometida antes da chegada do Messias é uma afronta a deus. Esses são os que aparecem ao lado de líderes palestinos apoiando a destruição de Israel. São mostrados por muitas pessoas para argumentar que "os judeus são contra o sionismo", mas são uma minoria fundamentalista, e são vistos dela maioria dos judeus como um bando de malucos radicais.

        Continua…

      • qua, 22/12/2010 - 13:06
        Confuso da Silva

        Continuando…

        - A meu ver, o grande desafio do sionismo na atualidade é conciliar o desejo de um lar para os judeus com o conceito de democracia sem distinção de raça, credo ou qualquer outra diferença. Se Israel permanece como um estado judeu, os judeus têm tratamento diferenciado, e portanto a igualdade cai por terra. No entanto, se os israelenses conseguirem se livrar dos partidos religiosos de direita, poderão dissociar a religião do estado, e podem fazer do país o que ele deveria ter sido desde o início: um estado laico, democrático e igualitário, onde há uma religião dominante e "oficial", mas nenhum prejuízo para aqueles que seguem outra crença – assim como é no Brasil.

        - Pelo que entendo, sua tese pode ser resumida na crença de que existe uma conspiração para a dominação mundial, que transferiu o centro do poder da Grã-Bretanha para os EUA, e pretende transferí-lo novamente para Israel em breve. É isso? Se não for, me desculpe. Bom, acho interessante, mas devo dizer que discordo respeitosamente. Não acredito em uma força oculta manipulando o mundo, mas sim em várias e numerosas forças distintas com seus interesses particulares disputando poder, influência e riquezas, em esferas maiores ou menores, pois é da natureza humana a ganância. Dentro de um pequeno grupo, há várias pessoas disputando o poder do grupo, e este grupo disputa o poder com outros grupos em sua esfera de inflência, e assim por diante.

        Enfim, fico feliz em poder debater com alguém como você a respeito desses assuntos.

      • Meu caro jovem Confuso, é como eu disse lá no primeiro parágrafo. "Quando A CONSCIÊNCIA É UM PROGRAMA escravagista IMPOSTO pelos dominadores desde a infância, RELIGIOSAMENTE, pouco há que se esperar de uma humanidade infantilizada até a alma para o permanente senzalamento e sistemática exploração e que está abandonada à própria desgraça (milenarmente), só aqui no Brasil, HÁ 510 ANOS. Um "menino de rua" é uma peça sem valor no "atual mercado", um excedente do LUCRATIVO permanente estoque de escravos. É terrivelmente cruel e simples assim, sem enfeites, sem confeitos, sem ilusões… Guerras são o grande negócio dessa corja escravista."

        Tudo depende sempre de nossas escolhas regidas pelas identificações que temos como o conteúdo das informações.

        Quisera eu que você estivesse certo e que "um estado laico, democrático e igualitário, onde há uma religião dominante e "oficial", mas nenhum prejuízo para aqueles que seguem outra crença – assim como é no Brasil"; fosse uma tese sustentável. Infelizmente não posso concordar dado as evidências que os fatos mostram; além do que a idade não me permitiria negar minhas conclusões, seria um paradoxo. Religiões são uma forma sutil de castração para escravização…

        Desejo que você continue a pesquisa sobre a verdade oculta do porque afirmo ser escravagista o sistema com que uma elite nos oprime, senzala e mantém fratricidas para seu domínio perene e luxuriosos lucros abjetos milenarmente. Abandone as convicções sobre o que o sistema doutrina como verdade. Faça bom uso de sua coragem. Formate seu HD, este é o primeiro e verdadeiro grande desafio. Saia da MATRIX. Este é o primeiro grande passo para a liberdade.
        Não deixe de ler http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/2010/12/cons… e procure ver o vídeo Matrix of Power
        1:07:04 – Há 4 anos Jordan Maxwell no Google

        Paz e bem, longa vida com saúde e prosperidade. Sou grato.

      • Errei, o texto correto é este: "Sionismo é uma ideologia para a dominação da humanidade pelos que se julgam os pré-destinados senhores do mundo.

  3. ter, 21/12/2010 - 11:19
    mariazinha

    AZENHA, perdoa-me mas tenho que postar mais isto: http://www.youtube.com/watch?v=qfsHeXGVPVw
    mais: http://www.youtube.com/watch?v=LhylsQ_pLVg&fe
    e : http://www.youtube.com/watch?v=bnV0bwuO4-Y

    Talvez, o anônimo que se dirigiu a mim, ele sim, precise informar-se melhor e deixar de ser impertinente.

    • ter, 21/12/2010 - 15:17
      Confuso da Silva

      Mariazinha, desculpe-me mas, na minha opinião, quem vê conspiração sionista para dominar o mundo é que parou na idade das trevas. Nem todo sionista faz festa às ações do governo israelense, vide esse artigo ( http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/um-passo-… ). E as guerras que travam os EUA no Iraque, Afeganistão e por aí afora são de responsabilidade deles próprios, não de Israel. Sim, os EUA apóiam qualquer barbárie cometida por Israel, mas é por seu próprio interesse, não porque fazem parte do sinistro "plano de dominação mundial dos judeus".

      Não estou defendendo Israel, muito menos o uso de fósforo branco – e tampouco estou negando que o exército israelense tenha usado fósforo branco de maneira imoral e indiscriminada durante a ofensiva de Gaza – só estou tentando corrigir umas distorções e imprecisões em seu comentário.

      Você faz parecer que o fósforo branco é uma arma química avançada que mata por causa de um pó inalado que derrete os ossos ou que queima ao contato com a pele. Na verdade, ele é usado desde antes da primeira guerra mundial, e seu maior perigo é que é um combustível muito forte cujo processo de combustão é difícil de ser interrompido, e que causa queimaduras profundas – lesões que, quando extensas, podem provocar a morte. E realmente há o agravante dessas lesões abrirem caminho para a absorção de fósforo pelo corpo, o que realmente causa lesões possivelmente fatais aos órgãos internos.

      Como já disse, o problema do fósforo branco é causar queimaduras, e não "derreter ossos" – coisa impossível, aliás, já que ossos não derretem, mas podem queimar e se transformar em cinzas. Os flocos de fósforo incandescente proveniente de uma bomba se espalham queimando, e esse é o perigo. A fumaça pode ser tóxica e irritar olhos, nariz e garganta – assim como a fumaça de qualquer coisa queimando. Mas não há indícios de ninguém que tenha morrido simplesmente por inalar fumaça de pentóxido de fósforo.

      Continua abaixo…

      • ter, 21/12/2010 - 15:17
        Confuso da Silva

        Continuando…

        O fósforo simplesmente ao ser colocado em contato com a pele não queima. O problema é que ele entra em combustão espontânea ao ar livre, e aí sim ele queima a pele por causa do calor gerado – ao contrário de um ácido em alta concentração, que "queima" a pele através de uma reação química direta com a mesma.

        Sim, o fósforo é venenoso, como a maioria dos combustíveis – você não vê ninguém ingerindo fósforo, nem tampouco bebendo gasolina, que também é tóxica se ingerida. A exposição contínua e prolongada (meses a fio, diariamente) aos vapores gerados na fabricação do fósforo causava o acúmulo de fósforo na mandíbula dos trabalhadores de fábricas de fósforos de cozinha, e causava sim a necrose da mandíbula, mas isso aconteceu até o início do século 20, quando os fósforos de cozinha passaram a usar fósforo vermelho em sua composição. A exposição durante uma ofensiva não causa isso.

        Não me julgo dono do saber, mas se você acha que sabe tudo sobre fósforo branco apenas ao ler e copiar o que a wikipédia tem a dizer na página em português ( http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3sforo_branco ), sugiro que pesquise um pouco mais. Na própria página há um aviso dizendo que a confiabilidade do artigo é duvidosa. Na versão em inglês ( http://en.wikipedia.org/wiki/White_phosphorus ) há muito mais informação e não há aviso de confiabilidade duvidosa.

        Peço perdão pela impertinência, mas me incomodaram as imprecisões científicas de seu comentário, e o tom conspiratório dando a entender que os "sionistas" são a raíz de todo o mal.

  4. ter, 21/12/2010 - 11:12
    mariazinha

    Qdo. digo sionistas, refiro-me aos dirigentes do estado de israel e todos os judeus que lhe fazem festa. Sabemos muito bem que os EUA são reduto deles onde são apoiados em todos seus atos de selvageria e é nesse meio que são confabuladas as guerras e desvarios contra países.
    Ainda sobre o f´sforo:
    [...]Precauções

    O fósforo branco é extremamente venenoso – uma dose de 50 mg pode ser fatal – e muito inflamável, por isso, deve ser armazenado submerso em água. Em contato com a pele provoca queimaduras. A exposição contínua ao fósforo provoca a necrose da mandíbula.Se inflama espontaneamente em contato com o oxigênio

    O fósforo vermelho não é tóxico, porém deve-se manuseá-lo com cuidado, já que pode transformar-se em fósforo branco e produzir emissões de vapores tóxicos se aquecido.[WIKI]

  5. ter, 21/12/2010 - 11:05
    mariazinha

    Parece que ainda existem pessoas que pararam na idade das trevas não veem que com tal atitude tornam-se ridículos. Hoje a Internet, um lugar democrático de informação aboliu o saber fechado entre quatro paredes como no tempo das trevas. Muitos ainda se julgam donos do saber, pobres pessoas:
    sobre o fósforo:
    [...]Efeitos da exposição à armas de fósforo branco

    O fósforo branco podem causar ferimentos e morte de três maneiras:

    * por queimaduras profundas;
    * por inalação, como fumaça;
    * por ingestão.

    Uma exposição prolongada, sob qualquer forma, pode ser fatal. Segundo a GlobalSecurity.org, citada pelo The Guardian, "Fósforo branco resulta em lesões dolorosas por queimadura química". Partículas incandescentes de fósforo branco, resultantes da explosão inicial de uma bomba de fósforo, podem produzir extensas, dolorosas e profundas queimaduras (de segundo e terceiro graus).

    Queimaduras por fósforo carregam um maior risco de mortalidade do que outras formas de queimaduras devido à absorção de fósforo pelo organismo, através da área queimada, resultando em danos ao fígado, coração, rins e, em alguns casos, falência múltipla de órgãos.[6]

    Além disso, essas armas são particularmente insidiosas porque o fósforo branco ///////continua a queimar, a não ser em ambiente privado de oxigênio, até que seja completamente consumido, de forma que as pessoas atingidas, ainda que mergulhem na água, continuarão a queimar ao emergirem para respirar.///////

    Em alguns casos, a queima pode ser limitada a áreas de pele exposta, pois as pequenas partículas não queimam completamente através da roupa antes de serem consumidas. [7][WIKI]

  6. seg, 20/12/2010 - 13:14
    mariazinha

    Pelo que já percebi os sionistas possuem importantíssima participação nesse cenário; suas grandes corporações, espalhadas pelo mundo alimentam essa grande máquina de guerra. Suas marcas estão em tudo que precisamos até para sobreviver e são vendidas no mundo inteiro, assim como suas armas letais.

    São deles, os planos de conquistar o planeta Terra. Estão, de modo intrínseco, ligados aos ianques e suas espionagens não possuem limites. Ainda possuem todas as armas biológicas inimagináveis. Na guerra contra os palestinos usaram o fósforo branco (arma química) contra a população de Gaza. Uma bomba, que quando explode, espalha um pó branco. Assim que é inalado, queima o corpo, derretendo até os ossos.
    Talvez possamos ainda salvar o mundo desses predadores mas será preciso um esforço sobre humano. Podemos começar como diz alguém, pelo boicote espontâneo de cada um. Que tal começar com a cocacola?

    • seg, 20/12/2010 - 15:30
      Confuso da Silva

      Mariazinha, você está sendo um tanto quanto paranóica e imprecisa. Para começar, a quem você se refere como "os sionistas" que têm planos de "conquistar o planeta Terra" – como se fossem alienígenas em um filme de ficção científica? O governo israelense? O povo israelense em geral? Ou todos os judeus do mundo, ao melhor estilo "Protocolos dos Sábios de Sião"?

      Supondo que você se refira ao governo israelense, devo concordar que são muito ligados aos EUA. Já quanto a suas espionagens não terem limites, peraí. O Mossad é hoje uma sombra do que já foi.

      "Todas as armas biológicas inimagináveis"??? O que isso quer dizer? Será que o Mossad desenvolveu tubarões assassinos e os colocou na Península do Sinai ( http://uk.reuters.com/article/idUKTRE6B52OE201012… )?

      Quanto ao fósforo branco, o seu uso na ofensiva de Gaza foi duramente criticado, pois ao ser acionado ele se espalha queimando indiscriminadamente – o que é condenado pela convenção de Genebra. Mas ele não espalha um pó branco. No máximo espalha o próprio fosforo branco incandescente, que provoca queimaduras e, como quanquer substância incendiária, pode provocar a morte se a extensão das queimaduras for grande. A fumaça proveniente da queima do fósforo branco é densa e composta de pentóxido de fósforo, que irrita as membranas mucosas, os olhos, a garganta e o nariz. Existe a possibilidade teórica de que exposição prolongada a altas concentrações dessa fumaça possam matar, mas não existe nenhuma morte comprovada por essa fumaça. A fumaça de um incêndio comum (a mesma que sai dos canos de escape dos carros) é muito mais tóxica, deixando a vítima inconsciente e matando-a por falta de oxigênio. Além disso, o famigerado gás mostarda, usado na Primeira Guerra Mundial, é 30 vezes mais tóxico que o pentóxido de fósforo. "Derretendo até os ossos"?? Por favor, não escreva sobre o que não sabe.

      Agora podemos voltar ao assunto do artigo?

    • seg, 20/12/2010 - 19:30
      Klaus

      Já comecei: de agora em diante aqui em casa, só Pepsi.

  7. dom, 19/12/2010 - 23:17
    redecastorphoto

    Nos anos-50, bem me recordo, tivemos um Chanceler (José Carlos de Macedo Soares) que, só porque o Amapá e Roraima estão, em parte, acima da Linha do Equador (Hemisfério Norte), propunha nossa adesão ao Tratado do Atlântico Norte. Complexo de vira-latas, eis o motivo de tamanha iniciativa, de burrice e falta de visão exemplares…

    Abraços do
    ArnaC.

  8. dom, 19/12/2010 - 22:23
    Marat

    Graças ao defensor da liberdade plena de informação, Julian Assange, muitas hipocrisias têm sido desnudadas. O Império do IV Reich foi completamente desmascarado (para os incautos e para seus bajuladores – os outros já sabiam que eles são pilantras, assassinos, mentirosos e manipuladores). Agora que já não há mais espaço para tolinhos e inocentes úteis, temos de informar para que serve a tal de OTAN: Matar, roubar, chancelar golpes de estado e manter o capitalismo selvagem a custa de muito sangue inocente!

  9. dom, 19/12/2010 - 21:47
    Jorge Corrêa

    Azenha

    Essa turma é de uma imbessilidade ímpar: acredita em disco voador e que a roda não roda. Pelo meu entendimento, estão e serão superados pelos acontecimentos e, suas próprias contradições, os levarão a ruína. Que o diga o império romano.

  10. dom, 19/12/2010 - 18:26
    Luiz Carlos

    Pessoal, vamos votar no Lula:
    http://www.whopopular.com/Lula-da-Silva

  11. dom, 19/12/2010 - 17:53
    Maks Tiritan

    Em todas as eras da humanidade, nações impérios, com seu terrível poder fora de controle, sofreram a ação Divina, sendo destuídas por convulsões da força da natureza. A Terra é um organismo vivo e inteligente, que de tempos em tempos, faz uma limpeza em seu corpo físico e astral. Nessa Nova Era, o mundo não vai acabar… mas vem muita coisa por aí, para sanear e recolocar a Terra nos seus desígnios Divinos, que é a EVOLUÇÃO!

  12. dom, 19/12/2010 - 17:43
    Paulo

    É muito simples combater os estadunienses.. vamos começar atingindo em cheio no que eles mais prezam o DINHEIRO, OS LUCROS.. pois é este fator que move toda essa maquina…. Vamos parar de comprar produtos deles.. simples e bem funcional..

  13. dom, 19/12/2010 - 17:07
    andre

    Sensacional esse texto, o que vai sempre nos intrigar, é o fato de não sabermos quem são os responsáveis maiores, dizer que são os EUA como sociedade e país, acho meio leviano, quem são os que lucram com essa política, quais são as origens deles? Quem são os donos das indústrias bélicas, bancos e etc?

    • seg, 20/12/2010 - 9:35
      Thelma Oliveira

      Não penso que é possível inocentar a sociedade americana. Todos eles pensam e se sentem como os escolhidos de Deus, os predestinados a um futuro próspero e, para chegar ou se manter neste patamar vale tudo, porque como predestinados, eles não devem satisfação a ninguém. O resto do mundo existe para servir aos seus propósitos e ponto. É uma sociedade, no mínimo, conivente com tudo o que acontece, seja pela sua alienaçao consumista, seja por acreditarem firmemente nesse ideário.

      • seg, 20/12/2010 - 21:50
        Florival

        Por onde se ramifica esta sociedade americana? parece que tem representantes em todo o mundo.
        Certamente que não se deve incluir aí a totalidade do americanos ou israelnses e britânicos. Há os que querem preservar relações de tolerância, poucos, bem poucos, que talvez não che a um terço dos que estão atrapalhando o estabelecimento da hegemonia messiânica feita da utópica democracia que compramos por lebre. Qual a saída? a de emergênia, sem garantia de sobrevivência. Pessimista, eu? Não, apenas um romântico que prefere sonhar com a tolerância às distintas diferenças que nos incomodam.

  14. dom, 19/12/2010 - 16:28
    WILSON STANFORD

    Azenha,
    Parabéns pelo brilhante a apropriado artigo apresentado.
    A expansão militar norte-americana assume uma finalidade em si mesma e não mais a defesa da democracia.
    Há também objetivos escusos e ocultos nas ocupações.
    Fixados em intenção de obter o puro domínio, o militarismo americano adota um viés mercenário, com interesses financeiros em jogo.
    Como pode-se ver no Afeganistão, os aliados americanos estão ligados ao acobertamento da produção de ópio.
    O irmão do principal preposto americano no Afeganistão é um dos maiores traficantes de ópio do mundo.
    Na Colombia fenômeno semelhante ocorre. A ocupação americana está lá para garantir a produção de coca, associando-se ao tráfico. Nenhuma apreensão de droga foi feita desde a entrada das bases americanas.
    Engana-se quem pensa que os militares estão para garantir a lei e a ordem.

  15. dom, 19/12/2010 - 15:21
    luis

    Lembrei-me de dois filmes ao ler o artigo acima: Syriana e o Senhor das Armas. O complexo industrial-militar, o petrolífero e o bancário-financeiro andam de mão dadas, para proteger os interesses do capital. Não há como humanizá-los, controlá-los ou corrigi-los.
    Ah, o artigo deve ter levado o Gaspari a orgasmo múltiplos.

  16. dom, 19/12/2010 - 15:11
    delano

    Depois de todo este texto, o Azenha no final faz suas considerações e diz ironicamente:" bata palma para o BOPE".
    Melhor bater palma para o BOPE e para a segurança do que, veladamente reverenciar os que são diretamente atingidos por estas invasões.

  17. dom, 19/12/2010 - 15:01
    assalariado.

    Enquanto houver a sociedade de luta de classes(exploradores x explorados) haverá o militarismo,este,é fruto da necessidade do capital se impor como forma de reprodução do próprio,e também,para garantir aos donos do capital sua dominação,pela força,a classe explorada dos países/povos assalariados do planeta. Por isso,assim se fez e se faz necessário a existência das forças armadas que,em última analise,é seu fiél e escudeiro braço armado nas horas de rebelião dos povos dominados.O capital e seu Estado capitalista, burguês sempre usou/ organizou os fardados, conforme os seus desejos expansionistas de MAIS VALIA (lucros) da burguesia internacional (Brasil no meio…),esta é e sempre foi a sua função social,manter o dominio das elites sobre a sociedade. Esta é a origem verdadeira inconfessa deste arsenal/ maquina de guerras montada pelas elites -(é a corda e a caçamba)-,assim funcionaram/ funcionam as forças armadas e os seus criadores.

    Saudações Socialistas.

  18. Enquanto isso, no Rio de Janeiro: Rio de Janeiro, estado é um dos que menos investe em educação. Por outro lado, Bope ganha nova sede e Beltrame

    é o novo Papai Noel das comunidades. Estamos, a passos lagos, no caminho da militarização.

  19. Impressionante o video obtido pelo Wikileaks, filmado a partir de um helicóptero estadunidense. O atirador mata diversas pessoas, embora o alvo seja um jornalista "inconveniente" que está no meio da multidão. Ouve-se uma voz, dizendo ao soldado: "Belo tiro!". E o soldado responde, orgulhoso: "Obrigado!!"

    Eles agem como se estivessem num videogame. Os EUA são uma nação doente.

    • seg, 20/12/2010 - 0:57
      Polengo

      Essa empáfia faz com que só enxerguem a eles mesmos.

      Isso os derrubará, coletivamente,
      mas isso que faz eles derrubarem muita gente, individualmente.

  20. dom, 19/12/2010 - 10:12
    dukrai

    o PS do Viomundo está juntando alhos com bugalhos, a utilização de forças militares na ocupação do complexo do Alemão cumpre uma função de estado que é de garantir o controle social da área, a garantia de segurança, a liberdade de ir e vir, o acesso da comunidade a serviços públicos e privados e otras cositas más garantidas na Constituição Federal.

  21. dom, 19/12/2010 - 4:18
    carmen silvia

    Esse artigo confirma o meu temor de que naquele país,ganhe candidato A ou B o resultado será sempre o mesmo, um indivíduo com legitimidade pra arrecadar em forma de impostos os recursos que irão financiar a indústria bélica. Diante de um poder tão ameaçador quanto este, o que nos resta como indivíduos e sociedade?As vezes tenho a sensação de que nos encontramos num beco aparentemente sem saida e nosso futuro se descortina como um mixto de filme de ficção científica e terror.

  22. dom, 19/12/2010 - 0:48
    SILOÉ

    O inimigo público de de todas nações é a indústria bélica, que utiliza seus lobistas para fomentar as guerras
    sob qualquer pretexto não se importando com nada nem com ninguém.
    Só que agora elas serão virtuais. Vence quem tiver mais cérebro controle total da Internet.

  23. dom, 19/12/2010 - 0:37
    ZePovinho

    Digite o texto aqui![youtube 9YvH4QE9PQY http://www.youtube.com/watch?v=9YvH4QE9PQY youtube]

  24. dom, 19/12/2010 - 0:32
    ZePovinho

    Digite o texto aqui![youtube T-xEcChFC6I http://www.youtube.com/watch?v=T-xEcChFC6I youtube]
    http://www.voltairenet.org/article167800.html

    U.S. Prepares For New Decade Of War In Asia
    by Rick Rozoff*

    Using the staged September 11, 2001 attacks as a pretext to invade Afghanistan, Washington is about to enter the eleventh year of its longest war in history. After Indochina, this war unequivocally designates Asia as the center of U.S. geopolitical strategy and the Pentagon’s main 21st century war front. According to Rick Rozoff, the U.S. will still be in Afghanistan well into the middle of the next decade and possibly much longer as military pressure on the broader Asian region continues to escalate.

  25. dom, 19/12/2010 - 0:16
    Fabio_Passos

    Noam Chomsky batendo a fita sobre esta estúpida "guerra as drogas" criada pelos ianques:

    [youtube E3Xa8Irev2E http://www.youtube.com/watch?v=E3Xa8Irev2E youtube]

  26. sáb, 18/12/2010 - 22:52
    Paulo Roberto

    "PS do Viomundo: A militarização do combate ao tráfico de drogas, no Brasil, é um pequeno passo que faz vibrar a indústria da segurança. Os fornecedores de uniformes, de blindados, de cassetetes e escudos, de mace e gás pimenta, de câmeras de vigilância e algemas agradecem."

    Vc esqueceu de citar a indústria da corrupção envolvendo políticos, policiais e juízes em torno do tema. Os verdadeiros barões do tráfico não moram nos morros…

  27. sáb, 18/12/2010 - 22:33

    O que mais me chamou atenção nesse artigo foi o PS do VioMundo, por esse motivo acredito que todas as drogas deveriam ser liberadas e vendidas em farmácias ou lojas específicas, inclusive com locais para uso, para todos os adultos (acima de 18 anos) que estiverem afim. Acredito que vamos conseguir diminuir muito a violência no médio e longo prazo. Quanto às políticas antidemocráticas dos EUA e dos demais governos, tenho tb apenas uma solução simples, acabar com os governos. Anarquismo já! __E, Viva o Povo Brasileiro!!!!!!__Vida longa ao Wikileaks. __

  28. sáb, 18/12/2010 - 22:30
    Baixada Carioca

    Mas será que o Tio Sam já se deu conta de que o mundo passa por transformações gigantescas, das quais ele não terá o mesmo hipócrita no cenário internacional?

  29. sáb, 18/12/2010 - 22:25
    William Alfonso

    A alguns séculos foi o império Romano depois o Espanhol, depois o Inglês, agora o Americano, no futuro qual será? O Chinês. Nossos netos em vez de inglês aprenderão Mandarin?

  30. É urgente que a Pátria Latina faça um plano de defesa conjunta para a região.

  31. sáb, 18/12/2010 - 21:53
    maconheiro

    O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio . Navegador! Não se esqueça, meu amigo, de chamar o seu vizinho .

  32. sáb, 18/12/2010 - 21:48
    Tomudjin

    Se as sequelas de uma guerra, para qualquer País, são devastadoras;
    para os EUA, a auxência dessa guerra seriam ainda mais.

  33. [...] The Globalization of Militarism, por ISMAEL HOSSEIN-ZADEH, no Counterpunch pelo VIOMUNDO [...]

  34. sáb, 18/12/2010 - 21:00
    Marcelo

    Tio Sam está velho, mas não está fraco e nem com uma menor sede de poder.
    Como podem os emergentes reagirem a insanidade americana?

  35. sáb, 18/12/2010 - 20:36
    Lucemberg matoso.

    concordo plenamente com o Ismael Hossein.

  36. sáb, 18/12/2010 - 20:15
    Rafael, BHte

    Será q seria melhor o Brasil criar e/ou fazer parte de um outro bloco q se opusesse ou criasse algum tipo de equilibrio ou contraponto aos EUA e seus palos mandados?! Será q sobrou algum q preste e seja confiável para alguma associação?! Será q ainda dá tempo para tomar alguma atitude?! Será q dá ou já foi?!

  37. sáb, 18/12/2010 - 20:13
    Fabio_Passos

    As guerras são um negócio muito rentável para as corporações que controlam o mais poderoso estado do planeta.
    Ganham muito dinheiro os tiranetes corporativos explodindo a cabeça de crianças nos países subdesenvolvidos.

  38. sáb, 18/12/2010 - 20:05
    Rafael, BHte

    Esses oficiais superiores das nossas forças armadas, q são sustentados com dinheiro dos impostos dos contribuintes brasileiros desde lá o curso superior q fazem na respectiva Academia, esses q como a Globo defendem com unhas e dentes a opinião dos EUA (às vezes em detrimento até das opiniões dos governantes do Brasil) e acham q só o Chávez é nosso inimigo leem coisas como essa aí?! Era só isso q eu gostaria de saber antes q a pressão arterial suba!

    • dom, 19/12/2010 - 1:15
      Jiddu

      Não precisa subir pressão arterial alguma. Se você abandonasse o preconceito, o estereótipo e a generalização, deixaria de atacar uma quimera, ou emitir opiniões sem fundamento, no chute, além de equivocadas. Basta lembrar que durante anos o setor militar foi uma voz solitária, clamando no deserto, denunciando o perigo dacobiça internacional sobre a Amazônia. Os formadores de opinião na década de 80 e 90 ignoravam solenemente a questão. Cansei de ler na Dona Veja que isso era uma paranoia. Hoje, outros setores da sociedade estão atentos a isso. Alinhar militares e Globo é um disparate. Dizer que "defendem com unhas e dentes a opinião dos EUA" é um delírio. Vá se informar, cidadão; tire dos olhos a poeira da ignorância e do preconceito.

  39. sáb, 18/12/2010 - 20:02
    Fábio

    O livro é antigo, mas o texto é atualíssimo.
    Transcrevo dois parágrafos do livro "O Estado Militarista" (3ª. edição, Fred. J. Cook, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965, páginas 8 e 9). Faz referência a mensagem de despedida do Presidente Eisenhower ao povo americano (final do mandato), em 17/01/1961.
    "As ameaças à democracia, 'novas em gênero ou grau', surgem constantemente, e era uma destas, nova tanto em gênero como em grau, que Eisenhower se propôs a discutir a fundo. Chamou-lhe o 'complexo militar-industrial' e descreveu-o como um colosso que domina vastas áreas da vida-americana".
    "Mas agora já não nos podemos arriscar a uma improvisação de emergência da defesa nacional. Fomos obrigados a criar uma indústria armamentista de proporções muito vastas……Gastamos anualmente só no que diz respeito à segurança militar mais do que a receita líquida de todas as corporações dos EUA."

  40. sáb, 18/12/2010 - 19:02
    monge scéptico

    A máscara ianque nunca caiu porque em verdade nunca foi posta. Cegos, os idólatras do
    americanismo etc.
    Sobre o artigo acima, há anos digo a mesma coisa. Nada tem a ver presidência e governo
    na USA. Governo é feito pelo complexo industrial/militar. Obama é boneco de Olinda.
    E recebeu o esculhambado prêmio nobel, hoje sem dignidade ou sentido.

  41. sáb, 18/12/2010 - 18:33
    El Cid

    "O imperialismo não é invencível. Será derrotado!". Esta é a tese da deputada do PCdoB, Socorro Gomes, ao finalizar seu discurso. O imperialismo tem sido derrotado ao longo do século XX, em todas as guerras em que participou. Do ponto de vista dos soldados imperialistas, muito jovens e treinados para puxar o gatilho, a base dos exércitos imperialistas, lutar e morrer ou lutar e vencer, porém, a história tem demonstrado que tais jovens são apenas carne de canhão, enquanto banqueiros e industriais e comerciantes, multimilionários, enriquecem comparando o numerário financeiro e o obituário destes jovens iludidos pela excitação das armas, do poder de matar, torpe e fútil, da ignorância ensinada como "doutrina" guerreira. Os jovens soldados imperialistas enxergam as coisas tal qual o açogueiro enxerga o gado para o abate, só depois descobre sua impotência individual, descobre-se igual ao gado que observava. A guerra atual é feita diariamente pelas massas do povo e este luta até a morte.

  42. sáb, 18/12/2010 - 18:23
    El Cid

    O alvo da Otan está mais no presente do que no futuro. Se o Brasil, país em desenvolvimento, planeja para cinquenta anos à frente, a Otan dona do poder e da tecnologia tem que pensar em séculos.

    • dom, 19/12/2010 - 14:37
      ebrantino

      Olha lá, El Cid, todos sabem que o império pensa longe, e tem os seus objetivos definidos:-" Manter a exploração dos povos e riquezas do mundo a seu favor". – Mas isto é mais na teoria, e é muito genérico. A médio prazo – coisa de 10 a 20 anos, seus ideólogos dão derrapadas sensacionais, às vezes. E isto ocorre porque, muitas vezes, seus planejadores estão pensando a bem curto prazo, por exemplo as próximas eleições,a próxima escolha do candidado a presidente, ou estão procurando evitar a quebra de tal ou qual banco, enquanto a atual diretoria não se aposenta. Muitas vezes eles tem prorizado a politica do "aprés moi, le deluge". Foi o que se deu na recente crise de 2008, e nas atrapalhadas do OBAMA. Ebrantino

      • dom, 19/12/2010 - 17:51
        Paulo

        Concordo o EUA tem um plano bem definido.. e não interessa quem está no poder ou não.. o plano é cumprido. A democracia do EUA é a famosa Café com leite. uma vez um.. outra o outro.. mas o objetivo não se altera.

      • seg, 20/12/2010 - 8:05
        El Cid

        Paulo, na mosca, cara !!!

  43. sáb, 18/12/2010 - 18:05
    diogojfaraujo

    Um comentário meio "off topic"… O mace, que é conhecido aqui como gás de pimenta mas é outro tipo de arma não letal, é feito da casca da noz moscada… É um tempero interessante, muito usado na charcutaria… E outra informação sobre a noz moscada: serve para aromatizar e flavorizar vááários molhos, é um alucinógeno (usado como rapé ou chá), e em grandes doses, um veneno!

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